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UNIVERSIDADDE PAULISTA – UNIP RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: FARMÁCIA DISCIPLINA: QUIMICA GERAL ALUNO: MARIA DAS GRAÇAS OLIVEIRA DE LIMA R.A: 2328846 POLO DE MATRICULA: ADRIANOPOLIS POLO DE PRÁTICA: CAMPUS – FLORES DATAS DA PRÁTICA: 16/09/2023 – 23/09/2023 - 30/09/2023 MANAUS 2023 ATIVIDADES OBRIGATORIA: ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 1 EM 16/09/2023 ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 2 EM 16/09/2023 ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 3 EM 23/09/2023 ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 4 EM 23/09/2023 ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 5 EM 30/09/2023 ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 5 EM 30/09/2023 RESULTADOS E DISCUSSÃO A importância de estudar a prática está no simples fato de absorver na teoria o que aprendemos, as aulas práticas apresentadas neste relatório abordam conteúdos fundamentais de noções de como utilizar as vidrarias e equipamentos que são usados na rotina de um laboratório. Os utensílios mais usados no laboratório, são denominados como vidraria, fabricados por vidro temperado para que se tenha uma resistência a substâncias químicas e a mudanças de temperatura. Foram ministrado o uso de pipeta de vidro, graduada e volumétrica, uso e ajustes da bureta, manuseio correto e regulagem das micropipetas. As vidrarias são utilizadas para analise, medição, misturas, pesagem, reações e testes de substâncias no laboratório químico. Além das vidrarias o professor orientou quanto aos cuidados de segurança, vestimentas adequadas dentro do laboratório, bem como o manuseio correto de cada equipamento. A quantidade máxima que pode ser dissolvida de soluto em uma quantidade de solvente pode ser expressa pelo coeficiente de solubilidade. Podemos estudar a química quantitativamente e qualitativamente, por meio de métodos de análises específicas e materiais devidamente calibrados para que toda a medição seja precisa, entre os materiais de laboratório podemos citar as balanças principalmente as analíticas com precisão de pesagem em quatro casas decimais. A solubilidade é outro tema abordado, pois é um importante parâmetro utilizado para a caracterização química de compostos orgânicos. Através da solubilização, é permitido preverá presença ou ausência de grupos funcionais e reatividade em alguns casos, estes de solubilidade permitem em uma primeira análise classificar o composto em substância ácida, básica ou neutra. No decorrer da aula também foi realizado outro ensaio qualitativo, o teste da chama usando o bico de Bunsen, onde foi perceptível a teoria de Bohr que diz respeito ao estado de excitação dos elétrons. E essencial conhecer os nomes e a empregabilidade das vidrarias, nessa aula o professor nos apresentou as principais vidrarias e materiais de porcelana de uso laboratorial, suas utilidades e manuseio correto de cada item, como as medidas e a leitura do menisco, tais como. Tubo de ensaio - usado em reações químicas, principalmente testes de reações. Béquer - Usado para aquecimento de líquidos e reações de precipitação. Erlenmeyer - Usado para titulações e aquecimentos de líquidos. Pipeta graduada e volumétrica - Utilizadas para medir volumes fixos e variáveis de líquidos. Bastão de vidro - Usado para agitar soluções, transporte de líquidos e outros fins. Proveta - Equipamento usado para medidas aproximadas de volumes de líquidos. Bureta - Utilizada para titulações e medidas exatas de líquidos. Balão volumétrico - Usado no preparo de soluções. Vidro de relógio - Usado para cobrir béqueres em evaporações, pesagens e fins diversos. Suporte universal - haste de ferro que permite sustentar vários outros utensílios. Funil de separação - usado para a separação de líquidos imiscíveis Balões de fundo chato e redondo - Usado para aquecimento e armazenamento de líquidos ou destilação de solventes. Bico de Bunsen - fonte de calor utilizada para o aquecimento de substâncias no laboratório. Capsula de porcelana - para evaporações, dissoluções a quente, calcinação e secagem. Cadinho de porcelana - usado para o aquecimento a seco, na eliminação de substancia orgânicas, secagem e fusões no bico de Bunsen ou mufa. Triangulo de porcelana - usado para sustentar cadinhos de porcelana em aquecimento. Forno de mufla - estufa que permite calcinar materiais. Banho de aquecimento - equipamento permite aquecer substancia de forma indireta. Manta e chapa de aquecimento - fonte de calor que pode ser regulada quanto à temperatura. Fonte: Netlab DESCRIÇÃO DOS RESULTADOS ROTEIRO: 01 AULA: 01 em 16 /09/2023 Título do Roteiro: Uso de vidrarias, micropipetas, pesagem e preparo de soluções. PARTE I: Uso de pipeta (volumétrica) Foi utilizado um pepitador vermelho com uma pipeta volumétrica com capacidade de 10 mL para transferir a solução alaranjada de metila para um béquer, onde Succionou a solução até a marca de aferição da pipeta volumétrica de (10m), prestando atenção à posição do menisco. Observando a prescrição: 10 mL +- 0,02. Imagem própria / procedimento PARTE II: Uso de pipeta (graduada) Nessa pratica foi utilizada uma pipeta volumétrica com a solução alaranjada de metila com 10 mL, transferindo ao béquer, usamos também uma pipeta graduada de 20 mL, para pipetar agua destilada até a marca de aferição correspondente a zero, mantendo atenção à posição do menisco, transferindo também a outro béquer. Observando a prescrição: 20 mL +- 0,02 / 10mL +- 0,02. Imagem própria / procedimento PARTE III: Uso de Bureta As buretas servem para dar escoamento a volumes variáveis de líquidos, nesta aula foi utilizado uma bureta de 50mL em um suporte universal, ajustando as garras, fechou se a torneira da bureta para que a solução não se perdesse. Com o auxílio de um béquer, transferiu-se a solução alaranjada de metila para a bureta até a marca correspondente a zero. Com muita atenção a posição do menisco, escoou-se a solução até que a bureta estivesse preenchida adequadamente sem existir bolhas de ar no seu interior. Transferiu-se o volume correspondente a 26 mL para um béquer posicionado na base da bureta, mantendo atenção ao menisco. Em seguida Transferiu-se 64,7mL (primeiro 50 mL volume total da bureta), completou-se novamente a bureta até a marca zero e transferiu-se mais 14,7 mL somando 64,7 mL, com isso observou-se a precisão: 50mL + ou – 0,02, conforme cálculos feitos em aula. Imagem própria / procedimento Fonte: Labkit PARTE IV: Manipulação correta de micropipetas Neste experimento conhecemos a manipulação correta das micropipetas automáticas, que é um instrumento empregado para uma coleta de volumes precisos, através de seu sistema pneumático, para isso adicionamos a precisão de alaranjado metila em um béquer, encaixamos a ponteira correspondente a micropipeta de 1000uL (1,0 ml) através de rotação suaves, ajustamos o volume a ser coletado. Logo após giramos até obter o volume desejado (800uL), buscando uma rotação sempre no sentido horário. O professor orientou ao aspirar o liquido manter a ponteira a uma profundidade constante do liquido. Após esse procedimento, repetimos o procedimento, mas com coletas de volumes diferentes, correspondente a precisão da micropipeta de 1000uL: 1000 +- 0,00 , micropipeta de 80uL: 80 +- 0,00 , micropipeta de 20uL: 20 +- 0,00. Imagem própria Fonte ufscar PARTE IV: Preparo de solução fisiológica. Nessa aula realizamos também o preparo da solução fisiológica. Foi realizado a pesagem na balança de 0,9 g de cloreto de sódio (NaCI), em seguida transferimos para um Erlenmeyer de 100ml por orientação do professor e adicionamos 50ml de água destilada, dissolvemos os cristais com a água com a ajuda de um bastão de vidro, após a dissoluçãocompleta transferimos para um balão volumétrico de 100 ml, e adicionamos mais água graduando a quantidade com o uso de uma pipeta até a marca da aferição, transferindo para um frasco devidamente identificado, efetue o cálculo da concentração em gL1 e em título (%) para a solução recém preparada. C = m1 C = 0,907 = 0,07g/L identificação : NaCL 0,9g/L V(L) 0,1 Imagem própria / experimento ROTEIRO: 02 AULA: 01 em 16 /09/2023 Título do Roteiro: Identificação de cátions – Teste de Chama Nesta aula aprendemos que quando um elemento químico é aquecido ele emite radiação e podemos observar através de sua cor. O teste de chama possibilita então essa observação pois este é um método de identificação utilizado com frequência na análise química. Para realizar a atividade usamos o bico de Bunsen para produzir a chama e observamos as cores das chamas de acordo com cada substancia utilizada na argola. Após seguir todas as orientações e instruções do professor e do roteiro, realizamos o procedimento. Diante do aquecimento observamos as chamas de várias cores as quais iremos descrever na tabela abaixo. METAL COR OBSERVADA Cloreto de Sódio (Na+) Amarelo Cloreto de Potássio (K+) Azul Cloreto de Bário (Ba+2) Amarelo Cloreto de Cálcio (Ca+2) Laranja Sulfato de Estrôncio (Sr+2) Vermelho Sulfato de Cobre (Cu+2) Verde Cloreto de Sódio + cloreto de Potássio Amarelo Violeta Com o resultado das chamas distinguimos 3 zonas, sendo elas: 1) Zona Externa: violeta pálida, quase invisível, onde os gases expostos ao ar sofrem combustão completa, resultando em CO2 e H2O. Esta zona ela é oxidante e pode atingira temperatura de 1540ºC. 2) Zona Intermediária: Luminosa, caracterizada pela combustão incompleta do gás, devido à deficiência de O2. O carbono forma CO que se decompõe com o calor, resultando em pequenas partículas de carbono, que incandescentes dão luminosidade a chama, ela é chamada de zona redutora e produz a temperatura de 1560ºC. 3) Zona Interna: Limitada por uma ‘Casca’ azulada, contendo os gases que ainda não sofreram combustão (pode chegar a temperatura de 300 a 500ºC) Através deste experimento foi possível concluir que cátions iguais apresentam a mesma cor de chama, enquanto os cátions diferentes apresentam diferentes cores de chama, ficando evidente esta diferenciação. Imagem própria – experimento ROTEIRO: 02 AULA: 02 em 23 /09/2023 Título do Roteiro: Miscibilidade e polaridade de substancias – extração de substância químicas. O objetivo desta aula era estudar a diferença de solubilidade de um soluto sobre diferentes solventes, relacionar a polaridade das moléculas com a solubridade e propriedades físico-químicas das substâncias. PARTE I: Miscibilidade de substância química. Para o teste de miscibilidade das substâncias químicas, utilizamos 6 tubos de ensaio, vidraria própria para teste com pequenas porções que facilita a visualização da reação, após adicionar os reagentes. Para o experimento, após o professor orientar a todos o uso do equipamento de proteção individual. Foi inumerado seis tubos de ensaio, onde começamos a adicionar 4mL água aos tubos 1,2 e 3 e 4mL hexano aos tubos 4, 5 e 6. Em seguida adicionamos o segundo reagente conforme tabela abaixo. Tubo Primeiro reagente Segundo reagente Miscibilidade 1 4 mL Água 2 mL Etanol Miscível - 1 fase 2 4 mL Água 2 mL Hexano Imiscível – 2 fases 3 4 mL Água 2 mL Ácido oleico Imiscível – 3 fases 4 4 mL Hexano 2 mL Etanol Imiscível – 2 fases 5 4 mL Hexano 2 mL Butamol Miscível - 1 fase 6 4 mL Hexano 2 mL Ácido oleico Miscível - 1 fase Podemos observar a mistura dos tubos 1,5 e 6 são consideradas miscíveis, pois formam uma substancia homogênea. Ou seja as substancias se misturam. Nos tubos 2, 3 e 4 são considerados imiscíveis formando uma mistura heterogênea, onde podemos observar a olho nu as fases da substância mais densa. Imagem própria - procedimento PARTE II: Extração de iodo presente em uma solução de tintura de iodo. Nesse segundo experimento realizamos também a extração do iodo presente em uma solução de tintura de iodo, onde utilizamos para procedimento uma proveta 15 ml da tintura de iodo, transferimos para um funil de separação e em seguida medimos 15m l de hexano (nosso extrator) e adicionamos ao funil de separação. Agitamos o conteúdo do funil conforme as orientações do professor, depois inclinamos a parte inferior do funil para cima e abrimos de vagar para os gases formados durante a agitação sair, depois colocamos o funil na argola e observamos a separação das fases aquosas e orgânicas. Fazemos a separação com a transferência da solução de iodo para um Erlenmeyer. Imagem própria / experimento ROTEIRO: 01 AULA: 03 em 23 /09/2023 Título do Roteiro: Reações de diferenciação de ácidos e bases. Nesta aula o objetivo e Identificar ácidos e bases a partir de suas propriedades funcionais principais e equacionar as principais reações químicas envolvendo óxidos ácidos e óxidos básicos. Os ácidos são substâncias que em solução aquosa liberam íons positivos de hidrogênio (H+) através do processo de ionização. As bases, na mesma condição, liberam íons negativos (OH-) por meio da dissociação iônica. Nesse procedimento foi inumerado 10 tubos de ensaio, onde separamos os tubos e de 1 a 5 foi pipetado 3 mL de solução desconhecida X, e os tubos de 6 a 10 pipetamos 3 mL de solução desconhecida Y. Foi utilizado os principais matérias e suas proporções, onde observamos na tabela abaixo: a. Tubos 1 e 6: Adicione uma raspa de magnésio b. Tubos 2 e 7: Adicione 3 gotas de Fenolftaleína. c. Tubos 3 e 8: Adicione 3 gotas de Alaranjado de Metila. d. Tubos 4 e 9: Adicione 3 gotas de azul de bromotimol. e. Tubos 5 e 10: Mergulhe uma fita de papel de Tornassol rosa (ou azul) Análises Substância X Substância Y Mg (s) Reação exotérmica: 1 H2 Não houve reação Fenolftaleina Laranja Rosa / violeta Alaranjado de metila Vermelho Amarelo Azul de bromotimol Azul claro Azul marinho / roxo Tornassol azul Rosa Azul Resultado (ácido ou base) Ácido Base Imagem própria / experimento Nessa aula podemos observar as reações químicas como, formação de partículas, mudança de coloração, liberação de gás, ebulição, mudança de temperatura entre outras. ROTEIRO: 02 AULA: 03 em 30 /09/2023 Título do Roteiro: Determinação do PH: fita indicadora, uso e calibração de pHmetro. PARTE I: Determinação do pH com auxílio de Fita indicadora. Determinação do pH com auxílio de Fita indicadora Os indicadores são utilizados na química para determinar o pH de soluções definindo-os em ácidos ou básicos seguindo uma escala impressa na embalagem das fitas indicadoras para comparação das cores obtidas. Nesse procedimento fomos orientados a numerar quatros diferentes béqueres onde foi colocado as seguintes soluções: 10 mL de ácido acético, 10 mL de hidróxido de sódio, 10 mL de cloreto de sódio e 10 mL de acetato de sódio. Em seguida colocamos uma fita indicadora em cada frasco e espere alguns segundos para estabilização do gradiente de cor, analisando por meio da tabela de valores de pH qual o valor para cada solução, complete a tabela com o valor de pH observado pelo grupo. Demostrando a seguir. Imagem própria do experimento PARTE II: Determinação do pH com auxílio de pHmetro. Já pelo pHmetro e possível obter o valor do pH da solução utilizada, é constituído por um eletrodo de pH que possui um sensor capaz de transmitir milivolts (informações) da amostra que serão convertidos em pH pelo aparelho. Conforme orientação do professor e de extrema necessidade efetuar a calibração do pHmetro com soluções padrão (solução tampão) pH 4,00 e ph 7,00. Efetuar a determinação do pHpor meio da inserção do bulbo do eletrodo no líquido e notar e comparar o valor obtido na fita indicadora com o lido no pHmetro. Exercícios de variação de valores de pH. Solução Fita pHmetro Ácido acético 3 2,05 Hidróxido de sódio 13 12,05 Cloreto de sódio 9 6,02 Acetato de sódio 8 7,04 Imagem própria do experimento ROTEIRO: 04 AULA: 01 em 30 /09/2023 Título do Roteiro: Identificação de funções orgânicas: diferenciação de aldeídos e cetonas (reativo de tollens) –identificação de ligações peptídicas. PARTE I: Identificação de aldeídos e cetonas pela reação de Tollens. O Reagente de Tollens é geralmente usado para detectar a presença de aldeídos em uma solução de cetona, e ao reagir, tem o seu íon de prata reduzido, assim, produzindo um precipitado de prata metálica nas paredes do frasco, formando um espelho de prata. Existem métodos de diferenciação de aldeídos e cetonas que se baseiam na reação desses compostos diante de agentes oxidantes fracos. Conforme mostrado a seguir, diante de oxidantes fracos, os aldeídos reagem sendo oxidados, enquanto as cetonas não reagem. Dizemos assim que os aldeídos atuam como agentes redutores, mas as cetonas não, elas apenas reagem como redutoras em contato com oxidantes energéticos. Neste procedimento experimental vamos utilizar. Adicionar 30 ml de Nitrato de prata em um béquer de 250 ml. Adicionar gota a gota a amônia concentrada, até o precipitado marrom desaparecer, adicionar 15mL da solução de hidróxido de potássio. Se o precipitado marrom reaparecer, adicionar mais um pouco de amônia, gota a gota, até se dissolver, em um balão de fundo chato de 125 mL colocar 3 mL da Solução de glicose, depois adicionar o conteúdo do béquer no balão. Tampar o Balão e agitar até o líquido tenha contato com toda superfície. Continuar a agitar até que o balão tenha um revestimento de espelho de prata. Imagem própria do experimento PARTE II: Identificação de ligações peptídicas através do reagente de biureto. Reagente de biureto foi preparado pela técnica do laboratório, na quantidade para um balão de 100 mL. Foi enumerado quatro tubos de ensaio onde foi adicionado 2 mL da solução de ovoalbumina 2%, 2 mL da solução de glicina 0,1%, 2 mL da solução de cistina 1% e 2 mL de água destilada. Nesse experimento foi utilizado quatro tubos de ensaios onde em cada tudo foi adicionado o reagente de biureto (gota por gota), alcançando o total de 20 gotas para obter o seguinte resultado agitando cada tubo. Reagente de Biureto Resultado Tubo 1 2mL de ovoalbumina 2% Cor Rosa - significativa Tubo 2 2 mL da solução de glicina 0,1%, Cor Azul claro – pouco significativa Tubo 3 2 mL da solução de cistina 1% Igual ao controle Tubo 4 2 mL de água destilada. Controle Quando o biureto é formado a partir da reação descrita, a solução em que ele está presente apresenta a coloração rosa, o que indica a presença de proteínas no material. Imagem própria do experimento Turma Unip-Farmácia/2023 REFERÊNCIA: ACORESPRO.COM, A. A. -. Bureta graduada, tor. direita, macho vidro, cl. AS, 0,01, 2 ml. Disponível em: <https://labkit.pt/produto/bureta-graduada-tor-direita-macho-vidro-cl-as-001- 2-ml/>. Acesso em: 1 out. 2023. AZEVEDO, SILVA. Vidrarias e Equipamentos - Laboratório. 2015. D isponivel em:<https://quimica.ufg.com.br/documents/-1-vidrarias-e-equipamentos.html>.Acessoem: 24 de set. de 2021. COELHO, P. Reagente de Tollens – Teste do Espelho de Prata. Disponível em: <https://www.engquimicasantossp.com.br/2012/10/reagente-de-tollens.html>. CONSTANTINO, M. G.; DA SILVA, G. V. J.; DONATE, P. M. Fundamentos de Química Experimental, 2ªedição, EDUSP, São Paulo, SP, 2011. (ISBN: 9788531407574). DA SILVA, R. R.; BOCCHI, N.; ROCHA-FILHO, R. C.; MACHADO, P. F. L.; Introdução à Química Experimental, 3ª edição, EdUFSCar, São Carlos, SP, 2019. (ISBN: 978-85-906962-8- Diferenciação de aldeídos e cetonas. 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