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TREINAMENTO TECNICO PARAMONTADORES DE
ANDAIMES EM REGIMEOFF-SHORE E ON-SHORE
MM / RJ
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INDICE
Çgpítulo I
1.1. Introdução 03
I Çgpítulo 11 - Treinamento Teórico
11. 1. Principais Equipamentos e Nomenclatura.........
11.2.Estocagem dos Equipamentos..........................
11.3.Manutenção e Conservação..............................
li. 4. Leitura de desenhos para a montagem.............
li. 5. Procedimentos Básicos de montagem..............
Çgpítulo 111 - Treinamento Prático
liI. 1. Identificação dos Equipamentos.......................
111.2. Pré-fabricação de peças para a montagem......
li1.3. Montagem do andaime.....................................
111.4. Segurança na montagem.................................
2
Çgpítulo I
I. 1. INTRODUCÃO
Desde que o homem começou a construir, tem utilizado os
andaimes construídos com madeira, bambu etc. O andaime
metálico tal como conhecemos hoje, é essencialmente um
desenvolvimento do período pós-segunda guerra mundial. Entre
os anos de 1945 e 1970, apareceram e se desenvolveram os
vários equipamentos que utilizamos hoje.
As empresas precursoras na utilização de andaimes metálicos
eram européias e as principais foram:
. Mills na França, com tubos e braçadeiras;
. Acrow na Inglaterra, com torres de encaixe;
. Hunnebeck e a Mannesman, na Alemanha, com as treliças.
Durante estes anos foram estabelecidas normas técnicas e feitas
pesquisas sobre o comportamento técnico dessas estruturas, tais
como:
. Qualidade dos materiais;
. Capacidade de carga;
. Estudos de flambagem, entre outros.
Hoje existem várias empresas no mercado e a evolução desses
equipamentos é uma constante.Os sistemas tubulares são
constituídos de peças com seção circular, interligado por
acessórios (braçadeiras e luvas), possibilitando as mais variadas
formas e configurações geométricas, de acordo com a
necessidade ou finalidade a que se destina. Constitui por tanto,
tais estruturas, matéria pertinente ao campo da engenharia e
devendo ser projetada, dimensionada, executada e
supervisionada por profissional habilitado.
Aplicação das Estruturas Tubulares na Manutenção Industrial.
3
As estruturas tubulares são empregadas como meio de acesso,
para a execução dos serviços de manutenção nas plantas
industriais. Sendo assim, constituem disciplina que compõe as
atividades conhecidas como manutenção complementar.
Os andaimes para acesso também são muito utilizados em
paradas gerais de manutenção programada, onde são
utilizados grandes volumes de mão de obra e de equipamentos.
Os seguimentos industriais que mais consomem estes serviços
são:
. Indústrias químicas e petroquímicas;
. Indústrias de papel e celulose;
. Indústrias Cimenteiras;
. Plataformas Off-Shore;
. Indústria Naval;
. Entre outras.
A prestação dos serviços de acesso com andaimes, para atender
as necessidades das indústrias, requer:
. Planejamento:
. Programação;
. Controle;
. Logística de Produção (materiais e mão çje obra);
. Logística de Transportes;
. Gestão de SMS (Saúde, Meio Ambiente e Segurança);
. Produtividade.
Este último item tem merecido uma atenção especial por parte
das empresas,pois a produtividade depende de mão de obra bem
TREINADA E QUALIFICADA.
4
Andaimes para acesso de manutenção
Manutenção do FIareda COPENE (120m da altura}
arn Camaçarí -SA {Tubo MWsf! Elite}
Parada de
em Cubatão - SP
5
6
Çgpítulo 11 Treinamento Teórico
11.1. PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS E NOMENCLATURA
TUBOMILLS: Este equipamento é o mais conhecido entre os
equipamentos existentes no mercado, serve tanto para a
montagem de estruturas como também de elemento de ligação
para as estruturas de encaixe.
Constituído de tubos e acessórios, que se interligamformando as
mais variadas configurações geométricas, seus elementos são:
Placa de Base, Base ajustável, Luva, Braçadeira fixa e giratória e
tubos.
PiaDa de Base MiI1s
de PAr" tubus "
, carga, ('Aro8 > x
apmx;madnc,.,00"" í"""
peç"
Braçadeira MiIIs Pertil
De "9tHD"'" "",ado par"
uma
lUla
mado:
TuboMiIIs
De aço "alva8[2ado
U12'
no; Esp""$ura da ;>arede:
3,06I1'.',r Pesn aproximado por m<>\ro
li"ear: 3,65kg Os tliOoo
dos COItados "0$ (
c"ss4rie$ entre 1,00
ri"",)"", dfl 2Scm -
t"m um (1" c'/,~> d'" "corriÇ\
com Ç\ para 18GB!! ;m~
dia1ak
nda .
perfe,ta 1ransmissâo de ,
rompress1i<>. Não tmbalha
Peso aproximado: 1,32kg pOrpeça.
ou.
Braçadeira MiIIs Giratória
De aço.mok1 íorjado, 1""'iJ0mdo" re-
,roder tubos fazondo
desejado. Peso ;<pro-
pOr paça.
Braçadeira MíIIs Fíxa
De ere-
fazen-
Braçadeira Mills Gírntória de Cunha
De aço forjado, lemperado e galvani-
zado para ofende, tubos tflzen(j()
desejado. Peso ap',).
por peça.
Braçadeíra MiUs Fixa de Cunha
D(~ forjado, e g,waoi..
lado parti preoder t!J!)OS fa-
z.er um ângulo relo en1re Poso
0pmximado: 1A5kg por peça.
Rodízio MiEs
Roda de fundido de 2" d(t ('.sDes..
sura Ge de diâmmro. É pivOir",t,;o
permite o deslocame",o da estrutura
suportada. Modelos j 1!49F (fer,o) e
11/498 ;
Z'()(}Okg.
7
ELITE (encaixet Este equrpamento é constituído de elementos
estruturais que se interligam, através de encaixe entre os postes
e travessas, contraventados por diagonais, também de encaixe
permitindo a montagem de estruturas com várias configurações
geométricas. Os principais elementos estruturais são: Base
ajustável, poste, travessa, espiga e diagonal.
Facíiidado do rTlontaSJl;)rTlI;)
1'CS'1
;"P;QA
"
8
;. Este equipamento é constituído de uma prancha de
alumínio extrudado, com perfurações escampadas, para torna-Io
antiderrapante. É fornecido em comprimentos de 2,70 metros, é
leve e de fácil manuseio.
o Piso Mills substitui com vantagens o antigo
pranchão de madeira usado nas plataformas dos
andaimes.
Com tecnologia avançada, é
uma superfície resistente, sólida
e antiderrapante. Este piso é
leve, não racha nem enferruja,
oferecendo maior segurança e
comodidade no ambiente de
trabalho.
. Alumínio
extrudado
. Base de
borracha em
PVC
. Superfície
antiderrapante
Leve e resistente contra fogo e ferrugem.
9
NOMENCLATURA: O andaime é constituído por peças, que
dependendo da sua posição no conjunto da estrutura, tem
nomenclatura específica, como podemos observar na figura
abaixo.
Placa de base
Poste
Longarina
Travessa
Diagonal Longitudinal
Diagonal Transversal
Diagonal Horizontal
Tubo quebra-vão
Piso
. '1IJ-'-" ..
10
- ------- - --- - -- -- - - --- - _u
11.2. ESTOCAGEM DOS EQUIPAMENTOS
A estocagem dos materiais tem grande importância na
organização e desenvolvimento dos trabalhos no canteiro de
obras. Quando os materiais estão arrumados, fica fácil a
localização e a identificação rápida, para a utilização.
Estocaqem do TUBOMILLS
Geralmente este tipo de material é estocado em gaveteiro, que
consiste em uma estrutura montada para este fim. Faz-se uma
malha de 1,00 metro por 1,00 metro formando vãos em número
suficiente para colocar cada tamanho de tubo em seu lugar.
11
EstocaQem de ACESSÓRIOS
Os acessórios são: macacos, base fixa, braçadeira giratória,
braçadeira de perfil e luva.
Geralmente estes materiais são acondicionados em caixas
metálicas que facilitam o transporte e o empilhamento vertical
das caixas. A quantidade de peças que cabem em cada caixa é
de aproximadamente 500 unidades.
À
12
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
- - - - - - - - - -- -- - - - - -- -- - -
Estocaqem de PISO (madeira/alumínio}
Os pisos de alumínio podem ser estocados a céu aberto, já os
pisos de madeira devem ficar abrigados das intempéries, pois
tanto o sol quanto à chuva são prejudiciais à madeira, causando
empenas e rachaduras.
13
- - -- -- - - - ----------
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
EstocaQem de ELITE
o material de encaixe pode ser estocado sobre peças de
madeira apoiadas sobre o terreno natural ou sobre concreto,
formando pilha verticais.
14
-- - -- - - -- ---------- ------
11.3.MANUTENCÃO E CONSERVACÃO
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
I
II
I
I
I
I
A manutenção do equipamento para montagem dos
andaimes é de fundamental importância. Devemos mantê-
los sempre em perfeito estado de conservação para o uso
imediato.
Alguns procedimentos que ajudam na conservação dos
equipamentos:
a) TUBOMILLS:
~ Não bater com a boca do tubo, para não amassá-Ia,
~ Fazer teste com gabarito tipo passa não passa,
~ Quando necessita cortar o tubo, manter o padrão,
~ Manter os tubos identificados pela cor padrão.
b) ACESSÓRIOS:
~ Não deixar acessório em contato com o solo,
~ Manter acessórios lubrificados com óleo,
~ Efetuar verificação dos parafusos das braçadeiras,
~ Fazer teste tipo passa não passa,
~ Efetuar a verificação da chapa separadora da luva,
c) PISOS:
~ Não bater com o piso para não provocar empeno,
~ Verificar se as borrachas estão no lugar.
d) PISO DE MADEIRA:
~ Manter os pisos abrigados das intempéries,
~ Eliminar os pranchões com rachaduras e nós,
~ Verificar se a grapa do topo está no lugar,
~ Eliminar os pranchões ensopados de óleo.
15
11.4. LEITURA DE DESENHO PARA MONTAGEM
Sempre que possível devemos fazer uso de desenhos para
executarmos a montagem dos andaimes. É através da análise
das cargas (permanentes e acidentais) que definimos qual o
equipamento a ser utilizado e qual a melhor configuração
estrutural a ser montada, a fim de obtermos o melhor
aproveitamento da capacidade de carga do equipamento.
Os projetos facilitam:
. O entendimento antecipado da montagem a ser executada,
. Servem para fazermos a contagem do material,
. São importantes para fazermos o planejamento da obra,
. Servem para estimarmos a quantidade de fretes,
. Garantem a uniformidade das montagens,
. Garantem a segurança quanto à utilização das cargas de
serviço.
A seguir ilustraremos este tema com um projeto de andaime para
acesso de manutenção:
. Desenho de uma torre,
. Desenho de um andaime para acesso a uma esfera,
. Desenho de uma passarela.
16
17
iill
18
11.5. PROCEDIMENTOS BÁSICOS DE MONTAGEM
Verificar as condições do local da montagem:
a) O terreno: O terreno onde ficará apoiado o andaime deverá
ser firme, suficiente para absorver as cargas dos postes que
serão transmitidas ao solo. Para tanto devemos utilizar
pranchões para distribuir as cargas no solo, devemos usar a
placa de base ou base ajustável quando for o caso. Caso o
andaime seja montado sobre concreto, basta utilizarmos a
placa de base.
b) Interferências: Devendo observar o local da montagem para
verificar se existem interferências das estruturas ou
equipamentos existentes,que venham a dificultar a
montagem.
c) Materiais: Os materiais deverão ser descarregados o mais
próximo do local da montagem, esta ação evitará perda de
horas com transporte horizontal.
d) Prumo e Nível: A estrutura tubular do andaime deverá ser
montada a prumo e em nível, este procedimento evitará o
aparecimento de esforços não previstos no
dimensionamento da estrutura, pelo projetista.
e) Seqüência de Montagem: A montagem da estrutura deverá
ter uma seqüência lógica, conforme descrito a seguir.
. Obter o desenho ou croquis da montagem,
. Obter a nomenclatura dos materiais,
. Dimensionar a equipe de montagem,
. Carregar os materiais no estoque,
. Descarregar os materiais no local da montagem,
19
. Pré-fabricar as peças a serem montadas,
. Fazer a implantação da estrutura a ser montada,
. Iniciar e concluir a montagem.
Cuidados na execução do andaime:
Durante a execução da montagem dos andaimes, devemos
observar alguns cuidados que são importantes para a perfeita
estabilidade dos mesmos.Caso esses cuidados não sejam
observados, podemos causar o tombamento da estrutura.
Devemos usar a base fixa ou ajustável,conforme a
necessidade, quando o terreno estiver desnivelado ou
inclinado podemos utilizar calços de madeira para compensar
esta inclinação.
Podemos afirmar que uma estrutura está estável, quando a
mesma possui a base maior ou igual a um quarto da
altura.Caso esta condição não ocorra devemos fixar a
estrutura a um ponto fixo, por exemplo, um pilar ou uma viga.
H
I B>ou= H / 4 I
B
20
cuidado com os apoios:
,,~
;"
tNCORRETq CORRETO
...
~ -'
fi6T.&Vf.L
21
Fixação do andaime ao pilar:
22
Fixação do andaime à parede:
23
Fixação do andaime a uma viga:
24
Braçadeira de segurança em Pontalete:
25
Visão geral do Pontalete com a Braçadeira de Segurança:
26
Visão geral da Braçadeira de Perfil:
"
27
ÇjyJítulo 111 - Treinamento Prático
111.1. IDENTIFICA CÃO DOS EQUIPAMENTOS
a) Nesta fase do treinamento será feito o reconhecimento visual
dos equipamentos que compõem o material tubular, de encaixe e
pisos, comumente utilizados na montagem dos andaimes.
b) Faremos agora a identificação visual dos tubos através da
variação dos tamanhos dos mesmos, para facilitar esta tarefa,
utilizamos cores padrão. Notemos que os tubos variam de
tamanho de 25 cm em 25 cm (comprimento mínimo 0,25 metros,
e comprimento máximo de 6,50 metros).Quando formos
armazenar os tubos no gaveteiro, eles deverão ser separados
por tamanho e cor (mostrar fisicamente as peças).
Tubos Múltiplos de :
0,25 m [] o extremidade cor Amarela.
0,50 m 11 11 extremidade cor Vermelha.
0,75 m 11 li! extremidade cor Verde.
1,00 m 11 11 extremidade cor Azul.
c) Identificação do Equipamento Defeituoso.
Agora vamos aprender a diferença entre o material pronto para o
uso e o material que deverá passar por manutenção.
. Tubos não deverão ter mossas, boca amassada ou
empenas;
. As braçadeiras deverão estar com os parafusos em bom
28
estado, com as porcas rodando perfeitamente.
. Os pisos de madeira deverão estar com a grapa no topo do
mesmo,e não deverá ter rachaduras que comprometam a
resistência e segurança do pranchão.
111.2. PRÉ-FABRICACÃO DE PECAS
a) A pré-fabricação dos tubos para a montagem dos andaimes, é
de grande importância para a obtenção de uma boa
produtividade.Ao fazermos a pré-fabricação das peças, também
garantimos que o andaime não ficará com pontas de tubos
sobrando para fora e com tamanhos diferentes.
Etapas da pré-fabricação:
. Verificar no projeto ou croquis, os tamanhos dos tubos a
serem utilizados.
. Identificar e separar a quantidade de tubos que serao
usados na montagem;
. Montar um gabarito com pranchão ou tubo;
. Marcar a medida da distância entre as braçadeiras, medindo
o tamanho das sobras de pontas;
. Posicionar as braçadeiras no gabarito;
. Finalmente encaixar os tubos e fixar as braçadeiras.
29
111.3. MONTAGEM DE UM ANDAIME
Antes de iniciarmos a montagem devemos observar o seguinte:
a) O Terreno
O terreno onde ficará apoiado o andaime, deverá ser firme, o
suficiente para absorver as cargas dos postes que serão
transmitidas ao solo. Para tanto devemos utilizar pranchões de
madeira para distribuir as cargas no solo, usaremos sempre a
placa de base ou a base ajustável sobre o pranchão. Caso o
andaime seja montado sobre uma superfície de concreto, basta
utilizarmos a placa de base.
b) Interferências na montagem.
Devemos observar o local da montagem para verificar se
existem interferências das estruturas ou equipamentos da planta,
que possam interferir na montagem.
c) Materiais
Os materiais deverão ser descarregados o mais próximo
possível do local da montagem, esta ação evitará perda de
tempo com transporte horizontal dos materiais.
d) Prumo e Nível
A estrutura tubular deverá ser montada a PRUMO e em
NíVEL, este procedimento evitará o aparecimento de esforços
horizontais não previstos no dimensionamento da estrutura, pelo
projetista.
Nesta fase do treinamento iremos mostrar passo a passo, para o
procedimento de montagem de uma estrutura tubular de tubo e
encaixe.
30
. De posse do desenho, faremos a contagem e separação do
material para a montagem do andaime;
. Em seguida faremos a pré-montagem das peças;
. Agora faremos a implantação da torre, posicionando as
bases de apoio, os postes as travessase longarinas do 1Q
nível do andaime;
. Em seguida apoiamos os postes nas bases, e fixamos as
travessas e as longarinas nos postesem posição de prumo;
. Colocar a diagonal horizontal, para garantir o esquadro da
estrutura;
. Agora vamos fixar as travessas e longarinas do 2Qnível do
andaime;
. Em seguida faremos a
longitudinais e transversais;
colocação das diagonais
. Após terminar a montagem do segundo nível de travessas e
longarinas, vamos posicionar as luvas e fazer a emendas
dos postes;
. A partir deste ponto o processo se repetirá até a colocação
da última tavessa e longarina.
31
_1
111.4. SEGURANÇA NA MONTAGEM
ASPECTOS DE SEGURANÇA PESSOAL
Antes de iniciarmos os trabalhos de montagem das estruturas
dos andaimes para acesso de manutenção, devemos fazer uma
análise sobre os riscos e as situações de perigo existentes no
local da montagem, e que poderão de alguma forma causar
danos à saúde do trabalhador ou mesmo causar um sério
acidente com perdas pessoais e materiais.
É importante que tomemos o máximo de cuidado nessa análise
de risco. Devemos observar o seguinte:
. Existência de fios elétricos e cabos de alta tensão;
. Existência de tubulação conduzindo produtos químicos;
. Existência de Tubulação conduzindo gases;
. Equipamentos com altas temperaturas externas;
. Caso a montagem seja feita em locais confinados, devemos
ter cuidado com as temperaturas internas e presença de
gases e verificar se há necessidade de se fazer o bloqueio
elétrico.
o EPI (equipamento de proteção individual) é de grande
importância e de uso obrigatório nas áreas industriais. A correta
utilização dos EPI's, pelo montador de andaime, pode em caso
de escorregão, desequilíbrio ou uma tontura momentânea,
durante a montagem, impedir sua queda e salvar sua vida.
32
33
incipais características e~igiáas pera
:NCR:;18
. Estruturadimensionada para cargas de
trabalho e a torre não podem exceder em
04 vezes a menor dimensãoda base.
I
. Plataformas de trabalho com piso nivelado,
antiderrapantee totalmenteforrado.
. Sistema de guarda-corpos de proteção em
dois níveis e rodapé em toda a periferia da
plataforma.
. Escada fixa tipo marinheiro com gaiola
protetora a partir de 2,00m. de altura.
34
:Norma:Jvli[{sde:JvlontagemdeAndaimes
A finalidade deste procedimento é prover aos executantes da
montagem e desmontagem de andaimes as orientações
básicas necessárias para que realizem sempre um trabalho
com segurança. Para tanto nos respaldamos na NR-18 e
complementamos com nossas normas internas de montagem.
a) NR-18 CONDIÇOES E MEIO AMBIENTE
TRABALHO NA INDÚSTRIA DE CONSTRUÇÃO
DE
18.15. ANDAIMES
18.15.1. O dimensionamento dos andaimes, sua estrutura de
sustentação e fixação, deve ser realizado por profissional
legalmente habilitado;
18.15.2. Os andaimes devem ser dimensionados e construídos
de modo a suportar, com segurança, as cargas de trabalho a
que estão sujeitos;
18.15.3. O piso de trabalho dos andaimes deve ter forração
completa, antiderrapante, ser nivelado e fixado de modo
seguro e resistente;
18.15.4. Devem ser tomadas precauções especiais, quando da
montagem, desmontagem e movimentação de andaimes
próximos as redes elétricas;
18.15.5. A madeira para confecção de andaimes deve ser de
boa qualidade, seca, sem apresentar nós e rachaduras que
comprometam a sua resistência, sendo proibido o uso de
pintura que encubra imperfeições;
18.15.6. Os andaimes devem dispor de sistema guarda corpo e
rodapé, inclusive nas cabeceiras, em todo o perímetro,
conforme sub-item 18.13.5, com exceção do lado da face de
trabalho;
18.15.7. É proibido retirar qualquer dispositivo de segurança
dos andaimes ou anular sua ação;
18.15.8. É proibido, sobre o piso de trabalho de andaimes, a
utilização de escadas e outros meios para se atingir lugares
mais altos;
35
18.15.9. O acesso aos andaimes deve ser feito de maneira
segura;
ANDAIMES SISPLESMENTE APOIADOS
18.15.10. Os montantes dos andaimes devem ser apoiados em
sapatas sobre base sólida capaz de resistir aos esforços
solicitantes e as cargas transmitidas;
18.15.11. É proibido trabalho em andaimes apoiados sobre
cavaletes que possuam altura superior a 2,00m (dois metros) e
largura inferior a 0,90m (noventa centímetros);
18.15.12. É proibido o trabalho em andaimes na periferia da
edificação sem que haja proteção adequada fixada a estrutura
da mesma;
18.15.13. É proibido o deslocamento das estruturas dos
andaimes com trabalhadores sobre os mesmos;
18.15.14. Os andaimes cujos pisos de trabalho estejam
situados a mais de 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros)
de altura devem ser providos de escadas ou rampas;
18.15.15. O ponto de instalação de qualquer aparelho de içar
materiais deve ser escolhido de modo a não comprometer a
estabilidade e segurança do andaime;
18.15.16. Os andaimes de madeira não podem ser utilizados
em obras acima de 03 (três) pavimentos ou altura equivalente,
podendo ter o lado interno apoiado na própria edificação;
18.15.17. A estrutura dos andaimes deve ser fixada a
construção por meio de amarração e entroncamento, de modo
a resistir aos esforços a que estará sujeita;
18.15.18. As torres de andaimes não podem exceder, em
altura, quatro vezes a menor dimensão da base de apoio,
quando não estaiadas;
ANDAIMES FACHADEIROS
18.15.19. Os andaimes fachadeiros não devem receber cargas
superiores as especificadas pelo fabricante. Sua carga deve
ser distribuída de modo uniforme, sem obstruir a circulação de
pessoas a ser limitada pela resistência da forração da
plataforma de trabalho;
18.15.20. Os acessos verticais ao andaime fachadeiro devem
ser feitos em escada incorporada a sua própria estrutura ou por
meio de torre de acesso;
18.15.21. A movimentação vertical de componentes e
acessórios para a montagem e/ou desmontagem de andaime
36
~ ~ ~ u ~ ~ - ~ - - n - - -~ - -
fachadeiro deve ser feita por meio de cordas ou por sistema
próprio de içamento;
18.15.22. Os montantes do andaime fachadeiro devem ter seus
encaixes travados com parafusos, contrapinos, braçadeiras ou
similar;
18.15.23. Os painéis dos andaimes fachadeiros destinados a
suportar os pisos e/ou funcionar como travamento, depois de
encaixados nos montantes, devem ser contrapinados ou
travados com parafusos, braçadeiras ou similar;
18.15.24. As peças do contraventamento devem ser fixadas
nos montantes por meio de parafusos, braçadeiras ou por
encaixe em pinos, devidamente travados ou contrapinados, de
modo que assegurem a estabilidade e a rigidez necessárias ao
andaime;
18.15.25. Os andaimes fachadeiros devem dispor de proteção
com tela de arame galvanizado ou material de resistência e
durabilidade equivalente, desde a primeira plataforma de
trabalho até pelo menos 2m (dois metros) acima da última
plataforma de trabalho;
ANDAIMES MÓVEIS
18.15.26. Os rodízios dos andaimes devem ser providos de
travas de modo a evitar deslocamentos acidentais;
18.15.27. Os andaimes móveis somente poderão ser utilizados
em superfícies planas;
18.12. ESCADAS, RAMPAS E PASSARELAS
18.12.1. A madeira a ser usada para construção de escadas,
rampas e passarelas deve ser de boa qualidade, sem
apresentar nós e rachaduras que comprometam sua
resistência, estar seca, sendo proibido o uso de pintura que
encubra imperfeições;
18.12.2. As escadas de uso coletivo, rampas e passarelas para
a circulação de pessoas e materiais devem ser de construção
sólida e dotadas de corrimão e rodapé;
18.12.3. A transposição de pisos com diferença de nível
superior a O,40m (quarenta centímetros) devem ser feitas por
meio de escadas ou rampas;
18.12.4. É obrigatória a instalação de rampa ou escada
provisória de uso coletivo para transposição de níveis como
meio de circulação de trabalhadores;
18.12.5. Escadas
37
18.12.5.1. As escadas provisórias de uso coletivo devem ser
dimensionadas em função do fluxo de trabalhadores,
respeitando-se a largura mínima de O,80m (oitenta
centímetros), devendo ter pelo menos a cada 2,90m (dois
metros e noventa centímetros) de altura um patamar
intermediário;
18.12.5.1.1. Os patamares intermediários devem ter largura e
comprimento, no mínimo, iguais a largura da escada;
18.12.5.2. A escada de mão deve ter seu uso restritopara
acessos provisórios e serviços de pequeno porte;
18.12.5.3. As escadas de mão poderão ter até l,OOm (sete
metros) de extensão e o espaçamento entre os degraus deve
ser uniforme, variando entre O,25m (vinte e cinco centímetros)
a O,30m (trinta centímetros);
18.12.5.4. É proibido o uso de escadas de mão com montante
único;
18.12.5.5. É proibido colocar escada de mão:
a) nas proximidades de portas ou áreas de circulação;
b) onde houver risco de queda de objetos ou materiais;
c) nas proximidades de aberturas e vãos.
18.12.5.6. A escada de mão deve:
a) ultrapassar em 1,OOm(um metro) o piso superior;
b) ser fixada nos pisos inferior e superior ou ser dotada de
dispositivo que impeça o seu escorregamento;
c) ser dotada de degrau antiderrapante;
d) ser apoiada em piso resistente.
18.12.5.7. É proibido o uso de escada de mão junto a redes e
equipamentos elétricos desprotegidos;
18.12.5.8. A escada de abrir deve ser rígida, estável e provida
de dispositivos que a mantenham com abertura constante,
devendo ter comprimento máximo de 6,OOm (seis metros),
quando fechada;
18.12.5.9. A escada extensível deve ser dotada de dispositivo
limitador de curso, colocado no quarto vão a contar da catraca.
Caso não haja o limitador de curso, quando estendida, deve
permitir uma sobreposição de no mínimo 1,OOm(um metro);
18.12.5.10. A escada fixa, tipo marinheiro, com 6,OOm (seis
metros) ou mais de altura, deve ser provida de gaiola protetora
a partir de 2,OOm (dois metros) acima da base até 1,OOm (um
metro) acima da última superfície de trabalho;
18.12.5.10.1. Para cada lance de 9,OOm (nove metros), deve
existir um patamar intermediário de descanso, protegido por
guarda-corpo e rodapé;
18.12.6. Rampas e Passarelas
38
- -- -- - - -- -- ---
18.12.6.1. As rampas e passarelas provisórias devem ser
construídas e mantidas em perfeitas condições de uso e
segurança;
18.12.6.2. As rampas provisórias devem ser fixadas no piso
inferior e superior, não ultrapassando 30Q (trinta graus) de
inclinação em relação ao piso;
18.12.6.3. Nas rampas provisórias, com inclinação superior a
18Q (dezoito graus), devem ser fixadas peças transversais,
espaçadas em O,40m (quarenta centímetros), no máximo, para
apoio dos pés;
18.12.6.4. As rampas provisórias usadas para trânsito de
caminhões devem ter largura mínima de 4,OOm(quatro metros)
e ser fixadas em suas extremidades;
18.12.6.5. Não devem existir ressaltos entre o piso da
passarela e o piso do terreno;
18.12.6.6. Os apoios das extremidades das passarelas devem
ser dimensionados em função do comprimento total das
mesmas e das cargas a que estarão submetidas;
18.13. MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS EM
ALTU RA
18.13.5. A proteção contra quedas, quando constituída de
anteparos rígidos, em sistema de guarda-corpo e rodapé, deve
atender aos seguintes requisitos:
a) ser constituída com altura de 1,20m (um metro e vinte
centímetros) para o travessão superior e O,70m (setenta
centímetros) para o travessão intermediário;
b) ter rodapé com altura de O,20m (vinte centímetros).
b) ROTINA E PADRÃO DE TRABALHO MILLS
2.1. Antes de qualquer atividade a ser desenvolvida deve ser
discutida a condição em que o trabalho irá ser realizado,
refletindo sobre os riscos do local, de sua área de atuação e
das precauções que devem ser tomadas para proteger outros;
2.2. Cada funcionário deve conhecer a fundo todos os
pormenores que envolvem a realização dos trabalhos, dia a
dia. Todos os funcionários, principalmente os da área
operacional, devem estar informados sobre as condições do
trabalho a ser executado, antes de fazê-Io, no início de cada
dia. O Técnico de Segurança e/ou o Encarregado pela
39
--- -
- ---
realização dos serviços devem, após o DOI (Diálogo Diário
Informal), estar atentos para que todos apliquem os
procedimentos comentados e realize suas atividades com a
maior segurança possível;
2.3. Antes de iniciar a montagem de andaimes ou em qualquer
atividade que for iniciada na planta, cada funcionário deve
obter a liberação dos serviços com o responsável pela área
(operação);
2.4. Deve ser verificada as condições do solo, da superfície,
estruturas ou plataformas onde será montado o andaime;
2.5. Todos os andaimes devem possuir placa de base metálica
(10,00 x 15,00 cm2) ou macaco Mills para melhor distribuição
de suas cargas no solo;
2.6. Para pisos com resistência superior ou igual a 13 Kg/cm2,
ou seja, piso de concreto armado, paralelepípedo, asfalto ou
brita compactada, poderá ser utilizado tanto a placa metálica
como o macaco. Para pisos com resistência inferior a 13,5
Kg/cm2, ou seja, terra batida, brita solta, gramado seco,
deverão ser utilizados os equipamentos citados acima,
auxiliados por uma placa de madeira com 30,0 x 30,0 cm2 e
1,5" de espessura;
2.7. Devem ser utilizados somente elementos estruturais de
sustentação e acessórios em perfeito estado de conservação,
descartando e inutilizando aqueles que estiverem fora dos
parâmetros de segurança;
Verifique nos Tubos:
- corrosão excessiva;
- tubo torto;
- furos ou cortes no corpo;
- comprimento padrão;
pontos de solda no corpo
colocação de braçadeiras;
do tubo que impeçam a
Verifique nas Braçadeiras Fixas e Giratórias:
- se os parafusos estão em bom estado
conservação;
- se há trincas ou bordas.
de
Verifique nas Luvas (Acoplamento):
40
- se há placa seguradora;
- se os parafusos estão
conservação.
em bom estado de
Verifique no Piso de Alumínio:
- se há trincas;
- se há empenamento;
- o estado de conservação da borracha antiderrapante.
Verifique nos Tubos Elite:
- se os postes estão com corrosão excessiva no "U" de
encaixe;
- se a boca do tubo está adequada para a adaptação da
espiga;
- se o poste está empenado;
- se há trinca na costura;
- se o "g" de encaixe não está deformado;
- se a cunha não se solta e se está empenada;
- se a diagonal possui 2 pinos de encaixe;
- se os pinos possuem a cavilha em condições de uso;
- se há corrosão excessiva da espiga;
- se há soldas no anel.
2.8. O transporte deve ser realizado somente em número
suficiente de material necessário para a realização da
montagem;
2.9. O armazenamento de material de andaime deve ser feito
somente em local apropriado, próximo a montagem, mantendo
as vias de acesso, saídas, portas, corta-fogo, equipamentos,
instalações de combate a incêndio e instalações de
emergência sempre desobstruídas;
2.10. A cada montagem a área em volta do local deverá ser
isolada com fita tipo zebrada ou com correntes de sinalização;
2.11. Devem ser avisados todos os trabalhadores que, por
ventura, estejam realizando atividades próximas a montagem
do andaime sobre os riscos de queda de materiais, utilizando
placas de advertência com as inscrições: ATENÇÃO!
HOMENS TRABALHANDO.
PERIGO! RISCO DE QUEDA DE MATERIAL.;
2.12. Devem ser montados cavaletes para realizar o
isolamento da área de risco;
41
2.13. Não deve ser utilizada a fita zebrada em tubulações e em
equipamentos de emergência, como chuveiros de emergência,
extintores, etc.;
2.14. Nunca se deve obstruir com fita sinalizadora os
equipamentos de combate a incêndio;
2.15. Deve ser sinalizado e isolado todo o material que estiver
exposto na área, para não ocorrer quedas de terceiros;
2.16. Uma placa sinalizadora vermelha deve ser colocada
quando o andaime ainda não estiver concluído. Esta deve
possuir a seguinte mensagem: ANDAIME NÃO LIBERADO;
2.17. O requisitante só poderá trabalhar no andaime se houver
placa sinalizadora verde com a seguinte mensagem: ANDAIME
LIBERADO;
2.18. Na placa sinalizadora verde consta um check list que
deve ser feito e preenchido para cada andaime montado;
2.19. O isolamento deve ser retirado após a conclusão da
montagem sendo entregue ao requisitante;
2.20. Toda dúvida sobre o isolamento da área, na realização
da montagem de andaimes deve ser dirimida através de
contato com o Operador de planta e/ou Técnico de Segurança
da Mills;
2.21. As torres de andaimes não podem exceder em altura
quatro vezes a menor dimensão da base de apoio, quando não
estiverem amarradas em cabos deaço (estaias) e em
ambientes abertos ou seis vezes a menor dimensão de sua
base de apoio, quando não estiverem amarradas em cabos de
aços (estaias) e em ambientes fechados. Quando não for
possível obedecer a estas regras deve-se aumentar a menor
base do andaime, de forma a enquadra-Io nas proporções
indicadas acima. Quando isto também não for possível o
andaime deve ser amarrado em estrutura externa a cada 4x
(quatro vezes) a menor dimensão da base de apoio. Caso não
haja estrutura externa para auxiliar, deverá ser solicitado um
projeto especial para a montagem do andaime;
2.22. Deve existir contraventos a cada 2m (dois metros);
42
2.23. A cada cinco postes deve existir, no mínimo, uma
diagonal vertical, por andar, para cada face vertical do
andaime. Caso o mesmo esteja travado em estrutura externa,
a face travada não necessita de diagonal. A cada três andares
deve-se ter, no mínimo, uma diagonal horizontal. Caso o
andaime esteja travado em estrutura externa, o nível travado
não necessita de diagonal. Cada andar deve possuir, no
máximo 2,00m (dois metros) de altura;
2.24. A cada 3 (três) andares de andaime devemos ter, no
mínimo, uma diagonal horizontal; caso o andaime esteja
travado em estrutura externa o nível travado não necessita de
diagonal horizontal;
2.25. Os acessos verticais ao andaime devem ser feitos em
escada incorporada a sua própria estrutura ou por meio de
torre de acesso;
2.26. A escada fixa, tipo marinheiro, com 6,00m (seis metros)
ou mais de altura, deve ser provida de gaiola protetora a partir
de 2,00m (dois metros) acima da base de até 1,00m (um
metro) de altura da superfície de trabalho;
2.27. No caso de andaimes móveis, a altura máxima é de
5,00m (cinco metros) e rodas de no mínimo 0,1Om (dez
centímetros) de diâmetro com dispositivo de travamento. As
rodas devem ser travadas e amanhadas para evitar'
deslocamento ou tombamento durante os trabalhos. Quando
for necessário movimentar o andaime tipo móvel não deve
existir nenhum material em seu interior ou em qualquer andar,
ou pessoal sobre os mesmos. As rodas devem ser feitas de
ferro ou aço, não podendo estar emborrachadas;
2.28. Os trabalhos sempre devem ser realizados a uma
distancia superior a 3,00m (três metros) de linhas elétricas. Em
caso contrário exige-se que o andaime esteja aterrado. É
proibido trabalhar em andaimes que estejam próximos a uma
distância inferior a 3,00m (três metros) e não aterrados;
2.29. Para pau de carga tipo mão francesa com roldana, a
carga máxima admissível é de 50Kg;
2.30. A montagem do pau de carga deve ter comprimento
máximo de 1,00 (um metro) (balanço), estar fixado em pelo
43
menos dois postes (em diagonal), em andaimes com altura
máxima de 10,OOm(dez metros) e as torres em altura não
podem exceder em altura três vezes a menor dimensão da
base de apoio;
2.31. Para a montagem de andaime com altura superior a
20,OOm(vinte metros) deve ser solicitado um projeto especial.
c) EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
1. EPI's mínimos e necessários para montagem, utilização e
desmontagem de andaimes:
- Capacete de segurança com jugular;
- Cinto de segurança, tipo pára-quedista;
- Bota de segurança;
- Luva de couro;
- Fardamento em brim;
- Óculos de segurança;
- Protetor auricular.
Obs.: Serão fornecidos EPI's especiais conforme a
necessidade da área ou solicitação do cliente.
A Mills do Brasil Estruturas e Serviços Ltda. Irá seguir
sempre, na íntegra, os procedimentos de segurança,
especificamente aqueles que se relacionam com a sua atividade de
trabalho, em especial retratado na NR-18 (Condições e Meio
Ambiente de Trabalho na Indústria de Construção).
44
,
Noções de Sistemas Métrico, Perímetro, Areas e Volumes
.:. Sistema Métrico
> 01 (um) metro =
> 01 (uma) polegada {1"} =
.:. Metro Linear
100 (cem) centímetros
2,54 centímetros
1000 (mil) milímetros
25,4 milímetros
=
=
> Quantidades de materiais (tubos, travessas, postes, diagonais, pisos), multiplicados pelos
respectivos tamanhos.
.:. Áreas e Perímetros de alÇlumas fiÇluras
a
a
h
c
R
A=axa
P=a+a+a+a
a
A=axb
P=a+a+a+a
b
b
A=cxh/2
P=a+b+c A=b+a/2xh
P=b+c+a+c
h c
a
a
A = 3,14 x R x R
P = 3,14 x R x 2 f b A = (a x f)+ (d x c)
A = (e x f) + (c x b)
P=a+b+c+d+e+fe d
c
a
b[
be
CI
d
c
A = (a x b) + (d x c)
P=a+b+b+c+c+d+e
A = (a x d) + (c x b) + (c x b)
P=a+a+b+b+c+c+c+c+e+e+e+e
.:. Volumes de alQumas fiQuras
> Se multiplicarmos a área de cada uma das figuras anteriores pela altura, teremos o volume de
cada uma delas (m3).
R
h h
a
V=axaxh V=3,14xRxRxh
08S.:
1. Atenção nos contratos por m3, só é aferido o volume do andaime montado e não a
quantidade de peças utilizadas.
2. Andaimes com formas irregulares devemos consultar a supervisão da obra.
a
d
e
IQpicos r)e Pr()cedimentos
TUBO MILLS
01- TUBOMILLS
1.1.
1.2.
1.3.
1.4.
1.5.
Tipos de marcações nos tubos por cores
Azul: ( tubos terminados em medidas de 0.00 m )
Amarelo: ( tubos terminados em medidas de 0.25 m )
Vermelho: ( tubos terminados em medidas de 0.50 m )
Verde: ( tubos terminados em medidas de 0.75 m )
1.00 -2.00 - 3.00 - 4.00 - 5.00 - 6.00
0.25 -1.25 - 2.25 - 3.25 -4.25 - 5.25 - 6.25
0.50 -1.50 - 2.50 - 3.50 -4.50 - 5.50 - 6.50
0.75 -1.75 - 2.75 - 3.75 -4.75 - 5.75
02- Capacidades de carqas admissíveis do tubo Mills:
2.1. Tubo Mills : Resistência a tração: 5125 kg/cm2
2.2. Tubo Mills : 3000 kg cl altura de quadro de 1.80 m para postes engastados e 2400 k
2.3. Tubo Mills : 63 kg.m de momento admissível nas longarinas ou travessas.
2.4. Tubomills : Vão máximo entre postes de 3.00 a 3.50 mts.
Peso : 3,65 kq/mt
. 1articulados.
M = PxL
4
04- Utilidades:
4.1. Qualquer área industrial, Plataformas de Petróleo, Construção civil e Refinarias.
05- Cuidados Principais:
5.1. Verificar os locais da montagem, observando todas as interferências e riscos eminentes que
possam dificultar a montagem ou por em risco o operário ou o equipamento local.
5.2. Não utilizar tubulações como amarrações e sim procurar prender na estrutura existente como
colunas, perfis e suportes metálicos.
5.3. Observar e obedecer as distancias admissíveis nas proximidades das redes elétricas:
5.3.1.
Tensão em KV Distancia em mt
03- Acessórios: Equipagem
3.1. Braç. Fixa 1/49 : Com torque aproximado de 6 kg = 900 kg Peso : 1,24 kg 0,55%
3.2. Braç. Móvel 2/49 : Com torque aproximado de 6 kg = 760 kg Peso : 1,35 kq 0,05%
3.3. Braç.de cunha fixa: Com utilização de martelo = 800 kg Peso : 1,35 kg
3.4. Braç. cunha móvel: Com utilização de martelo = 670 kg Peso : 1,35 kg
3.5. Luva 3/49 : Esforço a tração despresado Peso : 1,20 kg 0,05%
3.6 Macaco 9/49 : 3500 kg de compressão Peso : 5,00 kg
3.7. Placa de base 10/49 : Esforço despresado (esmagamento) Peso : 1,00 kg 0,02%
3.8. Forcado 12/49 : 3500 kg de compressão Peso : 6,00 kg
3.9. Braçadeira PFU49 : Com torque de 6kg 1500 kg Peso : 0,92 kg
até 6,6 KV 2,5 mts.
de 6,6 a 50 KV 3,0 mts.
de 50 a 66 KV 3,5 mts.
de 66 a 100 KV 5,0 mts.
de 100 a 138 KV 6,0 mts.
5.4.
5.5.
5.6.
5.7.
5.8.
5.9.
5.10.
5.11.
5.12.
5.13.
5.14.
5.15.
5.16.
5.17.
5.18.
5.19.
5.20.
5.21.
Não subir ou tocar nos equipamentos próximos da montagem, devido à sensibilidade dos mesmos
e não tocar nas tubulações finas de instrumentação.
Ao iniciar a montagem verificar na análise de riscos todos os procedimentos de segurança
preservar os equipamentos ao redor e não travar portas, válvulas, chaves magnéticas e não
prender correntes de válvulas suspensas.
Utilizar placas de base ou calços de madeira nos andaimes para distribuir as cargas.
Utilizar todos os EPI's e cobrar dos demais a utilização dos mesmos.
Preservar as rotas de fuga, não as congestionando e deixando-as sempre limpas. Nas áreas de
trabalho, recolher as sobras de andaimes retornando-as a gaveta de tubos Mills.
Não obstruir as passagens, deixando altura livre de 2.20 mts, as escadas de acesso e seu guarda-
corpo.
Não fazer montagens com vãos maiores de 2.00 mts para apoios de pranchões ou pisos, colocar
quebra-vão obrigatório e prendendo com tubos nas duas extremidades.Não deixar terceiros utilizarem tubos Mills como alavancas, roletes e cabos de tirfor, de modo que
possam danificar os materiais da Empresa e por em risco as montagens.
Obedecer a todas as sinalizações nas áreas, assim como isolar as áreas ao redor das montagens
obedecendo aos padrões estipulados pela segurança.
Fazer DDS com os principais assuntos de segurança da obra e fazer auditoria na área sobre o que
foi dito, cobrando o cumprimento das normas e procedimentos.
Utilizar chave de boca de 24 mm para apertar o parafuso central da braçadeira PFU49. É
obrigatório o seu ajuste apertando bem este parafuso.
Proceder pré-fabricação de peças com objetivo de melhorar a produtividade na montagem além de
melhor padronizar os andaimes montados igualando pontas.
Os andaimes em suas plataformas de trabalho devem ser guarnecidos de guarda-corpo a 0,50 mt e
1,00 mt de altura assim como ter rodapé em toda sus periferia.
O local de montagem ou desmontagem deverá ter seus acessos convenientemente iluminados.
Todo andaime deve ter amarração ou estaio com cabo de aço de acordo com a altura e esbeltez do
mesmo. Obedecer ao limite de 1/4 da altura a menor base para andaime fixo e 1/3 da altura a
menor base para móvel.
Os ventos fortes e chuvas podem paralisar os serviços de montagem ou desmontagem. Nestas
condições nenhum funcionário poderá ficar em altura superior a 2,00 mt ou 3,00 mt, conforme
orientação e normas do setor de segurança do trabalho na obra.
A pressão devida na estrutura do andaime depende da velocidade do vento, da altura e do local
onde será montado.
Altura da estrutura
H ( metros)
Velocidade do Vento
V ( Km/h )
Pressão do Vento
P ( Kg/m2 )
Os rodízios empregados no andaime deverão obedecer à capacidade de carga de acordo com o
fabricante.
Até 6,00 99 KM/H 50 Kg/m2
6,00 a 20,00 109 KM/H 60 Kg/m2
20,00 a 50,00 125 KM/H 80 Kg/m2
50,00 a 100,00 140 KM/H 100 Kg/m2
acima de 100,00 160 KM/H 130 Kg/m2
IQpicos de Procer;liment;Q§.
ELITE
1.4. Diagonais: 1,05x1 ,00
Diagonais : 1,05x1 ,50
Diagonais: 1,05x2,00
Diagonais: 1,80x1 ,00
Diagonais : 1,80x1 ,50
Diagonais: 1,80x2,00
Diagonais : 2,1 Ox1,00
Diagonais : 2,1 Ox1,50
Diagonais : 2,1 Ox2,00
Diagonais : 2,40x1 ,00
Diagonais : 2,40x1 ,50
Diagonais : 2,40x2,00
( rosa)
( laranja)
( marrom)
( si cor)
( preta)
( azul)
( slcor )
( si cor)
( si cor)
( amarela)
( verde)
( vermelha)
: 3,20 kq
: 5,00 kq
tam. 1,38 mts
tam. 1,79 mts
tam. 2,26 mts
tam. 1,97 mts
tam. 2,34 mts
tam. 2,69 mts
tam. 2,10 mts
tam. 2,58 mts
tam. 2,90 mts
tam. 2,51 mts
tam. 2,83 mts
tam. 3,12 mts
Peso
Peso
Peso
Peso
Peso
Peso
Peso
Peso
Peso
Peso
Peso
Peso
02- Capacidades de cargas admissíveis:
2.1. Postes: 3000 kg com altura de quadro de 2.00 m.
2.2. Travessas: 63 kg.m de momento admissível.
03- Acessórios:
3.1.
3.2.
Base ajustável: 3000 kg
Espiga dupla: desprezível
Peso
Peso
04- Utilidades:
: 5,00 kq
: 0,90 kq
Qualquer área industrial, Plataformas de Petróleo, Construção Civil e Refinarias.4.1.
05- Cuidados principais:
5.1. Os mesmos cuidados que o TUBOMILLS.
5.2. Não pegar nas travessas pela cunha a fim de se evitar o seu desprendimento.
: 5,10 kq
: 6,50 kq
: 7,60 kq
: 7,00 kq
: 8,00 kq
: 9,40 kq
: 8.35 kq
: 9,20 kq
:10,30 kq
: 9,00 kq
: 9,80 kg
:10.90 kq
M= PxL
4
01- ELITE
1.1. Poste : 0,50 metros. Peso : 2,20 kg
Poste : 0,75 metros Peso : 3.00 kq
Poste : 1,00 metros Peso : 4,00 kq
Poste : 1,50 metros Peso : 6,00 kq
Poste : 2,00 metros Peso : 8,25 kq
Poste : 2,50 metros Peso :10,25 kq
Poste : 3,00 metros Peso :12,00 kq
1.2. Travessas : 1,05 metros Peso : 4,50 kq
Travessas : 1,80 metros Peso : 6,80 kq
Travessas : 2,10 metros Peso : 8,00 kq
Travessas : 2,40 metros Peso : 9,50 kq
1.3. Travessas intermediárias (quebra - vão) . 1.05mts Peso
Travessas intermediárias (quebra - vão) . 1.80 mts Peso
5.3.
5.4.
5.5.
5.5.1.
5.5.2.
5.5.3.
5.5.4.
5.5.5.
Preservar os encaixes nos postes, evitando-se que danifique a passagem da espiga.
Utilizar martelo apropriado para bater as cunhas da travessa no encaixe dos "G".
Contraventamento em estruturas altas obedecer aos seguintes parâmetros para os ventos:
Estrutura até 6,00 mts : Pressão do vento de 50 kg/m2
Estrutura de 6,00 a 20,00 mts : Pressão do vento de 60 kg/m2
Estrutura de 20,00 a 50,00 mts : Pressão do vento de 80 kg/m2
Estrutura de 50,00 a 100,00 mts : Pressão do vento de 100 kg/m2
Estrutura acima de 100,00 mts : Pressão do vento de 130 kg/m2
I.Qpicos de Procer!imen~
PISO MILLS
01- PISO MILLs
1.1.
1.2.
1.3.
Peso : 4.00 kq/mt
Pisos em alumínio de fácil utilização e transporte.
Tamanhos: 2.25- 2.70- 3.20
Capacidade de carga: 65 kgm de momento admissível. M= PxL
4
2.1.
02- Cuidados:
2.2.
2.3.
2.4.
2.5.
2.6.
Não jogá-Ios, mantê-Ios arrumados e afastados de elementos químicos como ácidos, cloro e
cáusticos.
Caso haja contaminação radiológica, fácil descontam inação pelo Setor Radiológico.
Como é bem leve facilitando o seu transporte, obedecer aos procedimentos do Setor de Segurança
da obra principalmente em subida de escadas.
Travá-Io nas duas extremidades com tubomills, arame galvanizado ou recozido.
Preservar as borrachas anti - derrapante que se encontra na base das extremidades.
Não montá-Io com vão superior a 2.00 mts sem quebra-vão.
ImJicos r!e Procer!imentQ§.
PRANCHÃO MILLS DE 11/2"x12"
01- Pranchão Mills de 11/2"x12"
1.1.
1.2.
Peso : 10.00kq/mt
Tamanhos de 1.00 mts a 5.40 mts
Capacidade de carga de 70 kg.m para o momento admissível M= PxL
4
02- Cuidados:
2.1.
2.2.
2.3.
2.4.
2.5.
2.6.
Não jogá-Io, mantê-Io arrumado e por tamanho.
Não armazena-Io em locais com umidade e nem deixa-Io ao tempo, pois pode empenar.
Manter a grapa bem presa nas extremidades afim de evitar as possíveis rachaduras
Não utilizar pranchões rachados ou com nós.
Fazer amarrações nas duas extremidades com tubosMills ou arames galvanizados ou recozidos.
Não montá-Ios com espaçamento superior a 2.00 mts sem quebra-vão.
ImJicos r!e Procer)imentQ§.
FACHADEIRO
01- Fachadeiro
1.1.
1.2.
1.3.
1.4.
1.5.
1.6.
1.7.
1.8.
1.9.
Quadro vertical: 2.00 mts x 1.00 mt Peso: 22.00 kq/mt
Quadro horizontal: 1.00 mt x 2.50 mts Peso: 24.00 kq/mt
Diagonal : 2.50 mts x 2.00 mts Peso: 6,00 kq/mt
Guarda-corpo: 2.50 mts Peso' 5,00 kq/mt
Terminal de guarda-corpo: 1.00 mt Peso: 4.90 kq/mt
Escadas: 0.40 mts x 2.00 mts. Peso: 9,40 kÇJ/mt
Capacidade de carga nos postes do quadro vertical de 2000 kg
Capacidade de carga por nível de plataformas em 630 kg e no máximo 03 níveis.
Carga de peso próprio de 12 kg/ m2.
02- Cuidados:
2.1.
2.2.
2.3.
2.4.
2.5.
2.6.
2.7.
2.8.
Não jogar as peças ao chão pois podem danificar os encaixes e empenar os quadros.
Todo fachadeiro tem que ter amarrações com tubosmills em vigas ou pilares, obedecendo às áreas
de influencia por amarrações.
Ao utilizar finca pinos do tipo tiro Walsiva, certificar-se da existência de concreto, pois é proibido
utilizá-Io em alvenaria.
Observar os pinos de travamento das diagonais e guarda-corpo que se encontram no quadro
vertical.
Observar os pinos de travamento do terminal de guarda-corpo se estão funcionando no travamento.
Alertar ao cliente a quantidade de plataformas a serem utilizadas conforme carga admissível.
Contraventar com cabo de aço onde se fizer necessário e de acordo com a altura.
Observar carga de peso próprio de 12 kg / m2.
Le~enda:
( I) Cargas limitadas pelo forcado 3.500 Kg
ALTURA DO QUADRO POSTE ENGASTADO POSTE ARTICULADO
1,00 10550 cargas 7630
1,05 9570 limitadas 6921
1,10 8720 a tração / 6306
1,15 7978 compressão 5770
1,20 7327 do tubo 5299 (I)
1,25 6752 4884
1,30 6243 4515
1,35 5789 (I) 4187
1,40 5382 3893
1,45 5018 3629
1,50 4689 3391
1,55 4391 3176
1,60 4121 2981
1,65 3875 2803
1,70 3650 2640
1,75 3445 2492
1,80 3256 2355
1,85 3083 2230
1,90 2923 2114
1,95 2775 2007
2,00 2638 1908
2,05 2510 1816
2,10 2392 1730
2,15 2282 1651
2,20 2180 1577
2,25 2084 1507
2,30 1994 1442
2,35 1910 1382
2,40 1832 1325
2,45 1758 1271
2,50 1688 1221
2,55 1623 1173
2,60 1561 1129
2,65 1502 1087
2,70 1447 1047
2,75 1395 1009
2,80 1346 973
2,85 1299 9392,90 1255 907
2,95 1212 877
3,00 1172 848
3,05 1134 820
3,10 1098 794
3,15 1063 769
3,20 1030 745
CARGAS ADMISSÍVEIS PARA nCANELAS" E
npESCOCOS"
"
NOTAS
1. Os comprimentos acima correspondem apenas à medida dos TUBOS; não sendo
considerados neste cálculo: comprimentos dos forcados, madeiramento e calços.
2. Os cálculos foram executados a partir das seguintes considerações:
a) Para comprimento do pescoço igual a 25 cm. Consideramos uma carga admissível
de 3.500 (dado prático).
b) Para um mesmo comprimento L temos:
1f pescoço = 2
1f canela 3
A) PESCOÇOS B) CANELAS
Comprimento (Cm.) CargaAdmissível (Kg) Comprimento (Cm.) Carga Admissível (Kg)
25 3.500 25 9.722
30 2.430 30 6.752
35 1.786 35 4.960
40 1.367 40 3.798
45 1.080 45 3.000
50 875 50 2.430
55 723 55 2.008
60 607 60 1.688
65 517 65 1.438
70 446 70 1.240
75 389 75 1.080
80 342 80 949
85 303 85 841
90 270 90 750
95 242 95 673
100 219 100 607
110 181 110 502
120 152 120 422
130 129 130 359
140 112 140 310
150 97 150 270
160 85 160 237
170 75 170 210
180 67 180 187
190 60 190 168
200 54 200 152
\.
,~. '"
"'/
CAR
\
I
I'
1,10 1,20 1,30 1,40 1,50 1,60 1,70 1,80 1,90 2,00 2,10 2,20 2,30 2,40 2,50 2,60 2,70 2,80 2,90
1,00 9100 9800 10500 11000 11500 12000 12400 12700 13000 13300 13600 13800 14000 14200 14400 14500 14700 14800 14900
1,10 9200 10000 10700 11300 11900 12400 12900 13300 13700 14100 14400 14700 14900 15100 15400 15500 15700 15900 16000
1,20 9100 10000 10800 11500 12200 12800 13300 13800 14300 14700 15100 15400 15700 16000 16300 16500 16700 16900 17100
1,30 9000 10000 10800 11600 12400 13000 13700 14200 14800 15200 15700 16100 16400 16700 17100 17300 17600 17800 18000
1,40 8900 9900 10800 11700 12500 13200 13900 14500 15100 15700 16200 16600 17000 17400 17800 18100 18400 18700 18900
1,50 8700 9800 10700 11600 12500 13300 14100 14800 15400 16000 18600 17100 17500 18000 18400 18800 19100 19400 19700
1,60 8600 9600 10600 11600 12500 13300 14100 14900 15600 16300 16900 17400 18000 18500 18900 19300 19700 20100 20400
1,70 8400 9400 10500 11400 12400 13300 14200 15000 15700 16400 17100 17700 18300 18900 19400 19800 20300 20700 21100
1,80 8200 9200 10300 11300 12300 13200 14100 15000 15800 16600 17300 18000 18600 19200 19800 20300 20800 21200 21700
1,90 7900 9000 10100 11100 12200 13100 14100 15000 15800 16600 17400 18100 18800 19500 20100 20600 21200 21700 22200
2,00 7700 8800 19900 11000 12000 13000 14000 14900 15800 16700 17500 18200 19000 19700 20300 20900 21500 22100 22600

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