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Estrategia de Monitoramento e vacinacao em idosos institucionalizados no Asilo São Vicente de Paula em Montes Claros - Minas Gerais, Brasil Euler de Almeida Ribeiro 1; Pedro Alves Mendes Pereira1 ; Guilherme Diniz Bartolomeu Torres1 ; André Marcelino Duarte Almeida 1; Thiago Santos Monção 2. 1 Acadêmico do curso de medicina da instituição Unifipmoc Afya 2 Professor do curso de medicina da instituição Unifipmoc Afya Resumo: É destacado a necessidade crítica de melhorias nas estratégias de vacinação e no monitoramento consistente para aumentar a saúde e o bem-estar dos idosos institucionalizados, garantindo que recebam imunizações em tempo hábil e cuidados de saúde abrangentes para manter sua autonomia e independência. Contexto: A longevidade, entretanto, não é sinônimo de envelhecimento saudável2. Com o aumento da expectativa de vida, a proporção de anos vividos com desvantagens socioeconômicas, doenças crônico-degenerativas e incapacidades também aumenta. Na Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI), saúde é traduzida como capacidade funcional. Para a política, capacidade funcional é composta por: autonomia, que é a capacidade de gerir a própria vida e de tomar decisões; e independência, que é a capacidade de realizar atividades cotidianas sem auxílio. A independência e a autonomia, pelo maior tempo possível, são metas a serem alcançadas nas ações direcionadas à pessoa idosa. A dependência é o maior temor nessa faixa etária e evitá-la ou postergá-la passa a ser uma função de toda a equipe de saúde, em todos os níveis. O Estatuto do Idoso, em conjunto com a PNSPI, assegura à pessoa idosa uma atenção à saúde de forma integral e em todos os níveis. A atenção deve ser de tal maneira que garanta a autonomia e a independência por meio de serviços organizados e qualificados de responsabilidade do gestor municipal1 . Resultados: Uma pesquisa realizada em uma Instituição de Longa Permanência com uma população de 120 idosos, com idades entre 61 e 119 anos, revelou que 70,83% estavam na faixa etária entre 70 e 89 anos, 15% abaixo desta faixa e 14,17% acima. Aproximadamente 10% estavam acamados e 16% eram diabéticos. Na data da pesquisa, considerando as imunizações previstas pelo calendário oficial do Ministério da Saúde, constatou-se que havia atraso vacinal para 100% dos idosos em pelo menos duas das vacinas previstas para esse grupo, com destaque para o reforço contra a Covid-19 e hepatite B, com índices acima de 70% de não vacinados contra pneumonia. Índices satisfatórios de imunização foram constatados apenas contra influenza, com cobertura acima de 95%. Referências Bibliográficas: 1 Pereira, K. C. R., Lacerda, J. T. de ., & Natal, S.. (2017). Avaliação da gestão municipal para as ações da atenção à saúde do idoso. Cadernos De Saúde Pública, 33(4), e00208815. https://doi.org/10.1590/0102-311X00208815 2 Romero DE, Leite IC, Szwarcwald CL. Healthy life expectancy in Brazil: applying the Sullivam method. Cad Saúde Pública 2005 set.; 7-18. Aprovação Comitê de Ética: CEP de número 5.537.507 Resumo oriundo de atividades do Projeto Interdiscuplinar da UNIFIPMoc