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GeralGeral
EntomologiaEntomologia
Resumo Ilustrado
Mapeando
AGRO
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deseja um ótimo estudo.
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Introdução...........................................................................................7
Filos..............................................................................................................................7
Filos Arthropoda.......................................................................................................7
Taxonomia..................................................................................................................7
Classe Insecta.....................................................................................8
Generalidades...........................................................................................................8
Vantagens..................................................................................................................8
Características.........................................................................................................8
Ordens Insecta....................................................................................9
Ordem Odonata........................................................................................................9
Ordem Orthoptera................................................................................................10
Subordens e Famílias da Odem Orthoptera.................................................11
Ordem Blattodea...................................................................................................11
Ordem Mantodea..................................................................................................12
Ordem Phasmatodea..........................................................................................12
Ordem Thysanoptera...........................................................................................13
Ordem Hemiptera..................................................................................................13
Subordens e famílias da Ordem Hemiptera.................................................14
Ordem Lepidoptera...............................................................................................19
Subordens e famílias da Ordem Lepidoptera..............................................19
Ordem Hymenoptera...........................................................................................22
Subordens e famílias da Ordem Hymenoptera...........................................23
Ordem Coleoptera................................................................................................25
Subordens e famílias da Ordem Coleoptera...............................................25
Ordem Diptera.......................................................................................................28
SumárioSumário
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Morfologia externa...........................................................................29
Definição..................................................................................................................29
Cabeça......................................................................................................................29
Antena......................................................................................................................30
Tipos de antena.....................................................................................................30
Dimorfismo sexual - antenas............................................................................32
Peças bucais..........................................................................................................33
Classificação dos aparelhos bucais...............................................................33
Direção das peças bucais..................................................................................34
Tórax..........................................................................................................................34
Pernas.......................................................................................................................35
Tipos de pernas.....................................................................................................35
Asas...........................................................................................................................36
Tipos de asas..........................................................................................................37
Abdome....................................................................................................................38
Tipos de abdome...................................................................................................38
Morfologia Interna............................................................................39
Tegumento..............................................................................................................39
Ecdise.......................................................................................................................39
Aparelho digestivo................................................................................................40
Estomodeu..............................................................................................................40
Mesêntero...............................................................................................................41
Proctodeu................................................................................................................41
Sistema de excreção...........................................................................................41
Aparelho circulatório............................................................................................41
Aparelho respiratório...........................................................................................42
Aparelhos reprodutores.....................................................................................42
SumárioSumário
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Aparelho reprodutor feminino..........................................................................42
Aparelho reprodutor masculino.......................................................................43
Sistema nervoso...................................................................................................43
Organização Geral.................................................................................................44
Transmissão - impulso nervoso.......................................................................45
Sistema glandular.................................................................................................46
Sistema muscular.................................................................................................46parecida com placenta.
PartenogênesePartenogênese
Desenvolvimento a partir de ovos não
fecundados.
Pode ser obrigatória, facultativa ou
esporádica.
Pode ser classificada de acordo com o sexo:
1) Ovoviviparidade:
2) Viviparidade adenotrófica:
Os ovos se rompem dentro do corpo da mãe e
ficam soltos no sangue. As larvas crescem ali e
depois saem, devoram a mãe.
4) Viviparidade pseudoplacentária:
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Forma de reprodução em que
formas imaturas
(geralmente larvas) são
capazes de se reproduzir sem
atingir o estágio adulto.
PedogênesePedogênese
NeoteniaNeotenia
Quando um inseto imaturo
adquire características
reprodutivas adultas, como
encontrar parceiro, copular
e depositar ovos.
Ex.: fêmeas do bicho-do-cesto.
PoliembrioniaPoliembrionia
Formação de dois ou
mais embriões a partir
de um único zigoto.
Ex.: partenogênese arrenótoca em zangões de
abelha.
P
A
R
T
E
N
O
G
Ê
N
E
S
E
HermafroditísmoHermafroditísmo
Quando os dois sexos se
fazem presentes em um
mesmo indivíduo. 
Entretanto é muito raro.
Ex: pulgão-branco-dos-cítros (Icerya purchasi).
Desenvolvimento
Envolve o crescimento e a
mudança de forma do
inseto. Por isso é dividido
em: embrionário e pós-
embrionário.
EmbrionárioEmbrionário
Inicia-se após a fecundação
do óvulo, formando o núcleo
zigótico.
Termina com a eclosão da
larva ou ninfa.
Pós embrionárioPós embrionário
Inicia-se após a eclosão da larva ou ninfa.
Termina com a emergência do adulto.
Tipo de reprodução: Sexuada, pois o
inseto está sexualmente maduro.
Tipo de reprodução: Pode ser assexuada
(mais comum) ou, em alguns casos, sexuada.
Tipo de reprodução:
Sexuada, mas depois há 
 uma multiplicação embrionária assexuada.
Garante rápida multiplicação.
50 ReproduçãoReprodução
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TIPOS DE METAMORFOSE:
Verminose: 
larva ápoda (sem pernas torácicas e
abdominais), normalmente a cabeça não é
diferenciada. Ex.: larvas de moscas.
Eruciforme: larvas dos lepidópteros,
conhecida como lagarta, possui 3 pares de
pernas torácicas e 5 abdominais.
Tipos de larvas
Primeira fase pós-
embrionária.
Marcada pelo
crescimento intenso
em tamanho e peso.
A ecdise é o principal meio de crescimento.
As transformações dos insetos são
chamadas de metamorfose.
1) Ametabolia: 
Não há mudança na forma;
Adultos são maiores e com órgãos
reprodutivos desenvolvidos.
2) Hemimetabolia - características: 
Metamorfose gradual ou incompleta;
Ausência de asas nos imaturos;
Desenvolvimento da estrutura genital
nos adultos.
HEMIMETÁBOLOS: 
jovens semelhantes aos adultos, com
metamorfose incompleta e poucas
mudanças. O estágio jovem é chamado nifa.
3) Holometabolia: 
Metamorfose completa;
Transformação drástica da fase imatura
para a adulta;
Ex: borboletas, vespas, formigas...
Inseto após a eclosão.
Início do pós-embrionário.
51 ReproduçãoReprodução
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Curculioniforme: larva ápoda, branco-
leitosa, cabeça quitinizada. Ex: besouros da
família Curculionidae.
Escarabeiforme: larva branco-leitosa em
forma de C, com três pares de pernas longas,
dobras no tegumento e segmento abdominal
desenvolvido. Ex: escaravelho.
Carabiforme: larva alongada com três pares
de pernas torácicas curtas. Ex: semelhantes
às dos besouros da família Carabidae.
Campodeiforme: larva com 3 pares de
pernas torácicas alongadas e ágil e
predadora. Ex: joaninha.
Elateriforme: larva alongada, achatada, com
o corpo bastante quitinizado, com 3 pares de
pernas torácicas curtas. 
Ex: larva-arame.
Buprestiforme: larva ápoda, cabeça
pequena e segmentos torácicos alongados
que realçam a parte frontal do corpo.
Ex: Buprestidae.
Cerambiciforme: larva que se assemelha a
um buprestiforme, mas com segmentação
mais definida e a parte anterior do corpo
menos proeminente.
Ex: Cetambycidae.
Limaciforme: larvas ápoda, parecida com
lesmas. Ex: algumas espécies de moscas.
Tipos de PupaTipos de Pupa
Segunda fase pós-
embrionária. 
Marcada pela
dormência. As
pupas são sensíveis
a perturbações.
52 ReproduçãoReprodução
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Coarctada: A pupa está coberta pela exúvia
do último estágio larval, fazendo com que
nenhum apêndice do futuro inseto seja
visível. Ex: dípteros.
Obtecta: a pupa com apêndices bem
aderidos ao corpo, típica dos lepidópteros.
Livre: é encontrada em insetos como
besouros, abelhas, formigas e vespas, com
apêndices visíveis e afastados do corpo.
53 ReproduçãoReprodução
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Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864Histologia muscular.............................................................................................46
Órgãos do sentido.............................................................................47
Visão..........................................................................................................................47
Senso tátil...............................................................................................................47
Audição.....................................................................................................................47
Olfato........................................................................................................................48
Gustação.................................................................................................................49
Reprodução.......................................................................................49
Tipos de reprodução............................................................................................49
Oviparidade.............................................................................................................49
Viviparidade............................................................................................................49
Partenogênese......................................................................................................49
Pedogênese............................................................................................................50
Neotenia...................................................................................................................50
Poliembrionia..........................................................................................................50
Hermafroditismo...................................................................................................50
Desenvolvimento.................................................................................................50
SumárioSumário
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Embrionário.............................................................................................................50
Pós embrionário.....................................................................................................50
Tipos de larvas.......................................................................................................51
Tipos de pupa...................................................................................................….52 
SumárioSumário
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Reino Animalia
Filo Arthropoda
Superclasse Hexapoda
Classe Insecta
Subordem Apocrita
Ordem Hymenoptera
Superfamília Formicoidea
Família Formicidae
Subfamília Myrmicinae
Tribo Attini
Gênero Acromyrmex
Subgênero Moellerius
Espécie landolti
Subespécie fractcornis
IntroduçãoIntrodução
Filos
O reino animal é dividido em vários grupos (Filos).
Dentre esses, 3 possuem importância agrícola:
Filo Nematoda
Filo Mollusca
Filo Arthropoda
Filo Arthropoda
Corresponde a 80% do reino animal.
Possuem pernas articuladas. 
(gr. Arthron= articulações;
podes= pernas).
Exoesqueleto como revestimento do
corpo.
Têm o corpo segmentado.
Simetria bilateral.
Aparelho circulatório dorsal.
Sistema nervoso vental.
Taxonomia
Código Internacional de Nomenclatura e
Zoológica:
Conjunto de recomendações
para os nomes de família,
gênero, espécie e subespécie.
Para nome feminino = adiciona-se ae.
Se o nome terminar em a = adiciona-se e.
PRINCÍPIO DE PRIORIDADE
O nome válido para uma
espécie ou gênero é sempre
o mais antigo.
CATEGORIAS TAXONÔMICAS:
Principais categorias: filo, classe, ordem,
família, gênero e espécie.
Categorias com terminações padronizadas: 
Superfamília = (-oidea)
Subfamília = (-inae)
Família = (-idae)
Tribo = (-ini)
Para formiga-quequém, exemplo:
07
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08 Classe InsectaClasse Insecta
Generalidades
É considerada a classe mais evoluída do
Filo Arthropoda.
Possui maior nº de espécies.
Abrange cerca de 70% das espécies de
animais.
Corpo dividido em: cabeça, tórax e
abdome.
Capacidade de vôo;
Adaptabilidade;
Exoesqueleto;
Pequeno tamanho;
Metamorfose e tipo especializado de
reprodução.
Vantagens
Vantagens na luta pela sobrevivência:
Características
Características da classe insecta:
1) Corpo dividido em cabeça, tórax e abdome.
2) Um par de antenas.
3) Um par de mandíbulas.
4) Dois pares de maxilas (maxila e lábio).
5) Tórax apresentando três pares de patas e
geralmente dois pares de asas.
6) Abdome desprovido de apêndices
ambulatórios.
7) Abertura genital situada próxima à
extremidade anal do corpo.
8) Desenvolvimento geralmente por
metamorfose (completo ou incompleto). 
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CARACTERÍSTICAS DESCRIÇÃO
Anfibióticos Capazes de viver tanto na água quanto em terra.
Ocelos Três ocelos localizados no vértice (topo da cabeça).
Antenas Curtas e setáceas.
Aparelho Bucal Mastigador.
Protórax Livre.
Pernas Ambulatórias.
Asas Membranosas, longas e estreitas, com inúmeras nervuras.
Abdome
Alongado, composto por 10 urômeros e um par de cercos no último
segmento.
Ovipositor (fêmeas) Capaz de perfurar ramos para postura.
Sistema Reprodutor
(machos)
Orifício do canal ejaculador no 9º urômero e aparelho copulador nos 2º e
3º segmentos.
Velocidade Excelentes voadores, algumas espécies podem atingir até 80 km/h.
Postura
Pode ser realizada na água, em plantas (endofítica) ou sobre plantas
(exofítica).
Fase Larval Náiades eclodem dos ovos e respiram por tráqueo-brânquias.
Desenvolvimento
Hemimetabólico, podendo ser lento, levando até 5 anos para completar o
ciclo de vida.
Reúne as libélulas.
09 Ordens InsectaOrdens Insecta
Ordem Odonata
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Característica Descrição
Insetos da Ordem Gafanhotos, esperanças, grilos, paquinhas e taquarinhas.
Pernas 3º par de pernas saltatório.
Cabeça
Muitas espécies apresentam a cabeça consideravelmente prolongada entre
os olhos (fastígio).
Antenas Filiformes ou setáceas.
Olhos Compostos, bem desenvolvidos.
Ocelos Presentes em nº de 3.
Aparelho Bucal Mastigador.
Tipo de Asas Tégmina (primeiro par) e membranosa (segundo par).
Abdome Séssil, composto por 11 urômeros.
Reprodução
Geralmente sexuada, a maioria das espécies é ovípara, embora existam
espécies partenogéticas.
Desenvolvimento Hemimetabólico.
Habitat Terrestres e fitófagos.
Subordens Possui 2: Subordem Caelifera e Ensifera.
10 Ordens InsectaOrdens Insecta
Ordem Orthoptera
Reúne os gafanhotos, esperanças, grilos, paquinhas e taquarinhas.
Gafanhoto GriloEsperança
PaquinhaTaquarinha
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Característica Descrição
Corpo Ovalado, tamanho cerca de 100 mm.
Coloração Geralmente parda, marrom ou negra.
Cabeça Curta, subtriangular.
Olhos Compostos, grandes; geralmente 2 ocelos.
Antenas
Filiformes ou setáceas, inseridas entre os olhos compostos,
podendo cobrir o comprimento do corpo.
Aparelho Bucal Mastigador.
Pernas Ambulatórias, coxas grandes, fêmures e tíbias com espinhos.
Asas Anteriores tipo tégmina e posteriores membranosas.
Abdome Séssil, alargado e deprimido.
Cercos Um par no último urômetro.
Desenvolvimento Hemimetabólico.
Superfamília
Tettigonioidae
Ordem Blattodea
11 Ordens InsectaOrdens Insecta
Reúne as baratas:
Subordens e Famílias da Odem OrthopteraSubordens e Famílias da OdemOrthoptera
Subordem Caelifera
Superfamília
Acridoidea
Superfamília
Tetrigoidea
Família 
Acrididae
Família 
Proscopiidae
Família 
Tetrigidae
Subordem Ensifera
Superfamília
Grylloidea
Superfamília
Gryllacridoidea
Família 
Tettigoniidae
Família 
Gryllidae
Família 
Gryllotalpidae
Família 
Gryllacrididae
Família 
Stenopelmatidae
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Característica Descrição
Corpo Alongado e achatado, de 10 a 100 mm de comprimento.
Cabeça Destacada, triangular, hipognata e móvel.
Olhos Compostos, desenvolvidos.
Ocelos Possuem 3 ocelos.
Antenas Inseridas na fronte, setáceas ou filiformes.
Aparelho Bucal Mastigador.
Pernas Anteriores raptatórias, as demais ambulatórias.
Asas Anteriores tipo tégmina e posteriores membranosas.
Abdome Possui um par de cercos.
Desenvolvimento Hemimetabólico.
Comportamento São predadores e canibais.
Característica Descrição
Mimetismo Podem ser confundidos com galhos, folhas ou líquens.
Tamanho Podem chegar até 300 mm de comprimento.
Cabeça Livre, pequena, opistognata (voltada para trás).
Ocelos Variável, podendo ser 0, 2 ou 3.
Olhos Compostos, desenvolvidos.
Antenas Setáceas, multissegmentadas.
Aparelho Bucal Mastigador.
Tórax Cilíndrico, liso ou com espinhos ou carenas.
Asas Geralmente bem desenvolvidas.
Pernas Ambulatórias.
Ordem Mantodea
Reúne os louva-a-deus:
Ordem Phasmatodea
Reúne os bichos-pau:
12 Ordens InsectaOrdens Insecta
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Característica Descrição
Tamanho Pequenos, variando de 0,5 a 13 mm.
Coloração Escura na fase adulta.
Cabeça Com um contorno quadrangular.
Olhos Compostos, desenvolvidos.
Número de Ocelos De 2 a 3.
Antenas
Filiformes ou moliniformes, com cerdas
(sensilos).
Aparelho Bucal Sugador labial.
Pernas Ambulatórias.
Asas Quatro asas semelhantes, franjadas.
Reprodução Sexuada ou partenogenética.
Desenvolvimento Hemimetabólico.
Característica Descrição
Aparelho Bucal
Tipo Sugador Labial Tetraqueta; canal de sucção e de saliva formado pela justaposição
dos estiletes maxilares envolvidos pelos estiletes mandibulares.
Asas
Normalmente dois pares, sendo o anterior, em geral, total ou parcialmente mais duro que
o par posterior.
Cercos Ausentes.
Ordem Thysanoptera
Reúne os insetos conhecidos como Tripes:
Ordem Hemiptera
Reúne os cigarras, percevejo, cigarrinha, mosca-branca, cochonila e outros,
respectivamente:
13 Ordens InsectaOrdens Insecta
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Superfamília Coccoidea:
Compreende as cochonilhas.
Reprodução partenogenética ou
sexuada.
Causam muitos danos devido a sucção
da seiva da planta.
Superfamília Psylloidea: 
dividi-se em 6 família, destacando-se:
Subordens e famílias da Ordem HemipteraSubordens e famílias da Ordem Hemiptera
Subordem Sternorrhyncha: 
São pequenos;
Cabeça opistognata;
Antenas com 3 a 10 segmentos; 
Aparelho bucal sugador labial; 
Protórax desenvolvido; 
Desenvolvimento por Hemimetabolia.
1) Família Psyllidae: 
Pequenos.
3 ocelos.
Antenas desenvolvidas.
Rostro curto. 
Pernas posteriores saltatórias
Asas membranosas.
Causam danos no limbo foliar ao sugar a seiva
e podem ser vetores de vírus.
1) Família Aphididae: 
reúne os pulgões. 
A maioria das espécies de
importância econômica
pertence a essa família. 
Superfamília Aphidoidea: 
compreende os pulgões e afídeos.
Superfamília Aleyrodoidea: 
compreende 1 única família.
2) Família Phylloxeridae: 
é encontrada a espécie
Daktulosphaira vitiofoline que
ataca as raízes da videira,
podendo atacar também a
parte aérea. 
1) Família Aleyrodidae: 
Pequenos. 
4 asas membranosas.
Recobertas
com substâncias 
pulverulenta. 
Reprodução sexuada, mas pode
ocorrer parternogênese. 
Ex: mosca-branca (Bemisia tabaci).
Subordem Auchenorrhyncha: 
Cabeça opistognata;
Antenas setáceas curtas; 
Aparelho bucal sugador labial; 
Asas membranosas ou tégminas;
Mesotórax mais desenvolvido; 
Desenvolvimento por Hemimetabolia.
Superfamília Cicadoidea: 
1) Família Cicadidae: 
Reúne as cigarras. 
Possuem 3 ocelos. 
Asas membranosas,
transparentes ou coloridas, 
Órgão sonoro (mais
desenvolvidos nos machos). 
14 Ordens InsectaOrdens Insecta
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1) Família Cercopidae: 
Hemípteros pequenos ou
médios. 
1 ou 2 espinhos nas tíbias
posteriores. 
1) Família Fulgoridae: 
Sem importância
econômica.
Subordem e famílias da Ordem HemipteraSubordem e famílias da Ordem Hemiptera
Superfamília Membracoidea: 
contém 4 famílias, as mais comuns são:
Superfamília Cercopoidea: 
Dividida em 4 famílias, destacando-se:
2) Família Aphrophoridae: 
Reúne as cigarrinhas que atacam
ramos apicais, onde produzem
uma espuma característica para
proteção das ninfas.
1) Família Membracidae: 
apresentam o pronoto
desenvolvido, às vezes com
ornamentações.
2) Família Cicadellidae: 
Cigarrinhas comlivre. 
Rostro curto. 
antenas com 4 segmentos. 
Hemiélitro bem desenvolvidos.
Hematófagos (se alimentam de sangue).
Ex: barbeiro (Triatoma infestans).
1) Família Cimicidae: 
Corpo achatado ovalado. 
Coberto de cerdas. 
Cabeça grande. 
Sem ocelos.
Escutelo largo. 
Hemiélitros rudimentares 
Sem asas membranosas. 
Hematófagos (se alimentam de sangue).
1. Família Miridae: 
Pequenos. 
Cores vivas. 
Antenas de 4 segmentos. 
Sem ocelos. 
Escutelo pequeno e triangular. 
Ex: Horcias nobilellus (percevejo-rajado-do-
algodoeiro).
1) Família Tingidae: 
Pequeno. 
Tórax e hemiélitros reticulados. 
Antenas curtas. 
Ocelos ausentes.
Ex: percevejo rendado 
(Corythaica cyathicollis), ataca o tomateiro.
3) Família Largidae: 
Parecido aos percevejos
Phrrhocoridae, mas não possuem
elecações laterais no pronoto. 
Não possue importância econômica.
4) Família Lygaeidae: 
Pequeno a médio (menor 20 mm). 
Possuem um par de ocelos.
Ex: Blissus antillus, ataca as pastagens.
Superfamília Cimicoidea: 
são ápteros (sem asas).
Subordens e famílias da Ordem HemipteraSubordens e famílias da Ordem Hemiptera
2) Família Pyrrhocoridae: 
Sem ocelos.
Pronoto com elevações laterais. 
Família dos percevejos-
manchadores-do-algodão.
Superfamília Tingoidea: 
é composta por 3 famílias, mas a mais
importante é:
Superfamília Reduvioidea: 
possuem o rostro curto e recurvado ou reto.
Fêmur anterior dilatado. São espécies
predadoras e hematófagas.
Superfamília Miroidea: 
Divisão Amphibicorisae:
Superfamília Gerroidea: 
são aquáticos ou semiaquáticos; antenas
longas; hemiélitro, quando presentes, com o
cório total ou parcialmente membranoso.
17 Ordens InsectaOrdens Insecta
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2) Família Belostomatidae: 
Aquáticos. 
Tamanho médio ou grande.
São conhecidos por baratas-
d’água.
Coloração castanha. 
Rostro curto e robusto.
Pernas anteriores preensoras. 
Subordens e famílias da Ordem HemipteraSubordens e famílias da Ordem Hemiptera
1) Família Gerridae: 
Vivem agrupados. 
Movem-se rapidamente na água. 
Ficam na superfície da água.
2) Família Veliidae: 
Pequenos predadores semi-
aquáticos. 
Alados ou ápteros. 
Vivem em pântanos e águas
correntes.
Divisão Hidrocorisae:
inclui os percevejos aquáticos de antenas
curtas e escondidas.
Superfamília Corixoidea: 
contém apenas 1 família.
1) Família Corixidae: 
Corpo ovalado e achatado.
Coloração cinza-escuro. 
Vivem em lagoas.
Respiram indo à superfície.
Superfamília Ochteroidea: 
1) Família Gelastocoridae: 
Corpo curto.
Olhos proeminentes. 
Ocelos presentes.
Habitam as margens de lagos e rios.
1) Família Notonectidae: 
Percevejos que “nadam de
costas”. 
Pernas posteriores
natatórias, longas e ágeis. 
Superfamília Notonectoidea: 
1) Família Naucoridae: 
Pernas anteriores.
preensoras. (10 mm). 
Membrana do hemiélitro
sem nervuras. 
Superfamília Naucoroidea: 
Superfamília Nepoidea: 
1) Família Nepidae: 
Percevejos aquáticos. 
Pernas longas.
Tubo respiratório caudal quase
tão longo que o corpo. 
18 Ordens InsectaOrdens Insecta
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Característica Descrição
Asas Membranosas, cobertas por escamas.
Aparelho Bucal Sugador maxilar.
Forma Jovem Larva (lagarta).
Cabeça dos Adultos Geralmente arredondada, coberta de pelos e escamas.
Olhos Compostos, com muitos omatídeos; ocelos geralmente escondidos por escamas.
Antenas Podem ser filiformes, clavadas, fusiformes, pectinadas.
Reprodução Sexuada e, em alguns casos, partenogênese.
Desenvolvimento Por holometabolia.
1) Família Megalopygidae: 
Mariposas médias.
Acinzantadas ou rosadas.
Pilosas. 
Lagarta - pelos urticantes. 
Ex: Megalopyge lanata. Ataca cafeeiro,
laranjeira, caquizeiro, mangueira e outros.
1) Família Castniidae:
Pequenas ou médias.
Cor amarelo/vermelho. 
Antenas clavadas. 
Ex: Castnia licus (broca-gigante-da-cana).
Ordem Lepidoptera
Reúne as borboletas e mariposas.
Essa ordem possui cerca de 150.000 espécies conhecidas.
Subordens e famílias da Ordem LepidopteraSubordens e famílias da Ordem Lepidoptera
Subordem Glossata: é a mais importante, pois
reúne 98% das espécies da ordem.
Superfamília Castnioidea: 
formada por uma família:
Superfamília Zygaenoidea: 
contém nove famílias e as principais que
causam danos às lavouras são:
19 Ordens InsectaOrdens Insecta
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2) Família Limacodidae: 
Mariposas pequenas
ou médias.
Asas menos
desenvolvidas. 
1) Família Lyonetiidae: 
Microlepidópteros.
Coloração esbranquiçada. 
Ex: bicho-mineiro-do-cafeeiro 
(Leucoptera coffeella).
Macho adulto
3) Família Dalceridae: 
Asas posteriores largas.
Antenas pectinadas. 
Ex: Dalcera fumata, conhecida como lagarta-
gelatina. Atacam os citros e cafeeiro.
2) Família Tineidae: 
Inclui as traças,
microlepidopteros.
Asas estreitas. 
1) Família Oecophoridae:
São microlepidopteros. 
Ex: Cerconota anonella, cujas
lagartas atacam anonáceas. 
2) Família Gelechiidae: 
São microlepidopteros. 
Ex: traça-do-milho 
(Sitotroga cerealella) e la garta-rosada-do-
algodoeiro (Pectinophora gossypiella).
Ex: bicho do cesto (oiketicus 
kirbyi), conhecida como lagarta-gelatina. 
Ex: Tineola uterella, a lagarta vive protegida
em um estojo. Atacam roupas e outros.
1) Família Psychidae: 
Quando adultos os machos
se tornam mariposas. 
As fêmeas permanecem
como lagarta toda sua vida. 
Superfamília Tineoidea: 
formada por 10 famílias, destacando-se:
Superfamília Yponomeutoidea: 
formada por 7 famílias, destacando-se:
2) Família Plutellidae: 
São microlepidópteros. 
Ex: Plutella xylostella, traça-
das crucíferas.
Superfamília Gelechioidea: 
formada por 17 famílias, destacando-se:
Ex: Phobetron hipparchia, a lagarta lembra
uma aranha. Atacam laranjeiras, goiabeiras,
carvalho e outros.
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1) Família Tortricidae: 
Microlepidopteros. 
Em geral de cores escuras.
Ex: Mariposa oriental (Grapholita molesta),
ataca pessegueiros. 
1) Família Pyralidae: 
Mariposas.
Cores mais opacas. 
Ex: mariposa parda (Pyralis farinalis), farinhas
e moagem de cereais. 
1) Família Noctuidae: 
Mariposas robustas.
Asas escamosas.
Tamanho bastante variável.
Antenas filiformes ou pectinadas.
Muitas espécies são de importancia
esconômica.
Ex: lagarta-do-cartucho (Spodoptera
frugiperda). 
1) Família Saturniidae: 
Mariposas.
Coloração vermelha.
Ex: (Rothschildia jacobaeae) na fase de lagarta
atacam mamona e mandioca. 
1) Família Sphingidae: 
Mariposas grandes ou médias.
Corpo robusto.
Cabeça proeminente.
Olhos grandes.
Antenas estilliformes. 
2) Família Bombycidae: 
Mariposa de tamanho e
médio.
Ex: bicho-da-seda (Bombyx mori). 
2) Família Crambidae: 
Mariposas pequenas. 
Ex: Broca-da-cana
(Diatracea saccharalis).
Superfamília Tortricoidea: 
formada por apenas 1 família.
Superfamília Pyraloidea: 
Possui 2 principais famílias:
Superfamília Sphingoidea: 
Possui 1 única família.
Ex: Erinnyis ello, conhecida como mandarová-
da-mandioca.
Superfamília Noctuoidea: 
formada por 9 famílias, destacando-se:
Superfamília Bombycoidea: 
formada por 14 famílias, destacando-se:
Superfamília Hesperioidea: 
formada por 1 família apenas:
2) Família Hesperiidae: 
 
Mariposa de tamanho médio.
Antenas em geral fusiformes.
Ex: (Urbanus proteus), ataca o feijoeiro. 
21 Ordens InsectaOrdens Insecta
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1) Família Papilionidae: 
Borboletas grandes.
Asasanteriores triangulares.
Antenas aproximadas na
base. 
Característica Descrição
Cabeça Bem desenvolvida, destacada do corpo.
Olhos Compostos, bem desenvolvidos.
Ocelos Em número de três, dispostos em triângulo no vértice da cabeça.
Aparelho Bucal Mastigador (vespas e formigas) ou lambedor (abelhas e mamangavas).
Pernas
Posteriores coletoras nas abelhas e mamangavas. Nas demais, principalmente do tipo
ambulatórias.
Tarsos Pentâmeros.
Asas Membranosas, transparentes ou coloridas.
Desenvolvimento Por holometabolia.
3) Família Lycaenidae: 
Pequeno porte.
Asas azuis ou verde. 
Asas embaixo cinza. 
Pode ter desenhos em cima.
2) Família Nymphalidae: 
Pequeno a médio.
Coloração variada. 
1º par de pernas atrofiados.
Reúne os abelhas, vespas, formigas e outros.
Ordem Hymenoptera
Ex: Pterourus scamander, ataca abacateiro. 
4) Família Pieridae: 
Porte médio.
Asas desenvolvidas.
Cor branca, amarela,
laranja ou escuras.
Ex: curuquerê-da-couve (Ascia monuste),
comum em hortas. 
Ex: broca-do-abacaxi (Strymon megarus).
Ex: Dione juno juno, ataca o maracujá.
Superfamília Papilionoidea: 
formada por 4 famílias:
22 Ordens InsectaOrdens Insecta
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1) Família Trichogrammatidae: 
Tarsos trímeros. 
Muitas espécies são usadas no controle
biológico, pois as larvas são parasitóides de
ovos, sobretudo de lepidópteros.
2) Família Eulophidae: 
Ex.:Tetrastichus giffardianus é parasitóide da
mosca-domediterrâneo (Ceratitis capitata). 
3) Família Encyrtidae: 
São microimenópteros de 1 a 2 mm. 
A maior parte é parasitóide de pulgões.
4) Família Agaontidae: 
São polinizadoress de figueiras.
Ex.: Blastophagus psenes.
5) Família Pteromalidae: 
Algumas das espécies são parasitódes de
cochonilhas.
1) Família Ichneumonidae: 
Antenas filiformes com artículos. 
Fêmeas com ovopositor longo e visível.
Quando adultos são agéis e se alimentam de
néctar e quando larvas são parasitóides.
Superfamília Siricoidea: 
Possui apenas 1 família de importância
econômica no Brasil.
Subordens e famílias da Ordem HymenopteraSubordens e famílias da Ordem Hymenoptera
Subordem Symphyta: 
Possuem o abdome séssil; 
Asas com sistema de nervação complexo;
Larvas eruciformes e fitófagas; 
Ovipositor serreado, pouco saliente.
Subordem Apocrita: 
Possuem o abdome livre; 
Asas com sistema de nervação complexo;
Larvas ápodas de hábitos variados; 
Ovipositor estiliforme, nunca serreado.
1) Família Siricidae: 
Inclui a vespa-da-madeira
(Sirex noctilio), uma
 praga que causa prejuízos 
em Pinus. 
Superfamília Ichneumonoidea: 
2) Família Braconidae: 
Semelhantes à familia anterior.
 
Mas são menores e com antenas
filiformes longas.
Ex: Cotesia flavipes, usada 
no controle biológico da broca-da-cana.
Superfamília Chalcidoidea: 
Possuem tamanhos variados, asas com uma
única nervura, a subcostal. As principais são:
Superfamília Platygasteroidea: 
1) Família Scelionidae: 
São microimenópteros.
Brilhantes. 
Antenas clavadas. 
O gênero mais comum é Telenomus, com várias
espécies parasitóides de ovos.
23 Ordens InsectaOrdens Insecta
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3) Família Scoliidae: 
São vespas grandes. 
Cor escura - manchas no abdômen.
Buscam no solo larvas de besouro para
alimentar suas próprias larvas.
Subordens e famílias da Ordem HymenopteraSubordens e famílias da Ordem Hymenoptera
Superfamília Evanioidea: 
1) Família Evaniidae: 
São vespas negras com até 15 mm.
Abdome pequeno e ovalado. 
Parasitóides de ovos de baratas.
Superfamília Chrysidoidea: 
1) Família Chrysididae: 
Cor verde-brilhante.
Tegumento pontilhada. 
Alimentam-se de néctar.
2) Família Bethylidae: 
Cor preto-brilhante. 
Tegumento pontuado. 
Antenas mais longas do que a cabeça. 
Ex: vespa-de-uganda (Prorops nasuta), inimigo
natural da broca-do-café.
Superfamília Vespoidea: 
1) Família Vespidae: 
Margem interna dos olhos
compostos com reentrância. 
Adultos se alimentam de néctar
ou lagartas e lepidópteros.
2) Família Mutillidae: 
Machos são alados.
Fêmeas ápteras (formigas-feiticeiras). 
Diferem das verdadeiras formigas por
terem pedúnculo curto e liso. 
São ágeis e com picada dolorida.
4) Família Pompilidae: 
São himenópteros caçadores de aranhas.
Tamanho médio ou grande.
Cor preta ou azul-escura com reflexos
metálicos. 
Antenas enroladas e voam rente ao chão.
5) Família Formicidae: 
Reúne as formigas que são sociais.
Formadas por rainha (fêmea fecundada).
Machos e operárias (fêmeas estéreis). 
As operárias são ápteras.
Rainha e os machos são alados, mas
perdem as asas após o vôo nupcial.
Superfamília Apoidea: 
Aparelho bucal típico lambedor; 
Mandíbulas desenvolvidas; 
Lábio inferior alongado.
1) Família Apidae: 
Reúne as abelhas.
Sociais e produtoras de
mel.
2) Família Anthophoridae: 
Reúne as mamangavas grandes. 
Cor amarela ou preta. 
Esporão na tíbia posterior.
24 Ordens InsectaOrdens Insecta
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Característica Descrição
Asas 1º par modificado em élitro (coriácea ou córnea), protegendo o 2º par de asas membranosas.
Tamanho Variado de 1 mm a 200 mm de comprimento.
Cabeça Prognata e hipognata.
Olhos Compostos laterais, elípticos ou circulares.
Ocelos Geralmente presentes nas larvas, mas raramente nos adultos.
Antenas Na fronte e de tipo variável.
Aparelho Bucal Mastigador, bem desenvolvido.
Pernas Ambulatórias (em geral), fossoriais e natatórias.
Reprodução Sexuada.
Desenvolvimento Holometabólico.
Ordem Coleoptera
Reúne as besouros.
Superfamília Caraboidea: 
Subordens e famílias da Ordem ColeopteraSubordens e famílias da Ordem Coleoptera
Subordem Adephaga: 
Em geral composto por predadores.
1) Família Carabidae: 
Cabeça + estreita que os élitros.
Mandíbulas visíveis. 
Protórax, às vezes, destacado. 
2) Família Gyrinidae: 
São besouros aquáticos.
Cor escura. 
Contém 2 pares de olhos (1
dorsal e 1 ventral).
Pernas anteriores alongadas.
3) Família Dytiscidae: 
Comuns em lagos calmos. 
Pernas posteriores são
achatadas e peludas. 
Podem permanecer longos
períodos submesos.
25 Ordens InsectaOrdens Insecta
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Superfamília Hydrophiloidea: 
Subordens e famílias da Ordem ColeopteraSubordens e famílias da Ordem Coleoptera
Subordem Polyphaga: 
Em geral são predadores.
1) Família Hydrophilidae: 
São insetos aquáticos.
Élitros lisos e brilhosos.
Papos maxilares alongados
e pernas natatórias. 
Superfamília Staphylinoidea: 
1) Família Staphylinidae: 
Corpo alongado. 
Élitros curtos e heterômeros.
Movem-se com o abdômen
levantado e normalmente 
Possuem um ocelo.
2) Família Silphidae: 
Coloração escura.
São necrófagos.
Comportamento de se enterrar
sob as carcaças de vertebrados
e fazer a postura.
Superfamília Scarabaeoidea: 
1) Família Scarabaeidae: 
Antenas lameladas. 
Tíbias anteriores são
dilatadas e margens
externas dentadas. 
2) Família Lucanidae: 
Mandíbulas bem
desenvolvidas. 
Antenas geniculadas.
3) Família Passalidae: 
Corpo achatado.
Protórax separado do mesotórax. 
Larvas e adultos em madeira
podre.
Superfamília Buprestoidea: 
1) Família Buprestidae: 
Coloração metálica.
Antenas serreadas.
Ex: Euchroma gigantea, ataca o
cacaueiro.
Superfamília Elateroidea: 
1) Família Elateridae: 
Corpo alongado e achatado.
Protórax destacado.
Cores pouco vistosas. 
Larvas elateriformes,
chamadas de larvas-arame.
2) Família Lampyridae: 
Últimos segmentos
abdominais luminescentes.
É a família dos vaga-lumes.
26 Ordens InsectaOrdens Insecta
Larvas são subterrâneas escarabeiforme.
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3) Família Bruchidae: 
Asas élitro encurtadas.
Corpo ovalado. 
Cabeça livre. 
Rostro curto e achatado. 
São conhecidos como carunchos que
atacam, sementes de leguminosas.
3) Família Lycidae: 
Semelhantes aos vaga-lumes
com élitros moles e reticulados.
Os adultos alimentam-se de
sucos de matéria vegetal em
decomposição. 
1) Família Coccinelidae: 
Compreende as joaninhas. 
Corpo arredondado.
Cabeça escondida sob o protórax. 
Alimentam-se de cochonilhas e pulgões.
1) Família Meloidae: 
Compreende as vaquinhas.
Cabeça bem separada do tórax.
Atacam as solanáceas.
3) Família Erotylidae: 
Pequenos a médio. 
Formato ovalado. 
Antenas clavadas. 
Normalmente bem coloridas.
2) Família Chrysomelidae: 
Cabeça total ou parcialmente
encaixada no protórax. 
Antenas curtas. 
Coloridos e brilhantes.
Subordens e famílias da Ordem ColeopteraSubordens e famílias da Ordem Coleoptera
4) Família Cantharidae: 
Semelhantes aos vaga-lumes.
Cabeça pode ser visível
dorsalmente e não possuem
órgão luminescente.
Superfamília Cucujoidea: 
Superfamília Tenebrionoidea: 
2) Família Tenebrionidae: 
Coloração uniforme negra ou
parda, fosca ou brilhante.
Antenas curtas. 
Pernas ambulatórias.
Tarsos heterômeros.
Superfamília Chrysomeloidea: 
1) Família Cerambycidae: 
Antenas longas. 
São conhecidos como
serra-paus.
Superfamília Curculionoidea: 
1) Família Anthribidae: 
Cabeça prolongada. 
Rostro curto e achatado. 
Antenas clavadas e retas.
Élitros pontuados.
27 Ordens InsectaOrdens Insecta
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3) Família Scolytidae: 
Pequenos. 
Cor uniforme escura.
Corpo cilíndrico.
Élitros truncados. 
Dentese dentículos.
Ex: broca-do-café (Hypothenemus hampei).
Característica Descrição
Asas Anteriores não funcionais e as posteriores modificadas (balancins ou halteres).
Cabeça Geralmente móvel.
Olhos Compostos, bem desenvolvidos, ocupando grande parte da cabeça.
Ocelos Ausentes ou em número de 3.
Antenas Filiformes, plumosas, aristadas, estiliformes, etc.
Aparelho Bucal Sugador labial com lábio alongado e sulcado formando uma tromba.
Reprodução Em geral é sexuada, a maioria é ovípara.
Desenvolvimento Por holometabolia.
Larvas Geralmente do tipo vermiforme e podem se desenvolver em meio aquático ou terrestre.
2) Família Curculionidae: 
Maior família do reino animal. 
Cabeça alongada.
Rostro e aparelho bucal
mastigador.
 
As antenas compostas.
Subordens e famílias da Ordem ColeopteraSubordens e famílias da Ordem Coleoptera
Ordem Diptera
Reúne as moscas e mosquitos, pernilongos, borrachudos, mutucas, varejeiras, mosca-
das-frutas e outros.
28 Ordens InsectaOrdens Insecta
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PRINCIPAIS SUTURAS CEFÁLICAS:
PRINCIPAIS ÁREAS INTER-SUTURAIS:
Vértice 
Antena 
Olho composto 
Gena 
Fronte
Mandíbulas 
 Labro
Sutura pós-genal
Ocelo 
Sutura frontal
Apêndices móveis: antenas e peças bucais.
É o estudo voltado para a parte externa do
corpo dos insetos. Em específico para 3
regiões: 
29 Morfologia externaMorfologia externa
Definição
Cabeça
A cabeça apresenta:
Apêndices fixos: olhos compostos e ocelos.
Suturas: 
 são sulcos ou linhas na superfície externa do
exoesqueleto, resultante da junção de
diferentes partes do tegumento. 
Carenas: 
são cristas, sulcos ou linhas elevadas na
superfície do exoesqueleto dos insetos.
Resultado da evaginação (protuberância) do
tegumento.
1) Epicranial: Y invertido na parte frontal da
cabeça.
2) Epistomal: separa o clipeo da fronte.
3) Labro-clipeal: separa o clipeo da lábio.
4) Subgenais: ocorre em ambos lados da
cabeça, perto das articulações das mandíbulas.
5) Oculares: Ao redor dos olhos compostos.
6) Suboculares: no inferior dos olhos até as
madíbulas.
7) Antenais: ao redor da base das antenas.
8) Subantenais: na base das antenas em
direção as mabíbulas.
9) Occipital: atrás da cabeça.
10) Pós-occipital: atrás da occipital.
Suturas que delimitam essas
áreas da cabeça:
1) Fronte: delimidada pelas suturas frontais.
2) Fronte-clipeal: entre as antenas ou suturas
frontais, ocupa a fronte e o clípeo.
3) Parietais: superior, entre os olhos.
Cabeça Tórax Abdome
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Flagelo
Pedicelo
Antenífero
Sutura antenal
ESTRUTURA TÍPICA DE ANTENA:
Escapo
9) Pós-occipital: entre a sutura pós-occipital e
o pescoço.
8) Occipital: arco formado entre a sutura
occipital e pós-occipital.
5) Genais: abaixo e atrás dos olhos.
6) Subgenais: entre as áreas genais e as
articulações bucais.
7) Pós-genais: na base do arco occipial.
4) Vétice: região mais elevada da cabeça.
Antenas
Consiste nos apêndices móveis
da cabeça;
Todos insetos adultos possuem
um par;
Tipos de AntenasTipos de Antenas
São classificados com base no
antenômero do flagelo, como,
os tipos a seguir:
FILIFORME: alongadas e finas, comumente
encontradas em esperanças e baratas.
MOLIFORME: apresentam uma série de
segmentos, semelhantes a um colar de
pérolas, encontradas em cupins.
CLAVADAS: os segmentos apicais são
mais largos e bulbosos em comparação
com a base. Visto em borboletas.
CAPITADA: é parecida com a antena clava,
porém os segmentos apicais são mais dila-
São sensoriais (olfato, audição, tato,
gustação);
Apresentam várias modificações;
Podem ter função de equilíbrio e de auxílio na
cópula.
30 Morfologia externaMorfologia externa
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tadas. Encontrada em muitas espécies de
besouros, como a broca-do-café.
IMBRICADA: segmentos em forma de
taças empilhadas. Vista em besouros de
calosoma.
FUSIFORME: segmentos mediano dilatado
e ponta curvada. Encontrada nas espécies
da família Hesperiidae (lepdópteros).
SERREADA: semelhante a uma serra, com
expasão pontiagida em ou ambos lados.
Vista em besouros da família Bruprestidae,
quando a expansão ocorre só de 1 lado.
DENTADA: segmentos com protuberâncias
arredondadas ou dentes ao longo de suas
bordas. Encontradas em vaga-lumes.
ESTILIFORME: têm uma forma alongada,
com extremidade fina, semelhante a uma
agulha ou estilete. Encontradas espécies
de mariposas.
PLUMOSA: os segmentos apresentam
muitos pelos, assemelhando-se a uma
pluma. Encontrada em pernilongos macho.
FLABELADA: os segmentos terminais com
expansão lateral, semelhante a um leque.
Vista em besouros microimenópteros.
31 Morfologia externaMorfologia externa
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SETÁCEA: segmentos com protuberâncias
arredondadas ou dentes ao longo de suas
bordas. Encontradas em vaga-lumes.
FURCADA: possue um bifurcação em dois
ramos, semelhante a um Y. Encontradas
alguns machos microimenópteros.
PECTINADA: contém expansões laterais
finas e longas, em forma de pente ao longo
de cada segmento da antena. Encontrada
mariposas macho.
LAMELADA: os 3 últimos segmentos
possuem expansões laterais que se
sobrepõem. Vista em besouros da família
Scarabaeidae.
GENICULADA: escapo longo com os
demais segmentos dobrados em ângulo,
como um joelho. Encontradas em vespas.
ARISTADA: útimo segmento do flagelo
globoso, com um “pelo”. Visto em mocas.
COMPOSTA: consiste na combinação de
características, por exemplo:
Genículo-capitada;
Genículo-clavada;
Genículo-moniliforme (...)
Antenas 
compostas
Dimorfismo sexual - antenasDimorfismo sexual - antenas
A identificação do sexo dos insetos pode serrealizada observando-se o tipo de antena que
possuem.
32 Morfologia externaMorfologia externa
Fêmea Macho
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🔹 LABRO: proteção e manutenção dos
alimentos.
🔹 MANDÍBULAS: trituradora, cortadora,
perfuradora, modeladora, transportadora e
defesa.
🔹 MAXILA: tato, gustação, mastigação e
perfuração (modificadas). 
🔹 LÁBIO: tato e retenção de alimentos.
🔹 EPIFARINGE: gustação.
🔹 HIPOFARINGE: canal salivar.
TRITURADOR OU MASTIGADOR:
 Labro 
 Madíbula 
 Maxila 
 Palpo maxilar 
 Lábio 
 Palpo labial
Características são dadas a partir do:
🔹 Tamanho: as antenas dos machos
normalmente são mais desenvolvidas.
🔹Tipo: macho e fêmea com antenas de tipos
diferentes. Ex: pernilongo macho tem antena
plumosa e fêmeas, filiforme.
🔹Insersão: insersão das antenas do macho
diferente da fêmea.
🔹Nº de antenômeros: quando os
antenômeros variam do macho para a fêmea.
Peças bucais
O aparelho bucal é composto por apêndices
móveis. A morfologia das peças varia de
acordo com a espécie.
PEÇAS BUCAIS:
Classificação dosClassificação dos 
aparelhos bucaisaparelhos bucais
Esta presente na maioria das ordens de
insetos. Suas funções incluem: 
Cortar, mastigar, manipular o alimento; 
Rapar; 
Predação; 
Defesa; 
Transporte de alimentos; 
Auxílio à cópula; 
Moldar cera, barro ou excremento.
Gafanhoto:
33 Morfologia externaMorfologia externa
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SUGADOR LABIAL 
Pernilongo:
(picador-sugador)
Estruturas adaptadas para perfurar e para
sugar fluidos. 
SUGADOR MAXILAR 
(sugador)
Borboleta:
Possue a maxila modificada em duas peças
alongadas e sulcadas, que formam um canal
onde passa o alimento por sucção.
LAMBEDOR
Abelha:
Labro e mandibulas normais, as maxilas e o
lábio alongados e unidos em forma de língua
lambedora. 
Direção das peças bucaisDireção das peças bucais
De acordo com a posição das
peças bucais a cabeça pode
ser de 3 tipos:
2) HIPOGNATA: 
quando as peças bucais estão localizadas na
parte inferior da cabeça - vista em insetos
mastigadores, como, gafanhotos.
1) PROGNATA: 
insetos com a boca projetada para frente,
comum em tesourinhas e cupins.
3) OPISTOGNATA: 
insetos com a boca voltada para baixo e
para trás, vista em cigarras e percevejos .
Tórax
Segunda região do corpo do inseto. 
Onde estão inseridos os apêndices
locomotores: pernas e asas.
É dividido em 3 segmentos: 
Protórax: que está unido à cabeça.
Mesotórax: é o mediano.
Metatórax: é o terceiro e liga-se ao
abdome.
34 Morfologia externaMorfologia externa
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Fêmur Tíbia
 Tarso 
Pós-tarso
Trocante
Coxa
ESTRUTURA DE UMA PERNA TÍPICA:
PernasPernas 
Apêndices locomotores terrestres e
aquáticos;
Insetos adultos têm 6 pernas (hexápodes);
Podem sofrer adaptações para: escavar,
coletar alimento e capturar presas;
1) COXA: liga-se ao tórax pela cavidade coxal, e
geralmente é curta e grossa.
2) TROCANTE: segmento coxa e o fêmur.
3) FÊMUR: segmento mais desenvolvido. Pode
se fixar ao trocante ou até mesmo diretamente
à coxa, deslocando o trocante lateralmente.
4) TÍBIA: segmento fino, alongado, pode
apresentar espinhos e esporões.
5) TARSO: região articulada, constituida por
tarsômeros (entre 1 a 5).
6) PÓS-TARSO: região mais distal da perna,
também conhecida como pré-tarso. Auxilia na
fixação. Contém 2 ou 1 garra tarsal (unha). 
Expansões membranosas entre as garras:
Tipos de pernasTipos de pernas
De acordo com a função
necessária, as pernas apresentam
mordificações específicas.
AMBULATÓRIAS: pernas típicas, sem
modificações. Presentes em baratas, moscas,
mariposas...
SALTATÓTIAS: pernas posteriores de grilos,
gafanhotos e pulgas. Fêmur e tíbia mais
desenvolvidos, servindo de alavanca.
Honômeros 
Nº diferentes de tarsômeros em pelo
menos um par de pernas.
 Mesmo nº de
tarsômeros nos 3
pares de pernas.
Monômeros 1 artículo no tarso
Dímeros 2 “ ”
Trímeros 3 “ ”
Tetrâmeros 4 “ ”
Petâmeros 5 “ ”
Heterômeros
Arólio
PulviLo
Empódio
35 Morfologia externaMorfologia externa
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ESCAVADORAS: tarso modificado, tíbia
em forma de lâmina para escavar.
ESCANSORIAIS: tíbia, tarso e garras com
expansões para agarrar pelos.
Piolhos
PREENSORAS: fêmur desenvolvido, para
prender outros animais.
Barata d’água
Louva-a-deus
RAPTADORAS: fêmur robusto, tíbia
curvada. Presença de espinhos e dentes
para captura da presa.
NADADORAS: insetos com hábitos
aquáticos. Tarsos posteriores modificam-
se em formato de remo. Fêmur, tíbia e
tarso, geralmente, achatados.
Besouros aquáticos
ADESIVAS: tarsômeros das pernas
anteriores dilatados e pilosos, como uma
ventosa. Auxiliam na fixação.
COLETORAS: tarso bem desenvolvido com
pelos, para recolher grãos de pólen.
Abelhas
AsasAsas
Quantidade de pares de asas e a presença
de asas variam de acordo com a epécie e
fase de desenvolvimento do inseto.
Nervura
Célula
Articulação
com o tórax
36 Morfologia externaMorfologia externa
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Élitro: asa rígida que recobre a asa posterior
do tipo membranosa.
Balancins: são asa metatorácicas
atrofiadas, cuja função é o equilíbrio.
Pseudo-halteres: asa anteriores atrofiadas.
Franjada: asa longas com pelos laterais.
Hemiélitro: asa anterior de percevejos, uma
parte é coriácea e a outra membranosa.
REGIÕES DA ASA:
Tipos de asaTipos de asa
Membranosa: a maioria dos insetos possui,
são finas e flexíveis, utilizadas para vôo. 
Tégmina: normalmente estreitas e
alongadas, com aspecto coráceo, usada
para proteção.
Libélula:
Grilo:
Percevejo:
Besouro:
Pernilongo:
Macho Strepsiptera
Tripes:
37 Morfologia externaMorfologia externa
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Membrana pleural Espiráculo
Abdome
Terceira região do corpo dos insetos;
Ausência de apêndices locomotores;
FUNÇÕES:
Contenção das visceras;
Armazenamento e processamento de
nutrientes;
Circulação de hemolinfa;
Bombeamento de oxigênio;
Produção de espermatozóides e óvulos;
Desenvolvimento de ovos.
Lobada: margens com nervuras, formando
lobos, como se fosse dividida.
Tipos de abdomeTipos de abdome
O tipo é baseado na ligação do abdome ao
tórax do inseto.
TIPOS:
SÉSSIL: o abdome se liga ao tórax em toda
sua largura.
Ex: gafanhotos e baratas.
LIVRE: Separado do tórax por um segmento
estreito chamado pedúnculo, permitindo
maior mobilidade.
Ex: moscas, abelhas e borboletas.
PEDUNCULADO: há uma diferença na largura
entre os segmentos do abdome, com o no 2º
ou 3º segmento mais estreitos.
Ex: formigas e vespas.
Microlepidópteros:
Filamentos médios: localizados na cauda,
têm a função sensorial.
Cercos: encontram-se na cauda, têm função
sensorial, ajudam na cópula e na preensão.
APÊNDICES ABDOMINAIS:
Estilos: auxilia na locomoção e no suporte
do abdome.
38 Morfologia externaMorfologia externa
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FUNÇÕES:
ESTRUTURA DO TEGUMENTO:
Enócito
Duto
Epicutícula
 Poro 
Exocutícula
Endocutícula Procutícula
Epiderme 
Membrana basal
Glândula dérmicaCélula tricógena 
 Seta 
39 Anatomia internaAnatomia interna
Tegumento
É a camada mais externa dos tecidos dos
insetos que os protege do ambienteexterno.
Promove proteção mecânica, química e
biológica.
Evita a perda excessiva de água.
Sustentação dos músculos.
Serve de ponto de ligação às pernas, asas
e outros apêndices.
Membrana basal: 
Camada fina de material secretado células
chamadas hemócitos. Nervos e traquéias
atravessam, permitindo a comunicação
celular.
Epiderme: 
Camada simples de células poligonais
epiteliais secretoras. Está ligada à formação
da cutícula e na ecdise produzem enzimas
que digerem a parte velha da cutícula.
EcdiseEcdise
É o fenômeno de mudança de tegumento
dos artrópodes.
Glândula dérmica: 
Produz a camada de cimento da epicutícula
(tetoculícula).
Célula tricógena: 
Inclusões dérmicas numerosas que são
responsáveis pelo senso tátil e audição. Possue
presença de uma seta que se estente para fora
da cutícula.
Cutícula: 
Formada por materiais secretados pelas células
da epiderme, essa deposição de solidifica e
forma o exoesqueleto.
Epicutícula: 
Camada mais externa, cuja função é formar uma
barreira contra a perda de água.
Procutícula: 
Composta por exocutícula e endocutícula que
possuem glucosamino quitina na composição,
conferindo dureza ao exoesqueleto.
Enócito: 
Inclusões dérmicas produtoras de lipoproteína
que forma a camada citiculina (mais internada
epicutícula).
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ETAPAS DA ECDISE:
ESTRUTURA DO TUBO DIGESTIVO:
Estomodeu Mesêntero Proctodeu
Tubo de
malpighi
Ceco
gástrico
Cólon
Reto
Ânus
Glândula
salivar
Esôfago
Proventículo
Cavidade
oral
Ventículo
Íleo
Papo ou
inglúvio
Faringe
1) Apólise e separação da cutícula velha:
Células epidérmicas se
separam da cutícula.
antiga e iniciam a
produção da nova.
2) Formação da nova cutícula:
 Produção de novas camadas:
Polifenóis e ceras → proteção.
Cimento → adesão.
3) Digestão do exoesqueleto antigo:
4) Rompimento da cutícula velha:
Inseto se contorce até
romper a antiga
cutícula.
5) Expansão e endurecimento da nova cutícula:
Após sair do tegumento, o
inseto expande a nova
cutícula incolor e mole, que se
endurece e escurece devido a
mecanismos hormonais.
Xilema.
Floema.
Seiva.
Folhas.
Tecidos vegetais.
Madeira.
Raízes.
Outros insetos.
Aparelho digestivo
Fontes de alimentos para os insetos:
A maioria dos insetos é fitófaga (se
alimenta de plantas) e precisa consumir
grandes quantidades de alimento, pois os
tecidos vegetais são pobres em nutrientes.
O tubo digestivo é geralmente curto, sem áreas
de armazenamento
Estomodeu (parte inicial)Estomodeu (parte inicial)
Começa na boca e termina na válvula
cardíaca. Inclui:
Faringe.
Esôfago.
Papo: armazena alimento.
Proventrículo: tritura o alimento antes de
seguir para o mesenteron.
40 Anatomia internaAnatomia interna
Enzimas dissolvem parte interna
da cutícula velha →
 os nutrientes são reaproveitados.
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Aorta
Coração
Ostiolos
Artéria
lateral
Órgãos 
pulsáteis
MesênteroMesêntero
Região responsável pela digestão e início da
absorção de nutrientes. Possui:
Ventrículo: principal local da digestão.
Cecos gástricos: (2 a 8) ajudam na
digestão e mantêm a microbiota
intestinal.
ProctodeuProctodeu
Parte final do trato digestivo.
Inclui: íleo, cólon, reto e ânus.
Reto: possui glândulas retais que
reabsorvem água e alguns nutrientes
antes da eliminação dos resíduos.
Sistema de excreção
FUNÇÃO DO SISTEMA:
Homeostase
Remoção de 
resíduos metabólicos
indesejáveis.
Os principais ógãos de excreção são os
Tubos de Malpighi.
Função: excreção de
resíduos, como: sais e
ácido úrico.
Características: tubos
finos, extremidade
distal fechada, ligado a
parte anterior do
proctodeu.
Aparelho circulatório
Funciona como um meio de
transporte de substâncias
no corpo, incluindo
nutrientes, produtos de
excreção e hormônios.
O meio circulante é conhecido como
hemolinfa ou "sangue".
ESTRUTURA GERAL:
Vaso dorsal:
Coração: 
41 Anatomia internaAnatomia interna
Vai da cabeça até o final do abdome,
localizado no dorso. Dividido em:
Aorta: parte da frente (cabeça).
Coração: parte de trás (abdome).
Fica no abdome e possui câmaras com
válvulas (ostíolos) que controlam a entrada
do sangue.
Órgãos pulsáteis:
Pequenas “bombas” que ajudam a levar o
sangue para antenas, asas e pernas.
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SISTEMA TRAQUEAL
1 par de ovários, 2 ovidutos laterais que
convergem para 1 oviduto comum, vagina,
espermateca e glândulas acessórias.
Ovário
Oviduto
Espermateca 
Glândula acessória
Vagina
Fêmea
Aparelho respiratório
A respiração nos insetos
ocorre através de um
sistema traqueal
diferenciado, onde o ar entra
e é eliminado pelo sistema
ou pelo tegumento.
É formado por:
Espiráculos: por onde penetra o ar.
Traquéias e traqueólas: condutores de ar.
Sacos aéreos: reservatórios de ar.
Aparelhos reprodutores
A maioria dos insetos se
reproduzem por via sexuada e
por via oviparidade.
Os sistemas reprodutores dos insetos incluem
glândulas sexuais pareadas, responsáveis pela
produção de gametas necessários para a
reprodução:
Aparelho reprodutor femininoAparelho reprodutor feminino
É formado por:
Espermateca: estrutura feminina que recebe e
guarda os espermatozóides, entre a cópula e a
fecundação do óvulo.
O sistema traqueal pode ser:
Aberto: 
quando os espiráculos são
funcionais, ficando aberto para as
trocas gasosas realizadas pelo
organismo. 
Fech ado: 
quando os espiráculos não são
funcionais, ficando fechados, o ar
entra por difusão através da
superfície do corpo. Comum em
insetos aquáticos.
Glândulas acessórias:
fornecem material para
formação da ooteca e
também para a produção de
secreção que uni os ovos no
substrado colocado.
Óvulos nos ovários das fêmeas e
espermatozoides nos testículos dos
machos.
42 Anatomia internaAnatomia interna
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1 par de testículos, vasos deferentes, 1 tubo
seminal mediano, canal ejaculador, vesícula
seminal, glândulas acessórias e pênis.
NEURÔNIOS:
Axônio
Terminações
nervosas
Dentrito
Ramo
lateral
Bipolar: possui apenas 1 dentrito independente
do axônio.
Multipolar: quando possui mais de 1 dentrito.
Unipolar: quando o dentrito e o axônio deixam o
núcleo a partir do mesmo ponto.
Bipolar Multipolar Unipolar
TIPOS DE NEURÔNIOS:
Núcleo
Pênis
Canal ejaculador
Glândula acessória
Vesícula seminal
Vaso deferente
TestículoMacho
Sistema nervoso
Capacidade de formar
respostas a estímulos do
ambiente. Ele junta os
sentidos (visão, tato,
olfato...) com funções
internas do corpo.
O sistema nervoso dos insetos está
localizado ventralmente. Concentrados na
região da cabeça.
🔹 Neurônio: célula que transmite impulsos
nervosos.
Aparelho reprodutor masculinoAparelho reprodutor masculino
É formado por:
Vesícula seminal: É uma dilatação dos
vasos deferentes, onde os espermatozoides
ficam.
🔹 Glia: protege, sustenta e alimenta o neurônio.
📍 Localização:
ESTRUTURA DE UM NEURÔNIO:
43 Anatomia internaAnatomia interna
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CARACTERIZAÇÃO DO NEURÔNIO:
Sistema nervoso estomogástrico.
Sistema nervoso simpático ventral.
Sistema nervoso simpático caudal.
1) SISTEMA NERVOSO CENTRAL: 2) SISTEMA NERVOSO VISCERAL:
Organização Geral do SNOrganização Geral do SN
O sistema nervoso dos insetos tem 3 partes:
Responsável por controlar os órgãos internos
dos insetos, como: coração, tubo digestivo,
traqueias (respiração) e órgãos reprodutores.
Ele é dividido em 3 partes principais:
CÉREBRO: 
🟥 Protocérebro: onde está o centro devisão dos insetos. Inerva os olhos e ocelos.
🟧 Deutocérebro: É o centro dos sentidos
nervosos das antenas, ligado a percepção
do olfato, gustação, tato e audição.
(gânglio supraesofageano)
🟨 Tritocérebro: formado por gânglios do
segmento intercalar. Inervam o labro.
GÂNGLIO SUBESOFAGEANO:
Localizado abaixo do esôfago.
Controla principalmente os movimentos da
boca do inseto.
Sistema nervoso central (SNC) é composto
por cérebro + cadeia de gânglios ventrais.
Localizado acima do esôfago.
Formado pela fusão de 3 gânglios:
44 Anatomia internaAnatomia interna
Classificação quanto ao caminho da mensagem:
🧠 Neurônio sensorial (aferente): 
leva o estímulo dos órgãos dos sentidos até o
sistema nervoso central (SNC). Ex: som, luz...
💪 Neurônio motor (eferente): 
leva a resposta do SNC até os músculos
(movimento).
🔄 Neurônio associativo: 
conecta neurônios motores e sensoriais
dentro do SNC.
⚙ Controla os movimentos, sentidos e
comportamento.
Sistema nervoso de um artrópode (gafanhoto)
Deuto-
cerebro
Gânglio
supraesofágico
Corpo
cardíaco
Sistema estomatogástrico
Gânglio
subesofágico
Cordão nervoso ventral
Intestino
Boca Gânglios torácicos
Adaptado I © 2014 Encyclopædia Britannica, Inc.
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SISTEMA NERVOSO ESTOMOGÁSTRICO
SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO CAUDAL
SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO VENTRAL
Atua junto com os gânglios da corda nervosa
ventral.
De cada gânglio saem nervos.
Cada gânglio origina 1 nervo central que se
divide em 2 nervos laterais.
Função: controlar os órgãos internos da parte
ventral do corpo.
Levam comandos do sistema
nervoso central até os
músculos (saem do SNC).
Trazem informações dos órgãos
dos sentidos até o sistema
nervoso central (chegam no SNC).
3) SISTEMA NERVOSO PERIÉFICO:
Controla os órgãos internos relacionados à
digestão (vida vegetativa).
É formado por gânglios e nervos:
O 1º gânglio (frontal) fica na frente do cérebro e
se conecta a ele pelo tritocérebro.
A partir desse gânglio, sai um nervo que vai até
o gânglio hipocerebral.
Esse gânglio pode originar nervos que vão para
o esôfago e gânglios do sistema digestório.
Origina-se do último gânglio abdominal.
Função:
Inerva (leva comandos nervosos) para o
proctodeu (parte final do intestino) e os
órgãos reprodutores internos.
Formado por nervos que
ligam o sistema nervoso
central aos músculos e
órgãos dos sentidos.
Esses nervos podem ser
de dois tipos:
Transmissão - impulso nervosoTransmissão - impulso nervoso
Existem 2 formas principais de o impulso
nervoso passar de um neurônio para outro:
Transmissão elétrica: axônica.
Transmissão química: sinapse.
45 Anatomia internaAnatomia interna
→ É a mais rápida.
Acontece quando os neurônios
estão muito próximos.
O impulso passa diretamente de um
neurônio para o outro por canais de
íons.
Não precisa de neurotransmissores.
→ É a mais comum.
Acontece na maioria das sinapses.
O impulso elétrico chega no final
do axônio e libera substâncias
químicas chamadas
neurotransmissores.
Esses neurotransmissores
atravessam a sinapse e ativam o
próximo neurônio.
Eferentes
Aferentes
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GLÂNDULAS EXÓCRINAS:
GLÂNDULAS ENDÓCRINAS:
Sistema glandular
As glândulas atuam na
produção e excreção de
algumas substâncias 
químicas com funções
orgânicas.
São derivadas do ectoderma. Possuem um
canal secretor próprio que descarrega suas
secreções para fora do corpo ou para algum
órgão.
Glândulas de veneno; 
Glândulas adesiva; 
Glândulas de cera; 
Glândulas de laca; 
Glândulas de espuma; 
Glândulas dérmicas; 
Glândulas cefálicas; 
Glândulas repelentes; 
Glândulas atraentes.
Exemplos de glândulas exócrinas:
Desprovidas de canal secretor. 
Suas secreções (hormônios endócrinos) são
despejados na hemolinfa.
Exemplos de glândulas endócrinas:
Glândulas protorácicas; 
Glândulas ventrais; 
Células neurossecretoras. 
Produzem os
hormônios da
ecdise e
metamorfose:
Sistema muscular
Funções: 
mobilidade e locomoção,
atuando no exoesqueleto,
apêndices e partes
internas do corpo.
Divisão dos musculos dos insetos:
Musculos fásico: possui contrações
rápidas que movimenta os apêndices
(asas, pernas...)
Musculos do exoesqueleto: movimenta
segmentos necessários à respiração.
Musculos viscerais: forma os órgãos
internos.
Histologia muscularHistologia muscular
Todos os músculos dos insetos são estriados.
Possuem bandas transversais (estriações)
visíveis, responsáveis pela contração muscular.
Fibrilas
Microfibrilas
Fascículo
Endomisio
Perismísio
Epismísio
Fibra muscular
46 Anatomia internaAnatomia interna
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l
Lagarta seta
l
OLHOS COMPOSTOS: 
FORMAÇÃO DE IMAGENS:
 OCELOS: 
Córnea 
Cone
cristalino
Rabdoma 
RetínulaAxônios
Omatídio
Estrutura de um omatídeo:
Aposição Superposição
SUPERPOSIÇÃO:
47 Órgãos do sentidoÓrgãos do sentido
Visão
É controlada por 2 fotorrecptores: 
Típico em insetos adultos. Estruturas convexas,
redondas, ovais, na cabeça, cada indivíduo
possui 2 unidades. 
Omatídeo: é formado pela córnea, cone
cristalino, célula corneal pigmentar, célula da
retina e rabdoma.
Senso tátil
Ocorre em insetos diurnos (ativos de dia).
Cada omatídio capta uma parte da imagem,
que se junta formando a cena completa.
APOSIÇÃO:
Ocorre em insetos noturnos (ativos à noite).
Os raios de luz se sobrepõem, deixando a
imagem mais iluminada e nítida, ideal para
ambientes com pouca luz.
Existem 2 formas principais de formação de
imagem nos olhos dos insetos:
O tato dos insetos acontece pelos sensilos
tricóideos (pelos ou setas).
Quando tocados, eles pressionam os
receptores e enviam o sinal para o SN.
São estruturas mais simples. Detectam a
intensidade e a direção da luz, mas não
formam imagens.
→ Tímpano: Membrana
sensível que capta sons e
vibrações, ajudando na
comunicação e na defesa
dos insetos. A localização
varia conforme a espécie.
Audição
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Olfato Gustação
48 Órgãos do sentidoÓrgãos do sentido
Sensilos
olfativos
Partículas
de odor
Sensilo
gustativo
Receptores
quimicos
Sensilo gustativo: órgão responsável pelo
paladar dos insetos.
Detecta substâncias presentes nos
alimentos.
Possui receptores químicos que identificam
essas substâncias.
Permite saber se o alimento é adequado ou
não para o consumo
Sensilos olfativos: especializados na
percepção do cheiro.
Funcionam como receptores químicos.
Tipos mais comuns: sensilo basicônico e
sensilo placódeo.
Localização principal: antenas dos insetos.
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Telítoca: origina apenas fêmeas.
Arrenótoca: origina apenas machos.
Anfítoca: fêmeas e machos.
49 ReproduçãoReprodução
Tipos de reprodução
A reprodução dos insetos geralmente depende
do encontro dos dois sexos para haver a
fecundação.
Entretanto, ocorrem muitas exceções.
OviparidadeOviparidade
As fêmeas depositam ovos que dão
nascimento às larvas ou ninfas
É o tipo mais comum de reprodução.
ViviparidadeViviparidade
O desenvolvimento embrionário ocorre
internamente no corpo da fêmea, que dá à luz
larvas ou ninfas em vez de ovos, sendo assim
denominada fêmea vivípara.
A viviparidade possui outros 4 tipos:
A fêmea coloca ovos com larvas quase prontas
ou já nascidas.
A larva nasce dentro da mãe e se alimenta de
secreções das glândulas dela antes de sair.
3) Viviparidade no hemocele:
O embrião se desenvolve dentro de uma parte
da vagina da fêmea e recebe nutrientes por uma
estrutura

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