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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO ENTOMOLOGIA II COLEOPTERA Msc. Thiago J. Souza Alves COLEUS = caixa, estojo// PTERAS = Asas (ÉLITROS); Altamente ESCLEROTINIZADOS; Maior Ordem da Classe: 40% da classe insecta; Cerca de 350.000 espécies agrupadas em 150 famílias; Besouros, Joaninhas, Escaravelhos e vaga-lumes. (Gullan & Cranston 2008; Godinho Jr 2011) ORDEM COLEOPTERA Apresentam grande diversidade quanto ao tamanho do corpo, podendo medir de 0,4 mm até 20 cm. Ceutorhynchus hirtulus Titanus giganteus ORDEM COLEOPTERA HÁBITO : Fitófagos; Predadores (Hemolinfa); Coprófagos; Fungívoros; OBS : Exceto Hematofagia HABITAT: Aquático; subterrâneos; Copa das árvores,raízes; Folhagem; Parasitas(poucos) Alimentação bastante diversificada, variando de acordo com o hábito do invertebrado: HÁBITOS E HABITAT First report of Rhyzopertha dominica (F.) (Coleoptera: Bostrichidae), Oryzaephilus surinamensis (L.) (Coleoptera: Silvanidae), and Lasioderma serricorne (F.) (Coleoptera: Anobiidae) infesting rodenticide-treated grain baits Lasioderma serricorne Rhyzopertha dominica Oryzaephilus surinamensis A B C D First report of Rhyzopertha dominica (F.) (Coleoptera: Bostrichidae), Oryzaephilus surinamensis (L.) (Coleoptera: Silvanidae), and Lasioderma serricorne (F.) (Coleoptera: Anobiidae) infesting rodenticide-treated grain baits Danos oriundos da infestação dos coleópteros sobre os raticidas. Aberturas de galerias nos grãos (A e B), esfarelamento e deteriorização do produto (C) e desenvolvimento de fungos (D). MECANISMOS DE DEFESA DOS BESOUROS Ocultamento (Mimetismo e Camuflagem) Desenvolvimento no interior de estruturas vegetais Google.com TANATOSE MECANISMOS DE DEFESA DOS BESOUROS MECANISMOS DE DEFESA DOS BESOUROS CORPO ALTAMENTE ESCLEROTINIZADO MECANISMOS DE DEFESA DOS BESOUROS DEFESAS QUÍMICAS : BESOURO BOMBARDEIRO (Brachynus crepitans ) H2O2 + Hidroquinona + Catalase + Peroxidase DEFESA EXPLOSIVA ANATOMIA EXTERNA ANTENAS ANTENAS MANDIBULADO – Menognatos – Hipo/Prognatos AA = ÉLITROS AP = MEMBRANOSAS TIPOS DE ASAS BRAQUIÉLITROS TIPOS DE PERNAS AMBULATORIAIS FOSSORIAIS NATATÓRIAS Através de Caracteres secundários: Tamanho do corpo, antenas, presença de cornos, desenvolvimento das mandíbulas etc. DIMORFISMO SEXUAL Aparelho digestivo varia de acordo com o regime alimentar; Reprodução sexuada; Ovíparos (maioria); Desenvolvimento Holometabólico. FISIOLOGIA HOLOMETABOLIA TIPOS DE LARVAS CAMPODEIFORME CARABIFORME ESCARABEIFORME PUPA LIVRE/ EXARADA IMPORTÂNCIA DOS COLEÓPTEROS PRAGAS AGRÍCOLAS PRAGAS /GRÃOS ARMAZENADOS PRAGAS DE GRÃOS ARMAZENADOS DERMATOSES/ POTÓ POLINIZAÇÃO CONTROLE BIOLÓGICO BESOUROS COPRÓFAGOS 4 SUBORDENS ARCHOSTEMATA MYXOPHAGA ADEPHAGA POLYPHAGA SUBORDENS/COLEOPTERA 7-17 mm Antenas Filiformes Cerca de 30 espécies Tenomerga cinereus Menos de 1mm Antenas Clavadas Cerca de 20 espécies Hydroscapha natans Sphaerius sp ARCHOSTEMATA MYXOPHAGA ADEPHAGA vs POLIPHAGA Urosternito basal dividido em 2 partes pelas coxas posteriores; Suturas notopleurais presentes; Em geral, predadores. Urosternito basal não dividido pelas coxas posteriores; Suturas notopleurais ausentes; Reúne a maioria das famílias (+ de 90% das espécies de coleópteros). ADEPHAGA Élitros com Finos sulcos longitudinais Mandíbulas bem visíveis e desprovidas de dentes Pernas longas Cabeça mais estreita que o pronoto CARABIDAE CICINDELIDAE Mandíbulas bem desenvolvidas e com longos dentes Olhos grandes e salientes Cabeça mais larga que o pronoto Pernas longas e ambulatoriais GYRINIDAE P1 Alongadas (AMBULATORIAIS) P2 e P3 = curtas e achatadas ( NATATORIAIS) 2 Pares de olhos (dorsal/ventral) Aquáticos e Coloração escura POLYPHAGA HYDROPHILIDAE Palpos maxilares alongados Aquáticos e Corpo oval P2 E P3 Natatórias Élitros pretos, lisos e brilhantes Carena ventral no tórax STAPHYLINIDAE Saprófagos (Maioria) DERMATOSES Prognata BRAQUIÉLITROS Corpo alongado Extremidade do abdome levantada durante o caminhamento Tíbias P1 dilatas e com extremidades denteadas Larvas Escarabeiforme (pão-de-galinha) Antenas Lameladas (lamelas móveis) SCARABAEIDAE PASSALIDAE Élitros com ranhuras longitudinais Constrição separa os élitros do Protórax Corpo achatado, alongado, preto e brilhante Antenas Lameladas (lamelas fixas) BUPRESTIDAE Coloração metálica (geralmente) Antenas curtas e serreadas Corpo bastante esclerotinizado Élitros afilando em direção a extremidade terminal LYCIDAE Élitros moles e com nítidas estrias longitudinais Corpo alongado LAMPYRIDAE Últimos urômeros com luminescência (LUCIFERASE) Pronoto encobre totalmente a cabeça MELOIDAE Corpo alongado,fino e pouco esclerotinizado; Cabeça bem separada do Tórax; Pronoto mais estreito do que os élitros; Pernas longas CHRYSOMELIDAE Vaquinhas : Fitófagas (fases adulta e larval) Corpo ovalado Bastante coloridas e brilhantes; Cabeça total ou parcialmente escondida pelo Protórax Antenas curtas Tarsos Criptopentâmeros (Aparentemente 4-4-4, porém 5-5-5) CERAMBYCIDAE Serradores ou Serra-paus Corpo Longo e cílíndrico Antenas maiores que a metade do comprimento do corpo e inseridas numa protuberância frontal Tarsos Criptopentâmeros(4-4-4 = 5-5-5); Larvas Cerambiciformes COCCINELLIDAE Joaninhas Corpo oval e esférico Protórax encobre a cabeça Tarsos Criptotetrâmeros (3-3-3 = 4-4-4) Antenas curtas e capitadas; Larvas campodeiformes; Predadoras (maioria) = C. Biológico TENEBRIONIDAE Coloração uniforme preto fosco ou marrom Corpo alongado Tarsos Heterômeros (5-5-4) Larvas elateriformes Pragas de grãos armazenados DERMESTIDAE Pequenos Corpo ovalado recoberto de pêlos ou escamas Antena curta e capitada Causa danos a coleções entomológicas, tapetes, couros,cereais, grãos armazenados, plantas e animais BOSTRICHIDAE Corpo cilíndrico Élitros fortemente esclerotinizados , achatados na parte posterior de forma característica Coloração parda ou escura BRUCHIDAE Corpo ovalado Élitro encurtado expondo a extremidade do abdome (PIGÍDIO) CARUNCHOS: sementes de leguminosas.Ex: Feijão CURCULIONIDAE Cabeça prolongada em um ROSTRO curvo voltado para baixo,aparelho bucal na extremidade (BICUDO) Antenas Genículo-capitadas articuladas no Rostro MAIOR FAMÍLIA DO REINO ANIMAL (50.000 espécies) Fórmula tarsal 4-4-4 LIVROS e PERIÓDICOS THE COLEOPTERISTS BULLETIN: http://coleopsoc.org/default.asp?Act ion=Show_ColeopBull http://coleopsoc.org/default.asp?Action=Show_ColeopBull http://coleopsoc.org/default.asp?Action=Show_ColeopBull http://coleopsoc.org/default.asp?Action=Show_ColeopBull http://coleopsoc.org/default.asp?Action=Show_ColeopBull http://coleopsoc.org/default.asp?Action=Show_ColeopBull http://coleopsoc.org/default.asp?Action=Show_ColeopBull http://coleopsoc.org/default.asp?Action=Show_ColeopBull http://coleopsoc.org/default.asp?Action=Show_ColeopBull http://coleopsoc.org/default.asp?Action=Show_ColeopBull http://coleopsoc.org/default.asp?Action=Show_ColeopBull http://coleopsoc.org/default.asp?Action=Show_ColeopBull OBRIGADO thiago.alves.t@gmail.com