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Você conhece um teste denominado CLOZE? Leia a instrução e resolva o teste. Instrução: No texto que segue algumas palavras foram omitidas. Leia-o e tente compreender qual o assunto tratado, depois preencha as lacunas com uma só palavra (considere uma só palavra, vocábulos compostos:“guarda-chuva”; palavras com hífen: “pré-fabricados” ; verbos com clíticos:“vê-lo”). Tente preencher todas as lacunas, sem medo de arriscar. Se não conseguir preenchê-las da primeira vez, volte a elas numa segunda leitura e tente novamente. Já não causa surpresa o fato de se constatar que os alunos, até mesmo na universidade, demonstram ter dificuldades significativas na expressão oral, na leitura e na escrita de determinados gêneros mais formais. Deparamo-nos, por vezes, com situações diante das quais nos perguntamos: o que ficou de, no mínimo, onze anos de estudo de língua? Por que até mesmo noções e habilidades tão elementares não foram assimiladas? Não pretendo, no momento, desenvolver uma explicação para as muitas razões desses resultados. Já existe uma farta literatura a respeito. Contento-me em fazer algumas considerações, à guisa de introdução. Como se quisesse motivar o leitor para aceitar o que vem depois. Tendo em conta as (1) de ensino que a (2) assume, começaria por apontar (3) de suas insuficiências, principalmente (4) que toca ao ensino (5) habilidades de escrever. Embora (6) focalizar principalmente problemas do (7), espero interessar também os (8) e seus responsáveis. Eles (9) entender o que se (10) em sala de aula; (11) saber avaliar a relevância (12) que está sendo proposto (13) ensino e de como (14) ensino está sendo feito. (15) seja, na ótica com (16) falo aqui, os problemas (17) ensino devem interessar aos (18), aos alunos e, por (19) não?, a toda sociedade. (20) um tem seu papel (21) condução desses problemas. Uma (22) insuficiência do ensino diz (23) ao fato de que (24) uma primazia quase absoluta (25) oralidade em sala de (26), e de uma oralidade, (27) vezes, quase restrita ao (28). Até mesmo as notas, (29) resumos, os esquemas para (30), quando escritos, passam por (31) trabalho de tradução oral (32) professor “para facilitar”, “para (33) os alunos entendam melhor”. (34) oportunidades de escrita são, (35) sempre, reduzidas às (poucas) (36) de redação e aos (37) apontamentos de aula, normalmente (38) do quadro. As atividades (39) leitura também não chegam (40) ser significativas. Uma outra (41) poderia ser 26