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M A T E R IA L 6 º A N O – 2 º S E M E S T R E 6º ANO CAPA 6º ANO 2º SEMESTRE.indd Todas as páginasCAPA 6º ANO 2º SEMESTRE.indd Todas as páginas 22/07/2021 11:22:1022/07/2021 11:22:10 EDUARDO PAES PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO RENAN FERREIRINHA CARNEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO TERESA COZETTI PONTUAL PEREIRA SUBSECRETARIA DE ENSINO RENATA SURAIDE SILVA DA CUNHA BRANCO REVISÃO TÉCNICA DE LÍNGUA INGLESA MARCIA DA LUZ BASTOS REVISÃO TÉCNICA DE CIÊNCIAS NIVEA MUNIZ VIEIRA REVISÃO TÉCNICA DE GEOGRAFIA VANESSA KERN DE ABREU REVISÃO TÉCNICA DE HISTÓRIA ELISABETE MARTINS FEIO BRANDT REVISÃO TÉCNICA DE LÍNGUA PORTUGUESA SILVIA MARIA SOARES COUTO REVISÃO TÉCNICA DE MATEMÁTICA ELAINE ANDRADE VIEIRA BASILIO VIEIRA REVISÃO ORTOGRÁFICA ANDRÉA DORIA POÇAS CAMARA DIAGRAMAÇÃO E DESIGN JORDAN WALLACE ANJOS DA SILVA LUZIA CELIA BENEVIDES MONTEIRO MARIANE COSTA VIEIRA RENAN DE CASTRO ALCÂNTARA ÁUDIOS DE LÍNGUA INGLESA CONTATOS E/SUBE Telefones: 2293-3635 / 2976-2558 cefsme@rioeduca.net IMPRESSÃO MULTIRIO PAULO ROBERTO MIRANDA PRESIDÊNCIA DENISE PALHA CHEFIA DE GABINETE ROSÂNGELA DE FÁTIMA DIAS DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS EDUARDO GUEDES DIRETORIA DE MÍDIA E EDUCAÇÃO SIMONE MONTEIRO ASSESSORIA DE ARTICULAÇÃO PEDAGÓGICA MARCELO SALERNO ALOYSIO NEVES DANIEL NOGUEIRA ANTONIO CHACAR TATIANA VIDAL FRATA SOARES ANDRÉ LEÃO EDUARDO DUVAL NÚCLEO ARTES GRÁFICAS E ANIMAÇÃO ZIT GRÁFICA E EDITORA EDITORAÇÃO E IMPRESSÃO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MICHELE VALADÃO VERMELHO ALMEIDA RENATA SURAIDE SILVA DA CUNHA BRANCO DANIELLE GONZÁLEZ JORDAN WALLACE ANJOS DA SILVA COORDENADORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL DANIELE PERES NUNES GINA PAULA BERNARDINO CAPITÃO MOR ANDREA DA SILVA CASADONTE GERÊNCIA DE ANOS FINAIS SIMONE CORRÊA DOS SANTOS MEDEIROS ELABORAÇÃO DE CIÊNCIAS CHARLES DA SILVA CASTRO ELABORAÇÃO DE GEOGRAFIA MARIANA DE OLIVEIRA AMORIM ELABORAÇÃO DE HISTÓRIA PATRÍCIA HELENA DA SILVA COSTA ELABORAÇÃO DE LÍNGUA INGLESA ELSE LOPES EMRICH PORTILHO ELABORAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA UELTON DE MENDONÇA SOUZA ELABORAÇÃO DE MATEMÁTICA Querido aluno e querida aluna, Este é o Material Rioeduca – 2º semestre. Ele está bem diferente do que você estava acostumado(a). Ele tem mais páginas, para durar mais tempo, e vai acompanhá-lo de agosto ao final de 2021. Observe que a turma SME tem agora mais personagens! Alice e Carlos estão de “cara nova” e vão apresentar seus novos amigos. Temos certeza de que você vai gostar muito deles! É importante saber que o material trabalha com atividades que foram pensadas para você. São atividades para o seu ano de escolaridade, em 2021. Não podemos esquecer que temos duas maneiras de usá-lo: na forma impressa, entregue pela escola, e na forma digital, que você acessa pelo aplicativo Rioeduca em Casa. As atividades foram elaboradas por professores das nossas escolas, com muito carinho e cuidado. Todas as pessoas que trabalham pela educação da nossa cidade estão empenhadas para que a sua experiência escolar seja a melhor possível, a partir de todos os materiais oferecidos. Temos outras novidades! No final do material, há um espaço para você fazer anotações e para informá-lo sobre a Rioeducopédia, disponível no aplicativo Rioeduca em Casa. Essa é mais uma ferramenta pensada para que todos aprendam cada vez mais! Agora curta bastante o seu material! Tenha cuidado com ele e faça todas as atividades que o(a) seu(sua) professor(a) solicitar. Queremos que, durante esse tempo, você perceba o enorme carinho que todos nós sentimos e expressamos em cada parte do Material Rioeduca, das videoaulas do Rioeduca na TV e agora, das atividades da Rioeducopédia! Estamos juntos!!! Um grande abraço e bons estudos! Renan Ferreirinha Secretário Municipal de Educação do Rio Mire a câmera do seu celular no QR CODE abaixo ou use o link para saber como acessar a Rioeducopédia. https://www.youtube.com/watch?v=EysPaAANOvI EDUARDO PAES PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO RENAN FERREIRINHA CARNEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO TERESA COZETTI PONTUAL PEREIRA SUBSECRETARIA DE ENSINO MARCIA DA LUZ BASTOS REVISÃO TÉCNICA DE CIÊNCIAS NÍVEA MUNIZ REVISÃO TÉCNICA DE GEOGRAFIA VANESSA KERN DE ABREU REVISÃO TÉCNICA DE HISTÓRIA ELISABETE MARTINS FEIO BRANDT REVISÃO TÉCNICA DE LÍNGUA PORTUGUESA ELAINE ANDRADE VIEIRA BASILIO VIEIRA REVISÃO ORTOGRÁFICA ANDRÉA DORIA POÇAS CAMARA DIAGRAMAÇÃO E DESIGN JORDAN WALLACE ANJOS DA SILVA LUZIA CELIA BENEVIDES MONTEIRO MARIANE COSTA VIEIRA RENAN DE CASTRO ALCÂNTARA ÁUDIOS DE LÍNGUA INGLESA CONTATOS E/SUBE Telefones: 2293-3635 / 2976-2558 cefsme@rioeduca.net IMPRESSÃO MULTIRIO PAULO ROBERTO MIRANDA PRESIDÊNCIA DENISE PALHA CHEFIA DE GABINETE ROSÂNGELA DE FÁTIMA DIAS DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS EDUARDO GUEDES DIRETORIA DE MÍDIA E EDUCAÇÃO SIMONE MONTEIRO ASSESSORIA DE ARTICULAÇÃO PEDAGÓGICA MARCELO SALERNO ALOYSIO NEVES DANIEL NOGUEIRA ANTONIO CHACAR TATIANA VIDAL FRATA SOARES ANDRÉ LEÃO EDUARDO DUVAL NÚCLEO ARTES GRÁFICAS E ANIMAÇÃO ZIT GRÁFICA E EDITORA EDITORAÇÃO E IMPRESSÃO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MICHELE VALADÃO VERMELHO ALMEIDA RENATA SURAIDE SILVA DA CUNHA BRANCO DANIELLE GONZÁLEZ JORDAN WALLACE ANJOS DA SILVA COORDENADORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL DANIELE PERES NUNES GINA PAULA BERNARDINO CAPITÃO MOR ANDREA DA SILVA CASADONTE GERÊNCIA DE ANOS FINAIS SIMONE CORRÊA DOS SANTOS MEDEIROS ELABORAÇÃO DE CIÊNCIAS CHARLES DA SILVA CASTRO ELABORAÇÃO DE GEOGRAFIA MARIANA DE OLIVEIRA AMORIM ELABORAÇÃO DE HISTÓRIA PATRÍCIA HELENA DA SILVA COSTA ELABORAÇÃO DE LÍNGUA INGLESA ELSE LOPES EMRICH PORTILHO ELABORAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA UELTON DE MENDONÇA SOUZA ELABORAÇÃO DE MATEMÁTICA Querido aluno e querida aluna, Este é o Material Rioeduca – 2º semestre. Ele está bem diferente do que você estava acostumado(a). Ele tem mais páginas, para durar mais tempo, e vai acompanhá-lo de agosto ao final de 2021. Observe que a turma SME agora tem mais personagens! Alice e Carlos estão de “cara nova” e vão apresentar seus novos amigos. Temos certeza de que você vai gostar muito deles! É importante saber que o material trabalha com atividades que foram pensadas para você. São atividades para o seu ano de escolaridade, em 2021. Não podemos esquecer que temos duas maneiras de usá-lo: na forma impressa, entregue pela escola, e na forma digital, que você acessa pelo aplicativo Rioeduca em Casa. As atividades foram elaboradas por professores das nossas escolas, com muito carinho e cuidado. Todas as pessoas que trabalham pela educação da nossa cidade estão empenhadas para que a sua experiência escolar seja a melhor possível, a partir de todos os materiais oferecidos. Temos outras novidades! No final do material, há um espaço para você fazer anotações e para informá-lo sobre a Rioeducopédia, disponível no aplicativo Rioeduca em Casa. Essa é mais uma ferramenta pensada para que todos aprendam cada vez mais! Agora curta bastante o seu material! Tenha cuidado com ele e faça todas as atividades que o(a) seu(sua) professor(a) solicitar. Queremos que, durante esse tempo, você perceba o enorme carinho que todos nós sentimos e expressamos em cada parte do Material Rioeduca, das videoaulas do Rioeduca na TV e, agora, das atividades da Rioeducopédia! Estamos juntos!!! Um grande abraço e bons estudos! Renan Ferreirinha Secretário Municipal de Educação do Rio Mire a câmera do seu celular no QR CODE abaixo ou use o link para saber como acessar a Rioeducopédia. https://www.youtube.com/watch?v=EysPaAANOvI SUMÁRIO LINGUA PORTUGUESA TEXTO 1 - RAPUNZEL 6 TEXTO 2 - TIRINHAS 10 TEXTO 3 -TEXTO IMAGÉTICO MORDILLO 11 TEXTO 4 - A BOA SOPA 12 TEXTO 5 - A ILHA PERDIDA 13 TEXTO 6 - O VENTO E O SOL 16 TEXTO 7 - QUARENTENINHAS 17 TEXTO 8 - PARDALZINHO 18 TEXTO 9 - CRISTO REDENTOR É RESTAURADO PARA COMEMORAR SEUS 90 ANOS 19 TEXTO 10 - URGENTE! 20 TEXTO 11 -COMEÇOU A CHOVER 20 TEXTO 12 -PROPAGANDA 21 TEXTO 13 -A HISTÓRIA DO GUARANÁ 22 TEXTO 14 -TESEU E O MINOTAURO24 TEXTO 15 - ATLETISMO 27 TEXTO 16 - O CÃO QUE GUARDA AS ESTRELAS 28 TEXTO 17 -POR QUE O CACHORRO FOI MORAR COM O HOMEM 30 MÁXIMO DIVISOR COMUM 38 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM 40 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS E POLÍGONOS 41 POTENCIAÇÃO 45 RADICIAÇÃO 46 VOLUME 47 PERÍMETRO E ÁREA DE FIGURAS PLANAS 48 NÚMEROS DECIMAIS 51 REVISÃO ( DESAFIO) 54 CIÊNCIAS CIÊNCIA E TECNOLOGIA 56 AVANÇOS CIENTÍFICOS DOS SÉCULOS XX E XXI 57 TECNOLGIA: DESDE QUANDO? 58 TECNOLOGIA NO ESTUDO DOS FÓSSEIS 59 VAMOS CONHECER OS DIFERENTES TIPOS DE ROCHAS 60 VAMOS ESTUDAR AS DIFERENTES CAMADAS DA TERRA 62 COMO ERA A TERRA HÁ 3 BILHÕES DE ANOS? 64 TTEERRRRAA PPLLAANNEETTAA ÁGUA 65 CICLO DA ÁGUA 66 MISTURAS HOMOGÊNEAS E HETEROGÊNEAS 67 TRANSFORMAÇÀO QUÍMICA 70 SISTEMA NERVOSO 72 SISTEMA LOCOMOTOR 74 MATEMÁTICA ANÁLISE DE GRÁFICO 33 MÚLTIPLOS E DIVISORES 34 NÚMEROS PRIMOS E NÚMEROS COMPOSTOS 36 DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS (FATORAÇÃO) 37 SUMÁRIO HISTÓRIA PARA QUE SERVE O ESTUDO DA HISTÓRIA? 96 OS DIVERSOS TIPOS DE FONTES HISTÓRICAS 96 INTERPRETANDO AS FONTES HISTÓRICAS 97 O CONTINENTE AFRICANO: O “BERÇO” DA HUMANIDADE 98 TEORIAS SOBRE O POVOAMENTO DO CONTINENTE AMERICANO 99 POVOS NÔMADES E SEDENTÁRIOS 100 A REGIÃO DA MESOPOTÂMIA 102 ANTIGUIDADE NA ÁFRICA: O EGITO ANTIGO 103 ANTIGUIDADE NA ÁFRICA: O REINO DE KUSH 103 OS MAIAS 104 OS ASTECAS 105 OS INCAS 105 GEOGRAFIA REPRESENTAÇÕES DO ESPAÇO GEOGRÁFICO –OBERVANDO A PAISAGEM 76 IMAGENS DE SATÉLITE E NOVAS FORMAS DE REPRESENTAÇÃO 80 O QUADRO NATURAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – O RELEVO E SEUS TIPOS 86 IMPACTOS AMBIENTAIS NOS RECURSOS HÍDRICOS 91 SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 94 GABARITO LÍNGUA PORTUGUESA 140/143 MATEMÁTICA 144/147 CIÊNCIAS 148/149 GEOGRAFIA 150/151 HISTÓRIA 152/153 INGLÊS 154/155 INGLÊS UNIT 1- WORKING FROM HOME 120 UNIT 2- WE ARE FAMILY! 130 OS PERÍODOS TRADICIONAIS DA HISTÓRIA 108 GRÉCIA ANTIGA 108 CIDADES-ESTADOS GREGAS DEMOCRACIA EM ATENAS 109 DEMOCRACIA NO BRASIL ATUAL 110 ROMA ANTIGA 111 CIDADANIA EM ATENAS E EM ROMA ANTIGA 112 IMPÉRIO ROMANO 113 AS INVASÕES GERMÂNICAS 114 A IDADE MÉDIA 115 O FEUDALISMO 115 REINOS AFRICANOS 116 O ISLAMISMO 117 A EXPANSÃO MUÇULMANA 118 SUMÁRIO LINGUA PORTUGUESA TEXTO 1 - RAPUNZEL 6 TEXTO 2 - TIRINHAS 10 TEXTO 3 -TEXTO IMAGÉTICO MORDILLO 11 TEXTO 4 - A BOA SOPA 12 TEXTO 5 - A ILHA PERDIDA 13 TEXTO 6 - O VENTO E O SOL 16 TEXTO 7 - QUARENTENINHAS 17 TEXTO 8 - PARDALZINHO 18 TEXTO 9 - CRISTO REDENTOR É RESTAURADO PARA COMEMORAR SEUS 90 ANOS 19 TEXTO 10 - URGENTE! 20 TEXTO 11 -COMEÇOU A CHOVER 20 TEXTO 12 -PROPAGANDA 21 TEXTO 13 -A HISTÓRIA DO GUARANÁ 22 TEXTO 14 -TESEU E O MINOTAURO 24 TEXTO 15 - ATLETISMO 27 TEXTO 16 - O CÃO QUE GUARDA AS ESTRELAS 28 TEXTO 17 -POR QUE O CACHORRO FOI MORAR COM O HOMEM 30 MÁXIMO DIVISOR COMUM 38 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM 40 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS E POLÍGONOS 41 POTENCIAÇÃO 45 RADICIAÇÃO 46 VOLUME 47 PERÍMETRO E ÁREA DE FIGURAS PLANAS 48 NÚMEROS DECIMAIS 51 REVISÃO ( DESAFIO) 54 CIÊNCIAS CIÊNCIA E TECNOLOGIA 56 AVANÇOS CIENTÍFICOS DOS SÉCULOS XX E XXI 57 TECNOLGIA: DESDE QUANDO? 58 TECNOLOGIA NO ESTUDO DOS FÓSSEIS 59 VAMOS CONHECER OS DIFERENTES TIPOS DE ROCHAS 60 VAMOS ESTUDAR AS DIFERENTES CAMADAS DA TERRA 62 COMO ERA A TERRA HÁ 3 BILHÕES DE ANOS? 64 CONHECENDO MELHOR A ÁGUA DO PLANETA 65 CICLO DA ÁGUA 66 MISTURAS HOMOGÊNEAS E HETEROGÊNEAS 67 TRANSFORMAÇÀO QUÍMICA 70 SISTEMA NERVOSO 72 SISTEMA LOCOMOTOR 74 MATEMÁTICA ANÁLISE DE GRÁFICO 33 MÚLTIPLOS E DIVISORES 34 NÚMEROS PRIMOS E NÚMEROS COMPOSTOS 36 DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS (FATORAÇÃO) 37 SUMÁRIO HISTÓRIA PARA QUE SERVE O ESTUDO DA HISTÓRIA? 96 OS DIVERSOS TIPOS DE FONTES HISTÓRICAS 96 INTERPRETANDO AS FONTES HISTÓRICAS 97 O CONTINENTE AFRICANO: O “BERÇO” DA HUMANIDADE 98 TEORIAS SOBRE O POVOAMENTO DO CONTINENTE AMERICANO 99 POVOS NÔMADES E SEDENTÁRIOS 100 A REGIÃO DA MESOPOTÂMIA 102 ANTIGUIDADE NA ÁFRICA: O EGITO ANTIGO 103 ANTIGUIDADE NA ÁFRICA: O REINO DE KUSH 103 OS MAIAS 104 OS ASTECAS 105 OS INCAS 105 GEOGRAFIA REPRESENTAÇÕES DO ESPAÇO GEOGRÁFICO – OBERVANDO A PAISAGEM 76 NOVAS FORMAS DE REPRESENTAÇÃO 80 O QUADRO NATURAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – O RELEVO E SEUS TIPOS 86 IMPACTOS AMBIENTAIS NOS RECURSOS HÍDRICOS 91 SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 94 GABARITO LÍNGUA PORTUGUESA 140/143 MATEMÁTICA 144/147 CIÊNCIAS 148/149 GEOGRAFIA 150/151 HISTÓRIA 152/153 INGLÊS 154/155 INGLÊS UNIT 1- WORKING FROM HOME 120 UNIT 2- WE ARE FAMILY! 130 OS PERÍODOS TRADICIONAIS DA HISTÓRIA 108 GRÉCIA ANTIGA 108 CIDADES-ESTADOS GREGAS DEMOCRACIA EM ATENAS 109 DEMOCRACIA NO BRASIL ATUAL 110 ROMA ANTIGA 111 CIDADANIA EM ATENAS E EM ROMA ANTIGA 112 IMPÉRIO ROMANO 113 AS INVASÕES GERMÂNICAS 114 A IDADE MÉDIA 115 O FEUDALISMO 115 REINOS AFRICANOS 116 O ISLAMISMO 117 A EXPANSÃO MUÇULMANA 118 6 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Qual é a situação inicial do conto? ____________________________________________ 2. Onde acontecem os fatos? ____________________________________________ 3. Quem são os personagens, até aqui? ____________________________________________ 4. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual é o conflito gerador? ____________________________________________ 5. Que efeito de sentido têm as palavras em negrito no 4º e no 5º quadrinhos? ____________________________________________ 6. Qual é o efeito de sentido das reticências no quadrinho 5? ____________________________________________ 7. E as reticências no quadrinho 6, qual é o efeito de sentido? ____________________________________________ 8. O que o marido já havia feito, anteriormente, para satisfazer o paladar da esposa? E depois, como ele tentou agradar ? ____________________________________________ 9. Qual é o efeito de sentido de PLUC, na cena 10? ____________________________________________ 10. Qual foi a reação da Senhora Gohtel ao dar com aquele homem no seu quintal? ____________________________________________ 11. No 14º quadrinho, qual é o sentimento do marido? Por quê? Como você descobriu isso? ____________________________________________ ____________________________________________ 12. Como o marido se explicou com a Senhora Gothel? ____________________________________________ ____________________________________________ 1 Você já leu ou ouviu o conto Rapunzel? Já assistiu ao filme Enrolados? Troque ideias com seus colegas sobre o que vocês já conhecem sobre esse conto. O filme é uma releitura, uma versão do conto, como a que você vai ler agora. Olá, estudante do 6º ano! Que bom estarmos juntos de novo! 3 5 7 9 11 13 15 7 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 13. Os quadrinhos 17 a 19 ilustram a seguinte fala da Senhora Gothel: “Então talvez eu possa perdoá- lo... Com uma condição.” Qual foi a condição imposta por ela para que o pai de Rapunzel pudesse levar os rapôncios? __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ 14. Dezesseis anos mais tarde, como está a vida de Rapunzel? __________________________________________ __________________________________________ 15. O que significam os símbolos nos quadrinhos 21, 22 e 23? __________________________________________ 16. Qual é o efeito de sentido das reticências nas cenas 23 e 24? __________________________________________ __________________________________________ 17. Na cena 25, a que “coisa” se refere Rapunzel? __________________________________________ __________________________________________ 18. Quem é o personagem que entra na história no quadrinho 28? __________________________________________ 19. No quadrinho 29 a) o que a expressão facial do personagem parece indicar? __________________________________________ __________________________________________ b) o que a posição do rabicho do balão indica? __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________20. No quadrinho 31, o que observa e pensa o príncipe? __________________________________________ __________________________________________ 21. Que elementos indicam a passagem do dia para a noite, na cena 32? __________________________________________ __________________________________________ 17 19 21 23 25 27 29 31 6 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Qual é a situação inicial do conto? ____________________________________________ 2. Onde acontecem os fatos? ____________________________________________ 3. Quem são os personagens, até aqui? ____________________________________________ 4. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual é o conflito gerador? ____________________________________________ 5. Que efeito de sentido têm as palavras em negrito no 4º e no 5º quadrinhos? ____________________________________________ 6. Qual é o efeito de sentido das reticências no quadrinho 5? ____________________________________________ 7. E as reticências no quadrinho 6, qual é o efeito de sentido? ____________________________________________ 8. O que o marido já havia feito, anteriormente, para satisfazer o paladar da esposa? E depois, como ele tentou agradar ? ____________________________________________ 9. Qual é o efeito de sentido de PLUC, na cena 10? ____________________________________________ 10. Qual foi a reação da Senhora Gohtel ao dar com aquele homem no seu quintal? ____________________________________________ 11. No 14º quadrinho, qual é o sentimento do marido? Por quê? Como você descobriu isso? ____________________________________________ ____________________________________________ 12. Como o marido se explicou com a Senhora Gothel? ____________________________________________ ____________________________________________ 1 Você já leu ou ouviu o conto Rapunzel? Já assistiu ao filme Enrolados? Troque ideias com seus colegas sobre o que vocês já conhecem sobre esse conto. O filme é uma releitura, uma versão do conto, como a que você vai ler agora. Olá, estudante do 6º ano! Que bom estarmos juntos de novo! 3 5 7 9 11 13 15 7 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 13. Os quadrinhos 17 a 19 ilustram a seguinte fala da Senhora Gothel: “Então talvez eu possa perdoá- lo... Com uma condição.” Qual foi a condição imposta por ela para que o pai de Rapunzel pudesse levar os rapôncios? __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ 14. Dezesseis anos mais tarde, como está a vida de Rapunzel? __________________________________________ __________________________________________ 15. O que significam os símbolos nos quadrinhos 21, 22 e 23? __________________________________________ 16. Qual é o efeito de sentido das reticências nas cenas 23 e 24? __________________________________________ __________________________________________ 17. Na cena 25, a que “coisa” se refere Rapunzel? __________________________________________ __________________________________________ 18. Quem é o personagem que entra na história no quadrinho 28? __________________________________________ 19. No quadrinho 29 a) o que a expressão facial do personagem parece indicar? __________________________________________ __________________________________________ b) o que a posição do rabicho do balão indica? __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ 20. No quadrinho 31, o que observa e pensa o príncipe? __________________________________________ __________________________________________ 21. Que elementos indicam a passagem do dia para a noite, na cena 32? __________________________________________ __________________________________________ 17 19 21 23 25 27 29 31 6 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Qual é a situação inicial do conto? ____________________________________________ 2. Onde acontecem os fatos? ____________________________________________ 3. Quem são os personagens, até aqui? ____________________________________________ 4. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual é o conflito gerador? ____________________________________________ 5. Que efeito de sentido têm as palavras em negrito no 4º e no 5º quadrinhos? ____________________________________________ 6. Qual é o efeito de sentido das reticências no quadrinho 5? ____________________________________________ 7. E as reticências no quadrinho 6, qual é o efeito de sentido? ____________________________________________ 8. O que o marido já havia feito, anteriormente, para satisfazer o paladar da esposa? E depois, como ele tentou agradar ? ____________________________________________ 9. Qual é o efeito de sentido de PLUC, na cena 10? ____________________________________________ 10. Qual foi a reação da Senhora Gohtel ao dar com aquele homem no seu quintal? ____________________________________________ 11. No 14º quadrinho, qual é o sentimento do marido? Por quê? Como você descobriu isso? ____________________________________________ ____________________________________________ 12. Como o marido se explicou com a Senhora Gothel? ____________________________________________ ____________________________________________ 1 Você já leu ou ouviu o conto Rapunzel? Já assistiu ao filme Enrolados? Troque ideias com seus colegas sobre o que vocês já conhecem sobre esse conto. O filme é uma releitura, uma versão do conto, como a que você vai ler agora. Olá, estudante do 6º ano! Que bom estarmos juntos de novo! 3 5 7 9 11 13 15 7 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 13. Os quadrinhos 17 a 19 ilustram a seguinte fala da Senhora Gothel: “Então talvez eu possa perdoá- lo... Com uma condição.” Qual foi a condição imposta por ela para que o pai de Rapunzel pudesse levar os rapôncios? __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ 14. Dezesseis anos mais tarde, como está a vida de Rapunzel? __________________________________________ __________________________________________ 15. O que significam os símbolos nos quadrinhos 21, 22 e 23? __________________________________________ 16. Qual é o efeito de sentido das reticências nas cenas 23 e 24? __________________________________________ __________________________________________ 17. Na cena 25, a que “coisa” se refere Rapunzel? __________________________________________ __________________________________________ 18. Quem é o personagem que entra na história no quadrinho 28? __________________________________________ 19. No quadrinho 29 a) o que a expressão facial do personagem parece indicar? __________________________________________ __________________________________________ b) o que a posição do rabicho do balão indica? __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ 20. No quadrinho 31, o que observa e pensa o príncipe? __________________________________________ __________________________________________ 21. Que elementos indicam a passagem do dia para a noite, na cena 32? __________________________________________ __________________________________________ 17 19 21 23 25 27 29 31 6 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Qual é a situação inicial do conto? ____________________________________________ 2. Onde acontecem os fatos? ____________________________________________ 3. Quem são os personagens, até aqui? ____________________________________________ 4. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual é o conflito gerador? ____________________________________________ 5. Que efeito de sentido têm as palavras em negrito no 4º e no 5º quadrinhos? ____________________________________________ 6. Qual é o efeito de sentidodas reticências no quadrinho 5? ____________________________________________ 7. E as reticências no quadrinho 6, qual é o efeito de sentido? ____________________________________________ 8. O que o marido já havia feito, anteriormente, para satisfazer o paladar da esposa? E depois, como ele tentou agradar ? ____________________________________________ 9. Qual é o efeito de sentido de PLUC, na cena 10? ____________________________________________ 10. Qual foi a reação da Senhora Gohtel ao dar com aquele homem no seu quintal? ____________________________________________ 11. No 14º quadrinho, qual é o sentimento do marido? Por quê? Como você descobriu isso? ____________________________________________ ____________________________________________ 12. Como o marido se explicou com a Senhora Gothel? ____________________________________________ ____________________________________________ 1 Você já leu ou ouviu o conto Rapunzel? Já assistiu ao filme Enrolados? Troque ideias com seus colegas sobre o que vocês já conhecem sobre esse conto. O filme é uma releitura, uma versão do conto, como a que você vai ler agora. Olá, estudante do 6º ano! Que bom estarmos juntos de novo! 3 5 7 9 11 13 15 7 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 13. Os quadrinhos 17 a 19 ilustram a seguinte fala da Senhora Gothel: “Então talvez eu possa perdoá- lo... Com uma condição.” Qual foi a condição imposta por ela para que o pai de Rapunzel pudesse levar os rapôncios? __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ 14. Dezesseis anos mais tarde, como está a vida de Rapunzel? __________________________________________ __________________________________________ 15. O que significam os símbolos nos quadrinhos 21, 22 e 23? __________________________________________ 16. Qual é o efeito de sentido das reticências nas cenas 23 e 24? __________________________________________ __________________________________________ 17. Na cena 25, a que “coisa” se refere Rapunzel? __________________________________________ __________________________________________ 18. Quem é o personagem que entra na história no quadrinho 28? __________________________________________ 19. No quadrinho 29 a) o que a expressão facial do personagem parece indicar? __________________________________________ __________________________________________ b) o que a posição do rabicho do balão indica? __________________________________________ __________________________________________ __________________________________________ 20. No quadrinho 31, o que observa e pensa o príncipe? __________________________________________ __________________________________________ 21. Que elementos indicam a passagem do dia para a noite, na cena 32? __________________________________________ __________________________________________ 17 19 21 23 25 27 29 31 8 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 22. Na cena 35, qual é o efeito de sentido da interrogação? ____________________________________________ ____________________________________________ 23. No quadrinho 37, as reticências aparecem 3 vezes. Qual é o efeito de sentido em cada uma? _______________________________________________ _______________________________________________ _______________________________________________ 24. Que fato interrompe a conversa entre Rapunzel e o príncipe? ______________________________________________ ______________________________________________ 25. Nos quadrinhos 39, 42, 44 e 45, qual é o efeito de sentido das palavras em negrito e em tamanho maior? _______________________________________________ _______________________________________________ 26. A partir do quadrinho 45, uma rápida sucessão de ações e movimentos toma conta da narrativa. Releia com atenção esses quadrinhos que criam um suspense e uma reviravolta na história. Qual é o efeito de sentido das palavras em letras coloridas e em maior tamanho, fora dos balões de fala? ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ Procure conhecer a versão original desse conto. Você vai se surpreender! 33 35 37 39 41 43 45 47 49 9 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 27. No quadrinho 53, a expressão facial e corporal dos personagens e as linhas de movimento indicam que o suspense daqueles momentos terminou ali. O que aconteceu? ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ 28. Conte o desfecho da história. ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ Adaptado de DUFFY, Chris (org.) Contos de fadas em quadrinhos: clássicos contados por extraordinários cartunistas. Rio de Janeiro: Galera Record, 2015 https://www.youtube.com/ watch?v=A7WfHKmU9tE &t=146s https://www.youtube.com/ watch?v=vSBjzG0ZEZY Mire sua câmera nos QR Codes ou acesse os links para assistir a cenas da animação Enrolados, outra releitura de Rapunzel. 51 53 55 57 8 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 22. Na cena 35, qual é o efeito de sentido da interrogação? ____________________________________________ ____________________________________________ 23. No quadrinho 37, as reticências aparecem 3 vezes. Qual é o efeito de sentido em cada uma? _______________________________________________ _______________________________________________ _______________________________________________ 24. Que fato interrompe a conversa entre Rapunzel e o príncipe? ______________________________________________ ______________________________________________ 25. Nos quadrinhos 39, 42, 44 e 45, qual é o efeito de sentido das palavras em negrito e em tamanho maior? _______________________________________________ _______________________________________________ 26. A partir do quadrinho 45, uma rápida sucessão de ações e movimentos toma conta da narrativa. Releia com atenção esses quadrinhos que criam um suspense e uma reviravolta na história. Qual é o efeito de sentido das palavras em letras coloridas e em maior tamanho, fora dos balões de fala? ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ Procure conhecer a versão original desse conto. Você vai se surpreender! 33 35 37 39 41 43 45 47 49 9 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 27. No quadrinho 53, a expressão facial e corporal dos personagens e as linhas de movimento indicam que o suspense daqueles momentos terminou ali. O que aconteceu? ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ 28. Conte o desfecho da história. ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ Adaptado de DUFFY, Chris (org.) Contos de fadas em quadrinhos: clássicos contados por extraordinários cartunistas. Rio de Janeiro: Galera Record, 2015 https://www.youtube.com/ watch?v=A7WfHKmU9tE &t=146s https://www.youtube.com/ watch?v=vSBjzG0ZEZY Mire sua câmera nos QR Codes ou acesse os links para assistir a cenas da animação Enrolados, outra releiturade Rapunzel. 51 53 55 57 8 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 22. Na cena 35, qual é o efeito de sentido da interrogação? ____________________________________________ ____________________________________________ 23. No quadrinho 37, as reticências aparecem 3 vezes. Qual é o efeito de sentido em cada uma? _______________________________________________ _______________________________________________ _______________________________________________ 24. Que fato interrompe a conversa entre Rapunzel e o príncipe? ______________________________________________ ______________________________________________ 25. Nos quadrinhos 39, 42, 44 e 45, qual é o efeito de sentido das palavras em negrito e em tamanho maior? _______________________________________________ _______________________________________________ 26. A partir do quadrinho 45, uma rápida sucessão de ações e movimentos toma conta da narrativa. Releia com atenção esses quadrinhos que criam um suspense e uma reviravolta na história. Qual é o efeito de sentido das palavras em letras coloridas e em maior tamanho, fora dos balões de fala? ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ Procure conhecer a versão original desse conto. Você vai se surpreender! 33 35 37 39 41 43 45 47 49 9 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 27. No quadrinho 53, a expressão facial e corporal dos personagens e as linhas de movimento indicam que o suspense daqueles momentos terminou ali. O que aconteceu? ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ 28. Conte o desfecho da história. ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ Adaptado de DUFFY, Chris (org.) Contos de fadas em quadrinhos: clássicos contados por extraordinários cartunistas. Rio de Janeiro: Galera Record, 2015 https://www.youtube.com/ watch?v=A7WfHKmU9tE &t=146s https://www.youtube.com/ watch?v=vSBjzG0ZEZY Mire sua câmera nos QR Codes ou acesse os links para assistir a cenas da animação Enrolados, outra releitura de Rapunzel. 51 53 55 57 8 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 22. Na cena 35, qual é o efeito de sentido da interrogação? ____________________________________________ ____________________________________________ 23. No quadrinho 37, as reticências aparecem 3 vezes. Qual é o efeito de sentido em cada uma? _______________________________________________ _______________________________________________ _______________________________________________ 24. Que fato interrompe a conversa entre Rapunzel e o príncipe? ______________________________________________ ______________________________________________ 25. Nos quadrinhos 39, 42, 44 e 45, qual é o efeito de sentido das palavras em negrito e em tamanho maior? _______________________________________________ _______________________________________________ 26. A partir do quadrinho 45, uma rápida sucessão de ações e movimentos toma conta da narrativa. Releia com atenção esses quadrinhos que criam um suspense e uma reviravolta na história. Qual é o efeito de sentido das palavras em letras coloridas e em maior tamanho, fora dos balões de fala? ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ Procure conhecer a versão original desse conto. Você vai se surpreender! 33 35 37 39 41 43 45 47 49 9 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 27. No quadrinho 53, a expressão facial e corporal dos personagens e as linhas de movimento indicam que o suspense daqueles momentos terminou ali. O que aconteceu? ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ 28. Conte o desfecho da história. ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________ Adaptado de DUFFY, Chris (org.) Contos de fadas em quadrinhos: clássicos contados por extraordinários cartunistas. Rio de Janeiro: Galera Record, 2015 https://www.youtube.com/ watch?v=A7WfHKmU9tE &t=146s https://www.youtube.com/ watch?v=vSBjzG0ZEZY Mire sua câmera nos QR Codes ou acesse os links para assistir a cenas da animação Enrolados, outra releitura de Rapunzel. 51 53 55 57 10 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Você agora vai se divertir com o humor de duas tirinhas. Mas, antes, conheça um pouco sobre um dos personagens. 1. Quem são os personagens do texto 1? _____________________________________________ 2. Qual é o efeito de sentido das palavras do 2º quadrinho do texto 1? E das estrelinhas? _____________________________________________ _____________________________________________ 3. O que causa humor, no texto 1? _____________________________________________ _____________________________________________ 4. Que sentimento a fala e a expressão facial do dono do cavalo indicam, na 1ª cena do texto 2 ? _____________________________________________ Texto 1 Texto 2 “O saci faz parte do folclore brasileiro. De uma perna só, traz sempre na boca um pito aceso, e na cabeça uma carapuça vermelha. Azeda o leite, quebra a ponta das agulhas, esconde as tesourinhas de unha, embaraça os novelos de linha, faz o dedal das costureiras cair nos buracos, bota moscas na sopa, queima o feijão que está no fogo. Tudo que numa casa acontece de ruim é sempre arte do saci. [...] O saci não faz maldade grande, mas não há maldade pequenina que não faça.” Adaptado de LOBATO, Monteiro. O saci. São Paulo: Lafonte, 2019 CEDRAZ, Antonio. 1000 tiras em quadrinhos. São Paulo: Martin Claret, 2012 5. O que causou esse sentimento no personagem? _______________________________________________ 6. Que fato provocou a risada do saci? _______________________________________________ _______________________________________________ 7. O que causou uma quebra de expectativa na 2ª tirinha? _______________________________________________ 8. Por que as crianças estão rindo na 3ª cena do texto 2 ? _______________________________________________ 9. Que tema as tirinhas têm em comum? _______________________________________________ 11 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Experimente descrever, oralmente, uma das cenas, nos mínimos detalhes, para que seus colegas descubram qual é. MORDILLO, Guillermo. Lovestory. Madri: Ed. Desnivel, 1999 1. Quem são os personagens do texto? Que detalhes levaram você a dar essa resposta? _____________________________________________ _____________________________________________ 2. Onde se passam os fatos? _____________________________________________ 3. Na 1ª cena a) Que sentimento o coração simboliza? _____________________________________________ b) Quem parece ser o alvo do sentimento da personagem? _____________________________________________ 4. No 2º quadrinho, qual é a expectativa do personagem a cavalo? _____________________________________________ 5. Qual é o desfecho da história? ______________________________________________ ______________________________________________ 6. Onde está o humor do texto? ______________________________________________7. Crie um título interessante para a história e escreva-o no local indicado. 8. Que semelhanças existem entre esse texto e Rapunzel, que você leu anteriormente? ________________________________________________________________________________________________ 9. E que diferenças você percebeu entre os dois textos? ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ Que tal fazer uma releitura de um conto de fadas ou conto maravilhoso que você goste? Fazer uma releitura é contar, com um olhar diferente, uma história já conhecida, modificando detalhes como personagens, lugares, épocas e situações. Exemplos disso são filmes como Enrolados / Rapunzel e Deu a louca na Chapeuzinho / Chapeuzinho Vermelho. Trabalhe com 3 ou 4 quadrinhos. Escolha uma situação do conto e foque apenas nela. Você já sabe que uma história pode ser contada só com imagens, isto é, um texto não verbal. Alguns detalhes precisam entrar em cena, como expressão facial e corporal dos personagens, cenário, linhas de movimento e, principalmente, uma boa ideia. Se quiser, pinte sua produção, ou apenas contorne com caneta preta. Veja com seu/sua Professor/a um modo de expor suas releituras. 10 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Você agora vai se divertir com o humor de duas tirinhas. Mas, antes, conheça um pouco sobre um dos personagens. 1. Quem são os personagens do texto 1? _____________________________________________ 2. Qual é o efeito de sentido das palavras do 2º quadrinho do texto 1? E das estrelinhas? _____________________________________________ _____________________________________________ 3. O que causa humor, no texto 1? _____________________________________________ _____________________________________________ 4. Que sentimento a fala e a expressão facial do dono do cavalo indicam, na 1ª cena do texto 2 ? _____________________________________________ Texto 1 Texto 2 “O saci faz parte do folclore brasileiro. De uma perna só, traz sempre na boca um pito aceso, e na cabeça uma carapuça vermelha. Azeda o leite, quebra a ponta das agulhas, esconde as tesourinhas de unha, embaraça os novelos de linha, faz o dedal das costureiras cair nos buracos, bota moscas na sopa, queima o feijão que está no fogo. Tudo que numa casa acontece de ruim é sempre arte do saci. Não contente com isso, também atormenta os cachorros, atropela as galinhas e persegue os cavalos no pasto. O saci não faz maldade grande, mas não há maldade pequenina que não faça.” Adaptado de LOBATO, Monteiro. O saci. São Paulo: Lafonte, 2019 CEDRAZ, Antonio. 1000 tiras em quadrinhos. São Paulo: Martin Claret, 2012 5. O que causou esse sentimento no personagem? _______________________________________________ 6. Que fato provocou a risada do saci? _______________________________________________ _______________________________________________ 7. O que causou uma quebra de expectativa na 2ª tirinha? _______________________________________________ 8. Por que as crianças estão rindo na 3ª cena do texto 2 ? _______________________________________________ 9. Que tema as tirinhas têm em comum? _______________________________________________ 11 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Experimente descrever, oralmente, uma das cenas, nos mínimos detalhes, para que seus colegas descubram qual é. MORDILLO, Guillermo. Lovestory. Madri: Ed. Desnivel, 1999 1. Quem são os personagens do texto? Que detalhes levaram você a dar essa resposta? _____________________________________________ _____________________________________________ 2. Onde se passam os fatos? _____________________________________________ 3. Na 1ª cena a) Que sentimento o coração simboliza? _____________________________________________ b) Quem parece ser o alvo do sentimento da personagem? _____________________________________________ 4. No 2º quadrinho, qual é a expectativa do personagem a cavalo? _____________________________________________ 5. Qual é o desfecho da história? ______________________________________________ ______________________________________________ 6. Onde está o humor do texto? ______________________________________________ 7. Crie um título interessante para a história e escreva-o no local indicado. 8. Que semelhanças existem entre esse texto e Rapunzel, que você leu anteriormente? ________________________________________________________________________________________________ 9. E que diferenças você percebeu entre os dois textos? ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ Que tal fazer uma releitura de um conto de fadas ou de um conto maravilhoso de que você goste?Fazer uma releitura é contar, com um olhar diferente, uma história já conhecida, modificando detalhes como personagens, lugares, épocas e situações. Exemplos disso são filmes como Enrolados / Rapunzel e Deu a louca na Chapeuzinho / Chapeuzinho Vermelho. Trabalhe com 3 ou 4 quadrinhos. Escolha uma situação do conto e foque apenas nela. Você já sabe que uma história pode ser contada só com imagens, isto é, um texto não verbal. Alguns detalhes precisam entrar em cena, como expressão facial e corporal dos personagens, cenário, linhas de movimento e, principalmente, uma boa ideia. Se quiser, pinte sua produção, ou apenas contorne com caneta preta. Veja com seu/sua Professor/a um modo de expor suas releituras. 10 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Você agora vai se divertir com o humor de duas tirinhas. Mas, antes, conheça um pouco sobre um dos personagens. 1. Quem são os personagens do texto 1? _____________________________________________ 2. Qual é o efeito de sentido das palavras do 2º quadrinho do texto 1? E das estrelinhas? _____________________________________________ _____________________________________________ 3. O que causa humor, no texto 1? _____________________________________________ _____________________________________________ 4. Que sentimento a fala e a expressão facial do dono do cavalo indicam, na 1ª cena do texto 2 ? _____________________________________________ Texto 1 Texto 2 “O saci faz parte do folclore brasileiro. De uma perna só, traz sempre na boca um pito aceso, e na cabeça uma carapuça vermelha. Azeda o leite, quebra a ponta das agulhas, esconde as tesourinhas de unha, embaraça os novelos de linha, faz o dedal das costureiras cair nos buracos, bota moscas na sopa, queima o feijão que está no fogo. Tudo que numa casa acontece de ruim é sempre arte do saci. [...] O saci não faz maldade grande, mas não há maldade pequenina que não faça.” Adaptado de LOBATO, Monteiro. O saci. São Paulo: Lafonte, 2019 CEDRAZ, Antonio. 1000 tiras em quadrinhos. São Paulo: Martin Claret, 2012 5. O que causou esse sentimento no personagem? _______________________________________________ 6. Que fato provocou a risada do saci? _______________________________________________ _______________________________________________ 7. O que causou uma quebra de expectativa na 2ª tirinha? _______________________________________________ 8. Por que as crianças estão rindo na 3ª cena do texto 2 ? _______________________________________________ 9. Que tema as tirinhas têm em comum? _______________________________________________ 11 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Experimente descrever, oralmente, uma das cenas, nos mínimos detalhes, para que seus colegas descubram qual é. MORDILLO, Guillermo. Lovestory. Madri: Ed. Desnivel, 1999 1. Quem são os personagens do texto? Que detalhes levaram você a dar essa resposta? _____________________________________________ _____________________________________________ 2. Onde se passam os fatos? _____________________________________________3. Na 1ª cena a) Que sentimento o coração simboliza? _____________________________________________ b) Quem parece ser o alvo do sentimento da personagem? _____________________________________________ 4. No 2º quadrinho, qual é a expectativa do personagem a cavalo? _____________________________________________ 5. Qual é o desfecho da história? ______________________________________________ ______________________________________________ 6. Onde está o humor do texto? ______________________________________________ 7. Crie um título interessante para a história e escreva-o no local indicado. 8. Que semelhanças existem entre esse texto e Rapunzel, que você leu anteriormente? ________________________________________________________________________________________________ 9. E que diferenças você percebeu entre os dois textos? ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ Que tal fazer uma releitura de um conto de fadas ou conto maravilhoso que você goste? Fazer uma releitura é contar, com um olhar diferente, uma história já conhecida, modificando detalhes como personagens, lugares, épocas e situações. Exemplos disso são filmes como Enrolados / Rapunzel e Deu a louca na Chapeuzinho / Chapeuzinho Vermelho. Trabalhe com 3 ou 4 quadrinhos. Escolha uma situação do conto e foque apenas nela. Você já sabe que uma história pode ser contada só com imagens, isto é, um texto não verbal. Alguns detalhes precisam entrar em cena, como expressão facial e corporal dos personagens, cenário, linhas de movimento e, principalmente, uma boa ideia. Se quiser, pinte sua produção, ou apenas contorne com caneta preta. Veja com seu/sua Professor/a um modo de expor suas releituras. 10 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Você agora vai se divertir com o humor de duas tirinhas. Mas, antes, conheça um pouco sobre um dos personagens. 1. Quem são os personagens do texto 1? _____________________________________________ 2. Qual é o efeito de sentido das palavras do 2º quadrinho do texto 1? E das estrelinhas? _____________________________________________ _____________________________________________ 3. O que causa humor, no texto 1? _____________________________________________ _____________________________________________ 4. Que sentimento a fala e a expressão facial do dono do cavalo indicam, na 1ª cena do texto 2 ? _____________________________________________ Texto 1 Texto 2 “O saci faz parte do folclore brasileiro. De uma perna só, traz sempre na boca um pito aceso, e na cabeça uma carapuça vermelha. Azeda o leite, quebra a ponta das agulhas, esconde as tesourinhas de unha, embaraça os novelos de linha, faz o dedal das costureiras cair nos buracos, bota moscas na sopa, queima o feijão que está no fogo. Tudo que numa casa acontece de ruim é sempre arte do saci. Não contente com isso, também atormenta os cachorros, atropela as galinhas e persegue os cavalos no pasto. O saci não faz maldade grande, mas não há maldade pequenina que não faça.” Adaptado de LOBATO, Monteiro. O saci. São Paulo: Lafonte, 2019 CEDRAZ, Antonio. 1000 tiras em quadrinhos. São Paulo: Martin Claret, 2012 5. O que causou esse sentimento no personagem? _______________________________________________ 6. Que fato provocou a risada do saci? _______________________________________________ _______________________________________________ 7. O que causou uma quebra de expectativa na 2ª tirinha? _______________________________________________ 8. Por que as crianças estão rindo na 3ª cena do texto 2 ? _______________________________________________ 9. Que tema as tirinhas têm em comum? _______________________________________________ 11 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Experimente descrever, oralmente, uma das cenas, nos mínimos detalhes, para que seus colegas descubram qual é. MORDILLO, Guillermo. Lovestory. Madri: Ed. Desnivel, 1999 1. Quem são os personagens do texto? Que detalhes levaram você a dar essa resposta? _____________________________________________ _____________________________________________ 2. Onde se passam os fatos? _____________________________________________ 3. Na 1ª cena a) Que sentimento o coração simboliza? _____________________________________________ b) Quem parece ser o alvo do sentimento da personagem? _____________________________________________ 4. No 2º quadrinho, qual é a expectativa do personagem a cavalo? _____________________________________________ 5. Qual é o desfecho da história? ______________________________________________ ______________________________________________ 6. Onde está o humor do texto? ______________________________________________ 7. Crie um título interessante para a história e escreva-o no local indicado. 8. Que semelhanças existem entre esse texto e Rapunzel, que você leu anteriormente? ________________________________________________________________________________________________ 9. E que diferenças você percebeu entre os dois textos? ________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________ Que tal fazer uma releitura de um conto de fadas ou de um conto maravilhoso de que você goste?Fazer uma releitura é contar, com um olhar diferente, uma história já conhecida, modificando detalhes como personagens, lugares, épocas e situações. Exemplos disso são filmes como Enrolados / Rapunzel e Deu a louca na Chapeuzinho / Chapeuzinho Vermelho. Trabalhe com 3 ou 4 quadrinhos. Escolha uma situação do conto e foque apenas nela. Você já sabe que uma história pode ser contada só com imagens, isto é, um texto não verbal. Alguns detalhes precisam entrar em cena, como expressão facial e corporal dos personagens, cenário, linhas de movimento e, principalmente, uma boa ideia. Se quiser, pinte sua produção, ou apenas contorne com caneta preta. Veja com seu/sua Professor/a um modo de expor suas releituras. 12 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Agora, leia um conto com um pouco de magia. O conto é uma narrativa curta que apresenta apenas um conflito. É frequente haver um espaço limitado em que se passa a história; poucos personagens e um clímax. O tempo também é outro elemento importante, pois é comum o recorte temporal ser limitado, ou seja, a história se passar em um curto período de tempo. Contos de Grimm. Companhia das Letrinhas. São Paulo, 1996. A boa sopa Era uma vez uma mocinha pobre e piedosa que vivia sozinha com a mãe. Como não havia mais nada para comer na casa delas, a menina entrou na floresta em busca de alguma coisa. Na floresta ela encontrou uma mulher idosa que tinha conhecimento de sua pobreza e lhe deu de presente uma panelinha à qual era suficiente dizer: “Panelinha, cozinhe!”, para que na mesma hora ela cozinhasse uma excelente sopa de painço bem cremosa; e quando alguém dizia: “Panelinha, pode parar!”, ela logo parava de fazer a sopa. A menina voltou para casa levando a panela e com aquele presente a pobreza das duas acabou, pois mãe e filha comiam a boa sopa da panelinha sempre que tinham vontade, e na quantidade que quisessem. Uma vez a menina havia saído e a mãe disse: “Panelinha, cozinhe!”. A panela cozinhou e a mãe comeu até ficar satisfeita; quando a fome acabou, a mãe quis que a panelinha parasse, mas como ela não sabia o que era preciso dizer, a panela continuou fazendo a sopa e a sopa transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu pela cozinha, encheu a cozinha, escorreu pela casa, e depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e continuou sempre escorrendo por todos os lugares, como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para que ninguém mais sentisse fome. É, mas o problema é que ninguém sabia o que fazer para resolvera situação. A rua inteira, as outras ruas, tudo cheio de sopa, e quando em toda a cidade só tinha sobrado uma casinha que não estava cheia de sopa, a menina voltou para casa e disse calmamente: “Panelinha, pode parar!”, e a panela parou e a enchente de sopa acabou. Só que todo aquele que quisesse entrar na cidade era obrigado a abrir caminho comendo a sopa. 1. Qual é a situação inicial do conto? _____________________________________________ 2. Que expressão do conto indica o tempo da história? _____________________________________________ 3. O que levou a menina a entrar na floresta? _____________________________________________ 4. Que consequência isso trouxe para a menina naquele momento? ______________________________________________________________ 5. Em “(...) para que na mesma hora ela cozinhasse uma excelente sopa de painço bem cremosa;”(...) , a que se refere a palavra em destaque? ______________________________________________________________ 6. Releia: “(...) com aquele presente a pobreza das duas acabou, pois mãe e filha comiam a boa sopa da panelinha sempre que tinham vontade (...)” . A palavra em negrito expressa ideia de explicação e pode ser substituída por _________________________________ 7. Em que momento a mãe quis que a panelinha parasse de cozinhar? ______________________________________________________________ 8. Por que a panelinha não parou? _____________________________________________ 9. No 2.º parágrafo, releia o trecho: “(...) a panela continuou fazendo a sopa e a sopa transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu pela cozinha, encheu a cozinha, escorreu pela casa, e depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e continuou sempre escorrendo por todos os lugares, como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para que ninguém mais sentisse fome.” a) Que efeito de sentido causa a repetição dos termos destacados? ______________________________________________________________ b) Sublinhe no trecho uma comparação. 10. Em “É, mas o problema é que ninguém sabia o que fazer para resolver a situação.”, a que se refere a expressão destacada? ______________________________________________________________ 13 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO (...) Lá estava a canoa preparada na véspera, bem calafetada, a corda embrulhada num canto. Colocaram o almoço no fundo e Henrique preparou-se para conduzi-la rio abaixo. Olharam o Paraíba; estava calmo e as águas espumavam nas margens. Eduardo observou: — O rio parece que cresceu, Henrique. Hoje está maior que ontem. Preocupado em empurrar a canoa para longe da margem, Henrique respondeu: — Decerto é por causa das chuvas; tem chovido muito nestes últimos dias. Mas nós voltaremos cedo, não há perigo. Eduardo teve uma ligeira hesitação: — Não será ruim remar assim? Parece que as águas ficam com mais força. — Já disse que se você está com medo, fique. Eu vou. E com o esforço que fez ao empurrar a canoa, Henrique caiu dentro da água molhando-se todo. Não deu a perceber que ficara aborrecido; pulou para cima da canoa e segurou os dois remos. Eduardo, sentado no banco que havia no meio, segurou-se fortemente nas bordas da canoa e olhou para Henrique, cheio de admiração. Com toda calma, Henrique havia depositado o remo quebrado no fundo e com o outro impelia a canoa para longe da margem. Ela começou a deslizar rio abaixo e Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito. Pensou coisas horríveis nesse momento: “E se Henrique perdesse aquele remo? E se não soubessem voltar? E se o rio enchesse mais?” Estava muito arrependido e teve vontade de gritar: “Henrique, vamos voltar, eu não quero ir”. Mas não teve coragem. Ficou quietinho, equilibrando-se com as duas mãos e olhando o rio que corria, majestoso e tranquilo. Henrique sabia mesmo remar; fez a canoa deslizar sempre ao lado da margem, de modo que quase podiam segurar os galhos das árvores que pendiam sobre a água. Eduardo começou a achar bonito e Henrique disse: — Deve ser seis horas agora; o sol está começando a esquentar. A canoa descia vagarosamente; de vez em quando Henrique remava um pouco, conservando-a sempre na mesma direção. Viram lindos pássaros nas margens; outros passavam gritando sobre as cabeças dos dois. O dia prometia ser esplêndido. Henrique tirou cuidadosamente o paletó para secar, pois sentia toda a roupa molhada grudada no corpo; a canoa começou a balançar de um lado para o outro e Eduardo ficou assustado, mas não disse nada. Henrique estendeu o paletó sobre os joelhos e tornou a segurar o remo. A canoa foi indo... foi indo... O sol batia em cheio no rio e as águas pareciam douradas e prateadas; Eduardo achou bonito e deixou pender a mão na água, depois olhou o fundo da canoa para ver se não entrava água; o serviço havia sido perfeito, o barco estava bem calafetado. Henrique começou a assobiar, despreocupado; para mostrar que também não tinha medo, Eduardo assobiou acompanhando Henrique; depois tomou um pouco da água da garrafa dizendo que estava com sede. Apesar da fome que sentiam, resolveram esperar e almoçar na ilha, nem sequer abriram o pacote do almoço. “Pulando moitas, desviando-se dos galhos dos arbustos, subindo e descendo barrancos, os dois meninos foram ver a canoa amarrada na margem do rio. O coração de ambos batia, apressado. Iriam ver, enfim, a ilha verdejante do meio do rio? Aquela ilha tão bonita com tantas árvores, tanta folhagem, tanta beleza?” Você agora vai ler trechos de um livro super legal! Viva as emoções de Eduardo e Henrique, em uma inesquecível narrativa de aventuras, cheia de desafios, na Ilha Perdida! Os fatos se sucedem em ordem cronológica e em ritmo intenso, prendendo a atenção do leitor. Vamos fazer uma pausa para você verificar o que já entendeu até aqui. 1. Onde acontecem os fatos da história? _____________________________________________________________________________________________ 2. Essa aventura foi planejada ou surgiu de repente na vida dos meninos? Em que você se baseou para responder? ______________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 3. O que pode ter causado um aumento do nível do rio? _______________________________________________________________________ 12 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Agora, leia um conto com um pouco de magia. O conto é uma narrativa curta que apresenta apenas um conflito. É frequente haver um espaço limitado em que se passa a história; poucos personagens e um clímax. O tempo também é outro elemento importante, pois é comum o recorte temporal ser limitado, ou seja, a história se passar em um curto período de tempo. Contos de Grimm. Companhia das Letrinhas. São Paulo, 1996 A boa sopa Era uma vez uma mocinha pobre e piedosa que vivia sozinha com a mãe. Como não havia mais nada para comer na casa delas, a menina entrou na floresta em busca de alguma coisa. Na floresta ela encontrou uma mulher idosa que tinha conhecimento de sua pobreza e lhe deu de presente uma panelinha à qual era suficiente dizer: “Panelinha, cozinhe!”, para que na mesma hora ela cozinhasse uma excelente sopa de painço bem cremosa; e quando alguém dizia: “Panelinha, pode parar!”, ela logo parava de fazer a sopa. A menina voltou para casa levando a panela e com aquele presente a pobreza das duas acabou, pois mãe e filha comiam a boa sopa da panelinha sempre que tinham vontade, e na quantidade que quisessem. Uma vez a menina havia saído e a mãe disse: “Panelinha, cozinhe!”. A panela cozinhou e a mãe comeu até ficar satisfeita; quando a fome acabou, a mãe quis que a panelinha parasse, mas como ela não sabia o que era preciso dizer, a panela continuou fazendo a sopa e a sopa transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu pela cozinha, encheu a cozinha, escorreu pela casa, e depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e continuou sempre escorrendo por todos os lugares,como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para que ninguém mais sentisse fome. É, mas o problema é que ninguém sabia o que fazer para resolver a situação. A rua inteira, as outras ruas, tudo cheio de sopa, e quando em toda a cidade só tinha sobrado uma casinha que não estava cheia de sopa, a menina voltou para casa e disse calmamente: “Panelinha, pode parar!”, e a panela parou e a enchente de sopa acabou. Só que todo aquele que quisesse entrar na cidade era obrigado a abrir caminho comendo a sopa. 1. Qual é a situação inicial do conto? _____________________________________________ 2. Que expressão do conto indica o tempo da história? _____________________________________________ 3. O que levou a menina a entrar na floresta? _____________________________________________ 4. Que consequência isso trouxe para a menina naquele momento? ______________________________________________________________ 5. Em “(...) para que na mesma hora ela cozinhasse uma excelente sopa de painço bem cremosa;”(...) , a que se refere a palavra em destaque? ______________________________________________________________ 6. Releia: “(...) com aquele presente a pobreza das duas acabou, pois mãe e filha comiam a boa sopa da panelinha sempre que tinham vontade (...)” . A palavra em negrito expressa ideia de explicação e pode ser substituída por _________________________________ 7. Em que momento a mãe quis que a panelinha parasse de cozinhar? ______________________________________________________________ 8. Por que a panelinha não parou? _____________________________________________ 9. No 2.º parágrafo, releia o trecho: “(...) a panela continuou fazendo a sopa e a sopa transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu pela cozinha, encheu a cozinha, escorreu pela casa, e depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e continuou sempre escorrendo por todos os lugares, como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para que ninguém mais sentisse fome.” a) Que efeito de sentido causa a repetição dos termos destacados? ______________________________________________________________ b) Sublinhe no trecho uma comparação. 10. Em “É, mas o problema é que ninguém sabia o que fazer para resolver a situação.”, a que se refere a expressão destacada? ______________________________________________________________ 13 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO (...) Lá estava a canoa preparada na véspera, bem calafetada, a corda embrulhada num canto. Colocaram o almoço no fundo e Henrique preparou-se para conduzi-la rio abaixo. Olharam o Paraíba; estava calmo e as águas espumavam nas margens. Eduardo observou: — O rio parece que cresceu, Henrique. Hoje está maior que ontem. Preocupado em empurrar a canoa para longe da margem, Henrique respondeu: — Decerto é por causa das chuvas; tem chovido muito nestes últimos dias. Mas nós voltaremos cedo, não há perigo. Eduardo teve uma ligeira hesitação: — Não será ruim remar assim? Parece que as águas ficam com mais força. — Já disse que se você está com medo, fique. Eu vou. E com o esforço que fez ao empurrar a canoa, Henrique caiu dentro da água molhando-se todo. Não deu a perceber que ficara aborrecido; pulou para cima da canoa e segurou os dois remos. Eduardo, sentado no banco que havia no meio, segurou-se fortemente nas bordas da canoa e olhou para Henrique, cheio de admiração. Com toda calma, Henrique havia depositado o remo quebrado no fundo e com o outro impelia a canoa para longe da margem. Ela começou a deslizar rio abaixo e Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito. Pensou coisas horríveis nesse momento: “E se Henrique perdesse aquele remo? E se não soubessem voltar? E se o rio enchesse mais?” Estava muito arrependido e teve vontade de gritar: “Henrique, vamos voltar, eu não quero ir”. Mas não teve coragem. Ficou quietinho, equilibrando-se com as duas mãos e olhando o rio que corria, majestoso e tranquilo. Henrique sabia mesmo remar; fez a canoa deslizar sempre ao lado da margem, de modo que quase podiam segurar os galhos das árvores que pendiam sobre a água. Eduardo começou a achar bonito e Henrique disse: — Deve ser seis horas agora; o sol está começando a esquentar. A canoa descia vagarosamente; de vez em quando Henrique remava um pouco, conservando-a sempre na mesma direção. Viram lindos pássaros nas margens; outros passavam gritando sobre as cabeças dos dois. O dia prometia ser esplêndido. Henrique tirou cuidadosamente o paletó para secar, pois sentia toda a roupa molhada grudada no corpo; a canoa começou a balançar de um lado para o outro e Eduardo ficou assustado, mas não disse nada. Henrique estendeu o paletó sobre os joelhos e tornou a segurar o remo. A canoa foi indo... foi indo... O sol batia em cheio no rio e as águas pareciam douradas e prateadas; Eduardo achou bonito e deixou pender a mão na água, depois olhou o fundo da canoa para ver se não entrava água; o serviço havia sido perfeito, o barco estava bem calafetado. Henrique começou a assobiar, despreocupado; para mostrar que também não tinha medo, Eduardo assobiou acompanhando Henrique; depois tomou um pouco da água da garrafa dizendo que estava com sede. Apesar da fome que sentiam, resolveram esperar e almoçar na ilha, nem sequer abriram o pacote do almoço. “Pulando moitas, desviando-se dos galhos dos arbustos, subindo e descendo barrancos, os dois meninos foram ver a canoa amarrada na margem do rio. O coração de ambos batia, apressado. Iriam ver, enfim, a ilha verdejante do meio do rio? Aquela ilha tão bonita com tantas árvores, tanta folhagem, tanta beleza?” Você agora vai ler trechos de um livro super legal! Viva as emoções de Eduardo e Henrique, em uma inesquecível narrativa de aventuras, cheia de desafios, na Ilha Perdida! Os fatos se sucedem em ordem cronológica e em ritmo intenso, prendendo a atenção do leitor. Vamos fazer uma pausa para você verificar o que já entendeu até aqui. 1. Onde acontecem os fatos da história? _____________________________________________________________________________________________ 2. Essa aventura foi planejada ou surgiu de repente na vida dos meninos? Em que você se baseou para responder? ______________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 3. O que pode ter causado um aumento do nível do rio? _______________________________________________________________________ 12 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Agora, leia um conto com um pouco de magia. O conto é uma narrativa curta que apresenta apenas um conflito. É frequente haver um espaço limitado em que se passa a história; poucos personagens e um clímax. O tempo também é outro elemento importante, pois é comum o recorte temporal ser limitado, ou seja, a história se passar em um curto período de tempo. Contos de Grimm. Companhia das Letrinhas. São Paulo, 1996. A boa sopa Era uma vez uma mocinha pobre e piedosa que vivia sozinha com a mãe. Como não havia mais nada para comer na casa delas, a menina entrou na floresta em busca de alguma coisa. Na floresta ela encontrou uma mulher idosa que tinha conhecimento de sua pobreza e lhe deu de presente uma panelinha à qual era suficiente dizer: “Panelinha, cozinhe!”, para que na mesma hora ela cozinhasse uma excelente sopa de painço bem cremosa; e quando alguém dizia: “Panelinha, pode parar!”, ela logo parava de fazer a sopa. A menina voltou para casa levando a panela e com aquele presente a pobreza das duas acabou, pois mãe e filha comiam a boa sopa da panelinha sempre que tinham vontade, e na quantidade que quisessem. Uma vez a menina havia saído e a mãe disse: “Panelinha, cozinhe!”. A panela cozinhou e a mãe comeu até ficar satisfeita; quando a fome acabou, a mãe quis que a panelinha parasse, mas como ela não sabia o que era preciso dizer, a panela continuou fazendo a sopa e a sopa transbordou, a panelinha continuou ea sopa escorreu pela cozinha, encheu a cozinha, escorreu pela casa, e depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e continuou sempre escorrendo por todos os lugares, como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para que ninguém mais sentisse fome. É, mas o problema é que ninguém sabia o que fazer para resolver a situação. A rua inteira, as outras ruas, tudo cheio de sopa, e quando em toda a cidade só tinha sobrado uma casinha que não estava cheia de sopa, a menina voltou para casa e disse calmamente: “Panelinha, pode parar!”, e a panela parou e a enchente de sopa acabou. Só que todo aquele que quisesse entrar na cidade era obrigado a abrir caminho comendo a sopa. 1. Qual é a situação inicial do conto? _____________________________________________ 2. Que expressão do conto indica o tempo da história? _____________________________________________ 3. O que levou a menina a entrar na floresta? _____________________________________________ 4. Que consequência isso trouxe para a menina naquele momento? ______________________________________________________________ 5. Em “(...) para que na mesma hora ela cozinhasse uma excelente sopa de painço bem cremosa;”(...) , a que se refere a palavra em destaque? ______________________________________________________________ 6. Releia: “(...) com aquele presente a pobreza das duas acabou, pois mãe e filha comiam a boa sopa da panelinha sempre que tinham vontade (...)” . A palavra em negrito expressa ideia de explicação e pode ser substituída por _________________________________ 7. Em que momento a mãe quis que a panelinha parasse de cozinhar? ______________________________________________________________ 8. Por que a panelinha não parou? _____________________________________________ 9. No 2.º parágrafo, releia o trecho: “(...) a panela continuou fazendo a sopa e a sopa transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu pela cozinha, encheu a cozinha, escorreu pela casa, e depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e continuou sempre escorrendo por todos os lugares, como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para que ninguém mais sentisse fome.” a) Que efeito de sentido causa a repetição dos termos destacados? ______________________________________________________________ b) Sublinhe no trecho uma comparação. 10. Em “É, mas o problema é que ninguém sabia o que fazer para resolver a situação.”, a que se refere a expressão destacada? ______________________________________________________________ 13 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO (...) Lá estava a canoa preparada na véspera, bem calafetada, a corda embrulhada num canto. Colocaram o almoço no fundo e Henrique preparou-se para conduzi-la rio abaixo. Olharam o Paraíba; estava calmo e as águas espumavam nas margens. Eduardo observou: — O rio parece que cresceu, Henrique. Hoje está maior que ontem. Preocupado em empurrar a canoa para longe da margem, Henrique respondeu: — Decerto é por causa das chuvas; tem chovido muito nestes últimos dias. Mas nós voltaremos cedo, não há perigo. Eduardo teve uma ligeira hesitação: — Não será ruim remar assim? Parece que as águas ficam com mais força. — Já disse que se você está com medo, fique. Eu vou. E com o esforço que fez ao empurrar a canoa, Henrique caiu dentro da água molhando-se todo. Não deu a perceber que ficara aborrecido; pulou para cima da canoa e segurou os dois remos. Eduardo, sentado no banco que havia no meio, segurou-se fortemente nas bordas da canoa e olhou para Henrique, cheio de admiração. Com toda calma, Henrique havia depositado o remo quebrado no fundo e com o outro impelia a canoa para longe da margem. Ela começou a deslizar rio abaixo e Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito. Pensou coisas horríveis nesse momento: “E se Henrique perdesse aquele remo? E se não soubessem voltar? E se o rio enchesse mais?” Estava muito arrependido e teve vontade de gritar: “Henrique, vamos voltar, eu não quero ir”. Mas não teve coragem. Ficou quietinho, equilibrando-se com as duas mãos e olhando o rio que corria, majestoso e tranquilo. Henrique sabia mesmo remar; fez a canoa deslizar sempre ao lado da margem, de modo que quase podiam segurar os galhos das árvores que pendiam sobre a água. Eduardo começou a achar bonito e Henrique disse: — Deve ser seis horas agora; o sol está começando a esquentar. A canoa descia vagarosamente; de vez em quando Henrique remava um pouco, conservando-a sempre na mesma direção. Viram lindos pássaros nas margens; outros passavam gritando sobre as cabeças dos dois. O dia prometia ser esplêndido. Henrique tirou cuidadosamente o paletó para secar, pois sentia toda a roupa molhada grudada no corpo; a canoa começou a balançar de um lado para o outro e Eduardo ficou assustado, mas não disse nada. Henrique estendeu o paletó sobre os joelhos e tornou a segurar o remo. A canoa foi indo... foi indo... O sol batia em cheio no rio e as águas pareciam douradas e prateadas; Eduardo achou bonito e deixou pender a mão na água, depois olhou o fundo da canoa para ver se não entrava água; o serviço havia sido perfeito, o barco estava bem calafetado. Henrique começou a assobiar, despreocupado; para mostrar que também não tinha medo, Eduardo assobiou acompanhando Henrique; depois tomou um pouco da água da garrafa dizendo que estava com sede. Apesar da fome que sentiam, resolveram esperar e almoçar na ilha, nem sequer abriram o pacote do almoço. “Pulando moitas, desviando-se dos galhos dos arbustos, subindo e descendo barrancos, os dois meninos foram ver a canoa amarrada na margem do rio. O coração de ambos batia, apressado. Iriam ver, enfim, a ilha verdejante do meio do rio? Aquela ilha tão bonita com tantas árvores, tanta folhagem, tanta beleza?” Você agora vai ler trechos de um livro super legal! Viva as emoções de Eduardo e Henrique, em uma inesquecível narrativa de aventuras, cheia de desafios, na Ilha Perdida! Os fatos se sucedem em ordem cronológica e em ritmo intenso, prendendo a atenção do leitor. Vamos fazer uma pausa para você verificar o que já entendeu até aqui. 1. Onde acontecem os fatos da história? _____________________________________________________________________________________________ 2. Essa aventura foi planejada ou surgiu de repente na vida dos meninos? Em que você se baseou para responder? ______________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 3. O que pode ter causado um aumento do nível do rio? _______________________________________________________________________ 12 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Agora, leia um conto com um pouco de magia. O conto é uma narrativa curta que apresenta apenas um conflito. É frequente haver um espaço limitado em que se passa a história; poucos personagens e um clímax. O tempo também é outro elemento importante, pois é comum o recorte temporal ser limitado, ou seja, a história se passar em um curto período de tempo. Contos de Grimm. Companhia das Letrinhas. São Paulo, 1996 A boa sopa Era uma vez uma mocinha pobre e piedosa que vivia sozinha com a mãe. Como não havia mais nada para comer na casa delas, a menina entrou na floresta em busca de alguma coisa. Na floresta ela encontrou uma mulher idosa que tinha conhecimento de sua pobreza e lhe deu de presente uma panelinha à qual era suficiente dizer: “Panelinha, cozinhe!”, para que na mesma hora ela cozinhasse uma excelente sopa de painço bem cremosa; e quando alguém dizia: “Panelinha, pode parar!”, ela logo parava de fazer a sopa. A menina voltou para casa levando a panela e com aquele presente a pobreza das duas acabou, pois mãe e filha comiam a boa sopa da panelinha sempre que tinham vontade, e na quantidade que quisessem. Uma vez a menina havia saído e a mãe disse: “Panelinha, cozinhe!”. A panela cozinhou e a mãe comeu até ficar satisfeita; quando a fome acabou, a mãequis que a panelinha parasse, mas como ela não sabia o que era preciso dizer, a panela continuou fazendo a sopa e a sopa transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu pela cozinha, encheu a cozinha, escorreu pela casa, e depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e continuou sempre escorrendo por todos os lugares, como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para que ninguém mais sentisse fome. É, mas o problema é que ninguém sabia o que fazer para resolver a situação. A rua inteira, as outras ruas, tudo cheio de sopa, e quando em toda a cidade só tinha sobrado uma casinha que não estava cheia de sopa, a menina voltou para casa e disse calmamente: “Panelinha, pode parar!”, e a panela parou e a enchente de sopa acabou. Só que todo aquele que quisesse entrar na cidade era obrigado a abrir caminho comendo a sopa. 1. Qual é a situação inicial do conto? _____________________________________________ 2. Que expressão do conto indica o tempo da história? _____________________________________________ 3. O que levou a menina a entrar na floresta? _____________________________________________ 4. Que consequência isso trouxe para a menina naquele momento? ______________________________________________________________ 5. Em “(...) para que na mesma hora ela cozinhasse uma excelente sopa de painço bem cremosa;”(...) , a que se refere a palavra em destaque? ______________________________________________________________ 6. Releia: “(...) com aquele presente a pobreza das duas acabou, pois mãe e filha comiam a boa sopa da panelinha sempre que tinham vontade (...)” . A palavra em negrito expressa ideia de explicação e pode ser substituída por _________________________________ 7. Em que momento a mãe quis que a panelinha parasse de cozinhar? ______________________________________________________________ 8. Por que a panelinha não parou? _____________________________________________ 9. No 2.º parágrafo, releia o trecho: “(...) a panela continuou fazendo a sopa e a sopa transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu pela cozinha, encheu a cozinha, escorreu pela casa, e depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e continuou sempre escorrendo por todos os lugares, como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para que ninguém mais sentisse fome.” a) Que efeito de sentido causa a repetição dos termos destacados? ______________________________________________________________ b) Sublinhe no trecho uma comparação. 10. Em “É, mas o problema é que ninguém sabia o que fazer para resolver a situação.”, a que se refere a expressão destacada? ______________________________________________________________ 13 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO (...) Lá estava a canoa preparada na véspera, bem calafetada, a corda embrulhada num canto. Colocaram o almoço no fundo e Henrique preparou-se para conduzi-la rio abaixo. Olharam o Paraíba; estava calmo e as águas espumavam nas margens. Eduardo observou: — O rio parece que cresceu, Henrique. Hoje está maior que ontem. Preocupado em empurrar a canoa para longe da margem, Henrique respondeu: — Decerto é por causa das chuvas; tem chovido muito nestes últimos dias. Mas nós voltaremos cedo, não há perigo. Eduardo teve uma ligeira hesitação: — Não será ruim remar assim? Parece que as águas ficam com mais força. — Já disse que se você está com medo, fique. Eu vou. E com o esforço que fez ao empurrar a canoa, Henrique caiu dentro da água molhando-se todo. Não deu a perceber que ficara aborrecido; pulou para cima da canoa e segurou os dois remos. Eduardo, sentado no banco que havia no meio, segurou-se fortemente nas bordas da canoa e olhou para Henrique, cheio de admiração. Com toda calma, Henrique havia depositado o remo quebrado no fundo e com o outro impelia a canoa para longe da margem. Ela começou a deslizar rio abaixo e Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito. Pensou coisas horríveis nesse momento: “E se Henrique perdesse aquele remo? E se não soubessem voltar? E se o rio enchesse mais?” Estava muito arrependido e teve vontade de gritar: “Henrique, vamos voltar, eu não quero ir”. Mas não teve coragem. Ficou quietinho, equilibrando-se com as duas mãos e olhando o rio que corria, majestoso e tranquilo. Henrique sabia mesmo remar; fez a canoa deslizar sempre ao lado da margem, de modo que quase podiam segurar os galhos das árvores que pendiam sobre a água. Eduardo começou a achar bonito e Henrique disse: — Deve ser seis horas agora; o sol está começando a esquentar. A canoa descia vagarosamente; de vez em quando Henrique remava um pouco, conservando-a sempre na mesma direção. Viram lindos pássaros nas margens; outros passavam gritando sobre as cabeças dos dois. O dia prometia ser esplêndido. Henrique tirou cuidadosamente o paletó para secar, pois sentia toda a roupa molhada grudada no corpo; a canoa começou a balançar de um lado para o outro e Eduardo ficou assustado, mas não disse nada. Henrique estendeu o paletó sobre os joelhos e tornou a segurar o remo. A canoa foi indo... foi indo... O sol batia em cheio no rio e as águas pareciam douradas e prateadas; Eduardo achou bonito e deixou pender a mão na água, depois olhou o fundo da canoa para ver se não entrava água; o serviço havia sido perfeito, o barco estava bem calafetado. Henrique começou a assobiar, despreocupado; para mostrar que também não tinha medo, Eduardo assobiou acompanhando Henrique; depois tomou um pouco da água da garrafa dizendo que estava com sede. Apesar da fome que sentiam, resolveram esperar e almoçar na ilha, nem sequer abriram o pacote do almoço. “Pulando moitas, desviando-se dos galhos dos arbustos, subindo e descendo barrancos, os dois meninos foram ver a canoa amarrada na margem do rio. O coração de ambos batia, apressado. Iriam ver, enfim, a ilha verdejante do meio do rio? Aquela ilha tão bonita com tantas árvores, tanta folhagem, tanta beleza?” Você agora vai ler trechos de um livro super legal! Viva as emoções de Eduardo e Henrique, em uma inesquecível narrativa de aventuras, cheia de desafios, na Ilha Perdida! Os fatos se sucedem em ordem cronológica e em ritmo intenso, prendendo a atenção do leitor. Vamos fazer uma pausa para você verificar o que já entendeu até aqui. 1. Onde acontecem os fatos da história? _____________________________________________________________________________________________ 2. Essa aventura foi planejada ou surgiu de repente na vida dos meninos? Em que você se baseou para responder? ______________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 3. O que pode ter causado um aumento do nível do rio? _______________________________________________________________________ 14 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 4. “Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito.” Como pode um coração “dar um salto”? ________________________________________________________________________________________________ 5. Sublinhe no texto as falas em que Eduardo demonstra estar com medo. 6. Em que momento do dia os irmãos começaram sua aventura? Que passagem do texto comprova a sua resposta? ________________________________________________________________________________________________ 7. Em que momentos os meninos usaram seus sentidos para assimilar aquele mundo tão novo para eles? _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ 8. Em “A canoa foi indo... foi indo...” qual é o efeito de sentido a) da repetição da expressão em destaque? ________________________________________________________________________________________________ b) das reticências? ________________________________________________________________________________________________ A canoa foi descendo orio, seguindo o curso das águas. Viram árvores enormes, flores roxas e vermelhas sobressaindo no verde da folhagem; olhavam sempre para uma e outra margem à procura de gente ou casas, mas só viam água e árvores. Depois de algumas horas, avistaram a ilha. Eduardo foi o primeiro a divisá-la e deu um grito de satisfação: — Henrique, veja! É a ilha! Foi com verdadeira emoção que os dois meninos puseram pé em terra; estavam afinal na célebre ilha. Tudo fora tão fácil, pensou Eduardo, e Henrique era tão bom remador, não deviam arrepender-se da mentira pregada aos padrinhos. Que dia divertido e alegre iriam passar ali! Com alguma dificuldade, puxaram a canoa o mais perto possível da terra e amarraram- na a uma árvore próxima com a corda que Nhô Quim lhes havia emprestado. Eduardo lembrou: — Vamos amarrar bem forte, Henrique. Se a corda arrebentar, estamos perdidos porque a canoa vai por água abaixo. Subiram nas árvores, cortaram cipós, descobriram frutas que nunca haviam visto antes; de vez em quando, Henrique perguntava: — Será mesmo habitada esta ilha? Vamos ver se encontramos algum sinal de gente. Por mais que observassem, não encontraram sinal de habitação. Depois de caminhar durante algumas horas, viram serelepes pulando nos galhos mais altos; os bichinhos olhavam para os dois meninos com olhos muito vivos, davam grandes pulos e desapareciam entre a folhagem. Às vezes ouviam o ruflar de asas sobre suas cabeças; deviam ser pássaros que, assustados com a presença dos dois, deixavam seus ninhos e voavam. Quando cansaram de andar, Henrique propôs: — Vamos voltar ao lugar onde deixamos a canoa? Acho que já é hora de voltarmos para casa. — É pena ter de voltar — respondeu Eduardo. — Está tão bonito o nosso passeio; por mim, ficaria mais tempo. Cada um tomou um gole de água e depois iniciaram a caminhada de regresso. Mas quem diz de encontrar o caminho? Ficaram assim discutindo durante uns instantes, depois resolveram caminhar para a direita; andaram uma meia hora e não acharam o caminho por onde haviam passado. — Eu não disse que não era por aqui? É para a esquerda que devemos seguir. Vamos voltar outra vez. Eduardo espantou-se: — Nem sei mais onde fica a direita e a esquerda. Onde é a esquerda? Ficaram imóveis uns instantes e ouviram o ruído do rio correndo sem parar; depois ouviram galhos que estalavam perto deles. Eduardo segurou o braço de Henrique: — Não é nada — disse Henrique. — É o vento. Leia mais uma parte dessa narrativa de aventura. 15 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Mas não encontravam o caminho. Se andavam para a frente, entravam cada vez mais na mata; se andavam para a direita ou para a esquerda, a mesma coisa. De que lado estaria a canoa? Começaram a ficar aflitos, mas um não dizia nada ao outro. Andavam para diante e para trás, sem acertar o caminho. — Será que vamos dormir nesta mata? Henrique fingiu-se muito animado: — Se tivermos que dormir, dormiremos, ora essa. — E Padrinho? E Madrinha? Ficaram quietos uns instantes, depois Henrique disse: — Eles vão mandar um camarada à fazenda vizinha e, quando souberem que nós não estivemos lá, ficarão tão aflitos... — Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se soubesse... (...) 9. Qual é o efeito de sentido dos sinais de exclamação em “— Henrique, veja! É a ilha!” ___________________________________________ ___________________________________________ 10. Transcreva do texto a opinião de Eduardo sobre a chegada à ilha. ___________________________________________ ___________________________________________ 11. Por que Eduardo estava preocupado em amarrar muito bem a canoa na árvore? ___________________________________________ ___________________________________________ 12. Qual é a ideia da expressão destacada em A) “Depois de algumas horas, avistaram a ilha.”? ___________________________________________ B) “Subiram nas árvores, cortaram cipós...” ? ___________________________________________ 13. O que aconteceu quando os meninos resolveram voltar para onde estava a canoa? ___________________________________________ ___________________________________________ 14. Segundo o texto, como foi possível a Henrique calcular as horas apenas olhando pra cima? O que ele concluiu, então? ___________________________________________ ___________________________________________ 15. No trecho "— Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se soubesse...” A) De que Henrique estava arrependido? ___________________________________________ B) Como Henrique deve ter completado essa fala, mentalmente? ___________________________________________ Como nossa história parou por aqui, que tal você criar um final? O que você acha que aconteceu depois? Será que eles ainda viveram outras aventuras?... Como Eduardo e Henrique conseguiram se salvar daquela encrenca? Planeje seu texto, organize suas ideias e escreva. Depois, releia e confira se ficou bem escrito. Adaptado de DUPRÉ, Maria José. A ilha perdida. São Paulo : Ática, 2000. Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio, mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo, começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz um pouco aflita: — Impossível que seja muito tarde; mas parece que o sol já está sumindo. — Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite. Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio, mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo, começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz um pouco aflita: — Impossível que seja muito tarde; mas parece que o sol já está sumindo. — Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite. 14 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 4. “Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito.” Como pode um coração “dar um salto”? ________________________________________________________________________________________________ 5. Sublinhe no texto as falas em que Eduardo demonstra estar com medo. 6. Em que momento do dia os irmãos começaram sua aventura? Que passagem do texto comprova a sua resposta? ________________________________________________________________________________________________ 7. Em que momentos os meninos usaram seus sentidos para assimilar aquele mundo tão novo para eles? _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ 8. Em “A canoa foi indo... foi indo...” qual é o efeito de sentido a) da repetição da expressão em destaque? ________________________________________________________________________________________________ b) das reticências? ________________________________________________________________________________________________ A canoa foi descendo o rio, seguindo o curso das águas. Viram árvores enormes, flores roxas e vermelhas sobressaindo no verde da folhagem; olhavam sempre para uma e outra margem à procura de gente ou casas, mas só viam água e árvores. Depois de algumas horas, avistaram a ilha. Eduardo foi o primeiro a divisá-la e deu um grito de satisfação: — Henrique, veja! É a ilha! Foi com verdadeira emoção que os dois meninos puseram pé em terra; estavam afinal na célebre ilha. Tudo fora tão fácil, pensou Eduardo, e Henrique era tão bom remador, não deviam arrepender-se da mentira pregada aos padrinhos. Que dia divertido e alegre iriam passar ali! Com alguma dificuldade, puxaram a canoa o mais perto possível da terra e amarraram- na a uma árvore próxima com a corda que Nhô Quim lhes havia emprestado. Eduardo lembrou: — Vamos amarrar bem forte, Henrique. Se a corda arrebentar,estamos perdidos porque a canoa vai por água abaixo. Subiram nas árvores, cortaram cipós, descobriram frutas que nunca haviam visto antes; de vez em quando, Henrique perguntava: — Será mesmo habitada esta ilha? Vamos ver se encontramos algum sinal de gente. Por mais que observassem, não encontraram sinal de habitação. Depois de caminhar durante algumas horas, viram serelepes pulando nos galhos mais altos; os bichinhos olhavam para os dois meninos com olhos muito vivos, davam grandes pulos e desapareciam entre a folhagem. Às vezes ouviam o ruflar de asas sobre suas cabeças; deviam ser pássaros que, assustados com a presença dos dois, deixavam seus ninhos e voavam. Quando cansaram de andar, Henrique propôs: — Vamos voltar ao lugar onde deixamos a canoa? Acho que já é hora de voltarmos para casa. — É pena ter de voltar — respondeu Eduardo. — Está tão bonito o nosso passeio; por mim, ficaria mais tempo. Cada um tomou um gole de água e depois iniciaram a caminhada de regresso. Mas quem diz de encontrar o caminho? Ficaram assim discutindo durante uns instantes, depois resolveram caminhar para a direita; andaram uma meia hora e não acharam o caminho por onde haviam passado. — Eu não disse que não era por aqui? É para a esquerda que devemos seguir. Vamos voltar outra vez. Eduardo espantou-se: — Nem sei mais onde fica a direita e a esquerda. Onde é a esquerda? Ficaram imóveis uns instantes e ouviram o ruído do rio correndo sem parar; depois ouviram galhos que estalavam perto deles. Eduardo segurou o braço de Henrique: — Não é nada — disse Henrique. — É o vento. Leia mais uma parte dessa narrativa de aventura. 15 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Mas não encontravam o caminho. Se andavam para a frente, entravam cada vez mais na mata; se andavam para a direita ou para a esquerda, a mesma coisa. De que lado estaria a canoa? Começaram a ficar aflitos, mas um não dizia nada ao outro. Andavam para diante e para trás, sem acertar o caminho. — Será que vamos dormir nesta mata? Henrique fingiu-se muito animado: — Se tivermos que dormir, dormiremos, ora essa. — E Padrinho? E Madrinha? Ficaram quietos uns instantes, depois Henrique disse: — Eles vão mandar um camarada à fazenda vizinha e, quando souberem que nós não estivemos lá, ficarão tão aflitos... — Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se soubesse... (...) 9. Qual é o efeito de sentido dos sinais de exclamação em “— Henrique, veja! É a ilha!” ___________________________________________ ___________________________________________ 10. Transcreva do texto a opinião de Eduardo sobre a chegada à ilha. ___________________________________________ ___________________________________________ 11. Por que Eduardo estava preocupado em amarrar muito bem a canoa na árvore? ___________________________________________ ___________________________________________ 12. Qual é a ideia da expressão destacada em A) “Depois de algumas horas, avistaram a ilha.”? ___________________________________________ B) “Subiram nas árvores, cortaram cipós...”? ___________________________________________ 13. O que aconteceu quando os meninos resolveram voltar para onde estava a canoa? ___________________________________________ ___________________________________________ 14. Segundo o texto, como foi possível a Henrique calcular as horas apenas olhando pra cima? O que ele concluiu, então? ___________________________________________ ___________________________________________ 15. No trecho "— Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se soubesse...” A) De que Henrique estava arrependido? ___________________________________________ B) Como Henrique deve ter completado essa fala, mentalmente? ___________________________________________ Como nossa história parou por aqui, que tal você criar um final? O que você acha que aconteceu depois? Será que eles ainda viveram outras aventuras?... Como Eduardo e Henrique conseguiram se salvar daquela encrenca? Planeje seu texto, organize suas ideias e escreva. Depois, releia e confira se ficou bem escrito. Adaptado de DUPRÉ, Maria José. A ilha perdida. São Paulo : Ática, 2000. Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio, mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo, começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz um pouco aflita: — Impossível que seja muito tarde; mas parece que o sol já está sumindo. — Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite. Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio, mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo, começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz um pouco aflita: — Impossível que seja muito tarde; mas parece que o sol já está sumindo. — Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite. 14 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 4. “Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito.” Como pode um coração “dar um salto”? ________________________________________________________________________________________________ 5. Sublinhe no texto as falas em que Eduardo demonstra estar com medo. 6. Em que momento do dia os irmãos começaram sua aventura? Que passagem do texto comprova a sua resposta? ________________________________________________________________________________________________ 7. Em que momentos os meninos usaram seus sentidos para assimilar aquele mundo tão novo para eles? _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ 8. Em “A canoa foi indo... foi indo...” qual é o efeito de sentido a) da repetição da expressão em destaque? ________________________________________________________________________________________________ b) das reticências? ________________________________________________________________________________________________ A canoa foi descendo o rio, seguindo o curso das águas. Viram árvores enormes, flores roxas e vermelhas sobressaindo no verde da folhagem; olhavam sempre para uma e outra margem à procura de gente ou casas, mas só viam água e árvores. Depois de algumas horas, avistaram a ilha. Eduardo foi o primeiro a divisá-la e deu um grito de satisfação: — Henrique, veja! É a ilha! Foi com verdadeira emoção que os dois meninos puseram pé em terra; estavam afinal na célebre ilha. Tudo fora tão fácil, pensou Eduardo, e Henrique era tão bom remador, não deviam arrepender-se da mentira pregada aos padrinhos. Que dia divertido e alegre iriam passar ali! Com alguma dificuldade, puxaram a canoa o mais perto possível da terra e amarraram- na a uma árvore próxima com a corda que Nhô Quim lhes havia emprestado. Eduardo lembrou: — Vamos amarrar bem forte, Henrique. Se a corda arrebentar, estamos perdidos porque a canoa vai por água abaixo. Subiram nas árvores, cortaram cipós, descobriram frutas que nunca haviam visto antes; de vez em quando, Henrique perguntava: — Será mesmo habitada esta ilha? Vamos ver se encontramos algum sinal de gente. Por mais que observassem, não encontraram sinal de habitação. Depois de caminhar durante algumas horas, viram serelepes pulando nos galhos mais altos; os bichinhos olhavam para os dois meninos com olhos muito vivos, davam grandes pulos e desapareciam entre a folhagem. Às vezes ouviam o ruflar de asas sobre suas cabeças; deviam ser pássaros que, assustados com a presença dos dois, deixavam seus ninhos e voavam. Quando cansaram de andar, Henrique propôs: — Vamos voltar ao lugar onde deixamos a canoa? Acho que já é hora de voltarmos para casa. — É pena ter de voltar — respondeuEduardo. — Está tão bonito o nosso passeio; por mim, ficaria mais tempo. Cada um tomou um gole de água e depois iniciaram a caminhada de regresso. Mas quem diz de encontrar o caminho? Ficaram assim discutindo durante uns instantes, depois resolveram caminhar para a direita; andaram uma meia hora e não acharam o caminho por onde haviam passado. — Eu não disse que não era por aqui? É para a esquerda que devemos seguir. Vamos voltar outra vez. Eduardo espantou-se: — Nem sei mais onde fica a direita e a esquerda. Onde é a esquerda? Ficaram imóveis uns instantes e ouviram o ruído do rio correndo sem parar; depois ouviram galhos que estalavam perto deles. Eduardo segurou o braço de Henrique: — Não é nada — disse Henrique. — É o vento. Leia mais uma parte dessa narrativa de aventura. 15 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Mas não encontravam o caminho. Se andavam para a frente, entravam cada vez mais na mata; se andavam para a direita ou para a esquerda, a mesma coisa. De que lado estaria a canoa? Começaram a ficar aflitos, mas um não dizia nada ao outro. Andavam para diante e para trás, sem acertar o caminho. — Será que vamos dormir nesta mata? Henrique fingiu-se muito animado: — Se tivermos que dormir, dormiremos, ora essa. — E Padrinho? E Madrinha? Ficaram quietos uns instantes, depois Henrique disse: — Eles vão mandar um camarada à fazenda vizinha e, quando souberem que nós não estivemos lá, ficarão tão aflitos... — Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se soubesse... (...) 9. Qual é o efeito de sentido dos sinais de exclamação em “— Henrique, veja! É a ilha!” ___________________________________________ ___________________________________________ 10. Transcreva do texto a opinião de Eduardo sobre a chegada à ilha. ___________________________________________ ___________________________________________ 11. Por que Eduardo estava preocupado em amarrar muito bem a canoa na árvore? ___________________________________________ ___________________________________________ 12. Qual é a ideia da expressão destacada em A) “Depois de algumas horas, avistaram a ilha.”? ___________________________________________ B) “Subiram nas árvores, cortaram cipós...” ? ___________________________________________ 13. O que aconteceu quando os meninos resolveram voltar para onde estava a canoa? ___________________________________________ ___________________________________________ 14. Segundo o texto, como foi possível a Henrique calcular as horas apenas olhando pra cima? O que ele concluiu, então? ___________________________________________ ___________________________________________ 15. No trecho "— Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se soubesse...” A) De que Henrique estava arrependido? ___________________________________________ B) Como Henrique deve ter completado essa fala, mentalmente? ___________________________________________ Como nossa história parou por aqui, que tal você criar um final? O que você acha que aconteceu depois? Será que eles ainda viveram outras aventuras?... Como Eduardo e Henrique conseguiram se salvar daquela encrenca? Planeje seu texto, organize suas ideias e escreva. Depois, releia e confira se ficou bem escrito. Adaptado de DUPRÉ, Maria José. A ilha perdida. São Paulo : Ática, 2000. Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio, mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo, começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz um pouco aflita: — Impossível que seja muito tarde; mas parece que o sol já está sumindo. — Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite. Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio, mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo, começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz um pouco aflita: — Impossível que seja muito tarde; mas parece que o sol já está sumindo. — Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite. 14 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 4. “Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito.” Como pode um coração “dar um salto”? ________________________________________________________________________________________________ 5. Sublinhe no texto as falas em que Eduardo demonstra estar com medo. 6. Em que momento do dia os irmãos começaram sua aventura? Que passagem do texto comprova a sua resposta? ________________________________________________________________________________________________ 7. Em que momentos os meninos usaram seus sentidos para assimilar aquele mundo tão novo para eles? _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ 8. Em “A canoa foi indo... foi indo...” qual é o efeito de sentido a) da repetição da expressão em destaque? ________________________________________________________________________________________________ b) das reticências? ________________________________________________________________________________________________ A canoa foi descendo o rio, seguindo o curso das águas. Viram árvores enormes, flores roxas e vermelhas sobressaindo no verde da folhagem; olhavam sempre para uma e outra margem à procura de gente ou casas, mas só viam água e árvores. Depois de algumas horas, avistaram a ilha. Eduardo foi o primeiro a divisá-la e deu um grito de satisfação: — Henrique, veja! É a ilha! Foi com verdadeira emoção que os dois meninos puseram pé em terra; estavam afinal na célebre ilha. Tudo fora tão fácil, pensou Eduardo, e Henrique era tão bom remador, não deviam arrepender-se da mentira pregada aos padrinhos. Que dia divertido e alegre iriam passar ali! Com alguma dificuldade, puxaram a canoa o mais perto possível da terra e amarraram- na a uma árvore próxima com a corda que Nhô Quim lhes havia emprestado. Eduardo lembrou: — Vamos amarrar bem forte, Henrique. Se a corda arrebentar, estamos perdidos porque a canoa vai por água abaixo. Subiram nas árvores, cortaram cipós, descobriram frutas que nunca haviam visto antes; de vez em quando, Henrique perguntava: — Será mesmo habitada esta ilha? Vamos ver se encontramos algum sinal de gente. Por mais que observassem, não encontraram sinal de habitação. Depois de caminhar durante algumas horas, viram serelepes pulando nos galhos mais altos; os bichinhos olhavam para os dois meninos com olhos muito vivos, davam grandes pulos e desapareciam entre a folhagem. Às vezes ouviam o ruflar de asas sobre suas cabeças; deviam ser pássaros que, assustados com a presença dos dois, deixavam seus ninhos e voavam. Quando cansaram de andar, Henrique propôs: — Vamos voltar ao lugar onde deixamos a canoa? Acho que já é hora de voltarmos para casa. — É pena ter de voltar — respondeu Eduardo. — Está tão bonito o nosso passeio; por mim, ficaria mais tempo. Cada um tomou um gole de água e depois iniciaram a caminhada de regresso. Mas quem diz de encontrar o caminho? Ficaram assim discutindo durante uns instantes, depois resolveram caminhar para a direita; andaram uma meia hora e não acharam o caminho por onde haviam passado. — Eu não disse que não era por aqui? É para a esquerda que devemos seguir. Vamos voltar outra vez. Eduardo espantou-se: — Nem sei mais onde fica a direita e a esquerda. Onde é a esquerda? Ficaram imóveis uns instantes e ouviram o ruído do rio correndo sem parar; depois ouviram galhos que estalavam perto deles. Eduardo segurou o braço de Henrique: — Não é nada — disse Henrique. — É o vento. Leia mais uma parte dessa narrativa de aventura. 15 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E/ 2 02 1 · 6º A NO Mas não encontravam o caminho. Se andavam para a frente, entravam cada vez mais na mata; se andavam para a direita ou para a esquerda, a mesma coisa. De que lado estaria a canoa? Começaram a ficar aflitos, mas um não dizia nada ao outro. Andavam para diante e para trás, sem acertar o caminho. — Será que vamos dormir nesta mata? Henrique fingiu-se muito animado: — Se tivermos que dormir, dormiremos, ora essa. — E Padrinho? E Madrinha? Ficaram quietos uns instantes, depois Henrique disse: — Eles vão mandar um camarada à fazenda vizinha e, quando souberem que nós não estivemos lá, ficarão tão aflitos... — Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se soubesse... (...) 9. Qual é o efeito de sentido dos sinais de exclamação em “— Henrique, veja! É a ilha!” ___________________________________________ ___________________________________________ 10. Transcreva do texto a opinião de Eduardo sobre a chegada à ilha. ___________________________________________ ___________________________________________ 11. Por que Eduardo estava preocupado em amarrar muito bem a canoa na árvore? ___________________________________________ ___________________________________________ 12. Qual é a ideia da expressão destacada em A) “Depois de algumas horas, avistaram a ilha.”? ___________________________________________ B) “Subiram nas árvores, cortaram cipós...”? ___________________________________________ 13. O que aconteceu quando os meninos resolveram voltar para onde estava a canoa? ___________________________________________ ___________________________________________ 14. Segundo o texto, como foi possível a Henrique calcular as horas apenas olhando pra cima? O que ele concluiu, então? ___________________________________________ ___________________________________________ 15. No trecho "— Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se soubesse...” A) De que Henrique estava arrependido? ___________________________________________ B) Como Henrique deve ter completado essa fala, mentalmente? ___________________________________________ Como nossa história parou por aqui, que tal você criar um final? O que você acha que aconteceu depois? Será que eles ainda viveram outras aventuras?... Como Eduardo e Henrique conseguiram se salvar daquela encrenca? Planeje seu texto, organize suas ideias e escreva. Depois, releia e confira se ficou bem escrito. Adaptado de DUPRÉ, Maria José. A ilha perdida. São Paulo : Ática, 2000. Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio, mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo, começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz um pouco aflita: — Impossível que seja muito tarde; mas parece que o sol já está sumindo. — Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite. Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio, mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo, começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz um pouco aflita: — Impossível que seja muito tarde; mas parece que o sol já está sumindo. — Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite. 16 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Dois elementos da natureza se enfrentam na fábula que você vai ler. 1. Quem são os personagens da fábula? ____________________________________________________________________________________________ 2. Qual é a situação inicial da história? ____________________________________________________________________________________________ 3. Qual é a ideia transmitida pela expressão destacada no trecho “De repente, viram um viajante caminhando.”? ____________________________________________________________________________________________ 4. Qual é o conflito gerador da história? ____________________________________________________________________________________________ 5. Qual é o sentido da palavra “propôs”? ____________________________________________________________________________________________ 6. O que fez o vento ao perceber que não conseguia fazer o homem tirar o paletó? ____________________________________________________________________________________________ 7. Qual dos dois concorrentes fez mais esforço tentando vencer a aposta? Por quê? ____________________________________________________________________________________________ 8. Qual dos dois conseguiu retirar o paletó do viajante? ____________________________________________________________________________________________ O vvento e o ssol O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. De repente, viram um viajante que vinha caminhando. – Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante tirar o casaco, será o mais forte. – Você começa! - propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem. O vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se. O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó. Moral da História: O amor constrói, a violência arruína. O Mundo da Criança Histórias de fadas. Editora Delta: Rio de Janeiro, Conte, oralmente, essa fábula para seus colegas. Vocês vão observar as diferenças entre a língua falada e a língua escrita. Quando escrevemos, temos os sinais de pontuação, a organização das palavras e os parágrafos para dar sentido ao texto. Já quando falamos, a entonação, a expressividade, as idas e vindas da fala é que vão construindo esse sentido. A fábula é uma narrativa curta e, geralmente, seus personagens são animais ou outros seres da natureza, com características humanas. Trazem sempre um ensinamento, ou moral. 17 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO9. Qual dos ditados populares abaixo também serve como ensinamento para essa fábula? Faça um X na opção adequada. a) Quem tudo quer, tudo perde. b) A pressa é inimiga da perfeição. c) A esperteza vale mais do que a força. d) Quem semeia vento, colhe tempestade. Você já sabe que uma fábula tem uma lição de moral. Escolha um dos ditados populares da questão anterior e imagine uma situação que o tenha como ensinamento. Pense em quais personagens você poderia usar para participar dessa fábula. Lembre-se de reler sua produção, conferindo se ficou bem escrita, se você usou sinais de pontuação, se os parágrafos ficaram bem divididos. QUARENTENINHAS – 15 O gato de Lucas trouxe um beija-flor na boca. O pai pensou em jogar o passarinho no lixo, mas Lucas viu que ele ainda estava respirando e pediu para cuidar do bichinho. Colocou-o numa gaiola vazia que a mãe usava de enfeite, deu-lhe água, carinho e o nome de Beijoca. No final do dia, Beijoca começou a bater asas. - Parece que você ganhou um amigo para a quarentena. - disse o pai. - Passarinho pega covid? - Lucas perguntou. - Não, não pega. - Então é melhor soltar ele. Ficar trancado é muito chato. Lucas abriu a gaiola e o beija-flor saiu voando. Antes de sumir de vez, virou-se e mandou uma beijoca de despedida. TORERO, José Roberto. Quarenteninhas. São Paulo: Padaria de Livros, 2020 A crônica é um texto curto, que conta um fato do dia a dia, de maneira leve. Costuma ter poucos personagens. 1. De que modo apareceu um beija-flor na vida de Lucas? _______________________________________________________________________________________________ 2. Releia o 1º e o 2º parágrafos do texto. Observe que o autor se referiu a beija-flor com palavras diferentes. Sublinhe no texto essas palavras que se referem a beija-flor. Depois, experimente ler em voz alta esses 2 parágrafos, substituindo porbeija-flor as palavras que você sublinhou. O que você percebeu com sua leitura? _______________________________________________________________________________________________ 3. O que pode ter levado o pai de Lucas a querer jogar o passarinho no lixo? _______________________________________________________________________________________________ Ditados populares são frases com explicações ou ensinamentos, que o povo repete. 16 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Dois elementos da natureza se enfrentam na fábula que você vai ler. 1. Quem são os personagens da fábula? ____________________________________________________________________________________________ 2. Qual é a situação inicial da história? ____________________________________________________________________________________________ 3. Qual é a ideia transmitida pela expressão destacada no trecho “De repente, viram um viajante caminhando.”? ____________________________________________________________________________________________ 4. Qual é o conflito gerador da história? ____________________________________________________________________________________________ 5. Qual é o sentido da palavra “propôs”? ____________________________________________________________________________________________ 6. O que fez o vento ao perceber que não conseguia fazer o homem tirar o paletó? ____________________________________________________________________________________________ 7. Qual dos dois concorrentes fez mais esforço tentando vencer a aposta? Por quê? ____________________________________________________________________________________________ 8. Qual dos dois conseguiu retirar o paletó do viajante? ____________________________________________________________________________________________ O Vento e o Sol O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. De repente, viram um viajante que vinha caminhando. – Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante tirar o casaco, será o mais forte. – Você começa! - propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem. O vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se. O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó. Moral da História: O amor constrói, a violência arruína. O Mundo da Criança Histórias de fadas. Editora Delta: Rio de Janeiro, Conte, oralmente, essa fábula para seus colegas. Vocês vão observar as diferenças entre a língua falada e a língua escrita. Quando escrevemos, temos os sinais de pontuação, a organização das palavras e os parágrafos para dar sentido ao texto. Já quando falamos, a entonação, a expressividade, as idas e vindas da fala é que vão construindo esse sentido. A fábula é uma narrativa curta e, geralmente, seus personagens são animais ou outros seres da natureza, com características humanas. Trazem sempre um ensinamento, ou moral. 17 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO9. Qual dos ditados populares abaixo também serve como ensinamento para essa fábula? Faça um X na opção adequada. a) Quem tudo quer, tudo perde. b) A pressa é inimiga da perfeição. c) A esperteza vale mais do que a força. d) Quem semeia vento, colhe tempestade. Você já sabe que uma fábula tem uma lição de moral. Escolha um dos ditados populares da questão anterior e imagine uma situação que o tenha como ensinamento. Pense em quais personagens você poderia usar para participar dessa fábula. Lembre-se de reler sua produção, conferindo se ficou bem escrita, se você usou sinais de pontuação, se os parágrafos ficaram bem divididos. QUARENTENINHAS – 15 O gato de Lucas trouxe um beija-flor na boca. O pai pensou em jogar o passarinho no lixo, mas Lucas viu que ele ainda estava respirando e pediu para cuidar do bichinho. Colocou-o numa gaiola vazia que a mãe usava de enfeite, deu-lhe água, carinho e o nome de Beijoca. No final do dia, Beijoca começou a bater asas. - Parece que você ganhou um amigo para a quarentena. - disse o pai. - Passarinho pega covid? - Lucas perguntou. - Não, não pega. - Então é melhor soltar ele. Ficar trancado é muito chato. Lucas abriu a gaiola e o beija-flor saiu voando. Antes de sumir de vez, virou-se e mandou uma beijoca de despedida. TORERO, José Roberto. Quarenteninhas. São Paulo: Padaria de Livros, 2020 A crônica é um texto curto, que conta um fato do dia a dia, de maneira leve. Costuma ter poucos personagens. 1. De que modo apareceu um beija-flor na vida de Lucas? _______________________________________________________________________________________________ 2. Releia o 1º e o 2º parágrafos do texto. Observe que o autor se referiu a beija-flor com palavras diferentes. Sublinhe no texto essas palavras que se referem a beija-flor. Depois, experimente ler em voz alta esses 2 parágrafos, substituindo por beija-flor as palavras que você sublinhou. O que você percebeu com sua leitura? _______________________________________________________________________________________________ 3. O que pode ter levado o pai de Lucas a querer jogar o passarinho no lixo? _______________________________________________________________________________________________ Ditados populares são frases com explicações ou ensinamentos, que o povo repete. 16 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Dois elementos da natureza se enfrentam na fábula que você vai ler. 1. Quem são os personagens da fábula? ____________________________________________________________________________________________ 2. Qual é a situação inicial da história? ____________________________________________________________________________________________ 3. Qual é a ideia transmitida pela expressão destacada no trecho “De repente, viram um viajante caminhando.”? ____________________________________________________________________________________________ 4. Qual é o conflito gerador da história? ____________________________________________________________________________________________ 5. Qual é o sentido da palavra “propôs”? ____________________________________________________________________________________________ 6. O que fez o vento ao perceber que não conseguia fazer o homem tirar o paletó? ____________________________________________________________________________________________ 7. Qual dos dois concorrentes fez mais esforço tentando vencer a aposta? Por quê? ____________________________________________________________________________________________ 8. Qual dos dois conseguiu retirar o paletó do viajante? ____________________________________________________________________________________________ O vvento e o ssol O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. De repente, viram um viajante que vinha caminhando. – Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante tirar o casaco, será o mais forte. – Você começa! - propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem. O vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se. O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó. Moral da História: O amor constrói, a violência arruína. O Mundo da Criança Histórias de fadas. Editora Delta: Rio de Janeiro, Conte, oralmente, essa fábula para seus colegas. Vocês vão observar as diferenças entre a língua falada e a língua escrita. Quando escrevemos, temos os sinais de pontuação, a organização das palavras e os parágrafos para dar sentido ao texto. Já quando falamos, a entonação, a expressividade, as idas e vindas da fala é que vão construindo esse sentido. A fábula é uma narrativa curta e, geralmente, seus personagens são animais ou outros seres da natureza, com característicashumanas. Trazem sempre um ensinamento, ou moral. 17 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO9. Qual dos ditados populares abaixo também serve como ensinamento para essa fábula? Faça um X na opção adequada. a) Quem tudo quer, tudo perde. b) A pressa é inimiga da perfeição. c) A esperteza vale mais do que a força. d) Quem semeia vento, colhe tempestade. Você já sabe que uma fábula tem uma lição de moral. Escolha um dos ditados populares da questão anterior e imagine uma situação que o tenha como ensinamento. Pense em quais personagens você poderia usar para participar dessa fábula. Lembre-se de reler sua produção, conferindo se ficou bem escrita, se você usou sinais de pontuação, se os parágrafos ficaram bem divididos. QUARENTENINHAS – 15 O gato de Lucas trouxe um beija-flor na boca. O pai pensou em jogar o passarinho no lixo, mas Lucas viu que ele ainda estava respirando e pediu para cuidar do bichinho. Colocou-o numa gaiola vazia que a mãe usava de enfeite, deu-lhe água, carinho e o nome de Beijoca. No final do dia, Beijoca começou a bater asas. - Parece que você ganhou um amigo para a quarentena. - disse o pai. - Passarinho pega covid? - Lucas perguntou. - Não, não pega. - Então é melhor soltar ele. Ficar trancado é muito chato. Lucas abriu a gaiola e o beija-flor saiu voando. Antes de sumir de vez, virou-se e mandou uma beijoca de despedida. TORERO, José Roberto. Quarenteninhas. São Paulo: Padaria de Livros, 2020 A crônica é um texto curto, que conta um fato do dia a dia, de maneira leve. Costuma ter poucos personagens. 1. De que modo apareceu um beija-flor na vida de Lucas? _______________________________________________________________________________________________ 2. Releia o 1º e o 2º parágrafos do texto. Observe que o autor se referiu a beija-flor com palavras diferentes. Sublinhe no texto essas palavras que se referem a beija-flor. Depois, experimente ler em voz alta esses 2 parágrafos, substituindo por beija-flor as palavras que você sublinhou. O que você percebeu com sua leitura? _______________________________________________________________________________________________ 3. O que pode ter levado o pai de Lucas a querer jogar o passarinho no lixo? _______________________________________________________________________________________________ Ditados populares são frases com explicações ou ensinamentos, que o povo repete. 16 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Dois elementos da natureza se enfrentam na fábula que você vai ler. 1. Quem são os personagens da fábula? ____________________________________________________________________________________________ 2. Qual é a situação inicial da história? ____________________________________________________________________________________________ 3. Qual é a ideia transmitida pela expressão destacada no trecho “De repente, viram um viajante caminhando.”? ____________________________________________________________________________________________ 4. Qual é o conflito gerador da história? ____________________________________________________________________________________________ 5. Qual é o sentido da palavra “propôs”? ____________________________________________________________________________________________ 6. O que fez o vento ao perceber que não conseguia fazer o homem tirar o paletó? ____________________________________________________________________________________________ 7. Qual dos dois concorrentes fez mais esforço tentando vencer a aposta? Por quê? ____________________________________________________________________________________________ 8. Qual dos dois conseguiu retirar o paletó do viajante? ____________________________________________________________________________________________ O Vento e o Sol O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. De repente, viram um viajante que vinha caminhando. – Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante tirar o casaco, será o mais forte. – Você começa! - propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem. O vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se. O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó. Moral da História: O amor constrói, a violência arruína. O Mundo da Criança Histórias de fadas. Editora Delta: Rio de Janeiro, Conte, oralmente, essa fábula para seus colegas. Vocês vão observar as diferenças entre a língua falada e a língua escrita. Quando escrevemos, temos os sinais de pontuação, a organização das palavras e os parágrafos para dar sentido ao texto. Já quando falamos, a entonação, a expressividade, as idas e vindas da fala é que vão construindo esse sentido. A fábula é uma narrativa curta e, geralmente, seus personagens são animais ou outros seres da natureza, com características humanas. Trazem sempre um ensinamento, ou moral. 17 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO9. Qual dos ditados populares abaixo também serve como ensinamento para essa fábula? Faça um X na opção adequada. a) Quem tudo quer, tudo perde. b) A pressa é inimiga da perfeição. c) A esperteza vale mais do que a força. d) Quem semeia vento, colhe tempestade. Você já sabe que uma fábula tem uma lição de moral. Escolha um dos ditados populares da questão anterior e imagine uma situação que o tenha como ensinamento. Pense em quais personagens você poderia usar para participar dessa fábula. Lembre-se de reler sua produção, conferindo se ficou bem escrita, se você usou sinais de pontuação, se os parágrafos ficaram bem divididos. QUARENTENINHAS – 15 O gato de Lucas trouxe um beija-flor na boca. O pai pensou em jogar o passarinho no lixo, mas Lucas viu que ele ainda estava respirando e pediu para cuidar do bichinho. Colocou-o numa gaiola vazia que a mãe usava de enfeite, deu-lhe água, carinho e o nome de Beijoca. No final do dia, Beijoca começou a bater asas. - Parece que você ganhou um amigo para a quarentena. - disse o pai. - Passarinho pega covid? - Lucas perguntou. - Não, não pega. - Então é melhor soltar ele. Ficar trancado é muito chato. Lucas abriu a gaiola e o beija-flor saiu voando. Antes de sumir de vez, virou-se e mandou uma beijoca de despedida. TORERO, José Roberto. Quarenteninhas. São Paulo: Padaria de Livros, 2020 A crônica é um texto curto, que conta um fato do dia a dia, de maneira leve. Costuma ter poucos personagens. 1. De que modo apareceu um beija-flor na vida de Lucas? _______________________________________________________________________________________________ 2. Releia o 1º e o 2º parágrafos do texto. Observe que o autor se referiu a beija-flor com palavras diferentes. Sublinhe no texto essas palavras que se referem a beija-flor. Depois, experimente ler em voz alta esses 2 parágrafos, substituindo por beija-flor as palavras que você sublinhou. O que você percebeu com sua leitura? _______________________________________________________________________________________________ 3. O que pode ter levado o pai de Lucas a querer jogar o passarinho no lixo? _______________________________________________________________________________________________ Ditados populares são frases com explicações ou ensinamentos, que o povo repete. 18 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 4. Qual é o efeito de sentido da palavra destacada em “(...) mas Lucas viu que ele ainda estava respirando e pediu para cuidar do bichinho.” ________________________________________________________________________________________________ 5. Qual é a ideia expressa por “No final do dia”? ________________________________________________________________________________________________ 6. Em que o pai do menino pensou quando disse “Parece que você ganhou um amigo para a quarentena.”? ________________________________________________________________________________________________7. Em que Lucas pensou quando perguntou se passarinho pega Covid? ________________________________________________________________________________________________ 8. Em que será que o menino se baseou quando disse que ficar trancado é muito chato? ________________________________________________________________________________________________ 1. Onde nasceu o pardalzinho? _______________________________________________________________ 2. Em “Foram cuidados em vão:”, o que significa a expressão em negrito? _______________________________________________________________ 3. Que verso explica a causa da morte do passarinho? _______________________________________________________________________________________ 4. Agora você vai completar o quadro, comparando os textos. BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguiar, 1985. Pardalzinho O pardalzinho nasceu Livre. Quebraram-lhe a asa. Sacha lhe deu uma casa, Água, comida e carinhos. Foram cuidados em vão: A casa era uma prisão, O pardalzinho morreu. O corpo Sacha enterrou No jardim; a alma, essa voou Para o céu dos passarinhos Quarenteninhas-15 Pardalzinho Espécie do pássaro. Cuidou da ave. O que a ave recebeu. Destino da ave. Você já sabe que a crônica é um gênero textual geralmente curto, que conta um fato corriqueiro, isto é, comum, com uma linguagem simples, informal. A crônica narra a vida diária e todos temos o que contar, mesmo ficando mais em casa, devido à pandemia. Escreva sobre um fato que aconteceu com você e sua família, dentro de casa, em um momento agradável, descontraído, ou mesmo de reflexão. Conte em que momento do dia isso aconteceu e quem estava com você. Verifique se seu texto ficou bem escrito, agradável de ler, com os sinais de pontuação adequados. E aqui terminamos o 3º bimestre! 19 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NOChegamos ao último bimestre de 2021 com um cardápio variado de gêneros textuais. Você vai curtir! Localizada 710 metros acima do nível do mar, no alto do morro do Corcovado, a estátua de concreto recebe quase dois milhões de visitantes por ano e em outubro comemora 90 anos de vida. A arquiteta Cristina Ventura, responsável pelas obras, sobe várias escadas no interior da estátua gigante e olha para fora por um estreito orifício localizado em um dos braços abertos do monumento que domina a cidade. "A estrutura externa, que fica exposta ao ar livre, vem sofrendo um processo de desgaste natural por conta do sol, da chuva, dos raios, as diferenças de temperatura", explica Ventura. O alpinista Marcos Sidnei coordena esse trabalho nas alturas. Ele sorri ao dizer que quem sobe ao Cristo "cada dia vê uma paisagem diferente", dependendo da configuração das nuvens, da luz ou da presença de nevoeiro sobre a cidade. Adaptado de https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2021/03/27/interna_internaciona l,1251225/cristo-redentor-e-restaurado-para-comemorar-seus-90-anos.shtml Cristo Redentor é restaurado para comemorar seus 90 anos A pandemia o obrigou a permanecer fechado entre março e agosto de 2020, o maior período que passou sem receber visitantes. O projeto de restauração, que se estenderá ao longo do ano, também pretende traçar um plano de manutenção preventiva para evitar que sofra grandes danos no futuro. Ventura sabe o tamanho do desafio que tem nas mãos: "O Cristo Redentor acolhe a população brasileira. Então, é uma responsabilidade, um privilégio muito grande estar aqui". https://prensacelam .org/w p-content/uploads/2020/10/C risto-R edentor-800x445.jpg 1. Qual é o fato noticiado? ________________________________________________________________________________ 2. Quem é a pessoa responsável pelas obras de restauração? _______________________________________________________________________________ 3. O que provoca o desgaste da estrutura externa da estátua? _______________________________________________________________________________ 4. A que se referem os números abaixo, citados na notícia? 5. Releia o 3º parágrafo do texto e responda: A) A que se refere a expressão esse trabalho? ________________________________________________________ B) Qual é o efeito de sentido das aspas em "cada dia vê uma paisagem diferente“? _________________________________________________________________________________________________ C) Que consequências têm, sobre os visitantes do Cristo, as nuvens, a luz ou a presença de nevoeiro sobre a cidade? _________________________________________________________________________________________________ 6. Qual é a opinião da arquiteta Cristina Ventura sobre o desafio desse trabalho? ________________________________________________________________________ a.) 710 _______________________________________________________________________________________ b.) 2 milhões _______________________________________________________________________________________ c.) 90 _______________________________________________________________________________________ d.) 1931 _______________________________________________________________________________________ e.) 2007 _______________________________________________________________________________________ Consulte seu material do 2º bimestre e reveja os principais elementos da notícia: título ou manchete, subtítulo e lide. Ninguém escapa das marcas da idade, nem mesmo o majestoso Cristo Redentor, que passa por uma restauração para comemorar seus 90 anos em plena forma. A estátua foi inaugurada em 12 de outubro de 1931. Em 1973, foi declarado monumento histórico e em 2007, uma das sete maravilhas do mundo moderno. 18 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 4. Qual é o efeito de sentido da palavra destacada em “(...) mas Lucas viu que ele ainda estava respirando e pediu para cuidar do bichinho.” _______________________________________________________________________________________________5 5. Qual é a ideia expressa por “No final do dia”? _______________________________________________________________________________________________ 6. Em que o pai do menino pensou quando disse “Parece que você ganhou um amigo para a quarentena.”? ________________________________________________________________________________________________ 7. Em que Lucas pensou quando perguntou se passarinho pega Covid? ________________________________________________________________________________________________ 8. Em que será que o menino se baseou quando disse que ficar trancado é muito chato? ________________________________________________________________________________________________ 1. Onde nasceu o pardalzinho? _______________________________________________________________ 2. Em “Foram cuidados em vão:”, o que significa a expressão em negrito? _______________________________________________________________ 3. Que verso explica a causa da morte do passarinho? _______________________________________________________________________________________ 4. Agora você vai completar o quadro, comparando os textos. BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguiar, 1985. Pardalzinho O pardalzinho nasceu Livre. Quebraram-lhe a asa. Sacha lhe deu uma casa, Água, comida e carinhos. Foram cuidados em vão: A casa era uma prisão, O pardalzinho morreu. O corpo Sacha enterrou No jardim; a alma, essa voou Para o céu dos passarinhos Quarenteninhas-15 Pardalzinho Espécie do pássaro. Cuidou da ave. O que a ave recebeu. Destino da ave. Você já sabe que a crônica é um gênero textual geralmente curto, que conta um fato corriqueiro, isto é, comum, com uma linguagem simples, informal. A crônica narra a vida diária e todos temos o que contar, mesmo ficando mais em casa, devido à pandemia. Escreva sobre um fato que aconteceu com você e sua família, dentro de casa, em um momento agradável, descontraído, ou mesmo de reflexão. Conte em que momento do dia isso aconteceu e quem estava com você. Verifique se seu texto ficou bem escrito,agradável de ler, com os sinais de pontuação adequados. E aqui terminamos o 3º bimestre! 19 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NOChegamos ao último bimestre de 2021 com um cardápio variado de gêneros textuais. Você vai curtir! Localizada 710 metros acima do nível do mar, no alto do morro do Corcovado, a estátua de concreto recebe quase dois milhões de visitantes por ano e em outubro comemora 90 anos de vida. A arquiteta Cristina Ventura, responsável pelas obras, sobe várias escadas no interior da estátua gigante e olha para fora por um estreito orifício localizado em um dos braços abertos do monumento que domina a cidade. "A estrutura externa, que fica exposta ao ar livre, vem sofrendo um processo de desgaste natural por conta do sol, da chuva, dos raios, as diferenças de temperatura", explica Ventura. O alpinista Marcos Sidnei coordena esse trabalho nas alturas. Ele sorri ao dizer que quem sobe ao Cristo "cada dia vê uma paisagem diferente", dependendo da configuração das nuvens, da luz ou da presença de nevoeiro sobre a cidade. Adaptado de https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2021/03/27/interna_internaciona l,1251225/cristo-redentor-e-restaurado-para-comemorar-seus-90-anos.shtml Cristo Redentor é restaurado para comemorar seus 90 anos A pandemia o obrigou a permanecer fechado entre março e agosto de 2020, o maior período que passou sem receber visitantes. O projeto de restauração, que se estenderá ao longo do ano, também pretende traçar um plano de manutenção preventiva para evitar que sofra grandes danos no futuro. Ventura sabe o tamanho do desafio que tem nas mãos: "O Cristo Redentor acolhe a população brasileira. Então, é uma responsabilidade, um privilégio muito grande estar aqui". https://prensacelam .org/w p-content/uploads/2020/10/C risto-R edentor-800x445.jpg 1. Qual é o fato noticiado? ________________________________________________________________________________ 2. Quem é a pessoa responsável pelas obras de restauração? _______________________________________________________________________________ 3. O que provoca o desgaste da estrutura externa da estátua? _______________________________________________________________________________ A) A que se refere a expressão esse trabalho? ________________________________________________________ B) Qual é o efeito de sentido das aspas em "cada dia vê uma paisagem diferente“? _________________________________________________________________________________________________ C) Que consequências têm, sobre os visitantes do Cristo, as nuvens, a luz ou a presença de nevoeiro sobre a cidade? _________________________________________________________________________________________________ 6. Qual é a opinião da arquiteta Cristina Ventura sobre o desafio desse trabalho? ________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ 4. A que se referem os números abaixo, citados na notícia? a.) 710 b.) 2 milhões c.) 90 d.) 1931 e.) 2007 5. Releia o 3º parágrafo do texto e responda: _______________________________________________________________________________________ Consulte o seu material do 2º bimestre e reveja os principais elementos da notícia: título ou manchete, subtítulo e lide. Ninguém escapa das marcas da idade, nem mesmo o majestoso Cristo Redentor, que passa por uma restauração para comemorar seus 90 anos em plena forma. A estátua foi inaugurada em 12 de outubro de 1931. Em 1973, foi declarada monumento histórico e em 2007, uma das sete maravilhas do mundo moderno. 18 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 4. Qual é o efeito de sentido da palavra destacada em “(...) mas Lucas viu que ele ainda estava respirando e pediu para cuidar do bichinho.” ________________________________________________________________________________________________ 5. Qual é a ideia expressa por “No final do dia”? ________________________________________________________________________________________________ 6. Em que o pai do menino pensou quando disse “Parece que você ganhou um amigo para a quarentena.”? ________________________________________________________________________________________________ 7. Em que Lucas pensou quando perguntou se passarinho pega Covid? ________________________________________________________________________________________________ 8. Em que será que o menino se baseou quando disse que ficar trancado é muito chato? ________________________________________________________________________________________________ 1. Onde nasceu o pardalzinho? _______________________________________________________________ 2. Em “Foram cuidados em vão:”, o que significa a expressão em negrito? _______________________________________________________________ 3. Que verso explica a causa da morte do passarinho? _______________________________________________________________________________________ 4. Agora você vai completar o quadro, comparando os textos. BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguiar, 1985. Pardalzinho O pardalzinho nasceu Livre. Quebraram-lhe a asa. Sacha lhe deu uma casa, Água, comida e carinhos. Foram cuidados em vão: A casa era uma prisão, O pardalzinho morreu. O corpo Sacha enterrou No jardim; a alma, essa voou Para o céu dos passarinhos Quarenteninhas-15 Pardalzinho Espécie do pássaro. Cuidou da ave. O que a ave recebeu. Destino da ave. Você já sabe que a crônica é um gênero textual geralmente curto, que conta um fato corriqueiro, isto é, comum, com uma linguagem simples, informal. A crônica narra a vida diária e todos temos o que contar, mesmo ficando mais em casa, devido à pandemia. Escreva sobre um fato que aconteceu com você e sua família, dentro de casa, em um momento agradável, descontraído, ou mesmo de reflexão. Conte em que momento do dia isso aconteceu e quem estava com você. Verifique se seu texto ficou bem escrito, agradável de ler, com os sinais de pontuação adequados. E aqui terminamos o 3º bimestre! 19 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NOChegamos ao último bimestre de 2021 com um cardápio variado de gêneros textuais. Você vai curtir! Localizada 710 metros acima do nível do mar, no alto do morro do Corcovado, a estátua de concreto recebe quase dois milhões de visitantes por ano e em outubro comemora 90 anos de vida. A arquiteta Cristina Ventura, responsável pelas obras, sobe várias escadas no interior da estátua gigante e olha para fora por um estreito orifício localizado em um dos braços abertos do monumento que domina a cidade. "A estrutura externa, que fica exposta ao ar livre, vem sofrendo um processo de desgaste natural por conta do sol, da chuva, dos raios, as diferenças de temperatura", explica Ventura. O alpinista Marcos Sidnei coordena esse trabalho nas alturas. Ele sorri ao dizer que quem sobe ao Cristo "cada dia vê uma paisagem diferente", dependendo da configuração das nuvens, da luz ou da presença de nevoeiro sobre a cidade. Adaptado de https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2021/03/27/interna_internaciona l,1251225/cristo-redentor-e-restaurado-para-comemorar-seus-90-anos.shtml Cristo Redentor é restaurado para comemorar seus 90 anos A pandemia o obrigou a permanecer fechado entre março e agosto de 2020, o maior período que passou sem receber visitantes. O projeto de restauração, que se estenderá ao longo do ano, também pretende traçar um plano de manutenção preventiva para evitar que sofra grandes danos no futuro. Ventura sabe o tamanho do desafio que tem nas mãos: "O Cristo Redentor acolhe a população brasileira.Então, é uma responsabilidade, um privilégio muito grande estar aqui". https://prensacelam .org/w p-content/uploads/2020/10/C risto-R edentor-800x445.jpg 1. Qual é o fato noticiado? ________________________________________________________________________________ 2. Quem é a pessoa responsável pelas obras de restauração? _______________________________________________________________________________ 3. O que provoca o desgaste da estrutura externa da estátua? _______________________________________________________________________________ 4. A que se referem os números abaixo, citados na notícia? 5. Releia o 3º parágrafo do texto e responda: A) A que se refere a expressão esse trabalho? ________________________________________________________ B) Qual é o efeito de sentido das aspas em "cada dia vê uma paisagem diferente“? _________________________________________________________________________________________________ C) Que consequências têm, sobre os visitantes do Cristo, as nuvens, a luz ou a presença de nevoeiro sobre a cidade? _________________________________________________________________________________________________ 6. Qual é a opinião da arquiteta Cristina Ventura sobre o desafio desse trabalho? ________________________________________________________________________ a.) 710 _______________________________________________________________________________________ b.) 2 milhões _______________________________________________________________________________________ c.) 90 _______________________________________________________________________________________ d.) 1931 _______________________________________________________________________________________ e.) 2007 _______________________________________________________________________________________ Consulte seu material do 2º bimestre e reveja os principais elementos da notícia: título ou manchete, subtítulo e lide. Ninguém escapa das marcas da idade, nem mesmo o majestoso Cristo Redentor, que passa por uma restauração para comemorar seus 90 anos em plena forma. A estátua foi inaugurada em 12 de outubro de 1931. Em 1973, foi declarado monumento histórico e em 2007, uma das sete maravilhas do mundo moderno. 18 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 4. Qual é o efeito de sentido da palavra destacada em “(...) mas Lucas viu que ele ainda estava respirando e pediu para cuidar do bichinho.” _______________________________________________________________________________________________5 5. Qual é a ideia expressa por “No final do dia”? _______________________________________________________________________________________________ 6. Em que o pai do menino pensou quando disse “Parece que você ganhou um amigo para a quarentena.”? ________________________________________________________________________________________________ 7. Em que Lucas pensou quando perguntou se passarinho pega Covid? ________________________________________________________________________________________________ 8. Em que será que o menino se baseou quando disse que ficar trancado é muito chato? ________________________________________________________________________________________________ 1. Onde nasceu o pardalzinho? _______________________________________________________________ 2. Em “Foram cuidados em vão:”, o que significa a expressão em negrito? _______________________________________________________________ 3. Que verso explica a causa da morte do passarinho? _______________________________________________________________________________________ 4. Agora você vai completar o quadro, comparando os textos. BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguiar, 1985. Pardalzinho O pardalzinho nasceu Livre. Quebraram-lhe a asa. Sacha lhe deu uma casa, Água, comida e carinhos. Foram cuidados em vão: A casa era uma prisão, O pardalzinho morreu. O corpo Sacha enterrou No jardim; a alma, essa voou Para o céu dos passarinhos Quarenteninhas-15 Pardalzinho Espécie do pássaro. Cuidou da ave. O que a ave recebeu. Destino da ave. Você já sabe que a crônica é um gênero textual geralmente curto, que conta um fato corriqueiro, isto é, comum, com uma linguagem simples, informal. A crônica narra a vida diária e todos temos o que contar, mesmo ficando mais em casa, devido à pandemia. Escreva sobre um fato que aconteceu com você e sua família, dentro de casa, em um momento agradável, descontraído, ou mesmo de reflexão. Conte em que momento do dia isso aconteceu e quem estava com você. Verifique se seu texto ficou bem escrito, agradável de ler, com os sinais de pontuação adequados. E aqui terminamos o 3º bimestre! 19 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NOChegamos ao último bimestre de 2021 com um cardápio variado de gêneros textuais. Você vai curtir! Localizada 710 metros acima do nível do mar, no alto do morro do Corcovado, a estátua de concreto recebe quase dois milhões de visitantes por ano e em outubro comemora 90 anos de vida. A arquiteta Cristina Ventura, responsável pelas obras, sobe várias escadas no interior da estátua gigante e olha para fora por um estreito orifício localizado em um dos braços abertos do monumento que domina a cidade. "A estrutura externa, que fica exposta ao ar livre, vem sofrendo um processo de desgaste natural por conta do sol, da chuva, dos raios, as diferenças de temperatura", explica Ventura. O alpinista Marcos Sidnei coordena esse trabalho nas alturas. Ele sorri ao dizer que quem sobe ao Cristo "cada dia vê uma paisagem diferente", dependendo da configuração das nuvens, da luz ou da presença de nevoeiro sobre a cidade. Adaptado de https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2021/03/27/interna_internaciona l,1251225/cristo-redentor-e-restaurado-para-comemorar-seus-90-anos.shtml Cristo Redentor é restaurado para comemorar seus 90 anos A pandemia o obrigou a permanecer fechado entre março e agosto de 2020, o maior período que passou sem receber visitantes. O projeto de restauração, que se estenderá ao longo do ano, também pretende traçar um plano de manutenção preventiva para evitar que sofra grandes danos no futuro. Ventura sabe o tamanho do desafio que tem nas mãos: "O Cristo Redentor acolhe a população brasileira. Então, é uma responsabilidade, um privilégio muito grande estar aqui". https://prensacelam .org/w p-content/uploads/2020/10/C risto-R edentor-800x445.jpg 1. Qual é o fato noticiado? ________________________________________________________________________________ 2. Quem é a pessoa responsável pelas obras de restauração? _______________________________________________________________________________ 3. O que provoca o desgaste da estrutura externa da estátua? _______________________________________________________________________________ A) A que se refere a expressão esse trabalho? ________________________________________________________ B) Qual é o efeito de sentido das aspas em "cada dia vê uma paisagem diferente“? _________________________________________________________________________________________________ C) Que consequências têm, sobre os visitantes do Cristo, as nuvens, a luz ou a presença de nevoeiro sobre a cidade? _________________________________________________________________________________________________ 6. Qual é a opinião da arquiteta Cristina Ventura sobre o desafio desse trabalho? ________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ 4. A que se referem os números abaixo, citados na notícia? a.) 710 b.) 2 milhões c.) 90 d.) 1931 e.) 2007 5. Releia o 3º parágrafo do texto e responda:_______________________________________________________________________________________ Consulte o seu material do 2º bimestre e reveja os principais elementos da notícia: título ou manchete, subtítulo e lide. Ninguém escapa das marcas da idade, nem mesmo o majestoso Cristo Redentor, que passa por uma restauração para comemorar seus 90 anos em plena forma. A estátua foi inaugurada em 12 de outubro de 1931. Em 1973, foi declarada monumento histórico e em 2007, uma das sete maravilhas do mundo moderno. 20 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO CAPARELLI, Sérgio. Tigresno quintal. Porto Alegre: Kuarup, 1995 URGENTE! 1. A disposição das palavras no poema forma uma imagem bem conhecida. Qual? ________________________________________________________ 2. Que fato é relatado como notícia? ________________________________________________________ 3. Onde ocorreu o fato? ________________________________________________________ 4. Quando ocorreu? ________________________________________________________ 5. O fato relatado como notícia é um acontecimento natural ou trata-se de um acidente / crime? ________________________________________________________ 6. Que expressões do noticiário usual foram utilizadas no poema? ________________________________________________________ ________________________________________________________ Revista de reflexão Brasil-Polônia, Edição semestral Ano III – 2/ 2012. Observe como o poema foi construído e responda: 1. De que modo o poeta expressou a intensidade da chuva e seu movimento conforme o vento? ______________________________________________________ _______________________________________ 2. Desenhe setas no poema, indicando a direção do vento, de acordo com a disposição da palavra CHUVA. 3. Quanto tempo durou a chuva? Que versos indicaram a você a resposta? ______________________________________________________ _______________________________________ 4. No decorrer do texto, a chuva aumentava ou diminuía? Sublinhe no poema os versos que comprovam a sua resposta. 5. O que representa, no poema, a chuva caindo, ora com gotas grandes, ora com gotas pequenas? Você agora vai ler 2 poemas visuais. O poema visual valoriza os efeitos visuais, ou seja, imagens que completam o seu sentido. ______________________________________________________ Agora é a sua vez! Pense em uma imagem de que você goste e tente escrever um poema de modo que suas palavras construam o formato dessa figura. Faça um rascunho. Fica mais fácil se você desenhar, a lápis, bem de leve, a figura e, depois, escrever à caneta. 21 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NOVocê certamente já viu propagandas na televisão, na internet, em cartazes... Algumas chamam a nossa atenção por usarem uma linguagem que mexe com nossos sentimentos, tentando nos convencer a fazer ou a comprar uma ideia ou algum produto. Leia os anúncios, observe com atenção cada detalhe e responda. Texto 4 Texto 3 Texto 2Texto 1 1. A quem essas propagandas são dirigidas? ______________________________________________________________ 2. Qual é a finalidade de textos como esses? ______________________________________________________________ 3. Que produto é anunciado e qual é a referência de cada um? Texto 1 _____________________________________________ Texto 2 _____________________________________________ Texto 3 _____________________________________________ 4. Em ”Aqui a natureza tem superpoderes”, que poderes são atribuídos aos alimentos dos textos 1 e 2? ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ 5. O que provoca humor em cada texto? Texto 1 ________________________________________________________________________________________ Texto 2 ________________________________________________________________________________________ Texto 3 ________________________________________________________________________________________ Chupa chups não tem açúcar. II – Agora veja esta outra propaganda. 1. Que produto é anunciado? ______________________________________________________________ 2. Em que local o produto se encontra? ______________________________________________________________ 3. De que modo a imagem reforça a característica do produto? ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ https://www.criatives.com.br/2016/11/15-anuncios-geniais-que- chamaram-atencao-das-pessoas-pelo-excesso-de-criatividade/ ht tp s: //i ns tit uc io na l.h or tif ru ti. co m .b r/c om un ic ac ao / 20 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO CAPARELLI,Sérgio. Tigresno quintal. Porto Alegre:Kuarup, 1995 URGENTE! 1. A disposição das palavras no poema forma uma imagem bem conhecida. Qual? ________________________________________________________ 2. Que fato é relatado como notícia? ________________________________________________________ 3. Onde ocorreu o fato? ________________________________________________________ 4. Quando ocorreu? ________________________________________________________ 5. O fato relatado como notícia é um acontecimento natural ou trata-se de um acidente / crime? ________________________________________________________ 6. Que expressões do noticiário usual foram utilizadas no poema? ________________________________________________________ ________________________________________________________ Revista de reflexão Brasil-Polônia, Edição semestral Ano III – 2/ 2012. Observe como o poema foi construído e responda: 1. De que modo o poeta expressou a intensidade da chuva e seu movimento conforme o vento? ______________________________________________________ _______________________________________ 2. Desenhe setas no poema, indicando a direção do vento, de acordo com a disposição da palavra CHUVA. 3. Quanto tempo durou a chuva? Que versos indicaram a você a resposta? ______________________________________________________ _______________________________________ 4. No decorrer do texto, a chuva aumentava ou diminuía? Sublinhe no poema os versos que comprovam a sua resposta. 5. O que representa, no poema, a chuva caindo, ora com gotas grandes, ora com gotas pequenas? ______________________________________________________ Você agora vai ler 2 poemas visuais. O poema visual valoriza os efeitos visuais, ou seja, imagens que completam o seu sentido. Agora é a sua vez! Imagine uma imagem que você goste e tente escrever um poema de modo que suas palavras construam o formato dessa figura. Faça um rascunho. Fica mais fácil se você desenhar, a lápis, bem de leve, a figura e, depois, escrever à caneta. 21 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NOVocê certamente já viu propagandas na televisão, na internet, em cartazes... Algumas chamam a nossa atenção por usarem uma linguagem que mexe com nossos sentimentos, tentando nos convencer a fazer ou a comprar uma ideia ou algum produto. Leia os anúncios, observe com atenção cada detalhe e responda. Texto 4 Texto 3 Texto 2Texto 1 1. A quem essas propagandas são dirigidas? ______________________________________________________________ 2. Qual é a finalidade de textos como esses? ______________________________________________________________ 3. Que produto é anunciado e qual é a referência de cada um? Texto 1 _____________________________________________ Texto 2 _____________________________________________ Texto 3 _____________________________________________ 4. Em ”Aqui a natureza tem superpoderes”, que poderes são atribuídos aos alimentos dos textos 1 e 2? ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ 5. O que provoca humor em cada texto? Texto 1 ________________________________________________________________________________________ Texto 2 ________________________________________________________________________________________Texto 3 ________________________________________________________________________________________ Chupa chups não tem açúcar. II – Agora veja esta outra propaganda. 1. Que produto é anunciado? ______________________________________________________________ 2. Em que local o produto se encontra? ______________________________________________________________ 3. De que modo a imagem reforça a característica do produto? ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ https://www.criatives.com.br/2016/11/15-anuncios-geniais-que- chamaram-atencao-das-pessoas-pelo-excesso-de-criatividade/ ht tp s: //i ns tit uc io na l.h or tif ru ti. co m .b r/c om un ic ac ao / Adaptado de hortifruti.com.br 20 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO CAPARELLI, Sérgio. Tigresno quintal. Porto Alegre: Kuarup, 1995 URGENTE! 1. A disposição das palavras no poema forma uma imagem bem conhecida. Qual? ________________________________________________________ 2. Que fato é relatado como notícia? ________________________________________________________ 3. Onde ocorreu o fato? ________________________________________________________ 4. Quando ocorreu? ________________________________________________________ 5. O fato relatado como notícia é um acontecimento natural ou trata-se de um acidente / crime? ________________________________________________________ 6. Que expressões do noticiário usual foram utilizadas no poema? ________________________________________________________ ________________________________________________________ Revista de reflexão Brasil-Polônia, Edição semestral Ano III – 2/ 2012. Observe como o poema foi construído e responda: 1. De que modo o poeta expressou a intensidade da chuva e seu movimento conforme o vento? ______________________________________________________ _______________________________________ 2. Desenhe setas no poema, indicando a direção do vento, de acordo com a disposição da palavra CHUVA. 3. Quanto tempo durou a chuva? Que versos indicaram a você a resposta? ______________________________________________________ _______________________________________ 4. No decorrer do texto, a chuva aumentava ou diminuía? Sublinhe no poema os versos que comprovam a sua resposta. 5. O que representa, no poema, a chuva caindo, ora com gotas grandes, ora com gotas pequenas? Você agora vai ler 2 poemas visuais. O poema visual valoriza os efeitos visuais, ou seja, imagens que completam o seu sentido. ______________________________________________________ Agora é a sua vez! Pense em uma imagem de que você goste e tente escrever um poema de modo que suas palavras construam o formato dessa figura. Faça um rascunho. Fica mais fácil se você desenhar, a lápis, bem de leve, a figura e, depois, escrever à caneta. 21 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NOVocê certamente já viu propagandas na televisão, na internet, em cartazes... Algumas chamam a nossa atenção por usarem uma linguagem que mexe com nossos sentimentos, tentando nos convencer a fazer ou a comprar uma ideia ou algum produto. Leia os anúncios, observe com atenção cada detalhe e responda. Texto 4 Texto 3 Texto 2Texto 1 1. A quem essas propagandas são dirigidas? ______________________________________________________________ 2. Qual é a finalidade de textos como esses? ______________________________________________________________ 3. Que produto é anunciado e qual é a referência de cada um? Texto 1 _____________________________________________ Texto 2 _____________________________________________ Texto 3 _____________________________________________ 4. Em ”Aqui a natureza tem superpoderes”, que poderes são atribuídos aos alimentos dos textos 1 e 2? ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ 5. O que provoca humor em cada texto? Texto 1 ________________________________________________________________________________________ Texto 2 ________________________________________________________________________________________ Texto 3 ________________________________________________________________________________________ Chupa chups não tem açúcar. II – Agora veja esta outra propaganda. 1. Que produto é anunciado? ______________________________________________________________ 2. Em que local o produto se encontra? ______________________________________________________________ 3. De que modo a imagem reforça a característica do produto? ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ https://www.criatives.com.br/2016/11/15-anuncios-geniais-que- chamaram-atencao-das-pessoas-pelo-excesso-de-criatividade/ ht tp s: //i ns tit uc io na l.h or tif ru ti. co m .b r/c om un ic ac ao / 20 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO CAPARELLI,Sérgio. Tigresno quintal. Porto Alegre:Kuarup, 1995 URGENTE! 1. A disposição das palavras no poema forma uma imagem bem conhecida. Qual? ________________________________________________________ 2. Que fato é relatado como notícia? ________________________________________________________ 3. Onde ocorreu o fato? ________________________________________________________ 4. Quando ocorreu? ________________________________________________________ 5. O fato relatado como notícia é um acontecimento natural ou trata-se de um acidente / crime? ________________________________________________________ 6. Que expressões do noticiário usual foram utilizadas no poema? ________________________________________________________ ________________________________________________________ Revista de reflexão Brasil-Polônia, Edição semestral Ano III – 2/ 2012. Observe como o poema foi construído e responda: 1. De que modo o poeta expressou a intensidade da chuva e seu movimento conforme o vento? ______________________________________________________ _______________________________________ 2. Desenhe setas no poema, indicando a direção do vento, de acordo com a disposição da palavra CHUVA. 3. Quanto tempo durou a chuva? Que versos indicaram a você a resposta? ______________________________________________________ _______________________________________ 4. No decorrer do texto, a chuva aumentava ou diminuía? Sublinhe no poema os versos que comprovam a sua resposta. 5. O que representa, no poema, a chuva caindo, ora com gotas grandes, ora com gotas pequenas? ______________________________________________________ Você agora vai ler 2 poemas visuais. O poema visual valoriza os efeitos visuais, ou seja, imagens que completam o seu sentido. Agora é a sua vez! Imagine uma imagem que você goste e tente escrever um poema de modo que suas palavras construam o formato dessa figura. Faça um rascunho. Fica mais fácil se você desenhar, a lápis, bem de leve, a figura e, depois, escrever à caneta. 21 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NOVocê certamente já viu propagandas na televisão, na internet, em cartazes... Algumas chamam a nossa atenção por usarem uma linguagem que mexe com nossos sentimentos, tentando nos convencer a fazer ou a comprar uma ideia ou algum produto. Leia os anúncios, observe com atenção cada detalhe e responda. Texto 4 Texto 3 Texto 2Texto 1 1. A quem essas propagandas são dirigidas? ______________________________________________________________ 2. Qual é a finalidade de textos como esses? ______________________________________________________________ 3. Que produto é anunciado e qual é a referência de cada um? Texto 1 _____________________________________________ Texto 2 _____________________________________________ Texto 3 _____________________________________________ 4. Em ”Aqui a natureza tem superpoderes”, que poderes são atribuídos aos alimentos dos textos 1 e 2? ____________________________________________________________________________________________________________________________ 5. O que provoca humor em cada texto? Texto 1 ________________________________________________________________________________________ Texto 2 ________________________________________________________________________________________ Texto 3 ________________________________________________________________________________________ Chupa chups não tem açúcar. II – Agora veja esta outra propaganda. 1. Que produto é anunciado? ______________________________________________________________ 2. Em que local o produto se encontra? ______________________________________________________________ 3. De que modo a imagem reforça a característica do produto? ______________________________________________________________ ______________________________________________________________ https://www.criatives.com.br/2016/11/15-anuncios-geniais-que- chamaram-atencao-das-pessoas-pelo-excesso-de-criatividade/ ht tp s: //i ns tit uc io na l.h or tif ru ti. co m .b r/c om un ic ac ao / Adaptado de hortifruti.com.br 22 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Gostava de nadar no rio, de brincar com as outras crianças e de ouvir as histórias que os velhos tinham para contar. Quando os homens iam para a floresta, ele ia junto. Aos poucos, começou a desvendar alguns segredos da mata. Só havia uma coisa que ele não conseguia entender: Jurupari, o espírito do mal. Os mais velhos não gostavam de tocar nesse assunto. Sempre que o indiozinho pedia alguma explicação, eles respondiam: “Jurupari é o mal”. Os adultos achavam que Alupá era muito novo para entender esse assunto. Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto, menos o danado gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal começou a acompanhar o índio. Viu como era querido pelos bichos e como gostava de pegar fruta no pé com os amigos, e deu uma gargalhada: “Já sei! Vou me transformar em cobra para dar o bote em Alupá.” E ficou de tocaia, esperando a oportunidade. Passados alguns dias , o garoto passeava sozinho quando topou com um pé de carambola carregadinho. Subiu na árvore, sentou-se num galho e ficou chupando as frutas. Imediatamente, Jurupari transformou-se em cobra, tomou a cor do tronco da árvore e enrolou-se nele. Quando Alupá começou a descer da caramboleira, a cobra o picou O menino caiu, e a cobra desapareceu. Os índios o encontraram morto. Observando o corpo, um amigo descobriu a picada. “Vejam só! Ele foi picado por uma cobra!”, disse o menino, apontando a marca na perna. “Não é possível!”, exclamou Taíra. “Ele conhecia tão bem os animais...” Foi então que o xamã disse: “Quem fez isso foi Jurupari. Esse era o único segredo da mata que Alupá desconhecia”. De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu, nem sombra de chuva... Todos fizeram silêncio. Naiara fechou os olhos e assim ficou por longos minutos. Ao abri-los, contou ao grupo que o trovão era uma mensagem de Tupã. O deus queria compensar a aldeia pela perda de Alupá. Pedia que ela plantasse os olhos do filho, como se fossem sementes; deles nasceria um arbusto milagroso, cujos frutos trariam felicidade. Os olhos de Alupá foram plantados num canteiro. Todas as tardes, Naiara regava a terra com carinho. Certo dia nasceu uma planta bonita, que cresceu muito depressa. Era um pé de guaraná. (Inspirada na tradição oral.) Muitas lendas indígenas explicam a origem de elementos e de fenômenos da natureza. É possível que você conheça algumas, como a da mandioca, a da noite e outras. Leia a do guaraná. A história do guaraná Numa aldeia maué, no meio da selva, viviam Taíra e Naiara. Eles queriam muito um filho, e quando nasceu Alupá foi uma festa. Alupá era um menino bom e inteligente, que estava sempre ocupado com alguma coisa. Ajudava a mãe na plantação e ia pescar e caçar com o pai e os outros homens da aldeia, apesar de achar que não se devia matar bicho nenhum. SALERNO, Silvana. Viagem pelo Brasil em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006 23 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Qual era a situação inicial da lenda? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ 2. Qual é a ideia principal do 2º parágrafo do texto? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ 3. Que opinião tinham os mais velhos da aldeia sobre a curiosidade de Alupá sobre Jurupari? _______________________________________________________________________________________________ 4. O que fez Jurupari desejar conhecer Alupá? _______________________________________________________________________________________________ 5. Releia: “Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto, menos o danado gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal começou a acompanhar o índio.” Circule as palavras que se referem a Alupá. Analise-as com atenção e responda: Por que foram usadas? _______________________________________________________________________________________________ 6. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual foi o conflito gerador? _______________________________________________________________________________________________ 7. Qual foi o momento de maior tensão da história, o clímax? _______________________________________________________________________________________________ 8. O que significa “ficar de tocaia”? _______________________________________________________________________________________________ 9. Que ideia é expressa pela palavra destacada no trecho “Quando Alupá começou a descer da caramboleira, a cobra o picou.”? _______________________________________________________________________________________________ 10. Qual foi a consequência da picada da cobra? _______________________________________________________________________________________________ 11. Releia: “De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu, nem sombra de chuva...” Qual é o efeito de sentido do uso de dois pontos, nesse trecho? Marque um X na resposta adequada: ( ) lugar ( ) finalidade ( ) tempo ( ) explicação 12. Após o trovão, todos fizeram silêncio. “Naiara fechou os olhos e assim ficou por longos minutos.” O que aconteceu nesse período? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ 13. Qual foi o desfecho da história? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 22 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Gostava de nadar no rio, de brincar com as outras crianças e de ouvir as histórias que os velhos tinham para contar. Quando os homens iam para a floresta, ele ia junto. Aos poucos, começou a desvendar alguns segredos da mata. Só havia uma coisa que ele não conseguia entender: Jurupari, o espírito do mal. Os mais velhos não gostavam de tocar nesse assunto. Sempre que o indiozinho pedia alguma explicação, eles respondiam: “Jurupari é o mal”. Os adultos achavam que Alupá era muito novo para entender esse assunto. Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto, menos o danado gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal começou a acompanhar o índio. Viu como era querido pelos bichos e como gostava de pegar fruta no pé com os amigos, e deu uma gargalhada: “Jásei! Vou me transformar em cobra para dar o bote em Alupá.” E ficou de tocaia, esperando a oportunidade. Passados alguns dias , o garoto passeava sozinho quando topou com um pé de carambola carregadinho. Subiu na árvore, sentou-se num galho e ficou chupando as frutas. Imediatamente, Jurupari transformou-se em cobra, tomou a cor do tronco da árvore e enrolou-se nele. Quando Alupá começou a descer da caramboleira, a cobra o picou O menino caiu, e a cobra desapareceu. Os índios o encontraram morto. Observando o corpo, um amigo descobriu a picada. “Vejam só! Ele foi picado por uma cobra!”, disse o menino, apontando a marca na perna. “Não é possível!”, exclamou Taíra. “Ele conhecia tão bem os animais...” Foi então que o xamã disse: “Quem fez isso foi Jurupari. Esse era o único segredo da mata que Alupá desconhecia”. De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu, nem sombra de chuva... Todos fizeram silêncio. Naiara fechou os olhos e assim ficou por longos minutos. Ao abri-los, contou ao grupo que o trovão era uma mensagem de Tupã. O deus queria compensar a aldeia pela perda de Alupá. Pedia que ela plantasse os olhos do filho, como se fossem sementes; deles nasceria um arbusto milagroso, cujos frutos trariam felicidade. Os olhos de Alupá foram plantados num canteiro. Todas as tardes, Naiara regava a terra com carinho. Certo dia nasceu uma planta bonita, que cresceu muito depressa. Era um pé de guaraná. (Inspirada na tradição oral.) Muitas lendas indígenas explicam a origem de elementos e de fenômenos da natureza. É possível que você conheça algumas, como a da mandioca, a da noite e outras. Leia a do guaraná. A história do guaraná Numa aldeia maué, no meio da selva, viviam Taíra e Naiara. Eles queriam muito um filho, e quando nasceu Alupá foi uma festa. Alupá era um menino bom e inteligente, que estava sempre ocupado com alguma coisa. Ajudava a mãe na plantação e ia pescar e caçar com o pai e os outros homens da aldeia, apesar de achar que não se devia matar bicho nenhum. SALERNO, Silvana. Viagem pelo Brasil em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006 23 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Qual a situação inicial da lenda? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ 2. Qual é a ideia principal do 2º parágrafo do texto? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ 3. Que opinião tinham os mais velhos da aldeia sobre a curiosidade de Alupá sobre Jurupari? _______________________________________________________________________________________________ 4. O que fez Jurupari desejar conhecer Alupá? _______________________________________________________________________________________________ 5. Releia: “Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto, menos o danado gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal começou a acompanhar o índio.” Circule as palavras que se referem a Alupá. Analise-as com atenção e responda: Por que foram usadas? _______________________________________________________________________________________________ 6. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual foi o conflito gerador? _______________________________________________________________________________________________ 7. Qual foi o momento de maior tensão da história, o clímax? _______________________________________________________________________________________________ 8. O que significa “ficar de tocaia”? _______________________________________________________________________________________________ 9. Que ideia é expressa pela palavra destacada no trecho “Quando Alupá começou a descer da caramboleira, a cobra o picou.”? _______________________________________________________________________________________________ 10. Qual foi a consequência da picada da cobra? _______________________________________________________________________________________________ 11. Releia: “De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu, nem sombra de chuva...” Qual é o efeito de sentido do uso de dois pontos, nesse trecho? Marque um X na resposta adequada: ( ) lugar ( ) finalidade ( ) tempo ( ) explicação 12. Após o trovão, todos fizeram silêncio. “Naiara fechou os olhos e assim ficou por longos minutos.” O que aconteceu nesse período? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ 13. Qual foi o desfecho da história? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 22 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Gostava de nadar no rio, de brincar com as outras crianças e de ouvir as histórias que os velhos tinham para contar. Quando os homens iam para a floresta, ele ia junto. Aos poucos, começou a desvendar alguns segredos da mata. Só havia uma coisa que ele não conseguia entender: Jurupari, o espírito do mal. Os mais velhos não gostavam de tocar nesse assunto. Sempre que o indiozinho pedia alguma explicação, eles respondiam: “Jurupari é o mal”. Os adultos achavam que Alupá era muito novo para entender esse assunto. Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto, menos o danado gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal começou a acompanhar o índio. Viu como era querido pelos bichos e como gostava de pegar fruta no pé com os amigos, e deu uma gargalhada: “Já sei! Vou me transformar em cobra para dar o bote em Alupá.” E ficou de tocaia, esperando a oportunidade. Passados alguns dias , o garoto passeava sozinho quando topou com um pé de carambola carregadinho. Subiu na árvore, sentou-se num galho e ficou chupando as frutas. Imediatamente, Jurupari transformou-se em cobra, tomou a cor do tronco da árvore e enrolou-se nele. Quando Alupá começou a descer da caramboleira, a cobra o picou O menino caiu, e a cobra desapareceu. Os índios o encontraram morto. Observando o corpo, um amigo descobriu a picada. “Vejam só! Ele foi picado por uma cobra!”, disse o menino, apontando a marca na perna. “Não é possível!”, exclamou Taíra. “Ele conhecia tão bem os animais...” Foi então que o xamã disse: “Quem fez isso foi Jurupari. Esse era o único segredo da mata que Alupá desconhecia”. De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu, nem sombra de chuva... Todos fizeram silêncio. Naiara fechou os olhos e assim ficou por longos minutos. Ao abri-los, contou ao grupo que o trovão era uma mensagem de Tupã. O deus queria compensar a aldeia pela perda de Alupá. Pedia que ela plantasse os olhos do filho, como se fossem sementes; deles nasceria um arbusto milagroso, cujos frutos trariam felicidade. Os olhos de Alupá foram plantados num canteiro. Todas as tardes, Naiara regava a terra com carinho. Certo dia nasceu uma planta bonita, que cresceu muito depressa. Era um pé de guaraná. (Inspirada na tradição oral.) Muitas lendas indígenas explicam a origem de elementos e de fenômenos da natureza. É possível que você conheça algumas, como a da mandioca, a da noite e outras. Leia a do guaraná. A história do guaraná Numa aldeia maué, no meio da selva, viviam Taíra e Naiara. Eles queriam muito um filho, e quando nasceu Alupá foi uma festa. Alupá era um menino bom e inteligente, que estava sempre ocupado com alguma coisa. Ajudava a mãe na plantação e ia pescar e caçar com o pai e os outros homens da aldeia, apesarde achar que não se devia matar bicho nenhum. SALERNO, Silvana. Viagem pelo Brasil em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006 23 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Qual era a situação inicial da lenda? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ 2. Qual é a ideia principal do 2º parágrafo do texto? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ 3. Que opinião tinham os mais velhos da aldeia sobre a curiosidade de Alupá sobre Jurupari? _______________________________________________________________________________________________ 4. O que fez Jurupari desejar conhecer Alupá? _______________________________________________________________________________________________ 5. Releia: “Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto, menos o danado gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal começou a acompanhar o índio.” Circule as palavras que se referem a Alupá. Analise-as com atenção e responda: Por que foram usadas? _______________________________________________________________________________________________ 6. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual foi o conflito gerador? _______________________________________________________________________________________________ 7. Qual foi o momento de maior tensão da história, o clímax? _______________________________________________________________________________________________ 8. O que significa “ficar de tocaia”? _______________________________________________________________________________________________ 9. Que ideia é expressa pela palavra destacada no trecho “Quando Alupá começou a descer da caramboleira, a cobra o picou.”? _______________________________________________________________________________________________ 10. Qual foi a consequência da picada da cobra? _______________________________________________________________________________________________ 11. Releia: “De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu, nem sombra de chuva...” Qual é o efeito de sentido do uso de dois pontos, nesse trecho? Marque um X na resposta adequada: ( ) lugar ( ) finalidade ( ) tempo ( ) explicação 12. Após o trovão, todos fizeram silêncio. “Naiara fechou os olhos e assim ficou por longos minutos.” O que aconteceu nesse período? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ 13. Qual foi o desfecho da história? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 22 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Gostava de nadar no rio, de brincar com as outras crianças e de ouvir as histórias que os velhos tinham para contar. Quando os homens iam para a floresta, ele ia junto. Aos poucos, começou a desvendar alguns segredos da mata. Só havia uma coisa que ele não conseguia entender: Jurupari, o espírito do mal. Os mais velhos não gostavam de tocar nesse assunto. Sempre que o indiozinho pedia alguma explicação, eles respondiam: “Jurupari é o mal”. Os adultos achavam que Alupá era muito novo para entender esse assunto. Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto, menos o danado gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal começou a acompanhar o índio. Viu como era querido pelos bichos e como gostava de pegar fruta no pé com os amigos, e deu uma gargalhada: “Já sei! Vou me transformar em cobra para dar o bote em Alupá.” E ficou de tocaia, esperando a oportunidade. Passados alguns dias , o garoto passeava sozinho quando topou com um pé de carambola carregadinho. Subiu na árvore, sentou-se num galho e ficou chupando as frutas. Imediatamente, Jurupari transformou-se em cobra, tomou a cor do tronco da árvore e enrolou-se nele. Quando Alupá começou a descer da caramboleira, a cobra o picou O menino caiu, e a cobra desapareceu. Os índios o encontraram morto. Observando o corpo, um amigo descobriu a picada. “Vejam só! Ele foi picado por uma cobra!”, disse o menino, apontando a marca na perna. “Não é possível!”, exclamou Taíra. “Ele conhecia tão bem os animais...” Foi então que o xamã disse: “Quem fez isso foi Jurupari. Esse era o único segredo da mata que Alupá desconhecia”. De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu, nem sombra de chuva... Todos fizeram silêncio. Naiara fechou os olhos e assim ficou por longos minutos. Ao abri-los, contou ao grupo que o trovão era uma mensagem de Tupã. O deus queria compensar a aldeia pela perda de Alupá. Pedia que ela plantasse os olhos do filho, como se fossem sementes; deles nasceria um arbusto milagroso, cujos frutos trariam felicidade. Os olhos de Alupá foram plantados num canteiro. Todas as tardes, Naiara regava a terra com carinho. Certo dia nasceu uma planta bonita, que cresceu muito depressa. Era um pé de guaraná. (Inspirada na tradição oral.) Muitas lendas indígenas explicam a origem de elementos e de fenômenos da natureza. É possível que você conheça algumas, como a da mandioca, a da noite e outras. Leia a do guaraná. A história do guaraná Numa aldeia maué, no meio da selva, viviam Taíra e Naiara. Eles queriam muito um filho, e quando nasceu Alupá foi uma festa. Alupá era um menino bom e inteligente, que estava sempre ocupado com alguma coisa. Ajudava a mãe na plantação e ia pescar e caçar com o pai e os outros homens da aldeia, apesar de achar que não se devia matar bicho nenhum. SALERNO, Silvana. Viagem pelo Brasil em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006 23 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Qual a situação inicial da lenda? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ 2. Qual é a ideia principal do 2º parágrafo do texto? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ 3. Que opinião tinham os mais velhos da aldeia sobre a curiosidade de Alupá sobre Jurupari? _______________________________________________________________________________________________ 4. O que fez Jurupari desejar conhecer Alupá? _______________________________________________________________________________________________ 5. Releia: “Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto, menos o danado gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal começou a acompanhar o índio.” Circule as palavras que se referem a Alupá. Analise-as com atenção e responda: Por que foram usadas? _______________________________________________________________________________________________ 6. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual foi o conflito gerador? _______________________________________________________________________________________________ 7. Qual foi o momento de maior tensão da história, o clímax? _______________________________________________________________________________________________ 8. O que significa “ficar de tocaia”? _______________________________________________________________________________________________ 9. Que ideia é expressa pela palavra destacada no trecho “Quando Alupá começou a descer dacaramboleira, a cobra o picou.”? _______________________________________________________________________________________________ 10. Qual foi a consequência da picada da cobra? _______________________________________________________________________________________________ 11. Releia: “De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu, nem sombra de chuva...” Qual é o efeito de sentido do uso de dois pontos, nesse trecho? Marque um X na resposta adequada: ( ) lugar ( ) finalidade ( ) tempo ( ) explicação 12. Após o trovão, todos fizeram silêncio. “Naiara fechou os olhos e assim ficou por longos minutos.” O que aconteceu nesse período? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ 13. Qual foi o desfecho da história? _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ 24 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Você já ouviu falar em Zeus, Hades, Ares, Hércules?... Eles fazem parte da MITOLOGIA GREGA, conjunto de lendas e histórias (mitos) de deuses, heróis e outros seres fantásticos, como o Minotauro, que você vai conhecer agora. 1. Qual é a situação inicial da história? ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ 2. Quem era o Minotauro? ___________________________________________ ___________________________________________ 3. Que fato fez a história acontecer, isto é, que conflito gerou a história? ___________________________________________ ___________________________________________ 4. Que promessa Teseu fez ao pai? ___________________________________________ ___________________________________________ 5. Que condições climáticas a embarcação vivenciou na viagem entre Atenas e a ilha de Creta? _____________________________________________ _____________________________________________ 6. Qual é o sentido de aportou? _____________________________________________ _____________________________________________ 7. O que motivou Ariadne a ajudar Teseu? _____________________________________________ _____________________________________________ 8. O que Ariadne planejou para salvar Teseu do Minotauro? _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ 25 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 9. Que dificuldades Teseu enfrentou no Labirinto? ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ 10. Como Teseu conseguiu sair do Labirinto, após matar o Minotauro? ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ 11. Por que Ariadne foi deixada adormecida em uma das ilhas? ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ Siga o labirinto com o dedo. Só quero ver se você consegue sair... Quem narra a história que você lê é alguém que não participa dela. Dizemos que é, então, um narrador em 3ª pessoa (Ele). WILLIAMS, Marcia. Mitos gregos: o voo de Ícaro e outras lendas. São Paulo: Ática, 2005 Você sabia que a contação de narrativas por meio da fala sempre fez parte da história da humanidade? Isso ajuda a manter vivas a cultura e a tradição dos povos antigos. 24 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Você já ouviu falar em Zeus, Hades, Ares, Hércules?... Eles fazem parte da MITOLOGIA GREGA, conjunto de lendas e histórias (mitos) de deuses, heróis e outros seres fantásticos, como o Minotauro, que você vai conhecer agora. 1. Qual é a situação inicial da história? ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ 2. Quem era o Minotauro? ___________________________________________ ___________________________________________ 3. Que fato fez a história acontecer, isto é, que conflito gerou a história? ___________________________________________ ___________________________________________ 4. Que promessa Teseu fez ao pai? ___________________________________________ ___________________________________________ 5. Que condições climáticas a embarcação vivenciou na viagem entre Atenas e a ilha de Creta? _____________________________________________ _____________________________________________ 6. Qual é o sentido de aportou? _____________________________________________ _____________________________________________ 7. O que motivou Ariadne a ajudar Teseu? _____________________________________________ _____________________________________________ 8. O que Ariadne planejou para salvar Teseu do Minotauro? _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ 25 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 9. Que dificuldades Teseu enfrentou no Labirinto? ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ 10. Como Teseu conseguiu sair do Labirinto, após matar o Minotauro? ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ 11. Por que Ariadne foi deixada adormecida em uma das ilhas? ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ Siga o labirinto com o dedo. Só quero ver se você consegue sair... Quem narra a história que você lê é alguém que não participa dela. Dizemos que é, então, um narrador em 3ª pessoa (Ele). WILLIAMS, Marcia. Mitos gregos: o voo de Ícaro e outras lendas. São Paulo: Ática, 2005 Você sabia que a contação de narrativas por meio da fala sempre fez parte da história da humanidade? Isso ajuda a manter vivas a cultura e a tradição dos povos antigos. 24 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Você já ouviu falar em Zeus, Hades, Ares, Hércules?... Eles fazem parte da MITOLOGIA GREGA, conjunto de lendas e histórias (mitos) de deuses, heróis e outros seres fantásticos, como o Minotauro, que você vai conhecer agora. 1. Qual é a situação inicial da história? ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ 2. Quem era o Minotauro? ___________________________________________ ___________________________________________ 3. Que fato fez a história acontecer, isto é, que conflito gerou a história? ___________________________________________ ___________________________________________ 4. Que promessa Teseu fez ao pai? ___________________________________________ ___________________________________________ 5. Que condições climáticas a embarcação vivenciou na viagem entre Atenas e a ilha de Creta? __________________________________________________________________________________________ 6. Qual é o sentido de aportou? _____________________________________________ _____________________________________________ 7. O que motivou Ariadne a ajudar Teseu? _____________________________________________ _____________________________________________ 8. O que Ariadne planejou para salvar Teseu do Minotauro? _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ 25 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 9. Que dificuldades Teseu enfrentou no Labirinto? ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ 10. Como Teseu conseguiu sair do Labirinto, após matar o Minotauro? ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ 11. Por que Ariadne foi deixada adormecida em uma das ilhas? ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ Siga o labirinto com o dedo. Só quero ver se você consegue sair... Quem narra a história que você lê é alguém que não participa dela. Dizemos que é, então, um narrador em 3ª pessoa (Ele). WILLIAMS, Marcia. Mitos gregos: o voo de Ícaro e outras lendas. São Paulo: Ática, 2005 Você sabia que a contação de narrativas por meio da fala sempre fez parte da história da humanidade? Isso ajuda a manter vivas a cultura e a tradição dos povos antigos. 24 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Você já ouviu falar em Zeus, Hades, Ares, Hércules?... Eles fazem parte da MITOLOGIA GREGA, conjunto de lendas e histórias (mitos) de deuses, heróis e outros seres fantásticos, como o Minotauro, que você vai conhecer agora. 1. Qual é a situação inicial da história? ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ ___________________________________________ 2. Quem era o Minotauro? ___________________________________________ ___________________________________________ 3. Que fato fez a história acontecer, isto é, que conflito gerou a história? ___________________________________________ ___________________________________________ 4. Que promessa Teseu fez ao pai? ___________________________________________ ___________________________________________ 5. Que condições climáticas a embarcação vivenciou na viagem entre Atenas e a ilha de Creta? _____________________________________________ _____________________________________________ 6. Qual é o sentido de aportou? _____________________________________________ _____________________________________________ 7. O que motivou Ariadne a ajudar Teseu? _____________________________________________ _____________________________________________ 8. O que Ariadne planejou para salvar Teseu do Minotauro? _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ 25 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 9. Que dificuldades Teseu enfrentou no Labirinto? ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ 10. Como Teseu conseguiu sair do Labirinto, após matar o Minotauro? ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ 11. Por que Ariadne foi deixada adormecida em uma das ilhas? ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ ______________________________________ Siga o labirinto com o dedo. Só quero ver se você consegue sair... Quem narra a história que você lê é alguém que não participa dela. Dizemos que é, então, um narrador em 3ª pessoa (Ele). WILLIAMS, Marcia. Mitos gregos: o voo de Ícaro e outras lendas. São Paulo: Ática, 2005 Você sabia que a contação de narrativas por meio da fala sempre fez parte da história da humanidade? Isso ajuda a manter vivas a cultura e a tradição dos povos antigos. 26 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 12. Teseu se esqueceu de trocar a vela preta pela branca. Que consequência isso teve? ______________________________________________ ______________________________________________ Esse mapa representa parte da Europa como é hoje. A Grécia é formada por um sem número de ilhas. Localize e circule, no mapa, as referências citadas na história e imagine a longa viagem marítima, ida e volta, entre esses 2 pontos. Você se lembra de que Ariadne foi deixada, adormecida, em uma das ilhas? Só não sabemos qual... Descubra, também, que personagem foi homenageado pelo povo grego, nomeando uma parte do oceano. Você já imaginou como seria parte dessa história, do ponto de vista do Minotauro? O que pensaria ele, preso naquele Labirinto, sem poder ver a luz do sol, tendo de se alimentar de 9 em 9 anos? Pense em um final diferente para esse mito grego, um final feliz! Quem sabe um acordo entre ele e Teseu... Seu texto será escrito em 1ª pessoa (Eu), já que você vai narrar os fatos como se fosse o próprio Minotauro. Não se esqueça de conferir se suas ideias ficaram bem organizadas, em parágrafos e se os sinais de pontuação foram bem empregados Missão Mitologia - Medusa https://www.youtube.com/watc h?v=6EG5fEECKYY Missão Mitologia - Zeus https://www.youtube.com/watc h?v=abLT_jovL7E Mire sua câmera nos QR Codes ou acesse os links para conhecer 2 episódios mitológicos. https://w w w .guiageo-europa.com /grecia/m apas.htm 13. Qual é o sentido de “triste mas heroico”? ______________________________________________ ______________________________________________ Os deuses gregos viviam no topo de uma montanha muito alta, que recebeu o nome de Olimpo. Por isso são conhecidos como deuses olímpicos. A cidade de Olímpia é o berço dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, época em que a competição significava um período de trégua num mundo recheado de guerras e conflitos. Em 2016 tivemos Olimpíadas no Brasil e, esse ano as Olimpíadas serão no Japão. Adaptado de https://www.olimpiadatododia.com.br/curiosidades- olimpicas/237903-jogos-olimpicos-da-grecia-antiga/ 27 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Atletismo Nós fazemos esportes? Sim, fazemos! Nós andamos, saltamos, nós corremos. Lançar, arremessar e muito mais... Os nossos movimentos naturais. Vem correr os cem metros, os duzentos, veloz, ser tão veloz, vencer os ventos, ou resistir, correr a maratona, ou marchar, na cadência esquisitona. Lançar martelo, o disco, o dardo, sim! Arremessar o peso! E o salto, enfim, salto em altura, triplo, vem saltar! O atletismo é um esporte milenar, o primeiro, primeiro atleta, e mais: são nossos movimentos naturais. LACOMBE, Luis Ernesto. Manual poético dos esportes olímpicos (e um dedinho de prosa) Rio de Janeiro: Escrita Fina, 2013 POEMA é um texto escrito em versos. SONETO é um poema que tem sempre 4 estrofes. As duas primeiras estrofes têm 4 versos e as duas últimas, 3 versos. 1. Quantos versos e estrofes compõem o poema? _____________________________________________ 2. Qual é o tema do texto? _____________________________________________ 3. O que significa “esporte milenar”? ´____________________________________________VERSO é cada linha do poema. ESTROFE é cada conjunto de versos. 4. Você deve ter observado que as palavras rimam, no fim dos versos. Copie esses pares que rimam. _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ 5. Que efeito têm as rimas em um poema? _____________________________________________ _____________________________________________ 6. No verso “Lançar, arremessar e muito mais...”, o que as reticências indicam? _____________________________________________ _____________________________________________ Como esse é ano de Jogos Olímpicos e Paralímpicos, vamos ler um soneto sobre uma das modalidades olímpicas. Mire sua câmera no QR Code ou acesse o link para rir um pouco e conhecer mais sobre as Olimpíadas, no vídeo Pateta - O Campeão Olímpico. https://www.youtube.com/watch? v=3gN09jgHEFo https://w w w .cob.org.br/pt/galerias/noticias https://w w w .cpb.org.br/noticia/ 26 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 12. Teseu se esqueceu de trocar a vela preta pela branca. Que consequência isso teve? ______________________________________________ ______________________________________________ Este mapa representa parte da Europa como é hoje. A Grécia é formada por um sem número de ilhas. Localize e circule, no mapa, as referências citadas na história e imagine a longa viagem marítima, ida e volta, entre esses 2 pontos. Você se lembra de que Ariadne foi deixada, adormecida, em uma das ilhas? Só não sabemos qual... Descubra, também, que personagem foi homenageado pelo povo grego, nomeando uma parte do oceano. Você já imaginou como seria parte dessa história, do ponto de vista do Minotauro? O que pensaria ele, preso naquele Labirinto, sem poder ver a luz do sol, tendo de se alimentar de 9 em 9 anos? Pense em um final diferente para esse mito grego, um final feliz! Quem sabe um acordo entre ele e Teseu... Seu texto será escrito em 1ª pessoa (Eu), já que você vai narrar os fatos como se fosse o próprio Minotauro. Não se esqueça de conferir se suas ideias ficaram bem organizadas, em parágrafos, se os sinais de pontuação foram bem empregados Missão Mitologia - Medusa https://www.youtube.com/watc h?v=6EG5fEECKYY Missão Mitologia - Zeus https://www.youtube.com/watc h?v=abLT_jovL7E Mire sua câmera nos QR Codes ou acesse os links para conhecer 2 episódios mitológicos. https://w w w .guiageo-europa.com /grecia/m apas.htm 13. Qual é o sentido de “triste mas heroico”? ______________________________________________ ______________________________________________ Os deuses gregos viviam no topo de uma montanha muito alta, que recebeu o nome de Olimpo. Por isso são conhecidos como deuses olímpicos. A cidade de Olímpia é o berço dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, época em que a competição significava um período de trégua num mundo recheado de guerras e conflitos. Em 2016 tivemos Olimpíadas no Brasil e, esse ano, no Japão. Adaptado de https://www.olimpiadatododia.com.br/curiosidades- olimpicas/237903-jogos-olimpicos-da-grecia-antiga/ 27 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Atletismo Nós fazemos esportes? Sim, fazemos! Nós andamos, saltamos, nós corremos. Lançar, arremessar e muito mais... Os nossos movimentos naturais. Vem correr os cem metros, os duzentos, veloz, ser tão veloz, vencer os ventos, ou resistir, correr a maratona, ou marchar, na cadência esquisitona. Lançar martelo, o disco, o dardo, sim! Arremessar o peso! E o salto, enfim, salto em altura, triplo, vem saltar! O atletismo é um esporte milenar, o primeiro, primeiro atleta, e mais: são nossos movimentos naturais. LACOMBE, Luis Ernesto. Manual poético dos esportes olímpicos (e um dedinho de prosa) Rio de Janeiro: Escrita Fina, 2013 POEMA é um texto escrito em versos. SONETO é um poema que tem sempre 4 estrofes. As duas primeiras estrofes têm 4 versos e as duas últimas, 3 versos. 1. Quantos versos e estrofes compõem o poema? _____________________________________________ 2. Qual é o tema do texto? _____________________________________________ 3. O que significa “esporte milenar”? ´____________________________________________ VERSO é cada linha do poema. ESTROFE é cada conjunto de versos. 4. Você deve ter observado que as palavras rimam, no fim dos versos. Copie esses pares de palavras que rimam. _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ 5. Que efeito têm as rimas em um poema? _____________________________________________ _____________________________________________ 6. No verso “Lançar, arremessar e muito mais...”, o que as reticências indicam? _____________________________________________ _____________________________________________ Como esse é ano de Jogos Olímpicos e Paralímpicos, vamos ler um soneto sobre uma das modalidades olímpicas. Mire sua câmera no QR Code ou acesse o link para rir um pouco e conhecer mais sobre as Olimpíadas, no vídeo Pateta - O Campeão Olímpico. https://www.youtube.com/watch? v=3gN09jgHEFo https://w w w .cob.org.br/pt/galerias/noticias https://w w w .cpb.org.br/noticia/ 26 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 12. Teseu se esqueceu de trocar a vela preta pela branca. Que consequência isso teve? ______________________________________________ ______________________________________________ Esse mapa representa parte da Europa como é hoje. A Grécia é formada por um sem número de ilhas. Localize e circule, no mapa, as referências citadas na história e imagine a longa viagem marítima, ida e volta, entre esses 2 pontos. Você se lembra de que Ariadne foi deixada, adormecida, em uma das ilhas? Só não sabemos qual... Descubra, também, que personagem foi homenageado pelo povo grego, nomeando uma parte do oceano. Você já imaginou como seria parte dessa história, do ponto de vista do Minotauro? O que pensaria ele, preso naquele Labirinto, sem poder ver a luz do sol, tendo de se alimentar de 9 em 9 anos? Pense em um final diferente para esse mito grego, um final feliz! Quem sabe um acordo entre ele e Teseu... Seu texto será escrito em 1ª pessoa (Eu), já que você vai narrar os fatos como se fosse o próprio Minotauro. Não se esqueça de conferir se suas ideias ficaram bem organizadas, em parágrafos e se os sinais de pontuação foram bem empregados Missão Mitologia - Medusa https://www.youtube.com/watc h?v=6EG5fEECKYY Missão Mitologia - Zeus https://www.youtube.com/watc h?v=abLT_jovL7E Mire sua câmera nos QR Codes ou acesse os links para conhecer 2 episódios mitológicos. https://w w w .guiageo-europa.com /grecia/m apas.htm 13. Qual é o sentido de “triste mas heroico”? ______________________________________________ ______________________________________________ Os deuses gregos viviam no topo de uma montanha muito alta, que recebeu o nome de Olimpo. Por isso são conhecidos como deuses olímpicos. A cidade de Olímpia é o berço dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, época em que a competição significava um período de trégua num mundo recheado de guerras e conflitos. Em 2016 tivemos Olimpíadas no Brasil e, esse ano as Olimpíadas serão no Japão. Adaptado de https://www.olimpiadatododia.com.br/curiosidades- olimpicas/237903-jogos-olimpicos-da-grecia-antiga/ 27 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Atletismo Nós fazemos esportes? Sim, fazemos! Nós andamos, saltamos, nós corremos. Lançar, arremessar e muito mais... Os nossos movimentos naturais. Vem correr os cem metros, os duzentos, veloz, ser tão veloz, vencer os ventos, ou resistir, correr a maratona, ou marchar, na cadência esquisitona. Lançar martelo, o disco, o dardo, sim! Arremessar o peso! E o salto, enfim, salto em altura, triplo, vem saltar! O atletismo é um esporte milenar, o primeiro, primeiro atleta, e mais: são nossos movimentos naturais. LACOMBE, Luis Ernesto.Manual poético dos esportes olímpicos (e um dedinho de prosa) Rio de Janeiro: Escrita Fina, 2013 POEMA é um texto escrito em versos. SONETO é um poema que tem sempre 4 estrofes. As duas primeiras estrofes têm 4 versos e as duas últimas, 3 versos. 1. Quantos versos e estrofes compõem o poema? _____________________________________________ 2. Qual é o tema do texto? _____________________________________________ 3. O que significa “esporte milenar”? ´____________________________________________ VERSO é cada linha do poema. ESTROFE é cada conjunto de versos. 4. Você deve ter observado que as palavras rimam, no fim dos versos. Copie esses pares que rimam. _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ 5. Que efeito têm as rimas em um poema? _____________________________________________ _____________________________________________ 6. No verso “Lançar, arremessar e muito mais...”, o que as reticências indicam? _____________________________________________ _____________________________________________ Como esse é ano de Jogos Olímpicos e Paralímpicos, vamos ler um soneto sobre uma das modalidades olímpicas. Mire sua câmera no QR Code ou acesse o link para rir um pouco e conhecer mais sobre as Olimpíadas, no vídeo Pateta - O Campeão Olímpico. https://www.youtube.com/watch? v=3gN09jgHEFo https://w w w .cob.org.br/pt/galerias/noticias https://w w w .cpb.org.br/noticia/ 26 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 12. Teseu se esqueceu de trocar a vela preta pela branca. Que consequência isso teve? ______________________________________________ ______________________________________________ Este mapa representa parte da Europa como é hoje. A Grécia é formada por um sem número de ilhas. Localize e circule, no mapa, as referências citadas na história e imagine a longa viagem marítima, ida e volta, entre esses 2 pontos. Você se lembra de que Ariadne foi deixada, adormecida, em uma das ilhas? Só não sabemos qual... Descubra, também, que personagem foi homenageado pelo povo grego, nomeando uma parte do oceano. Você já imaginou como seria parte dessa história, do ponto de vista do Minotauro? O que pensaria ele, preso naquele Labirinto, sem poder ver a luz do sol, tendo de se alimentar de 9 em 9 anos? Pense em um final diferente para esse mito grego, um final feliz! Quem sabe um acordo entre ele e Teseu... Seu texto será escrito em 1ª pessoa (Eu), já que você vai narrar os fatos como se fosse o próprio Minotauro. Não se esqueça de conferir se suas ideias ficaram bem organizadas, em parágrafos, se os sinais de pontuação foram bem empregados Missão Mitologia - Medusa https://www.youtube.com/watc h?v=6EG5fEECKYY Missão Mitologia - Zeus https://www.youtube.com/watc h?v=abLT_jovL7E Mire sua câmera nos QR Codes ou acesse os links para conhecer 2 episódios mitológicos. https://w w w .guiageo-europa.com /grecia/m apas.htm 13. Qual é o sentido de “triste mas heroico”? ______________________________________________ ______________________________________________ Os deuses gregos viviam no topo de uma montanha muito alta, que recebeu o nome de Olimpo. Por isso são conhecidos como deuses olímpicos. A cidade de Olímpia é o berço dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, época em que a competição significava um período de trégua num mundo recheado de guerras e conflitos. Em 2016 tivemos Olimpíadas no Brasil e, esse ano, no Japão. Adaptado de https://www.olimpiadatododia.com.br/curiosidades- olimpicas/237903-jogos-olimpicos-da-grecia-antiga/ 27 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Atletismo Nós fazemos esportes? Sim, fazemos! Nós andamos, saltamos, nós corremos. Lançar, arremessar e muito mais... Os nossos movimentos naturais. Vem correr os cem metros, os duzentos, veloz, ser tão veloz, vencer os ventos, ou resistir, correr a maratona, ou marchar, na cadência esquisitona. Lançar martelo, o disco, o dardo, sim! Arremessar o peso! E o salto, enfim, salto em altura, triplo, vem saltar! O atletismo é um esporte milenar, o primeiro, primeiro atleta, e mais: são nossos movimentos naturais. LACOMBE, Luis Ernesto. Manual poético dos esportes olímpicos (e um dedinho de prosa) Rio de Janeiro: Escrita Fina, 2013 POEMA é um texto escrito em versos. SONETO é um poema que tem sempre 4 estrofes. As duas primeiras estrofes têm 4 versos e as duas últimas, 3 versos. 1. Quantos versos e estrofes compõem o poema? _____________________________________________ 2. Qual é o tema do texto? _____________________________________________ 3. O que significa “esporte milenar”? ´____________________________________________ VERSO é cada linha do poema. ESTROFE é cada conjunto de versos. 4. Você deve ter observado que as palavras rimam, no fim dos versos. Copie esses pares de palavras que rimam. _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ 5. Que efeito têm as rimas em um poema? _____________________________________________ _____________________________________________ 6. No verso “Lançar, arremessar e muito mais...”, o que as reticências indicam? _____________________________________________ _____________________________________________ Como esse é ano de Jogos Olímpicos e Paralímpicos, vamos ler um soneto sobre uma das modalidades olímpicas. Mire sua câmera no QR Code ou acesse o link para rir um pouco e conhecer mais sobre as Olimpíadas, no vídeo Pateta - O Campeão Olímpico. https://www.youtube.com/watch? v=3gN09jgHEFo https://w w w .cob.org.br/pt/galerias/noticias https://w w w .cpb.org.br/noticia/ 28 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Na 1ª página, o que você supõe que esteja escrito abaixo do título? _______________________________________________ 2. O que havia na caixa, no 1º quadrinho? _______________________________________________ Falando em Japão, o povo japonês também tem histórias típicas da sua cultura. Você já ouviu falar em mangá? Há elementos que tornam os mangás diferentes das histórias em quadrinhos convencionais. Você vai gostar do desafio de ler algumas páginas de O cão que guarda as estrelas. Página 2 Página 1 3. Releia, na página 1 “A primeira coisa que eu lembro é que eu tava chorando dentro de uma caixa.” e responda: a) Quem é esse eu no texto? ___________________________________________ b) Que palavra foi usada de modo informal? Qual seria a forma mais adequada se a situação fosse formal? ___________________________________________________________ O cão que guarda as estrelas 29 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Página 4 (...) (...) Adaptado de MURAKAMI, Takashi. O cão que guarda as estrelas. São Paulo: Editora JBC, 2014 D) No penúltimo quadrinho, qual é o assunto do diálogo entre mãe e filha? ______________________________________________ ______________________________________________ Na página 3 6. Que sentimento o cachorrinho expressa no 1º quadrinho? ______________________________________________ 7. De quem são as falas do 2º quadrinho? ______________________________________________ 8. O que aconteceu no 3º quadrinho? ______________________________________________ ______________________________________________ 9. O que a expressão facial dos personagens indica, no 4º quadrinho? ______________________________________________ Página 3 4. O que aconteceu no 1º quadrinho da página 2? ______________________________________________ ______________________________________________ 5. Observe com atenção os detalhes da página 2 e responda: A) A quem se refere me em “Uma garotinha animada me pegou no colo.”? ______________________________________________ B) Qual é o efeito de sentido das reticências? ______________________________________________ ______________________________________________ C) No 3º quadrinho, o quea menina faz com o sapato, quando entra em casa?? ______________________________________________ ______________________________________________ 28 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Na 1ª página, o que você supõe que esteja escrito abaixo do título? _______________________________________________ 2. O que havia na caixa, no 1º quadrinho? _______________________________________________ Falando em Japão, o povo japonês também tem histórias típicas da sua cultura. Você já ouviu falar em mangá? Há elementos que tornam os mangás diferentes das histórias em quadrinhos convencionais. Você vai gostar do desafio de ler algumas páginas de O cão que guarda as estrelas. Página 2 Página 1 3. Releia, na página 1 “A primeira coisa que eu lembro é que eu tava chorando dentro de uma caixa.” e responda: a) Quem é esse eu no texto? ___________________________________________ b) Que palavra foi usada de modo informal? Qual seria a forma mais adequada se a situação fosse formal? ___________________________________________________________ O cão que guarda as estrelas 29 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Página 4 (...) (...) Adaptado de MURAKAMI, Takashi. O cão que guarda as estrelas. São Paulo: Editora JBC, 2014 D) No penúltimo quadrinho, qual é o assunto do diálogo entre mãe e filha? ______________________________________________ ______________________________________________ Na página 3 6. Que sentimento o cachorrinho expressa no 1º quadrinho? ______________________________________________ 7. De quem são as falas do 2º quadrinho? ______________________________________________ 8. O que aconteceu no 3º quadrinho? ______________________________________________ ______________________________________________ 9. O que a expressão facial dos personagens indica, no 4º quadrinho? ______________________________________________ Página 3 4. O que aconteceu no 1º quadrinho da página 2? ______________________________________________ ______________________________________________ 5. Observe com atenção os detalhes da página 2 e responda: A) A quem se refere me em “Uma garotinha animada me pegou no colo.”? ______________________________________________ B) Qual é o efeito de sentido das reticências? ______________________________________________ ______________________________________________ C) No 3º quadrinho, o que a menina faz com o sapato, quando entra em casa? ______________________________________________ ______________________________________________ 28 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Na 1ª página, o que você supõe que esteja escrito abaixo do título? _______________________________________________ 2. O que havia na caixa, no 1º quadrinho? _______________________________________________ Falando em Japão, o povo japonês também tem histórias típicas da sua cultura. Você já ouviu falar em mangá? Há elementos que tornam os mangás diferentes das histórias em quadrinhos convencionais. Você vai gostar do desafio de ler algumas páginas de O cão que guarda as estrelas. Página 2 Página 1 3. Releia, na página 1 “A primeira coisa que eu lembro é que eu tava chorando dentro de uma caixa.” e responda: a) Quem é esse eu no texto? ___________________________________________ b) Que palavra foi usada de modo informal? Qual seria a forma mais adequada se a situação fosse formal? ___________________________________________________________ O cão que guarda as estrelas 29 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Página 4 (...) (...) Adaptado de MURAKAMI, Takashi. O cão que guarda as estrelas. São Paulo: Editora JBC, 2014 D) No penúltimo quadrinho, qual é o assunto do diálogo entre mãe e filha? ______________________________________________ ______________________________________________ Na página 3 6. Que sentimento o cachorrinho expressa no 1º quadrinho? ______________________________________________ 7. De quem são as falas do 2º quadrinho? ______________________________________________ 8. O que aconteceu no 3º quadrinho? ______________________________________________ ______________________________________________ 9. O que a expressão facial dos personagens indica, no 4º quadrinho? ______________________________________________ Página 3 4. O que aconteceu no 1º quadrinho da página 2? ______________________________________________ ______________________________________________ 5. Observe com atenção os detalhes da página 2 e responda: A) A quem se refere me em “Uma garotinha animada me pegou no colo.”? ______________________________________________ B) Qual é o efeito de sentido das reticências? ______________________________________________ ______________________________________________ C) No 3º quadrinho, o que a menina faz com o sapato, quando entra em casa?? ______________________________________________ ______________________________________________ 28 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Na 1ª página, o que você supõe que esteja escrito abaixo do título? _______________________________________________ 2. O que havia na caixa, no 1º quadrinho? _______________________________________________ Falando em Japão, o povo japonês também tem histórias típicas da sua cultura. Você já ouviu falar em mangá? Há elementos que tornam os mangás diferentes das histórias em quadrinhos convencionais. Você vai gostar do desafio de ler algumas páginas de O cão que guarda as estrelas. Página 2 Página 1 3. Releia, na página 1 “A primeira coisa que eu lembro é que eu tava chorando dentro de uma caixa.” e responda: a) Quem é esse eu no texto? ___________________________________________ b) Que palavra foi usada de modo informal? Qual seria a forma mais adequada se a situação fosse formal? ___________________________________________________________ O cão que guarda as estrelas 29 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Página 4 (...) (...) Adaptado de MURAKAMI, Takashi. O cão que guarda as estrelas. São Paulo: Editora JBC, 2014 D) No penúltimo quadrinho, qual é o assunto do diálogo entre mãe e filha? ______________________________________________ ______________________________________________ Na página 3 6. Que sentimento o cachorrinho expressa no 1º quadrinho? ______________________________________________ 7. De quem são as falas do 2º quadrinho? ______________________________________________ 8. O que aconteceu no 3º quadrinho? ______________________________________________ ______________________________________________ 9. O que a expressão facial dos personagens indica, no 4º quadrinho? ______________________________________________ Página 3 4. O que aconteceu no 1º quadrinho da página 2? ______________________________________________ ______________________________________________ 5. Observe com atenção os detalhes da página 2 e responda: A) A quem se refere me em “Uma garotinha animada me pegou no colo.”? ______________________________________________ B) Qual é o efeito de sentido das reticências? ______________________________________________ ______________________________________________ C) No 3º quadrinho, o que a menina faz com o sapato, quando entra em casa? ______________________________________________ ______________________________________________ 30 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Vamos ler um conto africano para fechar nosso bimestre. Veja que história interessante! Por que o cachorro foi morar com o homem O cachorro, que todos dizem ser o melhor amigo do homem, vivia antigamente no meio do mato com seus primos, o chacal e o lobo. Os três brincavam de correr pelas campinas sem fim, matavam a sede nos riachos e caçavam sempre juntos. Mas, todos os anos, antes da estação das chuvas, os primos tinham dificuldades para encontrar o que comer. A vegetação e os rios secavam,fazendo com que aos animais da floresta fugissem em busca de outras paragens. Um dia, famintos e ofegantes, os três com as línguas de fora por causa do forte calor, sentaram-se à sombra de uma árvore para tomarem uma decisão. – Precisamos mandar alguém à aldeia dos homens para apanhar um pouco de fogo - disse o lobo. – Fogo?- perguntou o cachorro. – Para queimar o capim e comer gafanhotos assados - respondeu o chacal com água na boca. – E quem vai buscar o fogo? - tornou a perguntar o cachorro. – Você! - responderam o lobo e o chacal, ao mesmo tempo, apontando para o cão. De acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais novo, não teve outro jeito, pois não podia desobedecer a uma ordem dos mais velhos. Ele ia ter que fazer a cansativa jornada até a aldeia, enquanto o lobo e o chacal ficavam dormindo numa boa. A princípio você pensou que o animalzinho da história fosse um gato? Happy, o cãozinho do mangá é da raça asiática Chow-Chow, famoso por ter a língua azul. Os mangás são os quadrinhos japoneses. Quando animados, são chamados de animes. Que tal a experiência de ler de trás para frente? Esse é o sentido da leitura e da escrita japonesa, da direita para a esquerda. Depois dessas descobertas sobre os mangás, o que você acha de criar uma ou duas páginas de um?! Você vai precisar de uma folha, de preferência lisa, sem linhas, lápis e borracha. Divida a folha em 3 retângulos e, depois, risque-a ao meio, formando 6 quadrinhos. Lembre-se de criar seu mangá da direita para a esquerda, inclusive as falas dos personagens. Use e abuse de onomatopeias, linhas de movimento e expressões faciais. Se quiser, imite os olhos grandes, típicos dos desenhos japoneses. Releia depois e confira sua produção. https://w w w .am om eupet.org/noticias/3219/caes-da-raca- chow -chow -adotar-ou-nao-o-quao-agressivos-eles-sao-e- com o-lidar-com -isso 5 10. Qual foi a consequência daquele susto? _________________________________________________ 11. Em “Esse foi o nosso primeiro encontro.” há um traço de humor. Explique. _________________________________________________ 12. Observe com atenção o 4º quadrinho da página 4. A impressão que os desenhos passam é que Miku tem 3 braços direitos e Happy, 2 cabeças. Como você explica isso? _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ 31 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Como era a vida dos três primos da história, na época das chuvas? ___________________________________________ ___________________________________________ 2. Que diferença havia, no período da seca? ___________________________________________ ___________________________________________ 3. O que causou a necessidade de fogo? ___________________________________________ ___________________________________________ 4. Em “- respondeu o chacal com água na boca.”, qual é o sentido da expressão em destaque? __________________________________________ 5. Qual é o sentido da expressão destacada em “De acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais novo, não teve outro jeito”(...)? __________________________________________ 6. Que efeito de sentido tem a repetição da palavra destacada em “O cachorro correu e correu até alcançar o cercado de espinhos e paus pontudos “ (...)? __________________________________________ 7. Releia: “Uma panela de mingau de milho fumegava sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se importar com a presença do cão, tirava pequenas porções e as passava para uma tigela de barro.” A) Qual é o sentido da palavra em negrito? __________________________________________ B) A que se refere a palavra sublinhada? __________________________________________ 8. Releia este trecho: “Anoitecia, e das cabanas saía um cheiro gostoso. O cachorro entrou numa delas e viu uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu sentar e esperar a mulher se distrair para ele pegar um tição.” A escolha das palavras é muito importante em um texto. Que efeito de sentido tem o uso de uma mulher e de a mulher, nesta passagem? _______________________________________________ _______________________________________________ _______________________________________________ 9. No penúltimo parágrafo da história, o cachorro reflete sobre os acontecimentos e toma a decisão de ficar com os homens. Qual foi, exatamente, a causa de cada uma de suas reflexões? A) “O lobo e o chacal vivem me dando ordens.” _______________________________________________ B) “Aqui não falta comida” _______________________________________________ C) “e as pessoas gostam de mim.” _______________________________________________ _______________________________________________ 10. No último parágrafo, a que se referem “E foi assim” e “E é por causa disso”? _______________________________________________ _______________________________________________ BARBOSA, Rogério Andrade. Histórias Africanas para contar e recontar. São Paulo: Editora do Brasil, 2001 O cachorro correu e correu até alcançar o cercado de espinhos e paus pontudos que protegia a aldeia dos ataques dos leões. Anoitecia, e das cabanas saía um cheiro gostoso. O cachorro entrou numa delas e viu uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu sentar e esperar a mulher se distrair para ele pegar um tição. Uma panela de mingau de milho fumegava sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se importar com a presença do cão, tirava pequenas porções e as passava para uma tigela de barro. Quando terminou de alimentar o filho, ela raspou o vasilhame e jogou o resto do mingau para o cão. O bicho, esfomeado, devorou tudo e adorou. Enquanto comia, a criança se aproximou e acariciou o seu pelo. Então, o cão disse para si mesmo: – Eu é que não volto mais para a floresta. O lobo e o chacal vivem me dando ordens. Aqui não falta comida e as pessoas gostam de mim. De hoje em diante vou morar com os homens e ajudá-los a tomar conta de suas casas. E foi assim que o cachorro passou a viver junto aos homens. E é por causa disso que o lobo e chacal ficam uivando na floresta, chamando pelo primo fujão. 30 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Vamos ler um conto africano para fechar nosso bimestre. Veja que história interessante! Por que o cachorro foi morar com o homem O cachorro, que todos dizem ser o melhor amigo do homem, vivia antigamente no meio do mato com seus primos, o chacal e o lobo. Os três brincavam de correr pelas campinas sem fim, matavam a sede nos riachos e caçavam sempre juntos. Mas, todos os anos, antes da estação das chuvas, os primos tinham dificuldades para encontrar o que comer. A vegetação e os rios secavam, fazendo com que aos animais da floresta fugissem em busca de outras paragens. Um dia, famintos e ofegantes, os três com as línguas de fora por causa do forte calor, sentaram-se à sombra de uma árvore para tomarem uma decisão. – Precisamos mandar alguém à aldeia dos homens para apanhar um pouco de fogo - disse o lobo. – Fogo?- perguntou o cachorro. – Para queimar o capim e comer gafanhotos assados - respondeu o chacal com água na boca. – E quem vai buscar o fogo? - tornou a perguntar o cachorro. – Você! - responderam o lobo e o chacal, ao mesmo tempo, apontando para o cão. De acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais novo, não teve outro jeito, pois não podia desobedecer a uma ordem dos mais velhos. Ele ia ter que fazer a cansativa jornada até a aldeia, enquanto o lobo e o chacal ficavam dormindo numa boa. A princípio você pensou que o animalzinho da história fosse um gato? Happy, o cãozinho do mangá é da raça asiática Chow-Chow, famoso por ter a língua azul. Os mangás são os quadrinhos japoneses. Quando animados, são chamados de animes. Que tal a experiência de ler de trás para frente? Esse é o sentido da leitura e da escrita japonesa, da direita para a esquerda. Depois dessas descobertas sobre os mangás, o que você acha de criar umaou duas páginas de um?! Você vai precisar de uma folha, de preferência lisa, sem linhas, lápis e borracha. Divida a folha em 3 retângulos e, depois, risque-a ao meio, formando 6 quadrinhos. Lembre-se de criar seu mangá da direita para a esquerda, inclusive as falas dos personagens. Use e abuse de onomatopeias, linhas de movimento e expressões faciais. Se quiser, imite os olhos grandes, típicos dos desenhos japoneses. Releia depois e confira sua produção. https://w w w .am om eupet.org/noticias/3219/caes-da-raca- chow -chow -adotar-ou-nao-o-quao-agressivos-eles-sao-e- com o-lidar-com -isso 5 10. Qual foi a consequência daquele susto? _________________________________________________ 11. Em “Esse foi o nosso primeiro encontro.” há um traço de humor. Explique. _________________________________________________ 12. Observe com atenção o 4º quadrinho da página 4. A impressão que os desenhos passam é que Miku tem 3 braços direitos e Happy, 2 cabeças. Como você explica isso? _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ 31 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Como era a vida dos três primos da história, na época das chuvas? ___________________________________________ ___________________________________________ 2. Que diferença havia, no período da seca? ___________________________________________ ___________________________________________ 3. O que causou a necessidade de fogo? ___________________________________________ ___________________________________________ 4. Em “- respondeu o chacal com água na boca.”, qual é o sentido da expressão em destaque? __________________________________________ 5. Qual é o sentido da expressão destacada em “De acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais novo, não teve outro jeito”(...)? __________________________________________ 6. Que efeito de sentido tem a repetição da palavra destacada em “O cachorro correu e correu até alcançar o cercado de espinhos e paus pontudos “ (...)? __________________________________________ 7. Releia: “Uma panela de mingau de milho fumegava sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se importar com a presença do cão, tirava pequenas porções e as passava para uma tigela de barro.” A) Qual é o sentido da palavra em negrito? __________________________________________ B) A que se refere a palavra sublinhada? __________________________________________ 8. Releia este trecho: “Anoitecia, e das cabanas saía um cheiro gostoso. O cachorro entrou numa delas e viu uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu sentar e esperar a mulher se distrair para ele pegar um tição.” A escolha das palavras é muito importante em um texto. Que efeito de sentido tem o uso de uma mulher e de a mulher, nesta passagem? _______________________________________________ _______________________________________________ _______________________________________________ 9. No penúltimo parágrafo da história, o cachorro reflete sobre os acontecimentos e toma a decisão de ficar com os homens. Qual foi, exatamente, a causa de cada uma de suas reflexões? A) “O lobo e o chacal vivem me dando ordens.” _______________________________________________ B) “Aqui não falta comida” _______________________________________________ C) “e as pessoas gostam de mim.” _______________________________________________ _______________________________________________ 10. No último parágrafo, a que se referem “E foi assim” e “E é por causa disso”? _______________________________________________ _______________________________________________ BARBOSA, Rogério Andrade. Histórias Africanas para contar e recontar. São Paulo: Editora do Brasil, 2001 O cachorro correu e correu até alcançar o cercado de espinhos e paus pontudos que protegia a aldeia dos ataques dos leões. Anoitecia, e das cabanas saía um cheiro gostoso. O cachorro entrou numa delas e viu uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu sentar e esperar a mulher se distrair para ele pegar um tição. Uma panela de mingau de milho fumegava sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se importar com a presença do cão, tirava pequenas porções e as passava para uma tigela de barro. Quando terminou de alimentar o filho, ela raspou o vasilhame e jogou o resto do mingau para o cão. O bicho, esfomeado, devorou tudo e adorou. Enquanto comia, a criança se aproximou e acariciou o seu pelo. Então, o cão disse para si mesmo: – Eu é que não volto mais para a floresta. O lobo e o chacal vivem me dando ordens. Aqui não falta comida e as pessoas gostam de mim. De hoje em diante vou morar com os homens e ajudá-los a tomar conta de suas casas. E foi assim que o cachorro passou a viver junto aos homens. E é por causa disso que o lobo e chacal ficam uivando na floresta, chamando pelo primo fujão. 30 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Vamos ler um conto africano para fechar nosso bimestre. Veja que história interessante! Por que o cachorro foi morar com o homem O cachorro, que todos dizem ser o melhor amigo do homem, vivia antigamente no meio do mato com seus primos, o chacal e o lobo. Os três brincavam de correr pelas campinas sem fim, matavam a sede nos riachos e caçavam sempre juntos. Mas, todos os anos, antes da estação das chuvas, os primos tinham dificuldades para encontrar o que comer. A vegetação e os rios secavam, fazendo com que aos animais da floresta fugissem em busca de outras paragens. Um dia, famintos e ofegantes, os três com as línguas de fora por causa do forte calor, sentaram-se à sombra de uma árvore para tomarem uma decisão. – Precisamos mandar alguém à aldeia dos homens para apanhar um pouco de fogo - disse o lobo. – Fogo?- perguntou o cachorro. – Para queimar o capim e comer gafanhotos assados - respondeu o chacal com água na boca. – E quem vai buscar o fogo? - tornou a perguntar o cachorro. – Você! - responderam o lobo e o chacal, ao mesmo tempo, apontando para o cão. De acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais novo, não teve outro jeito, pois não podia desobedecer a uma ordem dos mais velhos. Ele ia ter que fazer a cansativa jornada até a aldeia, enquanto o lobo e o chacal ficavam dormindo numa boa. A princípio você pensou que o animalzinho da história fosse um gato? Happy, o cãozinho do mangá é da raça asiática Chow-Chow, famoso por ter a língua azul. Os mangás são os quadrinhos japoneses. Quando animados, são chamados de animes. Que tal a experiência de ler de trás para frente? Esse é o sentido da leitura e da escrita japonesa, da direita para a esquerda. Depois dessas descobertas sobre os mangás, o que você acha de criar uma ou duas páginas de um?! Você vai precisar de uma folha, de preferência lisa, sem linhas, lápis e borracha. Divida a folha em 3 retângulos e, depois, risque-a ao meio, formando 6 quadrinhos. Lembre-se de criar seu mangá da direita para a esquerda, inclusive as falas dos personagens. Use e abuse de onomatopeias, linhas de movimento e expressões faciais. Se quiser, imite os olhos grandes, típicos dos desenhos japoneses. Releia depois e confira sua produção. https://w w w .am om eupet.org/noticias/3219/caes-da-raca- chow -chow -adotar-ou-nao-o-quao-agressivos-eles-sao-e- com o-lidar-com -isso 5 10. Qual foi a consequência daquele susto? _________________________________________________ 11. Em “Esse foi o nosso primeiro encontro.” há um traço de humor. Explique. _________________________________________________ 12. Observe com atenção o 4º quadrinho da página 4. A impressão que os desenhos passam é que Miku tem 3 braços direitos e Happy, 2 cabeças. Como você explica isso? _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ 31 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Como era a vida dos três primos da história,na época das chuvas? ___________________________________________ ___________________________________________ 2. Que diferença havia, no período da seca? ___________________________________________ ___________________________________________ 3. O que causou a necessidade de fogo? ___________________________________________ ___________________________________________ 4. Em “- respondeu o chacal com água na boca.”, qual é o sentido da expressão em destaque? __________________________________________ 5. Qual é o sentido da expressão destacada em “De acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais novo, não teve outro jeito”(...)? __________________________________________ 6. Que efeito de sentido tem a repetição da palavra destacada em “O cachorro correu e correu até alcançar o cercado de espinhos e paus pontudos “ (...)? __________________________________________ 7. Releia: “Uma panela de mingau de milho fumegava sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se importar com a presença do cão, tirava pequenas porções e as passava para uma tigela de barro.” A) Qual é o sentido da palavra em negrito? __________________________________________ B) A que se refere a palavra sublinhada? __________________________________________ 8. Releia este trecho: “Anoitecia, e das cabanas saía um cheiro gostoso. O cachorro entrou numa delas e viu uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu sentar e esperar a mulher se distrair para ele pegar um tição.” A escolha das palavras é muito importante em um texto. Que efeito de sentido tem o uso de uma mulher e de a mulher, nesta passagem? _______________________________________________ _______________________________________________ _______________________________________________ 9. No penúltimo parágrafo da história, o cachorro reflete sobre os acontecimentos e toma a decisão de ficar com os homens. Qual foi, exatamente, a causa de cada uma de suas reflexões? A) “O lobo e o chacal vivem me dando ordens.” _______________________________________________ B) “Aqui não falta comida” _______________________________________________ C) “e as pessoas gostam de mim.” _______________________________________________ _______________________________________________ 10. No último parágrafo, a que se referem “E foi assim” e “E é por causa disso”? _______________________________________________ _______________________________________________ BARBOSA, Rogério Andrade. Histórias Africanas para contar e recontar. São Paulo: Editora do Brasil, 2001 O cachorro correu e correu até alcançar o cercado de espinhos e paus pontudos que protegia a aldeia dos ataques dos leões. Anoitecia, e das cabanas saía um cheiro gostoso. O cachorro entrou numa delas e viu uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu sentar e esperar a mulher se distrair para ele pegar um tição. Uma panela de mingau de milho fumegava sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se importar com a presença do cão, tirava pequenas porções e as passava para uma tigela de barro. Quando terminou de alimentar o filho, ela raspou o vasilhame e jogou o resto do mingau para o cão. O bicho, esfomeado, devorou tudo e adorou. Enquanto comia, a criança se aproximou e acariciou o seu pelo. Então, o cão disse para si mesmo: – Eu é que não volto mais para a floresta. O lobo e o chacal vivem me dando ordens. Aqui não falta comida e as pessoas gostam de mim. De hoje em diante vou morar com os homens e ajudá-los a tomar conta de suas casas. E foi assim que o cachorro passou a viver junto aos homens. E é por causa disso que o lobo e chacal ficam uivando na floresta, chamando pelo primo fujão. 30 LÍ NG UA P OR TU GU ES A ·2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO Vamos ler um conto africano para fechar nosso bimestre. Veja que história interessante! Por que o cachorro foi morar com o homem O cachorro, que todos dizem ser o melhor amigo do homem, vivia antigamente no meio do mato com seus primos, o chacal e o lobo. Os três brincavam de correr pelas campinas sem fim, matavam a sede nos riachos e caçavam sempre juntos. Mas, todos os anos, antes da estação das chuvas, os primos tinham dificuldades para encontrar o que comer. A vegetação e os rios secavam, fazendo com que aos animais da floresta fugissem em busca de outras paragens. Um dia, famintos e ofegantes, os três com as línguas de fora por causa do forte calor, sentaram-se à sombra de uma árvore para tomarem uma decisão. – Precisamos mandar alguém à aldeia dos homens para apanhar um pouco de fogo - disse o lobo. – Fogo?- perguntou o cachorro. – Para queimar o capim e comer gafanhotos assados - respondeu o chacal com água na boca. – E quem vai buscar o fogo? - tornou a perguntar o cachorro. – Você! - responderam o lobo e o chacal, ao mesmo tempo, apontando para o cão. De acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais novo, não teve outro jeito, pois não podia desobedecer a uma ordem dos mais velhos. Ele ia ter que fazer a cansativa jornada até a aldeia, enquanto o lobo e o chacal ficavam dormindo numa boa. A princípio você pensou que o animalzinho da história fosse um gato? Happy, o cãozinho do mangá é da raça asiática Chow-Chow, famoso por ter a língua azul. Os mangás são os quadrinhos japoneses. Quando animados, são chamados de animes. Que tal a experiência de ler de trás para frente? Esse é o sentido da leitura e da escrita japonesa, da direita para a esquerda. Depois dessas descobertas sobre os mangás, o que você acha de criar uma ou duas páginas de um?! Você vai precisar de uma folha, de preferência lisa, sem linhas, lápis e borracha. Divida a folha em 3 retângulos e, depois, risque-a ao meio, formando 6 quadrinhos. Lembre-se de criar seu mangá da direita para a esquerda, inclusive as falas dos personagens. Use e abuse de onomatopeias, linhas de movimento e expressões faciais. Se quiser, imite os olhos grandes, típicos dos desenhos japoneses. Releia depois e confira sua produção. https://w w w .am om eupet.org/noticias/3219/caes-da-raca- chow -chow -adotar-ou-nao-o-quao-agressivos-eles-sao-e- com o-lidar-com -isso 5 10. Qual foi a consequência daquele susto? _________________________________________________ 11. Em “Esse foi o nosso primeiro encontro.” há um traço de humor. Explique. _________________________________________________ 12. Observe com atenção o 4º quadrinho da página 4. A impressão que os desenhos passam é que Miku tem 3 braços direitos e Happy, 2 cabeças. Como você explica isso? _________________________________________________ _________________________________________________ _________________________________________________ 31 LÍ NG UA P OR TU GU ES A · 2 º S EM ES TR E / 2 02 1 · 6º A NO 1. Como era a vida dos três primos da história, na época das chuvas? ___________________________________________ ___________________________________________ 2. Que diferença havia, no período da seca? ___________________________________________ ___________________________________________ 3. O que causou a necessidade de fogo? ___________________________________________ ___________________________________________ 4. Em “- respondeu o chacal com água na boca.”, qual é o sentido da expressão em destaque? __________________________________________ 5. Qual é o sentido da expressão destacada em “De acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais novo, não teve outro jeito”(...)? __________________________________________ 6. Que efeito de sentido tem a repetição da palavra destacada em “O cachorro correu e correu até alcançar o cercado de espinhos e paus pontudos “ (...)? __________________________________________ 7. Releia: “Uma panela de mingau de milho fumegava sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se importar com a presença do cão, tirava pequenas porções e as passava para uma tigela de barro.” A) Qual é o sentido da palavra em negrito? __________________________________________ B) A que se refere a palavra sublinhada? __________________________________________ 8. Releia este trecho:“Anoitecia, e das cabanas saía um cheiro gostoso. O cachorro entrou numa delas e viu uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu sentar e esperar a mulher se distrair para ele pegar um tição.” A escolha das palavras é muito importante em um texto. Que efeito de sentido tem o uso de uma mulher e de a mulher, nesta passagem? _______________________________________________ _______________________________________________ _______________________________________________ 9. No penúltimo parágrafo da história, o cachorro reflete sobre os acontecimentos e toma a decisão de ficar com os homens. Qual foi, exatamente, a causa de cada uma de suas reflexões? A) “O lobo e o chacal vivem me dando ordens.” _______________________________________________ B) “Aqui não falta comida” _______________________________________________ C) “e as pessoas gostam de mim.” _______________________________________________ _______________________________________________ 10. No último parágrafo, a que se referem “E foi assim” e “E é por causa disso”? _______________________________________________ _______________________________________________ BARBOSA, Rogério Andrade. Histórias Africanas para contar e recontar. São Paulo: Editora do Brasil, 2001 O cachorro correu e correu até alcançar o cercado de espinhos e paus pontudos que protegia a aldeia dos ataques dos leões. Anoitecia, e das cabanas saía um cheiro gostoso. O cachorro entrou numa delas e viu uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu sentar e esperar a mulher se distrair para ele pegar um tição. Uma panela de mingau de milho fumegava sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se importar com a presença do cão, tirava pequenas porções e as passava para uma tigela de barro. Quando terminou de alimentar o filho, ela raspou o vasilhame e jogou o resto do mingau para o cão. O bicho, esfomeado, devorou tudo e adorou. Enquanto comia, a criança se aproximou e acariciou o seu pelo. Então, o cão disse para si mesmo: – Eu é que não volto mais para a floresta. O lobo e o chacal vivem me dando ordens. Aqui não falta comida e as pessoas gostam de mim. De hoje em diante vou morar com os homens e ajudá-los a tomar conta de suas casas. E foi assim que o cachorro passou a viver junto aos homens. E é por causa disso que o lobo e chacal ficam uivando na floresta, chamando pelo primo fujão.