Prévia do material em texto
Consulta Enfermagem UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP BACHARELADO EM ENFERMAGEM ▪ EDSON BRITO AMANAJAS ▪ ELIZANGELA DA CONCEIÇÃO RODRIGUES • FELLIPE LEITE DA SILVA ▪ JOSYANNY NOGUEIRA MORAES ▪ MARCIA ARAUJO DA SILVA ▪ MARCIO CRISTIAN SILVA DA SILVA ▪ MARIA CLEIDIANE PENA TRINDADE ▪ RENATA MILENA LIRA DE ALMEIDA AMANAJAS ▪ RICHARD MAYCO REIS DA SILVA ▪ SANDRA BARROSO BARBOSA ▪ TANAIA ARRUDA SOUSA MACAPÁ – AP 2026 A Consulta De Enfermagem É ▪ Integrada à Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), ela não se resume a um atendimento qualquer, mas é um momento de escuta atenta, identificação de necessidades, planejamento de ações e avaliação constante do estado de saúde do paciente. ▪ A consulta de enfermagem se torna fundamental para promover, prevenir e restaurar a saúde. Fundamentação Teórica ▪ Mais que uma técnica, é um momento sistemático de interação entre o profissional e o paciente, onde se reconhecem necessidades, definem-se prioridades e planejam-se intervenções com vistas à integralidade do cuidado. ▪ A consulta é entendida como uma ação exclusiva do enfermeiro, pautada em princípios científicos, éticos e legais, que organiza a assistência através de um método sistemático de obtenção e avaliação de dados sobre a saúde do paciente Fundamentação Teórico ▪ Executa funções, mas atua de maneira clínica, crítica e decisiva. ▪ É nesse encontro que esse especialista emprega seu conhecimento técnico, suas habilidades comunicativas e sua sensibilidade para entender o paciente em sua integralidade — levando em conta os fatores biológicos, psicológicos e sociais. ▪ É função do enfermeiro fazer o julgamento clínico com base nas informações obtidas, reconhecer problemas que são ou podem ser reais e sugerir intervenções que favoreçam a saúde e evitem complicações. ENFERMEIR O Fundamentação Teórico Ela é organizada em etapas que se inter- relacionam, guiando o pensamento clínico e assegurando que o cuidado seja bem estruturado. ▪ histórico de enfermagem ▪ Diagnostico de enfermagem ▪ Planejamento de enfermagem ▪ Implementação ▪ Avaliação ▪ Essa natureza cíclica garante que a assistência seja continua e de qualidade. Legislações Enfermagem ▪ Lei nº 7.498/1986, que regula o exercício da enfermagem. Além disso, ▪ as resoluções do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), incluindo a Resolução nº 358/2009, estabelecem diretrizes para a Sistematização da Assistência de Enfermagem e para a aplicação do Processo de Enfermagem em todos os locais onde se realiza o cuidado profissional. ▪ Essas diretrizes asseguram, além da uniformidade na prática, a segurança do paciente e a qualidade do atendimento oferecido. Nome Do Paciente ▪ Identificar o paciente é fundamental, tanto do ponto de vista ético quanto técnico. ▪ O uso de iniciais, idade e sexo é suficiente para manter o sigilo do entrevistado, enquanto permite a adequada organização e documentação das informações obtidas. ▪ Essas informações também são importantes para o raciocínio clínico, visto que algumas patologias estão ligadas a fatores que dependem da idade, dos hormônios ou do contexto social. Motivo Da Consulta ▪ A principal queixa é o que traz o paciente ao serviço, ou seja, a razão pela qual ele procura atendimento, e deve ser anotada de maneira clara, objetiva e fiel ao relato do paciente. ▪ Evitar interpretações precipitadas e, sempre que for viável, utilizar as palavras do paciente. Saúde passada Aborda a história: ▪ pessoal , ▪ familiar, ▪ condições de saúde existentes, ▪ uso de medicamentos, ▪ alergias, ▪ estilo de vida (como dieta, exercício, sono) e fatores psicossociais. ▪ É preciso ter tato e comunicação, já que muitas informações importantes não são dadas de forma espontânea. ▪ Um histórico bem elaborado ajuda. Histórico De Saúde Avaliação clinica Avaliação Física ▪ inspeção, ▪ palpação, ▪ Percussão ▪ Ausculta ▪ A análise clínica se torna mais precisa e segura quando conseguimos integrar informações subjetivas (relatadas) e objetivas (observadas). ETAPAS FUNDAMENTAIS Diagnóstico De Enfermagem ▪ Para realizar essa etapa, é preciso ter ▪ pensamento crítico, ▪ conhecimento técnico , ▪ muitas vezes, recorrer a classificações reconhecidas, como a NANDA-I. ▪ Um diagnóstico minucioso é a chave para um cuidado personalizado e eficaz. Cuidados planejados ▪ Feito primeiro, ▪ Espera alcançar, ▪ Resultados esperados. ▪ O planejamento precisa ser personalizado, alinhado às necessidades do paciente e fundamentado em evidências científicas. ▪ Além disso, deve ser flexível o suficiente para ser ajustado à medida que a condição clínica evolui. ▪ Um bom planejamento de cuidados torna a tomada de decisões mais fácil e a assistência mais eficaz intervenções executada ▪ Essas ações abrangem tanto a parte técnica, como a administração de medicamentos e a realização de procedimentos, quanto a parte educativa, incluindo orientações sobre autocuidado e modificações no estilo de vida. ▪ O enfermeiro trabalha diretamente e de forma constante, cria um vínculo com o paciente e o incentiva a participar do processo de cuidado. ▪ Essa fase humaniza ainda mais o atendimento e resulta em melhores desfechos em saúde. Progresso Do Paciente ▪ A evolução do paciente consiste na constante avaliação das reações observadas diante das intervenções propostas na consulta de enfermagem. ▪ Essa monitorização possibilita observar variações no estado clínico, tanto de melhora quanto de manutenção ou agravamento, levando em conta os aspectos físicos, emocionais e comportamentais. ▪ O progresso não diz respeito apenas a identificar sinais e sintomas, mas também à adesão ao plano de cuidados, à compreensão das orientações dadas e à autonomia do paciente no autocuidado. ▪ Registrar a evolução de maneira sistemática também possibilita a criação de um histórico confiável, Avaliação do serviço prestado O que e avaliação? ▪ uma análise crítica de todo o processo de enfermagem, ▪ vai da anamnese à execução das intervenções. ▪ confere a consistência entre as informações coletadas, os diagnósticos realizados e as intervenções feitas, analisando se houve congruência entre a teoria e a prática. Relevância da conduta adotada ▪ Essa adaptabilidade é crucial para proporcionar um atendimento que seja tanto personalizado quanto eficaz. ▪ Dessa forma, a conduta adotada se mostra mais do que um simples ato técnico, pois sua direta influência na efetividade da assistência e na prática profissional do enfermeiro é notória. Conclusão ▪ O enfermeiro na consulta: ▪ Une conhecimentos técnicos + julgamento clinico + atendimento humanizado. ▪ Vai além de protocolos: exige escuta ativa, decisões em tempo real e ajustes constantes ▪ organiza a assistência ▪ Direciona o cuidado ▪ Enriquece a relação enfermeiro – paciente ▪ Um olhar mais amplo sobre paciente ▪ Aumento da resolutividade do cuidado ▪ Fortalecimento do vinculo profissional paciente ▪ Intervenções mais precisas ▪ promoção da saúde, ▪ prevenção de doenças continuidade do cuidado