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Prévia do material em texto

Profª. Me. Adriany Pimentão
Profº. Dr. Manoel Luiz Neto
POR PRESSÃO
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS
ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
ENFERMAGEM E SEGURANÇA DO PACIENTE
LESÃO
Discentes: Karla Libia Solart, Laisa Queiroz, Lavínia Seabra,
Lirio Reis, Manuela de Souza, Maria Alice da Silva.
MANAUS-AM
2024
01. Conceito
SUMÁRIO
02. Características epidemiológicas
03. Fatores de risco
05. Escala de Braden
06. Classificação de LPP
07. Prevenção
04. Fisiopatologia 08. Referências
Lesão por Pressão
Dano na pele e/ou tecidos moles, sobre uma
proeminência óssea;
A lesão pode ser pele íntegra ou úlcera aberta;
Resultado da pressão com o cisalhamento.
(NPUAP, 2016)
Figura 1: Estrutura da pele - Fonte: Dugani 
Características epidemiológicas
Fatores de risco
07.
04.
01. Pressão contínua;
02.
03.
05.
06.
08.
09.
Cisalhamento;
Fricção;
Umidade;
Idade avançada;
Doenças concomitantes;
Condições nutricionais;
Drogas sistêmicas;
Mobilidade reduzida ou ausente.
Fonte: CALIRI, 2018.
Fisiopatologia
As lesões por pressão tendem a se
desenvolver quando o tecido mole é
comprimido entre uma proeminência óssea
e uma superfície externa, por longo período
de tempo. (NPUAP, 2007)
Instrumento de avaliação
A escala de Braden fornece seis parâmetros
para avaliação, pelas suas subescalas: 1-
percepção sensorial; 2- umidade; 3-
atividade; 4- mobilidade; 5- nutrição; 6-
fricção e cisalhamento. Cada subescala tem
pontuação que varia entre 1 e 4, com
exceção do domínio fricção e cisalhamento.
A somatória total fica entre os valores 6 e 23.
Escala de Braden/ HUGV
FCECON
Classificação de LPP
Estágios
1.Pele íntegra com eritema que
não embranquece
2. Perda de pele em sua
espessura parcial com
exposição da derme.
4. Perda da pele em sua
espessura total e perda tissular.
3. Perda da pele em sua
espessura total.
Perda da pele em sua espessura total e
perda tissular não visível. 
Outros estágios
Lesão estável (seca, aderente, intacta, sem eritema
ou flutuação), nos calcâneos serve como cobertura
natural (biológica) corporal” e não deve ser
removida.
Coloração vermelho escura, marrom ou púrpura,
persistente e que não embranquece Resulta do uso de dispositivos criados e aplicados para fins
diagnósticos e terapêuticos. A lesão por pressão resultante
geralmente apresenta o padrão ou forma do dispositivo. Essa
lesão deve ser categorizada usando o sistema de classificação
de lesões por pressão.
Outros estágios
Inspeção sistemática da pele 1 x ao dia - proeminências ósseas;
Indivíduos restritos no leito/cadeira - fatores adicionais:
imobilidade, incontinência, fatores nutricionais, alteração do nível
de consciência; 
Avaliar no momento de admissão e reavaliar periodicamente; 
Documentar no prontuário;
Prevenção
1 - Identificar indivíduos de risco e fatores específicos
Prevenção
✓ Limpeza da pele de acordo com a necessidade de cada paciente
✓ Evitar água quente;
✓ Usar agentes suaves;
✓ Minimizar fatores ambientais - ressecamento (umidade baixa) e exposição ao frio;
✓ Tratar pele seca com hidratantes/emolientes;
✓ Evitar massagens com proeminências ósseas
✓ Minimizar a exposição da pele à umidade - fraldas, forros, agentes tópicos;
✓ Uso de técnicas corretas para transferência e mudança de decúbito
✓ Uso de lubrificantes, películas protetoras;
2-Manter e melhorar a tolerância dos tecidos à pressão:
Prevenção
✓ Na ingestão inadequada de proteínas e calorias, oferecer ajuda, suplementos
nutricionais;
✓ Se a ingestão dietética continuar inadequada, intervenção nutricional;
✓ Se existir potencial para melhor;
3- Melhorar a Nutrição:
✓ Reposicionar o paciente conforme padronização da instituição; 
✓ Utilizar travesseiros e almofadas; 
✓ Utilizar protetores / aparelhos nos calcanhares - Não usar almofadas com orifício no
meio;
✓ Evitar posicionar diretamente no trocânter;
✓ Manter a cabeceira à 30;
 ✓ Usar colchão que reduza a pressão: ar estático, ar alterna;
✓ Evitar ficar sentado ininterruptamente, reposicionar a cada hora, aos indivíduos que
possam levantar seu peso a cada 15 minutos;
 ✓ Não usar almofadas de anel; 
✓ Considerar alinhamento postural, distribuição do peso, alívio da pressão ;
Prevenção
4- Proteger contra os efeitos adversos das forças mecânicas externas:
REFERÊNCIAS
BRASIL. Anvisa. Práticas seguras para Prevenção de Lesão por Pressão em Serviços de Saúde. 
Nota Técnica GVIMS/GGTES nº 03/2017. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília, 2017.
VASCONCELOS JMB, CALIRI MHL. Ações de enfermagem antes e após um 
protocolo de prevenção de lesões por pressão em terapia intensiva. Revista de En fermagem
Escola Anna Nery, 2017.
Vargas RG, Santos LP. Prevenção de lesão por pressão em UTI –aplicabilidade da Escala de
Braden. Revista Pró-UniverSUS.2019;10(1)162-165.
Cabral, J. V. B., Vasconcelos, L. M. de, & Oliveira, M. M. de. (2021). Conhecimento dos enfermeiros e
uso escala de Braden em unidades de terapia intensiva: análise da produção científica brasileira.
Revista Brasileira Multidisciplinar, 24(1), 166-174. https://doi.org/10.25061/2527-
2675/ReBraM/2021.v24i1.782

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