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Material Rioeduca - 2º Semestre

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Questões resolvidas

No trecho '— Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se soubesse…'
B) Como Henrique deve ter completado essa fala, mentalmente?

Qual dos ditados populares abaixo também serve como ensinamento para essa fábula? Faça um X na opção adequada.

a) Quem tudo quer, tudo perde.
b) A pressa é inimiga da perfeição.
c) A esperteza vale mais do que a força.
d) Quem semeia vento, colhe tempestade.

A que se referem os números abaixo, citados na notícia?

a.) 710
b.) 2 milhões
c.) 90
d.) 1931
e.) 2007

Qual é a opinião da arquiteta Cristina Ventura sobre o desafio desse trabalho?

a.) 710
b.) 2 milhões
c.) 90
d.) 1931
e.) 2007

Qual dos ditados populares abaixo também serve como ensinamento para essa fábula? Faça um X na opção adequada.

a) Quem tudo quer, tudo perde.
b) A pressa é inimiga da perfeição.
c) A esperteza vale mais do que a força.
d) Quem semeia vento, colhe tempestade.

A que se referem os números abaixo, citados na notícia?

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Questões resolvidas

No trecho '— Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se soubesse…'
B) Como Henrique deve ter completado essa fala, mentalmente?

Qual dos ditados populares abaixo também serve como ensinamento para essa fábula? Faça um X na opção adequada.

a) Quem tudo quer, tudo perde.
b) A pressa é inimiga da perfeição.
c) A esperteza vale mais do que a força.
d) Quem semeia vento, colhe tempestade.

A que se referem os números abaixo, citados na notícia?

a.) 710
b.) 2 milhões
c.) 90
d.) 1931
e.) 2007

Qual é a opinião da arquiteta Cristina Ventura sobre o desafio desse trabalho?

a.) 710
b.) 2 milhões
c.) 90
d.) 1931
e.) 2007

Qual dos ditados populares abaixo também serve como ensinamento para essa fábula? Faça um X na opção adequada.

a) Quem tudo quer, tudo perde.
b) A pressa é inimiga da perfeição.
c) A esperteza vale mais do que a força.
d) Quem semeia vento, colhe tempestade.

A que se referem os números abaixo, citados na notícia?

a.) 710
b.) 2 milhões
c.) 90
d.) 1931

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6º ANO
CAPA 6º ANO 2º SEMESTRE.indd Todas as páginasCAPA 6º ANO 2º SEMESTRE.indd Todas as páginas 22/07/2021 11:22:1022/07/2021 11:22:10
EDUARDO PAES
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
RENAN FERREIRINHA CARNEIRO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
TERESA COZETTI PONTUAL PEREIRA
SUBSECRETARIA DE ENSINO
RENATA SURAIDE SILVA DA CUNHA BRANCO 
REVISÃO TÉCNICA DE LÍNGUA INGLESA
MARCIA DA LUZ BASTOS
REVISÃO TÉCNICA DE CIÊNCIAS
NIVEA MUNIZ VIEIRA
REVISÃO TÉCNICA DE GEOGRAFIA
VANESSA KERN DE ABREU
REVISÃO TÉCNICA DE HISTÓRIA
ELISABETE MARTINS FEIO BRANDT REVISÃO 
TÉCNICA DE LÍNGUA PORTUGUESA
SILVIA MARIA SOARES COUTO
REVISÃO TÉCNICA DE MATEMÁTICA
ELAINE ANDRADE VIEIRA BASILIO VIEIRA 
REVISÃO ORTOGRÁFICA
ANDRÉA DORIA POÇAS CAMARA 
DIAGRAMAÇÃO E DESIGN
JORDAN WALLACE ANJOS DA SILVA 
LUZIA CELIA BENEVIDES MONTEIRO 
MARIANE COSTA VIEIRA
RENAN DE CASTRO ALCÂNTARA
ÁUDIOS DE LÍNGUA INGLESA
CONTATOS E/SUBE
Telefones: 2293-3635 / 2976-2558
cefsme@rioeduca.net
IMPRESSÃO
MULTIRIO
PAULO ROBERTO MIRANDA
PRESIDÊNCIA
DENISE PALHA
CHEFIA DE GABINETE
ROSÂNGELA DE FÁTIMA DIAS
DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO 
E FINANÇAS
EDUARDO GUEDES
DIRETORIA DE MÍDIA E EDUCAÇÃO
SIMONE MONTEIRO
ASSESSORIA DE ARTICULAÇÃO 
PEDAGÓGICA
MARCELO SALERNO
ALOYSIO NEVES
DANIEL NOGUEIRA
ANTONIO CHACAR
TATIANA VIDAL
FRATA SOARES
ANDRÉ LEÃO
EDUARDO DUVAL
NÚCLEO ARTES GRÁFICAS E ANIMAÇÃO
ZIT GRÁFICA E EDITORA
EDITORAÇÃO E IMPRESSÃO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
MICHELE VALADÃO VERMELHO ALMEIDA
RENATA SURAIDE SILVA DA CUNHA BRANCO
DANIELLE GONZÁLEZ
JORDAN WALLACE ANJOS DA SILVA
COORDENADORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL
DANIELE PERES NUNES
GINA PAULA BERNARDINO CAPITÃO MOR
ANDREA DA SILVA CASADONTE
GERÊNCIA DE ANOS FINAIS
SIMONE CORRÊA DOS SANTOS MEDEIROS
ELABORAÇÃO DE CIÊNCIAS
CHARLES DA SILVA CASTRO
ELABORAÇÃO DE GEOGRAFIA
MARIANA DE OLIVEIRA AMORIM
ELABORAÇÃO DE HISTÓRIA
PATRÍCIA HELENA DA SILVA COSTA
ELABORAÇÃO DE LÍNGUA INGLESA
ELSE LOPES EMRICH PORTILHO
ELABORAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA
UELTON DE MENDONÇA SOUZA
ELABORAÇÃO DE MATEMÁTICA
Querido aluno e querida aluna,​
Este é o Material Rioeduca – 2º semestre. Ele está bem diferente do que você estava
acostumado(a). Ele tem mais páginas, para durar mais tempo, e vai acompanhá-lo de agosto ao
final de 2021.
Observe que a turma SME tem agora mais personagens! Alice e Carlos estão de “cara nova” e
vão apresentar seus novos amigos. Temos certeza de que você vai gostar muito deles!
É importante saber que o material trabalha com atividades que foram pensadas para
você. São atividades para o seu ano de escolaridade, em 2021. Não podemos esquecer que
temos duas maneiras de usá-lo: na forma impressa, entregue pela escola, e na
forma digital, que você acessa pelo aplicativo Rioeduca em Casa.
As atividades foram elaboradas por professores das nossas escolas, com muito carinho
e cuidado. Todas as pessoas que trabalham pela educação da nossa cidade estão
empenhadas para que a sua experiência escolar seja a melhor possível, a partir de todos os
materiais oferecidos.
Temos outras novidades! No final do material, há um espaço para você fazer anotações e
para informá-lo sobre a Rioeducopédia, disponível no aplicativo Rioeduca em Casa. Essa é
mais uma ferramenta pensada para que todos aprendam cada vez mais!
Agora curta bastante o seu material! Tenha cuidado com ele e faça todas as atividades
que o(a) seu(sua) professor(a) solicitar. Queremos que, durante esse tempo, você perceba o
enorme carinho que todos nós sentimos e expressamos em cada parte do
Material Rioeduca, das videoaulas do Rioeduca na TV e agora, das atividades
da Rioeducopédia!
Estamos juntos!!!
Um grande abraço e bons estudos!
Renan Ferreirinha
Secretário Municipal de Educação do Rio
Mire a câmera do seu celular no QR CODE
abaixo ou use o link para saber
como acessar a Rioeducopédia.
https://www.youtube.com/watch?v=EysPaAANOvI
EDUARDO PAES
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
RENAN FERREIRINHA CARNEIRO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
TERESA COZETTI PONTUAL PEREIRA
SUBSECRETARIA DE ENSINO
MARCIA DA LUZ BASTOS
REVISÃO TÉCNICA DE CIÊNCIAS
NÍVEA MUNIZ
REVISÃO TÉCNICA DE GEOGRAFIA
VANESSA KERN DE ABREU
REVISÃO TÉCNICA DE HISTÓRIA
ELISABETE MARTINS FEIO BRANDT
REVISÃO TÉCNICA DE LÍNGUA PORTUGUESA
ELAINE ANDRADE VIEIRA BASILIO VIEIRA
REVISÃO ORTOGRÁFICA
ANDRÉA DORIA POÇAS CAMARA
DIAGRAMAÇÃO E DESIGN
JORDAN WALLACE ANJOS DA SILVA
LUZIA CELIA BENEVIDES MONTEIRO
MARIANE COSTA VIEIRA
RENAN DE CASTRO ALCÂNTARA
ÁUDIOS DE LÍNGUA INGLESA
CONTATOS E/SUBE
Telefones: 2293-3635 / 2976-2558
cefsme@rioeduca.net
IMPRESSÃO
MULTIRIO
PAULO ROBERTO MIRANDA
PRESIDÊNCIA
DENISE PALHA
CHEFIA DE GABINETE
ROSÂNGELA DE FÁTIMA DIAS
DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO
E FINANÇAS
EDUARDO GUEDES
DIRETORIA DE MÍDIA E EDUCAÇÃO
SIMONE MONTEIRO
ASSESSORIA DE ARTICULAÇÃO
PEDAGÓGICA
MARCELO SALERNO
ALOYSIO NEVES
DANIEL NOGUEIRA
ANTONIO CHACAR
TATIANA VIDAL
FRATA SOARES
ANDRÉ LEÃO
EDUARDO DUVAL
NÚCLEO ARTES GRÁFICAS E ANIMAÇÃO
ZIT GRÁFICA E EDITORA
EDITORAÇÃO E IMPRESSÃO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
MICHELE VALADÃO VERMELHO ALMEIDA
RENATA SURAIDE SILVA DA CUNHA BRANCO
DANIELLE GONZÁLEZ
JORDAN WALLACE ANJOS DA SILVA
COORDENADORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL
DANIELE PERES NUNES
GINA PAULA BERNARDINO CAPITÃO MOR
ANDREA DA SILVA CASADONTE
GERÊNCIA DE ANOS FINAIS
SIMONE CORRÊA DOS SANTOS MEDEIROS
ELABORAÇÃO DE CIÊNCIAS
CHARLES DA SILVA CASTRO
ELABORAÇÃO DE GEOGRAFIA
MARIANA DE OLIVEIRA AMORIM
ELABORAÇÃO DE HISTÓRIA
PATRÍCIA HELENA DA SILVA COSTA
ELABORAÇÃO DE LÍNGUA INGLESA
ELSE LOPES EMRICH PORTILHO
ELABORAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA
UELTON DE MENDONÇA SOUZA
ELABORAÇÃO DE MATEMÁTICA
Querido aluno e querida aluna,​
Este é o Material Rioeduca – 2º semestre. Ele está bem diferente do que você estava 
acostumado(a). Ele tem mais páginas, para durar mais tempo, e vai acompanhá-lo de agosto ao 
final de 2021.
Observe que a turma SME agora tem mais personagens! Alice e Carlos estão de “cara 
nova” e vão apresentar seus novos amigos. Temos certeza de que você vai gostar muito deles!
É importante saber que o material trabalha com atividades que foram pensadas para 
você. São atividades para o seu ano de escolaridade, em 2021. Não podemos esquecer que 
temos duas maneiras de usá-lo: na forma impressa, entregue pela escola, e na 
forma digital, que você acessa pelo aplicativo Rioeduca em Casa.
As atividades foram elaboradas por professores das nossas escolas, com muito carinho 
e cuidado. Todas as pessoas que trabalham pela educação da nossa cidade estão 
empenhadas para que a sua experiência escolar seja a melhor possível, a partir de todos os 
materiais oferecidos.
Temos outras novidades! No final do material, há um espaço para você fazer anotações e 
para informá-lo sobre a Rioeducopédia, disponível no aplicativo Rioeduca em Casa. Essa é 
mais uma ferramenta pensada para que todos aprendam cada vez mais!
Agora curta bastante o seu material! Tenha cuidado com ele e faça todas as atividades 
que o(a) seu(sua) professor(a) solicitar. Queremos que, durante esse tempo, você perceba o 
enorme carinho que todos nós sentimos e expressamos em cada parte do 
Material Rioeduca, das videoaulas do Rioeduca na TV e, agora, das atividades 
da Rioeducopédia!
Estamos juntos!!!
Um grande abraço e bons estudos!
Renan Ferreirinha
Secretário Municipal de Educação do Rio
Mire a câmera do seu celular no QR CODE
abaixo ou use o link para saber
como acessar a Rioeducopédia.
https://www.youtube.com/watch?v=EysPaAANOvI
SUMÁRIO
LINGUA PORTUGUESA
TEXTO 1 - RAPUNZEL 6
TEXTO 2 - TIRINHAS 10
TEXTO 3 -TEXTO IMAGÉTICO MORDILLO 11
TEXTO 4 - A BOA SOPA 12
TEXTO 5 - A ILHA PERDIDA 13
TEXTO 6 - O VENTO E O SOL 16
TEXTO 7 - QUARENTENINHAS 17
TEXTO 8 - PARDALZINHO 18
TEXTO 9 - CRISTO REDENTOR É 
RESTAURADO PARA COMEMORAR 
SEUS 90 ANOS
19
TEXTO 10 - URGENTE! 20
TEXTO 11 -COMEÇOU A CHOVER 20
TEXTO 12 -PROPAGANDA 21
TEXTO 13 -A HISTÓRIA DO GUARANÁ 22
TEXTO 14 -TESEU E O MINOTAURO24
TEXTO 15 - ATLETISMO 27
TEXTO 16 - O CÃO QUE GUARDA AS 
ESTRELAS 28
TEXTO 17 -POR QUE O CACHORRO FOI 
MORAR COM O HOMEM 30
MÁXIMO DIVISOR COMUM 38
MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM 40
SÓLIDOS GEOMÉTRICOS E POLÍGONOS 41
POTENCIAÇÃO 45
RADICIAÇÃO 46
VOLUME 47
PERÍMETRO E ÁREA DE FIGURAS 
PLANAS 48
NÚMEROS DECIMAIS 51
REVISÃO ( DESAFIO) 54
CIÊNCIAS
CIÊNCIA E TECNOLOGIA 56
AVANÇOS CIENTÍFICOS DOS SÉCULOS 
XX E XXI 57
TECNOLGIA: DESDE QUANDO? 58
TECNOLOGIA NO ESTUDO DOS FÓSSEIS 59
VAMOS CONHECER OS DIFERENTES 
TIPOS DE ROCHAS 60
VAMOS ESTUDAR AS DIFERENTES 
CAMADAS DA TERRA 62
COMO ERA A TERRA HÁ 3 BILHÕES DE 
ANOS? 64
TTEERRRRAA PPLLAANNEETTAA ÁGUA 65
CICLO DA ÁGUA 66
MISTURAS HOMOGÊNEAS E 
HETEROGÊNEAS 67
TRANSFORMAÇÀO QUÍMICA 70
SISTEMA NERVOSO 72
SISTEMA LOCOMOTOR 74
MATEMÁTICA
ANÁLISE DE GRÁFICO 33
MÚLTIPLOS E DIVISORES 34
NÚMEROS PRIMOS E NÚMEROS 
COMPOSTOS 36
DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS 
(FATORAÇÃO) 37
SUMÁRIO
HISTÓRIA
PARA QUE SERVE O ESTUDO DA 
HISTÓRIA? 96
OS DIVERSOS TIPOS DE FONTES
HISTÓRICAS 96
INTERPRETANDO AS FONTES
HISTÓRICAS 97
O CONTINENTE AFRICANO: O “BERÇO”
DA HUMANIDADE 98
TEORIAS SOBRE O POVOAMENTO DO
CONTINENTE AMERICANO 99
POVOS NÔMADES E SEDENTÁRIOS 100
A REGIÃO DA MESOPOTÂMIA 102
ANTIGUIDADE NA ÁFRICA: O EGITO
ANTIGO 103
ANTIGUIDADE NA ÁFRICA: O REINO DE
KUSH 103
OS MAIAS 104
OS ASTECAS 105
OS INCAS 105
GEOGRAFIA
REPRESENTAÇÕES DO ESPAÇO
GEOGRÁFICO –OBERVANDO A 
PAISAGEM
76
IMAGENS DE SATÉLITE E NOVAS
FORMAS DE REPRESENTAÇÃO 80
O QUADRO NATURAL DO ESTADO DO
RIO DE JANEIRO – O RELEVO E SEUS
TIPOS
86
IMPACTOS AMBIENTAIS NOS
RECURSOS HÍDRICOS 91
SUSTENTABILIDADE E
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 94
GABARITO
LÍNGUA PORTUGUESA 140/143
MATEMÁTICA 144/147
CIÊNCIAS 148/149
GEOGRAFIA 150/151
HISTÓRIA 152/153
INGLÊS 154/155
INGLÊS
UNIT 1- WORKING FROM HOME 120
UNIT 2- WE ARE FAMILY! 130
OS PERÍODOS TRADICIONAIS DA 
HISTÓRIA 108
GRÉCIA ANTIGA 108
CIDADES-ESTADOS GREGAS
DEMOCRACIA EM ATENAS 109
DEMOCRACIA NO BRASIL ATUAL 110
ROMA ANTIGA 111
CIDADANIA EM ATENAS E EM ROMA 
ANTIGA 112
IMPÉRIO ROMANO 113
AS INVASÕES GERMÂNICAS 114
A IDADE MÉDIA 115
O FEUDALISMO 115
REINOS AFRICANOS 116
O ISLAMISMO 117
A EXPANSÃO MUÇULMANA 118
SUMÁRIO
LINGUA PORTUGUESA
TEXTO 1 - RAPUNZEL 6
TEXTO 2 - TIRINHAS 10
TEXTO 3 -TEXTO IMAGÉTICO MORDILLO 11
TEXTO 4 - A BOA SOPA 12
TEXTO 5 - A ILHA PERDIDA 13
TEXTO 6 - O VENTO E O SOL 16
TEXTO 7 - QUARENTENINHAS 17
TEXTO 8 - PARDALZINHO 18
TEXTO 9 - CRISTO REDENTOR É
RESTAURADO PARA COMEMORAR 
SEUS 90 ANOS
19
TEXTO 10 - URGENTE! 20
TEXTO 11 -COMEÇOU A CHOVER 20
TEXTO 12 -PROPAGANDA 21
TEXTO 13 -A HISTÓRIA DO GUARANÁ 22
TEXTO 14 -TESEU E O MINOTAURO 24
TEXTO 15 - ATLETISMO 27
TEXTO 16 - O CÃO QUE GUARDA AS
ESTRELAS 28
TEXTO 17 -POR QUE O CACHORRO FOI
MORAR COM O HOMEM 30
MÁXIMO DIVISOR COMUM 38
MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM 40
SÓLIDOS GEOMÉTRICOS E POLÍGONOS 41
POTENCIAÇÃO 45
RADICIAÇÃO 46
VOLUME 47
PERÍMETRO E ÁREA DE FIGURAS
PLANAS 48
NÚMEROS DECIMAIS 51
REVISÃO ( DESAFIO) 54
CIÊNCIAS
CIÊNCIA E TECNOLOGIA 56
AVANÇOS CIENTÍFICOS DOS SÉCULOS
XX E XXI 57
TECNOLGIA: DESDE QUANDO? 58
TECNOLOGIA NO ESTUDO DOS FÓSSEIS 59
VAMOS CONHECER OS DIFERENTES
TIPOS DE ROCHAS 60
VAMOS ESTUDAR AS DIFERENTES
CAMADAS DA TERRA 62
COMO ERA A TERRA HÁ 3 BILHÕES DE
ANOS? 64
CONHECENDO MELHOR A ÁGUA DO
PLANETA 65
CICLO DA ÁGUA 66
MISTURAS HOMOGÊNEAS E 
HETEROGÊNEAS 67
TRANSFORMAÇÀO QUÍMICA 70
SISTEMA NERVOSO 72
SISTEMA LOCOMOTOR 74
MATEMÁTICA
ANÁLISE DE GRÁFICO 33
MÚLTIPLOS E DIVISORES 34
NÚMEROS PRIMOS E NÚMEROS
COMPOSTOS 36
DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS
(FATORAÇÃO) 37
SUMÁRIO
HISTÓRIA
PARA QUE SERVE O ESTUDO DA 
HISTÓRIA? 96
OS DIVERSOS TIPOS DE FONTES 
HISTÓRICAS 96
INTERPRETANDO AS FONTES 
HISTÓRICAS 97
O CONTINENTE AFRICANO: O “BERÇO” 
DA HUMANIDADE 98
TEORIAS SOBRE O POVOAMENTO DO 
CONTINENTE AMERICANO 99
POVOS NÔMADES E SEDENTÁRIOS 100
A REGIÃO DA MESOPOTÂMIA 102
ANTIGUIDADE NA ÁFRICA: O EGITO 
ANTIGO 103
ANTIGUIDADE NA ÁFRICA: O REINO DE 
KUSH 103
OS MAIAS 104
OS ASTECAS 105
OS INCAS 105
GEOGRAFIA
REPRESENTAÇÕES DO 
ESPAÇO GEOGRÁFICO – 
OBERVANDO A PAISAGEM
76
NOVAS FORMAS DE 
REPRESENTAÇÃO 80
O QUADRO NATURAL DO ESTADO DO 
RIO DE JANEIRO – O RELEVO E SEUS 
TIPOS
86
IMPACTOS AMBIENTAIS NOS 
RECURSOS HÍDRICOS 91
SUSTENTABILIDADE E 
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 94
GABARITO
LÍNGUA PORTUGUESA 140/143
MATEMÁTICA 144/147
CIÊNCIAS 148/149
GEOGRAFIA 150/151
HISTÓRIA 152/153
INGLÊS 154/155
INGLÊS
UNIT 1- WORKING FROM HOME 120
UNIT 2- WE ARE FAMILY! 130
OS PERÍODOS TRADICIONAIS DA 
HISTÓRIA 108
GRÉCIA ANTIGA 108
CIDADES-ESTADOS GREGAS 
DEMOCRACIA EM ATENAS 109
DEMOCRACIA NO BRASIL ATUAL 110
ROMA ANTIGA 111
CIDADANIA EM ATENAS E EM ROMA 
ANTIGA 112
IMPÉRIO ROMANO 113
AS INVASÕES GERMÂNICAS 114
A IDADE MÉDIA 115
O FEUDALISMO 115
REINOS AFRICANOS 116
O ISLAMISMO 117
A EXPANSÃO MUÇULMANA 118
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 P
OR
TU
GU
ES
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· 2
º S
EM
ES
TR
E 
/ 2
02
1 ·
 6º
 A
NO
1. Qual é a situação inicial do conto?
____________________________________________
2. Onde acontecem os fatos?
____________________________________________
3. Quem são os personagens, até aqui?
____________________________________________
4. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual é o conflito
gerador?
____________________________________________
5. Que efeito de sentido têm as palavras em negrito no
4º e no 5º quadrinhos?
____________________________________________
6. Qual é o efeito de sentido das reticências no
quadrinho 5?
____________________________________________
7. E as reticências no quadrinho 6, qual é o efeito de
sentido?
____________________________________________
8. O que o marido já havia feito, anteriormente, para
satisfazer o paladar da esposa? E depois, como ele
tentou agradar ?
____________________________________________
9. Qual é o efeito de sentido de PLUC, na cena 10?
____________________________________________
10. Qual foi a reação da Senhora Gohtel ao dar com
aquele homem no seu quintal?
____________________________________________
11. No 14º quadrinho, qual é o sentimento do marido?
Por quê? Como você descobriu isso?
____________________________________________
____________________________________________
12. Como o marido se explicou com a Senhora Gothel?
____________________________________________
____________________________________________
1
Você já leu ou ouviu o conto Rapunzel? Já assistiu ao
filme Enrolados? Troque ideias com seus colegas
sobre o que vocês já conhecem sobre esse conto. O
filme é uma releitura, uma versão do conto, como a
que você vai ler agora.
Olá, estudante do 6º ano! Que 
bom estarmos juntos de novo!
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13. Os quadrinhos 17 a 19 ilustram a seguinte fala
da Senhora Gothel: “Então talvez eu possa perdoá-
lo... Com uma condição.” Qual foi a condição imposta
por ela para que o pai de Rapunzel pudesse levar os
rapôncios?
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
14. Dezesseis anos mais tarde, como está a vida de
Rapunzel?
__________________________________________
__________________________________________
15. O que significam os símbolos nos quadrinhos 21,
22 e 23?
__________________________________________
16. Qual é o efeito de sentido das reticências nas
cenas 23 e 24?
__________________________________________
__________________________________________
17. Na cena 25, a que “coisa” se refere Rapunzel?
__________________________________________
__________________________________________
18. Quem é o personagem que entra na história no
quadrinho 28?
__________________________________________
19. No quadrinho 29
a) o que a expressão facial do personagem
parece indicar?
__________________________________________
__________________________________________
b) o que a posição do rabicho do balão indica?
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________20. No quadrinho 31, o que observa e pensa
o príncipe?
__________________________________________
__________________________________________
21. Que elementos indicam a passagem do dia para
a noite, na cena 32?
__________________________________________
__________________________________________
17 19
21
23
25 27
29
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6º
 A
NO
1. Qual é a situação inicial do conto?
____________________________________________
2. Onde acontecem os fatos?
____________________________________________
3. Quem são os personagens, até aqui?
____________________________________________
4. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual é o
conflito gerador?
____________________________________________
5. Que efeito de sentido têm as palavras em negrito no
4º e no 5º quadrinhos?
____________________________________________
6. Qual é o efeito de sentido das reticências no
quadrinho 5?
____________________________________________
7. E as reticências no quadrinho 6, qual é o efeito de
sentido?
____________________________________________
8. O que o marido já havia feito, anteriormente, para
satisfazer o paladar da esposa? E depois, como ele
tentou agradar ?
____________________________________________
9. Qual é o efeito de sentido de PLUC, na cena 10?
____________________________________________
10. Qual foi a reação da Senhora Gohtel ao dar com
aquele homem no seu quintal?
____________________________________________
11. No 14º quadrinho, qual é o sentimento do marido?
Por quê? Como você descobriu isso?
____________________________________________
____________________________________________
12. Como o marido se explicou com a Senhora Gothel?
____________________________________________
____________________________________________
1
Você já leu ou ouviu o conto Rapunzel? Já assistiu ao
filme Enrolados? Troque ideias com seus colegas
sobre o que vocês já conhecem sobre esse conto. O
filme é uma releitura, uma versão do conto, como a
que você vai ler agora.
Olá, estudante do 6º ano! Que 
bom estarmos juntos de novo!
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13. Os quadrinhos 17 a 19 ilustram a seguinte fala
da Senhora Gothel: “Então talvez eu possa perdoá-
lo... Com uma condição.” Qual foi a condição imposta
por ela para que o pai de Rapunzel pudesse levar os
rapôncios?
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
14. Dezesseis anos mais tarde, como está a vida de
Rapunzel?
__________________________________________
__________________________________________
15. O que significam os símbolos nos quadrinhos 21,
22 e 23?
__________________________________________
16. Qual é o efeito de sentido das reticências nas
cenas 23 e 24?
__________________________________________
__________________________________________
17. Na cena 25, a que “coisa” se refere Rapunzel?
__________________________________________
__________________________________________
18. Quem é o personagem que entra na história no
quadrinho 28?
__________________________________________
19. No quadrinho 29
a) o que a expressão facial do personagem
parece indicar?
__________________________________________
__________________________________________
b) o que a posição do rabicho do balão indica?
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
20. No quadrinho 31, o que observa e pensa
o príncipe?
__________________________________________
__________________________________________
21. Que elementos indicam a passagem do dia para
a noite, na cena 32?
__________________________________________
__________________________________________
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NO
1. Qual é a situação inicial do conto?
____________________________________________
2. Onde acontecem os fatos?
____________________________________________
3. Quem são os personagens, até aqui?
____________________________________________
4. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual é o conflito
gerador?
____________________________________________
5. Que efeito de sentido têm as palavras em negrito no
4º e no 5º quadrinhos?
____________________________________________
6. Qual é o efeito de sentido das reticências no
quadrinho 5?
____________________________________________
7. E as reticências no quadrinho 6, qual é o efeito de
sentido?
____________________________________________
8. O que o marido já havia feito, anteriormente, para
satisfazer o paladar da esposa? E depois, como ele
tentou agradar ?
____________________________________________
9. Qual é o efeito de sentido de PLUC, na cena 10?
____________________________________________
10. Qual foi a reação da Senhora Gohtel ao dar com
aquele homem no seu quintal?
____________________________________________
11. No 14º quadrinho, qual é o sentimento do marido?
Por quê? Como você descobriu isso?
____________________________________________
____________________________________________
12. Como o marido se explicou com a Senhora Gothel?
____________________________________________
____________________________________________
1
Você já leu ou ouviu o conto Rapunzel? Já assistiu ao
filme Enrolados? Troque ideias com seus colegas
sobre o que vocês já conhecem sobre esse conto. O
filme é uma releitura, uma versão do conto, como a
que você vai ler agora.
Olá, estudante do 6º ano! Que 
bom estarmos juntos de novo!
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13. Os quadrinhos 17 a 19 ilustram a seguinte fala
da Senhora Gothel: “Então talvez eu possa perdoá-
lo... Com uma condição.” Qual foi a condição imposta
por ela para que o pai de Rapunzel pudesse levar os
rapôncios?
__________________________________________
__________________________________________
__________________________________________
14. Dezesseis anos mais tarde, como está a vida de
Rapunzel?
__________________________________________
__________________________________________
15. O que significam os símbolos nos quadrinhos 21,
22 e 23?
__________________________________________
16. Qual é o efeito de sentido das reticências nas
cenas 23 e 24?
__________________________________________
__________________________________________
17. Na cena 25, a que “coisa” se refere Rapunzel?
__________________________________________
__________________________________________
18. Quem é o personagem que entra na história no
quadrinho 28?
__________________________________________
19. No quadrinho 29
a) o que a expressão facial do personagem
parece indicar?
__________________________________________
__________________________________________
b) o que a posição do rabicho do balão indica?
__________________________________________
__________________________________________
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20. No quadrinho 31, o que observa e pensa
o príncipe?
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21. Que elementos indicam a passagem do dia para
a noite, na cena 32?
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1. Qual é a situação inicial do conto?
____________________________________________
2. Onde acontecem os fatos?
____________________________________________
3. Quem são os personagens, até aqui?
____________________________________________
4. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual é o
conflito gerador?
____________________________________________
5. Que efeito de sentido têm as palavras em negrito no
4º e no 5º quadrinhos?
____________________________________________
6. Qual é o efeito de sentidodas reticências no
quadrinho 5?
____________________________________________
7. E as reticências no quadrinho 6, qual é o efeito de
sentido?
____________________________________________
8. O que o marido já havia feito, anteriormente, para
satisfazer o paladar da esposa? E depois, como ele
tentou agradar ?
____________________________________________
9. Qual é o efeito de sentido de PLUC, na cena 10?
____________________________________________
10. Qual foi a reação da Senhora Gohtel ao dar com
aquele homem no seu quintal?
____________________________________________
11. No 14º quadrinho, qual é o sentimento do marido?
Por quê? Como você descobriu isso?
____________________________________________
____________________________________________
12. Como o marido se explicou com a Senhora Gothel?
____________________________________________
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1
Você já leu ou ouviu o conto Rapunzel? Já assistiu ao
filme Enrolados? Troque ideias com seus colegas
sobre o que vocês já conhecem sobre esse conto. O
filme é uma releitura, uma versão do conto, como a
que você vai ler agora.
Olá, estudante do 6º ano! Que 
bom estarmos juntos de novo!
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13. Os quadrinhos 17 a 19 ilustram a seguinte fala
da Senhora Gothel: “Então talvez eu possa perdoá-
lo... Com uma condição.” Qual foi a condição imposta
por ela para que o pai de Rapunzel pudesse levar os
rapôncios?
__________________________________________
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14. Dezesseis anos mais tarde, como está a vida de
Rapunzel?
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15. O que significam os símbolos nos quadrinhos 21,
22 e 23?
__________________________________________
16. Qual é o efeito de sentido das reticências nas
cenas 23 e 24?
__________________________________________
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17. Na cena 25, a que “coisa” se refere Rapunzel?
__________________________________________
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18. Quem é o personagem que entra na história no
quadrinho 28?
__________________________________________
19. No quadrinho 29
a) o que a expressão facial do personagem
parece indicar?
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b) o que a posição do rabicho do balão indica?
__________________________________________
__________________________________________
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20. No quadrinho 31, o que observa e pensa
o príncipe?
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21. Que elementos indicam a passagem do dia para
a noite, na cena 32?
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NO 22. Na cena 35, qual é o efeito de sentido da
interrogação?
____________________________________________
____________________________________________
23. No quadrinho 37, as reticências aparecem 3 vezes.
Qual é o efeito de sentido em cada uma?
_______________________________________________
_______________________________________________
_______________________________________________
24. Que fato interrompe a conversa entre Rapunzel
e o príncipe?
______________________________________________
______________________________________________
25. Nos quadrinhos 39, 42, 44 e 45, qual é o efeito
de sentido das palavras em negrito e em tamanho maior?
_______________________________________________
_______________________________________________
26. A partir do quadrinho 45, uma rápida sucessão de
ações e movimentos toma conta da narrativa. Releia
com atenção esses quadrinhos que criam um
suspense e uma reviravolta na história. Qual é o
efeito de sentido das palavras em letras coloridas e
em maior tamanho, fora dos balões de fala?
___________________________________________
___________________________________________
___________________________________________
___________________________________________
Procure conhecer a versão original desse 
conto. Você vai se surpreender!
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27. No quadrinho 53, a expressão facial e corporal dos personagens e as linhas de movimento indicam que o
suspense daqueles momentos terminou ali. O que aconteceu?
______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________
28. Conte o desfecho da história.
______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________
Adaptado de DUFFY, Chris (org.) Contos de fadas em quadrinhos: clássicos contados por
extraordinários cartunistas. Rio de Janeiro: Galera Record, 2015
https://www.youtube.com/
watch?v=A7WfHKmU9tE
&t=146s
https://www.youtube.com/
watch?v=vSBjzG0ZEZY
Mire sua câmera nos
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cenas da animação
Enrolados, outra
releitura de Rapunzel.
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NO 22. Na cena 35, qual é o efeito de sentido da
interrogação?
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23. No quadrinho 37, as reticências aparecem 3 vezes.
Qual é o efeito de sentido em cada uma?
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24. Que fato interrompe a conversa entre Rapunzel
e o príncipe?
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______________________________________________
25. Nos quadrinhos 39, 42, 44 e 45, qual é o efeito
de sentido das palavras em negrito e em tamanho maior?
_______________________________________________
_______________________________________________
26. A partir do quadrinho 45, uma rápida sucessão de
ações e movimentos toma conta da narrativa. Releia
com atenção esses quadrinhos que criam um
suspense e uma reviravolta na história. Qual é o
efeito de sentido das palavras em letras coloridas e
em maior tamanho, fora dos balões de fala?
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conto. Você vai se surpreender!
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27. No quadrinho 53, a expressão facial e corporal dos personagens e as linhas de movimento indicam que o
suspense daqueles momentos terminou ali. O que aconteceu?
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28. Conte o desfecho da história.
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Adaptado de DUFFY, Chris (org.) Contos de fadas em quadrinhos: clássicos contados por 
extraordinários cartunistas. Rio de Janeiro: Galera Record, 2015
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releiturade Rapunzel.
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NO 22. Na cena 35, qual é o efeito de sentido da
interrogação?
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23. No quadrinho 37, as reticências aparecem 3 vezes.
Qual é o efeito de sentido em cada uma?
_______________________________________________
_______________________________________________
_______________________________________________
24. Que fato interrompe a conversa entre Rapunzel
e o príncipe?
______________________________________________
______________________________________________
25. Nos quadrinhos 39, 42, 44 e 45, qual é o efeito
de sentido das palavras em negrito e em tamanho maior?
_______________________________________________
_______________________________________________
26. A partir do quadrinho 45, uma rápida sucessão de
ações e movimentos toma conta da narrativa. Releia
com atenção esses quadrinhos que criam um
suspense e uma reviravolta na história. Qual é o
efeito de sentido das palavras em letras coloridas e
em maior tamanho, fora dos balões de fala?
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conto. Você vai se surpreender!
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27. No quadrinho 53, a expressão facial e corporal dos personagens e as linhas de movimento indicam que o
suspense daqueles momentos terminou ali. O que aconteceu?
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28. Conte o desfecho da história.
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Adaptado de DUFFY, Chris (org.) Contos de fadas em quadrinhos: clássicos contados por
extraordinários cartunistas. Rio de Janeiro: Galera Record, 2015
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releitura de Rapunzel.
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NO 22. Na cena 35, qual é o efeito de sentido da
interrogação?
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23. No quadrinho 37, as reticências aparecem 3 vezes.
Qual é o efeito de sentido em cada uma?
_______________________________________________
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24. Que fato interrompe a conversa entre Rapunzel
e o príncipe?
______________________________________________
______________________________________________
25. Nos quadrinhos 39, 42, 44 e 45, qual é o efeito
de sentido das palavras em negrito e em tamanho maior?
_______________________________________________
_______________________________________________
26. A partir do quadrinho 45, uma rápida sucessão de
ações e movimentos toma conta da narrativa. Releia
com atenção esses quadrinhos que criam um
suspense e uma reviravolta na história. Qual é o
efeito de sentido das palavras em letras coloridas e
em maior tamanho, fora dos balões de fala?
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Procure conhecer a versão original desse 
conto. Você vai se surpreender!
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suspense daqueles momentos terminou ali. O que aconteceu?
______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________
28. Conte o desfecho da história.
______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________
Adaptado de DUFFY, Chris (org.) Contos de fadas em quadrinhos: clássicos contados por 
extraordinários cartunistas. Rio de Janeiro: Galera Record, 2015
https://www.youtube.com/
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Enrolados, outra
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NO Você agora vai se divertir com o humor de duas tirinhas. Mas, 
antes, conheça um pouco sobre um dos personagens. 
1. Quem são os personagens do texto 1?
_____________________________________________
2. Qual é o efeito de sentido das palavras do 2º
quadrinho do texto 1? E das estrelinhas?
_____________________________________________
_____________________________________________
3. O que causa humor, no texto 1?
_____________________________________________
_____________________________________________
4. Que sentimento a fala e a expressão facial do dono do
cavalo indicam, na 1ª cena do texto 2 ?
_____________________________________________
Texto 1
Texto 2
“O saci faz parte do folclore brasileiro. De uma perna só, traz sempre na boca um 
pito aceso, e na cabeça uma carapuça vermelha. Azeda o leite, quebra a ponta das 
agulhas, esconde as tesourinhas de unha, embaraça os novelos de linha, faz o dedal 
das costureiras cair nos buracos, bota moscas na sopa, queima o feijão que está 
no fogo. Tudo que numa casa acontece de ruim é sempre arte do saci. [...] O saci 
não faz maldade grande, mas não há maldade pequenina que não faça.”
Adaptado de LOBATO, Monteiro. O saci. São Paulo: Lafonte, 2019
CEDRAZ, Antonio. 1000 tiras em quadrinhos. São Paulo: Martin Claret, 2012
5. O que causou esse sentimento no personagem?
_______________________________________________
6. Que fato provocou a risada do saci?
_______________________________________________
_______________________________________________
7. O que causou uma quebra de expectativa na 2ª tirinha?
_______________________________________________
8. Por que as crianças estão rindo na 3ª cena do texto 2 ?
_______________________________________________
9. Que tema as tirinhas têm em comum?
_______________________________________________
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Experimente descrever, oralmente,
uma das cenas, nos mínimos detalhes,
para que seus colegas descubram qual é.
MORDILLO, Guillermo. Lovestory. Madri: Ed. Desnivel, 1999
1. Quem são os personagens do texto? Que detalhes
levaram você a dar essa resposta?
_____________________________________________
_____________________________________________
2. Onde se passam os fatos?
_____________________________________________
3. Na 1ª cena
a) Que sentimento o coração simboliza?
_____________________________________________
b) Quem parece ser o alvo do sentimento da
personagem?
_____________________________________________
4. No 2º quadrinho, qual é a expectativa do personagem
a cavalo?
_____________________________________________
5. Qual é o desfecho da história?
______________________________________________
______________________________________________
6. Onde está o humor do texto?
______________________________________________7. Crie um título interessante para a história e escreva-o no local indicado.
8. Que semelhanças existem entre esse texto e Rapunzel, que você leu anteriormente?
________________________________________________________________________________________________
9. E que diferenças você percebeu entre os dois textos?
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Que tal fazer uma releitura de um conto de fadas ou conto maravilhoso que você goste?
Fazer uma releitura é contar, com um olhar diferente, uma história já conhecida, modificando
detalhes como personagens, lugares, épocas e situações. Exemplos disso são filmes como
Enrolados / Rapunzel e Deu a louca na Chapeuzinho / Chapeuzinho Vermelho.
Trabalhe com 3 ou 4 quadrinhos. Escolha uma situação do conto e foque apenas nela.
Você já sabe que uma história pode ser contada só com imagens, isto é, um texto não verbal.
Alguns detalhes precisam entrar em cena, como expressão facial e corporal dos personagens,
cenário, linhas de movimento e, principalmente, uma boa ideia.
Se quiser, pinte sua produção, ou apenas contorne com caneta preta. Veja com seu/sua
Professor/a um modo de expor suas releituras.
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NO Você agora vai se divertir com o humor de duas tirinhas. Mas,
antes, conheça um pouco sobre um dos personagens.
1. Quem são os personagens do texto 1?
_____________________________________________
2. Qual é o efeito de sentido das palavras do 2º
quadrinho do texto 1? E das estrelinhas?
_____________________________________________
_____________________________________________
3. O que causa humor, no texto 1?
_____________________________________________
_____________________________________________
4. Que sentimento a fala e a expressão facial do dono do
cavalo indicam, na 1ª cena do texto 2 ?
_____________________________________________
Texto 1
Texto 2
“O saci faz parte do folclore brasileiro. De uma perna só, traz sempre na boca um
pito aceso, e na cabeça uma carapuça vermelha. Azeda o leite, quebra a ponta das
agulhas, esconde as tesourinhas de unha, embaraça os novelos de linha, faz o dedal
das costureiras cair nos buracos, bota moscas na sopa, queima o feijão que está no
fogo. Tudo que numa casa acontece de ruim é sempre arte do saci. Não contente com
isso, também atormenta os cachorros, atropela as galinhas e persegue os cavalos no
pasto. O saci não faz maldade grande, mas não há maldade pequenina que não faça.”
Adaptado de LOBATO, Monteiro. O saci. São Paulo: Lafonte, 2019
CEDRAZ, Antonio. 1000 tiras em quadrinhos. São Paulo: Martin Claret, 2012
5. O que causou esse sentimento no personagem?
_______________________________________________
6. Que fato provocou a risada do saci?
_______________________________________________
_______________________________________________
7. O que causou uma quebra de expectativa na 2ª tirinha?
_______________________________________________
8. Por que as crianças estão rindo na 3ª cena do texto 2 ?
_______________________________________________
9. Que tema as tirinhas têm em comum?
_______________________________________________
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Experimente descrever, oralmente,
uma das cenas, nos mínimos detalhes,
para que seus colegas descubram qual é.
MORDILLO, Guillermo. Lovestory. Madri: Ed. Desnivel, 1999
1. Quem são os personagens do texto? Que detalhes
levaram você a dar essa resposta?
_____________________________________________
_____________________________________________
2. Onde se passam os fatos?
_____________________________________________
3. Na 1ª cena
a) Que sentimento o coração simboliza?
_____________________________________________
b) Quem parece ser o alvo do sentimento da
personagem?
_____________________________________________
4. No 2º quadrinho, qual é a expectativa do personagem
a cavalo?
_____________________________________________
5. Qual é o desfecho da história?
______________________________________________
______________________________________________
6. Onde está o humor do texto?
______________________________________________
7. Crie um título interessante para a história e escreva-o no local indicado.
8. Que semelhanças existem entre esse texto e Rapunzel, que você leu anteriormente?
________________________________________________________________________________________________
9. E que diferenças você percebeu entre os dois textos?
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Que tal fazer uma releitura de um conto de fadas ou de um conto maravilhoso de que 
você goste?Fazer uma releitura é contar, com um olhar diferente, uma história já conhecida, 
modificando detalhes como personagens, lugares, épocas e situações. Exemplos disso são 
filmes como Enrolados / Rapunzel e Deu a louca na Chapeuzinho / Chapeuzinho Vermelho.
Trabalhe com 3 ou 4 quadrinhos. Escolha uma situação do conto e foque apenas nela. 
Você já sabe que uma história pode ser contada só com imagens, isto é, um texto não verbal. 
Alguns detalhes precisam entrar em cena, como expressão facial e corporal dos personagens, 
cenário, linhas de movimento e, principalmente, uma boa ideia.
Se quiser, pinte sua produção, ou apenas contorne com caneta preta. Veja com seu/sua 
Professor/a um modo de expor suas releituras.
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NO Você agora vai se divertir com o humor de duas tirinhas. Mas, 
antes, conheça um pouco sobre um dos personagens. 
1. Quem são os personagens do texto 1?
_____________________________________________
2. Qual é o efeito de sentido das palavras do 2º
quadrinho do texto 1? E das estrelinhas?
_____________________________________________
_____________________________________________
3. O que causa humor, no texto 1?
_____________________________________________
_____________________________________________
4. Que sentimento a fala e a expressão facial do dono do
cavalo indicam, na 1ª cena do texto 2 ?
_____________________________________________
Texto 1
Texto 2
“O saci faz parte do folclore brasileiro. De uma perna só, traz sempre na boca um 
pito aceso, e na cabeça uma carapuça vermelha. Azeda o leite, quebra a ponta das 
agulhas, esconde as tesourinhas de unha, embaraça os novelos de linha, faz o dedal 
das costureiras cair nos buracos, bota moscas na sopa, queima o feijão que está 
no fogo. Tudo que numa casa acontece de ruim é sempre arte do saci. [...] O saci 
não faz maldade grande, mas não há maldade pequenina que não faça.”
Adaptado de LOBATO, Monteiro. O saci. São Paulo: Lafonte, 2019
CEDRAZ, Antonio. 1000 tiras em quadrinhos. São Paulo: Martin Claret, 2012
5. O que causou esse sentimento no personagem?
_______________________________________________
6. Que fato provocou a risada do saci?
_______________________________________________
_______________________________________________
7. O que causou uma quebra de expectativa na 2ª tirinha?
_______________________________________________
8. Por que as crianças estão rindo na 3ª cena do texto 2 ?
_______________________________________________
9. Que tema as tirinhas têm em comum?
_______________________________________________
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Experimente descrever, oralmente,
uma das cenas, nos mínimos detalhes,
para que seus colegas descubram qual é.
MORDILLO, Guillermo. Lovestory. Madri: Ed. Desnivel, 1999
1. Quem são os personagens do texto? Que detalhes
levaram você a dar essa resposta?
_____________________________________________
_____________________________________________
2. Onde se passam os fatos?
_____________________________________________3. Na 1ª cena
a) Que sentimento o coração simboliza?
_____________________________________________
b) Quem parece ser o alvo do sentimento da
personagem?
_____________________________________________
4. No 2º quadrinho, qual é a expectativa do personagem
a cavalo?
_____________________________________________
5. Qual é o desfecho da história?
______________________________________________
______________________________________________
6. Onde está o humor do texto?
______________________________________________
7. Crie um título interessante para a história e escreva-o no local indicado.
8. Que semelhanças existem entre esse texto e Rapunzel, que você leu anteriormente?
________________________________________________________________________________________________
9. E que diferenças você percebeu entre os dois textos?
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Que tal fazer uma releitura de um conto de fadas ou conto maravilhoso que você goste?
Fazer uma releitura é contar, com um olhar diferente, uma história já conhecida, modificando
detalhes como personagens, lugares, épocas e situações. Exemplos disso são filmes como
Enrolados / Rapunzel e Deu a louca na Chapeuzinho / Chapeuzinho Vermelho.
Trabalhe com 3 ou 4 quadrinhos. Escolha uma situação do conto e foque apenas nela.
Você já sabe que uma história pode ser contada só com imagens, isto é, um texto não verbal.
Alguns detalhes precisam entrar em cena, como expressão facial e corporal dos personagens,
cenário, linhas de movimento e, principalmente, uma boa ideia.
Se quiser, pinte sua produção, ou apenas contorne com caneta preta. Veja com seu/sua
Professor/a um modo de expor suas releituras.
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NO Você agora vai se divertir com o humor de duas tirinhas. Mas,
antes, conheça um pouco sobre um dos personagens.
1. Quem são os personagens do texto 1?
_____________________________________________
2. Qual é o efeito de sentido das palavras do 2º
quadrinho do texto 1? E das estrelinhas?
_____________________________________________
_____________________________________________
3. O que causa humor, no texto 1?
_____________________________________________
_____________________________________________
4. Que sentimento a fala e a expressão facial do dono do
cavalo indicam, na 1ª cena do texto 2 ?
_____________________________________________
Texto 1
Texto 2
“O saci faz parte do folclore brasileiro. De uma perna só, traz sempre na boca um
pito aceso, e na cabeça uma carapuça vermelha. Azeda o leite, quebra a ponta das
agulhas, esconde as tesourinhas de unha, embaraça os novelos de linha, faz o dedal
das costureiras cair nos buracos, bota moscas na sopa, queima o feijão que está no
fogo. Tudo que numa casa acontece de ruim é sempre arte do saci. Não contente com
isso, também atormenta os cachorros, atropela as galinhas e persegue os cavalos no
pasto. O saci não faz maldade grande, mas não há maldade pequenina que não faça.”
Adaptado de LOBATO, Monteiro. O saci. São Paulo: Lafonte, 2019
CEDRAZ, Antonio. 1000 tiras em quadrinhos. São Paulo: Martin Claret, 2012
5. O que causou esse sentimento no personagem?
_______________________________________________
6. Que fato provocou a risada do saci?
_______________________________________________
_______________________________________________
7. O que causou uma quebra de expectativa na 2ª tirinha?
_______________________________________________
8. Por que as crianças estão rindo na 3ª cena do texto 2 ?
_______________________________________________
9. Que tema as tirinhas têm em comum?
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Experimente descrever, oralmente,
uma das cenas, nos mínimos detalhes,
para que seus colegas descubram qual é.
MORDILLO, Guillermo. Lovestory. Madri: Ed. Desnivel, 1999
1. Quem são os personagens do texto? Que detalhes
levaram você a dar essa resposta?
_____________________________________________
_____________________________________________
2. Onde se passam os fatos?
_____________________________________________
3. Na 1ª cena
a) Que sentimento o coração simboliza?
_____________________________________________
b) Quem parece ser o alvo do sentimento da
personagem?
_____________________________________________
4. No 2º quadrinho, qual é a expectativa do personagem
a cavalo?
_____________________________________________
5. Qual é o desfecho da história?
______________________________________________
______________________________________________
6. Onde está o humor do texto?
______________________________________________
7. Crie um título interessante para a história e escreva-o no local indicado.
8. Que semelhanças existem entre esse texto e Rapunzel, que você leu anteriormente?
________________________________________________________________________________________________
9. E que diferenças você percebeu entre os dois textos?
________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________
Que tal fazer uma releitura de um conto de fadas ou de um conto maravilhoso de que 
você goste?Fazer uma releitura é contar, com um olhar diferente, uma história já conhecida, 
modificando detalhes como personagens, lugares, épocas e situações. Exemplos disso são 
filmes como Enrolados / Rapunzel e Deu a louca na Chapeuzinho / Chapeuzinho Vermelho.
Trabalhe com 3 ou 4 quadrinhos. Escolha uma situação do conto e foque apenas nela. 
Você já sabe que uma história pode ser contada só com imagens, isto é, um texto não verbal. 
Alguns detalhes precisam entrar em cena, como expressão facial e corporal dos personagens, 
cenário, linhas de movimento e, principalmente, uma boa ideia.
Se quiser, pinte sua produção, ou apenas contorne com caneta preta. Veja com seu/sua 
Professor/a um modo de expor suas releituras.
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Agora, leia um conto com um pouco de magia. O conto é uma narrativa curta que apresenta
apenas um conflito. É frequente haver um espaço limitado em que se passa a história; poucos
personagens e um clímax. O tempo também é outro elemento importante, pois é comum o
recorte temporal ser limitado, ou seja, a história se passar em um curto período de tempo.
Contos de Grimm. Companhia das Letrinhas. São Paulo, 1996.
A boa sopa
Era uma vez uma mocinha pobre e piedosa que vivia sozinha com a mãe. Como não havia mais nada para 
comer na casa delas, a menina entrou na floresta em busca de alguma coisa. Na floresta ela encontrou uma mulher 
idosa que tinha conhecimento de sua pobreza e lhe deu de presente uma panelinha à qual era suficiente dizer: 
“Panelinha, cozinhe!”, para que na mesma hora ela cozinhasse uma excelente sopa de painço bem cremosa; e quando 
alguém dizia: “Panelinha, pode parar!”, ela logo parava de fazer a sopa.
A menina voltou para casa levando a panela e com aquele presente a pobreza das duas acabou, pois mãe e 
filha comiam a boa sopa da panelinha sempre que tinham vontade, e na quantidade que quisessem. Uma vez a 
menina havia saído e a mãe disse: “Panelinha, cozinhe!”. A panela cozinhou e a mãe comeu até ficar satisfeita; 
quando a fome acabou, a mãe quis que a panelinha parasse, mas como ela não sabia o que era preciso dizer, a 
panela continuou fazendo a sopa e a sopa transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu pela cozinha, encheu 
a cozinha, escorreu pela casa, e depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e continuou sempre escorrendo por 
todos os lugares, como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para que ninguém mais sentisse fome.
É, mas o problema é que ninguém sabia o que fazer para resolvera situação. A rua inteira, as outras ruas, 
tudo cheio de sopa, e quando em toda a cidade só tinha sobrado uma casinha que não estava cheia de sopa, a 
menina voltou para casa e disse calmamente: “Panelinha, pode parar!”, e a panela parou e a enchente de sopa 
acabou.
Só que todo aquele que quisesse entrar na cidade era obrigado a abrir caminho comendo a sopa.
1. Qual é a situação inicial do conto?
_____________________________________________
2. Que expressão do conto indica o tempo da história?
_____________________________________________
3. O que levou a menina a entrar na floresta?
_____________________________________________
4. Que consequência isso trouxe para a menina naquele
momento?
______________________________________________________________
5. Em “(...) para que na mesma hora ela cozinhasse uma
excelente sopa de painço bem cremosa;”(...) , a que se
refere a palavra em destaque?
______________________________________________________________
6. Releia: “(...) com aquele presente a pobreza das duas
acabou, pois mãe e filha comiam a boa sopa da
panelinha sempre que tinham vontade (...)” . A palavra
em negrito expressa ideia de explicação e pode ser
substituída por _________________________________
7. Em que momento a mãe quis que a panelinha
parasse de cozinhar?
______________________________________________________________
8. Por que a panelinha não parou?
_____________________________________________
9. No 2.º parágrafo, releia o trecho:
“(...) a panela continuou fazendo a sopa e a sopa
transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu
pela cozinha, encheu a cozinha, escorreu pela casa, e
depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e
continuou sempre escorrendo por todos os lugares,
como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para
que ninguém mais sentisse fome.”
a) Que efeito de sentido causa a repetição dos termos
destacados?
______________________________________________________________
b) Sublinhe no trecho uma comparação.
10. Em “É, mas o problema é que ninguém sabia o que
fazer para resolver a situação.”, a que se refere a
expressão destacada?
______________________________________________________________ 13
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(...) Lá estava a canoa preparada na véspera, bem calafetada, a corda embrulhada num canto. Colocaram o almoço
no fundo e Henrique preparou-se para conduzi-la rio abaixo. Olharam o Paraíba; estava calmo e as águas espumavam
nas margens. Eduardo observou:
— O rio parece que cresceu, Henrique. Hoje está maior que ontem.
Preocupado em empurrar a canoa para longe da margem, Henrique respondeu:
— Decerto é por causa das chuvas; tem chovido muito nestes últimos dias. Mas nós
voltaremos cedo, não há perigo.
Eduardo teve uma ligeira hesitação:
— Não será ruim remar assim? Parece que as águas ficam com mais força.
— Já disse que se você está com medo, fique. Eu vou.
E com o esforço que fez ao empurrar a canoa, Henrique caiu dentro da água molhando-se todo. Não deu a perceber
que ficara aborrecido; pulou para cima da canoa e segurou os dois remos. Eduardo, sentado no banco que havia no
meio,
segurou-se fortemente nas bordas da canoa e olhou para Henrique, cheio de admiração. Com toda calma, Henrique
havia depositado o remo quebrado no fundo e com o outro impelia a canoa para longe da margem. Ela começou a
deslizar rio abaixo e Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito. Pensou coisas horríveis nesse momento: “E
se Henrique perdesse aquele remo? E se não soubessem voltar? E se o rio enchesse mais?”
Estava muito arrependido e teve vontade de gritar: “Henrique, vamos voltar, eu não quero ir”. Mas não teve
coragem. Ficou quietinho, equilibrando-se com as duas mãos e olhando o rio que corria, majestoso e tranquilo. Henrique
sabia mesmo remar; fez a canoa deslizar sempre ao lado da margem, de modo que quase podiam segurar os galhos das
árvores que pendiam sobre a água. Eduardo começou a achar bonito e Henrique disse:
— Deve ser seis horas agora; o sol está começando a esquentar.
A canoa descia vagarosamente; de vez em quando Henrique remava um pouco, conservando-a sempre na mesma
direção. Viram lindos pássaros nas margens; outros passavam gritando sobre as cabeças dos dois. O dia prometia ser
esplêndido. Henrique tirou cuidadosamente o paletó para secar, pois sentia toda a roupa molhada grudada no corpo; a
canoa começou a balançar de um lado para o outro e Eduardo ficou assustado, mas não disse nada. Henrique estendeu
o paletó sobre os joelhos e tornou a segurar o remo. A canoa foi indo... foi indo... O sol batia em cheio no rio e as águas
pareciam douradas e prateadas; Eduardo achou bonito e deixou pender a mão na água, depois olhou o fundo da canoa
para ver se não entrava água; o serviço havia sido perfeito, o barco estava bem calafetado.
Henrique começou a assobiar, despreocupado; para mostrar que também não tinha medo, Eduardo assobiou
acompanhando Henrique; depois tomou um pouco da água da garrafa dizendo que estava com sede. Apesar da fome
que sentiam, resolveram esperar e almoçar na ilha, nem sequer abriram o pacote do almoço.
“Pulando moitas, desviando-se dos galhos dos arbustos, subindo e descendo barrancos, os dois meninos foram ver a
canoa amarrada na margem do rio. O coração de ambos batia, apressado. Iriam ver, enfim, a ilha verdejante do meio do
rio? Aquela ilha tão bonita com tantas árvores, tanta folhagem, tanta beleza?”
Você agora vai ler trechos de um livro super legal! Viva as emoções de Eduardo e Henrique,
em uma inesquecível narrativa de aventuras, cheia de desafios, na Ilha Perdida! Os fatos se 
sucedem em ordem cronológica e em ritmo intenso, prendendo a atenção do leitor.
Vamos fazer uma pausa para você verificar o que já entendeu até aqui.
1. Onde acontecem os fatos da história?
_____________________________________________________________________________________________
2. Essa aventura foi planejada ou surgiu de repente na vida dos meninos? Em que você se baseou para responder?
______________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
3. O que pode ter causado um aumento do nível do rio?
_______________________________________________________________________
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Agora, leia um conto com um pouco de magia. O conto é uma narrativa curta que apresenta
apenas um conflito. É frequente haver um espaço limitado em que se passa a história; poucos
personagens e um clímax. O tempo também é outro elemento importante, pois é comum o
recorte temporal ser limitado, ou seja, a história se passar em um curto período de tempo.
Contos de Grimm. Companhia das Letrinhas. São Paulo, 1996
A boa sopa
Era uma vez uma mocinha pobre e piedosa que vivia sozinha com a mãe. Como não havia mais nada para
comer na casa delas, a menina entrou na floresta em busca de alguma coisa. Na floresta ela encontrou uma mulher
idosa que tinha conhecimento de sua pobreza e lhe deu de presente uma panelinha à qual era suficiente dizer:
“Panelinha, cozinhe!”, para que na mesma hora ela cozinhasse uma excelente sopa de painço bem cremosa; e quando
alguém dizia: “Panelinha, pode parar!”, ela logo parava de fazer a sopa.
A menina voltou para casa levando a panela e com aquele presente a pobreza das duas acabou, pois mãe e
filha comiam a boa sopa da panelinha sempre que tinham vontade, e na quantidade que quisessem. Uma vez a
menina havia saído e a mãe disse: “Panelinha, cozinhe!”. A panela cozinhou e a mãe comeu até ficar satisfeita;
quando a fome acabou, a mãe quis que a panelinha parasse, mas como ela não sabia o que era preciso dizer, a
panela continuou fazendo a sopa e a sopa transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu pela cozinha, encheu
a cozinha, escorreu pela casa, e depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e continuou sempre escorrendo por
todos os lugares,como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para que ninguém mais sentisse fome.
É, mas o problema é que ninguém sabia o que fazer para resolver a situação. A rua inteira, as outras ruas,
tudo cheio de sopa, e quando em toda a cidade só tinha sobrado uma casinha que não estava cheia de sopa, a
menina voltou para casa e disse calmamente: “Panelinha, pode parar!”, e a panela parou e a enchente de sopa
acabou.
Só que todo aquele que quisesse entrar na cidade era obrigado a abrir caminho comendo a sopa.
1. Qual é a situação inicial do conto?
_____________________________________________
2. Que expressão do conto indica o tempo da história?
_____________________________________________
3. O que levou a menina a entrar na floresta?
_____________________________________________
4. Que consequência isso trouxe para a menina naquele
momento?
______________________________________________________________
5. Em “(...) para que na mesma hora ela cozinhasse uma
excelente sopa de painço bem cremosa;”(...) , a que se
refere a palavra em destaque?
______________________________________________________________
6. Releia: “(...) com aquele presente a pobreza das duas
acabou, pois mãe e filha comiam a boa sopa da
panelinha sempre que tinham vontade (...)” . A palavra
em negrito expressa ideia de explicação e pode ser
substituída por _________________________________
7. Em que momento a mãe quis que a panelinha
parasse de cozinhar?
______________________________________________________________
8. Por que a panelinha não parou?
_____________________________________________
9. No 2.º parágrafo, releia o trecho:
“(...) a panela continuou fazendo a sopa e a sopa
transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu
pela cozinha, encheu a cozinha, escorreu pela casa, e
depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e
continuou sempre escorrendo por todos os lugares,
como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para
que ninguém mais sentisse fome.”
a) Que efeito de sentido causa a repetição dos termos
destacados?
______________________________________________________________
b) Sublinhe no trecho uma comparação.
10. Em “É, mas o problema é que ninguém sabia o que
fazer para resolver a situação.”, a que se refere a
expressão destacada?
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(...) Lá estava a canoa preparada na véspera, bem calafetada, a corda embrulhada num canto. Colocaram o almoço
no fundo e Henrique preparou-se para conduzi-la rio abaixo. Olharam o Paraíba; estava calmo e as águas espumavam
nas margens. Eduardo observou:
— O rio parece que cresceu, Henrique. Hoje está maior que ontem.
Preocupado em empurrar a canoa para longe da margem, Henrique respondeu:
— Decerto é por causa das chuvas; tem chovido muito nestes últimos dias. Mas nós
voltaremos cedo, não há perigo.
Eduardo teve uma ligeira hesitação:
— Não será ruim remar assim? Parece que as águas ficam com mais força.
— Já disse que se você está com medo, fique. Eu vou.
E com o esforço que fez ao empurrar a canoa, Henrique caiu dentro da água molhando-se todo. Não deu a perceber
que ficara aborrecido; pulou para cima da canoa e segurou os dois remos. Eduardo, sentado no banco que havia no
meio,
segurou-se fortemente nas bordas da canoa e olhou para Henrique, cheio de admiração. Com toda calma, Henrique
havia depositado o remo quebrado no fundo e com o outro impelia a canoa para longe da margem. Ela começou a
deslizar rio abaixo e Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito. Pensou coisas horríveis nesse momento: “E
se Henrique perdesse aquele remo? E se não soubessem voltar? E se o rio enchesse mais?”
Estava muito arrependido e teve vontade de gritar: “Henrique, vamos voltar, eu não quero ir”. Mas não teve
coragem. Ficou quietinho, equilibrando-se com as duas mãos e olhando o rio que corria, majestoso e tranquilo. Henrique
sabia mesmo remar; fez a canoa deslizar sempre ao lado da margem, de modo que quase podiam segurar os galhos das
árvores que pendiam sobre a água. Eduardo começou a achar bonito e Henrique disse:
— Deve ser seis horas agora; o sol está começando a esquentar.
A canoa descia vagarosamente; de vez em quando Henrique remava um pouco, conservando-a sempre na mesma
direção. Viram lindos pássaros nas margens; outros passavam gritando sobre as cabeças dos dois. O dia prometia ser
esplêndido. Henrique tirou cuidadosamente o paletó para secar, pois sentia toda a roupa molhada grudada no corpo; a
canoa começou a balançar de um lado para o outro e Eduardo ficou assustado, mas não disse nada. Henrique estendeu
o paletó sobre os joelhos e tornou a segurar o remo. A canoa foi indo... foi indo... O sol batia em cheio no rio e as águas
pareciam douradas e prateadas; Eduardo achou bonito e deixou pender a mão na água, depois olhou o fundo da canoa
para ver se não entrava água; o serviço havia sido perfeito, o barco estava bem calafetado.
Henrique começou a assobiar, despreocupado; para mostrar que também não tinha medo, Eduardo assobiou
acompanhando Henrique; depois tomou um pouco da água da garrafa dizendo que estava com sede. Apesar da fome
que sentiam, resolveram esperar e almoçar na ilha, nem sequer abriram o pacote do almoço.
“Pulando moitas, desviando-se dos galhos dos arbustos, subindo e descendo barrancos, os dois meninos foram ver a
canoa amarrada na margem do rio. O coração de ambos batia, apressado. Iriam ver, enfim, a ilha verdejante do meio do
rio? Aquela ilha tão bonita com tantas árvores, tanta folhagem, tanta beleza?”
Você agora vai ler trechos de um livro super legal! Viva as emoções de Eduardo e Henrique, 
em uma inesquecível narrativa de aventuras, cheia de desafios, na Ilha Perdida! Os fatos se 
sucedem em ordem cronológica e em ritmo intenso, prendendo a atenção do leitor.
Vamos fazer uma pausa para você verificar o que já entendeu até aqui.
1. Onde acontecem os fatos da história?
_____________________________________________________________________________________________
2. Essa aventura foi planejada ou surgiu de repente na vida dos meninos? Em que você se baseou para responder?
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3. O que pode ter causado um aumento do nível do rio?
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Agora, leia um conto com um pouco de magia. O conto é uma narrativa curta que apresenta
apenas um conflito. É frequente haver um espaço limitado em que se passa a história; poucos
personagens e um clímax. O tempo também é outro elemento importante, pois é comum o
recorte temporal ser limitado, ou seja, a história se passar em um curto período de tempo.
Contos de Grimm. Companhia das Letrinhas. São Paulo, 1996.
A boa sopa
Era uma vez uma mocinha pobre e piedosa que vivia sozinha com a mãe. Como não havia mais nada para 
comer na casa delas, a menina entrou na floresta em busca de alguma coisa. Na floresta ela encontrou uma mulher 
idosa que tinha conhecimento de sua pobreza e lhe deu de presente uma panelinha à qual era suficiente dizer: 
“Panelinha, cozinhe!”, para que na mesma hora ela cozinhasse uma excelente sopa de painço bem cremosa; e quando 
alguém dizia: “Panelinha, pode parar!”, ela logo parava de fazer a sopa.
A menina voltou para casa levando a panela e com aquele presente a pobreza das duas acabou, pois mãe e 
filha comiam a boa sopa da panelinha sempre que tinham vontade, e na quantidade que quisessem. Uma vez a 
menina havia saído e a mãe disse: “Panelinha, cozinhe!”. A panela cozinhou e a mãe comeu até ficar satisfeita; 
quando a fome acabou, a mãe quis que a panelinha parasse, mas como ela não sabia o que era preciso dizer, a 
panela continuou fazendo a sopa e a sopa transbordou, a panelinha continuou ea sopa escorreu pela cozinha, encheu 
a cozinha, escorreu pela casa, e depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e continuou sempre escorrendo por 
todos os lugares, como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para que ninguém mais sentisse fome.
É, mas o problema é que ninguém sabia o que fazer para resolver a situação. A rua inteira, as outras ruas, 
tudo cheio de sopa, e quando em toda a cidade só tinha sobrado uma casinha que não estava cheia de sopa, a 
menina voltou para casa e disse calmamente: “Panelinha, pode parar!”, e a panela parou e a enchente de sopa 
acabou.
Só que todo aquele que quisesse entrar na cidade era obrigado a abrir caminho comendo a sopa.
1. Qual é a situação inicial do conto?
_____________________________________________
2. Que expressão do conto indica o tempo da história?
_____________________________________________
3. O que levou a menina a entrar na floresta?
_____________________________________________
4. Que consequência isso trouxe para a menina naquele
momento?
______________________________________________________________
5. Em “(...) para que na mesma hora ela cozinhasse uma
excelente sopa de painço bem cremosa;”(...) , a que se
refere a palavra em destaque?
______________________________________________________________
6. Releia: “(...) com aquele presente a pobreza das duas
acabou, pois mãe e filha comiam a boa sopa da
panelinha sempre que tinham vontade (...)” . A palavra
em negrito expressa ideia de explicação e pode ser
substituída por _________________________________
7. Em que momento a mãe quis que a panelinha
parasse de cozinhar?
______________________________________________________________
8. Por que a panelinha não parou?
_____________________________________________
9. No 2.º parágrafo, releia o trecho:
“(...) a panela continuou fazendo a sopa e a sopa
transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu
pela cozinha, encheu a cozinha, escorreu pela casa, e
depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e
continuou sempre escorrendo por todos os lugares,
como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para
que ninguém mais sentisse fome.”
a) Que efeito de sentido causa a repetição dos termos
destacados?
______________________________________________________________
b) Sublinhe no trecho uma comparação.
10. Em “É, mas o problema é que ninguém sabia o que
fazer para resolver a situação.”, a que se refere a
expressão destacada?
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(...) Lá estava a canoa preparada na véspera, bem calafetada, a corda embrulhada num canto. Colocaram o almoço
no fundo e Henrique preparou-se para conduzi-la rio abaixo. Olharam o Paraíba; estava calmo e as águas espumavam
nas margens. Eduardo observou:
— O rio parece que cresceu, Henrique. Hoje está maior que ontem.
Preocupado em empurrar a canoa para longe da margem, Henrique respondeu:
— Decerto é por causa das chuvas; tem chovido muito nestes últimos dias. Mas nós
voltaremos cedo, não há perigo.
Eduardo teve uma ligeira hesitação:
— Não será ruim remar assim? Parece que as águas ficam com mais força.
— Já disse que se você está com medo, fique. Eu vou.
E com o esforço que fez ao empurrar a canoa, Henrique caiu dentro da água molhando-se todo. Não deu a perceber
que ficara aborrecido; pulou para cima da canoa e segurou os dois remos. Eduardo, sentado no banco que havia no
meio,
segurou-se fortemente nas bordas da canoa e olhou para Henrique, cheio de admiração. Com toda calma, Henrique
havia depositado o remo quebrado no fundo e com o outro impelia a canoa para longe da margem. Ela começou a
deslizar rio abaixo e Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito. Pensou coisas horríveis nesse momento: “E
se Henrique perdesse aquele remo? E se não soubessem voltar? E se o rio enchesse mais?”
Estava muito arrependido e teve vontade de gritar: “Henrique, vamos voltar, eu não quero ir”. Mas não teve
coragem. Ficou quietinho, equilibrando-se com as duas mãos e olhando o rio que corria, majestoso e tranquilo. Henrique
sabia mesmo remar; fez a canoa deslizar sempre ao lado da margem, de modo que quase podiam segurar os galhos das
árvores que pendiam sobre a água. Eduardo começou a achar bonito e Henrique disse:
— Deve ser seis horas agora; o sol está começando a esquentar.
A canoa descia vagarosamente; de vez em quando Henrique remava um pouco, conservando-a sempre na mesma
direção. Viram lindos pássaros nas margens; outros passavam gritando sobre as cabeças dos dois. O dia prometia ser
esplêndido. Henrique tirou cuidadosamente o paletó para secar, pois sentia toda a roupa molhada grudada no corpo; a
canoa começou a balançar de um lado para o outro e Eduardo ficou assustado, mas não disse nada. Henrique estendeu
o paletó sobre os joelhos e tornou a segurar o remo. A canoa foi indo... foi indo... O sol batia em cheio no rio e as águas
pareciam douradas e prateadas; Eduardo achou bonito e deixou pender a mão na água, depois olhou o fundo da canoa
para ver se não entrava água; o serviço havia sido perfeito, o barco estava bem calafetado.
Henrique começou a assobiar, despreocupado; para mostrar que também não tinha medo, Eduardo assobiou
acompanhando Henrique; depois tomou um pouco da água da garrafa dizendo que estava com sede. Apesar da fome
que sentiam, resolveram esperar e almoçar na ilha, nem sequer abriram o pacote do almoço.
“Pulando moitas, desviando-se dos galhos dos arbustos, subindo e descendo barrancos, os dois meninos foram ver a
canoa amarrada na margem do rio. O coração de ambos batia, apressado. Iriam ver, enfim, a ilha verdejante do meio do
rio? Aquela ilha tão bonita com tantas árvores, tanta folhagem, tanta beleza?”
Você agora vai ler trechos de um livro super legal! Viva as emoções de Eduardo e Henrique,
em uma inesquecível narrativa de aventuras, cheia de desafios, na Ilha Perdida! Os fatos se 
sucedem em ordem cronológica e em ritmo intenso, prendendo a atenção do leitor.
Vamos fazer uma pausa para você verificar o que já entendeu até aqui.
1. Onde acontecem os fatos da história?
_____________________________________________________________________________________________
2. Essa aventura foi planejada ou surgiu de repente na vida dos meninos? Em que você se baseou para responder?
______________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
3. O que pode ter causado um aumento do nível do rio?
_______________________________________________________________________
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Agora, leia um conto com um pouco de magia. O conto é uma narrativa curta que apresenta
apenas um conflito. É frequente haver um espaço limitado em que se passa a história; poucos
personagens e um clímax. O tempo também é outro elemento importante, pois é comum o
recorte temporal ser limitado, ou seja, a história se passar em um curto período de tempo.
Contos de Grimm. Companhia das Letrinhas. São Paulo, 1996
A boa sopa
Era uma vez uma mocinha pobre e piedosa que vivia sozinha com a mãe. Como não havia mais nada para
comer na casa delas, a menina entrou na floresta em busca de alguma coisa. Na floresta ela encontrou uma mulher
idosa que tinha conhecimento de sua pobreza e lhe deu de presente uma panelinha à qual era suficiente dizer:
“Panelinha, cozinhe!”, para que na mesma hora ela cozinhasse uma excelente sopa de painço bem cremosa; e quando
alguém dizia: “Panelinha, pode parar!”, ela logo parava de fazer a sopa.
A menina voltou para casa levando a panela e com aquele presente a pobreza das duas acabou, pois mãe e
filha comiam a boa sopa da panelinha sempre que tinham vontade, e na quantidade que quisessem. Uma vez a
menina havia saído e a mãe disse: “Panelinha, cozinhe!”. A panela cozinhou e a mãe comeu até ficar satisfeita;
quando a fome acabou, a mãequis que a panelinha parasse, mas como ela não sabia o que era preciso dizer, a
panela continuou fazendo a sopa e a sopa transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu pela cozinha, encheu
a cozinha, escorreu pela casa, e depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e continuou sempre escorrendo por
todos os lugares, como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para que ninguém mais sentisse fome.
É, mas o problema é que ninguém sabia o que fazer para resolver a situação. A rua inteira, as outras ruas,
tudo cheio de sopa, e quando em toda a cidade só tinha sobrado uma casinha que não estava cheia de sopa, a
menina voltou para casa e disse calmamente: “Panelinha, pode parar!”, e a panela parou e a enchente de sopa
acabou.
Só que todo aquele que quisesse entrar na cidade era obrigado a abrir caminho comendo a sopa.
1. Qual é a situação inicial do conto?
_____________________________________________
2. Que expressão do conto indica o tempo da história?
_____________________________________________
3. O que levou a menina a entrar na floresta?
_____________________________________________
4. Que consequência isso trouxe para a menina naquele
momento?
______________________________________________________________
5. Em “(...) para que na mesma hora ela cozinhasse uma
excelente sopa de painço bem cremosa;”(...) , a que se
refere a palavra em destaque?
______________________________________________________________
6. Releia: “(...) com aquele presente a pobreza das duas
acabou, pois mãe e filha comiam a boa sopa da
panelinha sempre que tinham vontade (...)” . A palavra
em negrito expressa ideia de explicação e pode ser
substituída por _________________________________
7. Em que momento a mãe quis que a panelinha
parasse de cozinhar?
______________________________________________________________
8. Por que a panelinha não parou?
_____________________________________________
9. No 2.º parágrafo, releia o trecho:
“(...) a panela continuou fazendo a sopa e a sopa
transbordou, a panelinha continuou e a sopa escorreu
pela cozinha, encheu a cozinha, escorreu pela casa, e
depois invadiu a casa dos vizinhos, depois a rua, e
continuou sempre escorrendo por todos os lugares,
como se o mundo todo fosse ficar cheio de sopa para
que ninguém mais sentisse fome.”
a) Que efeito de sentido causa a repetição dos termos
destacados?
______________________________________________________________
b) Sublinhe no trecho uma comparação.
10. Em “É, mas o problema é que ninguém sabia o que
fazer para resolver a situação.”, a que se refere a
expressão destacada?
______________________________________________________________ 13
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(...) Lá estava a canoa preparada na véspera, bem calafetada, a corda embrulhada num canto. Colocaram o almoço
no fundo e Henrique preparou-se para conduzi-la rio abaixo. Olharam o Paraíba; estava calmo e as águas espumavam
nas margens. Eduardo observou:
— O rio parece que cresceu, Henrique. Hoje está maior que ontem.
Preocupado em empurrar a canoa para longe da margem, Henrique respondeu:
— Decerto é por causa das chuvas; tem chovido muito nestes últimos dias. Mas nós
voltaremos cedo, não há perigo.
Eduardo teve uma ligeira hesitação:
— Não será ruim remar assim? Parece que as águas ficam com mais força.
— Já disse que se você está com medo, fique. Eu vou.
E com o esforço que fez ao empurrar a canoa, Henrique caiu dentro da água molhando-se todo. Não deu a perceber
que ficara aborrecido; pulou para cima da canoa e segurou os dois remos. Eduardo, sentado no banco que havia no
meio,
segurou-se fortemente nas bordas da canoa e olhou para Henrique, cheio de admiração. Com toda calma, Henrique
havia depositado o remo quebrado no fundo e com o outro impelia a canoa para longe da margem. Ela começou a
deslizar rio abaixo e Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito. Pensou coisas horríveis nesse momento: “E
se Henrique perdesse aquele remo? E se não soubessem voltar? E se o rio enchesse mais?”
Estava muito arrependido e teve vontade de gritar: “Henrique, vamos voltar, eu não quero ir”. Mas não teve
coragem. Ficou quietinho, equilibrando-se com as duas mãos e olhando o rio que corria, majestoso e tranquilo. Henrique
sabia mesmo remar; fez a canoa deslizar sempre ao lado da margem, de modo que quase podiam segurar os galhos das
árvores que pendiam sobre a água. Eduardo começou a achar bonito e Henrique disse:
— Deve ser seis horas agora; o sol está começando a esquentar.
A canoa descia vagarosamente; de vez em quando Henrique remava um pouco, conservando-a sempre na mesma
direção. Viram lindos pássaros nas margens; outros passavam gritando sobre as cabeças dos dois. O dia prometia ser
esplêndido. Henrique tirou cuidadosamente o paletó para secar, pois sentia toda a roupa molhada grudada no corpo; a
canoa começou a balançar de um lado para o outro e Eduardo ficou assustado, mas não disse nada. Henrique estendeu
o paletó sobre os joelhos e tornou a segurar o remo. A canoa foi indo... foi indo... O sol batia em cheio no rio e as águas
pareciam douradas e prateadas; Eduardo achou bonito e deixou pender a mão na água, depois olhou o fundo da canoa
para ver se não entrava água; o serviço havia sido perfeito, o barco estava bem calafetado.
Henrique começou a assobiar, despreocupado; para mostrar que também não tinha medo, Eduardo assobiou
acompanhando Henrique; depois tomou um pouco da água da garrafa dizendo que estava com sede. Apesar da fome
que sentiam, resolveram esperar e almoçar na ilha, nem sequer abriram o pacote do almoço.
“Pulando moitas, desviando-se dos galhos dos arbustos, subindo e descendo barrancos, os dois meninos foram ver a
canoa amarrada na margem do rio. O coração de ambos batia, apressado. Iriam ver, enfim, a ilha verdejante do meio do
rio? Aquela ilha tão bonita com tantas árvores, tanta folhagem, tanta beleza?”
Você agora vai ler trechos de um livro super legal! Viva as emoções de Eduardo e Henrique, 
em uma inesquecível narrativa de aventuras, cheia de desafios, na Ilha Perdida! Os fatos se 
sucedem em ordem cronológica e em ritmo intenso, prendendo a atenção do leitor.
Vamos fazer uma pausa para você verificar o que já entendeu até aqui.
1. Onde acontecem os fatos da história?
_____________________________________________________________________________________________
2. Essa aventura foi planejada ou surgiu de repente na vida dos meninos? Em que você se baseou para responder?
______________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
3. O que pode ter causado um aumento do nível do rio?
_______________________________________________________________________
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4. “Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito.” Como pode um coração “dar um salto”?
________________________________________________________________________________________________
5. Sublinhe no texto as falas em que Eduardo demonstra estar com medo.
6. Em que momento do dia os irmãos começaram sua aventura? Que passagem do texto comprova a sua resposta?
________________________________________________________________________________________________
7. Em que momentos os meninos usaram seus sentidos para assimilar aquele mundo tão novo para eles?
_________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________
8. Em “A canoa foi indo... foi indo...” qual é o efeito de sentido
a) da repetição da expressão em destaque?
________________________________________________________________________________________________
b) das reticências?
________________________________________________________________________________________________
A canoa foi descendo orio, seguindo o curso das águas. Viram árvores enormes, flores roxas
e vermelhas sobressaindo no verde da folhagem; olhavam sempre para uma e outra margem à
procura de gente ou casas, mas só viam água e árvores. Depois de algumas horas, avistaram a
ilha. Eduardo foi o primeiro a divisá-la e deu um grito de satisfação:
— Henrique, veja! É a ilha!
Foi com verdadeira emoção que os dois meninos puseram pé em terra; estavam afinal na célebre ilha. Tudo fora tão
fácil, pensou Eduardo, e Henrique era tão bom remador, não deviam arrepender-se da mentira pregada aos padrinhos. Que
dia divertido e alegre iriam passar ali! Com alguma dificuldade, puxaram a canoa o mais perto possível da terra e amarraram-
na a uma árvore próxima com a corda que Nhô Quim lhes havia emprestado. Eduardo lembrou:
— Vamos amarrar bem forte, Henrique. Se a corda arrebentar, estamos perdidos porque a canoa vai por água abaixo.
Subiram nas árvores, cortaram cipós, descobriram frutas que nunca haviam visto antes; de vez em quando, Henrique
perguntava:
— Será mesmo habitada esta ilha? Vamos ver se encontramos algum sinal de gente.
Por mais que observassem, não encontraram sinal de habitação. Depois de caminhar durante algumas horas, viram
serelepes pulando nos galhos mais altos; os bichinhos olhavam para os dois meninos com olhos muito vivos, davam grandes
pulos e desapareciam entre a folhagem. Às vezes ouviam o ruflar de asas sobre suas cabeças; deviam ser pássaros que,
assustados com a presença dos dois, deixavam seus ninhos e voavam. Quando cansaram de andar, Henrique propôs:
— Vamos voltar ao lugar onde deixamos a canoa? Acho que já é hora de voltarmos para casa.
— É pena ter de voltar — respondeu Eduardo. — Está tão bonito o nosso passeio; por mim, ficaria mais tempo.
Cada um tomou um gole de água e depois iniciaram a caminhada de regresso.
Mas quem diz de encontrar o caminho?
Ficaram assim discutindo durante uns instantes, depois resolveram caminhar para a direita; andaram uma meia hora e não
acharam o caminho por onde haviam passado.
— Eu não disse que não era por aqui? É para a esquerda que devemos seguir. Vamos voltar outra vez.
Eduardo espantou-se:
— Nem sei mais onde fica a direita e a esquerda. Onde é a esquerda?
Ficaram imóveis uns instantes e ouviram o ruído do rio correndo sem parar; depois ouviram galhos que estalavam perto
deles. Eduardo segurou o braço de Henrique:
— Não é nada — disse Henrique. — É o vento.
Leia mais uma parte dessa narrativa de aventura.
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Mas não encontravam o caminho. Se andavam para a
frente, entravam cada vez mais na mata; se andavam para a
direita ou para a esquerda, a mesma coisa. De que lado
estaria a canoa? Começaram a ficar aflitos, mas um não dizia
nada ao outro. Andavam para diante e para trás, sem acertar o
caminho.
— Será que vamos dormir nesta mata?
Henrique fingiu-se muito animado:
— Se tivermos que dormir, dormiremos, ora essa.
— E Padrinho? E Madrinha?
Ficaram quietos uns instantes, depois Henrique disse:
— Eles vão mandar um camarada à fazenda vizinha e,
quando souberem que nós não estivemos lá, ficarão tão
aflitos...
— Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se
soubesse... (...)
9. Qual é o efeito de sentido dos sinais de exclamação
em “— Henrique, veja! É a ilha!”
___________________________________________
___________________________________________
10. Transcreva do texto a opinião de Eduardo sobre
a chegada à ilha.
___________________________________________
___________________________________________
11. Por que Eduardo estava preocupado em amarrar
muito bem a canoa na árvore?
___________________________________________
___________________________________________
12. Qual é a ideia da expressão destacada em
A) “Depois de algumas horas, avistaram a ilha.”?
___________________________________________
B) “Subiram nas árvores, cortaram cipós...” ?
___________________________________________
13. O que aconteceu quando os meninos resolveram
voltar para onde estava a canoa?
___________________________________________
___________________________________________
14. Segundo o texto, como foi possível a Henrique
calcular as horas apenas olhando pra cima? O que ele
concluiu, então?
___________________________________________
___________________________________________
15. No trecho "— Nem fale, Henrique. Já estou tão
arrependido. Se soubesse...”
A) De que Henrique estava arrependido? 
___________________________________________
B) Como Henrique deve ter completado essa
fala, mentalmente?
___________________________________________
Como nossa história parou por aqui, que tal você criar um final? O que você acha
que aconteceu depois? Será que eles ainda viveram outras aventuras?... Como
Eduardo e Henrique conseguiram se salvar daquela encrenca? Planeje seu texto,
organize suas ideias e escreva. Depois, releia e confira se ficou bem escrito.
Adaptado de DUPRÉ, Maria José. A ilha perdida. 
São Paulo : Ática, 2000.
Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio,
mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo,
começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as
horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de
sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era
tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz
um pouco aflita:
— Impossível que seja muito tarde; mas parece que o
sol já está sumindo.
— Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite.
Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio,
mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo,
começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as
horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de
sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era
tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz
um pouco aflita:
— Impossível que seja muito tarde; mas parece que o
sol já está sumindo.
— Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite.
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4. “Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito.” Como pode um coração “dar um salto”?
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5. Sublinhe no texto as falas em que Eduardo demonstra estar com medo.
6. Em que momento do dia os irmãos começaram sua aventura? Que passagem do texto comprova a sua resposta?
________________________________________________________________________________________________
7. Em que momentos os meninos usaram seus sentidos para assimilar aquele mundo tão novo para eles?
_________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________
8. Em “A canoa foi indo... foi indo...” qual é o efeito de sentido
a) da repetição da expressão em destaque?
________________________________________________________________________________________________
b) das reticências?
________________________________________________________________________________________________
A canoa foi descendo o rio, seguindo o curso das águas. Viram árvores enormes, flores roxas
e vermelhas sobressaindo no verde da folhagem; olhavam sempre para uma e outra margem à
procura de gente ou casas, mas só viam água e árvores. Depois de algumas horas, avistaram a
ilha. Eduardo foi o primeiro a divisá-la e deu um grito de satisfação:
— Henrique, veja! É a ilha!
Foi com verdadeira emoção que os dois meninos puseram pé em terra; estavam afinal na célebre ilha. Tudo fora tão
fácil, pensou Eduardo, e Henrique era tão bom remador, não deviam arrepender-se da mentira pregada aos padrinhos. Que
dia divertido e alegre iriam passar ali! Com alguma dificuldade, puxaram a canoa o mais perto possível da terra e amarraram-
na a uma árvore próxima com a corda que Nhô Quim lhes havia emprestado. Eduardo lembrou:
— Vamos amarrar bem forte, Henrique. Se a corda arrebentar,estamos perdidos porque a canoa vai por água abaixo.
Subiram nas árvores, cortaram cipós, descobriram frutas que nunca haviam visto antes; de vez em quando, Henrique
perguntava:
— Será mesmo habitada esta ilha? Vamos ver se encontramos algum sinal de gente.
Por mais que observassem, não encontraram sinal de habitação. Depois de caminhar durante algumas horas, viram
serelepes pulando nos galhos mais altos; os bichinhos olhavam para os dois meninos com olhos muito vivos, davam grandes
pulos e desapareciam entre a folhagem. Às vezes ouviam o ruflar de asas sobre suas cabeças; deviam ser pássaros que,
assustados com a presença dos dois, deixavam seus ninhos e voavam. Quando cansaram de andar, Henrique propôs:
— Vamos voltar ao lugar onde deixamos a canoa? Acho que já é hora de voltarmos para casa.
— É pena ter de voltar — respondeu Eduardo. — Está tão bonito o nosso passeio; por mim, ficaria mais tempo.
Cada um tomou um gole de água e depois iniciaram a caminhada de regresso.
Mas quem diz de encontrar o caminho?
Ficaram assim discutindo durante uns instantes, depois resolveram caminhar para a direita; andaram uma meia hora e não
acharam o caminho por onde haviam passado.
— Eu não disse que não era por aqui? É para a esquerda que devemos seguir. Vamos voltar outra vez.
Eduardo espantou-se:
— Nem sei mais onde fica a direita e a esquerda. Onde é a esquerda?
Ficaram imóveis uns instantes e ouviram o ruído do rio correndo sem parar; depois ouviram galhos que estalavam perto
deles. Eduardo segurou o braço de Henrique:
— Não é nada — disse Henrique. — É o vento.
Leia mais uma parte dessa narrativa de aventura.
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Mas não encontravam o caminho. Se andavam para a
frente, entravam cada vez mais na mata; se andavam para a
direita ou para a esquerda, a mesma coisa. De que lado
estaria a canoa? Começaram a ficar aflitos, mas um não dizia
nada ao outro. Andavam para diante e para trás, sem acertar o
caminho.
— Será que vamos dormir nesta mata?
Henrique fingiu-se muito animado:
— Se tivermos que dormir, dormiremos, ora essa.
— E Padrinho? E Madrinha?
Ficaram quietos uns instantes, depois Henrique disse:
— Eles vão mandar um camarada à fazenda vizinha e,
quando souberem que nós não estivemos lá, ficarão tão
aflitos...
— Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se
soubesse... (...)
9. Qual é o efeito de sentido dos sinais de exclamação
em “— Henrique, veja! É a ilha!”
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10. Transcreva do texto a opinião de Eduardo sobre
a chegada à ilha.
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11. Por que Eduardo estava preocupado em amarrar
muito bem a canoa na árvore?
___________________________________________
___________________________________________
12. Qual é a ideia da expressão destacada em
A) “Depois de algumas horas, avistaram a ilha.”?
___________________________________________
B) “Subiram nas árvores, cortaram cipós...”?
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13. O que aconteceu quando os meninos resolveram
voltar para onde estava a canoa?
___________________________________________
___________________________________________
14. Segundo o texto, como foi possível a Henrique
calcular as horas apenas olhando pra cima? O que ele
concluiu, então?
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15. No trecho "— Nem fale, Henrique. Já estou tão
arrependido. Se soubesse...”
A) De que Henrique estava arrependido?
___________________________________________
B) Como Henrique deve ter completado essa
fala, mentalmente?
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Como nossa história parou por aqui, que tal você criar um final? O que você acha
que aconteceu depois? Será que eles ainda viveram outras aventuras?... Como
Eduardo e Henrique conseguiram se salvar daquela encrenca? Planeje seu texto,
organize suas ideias e escreva. Depois, releia e confira se ficou bem escrito.
Adaptado de DUPRÉ, Maria José. A ilha perdida. 
São Paulo : Ática, 2000.
Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio,
mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo,
começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as
horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de
sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era
tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz
um pouco aflita:
— Impossível que seja muito tarde; mas parece que o
sol já está sumindo.
— Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite.
Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio,
mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo,
começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as
horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de
sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era
tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz
um pouco aflita:
— Impossível que seja muito tarde; mas parece que o
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— Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite.
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5. Sublinhe no texto as falas em que Eduardo demonstra estar com medo.
6. Em que momento do dia os irmãos começaram sua aventura? Que passagem do texto comprova a sua resposta?
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7. Em que momentos os meninos usaram seus sentidos para assimilar aquele mundo tão novo para eles?
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8. Em “A canoa foi indo... foi indo...” qual é o efeito de sentido
a) da repetição da expressão em destaque?
________________________________________________________________________________________________
b) das reticências?
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A canoa foi descendo o rio, seguindo o curso das águas. Viram árvores enormes, flores roxas
e vermelhas sobressaindo no verde da folhagem; olhavam sempre para uma e outra margem à
procura de gente ou casas, mas só viam água e árvores. Depois de algumas horas, avistaram a
ilha. Eduardo foi o primeiro a divisá-la e deu um grito de satisfação:
— Henrique, veja! É a ilha!
Foi com verdadeira emoção que os dois meninos puseram pé em terra; estavam afinal na célebre ilha. Tudo fora tão
fácil, pensou Eduardo, e Henrique era tão bom remador, não deviam arrepender-se da mentira pregada aos padrinhos. Que
dia divertido e alegre iriam passar ali! Com alguma dificuldade, puxaram a canoa o mais perto possível da terra e amarraram-
na a uma árvore próxima com a corda que Nhô Quim lhes havia emprestado. Eduardo lembrou:
— Vamos amarrar bem forte, Henrique. Se a corda arrebentar, estamos perdidos porque a canoa vai por água abaixo.
Subiram nas árvores, cortaram cipós, descobriram frutas que nunca haviam visto antes; de vez em quando, Henrique
perguntava:
— Será mesmo habitada esta ilha? Vamos ver se encontramos algum sinal de gente.
Por mais que observassem, não encontraram sinal de habitação. Depois de caminhar durante algumas horas, viram
serelepes pulando nos galhos mais altos; os bichinhos olhavam para os dois meninos com olhos muito vivos, davam grandes
pulos e desapareciam entre a folhagem. Às vezes ouviam o ruflar de asas sobre suas cabeças; deviam ser pássaros que,
assustados com a presença dos dois, deixavam seus ninhos e voavam. Quando cansaram de andar, Henrique propôs:
— Vamos voltar ao lugar onde deixamos a canoa? Acho que já é hora de voltarmos para casa.
— É pena ter de voltar — respondeuEduardo. — Está tão bonito o nosso passeio; por mim, ficaria mais tempo.
Cada um tomou um gole de água e depois iniciaram a caminhada de regresso.
Mas quem diz de encontrar o caminho?
Ficaram assim discutindo durante uns instantes, depois resolveram caminhar para a direita; andaram uma meia hora e não
acharam o caminho por onde haviam passado.
— Eu não disse que não era por aqui? É para a esquerda que devemos seguir. Vamos voltar outra vez.
Eduardo espantou-se:
— Nem sei mais onde fica a direita e a esquerda. Onde é a esquerda?
Ficaram imóveis uns instantes e ouviram o ruído do rio correndo sem parar; depois ouviram galhos que estalavam perto
deles. Eduardo segurou o braço de Henrique:
— Não é nada — disse Henrique. — É o vento.
Leia mais uma parte dessa narrativa de aventura.
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Mas não encontravam o caminho. Se andavam para a
frente, entravam cada vez mais na mata; se andavam para a
direita ou para a esquerda, a mesma coisa. De que lado
estaria a canoa? Começaram a ficar aflitos, mas um não dizia
nada ao outro. Andavam para diante e para trás, sem acertar o
caminho.
— Será que vamos dormir nesta mata?
Henrique fingiu-se muito animado:
— Se tivermos que dormir, dormiremos, ora essa.
— E Padrinho? E Madrinha?
Ficaram quietos uns instantes, depois Henrique disse:
— Eles vão mandar um camarada à fazenda vizinha e,
quando souberem que nós não estivemos lá, ficarão tão
aflitos...
— Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se
soubesse... (...)
9. Qual é o efeito de sentido dos sinais de exclamação
em “— Henrique, veja! É a ilha!”
___________________________________________
___________________________________________
10. Transcreva do texto a opinião de Eduardo sobre
a chegada à ilha.
___________________________________________
___________________________________________
11. Por que Eduardo estava preocupado em amarrar
muito bem a canoa na árvore?
___________________________________________
___________________________________________
12. Qual é a ideia da expressão destacada em
A) “Depois de algumas horas, avistaram a ilha.”?
___________________________________________
B) “Subiram nas árvores, cortaram cipós...” ?
___________________________________________
13. O que aconteceu quando os meninos resolveram
voltar para onde estava a canoa?
___________________________________________
___________________________________________
14. Segundo o texto, como foi possível a Henrique
calcular as horas apenas olhando pra cima? O que ele
concluiu, então?
___________________________________________
___________________________________________
15. No trecho "— Nem fale, Henrique. Já estou tão
arrependido. Se soubesse...”
A) De que Henrique estava arrependido? 
___________________________________________
B) Como Henrique deve ter completado essa
fala, mentalmente?
___________________________________________
Como nossa história parou por aqui, que tal você criar um final? O que você acha
que aconteceu depois? Será que eles ainda viveram outras aventuras?... Como
Eduardo e Henrique conseguiram se salvar daquela encrenca? Planeje seu texto,
organize suas ideias e escreva. Depois, releia e confira se ficou bem escrito.
Adaptado de DUPRÉ, Maria José. A ilha perdida. 
São Paulo : Ática, 2000.
Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio,
mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo,
começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as
horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de
sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era
tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz
um pouco aflita:
— Impossível que seja muito tarde; mas parece que o
sol já está sumindo.
— Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite.
Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio,
mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo,
começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as
horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de
sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era
tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz
um pouco aflita:
— Impossível que seja muito tarde; mas parece que o
sol já está sumindo.
— Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite.
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4. “Eduardo sentiu o coração dar um salto dentro do peito.” Como pode um coração “dar um salto”?
________________________________________________________________________________________________
5. Sublinhe no texto as falas em que Eduardo demonstra estar com medo.
6. Em que momento do dia os irmãos começaram sua aventura? Que passagem do texto comprova a sua resposta?
________________________________________________________________________________________________
7. Em que momentos os meninos usaram seus sentidos para assimilar aquele mundo tão novo para eles?
_________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________
8. Em “A canoa foi indo... foi indo...” qual é o efeito de sentido
a) da repetição da expressão em destaque?
________________________________________________________________________________________________
b) das reticências?
________________________________________________________________________________________________
A canoa foi descendo o rio, seguindo o curso das águas. Viram árvores enormes, flores roxas
e vermelhas sobressaindo no verde da folhagem; olhavam sempre para uma e outra margem à
procura de gente ou casas, mas só viam água e árvores. Depois de algumas horas, avistaram a
ilha. Eduardo foi o primeiro a divisá-la e deu um grito de satisfação:
— Henrique, veja! É a ilha!
Foi com verdadeira emoção que os dois meninos puseram pé em terra; estavam afinal na célebre ilha. Tudo fora tão
fácil, pensou Eduardo, e Henrique era tão bom remador, não deviam arrepender-se da mentira pregada aos padrinhos. Que
dia divertido e alegre iriam passar ali! Com alguma dificuldade, puxaram a canoa o mais perto possível da terra e amarraram-
na a uma árvore próxima com a corda que Nhô Quim lhes havia emprestado. Eduardo lembrou:
— Vamos amarrar bem forte, Henrique. Se a corda arrebentar, estamos perdidos porque a canoa vai por água abaixo.
Subiram nas árvores, cortaram cipós, descobriram frutas que nunca haviam visto antes; de vez em quando, Henrique
perguntava:
— Será mesmo habitada esta ilha? Vamos ver se encontramos algum sinal de gente.
Por mais que observassem, não encontraram sinal de habitação. Depois de caminhar durante algumas horas, viram
serelepes pulando nos galhos mais altos; os bichinhos olhavam para os dois meninos com olhos muito vivos, davam grandes
pulos e desapareciam entre a folhagem. Às vezes ouviam o ruflar de asas sobre suas cabeças; deviam ser pássaros que,
assustados com a presença dos dois, deixavam seus ninhos e voavam. Quando cansaram de andar, Henrique propôs:
— Vamos voltar ao lugar onde deixamos a canoa? Acho que já é hora de voltarmos para casa.
— É pena ter de voltar — respondeu Eduardo. — Está tão bonito o nosso passeio; por mim, ficaria mais tempo.
Cada um tomou um gole de água e depois iniciaram a caminhada de regresso.
Mas quem diz de encontrar o caminho?
Ficaram assim discutindo durante uns instantes, depois resolveram caminhar para a direita; andaram uma meia hora e não
acharam o caminho por onde haviam passado.
— Eu não disse que não era por aqui? É para a esquerda que devemos seguir. Vamos voltar outra vez.
Eduardo espantou-se:
— Nem sei mais onde fica a direita e a esquerda. Onde é a esquerda?
Ficaram imóveis uns instantes e ouviram o ruído do rio correndo sem parar; depois ouviram galhos que estalavam perto
deles. Eduardo segurou o braço de Henrique:
— Não é nada — disse Henrique. — É o vento.
Leia mais uma parte dessa narrativa de aventura.
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Mas não encontravam o caminho. Se andavam para a
frente, entravam cada vez mais na mata; se andavam para a
direita ou para a esquerda, a mesma coisa. De que lado
estaria a canoa? Começaram a ficar aflitos, mas um não dizia
nada ao outro. Andavam para diante e para trás, sem acertar o
caminho.
— Será que vamos dormir nesta mata?
Henrique fingiu-se muito animado:
— Se tivermos que dormir, dormiremos, ora essa.
— E Padrinho? E Madrinha?
Ficaram quietos uns instantes, depois Henrique disse:
— Eles vão mandar um camarada à fazenda vizinha e,
quando souberem que nós não estivemos lá, ficarão tão
aflitos...
— Nem fale, Henrique. Já estou tão arrependido. Se
soubesse... (...)
9. Qual é o efeito de sentido dos sinais de exclamação
em “— Henrique, veja! É a ilha!”
___________________________________________
___________________________________________
10. Transcreva do texto a opinião de Eduardo sobre
a chegada à ilha.
___________________________________________
___________________________________________
11. Por que Eduardo estava preocupado em amarrar
muito bem a canoa na árvore?
___________________________________________
___________________________________________
12. Qual é a ideia da expressão destacada em
A) “Depois de algumas horas, avistaram a ilha.”?
___________________________________________
B) “Subiram nas árvores, cortaram cipós...”?
___________________________________________
13. O que aconteceu quando os meninos resolveram
voltar para onde estava a canoa?
___________________________________________
___________________________________________
14. Segundo o texto, como foi possível a Henrique
calcular as horas apenas olhando pra cima? O que ele
concluiu, então?
___________________________________________
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15. No trecho "— Nem fale, Henrique. Já estou tão
arrependido. Se soubesse...”
A) De que Henrique estava arrependido?
___________________________________________
B) Como Henrique deve ter completado essa
fala, mentalmente?
___________________________________________
Como nossa história parou por aqui, que tal você criar um final? O que você acha
que aconteceu depois? Será que eles ainda viveram outras aventuras?... Como
Eduardo e Henrique conseguiram se salvar daquela encrenca? Planeje seu texto,
organize suas ideias e escreva. Depois, releia e confira se ficou bem escrito.
Adaptado de DUPRÉ, Maria José. A ilha perdida. 
São Paulo : Ática, 2000.
Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio,
mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo,
começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as
horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de
sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era
tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz
um pouco aflita:
— Impossível que seja muito tarde; mas parece que o
sol já está sumindo.
— Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite.
Continuaram a andar; quanto mais se aproximavam do rio,
mais o rio parecia fugir. Henrique, até então calmo,
começou a inquietar-se; olhou para cima para calcular as
horas. Viu as copas das árvores, o céu muito azul e nada de
sol. Levou um susto; o sol já desaparecera? Então era
tarde, devia ser quase noite. Voltou-se para Eduardo, a voz
um pouco aflita:
— Impossível que seja muito tarde; mas parece que o
sol já está sumindo.
— Então vamos tratar de voltar, pode ser quase noite.
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Dois elementos da natureza se enfrentam na fábula que você vai ler.
1. Quem são os personagens da fábula?
____________________________________________________________________________________________
2. Qual é a situação inicial da história?
____________________________________________________________________________________________
3. Qual é a ideia transmitida pela expressão destacada no trecho “De repente, viram um viajante caminhando.”?
____________________________________________________________________________________________
4. Qual é o conflito gerador da história?
____________________________________________________________________________________________
5. Qual é o sentido da palavra “propôs”?
____________________________________________________________________________________________
6. O que fez o vento ao perceber que não conseguia fazer o homem tirar o paletó?
____________________________________________________________________________________________
7. Qual dos dois concorrentes fez mais esforço tentando vencer a aposta? Por quê?
____________________________________________________________________________________________
8. Qual dos dois conseguiu retirar o paletó do viajante?
____________________________________________________________________________________________
O vvento e o ssol
O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. 
De repente, viram um viajante que vinha caminhando.
– Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante 
tirar o casaco, será o mais forte.
– Você começa! - propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem. O 
vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais
o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se.
O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o 
homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó.
Moral da História: O amor constrói, a violência arruína.
O Mundo da Criança Histórias de fadas. Editora Delta: Rio de Janeiro, 
Conte, oralmente, essa fábula para seus colegas. Vocês vão observar as
diferenças entre a língua falada e a língua escrita. Quando escrevemos, temos os
sinais de pontuação, a organização das palavras e os parágrafos para dar
sentido ao texto. Já quando falamos, a entonação, a expressividade, as idas e
vindas da fala é que vão construindo esse sentido.
A fábula é uma 
narrativa curta e, 
geralmente, seus 
personagens são 
animais ou outros 
seres da natureza, 
com características 
humanas. Trazem 
sempre um 
ensinamento, ou 
moral. 
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NO9. Qual dos ditados populares abaixo também serve como ensinamento para essa fábula?
Faça um X na opção adequada.
a) Quem tudo quer, tudo perde.
b) A pressa é inimiga da perfeição.
c) A esperteza vale mais do que a força.
d) Quem semeia vento, colhe tempestade.
Você já sabe que uma fábula tem uma lição de moral. Escolha um dos ditados populares da questão
anterior e imagine uma situação que o tenha como ensinamento. Pense em quais personagens você
poderia usar para participar dessa fábula. Lembre-se de reler sua produção, conferindo se ficou bem
escrita, se você usou sinais de pontuação, se os parágrafos ficaram bem divididos.
QUARENTENINHAS – 15
O gato de Lucas trouxe um beija-flor na boca.
O pai pensou em jogar o passarinho no lixo, mas Lucas viu que ele
ainda estava respirando e pediu para cuidar do bichinho. Colocou-o numa
gaiola vazia que a mãe usava de enfeite, deu-lhe água, carinho e o nome
de Beijoca.
No final do dia, Beijoca começou a bater asas.
- Parece que você ganhou um amigo para a quarentena. - disse o pai.
- Passarinho pega covid? - Lucas perguntou.
- Não, não pega.
- Então é melhor soltar ele. Ficar trancado é muito chato.
Lucas abriu a gaiola e o beija-flor saiu voando.
Antes de sumir de vez, virou-se e mandou uma beijoca de despedida.
TORERO, José Roberto. Quarenteninhas. São Paulo: Padaria de Livros, 2020
A crônica é um texto 
curto, que conta um fato 
do dia a dia, de maneira 
leve. Costuma ter poucos
personagens.
1. De que modo apareceu um beija-flor na vida de Lucas?
_______________________________________________________________________________________________
2. Releia o 1º e o 2º parágrafos do texto. Observe que o autor se referiu a beija-flor com palavras diferentes.
Sublinhe no texto essas palavras que se referem a beija-flor.
Depois, experimente ler em voz alta esses 2 parágrafos, substituindo porbeija-flor as palavras que você sublinhou. O
que você percebeu com sua leitura?
_______________________________________________________________________________________________
3. O que pode ter levado o pai de Lucas a querer jogar o passarinho no lixo?
_______________________________________________________________________________________________
Ditados populares
são frases com
explicações ou
ensinamentos, que
o povo repete.
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Dois elementos da natureza se enfrentam na fábula que você vai ler.
1. Quem são os personagens da fábula?
____________________________________________________________________________________________
2. Qual é a situação inicial da história?
____________________________________________________________________________________________
3. Qual é a ideia transmitida pela expressão destacada no trecho “De repente, viram um viajante caminhando.”?
____________________________________________________________________________________________
4. Qual é o conflito gerador da história?
____________________________________________________________________________________________
5. Qual é o sentido da palavra “propôs”?
____________________________________________________________________________________________
6. O que fez o vento ao perceber que não conseguia fazer o homem tirar o paletó?
____________________________________________________________________________________________
7. Qual dos dois concorrentes fez mais esforço tentando vencer a aposta? Por quê?
____________________________________________________________________________________________
8. Qual dos dois conseguiu retirar o paletó do viajante?
____________________________________________________________________________________________
O Vento e o Sol
O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte.
De repente, viram um viajante que vinha caminhando.
– Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante
tirar o casaco, será o mais forte.
– Você começa! - propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem.
O vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais
o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se.
O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o
homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó.
Moral da História: O amor constrói, a violência arruína.
O Mundo da Criança Histórias de fadas. Editora Delta: Rio de Janeiro, 
Conte, oralmente, essa fábula para seus colegas. Vocês vão observar as
diferenças entre a língua falada e a língua escrita. Quando escrevemos, temos os
sinais de pontuação, a organização das palavras e os parágrafos para dar
sentido ao texto. Já quando falamos, a entonação, a expressividade, as idas e
vindas da fala é que vão construindo esse sentido.
A fábula é uma 
narrativa curta e, 
geralmente, seus
personagens são 
animais ou outros
seres da natureza,
com características
humanas. Trazem
sempre um
ensinamento, ou 
moral. 
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NO9. Qual dos ditados populares abaixo também serve como ensinamento para essa fábula?
Faça um X na opção adequada.
a) Quem tudo quer, tudo perde.
b) A pressa é inimiga da perfeição.
c) A esperteza vale mais do que a força.
d) Quem semeia vento, colhe tempestade.
Você já sabe que uma fábula tem uma lição de moral. Escolha um dos ditados populares da questão
anterior e imagine uma situação que o tenha como ensinamento. Pense em quais personagens você
poderia usar para participar dessa fábula. Lembre-se de reler sua produção, conferindo se ficou bem
escrita, se você usou sinais de pontuação, se os parágrafos ficaram bem divididos.
QUARENTENINHAS – 15
O gato de Lucas trouxe um beija-flor na boca.
O pai pensou em jogar o passarinho no lixo, mas Lucas viu que ele
ainda estava respirando e pediu para cuidar do bichinho. Colocou-o numa
gaiola vazia que a mãe usava de enfeite, deu-lhe água, carinho e o nome
de Beijoca.
No final do dia, Beijoca começou a bater asas.
- Parece que você ganhou um amigo para a quarentena. - disse o pai.
- Passarinho pega covid? - Lucas perguntou.
- Não, não pega.
- Então é melhor soltar ele. Ficar trancado é muito chato.
Lucas abriu a gaiola e o beija-flor saiu voando.
Antes de sumir de vez, virou-se e mandou uma beijoca de despedida.
TORERO, José Roberto. Quarenteninhas. São Paulo: Padaria de Livros, 2020
A crônica é um texto 
curto, que conta um fato 
do dia a dia, de maneira 
leve. Costuma ter poucos 
personagens.
1. De que modo apareceu um beija-flor na vida de Lucas?
_______________________________________________________________________________________________
2. Releia o 1º e o 2º parágrafos do texto. Observe que o autor se referiu a beija-flor com palavras diferentes.
Sublinhe no texto essas palavras que se referem a beija-flor.
Depois, experimente ler em voz alta esses 2 parágrafos, substituindo por beija-flor as palavras que você sublinhou. O
que você percebeu com sua leitura?
_______________________________________________________________________________________________
3. O que pode ter levado o pai de Lucas a querer jogar o passarinho no lixo?
_______________________________________________________________________________________________
Ditados populares
são frases com
explicações ou
ensinamentos, que
o povo repete.
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Dois elementos da natureza se enfrentam na fábula que você vai ler.
1. Quem são os personagens da fábula?
____________________________________________________________________________________________
2. Qual é a situação inicial da história?
____________________________________________________________________________________________
3. Qual é a ideia transmitida pela expressão destacada no trecho “De repente, viram um viajante caminhando.”?
____________________________________________________________________________________________
4. Qual é o conflito gerador da história?
____________________________________________________________________________________________
5. Qual é o sentido da palavra “propôs”?
____________________________________________________________________________________________
6. O que fez o vento ao perceber que não conseguia fazer o homem tirar o paletó?
____________________________________________________________________________________________
7. Qual dos dois concorrentes fez mais esforço tentando vencer a aposta? Por quê?
____________________________________________________________________________________________
8. Qual dos dois conseguiu retirar o paletó do viajante?
____________________________________________________________________________________________
O vvento e o ssol
O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. 
De repente, viram um viajante que vinha caminhando.
– Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante 
tirar o casaco, será o mais forte.
– Você começa! - propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem. O 
vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais
o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se.
O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o 
homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó.
Moral da História: O amor constrói, a violência arruína.
O Mundo da Criança Histórias de fadas. Editora Delta: Rio de Janeiro, 
Conte, oralmente, essa fábula para seus colegas. Vocês vão observar as
diferenças entre a língua falada e a língua escrita. Quando escrevemos, temos os
sinais de pontuação, a organização das palavras e os parágrafos para dar
sentido ao texto. Já quando falamos, a entonação, a expressividade, as idas e
vindas da fala é que vão construindo esse sentido.
A fábula é uma 
narrativa curta e, 
geralmente, seus 
personagens são 
animais ou outros 
seres da natureza, 
com característicashumanas. Trazem 
sempre um 
ensinamento, ou 
moral. 
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NO9. Qual dos ditados populares abaixo também serve como ensinamento para essa fábula?
Faça um X na opção adequada.
a) Quem tudo quer, tudo perde.
b) A pressa é inimiga da perfeição.
c) A esperteza vale mais do que a força.
d) Quem semeia vento, colhe tempestade.
Você já sabe que uma fábula tem uma lição de moral. Escolha um dos ditados populares da questão
anterior e imagine uma situação que o tenha como ensinamento. Pense em quais personagens você
poderia usar para participar dessa fábula. Lembre-se de reler sua produção, conferindo se ficou bem
escrita, se você usou sinais de pontuação, se os parágrafos ficaram bem divididos.
QUARENTENINHAS – 15
O gato de Lucas trouxe um beija-flor na boca.
O pai pensou em jogar o passarinho no lixo, mas Lucas viu que ele
ainda estava respirando e pediu para cuidar do bichinho. Colocou-o numa
gaiola vazia que a mãe usava de enfeite, deu-lhe água, carinho e o nome
de Beijoca.
No final do dia, Beijoca começou a bater asas.
- Parece que você ganhou um amigo para a quarentena. - disse o pai.
- Passarinho pega covid? - Lucas perguntou.
- Não, não pega.
- Então é melhor soltar ele. Ficar trancado é muito chato.
Lucas abriu a gaiola e o beija-flor saiu voando.
Antes de sumir de vez, virou-se e mandou uma beijoca de despedida.
TORERO, José Roberto. Quarenteninhas. São Paulo: Padaria de Livros, 2020
A crônica é um texto 
curto, que conta um fato 
do dia a dia, de maneira 
leve. Costuma ter poucos
personagens.
1. De que modo apareceu um beija-flor na vida de Lucas?
_______________________________________________________________________________________________
2. Releia o 1º e o 2º parágrafos do texto. Observe que o autor se referiu a beija-flor com palavras diferentes.
Sublinhe no texto essas palavras que se referem a beija-flor.
Depois, experimente ler em voz alta esses 2 parágrafos, substituindo por beija-flor as palavras que você sublinhou. O
que você percebeu com sua leitura?
_______________________________________________________________________________________________
3. O que pode ter levado o pai de Lucas a querer jogar o passarinho no lixo?
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Ditados populares
são frases com
explicações ou
ensinamentos, que
o povo repete.
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Dois elementos da natureza se enfrentam na fábula que você vai ler.
1. Quem são os personagens da fábula?
____________________________________________________________________________________________
2. Qual é a situação inicial da história?
____________________________________________________________________________________________
3. Qual é a ideia transmitida pela expressão destacada no trecho “De repente, viram um viajante caminhando.”?
____________________________________________________________________________________________
4. Qual é o conflito gerador da história?
____________________________________________________________________________________________
5. Qual é o sentido da palavra “propôs”?
____________________________________________________________________________________________
6. O que fez o vento ao perceber que não conseguia fazer o homem tirar o paletó?
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7. Qual dos dois concorrentes fez mais esforço tentando vencer a aposta? Por quê?
____________________________________________________________________________________________
8. Qual dos dois conseguiu retirar o paletó do viajante?
____________________________________________________________________________________________
O Vento e o Sol
O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte.
De repente, viram um viajante que vinha caminhando.
– Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante
tirar o casaco, será o mais forte.
– Você começa! - propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem.
O vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais
o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se.
O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o
homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó.
Moral da História: O amor constrói, a violência arruína.
O Mundo da Criança Histórias de fadas. Editora Delta: Rio de Janeiro, 
Conte, oralmente, essa fábula para seus colegas. Vocês vão observar as
diferenças entre a língua falada e a língua escrita. Quando escrevemos, temos os
sinais de pontuação, a organização das palavras e os parágrafos para dar
sentido ao texto. Já quando falamos, a entonação, a expressividade, as idas e
vindas da fala é que vão construindo esse sentido.
A fábula é uma 
narrativa curta e, 
geralmente, seus
personagens são 
animais ou outros
seres da natureza,
com características
humanas. Trazem
sempre um
ensinamento, ou 
moral. 
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NO9. Qual dos ditados populares abaixo também serve como ensinamento para essa fábula?
Faça um X na opção adequada.
a) Quem tudo quer, tudo perde.
b) A pressa é inimiga da perfeição.
c) A esperteza vale mais do que a força.
d) Quem semeia vento, colhe tempestade.
Você já sabe que uma fábula tem uma lição de moral. Escolha um dos ditados populares da questão
anterior e imagine uma situação que o tenha como ensinamento. Pense em quais personagens você
poderia usar para participar dessa fábula. Lembre-se de reler sua produção, conferindo se ficou bem
escrita, se você usou sinais de pontuação, se os parágrafos ficaram bem divididos.
QUARENTENINHAS – 15
O gato de Lucas trouxe um beija-flor na boca.
O pai pensou em jogar o passarinho no lixo, mas Lucas viu que ele
ainda estava respirando e pediu para cuidar do bichinho. Colocou-o numa
gaiola vazia que a mãe usava de enfeite, deu-lhe água, carinho e o nome
de Beijoca.
No final do dia, Beijoca começou a bater asas.
- Parece que você ganhou um amigo para a quarentena. - disse o pai.
- Passarinho pega covid? - Lucas perguntou.
- Não, não pega.
- Então é melhor soltar ele. Ficar trancado é muito chato.
Lucas abriu a gaiola e o beija-flor saiu voando.
Antes de sumir de vez, virou-se e mandou uma beijoca de despedida.
TORERO, José Roberto. Quarenteninhas. São Paulo: Padaria de Livros, 2020
A crônica é um texto 
curto, que conta um fato 
do dia a dia, de maneira 
leve. Costuma ter poucos 
personagens.
1. De que modo apareceu um beija-flor na vida de Lucas?
_______________________________________________________________________________________________
2. Releia o 1º e o 2º parágrafos do texto. Observe que o autor se referiu a beija-flor com palavras diferentes.
Sublinhe no texto essas palavras que se referem a beija-flor.
Depois, experimente ler em voz alta esses 2 parágrafos, substituindo por beija-flor as palavras que você sublinhou. O
que você percebeu com sua leitura?
_______________________________________________________________________________________________
3. O que pode ter levado o pai de Lucas a querer jogar o passarinho no lixo?
_______________________________________________________________________________________________
Ditados populares
são frases com
explicações ou
ensinamentos, que
o povo repete.
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NO 4. Qual é o efeito de sentido da palavra destacada em “(...) mas Lucas viu que ele ainda estava respirando e pediu para
cuidar do bichinho.”
________________________________________________________________________________________________
5. Qual é a ideia expressa por “No final do dia”?
________________________________________________________________________________________________
6. Em que o pai do menino pensou quando disse “Parece que você ganhou um amigo para a quarentena.”?
________________________________________________________________________________________________7. Em que Lucas pensou quando perguntou se passarinho pega Covid?
________________________________________________________________________________________________
8. Em que será que o menino se baseou quando disse que ficar trancado é muito chato?
________________________________________________________________________________________________
1. Onde nasceu o pardalzinho?
_______________________________________________________________
2. Em “Foram cuidados em vão:”, o que significa a expressão em negrito?
_______________________________________________________________
3. Que verso explica a causa da morte do passarinho?
_______________________________________________________________________________________
4. Agora você vai completar o quadro, comparando os textos.
BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e 
prosa. Rio de Janeiro: Aguiar, 1985.
Pardalzinho
O pardalzinho nasceu
Livre. Quebraram-lhe a asa.
Sacha lhe deu uma casa,
Água, comida e carinhos.
Foram cuidados em vão:
A casa era uma prisão,
O pardalzinho morreu.
O corpo Sacha enterrou
No jardim; a alma, essa voou
Para o céu dos passarinhos
Quarenteninhas-15 Pardalzinho
Espécie do pássaro.
Cuidou da ave.
O que a ave 
recebeu.
Destino da ave.
Você já sabe que a crônica é um gênero textual geralmente curto, que conta um
fato corriqueiro, isto é, comum, com uma linguagem simples, informal. A crônica
narra a vida diária e todos temos o que contar, mesmo ficando mais em casa,
devido à pandemia.
Escreva sobre um fato que aconteceu com você e sua família, dentro de casa,
em um momento agradável, descontraído, ou mesmo de reflexão. Conte em que
momento do dia isso aconteceu e quem estava com você.
Verifique se seu texto ficou bem escrito, agradável de ler, com os sinais de
pontuação adequados.
E aqui terminamos o 3º bimestre! 19
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NOChegamos ao último bimestre de 2021 com um cardápio variado de gêneros textuais.
Você vai curtir!
Localizada 710 metros acima do nível do mar, no
alto do morro do Corcovado, a estátua de concreto
recebe quase dois milhões de visitantes por ano e em
outubro comemora 90 anos de vida.
A arquiteta Cristina Ventura, responsável pelas
obras, sobe várias escadas no interior da estátua
gigante e olha para fora por um estreito orifício
localizado em um dos braços abertos do monumento
que domina a cidade. "A estrutura externa, que fica
exposta ao ar livre, vem sofrendo um processo de
desgaste natural por conta do sol, da chuva, dos raios,
as diferenças de temperatura", explica Ventura.
O alpinista Marcos Sidnei coordena esse trabalho
nas alturas. Ele sorri ao dizer que quem sobe ao Cristo
"cada dia vê uma paisagem diferente", dependendo da
configuração das nuvens, da luz ou da presença de
nevoeiro sobre a cidade.
Adaptado de 
https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2021/03/27/interna_internaciona
l,1251225/cristo-redentor-e-restaurado-para-comemorar-seus-90-anos.shtml
Cristo Redentor é restaurado para comemorar seus 90 anos
A pandemia o obrigou a permanecer fechado entre março
e agosto de 2020, o maior período que passou sem receber
visitantes.
O projeto de restauração, que se estenderá ao longo do
ano, também pretende traçar um plano de manutenção
preventiva para evitar que sofra grandes danos no futuro.
Ventura sabe o tamanho do desafio que tem nas mãos: "O
Cristo Redentor acolhe a população brasileira. Então, é uma
responsabilidade, um privilégio muito grande estar aqui".
https://prensacelam
.org/w
p-content/uploads/2020/10/C
risto-R
edentor-800x445.jpg
1. Qual é o fato noticiado?
________________________________________________________________________________
2. Quem é a pessoa responsável pelas obras de restauração?
_______________________________________________________________________________
3. O que provoca o desgaste da estrutura externa da estátua?
_______________________________________________________________________________
4. A que se referem os números abaixo, citados na notícia?
5. Releia o 3º parágrafo do texto e responda:
A) A que se refere a expressão esse trabalho? ________________________________________________________
B) Qual é o efeito de sentido das aspas em "cada dia vê uma paisagem diferente“?
_________________________________________________________________________________________________
C) Que consequências têm, sobre os visitantes do Cristo, as nuvens, a luz ou a presença de nevoeiro sobre a cidade?
_________________________________________________________________________________________________
6. Qual é a opinião da arquiteta Cristina Ventura sobre o desafio desse trabalho?
________________________________________________________________________
a.) 710 _______________________________________________________________________________________
b.) 2 milhões _______________________________________________________________________________________
c.) 90 _______________________________________________________________________________________
d.) 1931 _______________________________________________________________________________________
e.) 2007 _______________________________________________________________________________________
Consulte seu 
material do 2º
bimestre e reveja 
os principais
elementos da 
notícia: título ou 
manchete, subtítulo 
e lide.
Ninguém escapa das marcas da idade, nem mesmo o majestoso Cristo Redentor, que
passa por uma restauração para comemorar seus 90 anos em plena forma.
A estátua foi inaugurada em 12 de
outubro de 1931. Em 1973, foi declarado
monumento histórico e em 2007, uma
das sete maravilhas do mundo moderno.
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NO 4. Qual é o efeito de sentido da palavra destacada em “(...) mas Lucas viu que ele ainda estava respirando e pediu para
cuidar do bichinho.”
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5. Qual é a ideia expressa por “No final do dia”?
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6. Em que o pai do menino pensou quando disse “Parece que você ganhou um amigo para a quarentena.”?
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7. Em que Lucas pensou quando perguntou se passarinho pega Covid?
________________________________________________________________________________________________
8. Em que será que o menino se baseou quando disse que ficar trancado é muito chato?
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1. Onde nasceu o pardalzinho?
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2. Em “Foram cuidados em vão:”, o que significa a expressão em negrito?
_______________________________________________________________
3. Que verso explica a causa da morte do passarinho?
_______________________________________________________________________________________
4. Agora você vai completar o quadro, comparando os textos.
BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e 
prosa. Rio de Janeiro: Aguiar, 1985.
Pardalzinho
O pardalzinho nasceu
Livre. Quebraram-lhe a asa.
Sacha lhe deu uma casa,
Água, comida e carinhos.
Foram cuidados em vão:
A casa era uma prisão,
O pardalzinho morreu.
O corpo Sacha enterrou
No jardim; a alma, essa voou
Para o céu dos passarinhos
Quarenteninhas-15 Pardalzinho
Espécie do pássaro.
Cuidou da ave.
O que a ave 
recebeu.
Destino da ave.
Você já sabe que a crônica é um gênero textual geralmente curto, que conta um
fato corriqueiro, isto é, comum, com uma linguagem simples, informal. A crônica
narra a vida diária e todos temos o que contar, mesmo ficando mais em casa,
devido à pandemia.
Escreva sobre um fato que aconteceu com você e sua família, dentro de casa,
em um momento agradável, descontraído, ou mesmo de reflexão. Conte em que
momento do dia isso aconteceu e quem estava com você.
Verifique se seu texto ficou bem escrito,agradável de ler, com os sinais de
pontuação adequados.
E aqui terminamos o 3º bimestre! 19
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NOChegamos ao último bimestre de 2021 com um cardápio variado de gêneros textuais. 
Você vai curtir!
Localizada 710 metros acima do nível do mar, no
alto do morro do Corcovado, a estátua de concreto
recebe quase dois milhões de visitantes por ano e em
outubro comemora 90 anos de vida.
A arquiteta Cristina Ventura, responsável pelas
obras, sobe várias escadas no interior da estátua
gigante e olha para fora por um estreito orifício
localizado em um dos braços abertos do monumento
que domina a cidade. "A estrutura externa, que fica
exposta ao ar livre, vem sofrendo um processo de
desgaste natural por conta do sol, da chuva, dos raios,
as diferenças de temperatura", explica Ventura.
O alpinista Marcos Sidnei coordena esse trabalho
nas alturas. Ele sorri ao dizer que quem sobe ao Cristo
"cada dia vê uma paisagem diferente", dependendo da
configuração das nuvens, da luz ou da presença de
nevoeiro sobre a cidade.
Adaptado de 
https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2021/03/27/interna_internaciona
l,1251225/cristo-redentor-e-restaurado-para-comemorar-seus-90-anos.shtml
Cristo Redentor é restaurado para comemorar seus 90 anos
A pandemia o obrigou a permanecer fechado entre março
e agosto de 2020, o maior período que passou sem receber
visitantes.
O projeto de restauração, que se estenderá ao longo do
ano, também pretende traçar um plano de manutenção
preventiva para evitar que sofra grandes danos no futuro.
Ventura sabe o tamanho do desafio que tem nas mãos: "O
Cristo Redentor acolhe a população brasileira. Então, é uma
responsabilidade, um privilégio muito grande estar aqui".
https://prensacelam
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p-content/uploads/2020/10/C
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1. Qual é o fato noticiado?
________________________________________________________________________________
2. Quem é a pessoa responsável pelas obras de restauração?
_______________________________________________________________________________
3. O que provoca o desgaste da estrutura externa da estátua?
_______________________________________________________________________________
A) A que se refere a expressão esse trabalho? ________________________________________________________
B) Qual é o efeito de sentido das aspas em "cada dia vê uma paisagem diferente“?
_________________________________________________________________________________________________
C) Que consequências têm, sobre os visitantes do Cristo, as nuvens, a luz ou a presença de nevoeiro sobre a cidade?
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6. Qual é a opinião da arquiteta Cristina Ventura sobre o desafio desse trabalho?
________________________________________________________________________
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4. A que se referem os números abaixo, citados na notícia?
a.) 710
b.) 2 milhões
c.) 90
d.) 1931
e.) 2007
5. Releia o 3º parágrafo do texto e responda:
_______________________________________________________________________________________
Consulte o seu 
material do 2º 
bimestre e reveja 
os principais 
elementos da 
notícia: título ou 
manchete, subtítulo 
e lide.
Ninguém escapa das marcas da idade, nem mesmo o majestoso Cristo Redentor, que
passa por uma restauração para comemorar seus 90 anos em plena forma.
A estátua foi inaugurada em 12 de 
outubro de 1931. Em 1973, foi declarada 
monumento histórico e em 2007, uma 
das sete maravilhas do mundo moderno.
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NO 4. Qual é o efeito de sentido da palavra destacada em “(...) mas Lucas viu que ele ainda estava respirando e pediu para
cuidar do bichinho.”
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5. Qual é a ideia expressa por “No final do dia”?
________________________________________________________________________________________________
6. Em que o pai do menino pensou quando disse “Parece que você ganhou um amigo para a quarentena.”?
________________________________________________________________________________________________
7. Em que Lucas pensou quando perguntou se passarinho pega Covid?
________________________________________________________________________________________________
8. Em que será que o menino se baseou quando disse que ficar trancado é muito chato?
________________________________________________________________________________________________
1. Onde nasceu o pardalzinho?
_______________________________________________________________
2. Em “Foram cuidados em vão:”, o que significa a expressão em negrito?
_______________________________________________________________
3. Que verso explica a causa da morte do passarinho?
_______________________________________________________________________________________
4. Agora você vai completar o quadro, comparando os textos.
BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e 
prosa. Rio de Janeiro: Aguiar, 1985.
Pardalzinho
O pardalzinho nasceu
Livre. Quebraram-lhe a asa.
Sacha lhe deu uma casa,
Água, comida e carinhos.
Foram cuidados em vão:
A casa era uma prisão,
O pardalzinho morreu.
O corpo Sacha enterrou
No jardim; a alma, essa voou
Para o céu dos passarinhos
Quarenteninhas-15 Pardalzinho
Espécie do pássaro.
Cuidou da ave.
O que a ave 
recebeu.
Destino da ave.
Você já sabe que a crônica é um gênero textual geralmente curto, que conta um
fato corriqueiro, isto é, comum, com uma linguagem simples, informal. A crônica
narra a vida diária e todos temos o que contar, mesmo ficando mais em casa,
devido à pandemia.
Escreva sobre um fato que aconteceu com você e sua família, dentro de casa,
em um momento agradável, descontraído, ou mesmo de reflexão. Conte em que
momento do dia isso aconteceu e quem estava com você.
Verifique se seu texto ficou bem escrito, agradável de ler, com os sinais de
pontuação adequados.
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NOChegamos ao último bimestre de 2021 com um cardápio variado de gêneros textuais.
Você vai curtir!
Localizada 710 metros acima do nível do mar, no
alto do morro do Corcovado, a estátua de concreto
recebe quase dois milhões de visitantes por ano e em
outubro comemora 90 anos de vida.
A arquiteta Cristina Ventura, responsável pelas
obras, sobe várias escadas no interior da estátua
gigante e olha para fora por um estreito orifício
localizado em um dos braços abertos do monumento
que domina a cidade. "A estrutura externa, que fica
exposta ao ar livre, vem sofrendo um processo de
desgaste natural por conta do sol, da chuva, dos raios,
as diferenças de temperatura", explica Ventura.
O alpinista Marcos Sidnei coordena esse trabalho
nas alturas. Ele sorri ao dizer que quem sobe ao Cristo
"cada dia vê uma paisagem diferente", dependendo da
configuração das nuvens, da luz ou da presença de
nevoeiro sobre a cidade.
Adaptado de 
https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2021/03/27/interna_internaciona
l,1251225/cristo-redentor-e-restaurado-para-comemorar-seus-90-anos.shtml
Cristo Redentor é restaurado para comemorar seus 90 anos
A pandemia o obrigou a permanecer fechado entre março
e agosto de 2020, o maior período que passou sem receber
visitantes.
O projeto de restauração, que se estenderá ao longo do
ano, também pretende traçar um plano de manutenção
preventiva para evitar que sofra grandes danos no futuro.
Ventura sabe o tamanho do desafio que tem nas mãos: "O
Cristo Redentor acolhe a população brasileira.Então, é uma
responsabilidade, um privilégio muito grande estar aqui".
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1. Qual é o fato noticiado?
________________________________________________________________________________
2. Quem é a pessoa responsável pelas obras de restauração?
_______________________________________________________________________________
3. O que provoca o desgaste da estrutura externa da estátua?
_______________________________________________________________________________
4. A que se referem os números abaixo, citados na notícia?
5. Releia o 3º parágrafo do texto e responda:
A) A que se refere a expressão esse trabalho? ________________________________________________________
B) Qual é o efeito de sentido das aspas em "cada dia vê uma paisagem diferente“?
_________________________________________________________________________________________________
C) Que consequências têm, sobre os visitantes do Cristo, as nuvens, a luz ou a presença de nevoeiro sobre a cidade?
_________________________________________________________________________________________________
6. Qual é a opinião da arquiteta Cristina Ventura sobre o desafio desse trabalho?
________________________________________________________________________
a.) 710 _______________________________________________________________________________________
b.) 2 milhões _______________________________________________________________________________________
c.) 90 _______________________________________________________________________________________
d.) 1931 _______________________________________________________________________________________
e.) 2007 _______________________________________________________________________________________
Consulte seu 
material do 2º
bimestre e reveja 
os principais
elementos da 
notícia: título ou 
manchete, subtítulo 
e lide.
Ninguém escapa das marcas da idade, nem mesmo o majestoso Cristo Redentor, que
passa por uma restauração para comemorar seus 90 anos em plena forma.
A estátua foi inaugurada em 12 de
outubro de 1931. Em 1973, foi declarado
monumento histórico e em 2007, uma
das sete maravilhas do mundo moderno.
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NO 4. Qual é o efeito de sentido da palavra destacada em “(...) mas Lucas viu que ele ainda estava respirando e pediu para
cuidar do bichinho.”
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5. Qual é a ideia expressa por “No final do dia”?
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6. Em que o pai do menino pensou quando disse “Parece que você ganhou um amigo para a quarentena.”?
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7. Em que Lucas pensou quando perguntou se passarinho pega Covid?
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8. Em que será que o menino se baseou quando disse que ficar trancado é muito chato?
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1. Onde nasceu o pardalzinho?
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2. Em “Foram cuidados em vão:”, o que significa a expressão em negrito?
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3. Que verso explica a causa da morte do passarinho?
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4. Agora você vai completar o quadro, comparando os textos.
BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e 
prosa. Rio de Janeiro: Aguiar, 1985.
Pardalzinho
O pardalzinho nasceu
Livre. Quebraram-lhe a asa.
Sacha lhe deu uma casa,
Água, comida e carinhos.
Foram cuidados em vão:
A casa era uma prisão,
O pardalzinho morreu.
O corpo Sacha enterrou
No jardim; a alma, essa voou
Para o céu dos passarinhos
Quarenteninhas-15 Pardalzinho
Espécie do pássaro.
Cuidou da ave.
O que a ave 
recebeu.
Destino da ave.
Você já sabe que a crônica é um gênero textual geralmente curto, que conta um
fato corriqueiro, isto é, comum, com uma linguagem simples, informal. A crônica
narra a vida diária e todos temos o que contar, mesmo ficando mais em casa,
devido à pandemia.
Escreva sobre um fato que aconteceu com você e sua família, dentro de casa,
em um momento agradável, descontraído, ou mesmo de reflexão. Conte em que
momento do dia isso aconteceu e quem estava com você.
Verifique se seu texto ficou bem escrito, agradável de ler, com os sinais de
pontuação adequados.
E aqui terminamos o 3º bimestre! 19
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NOChegamos ao último bimestre de 2021 com um cardápio variado de gêneros textuais. 
Você vai curtir!
Localizada 710 metros acima do nível do mar, no
alto do morro do Corcovado, a estátua de concreto
recebe quase dois milhões de visitantes por ano e em
outubro comemora 90 anos de vida.
A arquiteta Cristina Ventura, responsável pelas
obras, sobe várias escadas no interior da estátua
gigante e olha para fora por um estreito orifício
localizado em um dos braços abertos do monumento
que domina a cidade. "A estrutura externa, que fica
exposta ao ar livre, vem sofrendo um processo de
desgaste natural por conta do sol, da chuva, dos raios,
as diferenças de temperatura", explica Ventura.
O alpinista Marcos Sidnei coordena esse trabalho
nas alturas. Ele sorri ao dizer que quem sobe ao Cristo
"cada dia vê uma paisagem diferente", dependendo da
configuração das nuvens, da luz ou da presença de
nevoeiro sobre a cidade.
Adaptado de 
https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2021/03/27/interna_internaciona
l,1251225/cristo-redentor-e-restaurado-para-comemorar-seus-90-anos.shtml
Cristo Redentor é restaurado para comemorar seus 90 anos
A pandemia o obrigou a permanecer fechado entre março
e agosto de 2020, o maior período que passou sem receber
visitantes.
O projeto de restauração, que se estenderá ao longo do
ano, também pretende traçar um plano de manutenção
preventiva para evitar que sofra grandes danos no futuro.
Ventura sabe o tamanho do desafio que tem nas mãos: "O
Cristo Redentor acolhe a população brasileira. Então, é uma
responsabilidade, um privilégio muito grande estar aqui".
https://prensacelam
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1. Qual é o fato noticiado?
________________________________________________________________________________
2. Quem é a pessoa responsável pelas obras de restauração?
_______________________________________________________________________________
3. O que provoca o desgaste da estrutura externa da estátua?
_______________________________________________________________________________
A) A que se refere a expressão esse trabalho? ________________________________________________________
B) Qual é o efeito de sentido das aspas em "cada dia vê uma paisagem diferente“?
_________________________________________________________________________________________________
C) Que consequências têm, sobre os visitantes do Cristo, as nuvens, a luz ou a presença de nevoeiro sobre a cidade?
_________________________________________________________________________________________________
6. Qual é a opinião da arquiteta Cristina Ventura sobre o desafio desse trabalho?
________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
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4. A que se referem os números abaixo, citados na notícia?
a.) 710
b.) 2 milhões
c.) 90
d.) 1931
e.) 2007
5. Releia o 3º parágrafo do texto e responda:_______________________________________________________________________________________
Consulte o seu 
material do 2º 
bimestre e reveja 
os principais 
elementos da 
notícia: título ou 
manchete, subtítulo 
e lide.
Ninguém escapa das marcas da idade, nem mesmo o majestoso Cristo Redentor, que
passa por uma restauração para comemorar seus 90 anos em plena forma.
A estátua foi inaugurada em 12 de 
outubro de 1931. Em 1973, foi declarada 
monumento histórico e em 2007, uma 
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CAPARELLI, Sérgio. Tigresno quintal. Porto Alegre: Kuarup, 1995
URGENTE!
1. A disposição das palavras no poema forma uma imagem bem
conhecida. Qual?
________________________________________________________
2. Que fato é relatado como notícia?
________________________________________________________
3. Onde ocorreu o fato?
________________________________________________________
4. Quando ocorreu?
________________________________________________________
5. O fato relatado como notícia é um acontecimento natural ou trata-se
de um acidente / crime?
________________________________________________________
6. Que expressões do noticiário usual foram utilizadas no poema?
________________________________________________________
________________________________________________________
Revista de reflexão Brasil-Polônia, Edição semestral Ano III – 2/ 2012.
Observe como o poema foi construído e
responda:
1. De que modo o poeta expressou a intensidade
da chuva e seu movimento conforme o vento?
______________________________________________________
_______________________________________
2. Desenhe setas no poema, indicando a direção
do vento, de acordo com a disposição da palavra
CHUVA.
3. Quanto tempo durou a chuva? Que versos
indicaram a você a resposta?
______________________________________________________
_______________________________________
4. No decorrer do texto, a chuva aumentava ou
diminuía? Sublinhe no poema os versos que
comprovam a sua resposta.
5. O que representa, no poema, a chuva caindo,
ora com gotas grandes, ora com gotas
pequenas?
Você agora vai ler 2 poemas visuais. O poema visual valoriza os
efeitos visuais, ou seja, imagens que completam o seu sentido.
______________________________________________________
Agora é a sua vez! Pense em uma imagem de 
que você goste e tente escrever um poema de 
modo que suas palavras construam o formato 
dessa figura. Faça um rascunho. Fica mais 
fácil se você desenhar, a lápis, bem de leve, a 
figura e, depois, escrever à caneta.
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NOVocê certamente já viu propagandas na televisão, na internet, em cartazes... Algumas
chamam a nossa atenção por usarem uma linguagem que mexe com nossos
sentimentos, tentando nos convencer a fazer ou a comprar uma ideia ou algum produto.
Leia os anúncios, observe com atenção cada detalhe e responda.
Texto 4
Texto 3
Texto 2Texto 1
1. A quem essas propagandas são dirigidas?
______________________________________________________________
2. Qual é a finalidade de textos como esses?
______________________________________________________________
3. Que produto é anunciado e qual é a referência de cada um?
Texto 1 _____________________________________________
Texto 2 _____________________________________________
Texto 3 _____________________________________________
4. Em ”Aqui a natureza tem superpoderes”, que poderes são atribuídos aos
alimentos dos textos 1 e 2?
______________________________________________________________
______________________________________________________________
5. O que provoca humor em cada texto?
Texto 1 ________________________________________________________________________________________
Texto 2 ________________________________________________________________________________________
Texto 3 ________________________________________________________________________________________
Chupa chups não tem açúcar.
II – Agora veja esta outra propaganda.
1. Que produto é anunciado?
______________________________________________________________
2. Em que local o produto se encontra?
______________________________________________________________
3. De que modo a imagem reforça a característica do produto?
______________________________________________________________
______________________________________________________________
https://www.criatives.com.br/2016/11/15-anuncios-geniais-que-
chamaram-atencao-das-pessoas-pelo-excesso-de-criatividade/
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CAPARELLI,Sérgio. Tigresno quintal. Porto Alegre:Kuarup, 1995
URGENTE!
1. A disposição das palavras no poema forma uma imagem bem
conhecida. Qual?
________________________________________________________
2. Que fato é relatado como notícia?
________________________________________________________
3. Onde ocorreu o fato?
________________________________________________________
4. Quando ocorreu?
________________________________________________________
5. O fato relatado como notícia é um acontecimento natural ou trata-se
de um acidente / crime?
________________________________________________________
6. Que expressões do noticiário usual foram utilizadas no poema?
________________________________________________________
________________________________________________________
Revista de reflexão Brasil-Polônia, Edição semestral Ano III – 2/ 2012.
Observe como o poema foi construído e
responda:
1. De que modo o poeta expressou a intensidade
da chuva e seu movimento conforme o vento?
______________________________________________________
_______________________________________
2. Desenhe setas no poema, indicando a direção
do vento, de acordo com a disposição da palavra
CHUVA.
3. Quanto tempo durou a chuva? Que versos
indicaram a você a resposta?
______________________________________________________
_______________________________________
4. No decorrer do texto, a chuva aumentava ou
diminuía? Sublinhe no poema os versos que
comprovam a sua resposta.
5. O que representa, no poema, a chuva caindo,
ora com gotas grandes, ora com gotas
pequenas?
______________________________________________________
Você agora vai ler 2 poemas visuais. O poema visual valoriza os
efeitos visuais, ou seja, imagens que completam o seu sentido.
Agora é a sua vez! Imagine uma imagem que você
goste e tente escrever um poema de modo que
suas palavras construam o formato dessa figura.
Faça um rascunho. Fica mais fácil se você
desenhar, a lápis, bem de leve, a figura e, depois,
escrever à caneta.
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NOVocê certamente já viu propagandas na televisão, na internet, em cartazes... Algumas
chamam a nossa atenção por usarem uma linguagem que mexe com nossos
sentimentos, tentando nos convencer a fazer ou a comprar uma ideia ou algum produto.
Leia os anúncios, observe com atenção cada detalhe e responda. 
Texto 4
Texto 3
Texto 2Texto 1
1. A quem essas propagandas são dirigidas?
______________________________________________________________
2. Qual é a finalidade de textos como esses?
______________________________________________________________
3. Que produto é anunciado e qual é a referência de cada um?
Texto 1 _____________________________________________
Texto 2 _____________________________________________
Texto 3 _____________________________________________
4. Em ”Aqui a natureza tem superpoderes”, que poderes são atribuídos aos
alimentos dos textos 1 e 2?
______________________________________________________________
______________________________________________________________
5. O que provoca humor em cada texto?
Texto 1 ________________________________________________________________________________________
Texto 2 ________________________________________________________________________________________Texto 3 ________________________________________________________________________________________
Chupa chups não tem açúcar.
II – Agora veja esta outra propaganda.
1. Que produto é anunciado?
______________________________________________________________
2. Em que local o produto se encontra?
______________________________________________________________
3. De que modo a imagem reforça a característica do produto?
______________________________________________________________
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CAPARELLI, Sérgio. Tigresno quintal. Porto Alegre: Kuarup, 1995
URGENTE!
1. A disposição das palavras no poema forma uma imagem bem
conhecida. Qual?
________________________________________________________
2. Que fato é relatado como notícia?
________________________________________________________
3. Onde ocorreu o fato?
________________________________________________________
4. Quando ocorreu?
________________________________________________________
5. O fato relatado como notícia é um acontecimento natural ou trata-se
de um acidente / crime?
________________________________________________________
6. Que expressões do noticiário usual foram utilizadas no poema?
________________________________________________________
________________________________________________________
Revista de reflexão Brasil-Polônia, Edição semestral Ano III – 2/ 2012.
Observe como o poema foi construído e
responda:
1. De que modo o poeta expressou a intensidade
da chuva e seu movimento conforme o vento?
______________________________________________________
_______________________________________
2. Desenhe setas no poema, indicando a direção
do vento, de acordo com a disposição da palavra
CHUVA.
3. Quanto tempo durou a chuva? Que versos
indicaram a você a resposta?
______________________________________________________
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4. No decorrer do texto, a chuva aumentava ou
diminuía? Sublinhe no poema os versos que
comprovam a sua resposta.
5. O que representa, no poema, a chuva caindo,
ora com gotas grandes, ora com gotas
pequenas?
Você agora vai ler 2 poemas visuais. O poema visual valoriza os
efeitos visuais, ou seja, imagens que completam o seu sentido.
______________________________________________________
Agora é a sua vez! Pense em uma imagem de 
que você goste e tente escrever um poema de 
modo que suas palavras construam o formato 
dessa figura. Faça um rascunho. Fica mais 
fácil se você desenhar, a lápis, bem de leve, a 
figura e, depois, escrever à caneta.
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NOVocê certamente já viu propagandas na televisão, na internet, em cartazes... Algumas
chamam a nossa atenção por usarem uma linguagem que mexe com nossos
sentimentos, tentando nos convencer a fazer ou a comprar uma ideia ou algum produto.
Leia os anúncios, observe com atenção cada detalhe e responda.
Texto 4
Texto 3
Texto 2Texto 1
1. A quem essas propagandas são dirigidas?
______________________________________________________________
2. Qual é a finalidade de textos como esses?
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3. Que produto é anunciado e qual é a referência de cada um?
Texto 1 _____________________________________________
Texto 2 _____________________________________________
Texto 3 _____________________________________________
4. Em ”Aqui a natureza tem superpoderes”, que poderes são atribuídos aos
alimentos dos textos 1 e 2?
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5. O que provoca humor em cada texto?
Texto 1 ________________________________________________________________________________________
Texto 2 ________________________________________________________________________________________
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Chupa chups não tem açúcar.
II – Agora veja esta outra propaganda.
1. Que produto é anunciado?
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2. Em que local o produto se encontra?
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3. De que modo a imagem reforça a característica do produto?
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1. A disposição das palavras no poema forma uma imagem bem
conhecida. Qual?
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2. Que fato é relatado como notícia?
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3. Onde ocorreu o fato?
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4. Quando ocorreu?
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5. O fato relatado como notícia é um acontecimento natural ou trata-se
de um acidente / crime?
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6. Que expressões do noticiário usual foram utilizadas no poema?
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Revista de reflexão Brasil-Polônia, Edição semestral Ano III – 2/ 2012.
Observe como o poema foi construído e
responda:
1. De que modo o poeta expressou a intensidade
da chuva e seu movimento conforme o vento?
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2. Desenhe setas no poema, indicando a direção
do vento, de acordo com a disposição da palavra
CHUVA.
3. Quanto tempo durou a chuva? Que versos
indicaram a você a resposta?
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4. No decorrer do texto, a chuva aumentava ou
diminuía? Sublinhe no poema os versos que
comprovam a sua resposta.
5. O que representa, no poema, a chuva caindo,
ora com gotas grandes, ora com gotas
pequenas?
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Você agora vai ler 2 poemas visuais. O poema visual valoriza os
efeitos visuais, ou seja, imagens que completam o seu sentido.
Agora é a sua vez! Imagine uma imagem que você
goste e tente escrever um poema de modo que
suas palavras construam o formato dessa figura.
Faça um rascunho. Fica mais fácil se você
desenhar, a lápis, bem de leve, a figura e, depois,
escrever à caneta.
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NOVocê certamente já viu propagandas na televisão, na internet, em cartazes... Algumas
chamam a nossa atenção por usarem uma linguagem que mexe com nossos
sentimentos, tentando nos convencer a fazer ou a comprar uma ideia ou algum produto.
Leia os anúncios, observe com atenção cada detalhe e responda. 
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1. A quem essas propagandas são dirigidas?
______________________________________________________________
2. Qual é a finalidade de textos como esses?
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3. Que produto é anunciado e qual é a referência de cada um?
Texto 1 _____________________________________________
Texto 2 _____________________________________________
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4. Em ”Aqui a natureza tem superpoderes”, que poderes são atribuídos aos
alimentos dos textos 1 e 2?
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5. O que provoca humor em cada texto?
Texto 1 ________________________________________________________________________________________
Texto 2 ________________________________________________________________________________________
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Chupa chups não tem açúcar.
II – Agora veja esta outra propaganda.
1. Que produto é anunciado?
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2. Em que local o produto se encontra?
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3. De que modo a imagem reforça a característica do produto?
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Gostava de nadar no rio, de brincar com as outras crianças e de ouvir as histórias que
os velhos tinham para contar. Quando os homens iam para a floresta, ele ia junto. Aos
poucos, começou a desvendar alguns segredos da mata. Só havia uma coisa que ele não
conseguia entender: Jurupari, o espírito do mal. Os mais velhos não gostavam de tocar
nesse assunto. Sempre que o indiozinho pedia alguma explicação, eles respondiam:
“Jurupari é o mal”. Os adultos achavam que Alupá era muito novo para entender esse
assunto.
Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto,
menos o danado gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal
começou a acompanhar o índio. Viu como era querido pelos bichos e como gostava de pegar
fruta no pé com os amigos, e deu uma gargalhada: “Já sei! Vou me transformar em cobra
para dar o bote em Alupá.” E ficou de tocaia, esperando a oportunidade. Passados alguns
dias , o garoto passeava sozinho quando topou com um pé de carambola carregadinho.
Subiu na árvore, sentou-se num galho e ficou chupando as frutas. Imediatamente, Jurupari
transformou-se em cobra, tomou a cor do tronco da árvore e enrolou-se nele. Quando Alupá
começou a descer da caramboleira, a cobra o picou O menino caiu, e a cobra desapareceu.
Os índios o encontraram morto. Observando o corpo, um amigo descobriu a picada.
“Vejam só! Ele foi picado por uma cobra!”, disse o menino, apontando a marca na perna.
“Não é possível!”, exclamou Taíra. “Ele conhecia tão bem os animais...”
Foi então que o xamã disse: “Quem fez isso foi Jurupari. Esse era o único segredo da
mata que Alupá desconhecia”.
De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu,
nem sombra de chuva... Todos fizeram silêncio. Naiara fechou os olhos e assim ficou por
longos minutos. Ao abri-los, contou ao grupo que o trovão era uma mensagem de Tupã. O
deus queria compensar a aldeia pela perda de Alupá. Pedia que ela plantasse os olhos do
filho, como se fossem sementes; deles nasceria um arbusto milagroso, cujos frutos trariam
felicidade.
Os olhos de Alupá foram plantados num canteiro. Todas as tardes, Naiara regava a
terra com carinho. Certo dia nasceu uma planta bonita, que cresceu muito depressa. Era um
pé de guaraná.
(Inspirada na tradição oral.)
Muitas lendas indígenas explicam a origem de elementos e de fenômenos da natureza. É possível
que você conheça algumas, como a da mandioca, a da noite e outras. Leia a do guaraná.
A história do guaraná
Numa aldeia maué, no meio da selva, viviam Taíra
e Naiara. Eles queriam muito um filho, e quando nasceu
Alupá foi uma festa.
Alupá era um menino bom e inteligente, que estava
sempre ocupado com alguma coisa. Ajudava a mãe na
plantação e ia pescar e caçar com o pai e os outros
homens da aldeia, apesar de achar que não se devia
matar bicho nenhum.
SALERNO, Silvana. Viagem pelo Brasil em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006
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1. Qual era a situação inicial da lenda?
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
2. Qual é a ideia principal do 2º parágrafo do texto?
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
3. Que opinião tinham os mais velhos da aldeia sobre a curiosidade de Alupá sobre Jurupari?
_______________________________________________________________________________________________
4. O que fez Jurupari desejar conhecer Alupá?
_______________________________________________________________________________________________
5. Releia: “Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto, menos o danado
gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal começou a acompanhar o índio.”
Circule as palavras que se referem a Alupá. Analise-as com atenção e responda: Por que foram usadas?
_______________________________________________________________________________________________
6. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual foi o conflito gerador?
_______________________________________________________________________________________________
7. Qual foi o momento de maior tensão da história, o clímax?
_______________________________________________________________________________________________
8. O que significa “ficar de tocaia”?
_______________________________________________________________________________________________
9. Que ideia é expressa pela palavra destacada no trecho “Quando Alupá começou a descer da caramboleira, a
cobra o picou.”?
_______________________________________________________________________________________________
10. Qual foi a consequência da picada da cobra?
_______________________________________________________________________________________________
11. Releia: “De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu, nem sombra de
chuva...”
Qual é o efeito de sentido do uso de dois pontos, nesse trecho? Marque um X na resposta adequada:
( ) lugar ( ) finalidade
( ) tempo ( ) explicação
12. Após o trovão, todos fizeram silêncio. “Naiara fechou os olhos e assim ficou por longos minutos.” O que aconteceu
nesse período?
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
13. Qual foi o desfecho da história?
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
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Gostava de nadar no rio, de brincar com as outras crianças e de ouvir as histórias que
os velhos tinham para contar. Quando os homens iam para a floresta, ele ia junto. Aos
poucos, começou a desvendar alguns segredos da mata. Só havia uma coisa que ele não
conseguia entender: Jurupari, o espírito do mal. Os mais velhos não gostavam de tocar
nesse assunto. Sempre que o indiozinho pedia alguma explicação, eles respondiam:
“Jurupari é o mal”. Os adultos achavam que Alupá era muito novo para entender esse
assunto.
Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto,
menos o danado gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal
começou a acompanhar o índio. Viu como era querido pelos bichos e como gostava de pegar
fruta no pé com os amigos, e deu uma gargalhada: “Jásei! Vou me transformar em cobra
para dar o bote em Alupá.” E ficou de tocaia, esperando a oportunidade. Passados alguns
dias , o garoto passeava sozinho quando topou com um pé de carambola carregadinho.
Subiu na árvore, sentou-se num galho e ficou chupando as frutas. Imediatamente, Jurupari
transformou-se em cobra, tomou a cor do tronco da árvore e enrolou-se nele. Quando Alupá
começou a descer da caramboleira, a cobra o picou O menino caiu, e a cobra desapareceu.
Os índios o encontraram morto. Observando o corpo, um amigo descobriu a picada.
“Vejam só! Ele foi picado por uma cobra!”, disse o menino, apontando a marca na perna.
“Não é possível!”, exclamou Taíra. “Ele conhecia tão bem os animais...”
Foi então que o xamã disse: “Quem fez isso foi Jurupari. Esse era o único segredo da
mata que Alupá desconhecia”.
De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu,
nem sombra de chuva... Todos fizeram silêncio. Naiara fechou os olhos e assim ficou por
longos minutos. Ao abri-los, contou ao grupo que o trovão era uma mensagem de Tupã. O
deus queria compensar a aldeia pela perda de Alupá. Pedia que ela plantasse os olhos do
filho, como se fossem sementes; deles nasceria um arbusto milagroso, cujos frutos trariam
felicidade.
Os olhos de Alupá foram plantados num canteiro. Todas as tardes, Naiara regava a
terra com carinho. Certo dia nasceu uma planta bonita, que cresceu muito depressa. Era um
pé de guaraná.
(Inspirada na tradição oral.)
Muitas lendas indígenas explicam a origem de elementos e de fenômenos da natureza. É possível
que você conheça algumas, como a da mandioca, a da noite e outras. Leia a do guaraná.
A história do guaraná
Numa aldeia maué, no meio da selva, viviam Taíra
e Naiara. Eles queriam muito um filho, e quando nasceu
Alupá foi uma festa.
Alupá era um menino bom e inteligente, que estava
sempre ocupado com alguma coisa. Ajudava a mãe na
plantação e ia pescar e caçar com o pai e os outros
homens da aldeia, apesar de achar que não se devia
matar bicho nenhum.
SALERNO, Silvana. Viagem pelo Brasil em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006
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1. Qual a situação inicial da lenda?
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2. Qual é a ideia principal do 2º parágrafo do texto?
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3. Que opinião tinham os mais velhos da aldeia sobre a curiosidade de Alupá sobre Jurupari?
_______________________________________________________________________________________________
4. O que fez Jurupari desejar conhecer Alupá?
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5. Releia: “Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto, menos o danado
gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal começou a acompanhar o índio.”
Circule as palavras que se referem a Alupá. Analise-as com atenção e responda: Por que foram usadas?
_______________________________________________________________________________________________
6. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual foi o conflito gerador?
_______________________________________________________________________________________________
7. Qual foi o momento de maior tensão da história, o clímax?
_______________________________________________________________________________________________
8. O que significa “ficar de tocaia”?
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9. Que ideia é expressa pela palavra destacada no trecho “Quando Alupá começou a descer da caramboleira, a
cobra o picou.”?
_______________________________________________________________________________________________
10. Qual foi a consequência da picada da cobra?
_______________________________________________________________________________________________
11. Releia: “De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu, nem sombra
de chuva...”
Qual é o efeito de sentido do uso de dois pontos, nesse trecho? Marque um X na resposta adequada:
( ) lugar ( ) finalidade
( ) tempo ( ) explicação
12. Após o trovão, todos fizeram silêncio. “Naiara fechou os olhos e assim ficou por longos minutos.” O que aconteceu
nesse período?
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Gostava de nadar no rio, de brincar com as outras crianças e de ouvir as histórias que
os velhos tinham para contar. Quando os homens iam para a floresta, ele ia junto. Aos
poucos, começou a desvendar alguns segredos da mata. Só havia uma coisa que ele não
conseguia entender: Jurupari, o espírito do mal. Os mais velhos não gostavam de tocar
nesse assunto. Sempre que o indiozinho pedia alguma explicação, eles respondiam:
“Jurupari é o mal”. Os adultos achavam que Alupá era muito novo para entender esse
assunto.
Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto,
menos o danado gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal
começou a acompanhar o índio. Viu como era querido pelos bichos e como gostava de pegar
fruta no pé com os amigos, e deu uma gargalhada: “Já sei! Vou me transformar em cobra
para dar o bote em Alupá.” E ficou de tocaia, esperando a oportunidade. Passados alguns
dias , o garoto passeava sozinho quando topou com um pé de carambola carregadinho.
Subiu na árvore, sentou-se num galho e ficou chupando as frutas. Imediatamente, Jurupari
transformou-se em cobra, tomou a cor do tronco da árvore e enrolou-se nele. Quando Alupá
começou a descer da caramboleira, a cobra o picou O menino caiu, e a cobra desapareceu.
Os índios o encontraram morto. Observando o corpo, um amigo descobriu a picada.
“Vejam só! Ele foi picado por uma cobra!”, disse o menino, apontando a marca na perna.
“Não é possível!”, exclamou Taíra. “Ele conhecia tão bem os animais...”
Foi então que o xamã disse: “Quem fez isso foi Jurupari. Esse era o único segredo da
mata que Alupá desconhecia”.
De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu,
nem sombra de chuva... Todos fizeram silêncio. Naiara fechou os olhos e assim ficou por
longos minutos. Ao abri-los, contou ao grupo que o trovão era uma mensagem de Tupã. O
deus queria compensar a aldeia pela perda de Alupá. Pedia que ela plantasse os olhos do
filho, como se fossem sementes; deles nasceria um arbusto milagroso, cujos frutos trariam
felicidade.
Os olhos de Alupá foram plantados num canteiro. Todas as tardes, Naiara regava a
terra com carinho. Certo dia nasceu uma planta bonita, que cresceu muito depressa. Era um
pé de guaraná.
(Inspirada na tradição oral.)
Muitas lendas indígenas explicam a origem de elementos e de fenômenos da natureza. É possível
que você conheça algumas, como a da mandioca, a da noite e outras. Leia a do guaraná.
A história do guaraná
Numa aldeia maué, no meio da selva, viviam Taíra
e Naiara. Eles queriam muito um filho, e quando nasceu
Alupá foi uma festa.
Alupá era um menino bom e inteligente, que estava
sempre ocupado com alguma coisa. Ajudava a mãe na
plantação e ia pescar e caçar com o pai e os outros
homens da aldeia, apesarde achar que não se devia
matar bicho nenhum.
SALERNO, Silvana. Viagem pelo Brasil em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006
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1. Qual era a situação inicial da lenda?
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2. Qual é a ideia principal do 2º parágrafo do texto?
_______________________________________________________________________________________________
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3. Que opinião tinham os mais velhos da aldeia sobre a curiosidade de Alupá sobre Jurupari?
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4. O que fez Jurupari desejar conhecer Alupá?
_______________________________________________________________________________________________
5. Releia: “Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto, menos o danado
gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal começou a acompanhar o índio.”
Circule as palavras que se referem a Alupá. Analise-as com atenção e responda: Por que foram usadas?
_______________________________________________________________________________________________
6. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual foi o conflito gerador?
_______________________________________________________________________________________________
7. Qual foi o momento de maior tensão da história, o clímax?
_______________________________________________________________________________________________
8. O que significa “ficar de tocaia”?
_______________________________________________________________________________________________
9. Que ideia é expressa pela palavra destacada no trecho “Quando Alupá começou a descer da caramboleira, a
cobra o picou.”?
_______________________________________________________________________________________________
10. Qual foi a consequência da picada da cobra?
_______________________________________________________________________________________________
11. Releia: “De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu, nem sombra de
chuva...”
Qual é o efeito de sentido do uso de dois pontos, nesse trecho? Marque um X na resposta adequada:
( ) lugar ( ) finalidade
( ) tempo ( ) explicação
12. Após o trovão, todos fizeram silêncio. “Naiara fechou os olhos e assim ficou por longos minutos.” O que aconteceu
nesse período?
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
13. Qual foi o desfecho da história?
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
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Gostava de nadar no rio, de brincar com as outras crianças e de ouvir as histórias que
os velhos tinham para contar. Quando os homens iam para a floresta, ele ia junto. Aos
poucos, começou a desvendar alguns segredos da mata. Só havia uma coisa que ele não
conseguia entender: Jurupari, o espírito do mal. Os mais velhos não gostavam de tocar
nesse assunto. Sempre que o indiozinho pedia alguma explicação, eles respondiam:
“Jurupari é o mal”. Os adultos achavam que Alupá era muito novo para entender esse
assunto.
Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto,
menos o danado gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal
começou a acompanhar o índio. Viu como era querido pelos bichos e como gostava de pegar
fruta no pé com os amigos, e deu uma gargalhada: “Já sei! Vou me transformar em cobra
para dar o bote em Alupá.” E ficou de tocaia, esperando a oportunidade. Passados alguns
dias , o garoto passeava sozinho quando topou com um pé de carambola carregadinho.
Subiu na árvore, sentou-se num galho e ficou chupando as frutas. Imediatamente, Jurupari
transformou-se em cobra, tomou a cor do tronco da árvore e enrolou-se nele. Quando Alupá
começou a descer da caramboleira, a cobra o picou O menino caiu, e a cobra desapareceu.
Os índios o encontraram morto. Observando o corpo, um amigo descobriu a picada.
“Vejam só! Ele foi picado por uma cobra!”, disse o menino, apontando a marca na perna.
“Não é possível!”, exclamou Taíra. “Ele conhecia tão bem os animais...”
Foi então que o xamã disse: “Quem fez isso foi Jurupari. Esse era o único segredo da
mata que Alupá desconhecia”.
De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu,
nem sombra de chuva... Todos fizeram silêncio. Naiara fechou os olhos e assim ficou por
longos minutos. Ao abri-los, contou ao grupo que o trovão era uma mensagem de Tupã. O
deus queria compensar a aldeia pela perda de Alupá. Pedia que ela plantasse os olhos do
filho, como se fossem sementes; deles nasceria um arbusto milagroso, cujos frutos trariam
felicidade.
Os olhos de Alupá foram plantados num canteiro. Todas as tardes, Naiara regava a
terra com carinho. Certo dia nasceu uma planta bonita, que cresceu muito depressa. Era um
pé de guaraná.
(Inspirada na tradição oral.)
Muitas lendas indígenas explicam a origem de elementos e de fenômenos da natureza. É possível
que você conheça algumas, como a da mandioca, a da noite e outras. Leia a do guaraná.
A história do guaraná
Numa aldeia maué, no meio da selva, viviam Taíra
e Naiara. Eles queriam muito um filho, e quando nasceu
Alupá foi uma festa.
Alupá era um menino bom e inteligente, que estava
sempre ocupado com alguma coisa. Ajudava a mãe na
plantação e ia pescar e caçar com o pai e os outros
homens da aldeia, apesar de achar que não se devia
matar bicho nenhum.
SALERNO, Silvana. Viagem pelo Brasil em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006
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1. Qual a situação inicial da lenda?
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
2. Qual é a ideia principal do 2º parágrafo do texto?
_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
3. Que opinião tinham os mais velhos da aldeia sobre a curiosidade de Alupá sobre Jurupari?
_______________________________________________________________________________________________
4. O que fez Jurupari desejar conhecer Alupá?
_______________________________________________________________________________________________
5. Releia: “Mas Jurupari já tinha ouvido falar de Alupá, e quanto mais falavam bem do garoto, menos o danado
gostava dele. Por isso, decidiu conhecê-lo. Invisível, o gênio do mal começou a acompanhar o índio.”
Circule as palavras que se referem a Alupá. Analise-as com atenção e responda: Por que foram usadas?
_______________________________________________________________________________________________
6. Que fato fez a história acontecer, isto é, qual foi o conflito gerador?
_______________________________________________________________________________________________
7. Qual foi o momento de maior tensão da história, o clímax?
_______________________________________________________________________________________________
8. O que significa “ficar de tocaia”?
_______________________________________________________________________________________________
9. Que ideia é expressa pela palavra destacada no trecho “Quando Alupá começou a descer dacaramboleira, a
cobra o picou.”?
_______________________________________________________________________________________________
10. Qual foi a consequência da picada da cobra?
_______________________________________________________________________________________________
11. Releia: “De repente, ouviu-se um trovão. Os índios se assustaram: não havia nuvem no céu, nem sombra
de chuva...”
Qual é o efeito de sentido do uso de dois pontos, nesse trecho? Marque um X na resposta adequada:
( ) lugar ( ) finalidade
( ) tempo ( ) explicação
12. Após o trovão, todos fizeram silêncio. “Naiara fechou os olhos e assim ficou por longos minutos.” O que aconteceu
nesse período?
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13. Qual foi o desfecho da história?
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Você já ouviu falar em Zeus, Hades, Ares, Hércules?... Eles fazem parte da MITOLOGIA GREGA, conjunto de lendas
e histórias (mitos) de deuses, heróis e outros seres fantásticos, como o Minotauro, que você vai conhecer agora.
1. Qual é a situação inicial da história?
___________________________________________
___________________________________________
___________________________________________
___________________________________________
2. Quem era o Minotauro?
___________________________________________
___________________________________________
3. Que fato fez a história acontecer, isto é, que conflito
gerou a história?
___________________________________________
___________________________________________
4. Que promessa Teseu fez ao pai?
___________________________________________
___________________________________________
5. Que condições climáticas a embarcação vivenciou na
viagem entre Atenas e a ilha de Creta?
_____________________________________________
_____________________________________________
6. Qual é o sentido de aportou?
_____________________________________________
_____________________________________________
7. O que motivou Ariadne a ajudar Teseu?
_____________________________________________
_____________________________________________
8. O que Ariadne planejou para salvar Teseu do
Minotauro?
_____________________________________________
_____________________________________________
_____________________________________________
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9. Que dificuldades Teseu enfrentou no
Labirinto?
______________________________________
______________________________________
______________________________________
______________________________________
______________________________________
______________________________________
10. Como Teseu conseguiu sair do Labirinto,
após matar o Minotauro?
______________________________________
______________________________________
______________________________________
______________________________________
11. Por que Ariadne foi deixada adormecida em
uma das ilhas?
______________________________________
______________________________________
______________________________________
______________________________________
______________________________________
Siga o labirinto com o dedo. Só quero
ver se você consegue sair...
Quem narra a história que você lê é
alguém que não participa dela.
Dizemos que é, então, um narrador em
3ª pessoa (Ele).
WILLIAMS, Marcia. Mitos gregos: o voo de Ícaro e outras lendas. São Paulo: Ática, 2005
Você sabia que a contação de 
narrativas por meio da fala 
sempre fez parte da história 
da humanidade? Isso ajuda a 
manter vivas a cultura e a 
tradição dos povos antigos.
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Você já ouviu falar em Zeus, Hades, Ares, Hércules?... Eles fazem parte da MITOLOGIA GREGA, conjunto de lendas
e histórias (mitos) de deuses, heróis e outros seres fantásticos, como o Minotauro, que você vai conhecer agora.
1. Qual é a situação inicial da história?
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2. Quem era o Minotauro?
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3. Que fato fez a história acontecer, isto é, que conflito
gerou a história?
___________________________________________
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4. Que promessa Teseu fez ao pai?
___________________________________________
___________________________________________
5. Que condições climáticas a embarcação vivenciou na
viagem entre Atenas e a ilha de Creta?
_____________________________________________
_____________________________________________
6. Qual é o sentido de aportou?
_____________________________________________
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7. O que motivou Ariadne a ajudar Teseu?
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8. O que Ariadne planejou para salvar Teseu do
Minotauro?
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9. Que dificuldades Teseu enfrentou no
Labirinto?
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10. Como Teseu conseguiu sair do Labirinto,
após matar o Minotauro?
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11. Por que Ariadne foi deixada adormecida em
uma das ilhas?
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Siga o labirinto com o dedo. Só quero 
ver se você consegue sair...
Quem narra a história que você lê é
alguém que não participa dela.
Dizemos que é, então, um narrador em
3ª pessoa (Ele).
WILLIAMS, Marcia. Mitos gregos: o voo de Ícaro e outras lendas. São Paulo: Ática, 2005
Você sabia que a contação de 
narrativas por meio da fala 
sempre fez parte da história 
da humanidade? Isso ajuda a 
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tradição dos povos antigos. 
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Você já ouviu falar em Zeus, Hades, Ares, Hércules?... Eles fazem parte da MITOLOGIA GREGA, conjunto de lendas
e histórias (mitos) de deuses, heróis e outros seres fantásticos, como o Minotauro, que você vai conhecer agora.
1. Qual é a situação inicial da história?
___________________________________________
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2. Quem era o Minotauro?
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3. Que fato fez a história acontecer, isto é, que conflito
gerou a história?
___________________________________________
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4. Que promessa Teseu fez ao pai?
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___________________________________________
5. Que condições climáticas a embarcação vivenciou na
viagem entre Atenas e a ilha de Creta?
__________________________________________________________________________________________
6. Qual é o sentido de aportou?
_____________________________________________
_____________________________________________
7. O que motivou Ariadne a ajudar Teseu?
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8. O que Ariadne planejou para salvar Teseu do
Minotauro?
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9. Que dificuldades Teseu enfrentou no
Labirinto?
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10. Como Teseu conseguiu sair do Labirinto,
após matar o Minotauro?
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11. Por que Ariadne foi deixada adormecida em
uma das ilhas?
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Siga o labirinto com o dedo. Só quero
ver se você consegue sair...
Quem narra a história que você lê é
alguém que não participa dela.
Dizemos que é, então, um narrador em
3ª pessoa (Ele).
WILLIAMS, Marcia. Mitos gregos: o voo de Ícaro e outras lendas. São Paulo: Ática, 2005
Você sabia que a contação de 
narrativas por meio da fala 
sempre fez parte da história 
da humanidade? Isso ajuda a 
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tradição dos povos antigos.
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Você já ouviu falar em Zeus, Hades, Ares, Hércules?... Eles fazem parte da MITOLOGIA GREGA, conjunto de lendas
e histórias (mitos) de deuses, heróis e outros seres fantásticos, como o Minotauro, que você vai conhecer agora.
1. Qual é a situação inicial da história?
___________________________________________
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2. Quem era o Minotauro?
___________________________________________
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3. Que fato fez a história acontecer, isto é, que conflito
gerou a história?
___________________________________________
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4. Que promessa Teseu fez ao pai?
___________________________________________
___________________________________________
5. Que condições climáticas a embarcação vivenciou na
viagem entre Atenas e a ilha de Creta?
_____________________________________________
_____________________________________________
6. Qual é o sentido de aportou?
_____________________________________________
_____________________________________________
7. O que motivou Ariadne a ajudar Teseu?
_____________________________________________
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8. O que Ariadne planejou para salvar Teseu do
Minotauro?
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9. Que dificuldades Teseu enfrentou no
Labirinto?
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10. Como Teseu conseguiu sair do Labirinto,
após matar o Minotauro?
______________________________________
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11. Por que Ariadne foi deixada adormecida em
uma das ilhas?
______________________________________
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Siga o labirinto com o dedo. Só quero 
ver se você consegue sair...
Quem narra a história que você lê é
alguém que não participa dela.
Dizemos que é, então, um narrador em
3ª pessoa (Ele).
WILLIAMS, Marcia. Mitos gregos: o voo de Ícaro e outras lendas. São Paulo: Ática, 2005
Você sabia que a contação de 
narrativas por meio da fala 
sempre fez parte da história 
da humanidade? Isso ajuda a 
manter vivas a cultura e a 
tradição dos povos antigos. 
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NO 12. Teseu se esqueceu de trocar a vela preta pela
branca. Que consequência isso teve?
______________________________________________
______________________________________________
Esse mapa representa parte da Europa como 
é hoje. A Grécia é formada por um sem número 
de ilhas. Localize e circule, no mapa, as 
referências citadas na história e imagine a longa 
viagem marítima, ida e volta, entre esses 2 
pontos. Você se lembra de que Ariadne foi 
deixada, adormecida, em uma das ilhas? Só não 
sabemos qual...
Descubra, também, que personagem foi 
homenageado pelo povo grego, nomeando uma 
parte do oceano.
Você já imaginou como seria parte dessa história, do ponto de vista do Minotauro? O que pensaria ele, preso 
naquele Labirinto, sem poder ver a luz do sol, tendo de se alimentar de 9 em 9 anos? Pense em um final diferente 
para esse mito grego, um final feliz! Quem sabe um acordo entre ele e Teseu...
Seu texto será escrito em 1ª pessoa (Eu), já que você vai narrar os fatos como se fosse o próprio Minotauro. Não 
se esqueça de conferir se suas ideias ficaram bem organizadas, em parágrafos e se os sinais de pontuação 
foram bem empregados
Missão Mitologia - Medusa
https://www.youtube.com/watc
h?v=6EG5fEECKYY
Missão Mitologia - Zeus
https://www.youtube.com/watc
h?v=abLT_jovL7E
Mire sua câmera nos QR Codes ou acesse os links para conhecer 2 episódios mitológicos.
https://w
w
w
.guiageo-europa.com
/grecia/m
apas.htm
13. Qual é o sentido de “triste mas heroico”?
______________________________________________
______________________________________________
Os deuses gregos viviam no topo de uma montanha muito alta, que recebeu o 
nome de Olimpo. Por isso são conhecidos como deuses olímpicos. A cidade de Olímpia 
é o berço dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, época em que a competição significava 
um período de trégua num mundo recheado de guerras e conflitos. Em 2016 tivemos 
Olimpíadas no Brasil e, esse ano as Olimpíadas serão no Japão.
Adaptado de https://www.olimpiadatododia.com.br/curiosidades-
olimpicas/237903-jogos-olimpicos-da-grecia-antiga/
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Atletismo
Nós fazemos esportes? Sim, fazemos!
Nós andamos, saltamos, nós corremos.
Lançar, arremessar e muito mais...
Os nossos movimentos naturais.
Vem correr os cem metros, os duzentos,
veloz, ser tão veloz, vencer os ventos,
ou resistir, correr a maratona,
ou marchar, na cadência esquisitona.
Lançar martelo, o disco, o dardo, sim!
Arremessar o peso! E o salto, enfim,
salto em altura, triplo, vem saltar!
O atletismo é um esporte milenar,
o primeiro, primeiro atleta, e mais:
são nossos movimentos naturais.
LACOMBE, Luis Ernesto. Manual poético dos esportes 
olímpicos (e um dedinho de prosa) Rio de Janeiro:
Escrita Fina, 2013
POEMA é um texto escrito em versos.
SONETO é um poema que tem sempre 4 estrofes.
As duas primeiras estrofes têm 4 versos e as duas
últimas, 3 versos.
1. Quantos versos e estrofes compõem o poema?
_____________________________________________
2. Qual é o tema do texto?
_____________________________________________
3. O que significa “esporte milenar”?
´____________________________________________VERSO é cada linha do poema.
ESTROFE é cada conjunto 
de versos.
4. Você deve ter observado que as palavras rimam, no
fim dos versos.
Copie esses pares que rimam.
_____________________________________________
_____________________________________________
_____________________________________________
5. Que efeito têm as rimas em um poema?
_____________________________________________
_____________________________________________
6. No verso “Lançar, arremessar e muito mais...”, o que
as reticências indicam?
_____________________________________________
_____________________________________________
Como esse é ano de Jogos Olímpicos e Paralímpicos, vamos ler
um soneto sobre uma das modalidades olímpicas.
Mire sua câmera no QR Code
ou acesse o link para rir um
pouco e conhecer mais sobre as
Olimpíadas, no vídeo Pateta - O
Campeão Olímpico.
https://www.youtube.com/watch?
v=3gN09jgHEFo
https://w
w
w
.cob.org.br/pt/galerias/noticias
https://w
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.cpb.org.br/noticia/
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NO 12. Teseu se esqueceu de trocar a vela preta pela
branca. Que consequência isso teve?
______________________________________________
______________________________________________
Este mapa representa parte da Europa como
é hoje. A Grécia é formada por um sem número
de ilhas. Localize e circule, no mapa, as
referências citadas na história e imagine a longa
viagem marítima, ida e volta, entre esses 2
pontos. Você se lembra de que Ariadne foi
deixada, adormecida, em uma das ilhas? Só não
sabemos qual...
Descubra, também, que personagem foi
homenageado pelo povo grego, nomeando uma
parte do oceano.
Você já imaginou como seria parte dessa história, do ponto de vista do Minotauro? O que pensaria ele, preso
naquele Labirinto, sem poder ver a luz do sol, tendo de se alimentar de 9 em 9 anos? Pense em um final diferente
para esse mito grego, um final feliz! Quem sabe um acordo entre ele e Teseu...
Seu texto será escrito em 1ª pessoa (Eu), já que você vai narrar os fatos como se fosse o próprio Minotauro. Não
se esqueça de conferir se suas ideias ficaram bem organizadas, em parágrafos, se os sinais de pontuação foram
bem empregados
Missão Mitologia - Medusa
https://www.youtube.com/watc
h?v=6EG5fEECKYY
Missão Mitologia - Zeus
https://www.youtube.com/watc
h?v=abLT_jovL7E
Mire sua câmera nos QR Codes ou acesse os links para conhecer 2 episódios mitológicos.
https://w
w
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.guiageo-europa.com
/grecia/m
apas.htm
13. Qual é o sentido de “triste mas heroico”?
______________________________________________
______________________________________________
Os deuses gregos viviam no topo de uma montanha muito alta, que recebeu o
nome de Olimpo. Por isso são conhecidos como deuses olímpicos. A cidade de Olímpia
é o berço dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, época em que a competição significava
um período de trégua num mundo recheado de guerras e conflitos. Em 2016 tivemos
Olimpíadas no Brasil e, esse ano, no Japão.
Adaptado de https://www.olimpiadatododia.com.br/curiosidades-
olimpicas/237903-jogos-olimpicos-da-grecia-antiga/
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Atletismo
Nós fazemos esportes? Sim, fazemos!
Nós andamos, saltamos, nós corremos.
Lançar, arremessar e muito mais...
Os nossos movimentos naturais.
Vem correr os cem metros, os duzentos,
veloz, ser tão veloz, vencer os ventos,
ou resistir, correr a maratona,
ou marchar, na cadência esquisitona.
Lançar martelo, o disco, o dardo, sim!
Arremessar o peso! E o salto, enfim,
salto em altura, triplo, vem saltar!
O atletismo é um esporte milenar,
o primeiro, primeiro atleta, e mais:
são nossos movimentos naturais.
LACOMBE, Luis Ernesto. Manual poético dos esportes 
olímpicos (e um dedinho de prosa) Rio de Janeiro: 
Escrita Fina, 2013
POEMA é um texto escrito em versos.
SONETO é um poema que tem sempre 4 estrofes.
As duas primeiras estrofes têm 4 versos e as duas
últimas, 3 versos.
1. Quantos versos e estrofes compõem o poema?
_____________________________________________
2. Qual é o tema do texto?
_____________________________________________
3. O que significa “esporte milenar”?
´____________________________________________
VERSO é cada linha do poema.
ESTROFE é cada conjunto 
de versos.
4. Você deve ter observado que as palavras rimam, no
fim dos versos.
Copie esses pares de palavras que rimam.
_____________________________________________
_____________________________________________
_____________________________________________
5. Que efeito têm as rimas em um poema?
_____________________________________________
_____________________________________________
6. No verso “Lançar, arremessar e muito mais...”, o que
as reticências indicam?
_____________________________________________
_____________________________________________
Como esse é ano de Jogos Olímpicos e Paralímpicos, vamos ler
um soneto sobre uma das modalidades olímpicas.
Mire sua câmera no QR Code
ou acesse o link para rir um
pouco e conhecer mais sobre as
Olimpíadas, no vídeo Pateta - O
Campeão Olímpico.
https://www.youtube.com/watch?
v=3gN09jgHEFo
https://w
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.cob.org.br/pt/galerias/noticias
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.cpb.org.br/noticia/
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NO 12. Teseu se esqueceu de trocar a vela preta pela
branca. Que consequência isso teve?
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______________________________________________
Esse mapa representa parte da Europa como 
é hoje. A Grécia é formada por um sem número 
de ilhas. Localize e circule, no mapa, as 
referências citadas na história e imagine a longa 
viagem marítima, ida e volta, entre esses 2 
pontos. Você se lembra de que Ariadne foi 
deixada, adormecida, em uma das ilhas? Só não 
sabemos qual...
Descubra, também, que personagem foi 
homenageado pelo povo grego, nomeando uma 
parte do oceano.
Você já imaginou como seria parte dessa história, do ponto de vista do Minotauro? O que pensaria ele, preso 
naquele Labirinto, sem poder ver a luz do sol, tendo de se alimentar de 9 em 9 anos? Pense em um final diferente 
para esse mito grego, um final feliz! Quem sabe um acordo entre ele e Teseu...
Seu texto será escrito em 1ª pessoa (Eu), já que você vai narrar os fatos como se fosse o próprio Minotauro. Não 
se esqueça de conferir se suas ideias ficaram bem organizadas, em parágrafos e se os sinais de pontuação 
foram bem empregados
Missão Mitologia - Medusa
https://www.youtube.com/watc
h?v=6EG5fEECKYY
Missão Mitologia - Zeus
https://www.youtube.com/watc
h?v=abLT_jovL7E
Mire sua câmera nos QR Codes ou acesse os links para conhecer 2 episódios mitológicos.
https://w
w
w
.guiageo-europa.com
/grecia/m
apas.htm
13. Qual é o sentido de “triste mas heroico”?
______________________________________________
______________________________________________
Os deuses gregos viviam no topo de uma montanha muito alta, que recebeu o 
nome de Olimpo. Por isso são conhecidos como deuses olímpicos. A cidade de Olímpia 
é o berço dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, época em que a competição significava 
um período de trégua num mundo recheado de guerras e conflitos. Em 2016 tivemos 
Olimpíadas no Brasil e, esse ano as Olimpíadas serão no Japão.
Adaptado de https://www.olimpiadatododia.com.br/curiosidades-
olimpicas/237903-jogos-olimpicos-da-grecia-antiga/
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Atletismo
Nós fazemos esportes? Sim, fazemos!
Nós andamos, saltamos, nós corremos.
Lançar, arremessar e muito mais...
Os nossos movimentos naturais.
Vem correr os cem metros, os duzentos,
veloz, ser tão veloz, vencer os ventos,
ou resistir, correr a maratona,
ou marchar, na cadência esquisitona.
Lançar martelo, o disco, o dardo, sim!
Arremessar o peso! E o salto, enfim,
salto em altura, triplo, vem saltar!
O atletismo é um esporte milenar,
o primeiro, primeiro atleta, e mais:
são nossos movimentos naturais.
LACOMBE, Luis Ernesto.Manual poético dos esportes 
olímpicos (e um dedinho de prosa) Rio de Janeiro:
Escrita Fina, 2013
POEMA é um texto escrito em versos.
SONETO é um poema que tem sempre 4 estrofes.
As duas primeiras estrofes têm 4 versos e as duas
últimas, 3 versos.
1. Quantos versos e estrofes compõem o poema?
_____________________________________________
2. Qual é o tema do texto?
_____________________________________________
3. O que significa “esporte milenar”?
´____________________________________________
VERSO é cada linha do poema.
ESTROFE é cada conjunto 
de versos.
4. Você deve ter observado que as palavras rimam, no
fim dos versos.
Copie esses pares que rimam.
_____________________________________________
_____________________________________________
_____________________________________________
5. Que efeito têm as rimas em um poema?
_____________________________________________
_____________________________________________
6. No verso “Lançar, arremessar e muito mais...”, o que
as reticências indicam?
_____________________________________________
_____________________________________________
Como esse é ano de Jogos Olímpicos e Paralímpicos, vamos ler
um soneto sobre uma das modalidades olímpicas.
Mire sua câmera no QR Code
ou acesse o link para rir um
pouco e conhecer mais sobre as
Olimpíadas, no vídeo Pateta - O
Campeão Olímpico.
https://www.youtube.com/watch?
v=3gN09jgHEFo
https://w
w
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.cob.org.br/pt/galerias/noticias
https://w
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.cpb.org.br/noticia/
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NO 12. Teseu se esqueceu de trocar a vela preta pela
branca. Que consequência isso teve?
______________________________________________
______________________________________________
Este mapa representa parte da Europa como
é hoje. A Grécia é formada por um sem número
de ilhas. Localize e circule, no mapa, as
referências citadas na história e imagine a longa
viagem marítima, ida e volta, entre esses 2
pontos. Você se lembra de que Ariadne foi
deixada, adormecida, em uma das ilhas? Só não
sabemos qual...
Descubra, também, que personagem foi
homenageado pelo povo grego, nomeando uma
parte do oceano.
Você já imaginou como seria parte dessa história, do ponto de vista do Minotauro? O que pensaria ele, preso
naquele Labirinto, sem poder ver a luz do sol, tendo de se alimentar de 9 em 9 anos? Pense em um final diferente
para esse mito grego, um final feliz! Quem sabe um acordo entre ele e Teseu...
Seu texto será escrito em 1ª pessoa (Eu), já que você vai narrar os fatos como se fosse o próprio Minotauro. Não
se esqueça de conferir se suas ideias ficaram bem organizadas, em parágrafos, se os sinais de pontuação foram
bem empregados
Missão Mitologia - Medusa
https://www.youtube.com/watc
h?v=6EG5fEECKYY
Missão Mitologia - Zeus
https://www.youtube.com/watc
h?v=abLT_jovL7E
Mire sua câmera nos QR Codes ou acesse os links para conhecer 2 episódios mitológicos.
https://w
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.guiageo-europa.com
/grecia/m
apas.htm
13. Qual é o sentido de “triste mas heroico”?
______________________________________________
______________________________________________
Os deuses gregos viviam no topo de uma montanha muito alta, que recebeu o
nome de Olimpo. Por isso são conhecidos como deuses olímpicos. A cidade de Olímpia
é o berço dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, época em que a competição significava
um período de trégua num mundo recheado de guerras e conflitos. Em 2016 tivemos
Olimpíadas no Brasil e, esse ano, no Japão.
Adaptado de https://www.olimpiadatododia.com.br/curiosidades-
olimpicas/237903-jogos-olimpicos-da-grecia-antiga/
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Atletismo
Nós fazemos esportes? Sim, fazemos!
Nós andamos, saltamos, nós corremos.
Lançar, arremessar e muito mais...
Os nossos movimentos naturais.
Vem correr os cem metros, os duzentos,
veloz, ser tão veloz, vencer os ventos,
ou resistir, correr a maratona,
ou marchar, na cadência esquisitona.
Lançar martelo, o disco, o dardo, sim!
Arremessar o peso! E o salto, enfim,
salto em altura, triplo, vem saltar!
O atletismo é um esporte milenar,
o primeiro, primeiro atleta, e mais:
são nossos movimentos naturais.
LACOMBE, Luis Ernesto. Manual poético dos esportes 
olímpicos (e um dedinho de prosa) Rio de Janeiro: 
Escrita Fina, 2013
POEMA é um texto escrito em versos.
SONETO é um poema que tem sempre 4 estrofes.
As duas primeiras estrofes têm 4 versos e as duas
últimas, 3 versos.
1. Quantos versos e estrofes compõem o poema?
_____________________________________________
2. Qual é o tema do texto?
_____________________________________________
3. O que significa “esporte milenar”?
´____________________________________________
VERSO é cada linha do poema.
ESTROFE é cada conjunto 
de versos.
4. Você deve ter observado que as palavras rimam, no
fim dos versos.
Copie esses pares de palavras que rimam.
_____________________________________________
_____________________________________________
_____________________________________________
5. Que efeito têm as rimas em um poema?
_____________________________________________
_____________________________________________
6. No verso “Lançar, arremessar e muito mais...”, o que
as reticências indicam?
_____________________________________________
_____________________________________________
Como esse é ano de Jogos Olímpicos e Paralímpicos, vamos ler
um soneto sobre uma das modalidades olímpicas.
Mire sua câmera no QR Code
ou acesse o link para rir um
pouco e conhecer mais sobre as
Olimpíadas, no vídeo Pateta - O
Campeão Olímpico.
https://www.youtube.com/watch?
v=3gN09jgHEFo
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.cob.org.br/pt/galerias/noticias
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.cpb.org.br/noticia/
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NO
1. Na 1ª página, o que você supõe que esteja escrito
abaixo do título?
_______________________________________________
2. O que havia na caixa, no 1º quadrinho?
_______________________________________________
Falando em Japão, o povo japonês também tem histórias típicas da sua cultura. Você já
ouviu falar em mangá? Há elementos que tornam os mangás diferentes das histórias em
quadrinhos convencionais. Você vai gostar do desafio de ler algumas páginas de O cão que
guarda as estrelas.
Página 2 Página 1
3. Releia, na página 1 “A primeira coisa que eu
lembro é que eu tava chorando dentro de uma caixa.”
e responda:
a) Quem é esse eu no texto?
___________________________________________
b) Que palavra foi usada de modo informal? Qual
seria a forma mais adequada se a situação fosse
formal?
___________________________________________________________
O cão que guarda as estrelas 
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Página 4 (...)
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Adaptado de MURAKAMI, Takashi. O cão que guarda as estrelas. 
São Paulo: Editora JBC, 2014
D) No penúltimo quadrinho, qual é o assunto do diálogo
entre mãe e filha?
______________________________________________
______________________________________________
Na página 3
6. Que sentimento o cachorrinho expressa no 1º
quadrinho?
______________________________________________
7. De quem são as falas do 2º quadrinho?
______________________________________________
8. O que aconteceu no 3º quadrinho?
______________________________________________
______________________________________________
9. O que a expressão facial dos personagens indica, no 4º
quadrinho?
______________________________________________
Página 3
4. O que aconteceu no 1º quadrinho da página 2?
______________________________________________
______________________________________________
5. Observe com atenção os detalhes da página 2 e
responda:
A) A quem se refere me em “Uma garotinha animada me
pegou no colo.”?
______________________________________________
B) Qual é o efeito de sentido das reticências?
______________________________________________
______________________________________________
C) No 3º quadrinho, o quea menina faz com o sapato,
quando entra em casa??
______________________________________________
______________________________________________
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1. Na 1ª página, o que você supõe que esteja escrito
abaixo do título?
_______________________________________________
2. O que havia na caixa, no 1º quadrinho?
_______________________________________________
Falando em Japão, o povo japonês também tem histórias típicas da sua cultura. Você já
ouviu falar em mangá? Há elementos que tornam os mangás diferentes das histórias em
quadrinhos convencionais. Você vai gostar do desafio de ler algumas páginas de O cão que
guarda as estrelas.
Página 2 Página 1
3. Releia, na página 1 “A primeira coisa que eu
lembro é que eu tava chorando dentro de uma caixa.”
e responda:
a) Quem é esse eu no texto?
___________________________________________
b) Que palavra foi usada de modo informal? Qual
seria a forma mais adequada se a situação fosse
formal?
___________________________________________________________
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Adaptado de MURAKAMI, Takashi. O cão que guarda as estrelas. 
São Paulo: Editora JBC, 2014
D) No penúltimo quadrinho, qual é o assunto do diálogo
entre mãe e filha?
______________________________________________
______________________________________________
Na página 3
6. Que sentimento o cachorrinho expressa no 1º
quadrinho?
______________________________________________
7. De quem são as falas do 2º quadrinho?
______________________________________________
8. O que aconteceu no 3º quadrinho?
______________________________________________
______________________________________________
9. O que a expressão facial dos personagens indica, no 4º
quadrinho?
______________________________________________
Página 3
4. O que aconteceu no 1º quadrinho da página 2?
______________________________________________
______________________________________________
5. Observe com atenção os detalhes da página 2 e
responda:
A) A quem se refere me em “Uma garotinha animada me
pegou no colo.”?
______________________________________________
B) Qual é o efeito de sentido das reticências?
______________________________________________
______________________________________________
C) No 3º quadrinho, o que a menina faz com o sapato,
quando entra em casa?
______________________________________________
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1. Na 1ª página, o que você supõe que esteja escrito
abaixo do título?
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2. O que havia na caixa, no 1º quadrinho?
_______________________________________________
Falando em Japão, o povo japonês também tem histórias típicas da sua cultura. Você já
ouviu falar em mangá? Há elementos que tornam os mangás diferentes das histórias em
quadrinhos convencionais. Você vai gostar do desafio de ler algumas páginas de O cão que
guarda as estrelas.
Página 2 Página 1
3. Releia, na página 1 “A primeira coisa que eu
lembro é que eu tava chorando dentro de uma caixa.”
e responda:
a) Quem é esse eu no texto?
___________________________________________
b) Que palavra foi usada de modo informal? Qual
seria a forma mais adequada se a situação fosse
formal?
___________________________________________________________
O cão que guarda as estrelas 
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Adaptado de MURAKAMI, Takashi. O cão que guarda as estrelas. 
São Paulo: Editora JBC, 2014
D) No penúltimo quadrinho, qual é o assunto do diálogo
entre mãe e filha?
______________________________________________
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Na página 3
6. Que sentimento o cachorrinho expressa no 1º
quadrinho?
______________________________________________
7. De quem são as falas do 2º quadrinho?
______________________________________________
8. O que aconteceu no 3º quadrinho?
______________________________________________
______________________________________________
9. O que a expressão facial dos personagens indica, no 4º
quadrinho?
______________________________________________
Página 3
4. O que aconteceu no 1º quadrinho da página 2?
______________________________________________
______________________________________________
5. Observe com atenção os detalhes da página 2 e
responda:
A) A quem se refere me em “Uma garotinha animada me
pegou no colo.”?
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B) Qual é o efeito de sentido das reticências?
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C) No 3º quadrinho, o que a menina faz com o sapato,
quando entra em casa??
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1. Na 1ª página, o que você supõe que esteja escrito
abaixo do título?
_______________________________________________
2. O que havia na caixa, no 1º quadrinho?
_______________________________________________
Falando em Japão, o povo japonês também tem histórias típicas da sua cultura. Você já
ouviu falar em mangá? Há elementos que tornam os mangás diferentes das histórias em
quadrinhos convencionais. Você vai gostar do desafio de ler algumas páginas de O cão que
guarda as estrelas.
Página 2 Página 1
3. Releia, na página 1 “A primeira coisa que eu
lembro é que eu tava chorando dentro de uma caixa.”
e responda:
a) Quem é esse eu no texto?
___________________________________________
b) Que palavra foi usada de modo informal? Qual
seria a forma mais adequada se a situação fosse
formal?
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O cão que guarda as estrelas 
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Adaptado de MURAKAMI, Takashi. O cão que guarda as estrelas. 
São Paulo: Editora JBC, 2014
D) No penúltimo quadrinho, qual é o assunto do diálogo
entre mãe e filha?
______________________________________________
______________________________________________
Na página 3
6. Que sentimento o cachorrinho expressa no 1º
quadrinho?
______________________________________________
7. De quem são as falas do 2º quadrinho?
______________________________________________
8. O que aconteceu no 3º quadrinho?
______________________________________________
______________________________________________
9. O que a expressão facial dos personagens indica, no 4º
quadrinho?
______________________________________________
Página 3
4. O que aconteceu no 1º quadrinho da página 2?
______________________________________________
______________________________________________
5. Observe com atenção os detalhes da página 2 e
responda:
A) A quem se refere me em “Uma garotinha animada me
pegou no colo.”?
______________________________________________
B) Qual é o efeito de sentido das reticências?
______________________________________________
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C) No 3º quadrinho, o que a menina faz com o sapato,
quando entra em casa?
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Vamos ler um conto africano para fechar nosso bimestre. Veja que história interessante!
Por que o cachorro foi morar com o homem 
O cachorro, que todos dizem ser o melhor amigo do homem, vivia antigamente no meio do mato com seus primos,
o chacal e o lobo.
Os três brincavam de correr pelas campinas sem fim, matavam a sede nos riachos e caçavam sempre juntos.
Mas, todos os anos, antes da estação das chuvas, os primos tinham dificuldades para encontrar o que comer. A
vegetação e os rios secavam,fazendo com que aos animais da floresta fugissem em busca de outras paragens.
Um dia, famintos e ofegantes, os três com as línguas de fora por causa do forte calor, sentaram-se à sombra de
uma árvore para tomarem uma decisão.
– Precisamos mandar alguém à aldeia dos homens para apanhar um pouco de fogo - disse o lobo.
– Fogo?- perguntou o cachorro.
– Para queimar o capim e comer gafanhotos assados - respondeu o chacal com água na boca.
– E quem vai buscar o fogo? - tornou a perguntar o cachorro.
– Você! - responderam o lobo e o chacal, ao mesmo tempo, apontando para o cão.
De acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais novo, não teve outro jeito, pois não podia desobedecer a
uma ordem dos mais velhos. Ele ia ter que fazer a cansativa jornada até a aldeia, enquanto o lobo e o chacal ficavam
dormindo numa boa.
A princípio você pensou que o
animalzinho da história fosse
um gato? Happy, o cãozinho
do mangá é da raça
asiática Chow-Chow, famoso
por ter a língua azul.
Os mangás são os
quadrinhos japoneses.
Quando animados, são
chamados de animes.
Que tal a experiência de ler de trás para frente? Esse é o sentido da leitura
e da escrita japonesa, da direita para a esquerda.
Depois dessas descobertas sobre os mangás, o que você acha de criar uma
ou duas páginas de um?! Você vai precisar de uma folha, de preferência lisa,
sem linhas, lápis e borracha. Divida a folha em 3 retângulos e, depois, risque-a
ao meio, formando 6 quadrinhos.
Lembre-se de criar seu mangá da direita para a esquerda, inclusive as falas
dos personagens. Use e abuse de onomatopeias, linhas de movimento e
expressões faciais. Se quiser, imite os olhos grandes, típicos dos desenhos
japoneses.
Releia depois e confira sua produção.
https://w
w
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.am
om
eupet.org/noticias/3219/caes-da-raca-
chow
-chow
-adotar-ou-nao-o-quao-agressivos-eles-sao-e-
com
o-lidar-com
-isso 5
10. Qual foi a consequência daquele susto?
_________________________________________________
11. Em “Esse foi o nosso primeiro encontro.” há um traço de
humor. Explique.
_________________________________________________
12. Observe com atenção o 4º quadrinho da página 4. A
impressão que os desenhos passam é que Miku tem 3
braços direitos e Happy, 2 cabeças. Como você explica isso?
_________________________________________________
_________________________________________________
_________________________________________________
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1. Como era a vida dos três primos da história, na 
época das chuvas?
___________________________________________
___________________________________________
2. Que diferença havia, no período da seca?
___________________________________________
___________________________________________
3. O que causou a necessidade de fogo?
___________________________________________
___________________________________________
4. Em “- respondeu o chacal com água na boca.”,
qual é o sentido da expressão em destaque?
__________________________________________
5. Qual é o sentido da expressão destacada em “De
acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais
novo, não teve outro jeito”(...)?
__________________________________________
6. Que efeito de sentido tem a repetição da
palavra destacada em
“O cachorro correu e correu até alcançar o cercado
de espinhos e paus pontudos “ (...)?
__________________________________________
7. Releia: “Uma panela de mingau de milho fumegava
sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se importar
com a presença do cão, tirava pequenas porções e as
passava para uma tigela de barro.”
A) Qual é o sentido da palavra em negrito?
__________________________________________
B) A que se refere a palavra sublinhada?
__________________________________________
8. Releia este trecho: “Anoitecia, e das cabanas saía um
cheiro gostoso. O cachorro entrou numa delas e viu uma 
mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu
sentar e esperar a mulher se distrair para ele pegar um
tição.”
A escolha das palavras é muito importante em um texto.
Que efeito de sentido tem o uso de uma mulher e de a 
mulher, nesta passagem?
_______________________________________________
_______________________________________________
_______________________________________________
9. No penúltimo parágrafo da história, o cachorro reflete
sobre os acontecimentos e toma a decisão de ficar com os
homens. Qual foi, exatamente, a causa de cada uma de
suas reflexões?
A) “O lobo e o chacal vivem me dando ordens.”
_______________________________________________
B) “Aqui não falta comida”
_______________________________________________
C) “e as pessoas gostam de mim.”
_______________________________________________
_______________________________________________
10. No último parágrafo, a que se referem “E foi assim” e 
“E é por causa disso”?
_______________________________________________
_______________________________________________
BARBOSA, Rogério Andrade. Histórias Africanas para contar e recontar. São Paulo: 
Editora do Brasil, 2001
O cachorro correu e correu até alcançar o cercado de espinhos e paus pontudos que protegia
a aldeia dos ataques dos leões. Anoitecia, e das cabanas saía um cheiro gostoso. O cachorro
entrou numa delas e viu uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu sentar e
esperar a mulher se distrair para ele pegar um tição.
Uma panela de mingau de milho fumegava sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se
importar com a presença do cão, tirava pequenas porções e as passava para uma tigela de barro.
Quando terminou de alimentar o filho, ela raspou o vasilhame e jogou o resto do mingau para
o cão. O bicho, esfomeado, devorou tudo e adorou.
Enquanto comia, a criança se aproximou e acariciou o seu pelo. Então, o cão disse para si mesmo:
– Eu é que não volto mais para a floresta. O lobo e o chacal vivem me dando ordens. Aqui não falta comida e as
pessoas gostam de mim. De hoje em diante vou morar com os homens e ajudá-los a tomar conta de suas casas.
E foi assim que o cachorro passou a viver junto aos homens. E é por causa disso que o lobo e chacal ficam uivando
na floresta, chamando pelo primo fujão.
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Vamos ler um conto africano para fechar nosso bimestre. Veja que história interessante!
Por que o cachorro foi morar com o homem 
O cachorro, que todos dizem ser o melhor amigo do homem, vivia antigamente no meio do mato com seus primos,
o chacal e o lobo.
Os três brincavam de correr pelas campinas sem fim, matavam a sede nos riachos e caçavam sempre juntos.
Mas, todos os anos, antes da estação das chuvas, os primos tinham dificuldades para encontrar o que comer. A
vegetação e os rios secavam, fazendo com que aos animais da floresta fugissem em busca de outras paragens.
Um dia, famintos e ofegantes, os três com as línguas de fora por causa do forte calor, sentaram-se à sombra de
uma árvore para tomarem uma decisão.
– Precisamos mandar alguém à aldeia dos homens para apanhar um pouco de fogo - disse o lobo.
– Fogo?- perguntou o cachorro.
– Para queimar o capim e comer gafanhotos assados - respondeu o chacal com água na boca.
– E quem vai buscar o fogo? - tornou a perguntar o cachorro.
– Você! - responderam o lobo e o chacal, ao mesmo tempo, apontando para o cão.
De acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais novo, não teve outro jeito, pois não podia desobedecer a
uma ordem dos mais velhos. Ele ia ter que fazer a cansativa jornada até a aldeia, enquanto o lobo e o chacal ficavam
dormindo numa boa.
A princípio você pensou que o
animalzinho da história fosse
um gato? Happy, o cãozinho
do mangá é da raça
asiática Chow-Chow, famoso
por ter a língua azul.
Os mangás são os
quadrinhos japoneses.
Quando animados, são
chamados de animes.
Que tal a experiência de ler de trás para frente? Esse é o sentido da leitura
e da escrita japonesa, da direita para a esquerda.
Depois dessas descobertas sobre os mangás, o que você acha de criar umaou duas páginas de um?! Você vai precisar de uma folha, de preferência lisa,
sem linhas, lápis e borracha. Divida a folha em 3 retângulos e, depois, risque-a
ao meio, formando 6 quadrinhos.
Lembre-se de criar seu mangá da direita para a esquerda, inclusive as falas
dos personagens. Use e abuse de onomatopeias, linhas de movimento e
expressões faciais. Se quiser, imite os olhos grandes, típicos dos desenhos
japoneses.
Releia depois e confira sua produção.
https://w
w
w
.am
om
eupet.org/noticias/3219/caes-da-raca-
chow
-chow
-adotar-ou-nao-o-quao-agressivos-eles-sao-e-
com
o-lidar-com
-isso 5
10. Qual foi a consequência daquele susto?
_________________________________________________
11. Em “Esse foi o nosso primeiro encontro.” há um traço de
humor. Explique.
_________________________________________________
12. Observe com atenção o 4º quadrinho da página 4. A
impressão que os desenhos passam é que Miku tem 3
braços direitos e Happy, 2 cabeças. Como você explica isso?
_________________________________________________
_________________________________________________
_________________________________________________
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1. Como era a vida dos três primos da história, na
época das chuvas?
___________________________________________
___________________________________________
2. Que diferença havia, no período da seca?
___________________________________________
___________________________________________
3. O que causou a necessidade de fogo?
___________________________________________
___________________________________________
4. Em “- respondeu o chacal com água na boca.”,
qual é o sentido da expressão em destaque?
__________________________________________
5. Qual é o sentido da expressão destacada em “De
acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais
novo, não teve outro jeito”(...)?
__________________________________________
6. Que efeito de sentido tem a repetição da
palavra destacada em
“O cachorro correu e correu até alcançar o cercado
de espinhos e paus pontudos “ (...)?
__________________________________________
7. Releia: “Uma panela de mingau de milho fumegava
sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se importar
com a presença do cão, tirava pequenas porções e as
passava para uma tigela de barro.”
A) Qual é o sentido da palavra em negrito?
__________________________________________
B) A que se refere a palavra sublinhada?
__________________________________________
8. Releia este trecho: “Anoitecia, e das cabanas saía um
cheiro gostoso. O cachorro entrou numa delas e viu
uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado,
resolveu sentar e esperar a mulher se distrair para ele
pegar um tição.”
A escolha das palavras é muito importante em um
texto. Que efeito de sentido tem o uso de uma mulher
e de a mulher, nesta passagem?
_______________________________________________
_______________________________________________
_______________________________________________
9. No penúltimo parágrafo da história, o cachorro
reflete sobre os acontecimentos e toma a decisão de ficar
com os homens. Qual foi, exatamente, a causa de cada
uma de suas reflexões?
A) “O lobo e o chacal vivem me dando ordens.”
_______________________________________________
B) “Aqui não falta comida”
_______________________________________________
C) “e as pessoas gostam de mim.”
_______________________________________________
_______________________________________________
10. No último parágrafo, a que se referem “E foi assim” e
“E é por causa disso”?
_______________________________________________
_______________________________________________
BARBOSA, Rogério Andrade. Histórias Africanas para contar e recontar. São Paulo: 
Editora do Brasil, 2001
O cachorro correu e correu até alcançar o cercado de espinhos e paus pontudos que protegia
a aldeia dos ataques dos leões. Anoitecia, e das cabanas saía um cheiro gostoso. O cachorro
entrou numa delas e viu uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu sentar e
esperar a mulher se distrair para ele pegar um tição.
Uma panela de mingau de milho fumegava sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se
importar com a presença do cão, tirava pequenas porções e as passava para uma tigela de barro.
Quando terminou de alimentar o filho, ela raspou o vasilhame e jogou o resto do mingau para
o cão. O bicho, esfomeado, devorou tudo e adorou.
Enquanto comia, a criança se aproximou e acariciou o seu pelo. Então, o cão disse para si mesmo:
– Eu é que não volto mais para a floresta. O lobo e o chacal vivem me dando ordens. Aqui não falta comida e as
pessoas gostam de mim. De hoje em diante vou morar com os homens e ajudá-los a tomar conta de suas casas.
 E foi assim que o cachorro passou a viver junto aos homens. E é por causa disso que o lobo e chacal ficam uivando
na floresta, chamando pelo primo fujão.
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Vamos ler um conto africano para fechar nosso bimestre. Veja que história interessante!
Por que o cachorro foi morar com o homem 
O cachorro, que todos dizem ser o melhor amigo do homem, vivia antigamente no meio do mato com seus primos,
o chacal e o lobo.
Os três brincavam de correr pelas campinas sem fim, matavam a sede nos riachos e caçavam sempre juntos.
Mas, todos os anos, antes da estação das chuvas, os primos tinham dificuldades para encontrar o que comer. A
vegetação e os rios secavam, fazendo com que aos animais da floresta fugissem em busca de outras paragens.
Um dia, famintos e ofegantes, os três com as línguas de fora por causa do forte calor, sentaram-se à sombra de
uma árvore para tomarem uma decisão.
– Precisamos mandar alguém à aldeia dos homens para apanhar um pouco de fogo - disse o lobo.
– Fogo?- perguntou o cachorro.
– Para queimar o capim e comer gafanhotos assados - respondeu o chacal com água na boca.
– E quem vai buscar o fogo? - tornou a perguntar o cachorro.
– Você! - responderam o lobo e o chacal, ao mesmo tempo, apontando para o cão.
De acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais novo, não teve outro jeito, pois não podia desobedecer a
uma ordem dos mais velhos. Ele ia ter que fazer a cansativa jornada até a aldeia, enquanto o lobo e o chacal ficavam
dormindo numa boa.
A princípio você pensou que o
animalzinho da história fosse
um gato? Happy, o cãozinho
do mangá é da raça
asiática Chow-Chow, famoso
por ter a língua azul.
Os mangás são os
quadrinhos japoneses.
Quando animados, são
chamados de animes.
Que tal a experiência de ler de trás para frente? Esse é o sentido da leitura
e da escrita japonesa, da direita para a esquerda.
Depois dessas descobertas sobre os mangás, o que você acha de criar uma
ou duas páginas de um?! Você vai precisar de uma folha, de preferência lisa,
sem linhas, lápis e borracha. Divida a folha em 3 retângulos e, depois, risque-a
ao meio, formando 6 quadrinhos.
Lembre-se de criar seu mangá da direita para a esquerda, inclusive as falas
dos personagens. Use e abuse de onomatopeias, linhas de movimento e
expressões faciais. Se quiser, imite os olhos grandes, típicos dos desenhos
japoneses.
Releia depois e confira sua produção.
https://w
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eupet.org/noticias/3219/caes-da-raca-
chow
-chow
-adotar-ou-nao-o-quao-agressivos-eles-sao-e-
com
o-lidar-com
-isso 5
10. Qual foi a consequência daquele susto?
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11. Em “Esse foi o nosso primeiro encontro.” há um traço de
humor. Explique.
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12. Observe com atenção o 4º quadrinho da página 4. A
impressão que os desenhos passam é que Miku tem 3
braços direitos e Happy, 2 cabeças. Como você explica isso?
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1. Como era a vida dos três primos da história,na 
época das chuvas?
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2. Que diferença havia, no período da seca?
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3. O que causou a necessidade de fogo?
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4. Em “- respondeu o chacal com água na boca.”,
qual é o sentido da expressão em destaque?
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5. Qual é o sentido da expressão destacada em “De
acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais
novo, não teve outro jeito”(...)?
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6. Que efeito de sentido tem a repetição da
palavra destacada em
“O cachorro correu e correu até alcançar o cercado
de espinhos e paus pontudos “ (...)?
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7. Releia: “Uma panela de mingau de milho fumegava
sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se importar
com a presença do cão, tirava pequenas porções e as
passava para uma tigela de barro.”
A) Qual é o sentido da palavra em negrito?
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B) A que se refere a palavra sublinhada?
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8. Releia este trecho: “Anoitecia, e das cabanas saía um
cheiro gostoso. O cachorro entrou numa delas e viu uma 
mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu
sentar e esperar a mulher se distrair para ele pegar um
tição.”
A escolha das palavras é muito importante em um texto.
Que efeito de sentido tem o uso de uma mulher e de a 
mulher, nesta passagem?
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9. No penúltimo parágrafo da história, o cachorro reflete
sobre os acontecimentos e toma a decisão de ficar com os
homens. Qual foi, exatamente, a causa de cada uma de
suas reflexões?
A) “O lobo e o chacal vivem me dando ordens.”
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B) “Aqui não falta comida”
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C) “e as pessoas gostam de mim.”
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10. No último parágrafo, a que se referem “E foi assim” e 
“E é por causa disso”?
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BARBOSA, Rogério Andrade. Histórias Africanas para contar e recontar. São Paulo: 
Editora do Brasil, 2001
O cachorro correu e correu até alcançar o cercado de espinhos e paus pontudos que protegia
a aldeia dos ataques dos leões. Anoitecia, e das cabanas saía um cheiro gostoso. O cachorro
entrou numa delas e viu uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu sentar e
esperar a mulher se distrair para ele pegar um tição.
Uma panela de mingau de milho fumegava sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se
importar com a presença do cão, tirava pequenas porções e as passava para uma tigela de barro.
Quando terminou de alimentar o filho, ela raspou o vasilhame e jogou o resto do mingau para
o cão. O bicho, esfomeado, devorou tudo e adorou.
Enquanto comia, a criança se aproximou e acariciou o seu pelo. Então, o cão disse para si mesmo:
– Eu é que não volto mais para a floresta. O lobo e o chacal vivem me dando ordens. Aqui não falta comida e as
pessoas gostam de mim. De hoje em diante vou morar com os homens e ajudá-los a tomar conta de suas casas.
E foi assim que o cachorro passou a viver junto aos homens. E é por causa disso que o lobo e chacal ficam uivando
na floresta, chamando pelo primo fujão.
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Por que o cachorro foi morar com o homem 
O cachorro, que todos dizem ser o melhor amigo do homem, vivia antigamente no meio do mato com seus primos,
o chacal e o lobo.
Os três brincavam de correr pelas campinas sem fim, matavam a sede nos riachos e caçavam sempre juntos.
Mas, todos os anos, antes da estação das chuvas, os primos tinham dificuldades para encontrar o que comer. A
vegetação e os rios secavam, fazendo com que aos animais da floresta fugissem em busca de outras paragens.
Um dia, famintos e ofegantes, os três com as línguas de fora por causa do forte calor, sentaram-se à sombra de
uma árvore para tomarem uma decisão.
– Precisamos mandar alguém à aldeia dos homens para apanhar um pouco de fogo - disse o lobo.
– Fogo?- perguntou o cachorro.
– Para queimar o capim e comer gafanhotos assados - respondeu o chacal com água na boca.
– E quem vai buscar o fogo? - tornou a perguntar o cachorro.
– Você! - responderam o lobo e o chacal, ao mesmo tempo, apontando para o cão.
De acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais novo, não teve outro jeito, pois não podia desobedecer a
uma ordem dos mais velhos. Ele ia ter que fazer a cansativa jornada até a aldeia, enquanto o lobo e o chacal ficavam
dormindo numa boa.
A princípio você pensou que o
animalzinho da história fosse
um gato? Happy, o cãozinho
do mangá é da raça
asiática Chow-Chow, famoso
por ter a língua azul.
Os mangás são os
quadrinhos japoneses.
Quando animados, são
chamados de animes.
Que tal a experiência de ler de trás para frente? Esse é o sentido da leitura
e da escrita japonesa, da direita para a esquerda.
Depois dessas descobertas sobre os mangás, o que você acha de criar uma
ou duas páginas de um?! Você vai precisar de uma folha, de preferência lisa,
sem linhas, lápis e borracha. Divida a folha em 3 retângulos e, depois, risque-a
ao meio, formando 6 quadrinhos.
Lembre-se de criar seu mangá da direita para a esquerda, inclusive as falas
dos personagens. Use e abuse de onomatopeias, linhas de movimento e
expressões faciais. Se quiser, imite os olhos grandes, típicos dos desenhos
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Releia depois e confira sua produção.
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impressão que os desenhos passam é que Miku tem 3
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3. O que causou a necessidade de fogo?
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qual é o sentido da expressão em destaque?
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5. Qual é o sentido da expressão destacada em “De
acordo com a tradição africana, o cão, que era o mais
novo, não teve outro jeito”(...)?
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6. Que efeito de sentido tem a repetição da
palavra destacada em
“O cachorro correu e correu até alcançar o cercado
de espinhos e paus pontudos “ (...)?
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7. Releia: “Uma panela de mingau de milho fumegava
sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se importar
com a presença do cão, tirava pequenas porções e as
passava para uma tigela de barro.”
A) Qual é o sentido da palavra em negrito?
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B) A que se refere a palavra sublinhada?
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8. Releia este trecho:“Anoitecia, e das cabanas saía um
cheiro gostoso. O cachorro entrou numa delas e viu
uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado,
resolveu sentar e esperar a mulher se distrair para ele
pegar um tição.”
A escolha das palavras é muito importante em um
texto. Que efeito de sentido tem o uso de uma mulher
e de a mulher, nesta passagem?
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9. No penúltimo parágrafo da história, o cachorro
reflete sobre os acontecimentos e toma a decisão de ficar
com os homens. Qual foi, exatamente, a causa de cada
uma de suas reflexões?
A) “O lobo e o chacal vivem me dando ordens.”
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10. No último parágrafo, a que se referem “E foi assim” e
“E é por causa disso”?
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BARBOSA, Rogério Andrade. Histórias Africanas para contar e recontar. São Paulo: 
Editora do Brasil, 2001
O cachorro correu e correu até alcançar o cercado de espinhos e paus pontudos que protegia
a aldeia dos ataques dos leões. Anoitecia, e das cabanas saía um cheiro gostoso. O cachorro
entrou numa delas e viu uma mulher dando de comer a uma criança. Cansado, resolveu sentar e
esperar a mulher se distrair para ele pegar um tição.
Uma panela de mingau de milho fumegava sobre uma fogueira. Dali, a mulher, sem se
importar com a presença do cão, tirava pequenas porções e as passava para uma tigela de barro.
Quando terminou de alimentar o filho, ela raspou o vasilhame e jogou o resto do mingau para
o cão. O bicho, esfomeado, devorou tudo e adorou.
Enquanto comia, a criança se aproximou e acariciou o seu pelo. Então, o cão disse para si mesmo:
– Eu é que não volto mais para a floresta. O lobo e o chacal vivem me dando ordens. Aqui não falta comida e as
pessoas gostam de mim. De hoje em diante vou morar com os homens e ajudá-los a tomar conta de suas casas.
 E foi assim que o cachorro passou a viver junto aos homens. E é por causa disso que o lobo e chacal ficam uivando
na floresta, chamando pelo primo fujão.

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