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• Em 1901, o médico holandês Willem Einthoven desenvolveu um aparelho, conectando os fios nos pés e nas mãos, submersos em baldes com solução de eletrólitos, ligando essas três derivações a uma robusta máquina com mais de 300 quilos para conseguir registrar a eletrofisiologia coração humano. •V1: NO QUARTO ESPAÇO INTERCOSTAL, NA MARGEM DIREITA DO ESTERNO. •V2: NO QUARTO ESPAÇO INTERCOSTAL, NA MARGEM ESQUERDA DO ESTERNO. •V3: A MEIO CAMINHO ENTRE OS ELETRODOS V2 Y V4. •V4: NO QUINTO ESPAÇO INTERCOSTAL ESQUERDO, NA LINHA HEMICLAVICULAR (BAIXA A PARTIR DO PONTO MÉDIO DA CLAVÍCULA). •V5: NO MESMO NÍVEL QUE O ELETRODO V4, NA LINHA AXILAR ANTERIOR (BAIXA A PARTIR DA PREGA AXILAR ANTERIOR). •V6: NO MESMO NÍVEL QUE OS ELETRODOS V4 E V5, NA LINHA AXILAR MÉDIA (BAIXA A PARTIR DO PONTO MÉDIO DA AXILA). O MUSCULO É VOLTADO COM SUA MAIOR PARTE PARA O LADO ESQUERDO, E DESTA FORMA, OS ELETRODOS EM SEGUIMENTO LATERAL DO 5º ESPAÇO INTERCOSTAL TEM O PAPEL DE MAPEAR TODA A FORMAÇÃO, INCLUSIVE ANTERIOR E POSTERIOR • O complexo QRS é um trecho do traçado do ECG formado por três ondas: Q, R e S. Lembrando que, quando o músculo cardíaco bate em ritmo sinusal ou normal, aparecem cinco ondas nos gráficos do eletrocardiograma: P, Q, R, S e T. Nesse cenário, cada batimento é formado pela sequência onda P, complexo QRS e onda T. • Cada quadradinho menor, mede 1 mm, e um quadrado maior mede 5 mm, ou seja, cada precisam-se de 5 menores para a formação de 1 maior. • A onda no ECG tem de manter uma norma, e caso fuja dela, podemos encontrar, patologias e até mesmo doenças no musculo cardíaco. • EX: a Onda “P” tem de medir por normalidade, 2,5 mm de altura e 2,5 mm de duração ( comprimento) • Ou seja, dois quadradinhos e meio, para entender melhor, veja a imagem a seguir. • A onda P é a primeira onda do ciclo cardíaco. Representa a despolarização dos átrios. É constituída pela sobreposição da atividade elétrica dos dois átrios. • Sua parte inicial corresponde à despolarização do átrio direito e sua parte final à despolarização do átrio esquerdo. • A duração da onda P é inferior a 0.10 s (2.5 mm) e uma voltagem máxima de 0.25 mV (2.5 mm de altura). Normalmente é positiva em todas as derivações, exceto em AVR onde é negativa, e em V1 onde normalmente é isodifásica. https://pt.my-ekg.com/bases/ciclo-cardiaco.html • É constituído por um conjunto de ondas e representa a despolarização dos ventrículos. A sua duração varia de 0,06 s a 0,10 s. O complexo QRS tem várias morfologias dependendo da derivação. • Onda Q: se a primeira onda do complexo QRS é negativa, ele se denomina onda Q. • Onda R: é a primeira onda positiva do complexo QRS, pode ser precedida por uma onda negativa (onda Q) ou não. Se o complexo QRS tivesse outra onda positiva esta é chamada R’. • Onda S: é a onda negativa que aparece após da onda R. • Onda QS: quando um complexo é completamente negativo, sem a presença de uma onda positiva, se denomina complexo QS. Geralmente é um sinal de necrose miocárdica. https://pt.my-ekg.com/generalidades-ecg/onda-q.html https://pt.my-ekg.com/infarto-ecg/isquemia-lesao-necrose.html • Representa a repolarização dos ventrículos. Geralmente é de menor amplitude do que o QRS anterior. • Em um eletrocardiograma normal é positiva em todas as derivações, exceto em aVR. • Embora possa ser negativa em D3 em obesos e em V1-V4 em crianças, jovens e mulheres. • A onda T normal é assimétrica, a sua porção ascendente é mais lenta do que a descendente. A sua amplitude máxima é inferior a 5 mm nas derivações periféricas e menos de 15 mm nas derivações precordiais. • Existem muitas doenças que causam alterações na onda T, como, cardiopatia isquêmica ou a hipercalemia ). https://pt.my-ekg.com/generalidades-ecg/derivacoes-ecg.html https://pt.my-ekg.com/ecg-pediatrico/ecg-pediatrico.html https://pt.my-ekg.com/generalidades-ecg/derivacoes-ecg.html https://pt.my-ekg.com/infarto-ecg/cardiopatia-isquemica.html https://pt.my-ekg.com/metabolicas-drogas/hipercalemia-ecg.html • Onda positiva de baixa voltagem, que se vê principalmente em derivações precordiais após a onda T. • A sua origem é desconhecida, poderia significar a repolarização dos músculos papilares. https://pt.my-ekg.com/generalidades-ecg/derivacoes-ecg.html BASTA ENCONTRAR O PICO DA ONDA R . R E SEGUIR O CALCULO DE ENCURTAMENTO ENTRE ELES. 300 150 100 75 . . . • PARA A IDENTIFICAÇÃO DE REPOLARIZAÇÃO PRECOÇE OU TARDIA EM “T”: • BASTA FAZER UMA LINHA IMAGINARIA ENTRE O INTERVALO RR. • SE A ONTA T FICAR ANTES DA MARCAÇÃO CENTRAL, A REPOLARIZAÇÃO ESTÁ NORMAL • CASO, FIQUE MUITO PROXIMA DO SEGUIMENTO S, CLASSIFICAMOS COMO PRECOÇE. • E SE CASO ESTEJA MUITO ALEM DA LINHA CENTRAL, O CARACTERIZAMOS COMO TARDIA EXEMPLO ✓NADA MAIS É DO QUE A LOCALIZAÇÃO TRAÇADA DAS MARCAÇOES ELETROCARDIOGRAFICAS. ✓DESTA FORMA TODA E QUALQUER ALTERAÇÃO VISIVEL, ESTARÁ PRESENTE ACIMA OU ABAIXO DA LINHA DE BASE. ✓PORTANTO SE ESTIVER ACIMA DA LINHA DE BASE, COM DESNIVELAMENTO VISUAL ALTERADOS, CHAMAMOS DE SUPRA. ✓E SE ESTIVER ABAIXO DA LINHA DE BASE, APRESENTANDO DESNIVELAMENTO VISUAL ALTERADO, CHAMAMOS DE INFRA. • As ondas não se formam e se chocam dentro do Complex QRS • Possível FC: 150 > bpm • Ondas cintilantes e sem padrão, resultado em PALPITAÇÃO precordial, por motivo de haver redução e aumento da FC repentinamente. • Grandes espaçamentos entre RR, resultando em FC