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MARIA LAURA R BARROS – MED 108 
DIAGNOSTICO POR IMAGEM 
 
1 
 
Avaliação dos rins e vias urinarias 
ANATOMIA 
 
 
 
 
LITÍASE RENAL 
A urolitíase é uma das doenças mais frequentes do trato 
urinário. 
Ocorre, principalmente, no sexo masculino (3:1), tendo seu 
pico de incidência entre os 30 e os 50 anos de idade. 
Os principais sintomas clínicos são a cólica renal de forte 
intensidade e a hematúria (microscópica ou 
macroscópica). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MARIA LAURA R BARROS – MED 108 
DIAGNOSTICO POR IMAGEM 
 
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MÉTODOS DE IMAGEM 
RADIOGRAFIA SIMPLES 
Imagem radiopaca (com densidade cálcica) na projeção das vias urinárias. 
 
 
ULTRASSONOGRAFIA 
Método inócuo, com boa disponibilidade e custo x benefício. 
Identifica cálculos maiores que 5 mm. 
Boa para avaliar dilatação do sistema coletor e bexiga. 
Os ureteres são bem avaliados no terço proximal (junção uretero-piélica) e distal (junção uretero-vesical). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TOMOGRAFIA 
Técnica mais eficaz para detecção de cálculos renais, principalmente menores que 5mm. 
Inicialmente é realizada sem contraste venoso. 
Identifica o cálculo e mensura sua dimensão e densidade. 
Avalia repercussão a montante (dilatação do sistema coletor). 
Visualiza bem toda a extensão do ureter. 
 
 
 
 
 
PIELONEFRITE AGUDA 
A pielonefrite aguda é uma infecção urinária que acomete o 
parênquima renal e o sistema coletor. 
A via de infecção renal pode ser ascendente (com bactérias 
provenientes do trato urinário inferior, especialmente Escherichia coli) ou 
hematogênica (mais rara). 
Mais frequente em mulheres jovens. 
Os sintomas incluem mal-estar, febre, dor lombar e calafrios. A urgência 
miccional, aumento da frequência urinária e disúria estão presentes em 
50% dos pacientes. Náusea, vômito e diarreia são frequentes. 
Na maioria das vezes, não precisa de exame radiológico 
A ultrassonografia e a tomografia com contraste podem auxiliar nos 
casos complicados. 
MARIA LAURA R BARROS – MED 108 
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CISTOS RENAIS 
Formação expansiva mais comum do rim. 
É encontrado em metade da população 
com mais de 55 anos de idade. 
Geralmente são pequenos e assintomáticos, 
podendo ser múltiplos e bilaterais. 
Cistos grandes (>4cm) podem ocasionar 
sintomas, como dor e hematúria. 
Ultrassonografia: imagem nodular anecóica. 
Tomografia computadorizada: imagem nodular Hipodensa sem realce após o contraste. 
Podem apresentar septos e calcificações. 
 
 
 
 
 
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TUMORES RENAIS 
Massas de tamanhos variados, com realce pelo contraste. 
Alteração do contorno renal/distorção da arquitetura interna (sistema coletor). 
Podem ser vistos ao USG, TC e RM.

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