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Comunicado 555566_Anexo do Manual de Licenças, Afastamentos e Ausência.pdf
Portal do Governo Brasileiro Atualize sua Barra de Governo
Administra Mensagens
Mês/Ano Pagamento: 07/2018
MENSAGEM
Nº da mensagem 555566
Mês/Ano pagamento 12/2014
Situação Divulgado
Órgão de origem 20113 - MINISTERIO DO PLANEJ. DESENV. E GESTAO
UORG de origem 057643 - Coord-Geral Gestao de Rotinas FP-SEGEP
Assunto Novas regras funcionalidade registro laudos periciais-administrativo
Motivo Informar Novas regras funcionalidade registro de laudos periciais via administrativo
Data de divulgação 15/12/2014
Data fim da divulgação 14/01/2015
DESTINATÁRIOS
Órgão Uorg
Todos Todas
TEXTO *
Senhores Dirigentes de Recursos Humanos dos Órgãos e das Entidades da Administração Pública Federal Direta, Autárquica e
Fundacional integrantes do SIPEC.
Em continuidade ao processo de aprimoramento e evolução do sistema SIAPE SAÚDE encontra-se disponível no portal Siapenet, módulo
Órgão a nova funcionalidade Registro de Laudo Pericial Via Administrativo por meio da qual o usuário SIAPE irá incluir os laudos periciais.
No entanto, o acesso do usuário a esta funcionalidade está vinculado à autorização  do Dirigente de Recursos Humanos. Nesse sentido,
informamos a seguir as novas regras de acesso:
- Habilitação dos Dirigentes de Recursos Humanos na funcionalidade Autorizar Registro dos Afastamentos Via Administrativo, os Gestores
de Acesso Setorial (cadastradores parciais) deverão incluir o perfil PERIAUTO na habilitação do mesmo (utilizando a transação
HABUSUSIS do sistema Senha-Rede). Caso o Dirigente de RH ainda não possua acesso ao SIAPE, deve ser incluído além do perfil os
seguintes parâmetros adicionais (utilizando a transação IALPAHUSU do sistema Senha-Rede):
Nível de acesso: ÓRGÃO
Categoria (Atualização permitida): OPERACIONAL
Reiteramos que os perfis acima são de uso exclusivo do Dirigente de Recursos Humanos dos órgãos setoriais e seccionais do SIPEC,
sendo vedada sua concessão para os demais usuários do SIAPE.
- Acesso do usuário SIAPE  
Será efetuado por órgão e a autorização de acesso ocorrerá por matrícula do usuário SIAPE e é de competência do Dirigente de Recursos
Humanos do órgão.
- Autorização do acesso pelo Dirigente de Recursos Humanos se dará da seguinte forma:
1 - Liberar matrícula do usuário por meio do portal siapenet – órgão - Órgão/UPAG - Saúde - Perícia - Autorizar Registro dos Afastamentos
via Administrativo.
2 - Clicar em Autorizar Novo Servidor e incluir matrícula ou nome ou CPF do servidor
3 - Clicar em Consultar, selecionar o servidor e clicar em Autorizar.
A autorização terá validade de 7 (sete) dias corridos, incluindo o dia inicial e será excluída automaticamente. Após esse período, deverá
ser dada nova autorização para inclusão dos laudos cujas perícias não puderam ser realizadas no SIAPE SAÚDE.
As inclusões dos afastamentos deverão obedecer ordem cronológica, pois não será permitido incluir afastamento com data anterior ao
último afastamento por motivo de saúde que já esteja registrado no sistema.
Destaca-se que nos casos de afastamentos por motivo de saúde registrados administrativamente, a contagem dos prazos para efeitos de
dispensa de perícia, perícia singular ou junta oficial fica sob a responsabilidade do usuário que efetuar os respectivos registros.
Para outros esclarecimentos, encaminhar seu questionamento por meio da Central de Atendimento Alô SEGEP, via formulário WEB:
http://www1.serpro.gov.br/css/spekx/aciona_alo_segep.asp
Atenciosamente,
 
FREMY DE SOUZA E SILVA
Coordenador-Geral da Rede SIASS
CGRED/DESAP/SEGEP/MP
 
MARCELO AUGUSTO DA SILVA
Coordenador-Geral de Movimentação, Atendimento e Controles
CGATC/DEGEP/SEGEP/MP
DADOS DE LEITURA
Número de Mensagens Divulgadas 24163
Número de Mensagens Lidas 490 (0,02%)
Comunicado 555952_Anexo do Manual de Licenças, Afastamentos e Ausência.pdf
Portal do Governo Brasileiro Atualize sua Barra de Governo
Administra Mensagens
Mês/Ano Pagamento: 07/2018
MENSAGEM
Nº da mensagem 555952
Mês/Ano pagamento 06/2015
Situação Divulgado
Órgão de origem 20113 - MINISTERIO DO PLANEJ. DESENV. E GESTAO
UORG de origem 057643 - Coord-Geral Gestao de Rotinas FP-SEGEP
Assunto Acesso ao SIAPE - Afastamentos e Férias
Motivo Informar suspensão de acesso ao SIAPE nos afastamentos do art. 5º - V - Portaria Normativa 236/14
Data de divulgação 01/06/2015
Data fim da divulgação 01/07/2015
DESTINATÁRIOS
Órgão Uorg
Todos Todas
TEXTO *
Senhores Dirigentes de Recursos Humanos dos Órgãos e das Entidades da Administração Pública Federal Direta, Autárquica e
Fundacional integrantes do SIPEC,
Informamos que a partir do dia 01 de junho de 2015, o acesso ao SIAPE dos usuários órgãos (usuários operadores) será automaticamente
suspenso durante o período que estiverem em férias, licenças e nos afastamentos funcionais e profissionais, relacionados no inciso V do
art. 5º da Portaria Normativa 236 de 08/12/2014 - Política de Segurança da Informação do SIAPE.
A suspensão do acesso será realizada de acordo com o constante no cadastro do SIAPE e das informações de afastamento registradas
no módulo de Afastamento do SIAPENET.
Para outros esclarecimentos, encaminhar seu questionamento por meio da Central de Atendimento Alô SEGEP, via formulário WEB:
http://www1.serpro.gov.br/css/spekx/aciona_alo_segep.asp.
Atenciosamente,
Secretaria de Gestão Pública
DADOS DE LEITURA
Número de Mensagens Divulgadas 24885
Número de Mensagens Lidas 391 (0,02%)
Comunicado 557544_Anexo do Manual de Licenças, Afastamentos e Ausência.pdf
Portal do Governo Brasileiro Atualize sua Barra de Governo
Administra Mensagens
Mês/Ano Pagamento: 07/2018
MENSAGEM
Nº da mensagem 557544
Mês/Ano pagamento 08/2016
Situação Divulgado
Órgão de origem 20113 - MINISTERIO DO PLANEJ. DESENV. E GESTAO
UORG de origem 057643 - Coord-Geral Gestao de Rotinas FP-SEGEP
Assunto Afastamentos por motivo de saúde incluídos via administrativo
Motivo Afastamentos por motivo de saúde incluídos via administrativo
Data de divulgação 15/08/2016
Data fim da divulgação 14/09/2016
DESTINATÁRIOS
Órgão Uorg
Todos Todas
TEXTO *
Aos Senhores Dirigentes de Recursos Humanos e Gestores das Unidades SIASS,
 
Devido ao quantitativo de questionamentos recebidos por este Departamento em relação à utilização das funcionalidades no módulo órgão
do Siape Saúde, para inclusão dos afastamentos dos servidores por motivo de saúde, cabe esclarecer:
1.    Foram criadas as funcionalidades Registro de Laudo Pericial Via Administrativo e Registro de Atestados Via Administrativo, para
atendimento ao previsto no § 2º do art. 203 e o §1º do art. 230 da Lei n° 8.112, de 1990, no Decreto n° 7.003, de 2009, e na Orientação
Normativa SRH n° 3, de 2010.  Portanto, a inclusão desses afastamentos deve ter estrita observância aos dispositivos citados.
2.    As funcionalidades para inclusão desses afastamentos estão disponíveis no Módulo Órgão - ÓRGÃO/UPAG - SAÚDE – PERÍCIA, são
elas:
a.     Registro de Atestado Via Administrativo - § 2º  do art. 203 da Lei 8.112, de 1990. Deverão ser incluídas as informações referentes aos
atestados de médico ou cirurgião dentista assistente.  Esses atestados deverão ser digitalizados e incluídos em formato "pdf" ou "jpg".
1.    Para utilização dessa funcionalidade o dirigente de gestão de pessoas dos órgãos do SIPEC, bem como o operador do Siape, deverão
ter observado, que somente terá amparo no § 2º do art. 203 aquele atestado do servidor que se encontra ou esteja em exercício em
caráter permanente naquela localidade e ocorrido situação excepcional de impossibilidade de a perícia ser realizada em uma Unidade
SIASS. Assim, também, deverá constar esgotada a possibilidade prevista  no § 1º do art. 230 da Lei 8.112, de 1990, ou seja, que foi
realizada pelo órgão tentativa de celebrar "preferencialmente, convênio com unidades de atendimento do sistema público de saúde,
entidades sem
fins lucrativos declaradas de utilidade pública, ou com o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS."
b.    Registro de Laudo Pericial Via Administrativo - § 1º art. 230 da Lei 8.112, de 1990. Deverão ser incluídos os laudos periciais, os quais
também deverão ser anexados em formato "pdf"  ou "jpg".
1.    Poderão ser incluídos os laudos periciais emitidos pelas unidades de atendimento do sistema público de saúde, entidades sem fins
lucrativos declaradas de utilidade pública, com os quais o órgão deverá previamente ter celebrado convênio, ou ainda, laudos emitidos
pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.
c.    Consulta Afastamento Via Administrativo - nessa funcionalidade será possível efetuar as consultas dos afastamentos incluídos
administrativamente.
3.    Para acessar essas funcionalidades é necessário que o Dirigente de Gestão de Pessoas do órgão autorize o operador do SIAPE, via
sistema, a efetuar os registros. As orientações quanto à habilitação e às regras de acesso às funcionalidades foi publicado no Comunica nº
555566, de 15 de dezembro de 2014. Essa autorização terá validade de 7 (sete) dias corridos, incluindo o dia inicial e será excluída
automaticamente. Vencido esse prazo será necessária nova autorização.
4.    Destaca-se que a execução do procedimento administrativo é de única e exclusiva competência e responsabilidade do órgão em
observar o dispositivo legal e assim inserir o afastamento via administrativo.
5.    Nos casos de afastamentos registrados administrativamente, a contagem dos prazos para efeitos de dispensa de perícia, tanto perícia
singular ou junta oficial, fica sob a responsabilidade do usuário da área de gestão de pessoas que efetuar os respectivos registros.
6.    As inclusões dos afastamentos deverão obedecer à ordem cronológica, e, portanto, não será permitido incluir afastamento com data
anterior ao último afastamento por motivo de saúde que já esteja registrado no sistema.
7.    Os laudos periciais e as informações dos atestados incluídos administrativamente ficarão disponíveis no prontuário do servidor,
podendo ser acessado pelo perito da Unidade SIASS.
Atenciosamente,
CARLOS CEZAR BATISTA SOARES
Coordenação-Geral de Atenção à Saúde e à Segurança do Trabalho
DADOS DE LEITURA
Número de Mensagens Divulgadas 20997
Número de Mensagens Lidas 338 (0,02%)
Comunicado 557654_Anexo do Manual de Licenças, Afastamentos e Ausência.pdf
Portal do Governo Brasileiro Atualize sua Barra de Governo
Administra Mensagens
Mês/Ano Pagamento: 07/2018
MENSAGEM
Nº da mensagem 557654
Mês/Ano pagamento 09/2016
Situação Divulgado
Órgão de origem 20113 - MINISTERIO DO PLANEJ. DESENV. E GESTAO
UORG de origem 058252 - C.GERAL DE GES.DE ROT.DA FOL.DE PAG-SEGR
Assunto Afastamentos por motivo de saúde incluídos via administrativo
Motivo Afastamentos por motivo de saúde incluídos via administrativo
Data de divulgação 16/09/2016
Data fim da divulgação 16/10/2016
DESTINATÁRIOS
Órgão Uorg
Todos Todas
TEXTO *
Aos Senhores Dirigentes de Recursos Humanos e Gestores das Unidades SIASS,
 
Em retificação ao Comunica SIAPE nº 557544, de 15/08/2016, e devido ao quantitativo de questionamentos recebidos por este
Departamento em relação à utilização das funcionalidades no Módulo Órgão do Siape Saúde, para inclusão dos afastamentos dos
servidores por motivo de saúde, cabe esclarecer:
1.    Foram criadas as funcionalidades Registro de Laudo Pericial Via Administrativo e Registro de Atestados Via Administrativo, para
atendimento ao previsto no § 2º do art. 203 e os § 1º e § 2º do art. 230 da Lei n° 8.112, de 1990, no Decreto n° 7.003, de 2009, e na
Orientação Normativa SRH n° 3, de 2010.  Portanto, a inclusão desses afastamentos deve ter estrita observância aos dispositivos citados.
2.    As funcionalidades para inclusão desses afastamentos estão disponíveis no Módulo Órgão - ÓRGÃO/UPAG - SAÚDE – PERÍCIA, são
elas:
2.1- Registro de Atestado Via Administrativo - § 2º do art. 203 da Lei nº 8.112, de 1990. Deverão ser incluídas as informações referentes
aos atestados de médico ou cirurgião dentista assistente. 
- Para utilização dessa funcionalidade o dirigente de gestão de pessoas dos órgãos do SIPEC, bem como o operador do Siape, deverão
ter observado, que somente terá amparo no § 2º do art. 203 aquele atestado do servidor que se encontra ou esteja em exercício em
caráter permanente naquela localidade e ocorrido situação excepcional de impossibilidade de a perícia ser realizada em uma Unidade
SIASS. Assim, também, deverão constar esgotadas as possibilidades previstas no § 1º e no § 2º do art. 230 da Lei nº 8.112, de 1990, que
assim estabelecem:
(...)
§ 1o  Nas hipóteses previstas nesta Lei em que seja exigida perícia, avaliação ou inspeção médica, na ausência de médico ou junta
médica oficial, para a sua realização o órgão ou entidade celebrará, preferencialmente, convênio com unidades de atendimento do sistema
público de saúde, entidades sem fins lucrativos declaradas de utilidade pública, ou com o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.
§ 2o  Na impossibilidade, devidamente justificada, da aplicação do disposto no parágrafo anterior, o órgão ou entidade promoverá a
contratação da prestação de serviços por pessoa jurídica, que constituirá junta médica especificamente para esses fins, indicando os
nomes e especialidades dos seus integrantes, com a comprovação de suas habilitações e de que não estejam respondendo a processo
disciplinar junto à entidade fiscalizadora da profissão.
(...)
2.2 - Registro de Laudo Pericial Via Administrativo - § 1º e § 2º do art. 230 da Lei nº 8.112, de 1990. Deverão ser incluídas as informações
referentes aos laudos periciais, os quais também devem ser digitalizados e anexados em formato "pdf"  ou "jpg".
- Poderão ser incluídos os laudos periciais emitidos pelas unidades de atendimento do sistema público de saúde, entidades sem fins
lucrativos declaradas de utilidade pública, com os quais o órgão deverá previamente ter celebrado convênio, ou ainda, laudos emitidos
pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.
- Poderão ser incluídos os laudos periciais oriundos da contratação da prestação de serviços por pessoa jurídica, que constituirá junta
médica especificamente para esses fins.
2.3 Consulta Afastamento Via Administrativo - nessa funcionalidade será possível efetuar as consultas dos afastamentos incluídos
administrativamente.
3.    Para acessar essas funcionalidades é necessário que o dirigente de gestão de pessoas do órgão autorize o operador do SIAPE, via
sistema, a efetuar os registros. As orientações quanto à habilitação e às regras de acesso às funcionalidades foi publicado no Comunica nº
555566, de 15 de dezembro de 2014. Essa autorização terá validade de 7 (sete) dias corridos, incluindo o dia inicial e será excluída
automaticamente. Vencido esse prazo será necessária nova autorização.
4.    Nos casos de afastamentos registrados administrativamente, a contagem dos prazos para efeitos de dispensa de perícia, tanto perícia
singular ou junta oficial, fica sob a responsabilidade do usuário da área de gestão de pessoas que efetuar os respectivos registros.
5.    As inclusões dos afastamentos deverão obedecer à ordem cronológica, e, portanto, não será permitido incluir afastamento com data
anterior ao último afastamento por motivo de saúde que já esteja registrado no sistema.
6.    Os laudos periciais e as informações dos atestados incluídos administrativamente ficarão disponíveis no prontuário do servidor,
podendo ser acessados pelo perito da Unidade SIASS.
7.    Destaca-se que a execução do procedimento administrativo é de única e exclusiva competência e responsabilidade do órgão em
observar a legislação vigente e a inserção dos afastamentos via administrativo.
8.    Por último, informa-se que os atestados passíveis de dispensa de perícia (art. 4º e art. 9º do Decreto nº 7.003, de 2009) devem ser
inseridos exclusivamente pelo SIAPE Saúde, seja por
intermédio da Unidade SIASS ou da Unidade Administrativa.
Atenciosamente,
Carlos Cezar Soares Batista
Coordenador-Geral de Atenção à Saúde e à Segurança do Trabalho
DADOS DE LEITURA
Número de Mensagens Divulgadas 21270
Número de Mensagens Lidas 313 (0,01%)
Manual de Alteração de Jornada de Trabalho.pdf
MANUAL DE PROCEDIMENTOS 
ALTERAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO 
 
Agosto de 2018 
Ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão 
ESTEVES PEDRO COLNAGO JÚNIOR 
 
Secretário-Executivo 
GLEISSON RUBIN 
 
Secretário de Gestão de Pessoas 
AUGUSTO AKIRA CHIBA 
 
Secretário Adjunto de Gestão de Pessoas 
ERASMO VERÍSSIMO DE CASTRO SAMPAIO 
 
Diretora do Departamento de Legislação e Provimento de Pessoal 
NELEIDE ABILA 
 
Coordenadora-Geral de Concursos e Provimento de Pessoal 
DIANA DE ANDRADE RODRIGUES 
 
Coordenadora-Geral de Cadastro de Pessoal 
MÔNICA BISPO DOS SANTOS 
 
Elaboração 
Caroline Israel Pio 
Claudiomar Oviedo Ribeiro 
Cleison Faé 
Daniel Meneses Machado 
Eliene Tavares de Oliveira 
Marcelo Matias de Almeida 
Marcia Alves de Assis 
Patrícia Maria de Sousa Pedreira 
Silvana Assunta Batiston Bimbato 
Vivane Naves de Azevedo 
 
 
Revisão e Formatação 
Carla Prado Novais 
Talitha Lopes Saraiva Pedrosa 
Valdick Araújo dos Santos 
 
 
 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Secretaria Executiva. Secretaria de Gestão de 
Pessoas. Manual: ALTERAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO. Brasília, 2018 
 
Impresso no Brasil/ Printed in Brazil 
 
 É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que a fonte seja citada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS 
- ALTERAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO - 
 
 
 
1ª EDIÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Brasília/DF, agosto de 2018 
 
2 
 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
Esplanada dos Ministérios – Bloco “C” – 7º andar – Sala 710 
Brasília – DF, CEP: 70.046-900 
Fones: 55 61 2020–1041 
http://www.planejamento.gov.br/ 
 
 2018, SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS 
 
NORMALIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA. Coordenação de Documentação e Informação do Ministério do 
Planejamento, Desenvolvimento e Gestão – CODIN/MP 
 
 
 
 
B823m 
Brasil. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. 
 
 Manual de procedimentos: alteração de jornada de trabalho / 
Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Secretaria de 
Gestão de Pessoas. -- Brasília: MP, 2018. 
 21 p. 
 
 
1. Administração pública 2. Servidor público 3. Jornada de trabalho, 
alteração. I. Título. 
 
 
CDU 35.08 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
3 
 
DISPOSIÇÕES GERAIS ........................................................................................................... 4 
OBJETIVO GERAL ...................................................................................................................................... 4 
OBJETIVO ESPECÍFICO .............................................................................................................................. 4 
APLICAÇÃO ............................................................................................................................................... 4 
ÁREA RESPONSÁVEL ................................................................................................................................. 4 
ASPECTOS GERAIS .................................................................................................................................... 4 
GLOSSÁRIO ............................................................................................................................................... 5 
SIGLAS ....................................................................................................................................................... 5 
 
ALTERAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO ............................................................................. 6 
 
ANEXOS ............................................................................................................................. 17 
ANEXO I - REQUERIMENTO DE ALTERAÇÃO DE JORNADA............................................................. 17 
ANEXO II - DECLARAÇÃO DE ACUMULAÇÃO DE CARGOS .............................................................. 19 
 
REFERÊNCIAS ..................................................................................................................... 20
 
4 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – REDUÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO– 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
1. OBJETIVO GERAL 
 
1.1 O presente Manual visa direcionar, orientar e padronizar as atividades relativas ao 
atendimento de requerimentos administrativos recebidos, referente a servidores, no que diz 
respeito da alteração de jornada de trabalho de servidor público federal. 
 
 
2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
 
2.1 Estabelecer orientações para o recebimento e tratamento do requerimento, fixando 
diretrizes técnico-administrativas de forma padronizada para as áreas de gestão de pessoas, bem 
como da documentação comprobatória, com o objetivo de: 
 
a) Aumentar a confiabilidade e a produtividade dos processos de gestão de pessoas 
no serviço público federal e dos demais relacionados neste Manual; 
b) Agilizar o processo de análise e manifestação; e 
c) Otimizar a comunicação entre o interessado e o órgão responsável pelo 
atendimento do pleito 
 
 
3. APLICAÇÃO 
 
O Manual tem abrangência no âmbito das competências regimentais das unidades de 
gestão de pessoas da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional. 
 
 
4. ÁREA RESPONSÁVEL 
 
 Departamento de Provimento e Movimentação de Pessoal - DEPRO/SGP/MP. 
 
 
5. ASPECTOS GERAIS 
 
Com a publicação da Medida Provisória nº 2.174-28, de 24 de agosto de 2001, foi facultado 
ao servidor da administração pública direta, autárquica e fundacional, ocupante exclusivamente 
de cargo de provimento efetivo, requerer a redução da jornada de trabalho de 8 (oito) horas 
diárias e 40 (quarenta) horas semanais para 6 (seis) ou 4 (quatro) horas diárias e 30 (trinta) ou 20 
(vinte) horas semanais, respectivamente, com remuneração proporcional, calculada sobre a 
totalidade da remuneração. 
 
A seguir, estão detalhados os aspectos gerais a serem considerados na análise das regras 
e situações apresentadas para a alteração de jornada de trabalho dos servidores públicos federais, 
que devem ser observados quando da execução dos processos, visando garantir ao servidor e 
assegurar ao órgão ou entidade responsável a adequada aplicação das regras. 
 
 
5 
 
6. GLOSSÁRIO 
 
a) Jornada de trabalho: período em que o servidor público federal deverá permanecer 
à disposição do órgão ou entidade, a fim de exercer suas atribuições. De acordo 
com o art. 19 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, a jornada de trabalho é 
fixada em razão das atribuições pertinentes aos respectivos cargos, respeitada a 
duração máxima do trabalho semanal de 40 (quarenta) horas e observados os 
limites mínimo e máximo de 6 (seis) horas e 8 (oito) horas diárias, respectivamente. 
b) Jornada de Trabalho Reduzida: faculdade de o servidor público federal ocupante 
exclusivamente de cargo de provimento efetivo, requerer a redução da jornada de 
trabalho de 8 (oito) horas diárias e 40 (quarenta) horas semanais para 6 (seis) ou 4 
(quatro) horas diárias e 30 (trinta) ou 20 (vinte) horas semanais, respectivamente, 
com remuneração proporcional. 
c) Regime de dedicação integral ao serviço: regime a que se submete o servidor 
ocupante de cargo em comissão, podendo ser convocado sempre que houver 
interesse da Administração; 
d) Regime de
dedicação exclusiva: regime em que o servidor se submete à jornada de 
40 (quarenta) horas semanais, e fica impedido de exercer de outra atividade 
remunerada, pública ou privada. 
e) Símbolo de > (maior): utilizado na linha de comando do sistema antes do nome da 
transação para ter acesso direto. 
 
 
7. SIGLAS 
 
7.1 Constam deste Manual as seguintes siglas: 
 
a) CBO: Cadastro Brasileiro de Ocupações; 
b) CPF: Cadastro de Pessoas Física; 
c) DL: Documento Legal ou Diploma Legal; 
d) UORG: Unidade Organizacional. 
 
 
 
6 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – REDUÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO– 
ALTERAÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO 
 
1. CONCEITO 
 
1.1. É o procedimento operacional para a alteração de jornada de trabalho de servidor 
público federal em efetivo exercício, com base na Medida Provisória nº 2.174-28, de 24 de agosto 
de 2001, que faculta ao servidor público federal a redução da jornada de trabalho de 8 (oito) horas 
diárias e 40 (quarenta) horas semanais para 6 (seis) ou 4 (quatro) horas e 30 (trinta) ou 20 (vinte) 
horas semanais, respectivamente, com remuneração proporcional. 
 
1.2. A alteração da jornada de trabalho deverá ser incluída no Sistema Integrado de 
Administração de Recursos Humanos - SIAPE pelo Operador do Sistema. Uma vez incluído, 
repercutirá na Folha de Pagamento. 
 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 A redução de jornada de trabalho não se aplica aos servidores ocupantes de cargo efetivo 
das carreiras e cargos a seguir: I - Advogado da União, Procurador da Fazenda Nacional e 
Assistente Jurídico da Advocacia-Geral da União; II - Procurador Autárquico, Advogado e 
Assistente Jurídico dos órgãos de execução ou vinculados à Advocacia-Geral da União; III - 
Defensor Público da União; IV - Delegado de Polícia Federal, Perito Criminal Federal, Escrivão de 
Polícia Federal, Agente de Polícia Federal, Papiloscopista, Policial Federal e Policial Rodoviário 
Federal; e V - Auditor-Fiscal da Receita Federal, Auditor-Fiscal da Previdência Social e Auditor-
Fiscal do Trabalho. 
 
2.2 É vedada a concessão de jornada de trabalho reduzida com remuneração proporcional ao 
servidor sujeito à duração de trabalho estabelecida em leis especiais; ao ocupante de cargo efetivo 
submetido à dedicação exclusiva; ao ocupante de cargo em comissão ou função de confiança; e ao 
servidor ocupante de Função Gratificada. 
 
2.3 A redução da jornada de trabalho deverá observar o interesse da Administração, e poderá 
ser concedida a critério da autoridade máxima do órgão ou da entidade a que se vincula o 
servidor, vedada a delegação de competência. 
 
2.4 A jornada reduzida poderá ser revertida em integral, a qualquer tempo, de ofício ou a 
pedido do servidor, de acordo com o juízo de conveniência e oportunidade da administração, 
ressalvado, em qualquer hipótese, o disposto no parágrafo único do art. 16 da Medida Provisória 
nº 2.174-28, de 2001. 
 
2.5 O servidor que requerer a jornada de trabalho reduzida deverá permanecer submetido à 
jornada a que esteja sujeito até a data de início fixada no ato de concessão. 
 
2.6 A redução da jornada de trabalho não implica perda de vantagens permanentes inerentes 
ao cargo efetivo ocupado, ainda que concedidas em virtude de leis que estabeleçam o 
cumprimento de quarenta horas semanais, hipóteses em que serão pagas com a redução 
proporcional à jornada de trabalho reduzida. 
 
7 
 
 
2.7 O servidor cujo cargo esteja submetido à jornada de trabalho seja inferior a trinta horas 
semanais, por força de legislação específica, devem perceber o auxílio-alimentação no mesmo 
valor que é devido aos servidores que desempenham as atividades do cargo público com jornada 
de trabalho de trinta e quarenta horas semanais, ou seja, em valor integral. 
 
2.8 O servidor ocupante de cargo cuja jornada de trabalho semanal seja de 40 horas, e que 
tenha solicitado sua redução, conforme disposto no art. 5º da Medida Provisória nº 2.174-28, de 
2001, perceberá o auxílio-alimentação de forma proporcional à jornada reduzida. 
 
2.9 Os servidores que, por força da Medida Provisória nº 2.174-28, de 2001, obtiveram 
deferimento para a redução da respectiva jornada de trabalho inferior a trinta horas semanais, 
perceberão o auxílio-alimentação em valor proporcional à jornada reduzida. 
 
2.10 O servidor ocupante de cargo cuja jornada de trabalho semanal seja de quarenta horas, e 
que tenha solicitado sua redução, conforme disposto no art. 5º da Medida Provisória nº 2.174-28, 
de 2001, perceberá a Gratificação Temporária das Unidades dos Sistemas Estruturadores da 
Administração Pública Federal – GSISTE, de forma proporcional, observado o teto máximo 
estabelecido em lei. 
 
2.12 Para a efetivação da alteração da jornada de trabalho do servidor no SIAPE, o ato de 
concessão deverá conter, além dos dados funcionais do servidor, a data do início da redução da 
jornada, mediante publicação em boletim interno, com a autorização da respectiva autoridade 
competente. 
 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1. Abertura de processo administrativo, por meio de requerimento do servidor, com 
solicitação de redução de jornada; 
 
3. 2. Autorização da autoridade competente; 
 
3.3. Publicação de documento legal da autoridade competente pela alteração de jornada de 
trabalho em boletim interno. 
 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1. Legislação principal: 
 
a) Medida Provisória nº 2.174-28, de 24 de agosto de 2001; 
 
4.2. Legislação complementar/Entendimento do Órgão Central do SIPEC: 
 
a) Ofício nº 314/2002/COGLE/SRH/MP; 
b) Ofício nº 2014/2005/COGES/SRH/MP; 
 
8 
 
c) Ofício nº 08/2006/COGES/SRH/MP; 
d) Nota Técnica nº 523/2011/CGNOR/DENOP/SRH/MP; 
e) Nota Técnica nº 264/2011/DENOP/SRH/MP; 
f) Nota Técnica Consolidada nº 1/2012/CGNOR/DENOP/SRH/MP; 
g) Nota Técnica nº 40/2015/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP; 
h) Nota Informativa nº 881/2015-MP. 
 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
 
5.1. Procedimentos para a Alteração de Jornada de Trabalho do Servidor no SIAPE: 
 
5.1.1 Acesse a transação >CAALJORPCA (SIAPE, SIAPECAD, PCA, REGIMEJOR, CAALJORPCA - 
ALTERA JORNADA TRABALHO PCA) para proceder a inclusão de nova jornada de trabalho para o 
servidor: 
 
 
 
5.1.2 Informe a matrícula do servidor ou use a tecla PF1 = Ajuda; 
 
5.1.3 Ao assinalar o nome do servidor, o SIAPE carregará as informações quanto ao seu 
posicionamento, cargo e jornada de trabalho atuais. No exemplo abaixo a jornada de trabalho do 
caso é de 40 (quarenta) horas: 
 
 
9 
 
 
 
5.1.4 Preencha o campo Nova Jornada de trabalho com a nova jornada correspondente. No 
exemplo, informamos a nova jornada de trabalho como 30 (trinta) horas semanais, conforme tela 
abaixo: 
 
 
 
5.1.5 Informe no campo Data Fim da Jornada Anterior, a data do último dia da jornada 
anterior; 
 
 
10 
 
5.1.6 O SIAPE preencherá automaticamente o campo Data Início da Nova Jornada com 1 (um) 
dia posterior à data fim anteriormente informada; 
 
5.1.7 Confirme a alteração. 
 
Observação: As consultas quanto à efetivação da alteração de jornada de trabalho podem ser 
feitas nas seguintes transações: 
 
a) >CACOPCA - SIAPE, SIAPECAD, PCA, CACOPCA - CONSULTA PCA'S NO PERIODO; 
b) >CDCOINDFUN - SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDFUN - DADOS INDIVIDUAIS 
FUNCIONAIS. 
 
 
5.2 Procedimentos para Cancelamento de Alteração de Jornada de Trabalho do Servidor: 
 
5.2.1 Acesse a transação >CACAJORPCA (SIAPE, SIAPECAD, PCA, REGIMEJOR, CACAJORPCA - 
CANCELA ALT.JORNADA TRAB. PCA): 
 
 
 
5.2.2 Informe a matrícula SIAPECad do servidor ou use PF1 = Ajuda para realizar a pesquisa pelo 
nome. 
 
5.2.3 Ao selecionar o servidor, o próprio sistema irá fazer o cancelamento de alteração de 
jornada de trabalho solicitada, e procederá a alteração para a jornada de trabalho anterior. 
 
 
 
11 
 
 
 
5.2.4. Confirme o cancelamento; 
 
Observação: As consultas quanto à efetivação da alteração
de jornada de trabalho podem ser 
feitas nas seguintes transações: 
 
a) >CACOPCA - SIAPE, SIAPECAD, PCA, CACOPCA - CONSULTA PCA'S NO PERIODO; 
 
 
 
12 
 
 
a) >CDCOINDFUN - SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDFUN - DADOS INDIVIDUAIS 
FUNCIONAIS: 
 
 
 
 
 
 
 
 
13 
 
5.3. Procedimentos a serem realizados para acertos financeiros: 
 
5.3.1. Acesse o módulo da folha de pagamento do SIAPE destinado à execução de operações de 
inclusão, alteração e exclusão da movimentação financeira (folha normal) de servidores ativos e 
aposentados (ATUASERV). 
 
5.3.2 Verifique quais rubricas compõem a ficha financeira do servidor. Para efetuar o cálculo do 
pagamento utilize a transação > FPCLPAGTO. 
 
 
 
a) Para confirmar se o cálculo realizado automaticamente pelo SIAPE está correto 
verifique a data de vigência da alteração da jornada de trabalho. 
b) Para alteração com vigência em data maior que o dia primeiro do mês e o cadastro 
no SIAPE seja efetuada na folha de pagamento normal do próprio mês, o sistema 
fará o pagamento da remuneração considerando a nova jornada para o mês 
integral. Nesse caso será necessário fazer o desconto/pagamento de forma manual. 
Para fazer o acerto financeiro acesse a transação > FPATMOVFIN. 
c) O acesso à transação deve ser realizado por meio do módulo de atualização de 
informações do servidor (ATUASERV) que engloba as transações para atualização 
(inclusão, alteração e exclusão) da movimentação financeira (folha normal) de 
servidores ativos e aposentados, no seguinte caminho: 
 
 
14 
 
 
 
d) O acerto (desconto/rendimento) deve ser efetuado utilizando as mesmas rubricas. 
 
5.4 Exemplo de acerto financeiro 
 
5.4.1 Conforme pode ser observado na tela abaixo o servidor teve duas alterações de jornada 
de trabalho: uma de 40 horas semanais para 20 horas semanais a partir de 01/08/2016. E outra de 
20 horas semanais para 30 horas semanais a partir de 03/11/2016. 
 
5.4.2 O demonstrativo abaixo refere-se ao mês anterior a alteração de jornada de 40 horas 
semanais para 20 horas semanais, ou seja nesse mês o servidor recebeu a remuneração referente 
a 40 horas semanais. 
 
 
 
5.4.3 Como o início da nova jornada de trabalho ocorreu no dia 01/08/2016 o sistema calcula 
automaticamente a nova remuneração, assim, não há acertos financeiros manuais. Observe o 
demonstrativo a seguir: 
 
15 
 
 
 
 
5.4.5 Na segunda alteração, (de 20 horas semanais para 30 horas semanais) o início da vigência 
foi a partir de 03/11/2016. Como o registro foi realizado na folha de novembro/2016 o sistema 
efetuou o cálculo considerando 30 dias, entretanto no mês de novembro o servidor trabalhou 02 
dias com jornada de 20h e 28 dias com 40h. 
 
5.4.6 Nesse caso, foi necessário fazer o acerto financeiro (desconto) manualmente. Para fazer a 
inclusão acesse a transação >FPATMOVFIN. 
 
 
 
5.4.7 Veja no demonstrativo abaixo como ficou a composição da ficha financeira do mês de 
novembro/2016: 
 
 
16 
 
 
 
Observação: Observe na ficha acima que as rubricas de vencimento básico e incentivo à 
qualificação foram incluídas como desconto. Esses descontos referem-se aos dois dias que o 
servidor trabalhou na jornada de 20 h e o sistema calculou como 30 h. 
 
5.4.8 Se a alteração da jornada for efetuada em folha de pagamento posterior ao mês de 
vigência da alteração, o acerto financeiro deverá ser calculado e incluído de forma manual. Para 
fazer a inclusão acesse a transação >FPATMOVFIN. 
 
 
 
 
 
 
 
17 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS - REDUÇÃO DE JORNADA DE TRABALHO – 
6. ANEXOS 
 
6.1. ANEXO I - REQUERIMENTO DE ALTERAÇÃO DE JORNADA 
 
 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO 
E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
 
REQUERIMENTO 
ALTERAÇÃO DE JORNADA DE 
TRABALHO 
 
Venho requerer alteração de Jornada de Trabalho, com base nos artigos 5º a 7º da Medida Provisória nº 
2.174-28, de 24/08/2001: 
 
1. Dados do Requerente 
Nome completo: 
Matrícula SIAPE: Cargo: 
Unidade de Lotação: 
2. Requerimento 
Venho requerer alteração de Jornada semanal de trabalho, com base nos artigos 5º a 7º da Medida 
Provisória nº 2.174-28, de 24/08/2001 conforme informado abaixo: 
( ) 6 horas diárias e 30 horas semanais 
( ) 4 horas diárias e 40 horas semanais 
Data de Início: 
3. Informações adicionais 
 
 
 
 
4. Documentos 
● Declaração de acumulação de cargos 
 
__________________/____, ______ de ______________ de ________. 
(Local e data) 
 
_______________________________________ 
(Assinatura) 
 
5. Manifestação da Chefia Imediata: 
Estou de acordo com a solicitação de alteração de Jornada semanal de trabalho apresentada pelo 
 
18 
 
servidor. 
__________________/____, ______ de ______________ de ________. 
(Local e data) 
 
_______________________________________ 
(Assinatura e carimbo da Chefia Imediata) 
 
19 
 
 
6.2 Anexo II – DECLARAÇÃO DE ACUMULAÇÃO DE CARGOS 
 
 
 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO 
E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
 
DECLARAÇÃO DE 
ACUMULAÇÃO DE CARGOS 
 
1. Dados do Servidor 
Nome completo: 
Matrícula SIAPE: Cargo: 
Unidade de Lotação: 
Jornada de trabalho: 
2. Declaração 
Declaro, para fins de alteração de jornada de trabalho que em relação ao exercício de cargo, emprego ou 
função pública: 
( ) Não acumulo cargo público, emprego público ou função pública. 
( ) Sim, acumulo outro cargo, emprego ou função pública de: 
Cargo: 
________________________________________________________________________________ 
Jornada de Trabalho: ______________________________________________________________ 
Órgão: __________________________________________________________________________ 
3. Informações adicionais 
 
 
 
 
 
__________________/____, ______ de ______________ de ________. 
(Local e data) 
 
_______________________________________ 
(Assinatura) 
 
 
 
20 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Guia para Elaboração de 
Manuais. Disponível em: < http://intranet/publicacoes/guia-para-elaboracao-de-manuais-versao-
final.pdf/view>. Acesso em: 17 jul.2017. 
 
BRASIL. Presidência da República. Manual de Redação da Presidência da República. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm>. Acesso em: 17 jul.2017. 
 CONCEITO 
 
 
 
 
 
 
 
21 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – PROVIMENTOS – 
 
Manual de Aposentadoria.pdf
MANUAL DE PROCEDIMENTOS 
- APOSENTADORIA - 
Agosto de 2017 
Ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão 
DYOGO HENRIQUE OLIVEIRA 
 
Secretário-Executivo 
ESTEVES PEDRO COLNAGO JÚNIOR 
 
Secretário de Gestão de Pessoas 
AUGUSTO AKIRA CHIBA 
 
Diretor do Departamento de Remuneração e Benefícios 
ERASMO VERÍSSIMO DE CASTRO SAMPAIO 
 
Diretora do Departamento de Legislação e Provimento de Pessoas 
NELEIDE ABILA 
 
Coordenador-Geral de Previdência e Benefícios para o Servidor 
LUIS GUILHERME DE SOUZA PECANHA 
 
Coordenadora-Geral de Cadastro 
MÔNICA BISPO DOS SANTOS 
 
Elaboração 
Alexandra Mendes Leão Ribeiro 
Anderson Caires Santos 
Fremy de Souza e Silva 
Marco Aurélio Alves da Cruz 
Martha Célia Zeidan de Oliveira 
Teomair Correia de Oliveira 
 
Revisão 
Diretoria de Planejamento e Gestão 
Coordenação-Geral de Planejamento e Desenvolvimento Institucional 
 
Diagramação 
Janynne Lima Gonçalves Pereira 
 
 
 
 
 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Secretaria Executiva. Secretaria de Gestão de 
Pessoas e Relações do Trabalho no Serviço Público. Manual: Aposentadoria. Brasília, 2017. 
 
Impresso no Brasil/ Printed in Brazil 
 
 É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que a fonte seja citada. 
 
 
 
 
 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO
E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS 
- APOSENTADORIA - 
 
 
 
1ª EDIÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Brasília/DF, agosto de 2017 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
Esplanada dos Ministérios – Bloco “C” – 7º andar – Sala 710 
Brasília – DF, CEP: 70.046-900 
Fones: 55 61 2020–1041 
http://www.planejamento.gov.br/ 
 
 2017, SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS 
 
NORMALIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA. Coordenação de Documentação e Informação do Ministério do 
Planejamento, Desenvolvimento e Gestão – CODIN/MP 
 
 
 
 
 
 
B823m 
 Brasil. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. 
 
 Manual de Procedimentos: Aposentadoria / Ministério do Planejamento, 
Desenvolvimento e Gestão, Secretaria de Gestão de Pessoas. -- Brasília: MP, 
2017. 
 103 p.: il. 
 
 
1. Aposentadoria 2. Servidor público I. Título 
 
 
CDU 005.956.6 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
DISPOSIÇÕES GERAIS ........................................................................................................... 4 
OBJETIVO GERAL ...................................................................................................................................... 4 
OBJETIVO ESPECÍFICO .............................................................................................................................. 4 
APLICAÇÃO ............................................................................................................................................... 4 
ÁREA RESPONSÁVEL ................................................................................................................................. 4 
ASPECTOS GERAIS .................................................................................................................................... 4 
GLOSSÁRIO ............................................................................................................................................... 9 
SIGLAS ..................................................................................................................................................... 10 
 
APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA ......................................................................................... 12 
APOSENTADORIA POR INVALIDEZ ...................................................................................... 33 
APOSENTADORIA COMPULSÓRIA ...................................................................................... 51 
REVISÃO APOSENTADORIA ............................................................................................... 68 
ENCERRAMENTO DA APOSENTADORIA .............................................................................. 85 
RETORNO À ATIVIDADE ..................................................................................................... 91 
 
ANEXOS ............................................................................................................................. 98 
ANEXO I - CHECK LIST PARA ANÁLISE DO REQUERIMENTO DE APOSENTADORIA ................................. 98 
ANEXO II - REQUERIMENTO DE APOSENTADORIA ............................................................................... 100 
ANEXO III - REQUERIMENTOS DIVERSOS ............................................................................................. 102 
ANEXO IV - CONCESSÃO DE APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA .............................................................. 104 
ANEXO V - CONCESSÃO DE APOSENTADORIA POR INVALIDEZ ........................................................... 105 
ANEXO VI - CONCESSÃO DE APOSENTADORIA COMPULSÓRIA ........................................................... 106 
ANEXO VII - REVISÃO DE APOSENTADORIA.......................................................................................... 107 
ANEXO VIII - RETORNO À ATIVIDADE ................................................................................................... 108 
ANEXO IX - ENCERRAMENTO DA APOSENTADORIA ............................................................................. 109 
 
REFERÊNCIAS ................................................................................................................... 110
 
4 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
1. OBJETIVO GERAL 
 
 O presente Manual visa direcionar e padronizar as atividades relativas ao atendimento de 
requerimentos administrativos recebidos, referentes a servidores, no que diz respeito aos seguintes 
processos relacionados à aposentadoria: 
 
a) Concessão de Aposentadoria Voluntária; 
b) Concessão de Aposentadoria por Invalidez; 
c) Concessão de Aposentadoria Compulsória; 
d) Revisão de aposentadoria; 
e) Retorno à Atividade; e 
f) Encerramento da aposentadoria. 
 
 
2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
 
 Estabelecer orientações para o recebimento e tratamento do requerimento do servidor, 
fixando diretrizes técnico-administrativas de forma padronizada para as áreas de gestão de pessoas, 
bem como da documentação comprobatória, com o objetivo de: 
 
a) Aumentar a confiabilidade e a produtividade dos processos de concessão de 
aposentadoria e dos demais relacionados neste Manual; 
b) Agilizar o processo de análise do requerimento; e 
c) Otimizar a comunicação entre o requerente e o órgão responsável pelo atendimento 
do pleito. 
 
 
3. APLICAÇÃO 
 
 O Manual tem abrangência no âmbito das competências regimentais das unidades de 
gestão de pessoas da Administração Pública Federal. 
 
 
4. ÁREA RESPONSÁVEL 
 
 Departamento de Remuneração e Benefícios – DEREB/SGP. 
 
 
5. ASPECTOS GERAIS 
 
 Aposentadoria é a forma de vacância do cargo público por meio da qual o servidor passa a 
usufruir de um benefício previdenciário. 
 
 O direito à aposentadoria reger-se-á pela lei em vigor na ocasião em que o servidor reuniu 
os requisitos para obtenção do benefício ou, ainda, no momento da passagem para a inatividade. 
5 
 
 
 A seguir, estão detalhados os aspectos gerais a serem considerados na análise das regras e 
situações apresentadas para concessão da aposentadoria, que devem ser observadas quando da 
execução dos processos, visando garantir ao servidor e assegurar ao órgão responsável a adequada 
aplicação das regras. 
 
5.1 FORMA DE CÁLCULO DOS PROVENTOS 
 
 Atualmente, há duas formas distintas de cálculo e reajustes dos proventos de 
aposentadoria: 
 
a) A regra geral é de que os proventos serão calculados considerando a média 
aritmética simples das maiores remunerações ou subsídios, utilizados como base 
para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado, 
correspondentes a oitenta por cento de todo o período contributivo desde a 
competência julho de 1994 ou desde a do início da contribuição, se posterior, 
conforme estabelece o art. 1º da Lei nº 10.887, de 18 de junho de 2004. 
 
i. Esta regra de cálculo engloba as aposentadorias previstas no art. 40 da 
Constituição Federal e no art. 2º da Emenda constitucional nº 41, de 2003. 
 
 Para o referido cálculo, os valores das remunerações e/ou salários de contribuição devem 
ser atualizados pelo índice de atualização monetária dos salários de contribuição para apuração do 
salário-de-benefício do Regime Geral de Previdência Social, que é mensalmente publicado pelo 
Ministério da Fazenda. 
 
a) A regra de transição, em que o cálculo dos proventos terá como base a remuneração 
percebida pelo servidor no cargo efetivo em que der a aposentadoria, na forma como 
disciplinar a lei que instituiu cada benefício. 
 
i. Estão amparadas por esta regra as aposentadorias fundamentadas nos arts. 3º, 
6º e 6º -A da Emenda Constitucional nº 41, de 2003, e no art. 3º da Emenda 
Constitucional nº 47, de 2005. 
 
5.2 APOSENTADORIA COM PROVENTOS INTEGRAIS 
 
 Ocorre quando o provento é calculado
na proporção de 1/1 (um inteiro) tendo como base: 
 
a) O resultado da média das remunerações contributivas, quando os proventos forem 
calculados com base no art. 1º da Lei nº 10.887, de 2004; 
b) As parcelas percebidas pelo servidor que integrarão os proventos de aposentadoria, 
na forma como disciplinar a lei que instituiu cada benefício. 
 
 
5.3 APOSENTADORIA COM PROVENTOS PROPORCIONAIS 
 
6 
 
 Ocorre quando o provento é calculado na proporção determinado pelo tempo de 
contribuição incidente sobre as seguintes base: 
 
a) O resultado da média das remunerações contributivas, quando os proventos forem 
calculados com base no art. 1º da Lei nº 10.887, de 2004; 
b) As parcelas percebidas pelo servidor que integrarão os proventos de aposentadoria, 
na forma como disciplinar a lei que instituiu cada benefício. 
 
 No cálculo dos proventos proporcionais, o valor resultante do cálculo pela média será 
previamente confrontado com remuneração do respectivo servidor no cargo efetivo em que se deu 
aposentadoria para posterior aplicação da fração. 
 
5.4 CONTROLE 
 
 A Secretaria de Gestão de Pessoas do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e 
Gestão – SGP/MP - atua como Órgão Central do Sipec e de seus subsistemas e promove a 
integração de suas unidades, conforme estabelece o Decreto nº 9.035, de 20 de abril de 2017. 
 
 Ao Departamento de Remuneração e Benefícios – DEREB/SGP – compete, entre outras 
atividades: 
 
a) monitorar a qualidade da folha de pagamento de pessoal e apontar oportunidades de 
melhoria para os órgãos e as entidades integrantes do Sipec e para o órgão de 
controle interno; 
b) acompanhar a regularização de pagamentos incorretos e indevidos e corrigir erros 
nas folhas de pagamento de pessoal, no caso de omissão do órgão setorial ou 
seccional responsável. 
 
O controle interno é realizado, também, pelo Ministério da Transparência e Controladoria-
Geral da União, entre outros, pelos seguintes instrumentos: 
 
5.4.1. SISTEMA DE TRILHAS DE AUDITORIA 
 
Com o objetivo de facilitar os trabalhos dos Gestores e permitir o acompanhamento e o 
monitoramento mais eficientes das providências a cargo das Unidades Pagadoras (UPAGs) dos 
Órgãos, a Secretaria Federal de Controle Interno da CGU (SFC/CGU) disponibilizou, em 2014, o 
Sistema de Trilhas de Auditoria de Pessoal para registro do posicionamento dos órgãos e dos 
auditores a respeito das inconsistências apresentadas regularmente pela CGU. 
 
5.4.2. SISTEMA MONITOR 
 
 O Monitor é o sistema desenvolvido pela Controladoria-Geral da União (CGU) que permite 
o acompanhamento online das recomendações realizadas no âmbito do controle interno do Poder 
Executivo Federal, por meio das ações de auditoria e fiscalização. 
 
7 
 
 A ferramenta proporciona um trabalho colaborativo e de ágil comunicação entre a CGU e 
os órgãos e entidades fiscalizados, além da redução de custos operacionais e da facilidade de acesso 
ao processo em tempo real. 
 
 Assim que a recomendação é cadastrada pela equipe da Controladoria, o gestor 
responsável pode registrar as suas ações e providências, bem como enviar documentos 
comprobatórios. Como parte do processo, a CGU verifica a aderência ao que foi recomendado, 
sempre buscando a melhoria da gestão pública. 
Por sua vez, o controle externo sobre os atos de aposentadoria é realizado pelo Tribunal de Contas 
da União por intermédio do Sistema de Apreciação e Registro dos Atos de Admissão e Concessões 
(Sisac). 
 
 A Instrução Normativa nº 55, de 24 de outubro de 2007, que dispõe sobre o envio e a 
tramitação, no âmbito do Tribunal de Contas da União, para fins de registro, de informações 
alusivas a atos de admissão de pessoal e de concessão de aposentadoria, reforma e pensão. 
 
 A autoridade administrativa responsável por ato de admissão ou de concessão de 
aposentadoria, reforma ou pensão submeterá ao Tribunal, para fins de registro, por intermédio do 
respectivo órgão de controle interno, na forma definida em manual de instrução e com base na 
tabela de fundamentos legais do Sistema de Apreciação e Registro dos Atos de Admissão e 
Concessões (Sisac), informações relativas aos seguintes atos: 
 
a) admissão de pessoal; 
b) concessão de aposentadoria; 
c) concessão de pensão civil; 
d) concessão de pensão especial a ex-combatente; 
e) concessão de reforma; 
f) concessão de pensão militar; 
g) alteração do fundamento legal de ato concessório. 
 
 
5.5 RESUMO DAS REGRAS DE APOSENTADORIA 
 
 As regras de aposentadoria estão resumidas no quadro a seguir: 
 
 
8 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - 
Homem Mulher Homem Mulher Homem Mulher Homem Mulher Homem Mulher 
35 serviço 30 serviço 35 contrib 30 contrib 35 contrib 30 contrib
60 idade 55 idade 60 idade 55 idade
30 serviço 25 serviço 30 contrib 25 contrib 30 contrib 25 contrib
55 idade 50 idade 55 idade 50 idade
30 serviço 25 serviço
65 idade 60 idade 65 idade 60 idade 65 idade 60 idade
53 idade 48 idade 53 idade 48 idade
35 contrib 30 contrib 35 contrib 30 contrib 35 contrib 30 contrib
60 idade 55 idade 35 contrib 30 contrib
60 idade 55 idade
Bônus 17% Bônus 20% Bônus 17% Bônus 20% 55 idade 50 idade
35 contrib 30 contrib 35 contrib 30 contrib 30 contrib 25 contrib
30 contrib 25 contrib
Laudo médico emitido por 
junta médica oficial 
Laudo médico emitido por 
junta médica oficial
Laudo médico emitido por 
junta médica oficial
 
 
CF/88 (1988 a 1998) EC 20/98 (1998 a 2003) EC 41/03 (A partir 31/12/03)
Art. 40 Art. 40 Art. 40 
 5 anos no cargo 5 anos no cargo 
70 anos de idade 70 anos de idade 75 anos de idade 
De efetivo exercício nas 
funções de magistério
De efetivo exercício nas 
funções magistério educ. 
Infantil, ensino fund., médio
De efetivo exercício nas 
funções magistério educ. 
Infantil, ensino fund., médio 
 5 anos no cargo 5 anos no cargo 
 
 
 10 anos no Serv. Público 10 anos no Serv. Público 
 
 5 anos no cargo 5 anos no cargo 
 10 anos no Serv. Público 10 anos no Serv. Público 
 5 anos no cargo 5 anos no cargo 5 anos no cargo, 10 na carreira 5 anos no cargo
 20 anos no SP 15 anos na carreira
 Art. 8º Art. 2º Art. 6º Art. 3º EC 47/2005
 Ingresso SP até 16/12/1998 Ingresso SP até 16/12/1998 Ingresso SP até 31/12/2003 Ingresso SP até 16/12/1998
PARIDADE
 
Ingresso SP até 31/12/2003. 
Aposentadoria por invalidez, com 
base no art. 40, § 1º, inciso I da CF
A cada ano que exceder o tempo mín. de 
contrib exigido diminuirá um ano na idade 
mín. exigida até que se iguale a idade do 
servidor
 
 25 anos no SP
 + 20% pedágio + 20% pedágio
 Art. 6º-A
Prov. Integral
 
 
 
 
 
MÉDIA PARIDADE PARIDADECÁLCULO PROVENTO
Proporcional
Professor
 
 
 
 
 
+ 20% pedágio
De efetivo exercício nas 
funções de magistério
+ 40% pedágio
PARIDADE
+ 20% pedágio
De efetivo exercício nas 
funções de magistério
 Por Idade 
 Proporcional
 
 
 
 
 
 
 
TRANSIÇÃO
 
 
Prov. Proporcional
Prov. Integral
INVALIDEZ
 
APOSENTADORIA - REGRAS
VOLUNTÁRIA
Professor
 
 
 
 Prov. integral
COMPULSÓRIA
 10 anos no Serv. Público 10 anos no Serv. Público 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
De efetivo exercício nas funções 
magistério educ. Infantil, ensino 
fund., médio
 
9 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - 
6. GLOSSÁRIO 
 
6.1 Para efeito deste Manual, os termos utilizados estão baseados nas seguintes definições: 
 
a) Aposentadoria: benefício assegurado ao servidor público que completar os 
requisitos estabelecidos em lei. É, inclusive, uma das formas de vacância do cargo 
efetivo do servidor; 
b) Aposentadoria Compulsória: Tipo de aposentadoria devida ao servidor ao ter 
completado determinada idade, independente de sexo, com proventos 
proporcionais ao tempo de contribuição; 
c) Aposentadoria por Invalidez: Tipo de aposentadoria devida ao servidor que se 
encontra permanentemente incapaz de exercer atividade laborativa
e que também 
não possa ser readaptado em outro cargo, de acordo com a avaliação da perícia 
oficial. O benefício é pago enquanto persistir a incapacidade e pode ser reavaliado 
pela Administração a qualquer momento; 
d) Aposentadoria Voluntária: Tipo de aposentadoria concedida aos servidores que 
completaram os requisitos mínimos estabelecidos na Constituição Federal; 
 
e) Assentamento Funcional Digital: é um dossiê em mídia digital, composto por 
documentos funcionais, digitais ou digitalizados, considerado fonte primária das 
informações dos servidores vinculados aos órgãos do Sistema de Pessoal Civil da 
Administração Federal (SIPEC); 
f) Cargos públicos de provimento efetivo: É o cargo público para provimento em 
caráter efetivo mediante nomeação; 
g) Carreira: Forma de organização do cargo com denominação estabelecida em lei, 
que dispõe sobre o conjunto de regras que disciplinam o ingresso, a estrutura 
remuneratória, o desenvolvimento ao longo de padrões e classes e outros aspectos 
específicos exigidos dos ocupantes do cargo; 
h) Certidão de Tempo de Contribuição – CTC: é um documento expedido pela unidade 
gestora do RPPS ou RGPS comprovando o tempo de contribuição do servidor 
naquele regime; 
i) Efetivo exercício das funções de magistério: Considera-se apenas o tempo de 
serviço prestado em sala de aula ou o tempo no exercício de funções de direção, 
coordenação e assessoramento pedagógico, desde que tais funções tenham sido 
desempenhadas em estabelecimentos de ensino básico, excluídos os especialistas 
em educação. O tempo de serviço relativo a licenças ou afastamentos para a 
realização de cursos de qualquer natureza não se enquadra no conceito acima, só 
podendo ser computado para fins de aposentadoria ordinária; 
j) Efetivo exercício no serviço público: Tempo de serviço prestado a Administração 
Pública em sentido latus sensu, incluindo o tempo de cargo, efetivo ou em 
comissão, função pública, ou de emprego público na Administração Pública direta. 
O tempo de labor em empresa pública e sociedade de economia mista da União 
será contado como tempo de “efetivo exercício no serviço público”, para os fins dos 
incisos III, do art. 6º, da EC 41/03, e do inciso II, do art. 3º, da EC 47/05, desde que o 
servidor já exercesse cargo público da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, 
suas autarquias e fundações públicas, na data da promulgação das EC 41/03 e 
20/98; 
10 
 
k) Mapa do Tempo de Serviço: Documento utilizado para instrução do processo de 
aposentadoria, devendo ser apresentado sem rasuras e devendo contar: os dados 
pessoais e funcionais do servidor; o tempo de serviço computado até o dia anterior 
ao da vigência da aposentadoria; regime jurídico ao qual estava submetido antes da 
vigência da Lei n° 8.112/90; afastamentos ocorridos durante a vida funcional do 
servidor; discriminação, ano a ano, do tempo de serviço utilizado para 
aposentadoria, inclusive o averbado; e as designações e dispensas no caso de 
exercício em funções ou cargos comissionados; 
l) Paridade Remuneratória: Revisão dos proventos de aposentadoria e do valor das 
pensões na mesma proporção e na mesma data, sempre que se modificar a 
remuneração dos servidores em atividade, sendo também estendidos aos 
aposentados e pensionistas quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente 
concedidos aos servidores em atividade, inclusive quando decorrentes da 
transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a 
aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão, na forma da 
lei; 
m) Proventos: designação técnica dos valores pecuniários recebidos pelo servidor 
aposentado; 
n) Regra de Transição: Assegura condições mais benéficas de aposentadoria aos 
servidores públicos que tinham expectativas de direito de se aposentar pelo regime 
previdenciário cujas regras foram reformadas pelo Poder Constituinte; 
o) Remuneração do cargo efetivo: Valor do vencimento básico e vantagens 
pecuniárias permanentes estabelecidas em lei, acrescido de adicionais e de 
vantagens de caráter individual permanente; 
p) Requerimento de Aposentadoria: Instrumento pelo qual o servidor requer a 
concessão de aposentadoria de acordo com os fundamentos legais em que se 
enquadra e anexa arquivos relativos à documentação comprobatória necessária à 
análise da solicitação; 
q) Servidor público efetivo: é a pessoa legalmente investida em cargo público criado 
por lei, de provimento efetivo. 
 
 
7. SIGLAS 
 
7.1 Constam deste Manual as seguintes siglas: 
 
a) AFD: Assentamento Funcional Digital; 
b) AR: Aviso de Recebimento; 
c) CGU: Controladoria-Geral da União; 
d) CPF: Cadastro de Pessoa Física; 
e) CLT: Consolidação das Leis do Trabalho; 
f) CTC: Certidão de Tempo de Contribuição; 
g) Doinet: Diários Oficiais em meio eletrônico e digital; 
h) DOU: Diário Oficial da União; 
i) EC: Emenda Constitucional; 
j) INSS: Instituto Nacional do Seguro Social; 
k) LPA: Licença Prêmio por Assiduidade; 
11 
 
l) PAD: Processo Administrativo Disciplinar; 
m) PCA: Provimento de Cargo; 
n) PFU: Provimento de Função; 
o) PSS: Planos da Seguridade Social; 
p) RGPS: Regime Geral de Previdência Social; 
q) SIAPE: Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos; 
r) SIGEPE: Sistema de Gestão de Pessoas; 
s) SIPEC: Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal; 
t) SISAC: Sistema de Apreciação e Registro dos Atos de Admissões e Concessões; 
u) SISACNet: Sistema de Apreciação e Registro dos Atos de Admissões e Concessões 
no Portal TCU; 
v) SISOB: Sistema de Controle de Óbitos; 
w) TAS: Tempo anterior de serviço; 
x) TCU: Tribunal de Contas da União; 
y) UORG: Unidade Organizacional; 
z) VPNI: Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada. 
 
 
12 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - 
APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA 
 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 Benefício previdenciário concedido ao servidor, a seu pedido, após cumprir os requisitos 
estabelecidos na Constituição Federal e em lei. 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Regra Geral (Art. 40, § 1º, inciso III, alíneas a e b da Constituição Federal, com redação 
dada pela EC nº 41/2003): 
 
2.1.1 Os servidores poderão ser aposentados voluntariamente, desde que cumpram os 
seguintes requisitos, de forma cumulativa: 
 
a) tempo mínimo de 10 anos de efetivo exercício no serviço público; 
b) 5 anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria; e 
c) 60 anos de idade e 35 de contribuição, se homem, e 55 anos de idade e 30 de 
contribuição, se mulher, com proventos integrais; ou 
d) 65 anos de idade, se homem, e 60 anos de idade, se mulher, com proventos 
proporcionais; 
 
2.1.2 Os proventos serão calculados pela média aritmética simples, de acordo com o 
estabelecido no art. 1º da Lei nº 10.887, de 2004. 
 
2.2 Regras de Transição: 
 
2.2.1 Conforme Art. 2º da EC 41/2003: 
 
2.2.1.1 O servidor que tenha ingressado regularmente em cargo efetivo na Administração 
Pública, direta, autárquica e fundacional, de qualquer ente da federação, até 16/12/98, poderá 
aposentar-se quando, cumulativamente: 
 
a) Tiver 53 anos de idade, se homem, e 48 anos de idade, se mulher; 
b) Tiver 5 anos de efetivo exercício no cargo em que se dará a aposentadoria; 
c) Contar tempo de contribuição igual, no mínimo, à soma de 35 anos, se homem, e 
30 anos, se mulher, e um período adicional de contribuição equivalente a 20% 
(vinte por cento) do tempo que, em 16/12/98, faltaria para atingir 35 anos de 
contribuição, se homem, e 30 anos de contribuição, se mulher. 
 
2.2.1.2 O professor que, até o dia 16/12/1998, tenha ingressado, regularmente, em cargo efetivo 
de magistério e que opte por aposentar-se por esta regra de transição, terá o tempo de serviço 
exercido até a referida data acrescido de 17% (dezessete por cento), se homem, e de 20% (vinte 
por cento), se mulher, desde que se aposente, exclusivamente, com tempo de efetivo exercício 
nas funções de magistério;
13 
 
2.2.1.3 Os proventos serão calculados pela média aritmética simples, de acordo com o 
estabelecido no art. 1º da Lei nº 10.887, de 2004, sendo reduzidos para cada ano antecipado em 
relação aos limites de idade de 60 anos, se homem, e 55 anos de idade se mulher, na seguinte 
proporção: 
 
Servidor que completar os requisitos até 
31/12/2005 
 Servidor que completar os requisitos a 
partir de 1º/1/2006 
Homem Mulher % a reduzir 
(3,5% a.a) 
 Homem Mulher % a reduzir 
(5% a.a) 
53 48 24,5 53 48 35 
54 49 21 54 49 30 
55 50 17,5 55 50 25 
56 51 14 56 51 20 
57 52 10,5 57 52 15 
58 53 7 58 53 10 
59 54 3,5 59 54 5 
60 55 0 60 55 0 
 
 
2.2.2 Conforme Art. 3º da EC 41/2003 – Regra do direito adquirido: 
 
2.2.2.1 Assegurada a concessão, a qualquer tempo, de aposentadoria aos servidores públicos 
que, em 31/12/2003, tenham cumprido todos os requisitos para obtenção desse benefício por um 
dos seguintes fundamentos, enquanto se encontravam vigentes: 
 
a) art. 40 da Constituição Federal de 1988, em sua redação original; 
b) art. 40 da Constituição Federal de 1988, com redação dada pela Emenda 
Constitucional nº 20, de 1998; 
c) art. 8º da Emenda Constitucional nº 20, de 1998. 
 
2.2.2.2 Os proventos serão calculados tendo por base a remuneração do respectivo servidor no 
cargo efetivo em que se deu aposentadoria, na forma como disciplinar a lei que instituiu cada 
benefício. 
 
2.2.3 Conforme Art. 6º da EC 41/2003: 
 
2.2.3.1 Ao servidor que tenha ingressado em cargo efetivo na Administração Pública, direta, 
autárquica e fundacional, de qualquer ente da federação, até o dia 31/12/2003 poderá aposentar-
se, desde que tenha: 
 
a) 60 anos de idade, se homem, e 55 anos de idade, se mulher; 
b) 35 anos de contribuição, se homem, e 30 anos de contribuição, se mulher; 
c) 20 anos de efetivo exercício no serviço público; 
d) 10 anos de carreira e 5 anos de efetivo exercício no cargo em que se der a 
aposentadoria. 
 
14 
 
2.2.3.2 Será observado as reduções de cinco anos em relação à idade e ao tempo de contribuição 
para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de 
magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio; 
 
2.2.3.3 Os proventos serão calculados tendo por base a remuneração do respectivo servidor no 
cargo efetivo em que se deu aposentadoria, na forma como disciplinar a lei que instituiu cada 
benefício. 
 
2.2.4 Conforme Art. 3º da EC 47/2005: 
 
2.2.4.1 O servidor que tenha ingressado em cargo efetivo na Administração Pública, direta, 
autárquica e fundacional, de qualquer ente da federação, até 16/12/1998 poderá aposentar-se 
desde que preencha, cumulativamente, as seguintes condições: 
 
a) 35 anos de contribuição, se homem, e 30 anos de contribuição, se mulher; 
b) 25 anos de efetivo exercício no serviço público, 15 anos de carreira e cinco anos no 
cargo em que se der a aposentadoria; 
c) idade mínima resultante da redução, relativamente aos limites do art. 40, inciso III, 
alínea a da Constituição Federal, de um ano de idade para cada ano de contribuição 
que exceder a condição prevista no inciso I deste artigo, conforme tabela a seguir. 
 
Homem Mulher 
Contribuição Idade Contribuição Idade 
35 60 30 55 
36 59 31 54 
37 58 32 53 
38 57 33 52 
39 56 34 51 
40 55 35 50 
... ... ... ... 
 
2.2.4.2 Os proventos serão calculados tendo por base a remuneração do respectivo servidor no 
cargo efetivo em que se deu aposentadoria, na forma como disciplinar a lei que instituiu cada 
benefício; 
 
2.2.5 Aposentadorias Especiais: 
 
2.2.5.1 Aos servidores que exercem suas atividades sob condições especiais que prejudiquem a 
saúde ou a integridade física será assegurado aposentadoria especial, observando-se os 
procedimentos estabelecidos na Orientação Normativa SEGEP/MP nº 16, de 23 de dezembro de 
2013; 
 
2.2.5.1.1 Os proventos serão calculados pela média aritmética simples, de acordo com o 
estabelecido no art. 1º da Lei nº 10.887, de 2004. 
 
2.2.5.2 Professor (§ 5º do art. 40 da Constituição Federal); 
 
15 
 
2.2.5.2.1 Os servidores ocupantes de cargo efetivo de professor e que comprove exclusivamente 
tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino 
fundamental e médio poderão ser aposentados voluntariamente, desde que cumpram os 
seguintes requisitos, de forma cumulativa: 
 
a) Tempo mínimo de 10 anos de efetivo exercício no serviço público; 
b) 5 anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria; e 
c) 55 anos de idade e 30 de contribuição, se homem, e 50 anos de idade e 25 de 
contribuição, se mulher, com proventos integrais. 
 
2.2.5.2.2 Os proventos serão calculados pela média aritmética simples, de acordo com o 
estabelecido no art. 1º da Lei nº 10.887, de 2004. 
 
2.2.5.3 Aposentadoria policial: 
 
2.2.5.3.1 O servidor público policial será aposentado, desde que cumpra os seguintes requisitos: 
 
a) após 30 (trinta) anos de contribuição, desde que conte, pelo menos, 20 (vinte) anos 
de exercício em cargo de natureza estritamente policial, se homem; ou 
b) após 25 (vinte e cinco) anos de contribuição, desde que conte, pelo menos, 15 
(quinze) anos de exercício em cargo de natureza estritamente policial, se mulher. 
 
2.2.5.3.2 Não se faz necessário cumprimento mínimo de idade. 
 
2.2.5.4 Os proventos serão calculados tendo por base a remuneração do respectivo servidor no 
cargo efetivo em que se deu aposentadoria, na forma como disciplinar a lei que instituiu cada 
benefício. 
 
2.3 Outras informações gerais: 
 
2.3.1 A aposentadoria voluntária vigorará a partir da data da publicação do respectivo ato no 
Diário Oficial da União; 
 
2.3.2 Na fixação da data de ingresso no serviço público, para fins de verificação do direito de 
opção pelas regras de transição, quando o servidor tiver ocupado, sem interrupção, sucessivos 
cargos na Administração Pública direta, autárquica e fundacional, em qualquer dos entes 
federativos, será considerada a data da investidura mais remota dentre as ininterruptas. 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1 Documento inicial do processo: Requerimento de Concessão de Aposentadoria, constante 
do Anexo II. 
 
3.2 A análise do pleito exige a apresentação, pelo requerente, da documentação relacionada 
a seguir: 
 
a) Certidões original de tempo de contribuição/serviço. 
16 
 
b) Cópia da última Declaração do Imposto de Renda ou Declaração de Bens e Valores; 
c) Declaração de acumulação de cargo; 
d) Declaração de que não responde a processo administrativo disciplinar; 
e) Cópia da Carteira de Identidade, do CPF e do Título de Eleitor (autenticado ou 
conferido com original por servidor). 
 
3.2.1 Para os requerimentos amparados na Súmula Vinculante nº 33 (Aposentadorias 
Especiais): 
 
a) Requerimento do servidor; 
b) Declaração do Tempo de Atividade Especial, conforme Anexo I à Orientação 
Normativa SEGEP/MP nº 16, de 2013. 
 
3.2.2 Para os requerimentos com amparo em decisão proferida em mandado de injunção 
(Aposentadorias Especiais): 
 
a) Cópia da decisão em mandado de injunção, na qual conste o nome do substituído 
ou da categoria profissional, quando for o caso; 
b) Declaração ou contracheque que comprove o vínculo com o substituto na ação, 
quando for o caso; 
c) Pronunciamento fundamentado e conclusivo da área de assessoramento jurídico do 
órgão ou entidade quanto à força executória da decisão, quanto à eficácia temporal 
e aos efeitos da decisão judicial no âmbito administrativo, nos termos da Portaria 
Normativa SEGRT/MP nº 6, de 11 de outubro de 2016 e Portaria MP nº 17, de 6 de 
fevereiro de 2001; 
d) Declaração de Tempo de Atividade Especial, conforme Anexo I da Orientação 
Normativa SEGEP/MP nº 16, de 2013. 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
 
a) Art. n° 40, inciso III da Constituição Federal/88, com a redação dada pela Emenda 
Constitucional nº 20, de 1998, e 41, de 2003; 
b) Emenda Constitucional nº 041, de
31 de dezembro de 2003; 
c) Emenda Constitucional nº 047, de 05 de julho de 2005; 
d) Lei nº 10887/2004, de 18 de junho de 2004; 
e) Lei nº 8213/1991, de 24 de julho de 1991; 
f) Orientação Normativa SRH MP nº 08, de 5 de novembro de 2010; 
g) Orientação Normativa SEGEP MP nº 15, de 23 de dezembro de 2013; 
h) Orientação Normativa SEGEP MP nº 16, de 23 de dezembro de 2013. 
 
4.2 Legislação complementar: 
 
a) Lei nº 9.624, de 02 de abril de 1998; 
b) Orientação Normativa 10, de 1º de outubro de 1999; 
c) Instrução Normativa SEAP n° 01, de 17 de fevereiro de 1999; 
17 
 
d) Orientação Normativa 74, de 1º de fevereiro de 1991; 
e) Instrução Normativa SEAP 05, de 28 de abril de 1999; 
f) Orientação Normativa 111, de 27 de maio de 1991; 
g) Art. n° 40, inciso III da Constituição Federal/88, com a redação dada pela Emenda 
Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998; 
h) Lei n° 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
i) Orientação Normativa DRH/SAF n° 38, de 7 de janeiro de 1991; 
j) Orientação Normativa nº 63, de 18 de janeiro de 1991; 
k) Lei n° 7.713, de 22 de dezembro de 1988, alterada pela Lei n° 8.541, de 23 de 
dezembro de 1992; 
l) Parecer SAF n° 87, de 05 de março de 1992; 
m) Decreto nº 7.862/2012, de 8 de dezembro de 2012; 
n) Lei nº 9.527, de 10 de dezembro de 1997; 
o) Ofício circular n° 43, de 17 de outubro de 1996, MARE; 
p) Emenda Constitucional nº 019, de 04 de junho de 1998; 
q) Emenda Constitucional nº 020, de 16 de dezembro de 1998; 
r) Acórdão TCU 3009/2007 - Segunda Câmara, publicado em 25 de outubro de 2007; 
s) Orientação Normativa SRH/MPOG nº 7, de 20 de novembro de 2007. Suspensa pelo 
Ofício-Circular SRH/MP nº 5, de 24 de julho de 2013; 
t) Súmula Vinculante nº 33 do Supremo Tribunal Federal, de 09 de abril de 2014; 
u) Instrução Normativa MPS/SPS nº 1, de 22 de julho de 2010, da Secretaria de 
Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência Social; 
v) Instrução Normativa INSS/PRES nº 45, de 6 de agosto de 2010, do Instituto Nacional 
do Seguro Social; 
w) Acórdão TCU 1176/2015 – Plenário; 
x) Acordão TCU 1838/2015 – 1ª Câmara; 
y) Orientação Normativa nº 1, de 2 de janeiro de 2017. 
 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1 Procedimentos de análise dos requisitos para Aposentadoria Voluntária: 
 
5.1.1 Receba a documentação; 
 
5.1.2 Verifique, dentre os documentos anexados e constantes do assentamento funcional do 
servidor, aqueles necessários para efeito de aposentadoria, tais como: 
 
a) Certidões original de tempo de contribuição/serviço; 
b) Cópia da última Declaração do Imposto de Renda ou Declaração de Bens e Valores; 
c) Declaração de acumulação de cargo; 
d) Declaração de que não responde processo administrativo; 
e) Cópia da Carteira de Identidade, do CPF e do Título de Eleitor (autenticado ou 
conferido com original por servidor). 
 
5.1.3 Verifique se todos os campos de preenchimento obrigatório do formulário de 
requerimento foram preenchidos; 
18 
 
 
5.1.4 Verifique se foram prestadas as declarações exigidas no formulário de requerimento; 
 
5.1.5 Compare os dados do requerente com as informações constantes do SIAPE; 
 
5.1.6 Verifique se constam do processo as portarias de designação e dispensa das funções 
exercidas pelo servidor, para os casos em que o servidor perceba a VPNI referente a incorporação 
de função (Rubrica 82106 - VPNI Art.62-A Lei Nº 8.112/90 – AT); 
 
5.1.7 Solicite, caso haja algum documento ou informação faltante, a devida complementação, 
mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR). 
 
5.2 Avaliação do histórico funcional do servidor: 
 
5.2.1 Avalie o histórico funcional do servidor nas seguintes fontes: 
 
a) Assentamento Funcional Digital: https://afd.planejamento.gov.br/; 
b) Boletim de Serviço: https://boletim.planejamento.gov.br/; 
c) Doinet: www.doinet.com.br/assinante/pesquisa_do.aspx; 
d) Verifique o cadastro SIAPE e atualize mediante informações constantes na 
documentação pessoal, AFD e certidão de tempo de contribuição, nos módulos de 
provimento de cargo, averbação de tempo de serviço, base de contribuições, 
afastamentos, anuênio, LPA e funções exercidas. 
 
5.3 Simulação das condições para aposentadoria, realizando os seguintes procedimentos: 
 
5.3.1 Acesse a transação >CASIAPOSEN; 
 
5.3.2 Informe a matrícula, o nome ou o CPF do servidor; 
 
5.3.3 Será apresentado o campo de opção para contagem em dobro da Licença Prêmio por 
Assiduidade, S-sim ou N-não. Se a opção for “Sim”, assinale os períodos que serão utilizados para a 
contagem em dobro para a aposentadoria; 
19 
 
 
 
 
Observação: Feita a opção acima o sistema apresentará as informações gerais do servidor, tais 
como data de nascimento, sexo, data de início no serviço público, idade, tempo no serviço público, 
tempo de serviço/contribuição, tempo no cargo, tempo na carreira. 
 
5.3.4 Após a apresentação pelo sistema das informações gerais do servidor, avance para a tela 
seguinte; 
 
 
20 
 
 
 
5.3.5 Indique o fundamento legal, que poderá obter consultando pela tecla PF1, para os quais a 
escolha da nomenclatura visou à otimização dos caracteres disponibilizados pelo sistema. A 
abreviatura CF refere-se a Constituição Federal; EC a Emenda Constitucional; e L a Lei, seguidos de 
seus artigos, parágrafos, incisos e alíneas. 
 
Observação: As combinações com o art. 190 da Lei nº 8112/90 estão disponibilizadas logo após o 
respectivo fundamento legal. 
 
5.3.6 Verifique os códigos dos fundamentos legais, que estarão assim disponibilizados: 
 
 A partir do 017001: fundamentos da Lei complementar 51 de 1985, aposentadoria 
especial do policial; 
 A partir do 018010: fundamentos baseados no art. 40 da Constituição Federal na 
sua redação Original, vigentes até 16 de dezembro de 1998; 
 A partir do 019001: fundamentos baseados na Constituição Federal de 1967, 
vigentes até 05 de outubro de 1988; 
 A partir do 020001: fundamentos com base na Emenda Constitucional nº 20/98 
vigentes até 31 de dezembro de 2003; 
 A partir do 021001: fundamentos com base na Constituição Federal de 1946, 
vigentes de 28 de outubro de 1952 a 14 de março de 1967; 
 A partir do 041001: fundamentos com base na Emenda Constitucional nº 41/03; 
 A partir do 047001: fundamentos baseados na Emenda Constitucional nº 47/05. 
 
 
 
 
21 
 
Observação: Escolhido o fundamento será informado se o servidor preenche ou não os requisitos 
para aposentar-se pelo fundamento escolhido. 
 
 
 
5.3.7 Preencha S (Sim) no campo “Verificar detalhes do fundamento” para verificar as demais 
informações relativas ao fundamento legal escolhido, tais como: tipo de cálculo, embasamento 
legal e data de preenchimento de requisitos para obtenção da aposentadoria e do abono de 
permanência, e valor do provento se esse for pela média das contribuições; 
 
 
22 
 
5.3.8 Verifique o resultado do valor do provento. 
 
 
 
 
Observação: Quando o Servidor preenche os requisitos do fundamento legal escolhido, o sistema 
mostra a opção de imprimir o requerimento de aposentadoria ou o de abono de permanência. 
 
 
23 
 
5.4 Avaliação dos requisitos para aposentadoria do servidor: 
 
5.4.1 Analise se o requerente atende ao requisito legal assinalado no formulário de 
requerimento para concessão da aposentadoria, com base, inclusive, nas informações relativas à 
simulação das condições de aposentadoria; 
 
5.4.2 Caso o requerente não atenda aos requisitos para concessão, envie Ofício com AR para o 
requerente, informando sobre o indeferimento da solicitação e os motivos da decisão; 
 
5.4.3 Se a documentação estiver completa e as informações suficientes, continue a análise, 
envie Ofício para o requerente, informando que o processo já foi analisado e encontra-se na fase 
de conclusão dos procedimentos formais de concessão. 
 
5.5 Elaboração e assinatura dos documentos para concessão: 
 
5.5.1 Elabore Nota Técnica com as informações relativas à análise do requerimento;
5.5.2 Elabore Portaria de formalização da concessão do requerimento; 
 
5.5.3 Disponibilize os documentos para assinatura das instâncias competentes. 
 
5.6 Procedimentos para publicação no Diário Oficial da Portaria de Concessão de 
Aposentadoria: 
 
5.6.1 Formate texto da Portaria conforme exigido pela Imprensa Nacional; 
 
5.6.2 Acesse o Sistema de Envio Eletrônico de matérias – INCom por meio do endereço 
https://incom.in.gov.br/; 
 
5.6.3 Inclua arquivo; 
 
5.6.4 Visualize o arquivo incluído; 
 
5.6.5 Transmita o arquivo para publicação; 
 
5.6.6 Verifique, no dia útil seguinte, a publicação da portaria; 
 
5.6.7 Anexe a publicação do DOU ao processo; 
 
5.6.8 Informe, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR) ao servidor, a 
publicação da Portaria de Concessão de Aposentadoria no DOU. 
 
5.7 Procedimentos para implementação da aposentadoria do servidor no SIAPE: 
 
5.7.1 Acesse o Sistema SIAPE, Módulo Aposentadoria, transação >CAAPSERVID; 
 
5.7.2 Preencha as informações conforme a seguir e avance para a tela seguinte: 
24 
 
 
 
a) Identificação do servidor; 
b) Fundamento legal; 
c) Data de vigência; 
d) Opção de utilização da LPA em dobro; 
 
5.7.3 Continue o preenchimento das informações conforme a seguir: 
 
 
 
25 
 
a) Se é sentença judicial ou não; 
b) UORG de localização; 
c) Número do processo de aposentadoria; 
d) Documento legal (neste módulo, o mesmo é editado dentro da própria transação de 
aposentadoria, devendo ser informado o número, UORG, ano e tipo. Para cadastrá-
lo, utilizar as teclas PF2, dando como assunto 59 – Aposentadoria, e preenchendo as 
datas de emissão, vigência e publicação; PF4; PF3; ENTER; selecionar o documento; 
ENTER). 
 
Observação: Após preenchimento dos dados solicitados, quando o cálculo da aposentadoria se 
der pela média aritmética, aparecerá tela informando o valor dos proventos aos quais o Servidor 
fará jus. 
 
5.7.4 Informe “S” (sim) ou “N” (não), para indicação quanto a continuidade da função, no caso 
do servidor em exercício de função de confiança; 
 
26 
 
 
 
5.7.5 5.7.6Inclua as informações exigidas, de acordo com as informações constantes do 
processo e do requerimento de aposentadoria; 
 
5.7.6 Calcule, através da transação >FPCLPAGTO, o valor da folha de pagamento; 
 
 
 
Observação: Não há registro a ser feito, a folha de pagamento é calculada com base no registro da 
aposentadoria. 
27 
 
5.7.7 Observe a data de inclusão da aposentadoria no SIAPE; 
 
5.7.8 Para aposentadoria com cálculo de provento com paridade, cuja data da vigência seja 
diferente do dia primeiro do mês em curso, e seja registrada no SIAPE antes do fechamento da 
folha daquele mesmo mês, informe, por meio da transação >FPATMOVFIN, a ficha financeira do 
servidor aposentado, discriminando as rubricas e valores devidos nas situações distintas (ativo – 
EST01 e aposentado – EST02). 
 
Observação: Para os casos acima, a necessidade de impostação manual dos valores da ficha 
financeira se dá em razão do sistema não gerar automaticamente as rubricas, pelo fato de ter 
havido alteração de situação funcional em meados do mês. 
 
5.7.9 Para a emissão de ficha financeira que demonstre os valores correspondentes ao 
provento, execute a transação >FPCLPAGTO, observando a data da vigência da aposentadoria, 
caso a vigência tenha sido diferente do dia 01 do mês, 
 
5.7.9.1 Aguarde a abertura da folha do mês posterior e executar a citada transação; 
 
5.7.10 Emita demonstrativo com os registros e os acertos realizados; 
 
5.7.11 Salve o demonstrativo em arquivo extensão PDF; 
 
5.7.12 As aposentadorias com cálculo de provento pela média aritmética somente terão 
permissão para serem incluídas no sistema SIAPE, após a publicação e registro no SIAPE, do índice 
de atualização das contribuições para cálculo do salário de benefício, publicado mensalmente pelo 
Ministério da Previdência. Para o correto cálculo desse provento, registre os valores referentes as 
remunerações e salários contribuições, constantes das certidões de tempo de contribuição 
averbadas, na base de PSS, transação >CAATCONPSS; 
 
5.7.13 Acesse a transação >CAATCONPSS e informe a matrícula do servidor. O sistema abrirá o 
campo INFORMAR O ANO. Uma vez registrado, o sistema abrirá tela com os meses daquele ano. 
Assinale os meses que sofrerão alterações ou registro de valores. Em seguida opte pela alteração 
ou registro desejado, se PSS ou RPPS/SALARIO CONTRIB. RGPS; 
 
5.7.14 Opte por RPPS/SALARIO CONTRIB. RGPS, o sistema apresentará o campo TIPO 
REMUNERACAO, com as alternativas 0 - ZERA VALOR, 1 - RPPS-REMUNERACAO e 2 - RGPS-
SAL.CONTRIB. 
 
Observação 1: Quando existir informação de PSS na base de dados, o sistema não permitirá o 
registro da remuneração ou salário contribuição, devendo ser zerado o valor do PSS, para que se 
permita a alteração. 
 
Observação 2: A correção pelo índice de atualização do RGPS será por rotina interna do sistema, 
não cabendo ao usuário nenhum procedimento. Esta informação poderá ser atualizada sempre 
que necessário, porém o último registro é o que prevalece. 
 
28 
 
Observação 3: Afastamentos não remunerados, previsto no Regime Jurídico Único, que tenha 
ocorrido contribuição para o PSS, por meio de GRU até 02/09/2010 e a partir de 03/09/2010 
passou a ser arrecadada por meio de DARF, também, será necessário que conste no cadastro do 
servidor, o registro da ocorrência de afastamento e inclusão do tempo de contribuição no módulo 
de Tempo Anterior de Serviço, mediante comprovante de recolhimento, que deverá ser anexado 
ao processo de aposentadoria. Para averbação do tempo de contribuição, utilize os parâmetros: 
 
 NATUREZA JURIDICA: 19 (Serviço Público Federal/GRU) 
 REGIME JURIDICO: 02 (Regime Jurídico Único) 
 TIPO ATIV.EXTERNA: 166 (Atividade Externa GRU/DARF) 
 
 
 
5.8. Procedimentos para impressão do Mapa de Tempo de Serviço/Contribuição do 
Histórico Funcional do Servidor: 
 
5.8.1 Acesse a transação >CAEMTRQAPO; 
 
5.8.2 Selecione todos os itens para fins de impressão de todas as informações disponíveis no 
Mapa, a seguir discriminados: 
 
29 
 
 
 
a) Identificação do servidor: nome; CPF; data de nascimento; matrícula SIAPE; 
matrícula SIAPECad; cargo; posicionamento; 
b) Tempo líquido de serviço: informações contidas no Provimento de Cargo (PCA); 
c) Averbações Anteriores: informações do Tempo anterior de serviço (TAS); 
d) Contagem de Tempo de Serviço em dobro: informações referentes à Licença 
Prêmio por Assiduidade (LPA); 
e) Tempo de Serviço Geral: a soma de todos os tempos (PCA + TAS + LPA em dobro); 
f) Frequência Geral: o tempo contado em dias e com o detalhamento informado no 
PCA, TAS e afastamentos; 
g) Ocorrências de Afastamento que incidem para Aposentadoria: detalhamento em 
dias das ocorrências de afastamento que serão descontados do tempo de serviço 
do servidor; 
h) Concessões e Gozo de LPA: apresentam os períodos aquisitivos e a quantidade de 
dias gozados ou não; 
i) Detalhamento dos Tempos Averbados: informações referentes ao TAS, mostrando 
o órgão/empresa, atividade, natureza jurídica, regime jurídico, período e o tempo 
em dias; 
j) Funções Exercidas (no órgão e averbadas): apresentam as funções exercidas pelo 
servidor informadas no Provimento de Função (PFU) e na Averbação de Função 
(AVERFUNCAO). 
 
5.8.3 Imprima (em formato PDF) as informações disponibilizadas; 
 
Observação: A impressão do mapa deve ser realizada após a inclusão da aposentadoria no 
sistema. 
 
5.8.4 Anexe o Mapa do Tempo de Serviço do servidor ao processo. 
30 
 
 
5.9. Emissão do título de inatividade na concessão da aposentadoria e nas situações em que 
houver alteração da aposentadoria desde a vigência da mesma: 
 
5.9.1 Acesse o Sistema SIAPE; 
 
5.9.2 Emita e imprima Título de Inatividade, por meio da transação >CAEMTITINA; 
 
5.9.3 Quando o cálculo da aposentadoria
se der pela média aritmética, selecione, na mesma 
transação, a opção CÁLCULO MÉDIA ARITMÉTICA. 
 
Observação: O TÍTULO DE INATIVIDADE, também denominado abono provisório, é um resumo do 
processo de aposentadoria; o item CÁLCULO MÉDIA ARITMÉTICA é a planilha de cálculo da média 
na data da aposentadoria, outra peça exigida para anexação do processo de aposentadoria; o item 
80% MAIORES é o demonstrativo das remunerações utilizadas para o cálculo do provento pela 
média aritmética. 
 
 
 
5.9.4 Anexe o Título de Inatividade ao processo; 
 
5.9.5 Solicite a assinatura das instâncias competentes; 
 
5.9.6 Envie o processo à área responsável pelo pagamento de pessoal, solicitando providências 
relativas ao registro e acerto (quando necessário), dos valores a serem recebidos pelo servidor 
aposentado, no Sistema SIAPE. 
 
5.10 Procedimentos a serem realizados para registro da concessão no sistema do Tribunal de 
Contas da União - SISACNet, via Portal TCU: 
31 
 
5.10.1 Acesse o SISACNet, via Portal do TCU; 
 
5.10.2 Imposte as informações relativas ao processo de concessão de aposentadoria em 
formulário eletrônico específico, em até 60 dias a contar da data da publicação da aposentadoria 
no DOU, com base na IN 55 TCU/2007; 
 
5.10.3 Envie o formulário; 
 
5.10.4 Imprima o formulário em formato PDF; 
 
5.10.5 Anexe o formulário ao processo. 
 
5.11 Procedimentos para arquivamento da documentação no Assentamento Funcional 
Digital do servidor: 
 
5.11.1 Verifique a lista da documentação exigida para inclusão no AFD por meio do endereço 
https://www.servidor.gov.br/gestao-de-pessoas/assentamento-funcional-digital/tabela-de-
documentos-funcionais; 
 
5.11.2 Digitalize ou imprima, em formato PDF, a documentação relativa a aposentadoria do 
servidor; 
 
5.11.3 Acesse o Sistema AFD, endereço https://afd.planejamento.gov.br/; 
 
5.11.4 Inclua a matrícula ou CPF do servidor no campo “Pesquisar”; 
 
5.11.5 Clique no botão Incluir Documento; 
 
5.11.6 Preencha os campos de registro do documento; 
 
5.11.7 Clique em “Selecionar arquivo”, para buscar o arquivo a ser anexado; 
 
5.11.8 Selecione o arquivo e confirme. 
 
5.12 Procedimentos a serem realizados após decisão do TCU pela legalidade da concessão da 
aposentadoria no AFD: 
 
5.12.1 Receba o Acórdão emitido pelo TCU; 
 
5.12.2 Digitalize ou imprima, em formato PDF, o Acórdão relativo a aposentadoria do servidor; 
 
5.12.3 Acesse o Sistema AFD, por meio do endereço https://afd.planejamento.gov.br/; 
 
5.12.4 Inclua a matrícula ou CPF do servidor no campo “Pesquisar”; 
 
5.12.5 Clique no botão Incluir Documento para anexar o Acórdão do TCU no processo relativo ao 
servidor; 
 
32 
 
5.12.6 Preencha os campos relativos ao registro do documento; 
 
5.12.7 Clique em “Selecionar arquivo”, para buscar o arquivo a ser anexado; 
 
5.12.8 Selecione o arquivo e confirme. 
 
5.13 Procedimentos a serem realizados após decisão do TCU pela legalidade da concessão da 
aposentadoria para registro no SIAPE: 
 
5.13.1 Acesse o sistema SIAPE, transação >CAIFLEGTCU; 
 
5.13.2 Imposte as informações solicitadas, de acordo com o Acórdão do TCU. 
 
 
 
5.14 Procedimentos decorrentes de julgamento do TCU (Acórdão), pela ilegalidade da 
concessão da aposentadoria: 
 
5.14.1 Proceda de acordo com as orientações contidas no manual, dos processos de 
Encerramento da aposentadoria e Retorno à Atividade. 
 
5.15 Procedimentos decorrentes de diligência demandada em manifestação da CGU ou do 
TCU (Acórdão): 
 
5.15.1 Proceda de acordo com as orientações contidas no manual do processo de Revisão de 
Aposentadoria. 
 
 
 
33 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - 
 APOSENTADORIA POR INVALIDEZ 
 
1. CONCEITO 
 
1.1. O servidor será aposentado, mediante laudo médico homologado por uma junta médica 
oficial, por invalidez permanente, sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição, 
exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa 
ou incurável, na forma da lei. 
 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1. A aposentadoria por invalidez será sugerida caso seja constatada, a qualquer tempo, a 
impossibilidade de reversão da condição e não for possível a readaptação, ou ainda, expirado o 
prazo de 24 meses de afastamento pela mesma enfermidade, ou doenças correlatas; 
 
2.2. A Junta Oficial poderá propor a aposentadoria por invalidez a qualquer momento, mesmo 
antes de completados os 24 meses de afastamento por motivo de saúde, ininterruptos ou não, 
uma vez confirmada a impossibilidade de retorno à atividade; 
 
2.3. Os proventos serão calculados pela média aritmética simples, de acordo com o 
estabelecido no art. 1º da Lei nº 10.887, de 2004, exceto para o servidor que tenha ingressado no 
serviço público até 31/12/2003, em que se calculará com base na remuneração do respectivo 
servidor no cargo efetivo em que se deu aposentadoria, na forma como disciplinar a lei que 
instituiu cada benefício; 
 
2.4. Em regra, os proventos serão proporcionais ao tempo de contribuição, exceto nos casos 
de invalidez decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa 
ou incurável, na forma do § 1º do art. 186 da Lei nº 8.112, de 1990, em que serão integrais; 
 
2.5. A aposentadoria por invalidez vigorará a partir da data da publicação do respectivo ato no 
Diário Oficial da União. 
 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1. Documento inicial do processo: Laudo médico ou processo de acidente em serviço; 
 
3.1.1. LAUDO MÉDICO: emitido por Junta Médica Oficial e assinado por, no mínimo, 3 (três) 
médicos, contendo: 
 
a) Data de início da invalidez; 
b) Data do início da doença; 
c) Data de início da incapacidade definitiva; 
d) Nome da doença, se a incapacidade decorre de doença prevista no § 1º, do art. 
186, da Lei nº 8.112/90; 
34 
 
e) Informação se a incapacidade decorre de acidente em trabalho; 
f) Informação se a incapacidade decorre de moléstia profissional. 
Observação: O laudo médico substitui o requerimento do Servidor nos processos de 
aposentadoria por invalidez, portanto, não há necessidade de ser anexado o requerimento. 
3.1.2. PROCESSO DE ACIDENTE EM SERVIÇO: deverá ser apensado ao processo de 
aposentadoria, os autos originais que trataram do acidente do servidor. 
 
3.2. Após a liberação de laudo médico, a unidade de gestão de pessoas deverá solicitar ao 
servidor os seguintes documentos: 
 
a) Certidões originais de tempo de contribuição/serviço; 
b) Cópia da última Declaração do Imposto de Renda ou Declaração de Bens e Valores; 
c) Declaração de acumulação de cargo; 
d) Declaração de que não responde processo administrativo; 
e) Cópia da Carteira de Identidade, do CPF e do Título de Eleitor (autenticado ou 
conferido com original por servidor); 
f) Termo de Curatela nos casos de alienação mental e cópias autenticadas do CPF e 
carteira de identidade do Curador. 
 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1. Legislação principal: 
 
a) Art. 40, inciso I da Constituição Federal de 1988 (com redação dada pela Emenda 
Constitucional nº 20/98); 
b) Emenda Constitucional nº 019, de 04 de junho de 1998; 
c) Emenda Constitucional nº 020, de 16 de dezembro de 1998; 
d) Emenda Constitucional nº 070, de 29 de março de 2012; 
e) Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
f) Lei nº 9.527, de 10 de dezembro de 1997; 
g) Lei nº 10.887/2004, de 18 de junho de 2004. 
 
4.2. Legislação complementar: 
 
a) Lei nº 7.713, de 22 de dezembro de 1988 alterada pela Lei nº 8.541, de 23 de 
dezembro de 1992; 
b) Lei nº 11.052/2004, de 29 de dezembro de 2014; 
c) Decreto nº 7.862, de 8 dezembro de 2012; 
d) Orientação Normativa MPS/SPS nº 01, de 23 de janeiro de 2007; 
e) Orientação Normativa nº 1, de 2 de janeiro de 2017; 
f) Manual de Perícia Oficial em Saúde do Servidor Público federal; 
g) Acórdão TCU 1176/2015 – Plenário. 
 
 
 
35 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1. Procedimentos a serem realizados para análise da fundamentação
legal de 
aposentação: 
 
5.1.1. Receba a documentação; 
 
5.1.2. Verifique se a aposentadoria é em decorrência de acidente em serviço, moléstia 
profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, na forma do § 1º do art. 186 da Lei nº 
8.112, de 1990, constante no laudo médico, caso em que a aposentadoria é integral, ou se é 
proporcional, nos demais casos; 
 
5.1.3. Analise a data de ingresso no serviço público, o que determina a paridade ou não e 
influencia o cálculo do provento; 
 
5.1.4. Na fixação da data de ingresso no serviço público, quando o servidor tiver ocupado, sem 
interrupção, sucessivos cargos na Administração Pública direta, autárquica e fundacional, em 
qualquer dos entes federativos, considere a data da investidura mais remota dentre as 
ininterruptas; 
 
5.1.5. Notifique o servidor, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR), sobre o 
processo de aposentadoria e solicite a documentação necessária para prosseguir com a 
concessão; 
 
5.1.6. Receba a documentação enviada pelo servidor e avalie a suficiência da documentação e 
informações. Caso necessário, solicite complementação da documentação, mediante comunicação 
oficial. 
 
 
5.2 Procedimentos para avaliação do histórico funcional do servidor: 
 
5.2.1 Avalie o histórico funcional do servidor nas seguintes fontes: 
 
a) Assentamento Funcional Digital: https://afd.planejamento.gov.br; 
b) Boletim de Serviço: https://boletim.planejamento.gov.br/; 
c) Doinet: www.doinet.com.br/assinante/pesquisado.aspx; 
d) Verifique o cadastro SIAPE e atualize mediante informações constantes na 
documentação pessoal, AFD e certidão de tempo de contribuição, nos módulos de 
Provimento de cargo, averbação de tempo de serviço, Base de contribuições, 
afastamentos, anuênio, LPA e funções exercidas. 
 
5.3 Procedimentos para simulação das condições para aposentadoria, realizando os 
seguintes procedimentos: 
 
5.3.1 Acesse a transação >CASIAPOSEN; 
 
5.3.2 Informe a matrícula, nome ou CPF do servidor; 
36 
 
 
5.3.3 Será apresentado o campo de opção para contagem em dobro da Licença Prêmio por 
Assiduidade, S-sim ou N-não. Se a opção for “Sim”, assinale os períodos que serão utilizados para a 
contagem em dobro para a aposentadoria; 
 
 
 
Observação: Feita a opção acima o sistema apresentará as informações gerais do servidor, tais 
como data de nascimento, sexo, data de início no serviço público, idade, tempo no serviço público, 
tempo de serviço/contribuição, tempo no cargo, tempo na carreira. 
 
5.3.4 Após a apresentação pelo sistema das informações gerais do servidor, clique na opção de 
“avançar”; 
 
37 
 
 
 
5.3.5 Indique o fundamento legal, que poderá obter consultando pela tecla PF1, para os quais a 
escolha da nomenclatura visou à otimização dos caracteres disponibilizados pelo sistema. A 
abreviatura CF refere-se a Constituição Federal; EC a Emenda Constitucional; e L a Lei, seguidos de 
seus artigos, parágrafos, incisos e alíneas. 
 
5.3.6 Verifique as combinações com o art. 190 da Lei nº 8112/90, que estão disponibilizadas logo 
após o respectivo fundamento legal; 
 
5.3.6.1 Os códigos dos fundamentos legais estarão assim disponibilizados: 
 
 A partir do 017001: fundamentos da Lei complementar 51 de 1985, aposentadoria 
especial do policial; 
 A partir do 018010: fundamentos baseados no art. 40 da Constituição Federal na 
sua redação original, vigentes até 16 de dezembro de 1998; 
 A partir do 019001: fundamentos baseados na Constituição Federal de 1967, 
vigentes até 05 de outubro de 1988; 
 A partir do 020001: fundamentos com base na Emenda Constitucional nº 20/98 
vigentes até 31 de dezembro de 2003; 
 A partir do 021001: fundamentos com base na Constituição Federal de 1946, 
vigentes de 28de outubro de 1952 a 14 de março de 1967; 
 A partir do 041001: fundamentos com base na Emenda Constitucional nº 41/03; 
 A partir do 047001: fundamentos baseados na Emenda Constitucional nº 47/05. 
 
38 
 
 
 
Observação: Escolhido o fundamento, será informado se o servidor preenche ou não os requisitos 
para se aposentar. 
 
 
5.3.7 Preencha S (Sim) no campo “Verificar detalhes do fundamento” para checar as demais 
informações relativas ao fundamento legal escolhido, tais como: tipo de cálculo, embasamento 
legal e data de preenchimento de requisitos para obtenção da aposentadoria e do abono de 
permanência, e valor do provento se esse for pela média das contribuições; 
39 
 
 
 
 
5.3.8 Verifique o resultado do valor do provento; 
 
 
Observação: Quando o Servidor preenche os requisitos do fundamento legal escolhido, o sistema 
mostra a opção de imprimir o requerimento de aposentadoria ou o de abono de permanência. 
 
40 
 
 
 
5.4 Procedimentos para elaboração e assinatura dos documentos para concessão: 
 
5.4.1 Elabore Nota Técnica com as informações relativas à análise do requerimento; 
 
5.4.2 Elabore Portaria de formalização da concessão; 
 
5.4.3 Disponibilize os documentos para assinatura das instâncias competentes. 
 
5.5 Procedimentos para publicação no Diário Oficial da Portaria de Concessão de 
Aposentadoria: 
 
5.5.1 Formate texto da Portaria conforme exigido pela Imprensa Nacional; 
 
5.5.2 Acesse o Sistema de Envio Eletrônico de Matérias – INCom por meio do endereço 
https://incom.in.gov.br/; 
 
5.5.3 Inclua arquivo; 
 
5.5.4 Visualize o arquivo incluído; 
 
5.5.5 Transmita o arquivo para publicação; 
 
5.5.6 Verifique, no dia útil seguinte, a publicação da portaria; 
 
5.5.7 Anexe a publicação do DOU ao processo; 
 
41 
 
5.5.8 Informe, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com Aviso de Recebimento – AR, 
este último apenas quando estritamente necessário) ao Servidor, a publicação da Portaria de 
Concessão de Aposentadoria no DOU. 
 
5.6 Procedimentos para implementação da aposentadoria do servidor no SIAPE: 
 
5.6.1 Acesse o Sistema SIAPE, Módulo Aposentadoria, transação >CAAPSERVID; 
 
5.6.2 Preencha as informações a seguir e avance para a tela seguinte: 
 
 
 
a) Identificação do servidor; 
b) Fundamento legal; 
c) Data de vigência; 
d) Opção de utilização da LPA em dobro; 
 
5.6.3 Continue o preenchimento das informações conforme a seguir: 
42 
 
 
 
a) Se é sentença judicial ou não; 
b) UORG de localização; 
c) Número do processo de aposentadoria; 
d) Documento legal (neste módulo, o mesmo é editado dentro da própria transação 
de aposentadoria, devendo ser informados o número, UORG, ano e tipo. Para 
cadastrá-lo, utilizar as teclas PF2, dando como assunto 59 – Aposentadoria, e 
preenchendo as datas de emissão, vigência e publicação; PF4; PF3; ENTER; 
selecionar o documento; ENTER). 
 
Observação: Após preenchimento dos dados solicitados, quando o cálculo da aposentadoria for 
pela média aritmética, aparecerá tela informando o valor dos proventos aos quais o Servidor fará 
jus. 
 
43 
 
 
 
5.6.4 Informe “S” (sim) ou “N” (não), para indicação quanto a continuidade da função, no caso 
do servidor em exercício de função de confiança; 
 
 
 
5.6.5 Inclua as informações exigidas, de acordo com as informações constantes do processo e 
do requerimento de aposentadoria; 
 
5.6.6 Calcule, através da transação >FPCLPAGTO, o valor da folha de pagamento; 
44 
 
 
 
 
Observação: Não há registro a ser feito, a folha de pagamento é calculada com base no registro da 
aposentadoria. 
 
5.6.7 Observe a data de inclusão da aposentadoria no SIAPE; 
 
5.6.8 Para aposentadoria com cálculo de provento com paridade, cuja data da vigência seja 
diferente do dia primeiro do mês em curso, e seja registrada no SIAPE antes do fechamento da 
folha daquele mesmo mês, informe, por meio da transação >FPATMOVFIN, a ficha financeira do 
servidor aposentado, discriminando as rubricas e valores devidos nas situações distintas (ativo – 
EST01 e aposentado
– EST02). 
 
Observação: Para os casos acima, a necessidade de impostação manual dos valores da ficha 
financeira se dá em razão do sistema não gerar automaticamente as rubricas, pelo fato de ter 
havido alteração de situação funcional em meados do mês. 
 
5.6.9 Para a emissão de ficha financeira que demonstre os valores correspondentes ao 
provento, execute a transação >FPCLPAGTO, observando a data da vigência da aposentadoria, 
caso a vigência tenha sido diferente do dia 01 do mês, deve aguardar a abertura da folha do mês 
posterior e executar a citada transação. 
 
5.6.10 Emita demonstrativo com os registros e acertos realizados; 
 
5.6.11 Salve o demonstrativo em arquivo extensão PDF; 
 
5.6.12 Anexe o arquivo do demonstrativo ao processo; 
 
45 
 
5.6.13 As aposentadorias com cálculo de provento pela média aritmética somente terão 
permissão para serem incluídas no sistema SIAPE após a publicação e registro no SIAPE, do índice 
de atualização das contribuições para cálculo do salário de benéfico publicado mensalmente pelo 
Ministério da Previdência. Para o correto cálculo desse provento, registre os valores referentes às 
remunerações e salários contribuições, constantes das certidões de tempo de contribuição 
averbadas, sejam registradas na base de PSS, transação >CAATCONPSS; 
 
5.6.14 Acesse a transação >CAATCONPSS, informe a matrícula do servidor, o sistema abrirá o 
campo INFORMAR O ANO, registrada o ano abrirá a tela com os meses daquele ano, devendo 
assinalar os meses que sofrerão alterações ou registro de valores. Em seguida será solicitado a 
optar pela alteração ou registro desejado, se PSS ou RPPS/SALARIO CONTRIB. RGPS; 
 
5.6.15 Opte por RPPS/SALARIO CONTRIB. RGPS, o sistema apresentará o campo TIPO 
REMUNERACAO, com as alternativas 0 - ZERA VALOR, 1 - RPPS-REMUNERACAO e 2 - RGPS-
SAL.CONTRIB. 
 
Observação 1: Quando existir informação de PSS na base de dados, o sistema não permitirá o 
registro da remuneração ou salário contribuição, devendo ser zerado o valor do PSS, para que se 
permita a alteração. 
 
Observação 2: A correção pelo índice de atualização do RGPS será por rotina interna do sistema, 
não cabendo ao usuário nenhum procedimento. Esta informação poderá ser atualizada sempre 
que necessário, porém o último registro é o que prevalece. 
 
Observação 3: Afastamentos não remunerados, previsto no Regime Jurídico Único, que tenha 
ocorrido contribuição para o PSS, por meio de GRU até 02/09/2010 e a partir de 03/09/2010 
passou a ser arrecadada por meio de DARF, também, será necessário que conste no cadastro do 
servidor, o registro da ocorrência de afastamento e inclusão do tempo de contribuição no módulo 
de Tempo Anterior de Serviço, mediante comprovante de recolhimento, que deverá ser anexado 
ao processo de aposentadoria. Para averbação do tempo de contribuição, utilize os parâmetros: 
 
 NATUREZA JURIDICA: 19 (Serviço Público Federal/GRU) 
 REGIME JURIDICO: 02 (Regime Jurídico Único) 
 TIPO ATIV. EXTERNA: 166 (Atividade Externa GRU/DARF) 
 
46 
 
 
 
5.7 Procedimentos para impressão do Mapa de Tempo de Serviço do Histórico Funcional do 
Servidor: 
 
5.7.1 Acesse a transação >CAEMTRQAPO; 
 
5.7.2 Selecione todos os itens para fins de impressão de todas as informações disponíveis no 
Mapa, a seguir discriminados: 
 
 
47 
 
 
a) Identificação do servidor: nome; CPF; data de nascimento; matrícula SIAPE; 
matrícula SIAPECad; cargo; posicionamento; 
b) Tempo líquido de serviço: informações contidas no Provimento de Cargo (PCA); 
c) Averbações Anteriores: informações do Tempo anterior de serviço (TAS); 
d) Contagem de Tempo de Serviço em dobro: informações referentes à Licença 
Prêmio por Assiduidade (LPA); 
e) Tempo de Serviço Geral: a soma de todos os tempos (PCA + TAS + LPA em dobro); 
f) Frequência Geral: o tempo contado em dias e com o detalhamento informado no 
PCA, TAS e afastamentos; 
g) Ocorrências de Afastamento que incidem para Aposentadoria: detalhamento em 
dias das ocorrências de afastamento que serão descontados do tempo de serviço 
do servidor; 
h) Concessões e Gozo de LPA: apresentam os períodos aquisitivos e a quantidade de 
dias gozados ou não; 
i) Detalhamento dos Tempos Averbados: informações referentes ao TAS, mostrando 
o órgão/empresa, atividade, natureza jurídica, regime jurídico, período e o tempo 
em dias; 
j) Funções Exercidas (no órgão e averbadas): apresentam as funções exercidas pelo 
Servidor informadas no Provimento de Função (PFU) e na Averbação de Função 
(AVERFUNCAO). 
 
5.7.3 Imprima (em formato PDF) as informações disponibilizadas; 
 
Observação: A impressão do mapa deve ser realizada após a inclusão da aposentadoria no 
sistema. 
 
5.7.4 Anexe o Mapa do Tempo de Serviço do Servidor ao processo. 
 
5.8 Emissão do título de inatividade na concessão da aposentadoria e nas situações em que 
houver alteração da aposentadoria desde a vigência da mesma: 
 
5.8.1 Acesse o Sistema SIAPE; 
 
5.8.2 Emita e imprima Título de Inatividade, por meio da transação >CAEMTITINA; 
 
5.8.3 Quando o cálculo da aposentadoria se der pela média aritmética, selecione, na mesma 
transação, a opção CÁLCULO MÉDIA ARITMÉTICA. 
 
Observação: O TÍTULO DE INATIVIDADE, também denominado abono provisório, é um resumo do 
processo de aposentadoria; o item CÁLCULO MÉDIA ARITMÉTICA é a planilha de cálculo da média 
na data da aposentadoria, outra peça exigida para anexação do processo de aposentadoria; o item 
80% MAIORES é o demonstrativo das remunerações utilizadas para o cálculo do provento pela 
média aritmética. 
 
48 
 
 
 
5.8.4 Anexe o Título de Inatividade ao processo; 
 
5.8.5 Solicite a assinatura das instâncias competentes; 
 
5.8.6 Envie o processo à área responsável pelo pagamento de pessoal, solicitando providências 
relativas ao registro e acerto (quando necessário), no sistema SIAPE, dos valores a serem 
recebidos pelo servidor aposentado. 
 
 
5.9 Procedimentos a serem realizados para registro da concessão no sistema do Tribunal de 
Contas da União - SISACNet, via Portal TCU: 
 
5.9.1 Acesse o sistema SISACNet, via Portal do TCU; 
 
5.9.2 Imposte as informações relativas ao processo de concessão de aposentadoria em 
formulário eletrônico específico, em até 60 dias a contar da data da publicação da aposentadoria 
no DOU com base na IN 55 TCU/2007; 
 
5.9.3 Envie o formulário; 
 
5.9.4 Imprima o formulário em formato PDF; 
 
5.9.5 Anexe o formulário ao processo. 
 
 
 
49 
 
5.10 Procedimentos para arquivamento da documentação no Assentamento Funcional 
Digital do servidor: 
 
5.10.1 Verifique a lista da documentação exigida para inclusão no AFD por meio do endereço 
https://www.servidor.gov.br/gestao-de-pessoas/assentamento-funcional-digital/tabela-de-
documentos-funcionais; 
 
5.10.2 Digitalize ou imprima em formato PDF a documentação relativa a aposentadoria do 
servidor em formato PDF; 
 
5.10.3 Acesse o Sistema AFD, por meio do endereço https://afd.planejamento.gov.br/; 
 
5.10.4 Inclua a matrícula ou CPF do servidor no campo “Pesquisar”; 
 
5.10.5 Clique em Incluir Documento; 
 
5.10.6 Preencha os campos de registro do documento; 
 
5.10.7 Clique em “Selecionar arquivo”, para buscar o arquivo a ser anexado; 
 
5.10.8 Selecione o arquivo e confirme. 
 
5.11 Procedimentos a serem realizados após decisão do TCU pela legalidade da concessão da 
aposentadoria no AFD: 
 
5.11.1 Receba o Acórdão emitido pelo TCU; 
 
5.11.2 Digitalize ou imprima em formato PDF o Acórdão relativo a aposentadoria do servidor em 
formato PDF; 
 
5.11.3 Acesse o Sistema AFD, por meio do endereço https://afd.planejamento.gov.br/; 
 
5.11.4 Inclua a matrícula ou CPF do servidor no campo “Pesquisar”; 
 
5.11.5 Clique no botão Incluir Documento para anexar o Acórdão do TCU no processo relativo ao 
servidor: 
 
5.11.6 Preencha os campos relativos ao registro do documento; 
 
5.11.7 Clique em “Selecionar arquivo”, para buscar
o arquivo a ser anexado; 
 
5.11.8 Selecione o arquivo e confirme. 
 
5.12 Procedimentos a serem realizados após decisão do TCU pela legalidade da concessão da 
aposentadoria para registro no SIAPE: 
 
5.12.1 Acesse o sistema SIAPE, transação >CAIFLEGTCU; 
50 
 
 
5.12.2 Imposte as informações solicitadas, de acordo com o Acórdão do TCU. 
 
 
 
5.13 Procedimentos decorrentes de julgamento do TCU (Acórdão), pela ilegalidade da 
concessão da aposentadoria: 
 
5.13.1 Proceda de acordo com as orientações contidas no manual, do processo de Encerramento 
da aposentadoria e Retorno à Atividade. 
 
5.14 Procedimentos decorrentes de diligência demandada em manifestação da CGU ou do 
TCU (Acórdão): 
 
5.14.1 Proceda de acordo com as orientações contidas no manual, do processo de Revisão de 
Aposentadoria. 
 
51 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - 
APOSENTADORIA COMPULSÓRIA 
 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 O servidor será aposentado, obrigatoriamente, com proventos proporcionais ao tempo 
de contribuição, a partir do dia posterior ao ter completado a idade limite para permanência no 
serviço público, 75 anos de idade. 
 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Completar a idade de 75 anos de idade; 
 
2.2 A aposentadoria compulsória será automática, com vigência a partir do dia seguinte 
àquele em que o servidor atingir a idade-limite de permanência no serviço; 
 
2.3 Os proventos serão calculados pela média aritmética simples, de acordo com o 
estabelecido no art. 1º da Lei nº 10.887, de 2004; 
 
2.4 É direito do servidor que tenha completados os requisitos para se aposentar 
voluntariamente requerer a concessão deste benefício antes de ser aposentado 
compulsoriamente. Caso o requerimento se dê após a aposentação, deverá ser observado o 
manual de Revisão De Aposentadoria. 
 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1. Documento inicial do processo: Comunicação da unidade de cadastro funcional ao titular 
do órgão de pessoal de que o servidor completou a idade limite para aposentadoria. 
 
3.2. O servidor deverá apresentar os seguintes documentos: 
 
a) Certidões originais de tempo de contribuição/serviço; 
b) Cópia da última Declaração do Imposto de Renda ou Declaração de Bens e Valores; 
c) Declaração de acumulação de cargo; 
d) Declaração de que não responde a processo administrativo; 
e) Cópia da Carteira de Identidade, do CPF e do Título de Eleitor (autenticado ou 
conferido com original por servidor). 
 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1. Legislação principal: 
 
a) Art. 40, inciso II da Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988; 
b) Art. 186, inciso II, 187, 190 e 191 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
52 
 
c) Emenda Constitucional nº 019, de 04 de junho de 1998; 
d) Emenda Constitucional nº 020, de 16 de dezembro de 1998; 
e) Emenda Constitucional nº 041, de 31 de dezembro de 2003; 
f) Emenda Constitucional nº 047, de 05 de julho de 2005; 
g) Emenda Constitucional nº 088, de 07 de maio de 2015; 
h) Art. 9º, § § 1º, 2º e 3º e 10º da Lei nº 9.527, de 10 de dezembro de 1997; 
i) Lei Complementar nº 152, de 03 de dezembro de 2015; 
j) Lei nº 10.887/2004, de 18 de junho de 2004. 
 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1 Procedimentos para levantamento dos servidores que completarão 75 anos: 
 
5.1.1 Realize o levantamento dos servidores que completarão 75 anos, realizando o seguinte 
procedimento; 
 
5.1.2 Acesse o Sistema SIAPE, transação >CAEM75ANOS para obter os servidores em situação 
de aposentadoria compulsória. 
 
5.2 Procedimentos para montagem do processo de aposentadoria compulsória: 
 
5.2.1 Acesse o Sistema AFD, por meio do endereço https://afd.planejamento.gov.br/; 
 
5.2.2 Inclua a matrícula ou CPF do servidor; 
 
5.2.3 Avalie se os documentos e informações do servidor estão completos, conforme 
documentação necessária; 
 
5.2.4 Imprima informações (em formato PDF), observando a documentação necessária 
disponível para fins de condução do processo de aposentadoria compulsória; 
 
5.2.5 Monte processo para análise e processamento da aposentadoria. 
 
5.3 Procedimentos para avaliação da possibilidade de aplicação dos fundamentos legais 
para aposentadoria: 
 
5.3.1 Acesse o Sistema SIAPE, Módulo Aposentadoria, transação >CAEMTRQAPO, para 
consultar o Mapa de Tempo de Serviço e obter as informações do servidor necessárias à 
concessão da aposentadoria; 
 
5.3.2 Verifique se o servidor faz jus à aposentadoria voluntária, com data anterior a que 
complete 75 anos, com base no Cadastro, utilizando o mapa de tempo de serviço e a base legal; 
 
5.3.3 Informe o servidor, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR), sobre a 
possibilidade em aderir à Aposentadoria Voluntária. 
 
53 
 
 
5.4 Procedimentos para recebimento das informações/documentos do servidor: 
 
5.4.1 Receba a documentação; 
 
5.4.2 Solicite, caso necessário, complementação da documentação, mediante comunicação 
oficial (e-mail ou Ofício com AR); 
 
5.4.3 Receba a documentação complementar; 
 
5.4.4 Verifique a suficiência da documentação e anexe ao processo; 
 
5.5 Procedimentos para avaliação do histórico funcional do servidor: 
 
5.5.1 Avalie o histórico funcional do servidor nas seguintes fontes: 
 
a) Assentamento Funcional Digital: https://afd.planejamento.gov.br/; 
b) Boletim de Serviço: https://boletim.planejamento.gov.br/; 
c) Doinet: www.doinet.com.br/assinante/pesquisa_do.aspx; 
 
5.5.2 Atualize cadastro SIAPE, verificando se os dados funcionais e pessoais do servidor no 
SIAPE estão atualizados (Provimento de Cargo, averbação de tempo de serviço, Base de 
contribuições, afastamentos, anuênio, LPA e o registro de funções exercidas). 
 
5.6 Procedimentos para simulação das condições para aposentadoria: 
 
5.6.1 Acesse a transação >CASIAPOSEN; 
 
5.6.2 Informe a matrícula, o nome ou o CPF do servidor; 
 
5.6.3 Será apresentado o campo de opção para contagem em dobro da Licença Prêmio por 
Assiduidade, S-sim ou N-não. Se a opção for “Sim”, assinale os períodos que serão utilizados para a 
contagem em dobro para a aposentadoria. 
 
54 
 
 
 
Observação: Feita a opção acima o sistema apresentará as informações gerais do servidor, tais 
como data de nascimento, sexo, data de início no serviço público, idade, tempo no serviço público, 
tempo de serviço/contribuição, tempo no cargo, tempo na carreira. 
 
5.6.4 Após a apresentação pelo sistema das informações gerais do servidor, avance para a 
próxima tela; 
 
 
 
55 
 
5.6.5 Indique o fundamento legal, que poderá obter consultando pela tecla PF1, para os quais a 
escolha da nomenclatura visou à otimização dos caracteres disponibilizados pelo sistema. A 
abreviatura CF refere-se a Constituição Federal; EC a Emenda Constitucional; e L a Lei, seguidos de 
seus artigos, parágrafos, incisos e alíneas. 
 
5.6.6 Verifique as combinações com o art. 190 da Lei nº 8112/90, que estão disponibilizadas 
logo após o respectivo fundamento legal; 
 
5.6.6.1 Os códigos dos fundamentos legais estarão assim disponibilizados: 
 
 A partir do 017001: fundamentos da Lei complementar 51 de 1985, aposentadoria 
especial do policial; 
 A partir do 018010: fundamentos baseados no art. 40 da Constituição Federal na 
sua redação original, vigentes até 16 de dezembro de 1998; 
 A partir do 019001: fundamentos baseados na Constituição Federal de 1967, 
vigentes até 05 de outubro de 1988; 
 A partir do 020001: fundamentos com base na Emenda Constitucional nº 20/98 
vigentes até 31 de dezembro de 2003; 
 A partir do 021001: fundamentos com base na Constituição Federal de 1946, 
vigentes de 28 de outubro de 1952 a 14 de março de 1967; 
 A partir do 041001: fundamentos com base na Emenda Constitucional nº 41/03; 
 A partir do 047001: fundamentos baseados na Emenda Constitucional nº 47/05. 
 
 
 
 
Observação: Escolhido o fundamento, será informado se o servidor preenche ou não os requisitos 
para se aposentar. 
 
56 
 
 
5.6.7 Preencha S (Sim) no campo
“Verificar detalhes do fundamento” para checar as demais 
informações relativas ao fundamento legal escolhido, tais como: tipo de cálculo, embasamento 
legal e data de preenchimento de requisitos para obtenção da aposentadoria e do abono de 
permanência; 
 
 
 
5.6.8 Verifique o resultado do valor do provento; 
57 
 
 
 
Observação: Quando o servidor preenche os requisitos do fundamento legal escolhido, o sistema 
mostra a opção de imprimir o requerimento de aposentadoria ou o de abono de permanência. 
 
 
 
5.7 Elaboração e assinatura dos documentos para concessão: 
 
5.7.1 Elabore Nota Técnica com as informações relativas à análise do requerimento; 
58 
 
 
5.7.2 Elabore Portaria de formalização da concessão; 
 
5.7.3 Disponibilize os documentos para assinatura das instâncias competentes. 
 
5.8 Procedimentos para publicação no Diário Oficial da Portaria de Concessão de 
Aposentadoria: 
 
5.8.1 Formate texto da Portaria conforme exigido pela Imprensa Nacional; 
 
5.8.2 Acesse o Sistema de Envio Eletrônico de matérias – INCom por meio do endereço 
https://incom.in.gov.br/; 
 
5.8.3 Inclua arquivo; 
 
5.8.4 Visualize o arquivo incluído; 
 
5.8.5 Transmita o arquivo para publicação; 
 
5.8.6 Verifique, no dia útil seguinte, a publicação da portaria; 
 
5.8.7 Anexe a publicação do DOU ao processo; 
 
5.8.8 Informe, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com Aviso de Recebimento – AR, 
este último apenas quando estritamente necessário) ao servidor, a publicação da Portaria de 
Concessão de Aposentadoria no DOU. 
 
5.9 Procedimentos para implementação da aposentadoria do servidor no SIAPE: 
 
5.9.1 Acesse o Sistema SIAPE, Módulo Aposentadoria, transação >CAAPSERVID; 
 
5.9.2 Preencha as informações a seguir e avance para a tela seguinte: 
 
59 
 
 
 
 
a) Identificação do servidor; 
b) Fundamento legal; 
c) Data de vigência; 
d) Opção de utilização da LPA em dobro; 
 
5.9.3 Continue o preenchimento das informações conforme a seguir: 
 
 
60 
 
 
a) Se é sentença judicial ou não; 
b) UORG de localização; 
c) Número do processo de aposentadoria; 
d) Documento legal (neste módulo, o mesmo é editado dentro da própria transação 
de aposentadoria, devendo ser informados o número, UORG, ano e tipo. Para 
cadastrá-lo, utilizar as teclas PF2, dando como assunto 59 – Aposentadoria, e 
preenchendo as datas de emissão, vigência e publicação; PF4; PF3; ENTER; 
selecionar o documento; ENTER). 
 
Observação: Após preenchimento dos dados solicitados, quando o cálculo da aposentadoria se 
der pela média aritmética, aparecerá tela informando o valor dos proventos aos quais o servidor 
fará jus. 
 
 
 
5.9.4 Informe “S” (sim) ou “N” (não), para indicação quanto a continuidade da função, no caso 
do servidor em exercício de função de confiança; 
 
61 
 
 
 
5.9.5 Inclua as informações exigidas, de acordo com as informações constantes do processo; 
 
5.9.6 Calcule, através da transação >FPCLPAGTO, o valor da folha de pagamento; 
 
 
 
Observação: Não há registro a ser feito, a folha de pagamento é calculada com base no registro da 
aposentadoria. 
 
62 
 
5.9.7 Observe a data de inclusão da aposentadoria no SIAPE; 
 
5.9.7.1 Para aposentadoria com cálculo de provento com paridade, cuja data da vigência seja 
diferente do dia primeiro do mês em curso, e seja registrada no SIAPE antes do fechamento da 
folha daquele mesmo mês, informe, por meio da transação >FPATMOVFIN, a ficha financeira do 
servidor aposentado, discriminando as rubricas e valores devidos nas situações distintas (ativo – 
EST01 e aposentado – EST02). 
 
Observação: Para os casos acima, a necessidade de impostação manual dos valores da ficha 
financeira se dá em razão do sistema não gerar automaticamente as rubricas, pelo fato de ter 
havido alteração de situação funcional em meados do mês. 
 
5.9.7.2 Para a emissão de ficha financeira que demonstre os valores correspondentes ao 
provento, o usuário executará a transação >FPCLPAGTO, observando a data da vigência da 
aposentadoria, caso a vigência tenha sido diferente do dia 01 do mês, devendo aguardar a 
abertura da folha do mês posterior e executar a citada transação. 
 
5.9.7.3 Emita demonstrativo com os registros e os acertos realizados; 
 
5.9.7.4 Salve o demonstrativo em arquivo extensão PDF; 
 
5.9.7.5 Anexe o arquivo do demonstrativo ao processo; 
 
5.9.7.6 As aposentadorias com cálculo de provento pela média aritmética somente terão 
permissão para serem incluídas no sistema SIAPE, após a publicação e registro no SIAPE, do índice 
de atualização das contribuições para cálculo do salário de benefício, publicado mensalmente pelo 
Ministério da Previdência. Para o correto cálculo desse provento, registre os valores referentes as 
remunerações e salários contribuições, constantes das certidões de tempo de contribuição 
averbadas, sejam registradas na base de PSS, transação >CAATCONPSS; 
 
5.9.7.7 Acesse a transação >CAATCONPSS, informe a matrícula do servidor, o sistema abrirá o 
campo INFORMAR O ANO, registrada o ano abrirá a tela com os meses daquele ano, devendo 
assinalar os meses que sofrerão alterações ou registro de valores. Em seguida será solicitado a 
optar pela alteração ou registro desejado, se PSS ou RPPS/SALARIO CONTRIB. RGPS; 
 
5.9.7.8 Opte por RPPS/SALARIO CONTRIB. RGPS, o sistema apresentará o campo TIPO 
REMUNERACAO, com as alternativas 0 - ZERA VALOR, 1 - RPPS-REMUNERACAO e 2 - RGPS-
SAL.CONTRIB. 
 
Observação 1: Quando existir informação de PSS na base de dados, o sistema não permitirá o 
registro da remuneração ou salário contribuição, devendo ser zerado o valor do PSS, para que se 
permita a alteração. 
 
Observação 2: A correção pelo índice de atualização do RGPS será por rotina interna do sistema, 
não cabendo ao usuário nenhum procedimento. Esta informação poderá ser atualizada sempre 
que necessário, porém o último registro é o que prevalece. 
 
63 
 
Observação 3: Afastamentos não remunerados, previsto no Regime Jurídico Único, que tenha 
ocorrido contribuição para o PSS, por meio de GRU até 02/09/2010 e a partir de 03/09/2010 
passou a ser arrecadada por meio de DARF, também, será necessário que conste no cadastro do 
servidor, o registro da ocorrência de afastamento e inclusão do tempo de contribuição no módulo 
de Tempo Anterior de Serviço, mediante comprovante de recolhimento, que deverá ser anexado 
ao processo de aposentadoria. Para averbação do tempo de contribuição, utilizar os parâmetros: 
 
 NATUREZA JURIDICA: 19 (Serviço Público Federal/GRU) 
 REGIME JURIDICO: 02 (Regime Jurídico Único) 
 TIPO ATIV.EXTERNA: 166 (Atividade Externa GRU/DARF) 
 
 
 
5.10 Procedimentos para impressão do Mapa de Tempo de Serviço do Histórico Funcional do 
servidor: 
 
5.10.1 Acesse a transação >CAEMTRQAPO; 
 
5.10.2 Selecione todos os itens para fins de impressão de todas as informações disponíveis no 
Mapa, a seguir discriminados: 
 
64 
 
 
 
a) Identificação do servidor: nome; CPF; data de nascimento; matrícula SIAPE; 
matrícula SIAPECad; cargo; posicionamento; 
b) Tempo líquido de serviço: informações contidas no Provimento de Cargo (PCA); 
c) Averbações Anteriores: informações do Tempo anterior de serviço (TAS); 
d) Contagem de Tempo de Serviço em dobro: informações referentes à Licença 
Prêmio por Assiduidade (LPA); 
e) Tempo de Serviço Geral: a soma de todos os tempos (PCA + TAS + LPA em dobro); 
f) Frequência Geral: o tempo contado em dias e com o detalhamento informado no 
PCA, TAS e afastamentos; 
g) Ocorrências de Afastamento que incidem para Aposentadoria: detalhamento em 
dias das ocorrências de afastamento que serão descontados do tempo de serviço 
do servidor; 
h) Concessões e Gozo de LPA: apresentam os períodos aquisitivos e a quantidade de 
dias gozados ou não; 
i) Detalhamento dos Tempos Averbados: informações referentes ao TAS, mostrando 
o órgão/empresa, atividade, natureza
jurídica, regime jurídico, período e o tempo 
em dias; 
j) Funções Exercidas (no órgão e averbadas): apresentam as funções exercidas pelo 
Servidor informadas no Provimento de Função (PFU) e na Averbação de Função 
(AVERFUNCAO). 
 
5.10.3 Imprima (em formato PDF) as informações disponibilizadas; 
 
Observação: A impressão do mapa deve ser realizada após a inclusão da aposentadoria no 
sistema. 
 
5.10.4 Anexe o Mapa do Tempo de Serviço do Servidor ao processo. 
65 
 
 
5.11 Emissão do título de inatividade, nas situações em que o fundamento legal for alterado 
na vigência da aposentadoria: 
 
5.11.1 Acesse o Sistema SIAPE; 
 
5.11.2 Emita e imprima Título de Inatividade, por meio da transação >CAEMTITINA; 
 
5.11.3 Quando o cálculo da aposentadoria se der pela média aritmética, selecione, na mesma 
transação, a opção CÁLCULO MÉDIA ARITMÉTICA; 
 
Observação: O TÍTULO DE INATIVIDADE, também denominado abono provisório, é um resumo do 
processo de aposentadoria; o CÁLCULO MÉDIA ARITMÉTICA é a planilha de cálculo da média na 
data da aposentadoria, outra peça exigida para anexação do processo de aposentadoria; 80% 
MAIORES é o demonstrativo das remunerações utilizadas para o cálculo do provento pela média 
aritmética. 
 
 
 
5.11.4 Anexe o Título de Inatividade ao processo; 
 
5.11.5 Solicite a assinatura das instâncias competentes; 
 
5.11.6 Envie o processo à área responsável pelo pagamento de pessoal, solicitando providências 
relativas ao registro e acerto (quando necessário), no sistema SIAPE, dos valores a serem 
recebidos pelo servidor aposentado. 
 
5.12 Procedimentos a serem realizados para registro da concessão no sistema do Tribunal de 
Contas da União - SISACNet, via Portal TCU: 
66 
 
 
5.12.1 Acesse o sistema SISACNet, via Portal do TCU; 
 
5.12.2 Imposte as informações relativas ao processo de concessão de aposentadoria em 
formulário eletrônico específico, em até 60 dias a contar da data da publicação da aposentadoria 
no DOU com base na IN 55 TCU/2007; 
 
5.12.3 Envie o formulário; 
 
5.12.4 Imprima o formulário em formato PDF; 
 
5.12.5 Anexe o formulário ao processo. 
 
5.13 Procedimentos para arquivamento da documentação no Assentamento Funcional 
Digital do servidor: 
 
5.13.1 Verifique a lista da documentação exigida para inclusão no AFD por meio do endereço 
https://www.servidor.gov.br/gestao-de-pessoas/assentamento-funcional-digital/tabela-de-
documentos-funcionais; 
 
5.13.2 Digitalize ou imprima em formato PDF a documentação relativa a aposentadoria do 
servidor em formato PDF; 
 
5.13.3 Acesse o Sistema AFD, por meio do endereço https://afd.planejamento.gov.br/; 
 
5.13.4 Inclua a matrícula ou CPF do servidor no campo “Pesquisar”; 
 
5.13.5 Clique em Incluir Documento; 
 
5.13.6 Preencha os campos relativos ao registro do documento; 
 
5.13.7 Clique em “Selecionar arquivo”, para buscar o arquivo a ser anexado; 
 
5.13.8 Selecione o arquivo e confirme. 
 
5.14 Procedimentos a serem realizados após decisão do TCU pela legalidade da concessão da 
aposentadoria no AFD: 
 
5.14.1 Receba o Acórdão emitido pelo TCU; 
 
5.14.2 Digitalize ou imprima, em formato PDF, o Acórdão relativo a aposentadoria do servidor 
em formato PDF; 
 
5.14.3 Acesse o Sistema AFD, por meio do endereço https://afd.planejamento.gov.br/; 
 
5.14.4 Inclua a matrícula ou o CPF do servidor no campo “Pesquisar”; 
 
67 
 
5.14.5 Clique no botão Incluir Documento para anexar o Acórdão do TCU no processo relativo ao 
servidor: 
 
5.14.6 Preencha os campos relativos ao registro do documento; 
 
5.14.7 Clique em “Selecionar arquivo”, para buscar o arquivo a ser anexado; 
 
5.14.8 Selecione o arquivo e confirme. 
 
5.15 Procedimentos a serem realizados após decisão do TCU pela legalidade da concessão da 
aposentadoria para registro no SIAPE: 
 
5.15.1 Acesse o sistema SIAPE, transação >CAIFLEGTCU; 
 
5.15.2 Imposte as informações solicitadas, de acordo com o Acórdão do TCU. 
 
 
 
5.16 Procedimentos decorrentes de julgamento do TCU (Acórdão), pela ilegalidade da 
concessão da aposentadoria: 
 
5.16.1 Proceda de acordo com as orientações contidas no manual, dos processos de 
Encerramento da aposentadoria e Retorno à Atividade. 
 
5.17 Procedimentos decorrentes de diligência demandada em manifestação da CGU ou do 
TCU (Acórdão): 
 
5.17.1 Proceda de acordo com as orientações contidas no manual, do processo de Revisão de 
Aposentador
 
68 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - 
REVISÃO DE APOSENTADORIA 
 
 
1. CONCEITO 
 
1.1. É o direito do aposentado de solicitar novo exame de seu benefício para alterações de 
fundamentação legal, tempo de serviço/contribuição, isenção de imposto de renda, 
enquadramento, posicionamento, percentual de anuênio, incorporação de função ou cálculo de 
provento. Tais revisões poderão ser realizadas em atendimento a requerimento do servidor 
aposentado, por diligencia dos órgãos de controle ou por determinação judicial; 
 
1.2. Em se tratando de requerimento do servidor, deverá se observar o prazo prescricional 
estabelecido no art. 110 da Lei nº 8.112, de 1990. 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1. Para realização da revisão de aposentadoria, é necessário o atendimento de ao menos 
um dos requisitos descritos a seguir: 
 
a) Protocolização de requerimento de revisão pelo interessado ou representante 
legal; 
b) Emissão de Laudo homologado por junta médica oficial comprovando que o 
servidor é portador de doença especificada em Lei, se for o caso; 
c) Diligencia emitida pela CGU ou TCU, orientando a alteração da aposentadoria; 
d) Determinação judicial para alterar a aposentadoria do servidor. 
 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1. Formulário de Requerimentos Diversos, indicando tratar-se de Revisão de Aposentadoria, 
com a devida justificativa para alteração e documentação comprobatória. 
 
3.2. Laudo Médico: emitido por Junta Médica Oficial e assinado por, no mínimo, 3 (três) 
médicos, contendo: 
 
a) Data do início da doença; 
b) Nome doença, se houver enquadramento no § 1º, do art. 186, da Lei nº 
8.112/90. 
 
3.3. Da análise da revisão da aposentadoria: 
 
a) Se implicar alteração de fundamento legal, em virtude de fato novo, cuja a 
alteração seja na vigência da aposentadoria, exige ato formal retificando o ato de 
aposentadoria inicial, devendo ser publicado em DOU, cadastrado no SIAPE, 
anexado aos assentamentos funcionais e ao processo de aposentadoria e 
submetido aos órgãos de controle para análise e julgamento da legalidade; 
 
69 
 
b) Se implicar em alteração de fundamento legal, em virtude de fato novo, cuja a 
alteração seja posterior a vigência da aposentadoria, exige ato formal alterando 
o fundamento legal da aposentadoria, devendo ser publicado em DOU, 
cadastrado no SIAPE, anexado nos assentamentos funcionais e ao processo de 
aposentadoria e submetido aos órgãos de controle para análise e julgamento da 
legalidade; 
c) Se a alteração não importar mudança no fundamento legal da aposentadoria, 
devem ser executadas as alterações no SIAPE e anexados aos assentamentos 
funcionais e ao processo de aposentadoria as alterações realizadas. 
 
3.3.1 O fundamento legal da aposentadoria do servidor somente pode ser alterado se estiver 
atendido os seguintes pressupostos cumulativos: 
 
a) Que o servidor cumpra, em atividade, os critérios para aposentação em mais de 
uma regra de aposentadoria; 
b) Que a regra para a qual o servidor pretende migrar lhe conceda o melhor 
benefício, aqui considerado como aquele que lhe proporcionar o maior valor de 
proventos em moeda corrente, na mesma data-base da concessão inicial; 
c) Vedação à alteração quando o pedido estiver baseado em critérios legais de 
recomposição e/ou reajustes posteriores à data de concessão originária; 
d) Observância do prazo decadencial, previsto no inciso I do art. 110 da Lei nº 
8.112, de 1990, contado
da data de publicação do ato de concessão do beneficio, 
caso os atos de aposentadoria não tenham sido registrados pelo Tribunal de 
Contas da União - TCU; 
e) Os casos em que os atos de aposentadoria já se encontrem registrados pelo TCU 
aplicam-se as determinações constante na Súmula TCU nº 199, devendo o 
pedido do servidor ser realizado diretamente àquela Corte de Contas. 
 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1. Legislação principal: 
 
a) Lei n.º 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
b) Art. 40, §§ 4º e 5º da Constituição Federal; 
c) Ofício Circular nº 43 – MARE, de 17 de outubro de 1996; 
d) Parecer nº 178, de 1998 da AGU; 
e) Orientação Normativa nº 04/2013-SEGEP/MP; 
f) Portaria Normativa nº 6, de 11 de outubro de 2016. 
g) Nota Técnica nº 1871/2017- MP 
 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1. Procedimentos para recebimento da documentação para acionamento do processo de 
Revisão da Aposentadoria: 
 
70 
 
5.1.1. O processo de Revisão da Aposentadoria pode ocorrer pelas seguintes razões: 
 
a) Por requerimento do Servidor, que deverá ser apresentado por meio do formulário 
de Requerimentos Diversos (Anexo III). 
b) Por indicação de Junta Médica, nos casos de servidor acometido por doença 
especificada em Lei; 
c) Por diligência da CGU ou do TCU; 
d) Por determinação judicial. 
 
5.2. Procedimentos para recebimento de demanda de Revisão de Aposentadoria por meio 
de requerimento apresentado pelo servidor aposentado: 
 
5.2.1. Receba a documentação; 
 
5.2.2. Verifique a suficiência da documentação apresentada pelo servidor, de acordo com o 
motivo da revisão descrito no formulário de requerimento, utilizando-se como base a 
documentação exigida por ocasião da concessão da aposentadoria (vide formulário de 
Requerimento de Aposentadoria - Anexo II); 
 
5.2.3. Em caso de insuficiência de documentação, solicite complementação ao servidor 
aposentado, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR); 
 
5.2.4. Receba a documentação complementar; 
 
5.3. Procedimentos para recebimento de demanda de revisão de aposentadoria por 
indicação em Laudo de Junta Médica, nos casos de avaliação de aposentadorias por invalidez 
concedidas: 
 
5.3.1. Receba o Laudo Médico encaminhado pela Junta Médica; 
 
5.3.2. Informe o servidor aposentado, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com Aviso 
de Recebimento – AR, este último apenas quando estritamente necessário), informando os 
motivos da revisão e solicitando, se necessário, documentação complementar; 
 
5.3.3. Receba a documentação complementar; 
 
5.4. Procedimentos para recebimento de demanda de revisão de aposentadoria 
proveniente de diligência ou determinação expressa da CGU ou do TCU: 
 
5.4.1. Receba a comunicação do CGU ou do TCU; 
 
5.4.2. Informe o servidor aposentado, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com Aviso 
de Recebimento – AR, este último apenas quando estritamente necessário), informando os 
motivos da revisão e solicitando, se necessário, documentação complementar; 
 
5.4.3. Receba a documentação complementar; 
 
71 
 
5.5. Procedimentos para recebimento de demanda de revisão de aposentadoria por decisão 
judicial: 
 
5.5.1. Receba a Decisão Judicial e o Parecer de força executória da Procuradoria competente; 
 
5.5.2. Informe o servidor aposentado, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com Aviso 
de Recebimento – AR, este último apenas quando estritamente necessário), informando os 
motivos da revisão e solicitando, se necessário, documentação complementar; 
 
5.5.3. Receba a documentação complementar; 
 
5.6. Procedimentos para registro da Decisão Judicial no Sistema SIGEPE: 
 
5.6.1. Registre a Decisão Judicial no Sistema SIGEPE, executando os seguintes procedimentos: 
 
5.6.1.1. Acesse o Sistema SIGEPE por meio do endereço https://www.servidor.gov.br/gestao-de-
pessoas/sigepe; 
 
5.6.1.2. Escolha a opção SIGEPE GESTOR; 
 
5.6.1.3. Identifique-se com seu login e senha ou utilize o certificado Digital; 
 
5.6.1.4. Ao acessar a área de trabalho, clique no botão “Ação Judicial”; 
 
5.6.1.5. Na página inicial do Módulo, clique no item do menu denominado “Ação Judicial”; 
 
5.6.1.6. Clique na opção “Informar Decisão Judicial”; 
 
5.6.1.7. Informe o número do processo no campo indicado e clique em “Consultar”. Neste 
momento o sistema mostrará na tela os campos para impostação das informações sobre a decisão 
judicial; 
 
5.6.1.8. Inclua as informações relativas à decisão judicial nos campos respectivos. 
 
5.7. Procedimentos para análise da revisão da aposentadoria: 
 
5.7.1. Avalie a documentação apresentada, quanto às razões para Revisão da Aposentadoria; 
 
5.7.2. Observe as informações e os procedimentos a seguir, relativos ao conjunto dos principais 
motivos de retorno à atividade; 
 
Observação: As situações não explicitadas deverão ser levadas ao conhecimento da área 
responsável pelas normas do próprio órgão ou, nos casos relativos à operacionalização dos 
sistemas, acionar a Central de Atendimento ALÔ SEGEP; 
 
5.7.3. Avalie o motivo da determinação ou solicitação de Revisão de Aposentadoria para 
execução dos procedimentos a seguir; 
72 
 
 
5.7.4. PROVIMENTO DE CARGO (PCA): 
 
5.7.4.1. Acesse o Sistema SIAPECad, Módulo Provimento de Cargo, que é onde são efetuados os 
registros e o gerenciamento dos cargos ocupados pelos servidores; 
 
5.7.4.2. Atualize o PCA, por meio da transação >CAINPCAHIS, de forma que o Módulo 
Aposentadoria do SIAPE possa buscar automaticamente as informações, observando os seguintes 
aspectos: 
 
a) Informe todo o tempo de contribuição do servidor no órgão em que se der a 
aposentadoria; 
b) Cadastre o tempo do servidor no órgão de origem, para que seja considerado o 
tempo no cargo ou na carreira, caso a concessão da aposentadoria seja com base 
em um fundamento da EC 20/98, EC 41/03 ou 47/05 que exija o tempo no cargo e 
na carreira e não conste do tempo cadastrado no PCA pelo fato de ter tido seu 
ingresso no órgão por redistribuição, reforma administrativa, enquadramento, 
aproveitamento etc., de um órgão constante do SIAPE; 
c) Corrija por meio da transação >CAALDTPCA, cadastrando a forma de entrada/saída 
que deve corresponder com a realidade funcional do servidor, nos casos em que a 
forma de entrada/saída tiver sido cadastrada na opção 999 – outros, pois essa 
opção não leva à contagem contínua do tempo; 
d) Para os casos em que o Provimento de Cargo tenha ocorrido anteriormente à Lei 
8.112, de 11/12/1990, incluir para o servidor dois PCA, sendo: 
 
i. O primeiro PCA com forma de saída 534 – Transformação para o período até 
11/12/1990; 
ii. O segundo PCA com forma de entrada 534 – Transformação, para o período a 
partir de 12/12/1990. 
 
e) Opte por utilizar a matrícula ativa na inclusão do PCA histórico, quando o sistema 
solicitar a opção entre a matrícula ativa ou uma nova matrícula; 
f) Observe que o campo órgão na transação inclui PCA histórico já vem preenchido 
com código do órgão atual do servidor, caso o período a ser registrado seja de 
outro órgão federal constante do SIAPE, altere o código; 
g) Atualize a informação de regime jurídico nos casos de ausência da informação da 
situação anterior à Lei Nº 8112/90, por meio da transação >CAALREGJUR, pois é 
imprescindível para o cômputo do tempo de serviço do servidor para fins de 
concessão de aposentadoria e outras vantagens; 
h) Utilize a transação >CAEXPCAHIS, no caso de exclusão do histórico do PCA; 
i) Utilize as transações >CDCOINDFUN e >TBCOESTCAR para inclusão de informações 
do histórico do PCA, servindo de base para consulta de cargo, posicionamento, 
vigência e tabela. 
 
5.7.5. TEMPO ANTERIOR DE SERVIÇO (TAS): 
 
73 
 
5.7.5.1. Consulte e inclua as averbações de tempo de serviço/contribuição do servidor prestados 
junto à iniciativa privada ou pública no Módulo de Tempo Anterior de Serviço (TAS) através das 
transações >CACOTAS e >CAINTAS, respectivamente; 
 
5.7.5.2. Altere ou exclua as averbações de tempo
de serviço/contribuição do servidor por meio 
das transações >CAALTAS e >CAEXTAS, respectivamente; 
 
5.7.5.3. Consulte se estão corretamente indicados para contagem do tempo de 
serviço/contribuição os requisitos Natureza Jurídica, Regime Jurídico e Atividade Externa, que 
definem as incidências (aposentadoria, anuênio, LPA, progressão, tempo insalubre), por meio da 
transação >TBCOINCNAT; 
 
5.7.5.4. Para as aposentadorias especiais, como as de professor (de efetivo exercício nas funções 
magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio) e de policial, verifique o tempo 
de efetivo exercício nestas funções, informando a atividade externa correta (ex.: 048 - atividade 
de magistério); 
 
5.7.5.5. Observe que, para averbações de tempos comprovados mediante certidão do INSS, os 
tempos deverão ser fragmentados de acordo com o(s) período(s) de contribuição, informando a 
denominação da(s) empresa(s), optando no campo “tipo de averbação” pelo tipo “bruta” (Súmula 
TCU Nº 159); 
 
5.7.5.6. Não considere para averbação tempo certificado mediante Justificação Judicial (em 
observância à Súmula nº 107 do TCU) e nem tempo prestado como “monitor”, “bolsista” ou 
“horista”. 
 
5.7.6. AVERBAÇÃO DE TEMPO EM ATIVIDADES INSALUBRES, PENOSAS E PERICULOSAS: 
 
5.7.6.1. Para o registro de tempo de serviço em atividades insalubres, penosas ou periculosas 
exercidas até 11 de dezembro de 1990 pelos servidores públicos anteriormente submetidos ao 
regime da CLT, alcançados pelo art. 243 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, nos termos 
do disposto no Acórdão 2008/2006 - Plenário do Tribunal de Contas da União e Orientação 
Normativa Nº 07/2007, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, observe os seguintes 
pontos: 
 
a) Para servidor com PCA no período a ser reconhecido como tempo em atividade 
insalubre, penosa ou periculosa em órgãos do Poder Executivo integrantes da base 
de dados SIAPE: 
 
i. Registre os períodos de PCA encerrados ou históricos utilizar a transação 
>CAINREGJUR informando: 
 
 O regime jurídico, observando que deve prevalecer o regime do período do 
PCA que está sendo alterado; 
 Data início e fim do período exercido em atividade insalubre, penosa ou 
periculosa; 
74 
 
 E o índice de conversão a ser aplicado (1,4 para o homem e 1,2 para 
mulher); 
 
ii. Registre os períodos de PCA vigentes utilizar a transação >CAALREGPCA; 
 
b) Para servidor que tenha exercido atividade insalubre, penosa ou periculosa em 
órgãos públicos federais não integrantes da base de dados SIAPE ou servidor que 
não tenha obrigatoriedade de cadastro de PCA, como ex-celetistas até 11 de 
dezembro de 1990, informar: 
 
i. O período para averbação por meio da transação >CAINTAS, observando os 
campos: 
 
 Código órgão/empresa: não informar código do órgão, e sim preencher 
com o nome do órgão; 
 Tipo de averbação: preencher como bruta; 
 Natureza jurídica: informar a opção 16 – Serviço Público Federal; 
 Regime jurídico: preencher com 01 – CLT; 
 Atividade externa: indicar: o código 168 – atividade insalubre (conversão 
1,4) para homem, ou o código 169 – atividade insalubre (conversão 1,2) 
para mulher. 
 
5.7.6.2. Encaminhe à Coordenação-Geral de Procedimentos Judiciais da DEGEP/SEGRT/MP para 
análise e orientação quanto as concessões de tempo insalubre, quando determinadas por ação 
judicial; 
 
5.7.6.3. Consulte, através da transação >TBCOINCNAT, as incidências já existentes, caso a unidade 
de recursos humanos se depare com conjugação não contemplada na tabela para a situação a ser 
tratada, solicite orientação através da Central de atendimento da SEGRT, no SIAPENET; 
 
5.7.7. AFASTAMENTOS: 
 
5.7.7.1. Os afastamentos ocorridos na vida funcional do servidor devem ser registrados no 
módulo de afastamento no SIAPENET - https://www4.siapenet.gov.br, utilizando o caminho: ORGÃO 
– ORGAO/UPAG – SERVIDOR – AFASTAMENTO – AFASTAMENTO DO SERVIDOR. 
 
5.7.8. FUNÇÕES EXERCIDAS: 
 
Observação: Manter atualizado no sistema o registro das funções exercidas é fundamental para 
que o sistema proceda a correta leitura de preenchimento de requisitos, bem como execute o 
cálculo automático da vantagem de opção de função previstas nos artigos 180 da Lei 1.711/52, 2º 
da Lei 6.732/79, 193 da Lei 8.112/90 e 2º da Lei 8.911/94. Também é de suma importância para a 
análise efetuada pela CGU e TCU, quanto a correta concessão da Vantagem Pessoal 
Nominalmente Identificada – VPNI – no art.62-A. 
 
Observação: No que se refere a opção de função é importante salientar que os artigos 180 da Lei 
1.711/52 e 193 da Lei 8.112/90 tratam da opção pela função, ou seja, o provento será calculado 
75 
 
com base no valor integral da função, gerando em sua ficha financeira duas parcelas: função e 
anuênio; a outra opção tratada pelos artigos 2º da Lei 6.732/79 e 2º da Lei 8.911/94, refere-se a 
opção pelo cargo e parte da função, ou seja, gerando ficha financeira com as parcelas inerentes ao 
cargo e a com o percentual da função. 
 
5.7.8.1. Inclua as funções no sistema SIAPE, nos Módulos de Averbação de Função ou de 
Provimento de Função (PFU), mediante os atos de designação e dispensa, conforme 
procedimentos a seguir; 
 
5.7.8.2. Atualize, no Módulo Provimento de Função – PFU, as funções históricas exercidas no 
próprio órgão ou órgãos SIAPE/SIAPECAD. Abaixo estão relacionadas as transações de atualização 
do módulo: 
 
a) CAALHISPFU > ALTERA PFU HISTORICO; 
b) CACATRAFUN > CANCELA TRANSFORMACAO FUNCAO; 
c) CAEXHISPFU > EXCLUI PFU HISTORICO; 
d) CAINFUNTRA > INFORMA TRANSFORMACAO FUNCAO; 
e) CAINHISEXE > INCLUI HISTORICO EXERC.DE PFU; 
f) CANHISPFU > INCLUI HISTORICO DE PFU; 
g) CACODETPFU > DETALHE DE PROV.FUNCAO/CC/CNE. 
 
5.7.8.3. Ao acessar a transação de inclusão de histórico, o sistema apresenta o código do órgão 
atual do servidor. Altere a informação caso o período da função a ser incluída tenha sido exercida 
em outro órgão SIAPE/SIAPECAD; 
 
5.7.8.3.1. Verifique se os períodos de exercício de função coincidem com os períodos do PCA do 
servidor, bem como as informações referentes a órgão e UORG; 
 
5.7.8.3.2. O sistema apresenta a opção para informar o código ou denominação da UORG. 
Informe o código somente quando da existência e vigência do mesmo no período a ser informado, 
se não, optar por informar a denominação; 
 
5.7.8.3.3. O código a ser informado no campo COD.FUNCAO/C.COMISS deve ser o da função 
exercida na época, caso tenha havido transformação para outro código, informe posteriormente 
na transação >CAINFUNTRA. Utilize a função PF1 para consultar o código da função; 
 
5.7.8.3.4. A vigência da função pode ser verificada na tabela de estrutura de função, na 
transação >TBCOFUNC; 
 
76 
 
 
 
5.7.8.4. Inclua as funções exercidas em órgãos não pertencentes ao SIAPE/SIAPECAD ou de outros 
poderes no Módulo de Averbação de Função. Abaixo estão relacionadas as transações de 
atualização do módulo: 
 
a) CAALAVERFU > ALTERA AVERBACAO DE FUNCAO; 
b) CACOAVERFU > CONSULTA AVERBACAO DE FUNCAO; 
c) CAEXAVERFU > EXCLUI AVERBACAO DE FUNCAO; 
d) CAEXAVFUE > EXCLUI FUNCAO EQUIVALENTE AVER; 
e) CAIFFUEQUI > INFORMA FUNCAO EQUIVALENTE; 
f) CAINAVRFU > INCLUI AVERBACAO DE FUNCAO. 
 
5.7.8.4.1. Inclua a função com o código ou denominação vigente na época em que foi exercida 
e, ao final da transação, informe a função equivalente; 
 
5.7.8.4.2. Informe a função correlata no campo Função Equivalente, observando a correlação 
com a função exercida em outro poder estabelecida no Ofício Circular nº 07/2007, por meio da 
transação >CAINAVRFU. 
 
5.7.8.5. Averbação de função exercida em outro poder deve observar a correlação estabelecida 
no Oficio Circular nº 07/2007, informe a função correlata no campo função equivalente. 
 
77 
 
 
 
Observação: A opção do campo TIPO DE FUNCAO refere-se a função equivalente a ser informada 
em seguida.
5.7.9. OPÇÃO DE CONTRIBUIÇÃO DE PSS SOBRE FUNÇÃO: 
 
5.7.9.1. Informe, através da transação >CAIADESPSS, a data início/término da opção de desconto 
de PSS, mediante opção expressa do servidor, decorrente do cargo comissionado ou da função de 
confiança, de acordo com o §2º do art. 4º da Lei Nº10887/04, optando, assim, pela inclusão na 
base contributiva das referidas parcelas; 
 
5.7.10 LICENÇA-PRÊMIO POR ASSIDUIDADE (LPA): 
 
5.7.10.1 Observe se o servidor preencheu os requisitos até 15 de outubro de 1996 para fazer jus a 
Licença-Prêmio por Assiduidade (LPA). Essa licença constitui um afastamento concedido ao 
servidor a título de prêmio por assiduidade, com a remuneração do cargo efetivo. Após cada 
quinquênio ininterrupto de exercício, o servidor fará jus a três meses de licença. O art. 87 da Lei nº 
8112/90, que trata sobre este afastamento, foi revogado pela Medida Provisória nº 1522/96, 
convertida na Lei nº 9.527/97. 
 
5.7.10.2 Verifique as informações relativas à concessão, usufruto e utilização para fins de 
contagem em dobro dos períodos não gozados para efeito de aposentadoria e abono de 
permanência: 
 
a) >CACOLPAHT: Consulte a situação de gozo das Licenças Prêmio por Assiduidade – 
LPA adquiridas pelo servidor, consulte os períodos de LPA concedidos, usufruídos e 
utilizados para contagem do tempo em dobro para abono de permanência; 
b) >CACSLPAHT: Atualize o cálculo da concessão da LPA, a partir das informações 
cadastrais, sendo calculado pelo sistema, por meio desta transação, os períodos de 
78 
 
LPA aos quais o servidor faz jus, levando em consideração o TAS, PCA e 
afastamentos; 
c) >CAIFGZLPA: Informe o gozo da LPA, conforme aprovação da autoridade 
competente e solicitação do servidor. Também informe os períodos de usufruto de 
LPA que tenham sido concedidas em outros órgãos públicos federais já averbados 
no TAS ou contidos no PCA; 
 
5.7.11 ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO – ANUÊNIO: 
 
5.7.11.1 Verifique se o servidor faz jus ao adicional, observando se preencheu os requisitos até 
08/03/1999 (Resolução SF nº 35/99). 
 
a) CACOANUENI: Consulte o percentual de anuênio que o servidor está percebendo; 
b) CAACLCIND: o percentual de anuênio com base na leitura feita nos módulos de PCA, 
TAS e Afastamento. Em caso de necessidade de alteração do percentual de anuênio 
para o aposentado, além de executar essa transação, altere o percentual na 
transação CAALPROVEN; 
c) CAATCANCMA: Cancele a informação trazida na conversão SIAPE/SIAPECAD ou 
dada pelo usuário. 
 
Observação: O adicional por tempo de serviço é devido à razão de 1% (um por cento) por ano de 
serviço público efetivo, incidente sobre o vencimento. O servidor fará jus ao adicional a partir do 
mês em que completar o anuênio. O art. 67 da Lei nº 8112/90, que trata sobre este adicional, foi 
revogado por medida provisória convertida na Lei nº 9527/97 
 
5.7.12 PARCELA INCORPORADA DE FUNÇÃO (PIF): 
 
5.7.12.1 Proceda à exclusão, para posteriormente realizar sua inclusão no sistema, conforme a 
seguir: 
 
a) CAIFHISPIF: Inclua parcelas incorporadas de função, informando função a ser 
incorporada, o período de efetivo exercício (365 dias), a vigência da concessão da 
parcela, o número do processo utilizado para a concessão, o ato concessório e a 
legislação aplicada; 
b) CAEXPACINC: Exclua as parcelas incorporadas de função, em casos de alteração ou 
substituição, excluindo a parcela a ser alterada ou substituída e incluindo a nova 
função; 
c) CACOPACINC: Consulte as parcelas incorporadas de função. 
 
Observação: O módulo de Parcela Incorporada de Função (PIF) tem por fim o registro das parcelas 
incorporadas de função que tratam as Leis nº 6.732/79 e 8.911/94, gerando na ficha financeira do 
servidor a rubrica denominada VPNI ART. 62-A LEI 8112/90. 
 
5.8 Procedimentos para lançamento de alterações cadastrais e/ou financeiras no SIAPE: 
 
5.8.1 Utilize as transações a seguir para alterar as aposentadorias a qualquer tempo, visando 
corrigir erros ou informar alterações previamente homologadas pelo RH: 
79 
 
a) CAALPROVEN – Utilize a transação para alterar dados da aposentadoria como 
utilização da LPA em dobro, fundamento legal, cargo, jornada, posicionamento, 
anuênio, proporcionalidade, opção de função; 
b) CACRPROVAP – Utilize a transação para promover alterações de dados no mês 
corrente da inclusão ou alteração da aposentadoria, antes que essas ações 
(inclusão ou alteração) tenham gerado efeitos financeiros sobre os proventos; 
c) CAALAPOSSE – Altere a data, o número do processo e o documento legal da 
aposentadoria do servidor. 
5.9 Elaboração e assinatura dos documentos para formalização da revisão: 
 
5.9.1 Elabore Nota Técnica com as informações relativas à análise do processo; 
 
5.9.2 Elabore Portaria de formalização da revisão; 
 
5.9.3 Anexe a Nota Técnica e a Portaria ao processo; 
 
5.9.4 Solicite a assinatura das demais instâncias competentes. 
 
5.10 Procedimentos para publicação no Diário Oficial da Portaria de Retificação de 
Aposentadoria: 
 
5.10.1 Acesse o Sistema de Envio Eletrônico de matérias – INCom por meio do endereço 
https://incom.in.gov.br/; 
 
5.10.2 Inclua arquivo; 
 
5.10.3 Visualize o arquivo incluído; 
 
5.10.4 Transmita o arquivo para publicação; 
 
5.10.5 Verifique, no dia útil seguinte, a publicação da portaria; 
 
5.10.6 Anexe a publicação do DOU ao processo. 
 
5.11 Procedimentos para impressão do Mapa de Tempo de Serviço do Histórico Funcional do 
servidor: 
 
5.11.1 Acesse a transação >CAEMTRQAPO; 
 
5.11.2 Selecione todos os itens para fins de impressão de todas as informações disponíveis no 
Mapa, a seguir discriminados: 
 
80 
 
 
 
a) Identificação do servidor: nome; CPF; data de nascimento; matrícula SIAPE; 
matrícula SIAPECad; cargo; posicionamento; 
b) Tempo líquido de serviço: informações contidas no Provimento de Cargo (PCA); 
c) Averbações Anteriores: informações do Tempo anterior de serviço (TAS); 
d) Contagem de Tempo de Serviço em dobro: informações referentes à Licença 
Prêmio por Assiduidade (LPA); 
e) Tempo de Serviço Geral: a soma de todos os tempos (PCA + TAS + LPA em dobro); 
f) Frequência Geral: o tempo contado em dias e com o detalhamento informado no 
PCA, TAS e afastamentos; 
g) Ocorrências de Afastamento que incidem para Aposentadoria: detalhamento em 
dias das ocorrências de afastamento que serão descontados do tempo de serviço 
do servidor; 
h) Concessões e Gozo de LPA: apresentam os períodos aquisitivos e a quantidade de 
dias gozados ou não; 
i) Detalhamento dos Tempos Averbados: informações referentes ao TAS, mostrando 
o órgão/empresa, atividade, natureza jurídica, regime jurídico, período e o tempo 
em dias; 
j) Funções Exercidas (no órgão e averbadas): apresentam as funções exercidas pelo 
Servidor informadas no Provimento de Função (PFU) e na Averbação de Função 
(AVERFUNCAO). 
 
5.11.3 Imprima (em formato PDF) as informações disponibilizadas; 
 
Observação: A impressão do mapa deve ser realizada após a inclusão da aposentadoria no 
sistema. 
 
5.11.4 Anexe o Mapa do Tempo de Serviço do servidor ao processo. 
 
81 
 
5.12 Emissão do Título de Inatividade, nas situações em que tenha havido alteração das 
informações do título na vigência da aposentadoria: 
 
5.12.1 Acesse o Sistema SIAPE; 
 
5.12.2 Emita e imprima Título de Inatividade, por meio da transação >CAEMTITINA; 
 
5.12.3 Quando o cálculo da aposentadoria se der pela média aritmética, selecione, na mesma 
transação, a opção CÁLCULO MÉDIA ARITMÉTICA; 
 
Observação: O TÍTULO DE INATIVIDADE, também denominado abono provisório, é um resumo do 
processo de aposentadoria; o CÁLCULO MÉDIA ARITMÉTICA é a planilha de cálculo da média na 
data da aposentadoria, outra peça exigida para anexação do processo de aposentadoria; 80% 
MAIORES é o demonstrativo das remunerações utilizadas para o cálculo do provento pela média 
aritmética. 
 
 
 
 
 
 
5.12.4 Anexe o Título de Inatividade
ao processo; 
 
5.12.5 Solicite a assinatura das instâncias competentes; 
 
5.12.6 Envie o processo à área responsável pelo pagamento de pessoal, solicitando providências 
relativas ao registro e acerto (quando necessário), no sistema SIAPE, dos valores a serem 
recebidos pelo servidor aposentado. 
 
5.13 Informação dos dados relativos ao cumprimento de decisão judicial no Sistema SIGEPE: 
 
82 
 
5.13.1 Acesse o Sistema SIGEPE – Módulo de Ações Judiciais; 
 
5.13.2 Na tela inicial do Módulo de Ações Judiciais, acesse o menu “Ação Judicial”; 
 
5.13.3 Clique no processo respectivo, constante da tabela exibida na tela, denominada 
“Atividades Pendentes”; 
 
5.13.4 Clique no botão “Assumir” para que seja possível executar a tarefa; 
 
5.13.5 Selecione os “beneficiados” do cumprimento da decisão informados na tela; 
 
5.13.6 Clique no botão “Incluir dados para selecionados”; 
 
5.13.7 Na tela denominada “Incluir dados para cumprimento de decisão judicial”; 
 
5.13.8 Selecione o “Grupo do objeto” da ação judicial, que foi cadastrado no momento do 
cadastramento da ação no sistema; 
 
5.13.9 Selecione o “Objeto” da ação, que foi cadastrado no momento do cadastramento da ação 
no sistema; 
 
5.13.10 Clique no botão “Incluir”; 
 
5.13.11 Clique no botão “Ações”, para incluir os dados do objeto e parametrizar o pagamento; 
 
5.13.12 Preencha os campos indicados, de acordo com o definido na Decisão Judicial em 
cumprimento; 
 
5.13.13 Clique no botão “Aplicar”. Neste momento, todas as informações e parametrizações 
necessárias ao cumprimento da decisão foram incluídas. Caso seja necessário incluir mais de um 
objeto, basta repetir os passos efetuados. 
 
5.14 Comunicação ao servidor acerca do resultado da revisão de aposentadoria e seus 
respectivos impactos: 
 
5.14.1 Nas situações em que a revisão resultar em redução dos proventos do aposentado: 
 
5.14.1.1 Informe o servidor, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR), acerca da 
alteração das condições da aposentadoria anteriormente concedida, que resultaram na redução 
do valor dos proventos a serem percebidos, bem como na consequente necessidade de reposição 
ao erário, por parte do servidor aposentado, dos valores anteriormente recebidos que excederam 
o valor do provento definido após a revisão. 
 
5.14.1.2 Execute os procedimentos relativos ao processo de Reposição ao erário; 
 
5.14.2 Nas situações em que a revisão resultar em aumento dos proventos do aposentado: 
 
83 
 
5.14.2.1 Informe o servidor, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR), acerca da 
alteração das condições da aposentadoria anteriormente concedida, que resultaram no aumento 
do valor dos proventos a serem percebidos, bem como na consequente inclusão da diferença 
relativa aos meses anteriores no orçamento para pagamento de exercícios anteriores, quando for 
o caso; 
 
5.14.2.2 Execute os procedimentos relativos ao processo de inclusão de valores de Exercícios 
anteriores no orçamento; 
 
5.14.3 Nas situações em que a revisão não resultar em impacto financeiro: 
 
5.14.3.1 Informe o servidor, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com Aviso de 
Recebimento – AR, este último apenas quando estritamente necessário), acerca da alteração das 
condições da aposentadoria anteriormente concedida, bem como do fato de não ter havido 
impacto financeiro relativamente aos proventos a serem percebidos. 
 
5.15 Procedimentos a serem realizados para registro da concessão no sistema do Tribunal de 
Contas da União - SISACNet, via Portal TCU: 
 
5.15.1 Acesse o sistema SISACNet, via Portal do TCU; 
 
5.15.2 Imposte as informações relativas ao processo de concessão de aposentadoria em 
formulário eletrônico específico, em até 60 dias a contar da data da publicação da aposentadoria 
no DOU com base na IN 55 TCU/2007; 
 
5.15.3 Envie o formulário; 
 
5.15.4 Imprima o formulário em formato PDF; 
 
5.15.5 Anexe o formulário ao processo. 
 
5.16 Comunicação ao servidor aposentado em virtude do indeferimento da solicitação de 
revisão da aposentadoria: 
 
5.16.1 Caso a solicitação de revisão da aposentadoria não seja atendida, comunique o servidor 
aposentado, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR), informando sobre o 
indeferimento da solicitação e os motivos da decisão. 
 
5.17 Procedimentos para arquivamento da documentação no Assentamento Funcional 
Digital do servidor: 
 
5.17.1 Verifique a lista da documentação exigida para inclusão no AFD por meio do endereço 
https://www.servidor.gov.br/gestao-de-pessoas/assentamento-funcional-digital/tabela-de-
documentos-funcionais; 
 
5.17.2 Digitalize ou imprima em formato PDF a documentação relativa a aposentadoria do 
servidor em formato PDF; 
84 
 
 
5.17.3 Acesse o Sistema AFD, por meio do endereço https://afd.planejamento.gov.br/; 
 
5.17.4 Inclua a matrícula ou o CPF do servidor no campo “Pesquisar”; 
 
5.17.5 Anexe a documentação ao processo relativo ao servidor: 
 
5.17.6 Preencha os campos relativos ao registro do documento; 
 
5.17.7 Clique em “Selecionar arquivo”, para buscar o arquivo a ser anexado; 
 
5.17.8 Selecione o arquivo e confirme. 
 
5.18 Procedimentos a serem realizados após decisão do TCU pela legalidade da concessão da 
aposentadoria no AFD: 
 
5.18.1 Imprima a decisão (Acórdão) em formato PDF; 
 
5.18.2 Acesse o Sistema AFD, por meio do endereço https://afd.planejamento.gov.br/; 
 
5.18.3 Inclua a matrícula ou CPF do servidor; 
 
5.18.4 Anexe o Acórdão no AFD do Servidor. 
 
5.19 Procedimentos a serem realizados após decisão do TCU pela legalidade da revisão da 
aposentadoria para registro no SIAPE: 
 
5.19.1 Acesse o sistema SIAPE, transação >CAIFLEGTCU; 
 
5.19.2 Imposte as informações solicitadas, de acordo com o Acórdão do TCU. 
 
5.20 Procedimentos decorrentes de julgamento do TCU (Acórdão), pela ilegalidade da 
revisão da aposentadoria: 
 
5.20.1 Execute novamente as atividades prescritas neste manual, no sentido de cumprir a 
determinação do TCU, seja de retorno à situação original (anterior à revisão) ou de modificação da 
aposentadoria sob outros aspectos apontados no Acórdão. 
 
5.21 Procedimentos decorrentes de diligência demandada em manifestação do CGU ou do 
TCU (Acórdão): 
 
5.21.1 Execute novamente as atividades prescritas neste manual, no sentido de cumprir a 
diligência do CGU ou do TCU (trilha de auditoria), de acordo com os apontamentos do Acórdão.
 
85 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - 
 ENCERRAMENTO DA APOSENTADORIA 
 
1. CONCEITOS 
 
1.1 Procedimento operacional do sistema SIAPE, que visa o encerramento do benefício da 
aposentadoria, podendo ser motivado pela Renúncia, Cassação da aposentadoria, reversão a 
atividade, julgamento da ilegalidade pelo TCU, decisão judicial ou óbito do servidor aposentado. 
 
1.1.1. A Renúncia à aposentadoria consiste na desistência da aposentadoria, pelo servidor 
aposentado. Como tal, é ato privativo de vontade do servidor-renunciante dependendo tão-
somente de manifestação unilateral do beneficiário, não podendo a Administração Pública obstar 
essa pretensão. Nessa espécie, o ato administrativo permanece íntegro em relação ao ente 
público que o exarou. 
 
1.1.2. A cassação de aposentadoria consiste na extinção do vínculo jurídico mantido com o 
servidor aposentado ou em disponibilidade como punição por infração por ele praticada quando 
em atividade, a que fosse cominada sanção de demissão. 
 
1.2 Como medida formal no sentido de extinguir a aposentadoria, o processo de 
encerramento da aposentadoria é acionado, ainda, em razão do óbito do servidor aposentado. 
 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Renúncia: 
 
2.1.1. O Servidor aposentado pode renunciar à aposentadoria a qualquer momento. Antes de 
implementar deverá certificar-se da inexistência de débito do aposentado para com os cofres 
públicos. Homologada a renúncia, mediante ato formal publicado, deve ser conhecida pelo 
Tribunal de Contas para anotação no registro de aposentadoria;
2.1.2. Geralmente, o servidor renuncia a uma determinada aposentadoria para aproveitar 
aquele tempo de contribuição/serviço em outro cargo onde se dará uma nova aposentadoria. O 
artigo 37, § 10 da Constituição Federal/88 (acrescentado pela EC nº 20/98) prevê ser vedada a 
percepção simultânea de proventos de aposentadoria decorrentes do art. 40 ou dos art. 42 e 142 
com a remuneração de cargo, emprego ou função pública, ressalvados os cargos acumuláveis na 
forma da Constituição, os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre 
nomeação e exoneração; 
 
2.1.3. Ressalte-se, todavia, que a averbação do tempo de serviço/contribuição disponibilizado 
pela renúncia em outro cargo efetivo no qual o servidor encontra-se ativo, para fins de aquisição 
de jubilação encontra-se suspenso, nos termos da Nota Informativa nº 
144/2013/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP. 
 
2.2 Cassação: 
 
86 
 
2.2.1 Nos casos de cassação serão observados os limites das determinações dos Órgãos de 
correição. 
 
2.3 Óbito: 
 
2.3.1 Nos casos de óbito do servidor aposentado, o encerramento da aposentadoria será 
processado a partir da apresentação do documento comprobatório oficial do óbito (certidão). 
 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1 Renúncia: 
 
a) Cópia do respectivo ato, com a informação da data de sua publicação no órgão 
oficial de imprensa; 
b) Declaração firmada pelo servidor de que não se encontra em débito com os cofres 
públicos. 
 
3.2 Cassação: Ofício da Comissão responsável pelo Processo Administrativo Disciplinar – PAD; 
 
3.3 Óbito: Certidão de Óbito. 
 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
 
a) Renúncia: Artigos 118 e 133 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
b) Cassação: Artigo 134 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
c) Reversão: Artigo 25 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. 
 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1 Analise o motivo do acionamento do processo de Encerramento de Aposentadoria, que 
pode ocorrer pelas seguintes razões: 
 
a) Em razão de óbito do servidor aposentado; 
b) Por indicação da Comissão responsável pelo Processo Administrativo Disciplinar; 
c) Por renúncia do servidor aposentado, que deverá ser apresentado por meio do 
formulário de Requerimentos Diversos (Anexo III); 
d) Reversão; 
e) Julgamento ilegalidade pelo TCU; 
f) Decisão judicial. 
 
5.2 Procedimentos para recebimento de demanda de encerramento de aposentadoria 
decorrente de óbito do servidor aposentado: 
87 
 
 
5.2.1 Receba a documentação comprobatória do óbito do servidor aposentado; 
 
5.2.2 Execute os procedimentos para encerramento de aposentadoria por óbito do servidor, 
relacionados adiante. 
 
5.3 Procedimentos para recebimento de demanda de cassação de aposentadoria 
decorrente de revisão de determinação da Comissão responsável pela condução de Processo 
Administrativo Disciplinar – PAD: 
 
5.3.1 Receba o processo da Comissão responsável pelo Processo Administrativo Disciplinar; 
 
5.3.2 Informe o servidor aposentado, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR), 
acerca da decisão da Comissão, solicitando, se necessário, documentação complementar; 
 
5.3.3 Receba a documentação complementar; 
 
5.3.4 Execute os procedimentos para encerramento de aposentadoria por cassação decorrente 
de Processo Administrativo Disciplinar - PAD, relacionados adiante. 
 
5.4 Procedimentos para recebimento de demanda de encerramento de aposentadoria por 
meio de renúncia apresentada pelo servidor aposentado: 
 
5.4.1 Receba o requerimento de renúncia do servidor aposentado; 
 
5.4.2 Verifique a suficiência da documentação apresentada pelo servidor, de acordo com o 
motivo apresentado para renúncia à aposentadoria; 
 
5.4.3 Em caso de insuficiência da documentação apresentada, solicite documentação 
complementar ao servidor aposentado, mediante comunicação oficial; 
 
5.4.4 Receba a documentação complementar; 
 
5.4.5 Execute os procedimentos para encerramento de aposentadoria por renúncia, 
relacionados adiante. 
 
5.5 Procedimentos para encerramento da aposentadoria por motivo de óbito do servidor 
aposentado no sistema SIAPE: 
 
5.5.1 Encerre a aposentadoria por meio da transação >CAENEXCAPO, utilizando o código de 
ocorrência correspondente ao fato que gerou o encerramento; 
 
5.5.2 Tecle a opção PF1, no campo MOTIVO DO ENCERRAMENTO, para a apresentação dos 
códigos de ocorrências; 
 
5.5.3 No caso de óbito do servidor aposentado, a data do encerramento será a do óbito. Ao 
confirmar o encerramento na transação >CAENEXCAPO, automaticamente, será apresentada a 
88 
 
tela de atualização do óbito no módulo RH, para que sejam complementados os dados. Caso o 
óbito não seja atualizado nesse momento, acessar a transação >CAIFOBITRH; 
 
 
 
5.5.4 Em cumprimento ao Ofício-Circular nº 64/SRH/MP, de 04/09/2002, mensalmente é 
executado cruzamento de dados entre as bases do SIAPE e do cadastro de óbitos (SISOB), onde o 
resultado é disponibilizado no SIAPENET (www.siapenet.gov.br). Os servidores e beneficiários de 
pensão, levantados no referido cruzamento, são excluídos com a ocorrência 02227 FALECIMENTO 
(SIAPE X SCO); 
 
5.5.5 Para corrigir os dados do óbito, o usuário deve cancelar o encerramento da 
aposentadoria na transação >CACAENCAPO, cancelar o óbito na transação >CACAOBITRH e 
encerrar novamente a aposentadoria com os dados corretos do óbito. 
 
5.6 Procedimentos para encerramento da aposentadoria por motivo de Processo 
Administrativo Disciplinar: 
 
5.6.1 Nos casos de encerramento de aposentadoria em razão de Processo Disciplinar, faz-se 
necessário publicar Portaria de Encerramento de Aposentadoria no DOU, a partir dos seguintes 
procedimentos: 
 
5.6.1.1 Formate texto da Portaria conforme exigido pela Imprensa Nacional; 
 
5.6.1.2 Acesse o Sistema de Envio Eletrônico de matérias – INCom por meio do endereço 
https://incom.in.gov.br/; 
 
5.6.1.3 Inclua arquivo; 
 
89 
 
5.6.1.4 Visualize o arquivo incluído; 
 
5.6.1.5 Transmita o arquivo para publicação; 
 
5.6.1.6 Verifique, no dia útil seguinte, a publicação da portaria; 
 
5.6.2 Anexe a publicação do DOU ao processo. 
 
5.7 Procedimentos a serem realizados para registro do encerramento da aposentadoria no 
sistema do Tribunal de Contas da União - SISACNet, via Portal TCU, para os casos relativos a 
encerramentos por Processo Administrativo Disciplinar ou renúncia: 
 
5.7.1 Acesse o sistema SISACNet, via Portal do TCU; 
 
5.7.2 Imposte as informações relativas ao encerramento da aposentadoria em formulário 
eletrônico específico, em até 60 dias a contar da data da publicação do encerramento no DOU; 
 
5.7.3 Envie o formulário; 
 
5.7.4 Imprima o formulário em formato PDF; 
 
5.7.5 Anexe o formulário ao processo; 
 
5.7.6 Informe, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com Aviso de Recebimento – AR, 
este último apenas quando estritamente necessário) ao servidor, a publicação da Portaria de 
Encerramento da Aposentadoria no DOU; 
 
5.7.7 Comunique a Comissão responsável pelo Processo Administrativo Disciplinar que decidiu 
pela cassação da aposentadoria, a publicação da Portaria de Encerramento da Aposentadoria no 
DOU. 
 
5.8 Procedimentos para arquivamento da documentação no Assentamento Funcional 
Digital do servidor: 
 
5.8.1 Verifique a lista da documentação exigida para inclusão no AFD por meio do endereço 
https://www.servidor.gov.br/gestao-de-pessoas/assentamento-funcional-digital/tabela-de-
documentos-funcionais; 
 
5.8.2 Digitalize ou imprima em formato PDF a documentação relativa a aposentadoria do 
servidor em formato PDF; 
 
5.8.3 Acesse o Sistema AFD, por meio do endereço https://afd.planejamento.gov.br/; 
 
5.8.4 Inclua a matrícula ou CPF do servidor no campo “Pesquisar”; 
 
5.8.5 Anexe a documentação no processo relativo ao servidor: 
 
90 
 
5.8.6 Preencha os campos relativos ao registro do documento; 
 
5.8.7 Clique em “Selecionar arquivo”, para buscar o arquivo a ser anexado; 
 
5.8.8 Selecione o arquivo e confirme.
91 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - 
RETORNO À ATIVIDADE 
 
1. CONCEITO 
 
1.1. É o retorno à atividade de servidor aposentado nas seguintes situações: 
 
a) Por reversão, quando a Junta Médica oficial declarar insubsistentes os motivos da 
aposentadoria; 
b) No interesse da Administração, quando solicitado o retorno pelo servidor, desde 
que a aposentadoria tenha sido voluntária, tivesse estabilidade na atividade, a 
aposentadoria tenha ocorrido nos 5 anos anteriores à solicitação e haja cargo vago; 
c) Por diligencia dos órgãos de controle; 
d) Ou por determinação judicial. 
 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1. São requisitos básicos para o retorno à atividade: 
 
a) Recuperação da saúde após a inativação por invalidez; 
b) Solicitação formal do servidor; 
c) Determinação expressa da CGU ou do TCU; ou 
d) Determinação judicial. 
 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1. Laudo Médico Pericial oficial declarando a insubsistência dos motivos da aposentadoria - 
Se por invalidez; 
 
3.2. Requerimento geral preenchido pelo aposentado, solicitando a reversão da 
aposentadoria voluntária; 
 
3.3. Documento do órgão de controle ou decisão judicial determinando o retorno do servidor 
à atividade. 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1. Legislação principal: 
 
a) Art. 25; 27 e 103, § 1º da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, 
b) Decreto nº 3.644, de 30 de novembro de 2000; 
c) Portaria Normativa nº 6, de 11 de outubro de 2016. 
 
 
 
92 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1. Procedimentos para recebimento da documentação para acionamento do processo de 
Retorno à Atividade, que pode ocorrer pelas seguintes razões: 
 
a) Por requerimento do servidor, que deverá ser apresentado por meio do formulário 
de Requerimentos Diversos (Anexo III); 
b) Por indicação de Junta Médica, nos casos de avaliação de aposentadoria por 
invalidez; 
c) Por determinação de diligência da CGU ou determinação do TCU; 
d) Por determinação judicial. 
 
5.2. Procedimentos para recebimento de demanda de Retorno à Atividade por meio de 
requerimento apresentado pelo servidor aposentado: 
 
5.2.1. Receba a documentação; 
 
5.2.2. Verifique a suficiência da documentação apresentada pelo servidor, de acordo com o 
motivo apresentado para Retorno à Atividade; 
 
5.2.3. Em caso de insuficiência da documentação, solicite complementação ao servidor 
aposentado, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR); 
 
5.2.4. Receba a documentação complementar. 
 
5.3. Procedimentos para recebimento de demanda de Retorno à Atividade por indicação em 
Laudo de Junta Médica, nos casos de invalidez: 
 
5.3.1. Receba o Laudo Médico encaminhado pela Junta Médica; 
 
5.3.2. Informe o servidor aposentado, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR), 
acerca da avaliação da junta médica, solicitando, se necessário, documentação complementar; 
 
5.3.3. Receba a documentação complementar. 
 
5.4. Procedimentos para recebimento de demanda de Retorno à Atividade proveniente de 
diligência ou determinação expressa da CGU ou do TCU: 
 
5.4.1. Receba a comunicação do CGU ou do TCU; 
 
5.4.2. Informe o servidor aposentado, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR), 
informando acerca da diligência/determinação de Retorno à Atividade e solicitando, se necessário, 
documentação complementar; 
 
5.4.3. Receba a documentação complementar. 
 
93 
 
5.5. Procedimentos para recebimento de demanda de Retorno à Atividade por decisão 
judicial: 
 
5.5.1. Receba a Decisão Judicial e o Parecer de força executória da Procuradoria competente; 
 
5.5.2. Informe o servidor aposentado, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com Aviso 
de Recebimento – AR), informando acerca da decisão judicial e solicitando, se necessário, 
documentação complementar; 
 
5.5.3. Receba a documentação complementar. 
 
5.6. Procedimentos para registro da Decisão Judicial no Sistema SIGEPE: 
 
5.6.1 Registre a Decisão Judicial no Sistema SIGEPE, executando os seguintes procedimentos: 
 
5.6.1.1 Acesse o Sistema SIGEPE por meio do endereço https://www.servidor.gov.br/gestao-de-
pessoas/sigepe; 
 
5.6.1.2 Escolha a opção SIGEPE GESTOR; 
 
5.6.1.3 Identifique-se com seu login e senha ou utilize o certificado Digital; 
 
5.6.1.4 Ao acessar a área de trabalho, clique no botão “Ação Judicial”; 
 
5.6.1.5 Na página inicial do Módulo, clique no item do menu denominado “Ação Judicial”; 
 
5.6.1.6 Clique na opção “Informar Decisão Judicial”; 
 
5.6.1.7 Informe o número do processo no campo indicado e clique em “Consultar”. Neste 
momento o sistema mostrará na tela os campos para impostação das informações sobre a decisão 
judicial; 
 
5.6.1.8 Inclua as informações relativas à decisão judicial nos campos respectivos. 
 
5.7. Procedimentos para análise do Retorno à Atividade: 
 
5.7.1. Avalie a documentação apresentada, quanto às razões para o Retorno à Atividade: 
 
5.7.1.1. Para os casos de Reversão de Aposentadoria, analise se atende à alguma das seguintes 
situações: 
 
a) Quando cessada a invalidez, por declaração de junta médica oficial, que torne 
insubsistentes os motivos da aposentadoria; ou 
b) No interesse da administração, sujeita à existência de dotação orçamentária e 
financeira e desde que seja certificada pelo órgão ou entidade a aptidão física e 
mental do servidor para o exercício das atribuições inerentes ao cargo. 
 
94 
 
5.7.2. Observe se o Cargo respectivo do servidor encontra-se provido. Para esses casos, quando 
cessada a invalidez por declaração de junta médica, o servidor exercerá suas atribuições como 
excedente de lotação; 
 
5.7.3. Em relação ao servidor aposentado, nos casos em que este solicitar a reversão, o 
requerimento somente será atendido desde que atenda aos interesses da administração e caso: 
 
a) Exista cargo vago no órgão; 
b) A aposentadoria tenha sido voluntária e ocorrida nos cinco anos anteriores à 
solicitação; 
c) O servidor encontrava-se, quando da aposentadoria, em condição de estabilidade. 
 
Observação 1: A reversão poderá ocorrer em qualquer órgão ou entidade da Administração 
Pública Federal direta, autárquica e fundacional, desde que seja no mesmo cargo, nível, classe e 
padrão em que ocorreu a aposentadoria ou em outro cargo, quando reorganizado ou 
transformado. 
 
Observação 2: Será tornado sem efeito o ato de reversão se o exercício não ocorrer no prazo de 
quinze dias. E, caso efetivada a reversão, o servidor será lotado conforme as necessidades do 
órgão. 
 
Observação 3: São assegurados ao servidor que retornar à atividade os mesmos direitos, 
garantias, vantagens e deveres aplicáveis aos servidores em atividade. O servidor que retornar à 
atividade, no interesse da administração, somente terá nova aposentadoria com os proventos 
calculados com base nas regras atuais, se permanecer em atividade por, no mínimo, cinco anos. 
 
5.8. Procedimento para comunicação ao servidor aposentado em virtude do indeferimento 
da solicitação da reversão: 
 
5.8.1. Caso a solicitação de reversão não seja atendida, comunique o servidor aposentado, 
mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR), informando sobre o deferimento ou 
indeferimento da solicitação e os motivos da decisão. 
 
5.9. Procedimento para comunicação ao servidor aposentado em virtude do deferimento 
por indicação de Junta Médica: 
 
5.9.1. Comunique o servidor aposentado, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com 
Aviso de Recebimento – AR), informando sobre o retorno à atividade de acordo com o motivo que 
a originou. 
 
5.10. Procedimento para elaboração e assinatura dos documentos para formalização do 
Retorno à Atividade: 
 
5.10.1. Elabore Nota Técnica com as informações relativas à análise processo; 
 
5.10.2. Elabore Portaria de formalização de retorno à atividade (necessária em todas as 
situações); 
95 
 
 
5.10.3. Anexe a Nota Técnica e a Portaria ao processo; 
 
5.10.4. Solicite a assinatura das demais instâncias
competentes. 
 
5.11. Procedimentos para publicação no Diário Oficial da Portaria de cancelamento da 
aposentadoria: 
 
5.11.1. Formate texto da Portaria conforme exigido pela Imprensa Nacional; 
 
5.11.2. Acesse o Sistema de Envio Eletrônico de matérias – INCom por meio do endereço 
https://incom.in.gov.br/; 
 
5.11.3. Inclua arquivo; 
 
5.11.4. Visualize o arquivo incluído; 
 
5.11.5. Transmita o arquivo para publicação; 
 
5.11.6. Verifique, no dia útil seguinte, a publicação da portaria; 
 
5.11.7. Anexe a publicação do DOU ao processo; 
 
5.11.8. Informe, mediante comunicação oficial (e-mail ou Ofício com AR) ao servidor, a 
publicação da Portaria relativa ao Retorno à Atividade no DOU. 
 
5.12. Procedimentos para retornar o servidor aposentador a atividade: 
 
5.12.1. Encerre a aposentadoria do servidor, proceda de acordo com as orientações contidas no 
manual, do processo de Encerramento da aposentadoria; 
 
Observação: A data de encerramento da aposentadoria deve ser o dia anterior ao do retorno à 
atividade. 
 
5.12.2. Inclua um provimento de cargo, utilizando a transação >PEATPROVEX; 
 
5.12.3. Caso não haja vaga disponível, incluir o provimento de cargo como excedente a lotação, 
até que surja uma vaga, utilizando a transação >CAPVSEMVA; 
 
5.12.4. O retorno à atividade deve ser no mesmo cargo em que se deu a aposentadoria, caso 
tenha havido enquadramento, alterando o código e/ou nome do cargo, deve ser executado, em 
seguida, o enquadramento na transação >CAPVPCAENQ. 
 
5.13. Informação dos dados relativos ao cumprimento de decisão judicial no Sistema SIGEPE: 
 
5.13.1. Acesse o Sistema SIGEPE – Módulo de Ações Judiciais; 
96 
 
 
5.13.2. Na tela inicial do Módulo de Ações Judiciais, acesse o menu “Ação Judicial”; 
 
5.13.3. Clique no processo respectivo, constante da tabela exibida na tela, denominada 
“Atividades Pendentes”; 
 
5.13.4. Clique no botão “Assumir” para que seja possível executar a tarefa; 
 
5.13.5. Selecione os “beneficiados” do cumprimento da decisão informados na tela; 
 
5.13.6. Clique no botão “Incluir dados para selecionados”; 
 
5.13.7. Na tela denominada “Incluir dados para cumprimento de decisão judicial”; 
 
5.13.8. Selecione o “Grupo do objeto” da ação judicial, que foi cadastrado no momento do 
cadastramento da ação no sistema; 
 
5.13.9. Selecione o “Objeto” da ação, que foi cadastrado no momento do cadastramento da ação 
no sistema; 
 
5.13.10. Clique no botão “Incluir”; 
 
5.13.11. Clique no botão “Ações”, para incluir os dados do objeto e parametrizar o pagamento; 
 
5.13.12. Preencha os campos indicados, de acordo com o definido na Decisão Judicial em 
cumprimento; 
 
5.13.13. Clique no botão “Aplicar”. Neste momento, todas as informações e parametrizações 
necessárias ao cumprimento da decisão foram incluídas. Caso seja necessário incluir mais de um 
objeto, basta repetir os passos efetuados. 
 
5.14. Procedimentos para arquivamento da documentação no Assentamento Funcional 
Digital do servidor: 
 
5.14.1. Verifique a lista da documentação exigida para inclusão no AFD por meio do endereço 
https://www.servidor.gov.br/gestao-de-pessoas/assentamento-funcional-digital/tabela-de-
documentos-funcionais; 
 
5.14.2. Digitalize ou imprima em formato PDF a documentação relativa a aposentadoria do 
servidor; 
 
5.14.3. Acesse o Sistema AFD, por meio do endereço https://afd.planejamento.gov.br/; 
 
5.14.4. Inclua a matrícula ou o CPF do servidor no campo “Pesquisar”; 
 
5.14.5. Anexe a documentação no processo relativo ao servidor: 
 
97 
 
5.14.6. Preencha os campos relativos ao registro do documento; 
 
5.14.7. Clique em “Selecionar arquivo”, para buscar o arquivo a ser anexado; 
 
5.14.8. Selecione o arquivo e confirme. 
 
ANEXO I - Check list para Análise do Requerimento de Aposentadoria 
98 
 
CHECK-LIST 
 
 
Tipo de Processo: Concessão de Aposentadoria 
Número do Processo no SEI: 
 
Nome do servidor: 
Matrícula SIAPE/SIAPECAD: Upag: 
 
Bloco Item Descrição do Item Conferido 
1 – Atualização cadastral 
 
1.1 Todos os documentos necessários para efeito de aposentadoria foram anexados ao processo? 
1.1.1 Ficha financeira 
1.1.2 Ficha cadastral 
1.1.3 Mapa de Tempo de Serviço 
1.2 Foram obtidas todas as informações necessárias sobre o histórico funcional? 
1.3 O cadastro do ex-servidor foi atualizado e evidenciado no SIAPE e SEI? 
2 - Tabela Resumo do Histórico Funcional do servidor 
 2.1 Foi realizada simulação das condições de aposentadoria conforme requisito legal 
escolhido pelo servidor? 
3 – Requerimento 
 
3.1 Foram anexados todos os documentos necessários à análise? 
3.1.1 Certidões de Tempo de Serviço (se houver tempo averbado) 
3.1.2 Última declaração do Imposto de Renda ou Declaração de Bens e Valores (Lei nº 
3.164, de 1957) 
3.1.3 RG, CPF e Título de Eleitor 
3.1.4 Comprovante de residência 
3.1.5 Laudo médico (para os casos de aposentadoria por invalidez) 
3.2 Todos os campos de preenchimento obrigatório foram preenchidos? 
3.3 Foram prestadas todas as declarações exigidas no requerimento? 
4 – Concessão e registro 
 
4.1 Foram preenchidas todas as informações relativas à concessão no SIAPE (Mód. Aposentadoria e 
Pensão – transação CAAPSERVID? 
4.1.1 Identificação do servidor 
4.1.2 Fundamento legal da aposentadoria 
4.1.3 Data da vigência 
4.1.4 Opção de utilização da LPA – Licença-Prêmio por Assiduidade em dobro 
4.1.5 Se a concessão é por sentença judicial ou não 
4.1.6 UORG (Unidade Organizacional) de localização 
4.1.7 Número do processo de aposentadoria 
4.1.8 Documento legal de aposentadoria - Portaria 
4.2 Valor de aposentadoria calculado na análise foi confirmado pelo SIAPE? 
ANEXO I - Check list para Análise do Requerimento de Aposentadoria 
99 
 
5 - Título de Inatividade e Registro no SisacNet 
 
5.1 Foi emitido Título de Inatividade? 
5.2 As informações do Título de Inatividade foram cadastradas no SisacNet (Portal TCU)? 
5.3 Formulário (versão PDF) de registro no SisacNet foi anexado ao processo SEI? 
6 – Inicio do benefício 
 
6.1 
Foram confirmadas no SIAPE as informações, de acordo com os valores relacionados 
no Título 
de Inatividade? 
 
6.2 Demonstrativo dos registros e acertos (SIAPE – FPCLPAGTO) foi anexado ao processo 
SEI? 
7 – Conclusão do processo 
 7.1 
Foi enviado correio eletrônico para o requerente, informando da concessão do 
benefício e 
anexando a Portaria assinada e a Portaria publicada no Diário Oficial da União? 
 
 7.2 A documentação relativa ao processo de concessão da aposentadoria foi incluída no 
Assentamento Funcional Digital - AFD do servidor? 
 
 
 
 
 
 
ANEXO II – Requerimento de Aposentadoria 
100 
 
REQUERIMENTO 
APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA 
Solicito minha aposentadoria voluntária nos termos da legislação assinalada a seguir: 
 
1. Assinalar fundamento para aposentadoria: 
 
[ ] Art. 40, § 1º, inciso III, alínea “a” da Constituição Federal, com redação dada pela EC nº 41, de 2003 
 Aposentadoria com cálculo de provento integral pela média das remunerações – índice de reajustes RGPS. 
 Requisitos necessários: 
 a) idade mínima (60 anos/homem, 55 anos/mulher); 
 b) tempo de contribuição (35 anos/homem, 30 anos/mulher); 
 c) tempo no serviço público (10 anos); 
 d) tempo no cargo em que se dará a aposentadoria (5 anos). 
 
[ ] Art. 40, §1º, inciso III, alínea “b” da Constituição Federal, com redação dada pela EC nº 41, de 2003 
 Aposentadoria por idade com cálculo de provento proporcional ao tempo de contribuição, pela média das remunerações – 
índice de reajustes RGPS. 
 Requisitos necessários: 
 a) idade mínima (65 anos/homem, 60 anos/mulher); 
 b) tempo de contribuição (35 anos/homem, 30
anos/mulher); 
 c) tempo no serviço público (10 anos); 
 d) tempo no cargo em que se dará a aposentadoria (5 anos). 
 
[ ] Art. 2º da EC nº 41, de 2003 
Aposentadoria com cálculo de provento proporcional a idade exigida, pela média das remunerações – índice de reajustes 
RGPS. 
Requisitos necessários: 
a) idade mínima (53 anos/homem, 48 anos/mulher) 
b) tempo no cargo em que se dará a aposentadoria (5 anos). 
c) tempo de contribuição (35 anos/homem, 30 anos/mulher); 
d) pedágio (adicional de 20% sobre o tempo de contribuição que em 16/12/1998, faltaria para atingir o tempo mínimo 
exigido) 
d) bônus (acréscimo de 17%, se professor, 20%, se professora, sobre o tempo computado até 16/12/1998, desde que todo o 
tempo de serviço/contribuição tenha sido de efetivo exercício nas funções de magistério); 
f) ingresso no serviço público até 16/12/1998. 
 
[ ] Art. 3ºA da EC nº 41, de 2003 
Cumprimento dos requisitos previstos nas regras abaixo, enquanto encontravam-se em vigor. 
a) Art. 40 da Constituição Federal, redação original; 
b) Art. 40 da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional nº 20 de 1998. 
c) Art. 8º da Emenda Constitucional nº 20, de 1998. 
 
[ ] Art. 6º da EC nº 41, de 2003 
 Aposentadoria com cálculo de provento integral com paridade. 
 Requisitos necessários: 
 a) idade mínima (60 anos/homem, 55 anos/mulher); 
 b) tempo de contribuição (35 anos/homem, 30 anos/mulher); 
 c) tempo no serviço público (20 anos); 
 d) tempo na carreira (10 anos); 
 f) tempo no cargo em que se der a aposentadoria (5 anos); 
 g) ingresso no serviço público até 31/12/2003. 
 
ANEXO II – Requerimento de Aposentadoria 
101 
 
 [ ] Art. 3º da EC nº 47, de 2005 
 Aposentadoria com cálculo de provento integral com paridade. 
 Requisitos necessários: 
 a) tempo de contribuição (35 anos/homem, 30 anos/mulher); 
 b) idade mínima (60 anos/homem, 55 anos/mulher); 
 c) tempo no serviço público (25 anos); 
 d) tempo na carreira (15 anos); 
 e) tempo no cargo em que se der a aposentadoria (5 anos); 
 f) ingresso no serviço público até 16/12/1998; 
 OBS.: a exigência da idade mínima diminui em um ano para cada ano de contribuição que exceder o tempo mínimo exigido. 
2. Dados do servidor requerente 
Nome completo*: 
Nome social (Decreto nº 8.727, de 28 de abril de 2016): 
Matrícula SIAPE*: CPF*: RG*: 
Cargo*: Classe*: Padrão*: 
Data de nascimento: Telefone do trabalho com DDD: ( ) 
Endereço residencial: 
Bairro: 
Cidade: UF: CEP: 
Telefone residencial: ( ) Celular: ( ) 
E-mail: 
* preenchimento obrigatório 
3. Declarações 
Declaro, para fins de concessão de aposentadoria voluntária, que em relação a: 
a) Exercício de cargo, emprego ou função pública (marque apenas uma das opções): 
( ) Não acumulo cargo público, emprego público ou função pública. 
( ) Sim, acumulo outro cargo, emprego ou função pública de: 
 Indicar cargo, emprego ou função):___________________________________________________________________________ 
 Vinculado ao (órgão):______________________________________________________________________________________ 
 
b) Aposentadoria (marque apenas uma das opções): 
( ) Não percebo nenhuma aposentadoria. 
( ) Sim, percebo outra aposentadoria relativa ao cargo de: 
 Indicar cargo, emprego ou função):___________________________________________________________________________ 
 Vinculado ao (órgão):______________________________________________________________________________________ 
 
c) Débitos com o Erário: 
( ) Não sou devedor perante a Fazenda Nacional. 
 
d) Veracidade das informações: 
ANEXO II – Requerimento de Aposentadoria 
102 
 
( ) As informações ora prestadas são verdadeiras, sob pena de responsabilidade administrativa, civil e penal, conforme Art. 299 do 
Código Penal Brasileiro (falsidade ideológica). 
 
4. Contagem em dobro da licença-prêmio por assiduidade 
Manifestação do servidor para contagem em dobro dos períodos não gozados. 
( ) Concorda ( ) Discorda 
 
5. Documentos que deverão ser anexados a este requerimento 
a) Certidões de Tempo de Serviço (se houver tempo averbado) 
b) Última declaração do Imposto de Renda ou Declaração de Bens e Valores (Lei nº 3.164, de 1957) 
c) Cópia da Carteira de Identidade, CPF e Título de Eleitor 
c) Comprovante de residência 
ANEXO III – Requerimentos Diversos 
103 
 
REQUERIMENTOS DIVERSOS 
 
Solicito: 
1. Dados do Requerente 
Nome completo*: 
Nome social (Decreto nº 8.727, de 28 de abril de 2016): 
Matrícula SIAPE*: CPF*: RG: 
Situação funcional*: ( ) Ativo ( ) Inativo 
Endereço residencial completo: 
Bairro: Cidade: UF: CEP: 
Telefones*: Trabalho: ( ) Residencial: ( ) Celular: ( ) 
E-mail*: 
* preenchimento obrigatório 
2. Procurador/Curador 
Em caso de apresentação de requerimento por procurador ou curador, informar: 
Nome completo*: 
CPF*: RG*: 
Telefone: ( ) Celular*: ( ) 
E-mail*: 
* preenchimento obrigatório 
3. Solicitação 
( ) Andamento de processo ( ) Comunicação de falecimento do servidor 
( ) SIGEPE – Desbloqueio de Senha ( ) SIGEPE – Alteração Cadastral 
( ) Cessão/Redistribuição de servidor Ex-Território ( ) Solicitação de Certidões 
( ) Outros 
Descrever: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO III – Requerimentos Diversos 
104 
 
4. Declarações 
Declaro, para fins de atendimento à solicitação objeto deste requerimento, que em relação a: 
Veracidade das informações: 
( ) As informações ora prestadas são verdadeiras, sob pena de responsabilidade administrativa, civil e penal, conforme Art. 
299 do Código Penal Brasileiro (falsidade ideológica). 
 
5. Documentos que deverão ser anexados a este requerimento 
Deverão ser anexados documentos que forneçam as informações e comprovações necessárias à análise do 
requerimento. 
 
 
 
 
 
 
ANEXO IV – Processo de Concessão de Aposentadoria Voluntária 
 
105 
 
 
 
 
 
ANEXO V - Processo de Concessão de Aposentadoria por Invalidez 
 
106 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO VI - Processo de Concessão de Aposentadoria Compulsória 
 
107 
 
 
 
ANEXO VII – Processo de Revisão de Aposentadoria 
 
108 
 
 
 
 
ANEXO VIII – Processo de Retorno à atividade 
 
109 
 
 
 
 
 
ANEXO IX – Processo de Encerramento da aposentadoria 
 
110 
 
 
 
111 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Guia para Elaboração de 
Manuais. Disponível em: < http://intranet/publicacoes/guia-para-elaboracao-de-manuais-versao-
final.pdf/view>. Acesso em: 13 jul.2016. 
 
BRASIL. Presidência da República. Manual de Redação da Presidência da República. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm>. Acesso em: 02 fev.2016. 
 
Controladoria Geral da União – CGU. Manual de Utilização do Simulador de Aposentadoria do 
Servidor Público. Disponível em: http://www.cgu.gov.br/simulador/manual.pdf. Acesso em: 18 
out.2016. 
 
Secretaria de Gestão Pública – SEGEP. PROGRAMA DE MULTIPLICADORES. Manual do SIAPE – 
Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos - Módulo Aposentadoria e Pensão. 
Versão Julho/2014. 
 
Tribunal de Contas da União – TCU. Manual de Aposentadoria, Pensão Civil, Admissões e 
Desligamentos no Serviço Público. Disponível em: 
http://www.tst.jus.br/home?p_auth=kGSvkW9M&p_p_auth=GO0U28bw&p_p_id=20&p_p_lifecycle=1&p_
p_state=exclusive&p_p_mode=view&_20_struts_action=%2Fdocument_library%2Fget_file&_20_groupId=1
0157&_20_folderId=6364591&_20_name=24557. Acesso em: 18 out 2016. 
 
Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF. Manual de Aposentadoria e Pensão Civil. Disponível 
em: http://www.tc.df.gov.br/app/biblioteca/pdf/PE500417.pdf. Acesso em: 18 out 2016. 
 
Site do Departamento de Polícia Rodoviária Federal. Ministério da Justiça e Cidadania. Disponível 
em: https://www.prf.gov.br/portal/espaco-do-servidor/estatuto/parte-vi-seguridade-social-do-
servidor/aposentadoria. Acesso em: 23 nov. 2016. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
112 
 
 
Manual de Concessão de Auxílios e Benefícios.pdf
1 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS 
- CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
Outubro de 2017 
2 
 
Ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão 
DYOGO HENRIQUE OLIVEIRA 
 
Secretário-Executivo 
ESTEVES PEDRO COLNAGO JÚNIOR 
 
Secretário de Gestão de Pessoas 
AUGUSTO AKIRA CHIBA 
 
Secretário Adjunto de Gestão de Pessoas 
FERNANDO ANTONIO BRAGA DE SIQUEIRA JUNIOR 
 
Diretor do Departamento de Remuneração e Benefícios 
ERASMO VERÍSSIMO DE CASTRO SAMPAIO 
 
Diretora do Departamento de Legislação e Provimento de Pessoas 
NELEIDE ABILA 
 
Coordenador-Geral de Previdência e Benefícios para o Servidor 
LUIS GUILHERME DE SOUZA PECANHA 
 
Coordenadora-Geral de Cadastro 
MÔNICA BISPO DOS SANTOS 
 
Elaboração 
Anderson Caires Santos 
Claudiomar Oviedo Ribeiro 
Cleber Carvalho Uchôa de Albuquerque 
Cleison Faé 
Daniel Meneses Machado 
Daniel Nogueira Passos 
Eliene Tavares de Oliveira 
Marcelo Matias de Almeida 
Márcia de Olinda Masson dos Reis 
Caroline Israel Pio 
Silvana Assunta Batiston Bimbato 
Teomair Correia de Oliveira 
Viviane Naves de Azevedo 
 
Revisão 
Diretoria de Planejamento e Gestão 
Coordenação-Geral de Planejamento e Desenvolvimento Institucional 
 
Diagramação 
Janynne Lima Gonçalves Pereira 
 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Secretaria Executiva. Secretaria de Gestão de 
Pessoas. Manual: Concessão de Auxílios e Benefícios. Brasília, 2017. 
 
Impresso no Brasil/ Printed in Brazil 
 
 É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que a fonte seja citada. 
3 
 
 
 
 
 
 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS 
- CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
 
 
 
1ª EDIÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Brasília/DF, outubro de 2017 
4 
 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
Esplanada dos Ministérios – Bloco “C” – 7º andar – Sala 710 
Brasília – DF, CEP: 70.046-900 
Fones: 55 61 2020–1041 
http://www.planejamento.gov.br/ 
 
 2017, SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS 
 
NORMALIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA: CODIN/CGPLA/DIPLA/MP 
 
 
 
 
 
 
B823m 
 Brasil. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Secretaria 
de Gestão de Pessoas. 
 
 Manual de procedimentos: concessão de auxílios e benefícios / 
Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Secretaria de 
Gestão de Pessoas. -- Brasília: MP, 2017. 
 50 p.: il. 
 
 
1. Auxílio, concessão 2. Benefício, concessão 
3.Servidor público I. Título 
 
 
CDU 35.08 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
SUMÁRIO 
 
DISPOSIÇÕES GERAIS ........................................................................................................... 6 
OBJETIVO GERAL ...................................................................................................................................... 6 
OBJETIVO ESPECÍFICO .............................................................................................................................. 6 
APLICAÇÃO ............................................................................................................................................... 6 
ÁREA RESPONSÁVEL ................................................................................................................................. 6 
ASPECTOS GERAIS .................................................................................................................................... 6 
GLOSSÁRIO ............................................................................................................................................... 7 
SIGLAS ....................................................................................................................................................... 7 
 
AUXÍLIO TRANSPORTE ......................................................................................................... 9 
AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO ..................................................................................................... 23 
AUXÍLIO FUNERAL .............................................................................................................. 33 
ASSISTÊNCIA À SAÚDE SUPLEMENTAR .............................................................................. 37 
 
ANEXOS ............................................................................................................................. 46 
ANEXO I - REQUERIMENTO DE AUXÍLIO FUNERAL ........................................................................... 46 
ANEXO II - DEMONSTRATIVO DE PAGAMENTO DO AUXÍLIO-FUNERAL ........................................ 47 
ANEXO III - REQUERIMENTO AUXÍLIO SAÚDE ................................................................................... 48 
ANEXO IV - REQUERIMENTO AUXÍLIO SAÚDE – COMPROVAÇÃO DE PAGAMENTO ................... 49 
 
LISTA DE REGIMES JURÍDICOS E SITUAÇÕES FUNCIONAIS ................................................... 50 
REFERÊNCIAS ..................................................................................................................... 52 
 
 
6 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
1. OBJETIVO GERAL 
 
 O presente Manual visa a preparar os profissionais na Gestão de Pessoas e a padronizar 
atividades relativas ao atendimento de requerimentos administrativos referentes a servidores 
ativos e aposentados e a pensionistas, no que diz respeito ao processo de concessão de auxílios e 
benefícios. 
 
 
2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
 
 Uniformizar os procedimentos para as áreas de gestão de pessoas quanto ao recebimento 
dos requerimentos de servidores ativos, aposentados e de pensionistas e respectivos documentos 
comprobatórios, bem como simplificar a análise das solicitações. 
 
 Estabelecer orientações para o tratamento de requerimentos fixando diretrizes técnico-
administrativas para as áreas de gestão de pessoas, bem como para a documentação 
comprobatória, com o objetivo de: 
 
a) Aumentar a confiabilidade e a produtividade dos processos de concessão de 
benefícios; 
b) Agilizar o processo de análise do requerimento; 
c) Otimizar a comunicação entre o requerente e o órgão responsável pelo 
atendimento do pleito; 
d) Minimizar as inconsistências. 
 
 
3. APLICAÇÃO 
 
 O Manual tem abrangência no âmbito das competências regimentais das unidades de 
gestão de pessoas da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. 
 
 
4. ÁREA RESPONSÁVEL 
 
 Departamento de Remuneração e Benefícios – DEREB/SGP. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
 
5. GLOSSÁRIO 
 
 Os termos utilizados neste Manual baseiam-se nas seguintes definições: 
 
a) Auxílio: ajudas de caráter pecuniário que fazem parte de uma política de gestão de 
pessoas oferecidas aos servidores; 
b) Auxílio Transporte: Auxílio de natureza jurídica indenizatória, concedido em 
pecúnia pela União. Destina-se ao custeio parcial de despesas realizadas com 
transporte coletivo municipal, intermunicipal ou interestadual pelos servidores ou 
empregados públicos da administração federal direta, autárquica e fundacional do 
Poder Executivo, nos deslocamentos
de suas residências para os locais de trabalho e 
vice-versa, excetuadas aquelas realizadas nos deslocamentos em intervalos para 
repouso ou alimentação, durante a jornada de trabalho, e aquelas efetuadas com 
transporte seletivos ou especiais (Decreto nº 2.880, de 15 de dezembro de 1998); 
c) Auxílio Alimentação: Auxílio que se destina a subsidiar as despesas com a refeição 
dos servidores, sendo-lhes pagos diretamente, na proporção dos dias trabalhados, 
salvo na hipótese de afastamento a serviço com percepção de diárias; 
d) Auxílio Funeral: Benefício previdenciário devido à família do servidor falecido na 
atividade ou aposentado, em valor equivalente a um mês da remuneração ou 
provento. Se o funeral for custeado por terceiro, este será indenizado até o valor da 
remuneração ou provento do servidor ativo ou aposentado; 
e) Benefício: conjunto de direitos dos servidores adquiridos por meio da vinculação e 
contribuição para o plano de seguridade social; 
f) Cargo Efetivo ou Cargo Público de Provimento Efetivo: É o cargo público para 
provimento em caráter efetivo mediante nomeação; 
g) Cargo em Comissão: Cargo de livre nomeação e exoneração, destinado às 
atribuições de direção, chefia e assessoramento, podendo ser ocupado ou não por 
servidor efetivo 
h) Temporários: Pessoas contratadas, com data de término de contrato definida, para 
atender necessidade temporária de excepcional interesse público nos órgãos da 
administração direta federal, nas autarquias e nas fundações públicas (Lei n º 8.745, 
de 1993); 
i) Celetistas: Empregado público contratado com base na Consolidação das Leis do 
Trabalho - CLT aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943; 
j) Transporte Coletivo: Ônibus tipo urbano, o trem, o metrô, os transportes 
marítimos, fluviais e lacustres, dentre outros, desde que revestidos das 
características de transporte coletivo de passageiros e devidamente 
regulamentados pelas autoridades competentes; 
k) Transporte Regular Rodoviário Seletivo ou Especial: Veículos que transportam 
passageiros exclusivamente sentados, para percursos de médias e longas distâncias, 
conforme normas editadas pelas autoridades de transporte competentes. 
 
6. SIGLAS 
 
 Constam deste Manual as seguintes siglas: 
8 
 
 
a) SIAPE: Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos; 
b) CLT: Consolidação das Leis do Trabalho; 
c) TCU: Tribunal de Contas da União. 
 
9 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
AUXÍLIO TRANSPORTE 
 
 
1. CONCEITO 
 
 Benefício de natureza jurídica indenizatória, concedido em pecúnia pela União, destinado 
ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo municipal, intermunicipal ou 
interestadual, nos deslocamentos realizados pelo servidor, de sua residência para o local de 
trabalho e vice-versa, ou nos deslocamentos "trabalho-trabalho" nos casos de acumulação lícita de 
cargos públicos. 
 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Para a efetivação do cadastramento do benefício no Sistema SIAPE, é necessário atender 
os seguintes requisitos: 
 
a) Estar em efetivo exercício das atribuições do cargo, emprego ou função, e 
ser/exercer: 
i. Ocupante cargo provimento efetivo; ou 
ii. Ocupante de cargo em comissão; ou 
iii. Função pública de temporários; ou 
iv. Celetistas vinculados a órgãos da administração federal direta, autárquica ou 
fundacional. 
b) Realizar deslocamentos de suas residências para os locais do trabalho e vice-versa 
em transporte coletivo municipal, intermunicipal ou interestadual. Em situações 
específicas, previstas em ato normativo, poderá se utilizar transporte regular 
rodoviário seletivo ou especial. 
 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1 Declaração/Requerimento para fins de Auxílio Transporte, contendo: 
 
a) Valor diário da despesa realizada com transporte coletivo; 
b) Endereço residencial; 
c) Percursos e meios de transportes mais adequados ao seu deslocamento residência-
trabalho e vice-versa; e 
d) No caso de acumulação lícita de cargos ou empregos, a opção facultada ao servidor 
ou empregado pela percepção do Auxílio Transporte no deslocamento trabalho-
trabalho em substituição ao trabalho-residência. 
 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação Principal: 
 
10 
 
a) Lei no 7.418, de 16 de dezembro de 1985; 
b) Medida Provisória nº 2.165-36, de 23 de agosto de 2001; 
c) Decreto nº 2.880, de 15 de dezembro de 1998. 
 
4.2 Legislação Complementar: 
 
d) Orientação Normativa nº 04 SRH/MP, de 8 de abril de 2011; 
a) Nota Técnica nº 740/2010/COGES/DENOP/SRH/MP, de 3 de agosto de 2010; 
b) Nota Técnica Consolidada nº 01/2013/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP, de 7 de junho de 
2013; 
c) Nota Informativa nº 877/2011/CGNOR/DENOP/SRH/MP, de 30 de dezembro de 
2011;[JLGP1] 
d) Nota Informativa nº 95/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP, de 27 de fevereiro de 
2014; 
e) Nota Informativa nº 739/2012/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP, de 22 de agosto de 
2012; 
f) Nota Técnica nº 309/2012/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP, de 18 de setembro de 2012; 
g) Nota Técnica nº 37 /2011/DENOP/SRH/MP, de 6 de junho de 2011; 
h) Nota Informativa nº 48/2015/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP, de 26 de maio de 2015; 
i) Nota Técnica nº 220/2011/CGNOR/DENOP/SRH/MP, de 5 de maio de 2011. 
 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1 Procedimentos para análise da concessão do Auxílio Transporte: 
 
5.1.1 Para a concessão do Auxílio Transporte, considere as informações a seguir: 
 
5.1.1.1 O Auxílio Transporte deve ser concedido a partir da data da apresentação do 
requerimento à área de Gestão de Pessoas da unidade de lotação do servidor; 
 
5.1.1.2 O pagamento do Auxílio Transporte deve ser efetuado no mês anterior ao da utilização de 
transporte coletivo, salvo nas seguintes hipóteses, quando se farão no mês subsequente: 
 
a) Início do efetivo desempenho das atribuições de cargo ou emprego, ou reinício de 
exercício decorrente de encerramento de licenças ou afastamentos legais; 
b) Alteração na tarifa do transporte coletivo, endereço residencial, percurso ou meio 
de transporte utilizado, em relação à sua complementação. 
 
5.1.1.3 O valor mensal do Auxílio Transporte será apurado a partir da diferença entre as despesas 
realizadas com transporte coletivo e o desconto de 6% (seis por cento) do vencimento do cargo 
efetivo ou emprego ocupado pelo servidor ou empregado, ainda que ocupante de cargo em 
comissão ou de natureza especial; 
 
5.1.1.4 O valor do Auxílio Transporte é pago por meio da rubrica 00951; 
 
5.1.1.5 Para fins do desconto, considerar-se-á, como base de cálculo, o valor do soldo ou 
11 
 
vencimento proporcional a vinte e dois dias; 
 
5.1.1.6 Por transporte coletivo, entende-se o ônibus tipo urbano, o trem, o metrô, bem como os 
transportes marítimos, fluviais e lacustres, desde que revestidos das características de transporte 
de massa e devidamente regulamentados pelas autoridades competentes; 
 
5.1.1.7 É vedado o pagamento de Auxílio Transporte quando utilizado veículo próprio ou 
qualquer outro meio de transporte não regulamentado ou não coletivo; 
 
5.1.1.8 Os deslocamentos em intervalos para repouso ou alimentação, durante a jornada de 
trabalho, não ensejam a concessão de Auxílio Transporte; 
 
5.1.1.9 As diárias sofrem o desconto do Auxílio Transporte, exceto aquelas referentes aos finais 
de semana; 
 
5.1.1.10 O servidor cedido poderá optar pela percepção do Auxílio Transporte no órgão cedente 
ou cessionário; 
 
5.1.1.11 O auxílio transporte é pago apenas nos deslocamentos da 
residência/trabalho/residência, com utilização do sistema de transporte coletivo, seja urbano, 
intermunicipal ou interestadual. Se por qualquer motivo não houver o deslocamento, o auxílio não 
é devido; 
 
5.1.1.12 O Auxílio Transporte não será considerado para fins de incidência de Imposto de Renda 
Pessoal Física ou de Contribuição para o Plano de Seguridade Social; 
 
5.1.1.13 De acordo com orientação contida no item 3.1.6 do Acórdão 2211/2005
– Plenário do 
Tribunal de Contas da União – TCU, o servidor que utilizar meio de transporte não convencional 
nos deslocamentos residência/trabalho/residência deverá apresentar os bilhetes de passagens 
com vistas ao percebimento do Auxílio Transporte; 
 
5.1.1.14 O Auxílio Transporte é automaticamente descontado, proporcionalmente, quando o 
servidor estiver em férias ou outro afastamento; 
 
5.1.1.15 O Auxílio Transporte não se incorpora aos vencimentos, à remuneração, aos proventos ou 
à pensão; 
 
5.1.1.16 No caso de acumulação lícita de cargos ou empregos, há opção facultada ao servidor ou 
empregado pela percepção do Auxílio-Transporte no deslocamento trabalho-trabalho em 
substituição ao trabalho-residência; 
 
5.1.1.17 A autoridade que tiver ciência de que o servidor ou empregado apresentou informação 
falsa deverá apurar de imediato, por intermédio de processo administrativo disciplinar, a 
responsabilidade do servidor ou empregado, com vistas à aplicação da penalidade administrativa 
correspondente e reposição ao erário dos valores percebidos indevidamente, sem prejuízo das 
sanções penais cabíveis. 
 
12 
 
5.2 Procedimentos a serem realizados para a inclusão do Auxílio Transporte: 
 
5.2.1 Para proceder com a inclusão do Auxílio Transporte, acesse o sistema SIAPE, transação: 
>CDATAUXTRA (SIAPE,CADSIAPE,CADASTRO,ATUCADAST,CDATAUXTRA-ATUALIZA AUXILIO 
TRANSPORTE); 
 
5.2.2 Identifique o servidor pelo nome ou matrícula SIAPE; 
 
 
 
13 
 
 
5.2.3 Após a inserção da matrícula, tecle PF1 no campo “Auxílio Transporte”. 
 
 
 
 
 
14 
 
 
 
5.2.4 Para inserções pelo nome, tecle PF1 na coluna “Auxílio Cadastrado”; 
 
 
 
 
 
15 
 
5.2.5 Escolha a opção 1 e teclar “Enter”; 
 
 
 
5.2.6 O sistema irá abrir a tabela de códigos de valores. 
 
 
 
5.2.7 Assinale o código do auxílio correspondente ao valor diário total da despesa do 
deslocamento de ida e volta, de acordo com o requerimento do servidor. Atente que as despesas 
16 
 
de transporte nos intervalos para repouso e alimentação não podem ser consideradas para o 
cálculo deste valor; 
 
5.2.7.1 A tabela apresenta valores em intervalos progressivos de R$0,20 (vinte centavos). Caso o 
valor buscado não se encontre nela, selecione o valor imediatamente superior; 
 
5.2.8 O SIAPE irá carregar o código referente ao valor assinalado do Auxílio Transporte. Ao final 
irá solicitar ao operador para confirmar a alteração. Após esta etapa, verifique na tela a 
confirmação de integração com a folha de pagamento. 
 
 
 
5.3 Procedimentos a serem realizados para alteração/exclusão do Auxílio Transporte: 
 
5.3.1 Para alteração do valor diário total da despesa do deslocamento do servidor, que serve 
como base de cálculo para o pagamento do Auxílio Transporte, acesse a mesma transação de 
inclusão: >CDATAUXTRA (SIAPE, CADSIAPE, CADASTRO, ATUCADAST,CDATAUXTRA - ATUALIZA 
AUXILIO TRANSPORTE); 
 
5.3.2 Após a identificação do servidor, o sistema apresentará o valor cadastrado atualmente; 
 
17 
 
 
 
5.3.2.1 Para alterar o valor do Auxílio Transporte, tecle PF1; 
 
5.3.2.2 Tecle “Enter” para acessar a tabela de valores de Auxílio Transporte ativa; 
 
5.3.2.3 Selecione o código correspondente ao novo valor a ser pago; 
 
5.3.3 Para excluir o benefício, coloque o código “000” no campo informado e assim o valor do 
benefício será zerado. 
 
Exemplo: Se após a transação >CDATAUXTRA (SIAPE, CADSIAPE, CADASTRO, ATUCADAST, 
CDATAUXTRA - ATUALIZA AUXILIO TRANSPORTE) aparecer “AUXILIO TRANSPORTE: 036 8,00”, 
substitua o 036 por 000, assim o auxílio será excluído. 
 
5.4 Procedimentos a serem realizados para consulta do Auxílio Transporte: 
 
5.4.1 Para consultar o valor diário total da despesa do deslocamento cadastrado, acesse a 
transação: >CDCOINDFUN - (SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDFUN - DADOS INDIVIDUAIS 
FUNCIONAIS ) e identifique o servidor; 
 
18 
 
 
 
 
 
5.4.2 Após a identificação do servidor, selecione com um X o campo “TRANSPORTE - AUXILIO”. 
O sistema exibirá o valor que serve de base de cálculo para o benefício; 
 
19 
 
 
 
 
 
5.4.2.1 Alternativamente, acesse a transação >FPCOFICHAF (SIAPE, FOLHA, CONSSERV, 
FPCOFICHAF (FICHA FINA SERVIDOR 1989/ATUAL ), identifique o servidor, tecle F9 e verifique a 
linha Auxílio Transporte; 
20 
 
 
 
 
 
21 
 
 
 
5.4.3 Para confirmação se o valor assinalado gerou efeitos financeiros na folha de pagamento 
do servidor, acesse >FPCLPAGTO (SIAPE, FOLHA, ATUASERV, FPCLPAGTO - CALCULO DO 
PAGAMENTO SERVIDOR), e consulte o cálculo do pagamento do servidor. Caso seja devido, o valor 
aparecerá na rubrica correspondente. 
 
 
 
 
22 
 
5.5 Procedimentos para cálculo do Auxílio Transporte: 
 
5.5.1 Caso seja necessário fazer inclusão de valores manualmente (acerto de contas, por 
exemplo), calcule conforme a seguir: 
 
a) Rendimento: 
 1º Passo → Vencimento Básico / 30 (dias) X 22 (dias úteis) X 6% (percentual de 
participação do servidor que é abatido do valor total do auxílio); 
 2º Passo →Valor diário gasto com passagens X 22 (dias úteis) – Total do 1º 
Passo. 
 
b) Desconto: Número de dias de férias * (valor recebido mês anterior / 30 dias). 
 
5.5.2 Caso as férias do servidor sejam canceladas, o SIAPE irá proceder o automaticamente os 
ajustes do auxílio transporte. 
 
5.6 Procedimentos a serem realizados para acertos financeiros: 
 
5.6.1 Acesse o módulo da folha de pagamento do SIAPE destinado a execução de operações de 
inclusão, alteração e exclusão da movimentação financeira (folha normal) de servidores ativos e 
aposentados. Para verificar o valor do Auxílio Transporte calculado pelo sistema execute a 
transação > FPCLPAGTO (SIAPE, FOLHA, ATUASERV, FPCLPAGTO - CALCULO DO PAGAMENTO 
SERVIDOR); 
 
 
 
5.6.2 Para confirmar se os valores calculados automaticamente pelo SIAPE estão corretos 
verifique a data de entrada em exercício do servidor. 
 
23 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
 AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO 
 
 
1. CONCEITO 
 
 Auxílio concedido em pecúnia a todos os servidores civis ativos da Administração Pública 
Federal direta, autárquica e fundacional, independentemente da jornada de trabalho, desde que 
efetivamente em exercício nas atividades do cargo, ou nos afastamentos considerados de 
efetivo[CCUA2] exercícios, na proporção dos dias trabalhados, salvo na hipótese de afastamento a 
serviço com percepção de diárias. 
 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Ser ocupante de cargo efetivo, cargo em comissão, empregado público ou contratado 
temporário vinculado a órgão da administração direta, autárquica e fundacional; 
 
2.2 Encontrar-se em efetivo exercício ou em afastamentos e/ou licenças equiparadas, 
previstos no artigo 102 da Lei 8.112/90. 
 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1 Não há necessidade de apresentação de documentos ou de requerimento para a 
concessão do Auxílio Alimentação, por ser um benefício que é pago automaticamente ao servidor 
a partir do momento em que entra em exercício; 
 
3.2 O benefício será suspenso nas licenças, afastamentos ou concessões não elencadas nos 
arts. 97 e 102 da Lei nº 8.112, de 1990, observando-se a jornada de trabalho e eventual opção 
para a situação de acumulação de cargos. 
 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
 
a) Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
b) Lei nº 8.460, de 17 de setembro de 1992; 
c) Decreto nº 3.887, de 16 de agosto de 2001. 
 
4.2 Legislação Complementar: 
 
a) Ofício-Circular nº 3/SRH/MP, de 1º de fevereiro de 2002; 
b) Orientação Normativa nº 05/SRH/MP, de 9 de agosto de 2005; 
c) Nota Técnica Consolidada nº 01/2012/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP; 
d) Nota Informativa nº 402/2011/COGNOR/DENOP/SRH/MP, de 12 de maio de 2011. 
 
24 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1. Procedimentos para análise da concessão do Auxílio Alimentação: 
 
5.1.1. Para a concessão do Auxílio Alimentação, considere
as informações a seguir: 
 
5.1.1.1. O pagamento do Auxílio Alimentação é efetuado de forma antecipada e automática. O 
valor no contracheque será sempre referente ao mês subsequente ao mês do exercício, quando 
não se tratar de acerto; 
 
5.1.1.2. Se o servidor for detentor de dois cargos o sistema só permitirá a inclusão em uma das 
matrículas; 
 
5.1.1.3. De acordo com o art. 2º do Decreto nº 3.387, de 2001, o Auxílio Alimentação possui 
caráter indenizatório, e deve ser pago em pecúnia ao servidor; 
 
5.1.1.4. O pagamento do Auxílio Alimentação é efetuado por meio da rubrica 00136; 
 
5.1.1.5. De acordo com o art. 22 da Lei nº 8.460/1992, o Auxílio Alimentação não é configurado 
como rendimento tributável e nem sofre incidência de contribuição para o Plano de Seguridade 
Social do Servidor Público; 
 
5.1.1.6. Considera-se para o desconto do Auxílio Alimentação, por dia não trabalhado, a 
proporcionalidade de 22 dias/mês. Considera-se como dia trabalhado a participação do servidor 
em programa de treinamento regularmente instituído, conferências, congressos, treinamentos, ou 
outros eventos similares, sem deslocamento da sede; 
 
5.1.1.7. O Auxílio-Alimentação é extensivo aos contratados por tempo determinado e aos 
ocupantes de cargo em comissão sem vínculo com a União; 
 
5.1.1.8. Nos casos de jornada de trabalho reduzida, apenas nas situações em que a carga horária 
for inferior a 30 (trinta) horas semanais, respeitadas as jornadas de trabalho estabelecidas em leis 
específicas, o Auxílio Alimentação deverá ser pago ao servidor de forma proporcional, e. 
 
5.2. Procedimentos a serem realizados para o cadastramento do Auxílio Alimentação: 
 
5.2.1 Para proceder a inclusão do Auxílio Alimentação acesse o sistema SIAPE, transação: 
>CDATALIIND (SIAPE,CADSIAPE,CADASTRO,ATUCADAST- CDATALIIND - ATUALIZA PROG. 
ALIM.INDIVIDUAL) e identifique o servidor; 
25 
 
 
 
5.2.2 Observe a data de exercício do servidor e as datas do cronograma da folha de pagamento 
e execute os procedimentos de acordo com as situações operacionais que poderão ocorrer, 
conforme a seguir: 
 
5.2.2.1 Situação 1: Data de exercício do servidor no mesmo mês/folha; 
 
5.1.2.1.1 Informe no campo DATA DE INÍCIO DA OPCAO a data em que o servidor ingressou no 
órgão e no campo PAGTO DIAS UTEIS MES/INGRESSO informar os dias úteis correspondentes 
trabalhados naquele mês. 
26 
 
 
 
Exemplo: 
DATA DE INGRESSO DO SERVIDOR: 05/03/2017 
CRONOGRAMA DA FOLHA: fechamento em 16/02/2017; Abertura da folha: 20/02/17 
DATA DE INICIO DA OPCAO: 05MAR2017 
PAGTO DIAS UTEIS MES/INGRESSO: 20. 
 
Observação: Nesta situação o sistema gerará de forma automática o valor integral do Auxílio 
Alimentação para utilização no mês de abril de 2017, na rubrica 00136, sequência “0” e o valor 
proporcional a 20 dias para utilização no mês de março de 2017, que deveria ser pago no mês de 
fevereiro de 2017. 
 
5.2.2.2 Situação 2: Data de exercício do servidor durante o período que a folha estava fechada; 
 
5.2.2.2.1 Preencha o campo DATA DE INICIO DA OPCAO com a data da abertura da folha seguinte 
ao exercício. Não preencha o campo PAGTO DIAS UTEIS MES/INGRESSO. 
27 
 
 
Exemplo: 
CRONOGRAMA DA FOLHA: fechamento em 16/02/2017; Abertura da folha: 20/02/17. 
DATA DE INICIO DA OPCAO: 20FEV2017 
PAGTO DIAS UTEIS MES/INGRESSO: não preencha 
 
Observação: Nesta situação o sistema gerará de forma automática o valor integral do Auxílio 
Alimentação para utilização no mês de abril de 2017, na rubrica 00136, sequência “0” e o valor 
integral a 22 dias úteis relativos ao mês de março de 2017, que deveria ser pago no mês de 
fevereiro de 2017, na rubrica 00136, sequência 6. Além disso, deve ser calculado manualmente o 
valor devido relativo aos dias úteis do mês do ingresso, no caso os dias úteis do mês de fevereiro e 
pagos na rubrica 00136, sequência 7. 
 
5.2.2.3 Situação 3: data de exercício do servidor em mês anterior à folha atual; 
 
5.2.2.3.1 Preencha o campo DATA DE INICIO DA OPCAO com o dia 01 do mês atual. Preencha o 
campo PAGTO DIAS UTEIS MES/INGRESSO com 22 dias úteis. 
28 
 
 
 
Exemplo: 
DATA DE INGRESSO DO SERVIDOR: 15/01/2017. 
CRONOGRAMA DA FOLHA: fechamento em 16/02/2017; Abertura da folha: 20/02/17. 
DATA DE INICIO DA OPCAO: 01MAR2017 
PAGTO DIAS UTEIS MES/INGRESSO: 22 
 
Observação: Nesta situação o sistema gera de forma automática o valor integral do Auxílio 
Alimentação para utilização no mês de abril de 2017, na rubrica 00136, sequência “0” e o valor 
integral a 22 dias úteis relativos ao mês de março de 2017, que deveria ser pago no mês de 
fevereiro de 2017, na rubrica 00136, sequência 6. Além disso, deve ser calculado manualmente o 
valor devido relativo aos dias úteis do mês do ingresso a contar de 15/01/2017 até o último dia útil 
do mês de fevereiro de 2017 e pagos na rubrica 00136, sequência 7; 
 
5.2.2.3.2 Após a inclusão das informações cadastrais, encaminhe para o setor responsável pela 
folha de pagamento para conferência e eventuais ajustes financeiros. 
 
5.3 Procedimentos a serem realizados para alteração, encerramento e exclusão do Auxílio 
Alimentação: 
 
5.3.1 Caso tenham sido registradas informações equivocadas de Auxílio Alimentação, efetue a 
alteração destas através da transação: >CDATALIIND – (SIAPE, CADSIAPE, CADASTRO, ATUCADAST 
- CDATALIIND - ATUALIZA PROG. ALIM.INDIVIDUAL); 
29 
 
 
 
5.3.2 Após a identificação do servidor, o sistema exibirá as informações registradas do auxílio. 
Altere os dados que desejar e logo após efetue a confirmação. O sistema irá efetuar a integração 
com a folha de pagamento; 
 
5.3.3 Caso se deseje encerrar o benefício, acesse a transação >CDATALIIND - (SIAPE, CADSIAPE, 
CADASTRO, ATUCADAST - CDATALIIND - ATUALIZA PROG. ALIM.INDIVIDUAL), faça a identificação 
do servidor e, na sequência, o sistema carregará a data de início da opção. No campo “DATA DE 
TÉRMINO DA OPCAO”, insira a data de encerramento do benefício. Após a confirmação, o sistema 
irá efetuar a integração com a folha de pagamento; 
30 
 
 
 
5.3.4 Para excluir o benefício, ao acessar a transação >CDATALIIND - (SIAPE, CADSIAPE, 
CADASTRO, ATUCADAST - CDATALIIND - ATUALIZA PROG. ALIM.INDIVIDUAL), identifique o servidor 
e apague as informações de início da opção. Após a confirmação, o sistema efetuará a integração 
com a folha de pagamento. 
 
 
 
 
31 
 
 
5.4 Procedimentos a serem realizados para consulta do Auxílio Alimentação: 
 
5.4.1 Para consulta ao Auxílio Alimentação do servidor, acesse a transação >CDCOINDFUN - 
(SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDFUN - DADOS INDIVIDUAIS FUNCIONAIS). Após a 
identificação do servidor, selecione com um X o campo “VALE ALIMENTAÇÃO/REFEICAO”. O 
sistema exibirá as datas de início e término do benefício; 
 
 
 
 
32 
 
 
5.4.2 Para confirmar os valores na folha de pagamento do servidor, acesse >FPCLPAGTO 
(SIAPE, FOLHA, ATUASERV, FPCLPAGTO - CALCULO DO PAGAMENTO SERVIDOR) e consulte o 
cálculo do respectivo pagamento. O valor aparecerá na rubrica correspondente. 
 
 
 
5.5 Procedimentos a serem realizados para acertos financeiros: 
 
5.5.1 Acesse o módulo da folha de pagamento do SIAPE destinado a execução de operações de 
inclusão, alteração e exclusão da movimentação financeira (folha normal) de servidores ativos e 
aposentados. Para verificar o valor do Auxílio Alimentação calculado pelo sistema execute a 
transação >FPCLPAGTO (SIAPE, FOLHA, ATUASERV, FPCLPAGTO - CALCULO DO PAGAMENTO 
SERVIDOR); 
 
5.5.2 No entanto, quanto aos casos de ocorrências que ensejam descontos, como por exemplo, 
faltas injustificadas, os descontos serão efetuados no mês subsequente, de forma automática. 
Para esses casos, registre a ocorrência no módulo de afastamentos disponível no SIAPENET, 
caminho: Órgão/UPAG > Servidor > Afastamento > Afastamentos do Servidor. 
 
 
33 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
AUXÍLIO FUNERAL 
 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 Benefício previdenciário
concedido à família[CCUA3] do servidor, (art. 241, Lei nº 8112/90) 
ou a terceiro que tenha custeado o funeral de servidor falecido, ativo ou aposentado. 
 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Para recebimento do Auxílio Funeral, é necessário que o requerente comprove a condição 
de familiar do servidor falecido ou, se terceiro, o custeio das despesas relacionadas ao funeral. 
 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1 Requerimento de Auxílio Funeral, conforme Anexo I, acompanhado dos seguintes 
documentos, conforme a situação do requerente: 
 
3.1.1 Se família do servidor ou terceiros: 
 
a) Cópia da Certidão de Óbito do Servidor; 
b) Cópia da Carteira de Identidade do Requerente; 
c) Cópia do CPF do Requerente; 
d) Nota Fiscal Original da Funerária, nominal ao requerente; 
e) Número da conta bancária, nome do banco e agência do requerente. 
 
Observação: Serão objeto de indenização somente as despesas relacionadas com o ato fúnebre, 
excluindo-se gastos com castiçais, coroa de flores, dentre outros. 
 
3.1.2 Se família do servidor, além dos documentos, acima mencionados, apresentar: 
 
a) Cônjuge: Certidão de Casamento; 
b) Filho (a): Certidão de Nascimento; 
c) Companheiro (a): Comprovação de união estável, como entidade familiar. 
 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
 
a) Artigos 41, 226 a 228 e 241 e parágrafo único da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro 
de 1990. 
 
 
 
 
34 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
4.2 Legislação complementar: 
 
a) Orientação Normativa DRH/SAF nº 101, de 11 de dezembro de 1991 (DOU 12 de 
dezembro de 1991); 
b) Acórdão TCU - Plenário nº 294, de 31 de março de 2004 (DOU 07 de abril de 2004); 
c) Nota Técnica nº 60/2011/CGNOR/DENOP/SRH/MP; 
d) Nota informativa nº 36 /2013/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP; 
e) Nota Informativa nº 305/2016-MP. 
 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1 Procedimentos para análise da concessão do Auxílio Funeral. 
 
5.1.1 Para a concessão do Auxílio Funeral, considere as informações a seguir: 
 
5.1.1.1 O auxílio deve ser pago no prazo de 48h (quarenta e oito horas), contadas do momento 
em que for protocolado o pedido, por meio de procedimento sumaríssimo; 
 
5.1.1.2 O benefício é concedido em valor equivalente a um mês da remuneração ou provento, a 
que o servidor faria jus se vivo fosse, no mês do falecimento; 
 
5.1.1.3 Para pagamento do auxílio, de acordo com o art. 241 da Lei nº 8.112/1990 considera-se 
família do servidor, além do cônjuge e filhos, quaisquer pessoas que vivam às suas expensas e 
constem do seu assentamento individual. A companheira ou companheiro que comprove a união 
estável é equiparada(o) ao cônjuge; 
 
5.1.1.4 A base de cálculo do Auxílio Funeral no caso do servidor que se encontra em atividade é o 
vencimento do cargo efetivo e as vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei, 
conforme definido no art. 41 da Lei nº 8.112, de 1990. Assim, parcelas eventuais não devem ser 
incluídas na base de cálculo, tais como: adicional por serviço extraordinário, adicional de 
insalubridade, adicional noturno, etc. No caso do aposentado, a base de cálculo será os proventos; 
 
5.1.1.5 A remuneração percebida pelo exercício de cargo em comissão não integra a base de 
cálculo do Auxílio Funeral. (Nota Informativa nº 305/2016-MP); 
 
5.1.1.6 No caso de acumulação legal de cargos, o auxílio será pago somente em razão do cargo 
de maior remuneração; 
 
5.1.1.7 Os familiares fazem jus ao benefício na forma legalmente definida no art. 226 da Lei 
8.112/90, ou seja, no valor de uma remuneração ou provento; e 
 
5.1.1.8 Para eventuais terceiros que arquem com as despesas de funeral de servidor, o valor do 
benefício será limitado aos valores comprovadamente expendidos, por meio de Nota Fiscal, até o 
limite de uma remuneração ou provento; 
 
5.1.1.9 Em caso de falecimento de servidor em serviço, fora do local de trabalho, inclusive no 
 
35 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
exterior, as despesas de transporte do corpo correrão à conta de recursos da União, autarquia ou 
fundação pública. 
 
5.2 Procedimentos de análise dos requisitos para concessão do Auxílio Funeral: 
 
5.2.1 Verifique se o requerente apresentou todos os documentos necessários para concessão 
do Auxílio Funeral; 
 
5.2.2 Identifique qual o tipo de requerente do benefício: pessoa da família do servidor ou 
terceiros; 
 
5.2.3 Se a documentação estiver completa e as informações suficientes elabore Nota Técnica 
com as informações relativas à análise do requerimento. 
 
5.3 Procedimentos a serem realizados para pagamento: 
 
5.3.1 Ao receber o processo de solicitação de pagamento do Auxílio Funeral, verifique o valor 
da remuneração ou provento que o servidor faria jus se vivo fosse, no mês do falecimento; 
 
5.3.2 Para obter o valor da remuneração ou provento que servirá de base para o pagamento do 
Auxílio Funeral, acesse o SIAPE e consulte a transação >FPCOFICHAF (SIAPE, FOLHA, CONSSERV, 
FPCOFICHAF - FICHA FINA SERVIDOR 1989/ATUAL), conforme a seguir: 
 
 
 
5.3.3 Identifique o servidor; 
 
5.3.4 Informe o mês do falecimento ou o mês imediatamente anterior ao óbito; 
 
 
36 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
5.3.5 Elabore o Demonstrativo de Pagamento do Auxílio-funeral, conforme Anexo II; 
 
5.3.6 O processo deve ser encaminhado ao setor financeiro que deverá efetuar o pagamento 
por meio de ordem bancária de acordo com procedimentos específicos do SIAFI. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
37 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
ASSISTÊNCIA À SAÚDE SUPLEMENTAR 
 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 A assistência à saúde suplementar compreende assistência médica, hospitalar, 
odontológica, psicológica e farmacêutica, e é prestada diretamente pelo órgão ou entidade ao 
qual estiver vinculado o servidor, mediante convênio ou contrato, ou na forma de auxílio, 
mediante ressarcimento parcial do valor despendido pelo servidor, ativo ou inativo, e seus 
dependentes ou pensionistas com planos ou seguros privados de assistência à saúde. 
 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Para o recebimento da Assistência à Saúde Suplementar, é necessário ser: 
 
a) Servidor ativo ou inativo, familiar ou pensionista do poder executivo federal, da 
Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dos extintos Territórios Federais do 
Amapá, de Rondônia e de Roraima; 
b) Servidor optante por uma das modalidades oferecidas pelo órgão: convênio, 
contrato, prestação direta. 
 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1 Requerimento formal do servidor, acompanhado dos documentos a seguir relacionados 
de acordo com a modalidade: 
 
3.1.1 Convênio; Contrato ou Prestação Direta: 
 
a) Formulário de requerimento de inclusão no plano; 
b) Formulário de inclusão de dependente, com a comprovação da qualidade de 
dependente. 
 
3.1.2 Auxílio de Caráter Indenizatório: 
 
a) Contrato do Plano de Saúde Particular celebrado por intermédio de: 
i. Administradora de Benefícios; 
ii. Conselhos profissionais e entidades de classe, nos quais seja necessário o 
registro para o exercício da profissão; 
iii. Sindicatos, centrais sindicais e respectivas federações e confederações 
associações profissionais legalmente constituídas; 
iv. Cooperativas que congreguem membros de categorias ou classes de 
profissões regulamentadas; 
v. Caixas de assistência e fundações de direito privado que se enquadrem nas 
disposições da Resolução Normativa ANS nº 195, de 14 de julho de 2009, ou 
norma superveniente; 
 
38 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
 
vi. Entidades previstas na Lei nº 7.395, de 31 de outubro de 1985, e na Lei nº 
7.398, de 4 de novembro de 1985; e 
vii. Outras pessoas jurídicas não previstas nos incisos anteriores, desde que 
expressamente autorizadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – 
ANS. 
b) Comprovação
de responsabilidade financeira em relação aos dependentes, para os 
casos em que o dependente do servidor configure como titular do plano de saúde; 
c) Comprovação de pagamento, que pode ser realizada com a apresentação de: 
 
i. Boletos mensais e respectivos comprovantes de pagamento; 
ii. Declaração da operadora ou administradora de benefícios, discriminando 
valores mensais por beneficiário, bem como atestando sua quitação; e 
iii. Outros documentos que comprovem de forma inequívoca as despesas e 
respectivos pagamentos. 
 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
 
a) Art. 230 da Lei nº 8.112, de 1990; e 
b) Decreto nº 4.978, de 3 de fevereiro de 2004. 
 
4.2 Legislação complementar: 
 
a) Ofício Circular nº 09, de 18 de novembro de 2009; 
b) Portaria nº 8, de 13 de janeiro de 2016; 
c) Portaria Normativa nº 1, de 9 de março de 2017. 
 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1 Procedimentos para análise e concessão e ao cadastramento do benefício: 
 
5.1.1 Para a concessão de benefício de Assistência à Saúde, considere as informações a seguir: 
 
5.1.1.1 As Modalidades de Assistência à Saúde são: 
 
a) Convênio com operadoras de Plano de Assistência à Saúde, organizadas na 
modalidade de autogestão, nos termos do art. 230 da Lei nº 8.112, de 11 de 
dezembro de 1990; ou 
b) Contrato com operadoras de Plano de Assistência à Saúde, observado o disposto na 
Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993; ou 
c) Serviço prestado diretamente pelo órgão ou entidade; ou 
d) Auxílio de caráter indenizatório, por meio de ressarcimento. 
 
5.1.1.2 O valor do benefício é definido segundo faixa de remuneração do servidor e faixa etária 
de cada um dos beneficiários (titular e dependentes), estando limitado ao valor estabelecido em 
ato do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; 
 
39 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
 
5.1.1.3 A contribuição mensal do titular do benefício, destinada exclusivamente ao custeio da 
Assistência à Saúde Suplementar, corresponderá a um valor fixo definido em convênio ou 
contrato, observado o disposto em cláusulas do convênio, do contrato, do regulamento ou do 
estatuto da entidade; 
 
5.1.1.4 O auxílio, de caráter indenizatório, é o único benefício que poderá ser concedido pelo 
órgão de forma exclusiva ou concomitante com qualquer uma das outras modalidades; 
 
5.1.1.5 A Assistência à Saúde será concedida a partir do requerimento formal do servidor, 
vedados pagamentos retroativos; 
 
5.1.2 Analise o requerimento em relação a modalidade de Assistência à Saúde disponibilizada 
pelo órgão ou entidade e quanto ao atendimento dos aspectos exigidos na legislação; 
 
5.1.3 No caso de opção pela modalidade de ressarcimento, avalie as informações do contrato 
do Plano de Saúde Particular apresentado, a fim de assegurar o correto cadastramento da 
titularidade do plano e o consequente pagamento do ressarcimento; 
 
5.1.4 Avalie se os dependentes do servidor estão inscritos e cobertos pelo mesmo plano de 
saúde contratado; 
 
5.1.4.1 Atualize o cadastro dos dependentes no SIAPE, com grau de parentesco, data de 
nascimento e condição de dependência por meio da transação >CDIADEPEND (SIAPE, CADSIAPE, 
DEPENDENTE, CDIADEPEND -> INCLUI/ALTERA DEPENDENTE); 
 
5.1.5 Verifique: 
a) se o servidor deve ser o titular do plano de saúde e só ele pode inscrever 
beneficiários na condição de dependentes; 
b) se o servidor e seus dependentes aderiram ao mesmo plano de saúde. 
 
5.1.6 Avalie se a documentação apresentada pelo servidor comprova, inequivocamente, a 
responsabilidade financeira do servidor sobre seus dependentes, nos casos em que o dependente 
configure como titular do plano de saúde. 
 
Observação: A situação acima descrita pode ocorrer por imposição das regras da operadora do 
plano de saúde e estão previstas no art. 25 §§4º a 6º da Portaria Normativa nº 1 
/2017/SEGRT/MP. 
 
5.2 Procedimentos para análise da documentação comprobatória – pagamento do plano de 
saúde: 
 
5.2.1 Para a comprovação da modalidade de auxílio indenizatório: 
 
5.2.1.1 Analise a documentação comprobatória do pagamento do plano de saúde apresentada, 
no sentido de assegurar que foram efetuados todos os pagamentos em contrapartida ao auxílio 
recebido. 
 
Observação A comprovação do pagamento às operadoras dos planos é feita anualmente, a cada 
mês de abril, junto à Unidade de Gestão de Pessoas de vinculação do servidor. 
 
40 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
 
5.3 Procedimentos operacionais a serem realizados para o cadastramento de titular de 
plano de saúde do servidor sem convênio com o órgão[4]: 
 
5.3.1 Acesse sistema SIAPE, transação: >CDINTITSAU- (SIAPE, CADSIAPE, CADASTRO, 
ATUCADAST, CDINTITSAU - SERVIDOR TITULAR PLANO SAUDE) e identifique o servidor; 
 
 
 
5.3.2 Preencha os campos conforme orientações a seguir: 
 
 
 
a) TITULAR ASSIST SAUDE SUPLEMENTAR: S – SIM; 
 
41 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
b) OPERADORA: Não preencher; 
c) RESSARCIMENTO: S – SIM. 
 
5.3.3 Confirme as informações para que sistema conclua o procedimento. 
 
Observação: Após o cadastramento da titularidade do servidor, o pagamento do Auxílio à Saúde 
Suplementar será automaticamente implantado via rubrica de rendimento no contracheque do 
servidor, já contemplando os valores correspondentes aos dependentes com o benefício 
cadastrado. 
 
5.4 Procedimentos para a operacionalização das demais modalidades: 
 
5.4.1 Observe se o servidor está enquadrado em uma das modalidades de contratação abaixo: 
 
a) Convênio com operadoras de Plano de Assistência à Saúde, organizadas na 
modalidade de autogestão, nos termos do art. 230 da Lei nº 8.112, de 11 de 
dezembro de 1990; 
b) Contrato com operadoras de Plano de Assistência à Saúde, observado o disposto na 
Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993; 
c) Serviço prestado diretamente pelo órgão ou entidades. 
 
5.4.2 Acesse novamente a transação CDINTITSAU- (SIAPE, CADSIAPE, CADASTRO, ATUCADAST, 
CDINTITSAU - SERVIDOR TITULAR PLANO SAUDE); 
 
 
5.4.3 Preencha os campos conforme orientações a seguir: 
 
 
42 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
 
 
a) TITULAR ASSIST SAUDE SUPLEMENTAR: S – SIM; 
b) OPERADORA: Tecle F1 para o sistema relacionar as operadoras que têm convênio 
com algum dos órgãos do SIPEC e selecione a correspondente; 
c) RESSARCIMENTO: N – NÃO. 
 
5.4.4 Confirme as informações para que o sistema conclua o procedimento; 
 
Observação: No caso de o servidor ser titular de um plano de saúde com convênio, contrato ou 
prestação direta, o valor per capita do benefício é pago diretamente pelo órgão à operadora. 
Assim, o valor descontado na ficha financeira do servidor corresponde à mensalidade, já 
descontado o valor per capita. Esta situação não pode ser confundido com repasse à operadora 
com consignação. 
 
5.4.5 Caso necessário para verificar se o requerente é elegível para recebimento do auxílio, 
consulte a lista completa com todos os regimes jurídicos e situações funcionais existentes no 
Anexo V. 
 
5.5 Procedimentos operacionais a serem realizados para o cadastramento de Assistência à 
Saúde Suplementar para beneficiário de pensão, sem convênio com o órgão[5]: 
 
5.5.1 Acesse o sistema SIAPE, transação CDINPSTSAU (SIAPE, PENSAO, PSBENEF, CDINPSTSAU - 
PENSIONISTA TITULAR PL.SAUDE); 
 
5.5.2 Preencha os campos conforme orientações a seguir: 
 
 
43 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
 
 
a) ASSIST SAÚDE SUPLEMENTAR: S – SIM; 
b) OPERADORA: Não preencher; 
c) RESSARCIMENTO: S- SIM. 
 
5.5.3 Confirme as informações para que o sistema conclua o procedimento e promova a 
integração à folha de pagamento; 
 
Observação: Após o cadastramento da Assistência à Saúde Suplementar do beneficiário de 
pensão, o pagamento do auxílio à saúde suplementar será automaticamente implantado via 
rubrica de rendimento
no respectivo contracheque. 
 
5.5.4 Acesse novamente a transação: >CDINPSTSAU- (SIAPE, PENSAO, PSBENEF, CDINPSTSAU - 
PENSIONISTA TITULAR PL.SAUDE); 
 
5.5.5 Preencha os campos conforme orientações a seguir: 
 
 
44 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
 
a) ASSIST SAÚDE SUPLEMENTAR: S - SIM 
b) OPERADORA: Não preencher 
c) RESSARCIMENTO: N- NÃO 
 
5.5.6 Confirme as informações para que o sistema conclua o procedimento e promova a 
integração à folha de pagamento. 
 
 Observação: No caso de o servidor ser titular de um plano de saúde com convênio, contrato ou 
prestação direta, o valor per capita do benefício é pago diretamente pelo órgão à operadora. 
Assim, o valor descontado na ficha financeira do servidor corresponde à mensalidade, já 
descontado o valor per capita. Por consequência, não pode ser confundido repasse à operadora 
com consignação. 
 
5.6 Procedimentos operacionais a serem realizados para os acertos financeiros: 
 
5.6.1 Anteriormente à execução de acertos financeiros, observe as seguintes informações: 
 
a) O valor do ressarcimento a ser pago ao servidor no custeio da assistência à saúde 
suplementar está fixado na Portaria nº 08/2016, do Ministério do Planejamento, 
Desenvolvimento e Gestão. Segundo a referida portaria, o valor per capita é 
calculado considerando a faixa salarial (remuneração) e de idade do servidor. 
b) No caso da per capita devida aos dependentes, o cálculo leva em consideração a 
faixa salarial (remuneração) do servidor e a idade do dependente. 
c) Para fins de pagamento da per capita o valor é limitado ao valor individual gasto por 
cada beneficiário, tendo como parâmetro o teto da Portaria nº 08/2016-MP. 
d) Para achar o valor do per capita, utilize a transação TBCOSAUSUP- 
(SIAPE,TBSIAPE,TBFUNCIONA,CONLEG,ASSISTSAUD,TBCOSAUSUP (CONSULTA 
ASSISTENC), localize a faixa de renda do servidor e, em seguida, sua idade. 
 
 
45 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
Exemplo: Servidor de 44 anos com remuneração de R$ 3.799,00 e com um dependente de 12 
anos: 
 
5.6.2 Consulte a transação TBCOSAUSUP- (SIAPE,TBSIAPE,TBFUNCIONA,CONLEG, 
ASSISTSAUD,TBCOSAUSUP CONSULTA ASSISTENC) e veja que o servidor pertence à Faixa 5 
(abaixo). O número 0300000-0399999 abaixo do nome “Faixa 5” significa que a faixa de renda é de 
R$ 3.000,00 a R$ 3.999,99. 
 
 
 
5.6.3 Após enquadrar o servidor na faixa de renda, procure a idade do servidor na coluna 
“Idade”. Nesse exemplo, o servidor de 44 anos está na linha 47 e seu per capita será no valor de 
R$ 156,04. 
 
5.6.4 Para achar o dependente, localize sua idade na mesma faixa de renda do titular. Nesse 
caso, 12 anos está na linha 41 e seu per capita será de R$ 122,71. 
 
Observação: A rubrica destinada ao pagamento da Assistência à Saúde Suplementar na 
modalidade de ressarcimento é a 82737 denominada “PER CAPITA - SAUDE SUPLEMENTAR”. 
ANEXO I – Requerimento Auxílio Funeral 
 
46 
 
REQUERIMENTO 
AUXÍLIO FUNERAL 
 
Solicito pagamento do Auxílio Funeral, em conformidade com a Lei nº 8.112/90, pelo óbito do Ex-servidor abaixo 
identificado: 
 
1. Dados do Requerente 
Nome completo*: 
CPF*: Banco*: Agência*: Conta*: 
Grau de Parentesco*: ( ) Cônjuge ( ) Companheira(o) ( ) Filho ( ) Outros 
Endereço residencial: 
Cidade: UF: CEP: 
Telefone residencial: ( ) Celular*: ( ) 
E-mail*: 
* preenchimento obrigatório 
 
2. Dados do ex-servidor (a) 
Nome completo*: 
Nome social (Decreto nº 8.727, de 28 de abril de 2016): 
Matrícula SIAPE*: CPF*: 
Situação na data do óbito*: ( ) Ativo ( ) Aposentado 
* preenchimento obrigatório 
 
3. INFORMAÇÕES ADICIONAIS 
 
 
 
 
 
 
Informações complementares 
Nome social (Decreto nº 8.727, de 28 de abril de 2016) 
Fica assegurado aos servidores públicos, no âmbito da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional, o uso do nome social 
adotado por travestis e transexuais. Parágrafo único. Entende-se por nome social aquele pelo qual essas pessoas se identificam e são 
identificadas pela sociedade. 
 
Artigos 226, 227, 228 e 241 da Lei nº 8.112/90 
Art. 226. O auxílio-funeral é devido à família do servidor falecido na atividade ou aposentado, em valor equivalente a um mês 
da remuneração ou provento. 
§ 1º No caso de acumulação legal de cargos, o auxílio será pago somente em razão do cargo de maior remuneração. 
§ 2º (VETADO). 
§ 3º O auxílio será pago no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, por meio de procedimento sumaríssimo, à pessoa da família 
que houver custeado o funeral. 
Art. 227. Se o funeral for custeado por terceiro, este será indenizado, observado o disposto no artigo anterior. Art. 228. Em 
caso de falecimento de servidor em serviço fora do local de trabalho, inclusive no exterior, as despesas de transporte do corpo 
correrão à conta de recursos da União, autarquia ou fundação pública. 
... 
Art. 241. Consideram-se da família do servidor, além do cônjuge e filhos, quaisquer pessoas que vivam às suas expensas e 
constem do seu assentamento individual. Parágrafo único. Equipara-se ao cônjuge a companheira ou companheiro, que 
comprove união estável como entidade familiar. 
 
 
ANEXO II – Demonstrativo de Pagamento do Auxílio Funeral 
 
47 
 
 
DEMONSTRATIVO PARA PAGAMENTO 
AUXÍLIO FUNERAL 
 
 
1. Dados do Requerente 
Nome completo*: 
CPF*: Banco*: Agência*: Conta*: 
Grau de Parentesco: 
( ) Cônjuge ( ) Companheiro(a) ( ) Filho(a) ( ) Outro (especificar): ____________________________ 
Endereço residencial completo*: 
Cidade*: UF*: CEP*: 
E-mail*: Telefones*
: 
Residencial: ( ) _____-____ Celular: ( ) _____- 
*preenchimento obrigatório 
 
 
 
2. Dados do ex-servidor 
* preenchimento obrigatório 
Nome completo*: 
Nome social (Decreto nº 8.727, de 28 de abril de 2016): 
Matrícula SIAPE*: CPF*: 
Situação na data do óbito*: ( ) Ativo ( ) Aposentado 
 
 * preenchimento obrigatório 
 
3. Remuneração /Provento 
COD. RUBRICA DESCRIÇÃO DA RUBRICA VALOR 
 
 
 
 
 
 
 
TOTAL 
 
De acordo com as informações acima o valor a ser pago a título de auxílio-funeral ao Requerente é de R$ X.XXX,XX 
(valor por extenso). 
 
 
ANEXO III – Requerimento de Auxílio Saúde 
 
48 
 
REQUERIMENTO AUXÍLIO SAÚDE 
 
 
Solicito ressarcimento do(s) valor(es) pago(s) mensalmente à operadora do Plano de Saúde por mim 
contratada, na forma do Art. 230º da Lei 8.112, de 11.12.1990 e Portaria Normativa nº 1, de 9 de março de 
2017. 
 
 
1 – Dados do Requerente 
Nome completo*: 
Nome social (Portaria MP/GM nº 233, de 18.05.2010, PNDH): 
Grau de Parentesco (caso não seja o próprio servidor): 
( ) Cônjuge ( ) Companheiro(a) ( ) Filho(a) ( ) Outro (especificar): ____________________________ 
Endereço residencial completo*: 
Cidade*: UF*: CEP*: 
E-mail*: Telefones*
: 
Residencial: ( ) _____-____ Celular: ( ) 
_____-____ 
*preenchimento obrigatório 
 
2 – Dados do Servidor(a) 
Matrícula SIAPE: Cargo/Função: 
Órgão de Lotação/Exercício: 
Modalidade de plano ( ) convênio ( )contrato ( )prestação direta ( ) caráter indenizatório. 
 
 
3 – Documentos a serem anexados: 
a) Certidão de Casamento, quando o requerente for o cônjuge 
b) Declaração de União Estável, quando o requerente for companheiro(a) 
c) Certidão de Casamento Averbada da Separação, quando o requerente for preceptor(a) de pensão alimentícia 
d) Certidão de Nascimento, quando requerente for filho ou enteado até 21 anos ou, se inválido, enquanto durar a 
invalidez 
e) Certidão de Nascimento, quando requerente for filho entre 21 e 24 anos, estudante de curso superior reconhecido pelo 
ME 
f) Carteira de Identidade e do CPF do Requerente 
g) Comprovante
de Residência 
h) Contrato estabelecido com Plano de Saúde (nome(s) do(s) beneficiário(s), valores mensais e data de validade 
(início/fim) 
 
 
Informações complementares 
Nome social (Portaria MP/GM nº 233, de 18.05.2010, PNDH) 
Fica assegurado aos servidores públicos, no âmbito da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional, o uso do nome 
social adotado por travestis e transexuais. Parágrafo único. Entende-se por nome social aquele pelo qual essas pessoas se identificam e 
são identificadas pela sociedade. 
 
Art. 230º da Lei 8.112, de 11.12.1990 
A assistência à saúde do servidor, ativo ou inativo, e de sua família compreende assistência médica, hospitalar, 
odontológica, psicológica e farmacêutica, terá como diretriz básica o implemento de ações preventivas voltadas para a 
promoção da saúde e será prestada pelo Sistema Único de Saúde – SUS, diretamente pelo órgão ou entidade ao qual 
estiver vinculado o servidor, ou mediante convênio ou contrato, ou ainda na forma de auxílio, mediante ressarcimento 
parcial do valor despendido pelo servidor, ativo ou inativo, e seus dependentes ou pensionistas com planos ou seguros 
privados de assistência à saúde, na forma estabelecida em regulamento (Redação dada pela Lei nº 11.302 de 2006). 
 
 
ANEXO IV – Requerimento de Auxílio Saúde – Comprovante de Pagamento 
 
49 
 
 
REQUERIMENTO AUXÍLIO SAÚDE - modalidade auxílio de caráter indenizatório 
Comprovação de Pagamento 
 
Informo abaixo o(s) valor(es) pago(s) à operadora do Plano de Saúde contratada, relativos a: 
 
Mês do pagamento: (mm/aaaa) 
 
1 – Dados do Requerente 
Nome completo*: 
Nome social (Portaria MP/GM nº 233, de 18.05.2010, PNDH): 
Grau de Parentesco (caso requerente não seja o servidor): 
 ( ) Cônjuge ( ) Companheiro(a) ( ) Filho(a) ( ) Outro dependente (especificar): 
______________________________________________________________________________________________________ 
Endereço residencial completo*: 
Cidade*: UF*: CEP*: 
E-mail*: 
__________________________ 
Telefones*
: 
Residencial: 
( ) _____-____ 
Celular*: 
( ) _____-____ 
*preenchimento obrigatório 
 
2 – Dados do Servidor(a) 
Matrícula SIAPE*: Cargo/Função*: 
CPF*: 
Órgão de Lotação/Exercício*: 
*preenchimento obrigatório 
 
 
3 – Documentos a serem anexados a este requerimento 
a) Boleto de cobrança do Plano de Saúde contratado 
b) Comprovante de pagamento do Plano de Saúde, relativo ao mês indicado 
 
Informações complementares 
Nome social (Portaria MP/GM nº 233, de 18.05.2010, PNDH) 
Fica assegurado aos servidores públicos, no âmbito da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional, o uso 
do nome social adotado por travestis e transexuais. Parágrafo único. Entende-se por nome social aquele pelo qual essas 
pessoas se identificam e são identificadas pela sociedade. 
 
Art. 230º da Lei 8.112, de 11.12.1990 
A assistência à saúde do servidor, ativo ou inativo, e de sua família compreende assistência médica, hospitalar, odontológica, 
psicológica e farmacêutica, terá como diretriz básica o implemento de ações preventivas voltadas para a promoção da saúde 
e será prestada pelo Sistema Único de Saúde – SUS, diretamente pelo órgão ou entidade ao qual estiver vinculado o 
servidor, ou mediante convênio ou contrato, ou ainda na forma de auxílio, mediante ressarcimento parcial do valor 
despendido pelo servidor, ativo ou inativo, e seus dependentes ou pensionistas com planos ou seguros privados de 
assistência à saúde, na forma estabelecida em regulamento. (Redação dada pela Lei nº 11.302 de 2006) 
 
 
 
50 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
LISTA DE REGIMES JURÍDICOS E SITUAÇÕES FUNCIONAIS 
 
 
REGIME JURÍDICO 
ANS ANISTIADO 
CDT CONTRATO TEMPORARIO 
CLT CONSOLIDACAO DAS LEIS DO TRABALHO 
EST REGIME JURIDICO UNICO 
ETE ESTAGIO EMPRESA 
ETG ESTAGIO 
MRD MEDICO RESIDENTE 
NES NATUREZA ESPECIAL 
PMM MEDICO - PROGRAMA MAIS MEDICO 
REM REGIME ESTATUTARIO EST/MUNICIPIOS 
RMI REGIME MILITAR 
RMP RESIDENCIA MULTIPROFISSIONAL 
TST TESTE 
 
SITUAÇÃO FUNCIONAL 
01 ATIVO PERMANENTE 
02 APOSENTADO 
03 REQUISITADO 
04 NOMEADO CARGO COMIS. 
05 SEM VÍNCULO 
06 TABELISTA (ESP/EMERG) 
07 NATUREZA ESPECIAL 
08 CEDIDO 
09 REDISTRIBUÍDO 
10 ATIVO TRANSITÓRIO 
11 EXCEDENTE A LOTAÇÃO 
12 CONTRATO TEMPORÁRIO 
13 EM DISPONIBILIDADE 
14 REQ. DE OUTROS ÓRGÃOS 
15 INSTITUIDOR PENSÃO 
16 REQ. MILITAR F. ARM 
17 APOSENTADO TCU733/94 
18 EXERC DESCENT CARREI 
19 EXERCÍCIO PROVISÓRIO 
20 CELETISTA 
21 ATIVO PERM L.8878/94 
22 ANISTIADO ADCT CF 
23 CELETISTA/EMPREGADO 
25 CLT ANS DEC JUDICIAL 
27 CLT ANS JUD. CEDIDO 
29 CLT-APÓS.COMPLEMENTO 
 
51 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
30 CLT-APS.DEC.JUDICIAL 
31 INST.PS DEC JUD 
32 EMPREGO PÚBLICO 
33 REFORMA CBM/PM 
34 RESERVA CBM/PM 
35 REQUIS.MILITAR GDF 
36 ANIST.PÚBLICO L10559 
37 ANIST.PRIVADO L10559 
38 ATIVO – DEC. JUDIC 
39 APOSENTADO-DEC JUDIC 
40 CONTRATO TEMPORÁRIO 
41 COLAB PCCTAE E MAGIS 
42 COLABORADOR ICT 
43 CLT ANS –DEC 6657/08 
44 EXERC.§7º ART93 8112 
45 CEDIDO SUS/LEI 8270 
46 INST.ANIST.PUBLICO 
47 INST.ANIST.PRIVADO 
48 CELETISTA DEC.JUDIC. 
49 CONTR.TEMPORARIO CLT 
50 EMPREGO PCC/EX-RO 
51 EXC. INDISCIPLINA 
52 CONT.PROF.SUBSTITUTO 
53 CONTR.PROF.VISITANTE 
54 CONT.PROF.TEMPORARIO 
55 CDT PROF/TUT.MMEDICO 
56 ANISTIADO PARC ÚNICA 
57 ANS INST PARC ÚNICA 
58 APOS. COMPLEM. VIFER 
66 ESTAGIARIO 
67 ESTAGIARIO PGFN 
68 ESTAGIARIO EMPRESA 
69 APRENDIZ 
75 CEDIDO DF EST MUNIC. 
84 PENSIONISTA 
91 BENEF.INDENIZ.ANS57 
92 BENEF.PENS.MONTEPIO 
93 BENEFICIARIO PENSAO 
94 BENEF.INDENIZ.ANS46 
95 BENEF.INDENIZ.ANS47 
96 QE/MRE – CEDIDO 
97 QUADRO ESPEC.-QE/MRE 
98 EXCEDENTE A LOT/MRE
 
52 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Guia para Elaboração de 
Manuais. Disponível em: < http://intranet/publicacoes/guia-para-elaboracao-de-manuais-versao-
final.pdf/view>. Acesso em: 13 de julho de 2016. 
 
BRASIL. Presidência da República. Manual de Redação da Presidência da República. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm>. Acesso em: 02 de fevereiro de 
2016. 
 
Secretaria de Gestão Pública – SEGEP. PROGRAMA DE MULTIPLICADORES. Manual do SIAPE – 
Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos - Módulo SIAPE Folha. Janeiro/2017. 
 
Comissão Nacional de Dirigentes de Pessoal – CNDP. Manual de normas de pessoal das instituições 
federais de ensino. 1ª edição. 2012. 
 
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Medida Provisória 
nº 2.165-36, de 23 de agosto de 2001. Institui o Auxílio Transporte, dispõe sobre o pagamento dos 
militares e dos servidores do Poder Executivo Federal, inclusive de suas autarquias, fundações, 
empresas públicas e sociedades de economia mista, e dá outras providências. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/mpv/2165-36.htm>. Acesso em: 30 de maio de 2017. 
 
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Decreto nº 2.880, 
de 15 de setembro de 1998. Regulamenta o Auxílio Transporte dos servidores e empregados 
públicos da administração federal direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo da União e 
altera o Decreto nº 95.247, de 17 de novembro de 1987. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d2880.htm>. Acesso em: 30 maio 2017. 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Nota Técnica Consolidada nº 
01/2013/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP. Auxílio Transporte. Disponível
em: 
<https://conlegis.planejamento.gov.br/conlegis/legislacao/atoNormativoDetalhesPub.htm?id=938
9>. Acesso em: 30 de maio de 2017. 
 
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei nº 8.460, de 17 
de setembro de 1992. Concede antecipação de reajuste de vencimentos e de soldos dos 
servidores civis e militares do Poder Executivo e dá outras providências. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8460consol.htm>. Acesso em: 30 de maio de 2017. 
 
BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Decreto nº 3.887, 
de 15 de agosto de 2001.Regulamenta o art. 22 da Lei nº 8.460, de 17 de setembro de 1992, que 
dispõe sobre o auxílio-alimentação destinado aos servidores civis ativos da Administração Pública 
Federal direta, autárquica e fundacional. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/d3887.htm>. Acesso em: 30 de maio de 
2017. 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Nota Técnica Consolidada nº 
1/2012/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP. Auxílio-alimentação. Disponível em: 
<https://conlegis.planejamento.gov.br/conlegis/legislacao/atoNormativoDetalhesPub.htm?id=914
3>. Acesso em: 30 de maio de 2017. 
 
53 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – CONCESSÃO DE AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS - 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Manual de Desligamento e Vacância.pdf
MANUAL DE PROCEDIMENTOS 
- DESLIGAMENTO E VACÂNCIA - 
Julho de 2018 
Ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão 
ESTEVES PEDRO COLNAGO JÚNIOR 
 
Secretário-Executivo 
GLEISSON RUBIN 
 
Secretário de Gestão de Pessoas 
AUGUSTO AKIRA CHIBA 
 
Secretário Adjunto de Gestão de Pessoas 
ERASMO VERÍSSIMO DE CASTRO SAMPAIO 
 
Diretor do Departamento de Remuneração e Benefícios 
EDUARDO CESAR SOARES GOMES 
 
Diretora do Departamento de Legislação e Provimento de Pessoas 
NELEIDE ABILA 
 
Coordenador-Geral de Concursos e Movimentação de Pessoas 
GABRIELA FIGUEIREDO LOBATO DE CASTRO 
 
Coordenadora-Geral de Cadastro 
MÔNICA BISPO DOS SANTOS 
 
Elaboração 
Caroline Israel Pio 
Claudiomar Oviedo Ribeiro 
Cleison Faé 
Daniel Meneses Machado 
Eliene Tavares de Oliveira 
Marcelo Matias de Almeida 
Marcia Alves de Assis 
Silvana Assunta Batiston Bimbato 
Vivane Naves de Azevedo 
 
 
Revisão e Formatação 
Anderson Caires Santos 
Carla Prado Novais 
Janynne Lima Gonçalves Pereira 
Talitha Lopes Saraiva Pedrosa 
Valdick Araújo dos Santos 
 
 
 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Secretaria Executiva. Secretaria de Gestão de 
Pessoas. Manual: DESLIGAMENTO E VACÂNCIA. Brasília, 2018. 
 
Impresso no Brasil/ Printed in Brazil 
 
 É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que a fonte seja citada. 
 
 
 
 
 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS 
- DESLIGAMENTO E VACÂNCIA - 
 
 
 
1ª EDIÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Brasília/DF, julho de 2018 
 
2 
 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
Esplanada dos Ministérios – Bloco “C” – 7º andar – Sala 710 
Brasília – DF, CEP: 70.046-900 
Fones: 55 61 2020–1041 
http://www.planejamento.gov.br/ 
 
 2018, SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS 
 
NORMALIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA. Coordenação de Documentação e Informação do Ministério do 
Planejamento, Desenvolvimento e Gestão – CODIN/MP 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
 
SUMÁRIO 
 
DISPOSIÇÕES GERAIS ........................................................................................................... 4 
OBJETIVO GERAL ...................................................................................................................................... 4 
OBJETIVO ESPECÍFICO .............................................................................................................................. 4 
APLICAÇÃO ............................................................................................................................................... 4 
ÁREA RESPONSÁVEL ................................................................................................................................. 4 
ASPECTOS GERAIS .................................................................................................................................... 4 
GLOSSÁRIO ............................................................................................................................................... 5 
SIGLAS ....................................................................................................................................................... 5 
 
VACÂNCIA POR POSSE EM CARGO INACUMULÁVEL ............................................................. 6 
EXONERAÇÃO - CARGO EFETIVO ........................................................................................ 18 
DEMISSÃO ......................................................................................................................... 33 
RESCISÃO/ TÉRMINO CONTRATO DE TRABALHO ................................................................ 42 
EXONERAÇÃO DE SERVIDOR EM CARGO DE COMISSÃO OU DE NATUREZA 
ESPECIAL ........................................................................................................................... 54 
 
REFERÊNCIAS ..................................................................................................................... 79
 
4 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – DESLIGAMENTO E VACÂNCIA – 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
1. OBJETIVO GERAL 
 
 O presente Manual visa direcionar e padronizar as atividades relativas à vacância por 
posse em outro cargo inacumulável, exoneração, demissão e rescisão/término de contrato 
temporário de trabalho, bem como as atividades relativas à exoneração, dispensa e desligamento, 
no SIAPE, de cargo comissionado, cargo de natureza especial e função comissionada. 
 
 
2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
 
 Estabelecer orientações para o recebimento e tratamento do requerimento, fixando 
diretrizes técnico-administrativas de forma padronizada para as áreas de gestão de pessoas, bem 
como da documentação comprobatória, com o objetivo de: 
 
a) Aumentar a confiabilidade e a produtividade dos processos de ingresso no serviço 
público federal e dos demais relacionados neste Manual; 
b) Agilizar o processo de análise e manifestação; e 
c) Otimizar a comunicação entre o interessado e o órgão responsável pelo 
atendimento do pleito. 
 
 
3. APLICAÇÃO 
 
 Este manual tem abrangência no âmbito das competências regimentais das unidades de 
gestão de pessoas da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional. 
 
 
4. ÁREA RESPONSÁVEL 
 
 Departamento de Legislação e Provimento de Pessoas - DEPRO/SGP/MP. 
 
 
5. ASPECTOS GERAIS 
 
 A vacância é um ato administrativo pelo qual um cargo público torna-se vago, desocupado, 
sem titular. 
 
Nos termos do art. 33 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, a vacância decorre de 
exoneração, demissão, promoção, readaptação, aposentadoria, posse em outro cargo 
inacumulável e falecimento. 
 
No caso de contratado temporário por tempo determinado, de que trata a Lei nº 8.745, de 
9 de dezembro de 1993, o desligamento da função pública ocorre com a extinção do contrato. 
 
 A exoneração de cargo comissionado e/ou cargo de natureza especial, e a dispensa de 
 
5 
 
função comissionada, são formas de desocupação, a qualquer tempo, de servidor das atribuições 
do cargo/função para o qual foi nomeado/designado, por interesse da Administração ou a pedido. 
 
A seguir, estão detalhados os aspectos gerais a serem considerados na análise das regras e 
situações apresentadas para a exoneração em cargo em comissão e de natureza especial ou 
dispensa de servidor de função
de confiança, que devem ser observados quando da execução dos 
processos, visando garantir e assegurar ao órgão ou entidade responsável a adequada aplicação 
das regras. 
 
6. GLOSSÁRIO 
 
6.1 Para efeito deste Manual, os termos utilizados estão baseados nas seguintes definições: 
 
a) Cargo de Natureza Especial – CNE: corresponde, normalmente, aos cargos de 
secretários-executivos e alguns Secretários Especiais de órgãos da Presidência da 
República; 
b) Cargo em Comissão: Cargo de livre nomeação e exoneração, destinado às 
atribuições de direção, chefia e assessoramento, que pode ser ocupado tanto por 
pessoa sem vínculo com a administração, quanto por servidor efetivo e/ou 
empregado público; 
c) Dispensa: ato que determina o desligamento de servidor das atribuições da função 
comissionada; 
d) Desligamento: processo de desligar o estagiário das atividades pactuadas Termo de 
Compromisso de Estágio – TCE. 
e) Exoneração: ato que determina o desligamento de servidor das atribuições do 
cargo em comissão ou de natureza especial; 
f) Exoneração a pedido: ocorre quando o servidor manifestar vontade em deixar o 
cargo público que ocupa; 
g) Exoneração “de ofício”: ocorre em atendimento a conveniência e oportunidade do 
Administrador Público; 
h) Função de Confiança: destinada às atribuições de direção, chefia e assessoramento, 
exercida exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo. 
i) Vacância: A vacância é um ato administrativo pelo qual um cargo público torna-
se vago, desocupado, sem titular. 
 
 
1. 7. SIGLAS 
 
7.1 Constam deste Manual as seguintes siglas: 
 
a) DL: Diploma Legal; 
b) SIAPE: Sistema Integrado de Administração Pessoal 
c) PSS: Plano de Seguridade Social da União; 
d) CNE: Cargo de Natureza Especial. 
 
 
 
6 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – DESLIGAMENTO E VACÂNCIA – 
 
VACÂNCIA POR POSSE EM CARGO INACUMULÁVEL 
 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 Forma de desocupação do cargo público efetivo, o qual é declarado vago em virtude de 
posse em outro cargo inacumulável independentemente da esfera de poder. 
 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Os atos de vacância e da nova investidura devem ocorrer de forma concomitante. Desse 
modo, não haverá interrupção de vínculo com o serviço público federal, para fins de migração das 
vantagens personalíssimas adquiridas em um cargo para outro. 
 
2.2 Consideram-se de vantagens de personalíssima aquelas vantagens que não são inerentes 
ao cargo efetivo que o servidor ocupa, mas oriundas de regras a serem cumpridas constantes do 
regime jurídico, como por exemplo, adicional por tempo de serviço público federal, tempo em que 
o servidor esteve investido em Cargo de Comissão (quintos) ou assemelhados em órgãos 
integrantes do SIPEC. 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1. Documento inicial do processo: Requerimento do servidor solicitando a vacância por 
posse em outro cargo inacumulável a partir da data da posse no novo cargo a ser ocupado. 
3.2. A análise do pleito exige a apresentação, pelo requerente, da documentação relacionada a 
seguir: 
 
a) Cópia da publicação do ato de nomeação para o novo cargo a ser ocupado. 
b) Declaração de Bens e Rendas ou Autorização de Acesso aos Dados de Bens e 
Rendas. 
 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
a) Inc. VIII do art. 33 da Lei nº 8.112/1990. 
 
4.2 Legislação complementar/Entendimentos do Órgão Central do SIPEC: 
 
a) Orientação Normativa SRH Nº 2, de 23 de fevereiro de 2011. 
b) Parecer AGU GM 13, de 11 de dezembro de 2000; 
c) Parecer AGU JT - 03, de 27 de maio de 2009; 
d) Nota Técnica nº 236/2009/COGES/DENOP/SRH/MP; 
e) Nota Informativa nº 305 /2010/COGES/DENOP/SRH/MP; 
f) Nota Técnica nº 115/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP; 
 
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g) Nota Técnica nº 68/2015/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP; 
h) Nota Técnica nº 6179/2016-MP 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1 Procedimentos de análise da Vacância por Posse em outro Cargo Inacumulável: 
 
5.1.1 A vacância por posse em cargo inacumulável dar-se-á por servidor detentor de cargo 
público efetivo regido pela Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
 
5.1.2 Para não haver interrupção de vínculo com o serviço público federal os atos de vacância e 
da nova investidura devem ocorrer de forma concomitante; 
 
5.1.3 O servidor detentor de cargo público efetivo regido pela Lei nº 8.112/90 que solicitar 
vacância por posse em outro cargo inacumulável também regido pela referida lei poderá usufruir 
as férias já adquiridas e perceber a gratificação natalina no novo cargo, desde que não haja 
interrupção do exercício; 
 
5.1.4 O servidor detentor de cargo público efetivo federal que solicitar vacância por posse em 
cargo inacumulável na esfera Estadual ou Municipal e tiver férias integrais ou saldo de férias não 
usufruídas, fará jus ao pagamento de indenização de férias calculado na proporção de 1/12 (um 
doze avos) p0r mês de efetivo exercício, ou fração superior a quatorze dias, calculada sobre a 
remuneração do mês correspondente à data da vacância, observada a data do ingresso no cargo. 
Já gratificação natalina será paga de forma proporcional aos meses em exercício, aplicando-se a 
regra prevista no art. 65 da Lei nº 8.112/90; 
 
5.1.5 Os servidores detentores de cargo público efetivo federal que, tendo ingressado no 
serviço público federal anteriormente a 04 de fevereiro de 2013, e, posteriormente, ingressarem 
em outro cargo na esfera do Poder Executivo Federal, sem descontinuidade, e estejam vinculados 
ao Plano de Seguridade Social da União (PSS), poderão optar por permanecer naquele regime ou 
ingressar no regime de previdência complementar, por tratar-se, nesse caso, de migração de 
servidor no mesmo ente federado. (Art. 3º da Orientação Normativa nº 08, de 01/10/2014). 
 
5.2. Procedimentos a serem realizados para o Cadastramento da Vacância por Posse em 
Cargo Inacumulável no SIAPE: 
 
5.2.1 Acesse a transação >DPEDITADL (SIAPE, PROCDOCPUB, DL, DOCLEGAL, DPEDITADL - EDITA 
DOC. LEGAL INTERNO) para editar o Diploma Legal - DL (Portaria) que definiu o ato da vacância; 
 
 
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5.2.2 Preencha as seguintes informações: 
 
a) Número - Informe o Número da Portaria; 
b) UORG - Unidade que emitiu a Portaria; 
c) Ano - Ano de emissão da Portaria; 
d) Tipo - Tecle PF1 = Ajuda para auxílio na tabela de Tipo de Documento. 
 
5.2.3 Tecle Enter e informe os seguintes dados: 
 
e) Assunto - Tecle PF1 = Ajuda para auxílio na tabela de Assunto (neste caso, assinalar 
o código 53 - Posse em outro cargo inacumulável); 
f) Data de emissão - Data da emissão do documento legal que definiu o ato de 
vacância; 
g) Data da vigência - Data da vigência do documento legal que definiu o ato de 
vacância; 
h) Data da publicação - Data da publicação do documento legal no Diário Oficial da 
União - D.O.U. 
 
 
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5.2.3 Tecle “Enter” e aparecerá a edição do texto, não sendo necessário adicionar nenhuma 
informação; 
 
5.2.4 Tecle PF3 = Atualiza e Sai, para atualizar e sair; 
 
5.2.5 Tecle PF12 = Cancela, para sair da transação; 
 
5.2.6 Acesse a transação >DPFINAL (SIAPE, PROCDOCPUB, DL, DOCLEGAL, DPFINAL - FINALIZA 
DOCUMENTO LEGAL) para finalizar o documento legal e utilizá-lo no processamento da Vacância; 
 
5.2.7. Informe novamente os dados do DL criado na transação >EDITADL e tecle “Enter”: 
 
 
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5.2.8 O sistema apresentará automaticamente as datas cadastradas anteriormente (confira os 
dados apresentados); 
 
5.2.9 Caso constate algum erro, faça a correção e tecle Enter; 
 
5.2.10 Confirme a finalização assinalando “S” (Sim); 
 
5.2.11 Assinalar “N” (Não) para não emitir o documento legal; 
 
5.2.12 Acesse a transação >CAVAEXCEP (SIAPE, SIAPECAD, PCA, VACANCIA, CAVAEXCEP - 
VACANCIA EXCEPCIONAL) para proceder à Vacância; 
 
5.2.13 Preencha as seguintes informações: 
 
a) Matrícula - informe a matrícula do servidor ou tecle PF1 = Ajuda se for utilizar 
outros dados
para a sua identificação; 
b) Data da Vacância: será sempre um dia antes da data do ato; 
c) Forma de Vacância - tecle PF1 = Ajuda para acessar a tabela de ocorrências de 
exclusão (neste caso 611 - Posse em outro cargo inacumulável), ou Consulte 
previamente o código da ocorrência na transação >TBCOENTSAI (SIAPE, 
TBSIAPECAD, TBGERAIS, ENTSAI, TBCOENTSAI - CONSULTA FORMA ENTRADA E 
SAIDA); 
d) Órgão de destino - não preencher; 
 
 
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5.2.14 Tecle “Enter” para avançar na transação; 
 
5.2.15 Informe os dados do DL Interno; 
 
 
 
 
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5.2.16 Tecle “Enter” e confirme a transação; 
 
5.2.17 O sistema informará que a atualização foi efetuada com sucesso; 
 
 
 
5.2.18 Acesse a transação >CACOPCA (SIAPE, SIAPECAD, PCA, CACOPCA - CONSULTA PCA'S NO 
PERIODO) para confirmar o encerramento do provimento; 
 
5.2.19 Acesse a transação >CDCOINDFUN (SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDFUN- DADOS 
INDIVIDUAIS FUNCIONAIS ) para confirmar a integralização do SIAPE/SIAPECAD. 
 
5.3 Procedimentos a serem realizados para o Cancelamento da Vacância por Posse em 
Cargo Inacumulável no SIAPE: 
 
Caso ocorra um erro na vacância (data ou mesmo servidor errado) poderá proceder ao 
cancelamento da mesma, sendo permitido apenas no período de folha aberta do mês de seu 
lançamento. 
 
5.3.1 Acesse a transação >DPRBDL (SIAPE, PROCDOCPUB, DL, DOCLEGAL, DPRBDL - REABRE 
DOCUMENTO LEGAL) para reabrir o DL; 
 
5.3.2 Preencha os campos com os dados do DL da Vacância. Tecle Enter e confirme a 
reabertura; 
 
 
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5.3.3 Acesse a transação >CACANVAC (SIAPE, SIAPECAD, PCA, VACANCIA, CACANVAC - 
CANCELA ULT.VACANCIA (POR ERRO)); 
 
 
 
5.3.4 Identifique o servidor pela Matrícula ou use PF1 = Ajuda; 
 
 
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5.3.5 O sistema apresentará automaticamente os dados da vacância. Confirme a transação; 
 
5.3.6 O sistema informará que a atualização foi efetuada com sucesso na folha de 
pagamento; 
 
5.3.7 Acesse a transação >CACOPCA (SIAPE, SIAPECAD, PCA, CACOPCA - CONSULTA PCA'S NO 
PERIODO) para confirmar o encerramento do provimento; 
 
5.3.8 Acesse a transação >CDCOINDFUN (SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDFUN- DADOS 
INDIVIDUAIS FUNCIONAIS ) para confirmar a integralização do SIAPE/SIAPECAD. 
 
5.4 Procedimentos a serem realizados para acertos financeiros decorrentes da Vacância por 
Posse em Cargo Inacumulável: 
 
5.4.1 Para fins de acertos financeiros decorrentes da vacância por posse em cargo 
inacumulável, podem ocorrer as seguintes situações: 
 
a) Vacância por posse em cargo inacumulável entre órgãos integrados ao SIAPE de 
servidores regidos pela lei 8.112/90: 
 
Deve ser efetuado somente os acertos das parcelas da remuneração do cargo e dos benefícios, 
caso tenha ocorrido pagamento a maior na folha de pagamento do servidor em decorrência da 
data de efetivação dos registros da vacância no SIAPE. Não há acertos financeiros a serem 
efetuados para as parcelas de Gratificação Natalina do exercício em curso e Férias, pois o servidor 
poderá usufruir as férias, caso ainda não tenha usufruído, e perceber gratificação natalina no novo 
cargo. Para que o SIAPE considere essas situações de forma automática, a data de posse e 
exercício no novo cargo deve ser a mesma da exoneração no cargo ocupado anteriormente e a 
data do ingresso no serviço público federal igual a que está registrada no cargo anterior. 
 
b) Vacância por posse em cargo inacumulável em outros poderes na esfera federal, 
regidos pela Lei 8.112/90: 
 
Além dos acertos financeiros das parcelas da remuneração do cargo e dos benefícios, caso tenha 
ocorrido pagamento a maior na folha de pagamento do servidor, deve-se indenizar a Gratificação 
Natalina relativa ao exercício em curso, caso ainda não tenha ocorrido o pagamento, considerando 
nos acertos eventuais pagamentos já realizados referente à antecipação de 50% dessa parcela, 
calculado na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de efetivo exercício, ou fração superior a 
quatorze dias, calculada sobre a remuneração do mês correspondente à data da vacância, 
observada a data do ingresso do servidor no cargo. Quanto às férias, as informações sobre 
eventuais pendências devem constar em certidão ou declaração a ser entregue ao RH do novo 
órgão do servidor. 
 
c) Vacância por posse em cargo inacumulável na esfera Estadual, Distrital ou 
Municipal: 
 
Além dos acertos financeiros das parcelas da remuneração do cargo e dos benefícios, caso tenha 
ocorrido pagamento a maior na folha de pagamento do servidor, deve-se indenizar a 
 
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Gratificação Natalina relativa ao exercício em curso, caso ainda não tenha ocorrido o 
pagamento, considerando nos acertos eventuais pagamentos já realizados referente à 
antecipação de 50% dessa parcela, e as férias ainda não gozadas e pendentes , calculados na 
proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de efetivo exercício, ou fração superior a quatorze 
dias, calculada sobre a remuneração do mês correspondente à data da vacância, observada a 
data do ingresso do servidor no cargo. 
 
5.4.2 Procedimentos operacionais para acertos financeiros decorrentes da Vacância por 
Posse em Cargo Inacumulável: 
 
5.4.2.1 Servidor exonerado em data diferente do dia 1º do mês vigente da folha de pagamento 
normal do mês e que tenham os registros da vacância efetivados no SIAPE na mesma folha de 
pagamento , o sistema proporcionalizará de forma automática o pagamento das parcelas do 
cargo, cabendo ao usuário incluir os demais acertos decorrentes de parcelas manuais e dos 
benefícios. Nesta situação, os lançamentos são incluídos no sistema no caminho: SIAPE, FOLHA, 
ATUASERV,>FPATMOVFIN, tela a seguir: 
 
 
 
5.4.2.1.1 Após realizar todos os acertos financeiros para esta situação, execute um cálculo da 
matrícula para conferência final, no seguinte caminho: SIAPE, FOLHA,ATUASERV, 
> FPCLPAGTO; 
 
 
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5.4.2.2 Servidor exonerado em data igual a 1º do mês e data anterior ao do mês vigente da 
folha de pagamento normal o sistema não efetuará qualquer cálculo. Nesta situação, os acertos 
financeiros, rendimentos e descontos, inclusive os compulsórios, devem ser calculados e 
incluídos no sistema pelo usuário na folha suplementar interna, através da seguinte opção: 
SIAPE, FOLHA, ATUASUPLIN,>FPMOVSUPIN, tela a seguir: 
 
 
 
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5.4.2.2.1 Após realizar todos os acertos financeiros para esta situação, execute um cálculo da 
matrícula para conferência final, no seguinte caminho: SIAPE, FOLHA, 
ATUASUPLIN,>FPCLSUPLIN, tela a seguir: 
 
 
 
5.4.2.2.2 Os lançamentos incluídos através da folha suplementar interna são integrados à folha 
de pagamento normal após a homologação e durante o seu processamento final; 
 
5.4.3 Para acertos financeiros referentes aos benefícios, observe as características específicas 
de cada um deles, principalmente os que são pagos de forma antecipada. Para isso, consulte os 
procedimentos previstos no manual de auxílios e benefícios; 
 
5.4.4 Em caso de valores negativos nos cálculos da indenização, deverá ser instruído processo 
de cobrança com emissão de Guia de Recolhimento da União - GRU e, após o pagamento da 
dívida, efetuados os ajustes na ficha financeira de meses anteriores do servidor (por meio da 
transação >FPATSPMOFI), a fim de que os registros no SIAPE fiquem devidamente atualizados e 
o comprovante de rendimentos anual para fins do imposto de renda seja gerado corretamente. 
 
 
 
 
 
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MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – DESLIGAMENTO E VACÂNCIA – 
 
EXONERAÇÃO - CARGO EFETIVO 
1. CONCEITO 
 
 
1.1 Forma de vacância de cargo público efetivo, formalizada mediante publicação de portaria no 
diário Oficial da União, a pedido ou de ofício, sem caracterização de natureza disciplinar. 
 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 A exoneração de cargo efetivo dar-se-á: 
a) Quando não satisfeitas as condições do estágio probatório; 
b) Quando, tendo tomado posse, o servidor
não entrar em exercício no prazo 
estabelecido; 
c) Exoneração para redução de despesa com pessoal. 
 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1 Para exoneração a pedido: 
 
a) Declaração de Bens e Rendas ou Autorização de Acesso aos Dados de Bens e 
Rendas; 
b) Requerimento do interessado com ciência da chefia imediata. 
 
3.2 Para exoneração de ofício: 
 
a) Relatório de avaliação de desempenho em estágio probatório; 
b) Comunicado da chefia da Unidade/Órgão, informando que o servidor não entrou 
em exercício no prazo legal; 
c) Declaração de Bens e Rendas ou Autorização de Acesso aos Dados de Bens e 
Rendas. 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
a) Arts. 33 e 25 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
b) Lei nº 9.801, de 14 de junho de 1999. 
 
4.2 Legislação complementar/Entendimento do Órgão Central do SIPEC: 
 
a) Nota Informativa no 305 /2010/COGES/DENOP/SRH/MP; 
 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
 
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5.1 Procedimentos para análise da Vacância por Exoneração: 
 
5.1.1. O servidor exonerado terá direito à: 
 
a) Gratificação natalina proporcional aos meses de exercício no ano civil, calculada 
com base na remuneração do cargo no mês de exoneração (a fração igual ou 
superior a 15 dias será considerada como mês integral); 
b) Indenização relativa ao período de férias a que tiver direito e ao incompleto (base 
ano civil), na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês de efetivo exercício ou 
fração superior a 14 (quatorze) dias, calculada com base na remuneração do cargo 
no mês em que for publicado o ato exoneratório. 
 
5.1.2 Ao servidor beneficiado com afastamento para estudo ou missão no exterior não será 
concedida exoneração antes de decorrido período igual ao do afastamento, ressalvada a hipótese 
de ressarcimento da despesa havida durante esse período; 
 
5.1.3 O servidor que responde a processo disciplinar só poderá ser exonerado a pedido após a 
conclusão do processo e o cumprimento da penalidade, acaso aplicada; 
Quadro: Nota Informativa no 305 /2010/COGES/DENOP/SRH/MP 
 
20 
 
 
5.2 Procedimentos a serem realizados para o Cadastramento da Exoneração: 
 
5.2.1 Acesse a transação >CAVAEXONER (SIAPE, SIAPECAD, PCA, VACANCIA, CAVAEXONER - 
VACANCIA POR EXONERACAO); 
 
5.2.2 Assinale X na opção Montar DL para Publicação e Aguardar Publicação e tecle Enter; 
 
 
 
5.2.3 Assinale X na opção aplicável ao caso, Exoneração Ex-Oficio ou a Pedido e tecle Enter. 
No exemplo assinalamos Exoneração a Pedido; 
 
 
 
21 
 
 
 
5.2.4 Informe os dados do DL (Portaria de Exoneração); 
 
 
 
 
5.2.5 Tecle PF2 = DL para incluir os dados do documento legal; 
 
 
22 
 
 
 
5.2.6 Preencha os dados e tecle PF1 = Ajuda para acessar a tabela de Assuntos de DL; 
 
5.2.7 Assinale X no código desejado (neste caso 050 Exoneração a Pedido - Ex-Oficio); 
 
 
 
5.2.8 Tecle Enter e preencha as datas do DL (Emissão, Vigência e Publicação); 
 
 
23 
 
5.2.9 Tecle PF4 = Inclui para incluir o DL; 
 
5.2.10 Tecle PF3 = Sai para atualizar e sair; 
 
5.2.11 Tecle Enter novamente. Marque X no documento cadastrado e Tecle Enter; 
 
 
 
5.2.12 Tecle Enter novamente; 
 
5.2. 13 Identifique o servidor pela matrícula ou use PF1 = Ajuda. Tecle Enter; 
 
5.2.14 Preencha o campo Observações incluindo o número do Processo e outras informações 
pertinentes ao caso. Tecle Enter; 
 
 
 
 
24 
 
 
 
5.2.13 Confirme a transação Montagem do DL. Tecle Enter; 
 
5.2.14 Informe S - Sim para finalizar o DL; 
 
5.2.15 Não emita o Documento Legal; 
 
5.2.16 Tecle PF12 = Cancela para retornar à tela principal; 
 
5.2.17 Prossiga pela mesma transação. Assinale X na opção Informar Publicação do DL e 
Efetivar os fatos no sistema. 
 
 
 
25 
 
 
 
5.2.18 Preencha os dados do DL e a data da Publicação. Tecle Enter; 
 
 
 
5.2.19 Identifique o servidor pela Matrícula ou tecle PF1 = Ajuda que o sistema mostrará os 
dados do servidor ligado a este DL. 
 
 
26 
 
5.2.20 Confirme a transação e a exoneração estará efetivada, com a tela informando que a 
atualização foi efetuada com sucesso na folha de pagamento; 
 
 
 
 
 
 
 
27 
 
 
5.2.21 Acesse a transação >CACOPCA (SIAPE, SIAPECAD, PCA, CACOPCA - CONSULTA PCA'S NO 
PERIODO) para confirmar o encerramento do provimento; 
 
5.2.22 Acesse a transação >CDCOINDFUN (SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDFUN- DADOS 
INDIVIDUAIS FUNCIONAIS ) para confirmar a integralização do SIAPE/SIAPECAD. 
 
5.3 Procedimentos a serem realizados para o Cancelamento da Vacância por Exoneração 
no SIAPE: 
 
Caso ocorra um erro na vacância (data ou mesmo servidor errado) poderá proceder ao 
cancelamento da mesma, sendo permitido apenas no período de folha aberta do mês de seu 
lançamento. 
 
5.3.1 Acesse a transação >DPRBDL (SIAPE, PROCDOCPUB, DL, DOCLEGAL, DPRBDL - REABRE 
DOCUMENTO LEGAL) para reabrir o DL; 
 
5.3.2 Preencha os campos com os dados do DL da Vacância. Após, confirme a reabertura do 
DL; 
 
5.3.3 Acesse a transação >CACANVAC (SIAPE, SIAPECAD, PCA, VACANCIA, CACANVAC- 
CANCELA ULT.VACANCIA(POR ERRO)); 
 
5.3.4 Identifique o servidor pela Matrícula ou use PF1 = Ajuda. Tecle Enter; 
 
5.3.5 O sistema apresentará automaticamente os dados da vacância. Confirme o 
cancelamento; 
 
 
 
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5.3.6 O sistema informará que a atualização foi efetuada com sucesso na folha de 
pagamento; 
 
5.3.7 Acesse a transação >CACOPCA (SIAPE, SIAPECAD, PCA, CACOPCA - CONSULTA PCA'S NO 
PERIODO) para confirmar o encerramento do provimento; 
 
5.3.8 Acesse a transação >CDCOINDFUN (SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDFUN- DADOS 
INDIVIDUAIS FUNCIONAIS ) para confirmar a integralização do SIAPE/SIAPECAD; 
 
5.4 Procedimentos a serem realizados para a Exoneração utilizando o DL Histórico: 
 
Tanto a Exoneração a Pedido como a Exoneração Ex-Ofício podem ser processadas utilizando o 
DL Histórico; 
 
5.4.2 Acesse a transação >CAVAEXONER (SIAPE, SIAPECAD, PCA, VACANCIA, CAVAEXONER - 
VACANCIA POR EXONERACAO); 
 
5.4.3 Assinale X na opção Vacância sem publicação (com DL externo ou DL Histórico); 
 
 
 
5.4.4 Selecione uma das opções do tipo de exoneração (Exoneração Ex-oficio ou a Pedido). 
Tecle Enter; 
 
5.4.5 No DL de Exoneração utilize apenas a linha do campo Histórico para digitar os dados do 
DL de Exoneração. Tecle Enter; 
 
 
 
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5.4.6 Continue o processo da mesma forma que os itens 5.2.1.19 e 5.2.1.20, informando a 
data de exoneração e identificando o servidor pela matrícula. Tecle Enter. Verifique os dados do 
servidor e confirme a exoneração; 
 
5.4.7 Para consulta, acesse a transação >CACOPCA (SIAPE, SIAPECAD, PCA, CACOPCA - 
CONSULTA PCA'S NO PERIODO) para confirmar o encerramento do provimento; 
 
5.4.8 Acesse a transação >CDCOINDFUN (SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDFUN- DADOS 
INDIVIDUAIS FUNCIONAIS ) para confirmar a integralização do SIAPE/SIAPECAD. 
 
 
5.5 Procedimentos a serem realizados para acertos financeiros decorrentes da Exoneração 
de servidor: 
 
5.5.1 Servidor exonerado em data diferente do dia 1º do mês vigente da folha de pagamento 
normal do mês e que tenha o registro da vacância efetivado no SIAPE na mesma folha de 
pagamento , o sistema proporcionalizará de forma automática o pagamento das parcelas do 
cargo, cabendo ao usuário incluir os demais acertos decorrentes de parcelas manuais e dos 
benefícios. Nesta situação, os lançamentos são incluídos no sistema no caminho: SIAPE, FOLHA, 
ATUASERV,>FPATMOVFIN, tela a seguir: 
 
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5.5.1.1 Após realizar todos os acertos financeiros para esta situação, execute um cálculo da 
matrícula para conferência final, no seguinte caminho: SIAPE, FOLHA,ATUASERV, 
> FPCLPAGTO; 
 
 
 
5.5.2 Servidor exonerado em data igual a 1º do mês e data anterior ao do mês vigente da 
folha de pagamento normal o sistema não efetuará qualquer cálculo. Nesta situação, os acertos 
financeiros, rendimentos e descontos,
inclusive os compulsórios, devem ser calculados e 
 
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incluídos no sistema pelo usuário na folha suplementar interna, através da seguinte opção: 
SIAPE, FOLHA, ATUASUPLIN,>FPMOVSUPIN, tela a seguir; 
 
 
 
5.5.2.1 Após realizar todos os acertos financeiros para esta situação, execute um cálculo da 
matrícula para conferência final, no seguinte caminho: SIAPE, FOLHA, 
ATUASUPLIN,>FPCLSUPLIN, tela a seguir: 
 
 
 
32 
 
5.5.3 Os lançamentos incluídos através da folha suplementar interna são integrados à folha 
de pagamento normal, após a homologação e durante o seu processamento final; 
 
5.5.4 Para acertos financeiros referentes aos benefícios, observe as características específicas 
de cada um deles, principalmente os que são pagos de forma antecipada. Para isso, consulte os 
procedimentos previstos no manual de auxílios e benefícios; 
 
5.5.5 Na exoneração, são indenizadas as férias ainda não gozadas (observadas as regras 
previstas na ON SRH nº 2, de 23 de fevereiro de 2011) e a Gratificação Natalina relativa ao 
exercício atual; 
 
5.5.6 Em caso de valores negativos nos cálculos da indenização, deverá ser instruído processo 
de cobrança com emissão de Guia de Recolhimento da União - GRU e, após o pagamento da 
dívida, efetuados os ajustes na ficha financeira de meses anteriores do servidor (por meio da 
transação >FPATSPMOFI), a fim de que os registros no SIAPE fiquem devidamente atualizados e 
o comprovante de rendimentos anual para fins do imposto de renda seja gerado corretamente. 
 
 
 
 
33 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – DESLIGAMENTO E VACÂNCIA – 
DEMISSÃO 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 A demissão é a pena expulsiva aplicável ao servidor que comete infração grave no exercício de 
cargo efetivo e que ainda se encontra na ativa quando da apuração e da apenação. 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Conclusão de Processo Administrativo Disciplinar (PAD), com decisão, assinada pelo dirigente 
do órgão, pela pena de demissão; ou 
 
2.2 Sentença judicial condenatória transitada em julgado, obrigatoriamente acompanhada de 
parecer de força executória, emitido pela Procuradoria Federal junto ao órgão. 
2.3 Será punido com a pena de demissão, a bem do serviço público, sem prejuízo de outras 
sanções cabíveis, o agente público que se recusar a prestar declaração dos bens, dentro do prazo 
determinado, ou que a prestar falsa. 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1 Decisão assinada pelo dirigente do órgão ou sentença judicial transitada em julgado, 
acompanhada de parecer de força executória, emitido pela Procuradoria Federal, conforme o 
caso. 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
 
a) Lei nº 8.112/1990, art. 33, Inc. II do art. 33 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 
1990; 
b) Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992; 
c) Lei nº 8.026, de 12 de abril de 1990. 
 
4.2 Legislação complementar/Entendimento do Órgão Central do SIPEC: 
 
a) Parecer AGU GQ nº 193, de 08 de junho de 1999; 
b) Nota Informativa nº 07/2015/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP. 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1 Procedimentos para a análise da Demissão: 
 
5.1.1 A pena de demissão será aplicada nos seguintes casos (Art. 132 e art. 117, incisos IX a XVI 
da Lei 8.112/1990): 
 
a) Crime contra a administração pública; 
b) Abandono de cargo; 
 
34 
 
c) Inassiduidade habitual; 
d) Improbidade administrativa; 
e) Incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição; 
f) Insubordinação grave em serviço; 
g) Ofensa física, em serviço, a servidor ou a particular, salvo em legítima defesa 
própria ou de outrem; 
h) Aplicação irregular de dinheiros públicos; 
i) Revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo; 
j) Lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional; 
k) Corrupção; 
l) Acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas; 
m) Valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da 
dignidade da função pública; 
n) Participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não 
personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou 
comanditário; 
o) Atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo 
quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o 
segundo grau, e de cônjuge ou companheiro; 
p) Receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão 
de suas atribuições; 
q) Aceitar comissão, emprego ou pensão de estado estrangeiro; 
r) Praticar usura sob qualquer de suas formas; 
s) Proceder de forma desidiosa; 
t) Utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades 
particulares. 
 
5.1.2 Para a demissão por motivo de crime contra a administração pública, é imprescindível a 
existência de sentença judicial transitada em julgado condenando o servidor pela prática de crime 
contra a administração pública, sob pena de violação do disposto no inciso LVII do artigo 5º da 
Constituição Federal. (Parecer AGU nº 124/1997). 
 
5.2 Procedimentos a serem realizados para o Cadastramento da Demissão no SIAPE: 
 
5.2.1 Acesse a transação >CAVADEMIS (SIAPE, SIAPECAD, PCA, VACANCIA, CAVADEMIS - 
VACANCIA POR DEMISSAO); 
 
5.2.2 Inclua o DL de Demissão teclando PF2 = DL para incluir os dados do documento legal; 
 
 
35 
 
 
 
5.2.4 Preencha os dados do DL (Portaria de Demissão); 
 
5.2.5 No campo Assunto tecle PF1 = Ajuda para acessar a tabela de Assuntos; 
 
5.2.6 Assinale X no código desejado (neste caso 047 Demissão); 
 
 
 
36 
 
5.2.7 Preencha as datas do DL (Emissão, Vigência e Publicação); 
 
5.2.8 Tecle PF4 = Inclui e confirme a inclusão do DL; 
 
 
 
5.2.10 Inclua a data efetiva da demissão e Tecle Enter; 
 
5.2.11 Informe a matrícula SIAPECad do servidor; 
 
 
 
37 
 
 
 
5.2.12 No campo Motivo indicar o tipo da demissão. Deve analisar a portaria de demissão e o 
processo administrativo disciplinar para assinalar o motivo de acordo com a penalidade aplicada 
ao servidor; 
 
5.2.13 Os motivos podem ser: 
a) 1 - Demissão; 
b) 2 - Demissão com impedimento definitivo; 
c) 3 - Demissão com impedimento até ____________(Preencher a data). 
 
5.2.14 Em seguida, ao informar o motivo da demissão, o SIAPE questionará se deseja confirmar a 
demissão. Confirme com S (Sim); 
 
5.2.15 Para consulta, acesse a transação >CACOPCA (SIAPE, SIAPECAD, PCA, CACOPCA - 
CONSULTA PCA'S NO PERIODO) para confirmar o encerramento do provimento; 
 
5.2.16 Acesse a transação >CDCOINDFUN (SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDFUN- DADOS 
INDIVIDUAIS FUNCIONAIS ) para confirmar a integralização do SIAPE/SIAPECAD. 
 
5.3 Procedimentos a serem realizados para o Cancelamento da Vacância por Demissão no 
SIAPE: 
Caso ocorra um erro na vacância (data ou mesmo servidor errado) poderá proceder ao 
cancelamento da mesma, sendo permitido apenas no período de folha aberta do mês de seu 
lançamento. 
 
5.3.1 Acesse a transação >DPRBDL (SIAPE, PROCDOCPUB, DL, DOCLEGAL, DPRBDL - REABRE 
DOCUMENTO LEGAL) para reabrir o DL; 
 
38 
 
 
5.3.2 Preencha os campos com os dados do DL da Vacância. Após, confirme a transação; 
 
5.3.3 Acesse a transação >CACANVAC (SIAPE, SIAPECAD, PCA, VACANCIA, CACANVAC- 
CANCELA ULT.VACANCIA(POR ERRO)); 
 
5.3.4. Identifique o servidor pela Matrícula ou use PF1 = Ajuda para consulta a partir de outros 
dados; 
 
5.3.5. O sistema apresentará automaticamente os dados da vacância. Confirme a transação; 
 
5.3.6 O cancelamento estará efetivado, com a tela informando que a atualização foi efetuada 
na folha de pagamento. 
 
Observação: O processo de Vacância por Demissão também poderá ser processado utilizando o 
DL Histórico. 
 
5.4 Procedimentos a serem realizados para acertos financeiros decorrentes da demissão de 
servidor: 
 
5.4.1 Servidor demitido em data diferente do dia 1º do mês vigente da folha de pagamento 
normal
do mês e que tenham os registros da vacância efetivados no SIAPE na mesma folha de 
pagamento , o sistema proporcionalizará de forma automática o pagamento das parcelas do 
cargo, cabendo ao usuário incluir os demais acertos decorrentes de parcelas manuais e dos 
benefícios. Nesta situação, os lançamentos são incluídos no sistema no caminho: SIAPE, FOLHA, 
ATUASERV,>FPATMOVFIN, tela a seguir: 
 
 
 
39 
 
 
5.4.1.1 Após realizar todos os acertos financeiros para esta situação, execute um cálculo da 
matrícula para conferência final, no seguinte caminho: SIAPE, FOLHA,ATUASERV, 
> FPCLPAGTO; 
 
 
 
5.4.2 Servidor demitido em data igual a 1º do mês e data anterior ao do mês vigente da folha 
de pagamento normal o sistema não efetuará qualquer cálculo. Nesta situação, os acertos 
financeiros, rendimentos e descontos, inclusive os compulsórios, devem ser calculados e 
incluídos no sistema pelo usuário na folha suplementar interna, através da seguinte opção: 
SIAPE, FOLHA, ATUASUPLIN,>FPMOVSUPIN, tela a seguir; 
 
40 
 
 
 
5.4.2.1 Após realizar todos os acertos financeiros para esta situação, execute um cálculo da 
matrícula para conferência final, no seguinte caminho: SIAPE, FOLHA, 
ATUASUPLIN,>FPCLSUPLIN, tela a seguir: 
 
 
 
5.4.3 Os lançamentos incluídos através da folha suplementar interna são integrados à folha 
de pagamento normal, após a homologação e durante o seu processamento final; 
 
41 
 
5.4.4 Para acertos financeiros referentes aos benefícios, observe as características específicas 
de cada um deles, principalmente os que são pagos de forma antecipada. Para isso, consulte os 
procedimentos previstos no manual de auxílios e benefícios; 
 
5.4.5 Na demissão, são indenizadas as férias ainda não gozadas (observadas as regras 
previstas na ON SRH nº 2, de 23 de fevereiro de 2011), porém não há indenização referente à 
Gratificação Natalina por falta de amparo legal; 
 
5.4.6 Em caso de valores negativos nos cálculos da indenização, deverá ser instruído processo 
de cobrança com emissão de Guia de Recolhimento da União - GRU e, após o pagamento da 
dívida, efetuados os ajustes na ficha financeira de meses anteriores do servidor (por meio da 
transação >FPATSPMOFI), a fim de que os registros no SIAPE fiquem devidamente atualizados e 
o comprovante de rendimentos anual para fins do imposto de renda seja gerado corretamente. 
 
 
 
 
42 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – DESLIGAMENTO E VACÂNCIA – 
RESCISÃO/TÉRMINO CONTRATO DE TRABALHO 
1. CONCEITO 
 
1.1 A rescisão e ou término do contrato de trabalho amparado na Lei nº 8.745/93 ocorre nas 
seguintes situações: 
 
a) Pelo término do prazo contratual; 
b) Por iniciativa do contratado; 
c) Pela extinção ou conclusão do projeto, definidos pelo contratante. 
 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Solicitação de rescisão por parte do contratado; fundamentação quanto à rescisão no 
caso de interesse da administração, ou cumprimento do período determinado no contrato. 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1. Se rescisão por iniciativa do contratado: requerimento do contratado, com a assinatura do 
interessado e o "de acordo" da chefia imediata, emitido com antecedência mínima de 30 (trinta) 
dias e especificando o motivo dessa rescisão; 
 
3.1.2 Se rescisão por interesse da Administração: documento emitido pela chefia do 
Departamento especificando o motivo da rescisão; 
 
3.1.3 Se rescisão por motivo de falecimento do contratado: atestado de óbito. 
 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
 
a) Lei nº 8.745 de 09/12/93 (DOU 10/12/93), com as alterações dadas pelas Leis nº 
9.848 de 26/10/99 (DOU 27/10/99); 
b) Lei nº 10.667 de 14/05/2003 (DOU 15/05/2003); 
c) Lei nº 11.123 de 07/06/2005 (DOU 08/06/2005); 
d) Lei 11.784 de 22/09/2008 (DOU 23/09/2008, DOU 02/10/2008 e DOU 31/10/2008); 
e) Lei 12.314 de 19/08/2010 (DOU 20/08/2010); 
f) Lei nº 12.425 de 17/06/2011 (DOU 20/06/2011); 
g) Lei nº 12.772 de 28/12/2012 (DOU 31/12/2012); 
h) Lei 12.998 de 18/06/2014 (DOU 20/06/2014, retificado em 25/06/214 e em 
08/07/2014). 
 
4.2 Legislação complementar: 
 
 
 
43 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1 Procedimentos para análise da rescisão/término do contrato de trabalho: 
 
5.1.1 O contrato firmado será extinto, sem direito a indenizações ao término do prazo 
contratual ou por iniciativa do contratado. (Art. 12, incisos I e II da Lei nº 8.745/93); 
 
5.1.2 A extinção do contrato, por iniciativa do contratado, será comunicada com a antecedência 
mínima de 30 (trinta) dias. (Art. 12, § 1º da Lei nº 8.745/93, com redação dada pela Lei nº 10.667 
de 2003); 
 
5.1.3 A extinção do contrato, por iniciativa do órgão, decorrente de conveniência 
administrativa, importará no pagamento ao contratado de indenização correspondente à metade 
do que lhe caberia referente ao restante do contrato. (Art. 12, § 2º da Lei nº 8.745/93); 
 
5.1.4 Não há que se falar em pagamento/indenização dos dias trabalhados posteriormente ao 
término do contrato, em observância ao expressamente estabelecido no artigo 12 da Lei nº 8.745, 
de 1993. (Item 12 da Nota Técnica SEI nº 2573/2015); 
 
5.1.5 Na hipótese de rescisão de contrato, o contratado fará jus aos seguintes direitos: 
 
a) Gratificação natalina (13º salário) proporcionalmente aos meses trabalhados, 
calculada sobre a remuneração do mês da rescisão. (Art. 11 da Lei 8.745/93 e Art. 65 
da Lei 8.112/1990); 
b) Férias a que tiver direito e ao período incompleto, na proporção de um doze avos 
por mês de trabalho, ou fração superior a quatorze dias. (Art. 11 da Lei 8.745/93 e 
Art. 78, §3º da Lei 8.112/90, incluídos pela Lei nº 8.216, de 13/08/91); 
 
5.2. Procedimentos a serem realizados para o Cadastramento da RESCISÃO/TÉRMINO 
CONTRATO DE TRABALHO no SIAPE: 
 
5.2.1 Editar o DL (Portaria) que definiu o ato da vacância; 
 
5.2.2 Acesse a transação >DPEDITADL (SIAPE, PROCDOCPUB, DL, DOCLEGAL, DPEDITADL - 
EDITA DOC. LEGAL INTERNO); 
 
 
44 
 
 
 
5.2.3 Preencha os seguintes campos: 
 
a) Número - Informe o Número da Portaria; 
b) UORG - Unidade que emitiu a Portaria; 
c) Ano - Ano de emissão da Portaria; 
d) Tipo - Tecle PF1 = Ajuda para auxílio na tabela de Tipo; 
e) Assunto - Tecle PF1 = Ajuda para auxílio na tabela de Assunto (neste caso, assinalar 
o código 184 - Término de Contrato ou 185 - Rescisão de Contrato Lei 8745/93). 
Tecle enter e continue com as informações a seguir. 
 
45 
 
 
 
a) Data de emissão - Data da Portaria; 
b) Data da vigência / publicação - Data da publicação no Diário Oficial da União - DOU. 
 
5.2.4 Tecle Enter. Na tela apresentada não é necessário adicionar nenhuma informação; 
 
5.2.5 Tecle PF3 = Atualiza e sai; 
 
5.2.6 Tecle PF12 = Cancela para sair da transação; 
 
5.2.7 Em seguida, acesse a transação >DPFINAL (SIAPE, PROCDOCPUB, DL, DOCLEGAL, DPFINAL 
- FINALIZA DOCUMENTO LEGAL) para finalizar o documento legal e permitir a sua utilização no 
processamento da Vacância; 
 
 
46 
 
 
 
5.2.8 Para tanto, repita os dados do DL recém criado na transação anterior e tecle Enter; 
 
5.2.9 O sistema apresentará automaticamente as datas cadastradas anteriormente. Confira os 
dados apresentados; 
 
5.2.10 Caso constate algum erro, poderá ser feita a correção; 
 
5.2.11 Confirme a transação; 
 
5.2.12 Assinale N (Não) no campo Emite documento legal; 
 
Observação: Para proceder o encerramento do contrato, poderá ser utilizado o mesmo DL que foi 
criado para a inclusão do contratado, ou criar um novo DL, caso o contrato tenha Aditivos. 
 
5.2.13 Acesse a transação >CAVAEXCEP (SIAPE, SIAPECAD, PCA, VACANCIA, CAVAEXCEP - 
VACANCIA EXCEPCIONAL). 
 
 
47 
 
 
 
5.2.14 Identifique o servidor pela Matrícula; 
 
5.2.15 Informe a Data da Vacância - data do último dia de trabalho do contratado; 
 
5.2.16. Indique a Forma de vacância. Tecle PF1 = Ajuda para definir o código de acordo com
a 
situação; 
 
 
 
 
48 
 
5.2.17 Assinale a opção relativa ao encerramento do contrato, pelas seguintes situações: 
a) 125 Término de Contrato CDT Lei 8745/93; 
b) 126 Rescisão de Contrato CDT Lei 8745/93. 
 
5.2.18 Informe os dados do DL de encerramento do contrato editado e finalizado; 
 
5.2.19 Em seguida, o SIAPE apresentará os dados do DL e questionará se deseja confirmar a 
vacância. Confirme com S (SIM); 
 
 
 
5.2.20 Para consulta, acesse a transação >CACOPCA (SIAPE, SIAPECAD, PCA, CACOPCA - 
CONSULTA PCA'S NO PERIODO) para confirmar o encerramento do provimento; 
 
5.2.21 Acesse a transação >CDCOINDFUN (SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDFUN- DADOS 
INDIVIDUAIS FUNCIONAIS ) para confirmar a integralização do SIAPE/SIAPECAD. 
 
 
5.3 Procedimentos a serem realizados para o Cancelamento da Rescisão/Término de 
Contrato no SIAPE: 
Caso ocorra um erro no processo de desligamento (data ou mesmo servidor errado) 
poderá proceder ao cancelamento da mesma, sendo permitido apenas no período de folha 
aberta do mês de seu lançamento. 
 
5.3.1 Acesse a transação >DPRBDL (SIAPE, PROCDOCPUB, DL, DOCLEGAL, DPRBDL - REABRE 
DOCUMENTO LEGAL) para reabrir o DL; 
 
49 
 
 
 
5.3.2 Preencha os campos com os dados do DL da Vacância, e confirme a transação; 
 
5.3.3 Proceda ao cancelamento da Vacância >CACANVAC (SIAPE, SIAPECAD, PCA, VACANCIA, 
CACANVAC- CANCELA ULT.VACANCIA(POR ERRO)); 
 
5.3.4 Identifique o servidor pela Matrícula; 
 
5.3.5 O sistema apresentará automaticamente os dados da vacância. Confirme a transação; 
 
 
50 
 
 
 
5.3.6 O cancelamento estará efetivado, com a tela informando que a atualização foi efetuada 
na folha de pagamento. 
 
5.4 Procedimentos a serem realizados para acertos financeiros decorrentes da 
Rescisão/Término de Contrato de Trabalho: 
 
5.4.1 Em razão dos pagamentos dos contratos temporários não estarem automatizados, 
todos os acertos financeiros em decorrência da rescisão do contrato de trabalho devem ser 
tratados de forma manual, observadas a data de término e as parcelas que serão indenizadas de 
Férias/13º salário, da seguinte forma: 
 
5.4.1.1 Se o término do contrato ocorrer em data igual ou maior que o dia 1º do mês atual e 
dentro do prazo do cronograma da folha de pagamento, as parcelas indenizatórias e o valor dos 
dias devidos deverão ser calculados e incluídos na folha normal através da transação 
>FPATMOVFIN; 
 
51 
 
 
 5.4.1.1.1 Após realizar todos os acertos financeiros para esta situação, execute um cálculo da 
matrícula para conferência final, no seguinte caminho: SIAPE, FOLHA, ATUASERV,>FPCLPAGTO, 
tela a seguir: 
 
 
 
 
52 
 
5.4.1.2 Se o término do contrato ocorrer em data de mês/meses anterior (es) ao atual, e 
ocorrência de exclusão devidamente registrada no sistema, as parcelas indenizatórias e o valor 
dos dias devidos, se for o caso, deverão ser calculados e incluídos na folha Suplementar Interna 
através da transação >FPMOVSUPIN; 
 
 
 
5.4.1.2.1 Após realizar todos os acertos financeiros para esta situação, execute um cálculo da 
matrícula para conferência final, no seguinte caminho: SIAPE, FOLHA, 
ATUASUPLIN,>FPCLSUPLIN, tela a seguir: 
 
 
53 
 
 
 
5.4.2 Os lançamentos incluídos através da folha suplementar interna são integrados à folha 
de pagamento normal, após a homologação e durante o seu processamento final; 
 
5.4.3 Para acertos financeiros referentes aos benefícios, observe as características específicas 
de cada um deles, principalmente os que são pagos de forma antecipada. Para isso, consulte os 
procedimentos previstos no manual de auxílios e benefícios; 
 
5.4.5 Em caso de valores negativos nos cálculos da indenização, deverá ser instruído processo 
de cobrança com emissão de Guia de Recolhimento da União - GRU e, após o pagamento da 
dívida, efetuados os ajustes na ficha financeira de meses anteriores do contratado (por meio da 
transação >FPATSPMOFI), a fim de que os registros no SIAPE fiquem devidamente atualizados e 
o comprovante de rendimentos anual para fins do imposto de renda seja gerado corretamente. 
 
 
 
 
54 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – DESLIGAMENTO E VACÂNCIA 
 – 
 
 
EXONERAÇÃO DE SERVIDOR EM CARGO DE COMISSÃO OU DE NATUREZA 
ESPECIAL 
 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 A exoneração é espécie de vacância que pode ser definida como uma das formas pela 
qual um cargo público torna-se vago, desocupado. É o desligamento do servidor das atribuições do 
cargo para o qual foi nomeado. 
 
1.2 Por se tratarem de cargos de livre nomeação, de caráter provisório, considera-se a 
exoneração de ocupantes de cargos em comissão um ato administrativo discricionário praticado 
em atendimento a conveniência e oportunidade do Administrador Público. 
 
 
2. DISPENSA DE FUNÇÃO COMISSIONADA 
 
2.1 A dispensa é o procedimento que desliga o servidor do desempenho da função 
comissionada para a qual foi designado. 
 
2.2 Por se tratar de função de livre designação, considera-se a dispensa de servidor da função 
comissionada um ato administrativo discricionário praticado em atendimento a conveniência e 
oportunidade do Administrador Público. 
 
 
3. DESLIGAMENTO DE ESTÁGIO 
 
3.1 É o processo de desligar o estagiário das atividades pactuadas no Termo de Compromisso 
de Estágio – TCE celebrado entre o educando, a parte concedente do estágio e a instituição de 
ensino. 
 
 
4. REQUISITOS BÁSICOS 
 
4.1 O processo de exoneração de cargo em comissão dar-se-á: 
 
a) A juízo da autoridade competente (de ofício ou ex-offício); 
b) A pedido do próprio servidor; 
c) Quando o indicado para o cargo não entrar em exercício no prazo previsto de trinta 
dias contados da publicação do ato de nomeação. 
 
4.2 Na hipótese de ser exonerado do cargo em comissão, o servidor: 
 
a) Terá direito ao pagamento da gratificação natalina, tendo como base de cálculo a 
remuneração do mês em que ocorreu o desligamento. 
 
55 
 
b) Perceberá indenização relativa ao período de férias na proporção de 1/12 (um doze 
avos) por mês de efetivo exercício ou fração igual ou superior a 15 (quinze) dias, 
observada a data de início do exercício do cargo. 
 
4.3 De acordo com a Lei nº 8.730, de 10 de novembro de 1993, é obrigatória a apresentação 
de declaração de bens, com indicação das fontes de renda, nas hipóteses de exoneração de 
Ministros de Estados e servidores públicos que exerçam cargos ou funções de confiança, na 
administração direta, indireta e fundacional, dentre outros. 
 
4.4 O estudante será desligado do estágio nas seguintes hipóteses: 
 
a) Automaticamente, ao término do estágio; 
b) A pedido; 
c) Decorrida a terça parte do tempo previsto para a duração do estágio, se 
comprovada a insuficiência na avaliação de desempenho no órgão, na entidade ou 
na instituição de ensino; 
d) A qualquer tempo, no interesse da Administração; 
e) Em decorrência do descumprimento de qualquer obrigação assumida no Termo de 
Compromisso de Estágio - TCE; 
f) Pelo não comparecimento, sem motivo justificado, por mais de cinco dias 
consecutivos ou não, no período de um mês, ou 30 (trinta) dias durante todo o 
período de estágio; 
g) Pela interrupção do curso na instituição de ensino a que pertença o estagiário; e 
h) Por conduta incompatível com a exigida pela Administração. 
 
4.4.1 O estagiário que receber bolsa-estágio e não houver usufruído do recesso remunerado, 
proporcional ou integral, durante a vigência do contrato celebrado, fará jus ao seu recebimento 
em pecúnia. 
 
5. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
5.1 Constitui documentação necessária para a exoneração/dispensa de servidor: 
 
a) Portaria de exoneração de cargo comissionado publicada no DOU; 
b) Portaria de dispensa de função comissionada publicada no DOU; 
c) Formulário de Desligamento de Estagiário devidamente preenchido, informando a 
data do desligamento e os períodos de recesso usufruídos. 
 
 
6. BASE LEGAL 
 
6.1 Legislação principal:
a) Arts. 35 e 78 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
b) Lei nº 8.730, de 10 de novembro de 1993; 
c) Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. 
 
 
56 
 
6.2 Legislação complementar/Entendimentos do Órgão Central do SIPEC: 
 
a) Art. 21 da Orientação Normativa nº 2, de 23 de fevereiro de 2011; 
b) Art. 16 da Orientação Normativa SEGRT nº 2, de 24 de junho de 2016; 
c) Nota Técnica nº 115/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP; 
d) Nota Técnica nº 785/2010/COGES/DENOP/SRH/MP. 
 
 
7. PROCEDIMENTOS 
 
7.1 Procedimentos para a análise do desligamento/dispensa de função ou cargo 
comissionado: 
 
7.1.1. Antes de proceder ao desligamento ou dispensa do cargo comissionado, função ou CNE 
no sistema, verifique se o processo consta de todas as informações necessárias para o 
cadastramento, inclusive com a portaria ou documento equivalente de dispensa que contenha a 
determinação da autoridade competente publicada no DOU; 
 
7.1.2. Verifique se o DL de dispensa foi emitido pelo seu órgão ou por um órgão externo; 
 
7.1.3. Verifique se o cargo dispensado é de Natureza Especial; 
 
7.1.4. A depender da situação verificada nos itens anteriores, a operacionalização será efetivada 
por uma das formas detalhadas entre os itens 7.2 a 7.4. Escolha a que se adequa e proceda com a 
operacionalização conforme as orientações que seguem; 
 
7.2. Procedimentos a serem realizados para o Cadastramento do desligamento/dispensa de 
função de servidor sem vínculo, servidor do órgão ou servidor requisitado com documento legal 
interno: 
 
7.2.1. Acesse a transação >CAVADIRFUN (SIAPE, SIAPECAD, PFU, EXONERACAO, CAVADIRFUN - 
VACANCIA DIRETA FUNCAO/CC); 
 
7.2.2. Será necessário editar o documento legal. Tecle PF2 = DL para cadastrar o DL utilizado no 
desligamento/dispensa; 
 
 
57 
 
 
 
7.2.3. Insira os dados do DL Interno (UORG, ANO, NUMERO, TIPO, ASSUNTO, E DATAS DE 
EMISSÃO, VIGÊNCIA E PUBLICAÇÃO). Use PF1 = Ajuda nos campos Tipo e Assunto para selecionar o 
código adequado ao caso; 
 
7.2.4. Tecle PFa = Inclui. Tecle PF3 = Atualiza e Sai. Tecle Enter; 
 
7.2.5. Selecione o documento que está editando e tecle Enter. Voltará para a tela inicial com os 
dados preenchidos. Tecle Enter novamente. O DL estará cadastrado; 
 
7.2.6. Identifique o servidor pela matrícula ou use PF1 = Ajuda para consulta pelo nome ou 
outro dado: 
 
 
 
58 
 
 
 
7.2.7. O SIAPE exibirá os dados da nomeação/designação de função do servidor; 
 
 
 
Preencha os campos: 
 
a) Data de Encerramento: Inclua a data, que deverá ser o dia anterior ao da vigência 
da Portaria publicada. Tecle Enter; 
 
59 
 
b) Forma de Saída: com o auxílio da tecla PF1 = Ajuda, assinale a forma de saída 
correspondente. 
 
7.2.8. Com os campos preenchidos, tecle Enter para avançar. O SIAPE abrirá o campo para 
inclusão de observações que se fizerem necessárias. Tecle Enter para continuar; 
 
Observação: O Sistema poderá trazer uma tela com mensagens de Alerta (A) e de Impedimento 
(I) da transação, sendo que a primeira permite a continuação do procedimento, porém a 
impeditiva não permite dar continuidade na transação, enquanto não resolvida. 
 
7.2.9. Por fim, o SIAPE questionará se o operador deseja confirmar a vacância; 
 
 
 
7.2.10. Confira as informações e confirme com (S) – SIM; 
 
7.2.11. O SIAPE exibirá a tela que a atualização foi realizada com sucesso; 
 
60 
 
 
 
7.2.12. O desligamento/dispensa de função de servidor com DL interno foi efetivado. Tecle 
ENTER para seguir até finalizar a transação, passando pelas etapas a seguir; 
 
7.2.10. Será perguntado se deseja finalizar o DL. Verifique se todas as dispensas do mesmo DL 
foram efetivadas e caso positivo, confirme com (S) -Sim. O sistema também perguntará se 
deseja emitir o DL. Caso você confirme com um (S) - Sim, será impresso o DL, porém tal 
procedimento é desnecessário. Confirme com um (N) – Não; 
 
7.2.11 O SIAPE exibirá um alerta informando que se o servidor for retornar a origem, o 
operador deverá alterar a localização de exercício; 
 
61 
 
 
 
7.2.12. Tecle ENTER para seguir adiante; 
 
7.2.13. O último questionamento é sobre o substituto do servidor que foi desligado/dispensado 
da função; 
 
 
 
Como não será efetuada substituição automática, tecle ENTER para finalizar. 
 
 
62 
 
 
7.3 Procedimentos a serem realizados para o Cadastramento do desligamento/dispensa 
de função de servidor sem vínculo, servidor do órgão ou servidor requisitado com documento 
legal externo: 
 
7.3.1. Acesse a transação >CAVADIRFEX ( SIAPE, SIAPECAD, PFU, EXONERACAO, CAVADIRFEX - 
VACANCIA DIRETA FUN/CC DL.EXT); 
 
 
 
Informe a matrícula do servidor, caso seja necessário, utilize a tecla de ajuda PF1; 
 
7.3.2. O SIAPE exibirá os dados do provimento de função do servidor: 
 
 
63 
 
 
 
Preencha os campos com as informações solicitadas: 
 
a) DL da Vacância: informar o ato de desligamento/dispensa da função; 
b) Data de Encerramento: informar a data de desligamento/dispensa da função; 
c) Forma de Saída: informar a data de saída da função. Utilize a tecla de ajuda PF1 
para consultar qual a forma de saída atende à sua situação. 
 
Tecle ENTER. 
 
7.3.3. Após preencher as informações, o SIAPE abrirá o campo de observações; 
 
 
64 
 
 
 
Informe o que for necessário e Tecle ENTER. 
 
7.3.4. Por fim, o SIAPE questionará se o operador deseja confirmar a vacância; 
 
 
 
Após efetuar a conferência dos dados, confirme com (S) - SIM e tecle ENTER; 
 
 
65 
 
 7.3.5 Por fim, o SIAPE exibirá a tela que a atualização foi realizada com sucesso; 
 
 
 
O desligamento/dispensa de função de servidor com DL externo foi efetivado. Tecle ENTER para 
seguir até finalizar a transação, passando pelas etapas a seguir; 
 
7.3.6. O SIAPE ainda exibirá a informação se o servidor for retornar a origem, o operador deve 
alterar o seu exercício; 
 
 
 
66 
 
 
Tecle ENTER para seguir adiante. 
 
7.3.7 O último questionamento é sobre o substituto do servidor que foi desligado/dispensado 
da função. 
 
 
 
Como não será efetuada a substituição automática, tecle ENTER para finalizar. 
 
7.4 Procedimentos a serem realizados para o Cadastramento do desligamento/dispensa 
de cargo de natureza especial – CNE: 
 
7.4.1. Acesse a transação >CAVACNE (SIAPE, SIAPECAD, PFU, EXONERACAO, CAVACNE - 
VACANCIA CNE); 
 
 
67 
 
 
 
Informe a matrícula do servidor, caso seja necessário, utilize a tecla de ajuda PF1; 
 
7.4.2. Após informar a matrícula do servidor a ser desligado/dispensado do cargo de natureza 
especial, o SIAPE exibirá os dados do provimento de função do servidor: 
 
 
 
Preencha os campos com as informações solicitadas: 
 
 
68 
 
a) DL da Vacância: informar o ato de desligamento/dispensa da função; 
b) Data de Encerramento: informar a data de desligamento/dispensa da função; 
c) Forma de Saída: informar a data de saída da função. Utilize a tecla de ajuda PF1 
para consultar qual a forma de saída atende à sua situação. 
 
7.4.3 Após preencher as informações, o SIAPE abrirá o campo de observações. 
 
 
 
Preencha o campo com dados da dispensa do CNE. 
 
Observação: Nesta transação é obrigatório preencher o campo observações. 
 
7.4.4. A seguir, o SIAPE questionará se o operador deseja confirmar a vacância; 
 
 
69 
 
 
 
Efetue a conferência dos dados, confirme com (S) - SIM e tecle ENTER. 
 
7.4.5 Por fim, o SIAPE exibirá a tela que a atualização foi realizada com sucesso; 
 
 
 
O desligamento/dispensa de Cargo de Natureza Especial foi efetivado. Tecle ENTER para seguir 
até finalizar a transação, passando pelas etapas a seguir. 
 
 
70 
 
7.4.6. O SIAPE ainda exibirá a informação se o servidor for retornar a origem, o operador deve 
alterar o seu exercício; 
 
 
 
Tecle ENTER para seguir adiante. 
 
7.4.7 O último questionamento é sobre o substituto do servidor que foi desligado/dispensado
da função; 
 
 
 
71 
 
 
Como não será efetuada a substituição automática, tecle ENTER para finalizar. 
 
7.5. Procedimentos a serem realizados para o Cancelamento do desligamento/dispensa de 
função: 
 
7.5.1. Caso ocorra um erro no desligamento/dispensa da função (data ou mesmo servidor 
errado) poderá proceder ao cancelamento da mesma, sendo permitido apenas no período de 
folha aberta do mês de seu lançamento; 
 
Observação: Esta operacionalização somente poderá ser efetuada se houver vaga da função que 
está sendo cancelado o desligamento disponível na UORG de exercício do servidor; 
 
7.5.2. Acesse a transação >CACAVACPFU (SIAPE, SIAPECAD, PFU, EXONERACAO, CACAVACPFU 
- CANCELA ULT.VAC.FUNCAO/CC/CNE); 
 
 
 
Identifique o servidor pela Matrícula ou use PF1 = Ajuda. 
 
7.5.3. O sistema apresentará na tela os dados do registro do servidor que deseja cancelar o 
desligamento; 
 
 
72 
 
 
 
Assinale o provimento que deseja ter o encerramento cancelado com X e tecle ENTER para 
avançar. 
 
7.5.4. O SIAPE exibirá os dados do cadastro do servidor e questionará se o operador deseja 
confirmar o cancelamento; 
 
 
 
Efetue a conferência dos dados, preencha com (S) - Sim e tecle ENTER. 
 
73 
 
 
7.5.5. O sistema informará que a atualização foi efetuada com sucesso na folha de 
pagamento, conforme tela que segue: 
 
 
 
Foi efetivado o cancelamento da dispensa/desligamento da função. O servidor voltou a ocupar o 
cargo comissionado que havia sido dispensado e volta a receber os valores da função no 
contracheque. 
 
7.6. Procedimentos a serem realizados para consultas após o desligamento/dispensa do 
cargo comissionado no sistema SIAPECAD: 
 
7.6.1 Acesse a transação >CACODETPFU (SIAPE, SIAPECAD, PFU,CONPFU,CACODETPFU - 
DETALHE DE PROV.FUNCAO/CC/CNE); 
 
 
74 
 
 
 
Selecione a opção de consulta e inclua os parâmetros que melhor atendem os critérios desejados 
e tecle ENTER. 
 
7.7. Procedimentos a serem realizados para consultas após o desligamento/dispensa do 
cargo comissionado no sistema SIAPE: 
 
7.7.1. Acesse a transação >CDCOINDFUN (SIAPE,CADSIAPE,CODIVCAD,CDCOINDFUN - DADOS 
INDIVIDUAIS FUNCIONAIS); 
 
 
75 
 
 
 
Efetue a identificação do servidor a ser consultado. 
 
7.7.2. A seguinte tela será exibida: 
 
 
 
Selecione com um (X) o campo “FUNCAO”. 
 
7.7.3. O sistema exibirá as informações do provimento de função conforme tela que segue: 
 
 
76 
 
 
 
 
7.8. Procedimentos a serem realizados para acertos financeiros decorrentes do 
desligamento/dispensa de função do servidor do órgão/ servidor requisitado/ servidor sem 
vínculo: 
 
7.8.1 Servidor exonerado/dispensado do cargo em comissão ou função em data diferente do 
dia 1º do mês vigente da folha de pagamento normal do mês e que tenha o registro do 
desligamento efetivado no SIAPE na mesma folha de pagamento, o sistema proporcionalizará de 
forma automática o pagamento; 
 
7.8.1.1 Após execute um cálculo da matrícula para conferência final, no seguinte caminho: na 
transação: > FPCLPAGTO; 
 
 
77 
 
 
 
7.8.2 Servidor exonerado em data igual a 1º do mês e data anterior ao do mês vigente da 
folha de pagamento normal o sistema não efetuará qualquer cálculo. Nesta situação, os acertos 
financeiros, rendimentos e descontos, inclusive os compulsórios, devem ser calculados e 
incluídos no sistema pelo usuário na folha suplementar interna, através da seguinte opção: 
SIAPE, FOLHA, ATUASUPLIN,>FPMOVSUPIN, tela a seguir: 
 
 
 
 
78 
 
7.8.2.1 Após realizar todos os acertos financeiros para esta situação, execute um cálculo da 
matrícula para conferência final, no seguinte caminho: SIAPE, FOLHA, 
ATUASUPLIN,>FPCLSUPLIN, tela a seguir: 
 
 
 
7.8.3 Os lançamentos incluídos através da folha suplementar interna são integrados à folha 
de pagamento normal, após a homologação e durante o seu processamento final; 
 
7.8.4 Para acertos financeiros referentes aos benefícios, observe as características específicas 
de cada um deles, principalmente os que são pagos de forma antecipada. Para isso, consulte os 
procedimentos previstos no manual de auxílios e benefícios; 
 
7.8.5 Na exoneração, são indenizadas as férias ainda não gozadas (observadas as regras 
previstas na ON SRH nº 2, de 23 de fevereiro de 2011) e a Gratificação Natalina relativa ao 
exercício atual; 
 
7.8.6 Em caso de valores negativos nos cálculos da indenização, deverá ser instruído processo 
de cobrança com emissão de Guia de Recolhimento da União - GRU e, após o pagamento da 
dívida, efetuados os ajustes na ficha financeira de meses anteriores do servidor (por meio da 
transação >FPATSPMOFI) , a fim de que os registros no SIAPE fiquem devidamente atualizados e 
o comprovante de rendimentos anual para fins do imposto de renda seja gerado corretamente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
79 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Guia para Elaboração de 
Manuais. Disponível em: < http://intranet/publicacoes/guia-para-elaboracao-de-manuais-versao-
final.pdf/view>. Acesso em: 13 jul.2016. 
 
BRASIL. Presidência da República. Manual de Redação da Presidência da República. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm>. Acesso em: 02 fev.2016. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
80 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – DESLIGAMENTO E VACÂNCIA 
 – 
 
Manual de Férias.pdf
MANUAL DE PROCEDIMENTOS 
- FÉRIAS - 
Maio de 2018 
Ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão 
ESTEVES PEDRO COLNAGO JÚNIOR 
 
Secretário-Executivo 
GLEISSON RUBIN 
 
Secretário de Gestão de Pessoas 
AUGUSTO AKIRA CHIBA 
 
Diretor do Departamento de Remuneração e Benefícios 
EDUARDO CESAR SOARES GOMES 
 
Diretora do Departamento de Legislação e Provimento de Pessoas 
NELEIDE ABILA 
 
Coordenadora-Geral de Modernização dos Processos da Folha 
ÍRIS PAULA DE SANTANA RAMOS MORAIS 
 
Coordenadora-Geral de Concurso e Provimento - CGCOP 
GABRIELA FIGUEIREDO LOBATO DE CASTRO 
 
Coordenadora-Geral de Cadastro 
MÔNICA BISPO DOS SANTOS 
 
Elaboração 
Caroline Israel Pio 
Claudiomar Oviedo Ribeiro, 
Cleison Faé 
Daniel Meneses Machado 
Diana Rodrigues 
Eliene Tavares de Oliveira 
Marcelo Matias de Almeida, 
Marcia Alves de Assis 
Silvana Bimbato 
Viviane Naves de Azevedo 
 
Revisão e Formatação 
Anderson Caires Santos 
Carla Prado Novais 
Talitha Lopes Saraiva Pedrosa 
Valdick Araújo dos Santos 
 
 
 
 
 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Secretaria Executiva. Secretaria de Gestão de 
Pessoas. Manual: FÉRIAS. Brasília, 2018. 
 
Impresso no Brasil/ Printed in Brazil 
 
 É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que a fonte seja citada. 
 
 
 
 
 
 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS 
- FÉRIAS - 
 
 
 
1ª EDIÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Brasília/DF, maio de 2018 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
Esplanada dos Ministérios – Bloco “C” – 7º andar – Sala 710 
Brasília – DF, CEP: 70.046-900 
Fones: 55 61 2020–1041 
http://www.planejamento.gov.br/ 
 
 2018, SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS 
 
NORMALIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA. Coordenação de Documentação e Informação do Ministério do 
Planejamento, Desenvolvimento e Gestão – CODIN/MP 
 
 
 
 
 
Normalização Bibliográfica: CODIN/CGPLA/SPO 
 
B823m 
Brasil. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. 
 
 Manual de procedimentos : férias / Ministério do Planejamento, 
Desenvolvimento e Gestão, Secretaria de Gestão de Pessoas. -- Brasília: MP, 
2018. 
 61 p. 
 
 
1. Administração pública 2. Servidor público 3. Férias I. Título 
 
 
CDU 35.08 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
DISPOSIÇÕES GERAIS
........................................................................................................... 6 
OBJETIVO GERAL ...................................................................................................................................... 6 
OBJETIVO ESPECÍFICO .............................................................................................................................. 6 
APLICAÇÃO ............................................................................................................................................... 6 
ÁREA RESPONSÁVEL ................................................................................................................................. 6 
ASPECTOS GERAIS .................................................................................................................................... 6 
SIGLAS ....................................................................................................................................................... 6 
 
FÉRIAS ................................................................................................................................. 8 
 
ANEXO .............................................................................................................................. 59 
 
REFERÊNCIAS ..................................................................................................................... 60 
 
 
 
 
6 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
 
1. OBJETIVO GERAL 
 
 O Manual de Férias tem o objetivo de direcionar e padronizar as atividades relativas à 
programação e reprogramação de férias no módulo Férias Web e no SIAPE, assim como 
estabelecer orientações relativas à programação, usufruto, reprogramação, acúmulo, interrupção 
e indenização de férias dos servidores. 
 
2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
 
Uniformizar as orientações e os procedimentos para as áreas de gestão de pessoas quanto às 
solicitações de férias dos servidores, bem como simplificar a análise das solicitações, com o 
objetivo de: 
 
a) Maior agilidade na marcação de férias; 
b) Melhor acompanhamento do andamento da sua solicitação, seja no processo de 
marcação ou alteração; 
c) Minimização do uso de papel; 
d) Maior desburocratização; 
e) Economia de recursos públicos; 
f) Eficiência na gestão. 
 
3. APLICAÇÃO 
 
O Manual tem abrangência no âmbito das competências regimentais das unidades de gestão 
de pessoas da Administração Pública federal. 
 
4. ÁREA RESPONSÁVEL 
 
Departamento de Legislação e Provimento de Pessoas - DEPRO/SGP/MP. 
 
5. ASPECTOS GERAIS 
 
Férias é o período de descanso anual do trabalhador. O Art. 77. da lei 8112/1990 diz que o 
servidor fará jus a trinta dias de férias, que podem ser acumuladas, até o máximo de dois 
períodos, no caso de necessidade do serviço, ressalvadas as hipóteses em que haja legislação 
específica. (Redação dada pela Lei nº 9.525, de 10.12.97) (Vide Lei nº 9.525, de 1997) 
A seguir, estão detalhados os aspectos que devem considerados na análise das regras e 
situações apresentadas para a concessão de férias do servidor, que devem ser observados quando 
da execução dos processos, visando garantir ao servidor e assegurar ao órgão ou entidade 
responsável a adequada aplicação das regras. 
 
6. SIGLAS 
 
6.1 Constam deste Manual as seguintes siglas: 
 
a) SIGEPE – Sistema de Gestão de Pessoas 
b) SIAPE – Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos 
c) SIAPECAD – SIAPE Cadastro 
 
 
 
8 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - 
FÉRIAS 
 
 
1. CONCEITO 
 
A cada exercício correspondente ao ano civil, o servidor fará jus a 30 (trinta) dias de 
férias, que podem ser parceladas em até 3 (três) etapas, se assim requeridas, e no interesse da 
Administração. As férias deverão ser, previamente, homologadas pela chefia imediata e serão 
remuneradas com um adicional correspondente a 1/3 (um terço) da remuneração do período 
das férias. 
 
1.1. Período Aquisitivo 
 
Considera-se período aquisitivo os 12 (doze) meses de exercício exigidos para a 
aquisição das primeiras férias. 
 
O servidor que não tenha completado 12 (doze) meses de efetivo exercício e queira 
entrar em licença, por um dos motivos abaixo especificado, terá que completar o referido 
período quando de seu retorno: 
 
a) Tratamento de saúde de pessoa da família, ressalvados os primeiros trinta dias, 
considerados como de efetivo exercício; 
b) Atividade política, a partir do registro da candidatura e até o 10º (décimo) dia 
seguinte ao da eleição, somente pelo período de três meses; 
c) Tratamento da própria saúde que exceder o prazo de 24 (vinte e quatro) meses; e 
d) Por motivo de afastamento do cônjuge. 
 
O servidor amparado pelos institutos da reversão, reintegração e recondução fará jus às 
férias relativas ao exercício em que se der seu retorno, não sendo exigido novo período 
aquisitivo de 12 (doze) meses de efetivo exercício, para efeito de concessão de férias no cargo, 
desde que tenha cumprido essa exigência anteriormente. 
 
As férias subsequentes deverão ser usufruídas em qualquer mês do ano civil 
correspondente (ver Anexo I). 
 
1.2. Atividades específicas 
 
1.2.1. O servidor que opera direta e permanentemente com raios “X” ou substâncias 
radioativas gozará 20 (vinte) dias consecutivos de férias, por semestre de atividade profissional, 
proibida a acumulação em qualquer hipótese. 
 
1.2.2. O servidor integrante das carreiras de Magistério Superior ou Magistério do Ensino 
Básico, Técnico e Tecnológico ou Magistério do Ensino Básico Federal fará jus a 45 (quarenta e 
cinco) dias de férias por exercício, quando no exercício das atividades de magistério. 
 
 
 
 
1.3 Programação de Férias 
 
1.3.1 A programação de férias não poderá ser feita simultaneamente com outros 
afastamentos ou licenças. 
a) Exceção: a licença capacitação ou afastamento para participação em programa de 
pós-graduação stricto sensu no País ou para estudo ou missão no exterior com 
remuneração. Neste caso, as férias não programadas serão registradas e pagas a 
cada mês de dezembro. 
 
1.4 Reprogramação de férias 
 
1.4.1. A critério da chefia imediata; 
 
1.4.2 Quando a programação coincidir, parcial ou totalmente, com períodos de licenças ou 
afastamentos legalmente instituídos, vedada a acumulação para o exercício seguinte. 
 
1.4.3. A reprogramação de férias de servidor, acusado em processo de sindicância ou processo 
administrativo disciplinar, poderá ser solicitada pelo Presidente da Comissão à chefia imediata do 
servidor, caso julgue necessário. 
 
1.5 Acúmulo das Férias 
 
1.5.1. Necessidade de serviço, conforme previsto no art. 77, da Lei nº 8.112, de 1990; e 
 
1.5.2. Não sendo possível a reprogramação das férias no mesmo ano, respeitado o limite de 
acúmulo de até 2 (dois) períodos excepcionalmente, será permitida a acumulação de férias para 
o exercício seguinte, em conformidade com o disposto no art. 5°, §2º da Orientação 
Normativa SRH nº 2, de 23 de fevereiro de 2011, nos casos de: 
 
a) Licença à gestante, à adotante e licença-maternidade; e 
b) Licenças para tratar da própria saúde, exclusivamente para os períodos 
considerados de efetivo exercício, conforme art. 102 da Lei nº 8.112, de 1990. 
 
1.6. Interrupção das Férias 
 
1.6.1. O efetivo usufruto das férias poderá ser interrompido por motivo de: 
a) Calamidade pública; 
b) Comoção interna; 
c) Convocação para júri; 
d) Serviço militar ou eleitoral; ou 
e) Por necessidade do serviço declarada pela autoridade máxima do órgão ou 
entidade, observada delegação de competência. 
 
1.6.2. O restante do período não usufruído em razão da interrupção será gozado de uma só 
vez, conforme o disposto no parágrafo único do art. 80 da Lei nº 8.112/1990, respeitados os 
limites de acúmulo. 
 
 
1.7. Indenização das
Férias 
 
1.7.1 Será concedida indenização de férias nas seguintes hipóteses: 
 
a) Não usufruto das férias em razão de exoneração de cargo efetivo ou em 
comissão e de natureza especial; 
b) Aposentadoria; 
c) Demissão de cargo efetivo; 
d) Destituição de cargo em comissão; e 
e) Falecimento do servidor. 
 
A indenização de férias será calculada sobre a remuneração do mês correspondente à 
data da vacância. 
 
2. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
2.1. Programação das Férias: 
 
Homologação da programação no módulo Férias Web pela chefia imediata. 
 
2.2. Reprogramação das Férias: 
 
Solicitação do servidor e a homologação da solicitação pela chefia imediata. 
 
2.3. Interrupção das Férias: 
 
Emissão do documento legal de calamidade pública, comoção interna, convocação para 
júri, serviço militar ou eleitoral, ou necessidade do serviço, declarada pela autoridade máxima do 
órgão ou entidade. 
 
3. BASE LEGAL 
 
3.1. Legislação principal: 
 
a) Constituição Federal de 1988 – Art. 7º, inciso XVII; 
b) Lei nº 8.112 de 1990 -Arts. 77 ao 80. ; 
c) Decreto nº 3.000, de 1999. 
 
3.2. Legislação complementar: 
a) Ofício Circular SRH/MP nº 83, de 18 de dezembro de 2002; 
b) Orientação Normativa nº 02/SRH/MP, de 2011; 
c) Orientação Normativa nº 10/SEGEP/MP, de 2014; 
d) Mensagem Comunica nº 558138/SGP/MP, de 2017. 
 
4. PROCEDIMENTOS 
 
4.1. Procedimentos de Programação no Módulo Férias Web 
 
O módulo Férias Web poderá ser utilizado para consulta, programação, alteração e 
homologação das férias. Nele o servidor insere a programação de suas férias, que será 
homologada pela respectiva chefia imediata, permitindo ao Gestor de Recursos Humanos 
acompanhar e receber o processo com a confirmação de homologação – mais informações, 
acessar Férias Web. 
 
4.2. Procedimentos de Programação no SIAPE 
 
4.2.1. Procedimentos para a análise do processamento de férias no SIAPE. 
 
A programação de férias no SIAPE se faz somente por excepcionalidade, fazendo-se 
necessária a solicitação formal, devidamente autorizada pela chefia imediata, constando o 
período que o servidor deseja usufruir as férias. 
 
4.2.2. Procedimentos para o processamento de férias no SIAPE. 
 
4.2.2.1. Acesse a transação > CAIFFERIAS (SIAPE, SIAPECAD, AUSENCIAS, FERIAS, CAIFFERIAS - 
INFORMA FERIAS DO SERVIDOR). 
 
a) Identifique o servidor, informando uma das opções, de matrícula, nome, CPF ou 
identificação única: 
 
 
 
 
b) Informe o ano de exercício das férias e tecle Enter: 
 
 
 
 
c) Preencha a quantidade de parcelas em que as férias serão usufruídas (poderá ser 
de 01 à 03) e tecle Enter: 
 
 
 
 
d) Preencha a data de início das férias. Quando a programação for em uma parcela, 
preencha apenas a data de início e o sistema fará o cálculo total de dias: 
 
 
 
e) Observe que na parte superior direita da tela, o SIAPE apresenta o período 
permitido para a programação das férias (período para programação); 
 
f) Se o período de gozo das férias compreender entre 01/01 à 31/05, deverá 
preencher o campo de adiantamento de gratificação natalina assinalando (S) sim 
ou (N) não, conforme solicitação do servidor: 
 
 
g) Quando a programação for dividida em parcelas, preencha o início da parcela e a 
quantidade de dias de cada parcela, e o sistema fará o cálculo da data final 
automaticamente. Após informar a(s) parcela(s) de férias, confirme a transação. 
 
 
 
Observação: O Módulo Férias Web do SIGEPE também realiza a alteração/programação de 
férias por parte do servidor. 
 
4.2.3. Procedimentos para a reprogramação de férias no SIAPE. 
 
4.2.3.1. Acesse a transação >CAPRFERIAS (SIAPE, SIAPECAD, AUSENCIAS, FERIAS, CAPRFERIAS - 
PROGRAMA/REPROGRAMA FERIAS). 
 
a) Identifique o servidor, informando uma das opções disponíveis: 
 
 
 
b) A quantidade de parcelas ou a quantidade de dias de cada parcela podem ser 
alteradas, desde que o período de férias esteja dentro do cronograma da folha de 
pagamento aberto no mês que antecede ao gozo da parcela de férias: 
 
 
c) Caso esteja dentro do mês de gozo das férias, com a situação de férias já pagas, o 
período só pode ser alterado com o início das férias dentro do próprio mês; 
 
d) Após a confirmação, o sistema pergunta “se quer emitir notificação de férias”? 
preencha com (N) não. 
 
4.2.4. Procedimentos para a exclusão do período de férias no SIAPE. 
 
4.2.4.1. A exclusão das férias só pode ser realizada se a programação estiver no período que 
antecede ao gozo das mesmas, ou seja, desde que não tenha sido efetuado o pagamento 
ao servidor. 
 
4.2.4.1.1. Acesse a transação >CAEXFERIAS (SIAPE, SIAPECAD, AUSENCIAS, FERIAS, CAEXFERIAS - 
EXCLUI PERIODO DE FERIAS). 
 
a) Identifique o servidor por uma das opções: 
 
 
 
b) O sistema apresentará o período de férias programado. Confirme a exclusão: 
 
 
4.2.5. Procedimentos para o cancelamento do período de férias no SIAPE. 
 
4.2.5.1. O cancelamento pode ser feito antes do início do gozo das férias ou dentro do período 
de usufruto, em que as férias já foram processadas em folha de pagamento. 
 
4.2.5.2. O cancelamento das férias gera a devolução do valor de ⅓ consbtucional recebido pelo 
servidor, bem como o adiantamento da gratificação natalina se solicitado, que se dará na 
folha subsequente ao cancelamento. 
 
4.2.5.3. Para cancelar, é necessário o cadastramento de um documento legal, e faz-se pela 
transação >CACAFERIAS (SIAPE, SIAPECAD, AUSENCIAS, FERIAS, CANCELA, CACAFERIAS - 
CANCELA FERIAS). 
 
a) Identifique o servidor, informando uma das opções: 
 
 
b) O sistema apresentará o período de férias a ser cancelado e solicitará que 
preencha a data do início da nova programação. 
 
 
 
c) Para a efetivação, é necessário editar o documento legal, para tanto tecle PF2 = 
DL. 
 
d) Preencha os campos do DL, de acordo com o documento utilizado. No campo Tipo 
utilize PF1 = Ajuda: 
 
 
 
 
e) Para definir o Assunto, consulte a tabela de Assuntos do DL pela transação 
>DPCONASSDL (SIAPE, PROCDOCPUB, DL, ASSUNTODL, DPCONASSDL - CONSULTA 
ASSUNTO DOC. LEGAL), pois cada tipo de documento possui um código específico 
para o assunto; 
 
f) Teclando PF1 = Ajuda o sistema a apresentar os códigos de assunto, mas sem a 
definição correlata ao tipo, por isso a necessidade de acessar a tabela citada no 
item “e”: 
 
 
 
g) Preencha a data do documento legal nos três campos, tecle PF4 para incluir e PF3 
para finalizar; 
 
h) Após inseridos os dados do DL, tecle Enter e confirme a transação: 
 
 
 
Observação: Caso ocorra algum erro de preenchimento ou caso precise desfazer o 
cancelamento, utilize a transação >CAANCANFER (SIAPE, SIAPECAD, AUSENCIAS, FERIAS, 
CANCELA, CAANCANFER - ANULA CANCELAMENTO DE FERIAS). 
 
 
 
4.2.6 Procedimentos para a interrupção do período de férias no SIAPE. 
 
4.2.6.1. A interrupção do período de férias se faz necessária pelos motivos determinados na 
legislação atinente à matéria. 
 
4.2.6.2. Para processar a interrupção, o servidor já deverá ter iniciado as férias. É necessário 
verificar se não tem outra parcela subsequente, antes de determinar o novo período de usufruto 
da parcela interrompida. 
 
4.2.6.3. Acesse a transação >CAITFERIAS (SIAPE, SIAPECAD, AUSENCIAS, FERIAS, INTERRFER, 
CAITFERIAS - INTERROMPE FERIAS). 
 
a) Identifique o servidor por uma das opções disponíveis: 
 
 
 
b) No campo Data da interrupção preencha com a data em que o servidor deverá 
retornar ao trabalho; 
 
c) No campo DL de interrupção tecle PF2 = DL para editar o documento legal: 
 
 
 
 
 
d) Preencha os dados do documento legal: 
 
 
 
e) O assunto do documento legal será definido de acordo com o tipo de documento 
legal utilizado, para isso tecle PF1 = Ajuda no campo assunto para fazer a seleção: 
 
 
 
f) Preencha a data do documento legal nos três campos, tecle PF4 =
Inclui para 
inserir e PF3 = Sai para finalizar e tecle Enter; 
 
g) Selecione o documento legal e tecle Enter: 
 
 
 
h) Preencha o campo “data início das férias” e o sistema apresenta quantos dias 
restantes o servidor possui de férias: 
 
 
i) Quando o novo período de gozo das férias do servidor passar para o ano/exercício 
seguinte, o sistema apresentará um alerta sobre o acúmulo. Preencha de forma 
sucinta a justificativa aplicável ao caso e confirme a interrupção: 
 
 
 
j) Confirme a transação e finalize o DL: 
 
 
 
Observação: Caso ocorra algum erro de preenchimento ou se precisar desfazer a interrupção, 
utilize a transação >CACAINTFER (SIAPE, SIAPECAD, AUSENCIAS, FERIAS, INTERRFER, CACAINTFER 
- CANCELA INTERRUPCAO DE FERIAS). 
 
 
 
4.2.7 Procedimentos para a perda do direito de férias no SIAPE. 
 
4.2.7.1. Permite registrar no sistema a perda de direito de férias de um exercício, de uma ou 
mais parcelas do exercício e ainda de dias de uma parcela. 
 
4.2.7.2. As férias nestas condições deixam de ser consideradas para efeitos de sistema como 
afastamento, podendo portanto ser registrado outro afastamento neste período. 
 
4.2.7.3. As Férias com perda de direito não podem ser reprogramadas, canceladas ou 
interrompidas. 
 
4.2.7.4. Na perda de direito de dias de uma parcela, será sempre considerado o período dos 
últimos dias da mesma, ou seja, para efeito de afastamento considera-se a antecipação da data 
fim desta parcela. 
 
4.2.7.5. Para esse registro acesse a transação >CAIFPERFER (SIAPE, SIAPECAD, AUSENCIAS, 
FERIAS, PERDADIREI, CAIFPERFER - INFORMA PERDA DIREITO DE FERIAS). 
 
a) Identifique o servidor, por uma das opções disponíveis: 
 
 
 
b) Caso o servidor tenha mais de uma parcela de férias, o sistema apresentará as 
opções para que se assinale uma, de acordo com a necessidade da situação; 
 
c) Se a opção for “o servidor perderá o direito a todo o exercício de férias”, assinale 
esta e prossiga: 
 
 
 
d) O sistema apresentará todo o período perdido, tecle Enter: 
 
 
 
e) Preencha o campo da justificativa aplicável e confirme a transação: 
 
 
f) Quando a opção for “perda de direito de uma ou mais parcelas de férias”, 
selecione a parcela desejada: 
 
 
 
g) O sistema apresentará as parcelas de férias, selecione aquela que deseja dar a 
perda do direito e tecle Enter: 
 
 
 
 
 
 
h) Preencha o campo da justificativa aplicável e confirme a transação: 
 
 
 
i) Se a opção for “perderá o direito aos últimos dias de uma parcela”, assinale-a e 
prossiga: 
 
 
 
j) O sistema apresentará as parcelas de férias, selecione aquela que deseja dar a 
perda do direito e tecle Enter: 
 
 
 
k) Preencha o campo da justificativa aplicável ao caso, o da quantidade de dias que 
serão perdidos e confirme a transação: 
 
 
 
 
4.2.8 Procedimentos para a recuperação da perda do direito de férias no SIAPE. 
 
4.2.8.1. Para anular o registro de perda de direito, fazendo com que as férias em questão sejam 
consideradas normalmente pelo sistema, acesse a transação >CAREPERFER (SIAPE, SIAPECAD, 
AUSENCIAS, FERIAS, PERDADIREI, CAREPERFER - RECUPERA DIREITO DE FERIAS). 
 
a) Identifique o servidor: 
 
 
 
b) O sistema apresentará os dias a serem recuperados. Confirme a transação: 
 
 
 
4.2.9 Procedimentos para a alteração do exercício de férias no SIAPE. 
 
4.2.9.1 Acesse a transação >CAALEXEFER (SIAPE, SIAPECAD, AUSENCIAS, FERIAS, CAALEXEFER - 
ALTERA EXERCICIO DE FERIAS). 
 
4.2.9.2 Para o acesso a esta transação, o Gestor de RH ou equivalente deve possuir o perfil PA 
TITULAR e os parâmetros de nível ÓRGÃO + OPERACIONAIS em sua habilitação. Os cadastradores 
parciais já estão habilitados para atribuir o perfil GESTOR RH aos Gestores de Recursos Humanos, 
Coordenadores, Pró-Reitores e equivalentes. 
 
4.2.9.3 Identifique o servidor e tecle ENTER: 
 
 
 
a) No campo “Altera Exercícios de Férias Solicitado pelo CPF”, informe o CPF do 
Usuário SIAPE responsável pela alteração. Cabe alertar que a alteração requer 
análise prévia do dirigente, sendo de sua inteira responsabilidade as atualizações 
executadas; 
b) No campo “Ano do Exercício” informe o ano do exercício que deverá ser alterado; 
c) No campo “Para Novo Exercício” indique o ano do exercício correto: 
 
 
 
d) No campo “Justificativa” deve-se registrar o respaldo legal da alteração: 
 
 
e) Confirme a transação. 
 
4.2.10 Procedimentos para a consulta de férias no SIAPE. 
 
4.2.10.1.Acesse a transação >CACOFERIAS (SIAPE, SIAPECAD, AUSENCIAS, FERIAS, CACOFERIAS - 
CONSULTA FERIAS), que oferece as seguintes formas de consulta: 
 
a) Consulta referente ao ano de exercício - o sistema apresentará relatório dos 
servidores que programaram férias do ano/exercício solicitado, bem como 
servidores que tem férias do ano/ exercício solicitado e o usufruto em outro 
exercício: 
 
 
 
 
 
b) Consulta referente ao gozo dentro do exercício - o sistema apresentará relatório 
dos servidores com programação e gozo de férias dentro do mesmo ano/exercício: 
 
 
 
 
 
c) Consulta referente à programação de férias de um servidor - identifique o 
servidor, selecione o exercício que deseja consultar e o sistema apresentará toda a 
programação de férias do servidor: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
d) O relatório será apresentado por parcela: 
 
 
 
4.2.10.2.1 .Para a Consulta de férias Mensal por Unidade Organizacional, acesse a transação 
>CACOFERUOR (SIAPE, SIAPECAD, AUSENCIAS, FERIAS, CACOFERUOR - CONSULTA 
FERIAS DA UORG). 
 
a) Selecione se deseja o relatório por quantitativo ou nominal; 
 
b) Uorg: preencha o código da uorg e selecione uma das opções desejadas; 
 
c) Mês de afastamento: preencha o mês desejado: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.2.11 Procedimentos para a análise do processamento de férias no SIAPENET. 
 
4.2.11.1. O Módulo Férias Web do SIGEPE é destinado para que o servidor programe, altere e 
acompanhe a solicitação de suas férias, sem a intervenção da área de Recursos Humanos. O 
“Férias Web” é direcionado tanto as áreas de gestão de pessoas dos órgãos, quanto aos 
servidores e suas chefias, que também interagem com o sistema para obter informações ou 
solicitar serviços. 
4.2.11.2.Mais informações do módulo estão disponíveis no lynk: 
https://www.servidor.gov.br/gestao-de-pessoas/modulo-ferias-web 
 
4.2.12 Procedimentos para o funcionamento do Módulo Férias Web 
 
a) Para o funcionamento adequado do módulo Férias Web do SIGEPE, é necessário 
que o operador providencie a atualização da estrutura do órgão, e caso seja 
necessário, realizar uma reforma administrativa; 
b) Com a estrutura informada no SIAPE, conforme documento legal do órgão, é 
necessário que todas as chefias estejam cadastradas com as funções e 
denominações correspondentes como autoridades de unidade organizacional. 
Esta informação está disponível na transação >TBCODENAUT - SIAPE, TBSIAPECAD, 
TBORGANIZA, ORGAOUORG, DENAUTUORG, TBCODENAUT (CONSULTA DEN. 
AUTORIDADE UORG); 
c) É necessário também que todos os servidores estejam com o e-mail cadastrado no 
SIAPE, pois esta será a ferramenta de comunicação entre o servidor, chefia e 
sistema; 
d) A lotação e o exercício dos servidores devem estar corretas no SIAPE para que 
quando o servidor solicite a sua programação de férias, o Férias Web direcione o 
e-mail de solicitação para a chefia imediata; 
e) O cadastrador parcial do órgão deve providenciar a habilitação de todas as chefias 
imediatas para acesso ao SIAPE. Após incluir a chefia como usuário (SENHA-REDE - 
ADMUSU, ATZUSU, INCUSU (INCLUI USUARIO), o cadastrador parcial deve habilitar 
a chefia no sistema (SENHA-REDE - ADMUSU, HABUSU, HABUSUSIS - HABILITA 
USUARIO EM SISTEMA ), assinalando o parâmetro WEBFERUORG: 
 
 
f) Após assinalar o parâmetro, o cadastrador parcial deve confirmar a inclusão.
Após 
esta confirmação o SENHA-REDE questionará se deseja incluir parâmetros 
adicionais. Assinale S – SIM: 
 
 
 
 
 
g) O cadastrador deve incluir nova habilitação para a chefia. 
 
 
 
4.2.12.1.Em seguida, o cadastrador deve informar o seguinte: 
 
a) O órgão da chefia; 
b) No campo “Unidade”, o código da UORG ao qual ele é chefe; 
c) No campo “nível de acesso”, deve selecionar “UORG E 
SUBORDINADAS”; 
d) No campo “atualizações permitidas para este nível”, selecionar 
“Administração Sistema/Tabela” e “Operacionais”. 
 
4.2.13 Procedimentos para homologação pelo Módulo Férias Web. 
 
4.2.13.1. Esta homologação poderá ser realizada pelo órgão de gestão de pessoas ou pelo 
próprio chefe Imediato. 
 
4.2.13.2. Dentre os itens de parametrização das funcionalidades, destaca-se a possibilidade de se 
definir qual a forma de homologação que o órgão irá adotar para cada UORG: 
 
a) Homologação diretamente pela chefia imediata: neste caso, cada chefia terá a 
responsabilidade de homologar as férias dos servidores da sua UORG. Está opção 
é a que está acionada automaticamente pelo Módulo Férias Web; 
b) Homologação centralizada em uma caixa corporativa: neste caso, deve-se definir 
quem poderá acessar a caixa corporativa e quais os usuários terão a 
responsabilidade de homologar as férias da UORG. 
 
4.2.13.3. Necessário atualizar no SIAPE o e-mail cadastrado na UORG, registrando o endereço 
corporativo que deverá receber o alerta da solicitação de férias. 
 
4.2.13.4.Caso o órgão opte pela opção homologação centralizada em uma caixa corporativa, 
deverá realizar os seguintes procedimentos: 
 
a) Acesse a transação >TBALENDUOR (SIAPE, TBSIAPECAD, TBORGANIZA, 
ORGAOUORG, ENDUORG, TBALENDUOR - ALTERA ENDERECO DE UORG) para 
atualizar o e-mail da UORG; 
b) Informe o código da UORG que deseja atualizar o e-mail: 
 
 
 
c) Em seguida, o sistema solicitará que o operador informe o sequencial do endereço 
a ser alterado. Tecle PF1 = Ajuda para verificar as opções: 
 
 
d) Assinale a opção 001 - Endereço principal e tecle Enter para prosseguir: 
 
 
 
e) Tecle Enter para avançar: 
 
 
 
f) O SIAPE apresentará todos os dados de endereço da UORG. Atualizar ou confirmar 
o endereço de e-mail do homologador de férias da UORG (chefia imediata ou caixa 
corporativa, conforme opção). Confirme a alteração. Repetir o procedimento, 
confirmando todos os e-mails de todas as UORGs: 
 
 
 
g) Após o procedimento no SIAPE de atualização do e-mail da UORG, o operador terá 
que acessar o SIAPENET para providenciar algumas atualizações; 
 
h) Ao acessar o site www.siapenet.gov.br o operador deve fazer o login, clicando na 
aba órgão: 
 
 
i) Após o login no SIAPENET - Órgão, clicar na opção Atualização Cadastral do menu 
esquerdo: 
 
 
 
j) Acessar a aba “Férias”, acessar o “Indicador de e-mail da UORG”: 
 
 
 
k) Selecionar a UPAG e clicar em “analisar UORG”: 
 
 
 
l) Selecionar o indicador de e-mail de cada UORG, obedecendo a estrutura 
regimental cadastrada e observando a opção de homologação definida. 
 
Observação importante: A UPAG pode adotar as duas formas de homologação, definindo para 
cada UORG se quer homologação por chefia ou homologação por Caixa Corporativa, conforme 
necessidade de cada unidade. 
Como padrão, os indicadores já vêm selecionados para o envio do email para homologação 
pela Chefia Imediata. 
Caso a opção seja pelo envio de email para uma caixa corporativa, os indicadores devem ser 
desmarcados. 
Selecionar os indicadores de e-mail das UORGs até o fim da tela, confirmando a alteração de 
indicadores antes de ir para a próxima página. Caso não haja próxima página, confirme a 
atualização clicando em Alterar indicadores. 
 
 
 
 
 
m) Na última página, ao clicar em “alterar indicadores”, confirme que deseja alterar 
os indicadores de e-mail. 
 
 
n) O SIAPENET apresentará a mensagem de que “a gravação de informações foi 
realizada com sucesso”. Com o trabalho desta UPAG concluído, repita o 
procedimento para as demais. 
 
 
 
4.2.14 Procedimentos para a homologação pelo órgão de gestão de pessoas/chefia imediata. 
 
a) Acesse Siapenet, Módulo Órgão, Atualização cadastral: 
 
 
b) Selecione Férias: 
 
 
 
 
 
c) A pesquisa poderá ser feita pela Uorg em que o servidor está lotado ou pela sua 
matrícula: 
 
 
d) Quando a seleção é feita pela Uorg o sistema apresentará todos os servidores com 
lotação naquela unidade. Selecione o servidor, clicando sobre o seu nome. 
 
 
 
e) O sistema apresentará o quadro de férias do servidor, clique no ano/exercício de 
férias que se apresente como solicitada: 
 
 
f) O sistema apresentará a programação de férias atual do servidor e a solicitação da 
nova programação, clique em “Homologar Solicitação de Férias”: 
 
 
g) Confirme a homologação: 
 
 
 
 
 
 
 
 
h. Aparecerá a mensagem que as férias foram homologadas: 
 
 
 
h) O sistema também apresentará a mensagem de que “foi encaminhado um email 
ao servidor, comunicando que as férias foram homologadas”: 
 
 
 
 
 
4.2.15 Procedimentos para pagamento das férias: 
 
4.2.15.1. A remuneração das férias de Ministro de Estado e de servidor ocupante de cargo 
efetivo ou em comissão e de natureza especial, correspondente à remuneração do período de 
gozo das férias, acrescida do valor integral do adicional de férias, correspondente a um terço da 
remuneração. 
 
4.2.15.2. É facultado aos servidores a solicitação do pagamento antecipado da remuneração 
referente ao período de gozo das férias. Esse pagamento, é efetuado de forma proporcional ao 
número de dias de gozo de férias para cada período solicitado, na proporção de 70% da 
remuneração do servidor, deduzidos os descontos compulsórios e facultativos. 
 
4.2.15.3. O valor antecipado da remuneração das férias, integrais ou parceladas, será descontado 
em parcela única na folha de pagamento correspondente ao mês seguinte ao do início das férias. 
 
4.2.15.4. O servidor que opera, direta e permanentemente, com raios "X" e substâncias 
radioativas faz jus ao adicional de férias em relação a cada período de afastamento, calculado 
sobre a remuneração normal do mês, proporcional aos vinte dias. 
 
4.2.15.5. Deve-se observar os casos de cancelamento ou reprogramação de férias, pois essas 
situações ocasionam impactos na folha de pagamento, podendo inclusive gerar líquido negativo 
na ficha financeira do servidor. Nesses casos, é importante avaliar a situação e proceder aos 
acertos. A providência nessa situação, é o lançamento de um rendimento que supere o valor 
negativo, e o lançamento de desconto no mês seguinte desse mesmo valor, a título de 
restituição de férias. 
 
4.2.15.6. A antecipação da gratificação natalina, por ocasião do gozo das férias, no caso de 
parcelamento, poderá ser requerida em qualquer das etapas, desde que anteriores ao mês de 
junho de cada ano. 
 
Observação: O valor percebido a título de férias e o seu respectivo adicional (terço 
constitucional) integrarão a base de cálculo de incidência do imposto de renda, conforme 
estabelece o Decreto nº 3.000, de 1999. 
 
4.2.15.7. O Adicional de ⅓ de férias não integra a base de contribuição para o plano de 
seguridade social do servidor público (PSS). 
 
4.2.15.8. Em regra o pagamento do adicional de ⅓ de férias é efetuado de forma automábca 
pelo SIAPE, entretanto havendo necessidade o operador do sistema do sistema pode fazer a 
inclusão, utilizando a rubrica 00220 - ADICIONAL DE ⅓ DE FÉRIAS. 
 
a) Para incluir, acesse a transação >FPATMOVFIN (SIAPE, FOLHA, ATUASERV - 
FPATMOVFIN). O acesso a esta transação deve ser realizado por meio do módulo 
de atualização de informações do servidor (ATUASERV), o qual engloba as 
transações para atualização (inclusão, alteração e exclusão) da movimentação 
financeira (folha normal) de servidores ativos e aposentados.
4.2.16 Procedimentos para indenização das férias: 
 
4.2.16.1. A indenização de férias é devida a Ministro de Estado, a servidor exonerado de cargo 
efetivo ou em comissão e de natureza especial, a aposentado, demitido de cargo efetivo, 
destituído de cargo em comissão e deve ser calculada sobre a remuneração do mês 
correspondente à data da vacância. Também é devida a indenização, no caso de falecimento de 
servidor. 
 
4.2.16.2. No caso de férias acumuladas, a indenização deve ser calculada integralmente e, na 
hipótese de férias relativas ao exercício em que ocorreu a vacância, na proporção de 1/12 por 
mês trabalhado ou fração superior a quatorze dias, acrescida do respectivo adicional de férias. 
 
4.2.16.3. Quando o servidor não houver completado os primeiros doze meses de exercício, a 
indenização de férias deve ser calculada na proporção de 1/12 por mês trabalhado ou fração 
superior a quatorze dias, acrescida do respectivo adicional de férias. 
 
4.2.16.4. A indenização deve ser calculada, considerando o período das férias a que o servidor 
tiver direito, inclusive proporcionais, em valores correspondentes a 1/12 por mês de efetivo 
exercício, ou fração superior a quatorze dias, observada a data de ingresso no cargo. 
 
4.2.16.5. Nos casos em que o servidor optou pelo parcelamento das férias, a indenização será 
calculada na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês trabalhado ou fração superior a 
quatorze dias, deduzido o valor correspondente à parcela de férias gozada. 
 
4.2.16.6. Para fins de cálculo da indenização, deve ser observada a fórmula abaixo, onde as 
variáveis são os denominadores: 
 
 
 
Rubricas a serem utilizadas: 
 
• 82536 - FERIAS INDENIZACAO ADIC 1/3 
• 00076 - FERIAS INDENIZADAS VENCIDAS 
• 00075 - FERIAS INDENIZADAS/PROPORC. 
 
Observação: Os pagamentos efetuados sob as rubricas de férias indenizadas - integrais, 
proporcionais e de adicional de um terço constitucional, por ocasião da rescisão do contrato de 
trabalho, aposentadoria ou exoneração, não serão tributados pelo Imposto sobre a Renda na 
fonte, nem na Declaração de Ajuste Anual, conforme estabelece o ato SOLUÇÃO DE 
DIVERGÊNCIA Nº 1, de 2 de janeiro de 2009 e também não sofrem incidência para cálculo do 
plano de seguridade social do servidor público (PSS). 
 
4.2.16.7. Acesse a transação >FPATMOVFIN (SIAPE - FOLHA - ATUASERV - FPATMOVFIN). O 
acesso a esta transação deve ser realizado por meio do módulo de atualização de informações do 
servidor (ATUASERV), que engloba as transações para atualização (inclusão, alteração e exclusão) 
da movimentação financeira (folha normal) de servidores ativos e aposentados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
6. ANEXOS 
 
 
 
 
61 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Guia para Elaboração de 
Manuais. Disponível em: < http://intranet/publicacoes/guia-para-elaboracao-de-manuais-versao-
final.pdf/view>. Acesso em: 17 jul.2017. 
 
BRASIL. Presidência da República. Manual de Redação da Presidência da República. Disponível em: 
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm>. Acesso em: 17 jul.2017. 
 
 
 
 
62 
 
 
Manual de Gestão Cadastral.pdf
MANUAL DE PROCEDIMENTOS 
- GESTÃO CADASTRAL - 
Maio de 2018 
Ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão 
ESTEVES PEDRO COLNAGO JÚNIOR 
 
Secretário-Executivo 
GLEISSON RUBIN 
 
Secretário de Gestão de Pessoas 
AUGUSTO AKIRA CHIBA 
 
Diretora do Departamento de Legislação e Provimento de Pessoas 
NELEIDE ABILA 
 
Coordenadora-Geral de Cadastro de Pessoal 
MÔNICA BISPO DOS SANTOS 
 
Elaboração 
Caroline Israel Pio 
Claudiomar Oviedo Ribeiro 
Cleison Faé 
Daniel Meneses Machado 
Diana Rodrigues 
Eliene Tavares de Oliveira 
Marcelo Matias de Almeida 
Maria Yaneide de Lucena Pereira 
Marcia Alves de Assis 
Silvana Bimbato 
Viviane Naves de Azevedo 
 
Revisão e Formatação 
Anderson Caires Santos 
Carla Prado Novais 
Talitha Lopes Saraiva Pedrosa 
Valdick Araújo dos Santos 
 
 
 
 
 
 
BRASIL. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Secretaria Executiva. Secretaria 
de Gestão de Pessoas. Manual: GESTÃO CADASTRAL. Brasília, 2018. 
 
Impresso no Brasil/ Printed in Brazil 
 
 É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que a 
fonte seja citada. 
 
 
 
 
 
 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS 
- GESTÃO CADASTRAL - 
 
 
 
1ª EDIÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Brasília/DF, maio de 2018 
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO 
Secretaria de Gestão de Pessoas 
Esplanada dos Ministérios – Bloco “C” – 7º andar – Sala 710 
Brasília – DF, CEP: 70.046-900 
Fones: 55 61 2020–1041 
http://www.planejamento.gov.br/ 
 
 2018, SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS 
 
NORMALIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA. Coordenação de Documentação e Informação do Ministério do 
Planejamento, Desenvolvimento e Gestão – CODIN/MP 
 
 
 
 
 
Normalização Bibliográfica: CODIN/CGPLA/SPO 
 
B823m 
Brasil. Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. 
 
 Manual de procedimentos : gestão cadastral / Ministério do 
Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Secretaria de Gestão de Pessoas. 
-- Brasília: MP, 2018. 
 48 p. 
 
1. Administração pública 2. Servidor público 3. Cadastro de pessoal I. 
Título 
 
 
CDU 35.08 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
 
DISPOSIÇÕES GERAIS ........................................................................................................... 6 
OBJETIVO GERAL ......................................................................................................................... 6 
OBJETIVO ESPECÍFICO ................................................................................................................. 6 
APLICAÇÃO .................................................................................................................................. 6 
ÁREA RESPONSÁVEL ................................................................................................................... 6 
ASPECTOS GERAIS ....................................................................................................................... 6 
GLOSSÁRIO.................................................................................................................................. 7 
SIGLAS ......................................................................................................................................... 7 
 
MANUTENÇÃO CADASTRAL ................................................................................................. 8 
ATUALIZAÇÃO DE DADOS BANCÁRIOS DE SERVIDOR ................................................................ 8 
ATUALIZAÇÃO DE NOME CIVIL DE SERVIDOR........................................................................... 15 
ATUALIZAÇÃO DE NOME SOCIAL DE SERVIDOR ....................................................................... 17 
ATUALIZAÇÃO DE ENDEREÇO DE SERVIDOR ............................................................................ 19 
ATUALIZAÇÃO DE ENDEREÇO ELETRÔNICO DE SERVIDOR ....................................................... 21 
INCLUSÃO E ALTERAÇÃO DE FORMAÇÃO E RECONHECIMENTO DA TITULAÇÃO .................... 24 
ATUALIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DE ÓBITO DE SERVIDOR ................................................... 29 
ATUALIZAÇÃO DE DADOS PESSOAIS DE SERVIDOR .................................................................. 32 
 
GESTÃO CADASTRAL DE DEPENDENTES .............................................................................. 41 
 
 
 
REFERÊNCIAS ..................................................................................................................... 48 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
 MANUAL DE PROCEDIMENTOS - GESTÃO CADASTRAL 
DISPOSIÇÕES GERAIS
1. OBJETIVO GERAL 
 
 O presente Manual tem o objetivo de padronizar as atividades e orientar os órgãos e 
entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Pública Federal - SIPEC, quanto 
aos procedimentos relativos à atualização cadastral dos servidores e seus dependentes e dos 
aposentados e pensionistas da União no que diz respeito aos procedimentos operacionais 
realizados no SIAPE pelas unidades de gestão de pessoas. 
 
 
2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
 
 Estabelecer orientações para a manutenção do cadastro dos servidores, fixando diretrizes 
técnico-administrativas de forma padronizada para as áreas de gestão de pessoas com o objetivo 
de: 
 
a) Aumentar a confiabilidade e a produtividade nos processos de atualização 
cadastral; 
b) Minimizar as inconsistências; 
c) Simplificar as ações; 
d) Agilizar os processos de análise; 
 
3. APLICAÇÃO 
 
 O Manual tem abrangência no âmbito das competências regimentais das unidades de 
gestão de pessoas da Administração Pública Federal. 
 
4. ÁREA RESPONSÁVEL 
 
 Departamento de Provimento e Movimentação de Pessoas - DEPRO/SGP/MP 
 
5. ASPECTOS GERAIS 
 
A manutenção cadastral é a atualização dos dados do servidor, aposentado, pensionista e 
seus dependentes. A atualização cadastral é importante para promover a validação das 
informações prestadas pelo servidor. 
 
Este manual oferece o passo-a-passo dos procedimentos a seguir: 
 
a) Manutenção Cadastral 
b) Gestão cadastral de Dependentes 
 
6. GLOSSÁRIO 
 
Para efeito deste Manual, os termos utilizados estão baseados nas seguintes definições: 
a) Servidor: é a pessoa legalmente investida em cargo público; 
b) Transação é a descrição do código de acesso as funcionalidade do SIAPE 
 
1. 7. SIGLAS 
 
7.1 Constam deste Manual as seguintes siglas: 
 
a) DOU: Diário Oficial da União; 
b) PCA: Provimento de Cargo; 
c) SIAPE: Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos; 
d) Siapecad 
e) G) SIGEPE: Sistema de Gestão de Pessoas; 
f) H) SIPEC: Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal; 
g) K) UORG: Unidade Organizacional; 
 
 
 
‘ 
8 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – GESTÃO CADASTRAL 
MANUTENÇÃO CADASTRAL 
 
ATUALIZAÇÃO DE DADOS BANCÁRIOS DE SERVIDOR 
 
1. CONCEITO 
 
É o procedimento operacional para inclusão, alteração, exclusão de dados bancários, posto 
que é livre a opção bancária aos servidores ativos e inativos entre as instituições bancárias 
credenciadas. 
A atualização será realizada pelo Operador do Sistema e uma vez realizada, surtirá efeitos 
para fins de créditos da remuneração ou proventos e de demais operações financeiras efetuadas, 
inclusive por outros sistemas (por exemplo, pagamento de diárias efetuado via SCDP). 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
Para a efetivação do cadastramento no SIAPE, faz-se necessária solicitação formalizada 
pelo interessado, indicando a conta vinculada a uma instituição bancária que faça parte da rede 
credenciada. 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1 Solicitação formalizada; e 
 
3.2 Comprovante da titularidade da conta do tipo salário para alteração da conta de pagamento 
do salário; ou 
 
3.3 Comprovante da titularidade da conta do tipo corrente para alteração da conta de pagamento 
das demais operações. 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
 
a) Ofício-Circular nº 170 SEGRT/MP, de 15 de fevereiro de 2016 
 
4.2 Legislação complementar: 
 
a) Resolução BACEN nº 3.402, de 6 de setembro de 2006; 
b) Portaria Normativa 03/2011 - Assentamento Funcional Digital 
 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1. Procedimentos a serem realizados para Análise do requerimento. 
 
5.1.1 A qualquer tempo, o servidor poderá solicitar a alteração da conta em que serão 
depositados seus proventos, atendendo sua livre opção bancária. Para isto, deverá preencher 
requerimento formal com as informações do domicílio bancário desejado, obedecendo ao 
constante no Ofício Circular n° 170 SEGRT/MP. 
 
Observação: Atente principalmente para o tipo da conta informada (conta salário para os 
proventos e conta corrente para demais operações) e se o banco informado é um dos constantes 
na lista de bancos conveniados. 
 
5.2 Procedimentos para a alteração dos dados bancários no SIAPE. 
 
5.2.1 Acesse a transação >CAATDADBCO (SIAPE, SIAPECAD, DADOSPESS, ALTSERV, 
CAATDADBCO - Atualiza Dados Bancários): 
 
 
 
5.2.2 Informe o Cadastro de Pessoa Física - CPF do servidor ou utilize a tecla PF1 = Ajuda para 
demais opções: 
 
 
5.2.3. Assinale a Matrícula SIAPECAD do servidor com o vínculo que sofrerá as alterações dos 
dados bancários: 
 
 
Observação: Atente para o fato de que o servidor que acumula vínculos pode escolher um 
domicílio bancário diferente para cada matrícula. 
 
 
5.2.4. O sistema exibirá a seguinte tela: 
 
 
 
5.2.5. Preencha os campos abaixo para alterar os dados da conta para pagamento do salário: 
 
a) Tipo de Conta: Obrigatoriamente informe o código 04 - CONTA SALARIO E NAO E 
DEPOSITO JUDICIAL. 
b) Banco/Agência/DV: Tecle PF1 = Ajuda para localizar o código do Banco e da Agência 
no formato correto de preenchimento. 
c) Número da C/C: Preencha o número da conta salário sem hífen, ponto ou vírgula, 
conforme requerimento/comprovante apresentado. 
 
5.2.6. Efetue a confirmação e o SIAPE irá efetuar a integração com a folha de pagamento. 
 
5.3. Procedimentos para a alteração dos dados bancários para pagamento de demais 
operações no SIAPE. 
 
5.3.1. Preencha, conforme a seguir: 
a) Tipo de Conta: Obrigatoriamente, informe o código 01 - CONTA CORRENTE E NAO E 
DEPOSITO JUDICIAL. 
b) Banco/Agência/DV: Tecle PF1 = Ajuda para localizar o código do Banco e a agência 
no formato correto de preenchimento. 
c) Número da C/C: Preencha o número da conta corrente sem hífen, ponto ou vírgula, 
conforme requerimento/comprovante apresentado. 
 
5.3.2. Confirme a transação para concluir a alteração. 
 
Observação: Verifique se o sistema exibirá a informação de que a “alteração foi efetuada com 
sucesso na folha de pagamento”, pois caso haja alguma pendência cadastral para a matrícula o 
sistema não irá validar a alteração na folha de pagamento até que a mesma seja regularizada. 
 
5.4. Procedimentos a serem realizados para alteração dos Dados Bancários de servidores 
não recepcionados pelo SIAPECAD. 
 
5.4.1. Acesse a transação >CDATDADBAN (SIAPE, CADSIAPE, CADASTRO, ATUCADAST, 
CDATDADBAN - ATUALIZA DADOS BANCARIOS): 
 
 
 
5.4.2. Identifique o servidor informando a matrícula ou use PF1 = Ajuda: 
 
 
 
 
5.4.3. Assinale a opção Conta para pagamento servidor ou Conta para outras operações: 
 
 
 
5.4.4. Confirme a alteração. 
 
5.5. Procedimentos para consultar a integração das alterações no SIAPE. 
 
5.5.1. Acesse a transação >CDCOINDFUNC (SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDFUN - DADOS 
INDIVIDUAIS FUNCIONAIS). 
 
5.5.2. Identifique o servidor e tecle Enter. 
 
5.5.3. Selecione com um X o campo “BANCO PGTO SALARIO”, ou “BANCO PAGAMENTO 
DIÁRIAS” e o sistema exibirá os dados da conta para pagamento do salário: 
 
 
 
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15 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – GESTÃO CADASTRAL 
 ATUALIZAÇÃO DE NOME CIVIL DE SERVIDOR 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 Consiste no procedimento operacional para alteração do nome civil do servidor, a ser 
realizado no SIAPEcad pelo Operador do Sistema. Uma vez realizado, constará da base cadastral. 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Para a efetivação do cadastramento no SIAPE, faz-se necessário solicitação formalizada 
pelo interessado, indicando o novo nome e a respectiva documentação comprobatória. 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1 CPF - comprovante de situação cadastral emitido pela Receita Federal do Brasil 
(www.receita.fazenda.gov.br); 
3.2 Cópia autenticada do RG; e 
3.3 Cópia autenticada de Certidão de Averbação (Nascimento,
Casamento, Divórcio) 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
 
a) Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1. Procedimentos a serem realizados para Análise do requerimento. 
 
5.1.1. Em decorrência de situações que ensejam a modificação do nome civil, o servidor poderá 
solicitar a alteração em seus dados cadastrais. Para tanto, deve preencher requerimento formal, 
indicando o novo nome, a motivação e a respectiva comprovação documental. 
 
5.1.2. Note que antes da alteração do nome civil do servidor no SIAPE, o mesmo já deve estar 
atualizado junto à Receita Federal e institutos de identificação. O SIAPE possui integração com o 
sistema da Receita Federal, portanto irá aparecer crítica caso esta atualização não seja efetuada 
em ambos sistemas. 
 
5.2. Procedimentos operacionais no SIAPE a serem realizados para a alteração do Nome do 
servidor. 
 
5.2.1. Acesse a transação >CAATNOMERH (SIAPE, SIAPECAD, DADOSPESS, NOME, 
CAATNOMERH - ATUALIZA NOME DO RH). 
 
5.2.2. Identifique o servidor pelo CPF ou use PF1 = Ajuda: 
 
 
 
5.2.3. Indique o novo nome e a motivação para a alteração. 
 
5.2.4 Efetue a confirmação para a integração com a folha. 
 
 
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17 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – GESTÃO CADASTRAL 
ATUALIZAÇÃO DE NOME SOCIAL DE SERVIDOR 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 É o procedimento operacional para cadastramento do nome social do servidor travesti ou 
transexual. A atualização será realizada pelo Operador do Sistema e uma vez realizada surtirá 
efeitos para fins cadastrais. 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Para a efetivação do cadastramento no SIAPE, faz-se necessário requerimento da pessoa 
interessada 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1. Requerimento formal. 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1. Legislação principal: 
 
a) Decreto nº 8.727, de 28 de abril de 2016. 
 
4.2. Legislação complementar: 
 
a) Portaria nº 233, de 18 de maio de 2010 
b) Nota Informativa 45/2015 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1 Procedimentos a serem realizados para Análise do requerimento: 
 
5.1.1. A qualquer tempo, o servidor travesti ou transexual poderá solicitar o uso do nome social 
adotado por ele, de acordo com seu requerimento e o disposto no Decreto n° 8.727/2016 e na 
Portaria n° 233/2010/MP. 
 
5.1.2. Verifique as informações constantes no requerimento, que deve conter o nome civil do 
servidor, a data da solicitação e o nome social que será utilizado por ele. 
 
5.2. Procedimentos operacionais no SIAPE a serem realizados para o cadastramento do 
nome social. 
 
5.2.1. Acesse a transação >CAIASERVID (SIAPE, SIAPECAD, DADOSPESS, INCALTRH,CAIASERVID - 
INCLUI/ALTERA SERVIDOR). 
 
5.2.2. Proceda com a identificação do servidor através do CPF. 
 
5.2.3. O sistema exibirá a seguinte tela: 
 
 
 
5.2.4. Para cadastrar o nome social, preencha conforme a seguir: 
 
a) NOME SOCIAL: Informe o nome social descrito pelo servidor requerente; 
b) DATA REQUERIM.: Informe a data que o servidor efetuou a solicitação; 
c) DL REQUERIMEN.: Preencha este campo com os dados de identificação do 
Documento Legal utilizado para formalização do requerimento. 
 
5.2.5. Efetue a confirmação com a tecla ENTER. Neste momento, o sistema irá passar para a tela 
com as demais informações pessoais do servidor. Tecle ENTER para seguir as demais telas até a 
tela de confirmação final. Após isto, o cadastro do nome social estará concluído. 
 
5.3. Procedimentos a serem realizados para consulta do nome social de servidor. 
 
5.3.1. Para consulta do nome social do servidor acesse a transação >CDCOINDPES (SIAPE, 
CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDPES - DADOS INDIVIDUAIS PESSOAIS). 
 
5.3.2. Após a identificação do servidor, selecione com um X o campo “NOME SOCIAL”. 
 
 
 
 
 
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19 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – GESTÃO CADASTRAL 
ATUALIZAÇÃO DE ENDEREÇO DE SERVIDOR 
 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 Compreende o procedimento operacional para alteração de endereço do servidor, a ser 
realizado no SIAPEcad pelo Operador do Sistema. Uma vez realizado, constará da base cadastral. 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Para a efetivação do cadastramento no SIAPE, faz-se necessário solicitação formalizada 
pelo interessado indicando o novo endereço 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1. Requerimento. 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1. Legislação principal: 
 
a) Lei n.º 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
b) Lei nº 7.115, de 29 de agosto de 1983. 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1 Procedimentos a serem realizados para Análise do requerimento. 
 
5.1.1 Em decorrência de mudança de endereço residencial o servidor deverá solicitar a 
alteração em seus dados cadastrais. Para tanto, deve preencher requerimento formal, indicando o 
novo endereço. 
 
5.2 Procedimentos operacionais no SIAPE a serem realizados para a alteração do 
Endereço do servidor. 
 
5.2.1 Acesse a transação >CAALENDRH (SIAPE, SIAPECAD, DADOSPESS, CAALENDRH - ALTERA 
ENDERECO DO RH). 
 
5.2.2. Proceda com a identificação do servidor pelo CPF ou use PF1 = Ajuda. 
 
5.2.3. O sistema exibirá a seguinte tela: 
 
 
5.2.4. Indique o novo endereço, conforme declarado pelo servidor. 
 
5.2.5. Efetue a confirmação para finalizar. 
 
5.3. Procedimentos a serem realizados para consulta do endereço de servidor. 
 
5.3.1. Poderá ser efetuada consulta do endereço do servidor acessando a transação 
>CDCOINDPES (SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDPES - DADOS INDIVIDUAIS PESSOAIS). 
 
5.3.2. Após a identificação do servidor, selecione com um X o campo “ENDERECO”. O sistema 
exibirá o endereço cadastrado para o servidor. 
 
Observações: 
 
A atualização de endereço, assim como de algumas outras informações pessoais, também 
poderá ser realizada pelo próprio servidor, mediante acesso ao site 
https://servidor.sigepe.planejamento.gov.br. 
Atente que para fins de auxílio-transporte o servidor deverá comprovar o novo endereço 
mediante apresentação do comprovante de residência. Vide Manual de Auxílio-Transporte. 
 
 
 
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21 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – GESTÃO CADASTRAL 
 ATUALIZAÇÃO DE ENDEREÇO ELETRÔNICO DE SERVIDOR 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 Trata-se de procedimento operacional para alteração de endereço eletrônico do servidor, a 
ser realizado no SIAPENET pelo Operador do Sistema. Uma vez realizado, constará da base 
cadastral. 
1.2 O endereço eletrônico cadastrado no campo e-mail pessoal será o destinatário das 
informações do sistema SIGEPE. Este e-mail também será utilizado para validação de uma 
variedade de funcionalidades do SIAPE, SIAPENet, SIGAC, SIGEPE, etc, como geração de senhas e 
de autorizações para consignações. 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Para a efetivação do cadastramento no SIAPE, faz-se necessário solicitação formalizada 
pelo interessado indicando o novo endereço 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1 Requerimento. 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
 
a) Lei n.º 8.112, de 11 de dezembro de 1990; 
 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1 procedimentos a serem realizados para Análise do requerimento. 
 
5.1.1 Em decorrência de cadastramento ou mudança de endereço eletrônico o servidor deverá 
solicitar a alteração em seus dados cadastrais. Para tanto, deve preencher requerimento indicando 
o novo e-mail. 
 
5.2. Procedimentos operacionais no SIAPEnet a serem realizados para a alteração do e-mail. 
 
5.2.1. Acesse o site www.siapenet.gov.br > órgão> atualização cadastral>usuário>atualizar 
endereço eletrônico. 
 
5.2.2. O SIAPENet exibirá a seguinte tela, onde você irá informar o CPF a fim de identificar o 
servidor: 
 
 
 
5.2.3. Após a identificação do servidor, surgirá a seguinte tela: 
 
 
 
5.2.4. Clique num dos campos de e-mail para que se possa preencher os dados de e-mail. Na 
sequência, informe os e-mails constantes no
requerimento, sabendo que o campo “E-mail 
pessoal” pode ser preenchido com um e-mail de qualquer provedor disponível na internet. Já o 
campo “E-mail institucional” deve ser preenchido com um e-mail vinculado ao provedor do órgão 
a que o servidor seja vinculado. Atente para o item 5.1.2. 
 
5.2.5. Após o preenchimento dos campos, clique em “Atualizar” para concluir o cadastro. 
 
5.3. Procedimentos a serem realizados para consulta do endereço eletrônico de servidor. 
 
5.3.1. Acesse a transação >CDCOINDPES (SIAPE, CADSIAPE, CODIVCAD, CDCOINDPES - DADOS 
INDIVIDUAIS PESSOAIS). 
 
5.3.2. Após a identificação do servidor, selecione com um X o campo “E-MAIL”. O sistema exibirá 
o endereço eletrônico cadastrado para o servidor. 
 
 
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24 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – GESTÃO CADASTRAL 
 
INCLUSÃO E ALTERAÇÃO DE FORMAÇÃO E RECONHECIMENTO DA TITULAÇÃO 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 É o procedimento operacional com vistas ao cadastramento pelo operador do SIAPE de 
certificado, diploma ou titulação obtido pelo servidor, proveniente de educação formal e ao 
reconhecimento da titulação cadastrada com a finalidade de pagamento de gratificação específica. 
Este procedimento também serve como base de dados para emissão de relatórios de indicativos 
da qualificação e formação dos servidores para os órgãos. Após conclusão deste processo, as 
informações constarão no histórico funcional do servidor e refletirão na folha quando devido. 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1. Servidor possuir formação proveniente de educação formal de qualquer titulação; ou 
 
2.2. Participação do servidor no processo de incentivo a qualificação, progressão por titulação 
ou similar. 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1. Apresentação do título de educação formal, seja certificado, diploma ou titulação. 
 
3.2. Processo formalizado de incentivo a qualificação, progressão por titulação ou similar para 
os casos em que haverá reflexo financeiro. 
 
4. BASE LEGAL 
 
4.1 Legislação principal: 
 
a) Específico por Carreira. 
 
 
5. PROCEDIMENTOS 
 
5.1. Procedimentos para análise da documentação necessária à execução do processo. 
 
5.1.1. Antes de proceder a inclusão de nova formação, verifique a validade da documentação 
apresentada e se a mesma consta de todas as informações necessárias para o cadastramento. 
5.1.2. Para o reconhecimento da titulação com finalidade de pagamento de gratificação 
específica vinculada à formação, verifique se o processo contém todas as tramitações e 
autorizações necessárias para a inclusão da rubrica no contracheque do servidor. 
 
5.1.3. Quando for incluir nova formação ao servidor acima do grau de escolaridade em que ele 
se encontra atualmente, primeiramente deverá ser feita a alteração do nível de Escolaridade 
através da transação >CAIASERVID. VIDE PROCEDIMENTO DE ATUALIZAÇÃO DE DADOS 
PESSOAIS. 
 
5.2. Procedimentos a serem realizados para a inclusão da Formação de RH. 
 
5.2.1. Acesse a transação >CDINFORMRH (SIAPE, CADSIAPE, CADASTRO, ATUCADAST, 
FORMACAO, CDINFORMRH - INCLUI FORMACAO DO RH). 
 
5.2.2. Após a identificação do servidor, a seguinte tela será exibida: 
 
 
 
5.2.3. Preencha conforme orientações a seguir: 
 
a) Formação - Tecle PF1 = Ajuda para abrir a relação de cursos e selecione o código 
correspondente. 
b) Titulação - Tecle PF1 = Ajuda para relacionar os níveis da Titulação e selecione o 
código correspondente. 
c) Estab de Ensino - Preencha com o nome do Estabelecimento de Ensino onde o 
servidor concluiu a formação que está sendo cadastrada. 
d) Município - Tecle PF1 = Ajuda para relacionar os municípios e selecione o código 
correspondente. 
e) Pais(Exterior) - Preencha apenas se o Estab. De Ensino for fora do Brasil. 
f) Concluído em - Preencha com o ano de conclusão de acordo com o Certificado ou 
Diploma. 
g) Carga horária - Preencha com a quantidade de horas somente caso esteja descrito 
no diploma ou certificado. 
 
5.2.4. Após o preenchimento dos campos, o sistema solicitará a confirmação, finalizando o 
procedimento. 
 
5.3. Procedimentos a serem realizados para o reconhecimento da Titulação. 
 
5.3.1. Antes de proceder com o reconhecimento da titulação do servidor, a formação 
correspondente já deve ter sido cadastrada através do procedimento do item 5.2. 
 
5.3.2. Após a inclusão da formação acesse a transação >CDATTITREC (SIAPE, CADSIAPE, 
CADASTRO, ATUCADAST, CDATTITREC - ATUALIZA TITULACAO RECONHECIDA). 
 
5.3.2. Identifique o servidor pela matrícula ou use PF1 = Ajuda, e o sistema apresenta a tela 
seguinte: 
 
 
 
Observação: Se já houver uma titulação reconhecida, o sistema irá perguntar se quer excluir. 
Marque (N) Não, tecle Enter e assim esta tela será exibida. 
 
5.3.3. Note que o sistema exibe todas as Formações cadastradas para o servidor. 
 
5.3.4. Selecione com um “X” a titulação que deverá ser reconhecida, seja a fim de gerar 
pagamento de rubrica específica de gratificação ou a sua maior titulação para registros cadastrais. 
 
5.3.5. Após teclar ENTER o sistema irá solicitar a confirmação. Assim que for efetuada, haverá a 
integração com a folha de pagamento. 
 
5.4. Procedimentos a serem realizados para a alteração da formação do servidor. 
 
5.4.1. Acesse a transação >CDALFORMRH (SIAPE, CADSIAPE, CADASTRO, ATUCADAST, 
FORMACAO, CDALFORMRH - ALTERA DADOS DA FORMACAO DO RH). 
 
5.4.2. Identifique o servidor pelo CPF ou use PF1 = Ajuda, e será exibida uma tela com as 
formações cadastradas, conforme a seguir: 
 
 
 
5.4.3. Selecione com um “X” a formação que deverá ter as informações alteradas e o sistema 
exibirá os dados dela, permitindo a alteração dos mesmos, semelhante à tela exibida no item 
5.2.2. 
 
5.4.4. Após efetuar as alterações desejadas, tecle ENTER. Na sequência execute a confirmação e 
o procedimento estará finalizado. 
 
5.5. Procedimentos a serem realizados para a exclusão da formação do servidor. 
 
5.5.1. Acesse a transação >CDEXFORMRH (SIAPE, CADSIAPE, CADASTRO, ATUCADAST, 
FORMACAO, CDEXFORMRH - EXCLUI FORMACAO DO RH). 
 
5.5.2. Após a identificação do servidor, será exibida uma tela com as formações cadastradas, 
semelhante à tela exibida no item 5.4.2. 
 
5.5.3. Selecione com um “X” a formação que será excluída e tecle ENTER. 
 
5.5.4. Aparecerá a tela solicitando a confirmação do procedimento. Após efetuá-la, o 
procedimento estará finalizado. 
 
5.3. Procedimentos a serem realizados para consulta de Formação do servidor. 
 
5.3.1. Acesse a transação >CDCOFORMRH (SIAPE, CADSIAPE, CADASTRO, ATUCADAST, 
FORMACAO, CDALFORMRH - CONSULTA FORMACAO DO RH). 
 
5.3.2. Após a identificação do servidor o sistema exibirá os dados das formações cadastradas 
para o mesmo. 
 
‘ 
29 
 
MANUAL DE PROCEDIMENTOS – APOSENTADORIA - MANUAL DE PROCEDIMENTOS – GESTÃO CADASTRAL 
ATUALIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DE ÓBITO DE SERVIDOR 
 
1. CONCEITO 
 
1.1 Trata-se de procedimento operacional para o cadastramento das informações referentes 
ao óbito do servidor. A atualização será realizada pelo Operador do Sistema e uma vez realizada 
repercutirá nas informações cadastrais do servidor. 
1.2 Esclarecemos que esta etapa é complementar aos processos de vacância do PCA do 
servidor ativo falecido ou do encerramento da aposentadoria do servidor que encontrava-se na 
situação de aposentado no momento do falecimento. Caso a vacância ou o encerramento da 
aposentadoria ainda não tenha sido efetuada no sistema, efetue estes procedimentos antes de 
dar sequência. Vide Manual de Vacância. 
 
2. REQUISITOS BÁSICOS 
 
2.1 Para a efetivação do cadastramento no SIAPE, faz-se necessário a apresentação da cópia 
autenticada da certidão de óbito emitida por cartório competente ao órgão em que o servidor 
falecido possuía vínculo. 
 
3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA 
 
3.1 Cópia autenticada da Certidão

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