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Procedimentos de Segurança em Sistemas Elétricos

Material sobre procedimentos de segurança em sistemas elétricos, com foco em aterramento de subestações: critérios do conjunto de aterramento, cabos condutores, passos para colocação e retirada, isolamento da área e medidas de proteção incluindo uso de DDR.

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Sistemas Elétricos
Procedimentos de segurança
Sistemas Elétricos
Procedimento de segurança
Os sistemas elétricos são compostos pelos mais diversos equipamentos, de baixa,
média ou alta tensão. Todos eles têm um período de vida útil, ou seja, um período de
tempo em que se espera que cumpram a função para a qual foram criados. Contudo,
o funcionamento dos equipamentos provoca danos e desgastes, o que exige a
atividade de manutenção por parte dos profissionais. Para a realização das
manutenções, devem ser adotados procedimentos de segurança rigorosos, a fim de
garantir a integridade dos profissionais que as realizam.
Sistemas Elétricos
Aterramento
O aterramento é de vital importância para a manutenção e a operação de
equipamentos de subestações. Os procedimentos com subestações devem ser rígidos
e inflexíveis.
O aterramento de circuitos elétricos desenergizados tem como objetivo proteger os
profissionais da manutenção contra possíveis energizações, como:
• Energização acidental
• Descargas atmosféricas
• Tensão estática
• Tensões induzidas (capacitativas e eletromagnéticas)
Sistemas Elétricos
Sistemas Elétricos
Sistemas Elétricos
Conjunto de aterramento
Critérios
• Capacidade para conduzir a máxima corrente de curto pelo tempo necessário à atuação
do sistema de proteção, garantindo a segurança do profissional de manutenção no caso de
energização inadvertida da linha ou do equipamento, além de conduzir correntes
induzidas de estado permanente.
• Capacidade para suportar três energizações consecutivas.
• Cabos, grampos e conectores deverão suportar os esforços mecânicos criados pelas
correntes de curto, sem desprenderem das conexões, nem se romperem.
• Adequação e funcionalidade ao serviço de manutenção.
Sistemas Elétricos
• Capacidade para manter, por ocasião da corrente de curto-circuito, uma
adequada tensão através do conjunto de aterramento, não prejudicando a
pessoa em paralelo com ele.
• Capacidade para suportar os surtos devidos a descargas atmosféricas que
ocorrerem em pontos distantes do local de trabalho.
Sistemas Elétricos
Cabos condutores
Os cabos de aterramento devem ser extraflexíveis, bons condutores (de cobre ou
alumínio) e possuir revestimento isolante para 600 V, se possível, transparente
Sistemas Elétricos
Sistemas Elétricos
Procedimentos para colocação do aterramento
• Confirmar o bom estado de conservação dos equipamentos de aterramento para sua utilização,
principalmente quanto à limpeza da superfície de contato do grampo e quanto ao bom estado das
conexões.
• Obedecer à sequência da operação para a instalação do conjunto de aterramento, após o
encarregado da manutenção receber a necessária autorização da operação.
• Verificar imediatamente, antes da execução do aterramento, se a rede ou o equipamento está
desenergizado, utilizando o dispositivo adequado.
Sistemas Elétricos
• Efetuar a conexão do cabo de aterramento com a malha de terra da subestação, sendo esta
precedida da limpeza da superfície de contato.
• Conectar o cabo de aterramento ao terminal da linha ou equipamento que entrará em manutenção.
Esta operação deve ser executada com o bastão isolante.
• Ajustar o posicionamento do grampo no condutor, devendo-se apertá-lo levemente e movimentá-
lo, de modo a diminuir a resistência elétrica da superfície de contato, e finalmente apertá-lo bem.
• Todas as fases devem ser aterradas, começando pela mais próxima do profissional de manutenção.
Sistemas Elétricos
Procedimentos para retirada do aterramento
• Retirar o aterramento somente após a conclusão ou a suspensão do trabalho de manutenção. Antes, 
porém, o encarregado da manutenção providenciará a retirada da equipe do local de trabalho.
• Retirar a conexão do cabo de aterramento do terminal da linha ou do equipamento, seguindo a ordem 
inversa à de colocação.
• Retirar a conexão do cabo de aterramento da malha de terra da subestação ou da estrutura.
• Verificar se todos os aterramentos foram retirados.
Sistemas Elétricos
Isolamento da área
Toda área liberada para trabalhos de manutenção e aterrada deverá ter um isolamento
visual de boa identificação. A identificação visual é um aspecto importante para
garantir a segurança dos trabalhos de manutenção. A concentração de componentes
elétricos e de ferramentas dificultam a visualização de:
• dispositivos de isolamento e aterramento operativo;
• área de trabalho;
• conjuntos de aterramento.
Sistemas Elétricos
PROTEÇÃO EM TRABALHOS COM ELETRICIDADE
• Devem ser considerados para o desenho do projeto e a seleção de novos equipamentos
• Redução ao mínimo da exposição das pessoas a riscos elétricos, instalação, manutenção e operação
de um equipamento elétrico.
• Proteger as partes do trabalho que tenham uma tensão maior que 50 V em condições adequadas do
equipamento elétrico.
• Todos os equipamentos e painéis elétricos (circuitos elétricos) em ambiente em que estão sujeitos a
presença de umidade e lavação, deverão possuir o DDR – Disjuntor Diferencial Residual ou DR
acoplado ao disjuntor tradicional.
Sistemas Elétricos
Medidas de controle
DESENERGIZAÇÃO
- é um conjunto de ações coordenadas, sequenciadas e controladas, destinadas a garantir a
efetiva ausência de tensão no circuito, trecho ou ponto de trabalho, durante todo o tempo de
intervenção e sob controle dos trabalhadores envolvidos.
Somente serão consideradas desenergizadas as instalações elétricas liberadas para trabalho,
mediante os procedimentos apropriados e obedecida a sequência a seguir:
Sistemas Elétricos
Seccionamento
É o ato de promover a descontinuidade elétrica total, com afastamento adequado entre um
circuito ou dispositivo e outro, obtida mediante o acionamento de dispositivo apropriado
(chave seccionadora, interruptor, disjuntor), acionado por meios manuais ou automáticos,
ou ainda através de ferramental apropriado e segundo procedimentos específicos.
Sistemas Elétricos
Impedimento de reenergização
É o estabelecimento de condições que impedem, de modo reconhecidamente garantido, a
reenergização do circuito ou equipamento desenergizado, assegurando ao trabalhador o
controle do seccionamento. Na prática trata-se da aplicação de travamentos mecânicos, por
meio de fechaduras, cadeados e dispositivos auxiliares de travamento ou com sistemas
informatizados equivalentes.
Sistemas Elétricos
Deve-se utilizar um sistema de travamento do dispositivo de seccionamento, para o quadro,
painel ou caixa de energia elétrica e garantir o efetivo impedimento de reenergização
involuntária ou acidental do circuito ou equipamento durante a execução da atividade que
originou o seccionamento. Deve-se também fixar placas de sinalização alertando sobre a
proibição da ligação da chave e indicando que o circuito está em manutenção.
O risco de energizar inadvertidamente o circuito é grande em atividades que envolvam equipes
diferentes, onde mais de um empregado estiver trabalhando. Nesse caso a eliminação do risco
é obtida pelo emprego de tantos bloqueios quantos forem necessários para execução da
atividade.
Sistemas Elétricos
PROTEÇÃO EM TRABALHOS COM ELETRICIDADE
• Linhas de defesa para evitar os incidentes ou acidentes elétricos:
1ª: As tecnologias que eliminam a exposição dos riscos elétricos para evitar os incidentes ou
acidentes elétricos.
2ª.: As tecnologias que reduzem a frequência da severidade da exposição potencial, usadas
conjuntamente com as práticas seguras de trabalho,
3ª.: Os EPIs.
Sistemas Elétricos
EPI PARA CIRCUITOS MONOFÁSICOS 127 E 220 VOLTS:
• Vestimenta: Uniforme para proteção correspondente ao risco de exposição do
local
• Luva de proteção de couro;
• Capacete de segurança dielétrico classe II;
• Óculos de segurança;
• Sapato de segurança com biqueira em polipropileno
Sistemas Elétricos
EPI PARA CIRCUITOS TRIFÁSICOS DE TENSÃO 220, 380 E 440 VOLTS
EM OPERAÇÃO E FORA DE OPERAÇÃO;
• Vestimenta: Uniforme para proteção correspondente ao risco de exposição do local,• Luva de proteção de couro;
• Luva de borracha isolante para baixa tensão (1000V);
• Capacete de segurança dielétrico classe II com viseira em policarbonato;
• Óculos de segurança;
• Sapato de segurança com biqueira em polipropileno.
Sistemas Elétricos
EPI PARA ATIVIDADES DE MANOBRAS EM SUBESTAÇÃO, PARA ATIVIDADE
COM MÃO DE OBRA INTERNA EXTERNA
• Vestimenta: Uniforme para proteção correspondente ao risco de exposição do local,
• Capuz com viseira de policarbonato conforme a classe da vestimenta;
• Luva de proteção de couro;
• Luva de borracha isolante para baixa tensão (15000V);
• Capacete de segurança dielétrico classe II;
• Sapato de segurança com biqueira em polipropileno
Sistemas Elétricos
EPI PARA ATIVIDADES DE MANOBRAS EM SUBESTAÇÃO, PARA ATIVIDADE
COM MÃO DE OBRA INTERNA EXTERNA
Importância do uso de vestimentas especiais resistentes ao fogo em serviços com eletricidade:
• Não igniza, queima, derrete ou goteja;
Possui resistência inerente a chamas;
• Mantém uma barreira para isolar o trabalhador da exposição térmica;
• Proporciona tempo de escape;
• Resiste a quebras/rupturas;
• Reduz queimaduras e aumenta chances de sobrevivência.
Sistemas Elétricos
PRECAUÇÕES AO UTILIZAR INSTALAÇÕES TEMPORÁRIAS:
• Não utilizar equipamentos e ferramentas elétricas em más condições;
• Os equipamentos e ferramentas devem ser aterrados ou conectados com fio terra, ou de dupla
isolação;
• Utilizar disjuntores diferencial tipo DR para proteção da instalação e prevenir choques
elétricos;
Sistemas Elétricos
PRECAUÇÕES AO UTILIZAR INSTALAÇÕES TEMPORÁRIAS:
• Proteger cabos e fios flexíveis de danos acidentais, evitar bordas e projeções pontudas ao
passar a fiação através de vãos ou outros pontos de congestionamento. Deve-se usar proteção
para evitar danos;
• Ao cruzar passagem de pedestres, usar altura mínima de 4 metros e se for passagem de
veículos ou caminhões, usar altura mínima de 6 metros. Ao suspender fiação temporária de
estrutura de prédios, usar material não condutor. Nunca amarrar com fios metálicos (efeito
bobina e poderá danificá-lo e ter um curto-circuito);
Sistemas Elétricos
PRECAUÇÕES AO UTILIZAR INSTALAÇÕES TEMPORÁRIAS:
• Nunca deixar os cabos elétricos no chão, seja qual for o motivo, exceto se tiver uma proteção
tipo tubo ou tábua, e sinalização para se evitar quedas;
• Deve-se utilizar somente tomadas aterradas. Todos os circuitos secundários devem conter um
condutor de aterramento conforme normas elétricas;
• Proibido instalar tomadas em circuitos secundários que alimentem iluminação temporária.
Sistemas Elétricos
PLANEJAMENTO
Um cuidadoso planejamento deve ser elaborado para entender, avaliar e prevenir a exposição
dos riscos implícitos. Este planejamento em equipe é de grande valor na identificação dos
riscos e práticas seguras de trabalhos para cada tarefa.
Os procedimentos devem ser colocados em prática e todos devem conhecer os riscos existentes
na atividade.
Deve constar do plano de trabalho todos os requisitos mandatórios. E se as condições do
trabalho mudarem, deve-se revisar o plano e discuti-lo com as mesmas pessoas que aprovaram
e autorizaram o plano original.
Todo planejamento deve ser avaliado e identificado através de placas e/ou adesivos para a
comunicação dos pontos de riscos elétricos nos equipamentos/sistemas que fizerem parte da
tarefa.
Sistemas Elétricos
RISCOS À SEGURANÇA 
Os riscos à segurança e saúde dos trabalhadores nesse setor são, via de regra, elevados 
podendo levar a lesões de grande gravidade e sendo específicos a cada tipo de atividade. 
De modo geral, os principais riscos presentes nas atividades desenvolvidas na área de 
eletricidade envolvem: 
Sistemas Elétricos
Riscos de Origem Elétrica
A eletricidade constitui–se em agente de elevado potencial de risco ao homem. Mesmo em
baixas tensões ela representa perigo à integridade física e saúde do trabalhador. Sua ação mais
nociva é a ocorrência do choque elétrico com consequências diretas e indiretas (quedas,
batidas, queimaduras indiretas e outras). Também apresenta risco devido à possibilidade de
ocorrências de curtos–circuitos ou mau funcionamento do sistema elétrico originando grandes
incêndios, explosões ou acidentes ampliados.
É importante lembrar que o fato de a linha estar desenergizada não elimina o risco elétrico,
tampouco pode–se prescindir das medidas de controle coletivas e individuais necessárias, já
que a energização acidental pode ocorrer devido a erros de manobra, contato acidental com
outros circuitos energizados, tensões induzidas por linhas adjacentes ou que cruzam a rede,
descargas atmosféricas mesmo que distantes dos locais de trabalho e fontes de alimentação de
terceiros.
Sistemas Elétricos
Riscos de choque elétrico
É o principal causador de acidentes no setor e geralmente originado por contato do trabalhador
com partes energizadas. Constitui–se em estímulo rápido e acidental sobre o sistema nervoso
devido à passagem de corrente elétrica, acima de determinados valores, pelo corpo humano.
Seus efeitos diretos são contrações musculares, queimaduras (internas e externas), parada
respiratória, parada cardíaca, eletrólise de tecidos, fibrilação cardíaca e óbito e seus efeitos
indiretos quedas, batidas e queimaduras indiretas (externas).
A extensão do dano do choque elétrico depende da magnitude da corrente elétrica, do caminho
por ela percorrido no corpo humano e do seu tempo de duração.
Sistemas Elétricos
Arco voltaico
Constitui–se em outro risco de origem elétrica. O arco voltaico caracteriza–se pelo fluxo de
corrente elétrica através de um meio “isolante”, como o ar, e geralmente é produzido quando
da conexão e desconexão de dispositivos elétricos e em caso de curto–circuito. Um arco
voltaico produz calor que pode exceder a barreira de tolerância da pele e causar queimaduras
de segundo ou terceiro grau.
O arco elétrico possui energia suficiente para queimar as roupas e provocar incêndios,
emitindo vapores de material ionizado e raios ultravioleta.
Sistemas Elétricos
Campo elétrico
É gerado quando da passagem da corrente elétrica alternada nos meios condutores. Os efeitos
danosos do campo eletromagnético nos trabalhadores manifestam–se especialmente quando da
execução de serviços na transmissão e distribuição de energia elétrica, nas quais se empregam
elevados níveis de tensão.
Os efeitos possíveis no organismo humano decorrente da exposição ao campo eletromagnético
são de natureza elétrica e magnética.
Deve-se dar especial atenção aos trabalhadores expostos a essas condições e que possuam em
seu corpo próteses metálicas (pinos, encaixes, articulações), pois a radiação promove
aquecimento intenso nos elementos metálicos podendo provocar as necroses ósseas, assim
como aos trabalhadores portadores de aparelhos e equipamentos eletrônicos (marca–passo,
auditivos, dosadores de insulina, entre outros), pois a radiação interfere nos circuitos elétricos e
poderão criar disfunções e mau funcionamento desses.
Sistemas Elétricos
Riscos de Queda
Constitui–se numa das principais causas de acidentes nos setores elétrico e de telefonia, sendo
característico de diversos ramos de atividade, mas muito representativo nas atividades de
construção e manutenção do setor de transmissão e distribuição de energia elétrica e de
construção e manutenção de redes telefônicas.
As quedas ocorrem em consequência de choques elétricos, de inadequação de equipamentos de
elevação (escadas, cestos, plataformas), inadequação de EPI, falta de treinamento dos
trabalhadores, falta de delimitação e sinalização do canteiro do serviço nas vias públicas e
ataque de insetos.
Sistemas Elétricos
Riscos em Ambientes Fechados
Os trabalhos em espaços fechados, como caixas subterrâneas e estações de transformação e
distribuição fechadas, expõem os trabalhadores ao risco de asfixia por deficiência de oxigênio
ou por exposição a contaminantes, tanto nas atividades do setor elétrico como no setor de
telefonia.
Nestes ambientes pode ocorrer a presençade gases asfixiantes (ex: monóxido e dióxido de
carbono) e, ou explosivos (ex: metano, vapores de combustíveis líquidos). Esses contaminantes
originam–se por formação de gases orgânicos oriundos de reações químicas nos esgotos e
presença de agentes biológicos de putrefação existentes nesses ambientes, e, ainda, de
vazamentos de combustíveis dos tanques subterrâneos de postos de abastecimento e da
canalização de gás combustível.
Além desses riscos, nos trabalhos executados em redes de distribuição de energia elétrica e de
telefonia subterrâneas, devido à proximidade com redes de esgoto e locais encharcados, existe
a possibilidade de contaminação por agentes biológicos.
Sistemas Elétricos
Riscos Ergonômicos
São significativos nas atividades do setor elétrico e telefônico, estando relacionados aos
fatores:
- Biomecânicos – posturas não fisiológicas de trabalho provocadas pela exigência de ângulos e
posições inadequadas dos membros superiores e inferiores para realização das tarefas,
principalmente em altura, sobre postes e apoios inadequados, levando a intensas solicitações
musculares, levantamento e transporte de carga, etc.
- Organizacionais – pressão no tempo de atendimento a emergências ou a situações com
períodos de tempo rigidamente estabelecidos, realização rotineira de horas extras, trabalho por
produção, pressões da população com falta do fornecimento de energia elétrica.
Sistemas Elétricos
- Psicossociais – elevada exigência cognitiva necessária ao exercício das atividades, associada
à constante convivência com o risco de vida devido à presença do risco elétrico e também do
risco de queda (neste caso, sobretudo, para atividades em linhas de transmissão, executadas em
grandes alturas).
- Ambientais – representados pela exposição ao calor, radiação, intempéries da natureza,
agentes biológicos, etc. Os levantamentos de saúde do setor elétrico mostram que são
frequentes na atividade as lombalgias, as entorses, as distensões musculares, e manifestações
gerais relacionadas ao estresse.
Sistemas Elétricos
Outros Riscos
- Calor – nas atividades desempenhadas em espaços fechados ou em subestações, devido à
proximidade de conjunto de transformadores e capacitores.
- Radiação solar – os trabalhos em instalações elétricas ou serviços com eletricidade quando
realizados em áreas abertas podem também expor os trabalhadores à radiação
solar. Como consequências podem ocorrer queimaduras, lesões nos olhos e até câncer de pele,
provocadas por radiação infravermelho ou ultravioleta.
Sistemas Elétricos
Outros Riscos
- Ruído – presente nas usinas de geração de energia elétrica, devido ao movimento de turbinas
e geradores. Ocorre também em estações e subestações de energia, decorrente do
funcionamento de conjunto de transformadores, como também da junção e disjunção de
conectores, que causam forte ruído de impacto.
- Ascarel ou bifenis policlorados (PCB) – seu uso como líquido isolante em equipamento
elétrico (ex: capacitores, transformadores, chaves de manobras e disjuntores) tornou–se
bastante difundido porque, além de apresentar boas qualidades dielétricas e térmicas, é
resistente ao fogo.

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