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Certamente 
Darás os 
Dízimos 
 
9/10 para voce 
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1/10 para deus 
 
 
 
 
 
Certamente Darás 
os Dízimos 
 
 
 
 Pr. Valdunier Pereira Júnior 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CERTAMENTE DARÁS 
OS DÍZIMOS 
 (Estudo bíblico) 
 
“Alguns há que espalham, e ainda se lhes 
acrescenta mais; e outros, que retêm mais do 
que é justo, mas é para a sua perda”. 
(Provérbios 11:24) 
 
 
Escrito por: Pr. Valdunier Pereira Júnior 
 
Todos os direitos reservados 
 © Valdunier Pereira Júnior 
 ANO 2007 
 
 
 
 Contatos: 
 pereiravald@yahoo.com.br 
valdunier.pereira@hotmail.com 
 
Web Site: 
http://pastoronline.brvit.com.br 
 
 
Guapimirim RJ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Certamente 
Darás 
os 
Dízimos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dedicatória 
 
Este estudo é dedicado à Igreja do Senhor Jesus Cristo que está 
em toda a face da terra, aos santificados em Cristo Jesus, a todos os que 
invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que com seus corações 
voltados para Deus, busca o aperfeiçoamento concernente a 
interpretação da Sua Palavra. 
A todos, graça, paz e sabedoria da parte de Deus Pai e da do 
Senhor Jesus Cristo. 
 
 
 
 
 
 Agradecimentos 
 
 
 Agradeço ao o nosso Deus, o Todo-Poderoso, e a Seu Filho Jesus 
Cristo, que pelo Seu Espírito Santo me concedeu o conhecimento e a 
verdadeira interpretação da Sua Palavra, para orientar o seu povo a 
contribuir de acordo com a Sua perfeita vontade. 
 
A Ele, glória para todo o sempre. Amém! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ÍNDICE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Introdução...................................... 7 
Capítulo 01 A questão dos dízimos e ofertas ........ 8 
Capítulo 02 Dízimo, o que significa? .................... 8 
Capítulo 03 Á propriedade de Deus ...................... 10 
Capítulo 04 Mordomos fiéis e sábios .................... 11 
Capítulo 05 Com relação ao dízimo ...................... 12 
Capítulo 06 Primícias ............................................ 13 
Capítulo 07 Ofertas voluntárias ............................ 13 
Capítulo 08 Entregar o dízimo, é um ato de 
 devoção e de grande alegria .............. 15 
Capítulo 09 O resgate, e o acréscimo do seu quinto. 15 
Capítulo 10 O devorador ....................................... 16 
Capítulo 11 Pagar, devolver, ou dar o dízimo? ..... 18 
Capítulo 12 Quatro classes de dizimistas em uma 
 Igreja .................................................. 19 
Capítulo 13 Idéias erradas quanto ao dízimo ........ 20 
Capítulo 14 O Dízimo dos Dízimos ...................... 20 
Capítulo 15 A Finalidade de Contribuição 
 Financeira na Igreja ........................... 21 
Capítulo 16 Vinte razões de porque ser dizimista . 27 
Capítulo 17 Porque não dou o dízimo ................... 29 
 Comentário final ................................ 30 
 Bibliografia ........................................ 30 
 Autor................................................... 31 
 
 
 
Certamente Darás os Dízimos 
E-Book 
 
Todos os direitos reservados © Valdunier Pereira Júnior - ano 2007 
 
7 
 
 
 
 
Introdução 
 
 
Certamente darás os Dízimos 
 
 
 
amos estudar através das Sagradas Escrituras que Deus 
sendo um Pai, justo e perfeito não exige o absurdo dos seus 
filhos que o amam e o seguem. Vamos ver o dízimo no 
Velho Testamento e também no Novo Testamento. Como um 
desafio à fé do homem, encontraremos respostas para várias 
perguntas e também veremos que assim como existem os 
dizimistas fiéis sendo abençoados, existem os antidizimo infiéis à 
palavra de Deus usando falsos argumentos para não trazerem seus 
dízimos e ofertas à casa do tesouro e com isso tornam-se 
mesquinhos e avarentos, ficando fora das promessas de Deus. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
V 
 
 
 
Certamente Darás os Dízimos 
E-Book 
 
Todos os direitos reservados © Valdunier Pereira Júnior - ano 2007 
 
8 
 
 
A Questão Dos Dízimos e Das Ofertas 
 
 “Roubará o homem a Deus?”. 
 
O mundo profano sempre questionou a entrega de dízimos e ofertas. As dúvidas 
surgem em função do desconhecimento das verdades bíblicas. Em toda as Escrituras o 
tema é tratado com clareza, assim como os demais temas. Jacó assumiu um 
compromisso, diante de um futuro incerto, em relação a Deus: “Se me fizeres 
prosperar... de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo” Gênesis 
(28:20). O mesmo já havia feito Abraão, tido como nosso Pai da Fé, quando 
Melquizedeque o visitou, e a este entregou o dízimo Gênesis (14:20). No livro de 
Levítico (27:32), a afirmação das Escrituras é que o dízimo é santo ao Santo. Em 
Deuteronômio (14: 22 - 26b) há uma série de orientações de como os dízimos deveriam 
ser tratados em Israel. Deveria ser separado das primícias (primeiro) de toda a colheita. 
As especificações eram tão pormenorizadas que a determinação de Deus previa até 
mesmo um ano específico para a entrega de dízimos específicos, Deuteronômio (26:12). 
O texto mais contundente, no entanto, é o de Malaquias (3:8-10). A narrativa 
mostra Deus questionando o homem sobre o assunto: “Roubará o homem a Deus? 
Todavia vós me roubais... nos dízimos e nas ofertas”. Se esta expressão saísse da boca 
de qualquer pregador poderia ser interpretada como uma agressão. Porém, o fato 
inquestionável é que Deus é quem se pronuncia a respeito, legitimando a sua prescrição. 
Jesus notou a prática do dízimo citando-o algumas vezes. No evangelho de Lucas 
(11:42), Jesus afirma que devemos dar dízimos segundo o costume, sem negligenciar 
outras coisas importantes. Na parábola do fariseu e do publicano Lucas (18:9-14), Jesus 
reconhece que a prática do dízimo era comum, não a criticou, mas a humildade deveria 
preceder a dádiva. No capítulo 7 de Hebreus há uma grande analogia sobre a questão. 
“O dízimo é o mínimo que a lei de Deus exige. O máximo deve ser determinado pela 
necessidade da obra e pela liberalidade do coração”. 
 
Dízimo, o Que Significa? 
 
Antes de tecermos qualquer comentário a respeito do dízimo, é importante saber 
em primeiro lugar qual o seu significado, tanto literal quanto espiritual. Sem seus 
valores devidamente esclarecidos e esmiuçados, é impossível ao cristão ou a qualquer 
ser humano compreender a importância dos dízimos para sua vida pessoal e para a obra 
de Deus. 
Literalmente, a palavra dízimo é uma derivação do termo hebraico “ma’aser” 
“ma’aser”,, e significa dez ou décima parte. Mas, este termo quando é analisado pela 
raiz, quer dizer acumular, crescer, enriquecer. Isso significa dizer, de acordo com essa 
raiz, que, quando entregamos a Deus a décima parte do que recebemos mensalmente ou 
dos lucros de um negócio ou empresa, estamos, ao contrário do que se pensa, sendo 
 
 
 
Certamente Darás os Dízimos 
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9 
agraciados com as bênçãos de Deus, recebendo prosperidade financeira, crescendo, 
acumulando bens e enriquecendo. E, uma das grandes evidências que fundamenta essa 
verdade sobre a prosperidade proporcionada pelo ato de dizimar está na veemência com 
que Deus manda o povo israelita trazer os dízimos para sua Casa e depois, Prová-lo: 
“Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e 
provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não 
derramar sobre vós bênção sem medida” Malaquias (3:10) 
Deus promete também repreender, através do dízimo, o demônio característico 
da miséria:o espírito devorador. Esse demônio tem sido o grande vilão na vida de 
inúmeras pessoas na face da Terra. Não há um país que esteja livre dele. Até as nações 
consideradas de Primeiro Mundo estão cheias de mendigos e pessoas que vivem na mais 
terrível miséria, pois, sua área de atuação é a vida financeira, causando prejuízos, 
desempregos, dívidas, falências, estragos nos bens e males diversos que necessitam 
grande dispêndio de dinheiro: 
“Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; 
a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos” Malaquias (3:11) 
Espiritualmente, o valor do dízimo transcende o valor literal, pois significa 
salvação de almas, sendo o principal agente provedor das condições necessárias para 
que os homens de Deus possam anunciar nos quatro cantos da Terra as Boas Novas, o 
evangelho da salvação. Ele é o responsável pela manutenção da Casa de Deus, onde 
freqüentemente inúmeras pessoas, perturbadas, doentes, viciadas e arrasadas pelos 
demônios, encontram alento para seus pesares, libertação dos males espirituais e 
transformação de suas vidas. 
A Igreja exerce uma função de extremo valor para a sociedade, aproximando os 
perdidos e sofridos de Deus e, conseqüentemente, conduzindo-os a uma nova vida, 
abençoada e feliz. Desse modo, manter a Igreja aberta é uma necessidade vital para 
todos os povos e nações da Terra. Com isso, torna-se bem-aventurado o homem que 
compreende o valor espiritual do dízimo, pois a sua fidelidade, intrinsecamente ligada à 
salvação de milhares de almas, o faz ser um valoroso aliado de Deus na luta contra o 
diabo. Certamente tal homem terá sempre sua vida abençoada e suas orações ouvidas 
pelo Senhor Jesus. “Estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração 
que se fizer neste lugar. Porque escolhi e santifiquei esta casa, para que nela esteja o 
meu nome perpetuamente; nela, estarão fixos os meus olhos e o meu coração todos os 
dias” II Crônicas (7:15-16). 
 Logo após receber a promessa do Deus de Israel de que seria pai de uma 
numerosa nação e proprietário de todas as terras onde habitava, Abraão construiu um 
altar para sacrificar: "Apareceu o Senhor a Abrão e lhe disse: Darei à tua descendência 
esta terra. Ali edificou Abrão um altar ao Senhor, que lhe aparecera" Gênesis (12:7) 
Embora não houvesse ainda leis ou regulamentos que estabelecessem oficialmente o 
dízimo, Abraão freqüentemente o levava ao altar apropriado, onde eram celebradas as 
cerimônias religiosas em louvor e sacrifício ao verdadeiro Deus. Na época em que seu 
sobrinho Ló foi levado cativo pelo rei Quedorlaomer e seus aliados, ele tomou consigo 
trezentos e dezoito homens e os perseguiu até vencê-los, libertando seu sobrinho e 
trazendo consigo grande quantidade de riquezas. Dos despojos, Abraão fez questão de 
retirar o dízimo e 
 
 
 
Certamente Darás os Dízimos 
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10 
entregar ao sacerdote: “Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; era sacerdote 
do Deus Altíssimo; abençoou, ele a Abrão e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus 
Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra; E bendito seja o Deus Altíssimo, que 
entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo”. Atitudes 
de uma vida abençoada Louvando e agradecendo a Deus por sua infinita bondade. 
 
 
 
 
Á Propriedade de Deus 
 
De acordo com Salmo (24:1), tudo pertence ao Senhor. I Crônicas (29:11 e 12). Sejam 
grandes ou pequenas nossas posses, são nossas unicamente em confiança, para 
administrarmos. Portanto, a Deus devemos prestar contas de nossa vida, força, 
habilidades, tempo, talentos, oportunidades e meios. I Coríntios (4:1 e 2); Mateus 
(25:14-30). “Os homens... parecem pensar que têm o direito de fazer com seus meios, o 
que bem lhes aprouver, não importando o que o Senhor tenha ordenado ou qual seja a 
necessidade de seus semelhantes. Esquecem-se de que tudo o que reclamam como seu, 
simplesmente lhes foi entregue em confiança.” 
1. “O dinheiro não nos foi dado para honrarmos e glorificarmos a nós mesmos. 
Como mordomos fiéis devemos usá-lo para a honra e glória de Deus... Tudo 
quanto possuímos é do Senhor, e Lhe somos responsáveis pelo uso que 
fazemos. No uso de cada centavo deve ser visto se amamos a Deus sobre 
todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.“O dinheiro é de grande 
valor, porque pode realizar grande bem. Nas mãos dos filhos de Deus é 
alimento para o faminto, água para o sedento, vestido para o nu. É proteção 
para o oprimido e meios para socorrer o enfermo. Porém, o dinheiro não é de 
mais valor que a vida, a não ser que o empreguemos para prover às 
necessidades da vida, para bênção de outros e para o desenvolvimento da 
obra de Cristo.” 
 
2. “Entreguemo-nos num sacrifício vivo, dando a Jesus tudo o que temos. É 
Seu; somos-Lhe possessão adquirida. Os que recebem Sua graça, que 
contemplam a cruz do Calvário, não questionarão sobre a proporção em que 
dar, mas sentirão que a mais rica oferta é demasiado mesquinha, 
completamente desproporcionada, ante a grande dádiva do Filho unigênito 
do infinito Deus. Pela abnegação, até mesmo o mais pobre achará meios de 
obter algo que devolver a Deus”. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Certamente Darás os Dízimos 
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11 
Mordomos Fiéis e Sábios 
 
 Dentre tantas outras citações na palavra de Deus que de alguma forma clara ou 
latente, tomo estes dois versículos como modelo do que quero expressar: 
“Vendo, pois, o seu senhor que o Senhor estava com ele, e tudo o que fazia o 
SENHOR prosperava em sua mão,” Gênesis (39 : 3) 
 
trata-se da conhecidíssima história de José um dos filhos de Jacó, que tinha uma 
habilidade extraordinária que o destacava em qualquer que fosse a situação, era um 
tremendo administrador dando provas disso em casa de Potifar e depois quando 
prisioneiro no “Nilo I” auxiliava a administração do cadeião, e por fim todo o Egito 
veio a ser governador de todo aquele império. 
 
 “E alguns deles estavam encarregados dos utensílios do ministério, porque por 
conta os traziam e por conta os tiravam. Porque deles havia alguns que tinham o 
encargo dos objetos e de todos os utensílios do santuário; como também da flor de 
farinha, do vinho, do azeite, do incenso, e das especiarias.” I Crônicas (9: 28 e 29) 
 
Neste outro versículo temos curiosamente homens destacados para que fossem 
encarregados da casa de Deus e Seus tesouros e todos os utensílios do santuário. 
Funções idênticas com responsabilidades distintas e todas encaradas com muito 
temor e destreza. Não importava o grau de importância dos bens a estes homens 
confiados um império ou apenas utensílios. Estes homens faziam valer seu papel de 
administradores, do que todos os filhos de Deus foram infundidos, e chamados para 
honrarem a Deus em toda sua vida. 
Veja uma definição: 
 
Mordomo - do Latim Major Domus 
 
 Major = Maior + Domus = Casa - Maioral da Casa. 
Sinônimos: Ecônomo, despenseiro, gerente, administrador etc. 
Característica Proeminente: Não é o dono Salmos (24:1). 
Função: na ausência do seu Senhor, age como se fosse o dono, mas não faz o que 
quer. 
 
Um mordomo fiel e sábio é cuidadoso com o que Deus lhe deu. Faz de tudo pra 
agradar o seu Senhor porque Deus espera isso de cada um de nós: 
“Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o seu senhor constituiu sobre a sua casa, 
para dar o sustento a seu tempo? Bem-aventurado aquele servo que o seu senhor, 
quando vier, achar servindo assim. Em verdade vos digo que o porá sobre todos os 
seus bens.” Mateus (24:45-47). 
 
Ele virá em breve, Portanto, como indivíduos, devemos presentemente fazer 
provisão para o futuro incerto até que nosso Salvador surja. Ele nos entregou os seus 
 
 
 
Certamente Darás os Dízimos 
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12 
bens,ele vai requere o que confiou a nos e mais todo o cuidado com o seu reino. 
Lucas (19:13); I Timóteo (5:8). 
 
 
Com Relação ao Dízimo 
 
Em reconhecimento à propriedade de Deus sobre todas as coisas, somos 
intimados a devolver para Ele um décimo (o dízimo) de todos os nossos ganhos. A 
Bíblia ensina que reter o dízimo é violação do oitavo mandamento Êxodo (20:15); 
Malaquias (3:8 e 9). Deus reivindica hoje os nossos dízimos, como reivindicou no 
passado. Hebreus (7:1-8); Apocalipse (1:8). O dízimo é do Senhor e deve retornar para 
Ele regularmente através da tesouraria da igreja da qual a pessoa seja membro ou à qual 
freqüente. Deuteronômio (12:5 e 6); Neemias (13:11 e 12). Nossa prosperidade depende 
da fidelidade a esse princípio. Provérbios (3:9 e 10); Malaquias (3:10 e 11). 
“Examine cada qual suas rendas com regularidade, pois são todas bênçãos de Deus. 
Ponha de parte o dízimo como fundo separado, para ser sagradamente do Senhor. Em 
caso nenhum deve ser esse fundo dedicado a qualquer outro uso. Deve ser dedicado 
unicamente ao sustento do ministério do evangelho”. Depois de o dízimo ser posto à 
parte, sejam as dádivas e ofertas proporcionais: “conforme a sua prosperidade”, I 
Coríntios (16:2). 
Cometemos erro em aplicar os dízimos a vários fins, os quais, embora bons em 
si mesmos, não são aquilo em que o Senhor disse que o dízimo deve ser aplicado. Os 
que assim o empregam, estão-se afastando do plano de Deus. Ele nos julgará por essas 
coisas. Um raciocina que o dízimo pode ser aplicado para fins escolares. Outros 
argumentam ainda que os obreiros devem ser sustentados com o dízimo. Comete-se 
grande erro quando se retira o dízimo do fim em que deve ser empregado o sustento dos 
pastores. Hoje no campo deveria haver cem obreiros bem qualificados onde agora há 
apenas um. 
 
 
Devem-se estabelecer provisões para esses outros ramos da obra. Eles devem ser 
mantidos, mas não do dízimo. Deus não mudou. O dízimo ainda tem de ser empregado 
para a manutenção do ministério. A abertura de novos campos requer mais eficiência 
ministerial do que o temos agora, e deve haver meios na tesouraria. 
Muitos confessaram não terem devolvido o dízimo durante anos. Sabemos que 
Deus não pode abençoar os que O estão roubando, e que a igreja tem de sofrer em 
conseqüência dos pecados de seus membros individualmente. 
Se todos aceitassem as Escrituras justamente como é, e abrissem o coração para 
compreender a Palavra do Senhor, não diriam: Não posso ver a questão do dízimo. Não 
posso entender que nas minhas circunstâncias eu deva dar o dízimo. Roubará o homem 
a Deus? Malaquias (3:8). A conseqüência de assim fazer é declarada francamente, e nós 
não nos arriscaríamos a sofrê-la. Todos que assumirem a posição sincera e decidida de 
obedecer a Deus; que não tomarem os fundos de reserva do Senhor, Seu dinheiro, para 
liquidar os débitos; se dermos ao Senhor a parte que Ele reclama como Sua, 
receberemos as bênçãos de Deus prometidas a todos que Lhe obedecem. Apenas um 
 
 
 
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13 
décimo de toda a renda é reclamada pelo Senhor como Lhe pertencendo. Reter o dízimo 
é por Ele considerado como roubo. 
 
Primícias 
Assim como Deus salvou da morte, na última praga no Egito, os primogênitos 
israelitas como uma porção especial de Seu povo, Ele reclama como Sua a primeira 
porção de todos os nossos ganhos. Êxodo (23:19); Levítico (23:10); Provérbios (3:9). 
Deviam ser trazidas à casa de Deus 
“As primícias dos primeiros frutos da tua terra trarás à casa do Senhor teu Deus; não 
cozerás o cabrito no leite de sua mãe.” Êxodo (34: 26 e 27) 
e estas determinações faziam parte de um tratado que se realizado, haveria um acordo 
entre Deus e seu povo 
“Disse mais o SENHOR a Moisés: Escreve estas palavras; porque conforme ao teor 
destas palavras tenho feito aliança contigo e com Israel.” 
 
Eram de diferentes espécies 
 
1. Colheita da cevada. Levítico 23: 10 a 14 
2. Colheitas do trigo. Êxodo 23: 16; Levítico 23:16 e 17 
3. Vinho e azeite. Deuteronômio 18:4 
4. Lã. Deuteronômio 18:4 
5. Mel. II Crônicas 31:5 
6. Frutas das arvores novas, no quarto ano. Levítico 19:23 e 24 
7. Todos os produtos agrícolas. Deuteronômio 26: 2 
8. Deviam ser os melhores de sua espécie. Números 18: 12 
9. Santificados (separados) ao Senhor. Ezequiel 48:14 
10. Deus era honrado por essas ofertas. Provérbios 3:9 
 
O que podemos observar nessa relação de espécimes que eram recebidos pelo Senhor? 
Moeda, isso mesmo, moeda poder econômico de um povo; para nos todas estas coisas 
parece comida, mas para os povos antigos eram riquezas dinheiro com o qual faziam 
suas permutas e se estabeleciam sócio-economicamente, era preciso ser homem integro, 
temente e amar a seu Deus para não ser mesquinho e miserável nestas horas de cumprir 
um acordo firmado com Deus provedor. E quanto a nós nos resta esta palavra de Paulo: 
“E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o 
são.” Romanos (11: 6) o que você me diz? És um santo do Senhor? 
 
 
Ofertas Voluntárias 
Enquanto Deus reclama um décimo da nossa renda como dever para com Ele, 
dá-nos os nove décimos restantes para serem usados como nosso amor a Ele sugerir. A 
medida do nosso amor a Deus é revelada na liberdade e alegria com as quais damos para 
Sua causa na Terra ofertas voluntárias, que devem ser proporcionais à nossa 
prosperidade. Êxodo (25:2); Deuteronômio (16:16 e 17); I Crônicas (16:29); Salmo 
 
 
 
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14 
(96:8). “Benevolência prática dará vida espiritual a milhares de professores nominais da 
verdade, que agora lamentam suas próprias trevas. Transforma-los-á, de adoradores 
egoístas e cobiçosos de Mamom, em co-obreiros fiéis de Cristo na salvação de 
pecadores”. 
As contribuições exigidas dos hebreus para fins religiosos e caritativos 
montavam à quarta parte completa de suas rendas. Uma taxa tão pesada sobre os 
recursos do povo poder-se-ia esperar que os reduzisse à pobreza. Porém, ao contrário, a 
observância fiel desses estatutos era uma das condições de sua prosperidade. 
Alguns se têm escusado de ajudar a causa de Deus por terem dívidas. Tivessem 
eles examinado cuidadosamente o próprio coração, teriam descoberto que a verdadeira 
razão de não levarem a Deus oferta voluntária era o egoísmo. Alguns sempre 
continuarão devendo. Devido à sua cobiça, a mão prosperadora do Senhor não estará 
com eles, para lhes abençoar os empreendimentos. Amam mais este mundo que a 
verdade. Não estão sendo habilitados e preparados para o reino de Deus. 
Nos dias de Israel os dízimos e as ofertas voluntárias eram necessários para 
manter as ordenanças do culto divino. O dízimo era obrigatório, a oferta era voluntária: 
Êxodo (35:5): “Tomai do que tendes, uma oferta para o SENHOR; de cada um, cujo 
coração é voluntariamente disposto, a trará por oferta alçada ao SENHOR: ouro, prata e 
cobre”, 
Apesar da Oferta ser alçada, poderia ser estipulada: Êxodo (35:6-9): “Como 
também azul, púrpura, carmesim, linho fino, pêlos de cabras, e peles de carneiros, tintas 
de vermelho, e peles de texugos, madeira de acácia, e azeite para a luminária, e 
especiarias para o azeite da unção, e para o incenso aromático. E pedras de ônix, e 
pedras de engaste, para o éfode e para o peitoral”. 
 
Três tipos de ofertas: 
1ª. Do homem Êxodo (35:23 e 24) coisas médias: “E todo o homem que se achou 
com azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino, e pêlos de cabras, e peles de 
carneiro tintas de vermelho, e peles de texugos, os trazia; todo aquele que fazia 
oferta alçada de prata ou de metal, a trazia por oferta alçada ao SENHOR; e todo 
aquele que possuía madeira de acácia, a trazia para toda a obra do serviço”. 
 
2ª. Da mulher Êxodo (35:25 e 26) coisas pequenas: “E todas as mulheres sábias de 
coração fiavam comas suas mãos, e traziam o que tinham fiado, o azul e a 
púrpura, o carmesim e o linho fino”. E todas as mulheres, cujo coração as moveu 
em habilidade fiavam os pêlos das cabras”. 
3ª. Do príncipe Êxodo (35:27 e 28) coisas grandes: “E os príncipes traziam pedras 
de ônix e pedras de engastes para o éfode e para o peitoral, E especiarias, e 
azeite para a luminária, e para o azeite da unção, e para o incenso aromático”. 
 
 
 
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Deveria o povo de Deus dar menos nos nossos dias? O princípio estabelecido 
por Cristo é que nossas ofertas a Deus sejam proporcionais à luz e privilégios recebidos. 
Bem, dirá alguém, continuam a vir os pedidos de ofertas para a igreja. Estou 
cansado de dar. Estaremos mesmo cansados? Então, cabe aqui uma pergunta: Estamos 
cansados de receber das mãos beneficentes de Deus? Só se Ele deixasse de nos 
abençoar, deixaríamos de estar sob obrigação de restituir-Lhe a porção que reivindica. 
Ele nos abençoa para que esteja em nosso poder abençoar os outros. Quando estivermos 
cansados de receber, então poderemos dizer: Estou cansado de tantos pedidos para dar. 
Deus reserva para Si uma parte de tudo que recebemos. Quando isso Lhe é restituído, a 
parte remanescente é abençoada. Porém, se for retido, tudo se tornará, mais dia menos 
dia, maldição. A reivindicação divina primeiro. Tudo o mais é secundário. 
Tudo o que temos é do Senhor. Nosso dinheiro, nosso tempo, talentos e nós 
mesmos, tudo pertence a Ele, que os tem emprestado a nós, a fim de nos testar e provar, 
e revelar o que está no coração. Se egoisticamente reclamarmos como oriundos de nós 
mesmos os favores que Deus graciosamente nos tem confiado, encontraremos grande 
perda, pois estaremos roubando a Deus. Em roubá-lo, roubamos a nós mesmos das 
bênçãos celestiais. Cristo dará a bênção aos fiéis e obedientes: “Muito bem, servo bom e 
fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor”. 
Mateus (25:21). 
 
Entregar o Dízimo, é um Ato de Devoção e de Grande Alegria. 
 
II Coríntios (9:6-8) 
a) - Contribuir com os dízimos e as ofertas, é ter um coração aberto e sincero na 
presença de Deus. 
b) - Não importa se o seu dízimo é pouco ou muito, importa contribuir com 
alegria diante do Senhor. Semear com abundância é semear com satisfação 
na alma. 
 
O Resgate, e o Acréscimo do Seu Quinto. 
Levítico (27.30-34): “Também todas as dízimas do campo, da semente do 
campo, do fruto das árvores são do Senhor. Porém se alguém das suas dízimas resgatar 
alguma coisa, acrescerá o seu quinto sobre ela. No tocante às todas as dízimas de vacas 
e ovelhas, de tudo o que passar debaixo da vara, o dízimo será santo ao Senhor. Não 
esquadrinhará entre o bom e mal, nem trocará, mas, se em alguma maneira tocar, o tal e 
o trocado serão santos; não serão resgatados. Estes são os mandamentos que o Senhor 
ordenou a Moisés, para os filhos de Israel no monte Sinai”. 
Quando alguém por algum motivo gastasse o dízimo, a pessoa teria que 
acrescentar um quinto sobre o dízimo. Um quinto de 10% é igual a 2%, ou seja 
acrescentaria 2% do total sobre o seu dízimo. Será que estamos fazendo o mesmo? 
 
 
 
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O Devorador 
 
“Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto 
da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos”. 
Malaquias (3:11) Em outra tradução: “Não deixarei que os gafanhotos destruam as suas 
plantações, e as suas parreiras darão muitas uvas”. Malaquias (3:11) 
O devorador (representado aqui como uma espécie de gafanhoto) é qualquer 
praga que destrua a “lavoura” e a “lavoura” é o sustento do povo. Deus repreende o 
devorador de nossas vidas, do nosso fruto, que é o resultado daquilo que plantamos. Se 
você tem sido fiel ao Senhor em seus dízimos e em suas ofertas, logicamente você pode 
ter certeza que você terá uma excelente colheita. Porém, não podemos fazer barganha 
com Deus. Temos que Devolver aquilo que é dEle, ou seja, os nossos dízimos. 
“Palavra do SENHOR que foi dirigida a Joel, filho de Petuel. Ouvi isto, vós, 
velhos, e escutai, todos os habitantes da terra: Aconteceu isto em vossos dias? Ou nos 
dias de vossos pais? Narrai isto a vossos filhos, e vossos filhos o façam a seus filhos, e 
os filhos destes, à outra geração. O que deixou o gafanhoto cortador, comeu-o o 
gafanhoto migrador; o que deixou o migrador, comeu-o o gafanhoto devorador; o que 
deixou o devorador, comeu-o o gafanhoto destruidor”. Joel (1:1-4) Em outra tradução: 
“Esta é a mensagem que o SENHOR Deus deu a Joel, filho de Petuel. Prestem atenção, 
velhos! Escute, povo de Judá! Já aconteceu alguma coisa tão terrível como esta, em 
nossos dias ou no tempo dos nossos antepassados? Digam aos seus filhos o que 
aconteceu; que eles contem aos seus filhos, e que estes falem sobre isso à geração 
seguinte. Vieram nuvens e mais nuvens de gafanhotos, e comeram todas as plantações. 
O que os primeiros gafanhotos deixaram foi devorado pelos que vieram depois”. Joel 
(1:1-4) 
Cortador, migrador, devorador e destruidor, são quatro tipos de gafanhotos. São 
quatro atitudes, quatro maneiras que os gafanhotos têm de agir na plantação ou como, 
aqui representado, em nossas vidas, para acabar com a nossa colheita, com nosso 
sustento, nossa provisão. 
 
Agora vejamos de que forma estes “gafanhotos” atuam nas nossas vidas: 
 
“Os campos estão arrasados, a terra está de luto, pois os cereais foram 
destruídos, e as parreiras e as oliveiras secaram”. Joel (1:10) 
A oliva produz o azeite; o azeite que representa a nossa unção. 
A parreira (vide) produz o vinho; o vinho que representa o sangue de Cristo Lucas 
(14:24 e 25). Quebra da comunhão com o Senhor. 
“Fiquem desesperados, vocês que trabalham nos campos; chorem, vocês que cuidam 
das parreiras; pois não há trigo nem cevada. Todas as colheitas foram destruídas”. Joel 
(1:11) 
O trigo representa o nosso alimento o pão. I Coríntios (11:23 e 24) não discerne o corpo 
do Senhor versículo 30. 
 
 
 
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“As parreiras e as figueiras secaram; estão secas as romãzeiras, as palmeiras, as 
macieiras e todas as outras árvores frutíferas. O povo todo está triste”. Joel (1:12) 
A figueira representa a nossa saúde (a cura). 
“Então Isaías disse: - Ponham uma pasta de figos em cima da úlcera do rei, e ele ficará 
bom”. II Reis (20:7) 
As romãzeiras representam as nossas vestes sacerdotais. 
“Em volta de toda a barra coloque aplicações em forma de romãs, feitas de fios de lã 
azul, púrpura e vermelha. Entre uma romã e outra ponha sininhos de ouro”. Êxodo 
(28:33-34) (A romã era um símbolo de prosperidade). 
A palmeira representa a nossa justiça. 
“Os bons florescem como as palmeiras; eles crescem como os cedros do monte Líbano”. 
Salmos (92:12) 
A macieira representa o relacionamento amoroso. 
“Como a macieira entre as árvores da floresta, assim é o meu amado entre os outros 
homens. Eu me sinto feliz nos seus braços, e os seus carinhos são doces para mim”. 
Cantares (2:3) 
Literalmente se levarmos isso tudo para nossas vidas, temos em cada tópico 
acima o que isso representa no mundo espiritual e quais as conseqüências que nos 
trazem. O povo estava assolado. Os gafanhotos estavam destruindo tudo o que 
possuíam! Então resolveram voltar-se ao Senhor em busca de socorro: “Convoquem 
uma reunião no Templo e anunciem um dia de jejum. Reúnam as autoridades e todo o 
povo de Judá no Templo do SENHOR, nosso Deus, e orem a ele pedindo socorro”. Joel 
(1:14) 
 
E Deus os respondeu: 
 
“Restituir-vos-ei os anos que foram consumidos pelo gafanhoto migrador, pelo 
destruidor e pelo cortador, o meu grande exército que enviei contra vós outros”. Joel 
(2:25) Em outra tradução: “Devolvereitudo o que vocês perderam quando eu mandei as 
enormes nuvens de gafanhotos, que, como exércitos, destruíram as colheitas”. Joel 
(2:25) 
Embora o povo tenha se arrependido, eles não puderam ter o devorador 
repreendido em suas vidas, pois só há uma maneira de repreender o devorador: Através 
dos dízimos. “Também por amor de vós reprovarei o devorador, e ele não destruirá os 
frutos da vossa terra; nem a vossa vide no campo lançará o seu fruto antes do tempo, diz 
o Senhor dos exércitos”. Malaquias (3:11) 
O espírito devorador age na vida financeira das pessoas como o próprio nome 
diz: Para devorar. Ele coloca dívida, miséria, desemprego, impede o crescimento, segura 
os bons negócios, afasta os clientes, traz roubo, traição, trapaça, atua na lata de 
mantimentos, aumento e desperdício do gás, energia elétrica, água, impedindo a reforma 
do imóvel, estragando roupas e calçados, colocando defeitos no carro, nos 
eletrodomésticos, nos instrumentos de trabalho. Ele também coloca vícios – que roubam 
o dinheiro e destrói a saúde – doenças, desânimo, destrói a família e tenta tirar o nosso 
dinheiro indiretamente, ou seja, através de um parente que está endividado, que vive 
doente ou precisa de cirurgia, remédios, ou ainda amigo que sofreu um acidente. Vamos 
 
 
 
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meditar nestas passagens: Lucas (10.19); Marcos (16.17); Malaquias (3.11). Este 
demônio é o único que só sai através da união da fidelidade no dízimo e da autoridade 
do Nome de Jesus. Sabendo disto, ele tentará nos envolver em algumas de suas 
armadilhas: 
 
1ª. Armadilha: Bloquear o entendimento espiritual em relação ao dízimo II 
Coríntios. (4:4). 
A.) A pessoa acha que não deve dizimar o 13º salário, uma venda 
especial ou algum outro dinheiro. 
B.)Outros pensam que por darem oferta ou serem associados não 
precisam devolver o dízimo. 
C.)Outros ainda, não percebem que gastam mais do que 10% do seu 
salário com os problemas acima mencionados e acreditam que está 
levando vantagem em não dar o dízimo. 
2ª. Armadilha: Impedir que sejamos fiéis no relacionamento com Deus. Provérbios 
(28:20); Salmos (101:6); Mateus (25:21); Apocalipse (2:10b). A falta de 
fidelidade é um dos mais graves obstáculos entre as pessoas e as bênçãos que 
procedem de Deus. Sendo o dízimo uma aliança de fé, o espírito devorador 
tentará de todas as maneiras romper este vínculo do dizimista com Deus. 
3ª. Armadilha: Usar pessoas ao nosso redor para nos tirar da fé do dízimo I Timóteo 
(4:1); Lucas (12:1). Uns dizem que o dízimo era só da lei; outros que ele serve 
para enriquecer o Pastor; outros que o dízimo pode ser 1% ou 2%, e outros que é 
muito pesado dar o dízimo, que é fanatismo. Responda que seu dízimo é do 
coração e da fé e que antes você o entregava no bar, na farmácia, ou perdia-o 
para o devorador, mas agora você tem o entendimento que faz de você um 
dizimista próspero e feliz. Com a fidelidade a Deus e o Nome de Jesus vença o 
espírito devorador. 
 
 
 
Pagar, Devolver, ou Dar o Dízimo? 
 
Parece não haver diferença se paga ou se devolve e até mesmo se dá os dízimos, 
mas acredito que como se expressa é que traz questionamentos entre as pessoas. Mas 
podemos nos assegurar que com a Bíblia nas mãos não erraremos mais. Vejamos 
alguns exemplos: 
Gênesis (14:20) 
“E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. 
Abrão deu-lhe o dízimo de tudo”. 
 
Gênesis (28:22) 
“E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me 
deres, certamente te darei o dízimo”. 
 
 
 
 
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Números (18:28) 
“Assim também oferecereis ao SENHOR uma oferta alçada de todos os 
vossos dízimos, que receberdes dos filhos de Israel, e deles dareis a oferta alçada 
do SENHOR a Arão, o sacerdote”. 
 
Deuteronômio (14:22) 
“Certamente darás os dízimos de todo o fruto da tua semente, que cada ano se 
recolher do campo”. 
 
Deuteronômio (26:12) 
“Quando acabares de separar todos os dízimos da tua colheita no ano terceiro, 
que é o ano dos dízimos, então os darás ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à 
viúva, para que comam dentro das tuas portas, e se fartem”, 
 
Lucas (18:12) 
“Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo”. 
Estas passagens da bíblia e muitas outras já nos dão o conhecimento necessário 
para firmarmos que os dízimos são dados ao senhor, e não devolvido ou pago. Como 
esta escrito: “Porque Deus ama ao que dá com alegria”. II coríntios (9:7). 
 
 
Quatro Classes de Dizimistas em Uma Igreja. 
 
1ª. Dizimistas fiéis 
São os crentes fiéis na igreja com seus dízimos. 
2ª. Dizimistas infiéis 
São os que trazem, seus dízimos às vezes na igreja ou só uma parte. 
3ª. Os não dizimistas liberais 
São aqueles que não são contrários ao dízimo, não combatem os irmãos 
dizimistas e não criticam o Pastor sobre o sermão. São bons contribuintes, não 
são dizimistas porque ainda não compreenderam a doutrina sobre o dízimo. 
4ª. Os anti-dizimistas mesquinhos e derrotados 
É uma classe nociva ao crescimento da igreja. São contra o dízimo, querem ser 
os únicos entendidos no assunto, querendo até influenciar os dizimistas fiéis. 
São derrotados e acham que o dízimo é lei. 
Observação: O inimigo não quer o crescimento da Igreja, e tenta o crente a não trazer o 
dízimo onde surgem às conseqüências. Ageu (1:5 e 6) “Ora, pois, assim diz o Senhor 
dos Exércitos: Considerai os vossos caminhos. Semeais muito, e recolheis pouco; 
comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vesti-vos, porém ninguém 
se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado”. 
 
 
 
 
 
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Idéias Erradas Quanto ao Dízimo 
1ª. Não é legalismo (dar o dízimo só pelo peso da lei); 
2ª. Não é substituto das virtudes cristãs (entregar o dízimo não isenta o crente da 
prática das grandes virtudes). Em Lucas (11:42): “Mas ai de vós, fariseus, que 
dizimais a hortelã, e a arruda, e toda a hortaliça, e desprezais o juízo e o amor de 
Deus. Importava fazer estas coisas, e não deixar as outras”; Jesus repreendeu os 
Fariseus porque davam os dízimos, mas desprezavam o juízo de Deus. 
3ª. Não deve se transformar numa carga insuportável, deve ser uma manifestação 
espontânea. 
4ª. Não concede poder de barganha (dar o dízimo para Ter privilégios na igreja). 
5ª. Não nos torna merecedores da graça divina (o dízimo não compra a salvação). 
 
 O Dízimo Dos Dízimos. 
 
Em Israel, além dos dízimos do povo, normalmente colhido e dos dízimos 
extraordinários com incidência em cada triênio havia também o dízimo dos Dízimos. O 
dízimo dos dízimos era dos levitas para manter com dignidade a grande família 
sacerdotal. Hebreus (7: 9 e 10) e Números (18:25 a 29). Os Pastores que vivem da obra 
devem dizimar também para que se cumpra essa palavra. 
Como vimos, haviam 03 dízimos estabelecidos por Deus no Velho Testamento: 
 
Dízimo Anual - Deuteronômio (14: 22 a 27); 
“Certamente darás os dízimos de todo o fruto da tua semente, que cada ano se recolher 
do campo. E, perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o 
seu nome, comerás os dízimos do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e os 
primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer ao Senhor teu 
Deus todos os dias. E quando o caminho te for tão comprido que os não possas levar, 
por estar longe de ti o lugar que escolher o Senhor teu Deus para ali pôr o seu nome, 
quando o Senhor teu Deus te tiver abençoado; Então vende-os, e ata o dinheiro na tua 
mão, e vai ao lugar que escolher o Senhor teu Deus; E aquele dinheiro darás por tudo o 
que deseja a tua alma, por vacas, e por ovelhas, e por vinho, e por bebida forte, e por 
tudo o quete pedir a tua alma; come-o ali perante o Senhor teu Deus, e alegra-te, tu e a 
tua casa; Porém não desampararás o levita que está dentro das tuas portas; pois não tem 
parte nem herança contigo”. 
 
Dízimo Trienal - Deuteronômio (14: 28 e 29) (para os pobres); 
“Ao fim de três anos tirarás todos os dízimos da tua colheita no mesmo ano, e os 
recolherás dentro das tuas portas; Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem 
contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas, e 
comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra que as 
tuas mãos fizerem”. 
 
 
 
 
 
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Dízimo dos Dízimos dos Dízimos - Números (18: 25 a 29). 
“E falou o Senhor a Moisés, dizendo: Também falarás aos levitas, e dir-lhes-ás: Quando 
receberdes os dízimos dos filhos de Israel, que eu deles vos tenho dado por vossa 
herança, deles oferecereis uma oferta alçada ao Senhor, os dízimos dos dízimos. E 
contar-se-vos-á a vossa oferta alçada, como grão da eira, e como plenitude do lagar. 
Assim também oferecereis ao Senhor uma oferta alçada de todos os vossos dízimos, que 
receberdes dos filhos de Israel, e deles dareis a oferta alçada do Senhor a Arão, o 
sacerdote. De todas as vossas dádivas oferecereis toda a oferta alçada do Senhor; de 
tudo o melhor deles, a sua santa parte”. 
 
 
A Finalidade de Contribuição Financeira na Igreja 
 
Para que fim irá o cristão contribuir? Desde que se entenda que a contribuição 
passa pela lei da liberdade que há em Cristo Jesus, sem dúvida, a responsabilidade do 
cristão cai ainda mais sobre os seus ombros, porque terá de demonstrar efetivamente 
(para si mesmo), qual é o seu amor pelo Senhor e Sua obra. Pois está escrito: “Não 
ameis em palavras, mas por obras e em verdade” I João (3:18). 
O verdadeiro cristão sabe do seu dever de contribuir para que a Igreja tenha com 
que se manter em sua totalidade, isto é, suprir à medida do possível todas as 
necessidades enquadradas na obra de Deus. 
1º) Deve contribuir para que haja pregação do Evangelho (Mateus 28.19-20), o 
que o levou a entender o amor de Deus, Romanos (10:15); Lucas (8:1-3). 
 
2º) Deve contribuir para que haja sustento de obreiros (pastores, evangelistas, 
missionários e outros que estejam em tempo integral na obra), conforme está 
escrito: “O obreiro é digno do seu salário” I Timóteo (5:18). Isto é justo diante 
de Deus. Este era um dos motivos pelos quais a Igreja primitiva contribuía. 
 
3º) O cristão esclarecido precisa pregar e ajudar. Desta forma, a sua contribuição 
deve ser também, e com grande ênfase, visto que a fé sem obras é morta Tiago 
(2:17), para que exista assistência ao necessitado. 
 
Devemos estar cientes que este necessitado pode ser tanto um doméstico da fé, 
bem como aquele que ainda não abraçou a fé. 
A este assunto reservou-se um bom espaço, tendo em vista que grande parte da 
arrecadação da Igreja primitiva era para socorrer os necessitados, e que bom número de 
igrejas, hoje, não ensinam esta doutrina, muito enfatizada na Bíblia. 
A Igreja primitiva, como possuidora das virtudes espirituais, era dotada de 
caridade e colocava o amor em prática, por ensinamento de Jesus Cristo que diz: “A lei 
resume-se em amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo”. Veja 
Mateus (22:39); Marcos (12:31). 
Em Lucas (12:33), Jesus ensina dizendo: “Vendei o que tendes e dai esmolas. 
Fazei para vós bolsas que não se envelheçam, tesouro nos céus que nunca se acabe”. 
 
 
 
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22 
Paulo escrevendo aos Gálatas (5:14) diz: “Toda lei se cumpre numa só palavra, 
nesta: Amarás o teu próximo como a ti mesmo”; e na sua Primeira Epístola a Timóteo 
(1:5), diz que o fim do mandamento é a caridade de um coração puro, e de uma boa 
consciência, e de uma fé não fingida. 
João na sua Primeira Epístola, (4:16), diz que Deus é caridade, e quem está em 
caridade está em Deus, e Deus nele. 
Alguém pode perguntar: “Mas a obra de assistência social faz parte da principal 
caridade?” Sim, é a resposta. Confira I João (3:17): “Quem, pois tiver bens do mundo, e, 
vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como há nele caridade de 
Deus?”, veja também Filemom (1:7). 
Há quem afirme que a obra de assistência social não agrada a Deus. E este foi 
um dos motivos que levou Pedro a escrever a sua Segunda Epístola, começando este 
assunto no primeiro capítulo. Do versículo 1 ao 7, ele instrui a prática da caridade e nos 
versículos 8 e 9 ele nos dá o perfil daquele que a tem e daquele que não a tem: “Porque 
se em vós houver e abundar estas coisas, não vos deixarão ociosos nem estéreis no 
conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo: porque aquele em quem não há estas coisas 
é cego, nada vendo ao longe, havendo-se esquecido da purificação dos seus antigos 
pecados”. E ainda veja I Pedro (1:22; 4:8-9). Isto prova que a igreja que assim não 
procede, ainda traz consigo as manchas do antigo pecado, por falta do fruto de caridade, 
enquanto em Gálatas (5:22) diz: “Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, 
longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”. 
 
A religião pura e imaculada para com Deus 
 
É até possível atender um necessitado sem ter caridade, mas também é 
impossível ter caridade e não atender o necessitado I João (3:17). Tiago confirma isto 
no capítulo 1, versículo 27 de sua Epístola dizendo: “A religião pura e imaculada para 
com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações”. 
Em I Timóteo (5:16), Paulo também demonstra que as viúvas desamparadas 
eram sustentadas pela Igreja. Nota-se na expressão geral de suas epístolas, que suas 
recomendações não eram de somente socorrer as viúvas, mas qualquer necessitado, 
inclusive os enfermos; confira Atos (20:35). Em Romanos, ele nos instrui a prática da 
“Assistência Social”, e usa uma expressão ampla, dizendo: “Comunicai com os santos 
nas suas necessidades” Romanos (12:13). 
 
Prontidão da Igreja 
 
Nos capítulos 8 e 9 da Segunda Epístola aos Coríntios, Paulo fala com 
exclusividade daquilo que já havia ensinado, a prática à assistência social, isto porque 
discordava que um tivesse de mais e outro de menos, segundo seu comentário no 
capítulo (8:14-15): “Mas para igualdade; neste tempo presente, a vossa abundância 
supra a falta dos outros, para que também a sua abundância supra a vossa falta, e haja 
igualdade; como está escrito: o que muito colheu não teve de mais; e o que pouco, não 
teve de menos”. Na continuação, capítulo 9, versículo 9, nos diz: “Espalhou, deu aos 
pobres, a sua justiça permanece para sempre”; capítulo 9, versículo 12: “Porque a 
 
 
 
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23 
administração deste serviço não só supre a necessidade dos santo; mas também abunda 
em muitas graças que se dão a Deus”. 
Esta obra havia sido (por instrução de Paulo) introduzida nas regiões da Acaia, 
no ano anterior a esta Epístola, segundo o capítulo (8:10): “E disto dou o meu parecer; 
pois isto vos convém a vós, que desde o ano passado começastes e não foi só praticar, 
mas também querer”, e no capítulo 9, versículo 2: “Porque bem sei a prontidão do vosso 
ânimo, da qual me glorio de vós para com os macedônios, que a Acaia está pronta desde 
o ano passado”. 
Observamos, aqui, Paulo demonstrando que a igreja não está pronta enquanto 
deixa de assistir a seus necessitados. Inclusive esta foi a expressão de Tiago no capítulo 
1, versículo 27 de sua Epístola; a de Pedro em I Pedro (4:8); II Pedro (1:9); a de João 
em I João (4:20); e, em especial, a de Jesus, Mateus (25:41-43): “Apartai-vos de mim, 
malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; porque tive fome e 
não me deste de comer, tive sede,e não me deste de beber; sendo estrangeiro não me 
recolhestes, estando nu, não me vestistes; e enfermo e na prisão, não me visitastes”. E 
no versículo 33, Jesus tratou-os como bodes. Veja nos versículos 44 ao 46: “Então estes 
lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou 
estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Então lhes responderá, 
dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o 
fizestes a mim. E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna”. 
 
Fome e Sede de “Justiça” 
 
“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos” 
Mateus (5:6). 
 
Há muitas pessoas que se dizem religiosas, e vivem contrariando a obra social da 
igreja, e ainda querem passar por ovelhas. Os tais não são bem-aventurados diante de 
Deus, pois com esta contrariedade declaram que não têm fome, nem sede de justiça. 
A Assistência Social é obra das mais reputadas por justiça diante de Deus, 
conforme está escrito: “Espalhou, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre” 
II Coríntios (9:9). 
Salmos (37:21): “O justo compadece-se e dá” 
Salmos (112:4): “O justo é piedoso e misericordioso” 
Provérbios (21:26): “O justo dá e nada retém” 
 
Em Atos (10:4), o anjo disse a Cornélio: “As tuas esmolas e as tuas orações têm 
chegado para memória diante de Deus”. E nos versículos 34 e 35, do mesmo capítulo, 
Pedro, tomado pelo Espírito Santo, define os feitos de Cornélio como sendo obras de 
justiça: “E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço, por verdade, que Deus não faz 
acepção de pessoas; mas que lhe é agradável àquele que, em qualquer nação, o teme e 
faz o que é justo”. 
Jesus no capítulo 14 de Lucas, versículos 12 e 13, instrui ao povo a, quando 
oferecer um jantar ou uma ceia, convidar os pobres e demais necessitados, o que no 
 
 
 
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versículo 14 Ele declara ser obra de justiça, dizendo: “Eles não tem com que te 
recompensar; mas recompensado te será na ressurreição dos justos”. 
Como uma obra de justiça, podemos afirmar que assistir faz parte integrante da 
nossa preparação para subirmos ao encontro de Cristo e entrada no Reino dos Céus. 
Na revelação do apóstolo João, Apocalipse (19:6-9), foi lhe expressado que a 
Igreja (a Noiva de Cristo) ao estar preparada para o arrebatamento (ao toque da última 
trombeta) se vestisse de linho fino, puro e resplandecente, porque o linho fino são as 
justiças dos santos. 
Jó sentiu-se seguro quando se lembrou de sua justiça que praticara para com seus 
necessitados. Expressou-se no capítulo (29:12-16), que com isto agradara a Deus. Ali 
ele diz que livrara o miserável que clamava, era o olho do cego, os pés do coxo, dos 
necessitados era o pai, e fazia com que rejubilasse o coração da viúva. Fazendo assim, 
podia dizer o que disse no verso 14: “Cobria-me de justiça, e ela me servia de vestido”. 
Esta é a posição que a igreja deve tomar: socorrer os necessitados, para que as suas 
vestiduras espirituais fiquem sem mácula; o que também é a razão da expressão de 
Tiago (1:27): “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os 
órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e livrar-se da concupiscência deste mundo”. 
Esta é uma das formas que prepara a igreja em justiça diante de Deus, para ouvir 
o toque da última trombeta e a chamada de Jesus Cristo, Mateus (25:34-40): “Vinde 
benditos de meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a 
fundação do mundo, porque tive fome e me destes de comer; tive sede, e me deste de 
beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-
me; estive na prisão, e fostes ver-me”. No versículo 37 Jesus confirma ser uma obra de 
justiça, dizendo: “Então os justos lhe responderão dizendo: Quando te fizemos tudo 
isto?”. A resposta vem no versículo 40: “Quando o fizestes a um destes meus 
pequeninos irmãos, a mim o fizestes”. 
A prática da “Assistência Social” sempre foi uma das principais obras do 
Evangelho. Além de tudo, esta caridade tem que ser pura e sem fingimento. 
Paulo, escrevendo a Timóteo, diz que o fim do mandamento é a caridade de um 
coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida I Timóteo (1:5). Isto 
quer dizer: fazer tudo, sem buscar os nossos próprios interesses, sem levar em conta o 
que a pessoa favorecida pode ou não fazer em nosso favor. 
A recompensa virá do alto: “Eles não tem com que te recompensar, mas 
recompensado te será na ressurreição dos justos”, disse Jesus Lucas (14:14); confira 
Lucas (6:35); Gálatas (6:9). 
Por isto, Paulo escreve a sua Primeira Epístola aos Coríntios (13:3), dizendo: “E 
ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e não tivesse 
caridade, nada disto me aproveitaria”, e no versículo 5 diz que a caridade não busca os 
seus próprios interesses. Encontramos a mesma expressão em Levítico (25:37), dizendo: 
“Não lhes darás teu dinheiro por usura, nem darás o teu manjar por interesse” vejamos 
Romanos (12:8). 
Só temos a lamentar ao vermos igrejas com membros necessitados, sem serem 
socorridos. Infelizmente tal obra não está no interesse dos seus obreiros. Surge então o 
clamor de seus necessitados com as palavras do Salmo (12:1): “Salva-nos Senhor, 
porque faltam os homens benignos”, vemos como esta natureza prova a falta de 
 
 
 
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caridade, falta de espiritualidade e competência para realizar a obra de Deus, confira 
Provérbios (21:13). 
O obreiro jamais poderá alcançar êxito diante de Deus sem que haja nele um 
verdadeiro espírito de caridade, Hebreus (13:1-3). Porém estes que só são pastores na 
aparência se decepcionarão no dia do juízo, dizendo: “Mas não profetizamos nós em teu 
nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos 
maravilhas? O Senhor lhes dirá então abertamente: Nunca vos conheci” Mateus (7:22-
23), confira ainda Jeremias (5:27-31). 
Lembremos que, ao pregar a entrada no Reino dos Céus, João Batista dizia: 
“Toda árvore, pois, que não dá bom fruto, corta-se e lança-se no fogo” Lucas (3:9), e no 
versículo 10, a multidão o interrogava, dizendo: “Que faremos, pois?”; no versículo 11, 
respondendo ele, disse-lhes: “Quem tiver duas túnicas reparta com quem não tem, e 
quem tiver alimentos faça da mesma maneira”. 
Por esta forte razão a Igreja primitiva investia a maior parte da sua arrecadação 
em “Assistência Social”. 
 
Promessas Bíblicas Referentes à Caridade 
 
1) Salmo (41:1-3): 
a) “Bem-aventurado é aquele que atende ao pobre; 
b) O Senhor o livrará no dia do mal. 
c) Será abençoado na terra. 
d) O Senhor o sustentará no leito da enfermidade. 
e) Tu renovas a sua cama na doença”. 
 
2) II Pedro (2:9): 
“Assim sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos”. 
 
3) Isaias (1:17-20): 
a) “Aprendei a fazer bem, praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao 
órfão; tratai da causa das viúvas. 
b) Vinde então e argüi-me, diz o Senhor. 
c) Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos 
como a neve. 
d) Anda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã”. 
 
4) Lucas (11:41): 
“Dai antes esmolas do que tiverdes, e eis que tudo vos será limpo”. 
 
5) I Pedro (4:8): 
“Mas, sobre tudo, tende ardente caridade uns para com os outros; porque a 
caridade cobrirá multidão de pecados”. 
 
6) Provérbios (19:17): 
 
 
 
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“Ao Senhor empresta o que se compadece do pobre, e ele lhe pagará o seu 
benefício”. 
 
7) I Timóteo (6:18-19): 
a) “Que façam bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente, e sejam 
comunicáveis. 
b) Que entesourem para si mesmos um bom fundamentopara o futuro. 
c) Para que possam alcançar a vida eterna”. 
 
8) Atos (10:31): 
“As tuas esmolas estão em memória diante de Deus”. Veja ainda: I Timóteo 
(4:8); Mateus (25:34-40); Mateus (19:21); II Coríntios (9:9). 
 
9) Lucas (6:35-36): 
“Emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão”. Veja ainda: 
Eclesiastes (11:1-2); Provérbios (2:29); Provérbios (28:27); Provérbios (25:21-
22). 
 
10) Salmos (112:4-9): 
a) “Aos justos nasce luz nas trevas; ele é piedoso, misericordioso e justo. 
b) Bem irá ao homem que se compadece e empresta: disporá a sua causa com juízo. 
c) Na verdade que nunca será abalado: o justo ficará em memória eterna. 
d) Não temerá maus rumores; o seu coração está firme, confiando no Senhor. 
e) O seu coração, bem firmado, não temerá, até que ele veja cumprido o seu desejo 
sobre os seus inimigos. 
f) É liberal, dá aos necessitados: a sua justiça permanece para sempre, e a sua força 
se exaltará em glória”. 
 
11) Isaias (58:7-11): 
“Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em 
casa os pobres desterrados? E, vendo o nu, o cubras, e não te escondas da tua 
carne? 
a) Então romperá a tua luz como a alva. 
b) A tua cura apressadamente brotará. 
c) A tua justiça irá adiante da tua face. 
d) A glória do Senhor será a tua retaguarda. 
e) Então clamarás, e o Senhor te responderá. 
f) Gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. 
g) A tua luz nascerá nas trevas. 
h) A tua escuridão será como o meio-dia. 
i) E o Senhor te guiará continuamente. 
j) E fartará a tua alma em lugares secos. 
k) Fortificará teus ossos. 
l) E serás como um jardim regado. 
m) E como mananciais, cujas águas nunca faltam” 
 
 
 
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12) Lucas (6:3): 
“Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos 
deitarão no vosso regaço”. 
 
 
Vinte Razões de Porque Ser Dizimista: 
 
Tenho Convicção de que Deus é o dono de todas as coisas, inclusive de mim 
mesmo, então levo para a Casa do Senhor, como um ato de culto, a décima parte de tudo 
quanto Ele me ajudar a ganhar. É assim que compreendo o ensinamento da Bíblia sobre 
o que deve fazer o povo de Deus. 
1. Ser dizimista porque Deus ordena ao seu povo que seja Deuteronômio (14:22), e 
desejamos ser um filho obediente. 
2. Ser dizimista porque o dízimo é santo para o Senhor Levítico (27:30). A Bíblia é 
chamada Livro Santo; a Casa do Senhor, Lugar Santo; e o Espírito de Deus, 
Espírito Santo. A mesma palavra que nas escrituras designa a "Bíblia Sagrada" e 
o "Espírito Santo" também designa o "dizimo como Santo". Não podemos 
profanar uma coisa sagrada, usando o dizimo para qualquer outro fim pessoal. 
3. Ser dizimista porque isso me torna consciente de minha cooperação com Deus. 
Deus fornece os recursos naturais e cria em mim a inteligência e a energia. Os 
cientistas calculam que 95% do poder utilizado na produção de riquezas provêm 
de “forças estranhas ao homem” e nós sabemos que essa força vem de Deus. 
Assim Deus fornece mais de 90%, e pede somente 10% do fruto do nosso 
trabalho. Se usar os 90% que são meus e depois ainda lançasse mão dos 10% 
que são de Deus, não seria diferente de um empregado que depois de receber o 
seu salário, ainda fosse a gaveta do patrão roubar o dinheiro ali guardado; ou 
então de um sócio que roubasse a parte dos lucros pertencentes ao outro sócio. 
Tanto aos olhos de Deus, como aos olhos dos homens, esse ato é roubo. 
4. Ser dizimista porque Deus amaldiçoa aqueles que o roubam, recusando-se a 
entregar o dizimo Malaquias (3:9). Deus é um bom cobrador. Se me recuso 
entregar o dizimo voluntariamente, ficarei vulnerável ao inimigo e serei forçado 
a dá-lo mesmo contra a vontade, de um modo ou de outro Joel (1:4). 
5. Ser dizimista porque necessitamos e queremos as bênçãos que Deus promete 
aqueles que o são Malaquias (3:10). Ele promete bênçãos materiais, pessoais e 
espirituais aqueles que lhe obedecem, entregando o dizimo. 
6. Ser dizimista porque cremos na oração e precisamos diariamente do auxilio de 
Deus, em busca desse auxílio necessitamos orar. Mas se desobedecemos e 
roubamos a Deus, não estamos em condições de lhe pedir nada e a bíblia diz que 
ele é justo. I João (3:22). 
7. Ser dizimista porque o dizimo é uma divida que todo homem tem para com Deus 
II Reis (4:7). Deus é o nosso primeiro credor, e a divida para com Ele deve ser 
paga em primeiro lugar Êxodo (23:19); Provérbios (3:9). 
 
 
 
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8. Ser dizimista porque Deus é o dono de todas as coisas e tem o direito de receber 
um percentual daquilo que nos entregou. A Ele pertencem as terras Salmos. 
(24:1); o gado Salmos (50:10); a prata e o ouro Ageu (2:8); e nós próprios I 
Coríntios (6:19 e 20). 
9. Ser dizimista e desejo que todos os membros de nossa igreja também o sejam, 
porque desse modo sustentaremos adequadamente todas as necessidades e 
causas da Igreja de Cristo. O orçamento de nossa igreja visa o sustento de todo o 
trabalho local: salários, propriedades, equipamentos e despesas das 
organizações; e concorre também para o sustento de todos os projetos e alvos 
que ainda estão para ser executado. Todos os dízimos, para sustentar todo o 
trabalho durante todo o tempo. 
10. Ser dizimista porque assim farei parte junto com os patriarcas mais nobres de 
todos os tempos. Os melhores cristãos da antiguidade eram dizimista. Os 
apóstolos e os discípulos eram dizimista. Os maiores cristãos do mundo hoje em 
dia são dizimista. Sentir-me-ei honrado de estar em tão boa e grande categoria e 
companhia de homens fieis de Deus. 
11. Ser dizimista porque Cristo, meu Senhor e Salvador, espera que eu seja. A Bíblia 
diz em Mateus (23:23) e Lucas (6:46) “Dai, pois a César o que é de César, e a 
Deus o que é de Deus”. Entre as coisas que pertencem a César, isto é, ao 
Governo, estão os impostos. Entre as coisas que pertencem a Deus estão os 
dízimos. A humanidade tem duas necessidades: uma é secular; a outra, 
espiritual. Deus proveu duas instituições para atender a essas necessidades: uma 
é o governo civil; a outra, a igreja. Ele estabeleceu também duas fontes, das 
quais devem sustentar-se essas duas instituições: os impostos e os dízimos. 
Impostos ao governo, para atender as necessidades seculares, e os dízimos à 
igreja, para as necessidades espirituais da humanidade. Desse modo serão 
satisfeitas todas as necessidades humanas: físicas, mentais, espirituais. 
12. Ser dizimista porque os 90 % do que ganho, e que Deus me permite usar para as 
minhas necessidades pessoais, valem muito mais com a benção de Deus, e me 
ajudara muito mais, do que se eu conservasse os 100% e roubasse o dizimo do 
Senhor. 
13. Ser dizimista porque isso me proporciona alegria genuína, prazer e felicidade. 
Quero viver a vida cristã mais completa possível. Eu quero ter sempre no 
coração a alegria da salvação. Ser dizimista me ajuda nisso. 
14. Ser dizimista porque quando resolver sê-lo acaba-se a ganância em meu coração. 
Ganância é idolatria Colossenses (3:5). Sendo dizimista o homem se torna 
senhor do seu dinheiro, em vez de ser escravizado por ele. “Ao Senhor teu Deus 
adorarás, e só a Ele servirás” Mateus (4:10). “Não podeis servir a Deus e as 
riquezas” (Lucas (16:13). 
15. Ser dizimista porque isso tornara minha consciência limpa e clara, e me livrara 
de todo senso de condenação acerca do dinheiro, e me habilitará a viver em paz 
comigo mesmo. 
16. Ser dizimista porque desse modo, carregarei com meus irmãos o peso das 
responsabilidades, partilhando com eles numa base paralela e equivalente das 
responsabilidades financeiras da igreja. 
 
 
 
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17. Ser dizimista porque se eu não for vou desagradar ao meu Senhor, e perco 
grande galardão naeternidade Lucas (12:47). 
18. Ser dizimista porque tudo o que sou e tudo o que tenho, e também a esperança 
de ser ou de ter, eu devo a bondade e a graça de meu Pai celestial, e a gratidão 
impulsiona meu coração a fazer o que Ele pede de mim I Coríntios (15:10). 
19. Ser dizimista porque Cristo, meu salvador, morreu por meus pecados, foi 
sepultado, e ressuscitou para me justificar (abonar minha dívida com o pecado). 
Minha gratidão por tudo quanto Ele tem feito e minha esperança de vê-lo, 
quando Ele vier, me estimulam a entregar o dízimo II Coríntios (5:14). 
20. Ser dizimista porque, assim, eu ajuntarei tesouros no céu, onde nem a traça nem 
a ferrugem os consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam Mateus 
(6:20). O céu é o único banco que oferece absoluta segurança. Um dizimista é 
um bom cidadão do Reino de Deus, um bom membro da família celestial e um 
bom associado do divino salvador. Todos os dizimistas testificam da alegria e 
das bênçãos que recebem, pelo fato de entregarem o dizimo. É muito estranho 
que algum cristão se recuse a entregar o dizimo, porque isso concorre para a sua 
própria felicidade, bem estar, para maior glória de Deus e para melhorar o 
mundo. 
 
Estabeleça a partir de hoje ser um dizimista fiel, faça um propósito e lembre-se 
que Deus perdoa o tempo da ignorância e após esse estudo nós já não o somos mais, 
procure seu líder peça ajuda e esclarecimento e comece a desfrutar das mais ricas 
bênçãos de Deus na sua vida. Bem reflita e decida ser fiel, abençoado, participante, 
patrocinador do Reino de Deus, e saiba: que Dizimar para Deus e uma questão de fé, e 
sem fé é impossível agradar a Deus. 
 
 
Porque Não Dou o Dízimo. 
 
01. Não dou o dízimo porque o que eu ganho não dá para entregar o dízimo. 
02. Se eu der o dízimo vai me faltar muita coisa. 
03. Deus é muito rico, e para que ele deseja o meu pobre dinheiro? 
04. O que eu faço na igreja é o bastante para agradar a Deus. 
05. Eu não sei no que está sendo empregado o dinheiro. 
06. O dízimo foi apenas uma exigência da lei. 
07. Não dou o dízimo porque vejo líderes da igreja, até diáconos e pastores que não 
entregam o dízimo. 
08. Não entrego o dízimo porque o dinheiro não está sendo investido como eu 
gostaria que fosse. 
09. Não dou o dízimo porque discordo de líderes da igreja. 
10. Não dou o dízimo porque mando para outra igreja, ou instituição de caridade. 
 
 
 
 
 
 
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Comentário Final 
 
O Novo Testamento traz mudanças na lei que estão em Mateus 5. São mudanças 
mais rígidas. Não é possível que a Graça em tudo superior a lei venha a ser inferior na 
parte referente à contribuição unicamente para satisfazer aos caprichos de quem é 
egoísta, mesquinho e avarento. Se tirarmos a lei das escrituras, ainda ficará o dízimo. 
Deus trata aqueles que não trazem os seus dízimos a sua casa de filhos de Jacó 
(usurpador). Geralmente as pessoas que são contra o dízimo também são avarentas e 
sobre os tais a Bíblia diz: “Seja um dizimista com amor e faça prova do Senhor”. 
 
– — – — – — – — – — – — – — – — 
 
 
BIBLIOGRAFIAS 
 
1. Conselhos Sobre Mordomia, pág. 112; 
2. Parábolas de Jesus, pág. 351; 
3.Conselhos Sobre Mordomia, pág. 200; 
4.Conselhos Sobre Mordomia, pág. 81; 
5.Testemunhos da Igreja, vol. 9, págs. 248 e 249; 
6. Idem, pág. 250; 
7. Conselhos Sobre Mordomia, pág. 103; 
8. Idem, pág. 95; 
9. Testemunho Especial a batalha da Igreja Grega, págs. 9 e 10 (agosto de 1896); 
Conselhos Sobre Mordomia, págs. 92 e 93; 
10. Atos dos Apóstolos, pág. 336; 
11. Testemunhos da Igreja, vol. 3, pág. 387; 
12. Patriarcas e Profetas, pág. 527; 
13.Conselhos Sobre Mordomia, pág. 93; 
14. Patriarcas e Profetas, pág. 528; 
15. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 41 e 42; 
16. Os Sinais dos Tempos, 1º de abril de 1875 
17. A Bíblia em Esboços, pág. 425; 
18. Pequena Enciclopédia Bíblica, págs 195,197,207,285,387; 
19. Enciclopédia de Assuntos, págs 28, 180; 
20. Bíblia Sagrada, Almeida Revista e corrigida Edição 1995; 
21. Bíblia Sagrada, Almeida Atualizada 1967; 
21. O Dízimo e a Graça, pág 26,27. 
 
 
 
 
 
 
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Autor 
 
Eu sou Valdunier Pereira Júnior, tenho 48 anos, nasci na 
cidade do Rio de Janeiro, sou casado, e pai de três filhos 
cristão desde os doze anos de idade. 
Sou membro na Igreja Evangélica no bairro Segredo que 
fica em Guapimirim Estado do Rio de Janeiro, desde 
março de 1987; atualmente atuando como pastor auxiliar 
e ministro para terceira idade. 
Que o Senhor me de da sua graça para que pela 
ministração da sua palavra você e outros sejam 
alcançados pelas bênçãos do Deus eterno; de quem tenho sido ministro aquele que é, e 
que era, e que há de vir. Graça e paz sejam convosco. 
Criticas, Comentários e Sugestões sobre o conteúdo deste e-Book serão bem-vindas. 
 
Contato: pereiravald@yahoo.com.br 
Web site: http://www.pastoronline.brvit.com

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