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APLV:
 Alergia a Proteína do Leite de Vaca
Nutrição Materna, da Criança e do Adolescente
Prof.ª Mariana Pantaleão
O Que é Alergia à Proteína do Leite de Vaca?
ALERGIA ALIMENTAR - Conjunto de reações adversas à sensibilidade que um indivíduo apresenta após a ingestão de qualquer alimento, sendo os mais comuns o ovo, o leite, o amendoim, o peixe, entre outros.
ALERGIA À PROTEÍNA DO LEITE DE VACA (APLV) - Doença inflamatória que acomete de forma primária o Trato Gastrointestinal (TGI), e a pele, de forma secundária. Reação imunológica contra as proteínas do leite, principalmente a alfa-lactoalbumina e a caseína. 
FILHO et al, 2014; GUIMARÃES et al, 2021
Prevalência
A prevalência de alergia alimentar em crianças é de 5% e em adultos é de 0,3%.
Estudos realizado na América do Norte relatam que 2,5% das crianças possuem APLV, enquanto 0,3% dos adultos não desenvolvem tolerância ao leite de vaca. No Brasil pediatras gastroenterologistas observaram que a incidência de APLV em crianças é de 2,2% e a sua prevalência é de 5,4%.
FILHO et al, 2014 
Quais os sintomas da APLV?
Os sinais e sintomas são de início rápido, minutos ou após duas horas após 
exposição ao alérgeno. A criança pode ter 1 ou + sintomas.
 Na pele: coceira, vermelhidão, ressecamento, descamação, inchaço nos olhos/lábios.
Respiratório: chiado, tosse, coriza, obstrução nasal
Gástricos/ Intestinais: vômitos, regurgitação, dor abdominal, diarreia, cólica persistente, sangue nas fezes e pode ocorrer casos de intestino “preso”.
Outros: baixo ganho de peso, choque anafilático, outro exemplo: fechamento da garganta.
Os sintomas, em sua maioria, surgem em idade precoce, frequentemente, quando a criança está sendo amamentada, o que complica ainda mais o diagnóstico, visto que existe uma coincidência temporal com os transtornos gastrointestinais funcionais que podem apresentar sinais e sintomas semelhantes.
Habitualmente, há uma confusão entre intolerância à lactose e APLV, o que pode resultar em restrição alimentar desnecessária ou reações evitáveis. A intolerância à lactose é uma reação não imunológica causada pela deficiência da enzima lactase, diferente da APLV que é uma reação imunológica às proteínas do leite de vaca. 
Os sinais e sintomas são de início rápido, minutos ou após duas horas de exposição ao alérgeno. A criança pode ter 1 ou + sintomas.
Na pele: coceira, vermelhidão, ressecamento, descamação, inchaço nos olhos/lábios.
Respiratório: chiado, tosse, coriza, obstrução nasal
Gastrointestinais: vômitos, regurgitação, dor abdominal, diarreia, cólica persistente, sangue nas fezes e pode ocorrer casos de intestino “preso”.
Outros: baixo ganho de peso, choque anafilático, outro exemplo: fechamento da garganta.
(coceira)
(coceira)
_______
doença do refluxo gastroesofágico
Como é feito o diagnóstico da APLV? 
Existem exames para detectar? 
A história clínica detalhada, complementada por teste cutâneo de hipersensibilidade imediata por punctura (prick test), e a interpretação adequada da IgE sérica específica permitem chegar ao diagnóstico na maioria dos casos. Em casos selecionados pode ser necessário o teste de provocação oral.
Quando a reação é mediada por IgE, deve-se sempre começar pelo prick test (teste cutâneo de hipersensibilidade);
A dosagem sérica de anticorpos IgE específicos para a proteína do leite de vaca (ImmunoCap). Esse exame deve ser solicitado apenas quando o prick test não permitiu confirmar ou afastar o diagnóstico;
(Embora a IgE específica para a proteína do leite de vaca e o prick test tenham boa correlação clínica, eles não correlacionam ou não predizem a gravidade da reação alérgica)
A dieta de exclusão do leite de vaca também pode ser útil no diagnóstico de APLV. Se a exclusão, por pelo menos duas semanas, levar ao desaparecimento dos sintomas, o diagnóstico é muito provável. Esse procedimento é mais importante nos casos de reações não mediadas por IgE ou parcialmente mediadas por IgE;
O teste de provocação duplo-cego placebo controlado (TPDCPC) é o padrão-ouro no diagnóstico de alergia alimentar. METODOLOGIA DO TPDCPC consiste na administração da proteína do leite de vaca e/ou placebo, em doses crescentes, em intervalos regulares, com monitoramento de possíveis reações clinicas.
APLV tem cura? Existem tratamentos?
A APLV não possui tratamento imediato, sendo necessária a dieta de exclusão.
Curso autolimitado, o organismo da criança serve como sinal para o prosseguimento do tratamento.
Educação pré e durante o tratamento para família, cuidadores,
Tomar cuidado com os ambientes de alto risco como escolas, festas e shoppings.
Quando tem a confirmação de APLV em uma criança, utiliza-se fórmulas extensamente hidrolisadas, tendo como o Pregomin Pepti, Nutramingen, Alfaré ou Pregestimil.
As FEH são indicadas como primeira opção para todas as crianças até vinte e quatro meses com APLV.
Não são indicados fórmulas parcialmente hidrolisadas, que são leites em que as proteínas, embora hidrolisadas, contêm ainda fragmentos suficiente para induzir reação alérgica em crianças. Tais fórmulas parcialmente hidrolisadas são produzidas com o objetivo de se reduzir o grau de reação de hipersensibilidade do produto, mantendo, no entanto, certa quantidade de antígenos e epítopos (desencadeiam produção de anticorpos) capazes de reagir imunologicamente e induzir resposta de tolerância depois das vinte e quatro semanas.
Existem diversas fórmulas infantis para alergia à proteína do leite de vaca no mercado, e a cada ano surgem novas opções. Fizemos uma revisão das fórmulas mais atuais: 
 Esse tipo de necessidade abriu espaços para que muitas empresas grandes como a Danone e a Nestlé, que possuem e estudam as melhores formas para cada tipo específico de crianças com essa necessidade de suplementação, tendo em si fórmulas como a NAN S.L (Nestlé) e Pregomin pepti (Danone), Aptamil Profutura (Danone) e entre outras dentro do mercado.
Dieta materna durante a Lactação
Os primeiros 1.000 dias de vida do bebê são vistos como uma janela de oportunidades para melhorar sua saúde portanto a mãe do bebê APLV pode e deve, se assim quiser, continuar amamentando.
A dieta de exclusão de leite e derivados deve ser feita pela mãe sempre com o acompanhamento de um profissional de saúde.
Leites de outros animais como cabra, ovelha e búfala também podem causar reações alérgicas em pacientes APLV e portanto não devem ser utilizados.
Cuidado com alimentos ultraprocessados devem ser redobrados pela dificuldade em encontrar as informações no rótulo e qualquer traço de leite pode ser o suficiente para causar reações no bebê.
Embutidos, como salsicha e presunto, podem conter leite na sua lista de ingredientes.
ALÉM DISSO, PODEM SER CORTADOS EM MÁQUINAS QUE TAMBÉM FATIAM QUEIJOS.
Fique atento!
Evite comprar alimentos a granel, em que não é possível ler os ingredientes do produto.
ALÉM DISSO, OS FABRICANTES PODEM MUDAR A RECEITA DO PRODUTO A QUALQUER MOMENTO.
Por isso, é sempre importante olhar a lista de ingredientes ao abrir uma nova embalagem ou consultar o SAC.
Atualmente existem sites com informações sobre como identificar se o alimento contém leite de vaca e até mesmo receitas sem leite de vaca
Dieta familiar
No caso de uma criança que já iniciou a IA os hábitos da família devem ser ajustados para acompanhá-la pois o fator psicológico é bastante importante.
Cuidado com traços de leite que podem contaminar o alimento da criança.
Utensílios como pratos, talheres e copos devem ser de uso exclusivo e sempre dar preferência por potes de vidro por conta da contaminação cruzada.
Referências
1. Lapa Filho CT, Lapa HF, Franco JM, Vieira SCF, Solé D, Vieira MC, et al. Alergia às proteínas do leite de vaca e a atenção primária à saúde: uma revisão narrativa das diretrizes atuais. Resid Pediatr. 2022;12(3):1-9. 
2. Filho, W.R., Scalco, M. F., Pinto, J. A. Alergia à proteína do leite de vaca. Rev Med Minas Gerais 2014; 24(3): 374-380. 
3. Alves JQN, Mendes JFR. Consumo dietéticoe estado nutricional em crianças com alergia à proteína do leite de vaca. Com. Ciências Saúde. 2013; 24(1): 65-72.
4. Ana Laissa O. Aguiar et al. Avaliação clínica e evolutiva de crianças em programa de atendimento ao uso de fórmulas para alergia à proteína do leite de vaca. Rev Paul Pediatr 2013;31(2):152-8. 
5. Guimarães, Aline de Brito O., et al. Alergia à proteína do leite de vaca e seus desafios. In: JUNIOR, Fabio Ferreira de Carvalho (org). Alergia e Imunologia: Abordagens clínicas e prevenções. 1ª ed. Guarujá: Editora Científica, 2021. p. 200-207.
6. Solé, D. et al. Consenso Brasileiro sobre Alergia Alimentar: 2018 - Parte 2 - Diagnóstico, tratamento e prevenção. Documento conjunto elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria e Associação Brasileira de Alergia e Imunologia. Arq Asma Alerg Imunol – Vol. 2. N° 1, 2018.
Dúvidas?
Gabrielle de Araújo Tomé - G4751A4
Ingrid Bassinello Bonoli do Carmo - G43JCH-3
Laura Lima Poli - T563GF5
Patricia Belezi Rodrigues - G55AGH0
Rafael Batista Porto - N7803G-0
Victor Jun Iafiro Queiroz - N79835-1 
APLV em Crianças 
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