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Iniciado em sábado, 15 jun 2024, 19:01 Estado Finalizada Concluída em sábado, 15 jun 2024, 19:14 Tempo empregado 12 minutos 35 segundos Avaliar 6,00 de um máximo de 6,00(100%) Questão 1 Completo Atingiu 0,60 de 0,60 “A esta altura é hora de começarmos a concluir, e o faremos pondo em comparação as trajetórias históricas de dois pequenos Estados tardo-medievais da Península itálica, Florença e Veneza, com a de dois grandes Estados modernos da Europa Ocidental, França e Inglaterra. Saltou aos olhos dos modernos a semelhança entre Veneza e Inglaterra, como se pode ver pelos não poucos autores que se deixaram fascinar pelo mito di Venezia, como foi o caso do republicano inglês do século XVII, James Harrington. Ora, o mito di Venezia consistia precisamente na crença de que os venezianos tinham desenvolvido, nas palavras do historiador John G. A. Pocock, “a complexa e fascinante maquinaria de operações para nomear, eleger e sortear as magistraturas, que os visitantes da república se deleitavam em observar e descrever”. Ainda nas palavras desse autor, retiradas de seu livro maravilhoso The Machiavellian Moment, “os venezianos tinham, por assim dizer, mecanizado a virtù [...] Não menos do que a imagem de uma perfeição de equilíbrio polibiano, a crença de que os venezianos tinham alcançado essa mecanização era um elemento poderoso do mito di Venezia”. Fonte: FLORENZANO, Modesto. Sobre As Origens e O Desenvolvimento do Estado Moderno no Ocidente Revista Lua Nova, 71: 11 – 31, 2007, São Paulo- SP, p. 35. Acerca dos temas que verificamos sobre a ascensão do Estado Moderno na Europa ocidental, é possível afirmar que: I – Podemos afirmar que a instauração do Anglicanismo na Inglaterra, não foi um marco essencial para que o país rompesse grande parte dos laços e influência política que Roma exercia em seu território. II – Um dos principais elementos dos Dois Tratados Sobre o Governo, de John Locke, foi o estabelecimento da propriedade privada como bem material e imaterial intrínseco a todos os seres humanos, seja em seu estado natural ou social. III – As mudanças geradas pelas crescentes críticas dos pensadores protestantes, ao modelo teológico da Igreja Apostólica Roma, não geraram nenhum impacto na constituição da configuração moderna dos regimes europeus. IV – No livro o Leviatã, seu autor, Thomas Hobbes, defendia que o ser humano vivia num estado natural de convívio, sendo sua principal marca a honestidade e a generosidade que os indivíduos tinham uns com os outros. a. As afirmações I e III são as corretas. b. Apenas a afirmação III está correta. c. As afirmações II e IV estão corretas. d. Somente a afirmação II é a correta. e. Todas as afirmações estão corretas. Sua resposta está correta. Painel / Cursos / TECNOLÓGICO EM INVESTIGAÇAO FORENSE E PERÍCIA-disc. 3224 - FILOSOFIA GERAL / PROVA CURRICULAR - REALIZAÇÃO DIA 14/06/2024 A 16/06/2024 - VALOR 6,0 PONTOS / CLIQUE AQUI PARA REALIZAR A PROVA CURRICULAR - DIA 14/06/2024 A 16/06/2024 - VALOR 6,0 PONTOS - 1ª OPORTUNIDADE https://www.eadunifatecie.com.br/course/view.php?id=36232 https://www.eadunifatecie.com.br/course/view.php?id=36232 https://www.eadunifatecie.com.br/my/ https://www.eadunifatecie.com.br/course/index.php https://www.eadunifatecie.com.br/course/view.php?id=36232 https://www.eadunifatecie.com.br/course/view.php?id=36232#section-12 https://www.eadunifatecie.com.br/mod/quiz/view.php?id=1193284 Questão 2 Completo Atingiu 0,60 de 0,60 “Deve ser a intenção de qualquer governante o procurar a salvação daquele cujo governo recebeu. Pois, compete ao piloto conduzir ilesa ao porto de salvamento a nave, guardando-a contra perigos do mar. Ora, o bem e salvamento da multidão consorciada é conservar-lhe a unidade, dita paz, perdida a qual, perece a utilidade da vida social, uma vez que é onerosa a si mesma a multidão dissensiosa. Por conseguinte, o máximo intento do governante deve ser o cuidar da unidade da paz. Nem é reto deliberar ele a não ser que produza a paz na multidão a ele sujeita, como não o é para o médico, a não ser que cure o enfermo a ele confiado. Realmente, ninguém delibera do fim que deve perseguir, mas sim do que se ordena ao fim. Daí dizer o Apóstolo (Ef 4,3), depois de recomendar a unidade do povo fiel: ‘Sede solícitos em conservar a unidade do espírito no vínculo da paz’. Assim, tanto mais útil será um regime, quanto mais eficaz for para conservar a unidade da paz. Dizemos, de fato, mais útil aquilo que melhor conduz ao fim. Ora, manifesto é poder melhor realizar unidade o que é de per si um só, que muitos, tal como a mais eficiente causa de calor é aquilo que de si mesmo é quente. Logo, é o governo de um só mais útil que o de muitos”. Fonte: AQUINO, Tomás de. De Regno. Tradução de Francisco Benjamin de Souza Neto. Petrópolis - RJ, Editora Vozes, 1997, p. 130 - 131. Seguindo as reflexões do autor, avalie as alternativas abaixo e assinale a asserção correta: ( ) Para Tomás, a monarquia é a melhor forma de regime. ( ) Para o pensador a semelhança entre o monarca e o tirano é meramente quantitativa. ( ) Tomás de Aquino é conhecido por ser e ser um grande comentador das obras platônicas. ( ) Tomás de Aquino se inspirou na divisão aristotélica das formas de regimes, seguindo os critérios de qualidade e de quantidade. a. F, F, V, V. b. V, V, F, F. c. V, V, F, V. d. F, V, V, V. e. F, V, V, F. Sua resposta está correta. Questão 3 Completo Atingiu 0,60 de 0,60 “Pode-se por fim ver no princípio da deliberação popular o vínculo necessário entre a cidade e a ordem do mundo. A política se opõe não somente à generalidade das leis, mas também à ciência do especialista e é por isso que ela é um caso de ‘deliberação’: este último exige não um saber, mas experiência e prudência. O objeto sobre o qual se delibera em política não é de fato cognoscível mas somente ‘opinável’, já que não existe necessariamente, mas pode ser diferente (caso contrário, não se discutiria a respeito dele) – e depende justamente da decisão dos homens que seja de um ou de outro modo. A Assembleia do povo, mosaico de opiniões contraditórias do qual se deve emanar uma só decisão, é o espaço mais bem adaptado à deliberação, que se supõe a palavra pública e a contradição, e visa um futuro também não passa de um conjunto de possíveis inconsistentes dos um só poderá se atualizar. É por outra parte o lugar em que se somam as experiências individuais, e nenhuma experiência é transmissível ou repetível. A experiência é de fato uma virtude cumulativa; é a qualidade própria do idoso por oposição ao moço; é pelas mesmas razões, antes a virtude de uma coletividade que de um indivíduo. No singular talvez se tenha mais competência, no plural se tem mais experiência (s)” Fonte: WOLF, Francis. Aristóteles e A Política. Tradução de Thereza Christina Ferreira Stummer e Lygia Araujo Watanabe. Discurso Editorial, 1999, São Paulo – SP, p. 140 – 141, 1999. Seguindo a reflexão de Wolf, verifique as alternativas abaixo e depois assinale a alternativa correta: ( ) A inversão da configuração palaciana para a divisão das cidades-estados foi essencial para o nascimento da filosofia. ( ) O termo logos era utilizado pelos gregos na antiguidade para designar termos modernos como razão, discurso, reflexão, etc. ( ) A tradição escrita não foi importante para a estruturação da filosofia na Grécia Antiga. ( ) O espaço público do debate foi o local de encontro para a discussões políticas nas pólis gregas. a. V, V, V, F. b. F, V, F, F. c. V, V, F, V. d. F, F, F, V. e. F, V, F, V. Sua resposta está correta. Questão 4 Completo Atingiu 0,60 de 0,60 “[...] como vimos ao longo de todo este capítulo, se a ciência parte do conhecimento da qualidade dos sujeitos genéricos cujas propriedades deduz, todo o discurso demonstrativo a que entender-se, também, como um desvelamento da mesma natureza dos atributos demonstrados pela explicitação das relações causais que os engendram e, por conseguinte, como um processo indireto – mas nem por isso menos necessário– da manifestação de suas qualidades ou essências. Sob esse prisma, a ciência é sempre conhecimento de essências, eis a última lição do filósofo”. Fonte: PORCHAT, Oswaldo. Ciência e Dialética em Aristóteles. São Paulo, Fundação Editora Unesp, 2000, p. 330. Como Porchat aponta, o conhecimento para Aristóteles o conhecimento só se valida pela demonstração daquilo que se investiga, cuja finalidade é verificar a veracidade e o grau de validade que um tal gênero de conhecimento pode alcançar. Nessa concepção, faz-se necessário para Aristóteles postular regras para que a ciência possa proceder de maneira causal, o que é bem trabalhado nos Primeiros e Segundo Analíticos. Diante de tais concepções, avalie as alternativas abaixo e depois assinale a alternativa correta: I – Para o desenvolvimento das demonstrações nas ciências, o modelo silogístico adequando é o dialético. II – Aristóteles concebeu uma nova visão de realidade, de caráter mais imanentista e naturalista que a de Platão. III – Para o pensador grego, o conhecimento é alcançado pela reminiscência, tal como seu mestre (Platão) concebia. IV – Toda ciência, ou gênero científico, tende a investigar a essência de seu respectivo sujeito de estudo, ou seja, propõe-se a trabalhar com o conhecimento do universal. a. As alternativas I e IV estão corretas. b. As afirmações III, II e IV estão corretas. c. Apenas a alternativa II é correta. d. Apenas as afirmações II e IV estão corretas. e. Todas as alternativas acima estão corretas. Sua resposta está correta. Questão 5 Completo Atingiu 0,60 de 0,60 “Em outras palavras, ao proclamar-se empirista autêntico, Husserl delega todo o poder ao dado, o que não quer dizer que o dado não contenha elementos intuitivos. A experiência empírica pode ser tudo, menos sense-data (tal como a entende o realismo ingênuo). Há sempre elementos ideais na experiência perceptiva. Conclui-se disso que se a fenomenologia for a atitude filosófica, essencialmente descritiva, determinada pela exigência de ausência de pressuposições e de renúncia a toda estratégia explicativa que conduza a extrapolar a estrutura do dado, este dado, para Husserl, só é visível enquanto elemento imediato da consciência. Evidentemente, todo problema é saber se o retorno ao dado é possível pela via da consciência”. Fonte: PERIUS, Cristiano. Três Definições da Fenomenologia. Princípios:Revista de Filosofia, Natal, v. 25, n. 47, maio-ago.2018, p. 126 – 127. Frente a tal caracterização da fenomenologia, verifique as asserções a seguir e depois assinale a alternativa correta: ( ) A fenomenologia consiste em um método crítico onde a relação entre sujeito e objeto é algo pressuposto e não precisa ser provado. ( ) A fenomenologia não se debruça sobre a questão da transcendência, isto é, da passagem dos dados imediatos dos fenômenos para a esfera da consciência e do trabalho reflexivo. ( ) A presença do objeto imanente é totalmente dispensável para o projeto fenomenológico de Husserl. ( ) A fenomenologia busca fundamentar uma alternativa às falhas dos sistemas mecanicistas pautados pelo empirismo e pelo intelectualismo. a. V, V, F, V. b. V, V, V, F. c. V, F, F, V. d. V, F, V, F. e. F, V, F, V. Sua resposta está correta. Questão 6 Completo Atingiu 0,60 de 0,60 “É verdade que não vemos demolirem-se todas as casas de uma cidade só com o propósito de refazê-las de outra forma e de tornar as ruas mais belas, mas não é incomum vermos muitos mandarem derrubar as suas para reconstruí-las, e até por vezes, a isso são obrigados quando elas correm risco de cair por si mesmas e os alicerces não estão muito firmes. Com esse exemplo me persuadi de que não teria cabimento um particular propor-se a reformar um Estado mudando-lhe tudo desde os alicerces e derrubando-o para reerguê-lo; nem mesmo, também, a reformar o corpo das ciências ou a ordem estabelecida nas escolas para as ensinar; mas, quanto às opiniões que até então eu aceitara, o melhor que podia fazer era suprimi-las de uma vez por todas, a fim de substituí-las depois, ou por outras melhores, ou então pelas mesmas, quando eu as tivesse ajustado ao nível da razão”. Fonte: DESCARTES, René. Meditações Metafísicas. Tradução de Maria Ermantina de Almeida Prado Galvão. Editora Martins Fontes, 2 edição, 2005, São Paulo – SP, p. 17 – 18. Seguindo a linha de argumentação do autor, considere qual das opções abaixo se encaixa como correta, no que concerne ao recurso da dúvida metódica: ( ) A utilização da dúvida metódica visa, na concepção cartesiana, a constatação da supremacia das ideias sensíveis perante as ideias inatas. ( ) O método pirronista de Descartes, utilizado n’ As Meditações Metafísicas, tinha como base os descredenciamento total de qualquer ideia, inclusive da certeza da existência do “eu”. ( ) Após a derrubada do edifício de conhecimento, Descartes assume ser impossível sua restauração. ( ) O argumento cartesiano defende a noção de que as ideias advindas apenas da razão são mais claras, distintas e exatas do que as ideias provenientes dos sentidos. a. V, V, F, F. b. F, F, F, V. c. F, F, V, F. d. V, F, V, V. e. F, V, V, V. a Sua resposta está correta. Questão 7 Completo Atingiu 0,60 de 0,60 Ao abordarmos o tema da querela dos universais, podemos falar que ela surgiu de uma interpretação dos pressupostos aristotélicos e platônicos. É de consenso entre os estudiosos que Porfírio realizou um sincretismo entre os dois autores em sua Isagoge, ou seja, ele misturou elementos dos dois pensadores gregos para formular sua obra. Em decorrência disso, a leitura de sua obra pelos pensadores medievais criou toda a especulação sobre a origem dos universais. Outro fator importante para o estabelecimento desse problema foi o fato das obras platônicas e aristotélicas terem desaparecido do território europeu durante boa parte da Idade Média, sendo “recuperadas” por volta dos séculos XI a XIII, depois massivamente no renascimento. Diante de tal consideração sobre a influência de Porfírio na questão dos universais, verifique as afirmações abaixo e depois assinale a alternativa correta: 1) As posições aceca da querela dos universais deram-se em três blocos: o realismo (os universais são coisas), o conceitualismo (os universais são conceitos, existem mentalmente e existem em referência ao objeto) e o nominalismo (os universais são nomes ou designações). LOGO 2) Tais posições são sempre dadas em seu estado puro, ou seja, não existindo misturas ou nuances nos escritos dos autores que trabalharam com essa temática. a. As duas asserções estão erradas. b. As duas afirmações estão corretas. c. A primeira afirmação está certa e a segunda está errada. d. As duas declarações estão certas, mas são afirmações independentes. e. Apenas a segunda declaração é verdadeira. Sua resposta está correta. Questão 8 Completo Atingiu 0,60 de 0,60 “Teremos ganho muito a favor da ciência estética se chegarmos não apenas à intelecção lógica mas à certeza imediata da introvisão [Anschauung] de que o contínuo desenvolvimento da arte está ligado à duplicidade do apolíneo e do dionisíaco, da mesma maneira como a procriação depende da dualidade dos sexos, em que a luta é incessante e onde intervêm periódicas reconciliações. Tomamos estas denominações dos gregos, que tornam perceptíveis à mente perspicaz os profundos ensinamentos secretos de sua visão de artes, não, a bem dizer, por meio de conceitos, mas nas figuras penetrantemente claras de seu mundo dos deuses”. Fonte: NIETZSCHE, Friedrich. O Nascimento da Tragédia. Tradução de J. Guinsburg. São Paulo, Companhia das Letras, 2007, São Paulo – SP, p. 24. Acerca das noções de apolíneo e dionisíaco que estudamos nesta unidade, verifique as alternativas abaixo e assinale a alternativa correta: a. De acordo com o autor, a tradição apolínea é ligada à poesia épica homérica, já a tradição dionisíaca é relacionada às obras de Arquíloco. b. Na concepção do autor, Apolo e Dionísio representam princípios da natureza inconciliáveis. c. SegundoNietzsche, Apolo é a divindade que representava o Uno-primordial. d. Para Nietzsche a figura dionisíaca representava o princípio de individuação para os gregos na antiguidade. e. Tanto Apolo quanto Dionísio são divindades oriundas da tradição olímpica, retratada por Homero. Sua resposta está correta. Questão 9 Completo Atingiu 0,60 de 0,60 “A República é, sem qualquer dúvida, uma obra essencialmente imbuída de preocupações políticas – reflete-se sobre o conceito de justiça, de polis justa – mas não se pode deixar de considerar que a educação política para constituir a cidade é o tema correlativo e igualmente importante. A polis, a sua educação, a arte, a poesia, todos esses elementos só podem ser compreendidos e integrados a partir da compreensão ontológica e gnosiológica do platonismo cuja base é a já conhecida teoria das ideias”. Fonte: ABREU, Waldir Ferreira e OLIVEIRA, Damião Bezerra. Educ. Pesqui., São Paulo, v. 41, n. 1, p. 209, jan./mar. 2015. Seguindo a reflexão dos autores sobre Platão, verifique as proposições abaixo e depois assinale as alternativas corretas: ( ) Segundo Platão, a educação não deve ser provida pelo Estado ou pólis. ( ) Existem apenas duas qualidades para o cidadão da república hipotética platônica, a temperança e a sabedoria. ( ) Para Platão, a educação tem um papel essencial na formação do cidadão da república platônica. ( ) Para Platão, a educação é um dos principais critérios para avaliar qual o papel que cada cidadão poderá desempenhar dentro da república platônica. a. F, V, V, V. b. V, V, F, F. c. V, F, F, F. d. F, F, V, V. e. V, F V, F. Sua resposta está correta. Questão 10 Completo Atingiu 0,60 de 0,60 “Eu sou, eu existo, isto é certo; mas por quanto tempo? A saber, durante o tempo em que penso; pois talvez pudesse ocorrer, se eu cessasse de pensar, que cessasse ao mesmo tempo de ser ou de existir. Não admito agora nada que não seja necessariamente verdadeiro: não sou, então precisamente falando, senão uma coisa que pensa, ou seja, um espírito, um entendimento ou uma razão, que são termos cujo significado era-me anteriormente desconhecido. Ora, eu sou uma coisa verdadeira e verdadeiramente existente; mas que coisa? Disse-o: uma coisa que pensa. E que mais? Excitarei ainda mais minha imaginação para procurar se não sou algo mais” Fonte: DESCARTES, René. Meditações Metafísicas. Tradução de Maria Ermantina de Almeida Prado Galvão. Editora Martins Fontes, 2 edição, 2005, São Paulo – SP, p 46. Descartes é tido como o pensador que marcou o início do pensamento moderno, além de ser o pai da filosofia do sujeito. Um dos pontos centrais de seu pensamento foi a formulação do inatismo, pressuposto que não é estranho na história da filosofia, podendo ser comparado, com certas ressalvas, à reminiscência platônica. Referente ao conhecimento pautado pelo inatismo, assinale a alternativa correta: a. A corrente de pensamento que contempla o inatismo como elemento essencial para o conhecimento é o ceticismo. b. O inatismo consiste na concepção de que o conhecimento é impresso na alma, desde sua criação, sem pressupor a ideia de um ser mais que perfeito que o ser humano. c. O inatismo é caracterizado como um postulado que atesta que podemos adquirir um conhecimento totalmente seguro a partir da experiência e da natureza. d. A concepção inatista do conhecimento ignora a noção de uma dualidade da alma. e. O inatismo consiste na pressuposição de que existem ideias na alma que não foram adquiridas pela experiência, mas que sempre estiveram na mesma. a Sua resposta está correta. ◄ ENQUETE DE SATISFAÇÃO - EAD UNIFATECIE Seguir para... CLIQUE AQUI PARA REALIZAR A PROVA CURRICULAR - DIA 21/06/2024 A 23/06/2024 - VALOR 6,0 PONTOS - 2ª OPORTUNIDADE ► https://www.eadunifatecie.com.br/mod/feedback/view.php?id=1193283&forceview=1 https://www.eadunifatecie.com.br/mod/quiz/view.php?id=1193285&forceview=1