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PATOLOGIA
PATOLOGIA
Ementa: Esta disciplina coloca o aluno de fisioterapia em contato teórico com os conceitos de patologia como: processo de reparo e regeneração tecidual, inflamação, neoplasias, doenças metabólicas e necrose tecidual, bem como capacita o aluno a conhecer as principais alterações anatomopatológicas que ocorrem nos vários órgãos e sistemas, a compreender seus mecanismos fisiopatológicos e a estabelecer correlações apropriadas com os sinais, sintomas e achados laboratoriais correspondentes. Educação Ambiental: Doenças relacionadas com a falta de saneamento básico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COTRAN, R. S.; KUMAR, V.; COLLINS, T. Patologia estrutural e funcional. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
MICHALANY, J. Anatomia patológica geral: na prática médico-cirúrgica. 2.ed. São Paulo: Artes Médicas, 2000.
STEVENS, A.; LOWE, J. Patologia. 2.ed. São Paulo: Manole, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo: patologia geral. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
HANSEL, D. E.; DINTZIS, R. Z. Fundamentos de patologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
KUMAR, V.; ABAS, A. K.; FAUSTO, N. Patologia: bases patológicas das doenças – Robbins e Cotran. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
MONTEIRO, A. L.; BERTAGNI, R. F. S. Acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
BRICKS, L. F.; VERVI, M. C. Atualidades em doenças infecciosas: manejo e prevenção. São Paulo: Atheneu, 2005.
KUMAR, V.; ABAS, A. K.; ASTER, J. C. Robbins Patologia Básica. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
PATOLOGIA
Objetivo: investigar as causas das doenças e as alterações celulares, teciduais e nos órgãos que produzem sinais e sintomas
Pathos
Sofrimento
Logos
Estudo
2 TERMOS
Etiologia
Patogenia
Importância: compreensão da doença e desenvolvimento de tratamentos racionais
ETIOLOGIA
É a origem ou ainda constitui as causas fundamentais de uma doença
PATOGENIA
Refere-se aos eventos ou etapas do desenvolvimento de uma doença, descrevendo como ocorrem as alterações celulares
Alterações celulares e teciduais causadas por estímulos patológicos
Reações e anormalidades de diferentes órgãos especializados
DIVISÃO
Patologia Geral
Patologia Sistêmica
CÉLULA NORMAL
(homeostasia)
Estresse
Leve, transitória
ADAPTAÇÃO
LESÃO CELULAR
Incapacidade
de se adaptar
LESÃO REVERSÍVEL
Estímulos nocivos
Intensa, progressiva
LESÃO IRREVERSÍVEL
NECROSE
APOPTOSE
MORTE CELULAR
ADAPTAÇÕES CELULARES
Fisiológicas: respostas celulares à estimulação normal por hormônios ou mediadores químicos 
Patológicas: respostas ao estresse que permitem que as células alterem sua estrutura e função para escapar de uma lesão 
HIPERTROFIA
Aumento do tamanho das células
Pode ser fisiológica (gestação, musculação) ou patológica (hipertensão ou doença de valva aórtica)
Causada pelo aumento da função ou por fatores de crescimento ou estimulação hormonal
É limitada, cessando quando esse aumento não é mais capaz de controlar a sobrecarga
FORMAS DE ADAPTAÇÕES CELULARES
HIPERPLASIA
Aumento do número de células, devido à proliferação de células diferenciadas e substituição por células tronco do tecido
Ocorre em células capazes de replicação
Pode ser fisiológica hormonal (crescimento das mamas) e fisiológica compensatória (fígado) ou patológica, por estimulação hormonal excessiva
Se fatores desencadeantes cessam, ela desaparece (diferenciação entre hiperplasia patológica benigna e do câncer)
FORMAS DE ADAPTAÇÕES CELULARES
ATROFIA
Diminuição do tamanho da célula por perda de substância celular
Células atróficas tem sua função diminuída, não estão mortas (reequilíbrio)
Causas: imobilização, perda da inervação, ↓ aporte sanguíneo, nutrição inadequada, ausência de estimulação endócrina, envelhecimento
Ocorre pela combinação da diminuição da síntese de proteínas e da degradação proteica
É acompanhada pelo aumento da autofagia
FORMAS DE ADAPTAÇÕES CELULARES
METAPLASIA
Célula sensível a um estresse é substituída por outro tipo celular, capaz de suportar o ambiente hostil
Ex.: metaplasia epitelial do sistema respiratório de fumantes habituais
Fatores persistentes que levam à metaplasia predispõe à trsnsformação maligna do epitélio
Ausência de vitamima A (essencial para a diferenciação epitelial normal) pode induzir à metaplasia, refluxo gástrico crônico
FORMAS DE ADAPTAÇÕES CELULARES
LESÃO E MORTE CELULARES
LESÃO CELULAR
Ocorre quando o estresse
celular é tão excessivo que perdem a capacidade de se adaptar
LESÃO CELULAR REVERSÍVEL
Estágios iniciais ou formas leves da lesão e caso o estímulo nocivo for retirado, as alterações morfológicas e funcionais são reversíveis
MORTE CELULAR
Persistência do dano, lesão irreversível e morre
NECROSE
APOPTOSE
Lise de membranas, enzimas extravasam dos lisossomos, que migram para o citoplasma e digerem a célula
Conteúdos celulares extravasam pela membrana plasmática, iniciando uma reação inflamatória
Causas: oclusões arteriais e venosas, isquemia, bloqueio da respiração celular (cianeto), exposição às toxinas, infecções, traumas, compressão (úlceras de decúbito), agentes físicos (calor, frio)
Constitui um processo patológico
NECROSE CELULAR
TIPOS DE NECROSE
TIPOS DE NECROSE
TIPOS DE NECROSE
TIPOS DE NECROSE
TIPOS DE NECROSE
Morte celular programada
Células ativam enzimas que degradam seu próprio DNA e as proteínas nucleares e citoplasmáticas
Fragmentos se separam atraindo fagócitos, mas a membrana não se rompe, por isso ela não induz a uma reação inflamatória
Objetivos: eliminar células potencialmente prejudiciais ou que tenham sobrevivido além de sua utilidade ou quando células sofrem lesões irreparáveis, afetando o DNA ou suas proteínas
APOPTOSE (“cair fora”)
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