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MEDIDA DE FREQUENCIA DAS DOENÇAS. 
 
INDICADORES DE SAÚDE. 
 
INDICADORES DE MORTALIDADE E DE MORBIDADE. 
 
 
CURSO DE MEDICINA 
Disciplina: Epidemiologia I 
Nazaré Otília Nazário 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
As medidas de frequência são definidas a partir de dois conceitos 
epidemiológicos denominados incidência e prevalência. 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
INCIDÊNCIA 
 É a frequência de casos novos de uma determinada doença ou 
problema de saúde num determinado período, oriundos de uma 
população sob risco de adoecimento no início da observação. 
 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
INCIDÊNCIA 
 
 Os casos novos são os indivíduos não doentes no início do 
período de observação, sob risco de adoecimento. 
 
 Para ser detectado como doente é necessário que seja 
observado, no mínimo, duas vezes. 
 
 Tipicamente, medidas de incidência são obtidas nos estudos 
que envolvem seguimento, os longitudinais: 
o Coorte 
o Intervenção 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
INCIDÊNCIA 
 
A definição do caso novo, ou incidente, resulta da presença de 
evidência de natureza clínica, laboratorial ou epidemiológica, 
segundo os critérios predefinidos, de acordo com o objetivo do 
estudo. 
 
Nas investigações sobre a associação de causa e efeito utiliza-se 
medidas de incidência expressas em frequências relativas: 
Taxa de incidência e incidência acumulada. 
 
 
Expressões numéricas do conceito de risco. 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
INCIDÊNCIA 
Risco significa a probabilidade do indivíduo adoecer durante um 
intervalo de tempo determinado, e embora referido em nível 
individual, o conceito de risco é expresso numericamente a partir 
de observações que envolvem grupos de indivíduos. 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
INCIDÊNCIA 
Taxa Incidência (TI) expressa a variação do número de casos da 
doença por unidade de tempo e população sob risco de adoecer. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sinônimos TI: densidade de incidência, força de morbidade e taxa 
de incidência por pessoa-tempo (PT). 
- PT: período em que o indivíduo esteve exposto ao risco do 
adoecimento e, ao adoecer, é considerado caso incidente. 
 Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. 2019. 
(I) Medidas de frequência de doença. 
INCIDÊNCIA 
 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. 2019. 
(I) Medidas de frequência de doença. 
INCIDÊNCIA 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. 2019. 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Incidência Acumulada (IA) é a proporção que representa uma 
estimativa de risco de desenvolver uma doença ou agravo em 
uma população, durante um intervalo de tempo. 
 
Sinônimos de IA: 
o Proporção de incidência 
o Incidência cumulativa 
 
Sobrevida: é uma medida complementar da incidência acumulada; 
ou seja, é uma estimativa de probabilidade de um indivíduo não 
morrer, ou não desenvolver o desfecho do estudo, como uma 
determinada doença, ao longo de um intervalo de tempo. 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
 
Mortalidade: pode ser entendida como um 
caso particular do conceito de incidência, 
quando o evento de interesse é a morte e 
não o adoecimento. 
 
Letalidade: é uma medida de mortalidade 
restrita aos indivíduos que apresentam 
um determinado problema de saúde. 
 
A mortalidade também pode ser medida 
por meio de taxas, como na incidência. 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
A magnitude da mortalidade por uma doença ou problema de 
saúde determinado, em uma população X, é função da sua 
incidência e da letalidade. 
 
 Uma doença altamente letal, porém rara, apresentará baixa 
mortalidade. O mesmo acontecerá quando a incidência for alta, 
porém a letalidade baixa, e quando ambas forem baixas. 
 
 
 Em situações de elevada mortalidade, tanto a letalidade quanto 
a incidência são altas. 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Letalidade 
 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. 2019. 
Letalidade 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
PREVALÊNCIA 
 
 É definida como a frequência de casos existentes de uma 
doença, em determinada população e em um dado momento. 
 
 A prevalência assemelha-se a uma fotografia, na qual se registra 
a fração de indivíduos doentes naquele instante do tempo. 
 
 É uma medida estática em relação ao processo dinâmico do 
adoecimento. 
 
 Para medir a prevalência os indivíduos, componentes de uma 
amostra, são observados uma única vez. 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
PREVALÊNCIA 
 É estimada dividindo-se o número de casos de um agravo pela 
população em estudo. 
 É uma medida utilizada nos estudos epidemiológicos 
transversais, seccionais ou corte. 
Exemplo: 
Prevalência Diabetes Mellitus na população entre 30 a 69 anos de 
acordo com grupos etários em capitais Brasileiras, no período X. 
 Grupo 
Etário 
Casos Amostra (n) Prevalência 
30-39 229 8494 2,70 
40-49 319 5774 5,52 
50-59 568 4486 12,66 
60-69 539 3093 17,43 
Total 1655 21847 7,57 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Fatores determinantes da prevalência: 
A prevalência da doença é dada por sua incidência e duração, 
assim como movimentos migratórios. 
Quanto mais elevada é a incidência ou a duração da doença, 
maior é a prevalência. 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Fatores determinantes da prevalência: 
Nem sempre altas taxas de incidência 
geram altas prevalências, 
particularmente quando a duração do 
problema de saúde é curta. 
Exemplo: 
Doenças infecciosas agudas: pacientes 
evoluem para a cura ou óbito em curto 
espaço de tempo. 
Mesmo com elevada incidência, em 
períodos epidêmicos – dengue - se 
mantem por pouco tempo, não são 
detectadas em estudo de prevalência 
instantâneo. 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Fatores determinantes da 
prevalência: 
Exemplo: 
Elevadas proporções de 
prevalência podem se sobrepor a 
baixos níveis incidência, quando a 
duração de uma doença é longa, é 
o caso das doenças crônicas. 
 
Ainda que novos casos surjam, os 
pacientes doentes sobrevivem por 
longos períodos, o que é possível 
identificá-los em estudo 
transversal. 
 
(I) Medidas de frequência de doença. 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Usos das medidas de prevalência: 
 Determinante na demanda por assistência médica. 
 Relevante para o planejamento de ações e administração de 
serviços de saúde. 
 A prevalência é função da incidência e da duração da doença. 
 Conhecer a prevalência da tuberculose, da desnutrição infantil, 
é possível prever quantidade de recursos humanos, de insumos 
para diagnóstico e tratamento, leitos hospitalares. 
 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, RobertoA. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
A avaliação nível de vida de populações, feita a partir de coleta 
dados estatísticos, é de interesse em âmbito nacional e 
internacional. 
1950-ONU sugeriu medidas estatísticas que expressassem: 
Natalidade 
Mortalidade 
Morbidade 
Estado nutricional 
Nível educacional 
Condições de trabalho 
Condições de habitação 
Condições de transporte 
Condições de segurança 
Em conjunto avaliam a qualidade de vida de 
coletividades. 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Dentre essas medidas destacam-se os níveis de saúde, 
denominados INDICADORES DE SAÚDE, além de avaliar nível de 
vida, identificam os principais problemas de saúde pública, na 
elaboração de políticas e avaliação da efetividade das ações 
preventivas e assistenciais. 
Exemplos: 
Indicador de saúde em nível individual: medida de pressão 
arterial, Índice de Apgar, Exame de baciloscopia no escarro. 
 
Indicador de saúde em nível populacional: expectativa de vida ao 
nascer, coeficiente de mortalidade infantil. 
 
Diante das dificuldades em se medir a saúde das populações, o 
que tradicionalmente se faz é quantificar e descrever a ocorrência 
de doenças e agravos à saúde. 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Histórico do desenvolvimento dos Indicadores de Saúde: 
 
 Primeiros indicadores saúde: mortalidade (Registro civil). 
 Após segunda guerra mundial declínio da mortalidade no 
mundo, principalmente nos países em desenvolvimento. 
 Entre 1965-1970: redução da fecundidade nos países em 
desenvolvimento. 
 A taxa de crescimento populacional mundial diminuiu. 
 Aumento progressivo de contingentes populacionais com 
idades mais avançadas. 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Histórico do desenvolvimento dos Indicadores de Saúde: 
Esse processo transição foi acompanhado por mudanças nos 
perfis de mortalidade e morbidade, denominado período de 
TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA. 
 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Histórico do desenvolvimento dos Indicadores de Saúde: 
 
 
Do predomínio de doenças INFECTOCONTAGIOSAS passou-se 
para preponderância das CAUSAS EXTERNAS e das DOENÇAS 
CRÔNICO-DEGENERATIVAS. 
 
 
Assim, a partir de 1960, outros indicadores de saúde, além da 
mortalidade passaram a ser necessários, pelo aumento da 
expectativa de vida, em especial aqueles associados a qualidade 
de vida. 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Histórico do desenvolvimento dos Indicadores de Saúde: 
 
Assim o foco dos indicadores de saúde sobre a morbimortalidade 
deslocou-se para: 
 
 Prevenção e/ou retardamento do adoecimento; 
 
 Habilidade ou capacidade no desenvolvimento de atividades da 
vida diária (AVDI); 
 
 Avaliação do bem estar, satisfação com o estado de saúde e 
qualidade de vida. 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Critérios para avaliação e escolha de Indicadores de saúde: 
 
Qual é o melhor indicador para avaliar o nível de saúde da 
população? Do ponto de vista técnico, é desejável que os 
indicadores de saúde atendam a alguns requisitos: 
 
Representatividade: disponibilidade de dados para toda a 
população que se deseja avaliar; 
 
Confiabilidade: uniformidade nos procedimentos em pregados 
nos cálculos; 
 
Simplicidade: na construção e interpretação; 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Critérios para avaliação e escolha de Indicadores de saúde: 
Sinteticidade: possibilidade de abrangência do maior número de 
fatores que influem no estado de saúde das coletividades; 
 
Discriminatório: permitir comparação entre populações, ou de 
uma mesma população em momentos distintos. 
 
Outros atributos: 
Relevância, relacionada a capacidade de responder prioridades 
em saúde; 
Custo-efetividade, de modo que os resultados justifiquem os 
recursos e o tempo empregado; 
Consonância com preceitos éticos: coleta de dados não cause 
malefícios/prejuízos às pessoas envolvidas, respeitando os 
valores sociais da forma mais ampla. 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Os indicadores de saúde costumam ser classificados em: 
 
 Saúde dos indivíduos ou de populações (ou a sua falta); 
 
 Meio Ambiente; 
 
 Serviços de Saúde; 
 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Os indicadores de saúde costumam ser classificados em: 
- Saúde dos indivíduos ou de populações (ou a sua falta): 
compreendem medidas de mortalidade, morbidade, estado 
nutricional, dados demográficos, exposição a fatores de risco e 
satisfação com o próprio estado de saúde. 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Os indicadores de saúde costumam ser classificados em: 
- Meio ambiente, que influenciam do estado de saúde das 
populações: refere-se as condições de saneamento (proporção da 
população com acesso à agua tratada e à rede de esgoto sanitário 
e a qualidade do ar em determinada área. 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Os indicadores de saúde costumam ser classificados em: 
- Serviços de Saúde: podem ser dividido em indicadores de 
insumo (número de médicos por 1000 habitantes), processo 
(proporção de gestantes atendidas nos serviços pré-natal) e de 
resultados (incidência de sífilis congênita, tendo como objetivo a 
sua eliminação). 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Diferença entre indicador, índice e definição de Coeficiente ou 
taxa: 
Indicador é uma medida que inclui apenas um aspecto relativo ao 
que se deseja medir, por exemplo, taxa ou coeficiente de 
mortalidade. 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Diferença entre indicador e índice e definição de Coeficiente ou 
taxa: 
Índice é uma medida capaz de sintetizar diferentes dimensões do 
atributo de interesse. 
Exemplos: 
1) os escores gerados por meio de um instrumento para avaliação 
da qualidade de vida relacionada á saúde; 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Diferença entre indicador e índice e definição de Coeficiente ou 
taxa: 
2) o índice de Apgar que mede a vitalidade do RN, com base em 5 
sinais clínicos: 
 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Diferença entre indicador e índice e definição de Coeficiente ou 
taxa: 
Coeficiente ou taxa: utilizada para estimar o risco de ocorrência 
de um problema de saúde, como o adoecimento ou morte, em 
relação à população susceptível (são utilizados estimativas 
populacionais para os cálculos), para facilitar a leitura e a 
interpretação dos resultados, os valores são multiplicados por 
potencias de 10, tais como 100, 1.000, 10.000, 100.000, chamados 
base dos indicadores . 
 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Indicadores de Saúde baseados em medidas de mortalidade: 
 
Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da 
saúde que utiliza a declaração do óbito como fonte de informação. 
As DO são coletadas nos cartórios de Registro Civil pelas 
secretarias municipais e estaduaisde saúde. 
 
A partir do SIM é possível obter dados de óbitos de residentes no 
Brasil, em unidades da federação e seus municípios, segundo 
sexo, idade e causa da morte, de acordo com a Classificação 
Internacional de Doenças (CID) 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Indicadores de Saúde baseados em medidas de mortalidade: 
 
Sistema de Informação de Nascidos Vivos (Sinasc) – utiliza a 
declaração de Nascido Vivo (DNV) preenchida pelos 
estabelecimentos de saúde que realizam partos e para os partos 
domiciliares o registro é feito no cartório de Registro Civil. 
 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. 2019. 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Indicadores de Saúde baseados em medidas de mortalidade: 
 
Coeficiente Geral de Mortalidade (Taxa Bruta de Mortalidade) = 
Total de Óbitos dividido pela população de uma área em um 
período de tempo. 
 
Coeficiente de Mortalidade por causa óbito é a estimativa de risco 
de morte por uma causa específica, ou grupo de causas, ao qual 
estava exposta uma determinada população durante certo período 
de tempo. 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Indicadores de Saúde baseados em medidas de mortalidade: 
Taxa de Mortalidade por Doenças Infecciosas e Parasitárias 
estima o risco de um grupo populacional morrer por DIP. A 
melhoria dessas taxas tende a diminuir, e deve-se ao fato tanto de 
medidas de controle específicas, como as imunizações, como 
intervenções de natureza social mais ampla, como melhorias no 
âmbito da educação, saneamento básico e renda, por exemplo. 
 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. 2019. 
(II) Indicadores de Saúde 
Indicadores de Saúde baseados em medidas de mortalidade: 
Taxa de Mortalidade por Doenças Transmissível com potencial 
Epidêmico 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. 2019. 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Indicadores de Saúde baseados em medidas de mortalidade: 
 
Mortalidade materna: é definida como aquela que ocorre durante a 
gestação ou 42 dias após o seu término, devida a causa 
relacionada ou agravada pela gravidez, porem não devidas a 
outras causas. Importante indicador de saúde por revelar 
iniquidades entre áreas ou regiões com diferentes graus de 
desenvolvimento. 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Indicadores de Saúde baseados em medidas de mortalidade: 
 
Mortalidade Infantil: refere-se aos óbitos ocorridos ao longo do 
primeiro ano de vida, antes de completar 1 anos de idade; é uma 
estimativa do risco de morte a que está exposta uma população 
de nascidos vivos em uma determinada área ou período. 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Indicadores de Saúde baseados em medidas de mortalidade: 
Mortalidade Infantil: refere-se aos óbitos ocorridos ao longo do 
primeiro ano de vida, antes de completar 1 anos de idade; é uma 
estimativa do risco de morte a que está exposta uma população 
de nascidos vivos em uma determinada área ou período. 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. 2019. 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
 
Indicadores de Saúde baseados em medidas de mortalidade: 
 
Expectativa de Vida: é a medida do número esperado de anos a 
serem vividos, em média, pelos indivíduos integrantes de uma 
coorte. Pode ser expressa em anos – no âmbito da saúde pública 
ou meses, nos estudos clínicos acerca da sobrevida de pacientes. 
 
Anos Potenciais de Vida Perdidos (APVP): é uma medida de 
mortalidade baseada não apenas na dimensão da frequência com 
que os óbitos ocorrem, mas na dimensão de tempo que se deixou 
de viver em decorrência da morte. 
 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
 
Indicadores de saúde baseados em medidas de morbidade: 
 
É a medida da frequência de determinada doença ou agravo de 
saúde, independente de sua evolução, ou seja, cura, morte ou 
cronicidade. 
 
Os indicadores de morbidade consistem essencialmente em 
medidas de prevalência e incidência. 
(II) Indicadores de Saúde 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
Indicadores de saúde baseados em medidas de morbidade: 
 
Fontes de dados para indicadores de morbidade: 
No Brasil os dados estão reunidos em diferentes sistemas de 
informações e bases dados abrangência nacional, por exemplo: 
- Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH-SUS); 
- Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SAI-SUS); 
- Sistema de Informações de Mortalidade do SUS (SIM-SUS); 
- Sistema de Informações sobre nascidos Vivos (Sinasc); 
- Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD); 
 
Outras fontes de dados são os prontuários hospitalares, 
ambulatoriais, planos de saúde entre outros. 
 
Considerações Finais 
Medronho, Roberto A. Epidemiologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. 685 p. 
 
Importância os sistemas de informações em saúde como fonte 
para a construção de indicadores de saúde. 
 
Embora se tenha conhecimento sobre as imperfeições desses 
sistemas, o uso dos dados contribuirá para o seu aprimoramento, 
o que necessariamente depende do preenchimento correto das 
informações por médicos e demais profissionais da saúde. 
 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. 2019. 
Informações em Saúde e Indicador de Saúde 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. 2019. 
Informações em Saúde e Indicador de Saúde 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. 2019. 
Informações em Saúde e Indicador de Saúde 
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. 2019. 
Informações em Saúde e Indicador de Saúde

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