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AUDITORIA E GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Segurança do paciente (OMS)
A segurança do paciente é definida como a redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado ao cuidado em saúde.
é um conjunto de regras, procedimentos, instrumentos e métodos científicos baseados em evidencias.
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Definições de Conceitos (OMS)
Dano: Comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo, incluindo-se doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser físico, social ou psicológico.
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Definições de Conceitos (OMS)
Risco: Probabilidade de um incidente ocorrer.
Incidente: Evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou, em dano desnecessário ao paciente.
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Definições de Conceitos (OMS)
Circunstância Notificável: Incidente com potencial dano ou lesão.
Near miss: Incidente que não atingiu o paciente.
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Definições de Conceitos (OMS)
Incidente sem lesão: Incidente que atingiu o paciente, mas não causou dano.
Evento Adverso: Incidente que resulta em dano ao paciente.
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Programa Nacional de Segurança do Paciente Objetivos Específicos: (PNPS)
Promover e apoiar a implementação de iniciativas voltadas à segurança do paciente em diferentes áreas da atenção, organização e gestão de serviços de saúde:
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Programa Nacional de Segurança do Paciente Objetivos Específicos: (PNPS)- 2013
Implantação da gestão de risco 
Núcleos de Segurança do Paciente nos estabelecimentos de saúde. (ANVISA).
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Programa Nacional de Segurança do Paciente Objetivos Específicos: (PNPS)- 2015
Envolver os pacientes e familiares nas ações de segurança do paciente;
Ampliar o acesso da sociedade às informações relativas à segurança do paciente;
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Programa Nacional de Segurança do Paciente Objetivos Específicos: (PNPS)- 2015
Produzir, sistematizar e difundir conhecimentos sobre segurança do paciente; 
Fomentar a inclusão do tema segurança do paciente no ensino técnico e de graduação e pós-graduação na área da saúde.
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
A RDC/Anvisa nº 36/2013 
Regulamenta a implantação dos Núcleos de Segurança do Paciente, a obrigatoriedade da notificação dos eventos adversos e a elaboração do Plano de Segurança do Paciente.
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Art. 6º O NSP deve adotar os seguintes princípios e diretrizes:
I - A melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso de tecnologias da saúde;
II - A disseminação sistemática da cultura de segurança;
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Art. 6º O NSP deve adotar os seguintes princípios e diretrizes:
III - A articulação e a integração dos processos de gestão de risco;
IV - A garantia das boas práticas de funcionamento do serviço de saúde.
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Art. 6º O NSP deve adotar os seguintes princípios e diretrizes:
III - A articulação e a integração dos processos de gestão de risco;
IV - A garantia das boas práticas de funcionamento do serviço de saúde.
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Capítulo III da vigilância, do monitoramento e da notificação de eventos adversos
Art. 10 A notificação dos eventos adversos, deve ser realizada mensalmente pelo NSP, até o 15º (décimo quinto) dia útil do mês subsequente ao mês de vigilância, por meio das ferramentas eletrônicas disponibilizadas pela Anvisa.
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Capítulo III da vigilância, do monitoramento e da notificação de eventos adversos
Parágrafo único - Os eventos adversos que evoluírem para óbito devem ser notificados em até 72 (setenta e duas) horas a partir do ocorrido.
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
A Portaria GM/MS nº 1.377, de 9 de julho de 2013 e a Portaria nº 2.095, de 24 de setembro de 2013 aprovam os protocolos básicos de segurança do paciente.
GESTÃO DE QUALIDADE EM INSTITUIÇÃO DE SAÚDE
Comunicação e Trabalho em Equipe” será a temática para o ano de 2024. 
A intenção é incentivar os profissionais de saúde a se engajarem, compartilhando suas experiências através de divulgação em sites, redes sociais e comunicação interna da organização. 
 e-mail: abrilsegpaciente@saude.gov.br.
Dúvidas?
REFERÊNCIAS
BRASIL. Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/pnsp.
CHRISTENSEN, C. M.; GROSSMAN, J. H.; HWANG, J. Inovação na gestão da saúde: soluções disruptivas para reduzir custos e aumentar qualidade. São Paulo: Bookman, 2009. 
PALADINI, E. P. Gestão estratégica da qualidade: princípios, métodos e processos. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2009. Minha Biblioteca
SELEME, R.; STADLER, H. Controle da qualidade: as ferramentas essenciais. Curitiba: Intersaberes, 2013. + Biblioteca Virtual
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Segurança do paciente: programa nacional de segurança do paciente: estado da arte e perspectivas. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/oministerio/principal/secretarias/sas/dahu/seguranca-do-paciente>;. Acesso em: 16 jan. 2020.
REFERÊNCIAS
COUTO, R. C.; PEDROSA, T. M. G. Hospital: acreditação e gestão em saúde. 2ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007/2014. 
JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto: novos passos para o planejamento da qualidade em produtos e serviços. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 
PALADINI, E. P. Avaliação estratégica da qualidade. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2002 e 2011. Minha Biblioteca
PORTER, M. E.; TEISBERG, E. O. Repensando a Saúde: estratégias para melhorar a qualidade e reduzir custos. São Paulo: Bookman, 2008. 
POSSOLI, G. E. Acreditação hospitalar: gestão da qualidade, mudança organizacional.
BRASIL. Ministério da Saúde. ANVISA/ FIOCRUZ. Programa Nacional de Segurança do Paciente.Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/oministerio/principal/secretarias/sas/dahu/seguranca-do-paciente>;
REFERÊNCIAS
BRASIL. Manual Brasileiro de Acreditação Hospitalar. Brasília: Secretaria de Assistência à Saúde. Ministério da Saúde, 2002. 108p. Disponível em: < http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acreditacao_hospitalar.pdf>;
COREN-SP. Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente – Polo SP. São Paulo, 2010. Disponível em: <http://www.corensp.gov.br/sites/default/files/10_passos_seguranca_paciente_0.pdf>
JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto: novos passos para o planejamento da qualidade em produtos e serviços. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 
SILVA et al. Auditoria em enfermagem: implantação e desenvolvimento no hospital universitário da universidade de São Paulo. Rev. Esc. Enf. USP, v. 24, n.2, p.199-209, 1990.
ZANON U. Qualidade da assistência médico-hospitalar: conceito e avaliação de indicadores. RAS, vol.2, n.8, p.15-22, jul/set, 2000.
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