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Aula: Incidências básicas: dedos, polegar, mão e punho. Antebraço, ombro, clavícula e braço. DISCIPLINA: POSICIONAMENTO RADIOGRÁFICO I PROF. ESP. ROBERTO SILVA INCIDÊNCIAS BÁSICAS: DEDOS, POLEGAR, MÃO E PUNHO. INCIDÊNCIA: DEDOS BÁSICAS: PA; PA OBLÍQUA; PERFIL; INCIDÊNCIA EM PA: DEDOS PATOLOGIAS: Fraturas e/ou luxações, osteoporose e osteoartrite. FATORES TÉCNICOS: RI – 18x24 cm; RI – sentido transversal. POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Colocar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo flexionado cerca de 90° e com a mão e antebraço apoiados na mesa. POSIÇÃO DA PARTE: • Mão pronadas com dedos estendidos. • Centralizar. • Separar o dedo lesado dos dedos adjacentes. RC: • RC perpendicular ao RI, direcionado para a articulação IFP (interfalangiana proximal). 100cm Colimação Recomendada Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA EM PA: DEDOS CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: Falanges distais, media e proximal, metacarpo distal; art. Associadas. Posicionamento: O eixo longitudinal do dedo deve ser alinhado e paralelo à borda lateral do RI. Nenhuma rotação. Os dedos devem estar separados sem superposição das partes moles. As articulações interfalangianas devem aparecer abertas, indicando que a mão estava totalmente pronada e com o RC na incidência correta IFP. Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. Critérios de exposição: Densidade e contraste otimazados. INCIDÊNCIA PA OB – ROTAÇÃO MEDIAL OU LATERAL: DEDOS PATOLOGIAS: Fraturas e/ou luxações, osteoporose e osteoartrite. FATORES TÉCNICOS: RI – 18x24 cm; RI – sentido transversal. POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo flexionado a aproximadamente 90° com a mão e o pulso repousando sobre o RI e os dedos estendidos. POSIÇÃO DA PARTE: • Mão em uma oblíqua lateral a 45°. • Centralizar. • Separar o dedo lesado dos dedos adjacentes. RC: • RC perpendicular ao RI, direcionado para a articulação IFP. 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA PA OB – ROTAÇÃO MEDIAL OU LATERAL: DEDOS CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: Visão oblíqua a 45º das falanges proximais médias e distais; articulações associadas. Posicionamento: O eixo longitudinal do dedo deve ser alinhado e paralelo à borda lateral do RI. Nenhuma rotação. A visão do dedo a ser examinado deve ser de uma oblíqua a 45°. Os espaços das articulações IF e MCF devem estar abertos, indicando assim a incidência correta do RC, estando as falanges paralelas ao RI. Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC na Art. IFP. Critérios de exposição: Densidade e contraste otimazados. INCIDÊNCIA PERFIL – LATEROMEDIAL OU MEDIOLATERAL: DEDOS PATOLOGIAS: Fraturas e/ou luxações, osteoporose e osteoartrite. FATORES TÉCNICOS: RI – 18x24 cm; RI – sentido transversal. POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo flexionado a aproximadamente 90° com a mão e o pulso repousando sobre o RI e os dedos estendidos. POSIÇÃO DA PARTE: • Mão em posição lateral e estendido. • Centralizar e alinhar dedo. • Separar o dedo lesado dos dedos adjacentes. RC: • RC perpendicular ao RI, direcionado para a articulação IFP. 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA PERFIL – LATEROMEDIAL OU MEDIOLATERAL: DEDOS CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: Visão em perfil das falanges proximais médias e distais; articulações associadas. Posicionamento: O eixo longitudinal do dedo deve ser alinhado e paralelo à borda lateral do RI. Nenhuma rotação. O dedo deve estar em perfil verdadeiro, indicado pelo aspecto côncavo da superfície anterior das diáfises das falanges. Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC na Art. IFP. Critérios de exposição: Densidade e contraste otimazados. INCIDÊNCIA POLEGAR BÁSICAS: AP; PA OBLÍQUA; PERFIL; ESPECIAIS: AP MÉTODO DE ROBERT MODIFICADO; PATOLOGIAS: Fraturas e/ou luxações, osteoporose e osteoartrite. FATORES TÉCNICOS: RI – 18x24 cm; RI – sentido transversal. POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa, braços estendidos à frente, com as mão em rotação interna de modo a supinar o polegar para a incidência em AP. POSIÇÃO DA PARTE: • Mão com rotação interna e dedos estendidos até que a superfície posterior do polegar esteja em contato com o RI. Centralizar e alinhar dedo. EXCEÇÃO – PA (se o paciente não conseguir realizar o AP); RC: • RC perpendicular ao RI, direcionado para a a 1° art. MCF - METACARPOFALANGIANA. 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA EM AP: POLEGAR AP PA INCIDÊNCIA EM AP: POLEGAR CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: Visão das falanges proximal e distal, 1° metacarpo, trapézio e articulações associadas. Posicionamento: O eixo longitudinal do dedo deve ser alinhado e paralelo à borda lateral do RI. Nenhuma rotação. Articulações abertas. Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC na Art. 1° MCF Critérios de exposição: Densidade e contraste otimizados. PATOLOGIAS: Fraturas e/ou luxações, osteoporose e osteoartrite. FATORES TÉCNICOS: RI – 18x24 cm; RI – sentido transversal. POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo flexionado em 90°, com a mão repousando sobre o cassete. POSIÇÃO DA PARTE: • Abduzir levemente o polegar. Alinha o eixo longo do polegar ao do RI. Centralizar a 1° MCF ao RC. RC: • RC perpendicular ao RI, direcionado para a a 1° art. MCF. DISTÂNCIA - 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA PA OBLÍQUA - ROTAÇÃO MEDIAL: POLEGAR CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: Visão da falange proximal e distal, 1° metacarpo, trapézio (superposto) e articulações associadas em posição OBL em 45° Posicionamento: O eixo longitudinal do dedo deve ser alinhado e paralelo à borda lateral do RI. Nenhuma rotação. Articulações abertas. Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC na Art. 1° MCF Critérios de exposição: Densidade e contraste otimizados, sem movimentos. INCIDÊNCIA PA OBLÍQUA - ROTAÇÃO MEDIAL: POLEGAR PATOLOGIAS: Fraturas e/ou luxações, osteoporose e osteoartrite. FATORES TÉCNICOS: RI – 18x24 cm; RI – sentido transversal. POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo flexionado em 90°, com a mão repousando sobre o cassete. POSIÇÃO DA PARTE: Mão pronada, polegar abduzido e dedos levemente arqueados. Girar a mão levemente até o polegar estar em um lateral verdadeiro. Alinha o eixo longo do polegar ao do RI. Centralizar a 1° MCF ao RC. RC: • RC perpendicular ao RI, direcionado para a a 1° art. MCF. DISTÂNCIA - 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA PERFIL: POLEGAR CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: Visão da falange proximal e distal, 1° metacarpo, trapézio (superposto) e articulações associadas em posição perfil. Posicionamento: O eixo longitudinal do dedo deve ser alinhado e paralelo à borda lateral do RI. Nenhuma rotação. Articulações abertas. Polegar em posição de perfil verdadeiro de modo a visualizar a superfície côncava da falange proximal. Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC na Art. 1° MCF Critérios de exposição: Densidade e contraste otimizados, sem movimentos. INCIDÊNCIA PERFIL: POLEGAR PATOLOGIAS: Fraturas e/ou luxações da 1° art. CMC, osteoporose. A BASE DO 1° METACARPO É MOSTRADA PARA DESCARTAR FRATURA DE BENNETT. FATORES TÉCNICOS: RI – 18x24 cm; RI – sentidotransversal. 50-60 kVp POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa, com a mão e o braço completamente estendidos. POSIÇÃO DA PARTE: Girar internamente o braço até que a face posterior do polegar encoste no RI Alinha o eixo longo do polegar ao do RI. Pedir ao paciente que segure os dedos para o lado. RC: • 15° em direção ao punho entrando na 1° art. CMC. 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA AXIAL AP( MÉTODO DE ROBERT MODIFICADO): POLEGAR Está incidência foi primeiramente descrita por M. Roberto em 1936 para demonstrar a primeira art. Carpometacarpica com o uso de um RC perpendicular (90°). A incidência foi modificada para incluir uma angulação proximal de 15° do RC. FRATURA DE BENNETT CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: Uma incidência AP do polegar e da primeira articulação CMC são visíveis sem superposição. A base do primeiro metacarpiano e o trapézio devem ser bem visualizados. Posicionamento: O eixo longitudinal do dedo deve ser alinhado e paralelo à borda lateral do RI. Nenhuma rotação. Articulações abertas. Aspectos côncavos em ambos os lados das falanges. Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC na Art. 1° CMC. Critérios de exposição: Densidade e contraste otimizados, sem movimentos. INCIDÊNCIA AXIAL AP( MÉTODO DE ROBERT MODIFICADO): POLEGAR INCIDÊNCIAS: MÃOS BÁSICAS: PA; PA OBLÍQUA; LATERAL em “leque”; LATERAL (EXTENSÃO E FLEXÃO); ESPECIAL: AP OBLÍQUA BILATERAL (MÉTODO DE NORGAARD); PATOLOGIAS: Fraturas e/ou luxações corpos estranhos das falanges, metacarpos e todas as articulações da mão. Osteoporose e osteoartrite. FATORES TÉCNICOS: RI – 24x30 cm; RI – sentido transversal ou 18x24 no longitudinal. POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo em 90, mão e antebraço repousando sobre a mesa. POSIÇÃO DA PARTE: Mão pronada. Centralizar a mão. Alinha o eixo longo do antebraço com o do RI RC: Perpendicular direcionado para a 3° art. MCF 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA EM PA: MÃO CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: Mão inteira e pulso em PA, cerca de 2,5 cm (uma polegada) do antebraço distal devem ser visíveis. • A incidência PA da mão mostra uma visão oblíqua do polegar. Posicionamento: Eixo longitudinal da mão e do pulso alinhados com o eixo do RI. Nenhuma rotação. Articulações abertas. Aspectos côncavos em ambos os lados das falanges. Os dedos devem estar ligeiramente separados sem haver superposição das partes moles. Articulações bem abertas Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC 3° art. MCF. Critérios de exposição: Densidade e contraste otimizados, sem movimentos. INCIDÊNCIA EM PA: MÃO PATOLOGIAS: Fraturas e luxações de todas as articulações da mão, metacarpianos e falanges. Processos patológicos, tais como osteoporose e osteoartrite. FATORES TÉCNICOS: RI – 24x30 cm; RI – sentido transversal ou 18x24 no longitudinal. POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa com o cotovelo cerca de 90°. Mão e antebraço apoiados na mesa. POSIÇÃO DA PARTE: Pronar a mão no RI; centralizar e alinhar o eixo longitudinal da mão com o eixo longitudinal do RI. Girar Completamente a mão e o pulso lateralmente a 45° e apoiar com cunha radioluzente ou com bloco em degraus, como mostrado, para que todos os dedos fiquem separados e paralelos ao RI RC: Perpendicular direcionado para a 3° art. MCF 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA EM PA OBLÍQUA: MÃO INCIDÊNCIA EM PA OBLÍQUA: MÃO Exceção Para uma oblíqua de rotina da mão, use um bloco de apoio para colocar os dedos paralelos ao RI. Este bloco impede o encurtamento de falanges e a superposição das articulações interfalangianas. Se apenas os metacarpianos forem de interesse, a radiografia pode ser obtida com o polegar e os dedos tocando o RC. CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: Mão inteira e pulso em PA, cerca de 2,5 cm (uma polegada) do antebraço distal devem ser visíveis. • A incidência PA da mão mostra uma visão oblíqua do polegar. Posicionamento: O eixo longitudinal da mão e do pulso deve estar alinhado com o RI. • A incidência oblíqua em 45° é evidenciada pelo seguinte: A porção média das diáfises dos metacarpianos não deve se sobrepor. Não deve haver superposição do segundo e terceiros metacarpianos distais; superposição excessiva . Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC 3° art. MCF. Critérios de exposição: Densidade e contraste otimizados, sem movimentos. INCIDÊNCIA EM PA OBLÍQUA: MÃO PATOLOGIAS: Fraturas e luxações de todas as articulações da mão, metacarpianos e falanges. Processos patológicos, tais como osteoporose e osteoartrite. FATORES TÉCNICOS: RI – 24x30 cm; RI – sentido transversal ou 18x24 no longitudinal. POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa com o cotovelo cerca de 90°. Mão e antebraço apoiados na mesa. POSIÇÃO DA PARTE: Posicionar os dedos e o polegar em uma posição “em leque”, apoiando cada dedo no bloco radioluzente, conforme mostrado. Garantir que todos os dedos, incluindo o polegar, fiquem separados mas que permaneçam em uma posição de perfil verdadeiro. RC: Perpendicular direcionado para a 2° art. MCF 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA EM PERFIL LATERO MEDIAL: MÃO CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: Mão inteira e pulso em PA, cerca de 2,5 cm (uma polegada) do antebraço distal devem ser visíveis. • A incidência PA da mão mostra uma visão oblíqua do polegar. Posicionamento: Os dedos devem aparecer igualmente separados, com as falanges em perfil e espaços articulares abertos, indicando que os dedos estão paralelos ao RI. • O polegar deve aparecer em posição ligeiramente oblíqua completamente livre de superposição, com espaços articulares abertos. • A mão e o pulso devem estar em posição perfil verdadeiro, evidenciado pelo seguinte: rádio distal e a ulna superpostos. Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC 3° art. MCF. Critérios de exposição: Densidade e contraste otimizados, sem movimentos. INCIDÊNCIA EM PERFIL LATERO MEDIAL: MÃO PATOLOGIAS: Objetivo localizar corpos estranhos na mão e nos dedos; também demonstra fraturas dos metacarpianos com desvio anteriores ou posteriores. FATORES TÉCNICOS: RI – 18X24 LONGITUDINAL POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa com o cotovelo cerca de 90°. Mão e antebraço apoiados na mesa. POSIÇÃO DA PARTE: Perfil em extensão: Estender os dedos e o polegar e apoiar-se contra um bloco de apoio radioluzente. Certifique-se de que todos os dedos e metacarpianos estejam totalmente superpostos, em perfil verdadeiro. • Perfil em flexão: Flexionar os dedos assumindo uma posição flexionada natural, com o polegar tocando suavemente o segundo dedo; manter posição de perfil verdadeiro. RCRC perpendicular ao RI, direcionada da segunda à quinta articulação MCF. 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIAS LATERO MEDIAIS EM EXTENSÃO E FLEXÃO – LATERO MEDIAL: MÃO CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: A mão inteira é visível, assim como o pulso, a cerca de 2,5 cm (1 polegada) do antebraço distal. O polegar deve aparecer em posição ligeiramente oblíqua e livre de superposição, com os espaços articulares abertos. Posicionamento: Eixo longitudinal da mão e do pulso alinhados com o eixo longitudinal do RI. Mão e pulso devem estar em perfil verdadeiro, evidenciado pelo seguinte: rádio distal e a ulna superpostos; metacarpianose falanges estão superpostos. Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC 2° à 5° art. MCF. Critérios de exposição: Densidade e contraste otimizados, sem movimentos. INCIDÊNCIA EM PERFIL LATERO MEDIAL: MÃO INCIDÊNCIA AP OBLÍQUA BILATERAL: MÃO – MÉTODO DE NORGAARD PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Artrite reumatoide da segunda a quinta falanges proximais e articulações MCF. Fraturas FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 24x30 cm. ➢ Sentido Transversal; ➢ kV 55 +/ 65; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Sentar o paciente na extremidade da mesa, com ambas as mãos estendidas. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Supinar as mãos e juntar as faces mediais de ambas as mãos no centro do RI. Rotação interna das mãos de 45°. Estender os dedos e deixa-los relaxados. Abduzir o polegar. RC: ➢ Perpendicular ao ponto médio entre ambas as mãos, no nível da 5° articulação MCF. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢Ambas as mãos desde a área do carpo até as pontas dos dedos, em posição oblíqua 45°. INCIDÊNCIA AP OBLÍQUA BILATERAL: MÃO – MÉTODO DE NORGAARD INCIDÊNCIAS: PUNHO BÁSICAS: PA; PA OBLÍQUA; LATERAL; ESPECIAL: DESVIO ULNAR; MÉTODO DE STECHER; DESVIO RADIAL; MÉTODO DE GAYNOR-HART PONTE DO CARPO; PATOLOGIAS: Fraturas do rádio distais, fraturas isoladas do processo estiloide radial ou ulnar e fraturas dos ossos do carpo. Processos patológicos, como osteomielite e artrite. FATORES TÉCNICOS: RI – 18x24 transversal; POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo flexionado cerca de 90°. Mão e pulso apoiados sobre o RI, palma para baixo. Abaixar o ombro até que ombro, cotovelo e pulso estejam no mesmo plano horizontal. POSIÇÃO DA PARTE:Alinhar e centralizar o eixo longitudinal da mão e do pulso em relação ao RI, com a área carpal centralizada em relação ao RC. Com a mão pronada, arquear a mão ligeiramente colocando o pulso e a área do carpo em contato estreito com o RI. RC: Perpendicular direcionado à área do mediocarpo. 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA PA: PUNHO CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: A porção média dos metacarpos e metacarpos proximais; carpos; rádio distal, ulna e articulações associadas. Todos os espaços intercarpianos não aparecem abertos por causa de suas formas irregulares e que resultam em superposição. Posicionamento: PA verdadeiro é evidenciado pelo seguinte: concavidades iguais em cada lado das diáfises dos metacarpianos proximais; distâncias quase iguais entre os metacarpianos proximais; separação entre o rádio distal e a ulna, exceto uma possível superposição mínima na articulação radioulnar distal. Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC no mediocarpo. Critérios de exposição: Densidade e contraste otimizados, sem movimentos. INCIDÊNCIA EM PA OBLÍQUA: PUNHO PATOLOGIAS: Fraturas do rádio distais, fraturas isoladas do processo estiloide radial ou ulnar e fraturas dos ossos do carpo. Processos patológicos, como osteomielite e artrite. FATORES TÉCNICOS: RI – 18x24 transversal; POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo flexionado cerca de 90°. POSIÇÃO DA PARTE:Alinhar e centralizar o eixo longitudinal da mão e do pulso em relação ao RI, com a área carpal centralizada em relação ao RC. A partir da mão pronada girar lateralmente o punho e a mão a 45°. RC: Perpendicular direcionado à área do mediocarpo. 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA PA OBLÍQUA: PUNHO CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: São visíveis o rádio distal, a ulna, o carpo e o mediometacarpo. O trapézio e o escafoide devem ser bem visualizados, com apenas ligeira superposição de outros ossos do carpo em seus aspectos mediais. Posicionamento: Uma oblíqua verdadeira do pulso a 45 graus é evidenciada pelo seguinte: a cabeça ulnar fica parcialmente superposta pelo rádio distal; o terço proximal do terceiro ao quinto metacarpianos (bases metacarpais) devem aparecer superpostos na sua maior parte. Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC no mediocarpo. Critérios de exposição: Densidade e contraste otimizados, sem movimentos. INCIDÊNCIA EM PA OBLÍQUA: PUNHO PATOLOGIAS: Fraturas ou luxações do rádio ou ulna distais, especificamente luxações anteroposteriores do tipo fraturas de Barton, de Colles ou de Smith. Osteoartrite também pode ser demonstrada, principalmente no trapézio e na primeira articulação CMC. FATORES TÉCNICOS: RI – 18x24 LONGITUDINAL; POSICIONAMENTO DO PACIENTE: Posicionar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo flexionado cerca de 90°. Colocar o pulso e a mão sobre o RI em perfil com o polegar para cima. O ombro, o cotovelo e o pulso devem estar no mesmo plano horizontal. POSIÇÃO DA PARTE:• Ajustar a mão e o pulso em perfil verdadeiro, com os dedos confortavelmente flexionados; se for necessário em apoio para evitar movimento, utilizar um bloco radioluzente e sacos de areia. Colocar o bloco contra a mão e os dedos estendidos, como mostrado. RC: Perpendicular direcionado à área do mediocarpo. 100cm COLIMAÇÃO RECOMENDADA: Colimação nos quatro lados, do dedo afetado. INCIDÊNCIA PA PERFIL: PUNHO CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS: Estruturas mostradas: São visíveis o rádio e ulna distais, os ossos do carpo e pelo menos o mediometacarpo. Posicionamento: perfil verdadeiro é evidenciado pelo seguinte: a cabeça ulnar deve estar superposta ao rádio distal; o segundo ao quinto metacarpianos proximais devem aparecer alinhados e superpostos. Colimação e RC: Visível nos quatro cantos. RC no mediocarpo. Critérios de exposição: Densidade e contraste otimizados, sem movimentos. INCIDÊNCIA EM PA PERFIL: PUNHO PA E AXIAL DO ESCAFOIDE - COM DESVIO ULNAR: PUNHO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas do escafoide; FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 18x24 cm. ➢ Sentido longitudinal; ➢ kV 60 +/ 65; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Sentar o paciente na extremidade da mesa, com punho e mão sobre o chassi, palma para baixo, ombros, cotovelo e punho no mesmo plano horizontal. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Posicionar o punho como se fosse uma incidência PA: palma para baixo e mão e punho alinhados ao filme. Realizar flexão ulnar até onde o paciente possa suportar. RC: ➢ RC com ângulo de 10°a 15°em direção ao cotovelo incidindo acima do escafoide. ➢ 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢São visíveis o rádio e a ulna distais, carpos e metacarpianos proximais. O escafoide deve ser demonstrado claramente sem encurtamento, com interespaços intercarpianos adjacentes abertos. PA E AXIAL DO ESCAFOIDE - COM DESVIO ULNAR: PUNHO PA DO ESCAFOIDE – MÃO ELEVADA E DESVIO ULNAR: PUNHO MÉTODO DE STECHER PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas do escafoide; ➢ Esta é uma incidência alternativa ao método axial; FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 18x24 cm. ➢ Sentido longitudinal; POSIÇÃO DO PACIENTE: Sentar o paciente na extremidade da mesa, com punho e mão sobre o chassi, palma para baixo, ombros, cotovelo e punho no mesmo plano horizontal. POSIÇÃO DA PARTE: Posicionar o punho como se fosse uma incidência PA. Mão elevada a 20° por uma almofada ou uma esponja. Realizar flexão ulnar até onde o paciente possa suportar. RC: ➢ Perpendicular ao RI e direcionado ao escafoide. 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢São visíveis o rádio e ulna distais, o carpo e os metacarpianos proximais. Carpos são visíveis, com interespaços adjacentes mais abertos no lado lateral (radial) do pulso. O escafoide deve ser demonstrado claramente sem encurtamento, com interespaços intercarpianos adjacentes abertos. PA DO ESCAFOIDE – MÃO ELEVADA E DESVIO ULNAR: PUNHO MÉTODO DE STECHER INCIDÊNCIA EM PA – DESVIO RADIAL PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturasdos ossos do carpo especialmente o semilunar,o piramidal,o pisiforme e o hamato. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 18x24 cm. ➢ Sentido longitudinal; ➢ kV 60 +/ 65; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Sentar o paciente na extremidade da mesa, com punho e mão sobre o chassi, palma para baixo, ombros, cotovelo e punho no mesmo plano horizontal. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Posicionar o punho como se fosse uma incidência PA – palma para baixo e punho alinhado ao filme. Realizar flexão radial até onde o paciente possa suportar. RC: ➢ RC perpendicular direcionado a área mediocárpica. ➢ 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢São visíveis o rádio e a ulna distais, carpos e metacarpianos proximais. O escafoide deve ser demonstrado claramente sem encurtamento, com interespaços intercarpianos adjacentes abertos. INCIDÊNCIA EM PA – DESVIO RADIAL INCIDÊNCIA TANGENCIAL INFEROSSUPERIOR - TÚNEL DO CARPO: PUNHO - Método de gaynor-hart. PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Calcificações e alterações ósseas anormais no sulco do carpo, que podem comprimir o nervo mediano, como a síndrome do túnel do carpo. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 18x24 cm. ➢ Sentido Transversal; ➢ kV 60 +/ 65; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Sentar o paciente na extremidade da mesa, com punho e mão sobre o chassi, palma para baixo. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Pedir ao paciente para hiperestender o punho (dorsiflexão) o máximo possível, segurando os dedos com a outra mão, hiperestender o punho até que o eixo longo dos metacarpos e dedos esteja quase vertical. Girar a mão e o punho cerca de 10° internamente. RC: ➢ 25° a 30° em relação ao eixo longo da mão. 2 a 3 cm distal à base do terceiro metacarpo. (centro da palma da mão) ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢Os ossos do carpo são mostrados em uma disposição tipo túnel, arqueada. INCIDÊNCIA TANGENCIAL INFEROSSUPERIOR - TÚNEL DO CARPO: PUNHO - Método de gaynor-hart. INCIDÊNCIA TANGENCIAL – PONTE DO CARPO: PUNHO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ São mostradas calcificações e outras patologias da face dorsal dos ossos do carpo. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 18x24 cm. ➢ Sentido Transversal; ➢ kV 60 +/ 65; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Colocar o paciente em pé ou sentado na extremidade da mesa e então apoiado sobre a superfície dorsal da mão, palma para cima, no cassete. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Centralizar a face dorsal dos ossos do carpo no RI. Flexionar o punho o máximo que o paciente possa suportar, até que a mão e o antebraço distal formem um ângulo o mais próximo possível de 90°. RC: ➢ 45° em relação ao eixo do antebraço. Direcionar para o ponto médio do antebraço distal cerca de 4 cm proximal à articulação do punho. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ É visível uma projeção tangencial da face do escafoide, semilunar e piramidal, contorno do capitado e trapézio superpostos. INCIDÊNCIA TANGENCIAL – PONTE DO CARPO: PUNHO INCIDÊNCIAS DO ANTEBRAÇO BÁSICAS: AP; PERFIL; INCIDÊNCIA AP: ANTEBRAÇO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações do rádio e ulna e processos patológicos como osteomielite ou artrite. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 30x35 cm para pacientes menores; 35x43 para pacientes maiores. ➢ Sentido longitudinal; ➢ kV 60 +/ 66; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Sentar o paciente na extremidade da mesa, com mão e braço completamente estendidos e palma para cima (supinado). POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Alinhar e centralizar o antebraço em relação ao eixo maior do filme (punho e cotovelo estejam incluídos).(Utilize um filme tão grande quanto necessário.) RC: ➢ Perpendicular ao RI, direcionado ao antebraço médio. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ Rádio e ulna em AP, mínimo da fileira distal dos ossos do carpo e do úmero distal. INCIDÊNCIA AP: ANTEBRAÇO INCIDÊNCIA EM PERFIL – LATEROMEDIAL: ANTEBRAÇO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações do rádio e ulna e processos patológicos como osteomielite ou artrite. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 30x35 cm para pacientes menores; 35x43 para pacientes maiores. ➢ Sentido longitudinal; ➢ kV 64 +/ 66; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Sentar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo flexionado a 90°. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Girar a mão e o punho para uma posição lateral verdadeira e apoiar a mão para evitar movimento. RC: ➢ Perpendicular ao RI, direcionado ao antebraço médio. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ Projeção lateral do rádio e da ulna, fileira proximal dos ossos do carpo, cotovelo e extremidade distal do úmero. INCIDÊNCIA EM PERFIL – LATEROMEDIAL: ANTEBRAÇO INCIDÊNCIAS DO COTOVELO BÁSICAS: ➢AP ➢Oblíqua: lateral e medial ➢Lateral ➢Especiais ➢Flexão aguda (método de lones) INCIDÊNCIA AP: COTOVELO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações do cotovelo e processos patológicos como osteomielite ou artrite. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 24x30cm. ➢ Sentido transversal; ➢ kV 60 +/ 66; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Paciente deve estar sentado,com a mão,punho e braço apoiado na mesa,com a faze posterior voltada para a mesa radiográfica. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Mão alinhada como antebraço,o cotovelo deve estar apoiado sobre o chassi. RC: ➢ Perpendicular ao RI, direcionado ao terço médio da articulação do cotovelo. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ São visíveis o úmero distal, espaço articular do cotovelo e rádio e ulna proximais. INCIDÊNCIA AP: COTOVELO INCIDÊNCIA AP OBLÍQUA – ROTAÇÃO LATERAL (EXTERNA): COTOVELO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações do cotovelo, principalmente da cabeça e do colo do rádio, e processos patológicos como osteomielite ou artrite. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 24x30cm. ➢ Sentido transversal; ➢ kV 60 +/ 66; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Sentar o paciente na extremidade da mesa,com o braço em extensão completa e o ombro e o cotovelo no mesmo plano horizontal POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Braço em supinação. Centralizar a articulação ao filme.Rodar lateralmente o braço inteiro (45° em relação ao chassi). RC: ➢ Perpendicular ao RI, direcionado ao terço médio da articulação do cotovelo. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ É visível uma projeção oblíqua tanto do úmero distal quanto do rádio e ulna proximal. INCIDÊNCIA AP OBLÍQUA – ROTAÇÃO LATERAL (EXTERNA): COTOVELO INCIDÊNCIA AP OBLÍQUA – ROTAÇÃO MEDIAL (INTERNA): COTOVELO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações do cotovelo, principalmente do processo coronoide da ulna e tróclea em perfil, e processos patológicos como osteomielite ou artrite. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 24x30cm. ➢ Sentido transversal; ➢ kV 60 +/ 66; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Sentar o paciente na extremidade da mesa,com o braço em extensão completa e o ombro e o cotovelo no mesmo plano horizontal POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Braço em supinação. Centralizar a articulação ao filme.Rodar medialmente o braço inteiro (45° em relação ao chassi). RC: ➢ Perpendicular ao RI, direcionado ao terço médio da articulação do cotovelo. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ É visível uma projeção oblíqua tanto do úmero distal quanto do rádio e ulna proximal. INCIDÊNCIA AP OBLÍQUA – ROTAÇÃO LATERAL (EXTERNA): COTOVELO INCIDÊNCIA EM PERFIL – LETEROMEDIAL: COTOVELO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações do cotovelo, e processos patológicos como osteomielite ou artrite. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 18x24cm. ➢ Sentido transversal; ➢ kV 60 +/ 66; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Sentar o paciente na extremidade da mesa,com o cotovelo flexionado a 90°. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Centralizar a articulação do cotovelo em relação ao RC e ao centro do filme. Abaixar o ombro até que o úmero e o antebraço estejam no mesmo plano horizontal. Girar a mão e o punho até uma posição lateral verdadeira, com o polegar para cima. RC: ➢ Perpendicular ao RI, direcionado ao meio da articulação do cotovelo. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS:➢ É visível uma projeção lateral do úmero distal e do antebraço, o processo do olécrano. INCIDÊNCIA EM PERFIL – LETEROMEDIAL: COTOVELO INCIDÊNCIA EM FLEXÃO AGUDA: COTOVELO – MÉTODO DE JONES PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações moderadas do cotovelo em flexão aguda. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 18x24cm. ➢ Sentido longitudinal; ➢ kV 60 +/ 66; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Sentar o paciente na extremidade da mesa,com o cotovelo agudamente flexionado repousando sobre o cassete. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Alinhar e centralizar o úmero em relação ao eixo longitudinal do filme, com o antebraço agudamente fletido e as pontas dos dedos apoiadas no ombro. Ajustar o chassi para centralizar a região da articulação do cotovelo ao centro do filme. Evitar rotação. RC: ➢ Úmero distal: Perpendicular ao RI, direcionado ao meio entre os epicôndilos. ➢ Antebraço proximal: Perpendicular ao antebraço, 5 cm superior ao processo do olécrano. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ Olecrano, epicôndilo medial e lateral. Porção distal do rádio e ulna. INCIDÊNCIA EM FLEXÃO AGUDA: COTOVELO – MÉTODO DE JONES INCIDÊNCIAS DO ÚMERO BÁSICAS: ➢AP. ➢Rotação lateral. ➢Lateral com feixe horizontal. INCIDÊNCIA AP: ÚMERO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações do ombro, assim como outros processos patológicos como osteoporose e artrite. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 35x43cm. ➢ Sentido longitudinal; ➢ kV 70 +/ 76; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Posicionar o paciente ereto ou supino. Ajustar a altura do cassete de forma que as articulações do ombro e cotovelo estejam distantes das extremidades do RI. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Rodar o corpo em direção ao lado afetado para colocar o ombro e região proximal do úmero em contado com o cassete. Abduzir de modo leve o braço e supinar a mão. RC: ➢ Perpendicular ao RI, direcionado para o ponto médio do úmero ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ Úmero AP, articulações do ombro e cotovelo. INCIDÊNCIA AP: ÚMERO ROTAÇÃO LATERAL – INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL E MEDIOLATERAL: ÚMERO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações do úmero, assim como outros processos patológicos como osteoporose e artrite. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 35x43cm. ➢ Sentido longitudinal; ➢ kV 70 +/ 76; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Posicionar o paciente ereto ou supino para incidência lateromedial ou mediolateral. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Lateromedial: Posicionar o paciente ereto com o dorso para o RI e o cotovelo parcialmente flexionado, o corpo rodado em direção ao lado afetado, como necessário para trazer o úmero e ombro em contato com o cassete. Rodar o braço internamente. Mediolateral: Colocar o paciente de frente para o RI e obliquar conforme necessário de 20° a 30° do PA para permitir o contato intimo do úmero com o RI, flexionar o cotovelo a 90°. RC: ➢ Perpendicular ao RI, direcionado para o ponto médio do úmero ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ Úmero Perfil, articulações do ombro e cotovelo. ROTAÇÃO LATERAL – INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL E MEDIOLATERAL: ÚMERO INCIDÊNCIA EM PERFIL – LATEROMEDIAL COMRAIOS HORIZONTAIS NO TRAUMA: ÚMERO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações da porção média e distal do úmero, assim como outros processos patológicos como osteoporose e artrite. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 35x43cm. ➢ Sentido longitudinal; ➢ kV 70 +/ 76; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Paciente deitado, realizar radiografia com raios horizontais laterais colocando um suporte abaixo do braço. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Flexionar o cotovelo, se possível, mas não tentar rodar o braço, deve estar em 90° do AP esta incidência. RC: ➢ Perpendicular ao RI, direcionado para o ponto médio do úmero ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ Úmero Perfil, articulações do ombro e cotovelo. Os dois terços distais do úmero. INCIDÊNCIA EM PERFIL – LATEROMEDIAL COMRAIOS HORIZONTAIS NO TRAUMA: ÚMERO INCIDÊNCIAS DO OMBRO E CINTURA ESCAPULAR Básicas: AP com rotação externa; AP com rotação interna; Especiais: Axial ínfero-superior (método de Lawrence; Lateral em “Y” escapular (trauma) INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO EXTERNA: OMBRO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações da porção proximal do úmero e docíngulo do membro superior. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 24x30cm. ➢ Sentido transversal; ➢ kV 70 +/ 76; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Paciente em posição ereta ou supina. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Centralizar o ombro com o centro do RI. Abduzir levemente o braço estendido, depois rodar o braço externamente até que os epicôndilos do úmero distal estejam paralelos ao RI. RC: ➢ Perpendicular ao RI, direcionado 2,5 cm abaixo do processo coracoide. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ Úmero proximal parte da clavícula e parte superior da escapula e articulação glenoidal. INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO EXTERNA: OMBRO INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO INTERNA: OMBRO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações da porção proximal do úmero e docíngulo do membro superior. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 24x30cm. ➢ Sentido transversal; ➢ kV 70 +/ 76; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Paciente em posição ereta ou supina. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Centralizar o ombro com o centro do RI. Abduzir levemente o braço estendido, depois rodar o braço internamente até que os epicôndilos do úmero distal estejam paralelos ao RI. RC: ➢ Perpendicular ao RI, direcionado 2,5 cm abaixo do processo coracoide. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ Úmero proximal parte da clavícula e parte superior da escapula e articulação glenoidal. INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO INTERNA: OMBRO INCIDÊNCIA AXIAL INFEROSSUPERIOR: OMBRO – MÉTODO DE LAWRENCE PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Podem ser demonstrados a osteoporose, osteoporose, osteoartrite e defeito de Hill-Sachs, realizando rotação exagerada. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 18x24cm. ➢ Sentido transversal; ➢ kV 70 +/ 76; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Mover o paciente em direção à extremidade frontal da mesa e colocar um apoio ou outro suporte de braço contra a extremidade frontal da mesa para sustentar o braço abduzido. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Cabeça em direção oposta, cassete vertical na mesa perto do pescoço e sustentar com pesos. Abduzir o braço 90° do corpo, manter rotação externa se possível com suporte abaixo da mão e dobraço. RC: ➢ Medialmente 25° a 30°, centralizando horizontalmente para axila e cabeça umeral. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ Vista lateral do úmero próximo à cavidade da articulação do ombro. Processo coracoide da escápula e o tubérculo menor do úmero em perfil, espinha da escapula na extremindade. INCIDÊNCIA AXIAL INFEROSSUPERIOR: OMBRO – MÉTODO DE LAWRENCE ESCAPULA “Y” LATERAL – POSIÇÃO OBLÍQUA ANTERIOR: OMBRO PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações do úmero proximal e escápula. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 24x30 cm. ➢ Sentido longitudinal; ➢ kV 70 +/ 76; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Rodar para a posição oblíqua anterior, como uma lateral de escápula, com o paciente de frente para o RI. 45° a 60°. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Centralizar a articulação do ombro ao RC e ao centro do RI. Abduzir levemente o braço proximal do úmero sobre as costelas. RC: ➢ Perpendicular ao RI, direcionado para a articulação do ombro. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ Vista lateral exata da escápula, úmero proximal e articulação do ombro. ESCAPULA “Y” LATERAL – POSIÇÃO OBLÍQUA ANTERIOR: OMBRO INCIDÊNCIA AP E AXIAL: CLAVÍCULA PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Fraturas e luxações da clavícula. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 24x30 cm. ➢ Sentido transversal; ➢ kV 70 +/ 76; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Paciente na posição ereta ou supina, com os braços ao lado, queixo levantado e olhando para frente. Região posterior do ombro deve estar em contato com o RI ou mesa, sem rotação do corpo. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Centralizar a clavícula eo RI ao RC. RC: ➢ AP: Perpendicular à porção média da clavícula. ➢ AP Axial : 15° 30 cefálico em direção á porção média da clavícula. ➢ DFoFi 100 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ Clavícula inteira, incluindo as articulações acromioclavicular e esternoclavicular. INCIDÊNCIA AP E AXIAL: CLAVÍCULA INCIDÊNCIA AP: ARTICULAÇÕES ACROMIOCLAVICULARES – BILATERAL COM OU SEM CARGA PATOLOGIAS DEMONSTRADAS: ➢ Demonstrada a diástase da articulação acromioclavicular. O alargamento do espaço da articulação comparada com outra incidência sem carga. FATORES TÉCNICOS: ➢ RI – 35x43 cm. Marcadores “com carga” e “sem carga”. ➢ Sentido transversal; ➢ kV 70 +/ 76; POSIÇÃO DO PACIENTE: ➢ Paciente na posição ereta com regiões posteriores dos ombros contra o cassete, peso distribuído em ambos os pés, braços ao lado, sem rotação do ombro ou pelve, olhar para frente. Duas séries com carga e sem carga. POSIÇÃO DA PARTE: ➢ Posicionar o paciente de forma a direcionar o RC a um ponto médio entre as articulações acromioclaviculares. RC: ➢ Perpendicular a um ponto médio entre as articulações acromioclaviculares, cerca de 2,5 acima da incisura jugular. ➢ DFoFi 180 cm. ESTRUTURAS MOSTRADAS: ➢ Ambas as articulações acromioclaviculares, assim como as clavículas e articulações dos ombros. INCIDÊNCIA AP: ARTICULAÇÕES ACROMIOCLAVICULARES – BILATERAL COM OU SEM CARGA REFERÊNCIA BONTRAGER, K. L.; LAMPIGNANO, J. P. Tratado de Posicionamento Radiográfico e Anatomia Associada.- Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. Slide 1 Slide 2: INCIDÊNCIAS BÁSICAS: DEDOS, POLEGAR, MÃO E PUNHO. Slide 3: INCIDÊNCIA: DEDOS Slide 4: INCIDÊNCIA EM PA: DEDOS Slide 5: INCIDÊNCIA EM PA: DEDOS Slide 6: INCIDÊNCIA PA OB – ROTAÇÃO MEDIAL OU LATERAL: DEDOS Slide 7: INCIDÊNCIA PA OB – ROTAÇÃO MEDIAL OU LATERAL: DEDOS Slide 8: INCIDÊNCIA PERFIL – LATEROMEDIAL OU MEDIOLATERAL: DEDOS Slide 9: INCIDÊNCIA PERFIL – LATEROMEDIAL OU MEDIOLATERAL: DEDOS Slide 10: INCIDÊNCIA POLEGAR Slide 11 Slide 12: INCIDÊNCIA EM AP: POLEGAR Slide 13: INCIDÊNCIA PA OBLÍQUA - ROTAÇÃO MEDIAL: POLEGAR Slide 14 Slide 15: INCIDÊNCIA PERFIL: POLEGAR Slide 16: INCIDÊNCIA PERFIL: POLEGAR Slide 17: INCIDÊNCIA AXIAL AP( MÉTODO DE ROBERT MODIFICADO): POLEGAR Slide 18: FRATURA DE BENNETT Slide 19: INCIDÊNCIA AXIAL AP( MÉTODO DE ROBERT MODIFICADO): POLEGAR Slide 20: INCIDÊNCIAS: MÃOS Slide 21: INCIDÊNCIA EM PA: MÃO Slide 22: INCIDÊNCIA EM PA: MÃO Slide 23: INCIDÊNCIA EM PA OBLÍQUA: MÃO Slide 24: INCIDÊNCIA EM PA OBLÍQUA: MÃO Slide 25: INCIDÊNCIA EM PA OBLÍQUA: MÃO Slide 26: INCIDÊNCIA EM PERFIL LATERO MEDIAL: MÃO Slide 27 Slide 28: INCIDÊNCIAS LATERO MEDIAIS EM EXTENSÃO E FLEXÃO – LATERO MEDIAL: MÃO Slide 29 Slide 30: INCIDÊNCIA AP OBLÍQUA BILATERAL: MÃO – MÉTODO DE NORGAARD Slide 31: INCIDÊNCIA AP OBLÍQUA BILATERAL: MÃO – MÉTODO DE NORGAARD Slide 32: INCIDÊNCIAS: PUNHO Slide 33: INCIDÊNCIA PA: PUNHO Slide 34: INCIDÊNCIA EM PA OBLÍQUA: PUNHO Slide 35: INCIDÊNCIA PA OBLÍQUA: PUNHO Slide 36: INCIDÊNCIA EM PA OBLÍQUA: PUNHO Slide 37: INCIDÊNCIA PA PERFIL: PUNHO Slide 38: INCIDÊNCIA EM PA PERFIL: PUNHO Slide 39: PA E AXIAL DO ESCAFOIDE - COM DESVIO ULNAR: PUNHO Slide 40: PA E AXIAL DO ESCAFOIDE - COM DESVIO ULNAR: PUNHO Slide 41: PA DO ESCAFOIDE – MÃO ELEVADA E DESVIO ULNAR: PUNHO MÉTODO DE STECHER Slide 42 Slide 43: INCIDÊNCIA EM PA – DESVIO RADIAL Slide 44: INCIDÊNCIA EM PA – DESVIO RADIAL Slide 45: INCIDÊNCIA TANGENCIAL INFEROSSUPERIOR - TÚNEL DO CARPO: PUNHO - Método de gaynor-hart. Slide 46: INCIDÊNCIA TANGENCIAL INFEROSSUPERIOR - TÚNEL DO CARPO: PUNHO - Método de gaynor-hart. Slide 47: INCIDÊNCIA TANGENCIAL – PONTE DO CARPO: PUNHO Slide 48: INCIDÊNCIA TANGENCIAL – PONTE DO CARPO: PUNHO Slide 49: INCIDÊNCIAS DO ANTEBRAÇO Slide 50: INCIDÊNCIA AP: ANTEBRAÇO Slide 51: INCIDÊNCIA AP: ANTEBRAÇO Slide 52: INCIDÊNCIA EM PERFIL – LATEROMEDIAL: ANTEBRAÇO Slide 53: INCIDÊNCIA EM PERFIL – LATEROMEDIAL: ANTEBRAÇO Slide 54: INCIDÊNCIAS DO COTOVELO Slide 55: INCIDÊNCIA AP: COTOVELO Slide 56: INCIDÊNCIA AP: COTOVELO Slide 57: INCIDÊNCIA AP OBLÍQUA – ROTAÇÃO LATERAL (EXTERNA): COTOVELO Slide 58: INCIDÊNCIA AP OBLÍQUA – ROTAÇÃO LATERAL (EXTERNA): COTOVELO Slide 59: INCIDÊNCIA AP OBLÍQUA – ROTAÇÃO MEDIAL (INTERNA): COTOVELO Slide 60: INCIDÊNCIA AP OBLÍQUA – ROTAÇÃO LATERAL (EXTERNA): COTOVELO Slide 61: INCIDÊNCIA EM PERFIL – LETEROMEDIAL: COTOVELO Slide 62: INCIDÊNCIA EM PERFIL – LETEROMEDIAL: COTOVELO Slide 63: INCIDÊNCIA EM FLEXÃO AGUDA: COTOVELO – MÉTODO DE JONES Slide 64: INCIDÊNCIA EM FLEXÃO AGUDA: COTOVELO – MÉTODO DE JONES Slide 65: INCIDÊNCIAS DO ÚMERO Slide 66: INCIDÊNCIA AP: ÚMERO Slide 67: INCIDÊNCIA AP: ÚMERO Slide 68: ROTAÇÃO LATERAL – INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL E MEDIOLATERAL: ÚMERO Slide 69: ROTAÇÃO LATERAL – INCIDÊNCIA LATEROMEDIAL E MEDIOLATERAL: ÚMERO Slide 70: INCIDÊNCIA EM PERFIL – LATEROMEDIAL COMRAIOS HORIZONTAIS NO TRAUMA: ÚMERO Slide 71: INCIDÊNCIA EM PERFIL – LATEROMEDIAL COMRAIOS HORIZONTAIS NO TRAUMA: ÚMERO Slide 72: INCIDÊNCIAS DO OMBRO E CINTURA ESCAPULAR Slide 73: INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO EXTERNA: OMBRO Slide 74: INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO EXTERNA: OMBRO Slide 75: INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO INTERNA: OMBRO Slide 76: INCIDÊNCIA AP – ROTAÇÃO INTERNA: OMBRO Slide 77: INCIDÊNCIA AXIAL INFEROSSUPERIOR: OMBRO – MÉTODO DE LAWRENCE Slide 78: INCIDÊNCIA AXIAL INFEROSSUPERIOR: OMBRO – MÉTODO DE LAWRENCE Slide 79: ESCAPULA “Y” LATERAL – POSIÇÃO OBLÍQUA ANTERIOR: OMBRO Slide 80: ESCAPULA “Y” LATERAL – POSIÇÃO OBLÍQUA ANTERIOR: OMBRO Slide 81: INCIDÊNCIA AP E AXIAL: CLAVÍCULA Slide 82: INCIDÊNCIA AP E AXIAL: CLAVÍCULA Slide 83: INCIDÊNCIA AP: ARTICULAÇÕES ACROMIOCLAVICULARES – BILATERAL COM OU SEM CARGA Slide 84 Slide 85: REFERÊNCIA