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Etapa Ensino Fundamental
Anos Finais
Retomada: as revoltas 
negras do Período 
Regencial
8º ANO
Aula 13 – 3º Bimestre
História
• A Revolta de 
Carrancas;
• A Cabanagem;
• A Balaiada;
• A Revolta dos Malês. 
• Retomar a compreensão das 
revoltas que ocorreram no Período 
Regencial no Brasil e que 
envolveram a participação de 
negros libertos e escravizados;
• Analisar como a escravidão no 
Brasil, durante o século XIX, 
mobilizou revoltas populares;
• Refletir sobre as causas que 
mobilizaram a revolta das 
populações nas regiões onde 
ocorreram as revoltas. 
Conteúdo Objetivos
Para começar
Estude, converse, pare e registre
Para começar, forme uma dupla! Hoje, vamos fazer uma retomada! 
Vamos nos lembrar das revoltas que estudamos, as quais ocorreram 
no Período Regencial e tiveram a participação de negros libertos 
e escravizados. 
Com base no que aprendemos nas aulas anteriores, estude e 
converse com o seu colega sobre o que assimilou de mais significativo 
em relação a essas revoltas.
Após a conversa, pare para refletir sobre os assuntos debatidos e 
registre individualmente uma síntese do seu entendimento até o 
momento.
Para começar
Estude, converse, pare e registre
Para elaborar seu texto, considere as seguintes questões disparadoras:
• Quais foram as revoltas ocorridas no Período Regencial que 
tiveram a participação de negros libertos e escravizados?
• Como a escravidão no Brasil, em meados do século XIX, 
mobilizou essas revoltas populares?
• Como a desigualdade social e as injustiças mobilizaram as 
populações dessas regiões?
Foco no conteúdo
No início do século XIX, houve um aumento 
considerável no tráfico internacional de africanos 
escravizados, principalmente para o Brasil, para o 
Caribe e para Cuba. A capital brasileira, o Rio de 
Janeiro, foi responsável pela vinda de mais de um 
milhão de escravizados nessa época, seguida pela 
Bahia e por Pernambuco. Minas Gerais também 
recebeu uma parcela significativa dos 
escravizados que chegaram ao Brasil nesse período, 
tornando-se uma província dependente dessa 
mão de obra.
Durante mais de três 
séculos, cerca de 4,8 
milhões de africanos 
foram trazidos para o 
Brasil e escravizados
Antecedentes: a questão do tráfico 
de escravizados
Gráfico com o número de 
desembarques estimado de 
africanos escravizados no 
Brasil entre 1781 e 1855
Foco no conteúdo
Desde o início do século XIX, a Inglaterra pressionava as 
nações pelo fim dos regimes escravistas. O Brasil, que 
dependia da monocultura, do latifúndio e do trabalho 
escravizado, resistiu em aderir ao trabalho livre.
Como já estudamos, a primeira metade do século XIX foi um 
período em que surgiram diversas tentativas de insurreição,
colocadas em prática pelos escravizados em diferentes regiões, como
Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Essas revoltas causaram 
grande temor nas autoridades locais e no governo Regencial, 
tendo sido duramente reprimidas. 
Vamos retomar essas revoltas na aula de hoje!
Foco no conteúdo
Carrancas
A Freguesia de Carrancas tinha uma grande 
população escravizada de origem africana, 
devido à sua localização estratégica nas rotas 
de abastecimento entre Minas Gerais e o Rio 
de Janeiro. A família Junqueira possuía 
grandes propriedades na região, onde 
mantinha uma grande quantidade de 
escravizados. A fazenda Campo Alegre, de 
Gabriel Francisco Junqueira, e a fazenda 
Bella Cruz foram os palcos da revolta.
Localização do atual 
município Cruzília, onde 
ficava, na época, a 
Freguesia de Carrancas, 
em Minas Gerais
Foco no conteúdo
No dia 13 de maio de 1833 (mesma data em que 55 anos 
depois foi abolida a escravidão no Brasil), a revolta teve 
início na Fazenda Campo Alegre. Gabriel Francisco de 
Andrade Junqueira, filho do deputado Gabriel Francisco 
Junqueira e responsável pelos negócios da fazenda na 
ausência do pai, foi surpreendido e morto por um grupo 
de escravizados revoltosos liderados por Ventura Mina. 
Pelo fato de ter encontrado muitos capitães do mato, o grupo 
então se dirigiu à Fazenda Bella Cruz, onde se juntou a 
outros escravizados que faziam parte daquela 
propriedade. Os revoltosos invadiram a propriedade e 
atacaram membros da família de José Francisco 
Junqueira, assassinando-os.
Retrato do 
deputado 
Gabriel 
Francisco 
Junqueira
Foco no conteúdo
Após esses atos de violência e de brutalidade, a revolta foi 
também violentamente reprimida pelas autoridades locais e 
pelas tropas enviadas pelo governo regencial. Os líderes da 
revolta foram perseguidos. Muitos deles foram capturados, 
julgados e condenados à morte. Houve uma forte repressão 
aos escravizados na região após a revolta, com diversas 
execuções e punições severas.
Retrato de Ventura Mina, feito em 2019 por Dalton 
Paula. Não há registros imagéticos da época do 
principal líder da Revolta de Carrancas, que foi 
morto durante o conflito
Foco no conteúdo
Cabanagem
A Revolta dos Cabanos ou “Cabanagem” foi um movimento que 
ocorreu na província do Grão-Pará, situada no norte do Brasil, 
durante o Período Regencial, entre os anos de 1835 e 1840. 
Esse episódio da história do Brasil deve-se a uma série de 
problemas que afetavam a região, como a desigualdade social, 
política e econômica, o descontentamento da população com 
o governo imperial e a resistência em relação à presença de 
portugueses, que detinham privilégios e eram vistos como 
responsáveis pela pobreza da região.
Capa do livro 
“Cabanagem”, de 
Gian Danton, 2020
Foco no conteúdo
Os cabanos, como eram chamados os 
participantes da revolta, eram um grupo formado 
por diversos grupos sociais marginalizados, como 
indígenas destribalizados, chamados de tapuios; 
indígenas aldeados; escravizados alforriados; 
escravizados; e mestiços. Essa população era 
utilizada como mão de obra em regimes 
semelhantes à escravidão. Estavam submetidos a 
condições precárias de sobrevivência, vivendo 
em cabanas amontoadas à beira dos rios, nas 
ilhas do estuário do rio Amazonas e em áreas 
rurais da província.
Pintura “O 
cabano 
paraense”, 
de Alfredo 
Norfini, 
1940
, 
Foco no conteúdo
A população marginalizada 
do Grão-Pará morava em 
cabanas simples como as 
desta representação
A revolta ganhou força a partir de 1833, 
quando o governo da Regência Trina 
Permanente adotou medidas repressivas 
na província. Os cabanos começaram a se 
organizar para lutar por melhores condições 
de vida e pela expulsão dos portugueses. 
Eles também desejavam fazer reformas 
políticas que garantissem maior participação 
popular no governo. Durante os cinco anos da 
revolta, os cabanos lutaram contra as tropas 
do governo central, resistindo no interior da 
província por mais de três anos.
Foco no conteúdo
As tropas regenciais conseguiram controlar a 
revolta em 1840, resultando em muitas mortes e 
destruição na região. Dos quase 100 mil 
habitantes do Grão-Pará, cerca de 30 mil, 30% 
da população, morreram pelas mãos dos 
mercenários e das tropas governamentais. 
Mesmo não tendo conseguido estabelecer 
continuidade e com um desfecho trágico, a Revolta 
dos Cabanos é reconhecida como um dos mais 
notáveis movimentos populares do Brasil, na 
qual as camadas populares temporariamente 
tomaram o controle da província.
Uma das ilustrações 
do livro “Cabanagem”, 
de Gian Danton, 2020
Na prática
Considerando as revoltas que retomamos até o momento, escreva 
uma resposta para o questionamento abaixo. 
Todo mundo 
escreve!
Quais eram as principais características da Cabanagem e da 
Revolta de Carrancas? Como essas revoltas desafiaram a 
ordem escravocrata então vigente e quais foram os 
impactos desses movimentos na sociedade da época?
Na prática
Resposta esperada: 
A Cabanagem e a Revolta de Carrancas foram movimentos de luta 
contra a desigualdade social. A Cabanagem aconteceu no Grão-Pará e 
teve a participação de indígenas, negros libertos e escravizados, 
enquanto a Revolta de Carrancas ocorreu em Minas Gerais e foi 
mobilizada por escravizados rebeldes.Essas revoltas desafiaram a 
escravidão e mostraram a vontade das pessoas negras de conquistar 
sua liberdade e igualdade. Apesar de terem sido duramente 
reprimidas, elas explicitaram a necessidade de mudanças sociais no 
período.
Correção
Quais eram as principais características da Cabanagem e da 
Revolta de Carrancas? Como essas revoltas desafiaram a 
ordem escravocrata então vigente e quais foram os 
impactos desses movimentos na sociedade da época?
Foco no conteúdo
Balaiada
A Balaiada ocorreu entre 1838 e 1841 e 
abalou a província do Maranhão, 
afetando também as províncias vizinhas 
do Piauí e Ceará. 
A população do Maranhão na época era 
de aproximadamente 200 mil habitantes, 
dos quais 90 mil eram escravizados, 
além dos trabalhadores sertanejos que 
viviam da lavoura e do pastoreio.
Mapa da província do Maranhão de 1838
Foco no conteúdo
A Balaiada teve início a partir de conflitos entre os “bem-te-vis”
(nome retirado do jornal BEMTEVI), representantes das camadas
médias da população urbana que se opunham aos abusos dos 
proprietários de terras e comerciantes portugueses, e os 
governistas, que eram chamados pejorativamente de “cabanos”. 
Havia uma grande insatisfação social no Maranhão. A Balaiada 
tornou-se uma luta entre trabalhadores pobres e escravizados 
contra seus patrões e senhores. Foi uma luta de caráter racial, 
entre escravizados, libertos, mestiços contra brancos. Nesse 
contexto, escravizados fugitivos formavam quilombos e 
saqueavam propriedades agrárias em busca de sobrevivência. 
Escultura de Raimundo Gomes, 
um dos líderes da Balaiada
Foco no conteúdo
Os revoltosos maranhenses reivindicavam,
principalmente, melhores condições de vida para
a população marginalizada, propondo também 
o fim do monopólio político da elite oligárquica. 
A Balaiada marcou o início da chamada “política 
da pacificação”, adotada por Caxias para 
reprimir revoltas durante o Império. A ideia de
“pacificação” é uma falsa noção. Ela explicita a 
visão dos vencedores do conflito, a elite 
Imperial e do Maranhão, servindo aos seus 
interesses. “Pacificar” significava, nesse 
contexto, eliminar os inimigos do Império, 
combatê-los, prendê-los, matá-los. 
Cosme Bento de 
Chagas, um dos líderes 
da Balaiada na HQ 
“Balaiada – A Guerra 
do Maranhão”
Foco no conteúdo
Apesar de não ter alcançado todos os seus 
objetivos e de seus líderes terem sido 
mortos, a Balaiada marcou um período 
de lutas e reivindicações por parte das 
massas sertanejas, refletindo as 
desigualdades e insatisfações presentes 
na sociedade brasileira do século XIX. No 
entanto, após o fim da Balaiada, o 
monopólio político da elite oligárquica 
continuou a ser praticado na região e a 
miséria também continuou a ser uma 
realidade.
“Negros carregadores”, 
aquarela de François-René 
Moreaux do século XIX
Foco no conteúdo
Malês
A Revolta dos Malês ocorreu em 1835, na cidade de Salvador, 
Bahia. Foi uma manifestação de escravizados africanos, a 
maioria deles de origem islâmica, que buscavam liberdade 
religiosa. Essa revolta teve como objetivo principal acabar com 
a imposição do catolicismo, abolir (dar fim) a escravidão e 
fundar uma república islâmica no nordeste do país.
Muitos dos malês eram estudiosos e sabiam ler e escrever em 
árabe. Eles ficaram conhecidos por não aceitar a imposição de 
um rompimento com sua cultura islâmica.
Amuleto malê da 
época da revolta
Foco no conteúdo
Um dos amuletos 
encontrados com 
os malês
Os malês organizaram a revolta de forma 
estratégica, distribuindo panfletos em árabe para 
divulgar seus planos. O ápice da manifestação 
ocorreu no final do Ramadã, um período sagrado 
para os muçulmanos. No dia 25 de janeiro de 1835,
cerca de 600 negros, entre escravizados e libertos,
armaram-se com paus e lanças e deram início à 
revolta. Os planos dos malês incluíam tomar a cidade 
de Salvador e os engenhos de açúcar e fumo;
libertar todos os escravizados africanos; acabar 
com o catolicismo e recolher as imagens das 
igrejas, queimando-as em praça pública;
assassinar pessoas brancas por envenenamento,
confiscar seus bens e incendiar suas casas. 
Foco no conteúdo
Além disso, pretendiam estabelecer uma república islâmica na 
Bahia e, posteriormente, expandir seus domínios para o 
estado de Pernambuco.
A batalha entre os revoltosos e as forças governistas 
resultou em muitas mortes. Os revoltosos acabaram sendo 
massacrados pelas tropas da Guarda Nacional, pela polícia e 
por civis armados que estavam com medo do sucesso da rebelião. 
70 negros foram mortos, mais de 50 escravizados foram 
levados aos tribunais e muitos outros foram punidos com 
açoitamentos, deportação ou prisão. 
Imagem retirada do jogo “Sociedade Nagô 
– O Resgate” sobre a Revolta dos Malês 
Aplicando
Vamos organizar nossos 
conhecimentos!
Agora que relembramos as revoltas do Período Regencial que 
tiveram a participação de negros libertos e escravizados, faça 
um resumo do que entendeu preenchendo o quadro-síntese:
REVOLTAS NEGRAS DO PERÍODO REGENCIAL
Revoltas Carrancas Cabanagem Balaiada Malês
Província e data
Principais líderes
Razões do conflito
Luta e repressão
Consequências
posteriores
Aplicando
REVOLTAS NEGRAS DO PERÍODO REGENCIAL
Revoltas Carrancas Cabanagem Balaiada Malês
Província e data
Minas Gerais
1833 
Grão-Pará 
1835 e 1840
Maranhão 
1838 e 1841 
Bahia 
1835
Principais líderes
Ventura 
Mina e 
outros 
escravizados
Grupos sociais 
marginalizados
Trabalhadores 
pobres e 
escravizados 
Escravizados 
de origem 
islâmica
Razões do conflito
Violência e 
brutalidade 
com os 
escravizados
Desigualdade 
social, política e 
econômica
Abusos dos 
proprietários 
de terras e 
comerciantes 
portugueses
Imposição de 
um 
rompimento 
com a 
religião 
islâmica 
Correção
Aplicando
REVOLTAS NEGRAS DO PERÍODO REGENCIAL
Revoltas Carrancas Cabanagem Balaiada Malês
Luta e 
repressão
Os revoltosos 
foram 
violentamente 
reprimidos pelas 
autoridades, 
pelos líderes 
condenados à 
morte
30% da 
população 
morreu pelas 
mãos dos 
mercenários e 
das tropas do 
governo
Revoltosos 
foram 
combatidos, 
presos ou 
mortos
70 negros foram 
mortos e os 
outros foram 
punidos com 
açoitamentos, 
deportação ou 
prisão
Consequências 
posteriores
Forte repressão 
aos escravizados 
Reconhecido 
como um dos 
mais notáveis 
movimentos do 
Brasil
Início da 
chamada 
“política da 
pacificação”, 
por Caxias 
Incentivou o 
debate sobre a 
escravidão e a 
condição dos 
africanos no país 
Correção
O que aprendemos hoje?
• Retomamos a compreensão das revoltas que ocorreram 
no Período Regencial no Brasil e que envolveram a 
participação de negros libertos e escravizados;
• Analisamos como a escravidão no Brasil, durante o 
século XIX, mobilizou revoltas populares; 
• Refletimos sobre as causas que mobilizaram as 
populações nessas regiões, destacando a desigualdade 
social e as injustiças enfrentadas pelos grupos 
marginalizados. 
Tarefa SP
Localizador: 98431
1. Professor, para visualizar a tarefa da aula, acesse com 
seu login: tarefas.cmsp.educacao.sp.gov.br
2. Clique em “Atividades” e, em seguida, em “Modelos”.
3. Em “Buscar por”, selecione a opção “Localizador”.
4. Copie o localizador acima e cole no campo de busca.
5. Clique em “Procurar”.
Videotutorial: http://tarefasp.educacao.sp.gov.br/
http://tarefas.cmsp.educacao.sp.gov.br/
http://tarefasp.educacao.sp.gov.br/
Referências
DANTON, G. Cabanagem. Porto Alegre: Avec, 2020. 
IBGE. Brasil: 500 anos de povoamento. Rio de Janeiro, 2000. 
LEMOV, D. Aula Nota 10 2.0: 62 técnicas para melhorar a gestão 
da sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2018. 
REIS, J. J. Rebelião escrava no Brasil. 2. ed. São Paulo: 
Companhia das Letras, 2003.
SCHWARCZ, L.; STARLING, H. Brasil: uma biografia. São Paulo: 
Companhia das Letras, 2015.
Referências
Slides 3 e 4 – https://tenor.com/pt-BR/view/mochi-peach-reading-
books-ac-gif-15223594;
https://tenor.com/pt-BR/view/stop-hault-do-not-go-stay-dont-leave-gif-14335654 e 
https://tenor.com/pt-BR/view/can-you-writing-it-down-gif-25202480
Slide 5 –
https://ichef.bbci.co.uk/news/800/cpsprodpb/15DC9/production/_102
854598_e69c5c9f-3d95-45a5-9ff2-b4fc54f4d914.jpg
Slide 6 – Gráfico elaborado a partir de dados do IBGE: 
https://brasil500anos.ibge.gov.br/estatisticas-do-
povoamento/desembarques-no-brasil.html
https://tenor.com/pt-BR/view/mochi-peach-reading-books-ac-gif-15223594
https://tenor.com/pt-BR/view/mochi-peach-reading-books-ac-gif-15223594
https://tenor.com/pt-BR/view/stop-hault-do-not-go-stay-dont-leave-gif-14335654
https://tenor.com/pt-BR/view/stop-hault-do-not-go-stay-dont-leave-gif-14335654
https://tenor.com/pt-BR/view/can-you-writing-it-down-gif-25202480
https://ichef.bbci.co.uk/news/800/cpsprodpb/15DC9/production/_102854598_e69c5c9f-3d95-45a5-9ff2-b4fc54f4d914.jpg
https://ichef.bbci.co.uk/news/800/cpsprodpb/15DC9/production/_102854598_e69c5c9f-3d95-45a5-9ff2-b4fc54f4d914.jpg
https://brasil500anos.ibge.gov.br/estatisticas-do-povoamento/desembarques-no-brasil.html
https://brasil500anos.ibge.gov.br/estatisticas-do-povoamento/desembarques-no-brasil.html
Referências
Slide 8 –
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cruz%C3%ADlia#/media/Ficheiro:Minas
Gerais_Municip_Cruzilia.svg
Slide 9 –
https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_de_Carrancas#/media/Ficheiro:
Gabriel_Francisco_Junqueira,_Bar%C3%A3o_de_Alfenas.jpg
Slide 10 – https://artvee.com/dl/ventura-mina/
Slide 11 – https://aveceditora.com.br/wp-
content/uploads/2020/11/capa-4.jpg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cruz%C3%ADlia#/media/Ficheiro:MinasGerais_Municip_Cruzilia.svg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cruz%C3%ADlia#/media/Ficheiro:MinasGerais_Municip_Cruzilia.svg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_de_Carrancas#/media/Ficheiro:Gabriel_Francisco_Junqueira,_Bar%C3%A3o_de_Alfenas.jpg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_de_Carrancas#/media/Ficheiro:Gabriel_Francisco_Junqueira,_Bar%C3%A3o_de_Alfenas.jpg
https://artvee.com/dl/ventura-mina/
https://aveceditora.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-4.jpg
https://aveceditora.com.br/wp-content/uploads/2020/11/capa-4.jpg
Referências
Slide 12 – https://www2.camara.leg.br/a-
camara/visiteacamara/cultura-na-camara/imagens/exposicoes-
historicas-e-artisticas-2015/norfini-alfredo-201co-cabano-
paraense201d-acervo-do-museu-de-arte-de-
belem/image_view_fullscreen
Slide 13 –
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-
cap5/2_Cabana_corrigido.jpg
Slide 14 – https://aveceditora.com.br/wp-
content/uploads/2020/11/preview4-1.jpg
https://www2.camara.leg.br/a-camara/visiteacamara/cultura-na-camara/imagens/exposicoes-historicas-e-artisticas-2015/norfini-alfredo-201co-cabano-paraense201d-acervo-do-museu-de-arte-de-belem/image_view_fullscreen
https://www2.camara.leg.br/a-camara/visiteacamara/cultura-na-camara/imagens/exposicoes-historicas-e-artisticas-2015/norfini-alfredo-201co-cabano-paraense201d-acervo-do-museu-de-arte-de-belem/image_view_fullscreen
https://www2.camara.leg.br/a-camara/visiteacamara/cultura-na-camara/imagens/exposicoes-historicas-e-artisticas-2015/norfini-alfredo-201co-cabano-paraense201d-acervo-do-museu-de-arte-de-belem/image_view_fullscreen
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https://www2.camara.leg.br/a-camara/visiteacamara/cultura-na-camara/imagens/exposicoes-historicas-e-artisticas-2015/norfini-alfredo-201co-cabano-paraense201d-acervo-do-museu-de-arte-de-belem/image_view_fullscreen
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-cap5/2_Cabana_corrigido.jpg
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-cap5/2_Cabana_corrigido.jpg
https://aveceditora.com.br/wp-content/uploads/2020/11/preview4-1.jpg
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Referências
Slide 17 –
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-
cap5/3_carta_maranhao_1838_corrigido.jpg
Slide 18 –
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-
cap5/Cara-preta-t.jpg
Slide 19 – https://oimparcial.com.br/app/uploads/2020/09/negro-
cosme.jpg
Slide 20 –
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-
cap5/2-negros-com-cestos-t.jpg
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-cap5/3_carta_maranhao_1838_corrigido.jpg
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-cap5/3_carta_maranhao_1838_corrigido.jpg
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-cap5/Cara-preta-t.jpg
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-cap5/Cara-preta-t.jpg
https://oimparcial.com.br/app/uploads/2020/09/negro-cosme.jpg
https://oimparcial.com.br/app/uploads/2020/09/negro-cosme.jpg
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-cap5/2-negros-com-cestos-t.jpg
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-cap5/2-negros-com-cestos-t.jpg
Referências
Slide 21 – https://www.islambr.com.br/wp-
content/uploads/2019/02/islamBR_males_00023-4-376x420.jpg
Slide 22 –
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-
cap5/4_amuleto_1_corrigido.jpg
Slide 23 – https://cearacriolo.com.br/revolta-dos-males-vira-
game/
https://www.islambr.com.br/wp-content/uploads/2019/02/islamBR_males_00023-4-376x420.jpg
https://www.islambr.com.br/wp-content/uploads/2019/02/islamBR_males_00023-4-376x420.jpg
https://www.multirio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M2-cap5/4_amuleto_1_corrigido.jpg
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https://cearacriolo.com.br/revolta-dos-males-vira-game/
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Digital
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	Slide 10: Após esses atos de violência e de brutalidade, a revolta foi também violentamente reprimida pelas autoridades locais e pelas tropas enviadas pelo governo regencial. Os líderes da revolta foram perseguidos. Muitos deles foram capturados, julgados
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