Logo Passei Direto
Buscar

PLANEJAMENTO CURRICULAR E INCLUSÃO

Texto sobre planejamento curricular e inclusão que discute desafios de turmas heterogêneas e apresenta propostas: avaliação diagnóstica, adaptação curricular, individualização do ensino, trabalho em equipe com especialistas e flexibilidade no planejamento.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

PLANEJAMENTO CURRICULAR E INCLUSÃO 
ALUNA - GISELI RIBEIRO CODONHO 
DESAFIO: 
O final de um ano letivo revela ao professor a necessidade de preparar-se adequadamente para 
suas funções no ano seguinte. É importante que antes de assumir efetivamente as novas 
turmas do ano seguinte, o professor tenha traçado as metas a serem alcançadas no decorrer do 
ano. O planejamento curricular é uma das ferramentas dentre aquelas que o professor dispõe 
para estabelecer seus objetivos e os rumos a serem percorridos. Em muitas escolas, as 
avaliações dos alunos ao término de um ano representam a possibilidade de que os 
professores obtenham informações importantes sobre aqueles que serão seus alunos no ano 
seguinte, tais como: quais as dificuldades e potencialidades de cada um? Existem 
necessidades educacionais especiais dentre os alunos que lhe serão confiados? Suponha que 
um professor, ao receber de um colega as informações sobre os alunos com os quais irá 
trabalhar no início do ano letivo, encontre uma ou várias situações nas quais seus futuros 
alunos não apenas possuem necessidades educacionais especiais (devido a uma deficiência ou 
a algum tipo de transtorno, ou mesmo algum caso de superlotação). Como será possível ao 
professor estabelecer um currículo a ser estudado para uma classe nada homogênea? Na sua 
opinião, qual a saída para que o planejamento do professor seja ao mesmo tempo satisfatório 
do ponto de vista dos conteúdos programáticos e levando em conta as necessidades pessoais 
concretas de seus alunos? 
 
RESPOSTA: 
 
Planejamento é o ato de organizar, direcionar, sistematizar algo que pretende ser executado 
posteriormente e requer um direcionamento para que não venha perder o foco no decorrer de 
todo o seu processo de construção. Está ferramenta traz em sua dissertação a responsabilidade 
de propor técnicas / atividades que facilitem a compreensão dos conteúdos e responsabilidade 
inerente à prática docente. A consciência da amplitude e complexidade de seu papel permitirá 
aos professores organizarem o processo de ensinar e aprender tendo como foco a formação 
integral do aluno, a fim de que este possa se perceber como sujeito histórico. 
Portanto, um processo de elaboração deste documento tem a objetividade de se enquadra 
numa concepção determinada pelo âmbito educacional, o qual estabelece os fins a serem 
atingidos pelo ato educativo. Tanto a teoria quanto á pratica desenvolvem “paradigmas”, o 
qual leva a educação a funcionar ordenadamente. 
A saída para que o planejamento do professor seja satisfatório em termos de conteúdo 
programático e atenda às necessidades pessoais dos alunos é adotar uma abordagem inclusiva 
e diferenciada, adaptando o currículo, individualizando o ensino e buscando apoio de 
profissionais especializados. 
 
 
Educação especial 
 
Ao deparar-se com alunos que possuem necessidades educacionais especiais, seja devido a 
deficiências, transtornos ou superlotação, o professor enfrenta o desafio de estabelecer um 
currículo adequado para uma classe que não é homogênea. 
É possível encontrar soluções para que o planejamento do professor seja satisfatório tanto em 
termos de conteúdo programático quanto levando em consideração as necessidades pessoais 
concretas dos alunos. 
Uma abordagem inclusiva e diferenciada pode ser adotada nesses casos, em que o professor 
busca adaptar o currículo e as estratégias de ensino para atender às diversas necessidades dos 
alunos. Algumas medidas que podem ser adotadas incluem: 
Avaliação inicial: Realizar uma avaliação diagnóstica para identificar as habilidades, 
dificuldades e interesses individuais dos alunos. Isso permitirá ao professor conhecer melhor 
as necessidades específicas de cada aluno. 
 Adaptação curricular: A partir da avaliação inicial, o professor pode adaptar o currículo, 
fazendo ajustes nas atividades, nos recursos utilizados e na forma de avaliação, de modo a 
atender às necessidades dos alunos. 
 Individualização do ensino: Promover atividades e materiais que atendam aos diferentes 
níveis de aprendizado e estilos de aprendizagem dos alunos. Isso pode incluir recursos visuais, 
auditivos e táteis, bem como o uso de tecnologia assistiva, quando necessário. 
 Trabalho em equipe: Colaborar com profissionais de apoio, como psicopedagogos, 
fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais, para desenvolver estratégias de ensino específicas 
e garantir o suporte necessário aos alunos com necessidades especiais. 
 Flexibilidade e adaptação: Estar aberto a ajustes no planejamento conforme o 
desenvolvimento e as necessidades dos alunos surgirem ao longo do ano. Isso envolve revisar 
constantemente as estratégias de ensino e fazer as adaptações necessárias para garantir um 
aprendizado efetivo. 
Segundo Libâneo (1994, p. 222) o planejamento tem grande importância por tratar-se de: 
“Um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a 
atividade escolar e a problemática do contexto social”. Este é um documento de cunho 
educacional o qual as normas e diretrizes acadêmicas que cada instituição exerce, por isto que 
cada escola é responsável pela elaboração do seu próprio planejamento anual seguinte o que 
segue as regras da LDB para que esta confecção seja de alguma formada padronizada entre as 
instituições de ensino. 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
BRASIL, Ministério da Educação e Desporto Secretaria de Educação. Artigo 1 da Lei nº 
9.394 de 20 de dezembro de 1996. Disponível em:< 
https://www.jusbrasil.com.br/topicos/11697144/artigo-1-da-lei-n-9394-de-20-de-dezembro-
de-1996> Acessado em: 15 de junho de 2024. 
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo. Editora Cortez. 1994. 
SITE, Câmera dos Deputados. LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. Disponível 
em:< https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1996/lei-9394-20-dezembro-1996-362578-
publicacaooriginal-1-pl.html> Acessado em 15 de junho de 2024. 
VASCONCELLOS, C. S. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto 
Político-Pedagógico – elementos metodológicos para elaboração e realização. 21ª ed. São 
Paulo: Libertad, 2010. 
 
https://www.jusbrasil.com.br/topicos/11697144/artigo-1-da-lei-n-9394-de-20-de-dezembro-de-1996
https://www.jusbrasil.com.br/topicos/11697144/artigo-1-da-lei-n-9394-de-20-de-dezembro-de-1996
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1996/lei-9394-20-dezembro-1996-362578-publicacaooriginal-1-pl.html
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1996/lei-9394-20-dezembro-1996-362578-publicacaooriginal-1-pl.html

Mais conteúdos dessa disciplina