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Experimento aleatório Segundo Alves (2014) para calcularmos uma probabilidade, é necessário que tenhamos um experimento aleatório, que apresenta as seguintes características: a) cada experimento pode ser repetido indefinidamente sob as mesmas condições (n); b) não se conhece a priori o resultado do experimento, mas podem-se descrever todos os possíveis resultados; c) quando o experimento for repetido muitas vezes, surgirá uma regularidade do resultado, isto é, haverá uma estabilidade da fração (frequência relativa) da ocorrência de um particular resultado, onde r corresponde ao número de vezes que um determinado resultado aconteceu. Experimento aleatório Na probabilidade é fundamental que o experimento seja definido como aleatório. Vamos entender rapidamente o que significa isso? Bom, este tipo de experimento é aquele que, quando repetido em iguais condições, pode fornecer resultados diferentes, ou seja, são resultados explicados ao acaso. Quando se fala de possibilidades de ganho na loteria, a abordagem envolve cálculo de experimento aleatório, lembra do primeiro exemplo da desta unidade? Desta forma, um evento aleatório acontece quando o fenômeno realizado tem resultados imprevisíveis, entre os possíveis desfechos, e possuem condições iguais para todas as possibilidades. Experimento aleatório Vamos para um exemplo prático! Ao jogar um dado não viciado, garantimos que existem iguais condições para os possíveis resultados: 1, 2, 3, 4, 5 e 6. Concorda? Quando jogamos um dado e sai o 1 com a face para cima, chamamos este de ponto amostral, que na teoria é basicamente o resultado de um experimento aleatório, isto é, pode ser qualquer uma das possibilidades. Exemplo: ao jogar o mesmo dado, o resultado foi o 3, então este foi o ponto amostral. Ao lançar pela segunda vez, a face superior foi o número 5, que neste caso é o novo ponto amostral. Trazemos esse conceito, pois queremos falar sobre um conceito maior, o de espaço amostral. Vamos juntos!