Prévia do material em texto
GeralGeral EntomologiaEntomologia Resumo Ilustrado Mapeando AGRO Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 selo m ap ea ndo agro de qualidade ▴ selo m ap ea ndo agro de qualidade ▴ Olá, tudo bem? Agradecemos por escolher nosso material de estudos, elaborado com dedicação para potencializar o seu aprendizado. Esperamos que encontre nele uma fonte valiosa de conhecimento. Este material é destinado exclusivamente exibição privada. É proibida qualquer forma de reprodução, distribuição ou comercialização do conteúdo. Qualquer meio do compartilhamento, seja por google drive, torrent, mega, whatsapp, telegram, redes sociais ou quaisquer outros meios se classificam como ato de pirataria, conforme o art. 184 do código penal. Mas, acreditamos que você é uma pessoa de bem que está buscando se capacitar através dos estudos e que jamais faria uma coisa dessas, não é? A equipe agradece a compreensão e deseja um ótimo estudo. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Introdução...........................................................................................7 Filos..............................................................................................................................7 Filos Arthropoda.......................................................................................................7 Taxonomia..................................................................................................................7 Classe Insecta.....................................................................................8 Generalidades...........................................................................................................8 Vantagens..................................................................................................................8 Características.........................................................................................................8 Ordens Insecta....................................................................................9 Ordem Odonata........................................................................................................9 Ordem Orthoptera................................................................................................10 Subordens e Famílias da Odem Orthoptera.................................................11 Ordem Blattodea...................................................................................................11 Ordem Mantodea..................................................................................................12 Ordem Phasmatodea..........................................................................................12 Ordem Thysanoptera...........................................................................................13 Ordem Hemiptera..................................................................................................13 Subordens e famílias da Ordem Hemiptera.................................................14 Ordem Lepidoptera...............................................................................................19 Subordens e famílias da Ordem Lepidoptera..............................................19 Ordem Hymenoptera...........................................................................................22 Subordens e famílias da Ordem Hymenoptera...........................................23 Ordem Coleoptera................................................................................................25 Subordens e famílias da Ordem Coleoptera...............................................25 Ordem Diptera.......................................................................................................28 SumárioSumário Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Morfologia externa...........................................................................29 Definição..................................................................................................................29 Cabeça......................................................................................................................29 Antena......................................................................................................................30 Tipos de antena.....................................................................................................30 Dimorfismo sexual - antenas............................................................................32 Peças bucais..........................................................................................................33 Classificação dos aparelhos bucais...............................................................33 Direção das peças bucais..................................................................................34 Tórax..........................................................................................................................34 Pernas.......................................................................................................................35 Tipos de pernas.....................................................................................................35 Asas...........................................................................................................................36 Tipos de asas..........................................................................................................37 Abdome....................................................................................................................38 Tipos de abdome...................................................................................................38 Morfologia Interna............................................................................39 Tegumento..............................................................................................................39 Ecdise.......................................................................................................................39 Aparelho digestivo................................................................................................40 Estomodeu..............................................................................................................40 Mesêntero...............................................................................................................41 Proctodeu................................................................................................................41 Sistema de excreção...........................................................................................41 Aparelho circulatório............................................................................................41 Aparelho respiratório...........................................................................................42 Aparelhos reprodutores.....................................................................................42 SumárioSumário Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Aparelho reprodutor feminino..........................................................................42 Aparelho reprodutor masculino.......................................................................43 Sistema nervoso...................................................................................................43 Organização Geral.................................................................................................44 Transmissão - impulso nervoso.......................................................................45 Sistema glandular.................................................................................................46 Sistema muscular.................................................................................................46parecida com placenta. PartenogênesePartenogênese Desenvolvimento a partir de ovos não fecundados. Pode ser obrigatória, facultativa ou esporádica. Pode ser classificada de acordo com o sexo: 1) Ovoviviparidade: 2) Viviparidade adenotrófica: Os ovos se rompem dentro do corpo da mãe e ficam soltos no sangue. As larvas crescem ali e depois saem, devoram a mãe. 4) Viviparidade pseudoplacentária: Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Forma de reprodução em que formas imaturas (geralmente larvas) são capazes de se reproduzir sem atingir o estágio adulto. PedogênesePedogênese NeoteniaNeotenia Quando um inseto imaturo adquire características reprodutivas adultas, como encontrar parceiro, copular e depositar ovos. Ex.: fêmeas do bicho-do-cesto. PoliembrioniaPoliembrionia Formação de dois ou mais embriões a partir de um único zigoto. Ex.: partenogênese arrenótoca em zangões de abelha. P A R T E N O G Ê N E S E HermafroditísmoHermafroditísmo Quando os dois sexos se fazem presentes em um mesmo indivíduo. Entretanto é muito raro. Ex: pulgão-branco-dos-cítros (Icerya purchasi). Desenvolvimento Envolve o crescimento e a mudança de forma do inseto. Por isso é dividido em: embrionário e pós- embrionário. EmbrionárioEmbrionário Inicia-se após a fecundação do óvulo, formando o núcleo zigótico. Termina com a eclosão da larva ou ninfa. Pós embrionárioPós embrionário Inicia-se após a eclosão da larva ou ninfa. Termina com a emergência do adulto. Tipo de reprodução: Sexuada, pois o inseto está sexualmente maduro. Tipo de reprodução: Pode ser assexuada (mais comum) ou, em alguns casos, sexuada. Tipo de reprodução: Sexuada, mas depois há uma multiplicação embrionária assexuada. Garante rápida multiplicação. 50 ReproduçãoReprodução Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 TIPOS DE METAMORFOSE: Verminose: larva ápoda (sem pernas torácicas e abdominais), normalmente a cabeça não é diferenciada. Ex.: larvas de moscas. Eruciforme: larvas dos lepidópteros, conhecida como lagarta, possui 3 pares de pernas torácicas e 5 abdominais. Tipos de larvas Primeira fase pós- embrionária. Marcada pelo crescimento intenso em tamanho e peso. A ecdise é o principal meio de crescimento. As transformações dos insetos são chamadas de metamorfose. 1) Ametabolia: Não há mudança na forma; Adultos são maiores e com órgãos reprodutivos desenvolvidos. 2) Hemimetabolia - características: Metamorfose gradual ou incompleta; Ausência de asas nos imaturos; Desenvolvimento da estrutura genital nos adultos. HEMIMETÁBOLOS: jovens semelhantes aos adultos, com metamorfose incompleta e poucas mudanças. O estágio jovem é chamado nifa. 3) Holometabolia: Metamorfose completa; Transformação drástica da fase imatura para a adulta; Ex: borboletas, vespas, formigas... Inseto após a eclosão. Início do pós-embrionário. 51 ReproduçãoReprodução Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Curculioniforme: larva ápoda, branco- leitosa, cabeça quitinizada. Ex: besouros da família Curculionidae. Escarabeiforme: larva branco-leitosa em forma de C, com três pares de pernas longas, dobras no tegumento e segmento abdominal desenvolvido. Ex: escaravelho. Carabiforme: larva alongada com três pares de pernas torácicas curtas. Ex: semelhantes às dos besouros da família Carabidae. Campodeiforme: larva com 3 pares de pernas torácicas alongadas e ágil e predadora. Ex: joaninha. Elateriforme: larva alongada, achatada, com o corpo bastante quitinizado, com 3 pares de pernas torácicas curtas. Ex: larva-arame. Buprestiforme: larva ápoda, cabeça pequena e segmentos torácicos alongados que realçam a parte frontal do corpo. Ex: Buprestidae. Cerambiciforme: larva que se assemelha a um buprestiforme, mas com segmentação mais definida e a parte anterior do corpo menos proeminente. Ex: Cetambycidae. Limaciforme: larvas ápoda, parecida com lesmas. Ex: algumas espécies de moscas. Tipos de PupaTipos de Pupa Segunda fase pós- embrionária. Marcada pela dormência. As pupas são sensíveis a perturbações. 52 ReproduçãoReprodução Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Coarctada: A pupa está coberta pela exúvia do último estágio larval, fazendo com que nenhum apêndice do futuro inseto seja visível. Ex: dípteros. Obtecta: a pupa com apêndices bem aderidos ao corpo, típica dos lepidópteros. Livre: é encontrada em insetos como besouros, abelhas, formigas e vespas, com apêndices visíveis e afastados do corpo. 53 ReproduçãoReprodução Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864Histologia muscular.............................................................................................46 Órgãos do sentido.............................................................................47 Visão..........................................................................................................................47 Senso tátil...............................................................................................................47 Audição.....................................................................................................................47 Olfato........................................................................................................................48 Gustação.................................................................................................................49 Reprodução.......................................................................................49 Tipos de reprodução............................................................................................49 Oviparidade.............................................................................................................49 Viviparidade............................................................................................................49 Partenogênese......................................................................................................49 Pedogênese............................................................................................................50 Neotenia...................................................................................................................50 Poliembrionia..........................................................................................................50 Hermafroditismo...................................................................................................50 Desenvolvimento.................................................................................................50 SumárioSumário Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Embrionário.............................................................................................................50 Pós embrionário.....................................................................................................50 Tipos de larvas.......................................................................................................51 Tipos de pupa...................................................................................................….52 SumárioSumário Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Reino Animalia Filo Arthropoda Superclasse Hexapoda Classe Insecta Subordem Apocrita Ordem Hymenoptera Superfamília Formicoidea Família Formicidae Subfamília Myrmicinae Tribo Attini Gênero Acromyrmex Subgênero Moellerius Espécie landolti Subespécie fractcornis IntroduçãoIntrodução Filos O reino animal é dividido em vários grupos (Filos). Dentre esses, 3 possuem importância agrícola: Filo Nematoda Filo Mollusca Filo Arthropoda Filo Arthropoda Corresponde a 80% do reino animal. Possuem pernas articuladas. (gr. Arthron= articulações; podes= pernas). Exoesqueleto como revestimento do corpo. Têm o corpo segmentado. Simetria bilateral. Aparelho circulatório dorsal. Sistema nervoso vental. Taxonomia Código Internacional de Nomenclatura e Zoológica: Conjunto de recomendações para os nomes de família, gênero, espécie e subespécie. Para nome feminino = adiciona-se ae. Se o nome terminar em a = adiciona-se e. PRINCÍPIO DE PRIORIDADE O nome válido para uma espécie ou gênero é sempre o mais antigo. CATEGORIAS TAXONÔMICAS: Principais categorias: filo, classe, ordem, família, gênero e espécie. Categorias com terminações padronizadas: Superfamília = (-oidea) Subfamília = (-inae) Família = (-idae) Tribo = (-ini) Para formiga-quequém, exemplo: 07 Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 08 Classe InsectaClasse Insecta Generalidades É considerada a classe mais evoluída do Filo Arthropoda. Possui maior nº de espécies. Abrange cerca de 70% das espécies de animais. Corpo dividido em: cabeça, tórax e abdome. Capacidade de vôo; Adaptabilidade; Exoesqueleto; Pequeno tamanho; Metamorfose e tipo especializado de reprodução. Vantagens Vantagens na luta pela sobrevivência: Características Características da classe insecta: 1) Corpo dividido em cabeça, tórax e abdome. 2) Um par de antenas. 3) Um par de mandíbulas. 4) Dois pares de maxilas (maxila e lábio). 5) Tórax apresentando três pares de patas e geralmente dois pares de asas. 6) Abdome desprovido de apêndices ambulatórios. 7) Abertura genital situada próxima à extremidade anal do corpo. 8) Desenvolvimento geralmente por metamorfose (completo ou incompleto). Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 CARACTERÍSTICAS DESCRIÇÃO Anfibióticos Capazes de viver tanto na água quanto em terra. Ocelos Três ocelos localizados no vértice (topo da cabeça). Antenas Curtas e setáceas. Aparelho Bucal Mastigador. Protórax Livre. Pernas Ambulatórias. Asas Membranosas, longas e estreitas, com inúmeras nervuras. Abdome Alongado, composto por 10 urômeros e um par de cercos no último segmento. Ovipositor (fêmeas) Capaz de perfurar ramos para postura. Sistema Reprodutor (machos) Orifício do canal ejaculador no 9º urômero e aparelho copulador nos 2º e 3º segmentos. Velocidade Excelentes voadores, algumas espécies podem atingir até 80 km/h. Postura Pode ser realizada na água, em plantas (endofítica) ou sobre plantas (exofítica). Fase Larval Náiades eclodem dos ovos e respiram por tráqueo-brânquias. Desenvolvimento Hemimetabólico, podendo ser lento, levando até 5 anos para completar o ciclo de vida. Reúne as libélulas. 09 Ordens InsectaOrdens Insecta Ordem Odonata Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Característica Descrição Insetos da Ordem Gafanhotos, esperanças, grilos, paquinhas e taquarinhas. Pernas 3º par de pernas saltatório. Cabeça Muitas espécies apresentam a cabeça consideravelmente prolongada entre os olhos (fastígio). Antenas Filiformes ou setáceas. Olhos Compostos, bem desenvolvidos. Ocelos Presentes em nº de 3. Aparelho Bucal Mastigador. Tipo de Asas Tégmina (primeiro par) e membranosa (segundo par). Abdome Séssil, composto por 11 urômeros. Reprodução Geralmente sexuada, a maioria das espécies é ovípara, embora existam espécies partenogéticas. Desenvolvimento Hemimetabólico. Habitat Terrestres e fitófagos. Subordens Possui 2: Subordem Caelifera e Ensifera. 10 Ordens InsectaOrdens Insecta Ordem Orthoptera Reúne os gafanhotos, esperanças, grilos, paquinhas e taquarinhas. Gafanhoto GriloEsperança PaquinhaTaquarinha Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Característica Descrição Corpo Ovalado, tamanho cerca de 100 mm. Coloração Geralmente parda, marrom ou negra. Cabeça Curta, subtriangular. Olhos Compostos, grandes; geralmente 2 ocelos. Antenas Filiformes ou setáceas, inseridas entre os olhos compostos, podendo cobrir o comprimento do corpo. Aparelho Bucal Mastigador. Pernas Ambulatórias, coxas grandes, fêmures e tíbias com espinhos. Asas Anteriores tipo tégmina e posteriores membranosas. Abdome Séssil, alargado e deprimido. Cercos Um par no último urômetro. Desenvolvimento Hemimetabólico. Superfamília Tettigonioidae Ordem Blattodea 11 Ordens InsectaOrdens Insecta Reúne as baratas: Subordens e Famílias da Odem OrthopteraSubordens e Famílias da OdemOrthoptera Subordem Caelifera Superfamília Acridoidea Superfamília Tetrigoidea Família Acrididae Família Proscopiidae Família Tetrigidae Subordem Ensifera Superfamília Grylloidea Superfamília Gryllacridoidea Família Tettigoniidae Família Gryllidae Família Gryllotalpidae Família Gryllacrididae Família Stenopelmatidae Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Característica Descrição Corpo Alongado e achatado, de 10 a 100 mm de comprimento. Cabeça Destacada, triangular, hipognata e móvel. Olhos Compostos, desenvolvidos. Ocelos Possuem 3 ocelos. Antenas Inseridas na fronte, setáceas ou filiformes. Aparelho Bucal Mastigador. Pernas Anteriores raptatórias, as demais ambulatórias. Asas Anteriores tipo tégmina e posteriores membranosas. Abdome Possui um par de cercos. Desenvolvimento Hemimetabólico. Comportamento São predadores e canibais. Característica Descrição Mimetismo Podem ser confundidos com galhos, folhas ou líquens. Tamanho Podem chegar até 300 mm de comprimento. Cabeça Livre, pequena, opistognata (voltada para trás). Ocelos Variável, podendo ser 0, 2 ou 3. Olhos Compostos, desenvolvidos. Antenas Setáceas, multissegmentadas. Aparelho Bucal Mastigador. Tórax Cilíndrico, liso ou com espinhos ou carenas. Asas Geralmente bem desenvolvidas. Pernas Ambulatórias. Ordem Mantodea Reúne os louva-a-deus: Ordem Phasmatodea Reúne os bichos-pau: 12 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Característica Descrição Tamanho Pequenos, variando de 0,5 a 13 mm. Coloração Escura na fase adulta. Cabeça Com um contorno quadrangular. Olhos Compostos, desenvolvidos. Número de Ocelos De 2 a 3. Antenas Filiformes ou moliniformes, com cerdas (sensilos). Aparelho Bucal Sugador labial. Pernas Ambulatórias. Asas Quatro asas semelhantes, franjadas. Reprodução Sexuada ou partenogenética. Desenvolvimento Hemimetabólico. Característica Descrição Aparelho Bucal Tipo Sugador Labial Tetraqueta; canal de sucção e de saliva formado pela justaposição dos estiletes maxilares envolvidos pelos estiletes mandibulares. Asas Normalmente dois pares, sendo o anterior, em geral, total ou parcialmente mais duro que o par posterior. Cercos Ausentes. Ordem Thysanoptera Reúne os insetos conhecidos como Tripes: Ordem Hemiptera Reúne os cigarras, percevejo, cigarrinha, mosca-branca, cochonila e outros, respectivamente: 13 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Superfamília Coccoidea: Compreende as cochonilhas. Reprodução partenogenética ou sexuada. Causam muitos danos devido a sucção da seiva da planta. Superfamília Psylloidea: dividi-se em 6 família, destacando-se: Subordens e famílias da Ordem HemipteraSubordens e famílias da Ordem Hemiptera Subordem Sternorrhyncha: São pequenos; Cabeça opistognata; Antenas com 3 a 10 segmentos; Aparelho bucal sugador labial; Protórax desenvolvido; Desenvolvimento por Hemimetabolia. 1) Família Psyllidae: Pequenos. 3 ocelos. Antenas desenvolvidas. Rostro curto. Pernas posteriores saltatórias Asas membranosas. Causam danos no limbo foliar ao sugar a seiva e podem ser vetores de vírus. 1) Família Aphididae: reúne os pulgões. A maioria das espécies de importância econômica pertence a essa família. Superfamília Aphidoidea: compreende os pulgões e afídeos. Superfamília Aleyrodoidea: compreende 1 única família. 2) Família Phylloxeridae: é encontrada a espécie Daktulosphaira vitiofoline que ataca as raízes da videira, podendo atacar também a parte aérea. 1) Família Aleyrodidae: Pequenos. 4 asas membranosas. Recobertas com substâncias pulverulenta. Reprodução sexuada, mas pode ocorrer parternogênese. Ex: mosca-branca (Bemisia tabaci). Subordem Auchenorrhyncha: Cabeça opistognata; Antenas setáceas curtas; Aparelho bucal sugador labial; Asas membranosas ou tégminas; Mesotórax mais desenvolvido; Desenvolvimento por Hemimetabolia. Superfamília Cicadoidea: 1) Família Cicadidae: Reúne as cigarras. Possuem 3 ocelos. Asas membranosas, transparentes ou coloridas, Órgão sonoro (mais desenvolvidos nos machos). 14 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 1) Família Cercopidae: Hemípteros pequenos ou médios. 1 ou 2 espinhos nas tíbias posteriores. 1) Família Fulgoridae: Sem importância econômica. Subordem e famílias da Ordem HemipteraSubordem e famílias da Ordem Hemiptera Superfamília Membracoidea: contém 4 famílias, as mais comuns são: Superfamília Cercopoidea: Dividida em 4 famílias, destacando-se: 2) Família Aphrophoridae: Reúne as cigarrinhas que atacam ramos apicais, onde produzem uma espuma característica para proteção das ninfas. 1) Família Membracidae: apresentam o pronoto desenvolvido, às vezes com ornamentações. 2) Família Cicadellidae: Cigarrinhas comlivre. Rostro curto. antenas com 4 segmentos. Hemiélitro bem desenvolvidos. Hematófagos (se alimentam de sangue). Ex: barbeiro (Triatoma infestans). 1) Família Cimicidae: Corpo achatado ovalado. Coberto de cerdas. Cabeça grande. Sem ocelos. Escutelo largo. Hemiélitros rudimentares Sem asas membranosas. Hematófagos (se alimentam de sangue). 1. Família Miridae: Pequenos. Cores vivas. Antenas de 4 segmentos. Sem ocelos. Escutelo pequeno e triangular. Ex: Horcias nobilellus (percevejo-rajado-do- algodoeiro). 1) Família Tingidae: Pequeno. Tórax e hemiélitros reticulados. Antenas curtas. Ocelos ausentes. Ex: percevejo rendado (Corythaica cyathicollis), ataca o tomateiro. 3) Família Largidae: Parecido aos percevejos Phrrhocoridae, mas não possuem elecações laterais no pronoto. Não possue importância econômica. 4) Família Lygaeidae: Pequeno a médio (menor 20 mm). Possuem um par de ocelos. Ex: Blissus antillus, ataca as pastagens. Superfamília Cimicoidea: são ápteros (sem asas). Subordens e famílias da Ordem HemipteraSubordens e famílias da Ordem Hemiptera 2) Família Pyrrhocoridae: Sem ocelos. Pronoto com elevações laterais. Família dos percevejos- manchadores-do-algodão. Superfamília Tingoidea: é composta por 3 famílias, mas a mais importante é: Superfamília Reduvioidea: possuem o rostro curto e recurvado ou reto. Fêmur anterior dilatado. São espécies predadoras e hematófagas. Superfamília Miroidea: Divisão Amphibicorisae: Superfamília Gerroidea: são aquáticos ou semiaquáticos; antenas longas; hemiélitro, quando presentes, com o cório total ou parcialmente membranoso. 17 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 2) Família Belostomatidae: Aquáticos. Tamanho médio ou grande. São conhecidos por baratas- d’água. Coloração castanha. Rostro curto e robusto. Pernas anteriores preensoras. Subordens e famílias da Ordem HemipteraSubordens e famílias da Ordem Hemiptera 1) Família Gerridae: Vivem agrupados. Movem-se rapidamente na água. Ficam na superfície da água. 2) Família Veliidae: Pequenos predadores semi- aquáticos. Alados ou ápteros. Vivem em pântanos e águas correntes. Divisão Hidrocorisae: inclui os percevejos aquáticos de antenas curtas e escondidas. Superfamília Corixoidea: contém apenas 1 família. 1) Família Corixidae: Corpo ovalado e achatado. Coloração cinza-escuro. Vivem em lagoas. Respiram indo à superfície. Superfamília Ochteroidea: 1) Família Gelastocoridae: Corpo curto. Olhos proeminentes. Ocelos presentes. Habitam as margens de lagos e rios. 1) Família Notonectidae: Percevejos que “nadam de costas”. Pernas posteriores natatórias, longas e ágeis. Superfamília Notonectoidea: 1) Família Naucoridae: Pernas anteriores. preensoras. (10 mm). Membrana do hemiélitro sem nervuras. Superfamília Naucoroidea: Superfamília Nepoidea: 1) Família Nepidae: Percevejos aquáticos. Pernas longas. Tubo respiratório caudal quase tão longo que o corpo. 18 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Característica Descrição Asas Membranosas, cobertas por escamas. Aparelho Bucal Sugador maxilar. Forma Jovem Larva (lagarta). Cabeça dos Adultos Geralmente arredondada, coberta de pelos e escamas. Olhos Compostos, com muitos omatídeos; ocelos geralmente escondidos por escamas. Antenas Podem ser filiformes, clavadas, fusiformes, pectinadas. Reprodução Sexuada e, em alguns casos, partenogênese. Desenvolvimento Por holometabolia. 1) Família Megalopygidae: Mariposas médias. Acinzantadas ou rosadas. Pilosas. Lagarta - pelos urticantes. Ex: Megalopyge lanata. Ataca cafeeiro, laranjeira, caquizeiro, mangueira e outros. 1) Família Castniidae: Pequenas ou médias. Cor amarelo/vermelho. Antenas clavadas. Ex: Castnia licus (broca-gigante-da-cana). Ordem Lepidoptera Reúne as borboletas e mariposas. Essa ordem possui cerca de 150.000 espécies conhecidas. Subordens e famílias da Ordem LepidopteraSubordens e famílias da Ordem Lepidoptera Subordem Glossata: é a mais importante, pois reúne 98% das espécies da ordem. Superfamília Castnioidea: formada por uma família: Superfamília Zygaenoidea: contém nove famílias e as principais que causam danos às lavouras são: 19 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 2) Família Limacodidae: Mariposas pequenas ou médias. Asas menos desenvolvidas. 1) Família Lyonetiidae: Microlepidópteros. Coloração esbranquiçada. Ex: bicho-mineiro-do-cafeeiro (Leucoptera coffeella). Macho adulto 3) Família Dalceridae: Asas posteriores largas. Antenas pectinadas. Ex: Dalcera fumata, conhecida como lagarta- gelatina. Atacam os citros e cafeeiro. 2) Família Tineidae: Inclui as traças, microlepidopteros. Asas estreitas. 1) Família Oecophoridae: São microlepidopteros. Ex: Cerconota anonella, cujas lagartas atacam anonáceas. 2) Família Gelechiidae: São microlepidopteros. Ex: traça-do-milho (Sitotroga cerealella) e la garta-rosada-do- algodoeiro (Pectinophora gossypiella). Ex: bicho do cesto (oiketicus kirbyi), conhecida como lagarta-gelatina. Ex: Tineola uterella, a lagarta vive protegida em um estojo. Atacam roupas e outros. 1) Família Psychidae: Quando adultos os machos se tornam mariposas. As fêmeas permanecem como lagarta toda sua vida. Superfamília Tineoidea: formada por 10 famílias, destacando-se: Superfamília Yponomeutoidea: formada por 7 famílias, destacando-se: 2) Família Plutellidae: São microlepidópteros. Ex: Plutella xylostella, traça- das crucíferas. Superfamília Gelechioidea: formada por 17 famílias, destacando-se: Ex: Phobetron hipparchia, a lagarta lembra uma aranha. Atacam laranjeiras, goiabeiras, carvalho e outros. 20 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 1) Família Tortricidae: Microlepidopteros. Em geral de cores escuras. Ex: Mariposa oriental (Grapholita molesta), ataca pessegueiros. 1) Família Pyralidae: Mariposas. Cores mais opacas. Ex: mariposa parda (Pyralis farinalis), farinhas e moagem de cereais. 1) Família Noctuidae: Mariposas robustas. Asas escamosas. Tamanho bastante variável. Antenas filiformes ou pectinadas. Muitas espécies são de importancia esconômica. Ex: lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda). 1) Família Saturniidae: Mariposas. Coloração vermelha. Ex: (Rothschildia jacobaeae) na fase de lagarta atacam mamona e mandioca. 1) Família Sphingidae: Mariposas grandes ou médias. Corpo robusto. Cabeça proeminente. Olhos grandes. Antenas estilliformes. 2) Família Bombycidae: Mariposa de tamanho e médio. Ex: bicho-da-seda (Bombyx mori). 2) Família Crambidae: Mariposas pequenas. Ex: Broca-da-cana (Diatracea saccharalis). Superfamília Tortricoidea: formada por apenas 1 família. Superfamília Pyraloidea: Possui 2 principais famílias: Superfamília Sphingoidea: Possui 1 única família. Ex: Erinnyis ello, conhecida como mandarová- da-mandioca. Superfamília Noctuoidea: formada por 9 famílias, destacando-se: Superfamília Bombycoidea: formada por 14 famílias, destacando-se: Superfamília Hesperioidea: formada por 1 família apenas: 2) Família Hesperiidae: Mariposa de tamanho médio. Antenas em geral fusiformes. Ex: (Urbanus proteus), ataca o feijoeiro. 21 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 1) Família Papilionidae: Borboletas grandes. Asasanteriores triangulares. Antenas aproximadas na base. Característica Descrição Cabeça Bem desenvolvida, destacada do corpo. Olhos Compostos, bem desenvolvidos. Ocelos Em número de três, dispostos em triângulo no vértice da cabeça. Aparelho Bucal Mastigador (vespas e formigas) ou lambedor (abelhas e mamangavas). Pernas Posteriores coletoras nas abelhas e mamangavas. Nas demais, principalmente do tipo ambulatórias. Tarsos Pentâmeros. Asas Membranosas, transparentes ou coloridas. Desenvolvimento Por holometabolia. 3) Família Lycaenidae: Pequeno porte. Asas azuis ou verde. Asas embaixo cinza. Pode ter desenhos em cima. 2) Família Nymphalidae: Pequeno a médio. Coloração variada. 1º par de pernas atrofiados. Reúne os abelhas, vespas, formigas e outros. Ordem Hymenoptera Ex: Pterourus scamander, ataca abacateiro. 4) Família Pieridae: Porte médio. Asas desenvolvidas. Cor branca, amarela, laranja ou escuras. Ex: curuquerê-da-couve (Ascia monuste), comum em hortas. Ex: broca-do-abacaxi (Strymon megarus). Ex: Dione juno juno, ataca o maracujá. Superfamília Papilionoidea: formada por 4 famílias: 22 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 1) Família Trichogrammatidae: Tarsos trímeros. Muitas espécies são usadas no controle biológico, pois as larvas são parasitóides de ovos, sobretudo de lepidópteros. 2) Família Eulophidae: Ex.:Tetrastichus giffardianus é parasitóide da mosca-domediterrâneo (Ceratitis capitata). 3) Família Encyrtidae: São microimenópteros de 1 a 2 mm. A maior parte é parasitóide de pulgões. 4) Família Agaontidae: São polinizadoress de figueiras. Ex.: Blastophagus psenes. 5) Família Pteromalidae: Algumas das espécies são parasitódes de cochonilhas. 1) Família Ichneumonidae: Antenas filiformes com artículos. Fêmeas com ovopositor longo e visível. Quando adultos são agéis e se alimentam de néctar e quando larvas são parasitóides. Superfamília Siricoidea: Possui apenas 1 família de importância econômica no Brasil. Subordens e famílias da Ordem HymenopteraSubordens e famílias da Ordem Hymenoptera Subordem Symphyta: Possuem o abdome séssil; Asas com sistema de nervação complexo; Larvas eruciformes e fitófagas; Ovipositor serreado, pouco saliente. Subordem Apocrita: Possuem o abdome livre; Asas com sistema de nervação complexo; Larvas ápodas de hábitos variados; Ovipositor estiliforme, nunca serreado. 1) Família Siricidae: Inclui a vespa-da-madeira (Sirex noctilio), uma praga que causa prejuízos em Pinus. Superfamília Ichneumonoidea: 2) Família Braconidae: Semelhantes à familia anterior. Mas são menores e com antenas filiformes longas. Ex: Cotesia flavipes, usada no controle biológico da broca-da-cana. Superfamília Chalcidoidea: Possuem tamanhos variados, asas com uma única nervura, a subcostal. As principais são: Superfamília Platygasteroidea: 1) Família Scelionidae: São microimenópteros. Brilhantes. Antenas clavadas. O gênero mais comum é Telenomus, com várias espécies parasitóides de ovos. 23 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 3) Família Scoliidae: São vespas grandes. Cor escura - manchas no abdômen. Buscam no solo larvas de besouro para alimentar suas próprias larvas. Subordens e famílias da Ordem HymenopteraSubordens e famílias da Ordem Hymenoptera Superfamília Evanioidea: 1) Família Evaniidae: São vespas negras com até 15 mm. Abdome pequeno e ovalado. Parasitóides de ovos de baratas. Superfamília Chrysidoidea: 1) Família Chrysididae: Cor verde-brilhante. Tegumento pontilhada. Alimentam-se de néctar. 2) Família Bethylidae: Cor preto-brilhante. Tegumento pontuado. Antenas mais longas do que a cabeça. Ex: vespa-de-uganda (Prorops nasuta), inimigo natural da broca-do-café. Superfamília Vespoidea: 1) Família Vespidae: Margem interna dos olhos compostos com reentrância. Adultos se alimentam de néctar ou lagartas e lepidópteros. 2) Família Mutillidae: Machos são alados. Fêmeas ápteras (formigas-feiticeiras). Diferem das verdadeiras formigas por terem pedúnculo curto e liso. São ágeis e com picada dolorida. 4) Família Pompilidae: São himenópteros caçadores de aranhas. Tamanho médio ou grande. Cor preta ou azul-escura com reflexos metálicos. Antenas enroladas e voam rente ao chão. 5) Família Formicidae: Reúne as formigas que são sociais. Formadas por rainha (fêmea fecundada). Machos e operárias (fêmeas estéreis). As operárias são ápteras. Rainha e os machos são alados, mas perdem as asas após o vôo nupcial. Superfamília Apoidea: Aparelho bucal típico lambedor; Mandíbulas desenvolvidas; Lábio inferior alongado. 1) Família Apidae: Reúne as abelhas. Sociais e produtoras de mel. 2) Família Anthophoridae: Reúne as mamangavas grandes. Cor amarela ou preta. Esporão na tíbia posterior. 24 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Característica Descrição Asas 1º par modificado em élitro (coriácea ou córnea), protegendo o 2º par de asas membranosas. Tamanho Variado de 1 mm a 200 mm de comprimento. Cabeça Prognata e hipognata. Olhos Compostos laterais, elípticos ou circulares. Ocelos Geralmente presentes nas larvas, mas raramente nos adultos. Antenas Na fronte e de tipo variável. Aparelho Bucal Mastigador, bem desenvolvido. Pernas Ambulatórias (em geral), fossoriais e natatórias. Reprodução Sexuada. Desenvolvimento Holometabólico. Ordem Coleoptera Reúne as besouros. Superfamília Caraboidea: Subordens e famílias da Ordem ColeopteraSubordens e famílias da Ordem Coleoptera Subordem Adephaga: Em geral composto por predadores. 1) Família Carabidae: Cabeça + estreita que os élitros. Mandíbulas visíveis. Protórax, às vezes, destacado. 2) Família Gyrinidae: São besouros aquáticos. Cor escura. Contém 2 pares de olhos (1 dorsal e 1 ventral). Pernas anteriores alongadas. 3) Família Dytiscidae: Comuns em lagos calmos. Pernas posteriores são achatadas e peludas. Podem permanecer longos períodos submesos. 25 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Superfamília Hydrophiloidea: Subordens e famílias da Ordem ColeopteraSubordens e famílias da Ordem Coleoptera Subordem Polyphaga: Em geral são predadores. 1) Família Hydrophilidae: São insetos aquáticos. Élitros lisos e brilhosos. Papos maxilares alongados e pernas natatórias. Superfamília Staphylinoidea: 1) Família Staphylinidae: Corpo alongado. Élitros curtos e heterômeros. Movem-se com o abdômen levantado e normalmente Possuem um ocelo. 2) Família Silphidae: Coloração escura. São necrófagos. Comportamento de se enterrar sob as carcaças de vertebrados e fazer a postura. Superfamília Scarabaeoidea: 1) Família Scarabaeidae: Antenas lameladas. Tíbias anteriores são dilatadas e margens externas dentadas. 2) Família Lucanidae: Mandíbulas bem desenvolvidas. Antenas geniculadas. 3) Família Passalidae: Corpo achatado. Protórax separado do mesotórax. Larvas e adultos em madeira podre. Superfamília Buprestoidea: 1) Família Buprestidae: Coloração metálica. Antenas serreadas. Ex: Euchroma gigantea, ataca o cacaueiro. Superfamília Elateroidea: 1) Família Elateridae: Corpo alongado e achatado. Protórax destacado. Cores pouco vistosas. Larvas elateriformes, chamadas de larvas-arame. 2) Família Lampyridae: Últimos segmentos abdominais luminescentes. É a família dos vaga-lumes. 26 Ordens InsectaOrdens Insecta Larvas são subterrâneas escarabeiforme. Material produzidopor @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 3) Família Bruchidae: Asas élitro encurtadas. Corpo ovalado. Cabeça livre. Rostro curto e achatado. São conhecidos como carunchos que atacam, sementes de leguminosas. 3) Família Lycidae: Semelhantes aos vaga-lumes com élitros moles e reticulados. Os adultos alimentam-se de sucos de matéria vegetal em decomposição. 1) Família Coccinelidae: Compreende as joaninhas. Corpo arredondado. Cabeça escondida sob o protórax. Alimentam-se de cochonilhas e pulgões. 1) Família Meloidae: Compreende as vaquinhas. Cabeça bem separada do tórax. Atacam as solanáceas. 3) Família Erotylidae: Pequenos a médio. Formato ovalado. Antenas clavadas. Normalmente bem coloridas. 2) Família Chrysomelidae: Cabeça total ou parcialmente encaixada no protórax. Antenas curtas. Coloridos e brilhantes. Subordens e famílias da Ordem ColeopteraSubordens e famílias da Ordem Coleoptera 4) Família Cantharidae: Semelhantes aos vaga-lumes. Cabeça pode ser visível dorsalmente e não possuem órgão luminescente. Superfamília Cucujoidea: Superfamília Tenebrionoidea: 2) Família Tenebrionidae: Coloração uniforme negra ou parda, fosca ou brilhante. Antenas curtas. Pernas ambulatórias. Tarsos heterômeros. Superfamília Chrysomeloidea: 1) Família Cerambycidae: Antenas longas. São conhecidos como serra-paus. Superfamília Curculionoidea: 1) Família Anthribidae: Cabeça prolongada. Rostro curto e achatado. Antenas clavadas e retas. Élitros pontuados. 27 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 3) Família Scolytidae: Pequenos. Cor uniforme escura. Corpo cilíndrico. Élitros truncados. Dentese dentículos. Ex: broca-do-café (Hypothenemus hampei). Característica Descrição Asas Anteriores não funcionais e as posteriores modificadas (balancins ou halteres). Cabeça Geralmente móvel. Olhos Compostos, bem desenvolvidos, ocupando grande parte da cabeça. Ocelos Ausentes ou em número de 3. Antenas Filiformes, plumosas, aristadas, estiliformes, etc. Aparelho Bucal Sugador labial com lábio alongado e sulcado formando uma tromba. Reprodução Em geral é sexuada, a maioria é ovípara. Desenvolvimento Por holometabolia. Larvas Geralmente do tipo vermiforme e podem se desenvolver em meio aquático ou terrestre. 2) Família Curculionidae: Maior família do reino animal. Cabeça alongada. Rostro e aparelho bucal mastigador. As antenas compostas. Subordens e famílias da Ordem ColeopteraSubordens e famílias da Ordem Coleoptera Ordem Diptera Reúne as moscas e mosquitos, pernilongos, borrachudos, mutucas, varejeiras, mosca- das-frutas e outros. 28 Ordens InsectaOrdens Insecta Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 PRINCIPAIS SUTURAS CEFÁLICAS: PRINCIPAIS ÁREAS INTER-SUTURAIS: Vértice Antena Olho composto Gena Fronte Mandíbulas Labro Sutura pós-genal Ocelo Sutura frontal Apêndices móveis: antenas e peças bucais. É o estudo voltado para a parte externa do corpo dos insetos. Em específico para 3 regiões: 29 Morfologia externaMorfologia externa Definição Cabeça A cabeça apresenta: Apêndices fixos: olhos compostos e ocelos. Suturas: são sulcos ou linhas na superfície externa do exoesqueleto, resultante da junção de diferentes partes do tegumento. Carenas: são cristas, sulcos ou linhas elevadas na superfície do exoesqueleto dos insetos. Resultado da evaginação (protuberância) do tegumento. 1) Epicranial: Y invertido na parte frontal da cabeça. 2) Epistomal: separa o clipeo da fronte. 3) Labro-clipeal: separa o clipeo da lábio. 4) Subgenais: ocorre em ambos lados da cabeça, perto das articulações das mandíbulas. 5) Oculares: Ao redor dos olhos compostos. 6) Suboculares: no inferior dos olhos até as madíbulas. 7) Antenais: ao redor da base das antenas. 8) Subantenais: na base das antenas em direção as mabíbulas. 9) Occipital: atrás da cabeça. 10) Pós-occipital: atrás da occipital. Suturas que delimitam essas áreas da cabeça: 1) Fronte: delimidada pelas suturas frontais. 2) Fronte-clipeal: entre as antenas ou suturas frontais, ocupa a fronte e o clípeo. 3) Parietais: superior, entre os olhos. Cabeça Tórax Abdome Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Flagelo Pedicelo Antenífero Sutura antenal ESTRUTURA TÍPICA DE ANTENA: Escapo 9) Pós-occipital: entre a sutura pós-occipital e o pescoço. 8) Occipital: arco formado entre a sutura occipital e pós-occipital. 5) Genais: abaixo e atrás dos olhos. 6) Subgenais: entre as áreas genais e as articulações bucais. 7) Pós-genais: na base do arco occipial. 4) Vétice: região mais elevada da cabeça. Antenas Consiste nos apêndices móveis da cabeça; Todos insetos adultos possuem um par; Tipos de AntenasTipos de Antenas São classificados com base no antenômero do flagelo, como, os tipos a seguir: FILIFORME: alongadas e finas, comumente encontradas em esperanças e baratas. MOLIFORME: apresentam uma série de segmentos, semelhantes a um colar de pérolas, encontradas em cupins. CLAVADAS: os segmentos apicais são mais largos e bulbosos em comparação com a base. Visto em borboletas. CAPITADA: é parecida com a antena clava, porém os segmentos apicais são mais dila- São sensoriais (olfato, audição, tato, gustação); Apresentam várias modificações; Podem ter função de equilíbrio e de auxílio na cópula. 30 Morfologia externaMorfologia externa Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 tadas. Encontrada em muitas espécies de besouros, como a broca-do-café. IMBRICADA: segmentos em forma de taças empilhadas. Vista em besouros de calosoma. FUSIFORME: segmentos mediano dilatado e ponta curvada. Encontrada nas espécies da família Hesperiidae (lepdópteros). SERREADA: semelhante a uma serra, com expasão pontiagida em ou ambos lados. Vista em besouros da família Bruprestidae, quando a expansão ocorre só de 1 lado. DENTADA: segmentos com protuberâncias arredondadas ou dentes ao longo de suas bordas. Encontradas em vaga-lumes. ESTILIFORME: têm uma forma alongada, com extremidade fina, semelhante a uma agulha ou estilete. Encontradas espécies de mariposas. PLUMOSA: os segmentos apresentam muitos pelos, assemelhando-se a uma pluma. Encontrada em pernilongos macho. FLABELADA: os segmentos terminais com expansão lateral, semelhante a um leque. Vista em besouros microimenópteros. 31 Morfologia externaMorfologia externa Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 SETÁCEA: segmentos com protuberâncias arredondadas ou dentes ao longo de suas bordas. Encontradas em vaga-lumes. FURCADA: possue um bifurcação em dois ramos, semelhante a um Y. Encontradas alguns machos microimenópteros. PECTINADA: contém expansões laterais finas e longas, em forma de pente ao longo de cada segmento da antena. Encontrada mariposas macho. LAMELADA: os 3 últimos segmentos possuem expansões laterais que se sobrepõem. Vista em besouros da família Scarabaeidae. GENICULADA: escapo longo com os demais segmentos dobrados em ângulo, como um joelho. Encontradas em vespas. ARISTADA: útimo segmento do flagelo globoso, com um “pelo”. Visto em mocas. COMPOSTA: consiste na combinação de características, por exemplo: Genículo-capitada; Genículo-clavada; Genículo-moniliforme (...) Antenas compostas Dimorfismo sexual - antenasDimorfismo sexual - antenas A identificação do sexo dos insetos pode serrealizada observando-se o tipo de antena que possuem. 32 Morfologia externaMorfologia externa Fêmea Macho Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 🔹 LABRO: proteção e manutenção dos alimentos. 🔹 MANDÍBULAS: trituradora, cortadora, perfuradora, modeladora, transportadora e defesa. 🔹 MAXILA: tato, gustação, mastigação e perfuração (modificadas). 🔹 LÁBIO: tato e retenção de alimentos. 🔹 EPIFARINGE: gustação. 🔹 HIPOFARINGE: canal salivar. TRITURADOR OU MASTIGADOR: Labro Madíbula Maxila Palpo maxilar Lábio Palpo labial Características são dadas a partir do: 🔹 Tamanho: as antenas dos machos normalmente são mais desenvolvidas. 🔹Tipo: macho e fêmea com antenas de tipos diferentes. Ex: pernilongo macho tem antena plumosa e fêmeas, filiforme. 🔹Insersão: insersão das antenas do macho diferente da fêmea. 🔹Nº de antenômeros: quando os antenômeros variam do macho para a fêmea. Peças bucais O aparelho bucal é composto por apêndices móveis. A morfologia das peças varia de acordo com a espécie. PEÇAS BUCAIS: Classificação dosClassificação dos aparelhos bucaisaparelhos bucais Esta presente na maioria das ordens de insetos. Suas funções incluem: Cortar, mastigar, manipular o alimento; Rapar; Predação; Defesa; Transporte de alimentos; Auxílio à cópula; Moldar cera, barro ou excremento. Gafanhoto: 33 Morfologia externaMorfologia externa Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 SUGADOR LABIAL Pernilongo: (picador-sugador) Estruturas adaptadas para perfurar e para sugar fluidos. SUGADOR MAXILAR (sugador) Borboleta: Possue a maxila modificada em duas peças alongadas e sulcadas, que formam um canal onde passa o alimento por sucção. LAMBEDOR Abelha: Labro e mandibulas normais, as maxilas e o lábio alongados e unidos em forma de língua lambedora. Direção das peças bucaisDireção das peças bucais De acordo com a posição das peças bucais a cabeça pode ser de 3 tipos: 2) HIPOGNATA: quando as peças bucais estão localizadas na parte inferior da cabeça - vista em insetos mastigadores, como, gafanhotos. 1) PROGNATA: insetos com a boca projetada para frente, comum em tesourinhas e cupins. 3) OPISTOGNATA: insetos com a boca voltada para baixo e para trás, vista em cigarras e percevejos . Tórax Segunda região do corpo do inseto. Onde estão inseridos os apêndices locomotores: pernas e asas. É dividido em 3 segmentos: Protórax: que está unido à cabeça. Mesotórax: é o mediano. Metatórax: é o terceiro e liga-se ao abdome. 34 Morfologia externaMorfologia externa Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Fêmur Tíbia Tarso Pós-tarso Trocante Coxa ESTRUTURA DE UMA PERNA TÍPICA: PernasPernas Apêndices locomotores terrestres e aquáticos; Insetos adultos têm 6 pernas (hexápodes); Podem sofrer adaptações para: escavar, coletar alimento e capturar presas; 1) COXA: liga-se ao tórax pela cavidade coxal, e geralmente é curta e grossa. 2) TROCANTE: segmento coxa e o fêmur. 3) FÊMUR: segmento mais desenvolvido. Pode se fixar ao trocante ou até mesmo diretamente à coxa, deslocando o trocante lateralmente. 4) TÍBIA: segmento fino, alongado, pode apresentar espinhos e esporões. 5) TARSO: região articulada, constituida por tarsômeros (entre 1 a 5). 6) PÓS-TARSO: região mais distal da perna, também conhecida como pré-tarso. Auxilia na fixação. Contém 2 ou 1 garra tarsal (unha). Expansões membranosas entre as garras: Tipos de pernasTipos de pernas De acordo com a função necessária, as pernas apresentam mordificações específicas. AMBULATÓRIAS: pernas típicas, sem modificações. Presentes em baratas, moscas, mariposas... SALTATÓTIAS: pernas posteriores de grilos, gafanhotos e pulgas. Fêmur e tíbia mais desenvolvidos, servindo de alavanca. Honômeros Nº diferentes de tarsômeros em pelo menos um par de pernas. Mesmo nº de tarsômeros nos 3 pares de pernas. Monômeros 1 artículo no tarso Dímeros 2 “ ” Trímeros 3 “ ” Tetrâmeros 4 “ ” Petâmeros 5 “ ” Heterômeros Arólio PulviLo Empódio 35 Morfologia externaMorfologia externa Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 ESCAVADORAS: tarso modificado, tíbia em forma de lâmina para escavar. ESCANSORIAIS: tíbia, tarso e garras com expansões para agarrar pelos. Piolhos PREENSORAS: fêmur desenvolvido, para prender outros animais. Barata d’água Louva-a-deus RAPTADORAS: fêmur robusto, tíbia curvada. Presença de espinhos e dentes para captura da presa. NADADORAS: insetos com hábitos aquáticos. Tarsos posteriores modificam- se em formato de remo. Fêmur, tíbia e tarso, geralmente, achatados. Besouros aquáticos ADESIVAS: tarsômeros das pernas anteriores dilatados e pilosos, como uma ventosa. Auxiliam na fixação. COLETORAS: tarso bem desenvolvido com pelos, para recolher grãos de pólen. Abelhas AsasAsas Quantidade de pares de asas e a presença de asas variam de acordo com a epécie e fase de desenvolvimento do inseto. Nervura Célula Articulação com o tórax 36 Morfologia externaMorfologia externa Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Élitro: asa rígida que recobre a asa posterior do tipo membranosa. Balancins: são asa metatorácicas atrofiadas, cuja função é o equilíbrio. Pseudo-halteres: asa anteriores atrofiadas. Franjada: asa longas com pelos laterais. Hemiélitro: asa anterior de percevejos, uma parte é coriácea e a outra membranosa. REGIÕES DA ASA: Tipos de asaTipos de asa Membranosa: a maioria dos insetos possui, são finas e flexíveis, utilizadas para vôo. Tégmina: normalmente estreitas e alongadas, com aspecto coráceo, usada para proteção. Libélula: Grilo: Percevejo: Besouro: Pernilongo: Macho Strepsiptera Tripes: 37 Morfologia externaMorfologia externa Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Membrana pleural Espiráculo Abdome Terceira região do corpo dos insetos; Ausência de apêndices locomotores; FUNÇÕES: Contenção das visceras; Armazenamento e processamento de nutrientes; Circulação de hemolinfa; Bombeamento de oxigênio; Produção de espermatozóides e óvulos; Desenvolvimento de ovos. Lobada: margens com nervuras, formando lobos, como se fosse dividida. Tipos de abdomeTipos de abdome O tipo é baseado na ligação do abdome ao tórax do inseto. TIPOS: SÉSSIL: o abdome se liga ao tórax em toda sua largura. Ex: gafanhotos e baratas. LIVRE: Separado do tórax por um segmento estreito chamado pedúnculo, permitindo maior mobilidade. Ex: moscas, abelhas e borboletas. PEDUNCULADO: há uma diferença na largura entre os segmentos do abdome, com o no 2º ou 3º segmento mais estreitos. Ex: formigas e vespas. Microlepidópteros: Filamentos médios: localizados na cauda, têm a função sensorial. Cercos: encontram-se na cauda, têm função sensorial, ajudam na cópula e na preensão. APÊNDICES ABDOMINAIS: Estilos: auxilia na locomoção e no suporte do abdome. 38 Morfologia externaMorfologia externa Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 FUNÇÕES: ESTRUTURA DO TEGUMENTO: Enócito Duto Epicutícula Poro Exocutícula Endocutícula Procutícula Epiderme Membrana basal Glândula dérmicaCélula tricógena Seta 39 Anatomia internaAnatomia interna Tegumento É a camada mais externa dos tecidos dos insetos que os protege do ambienteexterno. Promove proteção mecânica, química e biológica. Evita a perda excessiva de água. Sustentação dos músculos. Serve de ponto de ligação às pernas, asas e outros apêndices. Membrana basal: Camada fina de material secretado células chamadas hemócitos. Nervos e traquéias atravessam, permitindo a comunicação celular. Epiderme: Camada simples de células poligonais epiteliais secretoras. Está ligada à formação da cutícula e na ecdise produzem enzimas que digerem a parte velha da cutícula. EcdiseEcdise É o fenômeno de mudança de tegumento dos artrópodes. Glândula dérmica: Produz a camada de cimento da epicutícula (tetoculícula). Célula tricógena: Inclusões dérmicas numerosas que são responsáveis pelo senso tátil e audição. Possue presença de uma seta que se estente para fora da cutícula. Cutícula: Formada por materiais secretados pelas células da epiderme, essa deposição de solidifica e forma o exoesqueleto. Epicutícula: Camada mais externa, cuja função é formar uma barreira contra a perda de água. Procutícula: Composta por exocutícula e endocutícula que possuem glucosamino quitina na composição, conferindo dureza ao exoesqueleto. Enócito: Inclusões dérmicas produtoras de lipoproteína que forma a camada citiculina (mais internada epicutícula). Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 ETAPAS DA ECDISE: ESTRUTURA DO TUBO DIGESTIVO: Estomodeu Mesêntero Proctodeu Tubo de malpighi Ceco gástrico Cólon Reto Ânus Glândula salivar Esôfago Proventículo Cavidade oral Ventículo Íleo Papo ou inglúvio Faringe 1) Apólise e separação da cutícula velha: Células epidérmicas se separam da cutícula. antiga e iniciam a produção da nova. 2) Formação da nova cutícula: Produção de novas camadas: Polifenóis e ceras → proteção. Cimento → adesão. 3) Digestão do exoesqueleto antigo: 4) Rompimento da cutícula velha: Inseto se contorce até romper a antiga cutícula. 5) Expansão e endurecimento da nova cutícula: Após sair do tegumento, o inseto expande a nova cutícula incolor e mole, que se endurece e escurece devido a mecanismos hormonais. Xilema. Floema. Seiva. Folhas. Tecidos vegetais. Madeira. Raízes. Outros insetos. Aparelho digestivo Fontes de alimentos para os insetos: A maioria dos insetos é fitófaga (se alimenta de plantas) e precisa consumir grandes quantidades de alimento, pois os tecidos vegetais são pobres em nutrientes. O tubo digestivo é geralmente curto, sem áreas de armazenamento Estomodeu (parte inicial)Estomodeu (parte inicial) Começa na boca e termina na válvula cardíaca. Inclui: Faringe. Esôfago. Papo: armazena alimento. Proventrículo: tritura o alimento antes de seguir para o mesenteron. 40 Anatomia internaAnatomia interna Enzimas dissolvem parte interna da cutícula velha → os nutrientes são reaproveitados. Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Aorta Coração Ostiolos Artéria lateral Órgãos pulsáteis MesênteroMesêntero Região responsável pela digestão e início da absorção de nutrientes. Possui: Ventrículo: principal local da digestão. Cecos gástricos: (2 a 8) ajudam na digestão e mantêm a microbiota intestinal. ProctodeuProctodeu Parte final do trato digestivo. Inclui: íleo, cólon, reto e ânus. Reto: possui glândulas retais que reabsorvem água e alguns nutrientes antes da eliminação dos resíduos. Sistema de excreção FUNÇÃO DO SISTEMA: Homeostase Remoção de resíduos metabólicos indesejáveis. Os principais ógãos de excreção são os Tubos de Malpighi. Função: excreção de resíduos, como: sais e ácido úrico. Características: tubos finos, extremidade distal fechada, ligado a parte anterior do proctodeu. Aparelho circulatório Funciona como um meio de transporte de substâncias no corpo, incluindo nutrientes, produtos de excreção e hormônios. O meio circulante é conhecido como hemolinfa ou "sangue". ESTRUTURA GERAL: Vaso dorsal: Coração: 41 Anatomia internaAnatomia interna Vai da cabeça até o final do abdome, localizado no dorso. Dividido em: Aorta: parte da frente (cabeça). Coração: parte de trás (abdome). Fica no abdome e possui câmaras com válvulas (ostíolos) que controlam a entrada do sangue. Órgãos pulsáteis: Pequenas “bombas” que ajudam a levar o sangue para antenas, asas e pernas. Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 SISTEMA TRAQUEAL 1 par de ovários, 2 ovidutos laterais que convergem para 1 oviduto comum, vagina, espermateca e glândulas acessórias. Ovário Oviduto Espermateca Glândula acessória Vagina Fêmea Aparelho respiratório A respiração nos insetos ocorre através de um sistema traqueal diferenciado, onde o ar entra e é eliminado pelo sistema ou pelo tegumento. É formado por: Espiráculos: por onde penetra o ar. Traquéias e traqueólas: condutores de ar. Sacos aéreos: reservatórios de ar. Aparelhos reprodutores A maioria dos insetos se reproduzem por via sexuada e por via oviparidade. Os sistemas reprodutores dos insetos incluem glândulas sexuais pareadas, responsáveis pela produção de gametas necessários para a reprodução: Aparelho reprodutor femininoAparelho reprodutor feminino É formado por: Espermateca: estrutura feminina que recebe e guarda os espermatozóides, entre a cópula e a fecundação do óvulo. O sistema traqueal pode ser: Aberto: quando os espiráculos são funcionais, ficando aberto para as trocas gasosas realizadas pelo organismo. Fech ado: quando os espiráculos não são funcionais, ficando fechados, o ar entra por difusão através da superfície do corpo. Comum em insetos aquáticos. Glândulas acessórias: fornecem material para formação da ooteca e também para a produção de secreção que uni os ovos no substrado colocado. Óvulos nos ovários das fêmeas e espermatozoides nos testículos dos machos. 42 Anatomia internaAnatomia interna Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 1 par de testículos, vasos deferentes, 1 tubo seminal mediano, canal ejaculador, vesícula seminal, glândulas acessórias e pênis. NEURÔNIOS: Axônio Terminações nervosas Dentrito Ramo lateral Bipolar: possui apenas 1 dentrito independente do axônio. Multipolar: quando possui mais de 1 dentrito. Unipolar: quando o dentrito e o axônio deixam o núcleo a partir do mesmo ponto. Bipolar Multipolar Unipolar TIPOS DE NEURÔNIOS: Núcleo Pênis Canal ejaculador Glândula acessória Vesícula seminal Vaso deferente TestículoMacho Sistema nervoso Capacidade de formar respostas a estímulos do ambiente. Ele junta os sentidos (visão, tato, olfato...) com funções internas do corpo. O sistema nervoso dos insetos está localizado ventralmente. Concentrados na região da cabeça. 🔹 Neurônio: célula que transmite impulsos nervosos. Aparelho reprodutor masculinoAparelho reprodutor masculino É formado por: Vesícula seminal: É uma dilatação dos vasos deferentes, onde os espermatozoides ficam. 🔹 Glia: protege, sustenta e alimenta o neurônio. 📍 Localização: ESTRUTURA DE UM NEURÔNIO: 43 Anatomia internaAnatomia interna Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 CARACTERIZAÇÃO DO NEURÔNIO: Sistema nervoso estomogástrico. Sistema nervoso simpático ventral. Sistema nervoso simpático caudal. 1) SISTEMA NERVOSO CENTRAL: 2) SISTEMA NERVOSO VISCERAL: Organização Geral do SNOrganização Geral do SN O sistema nervoso dos insetos tem 3 partes: Responsável por controlar os órgãos internos dos insetos, como: coração, tubo digestivo, traqueias (respiração) e órgãos reprodutores. Ele é dividido em 3 partes principais: CÉREBRO: 🟥 Protocérebro: onde está o centro devisão dos insetos. Inerva os olhos e ocelos. 🟧 Deutocérebro: É o centro dos sentidos nervosos das antenas, ligado a percepção do olfato, gustação, tato e audição. (gânglio supraesofageano) 🟨 Tritocérebro: formado por gânglios do segmento intercalar. Inervam o labro. GÂNGLIO SUBESOFAGEANO: Localizado abaixo do esôfago. Controla principalmente os movimentos da boca do inseto. Sistema nervoso central (SNC) é composto por cérebro + cadeia de gânglios ventrais. Localizado acima do esôfago. Formado pela fusão de 3 gânglios: 44 Anatomia internaAnatomia interna Classificação quanto ao caminho da mensagem: 🧠 Neurônio sensorial (aferente): leva o estímulo dos órgãos dos sentidos até o sistema nervoso central (SNC). Ex: som, luz... 💪 Neurônio motor (eferente): leva a resposta do SNC até os músculos (movimento). 🔄 Neurônio associativo: conecta neurônios motores e sensoriais dentro do SNC. ⚙ Controla os movimentos, sentidos e comportamento. Sistema nervoso de um artrópode (gafanhoto) Deuto- cerebro Gânglio supraesofágico Corpo cardíaco Sistema estomatogástrico Gânglio subesofágico Cordão nervoso ventral Intestino Boca Gânglios torácicos Adaptado I © 2014 Encyclopædia Britannica, Inc. Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 SISTEMA NERVOSO ESTOMOGÁSTRICO SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO CAUDAL SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO VENTRAL Atua junto com os gânglios da corda nervosa ventral. De cada gânglio saem nervos. Cada gânglio origina 1 nervo central que se divide em 2 nervos laterais. Função: controlar os órgãos internos da parte ventral do corpo. Levam comandos do sistema nervoso central até os músculos (saem do SNC). Trazem informações dos órgãos dos sentidos até o sistema nervoso central (chegam no SNC). 3) SISTEMA NERVOSO PERIÉFICO: Controla os órgãos internos relacionados à digestão (vida vegetativa). É formado por gânglios e nervos: O 1º gânglio (frontal) fica na frente do cérebro e se conecta a ele pelo tritocérebro. A partir desse gânglio, sai um nervo que vai até o gânglio hipocerebral. Esse gânglio pode originar nervos que vão para o esôfago e gânglios do sistema digestório. Origina-se do último gânglio abdominal. Função: Inerva (leva comandos nervosos) para o proctodeu (parte final do intestino) e os órgãos reprodutores internos. Formado por nervos que ligam o sistema nervoso central aos músculos e órgãos dos sentidos. Esses nervos podem ser de dois tipos: Transmissão - impulso nervosoTransmissão - impulso nervoso Existem 2 formas principais de o impulso nervoso passar de um neurônio para outro: Transmissão elétrica: axônica. Transmissão química: sinapse. 45 Anatomia internaAnatomia interna → É a mais rápida. Acontece quando os neurônios estão muito próximos. O impulso passa diretamente de um neurônio para o outro por canais de íons. Não precisa de neurotransmissores. → É a mais comum. Acontece na maioria das sinapses. O impulso elétrico chega no final do axônio e libera substâncias químicas chamadas neurotransmissores. Esses neurotransmissores atravessam a sinapse e ativam o próximo neurônio. Eferentes Aferentes Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 GLÂNDULAS EXÓCRINAS: GLÂNDULAS ENDÓCRINAS: Sistema glandular As glândulas atuam na produção e excreção de algumas substâncias químicas com funções orgânicas. São derivadas do ectoderma. Possuem um canal secretor próprio que descarrega suas secreções para fora do corpo ou para algum órgão. Glândulas de veneno; Glândulas adesiva; Glândulas de cera; Glândulas de laca; Glândulas de espuma; Glândulas dérmicas; Glândulas cefálicas; Glândulas repelentes; Glândulas atraentes. Exemplos de glândulas exócrinas: Desprovidas de canal secretor. Suas secreções (hormônios endócrinos) são despejados na hemolinfa. Exemplos de glândulas endócrinas: Glândulas protorácicas; Glândulas ventrais; Células neurossecretoras. Produzem os hormônios da ecdise e metamorfose: Sistema muscular Funções: mobilidade e locomoção, atuando no exoesqueleto, apêndices e partes internas do corpo. Divisão dos musculos dos insetos: Musculos fásico: possui contrações rápidas que movimenta os apêndices (asas, pernas...) Musculos do exoesqueleto: movimenta segmentos necessários à respiração. Musculos viscerais: forma os órgãos internos. Histologia muscularHistologia muscular Todos os músculos dos insetos são estriados. Possuem bandas transversais (estriações) visíveis, responsáveis pela contração muscular. Fibrilas Microfibrilas Fascículo Endomisio Perismísio Epismísio Fibra muscular 46 Anatomia internaAnatomia interna Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 l Lagarta seta l OLHOS COMPOSTOS: FORMAÇÃO DE IMAGENS: OCELOS: Córnea Cone cristalino Rabdoma RetínulaAxônios Omatídio Estrutura de um omatídeo: Aposição Superposição SUPERPOSIÇÃO: 47 Órgãos do sentidoÓrgãos do sentido Visão É controlada por 2 fotorrecptores: Típico em insetos adultos. Estruturas convexas, redondas, ovais, na cabeça, cada indivíduo possui 2 unidades. Omatídeo: é formado pela córnea, cone cristalino, célula corneal pigmentar, célula da retina e rabdoma. Senso tátil Ocorre em insetos diurnos (ativos de dia). Cada omatídio capta uma parte da imagem, que se junta formando a cena completa. APOSIÇÃO: Ocorre em insetos noturnos (ativos à noite). Os raios de luz se sobrepõem, deixando a imagem mais iluminada e nítida, ideal para ambientes com pouca luz. Existem 2 formas principais de formação de imagem nos olhos dos insetos: O tato dos insetos acontece pelos sensilos tricóideos (pelos ou setas). Quando tocados, eles pressionam os receptores e enviam o sinal para o SN. São estruturas mais simples. Detectam a intensidade e a direção da luz, mas não formam imagens. → Tímpano: Membrana sensível que capta sons e vibrações, ajudando na comunicação e na defesa dos insetos. A localização varia conforme a espécie. Audição Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Olfato Gustação 48 Órgãos do sentidoÓrgãos do sentido Sensilos olfativos Partículas de odor Sensilo gustativo Receptores quimicos Sensilo gustativo: órgão responsável pelo paladar dos insetos. Detecta substâncias presentes nos alimentos. Possui receptores químicos que identificam essas substâncias. Permite saber se o alimento é adequado ou não para o consumo Sensilos olfativos: especializados na percepção do cheiro. Funcionam como receptores químicos. Tipos mais comuns: sensilo basicônico e sensilo placódeo. Localização principal: antenas dos insetos. Material produzido por @mapeandoagro | Proibido o compartilhamento. Licensed to joaomt_123@hotmail.com - João Matheus da Silva Santos - 47480176864 Telítoca: origina apenas fêmeas. Arrenótoca: origina apenas machos. Anfítoca: fêmeas e machos. 49 ReproduçãoReprodução Tipos de reprodução A reprodução dos insetos geralmente depende do encontro dos dois sexos para haver a fecundação. Entretanto, ocorrem muitas exceções. OviparidadeOviparidade As fêmeas depositam ovos que dão nascimento às larvas ou ninfas É o tipo mais comum de reprodução. ViviparidadeViviparidade O desenvolvimento embrionário ocorre internamente no corpo da fêmea, que dá à luz larvas ou ninfas em vez de ovos, sendo assim denominada fêmea vivípara. A viviparidade possui outros 4 tipos: A fêmea coloca ovos com larvas quase prontas ou já nascidas. A larva nasce dentro da mãe e se alimenta de secreções das glândulas dela antes de sair. 3) Viviparidade no hemocele: O embrião se desenvolve dentro de uma parte da vagina da fêmea e recebe nutrientes por uma estrutura