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EF 5º ano | Volume 1 | Língua Portuguesa
Manual do 
Professor
2023_EF5_V1_POR_MP.indd 12023_EF5_V1_POR_MP.indd 1 01/09/2022 07:43:4001/09/2022 07:43:40
2 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
COPRESIDÊNCIA: Rodrigo Fernandes Domingos, Rommel Fernandes Domingos, 
Paulo Ribeiro.
DIREÇÃO: Diretor Executivo: Tiago Bossi.
AUTORIA: Língua Portuguesa: Amanda Zanetti, Elisete Rabelo, Lívia Casasanta e 
Simone Seabra.
PRODUÇÃO: Gerente de Produção: Luciene Fernandes. Coordenadora de 
Projetos, Inovação e Produto: Daniela Marques. Especialista de Produção de 
Conteúdo: Isabela Dutra. Analista de Processos Editoriais: Letícia Oliveira. 
Assistente de Produção Editorial: Aline Martins, Maria Clara de Matos. 
NÚCLEO PEDAGÓGICO: Gestores Pedagógicos e de Avaliação Educacional:
Daniel Dutra, Michelle Correa. Consultora de Produção Pedagógica: Claudete 
Marcelino. Coordenadora Pedagógica de Tecnologia Educacional: Mariana 
Oliveira. Coordenadora EAD: Fernanda Leroy. Coordenadores de Produção 
Pedagógica: Átila Camargos, Felipe Martins, Jéssica Souza, Lucas Maranhão, Mariana 
Cruz, Marilene Guerra, Melina Djenane, Paulo Caminha. Analistas Pedagógicos:
Agnes Gomes, Amanda Tavares, Arthur Carvalho, Bruna Fonte Boa, Clara Machado, 
Danielle Cristine Fullan, Daniel Menezes, Daniel Pretti, Diego da Mata, Diego Dias, 
Doris Vitória Guedes, Gabriel Chaves, Greisse Kelli Castro, Hélia Brito, Izabella Alves, 
Joice Sales, Joyce Santana, Joyce Tavares, Júnia Teles, Lia Martins, Loiany Gomes, 
Luciana Lopes, Luciano Marins, Mariana Campos, Marina Rodrigues, Mateus Silva, 
Paula Emilia Gomes, Paula Vilela, Paulo Cruz, Paulo Vaz, Pedro Henrique Fagundes, 
Rafael Junqueira, Rafaela Freitas, Rebeca Angelo, Taíla Barbosa, Tamires Vilhena, 
Tatiana Bacelar, Thamires Rodrigues, Thayná Miclos. Analistas de Conteúdo: Caio 
Cezar Batista, Carlos Eduardo de Moura, Kamylla Barbosa, Rafaela Cordeiro, Vicente 
Vasconcellos. Designers Instrucionais: Brenda Buhr, Danielle Thaís da Cunha, Ellen 
Catharina Ponciano, Iago Pandelo, Isabel Mendonça, Jessica Maria Queiroz, Karoline 
Eva, Letícia Poletto, Patrícia Garcia, Patricia Stockler, Rochele Mechetti, Stephanie 
Prieto. Coordenadora de Avaliação e Estatística: Isabela de Lima. Técnico em 
Estatística: Douglas Nunes. Analista de Estatística: Conrado Ramos. Assistente 
de Estatística: Raquel Mendes. Aprendiz Assistente Administrativo: Henrique 
Sena, Pedro Henrique Sangi.
PRODUÇÃO EDITORIAL: Gestora de Produção Editorial: Thalita Nigri. 
Coordenadoras de Produção Editorial: Gabriela Garzon, Michelle Eleutério, 
Soraya de Souza. Coordenadora de Iconografia: Naiara Monteiro. Assistente de 
Produção Editorial: Lesley Braga. Analista de Tecnologia Educacional: Verônica 
Ribeiro. Assistentes de Tecnologia Educacional: Bárbara Carvalho, Ortiza 
Marques. Designers de Vídeo: Marco Aurélio Mota, Marina Ansaloni. Produtora 
Audiovisual: Flávia Carvalho Produtor Multimídia: Mateus Barcelos. Editores 
Audiovisuais: Felipe Marcondes de Faria, Marcela Dias. Videomaker: Gabriel 
Henrique Santiago. Roteirista Audiovisual: Luiz Otávio Gouvea. Pesquisadores 
Iconográficos: Fabíola Paiva, Guilherme Rodrigues, Mariana Alcântara, Núbia 
Santiago, Taísa Torres. Revisores: Ana Nascimento, Danielle Cardoso, Igor Pereira, 
Julia Gomes, Letícia Cagnoni, Lucas Retes, Miguel Martins, Marilda Mendes, Simone 
Silva, Thaís Mussulini. Arte-Finalistas: Míriam Carvalho, Naianne Rabelo, Patrícia 
Gonçalves, Patrícia Spinola. Designers Digitais: Breno Koetz, Nathan Ackerman, 
Paulo Rosa. Designers gráficos: Daniela Melo, Fabíola Mendonça, Kênia Sandy 
Ferreira, Lucas Henrique Dias, Matheus Diniz, Paola Valamiel, Raphael Oliveira, 
Valéria Vieira. Ilustradores: Fabiana Signorini, Rodrigo Almeida, Rubens Lima, 
Webster Pereira. Aprendiz Assistente Administrativo: Pedro Henrique. 
PRODUÇÃO GRÁFICA: Gestor de Produção Gráfica: Wellington Seabra. 
Coordenador de Produção Gráfica: Eli de Castro. Analistas de Produção 
Gráfica: Laís Marra, Patrícia Áurea. Analistas de Editoração: Emanuel Silva, 
Gabriel Starling, Karla Cunha, Taiana Amorim. Coordenador de Produção de 
Materiais Avaliativos: Wilson Bittencourt. Analistas de Produção de Materiais 
Avaliativos: Letícia Gonçalves, Luiza Ribeiro, Suzelainne de Souza, Thais Melgaço. 
Revisores: Ariana Barbosa, Danubia Spiazzi, Gabriel Geraldo da Silva, Nínive Sampaio. 
Arte-Finalistas: Kamila Moreno, Patrícia Lage. Designers Gráficos: Adriane Paula 
Dias, Allan Fagundes, Camilla Costa, Cássio Ferrani, Filipe Santos, Izabelle Martins, 
Joselia Freitas, Jucélia Simões, Marcos Andrade, Rafael Guisoli. Ilustradores: Camila 
Meireles, Vanessa Stehling. 
SUPORTE PEDAGÓGICO: Coordenadores de Conteúdo: Cássia Coutinho, 
Cristiano Batista, Daniel Pragana, Patrícia Marques. Coordenadores de Suporte 
Pedagógico: Ana Paula Barbosa, Daniela Alves, Fábio Zwifka, Leonardo Meneguini, 
Maria Conceição Caldeira, Weber Fernandes. Consultores Pedagógicos: Aderivan 
Ferreira, Adriene Domingues, Anderson Alberto, Anderson Alves, Andrea Maggi, 
Carla Demicheli, Carmen Belém, Conrado Sanchez, Daniel Fernandes, Drielen dos 
Santos, Edléa da Assunção, Edna Rodrigues, Eugênia Alves, Junio Miranda, Karla 
Antão, Keila Alves, Leonardo Ferreira, Lilian Paschoal, Luciana Mendanha, Luana 
Caxeado, Mariana Magalhães, Marianna Drumond, Marina Cordova, Maurício 
Eduardo Bernz, Patrícia Rocha, Rita Lanna, Ramon Barbosa, Rodrigo Amorim, 
Ricardo Moura, Sandra Negrini, Sílvia Coelho, Soraya Oliveira, Telly Almeida, Willian 
Ferreira. Supervisoras Administrativas de Relacionamento e Mercado: Adriana 
Braich, Bárbara Linhares. Analistas de Suporte Pedagógico: Jéssica Martins, 
Jonathan Martins, José Duarte, Marcela Medina, Marina Helena Carvalho, Patrícia 
Combat. Assistentes Técnico-Pedagógicas: Andrezza Rodrigues, Laís Ferreira, 
Loyanne Vasconcelos, Werlayne Bastos. Coordenadora Geral de Tecnologia 
Educacional: Fabiane Gontijo. Coordenadora de Atendimento de Tecnologia 
Educacional: Rebeca Mayrink. Analista de Suporte de Tecnologia Educacional:
Jamille Carvalho. Assistentes de Tecnologia Educacional: Dayanni Alves, Ingrid 
Rego, Kellen Lúcia Ferreira, Laís Carolina Valentim, Marcos Muniz, Nathália Santos, 
Rosiane Silva, Scarllet Lílian, Vanessa Lima. Estagiários: Letícia Peres, Raul Pereira.
TECNOLOGIA EDUCACIONAL: Head de Tecnologia Educacional: Alex Rosa. 
Gerente de Produtos Digitais: Breno Heleno Ferreira. Gerente de Desenvolvimento 
de Tecnologias: Alexandre Resende. Tech Lead: Eric Longo. Agile Leader:
Fernanda Bernardi. Product Owners: Alisson Guedes, Caio Pontes, Lazáro Finger. 
Community Leader: Vanessa Viana. Quality Assurance: Leonora Rocha, Lucas 
Moreira, Sarah Costa. Analistas de Suporte: Lucas Darlim. Especialista Tecnologia 
Educacional: Carlos Augusto Pinheiro. Developers: Alexandre Paiva, André Hilário, 
Breno Mendonça, Emerson Costa, Gabriel Santos, Guilherme Sousa, Hari Dasa 
Fiuza, Harrison Dias, Iago Souto, Igor Lamas, João Rodrigues, Johny Maia, Matheus 
Almeida, Matheus Thibau, Maurício Honorato, Paulo Rievrs, Ramon Oliveira, Talles 
Ribeiro, Vitor Decourt, William Souza. Digital Product Analyst: Atilla Costa. Tribe 
Lead: Luana Dias. Data Analyst: Bernardo Souza. Data Engineer: Francys Filho. 
Data Architect: Eduardo Crepaldi. UI Designers: Erico Grasso, Kátia Silva, Marcelo 
Costa, Maycon Portugal. UX Designer: Kelvin Sodre. Estagiário: Matheus Aleixo, 
Thiago Ferreira. Aprendiz Assistente Administrativo: Davi Ribeiro, Robson 
Martins. 
SAC: faleconosco@bernoulli.com.br 31.99301.1441 – Dúvidas e sugestões a respeito das soluções didáticas.
Coleção Ensino Fundamental 5º ano – 
Manual do Professor – Volume 1 é uma 
publicação da Editora DRP Ltda. Todos 
os direitos reservados. Reprodução 
proibida. Art. 184 do Código Penal e 
Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.
Fotografias, gráficos, mapas e outros 
tipos de ilustrações presentes em 
exercícios de vestibulares e Enem 
podem ter sido adaptados por questões 
estéticas ou para melhor visualização.
Coleção EF5
Centros de Distribuição:Rua José Maria de Lacerda, 1 900, Galpão 01, Módulos 04 e 05, 
Cidade Industrial, Contagem - MG, CEP: 32.210-120.
Avenida Papa João Paulo I, 4 006, Galpão 02, Módulo 04, 
Residencial Parque Cumbica, Guarulhos - SP, CEP: 07.174-005.
Centro de Distribuição em Jaboatão dos Guararapes - 
Pernambuco. Jab Comercio e Distribuição de Livros ltda 
43.723.226/0001-23 – 
Rod BR – 101 Sul s/n KM 86 Bairro: Prazeres – Jaboatão dos 
Guararapes/ PE – CEP: 54.335-000.
Bernoulli Sistema de Ensino:
Avenida Raja Gabaglia, 2 720, Estoril, Belo Horizonte - MG,
CEP: 30.494-170.
www.bernoulli.com.br/sistema  (31) 3029-4949
C689
 Coleção Ensino Fundamental 5º ano: Manual do Professor. - Belo 
 Horizonte: Bernoulli Sistema de Ensino, 2023. 68 p.: il.
 Ensino para ingresso ao Fundamental Anos Iniciais. Bernoulli Educação.
 1. Língua Portuguesa
 I - Título II - Bernoulli Sistema de Ensino III - V. 1
CDU - 811
CDD - 469
Para que nossas soluções cheguem até você, 
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processo. Quer conhecer melhor nossa equipe? 
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3Bernoulli Sistema de Ensino
Carta de apresentação
Prezado professor, prezada professora,
Os anos iniciais do Ensino Fundamental representam um período extremamente rico no processo de formação das crianças. 
É nesse período que ocorrem descobertas e aprendizagens fundamentais para o domínio de habilidades cognitivas relativas à 
linguagem: a fala e a escuta (já dominadas pela criança em algumas situações, estas se desenvolvem diante da ampliação das 
necessidades de comunicação em circunstâncias novas e diversificadas); a construção da leitura (isto é, a capacidade de produzir 
sentido a partir de textos diversos); e a gradativa consolidação da escrita (que também acontece a partir de múltiplos contextos 
de produção e uso).
A escola desempenha um papel indiscutível na implementação de situações de ensino / aprendizagem que otimizam esse 
processo de desenvolvimento das crianças e é responsável por fazer com que os alunos aprendam efetivamente.
Por meio do livro didático, organizamos um conjunto de intervenções que possibilitam o envolvimento dos alunos em situações 
de uso da linguagem e de reflexões sobre os efeitos produzidos nos arranjos e composições de diferentes modalidades de texto. 
Entendemos que, por meio das provocações que fazemos, colocamos o aluno no lugar de sujeitos que estão interrogando o mundo, 
procurando construir o seu conhecimento de forma crítica e ativa. Buscamos, também, trazer informações e orientações para 
a observação e pesquisa do aluno em relação aos fenômenos linguísticos nos quais estarão imersos. Para tanto, os conteúdos 
trabalhados foram organizados levando em consideração os eixos:
1. Linguagem oral
2. Prática de leitura e literatura
3. Prática de escrita e produção de textos
4. Análise linguística: discursividade, textualidade, normatividade
5. Análise linguística: apropriação do sistema de escrita alfabética
Este manual foi planejado de modo a ser não um referencial excessivamente teórico e nem um instrumento para ditar receitas, 
mas uma importante e eficaz “ferramenta de trabalho”. Procuramos adotar uma linguagem simples e didática, tentando deixar 
claras as intenções e os pressupostos teóricos que levamos em conta na construção da proposta.
Entre as orientações, você encontrará possíveis respostas das atividades; aspectos importantes a serem observados / avaliados 
junto ao aluno; teorização da prática proposta; sugestão de leitura de aprofundamento para você, professor(a); e sugestões de 
atividades práticas que contemplam as habilidades trabalhadas em cada capítulo.
Entendemos que os(as) professores(as) serão coautores(as) dessa prática que tem no material didático um ponto de partida. 
Que cada um(a) possa construir esse trabalho de modo crítico e ativo, fazendo com que essa ação seja também um lugar para 
a confirmação de seu próprio repertório de referências na prática docente.
Enfim, Rubem Alves traduz primorosamente em suas palavras a nossa intenção maior com essa obra: “criar asas e encorajar 
o voo”. O nosso, o seu e, sobretudo, de nossos alunos!
Desejamos sucesso ao seu trabalho!
As autoras
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas
Rubem Alves
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros 
engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. 
Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos 
pássaros é o voo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são 
pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não 
podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado. Só pode 
ser encorajado.
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MANUAL DO PROFESSOR
Novidades 2023
O Bernoulli Sistema de Ensino carrega a certeza de que a educação tem o poder de transformar vidas e que, se o mundo muda, 
mudamos junto. É nesse intuito que seguimos inovando, criando e produzindo soluções pedagógicas para nossos parceiros. 
Na Educação Infantil, apresentamos uma edição da coleção de 4 e 5 anos com temáticas e projeto gráficos novos, além de 
contar com mais espaço para o registro das crianças. Todas essas novidades têm como premissas possibilitar aos pequenos muito 
mais experimentação e investigação.
Completando a atualização gradativa de nossa coleção regular de Língua Inglesa do Ensino Fundamental Anos Finais, agora o 
9º ano recebe as trilhas digitais de aprendizagem, que potencializam o desenvolvimento do Listening e Speaking – isto é, escuta 
e fala –, habilidades orais preconizadas pela BNCC e cada vez mais exploradas no mundo contemporâneo.
Ainda sobre a Língua Inglesa, apresentamos a grande novidade: o Dive.b, a solução bilíngue do Bernoulli Sistema de Ensino, 
atendendo em 2023 da Educação Infantil aos Anos Finais do Ensino Fundamental. Em diálogo com as temáticas e aprendizagens 
presentes na Coleção Principal de cada segmento, o Dive.b foi elaborado por meio da abordagem metodológica CLIL (Content and 
Language Integrated Learning), que se baseia na aquisição de uma segunda língua integrada a aprendizagens das diversas áreas 
do conhecimento. Esse produto é destinado às escolas que, de acordo com as novas regulamentações, podem ser classificadas 
como escolas bilíngues ou que possuem uma carga horária estendida.
Em 2023, as novidades não param: fechamos o ciclo da Coleção Eu no Mundo – Projeto de Vida! Nossa preocupação com 
a formação integral dos estudantes se concretiza com a entrega das soluções para a 3ª série do Ensino Médio. 
Com o olhar atento à necessidade de tornar o aprendizado sempre mais dinâmico e significativo, os materiais da 1ª e da 2ª série 
também apresentam atualizações importantes. Geografia teve sua base de dados atualizada. Além disso, seções de diferentes 
componentes curriculares também sofreram atualizações, assim como as seções “Exercícios de aprendizagem” e “Exercícios 
propostos”. A seção “Se liga no Enem” também passou por melhorias, recebendo questões das últimas três aplicações do Enem 
oficial. 
A Língua Inglesa da 1ª série também merece destaque, uma vez que parte da seção “Exercícios propostos” foi reformulada 
e foram também incrementadas questões da seção “Se liga no Enem” e questões interdisciplinares para o aprimoramento da 
interpretação de textos em língua inglesa.
A parte flexível do currículo do Ensino Médio também foi atualizada. As Unidades Curriculares Mais passaram por significativa 
atualização de exercícios e questões de vestibulares objetivas e discursivas, bem como por atualização de seções, no intuito de dar 
continuidade ao processo de diversificaçãodo repertório de experiências de aprendizagem dentro e fora da sala de aula. O Mais 
Redação também recebeu novas propostas de redação disponíveis na seção “Se liga no Enem”. Além disso, os livros impressos 
ganharam exercícios extras disponibilizados por meio digital nas Unidades de Aprendizagem do Meu Bernoulli.
Mas não para por aí! 2023 também contará com novas Unidades Curriculares que atendem a diversas áreas do conhecimento 
e à multiplicidade de currículos possíveis para o Novo Ensino Médio. Pensando na aprendizagem baseada em projetos (PBL) e 
na ampliação das possibilidades que o mundo contemporâneo trouxe para a intervenção humana na realidade, apresentamos a 
Coleção Bioética. Dessa forma, considerando tais demandas e a formação cidadã dos estudantes, o Bernoulli Sistema de Ensino 
propõe uma nova Unidade Curricular, cujo conteúdo aborda os principais eixos de atuação da bioética: medicina, modelos éticos 
de pesquisas científicas e interação ser humano-natureza. 
Pensando também em formar e desenvolver nos estudantes os conceitos de comunicação, oralidade, retórica e discurso para 
a construção de narrativas potentes, empáticas, persuasivas e bem apresentadas, assim como estimular o conhecimento de 
diferentes formas de uso do storytelling no mundo contemporâneo, o Bernoulli Sistema de Ensino apresenta a Unidade Curricular 
Storytelling para 2023. 
Paralelamente, neste ano, continuamos a expansão de nosso portfólio de Estudos de Obras Literárias, considerando os editais 
mais recentes dos principais vestibulares, no intuito de auxiliar os estudantes nos exames. 
Além disso, a 2ª e a 3ª séries receberam trilhas digitais de aprendizagem interdisciplinares, disponíveis no Meu Bernoulli, 
que promovem o protagonismo do aluno e a aproximação à dinâmica social contemporânea nacional e internacional, marcada 
especialmente pelas rápidas transformações decorrentes do desenvolvimento tecnológico. Cada trilha, desenvolvida por sua 
respectiva Área do Conhecimento, traz a interdisciplinaridade e a possibilidade de desenvolver habilidades específicas, incluindo 
a prática da argumentação, além de foco no Enem.
O Meu Bernoulli, nosso ambiente virtual de aprendizagem, segue em desenvolvimento contínuo para entregar features cada 
vez mais conectadas às necessidades dos usuários. Novos recursos didáticos, como Espaço Colaborativo, Podcast e Galeria de 
Imagens, conferem possibilidades mais integradas às estratégias de aprendizagem ativa.
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Acesse o QR Code para mais informações sobre o Meu Bernoulli.
Inovação é um valor que nos leva a sempre oferecer tecnologia de ponta com propósito pedagógico. A família Bernoulli 
também ganhou uma nova personagem em 2021: Ulli, a Inteligência Artificial mais amada do Brasil! Ulli deixa o dia a dia dos 
estudantes mais interativo, otimizado e divertido e é mais uma solução que faz a diferença e facilita o dia a dia. Integrada ao 
Meu Bernoulli e disponível para o Ensino Fundamental Anos Finais e para a 1ª e a 2ª séries do Ensino Médio, a assistente virtual 
conta com inteligência artificial e foi desenvolvida para esclarecer dúvidas e apoiar o estudante na organização da rotina escolar 
e na melhoria do desempenho acadêmico.
E não paramos por aqui. Para garantir a entrega de todas as soluções didáticas impressas, de forma ainda mais eficiente, a nossa 
logística passa a contar com mais um novo Centro de Comercialização e Distribuição, agora no Distrito Federal, em Brasília. Isso 
facilitará o atendimento de toda a região Centro-Oeste e em torno dela, conferindo agilidade e segurança na entrega às escolas. 
Por fim, certamente muitas outras soluções serão oferecidas ao longo de 2023. Em um mundo com mudanças cada vez mais 
velozes, o Bernoulli Sistema de Ensino mantém uma equipe de excelência para atualizar, inovar e entregar as melhores soluções 
para facilitar o trabalho dos educadores de nossas escolas parceiras.
Bernoulli Play
Em um mundo cada dia mais conectado, os estudantes querem experimentar uma aprendizagem relevante e conectada com 
a cultura digital. 
Com foco na integração entre conteúdo impresso e digital, nossas soluções didáticas contam com o Bernoulli Play, uma 
plataforma de acesso aos recursos digitais de aprendizagem desenvolvidos ou licenciados pelo Bernoulli Sistema de Ensino, tais 
como: animações, áudios em língua estrangeira, games, galerias de imagens, podcasts, recurso Quero Saber, com um vocabulário 
extenso para aprofundamento, realidade aumentada, resoluções de exercícios em imagem e vídeo, simuladores e videoaulas. 
O Bernoulli convida você a se deliciar nesse mundo digital feito especialmente para os alunos e professores do Sistema Bernoulli.
Instalação e navegabilidade
O Bernoulli Play possui um aplicativo e uma versão web. O aplicativo está disponível na Google Play e na App Store, basta 
procurar e instalar em seu dispositivo. A versão web pode ser acessada pelo endereço play.bernoulli.com.br.
Códigos alfanuméricos
Tanto pela versão web quanto pelo aplicativo, acesse os conteúdos digitais em áudio ou vídeo utilizando os códigos alfanuméricos. 
Para isso, basta inserir o código no aplicativo Bernoulli Play ou em play.bernoulli.com.br.
QR Codes
Por meio do aplicativo, utilize os QR Codes para acessar games, animações, simuladores e objetos em realidade aumentada. 
Basta utilizar o leitor disponível no aplicativo para baixar o conteúdo. Importante: Faça a leitura do QR Code utilizando o leitor 
do aplicativo para que consiga o acesso.
Quero Saber 
Utilizando o aplicativo, acesse conteúdos relacionados a termos específicos distribuídos ao longo das coleções. Importante: 
Fotografe o termo por meio do aplicativo para que consiga acesso ao recurso.
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Fundamentação teórica
O ensino de Língua Portuguesa na atualidade visa à formação de falantes, leitores e escritores competentes da língua. 
Formar um leitor competente supõe formar alguém que compreenda o que lê; que possa aprender a ler também o que não 
está escrito, identificando elementos implícitos; que estabeleça relações entre o texto que lê e outros textos já lidos; que saiba 
que vários sentidos podem ser atribuídos a um texto; que consiga justificar e validar a sua leitura a partir da localização de 
elementos discursivos que permitem fazê-lo.
(PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS, p. 36)
Algumas concepções que sustentam essa proposta
Toda e qualquer construção humana, como é o caso de um livro didático, tem por trás de si uma série de pressupostos e 
concepções que a sustenta. Vamos, portanto, refletir sobre alguns dos conceitos e crenças que são estruturadores do trabalho 
realizado no livro de Língua Portuguesa.
Para compreender bem as intenções pedagógicas impressas no livro do aluno, antes de mais nada, é preciso deixar clara a nossa 
crença de que desenvolver as habilidades relacionadas às práticas de linguagem, nas mais variadas modalidades e demandas 
que existem socialmente, exige que o aluno esteja imerso nessas ações linguísticas, refletindo sobre os modos de construção 
dos textos e observando a necessidade de adequação destes às situações comunicativas de que fazem parte. Assim, o ponto de 
partida da análise que fazemos nessa obra é o texto. 
Em cada capítulo, um ou dois gêneros textuais recebem um maior enfoque e servem de objeto de reflexão e estudo, no qual o 
aluno perceberá a estrutura, as marcas textuais, a linguagem, os recursos textuais, entre outros aspectos, tais como conhecimentos 
linguísticos e gramaticais. Os textos também levam à troca de ideias sobre temas ligados à ética, cidadania, convivência e 
bem-estar. Mas qual é a concepção de texto e de língua considerada por nós?
Entendemos o texto como um produtodo contexto social. Por meio de ações linguísticas e sociocognitivas, o aluno o constituirá 
como objeto de discurso, atribuindo-lhe propostas de sentido ao operar escolhas significativas entre as formas de organização 
e as possibilidades de seleção lexical que a língua lhe oferece. Assim sendo, todo e qualquer texto descortinará ao aluno um 
conjunto de sentidos implícitos que serão determinados pelo panorama sociocognitivo em que estiver inserido.
Tudo isso quer dizer que apenas o material linguístico, seja oral, seja escrito, ainda não é o texto, que só “acontece” quando 
o processo comunicativo estabelecido com os interlocutores resulta em produção de um sentido, que não está necessariamente 
garantido e nem rigidamente estabelecido pela matéria verbal.
Produzir um texto é ativar um complexo sistema que todo falante domina: a língua. Tradicionalmente, encontramos como 
conceito de língua a ideia de que é um código, o que sugere algo rígido, um padrão de regras utilizado com possibilidades únicas, 
referências únicas e lineares. Ou seja, pensar a língua como um código é supor que “as expressões, por si só, contenham todas 
as indicações necessárias para a interpretação”.1 
Esse material didático tem como referência a ideia de que a língua é um complexo sistema de possibilidades, definidas no 
contexto social e histórico de seus usos. É flexível, mutável, reconstruído constantemente pelas comunidades. Afinal, quantas são 
as palavras, estruturas e usos criados pelas comunidades de usuários de uma língua? E quantas são aquelas que caem em desuso 
e deixam de fazer parte do repertório empregado nos processos cotidianos de comunicação? Quantas são as novas demandas 
que mobilizam a criação de novidades no repertório de elementos estruturais da língua?
Considerações sobre o processo de leitura
Sob a perspectiva já descrita anteriormente, a leitura de um texto é uma atividade que exige muito mais do aluno do que 
apenas a decodificação. Conforme afirma Ingedore Koch, o leitor “será levado a mobilizar uma série de estratégias tanto de 
ordem linguística como cognitivo-discursiva, levantando hipóteses, validando-as ou não, preenchendo assim as lacunas que o 
texto apresentar”. Enfim, o aluno será um interlocutor ativo na construção de sentido dos textos lidos.
Levando em conta essas ideias sobre a leitura, ficam estabelecidos alguns princípios que orientam práticas presentes no livro. 
Partiremos preferencialmente da predição, proposta na seção “Antes de Ler”.
1 Proposta curricular – ensino de Língua Portuguesa, da Secretaria da Educação do estado de São Paulo.
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São estratégias de levantamento de hipóteses a partir das pistas textuais e contextuais, uma ferramenta muito importante 
no processo de compreensão de textos e de atribuição de um sentido compatível com a proposta apresentada por seu produtor. 
Compreendemos ser necessário que o aluno determine objetivos para a leitura que fará e que faça antecipação das ideias que tem 
a respeito do texto, buscando acionar todo o conjunto de conhecimentos linguísticos e não linguísticos de que necessitará para 
o trabalho de produção de sentido. É preciso também lembrar que, num livro destinado ao ensino / aprendizagem de português, 
a leitura estará articulada com objetivos didáticos, ou seja, é importante que a criança saiba que fará leituras para encontrar 
sentido e também para aprender algo a respeito dos textos e sobre o modo como eles se constituem nos usos que fazemos deles.
A perspectiva de abordagem dos textos está assentada na categorização feita por Marcuschi, no artigo “Exercícios de compreensão 
ou a copiação nos manuais de ensino da língua?”, sobre o processo de compreensão e o horizonte ideal de trabalho – horizonte 
máximo: inferência. Veja a representação a seguir:
OS CINCO HORIZONTES DA COMPREENSÃO
TEXTO ORIGINAL
Tipos de horizontes de compreensão possíveis
Horizonte indevido
falseamento
Horizonte problemático
extrapolação
Horizonte máximo
inferência
Horizonte mínimo
paráfrase
Falta de horizonte
repetição ou cópia
Segundo Marcuschi, um leitor que se mantém na falta de horizonte é aquele que se baseia apenas na materialidade linguística. 
Decodifica o texto e consegue apenas repetir o conteúdo que está explícito, sem que haja uma construção de sentido própria.
Aquele que chega ao horizonte mínimo da paráfrase consegue acessar o texto com um nível de compreensão que fica 
muito preso ao que está necessariamente explícito no material verbal. Esse leitor consegue reconstruir o que compreendeu 
utilizando as próprias palavras, fazendo escolhas no “modo de dizer” o texto com os próprios recursos, mas não demonstra 
compreender o que está nas entrelinhas. Não há participação ativa do leitor na produção de sentido e a busca fica restrita ao 
que está objetivamente expresso.
O leitor que chega ao horizonte máximo da inferência consegue disponibilizar as próprias informações na busca de sentido 
do texto, analisar o contexto de produção, introduzindo informações que não estão contidas na matéria verbal, mas que também 
compõem o texto (Por exemplo: quem é o autor? Em que momento sócio-histórico o texto foi produzido? Esse autor costuma 
ser irônico? A expressão “tal”, nesse contexto pode significar o quê?). Esse é o leitor que consegue ser crítico e ter um raciocínio 
próprio e lógico acerca do que leu.
É sempre possível fazer extrapolações e inserir elementos do próprio pensamento quando estamos diante de um texto. 
A extrapolação pode ser uma reflexão importante em determinados contextos. Porém, é imprescindível ter-se em mente que 
há um limite de sentido que é estabelecido pela matéria verbal. Por um lado, podemos dizer que sempre há mais de um sentido 
possível na compreensão de um texto; por outro lado, não podemos afirmar que qualquer sentido é válido na interpretação que 
fazemos. Por isso, dizemos que há um horizonte problemático na extrapolação quando o leitor insere tantos elementos 
pessoais na tarefa de compreensão que o sentido produzido ultrapassa os limites daquilo que objetivamente se pode inferir.
Por fim, há ainda os que fazem uma leitura em que há engano na interpretação que se faz. O leitor constrói uma interpretação 
errada do texto, chegando ao horizonte indevido, em que há falseamento das informações presentes.
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MANUAL DO PROFESSOR
Concebendo-se o texto como uma interação autor-texto-leitor, em que todos são sujeitos ativos que dialogam, a leitura torna-se 
uma atividade altamente interativa e complexa em produção de sentidos. Ela irá muito além do que dominar os elementos linguísticos 
presentes na superfície textual e fará o aluno mobilizar um vasto conjunto de saberes no interior do evento comunicativo. Assim, 
sobre a leitura, podemos afirmar que
• leva em conta as experiências e conhecimento do leitor;
• exige muito mais do que o conhecimento do código linguístico;
• tem como lugar de interação (entre o autor, o leitor e o próprio texto);
• o sentido estará na construção que o leitor fará, a partir de seus conhecimentos, das pistas textuais e sinalizações dadas 
pelo autor;
• o leitor poderá ou não concordar com o autor, completá-lo, adaptá-lo, etc. Para tanto, lançará mão de estratégias 
importantíssimas como: seleção, antecipação, inferência e verificação.
Considerações sobre a linguagem oral
Bortoni-Ricardo (2004, p. 74) ressalta que cabe à escola “[...] facilitar a ampliação da competência comunicativa dos alunos, 
permitindo-lhes apropriarem-se dos recursos comunicativos necessários para se desempenharem bem, e com segurança, 
nas mais distintas tarefas linguísticas.”
Nesse sentido, a autora destaca a importância da escola como instituição social responsável pela sistematização dos saberes. 
Nocaso da oralidade, é fundamental proporcionar atividades em que as crianças sejam capazes de expor, argumentar, explicar, 
narrar, além de escutar atentamente e dar opiniões, respeitando a vez e o momento de falar.
Expressar-se oralmente é algo que requer confiança em si mesmo. Isso se conquista em ambientes favoráveis à manifestação 
do que se pensa, do que se sente, do que se é. Assim, o desenvolvimento da capacidade de expressão oral do aluno depende 
consideravelmente de a escola constituir-se num ambiente que respeite e acolha a vez e a voz, a diferença e a diversidade. 
Depende de a escola, sobretudo, ensinar aos alunos os usos adequados da língua em diferentes situações comunicativas. 
De nada adianta aceitar o aluno como ele é, mas não lhe oferecer instrumentos para enfrentar situações em que não será aceita 
a reprodução das formas de expressão próprias de sua comunidade.
É preciso, portanto, ensinar-lhe a utilizar adequadamente a linguagem em instâncias públicas e a fazer uso da língua oral de 
forma cada vez mais competente. As situações de comunicação diferenciam-se conforme o grau de formalidade que exigem. 
E isso é algo que depende do assunto tratado, da relação entre os interlocutores e da intenção comunicativa.
A capacidade de uso da língua oral que as crianças possuem ao ingressar na escola foi adquirida no espaço privado: contextos 
comunicativos informais, coloquiais, familiares. Ainda que, de certa forma, boa parte dessas situações também tenha lugar no 
espaço escolar, não se trata de reproduzi-las para ensinar aos alunos o que já sabem. Considerar objeto de ensino escolar a 
língua que as crianças já falam requer, portanto, a explicitação do que se deve ensinar e de como fazê-lo.
Eleger a linguagem oral como conteúdo escolar exige o planejamento da ação pedagógica de forma a garantir, na sala de aula, 
atividades sistemáticas de fala, escuta e reflexão sobre a língua. São essas situações que podem se converter em boas situações 
de aprendizagem sobre os usos e as formas da língua oral: atividades de produção e interpretação de uma ampla variedade 
de textos orais, de observação de diferentes usos, de reflexão sobre os recursos que a língua oferece para alcançar diferentes 
finalidades comunicativas.
Para isso, é necessário diversificar as situações propostas tanto em relação ao tipo de assunto como em relação aos aspectos 
formais e ao tipo de atividade que demandam – fala, escuta e / ou reflexão sobre a língua. Supõe, também, um profundo respeito 
pela forma de expressão oral trazida pelos alunos, adquiridas em suas comunidades, e um grande empenho por ensinar-lhes 
o exercício da adequação aos contextos comunicativos, diante de diferentes interlocutores, a partir de intenções de natureza 
diversa. É fundamental que essa tarefa didática se organize de tal maneira que os alunos transitem das situações mais informais 
e coloquiais que já dominam ao entrar na escola a outras mais estruturadas e formais, para que possam conhecer seus modos 
de funcionamento e aprender a utilizá-las.
Considerações sobre a produção de textos
Segundo Schneuwly e Dolz, a produção de textos escritos, assim como a de textos orais, é uma ação humana e, assim, 
é “orientada por objetivos intermediários que advêm da vontade consciente e que implicam uma representação de seu efeito no âmbito 
da cooperação e das interações sociais”. Também segundo esses autores, “toda ação de linguagem implica [...] diversas capacidades 
da parte do sujeito: adaptar-se às características do contexto e do referente (capacidades de ação), mobilizar modelos discursivos 
(capacidades discursivas) e dominar as operações psicolinguísticas e as unidades linguísticas (capacidades linguístico-discursivas)”. 
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Isso quer dizer que os objetivos e as condições de produção do texto devem ser norteadores das escolhas que serão feitas em 
relação ao conteúdo, à estrutura, à escolha lexical, etc., e que é necessário que os locutores estejam conscientes das escolhas 
que fazem para produzir aquele texto.
Assim, não é possível pensarmos em produção de textos sem nos atermos à noção de gênero textual. Ao levarmos em conta os 
gêneros textuais como realizações linguísticas, nas quais podemos reconhecer determinadas características que são adequadas 
e atendem à função comunicativa a que aquele texto se propõe, alcançamos uma proposta de produção que precisa considerar o 
contexto de produção (que precisa existir mesmo em situações simuladas), os participantes da interlocução envolvidos naquele 
texto, o espaço de publicação e a finalidade a que o texto se propõe.
Os gêneros textuais são muitos e, como manifestação legítima da atividade humana, cada vez mais escapam de um molde 
rígido e ganham a liberdade criativa que é tão própria da linguagem. Porém, sabemos que há exemplos de textos que são 
prototípicos de cada gênero, ou seja, têm características distintivas e próprias que nos faz reconhecê-los facilmente como um 
exemplo daquele gênero específico. Consideramos ser importante que os alunos conheçam esses exemplos, que reflitam sobre 
o modo de estruturá-los, que compreendam os efeitos que determinadas escolhas fazem na produção de sentido destinada aos 
objetivos desses textos. Assim, conscientes desses elementos constitutivos e diante de uma tarefa que tenha de fato um contexto 
de produção bem definido, será possível que os alunos sejam autores eficientes e que consigam, inclusive, transgredir os moldes, 
produzindo textos adequados e criativos, descolados dos modelos originais que lhes foram apresentados.
Desse modo, o livro articulará as análises feitas nas tarefas de leitura, nas quais exploraremos determinados gêneros de 
forma significativa, com tarefas de produção de textos que delimitarão o contexto em que eles estarão inseridos e indicações de 
maneiras de avaliar a eficiência daquilo que foi produzido, no processo comunicativo proposto. No caso de textos escritos, haverá 
valorização do rascunho, como demonstração de que é sempre possível produzir versões provisórias e passíveis de otimização 
das escolhas antes da publicação do texto.
Bernard Schneuwly e Joaquim Dolz agruparam os gêneros textuais levando em consideração alguns fatores, como vemos no 
quadro a seguir. Para eles, o trabalho em espiral dos gêneros de diferentes grupos, em todos os níveis escolares, leva a uma 
progressão curricular.
NARRATIVO INFORMATIVO PERSUASIVO PROCEDIMENTO POÉTICO
DEFINIÇÃO
Textos literários ou 
não, que apresentam 
histórias reais ou 
fictícias
Textos que 
apresentam 
fatos sobre uma 
variedade de 
assuntos
Textos que 
apresentam ou 
sugerem opiniões a 
respeito dos temas 
tratados
Textos que 
explicam como 
fazer algo
Textos que 
provocam uma 
resposta de caráter 
emocional
FUNÇÃO Expressiva ou 
Informativa Informativa Informativa ou 
diretiva Diretiva Expressivo
INTENÇÃO 
COMUNICATIVA
Contar, narrar Informar Convencer Explicar, 
ensinar a fazer Sensibilizar
ESTRUTURA
Ambiente / 
Personagens / Ações / 
 Enredo / Conflito / 
Tema
Formal
Lógica / Psicológica / 
 Argumentação: 
lógica, de 
autoridade, 
emocional
Ordem e sequência 
são essenciais / 
 Formato da 
apresentação pode 
ser rígido
Variada / Uso de 
versos, ritmo, 
rimas para ajudar a 
transmitir o sentido 
ou criar emoções
LINGUAGEM
Conotativa ou 
denotativa; Formal ou 
informal
Objetiva /
Impessoal / Clara, 
simples, direta / 
Sentido denotativo / 
 Usa dados e 
ilustrações
Persuasiva / 
Apelos emocionais / 
Linguagem visual
Simples / Clara / 
Objetiva
Conotativa, sentido 
figurado / 
Escolha cuidadosa 
de palavras
GÊNERO DE 
CADA TIPO
Conto tradicional / 
 Conto de fadas / 
Fábula / Lenda / Mitos 
brasileiros / Biografia / 
Carta / Bilhete / Diário / 
 HQ / Notícia / Conto 
moderno / Crônica / 
Relato de viagem
Definição / 
Descrição / 
Dicionário/ 
Enciclopédia / Texto 
didático / 
Embalagem / 
Roteiro turístico / 
Entrevista
Avisos, sinais, placas / 
Folheto / Anúncio / 
Convite / 
 Cartaz
Formulários / 
Listas / Instruções, 
manual de 
instruções / 
Receitas / Normas, 
combinados, leis
Poema
SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004.
Reflexões sobre gramática
Antes de formularmos qualquer comentário a respeito do ensino de gramática, é preciso que estejamos diante do próprio 
conceito. Afinal, o que é gramática? Sírio Possenti parte da definição de “gramática” como um conjunto de regras e explicita três 
acepções importantes para o termo, que precisam ser compreendidas para refletirmos sobre o ensino de gramática nas aulas 
de Língua Portuguesa.
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10 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
A primeira é a definição ligada à ideia de um conjunto de regras que um falante domina. É a chamada Gramática 
Internalizada. Todos os usuários de uma língua dominam e observam uma série de princípios para produzir linguagem. 
Caso contrário, os falantes da comunidade não se entenderiam. Tanto o sujeito que diz “Nós gostamos de estudar” quanto o 
que diz “Nós gosta de estudar” observam princípios de organização das estruturas linguísticas, mesmo que essas regras sejam 
distintas e estejam relacionadas a diferentes variantes da nossa língua.
A segunda é a definição ligada à ideia de um conjunto de regras que são seguidas pelos falantes de determinada comunidade 
e que é descrita pelos estudiosos. Trata-se da Gramática Descritiva. Nesse tipo de estudo, o interesse dos linguistas é descrever 
o funcionamento da manifestação linguística de um determinado grupo, sem questionamento ou comparação desse modelo de 
produção de linguagem com outros de prestígio na sociedade como um todo.
Por fim, podemos falar da Gramática Normativa ou Prescritiva, aquela que trata de descrever um determinado padrão de 
linguagem que ganha um grau de prestígio numa sociedade e estabelece regras que devem ser seguidas para que a linguagem 
produzida seja adequada a determinados usos.
A Língua Portuguesa, assim como as outras, sofre variações no espaço, no tempo e nas situações sociais de uso. Reconhecer 
essas variantes como um aspecto enriquecedor da língua é fundamental. Desenvolver no aluno a capacidade de discernir, 
em cada situação, o uso adequado da língua e, ao mesmo tempo, instrumentalizá-lo sistematicamente com o conhecimento da 
norma urbana de prestígio constrói a autonomia e a competência para fazer escolhas abolidas de preconceitos. O uso dinâmico 
e diversificado da linguagem contribui para a percepção dos significados culturais da língua. Reconhecer e valorizar a linguagem 
utilizada pelo grupo social ao qual o aluno pertence é de grande importância, já que é por meio dela que a identidade pessoal 
e social é reafirmada. Por isso, é preciso ficar claro que, quando ensinamos, precisamos entender e levar em conta a gramática 
internalizada que o estudante utiliza, podemos descrever estruturas gramaticais utilizadas em diferentes enunciados de distintas 
situações comunicativas e apontar semelhanças e diferenças entre as modalidades linguísticas empregadas em cada um deles, 
e podemos prescrever usos, dependendo do contexto em que o aluno se insere na comunicação. É preciso pensar, também, 
que a escola é um espaço apropriado para aquisição da variante de prestígio da língua.
Anteriormente, já foi comentado que o principal objetivo do ensino da Língua Portuguesa é levar os alunos a falar, ouvir, ler 
e escrever bem, em um conjunto significativo de situações comunicativas. Para atingir essa meta, não basta o estudo contínuo 
da gramática normativa, pois fazer exercícios mecânicos relativos à nomenclatura de categorias ou uso de estruturas não leva a 
uma reflexão sobre as características da linguagem.
Subestimar o trabalho com a gramática não é, todavia, o mais correto, uma vez que seu estudo desenvolve um importante 
papel na formação intelectual dos alunos, se levarmos em consideração quatro aspectos relevantes do estudo gramatical dentro 
do desenvolvimento cognitivo. Os três primeiros são citados por Luiz Carlos Travaglia:
• Aplicação imediata – trata-se da utilidade do conhecimento gramatical na vida cotidiana dos alunos. Por exemplo: durante a 
leitura de um texto de qualquer natureza, o aluno pode deparar-se com uma forma verbal conjugada, cujo significado seja 
desconhecido. É possível que ele recorra a um dicionário. Por tratar-se de um verbo conjugado e tendo o aluno esse conhecimento 
gramatical, ele deverá procurar a forma infinitiva, uma vez que verbos conjugados não fazem parte dos verbetes.
• Aspecto cultural – estudar a gramática da língua materna é analisar e dominar o funcionamento da linguagem, que é de 
extrema importância para o conhecimento da própria nação. Uma vez que a preservação da nossa cultura nos remete aos 
estudos de História, Geografia e folclore do Brasil, não podemos deixar de estudar a língua que falamos e escrevemos 
dentro de suas mais variadas formas linguísticas.
• Formação de habilidades intelectuais – é a competência gramatical que faz com que, com base nas regras da língua, o aluno 
seja capaz de elaborar frases e textos com criatividade linguística. É importante entender que as regras gramaticais fazem parte 
do aspecto lógico do conhecimento linguístico. Trabalhar com gramática significa contribuir para a expansão do raciocínio e da 
consciência linguística do aluno, por isso ela deve fazer parte do planejamento de Língua Portuguesa de maneira sistemática. 
O que não se recomenda fazer é propor uma quantidade muito extensa e exaustiva de exercícios de treino, memorização e 
repetição, uma vez que o aluno só constrói e aplica os conceitos gramaticais quando compreende o seu uso.
Na proposta desse livro, procuraremos garantir um tratamento da gramática normativa, buscando refletir sobre o funcionamento 
das regras no texto, a partir da exploração e da comparação de diversificados textos. O aluno pode analisar o uso dos tempos 
verbais, a relação da morfologia com a sintaxe, etc., observando como os autores usaram esses aspectos em seus textos para 
produzir determinados efeitos de sentido.
Ao longo da Coleção, será utilizada a nomenclatura oficial (substantivo, adjetivo, verbo...) cujas explicações virão sempre 
acompanhadas de exemplificações para que os alunos tenham condições de localizar, refletir, pensar e atuar sobre os aspectos 
gramaticais do texto.
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11Bernoulli Sistema de Ensino
Considerações sobre o ensino de ortografia
A ortografia é um elemento convencional, relativamente novo na história de usos da língua e relacionado especificamente às 
modalidades escritas de texto. Por ser um elemento convencional, criado pelo homem, precisa ser aprendido sistematicamente 
pelas crianças.
É sabido que as primeiras escritas alfabéticas das crianças resultam de elaborações feitas por elas quando se dão conta de 
que os sons da fala podem ser “traduzidos” em sinais gráficos. Ao constatarem o princípio da base alfabética que utilizamos 
para escrever, as crianças compõem as próprias hipóteses e buscam um correspondente gráfico para cada “som”, sem se dar 
conta que o sistema que utilizamos para escrever não é tão simples assim: a relação não é biunívoca. Há elementos gráficos 
que representam mais de um “som” e há “sons” que podem ser representados por mais de um correspondente gráfico. 
O que fazer?
Cabe ao adulto ensinar os princípios que organizam esse sistema que empregamos, apontando as funções da escrita ortográfica, 
as regularidades e irregularidades que são observados para o estabelecimento da norma.
De fato, o princípio é normativo e pressupõe que há uma única forma considerada “correta”para a escrita das palavras. Norma 
é algo que pode gerar censura, mas este não pode ser o viés pelo qual a ortografia será vista na escola. A ortografia se faz 
importante muito mais por facilitar a comunicação feita por escrito, já que estabelece uma única forma para as mais variadas 
pronúncias dos diferentes dialetos de uma língua, do que para engrandecer uns e diminuir outros em nome da quantidade de 
erros e acertos que cometem.
Portanto, acreditamos na importância de um ambiente escolar no qual a revelação das dúvidas em relação à ortografia seja o 
ponto de partida de discussões e reflexões que levarão os alunos a descobrir princípios lógicos que regem a escrita de algumas 
palavras e que lhes permitirão ter certeza sobre a escolha da letra que utilizarão para grafá-las. A dúvida também será importante 
para a identificação daquelas palavras para as quais não encontraremos um princípio regular para distinguir a forma correta de 
escrita. Por meio das propostas da seção “Estudo da escrita”, as crianças terão oportunidade de se ver diante de desafios nos 
quais poderão sistematizar conhecimentos sobre as regularidades que norteiam o código ortográfico e ativar a memória para as 
palavras que não têm a escrita controlada por um princípio regular.
Textos de apoio
Sugestões de procedimentos de avaliação
A seguir, apresentamos sugestões de ferramentas de avaliação e algumas considerações sobre elas. De acordo com cada unidade 
didática do livro, o(a) professor(a) deve escolher dois ou três instrumentos e como eles devem ser utilizados, para alcançar o principal 
objetivo da escola: promover a aprendizagem dos alunos.
Prova dissertativa
Uma prova dissertativa, nas séries iniciais, é um tipo de avaliação que traz um ou mais textos e uma série de perguntas que 
têm o objetivo de verificar a capacidade de compreender, fazer inferências, analisar, formular ideias e redigi-las.
É importante que o(a) professor(a) elabore questões claras que convidem o aluno a expor os seus pensamentos e demonstrar 
a sua capacidade de estabelecer relações, resumir, analisar, etc., com base nos conhecimentos que tem. Ao corrigir as respostas, 
devem ser avaliadas as habilidades de organização, interpretação e expressão, a organização das ideias e o poder de argumentação 
do aluno diante das questões propostas.
Em alguns casos, é preciso que o(a) professor(a) crie experiências na sala de aula para trabalhar esse tipo de questão. Após a 
aplicação, o(a) professor(a) pode explorar as questões que foram propostas e algumas das respostas dadas pela turma, fazendo 
um breve debate sobre a adequação dessas respostas e elaborando uma resposta coletivamente.
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12 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Prova objetiva
Trata-se de um instrumento avaliativo que apresenta perguntas diretas, para respostas curtas, como questões de múltipla 
escolha, por exemplo, e com apenas uma solução possível. Seu objetivo principal é avaliar quanto o aluno apreendeu sobre dados 
específicos de um determinado conteúdo.
Após a correção, é interessante fazer uma tabela para registro dos acertos e erros de cada aluno nas questões objetivas e 
comparar ao resultado da classe. Assim, também será possível determinar se uma questão que muitos erraram foi mal formulada 
ou se é preciso retomar o conteúdo relacionado àquela questão.
Trabalho em grupo
Esse tipo de atividade desenvolve a troca entre os alunos, o espírito colaborativo e a socialização, por meio da interação, que é 
um importante facilitador da aprendizagem. Para que seja um efetivo instrumento de avaliação, é necessária uma boa organização 
da turma e do(a) professor(a). Uma forma de organizar o trabalho, ao realizar uma atividade em grupo, é apresentar as etapas 
do trabalho que será desenvolvido antes do seu início, mantendo a atenção dos alunos nessa apresentação. Por isso, é preciso 
que o(a) professor(a) faça um bom planejamento do trabalho, antecipando as necessidades que podem surgir nessa proposta e 
que busque informações para orientar as equipes, lembrando-se de que esses momentos devem ser conciliados com propostas 
individuais de aprendizagem.
Ao propor atividades em grupos ligadas ao conteúdo, o(a) professor(a) deve sugerir fontes de pesquisa e ensinar aos alunos 
alguns procedimentos de busca de informações confiáveis. Ao avaliar, é necessário observar se todos participaram e colaboraram 
com as diversas etapas do processo.
Fichas de observação
O(A) professor(a) deve elaborar uma ficha com atitudes, habilidades e competências que serão observadas, com o objetivo 
de analisar o desempenho do aluno em fatos do cotidiano escolar ou em situações planejadas e obter mais informações sobre 
as áreas afetiva, cognitiva e psicomotora.
Esse instrumento serve como uma lupa sobre o processo de desenvolvimento do aluno e permite a elaboração de intervenções 
específicas para cada caso. Durante uma mesma atividade, é provável que o(a) professor(a) não consiga perceber todos os 
aspectos sobre todos os alunos da turma, podendo escolher alguns alunos, por vez, para que seja possível perceber como cada 
um constrói o conhecimento, acompanhando de perto todos os passos desse processo.
Sugerimos que as anotações sejam feitas sistematicamente e que somente os dados fundamentais no processo de aprendizagem 
sejam considerados. Generalizações e julgamentos subjetivos devem ser evitados.
Ao dar início ao estudo de um novo conteúdo, faça algumas anotações sobre o desempenho dos alunos e compare com anotações 
feitas numa etapa final do processo, para perceber no que o aluno avançou e no que precisa de acompanhamento. As fichas 
podem oferecer ainda um rico material para as reuniões individuais feitas com os pais.
Autoavaliação
Por meio de uma análise que o aluno faz do próprio processo de aprendizagem, seja oralmente ou por escrito, ele pode 
desenvolver sua capacidade de analisar o que aprendeu.
Antes de utilizar esse instrumento, o(a) professor(a) deve formular um roteiro de autoavaliação, citando as áreas sobre as 
quais o aluno deve falar (ou escrever) relacionadas aos conteúdos, às habilidades e aos comportamentos que serão avaliados.
Durante a realização da autoavaliação, o aluno precisa sentir que há um espaço para expor o que pensa e sente sobre sua 
aprendizagem e que esse instrumento será usado para ajudá-lo a aprender.
Depois da aplicação da autoavaliação, esse documento ou depoimento deve servir como fonte para o planejamento do trabalho 
seguinte. Além disso, o(a) professor(a) pode sugerir ao aluno e aos seus responsáveis atividades individuais ou em grupo para 
ajudá-lo a superar as dificuldades.
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13Bernoulli Sistema de Ensino
Debate
Os debates são momentos em que os alunos expõem seus pontos de vista sobre um assunto. Nas aulas de Língua Portuguesa, 
os debates podem ser promovidos como uma das etapas da interpretação do texto, por exemplo. Ao defender uma forma de 
resolver uma atividade, o aluno deverá fundamentá-la em argumentos e os outros irão escutá-lo, com o propósito de conferir 
a sua validade. Assim, todos podem desenvolver a habilidade de argumentação e a oralidade, além de aprender mais sobre o 
conteúdo abordado.
Procure dar a chance de participação a todos e não apoiar aqueles que geralmente apresentam a “resposta certa”, pois o 
principal é priorizar o confronto de informações entre todos e oportunizar a argumentação dos diversos pontos de vista que 
podem surgir na turma.
Depois de escolher as questões que serão debatidas, inicie a atividade orientando a participação dos alunos e combinando as 
regras. Uma boa possibilidade para utilização desse instrumento é propor e avaliar um registro escrito do trabalho desenvolvido.
Seminário
Para participar de um seminário, queé caracterizado pela exposição oral de informações pesquisadas para um público, o aluno 
precisa realizar uma pesquisa e organizar as informações que serão apresentadas verbalmente.
Além de estudar o tema para a apresentação, o aluno desenvolve a sua oralidade ao falar sobre determinado assunto, e tanto 
o ouvinte quanto o expositor aprendem, já que têm a oportunidade de pensar mais uma vez sobre seus conhecimentos.
Para utilização do seminário como instrumento avaliativo escolar, professor(a), procure
• definir o tema do seminário;
• indicar uma bibliografia e como ela deve ser utilizada;
• simular procedimentos de apresentação dos trabalhos;
• estimular a participação dos ouvintes: todos devem fazer perguntas e opinar;
• apoiar os alunos em suas principais dificuldades, considerando as características de cada um.
Ao avaliar, considere a pesquisa e a produção do aluno feitas na preparação para o seminário e o seu desempenho na abertura, 
no desenvolvimento do tema e na apresentação da sua conclusão.
Verbos de comando: O que são? Para que servem?
Ao longo do livro do aluno, nas seções destinadas aos exercícios, é comum verificarmos o destaque empregado em alguns 
verbos de comando nos enunciados das atividades. Trata-se de uma estratégia consonante com uma metodologia de ensino que 
tem sido bastante difundida e que visa favorecer o desenvolvimento de habilidades cuja aquisição assume importância singular 
no processo de aprendizagem.
Os verbos de comando são as palavras que, como a própria terminologia expressa, dão ordens ou comandos a serem seguidos, 
indicando o que se deve fazer em cada atividade proposta. Tais verbos direcionam o pensamento do aluno, oferecendo-lhe 
delimitações e suporte para o raciocínio em direção à habilidade que lhe é solicitada.
Ajude os alunos a se familiarizarem com os verbos de comando. Uma estratégia bem interessante é chamar a atenção dos 
alunos para os verbos destacados e discutir com eles a expectativa de resposta.
A seguir, elencamos alguns dos principais verbos de comando destacados nos livros da Coleção e suas definições (Atenção: 
não há necessidade de reproduzir para o aluno esta lista. Ela é apenas um suporte para que você tenha condições de orientar 
seus alunos durante a execução das atividades. Sempre que necessário, recorra a ela para verificar o que está sendo solicitado 
e o que será avaliado, posteriormente, por você):
• APRESENTAR: Expor de maneira breve, resumida.
• AVALIAR: Emitir julgamentos de valor, por meio da apreciação criteriosa de aspectos positivos e negativos.
• ASSOCIAR: Estabelecer relação entre dois elementos (assuntos, listagem, etc.).
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14 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
• CARACTERIZAR: Descrever as características distintivas de objetos, palavras, acontecimentos, situações, fenômenos, etc., 
apresentando elementos que possam identificá-las.
• CITAR / APONTAR / INDICAR: Determinar, mencionar, referir-se de forma breve a determinado aspecto de um assunto.
• CONCEITUAR / DEFINIR: Dizer em que consiste, formular ou apresentar com palavras precisas a definição de um termo 
ou de um assunto.
• CLASSIFICAR: Reunir em classes ou em grupos a partir de um sistema de critérios de classificação, de acordo com 
propriedades afins.
• COMENTAR: Discutir o que foi lido, a partir de um determinado contexto, dado pelo enunciado. Quando se comenta, opina-se 
a respeito do assunto, fazem-se considerações baseadas em experiências pessoais, mesmo que direcionadas.
• COMPARAR: Estabelecer confronto para perceber as relações de semelhança e diferença entre textos, entre determinadas 
épocas, processos, fenômenos físicos ou químicos ou entre modos de argumentação. Assim sendo, exige visão e análise 
do conjunto das partes envolvidas e as respectivas peculiaridades que possam ser confrontadas. No enunciado da questão, 
pode-se apresentar o aspecto sob o qual a comparação deverá ser feita.
• COMPROVAR: Apresentar elementos que provem sua argumentação, seja por meio de exemplos, de partes extraídas do 
texto, ou da apresentação de dados, com as respectivas fontes, que possam provar um fato ou argumento. No caso das 
ciências exatas ou biológicas, o verbo comprovar relaciona-se com experimentações ou desenvolvimento de fórmulas que 
provem a possibilidade de verdade do enunciado ou da hipótese.
• DENOMINAR / NOMEAR: Indicar o nome, nomear.
• DESCREVER: Apresentar características distintivas, de modo a promover uma visualização daquilo que está sendo descrito. 
A descrição é um processo de construção de uma imagem em que o observador mostrará sua percepção, sua impressão, enfim, 
seu ponto de vista do objeto descrito, podendo ou não – dependendo da proposta – estar direcionada a um determinado 
contexto. Descrever é “pintar com palavras”.
• DIFERENCIAR: Apontar as diferenças.
• DETERMINAR: Indicar com exatidão, precisar, resolver operações matemáticas.
• ELABORAR: Criar, fazer, construir.
• ENUMERAR: Listar fatos, dados, evidências, características, argumentos, especificando um a um.
• ESCLARECER: Elucidar, tornar claro, compreensível o sentido de uma afirmação, um pensamento, uma ideia, um fato.
• EXEMPLIFICAR: Apresentar exemplos que ilustrem uma situação. É necessário, portanto, o conhecimento real da situação 
dada.
• EXPLICAR: Dar a conhecer ou expor com clareza fatos, fenômenos, resultados de experiências, pontos de vista, interpretações, 
afirmações, argumentos, textos, fornecendo razões para as opiniões emitidas. Explicar implica, necessariamente, manter 
fidelidade ao tema central, buscando a clareza de exposição numa sequência lógica de raciocínio.
• EXPLICITAR: Tornar explícito, declarado, o sentido do que se quer dar a conhecer.
• IDENTIFICAR / RECONHECER: Apontar os elementos fundamentais ou as principais características de um objeto, 
de uma argumentação, de uma época, de um processo, de situações, de acontecimentos, de fenômenos, de pensamentos, 
expondo-os de maneira sucinta.
• JUSTIFICAR: Provar, fundamentar, dar razões convincentes, buscando a veracidade de um fato, uma opinião. A justificativa 
difere-se da explicação, pois implica a análise e defesa de possíveis aspectos contraditórios.
• LOCALIZAR: Indicar a localização; fixar ou limitar a determinado local.
• NUMERAR: Indicar por meio de números.
• ORGANIZAR: Colocar em ordem, instituir padrões de ordenação.
• ORDENAR: Dispor de maneira organizada, arrumar, colocar em ordem.
• PROPOR: Apresentar uma proposta.
• RELACIONAR: Estabelecer comparação, confrontar. No enunciado da questão, deve-se apresentar o aspecto sob o qual a 
relação ou confronto deverá ser feita.
• RELATAR: Contar, de forma breve, acontecimentos reais ou fictícios.
• REPRESENTAR: Expor, usando figura, foto, diagrama, gráfico ou um exemplo concreto em palavras.
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15Bernoulli Sistema de Ensino
• RESOLVER: Efetuar, dar a solução.
• SUBLINHAR: Passar um traço sob o que se pede.
• TRANSCREVER: Copiar, entre aspas, o que se pede tal como está no texto original.
Sobre a elaboração das respostas
A elaboração de uma resposta é decorrente da estruturação do pensamento, que deverá ser expresso, com clareza, no texto. 
Esse é o desafio inicial do escritor. Após o desenvolvimento dessa habilidade, o desafio seguinte é apresentar um parágrafo 
constituído por uma sequência de frases coerentes e coesas entre si. Essa mesma lógica se aplica para a elaboração de uma 
sequência de parágrafos dentro de um texto mais amplo. Portanto, seja ao produzir uma frase ou um texto mais extenso, 
o escritor precisa ser igualmente cuidadoso a fim de expressar as suas ideias com clareza.
Ao ler uma resposta, o interlocutor deve ser capaz de compreender a mensagem escrita pelo autor (aluno) sem precisar inferir 
sobre o que ele “tentou” responder.Sendo o interlocutor o(a) professor(a), é interessante que ele(a) localize palavras-chaves 
que indicarão que o aluno atingiu as habilidades avaliadas na questão para a qual se produziu a resposta.
Sugerimos que a estruturação de respostas coerentes e claras seja trabalhada sistematicamente durante as aulas. Para isso, 
oriente o aluno a considerar os aspectos a seguir:
• esclareça que as respostas devem ter sentido completo. Isso não quer dizer, necessariamente, que o aluno deva copiar parte 
da pergunta para redigi-las, mas que deve procurar responder ao que foi perguntado de maneira completa. É interessante 
que ele faça isso utilizando palavras próprias (é importante orientá-lo a não iniciar respostas e frases com pronomes como: 
“ele”, “ela”, “esse”, “essa”, “isso” e nem com “porque”);
• relembre, constantemente, que as frases devem ser iniciadas com letra maiúscula e terminadas com um sinal de pontuação;
• oriente-o a fazer sempre a revisão gramatical e ortográfica de suas respostas (consultando o dicionário sempre que 
necessário).
Em um primeiro momento, essas orientações parecerão representar pouco para os alunos no que diz respeito à organização 
de suas ideias em frases, mas, à medida que o trabalho for sendo desenvolvido ao longo dos capítulos, a compreensão acerca do 
sentido expresso pelos verbos de comando, bem como a estrutura frasal mais elaborada, agregará significativo valor à construção 
das habilidades e competências do aluno.
Estimado(a) professor(a),
Aprofunde seus conhecimentos na fundamentação teórica desse material.
Acesse o QR Code e veja o que preparamos para você!
Estrutura da Coleção
Professor(a), acesse o QR Code para conhecer o mapa de conteúdos da coleção.
A fim de atender à metodologia proposta, a Coleção Ensino Fundamental Anos Iniciais, destinada aos alunos do 
1º ao 5º ano, é composta por dois volumes divididos em quatro livros por volume, além dos livros de Arte, que contam com 
os volumes 1 e 2, e o de Língua Inglesa, material de volume único. Os dois últimos materiais são considerados materiais 
complementares.
Cada livro é organizado por disciplinas e em capítulos.
Coleção 1º ao 5º ano
LIVRO 1 LIVRO 2 LIVRO 3 LIVRO 4
MATERIAL 
COMPLEMENTAR
COMPONENTES 
CURRICULARES
Ciências Geografia e 
História Matemática Língua Portuguesa
Arte
Língua Inglesa
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16 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Características gerais
A Coleção Ensino Fundamental Anos Iniciais foi produzida com o objetivo de ser, para o aluno, a principal referência do conjunto 
de conhecimentos de cada área e de propiciar apoio e incentivo ao hábito de estudo e ao prazer de aprender. Para tanto, o material 
foi estruturado de modo a permitir a ampliação da compreensão de mundo por meio de textos atualizados, imagens e esquemas 
claros e atrativos, bem como de propostas de atividades formativas e significativas. Assim, a articulação entre as diversas áreas 
do conhecimento é promovida funcionando como um ponto de partida para explorar outras fontes e tecnologias que contribuam 
para o processo de aprendizagem.
A elaboração dessa coleção didática foi feita com a convicção de que é preciso superar a abordagem fragmentada e 
predominantemente conceitual, restrita à apresentação de procedimentos, teorias, leis e fórmulas descontextualizadas a serem 
memorizadas pelos alunos. Por isso, a proposta foi organizada de modo a proporcionar a aprendizagem, incluindo a construção 
de conceitos e a apropriação de procedimentos, mas de forma contextualizada. Isso é feito por meio da abordagem de aspectos 
socialmente relevantes e da prática, de exemplos concretos e de situações-problema em contextos próximos do cotidiano dos 
alunos, na tentativa de proporcionar-lhes a compreensão e a interpretação desses conceitos em situações reais de aplicação.
As propostas impressas no material devem ser orientadas pelo(a) professor(a), de modo a estimular nos alunos uma postura 
curiosa e reflexiva, uma vez que elas possibilitam o levantamento de hipóteses, a análise de diferentes fontes de informação 
e a confrontação de dados. Nessa perspectiva, tais propostas favorecem a ampliação dos conhecimentos que os estudantes já 
possuem e contribuem para a transposição da barreira do senso comum e para a aquisição do saber científico.
Além disso, acreditamos que o livro didático tem um importante papel como fonte de consulta e, por isso, durante e após 
a orientação de uma postura investigativa e reflexiva, o material propõe recapitulações e sistematizações confrontadas com a 
problematização inicial, ajudando o aluno a estabelecer conclusões sobre as questões propostas. Desse modo, evitamos incumbir 
somente ao estudante a responsabilidade de formular conceitos e conclusões. Também consideramos que, embora o foco não 
seja o conteúdo, ele ainda deve ser visto como o meio pelo qual é possível desenvolver habilidades, já que viabiliza a aplicação 
de conceitos e conhecimentos na resolução das situações-problema apresentadas.
Outro aspecto levado em consideração na escrita da Coleção é a formação para a cidadania, uma vez que, mais do que 
transmitir conhecimentos acumulados ao longo da história, atualmente a escola cumpre outros objetivos, assumindo papéis cada 
vez mais abrangentes na formação dos alunos. Nesse contexto, além do compromisso com a apresentação de conteúdos e com 
a instrumentalização e divulgação de informações, acreditamos que o livro didático tem grande potencial para funcionar como 
ferramenta para a formação de cidadãos atuantes na sociedade, éticos, protagonistas, críticos e conscientes.
O trabalho com esses aspectos, em nosso projeto didático, compreenderá a incorporação de temas como diversidade sociocultural, 
raça, etnia, saúde, sexualidade, consumo, meio ambiente e ética, entremeados ao trabalho com as demais áreas do conhecimento. 
Isso será desenvolvido em propostas de trabalho e projetos que estimulam a construção de uma consciência pessoal, social e 
planetária; o exercício pleno da cidadania; a convivência social harmônica e solidária.
Avaliação
O desenvolvimento das habilidades pretendidas com esse material se dá de maneira permanente e processual. Portanto, 
acreditamos que a avaliação em sala de aula também deverá acontecer de forma contínua, de modo a favorecer a percepção 
do professor acerca das necessidades de cada estudante. O objetivo é estabelecer parâmetros de atuação e permitir que os 
professores e estudantes tomem consciência dos avanços, das dificuldades e se comprometam com o processo educativo.
Desse modo, a avaliação deve ir além da verificação da capacidade de reproduzir, de forma isolada, as informações trazidas pelo 
livro ou pelo professor. Ela deve ser construída e proposta com o objetivo de ajudar alunos e professores(as) a refletir sobre suas 
práticas e rever estratégias e planejamentos, tornando possível a superação das dificuldades, a consolidação de aprendizagens 
significativas e o desenvolvimento de habilidades e competências, por meio da recursividade e de novas estratégias didáticas. Assim, 
a avaliação ultrapassa o caráter de elemento comprovador do conhecimento para se tornar mais um componente de formação.
A Coleção Ensino Fundamental Anos Iniciais favorece a avaliação sistemática e processual ao longo de todos os capítulos. Para 
iniciar, há uma introdução capaz de oferecer temas sobre os quais as crianças já têm algum conhecimento. Nesse momento, 
o professor poderá avaliar o que o aluno já sabe e delimitar a temática central a ser abordada.
Ao longo do capítulo, há atividades que serão realizadas pelas crianças, de modo a aplicar e ampliar o conteúdo abordado, 
e solicitações de diversas produções, como relatos orais, textos, desenhos, gráficos, entre outros. Tais instrumentos permitirão 
ao professor perceber dificuldades e avanços de cada aluno e quais temáticas do capítulo devem ser revistas e / ou reajustadas.
No fechamento do capítulo,há atividades de revisão, ou seja, há a retomada do conteúdo estudado ao longo do capítulo, mantendo 
diálogo constante de maneira dinâmica, para trazer à tona a percepção do amadurecimento cognitivo, afetivo e atitudinal do aluno.
Em paralelo à utilização do livro didático, é interessante que o professor proponha outros instrumentos de avaliação, tais 
como avaliações formais, relatórios, registros de práticas, projetos e investigações, apresentações orais, entre outras propostas.
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Estrutura dos capítulos
Ao longo do trabalho com os capítulos, é possível perceber uma lógica de “espiral ampliada”, na qual o nível de profundidade se 
expande, à medida que o aluno amplia a sua compreensão dos conteúdos trabalhados, possibilitando uma abstração gradativa. 
Os textos são apresentados em tópicos e subtópicos que organizam o desenvolvimento dos assuntos, entremeados por exercícios e 
seções de ampliação e aprofundamento dos temas trabalhados. A seguir, são apresentadas algumas orientações sobre a estrutura 
que organiza cada capítulo e sobre os objetivos de cada seção, para que o(a) professor(a) entenda de que forma pode trabalhar 
tais recursos para obter o melhor rendimento em sala de aula e também como pode orientar os alunos durante o desenvolvimento 
das propostas sugeridas pela Coleção.
Seções comuns a todos os componentes curriculares
 Página de abertura – Em página dupla, essa seção abre o capítulo e visa contextualizar o tema a ser tratado, servindo 
como ponto de partida para a exposição da teoria. A exploração da seção permite que o(a) professor(a) tenha acesso 
ao que os alunos conhecem sobre o tema central a ser abordado. Utilize os questionamentos e a análise das imagens 
apresentadas como elementos motivadores, a fim de estimular o aluno para o estudo dos conteúdos e, ao mesmo tempo, 
fazer a sondagem de seus conhecimentos prévios e de levá-los a levantar hipóteses. É importante destacar que, como 
a seção busca o conhecimento prévio do aluno, os questionamentos não possuem respostas “certas ou erradas”.
 Já aprendi! – Seção de exercícios dispostos ao final do capítulo para retomar, ampliar, sistematizar e aplicar os 
conteúdos trabalhados. Alguns itens dessa seção podem exigir um nível de compreensão mais abrangente, a fim de 
exercitar competências mais elaboradas que demandam análises e estabelecimento de relações entre informações, além 
da aplicação dos conhecimentos adquiridos na compreensão de problemas do cotidiano. Esse trabalho é possível nessa 
seção, uma vez que todos os tópicos do capítulo já foram abordados. Por isso, aproveite as propostas da seção para 
avaliar a compreensão dos alunos e para verificar se as habilidades pretendidas foram alcançadas ou bem desenvolvidas. 
Um olhar atento sobre o desenvolvimento dos alunos ao resolverem essas questões pode ajudar o(a) professor(a) 
a verificar aspectos que necessitam de retomada e maior investimento, antes de prosseguir para outros capítulos.
 Aprendendo mais – Nessa seção, são apresentados textos variados – como notícias, reportagens, textos publicitários, 
tabelas e gráficos, entre outros – que se relacionam ao assunto tratado no capítulo com o objetivo de ampliar o conteúdo 
e / ou apresentar uma perspectiva vivenciando o que foi apresentado. Como acreditamos que a leitura de textos e de 
imagens, quando realizadas por alunos em letramento, necessitam ser acompanhadas de atividades de interpretação, 
propomos, sempre que pertinente, exercícios orais ou escritos para verificação da leitura nessa seção.
 Outras fontes – O conhecimento não está presente somente no livro didático. Por isso, nessa seção, oferecemos 
indicações de sites, filmes, músicas, livros, revistas, entre outros, relacionadas ao tema do capítulo. Estimule o acesso 
a essas mídias, que pode acontecer no próprio ambiente escolar, como forma de enriquecimento das suas aulas, ou em 
outros espaços frequentados pelos estudantes, como em casa ou na biblioteca local.
 Bernoulli Play – Nessa seção, você tem acesso aos objetos digitais de aprendizagem do Bernoulli Play. Incentive a 
utilização pelos alunos ou utilize-os como material para enriquecer suas aulas.
 Pensando sobre... – Essa seção propõe a reflexão sobre questões intrigantes, relacionadas, na maioria das vezes, 
aos temas transversais listados nos PCNs (saúde, meio ambiente, pluralidade cultural, ética, entre outros). 
Os questionamentos possuem uma relação com o conteúdo e têm o objetivo de proporcionar aos alunos oportunidades 
de pensar sobre a realidade social e perceber como eles podem intervir para transformá-la. É importante que você, 
professor(a), oriente a reflexão do grupo, mantenha uma postura de valorização das reflexões trazidas pelas crianças, 
estimulando suas manifestações em um ambiente de respeito e de trocas enriquecedoras. Fique atento(a) para que 
mesmo as crianças mais tímidas e que apresentem dificuldades em organizar e expressar suas ideias oralmente tenham 
a oportunidade de participar e serem valorizadas em sua manifestação.
 Aprender é divertido! – Seção com propostas de jogos e brincadeiras que exploram, de maneira lúdica, os conteúdos 
trabalhados. É importante que o(a) professor(a) valorize essas atividades, percebendo-as como oportunidade de ampliação 
e avaliação da aprendizagem, e atue como um(a) mediador(a), estimulando os alunos a partilhar as estratégias utilizadas 
durante o desenvolvimento das jogadas. Desse modo, as crianças terão a oportunidade de partilhar hipóteses, conhecer 
pontos de vista distintos e apresentar seu raciocínio, favorecendo a descentralização do pensamento e o desenvolvimento 
de novas estratégias para resolver problemas. Tudo isso de forma mais lúdica e prazerosa. É interessante que as atividades 
sejam, sempre que possível, realizadas em duplas ou pequenos grupos.
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18 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
 Na ponta do lápis – Considerando que desenvolver a habilidade de expressão escrita do aluno é compromisso de 
todas as áreas, a seção tem o objetivo de favorecer esse trabalho por meio da proposta de produção de variados textos 
relacionados ao tema do capítulo (tirinhas, poemas, cartilhas, panfletos, cartazes, esquemas, entre outros).
Seções específicas dos livros de Língua Portuguesa
 Antes de ler – Seção de trabalho oral, apresentada antes do texto, que propõe uma preparação para a leitura: 
desenvolvimento de estratégias de leitura e levantamento de hipóteses e de conhecimentos prévios sobre o tema abordado.
 Por dentro do texto – Atividades orais e escritas que contribuirão para aprofundar a compreensão e a interpretação 
dos textos apresentados no capítulo, inclusive favorecendo a exploração aprofundada do vocabulário.
 Por dentro do gênero – Seção que favorece a exploração da estrutura, do funcionamento e das características dos 
gêneros textuais apresentados nos textos do capítulo, bem como uma reflexão sobre seus contextos de circulação.
 Estudo da língua – Seção exclusiva para o trabalho com os conhecimentos linguísticos por meio da análise e 
reconhecimento de aspectos gramaticais e de convenções da escrita, como a pontuação e a paragrafação, visando ao 
domínio das normas urbanas de prestígio.
 Estudo da escrita – Seção dedicada ao estudo do sistema de escrita com o objetivo de sistematizar a ortografia e 
incentivar a escrita correta das palavras, por meio do trabalho com as regularidades e irregularidades ortográficas.
 Língua ativa – Seção dedicada ao trabalho com a ampliação do vocabulário, baseando-se na exploração do dicionário 
e das informações oferecidas por ele, além de propor o estudo de aspectos linguísticos que vão além da gramática e 
da ortografia (contribuição de outros idiomas, variedades linguísticas, línguae interação humana e social), de forma a 
evitar o preconceito e valorizar as diferentes possibilidades de expressão do português brasileiro.
 Produção textual – Seção que estimula e orienta a produção de textos escritos e que permite ao aluno lidar com 
a escrita em diversas situações de uso. Essa seção favorece o trabalho da escrita como um processo, valorizando e 
explicitando os procedimentos de planejamento, produção, revisão e reescrita.
 Na ponta da língua – Seção destinada ao trabalho sistemático com gêneros orais. Nessa seção, mais do que solicitar a 
manifestação de opiniões e a conversa entre os alunos, favorece-se a reflexão sobre as regras, os padrões linguísticos e a 
funcionalidade dos gêneros orais, estimulando o planejamento e a produção de gêneros que são comumente requeridos na 
vida social e escolar, tais como o diálogo, a entrevista, a contação de histórias, a exposição oral de opinião, a declamação, 
o debate, a dramatização, os seminários e a apresentação de resultados de trabalho, sempre buscando a relação com 
a modalidade escrita da língua em diferentes situações sociais.
Ícones usados no livro do aluno
 Atividade oral: indica que a atividade deve ser respondida oralmente.
 Atividade no caderno: direciona a realização da atividade utilizando as folhas do caderno.
 Atividade em dupla / grupo: informa que a atividade deve ser realizada em dupla ou grupo.
CONECTA
DAS Atividade conectada: indica que a atividade está relacionada a multiletramento, utilizando diferentes plataformas, 
ferramentas digitais, produção multimídia e repertórios da comunicação e linguagens. (BNCC)
 Realidade aumentada: as projeções de realidade aumentada buscam uma aprendizagem centrada na experiência do 
aluno, uma vez que inserem informações e objetos virtuais no mundo real. Elas estimulam a imaginação, permitindo 
que o conhecimento seja construído por meio das interações com o objeto e entre pares.
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Planejamento anual*
COMPONENTE CURRICULAR: LÍNGUA PORTUGUESA
 
ANO: 5º
 
SEGMENTO: EF ANOS INICIAIS
VOLUME CAPÍTULO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1
1
• Conto clássico
• Conto moderno – paródia de contos de fadas
• Intertextualidade
• Variação do substantivo (gênero, número e grau)
• Marcas de oralidade em textos escritos
• Vogais, semivogais e consoantes
• Encontro vocálico
• Separação de sílabas
2
• Relato de viagem / Diário de bordo
• Texto instrucional
• Locução adjetiva
• Adjetivo pátrio
• Acentuação gráfica e tonicidade
• Uso de X / CH
• Uso de S / Z
• Uso de S / C
• Uso de G / J
• Influência de outras línguas no português
3
• Artigo de divulgação científica
• Uso de mas / mais
• Cartaz
• Grau superlativo do adjetivo
• Uso de mal / mau
• Uso de bem / bom
• Uso de onde / aonde
4
• Contos de suspense
• Verbo (pessoa, número, tempo verbal)
• Uso de pontuação e expressividade
• De olho no dicionário
• Uso de a / há, ouve / houve, aja / haja
5
• Reportagem
• Pronomes demonstrativos
• Uso dos porquês
• Infográfico
• Pronomes possessivos
• Entrevista
• Explorando o dicionário: informações além do verbete
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20 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
VOLUME CAPÍTULO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
2
6
• Anúncio publicitário e propaganda
• Folheto informativo
• Pronomes pessoais
• Pronomes de tratamento
• Gráfico
• Os sons da letra X
• Colóquio
7
• Narrativa de ficção ou de enigma
• Inferir acepção a partir do contexto
• Consoantes não acompanhadas de vogal
• Sinopse
• Advérbio
• Junto ou separado? Escrevendo corretamente
8
• Artigo de opinião
• A coesão na construção do parágrafo
• Debate regrado
• Resenha
• Locução adverbial
• Uso da vírgula na produção de sentido
9
• Texto teatral
• Interjeição
• Pontuação de diálogo
• Dramatização
• Palavras terminadas com N
• Biografia
• Preposição
• Locução prepositiva
10
• Crônica
• Classes de palavras e concordância
• Concordância nominal e verbal
• Notícia
• Charge
• Classes gramaticais no dicionário
• Uso de SS / Ç / X / XC / SC e SÇ
* Conteúdo programático sujeito a alteração. / O conteúdo completo de Língua Portuguesa do 1º ao 5º ano está disponível no final do 
Manual do Professor.
Orientações para composição de carga horária
Para otimizar o uso do material, sugerimos uma composição de carga horária em que consideramos o ano letivo com 34 semanas. 
Já que na Coleção Ensino Fundamental Anos Iniciais o conteúdo programático é apresentado em 2 volumes, recomendamos dedicar 
17 semanas letivas ao estudo de cada volume, de acordo com a sugestão de carga horária semanal de aulas apresentada a seguir:
CONTEÚDO VOLUMES
QUANTIDADE DE 
CAPÍTULOS
CARGA HORÁRIA 
SEMANAL
TOTAL DE SEMANAS 
POR CAPÍTULO
TOTAL DE SEMANAS 
POR VOLUME
LÍNGUA PORTUGUESA
1º Volume 5 capítulos 6 horas-aula 3,4 17 semanas 
2º Volume 5 capítulos 6 horas-aula 3,4 17 semanas 
TOTAL 10 CAPÍTULOS 34 SEMANAS
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21Bernoulli Sistema de Ensino
Sugestão de distribuição anual de conteúdos
Divisão por trimestre (etapa)
TRIMESTRE 
LÍNGUA PORTUGUESA
5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
VOLUME
1º
CAPÍTULO 1
Volume 1
CAPÍTULO 2
CAPÍTULO 3
2º
CAPÍTULO 4
CAPÍTULO 5
CAPÍTULO 6
Volume 2
CAPÍTULO 7
3º
CAPÍTULO 8
CAPÍTULO 9
CAPÍTULO 10
Divisão por bimestre
BIMESTRE 
LÍNGUA PORTUGUESA
5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
VOLUME
1º
CAPÍTULO 1
Volume 1
CAPÍTULO 2
2º
CAPÍTULO 3
CAPÍTULO 4
CAPÍTULO 5
3º
CAPÍTULO 6
Volume 2
CAPÍTULO 7
CAPÍTULO 8
4º
CAPÍTULO 9
CAPÍTULO 10
Planejamento do volume
O livro do 5º ano do Ensino Fundamental
Cognitivamente, segundo Piaget, o aluno do quinto ano do Ensino Fundamental entra na etapa das operações formais, tornando-se 
capaz de realizar operações e conceitos de maior complexidade, como abstrações, relações, comparações e inferências.
Nessa fase, o estudante começa a perceber os sinais da puberdade. Ele se mostra mais independente e forma grupos compostos 
de meninas e meninos com mais naturalidade. É comum organizarem-se em “grupos”, pois, nessa fase, a equipe e o coletivo 
tornam-se geralmente mais importantes que a própria família. Ele também começa a revelar preocupação com os problemas do 
mundo adulto, como as mazelas do mundo, evidenciando senso de justiça e, ao mesmo tempo, é “duro” consigo mesmo e com 
os outros colegas.
É uma fase em que a linguagem exerce grande papel. As produções escritas tornam-se mais coerentes. É a fase da consolidação 
da leitura e da compreensão do mundo expresso no livro.
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22 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Para o trabalho com os estudantes dessa fase escolar, foram selecionados, no volume 01, conteúdos que serão ponto de partida 
para o trabalho nos diversos aspectos da língua: reflexões sobre a gramática, a escrita, a oralidade e a produção escrita.
O capítulo 1 – Antigas novas histórias para contar – traz as clássicas e modernas abordagens dos contos. Os conceitos de 
intertextualidade, de paródia e de marcas de oralidade em textos escritos são construídos a partir do trabalho com os gêneros 
textuais. A produção de texto, apresentada em dois momentos do capítulo, envolve graus diferentes de dificuldade.
O capítulo 2 – De malas prontas – trabalha os gêneros relato de viagem e diário de viagem. A partir do tema, os conceitos de 
adjetivo e adjetivo pátrio, sílabas, tonicidade e outros são construídos. A produção de texto também se relaciona ao tema e é 
orientada passo a passo no livro do aluno, desde o planejamento à avaliação, que se torna ponto de partida para outras versões 
do texto produzido.
No capítulo 3 – A Ciência em nosso dia a dia–, a criança é chamada a perceber o mundo no qual está inserida por meio do 
aprofundamento nos textos de base científica. Ainda são apresentados o adjetivo superlativo e o uso de mal e mau.
O capítulo 4 – É de arrepiar! – apresenta histórias de suspense, que estimulam a imaginação, a coragem e o divertimento. 
Além disso, trabalha o verbete e a produção de narrativas de suspense.
O capítulo 5 – Antenado – retoma o gênero jornalístico, aprofundando ainda mais esse tema, para que as crianças percebam 
sua importância e aproveitem para expandir a produção desse gênero. Nessa produção, os alunos são orientados a fazer uso dos 
verbetes de dicionários e aprendem sobre divisão silábica e etimologia das palavras.
Em todos os capítulos, os gêneros textuais são explorados em variados níveis de interpretação e compreensão: antecipações, 
estrutura textual, relações, comparações, sínteses, inferências, estudo da linguagem dos textos e suas variedades linguísticas, 
recursos textuais, entre outros.
Os capítulos contemplam o trabalho linguístico a partir de uma gramática “reflexiva” e não só “normativa”. Através da leitura, 
da análise e das comparações, os conceitos de substantivo, adjetivo, vogal, semivogal, consoante, ditongo, hiato, tritongo, entre 
outros, são construídos e sistematizados.
Apoio didático
Capítulo 1: Antigas novas histórias para contar
PRINCIPAIS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
• Criar narrativas ficcionais, com certa autonomia, utilizando detalhes descritivos, sequências de eventos e imagens apropriadas para 
sustentar o sentido do texto, e marcadores de tempo, espaço e de fala de personagens. (BNCC–EF35LP25)
• Diferenciar palavras primitivas, derivadas e compostas, e derivadas por adição de prefixo e de sufixo. (BNCC–EF05LP08)
• Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, 
em suporte adequado, manual ou digital. (BNCC–EF15LP07)
• Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função 
social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, 
o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, 
prefácio, etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das 
hipóteses realizadas. (BNCC–EF15LP02)
• Identificar a ideia central do texto, demonstrando compreensão global. (BNCC–EF35LP03)
• Identificar, em narrativas, cenário, personagem central, conflito gerador, resolução e o ponto de vista com base no qual histórias são 
narradas, diferenciando narrativas em primeira e terceira pessoas. (BNCC–EF35LP29)
• Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos. 
(BNCC–EF15LP04)
• Inferir informações implícitas nos textos lidos. (BNCC–EF35LP04)
• Inferir o sentido de palavras ou expressões desconhecidas em textos, com base no contexto da frase ou do texto. (BNCC–EF35LP05)
• Ler e compreender, com certa autonomia, narrativas ficcionais que apresentem cenários e personagens, observando os elementos 
da estrutura narrativa: enredo, tempo, espaço, personagens, narrador e a construção do discurso indireto e discurso direto. (BNCC–
EF35LP26)
• Ler e compreender, de forma autônoma, textos literários de diferentes gêneros e extensões, inclusive aqueles sem ilustrações, 
estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores. (BNCC–EF35LP21)
• Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos 
narrativos de maior porte como contos (populares, de fadas, acumulativos, de assombração, etc.) e crônicas. (BNCC–EF15LP16)
• Ler e compreender, silenciosamente e, em seguida, em voz alta, com autonomia e fluência, textos curtos com nível de textualidade 
adequado. (BNCC–EF35LP01)
• Localizar informações explícitas em textos. (BNCC–EF15LP03)
• Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos segundo as normas gráficas e de acordo com as características 
do gênero textual. (BNCC–EF35LP09)
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23Bernoulli Sistema de Ensino
PRINCIPAIS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
• Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comunicativa, os interlocutores 
(quem escreve / para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); 
o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos 
ou digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes 
pesquisadas. (BNCC–EF15LP05)
• Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, 
valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade. (BNCC–EF15LP15)
• Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (BNCC–EF15LP18)
• Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, 
acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação. (BNCC–EF15LP06)
• Utilizar, ao produzir o texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais: regras sintáticas de concordância nominal e verbal, convenções 
de escrita de citações, pontuação (ponto-final, dois-pontos, vírgulas em enumerações) e regras ortográficas. (BNCC–EF05LP26)
• Utilizar, ao produzir um texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais, tais como ortografia, regras básicas de concordância 
nominal e verbal, pontuação (ponto-final, ponto de exclamação, ponto de interrogação, vírgulas em enumerações) e pontuação do 
discurso direto, quando for o caso. (BNCC–EF35LP07)
• Utilizar, ao produzir um texto, recursos de referenciação (por substituição lexical ou por pronomes pessoais, possessivos e 
demonstrativos), vocabulário apropriado ao gênero, recursos de coesão pronominal (pronomes anafóricos) e articuladores de 
relações de sentido (tempo, causa, oposição, conclusão, comparação), com nível suficiente de informatividade. (BNCC–EF35LP08)
Partindo da leitura dos contos de fadas tradicionais até os contos modernos e parodiados, são propostas atividades que trabalham 
a compreensão do texto e sua estrutura quanto ao gênero. A intertextualidade é percebida por meio da análise comparativa 
entre textos, assim como o reconhecimento das marcas de oralidade em textos escritos. O conceito, a função e a aplicação do 
substantivo são construídos, além da sua variação quanto a gênero, número e grau. O trabalho com os encontros vocálicos, 
consonantais e dígrafos e como se classificam baseia-se na identificação e aplicação no processo de separação de sílabas. 
Na proposta de produção de texto, o aluno tem a oportunidade de aplicar a estrutura textual dos gêneros enfatizados no capítulo.
Capítulo 2: De malas prontas
PRINCIPAIS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
• Acentuar corretamente palavras oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas. (BNCC–EF05LP03)
• Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movimentos 
da cabeça (de concordância ou discordância), expressão corporal, tom de voz. (BNCC–EF15LP12)
• Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte 
adequado, manual ou digital. (BNCC–EF15LP07)
• Escutar, com atenção, apresentações de trabalhos realizadas por colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando 
esclarecimentos sempre que necessário. (BNCC–EF35LP18)
• Escutar, com atenção,falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos 
sempre que necessário. (BNCC–EF15LP10)
• Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a 
palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado. (BNCC–EF15LP09)
• Grafar palavras utilizando regras de correspondência fonema-grafema regulares, contextuais e morfológicas e palavras de uso 
frequente com correspondências irregulares. (BNCC–EF05LP01)
• Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, 
a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem 
os produziu e a quem se destinam. (BNCC–EF15LP01)
• Identificar a ideia central do texto, demonstrando compreensão global. (BNCC–EF35LP03)
• Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, 
relatar experiências, etc.). (BNCC–EF15LP13)
• Identificar gêneros do discurso oral, utilizados em diferentes situações e contextos comunicativos, e suas características linguístico-
expressivas e composicionais (conversação espontânea, conversação telefônica, entrevistas pessoais, entrevistas no rádio ou na TV, 
debate, noticiário de rádio e TV, narração de jogos esportivos no rádio e TV, aula, debate, etc.). (BNCC–EF35LP10)
• Inferir informações implícitas nos textos lidos. (BNCC–EF35LP04)
• Inferir o sentido de palavras ou expressões desconhecidas em textos, com base no contexto da frase ou do texto. (BNCC-EF35LP05)
• Ler e compreender, com autonomia, textos instrucionais de regras de jogo, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de 
acordo com as convenções do gênero e considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto. (BNCC–EF05LP09)
• Ler e compreender, de forma autônoma, textos literários de diferentes gêneros e extensões, inclusive aqueles sem ilustrações, 
estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores. (BNCC–EF35LP21)
• Ler e compreender, silenciosamente e, em seguida, em voz alta, com autonomia e fluência, textos curtos com nível de textualidade 
adequado. (BNCC–EF35LP01)
• Localizar informações explícitas em textos. (BNCC–EF15LP03)
• Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos segundo as normas gráficas e de acordo com as características 
do gênero textual. (BNCC–EF35LP09)
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24 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
PRINCIPAIS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
• Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comunicativa, os interlocutores 
(quem escreve / para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); 
o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos 
ou digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes 
pesquisadas. (BNCC–EF15LP05)
• Planejar e produzir, com autonomia, textos instrucionais de regras de jogo, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de 
acordo com as convenções do gênero e considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto. (BNCC–EF05LP12)
• Recorrer ao dicionário para esclarecer dúvida sobre a escrita de palavras, especialmente no caso de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema. (BNCC–EF35LP12)
• Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, 
acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação. (BNCC–EF15LP06)
• Selecionar livros da biblioteca e / ou do cantinho de leitura da sala de aula e / ou disponíveis em meios digitais para leitura individual, 
justificando a escolha e compartilhando com os colegas sua opinião, após a leitura. (BNCC–EF35LP02)
• Utilizar, ao produzir o texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais: regras sintáticas de concordância nominal e verbal, convenções 
de escrita de citações, pontuação (ponto final, dois-pontos, vírgulas em enumerações) e regras ortográficas. (BNCC–EF05LP26)
• Utilizar, ao produzir um texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais, tais como ortografia, regras básicas de concordância 
nominal e verbal, pontuação (ponto-final, ponto de exclamação, ponto de interrogação, vírgulas em enumerações) e pontuação do 
discurso direto, quando for o caso. (BNCC–EF35LP07)
• Utilizar, ao produzir um texto, recursos de referenciação (por substituição lexical ou por pronomes pessoais, possessivos e 
demonstrativos), vocabulário apropriado ao gênero, recursos de coesão pronominal (pronomes anafóricos) e articuladores de 
relações de sentido (tempo, causa, oposição, conclusão, comparação), com nível suficiente de informatividade. (BNCC–EF35LP08)
Registrar os momentos especiais da vida é uma forma de preservar nossas memórias e de lembrar o que fomos, o que 
vivenciamos. Celebrações, conquistas, desafios... tudo isso faz parte do nosso passado, e podemos reviver e aprender com esses 
acontecimentos.
Nesse capítulo, são enfatizados os gêneros relato de viagem e diário de bordo, além do depoimento oral, por meio de leitura, 
análise e produção de texto. Descrever paisagens e narrar acontecimentos, tanto por meio da escrita quando pela fala, são 
habilidades desenvolvidas nesse estudo.
O conceito, a função e a aplicação da locução adjetiva e do adjetivo pátrio são trabalhados, além de acentuação gráfica e 
tonicidade. Na escrita, o emprego de X / CH, G / J, S / Z e S / C é construído. Todos esses elementos contribuem para a unidade 
do capítulo e servem como aprimoramento da produção escrita.
Reflexões sobre a influência de outras línguas na Língua Portuguesa também são promovidas, afinal, os estrangeirismos e os 
empréstimos linguísticos fazem parte do cotidiano de todos nós. Dessa forma, vamos trazer o mundo para a sala de aula.
Capítulo 3: A Ciência em nosso dia a dia
PRINCIPAIS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
• Argumentar oralmente sobre acontecimentos de interesse social, com base em conhecimentos sobre fatos divulgados em TV, rádio, 
mídia impressa e digital, respeitando pontos de vista diferentes. (BNCC–EF05LP19)
• Buscar e selecionar, com o apoio do professor, informações de interesse sobre fenômenos sociais e naturais, em textos que circulam 
em meios impressos ou digitais. (BNCC–EF35LP17)
• Comparar informações sobre um mesmo fato veiculadas em diferentes mídias e concluir sobre qual é mais confiável e por quê. 
(BNCC–EF05LP16)
• Diferenciar palavras primitivas, derivadas e compostas, e derivadas por adição de prefixo e de sufixo. (BNCC–EF05LP08)
• Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte 
adequado, manual ou digital. (BNCC–EF15LP07)
• Escutar, com atenção, apresentações de trabalhos realizadas por colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando 
esclarecimentos sempre que necessário. (BNCC–EF35LP18)
• Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos 
sempre que necessário. (BNCC–EF15LP10)
• Expor trabalhos ou pesquisas escolares, em sala de aula, com apoio de recursos multissemióticos (imagens, diagrama, tabelas, 
etc.), orientando-se por roteiro escrito, planejando o tempo de fala e adequando a linguagem à situação comunicativa. 
(BNCC–EF35LP20)
• Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a 
palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado. (BNCC–EF15LP09)
• Grafar palavras utilizando regras de correspondência fonema-grafema regulares, contextuaise morfológicas e palavras de uso 
frequente com correspondências irregulares. (BNCC–EF05LP01)
• Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, 
a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem 
os produziu e a quem se destinam. (BNCC–EF15LP01)
• Identificar a ideia central do texto, demonstrando compreensão global. (BNCC–EF35LP03)
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25Bernoulli Sistema de Ensino
PRINCIPAIS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
• Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, 
relatar experiências, etc.). (BNCC–EF15LP13)
• Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos. (BNCC–
EF15LP04)
• Inferir informações implícitas nos textos lidos. (BNCC–EF35LP04)
• Inferir o sentido de palavras ou expressões desconhecidas em textos, com base no contexto da frase ou do texto. (BNCC–EF35LP05)
• Ler e compreender, silenciosamente e, em seguida, em voz alta, com autonomia e fluência, textos curtos com nível de textualidade 
adequado. (BNCC–EF35LP01) 
• Localizar informações explícitas em textos. (BNCC–EF15LP03)
• Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos segundo as normas gráficas e de acordo com as características 
do gênero textual. (BNCC–EF35LP09)
• Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comunicativa, os interlocutores 
(quem escreve / para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); 
o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos 
ou digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes 
pesquisadas. (BNCC–EF15LP05)
• Planejar e produzir texto sobre tema de interesse, organizando resultados de pesquisa em fontes de informação impressas 
ou digitais, incluindo imagens e gráficos ou tabelas, considerando a situação comunicativa e o tema / assunto do texto. 
(BNCC–EF05LP24)
• Reconhecer características da conversação espontânea presencial, respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, durante 
a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posição do interlocutor. (BNCC–EF15LP11)
• Recorrer ao dicionário para esclarecer dúvida sobre a escrita de palavras, especialmente no caso de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema. (BNCC–EF35LP12)
• Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (BNCC–EF15LP18)
• Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, 
acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação. (BNCC–EF15LP06)
• Selecionar livros da biblioteca e / ou do cantinho de leitura da sala de aula e / ou disponíveis em meios digitais para leitura individual, 
ustificando a escolha e compartilhando com os colegas sua opinião, após a leitura. (BNCC–EF35LP02)
• Utilizar, ao produzir o texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais: regras sintáticas de concordância nominal e verbal, convenções 
de escrita de citações, pontuação (ponto-final, dois-pontos, vírgulas em enumerações) e regras ortográficas. (BNCC–EF05LP26)
• Utilizar, ao produzir um texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais, tais como ortografia, regras básicas de concordância 
nominal e verbal, pontuação (ponto-final, ponto de exclamação, ponto de interrogação, vírgulas em enumerações) e pontuação do 
discurso direto, quando for o caso. (BNCC–EF35LP07)
• Utilizar, ao produzir um texto, recursos de referenciação (por substituição lexical ou por pronomes pessoais, possessivos e 
demonstrativos), vocabulário apropriado ao gênero, recursos de coesão pronominal (pronomes anafóricos) e articuladores de 
relações de sentido (tempo, causa, oposição, conclusão, comparação), com nível suficiente de informatividade. (BNCC–EF35LP08)
Nesse capítulo, o aluno aprofundará seus estudos sobre os textos científicos, com ênfase no artigo de divulgação científica. 
Atividades reflexivas são propostas abordando a interpretação e a estrutura textual desse gênero. A pesquisa e a produção de 
cartaz são propostas como apoio para a exposição oral. Na seção “Estudo da língua”, o grau superlativo do adjetivo é apresentado. 
O emprego das palavras mal / mau, mas / mais, bem / bom, aonde / onde é percebido por meio de análises e compreensão 
do seu uso. Na proposta de produção de texto, o aluno tem a oportunidade de aplicar seus conhecimentos acerca dos gêneros 
cartaz e artigo de divulgação científica. 
Capítulo 4: É de arrepiar!
PRINCIPAIS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
• Criar narrativas ficcionais, com certa autonomia, utilizando detalhes descritivos, sequências de eventos e imagens apropriadas para 
sustentar o sentido do texto, e marcadores de tempo, espaço e de fala de personagens. (BNCC–EF35LP25)
• Diferenciar discurso indireto e discurso direto, determinando o efeito de sentido de verbos de enunciação e explicando o uso de 
variedades linguísticas no discurso direto, quando for o caso. (BNCC–EF35LP30)
• Diferenciar, na leitura de textos, vírgula, ponto e vírgula, dois-pontos e reconhecer, na leitura de textos, o efeito de sentido que 
decorre do uso de reticências, aspas, parênteses. (BNCC–EF05LP04)
• Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte 
adequado, manual ou digital. (BNCC–EF15LP07)
• Estabelecer expectativas em relação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função 
social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, 
o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, 
prefácio, etc.), confirmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das 
hipóteses realizadas. (BNCC–EF15LP02)
• Flexionar, adequadamente, na escrita e na oralidade, os verbos em concordância com pronomes pessoais / nomes sujeitos da 
oração. (BNCC–EF05LP06)
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26 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
PRINCIPAIS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
• Identificar a expressão de presente, passado e futuro em tempos verbais do modo indicativo. (BNCC–EF05LP05)
• Identificar a ideia central do texto, demonstrando compreensão global. (BNCC–EF35LP03)
• Identificar, em narrativas, cenário, personagem central, conflito gerador, resolução e o ponto de vista com base no qual histórias são 
narradas, diferenciando narrativas em primeira e terceira pessoas. (BNCC–EF35LP29)
• Inferir informações implícitas nos textos lidos. (BNCC–EF35LP04)
• Inferir o sentido de palavras ou expressões desconhecidas em textos, com base no contexto da frase ou do texto. (BNCC–EF35LP05)
• Ler e compreender, com certa autonomia, narrativas ficcionais que apresentem cenários e personagens, observando os elementos 
da estrutura narrativa: enredo, tempo, espaço, personagens, narrador e a construção do discurso indireto e discurso direto. (BNCC–
EF35LP26)
• Ler e compreender, de forma autônoma, textos literários de diferentes gêneros e extensões, inclusive aqueles sem ilustrações, 
estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores. (BNCC–EF35LP21)
• Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos 
narrativos de maior porte como contos(populares, de fadas, acumulativos, de assombração, etc.) e crônicas. (BNCC–EF15LP16)
• Ler e compreender, silenciosamente e, em seguida, em voz alta, com autonomia e fluência, textos curtos com nível de textualidade 
adequado. (BNCC–EF35LP01)
• Ler e compreender verbetes de dicionário, identificando a estrutura, as informações gramaticais (significado de abreviaturas) 
e as informações semânticas. (BNCC–EF05LP22)
• Localizar informações explícitas em textos. (BNCC–EF15LP03)
• Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos segundo as normas gráficas e de acordo com as características 
do gênero textual. (BNCC–EF35LP09)
• Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comunicativa, os interlocutores (quem 
escreve / para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte 
(qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, 
sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas. 
(BNCC–EF15LP05)
• Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, 
valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da humanidade. (BNCC–EF15LP15)
• Recorrer ao dicionário para esclarecer dúvida sobre a escrita de palavras, especialmente no caso de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema. (BNCC–EF35LP12)
• Recuperar relações entre partes de um texto, identificando substituições lexicais (de substantivos por sinônimos) ou pronominais 
(uso de pronomes anafóricos – pessoais, possessivos, demonstrativos) que contribuem para a continuidade do texto. 
(BNCC–EF35LP06)
• Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (BNCC–EF15LP18)
• Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, 
acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação. (BNCC–EF15LP06)
• Utilizar, ao produzir o texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais: regras sintáticas de concordância nominal e verbal, convenções 
de escrita de citações, pontuação (ponto-final, dois-pontos, vírgulas em enumerações) e regras ortográficas. (BNCC–EF05LP26)
• Utilizar, ao produzir um texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais, tais como ortografia, regras básicas de concordância 
nominal e verbal, pontuação (ponto-final, ponto de exclamação, ponto de interrogação, vírgulas em enumerações) e pontuação do 
discurso direto, quando for o caso. (BNCC–EF35LP07)
• Utilizar, ao produzir um texto, recursos de referenciação (por substituição lexical ou por pronomes pessoais, possessivos e 
demonstrativos), vocabulário apropriado ao gênero, recursos de coesão pronominal (pronomes anafóricos) e articuladores de 
relações de sentido (tempo, causa, oposição, conclusão, comparação), com nível suficiente de informatividade. (BNCC–EF35LP08).
No capítulo 4, o aluno aprofundará seus estudos sobre as narrativas de suspense e enigma. Desse modo, atividades reflexivas são 
propostas abordando a interpretação e estrutura textual desse gênero. Na seção “Estudo da língua”, são trabalhados os conceitos 
e usos do verbo e suas flexões em número, pessoa e tempo. Também é apresentada a reflexão sobre o uso da pontuação e sua 
expressividade. O emprego das palavras houve / ouve, haja / aja, a / há é analisado a partir da seção “Estudo da escrita”, que 
apresenta atividades reflexivas que possibilitam a descoberta e a aplicação desses termos. Na seção “Língua ativa”, o conhecimento 
sobre a busca dos verbetes no dicionário é aprimorado. A proposta de produção de uma narrativa de suspense dá ao aluno a 
possibilidade de aplicar os conhecimentos sobre o gênero trabalhado no capítulo.
Capítulo 5: Antenado
PRINCIPAIS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
• Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movimentos da 
cabeça (de concordância ou discordância), expressão corporal, tom de voz. (BNCC–EF15LP12)
• Comparar informações sobre um mesmo fato veiculadas em diferentes mídias e concluir sobre qual é mais confiável e por quê. (BNCC–
EF05LP16)
• Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte 
adequado, manual ou digital. (BNCC–EF15LP07)
• Expor trabalhos ou pesquisas escolares, em sala de aula, com apoio de recursos multissemióticos (imagens, diagrama, tabelas, etc.), 
orientando-se por roteiro escrito, planejando o tempo de fala e adequando a linguagem à situação comunicativa. (BNCC–EF35LP20)
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27Bernoulli Sistema de Ensino
PRINCIPAIS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS
• Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com 
tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado. (BNCC–EF15LP09)
• Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, 
a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem 
se destinam. (BNCC–EF15LP01)
• Identificar a ideia central do texto, demonstrando compreensão global. (BNCC–EF35LP03)
• Identificar em textos e usar na produção textual pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos, como recurso coesivo anafórico. 
(BNCC–EF35LP14)
• Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar 
experiências, etc.). (BNCC–EF15LP13)
• Identificar gêneros do discurso oral, utilizados em diferentes situações e contextos comunicativos, e suas características linguístico- 
-expressivas e composicionais (conversação espontânea, conversação telefônica, entrevistas pessoais, entrevistas no rádio ou na TV, 
debate, noticiário de rádio e TV, narração de jogos esportivos no rádio e TV, aula, debate, etc.). (BNCC–EF35LP10)
• Identificar o efeito de sentido produzido pelo uso de recursos expressivos gráfico-visuais em textos multissemióticos. (BNCC–EF15LP04)
• Inferir informações implícitas nos textos lidos. (BNCC–EF35LP04)
• Ler / assistir e compreender, com autonomia, notícias, reportagens, vídeos em vlogs argumentativos, dentre outros gêneros do campo 
político-cidadão, de acordo com as convenções dos gêneros e considerando a situação comunicativa e o tema / assunto do texto. (BNCC–
EF05LP15)
• Ler e compreender, silenciosamente e, em seguida, em voz alta, com autonomia e fluência, textos curtos com nível de textualidade 
adequado. (BNCC–EF35LP01)
• Ler e compreender verbetes de dicionário, identificando a estrutura, as informações gramaticais (significado de abreviaturas) e as 
informações semânticas. (BNCC–EF05LP22)
• Localizar informações explícitas em textos. (BNCC–EF15LP03)
• Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos segundo as normas gráficas e de acordo com as características do 
gênero textual. (BNCC–EF35LP09)
• Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situação comunicativa, os interlocutores (quem escreve / 
para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador 
do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, 
informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas. (BNCC–EF15LP05)
• Produzir roteiro para edição de uma reportagem digital sobre temas de interesseda turma, a partir de buscas de informações, imagens, 
áudios e vídeos na Internet, de acordo com as convenções do gênero e considerando a situação comunicativa e o tema / assunto do texto. 
(BNCC–EF05LP17)
• Recorrer ao dicionário para esclarecer dúvida sobre a escrita de palavras, especialmente no caso de palavras com relações irregulares 
fonema-grafema. (BNCC–EF35LP12)
• Recuperar relações entre partes de um texto, identificando substituições lexicais (de substantivos por sinônimos) ou pronominais (uso de 
pronomes anafóricos – pessoais, possessivos, demonstrativos) que contribuem para a continuidade do texto. (BNCC–EF35LP06)
• Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (BNCC–EF15LP18)
• Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, 
acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação. (BNCC–EF15LP06)
• Selecionar livros da biblioteca e / ou do cantinho de leitura da sala de aula e / ou disponíveis em meios digitais para leitura individual, 
justificando a escolha e compartilhando com os colegas sua opinião, após a leitura. (BNCC–EF35LP02)
• Utilizar, ao produzir o texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais: regras sintáticas de concordância nominal e verbal, convenções de 
escrita de citações, pontuação (ponto final, dois-pontos, vírgulas em enumerações) e regras ortográficas. (BNCC–EF05LP26)
• Utilizar, ao produzir o texto, recursos de coesão pronominal (pronomes anafóricos) e articuladores de relações de sentido (tempo, causa, 
oposição, conclusão, comparação), com nível adequado de informatividade. (BNCC–EF05LP27)
• Utilizar, ao produzir um texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais, tais como ortografia, regras básicas de concordância nominal e 
verbal, pontuação (ponto final, ponto de exclamação, ponto de interrogação, vírgulas em enumerações) e pontuação do discurso direto, 
quando for o caso. (BNCC–EF35LP07)
• Utilizar, ao produzir um texto, recursos de referenciação (por substituição lexical ou por pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos), 
vocabulário apropriado ao gênero, recursos de coesão pronominal (pronomes anafóricos) e articuladores de relações de sentido (tempo, 
causa, oposição, conclusão, comparação), com nível suficiente de informatividade. (BNCC–EF35LP08)
• Utilizar software, inclusive programas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos 
disponíveis. (BNCC–EF15LP08)
Nesse capítulo, o aluno aprofundará seus estudos sobre os textos jornalísticos, presentes em diferentes suportes, tais como 
jornais, revistas, Internet, entre outros. A partir disso, atividades reflexivas são propostas abordando a interpretação e a 
estrutura textual dos gêneros reportagem, infográfico e entrevista. Na seção “Estudo da língua”, são trabalhados os conceitos dos 
pronomes demonstrativos e possessivos e seus usos. A seção “Estudo da escrita” apresenta atividades reflexivas que possibilitam 
a descoberta e a aplicação dos termos. Na seção “Língua ativa”, o conhecimento sobre os verbetes no dicionário é aprimorado com 
a descoberta das abreviaturas comuns nesse suporte, além da divisão silábica e da etimologia das palavras. A seção na “Ponta 
da língua” apresenta a proposta de realização de uma entrevista oral. A proposta de produção de uma reportagem dá ao aluno 
a possibilidade de aplicar os conhecimentos sobre os gêneros reportagem e entrevista, trabalhados no capítulo.
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28 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
CAPÍTULO – 1
Antigas novas histórias para contar
Página de abertura  Página 2
Professor(a), o título do capítulo é “Antigas novas histórias para 
contar”. Antes de explorar a página de abertura, converse com 
os alunos sobre quais histórias antigas são essas e conte para 
eles algumas informações sobre a origem dos contos de fadas.
Os contos de fadas são histórias de origem céltico-bretã 
(mostre em um mapa a região mencionada), em que a fada, 
um ser fantástico, tem grande importância.
Os primeiros contos de fadas surgiram no século XVII, 
na França, quando Perrault registrou histórias da tradição oral 
que até então não haviam sido documentadas, tais como “A Bela 
Adormecida no bosque”; “Chapeuzinho Vermelho”; “O Barba 
Azul”; “O Gato de Botas”; “As fadas”; “Cinderela” ou “A Gata 
Borralheira”; “Henrique do Topete”; e “O Pequeno Polegar”.
Na Alemanha, os irmãos Grimm (Jacob e Wilhelm) foram 
grandes divulgadores dos contos de fadas, como “A Bela 
Adormecida”, “Branca de Neve e os sete anões”, “Chapeuzinho 
Vermelho”, “A Gata Borralheira”, “O ganso de ouro”, “Os sete 
corvos”, “Os músicos de Bremen”, “A guardadora de gansos”, 
“João e Maria”, “O Pequeno Polegar”, “As três fiandeiras”, 
“O príncipe sapo” e muitos outros contos.
Hans Christian Andersen, importante escritor, criador do “Patinho 
feio”, escreveu contos baseados nos valores e na fé cristã, 
como a história “A pequena vendedora de fósforos”.
Alguns contos e mais informações sobre os autores citados você 
pode encontrar no livro Contos de fadas de Perrault, Grimm, 
Andersen e outros, da editora Zahar.
Explore com os alunos as ilustrações da página de abertura. 
Pergunte se eles identificam as histórias e incentive o uso 
da linguagem oral e a troca de experiências entre eles sobre 
as histórias que conhecem, seus personagens preferidos 
e os outros aspectos contidos nas perguntas. Veja se eles 
percebem os elementos incomuns presentes nas ilustrações 
(skate, celular, videogame, etc.). O objetivo é a coleta de 
conhecimentos prévios e a motivação para a leitura de contos. 
Não deixe de explorar também a curiosidade da turma sobre 
os contos parodiados que serão tratados no capítulo.
A relação entre o título “Antigas novas histórias para contar” 
e as imagens refere-se ao fato de os contos de fadas serem 
eternos e universais, podendo ser recontados de gerações 
em gerações e agregados de novos valores e elementos da 
modernidade.
Texto 1 – A princesa e o sapo
O texto “A princesa e o sapo” pode ser apresentado para 
os alunos pela leitura do texto ou pelo filme produzido pela 
Disney. É importante perceber que essa história é contada em 
diferentes versões. A leitura desse texto será importante para 
que os alunos façam comparações com os intertextos que serão 
apresentados no capítulo.
Por dentro do texto  Página 5
Questão 01
Resposta: Na história lida, acontece o “final feliz”, pois o sapo 
transforma-se em príncipe e se casa com a princesa.
Comentário: Professor(a), na correção dessa atividade, você 
pode buscar com os alunos mais informações sobre outros finais 
felizes. Você também pode retomar os contos abordados na 
página de abertura e relembrar com os alunos quais foram os 
finais felizes de cada um.
Questão 02
Resposta: O conto “A princesa e o sapo” transmite muitas 
mensagens que podem ser mencionadas pelos alunos, entre 
elas, a importância de manter nosso compromisso, prometendo 
e cumprindo, honrando nossa palavra.
Comentário: Faça perguntas que envolvam as mensagens que 
foram observadas, como o motivo de a princesa não cumprir 
o trato, o que a fez mudar de ideia e qual foi a consequência 
do cumprimento de sua promessa.
Por dentro do gênero  Página 5
Questão 01
Resposta: 
A) A princesa e o sapo.
B) A princesa, o sapo e o rei. 
C) A história é sobre uma princesa que promete beijar um sapo 
caso ele a ajude, mas descumpre a promessa. Arrependida, 
a princesa beija o sapo, ele vira um príncipe e os dois se 
casam.
Comentário: Professor(a), oriente os alunos a serem o mais 
objetivos possível, pois a finalidade dessa atividade é somente 
trazer uma ideia pontual sobre o enredo. Isso servirá para 
fazer a comparação com as histórias que serão apresentadas 
em seguida. 
Texto 2 – A princesa e o sapo do jeito que o príncipe 
contou
Professor(a), peça aos alunos para lerem a históriaprestando 
atenção aos detalhes, já que ela apresenta linguagem não 
verbal. Pode-se também apresentar a história na íntegra, 
por meio do livro original.
O aluno deve compreender que na linguagem não verbal não 
se utilizam as palavras para haver a comunicação. Ela expõe 
a mensagem por meio de outros elementos visuais que podem 
ser percebidos em várias situações do nosso cotidiano.
Depois da observação das imagens de “A princesa e o 
sapo do jeito que o príncipe contou”, peça que os alunos 
comentem suas percepções sobre a história, os personagens, 
as semelhanças e as diferenças com a história “A princesa e o 
sapo”, já conhecida no texto 1 desse capítulo.
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Por dentro do texto  Página 7
Questão 01
Resposta:
Cena Legenda
1
A princesa deixa a bola cair no lago, e o sapo 
consegue recuperá-la.
2 Agradecida, a princesa dá um beijo no sapo.
3 O sapo, ao ser beijado, assume a forma humana.
4
No dia do casamento, o príncipe e a princesa 
beijam-se novamente.
5 A princesa assume a forma de uma sapa e foge.
Comentário: Várias legendas para as cenas da história de 
Maurício Veneza são possíveis na atividade. Certifique-se de 
que os alunos entendam o que é uma legenda e se elas estão 
coerentes com a imagem.
Legendas são textos que acompanham uma imagem, dando-lhe 
um significado ou esclarecimento. É um texto curto, objetivo, 
que orienta o leitor sobre a imagem a que se refere.
Intertextualidade
Leia com a turma o quadro que apresenta o conceito de 
intertextualidade apresentado no livro do aluno. Antes, você 
pode apresentar alguns exemplos de intertexto para que os 
alunos já comecem a inferir sobre o assunto, por exemplo, 
um trecho da versão de “Atirei o pau no gato”, do cordelista 
Antônio Barreto:
“[...] Atirei o pau no sapo
Mas o sapo deu no pé.
Quem atira pau em sapo,
Um bom garoto não é.
Atirei o pau no cão,
O danado me mordeu.
Eu chorei a noite inteira
Pois a dentada doeu. [...]”
BARRETO, Antonio. Atirei o pau no gato? 2. ed. Salvador: 
Edições Akadicadikum, [s.d.]. [Fragmento]
Pergunte aos alunos qual foi a música que inspirou Barreto 
e como eles chegaram a essa conclusão. Veja se eles sabem 
exemplos de histórias ou imagens nas quais percebem 
a intertextualidade.
Intertextualidade é a influência de um texto sobre outro. 
Entendemos a intertextualidade quando percebemos que os 
textos dialogam entre si, isto é, quando há marcas (explícitas 
ou implícitas) de um texto em outro.
Questão 02
Resposta:
A) Caso o aluno utilize como referência a narrativa textual 
“A princesa e o sapo”, como semelhanças, ele pode 
mencionar os personagens princesa e sapo, além 
da bola que cai no lago e é recuperada pelo sapo. 
Como diferenças, ele pode mencionar que, na história 
“A princesa e o sapo do jeito que o príncipe contou”, 
a princesa transforma-se em um sapo ao beijar o príncipe. 
Caso o aluno utilize como referência o filme da Disney, como 
semelhanças, ele pode mencionar, além dos personagens 
sapo, que as protagonistas viram sapinhas ao serem 
beijadas pelos príncipes e, como diferença, que não há no 
filme uma bola que cai no lago e é recuperada.
B) Como exemplos de elementos fantásticos, pode-se 
mencionar a capacidade de o sapo falar e a transformação 
de sapo em seres humanos a partir de um beijo e vice-
-versa. Tais fatos são fantásticos porque são impossíveis 
de acontecer no mundo real. Essa é uma característica dos 
contos clássicos.
C) Podemos afirmar que há intertextualidade entre as duas 
histórias, pois há relação entre elas, tal como a presença 
dos mesmos personagens, parte do enredo, etc. É possível 
reconhecer no conto “A princesa e o sapo do jeito que o 
príncipe contou” a influência do conto “A princesa e o sapo” 
e do filme da Disney.
D) O final feliz não acontece nas duas histórias. No texto 1, 
o conto apresenta final feliz, pois o feitiço do príncipe 
foi quebrado, e, no filme da Disney, o feitiço é quebrado 
para ambos os protagonistas, com a transformação 
deles novamente em humanos. Já na versão de Maurício 
Veneza, não há um final feliz, porque a princesa foge do 
seu casamento, com vergonha de ter se transformado em 
uma sapa. 
Estudo da língua  Página 9
Substantivo  Página 9
Inicie o estudo perguntando aos alunos: “Como vocês 
imaginam a comunicação em um mundo onde nada tenha 
nome? Imaginem: como vocês pediriam um produto que vocês 
precisam para um vendedor sem usar nomes?”
Professor(a), conte a história a seguir para os alunos. Ela retrata 
um mundo sem substantivos.
A terra sem nome
Autor desconhecido
Era uma vez uma coisa onde as coisas não tinham nome. 
E tudo o que se dizia era uma coisa só. Quando se ia 
à coisa em que se compram coisas, veja só que coisa:
– Oi, seu fulano! Me dá aquela coisa.
– Qual coisa?
– Aquela coisa que a gente serve para usar a coisa.
– Tem tanta coisa que a gente usa, que coisa você quer?
– Aquela!
– Mas, tem tanta coisa ali!!
– Aquela coisa, que tá junto daquela outra coisa, entre 
aquela coisa e aquela outra coisa!!!
– Ihh... não tô entendendo coisa nenhuma!!!
– Posso ir lá pegar a coisa?
– É... pode...
– É essa coisa aqui, ó!!
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30 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
– Ah!! Eu achei que era a outra coisa!
– Quanto custa?
– R$ 2,45.
– Obrigada!
Se você achou uma coisa de louco, imagina só tentar 
chamar alguém...
Numa tranquila tarde, senhoras reunidas para um chá:
– Ô senhora!
– Quem? Eu?
– Não! A senhora ali!
– Ah, tá, eu?
– Não! Ela!
– Eu?
– Eu?!
– Eu?
– Não, a senhora!
Um dia, resolveram dar nomes às coisas e cada coisa 
passou a ter sua identidade, não só as coisas, mas 
também as pessoas, animais, seres em geral. E a coisa 
onde as coisas não tinham nome passou a se chamar 
lugar e aquela coisa onde se compravam coisas ficou 
conhecida como mercado e as senhoras que tomavam 
chá passaram a se chamar Maria, Joana, Fátima, Sara...
O que eu ainda não descobri é o nome daquela coisa 
que serve para usar a coisa! Você sabe o que é? Então 
me diz porque eu não aguento mais essa curiosidade!!!
A TERRA sem nome. Disponível em: educartransforma.
blogspot.com.br/2011/03/tabalhando-gramatica-de-for-
ma-reflexiva.html. Acesso em: 20 nov. 2015.
Após a leitura, verifique com os alunos o que eles perceberam 
sobre a importância dos substantivos.
No capítulo, o conceito de substantivo e seu uso na Língua 
Portuguesa serão construídos. Nas atividades, os alunos 
começarão a diferenciar as maneiras de flexionar os gêneros 
do substantivo.
Questão 01
Resposta:
A) Garota / Magali
B) Beijo
C) Príncipe
D) Pipoqueiro
Comentário: Professor(a), como resposta ao item D, também 
pode ser apresentada a palavra “padeiro”. Oriente os alunos 
sobre as duas possibilidades ressaltando que é importante que 
seja apresentada apenas uma palavra como resposta.
Questão 02
Resposta: Pessoal.
Comentário: Espera-se que os alunos façam uma descrição 
de seu dia a dia utilizando substantivos. É importante que 
seja possível compreender todo o seu texto, assim como 
ocorreu com o texto de Ricardo Ramos. Essa atividade 
tem como objetivo fazer o aluno perceber como está 
rodeado de substantivos (nomes) e que eles são muito 
importantes na comunicação entre os seres humanos. 
Promova a discussão sobre a importância dos substantivos 
para a comunicação humana registrando a conclusão com os 
alunos. É importante estar atento(a) às descrições dos alunos e 
respeitá-las, pois cada um tem uma rotina específica. É bom 
lembrar que todas as rotinas devem estar compatíveis com a 
de uma criança de sua idade.
Questão 03
Resposta: Uma sapa desejava encontrar um príncipe para ser 
beijada e virar princesa. / Certa vez, passou um príncipe perto 
do lago, / mas a sapa não o viu e acabou comendo mosca!
Comentário: Oriente os alunosna transposição do texto em 
narrativa para os quadrinhos. O importante é que a sequência 
seja apresentada de modo lógico e com as mudanças adequadas 
quanto ao gênero dos substantivos. Caso os alunos questionem 
sobre a possibilidade de mudança da palavra “lago” para “lagoa”, 
oriente-os também quanto à aplicabilidade falha desse termo. Do 
mesmo modo, auxilie-os na mudança do artigo definido feminino, 
no trecho “não a viu”, para o masculino (“não o viu”), de modo 
que os alunos possam realizar a atividade de modo completo. 
Questão 04
Resposta: Houve mudança de gênero: sapo – sapa; princesa – 
príncipe. Também foi necessário mudar outras palavras: 
um – uma; beijado – beijada; o – a; a – o, para que o texto 
permanecesse adequado.
Questão 05
Resposta: No quadro, as palavras pintadas de azul serão: 
aluno, companheiro, prima e gato (mudança de gênero trocando 
apenas a última letra); doutora, escritora, irmão e senhora 
(mudança de gênero suprimindo apenas a última letra).
Questão 06
Resposta:
A) Na frase “A jornalista acompanhou de perto todo o caso 
do ataque do Lobo Mau.”, a palavra que indica o gênero da 
jornalista e que deve ser circulada é o artigo “a”.
B) Se a pessoa fosse do gênero masculino, a frase ficaria 
assim: O jornalista acompanhou de perto todo o caso do 
ataque do Lobo Mau.
 Comentário: Professor(a), leia com os alunos o box 
explicativo sobre a palavra “jornalista” e faça uma breve 
retomada sobre o uso dos artigos.
C) No quadro, os substantivos que devem ser pintados de 
vermelho são: pianista, dentista, colega e estudante.
 Comentário: Comente com os alunos que há muitos 
exemplos de substantivos comuns de dois gêneros, tais 
como agente, artista, chefe, cliente, doente, fã, gerente, 
imigrante, indígena, intérprete, jovem, pianista, policial, 
selvagem, taxista, etc.
Questão 07
Resposta: A palavra “jacaré” deve ser pintada de amarelo no 
quadro, e os alunos devem seguir a dica contida no box para 
responder à pergunta: O feminino de “jacaré” será “jacaré fêmea”.
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31Bernoulli Sistema de Ensino
Em seguida, os alunos deverão preencher o quadro com outros 
substantivos que nomeiam animais. Além de completar o quadro 
com o feminino e o masculino de borboleta (borboleta fêmea e 
borboleta macho), os alunos podem citar outros exemplos na 
tabela: baleia, cobra, onça, papagaio, girafa, besouro, aranha e 
pinguim. Para essas palavras, acrescentamos a palavra “fêmea” 
no feminino e a palavra “macho” no masculino.
Comentário: Essa atividade apresenta para o aluno o uso dos 
gêneros em alguns adjetivos designadores de animais que são 
invariáveis até mesmo com o uso do artigo.
Questão 08
Resposta: Na frase “A criança se divertiu ao ouvir as 
histórias.”, as palavras em destaque não permitem saber o 
gênero da criança, pois o substantivo criança tem um só gênero.
Comentário: Apresente outros exemplos desse tipo de 
substantivo aos alunos: ídolo, criatura, vítima, cônjuge. Esses 
são substantivos sobrecomuns, que têm um só gênero e 
designam pessoas.
Questão 09
Resposta: No quadro, os alunos devem pintar de verde as 
palavras “criança” e “pessoa”. Trata-se de palavras que mantêm 
a mesma forma para o masculino e o feminino, sem que haja 
diferenciação do artigo que as acompanha.
Questão 10
Resposta: Letra D.
Comentário: A palavra “testemunha”, assim como a que está 
pintada de verde no quadro, não se flexiona para designar o 
feminino ou o masculino, e o uso do artigo também é invariável.
Questão 11
Resposta: As palavras do quadro que não foram pintadas e 
que devem ser flexionadas para o gênero oposto são carneiro / 
ovelha; príncipe / princesa; barão / baronesa; atriz / ator; 
mulher / homem.
Apresente para os alunos o quadro que sucede o exercício 
mostrando a outra maneira de flexionar o substantivo em 
gênero. Certifique-se de que os alunos flexionarão corretamente 
os substantivos da atividade.
Questão 12
Resposta: Pessoal. Sugestões: Pai e mãe, homem e mulher, 
cavalheiro e dama, zangão e abelha, cão e cadela, cavalo e égua.
Comentário: Professor(a), se os alunos sentirem dificuldade 
em listar outros exemplos, oriente-os. Dê alguma pista que os 
faça lembrar de outros exemplos desse tipo de substantivo.
Texto 3 – O sapo sapo
Antes que comecem a ler o texto, proponha aos alunos uma 
reflexão. Explique que a próxima história é a de um sapo que 
pensava ser um príncipe transformado e faça perguntas como: 
“Que atitudes ele deverá tomar para desfazer o feitiço?”; 
“O título da história é ‘O sapo sapo’. Que relação existe entre 
o título e a história?”
O aluno, por meio da troca de ideias com os colegas, deve expor 
oralmente seu ponto de vista sobre as questões propostas. 
Valorize todas as maneiras diversas de imaginar e pensar 
sobre o tema.
Em seguida, solicite a leitura silenciosa do texto. Depois, peça 
que alguns alunos falem sobre o texto expondo o que acharam 
da história, o que os surpreendeu, etc. Depois da exploração 
oral do texto, proponha a realização das atividades escritas 
sobre ele, apresentadas nas próximas seções.
Por dentro do texto  Página 15
Questão 01
Resposta: A palavra “sapo”, repetida no título, refere-se ao 
fato de o sapo, na história, ser realmente um sapo, e não um 
príncipe transformado em sapo.
Questão 02
Resposta: Letra C.
Questão 03
Resposta: Letra D.
Questão 04
Resposta: O final da história pode ser considerado feliz, pois o 
sapo descobriu a felicidade, mesmo sendo um sapo de verdade.
Comentário: Como essa é uma atividade que exige uma 
justificativa do aluno, há a possibilidade de respostas diversas. 
O importante é verificar se ele compreendeu que o sapo teve 
um final feliz e checar se ele está desenvolvendo sua habilidade 
de interpretação.
Antes de ler  Página 16
A partir da leitura da imagem, os alunos formularão hipóteses 
para o texto que lerão. Trata-se de antecipar o que será lido. 
Solicite a verbalização das hipóteses formuladas e pergunte 
por que eles chegaram a tais conclusões.
Texto 4 – Sapo dando sopa
Peça que os alunos leiam o texto silenciosamente. Depois, 
peça que falem se a hipótese que cada um havia criado foi 
confirmada ou refutada pela história.
Por dentro do texto  Página 17
Questão 01
Resposta: A princesa foi correndo porque queria voltar a ser 
uma sapa.
Questão 02
Resposta: As palavras indicam a transformação da princesa 
em sapa.
Comentário: Professor(a), relembre os alunos que essas 
palavras são denominadas onomatopeias, e sua função na 
Língua Portuguesa é imitar sons, barulhos, ruídos e movimentos.
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32 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Questão 03
Resposta: O acontecimento surpreendente é o fato de a 
princesa ter se transformado em sapa.
Comentário: No conto “Sapo dando sopa”, há uma quebra da 
expectativa do leitor, que é surpreendido pela transformação 
da princesa em sapa. Nos contos tradicionais, o sapo, que, 
na verdade, é um príncipe enfeitiçado, volta à sua forma original 
depois de beijar a princesa.
Questão 04
Resposta: O título pode se referir, por exemplo, ao fato de, 
na história, o sapo estar desatento (dando sopa) e cantando 
a música antes de ganhar um beijo da princesa, afinal, 
a expressão “dar sopa” significa estar desatendo, vulnerável.
Comentário: A resposta dessa atividade vai variar de acordo 
com a interpretação feita pelo aluno. É importante verificar se 
ele justificou de maneira coerente a relação que fez do título 
com o texto.
Por dentro do gênero  Página 17
Questão 01
Resposta: Os alunos deverão fazer uma comparação dos 
contos “O sapo sapo” e “Sapo dando sopa”.
Elemento 
do enredo O sapo sapo Sapo dando sopa
Situação
inicial
O sapo procura uma pepita 
de ouro para trocar por um 
beijo da princesa. 
Não encontrando, pinta 
uma pedra de dourado.
O sapo canta, 
e a princesa, 
interessadaem 
voltar a ser sapa, 
beija-o.
Conflito
Beijado pela princesa, 
o sapo continuou sendo 
um sapo.
O sapo continuou 
sapo depois de 
beijado, e a princesa 
transforma-se em 
uma sapa.
Desfecho
O sapo encontra uma sapa 
nadando no lago e fica feliz 
por ser um sapo.
O sapo e a sapa vão 
felizes para o lago 
para beijar e beijar.
Leia o quadro sobre narradores com os alunos fazendo uma 
preparação para responder à próxima questão.
Questão 02
Resposta: 
A) Os narradores não participam dos fatos contados.
B) Os dois textos apresentam narrador-observador. Uma 
passagem do texto que comprova isso no conto “O sapo 
sapo” é: “Ele cansou de procurar a pepita salvadora e não 
achou. Então ele pintou uma pedra com tinta dourada e 
cantou a música de chamar princesas beijoqueiras.”
 Um exemplo no conto “Sapo dando sopa” pode ser: “O sapo 
ficou olhando espantado para ela, que explicou para ele, 
na linguagem dos sapos, que, na verdade, ela não era uma 
princesa, mas uma sapa encantada transformada em princesa.” 
Nos textos, há vários outros exemplos, já que em ambos há 
a voz do narrador a todo momento.
Características dos contos de fadas
Para resolver a próxima questão, faça com os alunos a retomada 
das características dos contos de fadas. A atividade deve ser 
feita coletivamente, e você e os alunos deverão discutir sobre 
a presença dessas características nos dois contos.
Questão 03
Resposta:
A) Os elementos que caracterizam os contos “O sapo sapo” 
e o “Sapo dando sopa” são um acontecimento impossível 
(o beijo que transforma os personagens); a presença de 
princesas; a possibilidade de saber apenas que as histórias 
acontecem no passado, mas não há como saber exatamente 
quando, etc.
 Comentário: A discussão sobre quais elementos presentes 
nos textos os caracterizam como conto de fadas deverá girar 
a partir das marcas textuais do gênero. Você pode perguntar 
aos alunos de que forma cada uma dessas características 
aparece nos outros contos lidos até aqui.
B) Os textos trazem elementos da modernidade não 
encontrados nos contos de fadas tradicionais, tais como 
princesas beijoqueiras e o enredo, que tem marcas de 
comicidade.
Questão 04
Resposta:
A) Pessoal. Espera-se que os alunos reconheçam que a história 
parodiada é “Alice no país das maravilhas”.
B) Pessoal. Os alunos dirão se já viram ou não o filme.
C) Pessoal. Na capa, os personagens parodiados são a 
Alice, representada pela Magali; o gato, que é o Cascão; 
o Cebolinha, o Chapeleiro Louco; a Rainha de Copas, que é 
a Mônica; e o coelho-branco, representado pelo Mingau.
 Comentário: Caso haja alunos que não conheçam o filme, 
veja a possibilidade de assisti-lo com a turma ou mostre 
algum trecho para os alunos compreenderem a semelhança 
da capa da revistinha com o filme.
Professor(a), explique aos alunos que a paródia é um tipo de 
intertextualidade, pois reconhecemos no novo texto a presença 
de um texto feito anteriormente. A paródia é um texto que imita 
outro e tem como elemento principal a sátira.
Paródia Mona Lisa
Há muitas curiosidades acerca do quadro Mona Lisa. Se desejar, 
relate algumas delas aos alunos:
Mona Lisa (ou La Gioconda) é uma famosíssima obra 
de arte feita pelo italiano Leonardo da Vinci. O quadro, 
no qual foi utilizada a técnica do sfumato, retrata a figura 
de uma mulher com um sorriso tímido e uma expressão 
introspectiva. 
Em 1516, Leonardo da Vinci levou a obra da Itália para a 
França, quando foi trabalhar na corte do rei Francisco I, 
o qual teria comprado o quadro. Depois disso, a obra 
passou por várias mãos, chegando até mesmo a ser 
roubada. Napoleão Bonaparte, por exemplo, tomou a obra 
para si. Em 1911, a obra de arte foi roubada pelo italiano 
Vincenzo Peruggia, que a levou novamente para a Itália. 
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Peruggia pensava que Napoleão havia tomado o quadro 
da Itália e levado para a França, assim desejou levar 
novamente a obra para sua terra natal.
Uma das grandes discussões no meio artístico é sobre 
a mulher representada no quadro. Muitos historiadores 
acreditam que o modelo usado no quadro seja a esposa 
de Francesco del Giocondo, um comerciante de Florença. 
Outros afirmam que seja Isabel de Aragão, Duquesa 
de Milão, para a qual da Vinci trabalhou alguns anos. 
Para Lillian Schwartz, cientista dos Laboratórios Bell, 
Mona Lisa é um autorretrato de Leonardo da Vinci. 
Atualmente, o quadro fica exposto no Museu do Louvre, 
em Paris, França. Mona Lisa é, quase que certamente, 
a mais famosa e importante obra de arte da história, sendo 
avaliada, na década de 1960, em cerca de 100 milhões 
de dólares americanos, lhe conferindo, também, o título 
de objeto mais valioso, segundo o Guinness Book.
Disponível em: http://www.brasilescola.com.br/ar-
tes/mona-lisa.html. Acesso em: 19 nov. 2018.
A Mona Lisa é uma das obras mais parodiadas do mundo. 
No site http://listas.20minutos.es/lista/100-parodias-de-
la-mona-lisa-cual-es-tu-favorita-362818/, você encontra 
outros exemplos de paródia dessa obra. Selecione algumas 
que julgar mais interessantes para mostrar para a turma. 
Depois, pode ser interessante pedir aos alunos para que façam, 
em folha de papel avulsa, a sua própria versão da Mona Lisa.
Questão 05
Resposta:
A) Os elementos da obra original que permaneceram foram 
a pose da retratada, a vestimenta e o cenário de fundo. 
Pode-se dizer que o sorriso também.
B) Os elementos modificados foram: alguns acessórios, 
a fisionomia das retratadas (rosto, cabelo, etc.)
Questão 06
Resposta: As obras podem ser consideradas paródias, pois 
fazem uma relação bem-humorada com o quadro Mona Lisa.
Produção textual  Página 22
Essa produção textual exige muita criatividade e a compreensão 
dos alunos sobre a paródia. Leia e cante com eles o exemplo 
da versão de “Ciranda cirandinha” apresentada na seção. Para 
facilitar ainda mais a compreensão da proposta, você pode 
escrever no quadro, lado a lado, o trecho da versão original e 
o trecho parodiado para que os estudantes possam perceber a 
relação entre as duas versões. Em seguida, você pode propor 
a eles o término coletivo dessa paródia para que comecem a 
perceber estratégias de composição. 
Quando todos tiverem compreendido a proposta, oriente-os a 
escolherem uma música com a qual eles acreditem ter facilidade 
para trabalhar. Músicas pequenas com versos simples podem 
ajudar. É preciso que a versão deles se encaixe na base da 
melodia e faça sentido. Nivele essa tarefa de acordo com o 
perfil de seus alunos. Se achar difícil para a turma, você pode 
sugerir uma mesma música para todos ou apenas um refrão. 
Você pode também variar o tema, propondo outros assuntos. 
Ao final da atividade, você pode fazer um concurso em que os 
alunos apresentam suas versões para a turma e eles votam 
na música que mais gostaram. Deixe que os alunos decidam 
se gostariam de participar ou não do concurso. 
Língua ativa  Página 24
Marcas de oralidade em 
textos escritos  Página 24
De acordo com os Parâmetros Nacionais do Livro Didático, 
entre os objetivos centrais do ensino da língua materna, está a 
apresentação da variação linguística. É importante que, em sala 
de aula, haja a reflexão e compreensão da variação linguística 
para proporcionar o convívio democrático com a diversidade 
dialetal do país, evitando o preconceito e valorizando as 
diferentes possibilidades de uso da Língua Portuguesa tanto 
na linguagem escrita quanto na oral.
Inicie uma conversa com os alunos perguntando se eles acham 
que no Brasil todos falam da mesma forma e questione se eles 
têm exemplos de pessoas que falam de maneira diferente da 
deles. Dê exemplos de variações que eles possam perceber 
com mais facilidade, por exemplo, como falam os artistas do 
Nordeste, do Rio de Janeiro, o personagem Chico Bento, etc. 
Em seguida, leia com a turma o esquema que divide a 
variaçãoem grupos relacionados a diversos fatores. Você pode 
apresentar as definições de cada grupo por meio de exemplos.
Para que você, professor(a), saiba mais sobre a variação 
linguística, acesse o site: 
• https://www.youtube.com/watch?v=pWvuF0U9zv4.
Você também pode assistir com os alunos ao vídeo:
• https://www.youtube.com/watch?v=_Y1-ibJcXW0.
Nele, os alunos vão ver as diferentes situações de uso da 
língua e perceber como esse assunto faz parte do cotidiano 
de cada um.
O texto “Antigamente”, de Carlos Drummond de Andrade, ilustra 
muito bem a variação linguística ligada ao tempo.
Acesse o link a seguir para conhecê-lo:
• h t tp: / /www.a lgumapoes ia . com.br /drummond/
drummond07.htm.
Questão 01
Resposta: O texto reproduz a forma de falar de uma pessoa 
simples e sem estudo que conta como é a sua vida.
Comentário: Professor(a), é preciso deixar claro para o aluno 
que não são todas as pessoas simples ou sem estudo que 
falam dessa maneira, pois a variação está presente em vários 
grupos de falantes e ocorre de diversas maneiras. É importante 
frisar também que alguns alunos podem associar o estilo do 
texto ao modo de falar de pessoas mais velhas ou do interior. 
Analisem juntos as justificativas dadas e abra as possibilidades 
para outras respostas.
Espera-se que o aluno perceba que, quando um autor escreve 
tal como se fala, ele tem a intenção de caracterizar aquele 
personagem o mais parecido com a realidade.
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34 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Questão 02
Resposta:
A) A expressão “nem ligou” tem o sentido de não dar atenção, 
não se importar.
B) Essa expressão faz parte da linguagem informal, usada 
no dia a dia, em situações de maior descontração e 
informalidade, pois a expressão “nem ligou” foi usada no 
sentido figurado.
Questão 03
Resposta:
A) Ela aparenta uma adolescente, pois seu jeito de falar traz 
gírias comuns ao grupo de pessoas dessa idade.
B) “Mico” significa passar vergonha. “Zoada” significa que foi 
alvo de zombaria. 
Pensando sobre...  Página 27
Professor(a), muitas vezes, ouvimos os alunos dizerem que não 
sabem falar o português ou que conhecem pessoas que “falam o 
português errado”. A partir das questões propostas nessa seção, 
propicie a troca de ideias sobre a importância da existência de 
uma norma-padrão, mas também a das variações linguísticas, 
comuns a cada comunidade, região, faixa etária, cultura, tempo, 
entre outros. Considerar certas ou erradas, superiores ou 
inferiores algumas dessas linguagens pode se caracterizar como 
preconceito linguístico. E, em nossa sociedade, o preconceito 
existe ainda mais forte sobre as variantes linguísticas comuns 
às regiões e classes sociais menos favorecidas.
Outro aspecto relevante é a reflexão sobre as situações de 
uso da língua. Há situações comunicativas em que optamos 
pela norma culta e há outras em que optamos por uma língua 
mais informal.
Também é importante ressaltar que a língua não é pronta e 
acabada. Ela é constantemente modificada por seus falantes. 
Devemos, então, aceitar esse movimento de mudança da 
língua, mas, ao mesmo tempo, aprender suas regras, para 
que ela continue a existir.
Produção textual  Página 27
A proposta da produção pede que o aluno destaque do material 
complementar as imagens e cole-as em uma sequência lógica. 
Essa atividade tem como objetivo testar a habilidade do aluno 
de ordenar os fatos numa sequência lógica, confirmando sua 
capacidade de interpretação e organização do texto.
O próximo passo é realizar a transcrição da história para a 
linguagem verbal. A transformação do texto não verbal em 
texto verbal envolve a habilidade de escrever a história sob 
uma nova perspectiva, em que os elementos visuais dão lugar 
à narração. Reforce com os alunos a importância de se ter 
atenção a aspectos como pontuação, para o uso correto das 
maiúsculas e dos parágrafos. Depois de escritos os textos, 
propicie sua exposição entre os alunos.
Estudo da escrita  Página 28
Vogais, semivogais e consoantes  Página 28
Professor(a), nessa seção, faremos reflexões relacionadas 
à fonologia (fono = som e logia = estudo) das palavras: 
o reconhecimento de vogal, semivogal e consoante, que são 
importantes para o estudo dos encontros vocálicos.
Questão 01
Resposta: As semivogais estão destacadas nas palavras a 
seguir: deu, história, série, cuidado, leite, céu.
Encontro vocálico  Página 29
Professor(a), relembre com os alunos os conceitos de hiato, 
ditongo e tritongo, apresentados no livro do aluno, e acompanhe 
os exemplos.
Questão 02
Comentário: Professor(a), faça o jogo da forca com a turma. 
Faça na lousa as lacunas para as palavras sugeridas a seguir. 
Dê como pista os encontros vocálicos (ditongo, hiato ou tritongo). 
Desenhe a forca e lance a questão: descubram qual é a palavra 
oculta antes de o bonequinho ficar com a corda no pescoço.
Sugestões de palavras: Tritongo: Paraguai, quão, saguão; 
hiato: saída, poesia; ditongo: ouvido, mão, série.
Estudo da língua  Página 30
Plural dos substantivos  Página 30
Professor(a), o quadro a seguir pode ajudá-lo(a) no 
conhecimento das regras para formação do plural dos 
substantivos.
Regras para o plural dos substantivos
Acrescenta-se s aos substantivos terminados em vogal ou 
ditongo e aos substantivos terminados em n. Exemplos: 
cajá(s), café(s), cipó(s), hífen(hifens).
Aos substantivos terminados em r, s ou z, acrescenta-se es. 
Exemplos: cantor / cantores; gás / gases; feroz / ferozes.
Oxítonos ou monossílabos tônicos terminados em s 
recebem es. Exemplos: mês / meses.
Nos substantivos terminados em l, precedidos de a, e, o, u, 
substitui-se o l por is. Exemplo: canal / canais; anel / anéis; 
farol / faróis; azul / azuis.
Nos substantivos terminados em il, troca-se por is se forem 
oxítonos ou para eis se forem paroxítonos. 
Exemplos: anil / anis; projétil / projéteis.
Nos substantivos terminados em ão, acrescenta-se s ou troca-se 
ão por ães ou por ões. Exemplos: são / sãos; pão / pães; 
pião / piões.
Nos substantivos terminados em m, troca-se m por ns. 
Exemplos: álbum / álbuns; homem / homens.
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35Bernoulli Sistema de Ensino
Ao iniciar o assunto “plural dos substantivos”, peça aos alunos 
que relacionem as palavras da primeira coluna com seus 
respectivos plurais presentes na segunda leitura.
1. batom
2. cárie
3. pólen
4. jornal
5. anzol
6. canil
7. fóssil
8. cidadão
9. luz
10. gás
1 batons
6 canis
9 luzes
7 fósseis
2 cáries
10 gases
3 polens
4 jornais
5 anzóis
8 cidadãos
Questão 01
Resposta: Não existe apenas uma maneira de formar o plural 
dos substantivos, pois, nas palavras da atividade anterior, 
aparecem casos em que só é inserido um s no final da palavra 
(cárie, pólen, cidadão) e, em outros casos, o final da palavra é 
substituído: as que terminam com m passam a terminar com 
ns (batom); al e ol se transformam em is (jornal, anzol); 
em z acrescenta-se es (luz).
Questão 02
Resposta: As palavras modificadas ficarão: mães, livros, 
camas, chapéus.
Questão 03
Resposta: Quando as palavras terminam em vogais ou em 
ditongo, o plural da palavra é formado acrescentando a letra s.
Questão 04
Resposta:
A) As palavras no plural ficarão assim: jovens, sons, nuvens 
e homens.
B) Formamos o plural das palavras terminadas em m retirando 
o m e acrescentando ns.
Questão 05
Resposta: Os plurais das palavras serão: açúcares, raízes, 
juniores, deuses, meses.
Questão 06
Resposta:
A) As palavras flexionadas no plural serão:
• anéis e anzóis.
• fósseis e frágeis.
 Após a flexão, os alunos deverão elaborar uma frase. 
Portanto, haverá muitas possibilidades de respostas. Analise 
se as frases estão coerentes e bem escritas.
B) Os substantivos terminados em L flexionam-se no plural 
de duas maneiras:
• Quando a palavratermina com el e ol, passamos para 
o plural trocando o l por is. É o caso de anel / anéis e 
de anzol / anzóis.
• Quando a palavra termina em il, passamos para o plural 
trocando il por eis. É o caso das paroxítonas fóssil / 
fósseis e frágil / frágeis.
Comentário: Professor(a), a resposta pode ser elaborada 
baseando-se nas palavras apresentadas no exercício. Mas é 
importante lembrar que, no primeiro caso, também podemos 
acrescentar as palavras terminadas em al e ul: quintal / 
quintais e azul / azuis; e que, no segundo caso, podemos 
acrescentar o caso das palavras oxítonas terminadas em il, 
que passam a ter is no plural: canil / canis.
Questão 07
Resposta:
A) Os ônibus passaram muito cheios.
B) Cristiano gosta de manter seus lápis apontados.
Questão 08
Resposta: Pessoal. 
Comentário: Professor(a), se os alunos tiverem dificuldades, 
oriente-os para que consigam responder à questão. Alguns 
exemplos de substantivos que não variam em número são: 
tênis, pires, vírus, atlas.
O grau do substantivo  Página 33
Após ler as explicações sobre os graus dos substantivos, 
converse com os alunos sobre outros exemplos de palavras 
modificadas pelo grau.
Questão 09
Resposta: Devem ser circuladas as terminações -inho e -ão.
Questão 10
Resposta:
A) Duas palavras terminadas em -ão que não estão no 
aumentativo são “tão” e “não”.
B) Uma palavra terminada em -inha que não está no 
diminutivo no texto é “tinha”.
Questão 11
Resposta:
A) No balão, as palavras que estão escritas no grau 
aumentativo e que devem ser circuladas são “bocarra”, 
“tamanhão”, “homenzarrão” e “rapagão”.
 Comentário: Professor(a), há casos especiais da flexão 
do grau do substantivo que devem ser trabalhados com 
os alunos. Você pode pedir para que eles escrevam como 
é o aumentativo de “amigo”, “animal”, “boca”, “chapéus”, 
“criança”, “povo”, “rapaz”, “pedra”, entre outros.
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36 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
B) A fala do primeiro balão no grau diminutivo ficará assim: 
“Eu juro! Veio um leão com uma boquinha desse tamaninho! 
Qualquer rapazinho, homenzinho tremeria de medo, mas 
eu pulei em cima dele e salvei todo mundo!”
Questão 12
Resposta:
A) O grau normal dos substantivos que estão no aumentativo 
fica assim: “forno”, “rapaz”, “povo” e “muro”.
B) O grau normal dos substantivos que estão apresentados no 
diminutivo fica assim: “caixa”, “livro”, “palácio” e “mala”.
 Comentário: Professor(a), trabalhe com os alunos outras 
formas de flexionar o substantivo no diminutivo (forma 
sintética), tais como animal / animalejo; cão / canicho; língua / 
lingueta; livro / livreto; rapaz / rapazote; rua / ruela.
Questão 13
Resposta: Letra C.
Comentário: A palavra “amigão” na frase transmite a ideia 
de afeto.
Produção textual  Página 36
A proposta da produção está explicada passo a passo. Incentive 
a realização cuidadosa de cada um dos passos, que devem ser 
feitos em dias diferentes.
Professor(a), a proposta é que os alunos escrevam, em grupos, 
uma paródia para um conto de fadas. A atividade tem como 
objetivo testar a habilidade do aluno em parodiar um texto. 
Auxilie os alunos na criação do texto sugerindo contos a serem 
parodiados e discutindo com eles a possibilidade de modificação 
do texto.
Já aprendi!  Página 38
Questão 01
Resposta:
A) Tirinha 1: faz referência à fábula “A cigarra e a formiga”.
 Tirinha 2: faz referência ao conto “Aladim e a lâmpada 
maravilhosa”.
B) Tirinha 1: os elementos que fazem perceber as relações são 
a cigarra tocando violão e as formigas como personagens 
e a menção ao trabalho na letra da música cantada pela 
cigarra. 
 Tirinha 2: os elementos são o gênio da lâmpada e a chance 
de a Magali fazer um pedido a ele. 
C) Sim, as tirinhas são paródias porque apresentam, de 
maneira bem-humorada, uma nova versão de histórias já 
existentes.
D) Tirinha 1: o tom de humor é provocado pelo fato de a cigarra 
estar trabalhando e ter as formigas como plateia.
 Tirinha 2: o tom de humor é provocado pela escolha do 
pedido da Magali e por ele gerar muito trabalho para o gênio 
da lâmpada. 
E) Sem conhecer os contos, as relações com a paródia não 
seriam estabelecidas, pois o leitor não teria bases para 
identificar a intertextualidade entre os textos. 
F) Tirinha 1: sou, seu.
 Tirinha 2: glorioso, dia, não.
G) Ditongos: sou, seu, não. 
 Hiatos: glorioso, dia.
Questão 02
Resposta: O tipo de variação linguística apresentada no texto 
é a de tempo, porque no texto são usadas palavras que já 
caíram em desuso, como “constipação”, “perrengue” e “botica”.
Questão 03
Resposta: Letra D.
Questão 04
Resposta: Letra D.
Questão 05
Resposta: Letra C. 
Comentário: A palavra “criatura” é um substantivo 
sobrecomum, pois nem com a presença do artigo é possível 
definir se a palavra está empregada no gênero feminino ou 
masculino.
Questão 06
Resposta: Girafa macho / girafa fêmea; formiga macho / 
formiga fêmea; arara macho / arara fêmea.
Questão 07
Resposta: Letra C.
Questão 08
Resposta: Letra B. 
Comentário: Professor(a), atente para a palavra “boca”, 
que forma um aumentativo distinto das demais presentes 
no exercício, pois o grau de aumento delas se forma com o 
emprego do sufixo -ão.
Questão 09
Resposta: 
A) Amores.
B) Faróis.
C) Armazéns.
D) Canais.
E) Raízes.
F) Papéis.
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37Bernoulli Sistema de Ensino
CAPÍTULO – 2
De malas prontas
Página de abertura  Página 42
Explore a página de abertura conversando com os alunos 
sobre o título do capítulo (“De malas prontas”). Pergunte quais 
gêneros textuais eles acham que serão abordados. Explique que 
os textos relatarão viagens e propicie a troca de experiências e 
o gosto acerca do “viajar”. A fala de Amyr Klink – “Hoje entendo 
bem meu pai... Um homem precisa viajar por sua conta, não 
por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por 
si, com seus olhos e pés para entender o que é seu, para um 
dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer 
o frio para desfrutar do calor e o oposto. Sentir a distância 
[...]” – deve ser discutida. Nela, Klink menciona a viagem como 
fonte de crescimento e superação do ser humano.
No site de Amyr Klink, você pode ter acesso à biografia 
do velejador, a fotos e a relatos de suas viagens, além de 
poder acessar informações sobre embarcações e expedições 
marítimas: http://www.amyrklink.com.br/. Compartilhe suas 
descobertas com os alunos.
Antes de ler  Página 44
Propicie a troca de ideias sobre as questões abordadas. 
É importante que você valorize e enfatize o respeito às diversas 
opiniões e a valorização das perguntas.
A seção cita o livro Cem dias entre o céu e mar (Companhia 
das Letras), de Amyr Klink, um relato da sua trajetória.
Texto 1 – A creche de baleias
Solicite a leitura silenciosa e, depois, oral do texto. Chame a 
atenção dos alunos sobre as palavras do glossário. Peça que 
eles observem a imagem de Amyr Klink que acompanha o texto.
No texto, Amyr diz: “Setembro começou com temporais e mar 
agitado, que me faziam lembrar a paisagem dos negros dias 
passados na corrente de Benguela.” Explique aos alunos que 
a Corrente de Benguela é como se denominam as correntes 
frias e secas que provocam o deserto do Calaari ou deserto 
da Namíbia. Aproveite para mostrar aos alunos a localização 
dessa corrente.
Ele também diz “A escova de dentes presa na alça do rádio, 
os parafusos fixos no teto, os livros enfiados no fundo, 
o compasso e a carta do Atlântico apoiados na parede.” 
Explique a expressão “compasso e a carta do Atlântico”: carta 
náutica (compasso, esquadro, réguas paralelas). Trata-se de 
instrumentos com os quais se traçam os rumos, calculam-se 
distâncias e marca-se o ponto. 
Por dentro do texto  Página 46
Questão 01
Resposta: Pessoal.
Comentário: Os alunos apresentarãodiversas respostas. 
Valorize as justificativas de cada um deles e mostre a 
importância de os alunos perceberem que os seres humanos 
são diferentes e de respeitarem essas diferenças.
Questão 02
Resposta: Algumas passagens do texto em que Amyr Klink 
revelou o local onde ele se encontrava são: “sem dúvida, a mais 
confortável, deliciosa e desejada cama de todo o Atlântico.” 
e “Mas o que fariam tão indefesos baleotes, órfãos de pai e 
mãe, em pleno oceano?”
Questão 03
Resposta: Letra D.
Questão 04
Resposta: No mar, as ondas eram altas como morros, 
que impediam Amyr de ver o horizonte.
Questão 05
Resposta: Amyr Klink disse que os dourados não fugiram, 
como fariam na presença de um golfinho, e que o filhote não 
tinha bico.
Questão 06
Resposta: Amyr estava no centro de uma “creche de baleias”, 
pois estava cercado por sete filhotes de baleia que brincavam 
ao redor do barco.
Por dentro do gênero  Página 48
Questão 01
Resposta: A finalidade do texto é relatar uma experiência 
vivida por Amyr Klink.
Comentário: No texto, Amyr Klink fez uma façanha ao transpor 
o Oceano Atlântico em um veleiro. Em sua narrativa, Klink 
fala sobre sua experiência no mar descrevendo a paisagem e 
acontecimentos interessantes, como apresentar um dia de um 
navegador e contar sobre a sua experiência com as baleias.
Questão 02
Resposta: O relato de viagem lido tem como público- 
-alvo leitores mais maduros, interessados em aventuras ou 
em viagens.
Questão 03
Resposta: A linguagem do texto é formal e mais madura, 
voltada para o seu público-alvo.
Questão 04
Resposta: Há várias formas verbais no relato de Amyr que 
indicam o tempo passado, como “desliguei”, “acendi”, “abri”, 
“continuei”, “estava”, etc.
Comentário: Professor(a), o objetivo dessa questão é fazer 
com que os alunos identifiquem o tempo passado como uma 
das características desse gênero textual. Aproveite para mostrar 
isso aos alunos solicitando que alguns deles contem para a 
turma alguma experiência vivida em uma viagem, por exemplo.
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38 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Questão 05
Resposta: O trecho reescrito na terceira pessoa ficará da 
seguinte forma: “Sentou-se de novo, sem fazer barulho e, 
cuidadoso, procurou sair da ‘creche’ sem despertar a ira dos 
enormes pais”.
Comentário: Professor(a), aproveite o momento para 
relembrar com os alunos os conceitos e características de 
narrador-personagem e narrador-observador.
Questão 06
Resposta: Pessoal. Sugestão: “A escova de dentes presa na 
alça do rádio, os parafusos fixos no teto, os livros enfiados no 
fundo, o compasso e a carta do Atlântico apoiados na parede”.
Antes de ler  Página 50
Professor(a), procure saber o que seus alunos conhecem sobre 
diário de bordo. Levante hipóteses a respeito do tema. Explore 
as perguntas apresentadas, discuta com os alunos sobre a 
importância de planejar a viagem, obter informações sobre o 
lugar para onde vai, etc.
Para ampliar o conhecimento sobre o gênero textual, questione 
quem conhece a família Schurmann.
No link schurmann.com.br. você encontra informações sobre o 
diário de bordo dessa família, construído durante suas inúmeras 
viagens.
O documentário O mundo em duas voltas é muito interessante. 
Ele apresenta o diário de bordo da família Schurmann na 
viagem em que refizeram a rota de Fernão de Magalhães, 
a bordo do veleiro Aysso, que, em tupi, significa “belo, formoso”. 
No documentário, Vilfredo Schurmann diz que, em um 
barco, cada um cumpre o seu papel, de forma responsável 
e autônoma, e tem a maior confiança do grupo. Schurmann 
diz que “viaja-se não para encontrar respostas, mas para se 
ter mais perguntas”. Essa fala nos faz refletir sobre a eterna 
busca do ser humano pelas questões relativas a ele mesmo 
e também sobre o desejo de aprender, que é infinito, pois, 
quanto mais se sabe, mais há por saber. O medo em uma 
embarcação é um grande amigo, pois faz com que o cuidado, 
a disciplina e o respeito pela natureza existam. O título 
O mundo em duas voltas relata ora a viagem dos Schurmann, 
ora a história de Fernão de Magalhães.
Texto 2 – Diário de viagem
Converse com os alunos sobre a semelhança dessa narrativa 
com um texto de diário “convencional”. Mostre como as 
características são parecidas. O que muda é o conteúdo, pois 
os diários de viagem são narrativas específicas sobre esse tipo 
de experiência. O texto 2 é o relato de uma menina que viaja 
com sua avó para a Tailândia. 
Por dentro do texto  Página 51
Questão 01
Resposta: O local é Chiang Mai, na Tailândia. 
Questão 02
Resposta: A autora está empolgada. No início do texto ela diz 
que o dia foi incrível e, em outro momento, ela se sente sortuda 
por poder assistir ao desfile do Festival das Flores.
Questão 03
Resposta: A autora compara o desfile do Festival das 
Flores com os desfiles de Carnaval do Brasil, dizendo que os 
tailandeses são mais comportados que os brasileiros. 
Questão 04
Resposta: No texto, a narradora conta sobre os lugares que 
está conhecendo e menciona a presença de um guia de viagem. 
Por dentro do gênero  Página 52
Questão 01
Resposta: Pessoal. É importante que os alunos percebam que 
pode ser interessante registrar momentos vividos em uma 
viagem, para relembrá-la ou para contar o que ocorreu para 
outras pessoas.
Explique aos alunos o que é um diário de bordo lendo e 
comentando o box que traz informações sobre esse gênero 
textual.
Um diário de bordo é um registro dos acontecimentos mais 
importantes ocorridos durante uma viagem marítima, aérea 
e outras.
Pensando sobre...  Página 53 
A ideia de turismo responsável em ambientes preservados 
surgiu no final da década de 1980, quando biólogos, cientistas 
e amantes da natureza decidiram estabelecer critérios para os 
visitantes irem a ambientes frágeis sem alterar a paisagem com 
lixo ou provocar outro tipo de impacto. Foram instaladas as 
primeiras plaquinhas de madeira que apresentavam o mantra 
do ecoturismo: “Da natureza nada se tira, a não ser fotos; nela 
nada se deixa, a não ser pegadas; e dela nada se leva, a não 
ser lembranças”.
Propicie a troca de ideias e experiências entre os alunos sobre as 
questões propostas na seção. A seção é uma boa ferramenta de 
conscientização dos alunos sobre a necessidade de respeitar a 
natureza. Portanto, professor(a), é importante ficar atento(a) às 
respostas dos alunos para que alguma reflexão de desrespeito 
à natureza não seja vista como adequada.
Os links a seguir contêm textos que podem ampliar os 
conhecimentos sobre o ecoturismo e como reduzir os impactos 
ambientais no turismo. Acesse-os:
• http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/pagina22/
article/view/29365/28215.
• https://www.turismodeexperiencia.com.br/entenda-o-que-
e-turismo-responsavel/.
Produção textual  Página 53
A proposta de produção de texto tem como finalidade a 
aplicação dos conhecimentos referentes ao gênero textual 
relato de viagem, construído a partir das leituras e atividades 
presentes no capítulo. Peça aos alunos que tragam para a 
sala de aula fotos de suas viagens para compartilhar suas 
experiências com os colegas. Os alunos darão depoimentos 
sobre os lugares visitados e seus pontos de vista sobre eles. 
Retome com a turma as características de um relato de viagem.
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Na ponta da língua  Página 55
Essa seção tem como objetivo desenvolver nos alunos as 
habilidades ligadas à oralidade. É interessante observar também 
que, por meio dela, os alunos poderão perceber como relatos 
de um mesmo fato podem apresentar versões diferentes.
Estudo da língua  Página 55
Quem nasce no Brasil é brasileiro. E quem 
nasce no meu estado é o quê?  Página 55
Professor(a), o conceito, função e aplicação do adjetivo pátrio 
são trabalhados na seção.
Mapas, roteiros de viagem,relatos de viagem e diários de bordo 
podem ser utilizados. Sugestão: peça que os alunos tracem 
um roteiro de viagem, listando alguns países ou cidades pelos 
quais passariam. Depois, pergunte: como seriam chamadas as 
pessoas nascidas em cada um desses lugares?
Questão 01
Resposta: Pessoal. Professor(a), avalie se o aluno compreendeu 
o que é adjetivo pátrio e, consequentemente, o seu uso. 
Questão 02
Resposta:
1. Argentina
2. Chile
3. Uruguai
4. Austrália
5. Nova Zelândia
6. China
7. Indonésia
8. Japão
4 australiano / australiana
6 chinês / chinesa
2 chileno / chilena
7 indonésio / indonésia
3 uruguaio / uruguaia
8 japonês / japonesa
1 argentino / argentina
5 neozelandês / neozelandesa
Professor(a), seguem sugestões para o trabalho com o mapa 
do Brasil que buscam apresentar os estados e adjetivos pátrios 
correspondentes:
• Peça que os alunos leiam o mapa e pergunte: “O que 
informa o mapa?”
• Pergunte o que significam as siglas em cada local brasileiro 
(estados e Distrito Federal). Oralmente, pergunte o 
significado de algumas siglas como AM, AC, RO, RR, AP, 
entre outras.
• Faça perguntas orais explorando o mapa, por exemplo: 
“Como são chamadas as pessoas nascidas no Rio Grande 
do Sul? E no Ceará? E em Pernambuco?”
• Peça que os alunos destaquem, no mapa, os locais dos 
estados para os quais já viajaram ou que já conheceram. 
Em seguida, peça que eles construam frases que apresentem 
algum aspecto cultural, sem reforço de estereótipos, 
do povo daquelas localidades. Por exemplo: em Minas 
Gerais, os mineiros gostam muito de pão de queijo.
Bernoulli Play  Página 56
Adjetivos pátrios
No game “Adjetivos pátrios”, as crianças vão trabalhar os 
gentílicos dos estados brasileiros e dos países da América do 
Sul. Incentive o uso do objeto de aprendizagem pelos alunos 
ou jogue com eles em sala de aula.
Antes de ler  Página 57
Propicie a troca de ideias sobre as questões levantadas, 
pergunte também sobre quem já viajou de ônibus, carro, trem, 
avião ou navio. Depois das hipóteses levantadas, a partir do 
título, peça aos alunos que leiam o texto, observando também 
a linguagem não verbal, e leve-os a concluir se as hipóteses 
apresentadas pela turma acerca do texto foram confirmadas.
Por dentro do texto  Página 58
Questão 01
Resposta: Não, porque ele orienta o leitor a escolher um 
destino para poder organizar, a partir daí, a viagem.
Questão 02
Resposta: avião.
Questão 03
Resposta: Todas as dicas e orientações são para serem 
tomadas antes de chegar ao destino, pois elas servem para o 
leitor fazer o roteiro, se orientar e se organizar para a viagem.
Questão 04
Resposta: 
A) As vantagens são, por exemplo, saber levar roupas 
adequadas, de acordo com a estação do local de destino, 
além de poder evitar os fenômenos naturais catastróficos.
B) Chuvas intensas, furacão, tsunamis, terremotos, etc., 
a depender do lugar para onde vai. 
Questão 05
Resposta: O título está bem apropriado, pois ele já informa 
ao leitor que se trata de orientações para viajar, que se trata 
de um texto instrucional. 
Questão 06
Resposta: Pessoal.
Comentário: Professor(a), é importante que os alunos 
observem que essa dica de pesquisa ajuda o viajante a obter 
informações preciosas sobre o local de destino, podendo, assim, 
se planejar melhor para a viagem e até decidir se será esse 
realmente o seu destino de viagem.
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MANUAL DO PROFESSOR
Questão 07
Resposta: Fazer a agenda da viagem significa escolher, 
organizar a rota, horários e dias dos passeios da viagem.
Por dentro do gênero  Página 59
Questão 01
Resposta: ajudar o leitor a planejar uma viagem.
Questão 02
Resposta: Sim, é muito importante, pois esse texto instrui, 
orienta o leitor / viajante a planejar e organizar a viagem 
desejada. 
Questão 03
Resposta: Os alunos podem transcrever cinco dos verbos 
que estão no imperativo, indicando uma ordem, um conselho: 
escolha, fuja, chegue, tome, planeje, pesquise, respeite, faça, 
contrate, converse, verifique e use. 
Comentário: Professor(a), leve os alunos a observarem a 
importância do uso desses verbos no modo imperativo na 
construção das intencionalidades e finalidades desse texto 
instrucional.
Questão 04
Resposta: Esse texto é do gênero textual roteiro de viagem 
porque tem por objetivo instruir, orientar as pessoas sobre 
como planejar e organizar uma viagem. Para isso, faz uso de 
verbos no modo imperativo, direcionando as ações do leitor.
Produção textual  Página 60
Professor(a), oriente os alunos nessa conversa / pesquisa com 
a família, leve-os a buscar informações, curiosidades, opiniões 
sobre as paisagens que a cidade possui. 
Leve-os também à biblioteca da escola para consulta de 
revistas, jornais, livros e mapas.
Algumas sugestões de perguntas para a pesquisa dos alunos 
com os adultos da família:
• Por que sua cidade recebeu esse nome?
• Em quais lugares você brincou?
• O que sua cidade tem de especial?
• Qual paisagem ou lugar, na sua cidade ou estado, que mais 
o(a) encanta?
• Quais são os marcos históricos de sua cidade?
• Quantos anos ela tem?
• Quais paisagens e lugares são mais frequentados e por 
quê?
• Quais paisagens e lugares da sua cidade são especiais e 
importantes? Por que são especiais e importantes?
• Quais paisagens e lugares merecem ser visitados: o centro 
histórico, a arquitetura, as atrações culturais e naturais?
• Se fosse convidar alguém para conhecer a sua cidade, que 
lugares e paisagens você mostraria para esse visitante?
Divida a turma em seis grupos de acordo com as seções do 
texto a ser produzido: 
Grupo 1: Como chegar
Grupo 2: Onde ficar 
Grupo 3: O que levar
Grupo 4: Onde comer 
Grupo 5: O que fazer (centro histórico e arquitetura)
Grupo 6: O que fazer (atrações culturais e naturais)
Deixe dois grupos responsáveis pela seção “O que fazer”, pois 
um irá produzir sobre o centro histórico e a arquitetura e o 
outro sobre as atrações culturais e naturais. 
Oriente os grupos a trocarem as informações entre eles para que 
as seções que irão escrever tenham mais riqueza de informação.
Depois de finalizado nos grupos a escrita das seções do guia, 
organize com eles, na lousa, a produção coletiva do guia 
turístico.
Estimule-os a criarem um título bem atrativo, depois a 
escolherem uma imagem / fotografia do lugar. Ajude-os a 
organizar o texto em seções e subtítulos e ir inserindo os textos / 
seções escritos pelos grupos: COMO CHEGAR, ONDE FICAR, 
O QUE LEVAR, ONDE COMER, O QUE FAZER.
Faça uma leitura de todo o texto junto com a turma para 
fazerem as correções e reescrita. Organize, junto com a turma, 
uma mostra / exposição na escola do guia turístico produzido 
que pode ter como título “Minha cidade, nossa terra”. Faça 
desse momento um momento de apreciação dos textos e de 
valorização da cidade.
Estudo da língua  Página 62
Locução adjetiva  Página 62
Professor(a), nessa seção, o conceito, a função e a aplicação 
do adjetivo e da locução adjetiva serão formados. Incentive a 
observação, a análise e a troca de ideias sobre sua construção.
Questão 01
Resposta:
A) Adjetivo usado com a palavra “barulho” no texto: delicioso.
B) Locução adjetiva usada na palavra “madrugada” no texto: 
de domingo.
 Comentário: Outros adjetivos que o aluno usaria para 
caracterizar “barulho” e “madrugada” seriam respostas 
pessoais. Pode ser “suave barulho” e “madrugada de frio”, 
por exemplo. Certifique-se de que os alunos compreendem 
o que é um adjetivo.
Questão 02
Resposta: Pessoal. Espera-se que os alunos tenham 
compreendido o que são adjetivos e locuções adjetivas.
Sugestões:
• Viagem (cansativa, gostosa, divertida, de navio, de avião).
• Noite (de luar, estrelada, iluminada, fresca).
• Mar (agitado, calmo, azulado, de ondas).
• Horizonte (infinito, maravilhoso, de nuvens).
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41Bernoulli Sistema de Ensino
Questão 03
Resposta: Caprichoso, malicioso, cobiçoso, preconceituoso, 
formoso, numeroso, misterioso, perigoso.
Estudo da escrita  Página 63
Acentuação gráfica e tonicidade  Página 63
Professor(a), para a introdução do conteúdo, segue uma 
sugestão.
Escreva no quadro a frase a seguir, deixando as lacunas para 
as palavras destacadas.
Uma sábia não sabia onde estava o sabiá
Fale para os alunos que a tarefa da turma é completar as 
lacunas da frase, de forma que ela tenha sentido, utilizando 
as palavras sábia, sabia e sabiá.
Depois que os alunos conseguirem realizar a tarefa, pergunte:
O que vocês observam de diferente entre essas palavras? 
(Provavelmente, eles responderão que é o acento).
Qual é a função do acento nessas palavras? (Leve-os a pensar 
sobre a pronúncia e o significado das palavras).
Comente que as palavras são classificadas de acordo com sua 
tonicidade. Relacione a palavra “tonicidade” à sílaba tônica.
Pergunte aos alunos qual é a sílaba tônica nas palavras sábia, 
sabia e sabiá.
Questão 01
Resposta: Os monossílabos da tirinha classificados em átonos 
ou tônicos são:
Monossílabo átono Monossílabo tônico
Que, a, e, por, no, pra
Ei, já, não, vai, mais, nem, 
dar, nós, seu
Questão 02
Resposta: Os monossílabos tônicos são pronunciados com 
a intensidade de uma sílaba tônica, mas não são sempre 
acentuados. Apenas os monossílabos tônicos terminados em 
a(s), e(s) o(s) são acentuados.
Questão 03
Resposta: Algumas palavras que poderão ser usadas são:
Monossílabas Oxítonas Paroxítonas Proparoxítonas
não viajar homem árvores
pés valor lugares deveríamos
é quebrar arrogância 
Questão 04
Resposta:
A) Todas as palavras têm a última sílaba tônica. Portanto, são 
oxítonas.
B) Não.
C) Espera-se que o grupo conclua que são acentuadas as 
oxítonas terminadas em a(s), e(s), o(s), em(ens), como 
ocorre com as palavras “sabiá”, “cafuné”, “reféns”, “através”, 
“maracujá”, “ninguém”, “dominó”, “jacaré”. Já as oxítonas 
terminadas em i(s) e u(s) não são acentuadas. 
Paroxítonas 
Professor(a), os alunos conhecerão as regras de acentuação 
das palavras paroxítonas completando o quadro. Auxilie-os 
para que as palavras de exemplo estejam adequadas. Exemplos 
de palavras que podem ser apresentadas: l (possível, dócil); 
n (pólen, hífen); r (ímpar, âmbar); ps (bíceps, fórceps); 
x (tórax, ônix); us (Vênus, vírus); i, is (táxi, lápis); on, ons 
(náilon, nêutrons); um, uns (álbum, médiuns); ã(s), ão(s) (ímã, 
órfãs, órgão, sótãos); ditongo oral (jóquei, fáceis). 
Questão 05
Resposta: As palavras acentuadas são “árvore”, “último”, 
“hipopótamo”, “cérebro” e “gênero”. As demais palavras são 
paroxítonas ou oxítonas.
Bernoulli Play  Página 67
Jogo dos acentos
No “Jogo dos acentos”, a tarefa das crianças é identificar se 
a palavra que aparecer na tela é acentuada ou não, colocar 
o acento correspondente e identificar a regra de acentuação 
seguida.
Aprender é divertido  Página 67
Corrida da tonicidade
Professor(a), o objetivo dessa atividade é oportunizar a 
aplicação, de maneira lúdica, da classificação das palavras 
pela tonicidade e das regras de acentuação. De acordo com 
sua percepção sobre a turma, você pode repetir ou estender 
a duração da atividade aumentando gradativamente o nível 
de dificuldade.
Antes de iniciar o jogo, divida a classe em dois ou mais grupos, 
desenhe uma tabela no quadro dividida em quantas colunas 
forem adequadas ao nível de dificuldade escolhido por você 
e explique as regras. A seguir, sugerimos algumas palavras, 
porém é muito importante que você complemente a lista com 
palavras de uso frequente para a sua turma. Dessa maneira, 
a aprendizagem será muito mais significativa.
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42 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Nível 1: classificação por tonicidade
Monossílaba átona Monossílaba tônica Oxítona Paroxítona Proparoxítona
Que
Em
Me
De
Te
Pé 
Fã
Céu
Sol
Mel
Cachecol
Caju
Carrossel
Urubu
Solidez
Táxi
Devoto
Órfão
Origem
Sentimentalismo
Numérico
Tráfego
Máximo
Córrego
Pássaro
Nível 2: acentuação tônica
Oxítona PAROXÍTONA
Com acento Sem acento Com acento Sem acento
Vatapá
Sabiá
Cipó
Café
Picolé
Fogaréu
Cachecol
Caju
Urubu
Solidez
Abacaxi
Papel
Táxi
Órfão
Fóssil
Caráter
Álbum
Incrível
Devoto
Origem
Carrossel
Sentimentalismo
Caderno
Mensageiro
Defina a quantidade de rodadas de modo que cada equipe tenha a mesma quantidade de vezes para responder. Combine com 
a turma a ordem de participação dos grupos e o tempo que terão para discutirem entre si a classificação da palavra ditada e 
correrem ao quadro para escrevê-la no local correto da tabela. Inicie a competição ditando as palavras da lista.
Produção textual  Página 68
Professor(a), os alunos devem produzir um relato fictício de uma aventura vivida em um dos cenários sugeridos (floresta ou praia). 
Os alunos também devem escolher quem será o narrador-personagem da história (cientista, mágico ou detetive) e o contexto 
da viagem supostamente realizada. Para isso, é importante relembrar as características desse tipo de texto.
Oriente os alunos em relação à pessoa do discurso (primeira pessoa) e ao tempo verbal predominante na narrativa (pretérito). 
Instrua-os a descrever o cenário, as personagens e as situações vivenciadas por elas. O texto deve apresentar situação inicial, 
desenvolvimento e desfecho. 
Os alunos devem empregar a norma-padrão da língua e escrever de forma clara e organizada.
A etapa de revisão do texto deve ser feita com atenção pelos alunos. Oriente-os sobre a importância dessa etapa. A verificação 
da escrita e os ajustes necessários são fundamentais para o aprimoramento da escrita.
Combine com a turma uma data para leitura e apresentação dos textos. Você pode estimular a troca de textos para que os 
estudantes possam apreciar a produção dos colegas e / ou organizar um mural na sala ou uma coletânea para que os textos 
possam ser expostos e divulgados.
Estudo da escrita  Página 70
X ou CH?  Página 70
Questão 01
Resposta: O quadro ficará assim:
 X depois de ditongo X depois da sílaba “me” X depois dasílaba “en”
peixe – ameixa – caixa mexer – mexerico – mexilhão enxame – enxaqueca
Questão 02
Resposta: enchimento; enxaguar; enxoval; encharcar; enxugar; enchente; enchapelar; enxergar.
Comentário: Professor(a), há palavras escritas com X que não seguem nenhuma regra predefinida. É o caso de palavras como 
bruxa, faxina, xícara, roxo, xingar, etc. Por isso, é importante deixar claro para os alunos que as palavras apresentadas na atividade 
são referentes às regras expostas no quadro e que há casos de palavras que não se encaixam nessa regra, como as derivadas 
de outras escritas com CH, como é apresentado no segundo box explicativo do início da seção.
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43Bernoulli Sistema de Ensino
S ou Z?  Página 71
Professor(a), nesse capítulo, contemplamos apenas alguns 
casos em que as palavras são escritas com S, pois esse 
assunto está distribuído ao longo da coleção. Por isso, não 
são contemplados aqui outros casos, como o S após o ditongo 
(coisa, náusea, pouso, lousa) e outras palavras que não se 
encaixam em regras específicas (asilo, mesada, paraíso, 
despesa, raposa). Comente esses casos com os alunos 
informando que o uso da letra S nas palavras é amplo e que 
será estudado aos poucos.
Aproveite para orientá-los sobre a possibilidade de haver 
palavras homófonas, que podem ser escritas com S ou com Z, 
como dose (quantidade de bebida) e doze (número), coser 
(costurar) e cozer (cozinhar), etc. Nesses casos, é importante 
verificar o contexto em que elas estão inseridas para identificar 
qual é o sentido delas e, consequentemente, qual letra deverá 
ser utilizada.
Questão 03
Resposta: Burguês: burguesa; camponês:camponesa; 
príncipe: princesa; sacerdote: sacerdotisa; profeta: profetisa; 
poeta: poetisa.
Questão 04
Resposta: Delícia: delicioso / deliciosa; bondade: bondoso / 
bondosa; escândalo: escandaloso / escandalosa; maravilha: 
maravilhoso / maravilhosa; horror: horroroso / horrorosa; 
feiura: feioso / feiosa.
Questão 05
Resposta: Transformando os adjetivos em substantivos, 
teremos: rico – riqueza; belo – beleza; triste – tristeza; 
frio – frieza.
S ou C?  Página 72
Professor(a), nessa seção, abordamos apenas o uso do S e do C, 
mas é importante lembrar que esse som também pode ser 
representado por SS, conteúdo que foi abordado no 4º ano.
Questão 06
Resposta: Os alunos devem voltar à seção “Estudo da 
língua” e circular os adjetivos pátrios que seguem essa regra. 
São eles: aracajuense, belenense, boa-vistense, brasiliense, 
campo-grandense, fortalezense, goianiense, pessoense, 
macapaense, maceioense, manauense, natalense, palmense, 
porto-alegrense, porto-velhense, recifense, rio-branquense, 
salvadorense, são-luisense ou ludovicense, teresinense, vitoriense.
Questão 07
Resposta: Os alunos devem destacar os sufixos das palavras 
do quadro da seguinte forma:
farináceo – silenciar – abundância – concorrência – abastecer – 
natalício – vitalício – amadurecer – concordância – descer – 
nascer – ocorrência – florescer – galináceo 
Depois, eles devem completar o quadro com as regras das 
palavras apresentadas.
Usamos a letra C:
• nos sufixos –áceo, –ância, –ência;
• nas terminações verbais –ar, –ecer;
• depois do s, como em descer, nascer, florescer.
G ou J?  Página 72
Nessa seção, enfatizamos o estudo das palavras com G e J nas 
quais essas letras apresentam o mesmo som.
Questão 08
Resposta: Pessoal. Sugestões: alguns exemplos de palavras 
de origem indígena com j: jabuti, jabuticaba, jaci, jambo, 
jururu; de origem árabe: jarra, jasmim; de origem africana: 
jabá, jongo.
Comentário: Professor(a), a atividade de descoberta de palavras 
de origem indígena, árabe e africana pode ser realizada em 
etapas, em casa e em sala de aula. Também pode ser realizada 
na biblioteca escolar. O importante é permitir a descoberta 
do aluno, que pode coletar as informações em diversas 
fontes, tais como sites, livros, dicionários. Os sites a seguir 
podem ajudar nessa tarefa: https://www.delpo.prp.usp.br/, 
https://www.dicionarioetimologico.com.br/.
Questão 09
Resposta: O nome da fruta representada é laranja. Outras 
palavras derivadas de laranja: laranjada, laranjeira, alaranjado.
Questão 10
Resposta: O aluno deve chegar às seguintes conclusões:
Usamos a letra J:
• em palavras de origem indígena, árabe e africana;
• em palavras derivadas de outras escritas com J.
Questão 11
Resposta:
A) Outras possibilidades de palavras: paisagem, folhagem, 
reciclagem, montagem. Todas as palavras do quadro são 
escritas com a letra G. O que há em comum nessas palavras 
é o sufixo -agem.
B) Outras possibilidades de palavras: relógio, vestígio, pedágio. 
Todas as palavras do quadro são escritas com a letra G. 
O que há em comum nessas palavras é o sufixo -gio.
Questão 12
Resposta:
A) Pessoal. Sugestões: Algumas opções de derivação das 
palavras são:
• Tingir: tingimento, tingido.
• Surgir: surgimento, surgido.
• Ágil: agilizar, agilidade.
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44 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
B) Baseando-se nas palavras apresentadas na seção, os alunos 
devem preencher o quadro com regras do emprego da 
letra G:
Usamos a letra G:
• nas palavras com a terminação -gem (ferrugem, 
garagem);
• nas palavras com a terminação -ágio, -égio, -ígio, 
-ógio e -úgio (pedágio, colégio, prestígio);
• em palavras derivadas de outras já escritas com G 
(fingir / fingimento).
Língua ativa  Página 74
Influência de outras línguas 
no português  Página 74
Professor(a), para introduzir o assunto, seguem algumas 
sugestões.
• Pergunte aos alunos: “No Brasil, falamos a Língua 
Portuguesa. Vocês sabem em quais outros países a Língua 
Portuguesa é falada?” (Utilizando um mapa-múndi, 
apresente os países onde a Língua Portuguesa é falada.)
• Comente com os alunos que o português falado no Brasil 
não é o mesmo falado em Portugal. Apesar de ser a mesma 
língua, há diferenças.
• Explique para os alunos que eles descobrirão algumas dessas 
diferenças por meio de uma brincadeira. Eles terão de 
adivinhar como são faladas, em Portugal, algumas palavras. 
Para isso, terão de observar as seguintes palavras (que 
deverão ser escritas na lousa):
hospedeira de bordo
casa de banho
bica
telemóvel
sandes
gelado
sumo
• Peça aos alunos que substituam, no texto a seguir, 
as palavras da Língua Portuguesa utilizadas no Brasil por 
aquelas utilizadas em Portugal.
Tatiana viajou para Portugal. Dentro do avião, perguntou 
para a aeromoça onde ficava o banheiro.
Depois, Tatiana ouviu uma mensagem pedindo que os 
passageiros desligassem o celular.
Chegando a Portugal, ela estava com muita fome. 
Foi a uma lanchonete e pediu um suco, um sorvete, um 
café e um sanduíche.
Hospedeira de bordo (aeromoça), casa de banho (banheiro), 
bica (café), telemóvel (celular), sandes (sanduíche), gelado 
(sorvete), sumo (suco).
Questão 01
Resposta: O caça-palavras resolvido fica assim:
C A B A C A X I C
A N U B B C I S R
P J K V H O N C P
I V L N I I D X I
M C A J U D F Z R
L E N R O N A T A
N A B X T A T U N
H V I S O D C O H
A D O A L E H L A
C A A T I C I P O
Questão 02
Resposta: Todas as palavras indígenas do caça-palavras 
nomeiam seres da natureza.
Comentário: Faça a leitura dos textos complementares para 
conhecer mais palavras indígenas. Acesse os links:
• http://www.dicionariotupiguarani.com.br/section/c/.
• http://pibmirim.socioambiental.org/linguas-indigenas.
Questão 03
Resposta:
A) Outro povo que influenciou a Língua Portuguesa com as 
palavras presentes na imagem foi o africano.
B) A resposta para essa atividade é pessoal, já que os alunos 
apresentam conhecimentos distintos. Verifique se eles estão 
consultando o dicionário corretamente e oriente-os, caso 
necessário.
Questão 04
Resposta:
A) Pessoal. Espera-se que os alunos reconheçam algumas 
palavras apresentadas no quadro, pois a maioria delas faz 
parte do dia a dia dos brasileiros. Discuta com os alunos 
seus significados.
B) Pessoal. Os alunos deverão apresentar, se souberem, outras 
palavras estrangeiras usadas pelos falantes do português. 
Outros exemplos que eles devem conhecer são: videogame, 
mouse, réveillon, top, etc.
C) Sale significa liquidação, promoção.
Comentário: Para se aprofundar no assunto, sugerimos a 
leitura dos textos presentes nos links a seguir:
• http://www.infoescola.com/linguistica/estrangeirismo/.
• h t t p : / /www.b ras i l e s co l a . com/ redacao /o -uso -
estrangeirismosuma-forte-influencia-entre-os-.htm.
• http://www.portugues.com.br/gramatica/tudo-que-voce-
precisa-saber-sobre-estrangeirismo.html.
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45Bernoulli Sistema de Ensino
Já aprendi!  Página 78
Professor(a), esse é o momento de testar o conhecimento dos 
alunos. Aproveite a seção para fazer uma revisão do conteúdo 
e solucionar as últimas dúvidas dos alunos.
Questão 01
Resposta: Na imagem, a palavra foi acentuada de forma 
incorreta, porque não acentuamos paroxítonas terminadas 
em E.
Questão 02
Resposta:
A) famosa – piso - tristeza – amorozo (amoroso) 
B) formosura – pesado – japoneza – beleza (japonesa)
C) lapizeira – certeza – improvisado – aviso (lapiseira)
D) fraqueza – casarão – esvasiar – azarado (esvaziar)
Questão 03
Resposta: Letra D. Todas são paroxítonas terminadas em I, IS.
Questão 04
Resposta:
estágio
privilégio
enferrujar
arranjo
berinjela
rabugento
geladeira
geada
varejista
vagem
majestade
cerejeira
Questão 05
Resposta:
A) Chuvosa; belíssimo; nublado; famosa; de terra; 
deslumbrados; tamanha;impecável; belas; impressionantes.
B) • Belíssimo: toda proparoxítona é acentuada;
• Café e até: são oxítonas terminada em E;
• Lá: é um monossílabo tônico terminado em A;
• Está: oxítona terminada em A;
• Impecável: paroxítona terminada em L.
Questão 06
Resposta:
• Amor de mãe: amor maternal
• Era de gelo: era glacial
• Problema de rim: problema renal
• Turno da manhã: turno matutino
• Dia de chuva: dia chuvoso
• Sorriso de anjo: sorriso angelical
Questão 07
Resposta:
A) • As palavras grafadas com S e que têm som de Z são: 
peso, blusa, caso, guloseimas, músicas e use.
• As palavras escritas com C, mas que têm som de S 
são: essencial, principalmente, merece, especiais e 
inesquecíveis. Há também palavras com Ç, como calça, 
distração, esqueça.
• As palavras grafadas com G e com J que apresentam 
o mesmo som são: surgir, viagem, trajeto e registro.
B) • Músicas: proparoxítona.
• Agradável: paroxítona terminada em L.
• Inesquecíveis: paroxítona terminada em ditongo oral 
seguido de S.
C) Flash é uma palavra de origem inglesa que significa clarão 
repentino e intenso, que produz iluminação para tirar 
fotografias em ambientes pouco iluminados.
Comentário: Professor(a), alguns alunos podem registrar a 
palavra “ajudar” na resposta. Isso porque, dentro do grupo 
de palavras em questão, ela de fato apresenta o mesmo som, 
entretanto, na relação entre o uso das letras G e J, antecedendo 
o “U”, essas letras não se confundiriam, pois apresentariam 
sons diferentes.
Questão 08
Resposta: O gênero textual guia de viagem é um texto que 
informa, instrui as pessoas sobre uma determinada localidade. 
Ele apresenta imagens, descrições de ambientes, informações 
turísticas, históricos de localidades, clima, gastronomia, 
mapas, etc.
Questão 09
Resposta: 
A) O menino não deixa que ninguém mexa nas mechas do 
seu cabelo. 
B) Depois de alisar e pintar a parede, só faltava instalar o 
alizar na porta da cozinha. 
C) O idoso precisava contratar uma costureira para coser e 
um cozinheiro para cozer. 
Comentário: Professor(a), aproveite para reforçar com os 
alunos que, uma vez compreendido o significado da palavra, de 
acordo com o contexto, muitas vezes podemos utilizar o recurso 
da associação para decidir qual letra devemos usar, como é 
possível verificar em: cozer ↔ cozinhar / coser ↔ costurar; 
alisar ↔ liso; mexa ↔ mexer; doze ↔ dez / dose ↔ dosar. 
Na palavra alizar vale lembrá-los de que nossa língua recebe 
influência de muitas outras e, nesse caso, mantemos o Z em 
função de sua origem na palavra árabe al-’izâr.
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46 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
CAPÍTULO – 3
A Ciência em nosso dia a dia
Página de abertura  Página 82
Professor(a), o título do capítulo é “A Ciência em nosso dia a 
dia”. A discussão científica é iniciada em torno do tema água 
e, a partir daí, contextualiza os objetivos pedagógicos que 
orientarão o estudo. Peça aos alunos que leiam e comentem 
a frase do filósofo Tales de Mileto: “Tudo é água”. Explore 
a ilustração de abertura pedindo aos alunos que observem 
atentamente a presença da ciência e da água (no suor dos 
homens, na lágrima da menina, como bebida, no picolé, no 
mar, na panela para cozinhar o milho, nas nuvens, no gelo 
do vendedor). Consulte na Internet ou em livros algumas 
curiosidades sobre o grego Tales de Mileto e fale um pouco 
sobre ele para os seus alunos.
Estimule a linguagem oral, a troca de experiências entre os alunos 
sobre seus conhecimentos acerca da água, da ciência em nosso 
dia a dia e sobre a última questão, que os prepara para o estudo 
do artigo de divulgação científica, gênero que será trabalhado 
no capítulo. Peça que os alunos deem exemplos de situações do 
cotidiano nas quais é possível perceber a presença da Ciência 
(num pão que mofa, na fermentação e na feitura de um pão, 
nos remédios que tomamos quando ficamos doentes, no motor 
do carro, na geladeira, etc.). O objetivo dessa seção é a coleta 
de conhecimentos prévios e a motivação para a leitura dos 
textos do capítulo. 
Antes de ler  Página 84
Esse é o momento de coleta de conhecimentos prévios. 
Incentive a troca de ideias e compartilhe as vivências: os alunos 
já ouviram dizer que água é fonte de vida? O que eles pensam 
a respeito disso? Retome a questão da presença da água em 
nosso dia a dia, pedindo novos exemplos. 
Texto 1 – Chega de mágoa
Peça aos alunos que façam uma leitura silenciosa da letra da 
música e depois reflitam sobre as várias utilidades da água. Se 
quiser ouvir a música com seus alunos, acesse o site https://
www.youtube.com/watch?v=hEYlDaVYhOc.
Por dentro do texto  Página 85
Questão 01
Resposta: A música é dirigida à água. É possível perceber 
isso nos versos “Água, dona da vida / ouve essa prece tão 
comovida”, em que um pedido é feito a ela, e “Te quero água 
pra beber”. 
Questão 02
Resposta: “Orvalho” significa chuvisco, garoa, vapor da água 
que se condensa forma gotículas, de manhã cedo e à noite, 
sobre qualquer superfície plana.
Questão 03
Resposta: De acordo com o texto, os locais onde há água em 
nosso planeta são no monte, no copo, na maré, no orvalho, 
na chuva.
Questão 04
Resposta: Os autores referem-se à água como se fosse um 
ser humano nos trechos seguintes: “vem como amiga” e 
“mulher amada”.
Questão 05
Resposta: “Chega de tanto penar”, no contexto da música, 
significa que é preciso água para acabar com tanto sofrimento, 
pois a água mata a sede das pessoas e da plantação. 
Questão 06
Resposta: Pessoal.
Comentário: Escute a opinião dos alunos sobre a questão. 
Enfatize a importância de elaborar uma justificativa completa 
para a opinião, e não só responder “porque sim” ou “porque não”. 
Aprendendo mais  Página 86
A seção apresenta o contexto em que a música “Chega de 
mágoa” foi criada. Esse é um bom momento para explorar o 
assunto da escassez de água no planeta e os impactos disso no 
mundo. Você pode sugerir aos alunos que façam uma pesquisa 
sobre a seca do Nordeste.
Antes de ler  Página 86
Ouça o que os alunos sabem sobre a questão: há mais terra 
ou água em nosso planeta? Alguns dados estatísticos podem 
ser passados para os alunos, tais como: a superfície da Terra 
tem 500 milhões de quilômetros quadrados; as terras emersas 
(ilhas e continentes) compreendem 149 milhões de quilômetros 
quadrados (o que equivale a 29% da superfície); e a água (na 
forma de oceanos, mares, rios, etc.) ocupa 361 milhões de 
quilômetros quadrados (o que equivale a 71% da superfície do 
planeta). Se possível, exiba alguns gráficos que mostrem essas 
proporções e também a proporção de água doce em relação ao 
total de água disponível. Na Internet, você poderá encontrar 
essas e outras informações. 
Texto 2 – Terra: Planeta Água?
Peça que os alunos façam a leitura silenciosa do texto. 
Em um segundo momento, oriente-os a dar um título para 
cada parágrafo do texto, de forma a sintetizar a ideia principal. 
Por dentro do texto  Página 88 
Questão 01
Resposta: 
A) Emersa: que deixou de estar submersa, debaixo d’água; 
que não está mergulhada.
B) Pastoso: que tem consistência de pasta, viscoso.
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Questão 02
Resposta: De acordo com o texto, podemos chamar nosso 
planeta de Planeta Água se levarmos em consideração apenas 
a superfície terrestre.
Questão 03
Resposta: O autor dirige a pergunta ao leitor do texto. 
Questão 04
Resposta: Pessoal. 
Comentário: Professor(a), deixe claro para o aluno o 
significado da palavra critério:
cri.té.rio [...] 1 Aquilo que serve de norma para julgar, 
decidir ou proceder. 2 Caracteres que servem para 
distinguir a verdade do erro. 3 Faculdade ou modo 
de apreciar, de distinguir, de conhecer a verdade. 
4 Raciocínio, juízo. 
Disponível em: http://michaelis.uol.com.br.Acesso em: 24 fev. 2016.
Socialize os nomes e apelidos dados ao planeta Terra e os 
critérios levados em consideração.
Questão 05
Resposta: O texto diz que a superfície do planeta Terra tem 
70% de água e 30% de terra. 
Questão 06
Resposta: “Ao considerarmos o volume da Terra, por exemplo, 
ela não poderá mais ser chamada de Planeta Água, pois não 
existe uma grande quantidade desse elemento em seu interior.”
Outras fontes  Página 89
O documentário Planeta Água mostra as belezas dos oceanos e a 
riqueza da nossa água, fonte de toda a vida na Terra. Tentando 
explicar os grandes mistérios naturais que cercam nosso planeta 
com belíssimas imagens magistralmente fotografadas, o filme 
reforça como é essencial que o ser humano aprenda a viver 
em harmonia com os nossos oceanos. A partir do filme, muitos 
outros temas podem ser explorados em sala de aula, tais como 
poluição e animais marítimos ameaçados, entre outros.
Por dentro do gênero  Página 90
Questão 01
Resposta: 
A) O assunto tratado no texto é a pertinência ou não em 
chamar o planeta Terra de “Planeta Água”. 
B) Seu público-alvo possivelmente é composto por crianças ou 
jovens, já que a linguagem e o conteúdo são bem acessíveis. 
C) O texto foi publicado no site www.escolakids.com.
D) O artigo de divulgação científica pode ter como tema um 
questionamento, uma curiosidade que deve ser respondida 
com argumentos científicos, já que a finalidade desse 
gênero é divulgar conhecimento. 
Comentário: Professor(a), explore o box explicativo sobre 
o artigo de divulgação científica. As respostas das questões 
devem ser socializadas.
Questão 02
Resposta: Os parágrafos do texto que contêm explicações 
e exemplificações sobre o assunto abordado são o segundo, 
o terceiro, o quarto e o quinto.
Questão 03
Resposta: A intenção do autor ao inserir esses “diálogos” é 
atrair a atenção e o interesse do leitor para o assunto abordado.
Questão 04
Resposta: O autor conclui que o nome dado ao planeta 
depende do critério selecionado.
Comentário: O box apresenta as partes principais de um 
gênero textual, um artigo de divulgação científica: introdução, 
desenvolvimento e conclusão. As informações contidas no 
box podem ser transformadas em um esquema, no caderno 
do aluno. 
Peça aos alunos que voltem ao texto 2 e, utilizando uma cor 
para cada parte, sublinhem a introdução, o desenvolvimento 
e a conclusão. 
Questão 05
Resposta: O autor faz uso de algumas palavras “do mundo 
da ciência”, tais como terras emersas, camadas internas da 
Terra, núcleo terrestre, volume interno do planeta, composição 
química e composição estrutural, e também faz uso de uma 
linguagem informal, por exemplo, “ouvimos por aí” e “viu só?”
Questão 06
Resposta: O autor utiliza no seu artigo uma linguagem 
informal, por seu público-alvo ser infantojuvenil, mas também 
faz uso de algumas palavras “do mundo da ciência”, por se 
tratar de um artigo de divulgação científica.
Questão 07
Resposta: Em um artigo de divulgação científica, a inclusão de 
dados numéricos tem a função de dar credibilidade ao texto. 
Produção textual  Página 92
Artigo de divulgação científica
A produção de texto no capítulo está dividida em partes. 
O objetivo é que o aluno perceba que só é possível escrever 
a partir do momento em que lemos sobre o assunto. Por isso, 
incentivar a busca e coleta de informações e orientar os alunos 
sobre o registro das ideias principais e fontes encontradas 
é fundamental. 
Se possível, faça com eles uma visita à biblioteca da escola ou 
até mesmo da cidade. Também é importante trabalhar com 
sua turma a ideia de que não só a Internet deve ser usada, 
mas também livros, revistas, artigos de revistas e jornais. 
Estipule um prazo para os alunos organizarem “sua coletânea”. 
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48 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Momentos na sala de aula para socializar o material coletado 
devem ser fixados. 
Peça aos alunos que guardem com cuidado “sua coletânea”, 
pois ela será muito útil em outro momento da produção, quando 
escreverão o seu próprio artigo de divulgação científica. 
Estudo da escrita  Página 93
Emprego de mas e mais  Página 93
Inicie a seção escrevendo no quadro a seguinte frase:
“Saber é importante, mas colocar em prática o conhecimento 
é ainda mais.” 
Destaque na frase as palavras “mais” e “mas”. 
Pergunte aos alunos se, além da diferença na grafia, essas 
palavras também apresentam diferentes significados. Peça a 
eles que substituam as palavras em destaque por outras de 
mesmo sentido. 
Questão 01
Resposta:
• contrário de menos, indicando intensidade, quantidade? 
Trecho B.
• oposição, podendo ser substituída por porém, contudo, 
entretanto, todavia, no entanto? Trecho A.
Comentário: Professor(a), peça mais exemplos de frases 
empregando as palavras “mas” e “mais” aos alunos e explore 
cada uma delas oralmente. 
Questão 02
Resposta: 
A) mas / mais
B) mais
C) mais
D) mais
E) mas
Questão 03
Resposta: Pessoal.
Comentário: Há várias possibilidades de respostas. Certifique-se 
de que as palavras “mas” e “mais” foram corretamente 
empregadas. Sugestão:
• Primeiro balão: Esse telescópio tem um alcance muito bom, 
mas as nuvens estão escondendo a Lua. 
• Segundo balão: Quando o céu está mais limpo, fica mais 
fácil enxergá-la. 
Pensando sobre...  Página 95
Propicie a troca de ideias e experiências entre os alunos sobre 
as questões propostas. A seção é uma boa ferramenta de 
conscientização dos alunos sobre a necessidade de perceber 
os avanços da ciência e seus impactos positivos e negativos. 
Portanto, professor(a), é importante ficar atento às respostas 
dos alunos para que não seja enfatizado apenas um ponto 
de vista. 
Outro aspecto a ser explorado é o infinito de possibilidades 
ainda não descoberto. Valorize a curiosidade, o esforço, 
o estudo, a pesquisa e a dedicação de inúmeras pessoas 
que, com seu trabalho científico, mudaram o mundo. Alguns 
cientistas podem ser estudados pelos alunos. 
Os links a seguir contêm textos que podem ampliar os 
conhecimentos sobre o tema:
• http://brasilescola.uol.com.br/quimica/grandes-cientistas.
htm.
• http://grandescientistasdahumanidade.blogspot.com.br/.
Produção textual  Página 95
Artigo de divulgação científica
Os alunos darão prosseguimento à produção de um artigo de 
divulgação científica. 
A partir das pesquisas realizadas anteriormente, os alunos 
deverão iniciar a produção do texto. Retome conhecimentos 
relacionados à sua estrutura (introdução, desenvolvimento 
e conclusão) e às características do gênero em questão. 
Peça aos alunos que façam a revisão do texto e, ao final, 
pense uma forma de compartilhar todos os artigos com 
a comunidade escolar. No link http://porvir.org/porfazer/ 
10-dicas-para-escrever-publicar-um-artigo-cientifico/, você 
poderá encontrar informações importantes que ajudarão na 
elaboração de seu plano didático.
Antes de ler  Página 97
A seção tem como objetivo preparar os alunos para a leitura do 
texto 3, um cartaz que divulga uma campanha pela economia 
de água. 
Muito se fala sobre crise. Converse com os alunos sobre o 
sentido da palavra “crise” quando se trata da água, a qual 
significa falta, escassez. 
“Economizar” água significa não a desperdiçar, fazendo uso 
responsável desse recurso. 
Texto 3 
Promova a leitura do texto 3 pedindo que os alunos observem 
atentamente a parte não verbal, que é apresentada por uma 
torneira acoplada ao planeta Terra, que está esvaziando. 
A torneira é a peça que permite escorrer a água ou impedir 
seu escoamento. Ao manter a torneira aberta por muito 
tempo ou desnecessariamente, estamos desperdiçando água e 
contribuindo para a sua escassez. No caso do cartaz, a água se 
esvai sem que seja utilizada, provocando seu esgotamento no 
planeta. A parte verbal do texto diz “Água é vida”, referindo-se 
à água como responsável pela manutenção de vida na Terra. 
Por dentro do texto  Página 98
Questão01
Resposta: 
A) Na parte não verbal, foram usados o planeta Terra com 
uma torneira fixada e pingando água. Dentro do planeta, 
a água está quase no fim. 
B) No texto, esses elementos significam que a água do planeta 
está acabando devido ao desperdício. 
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C) A parte verbal pede que se economize água, pois água é 
fonte de vida, e o desenho ilustra o desperdício, pois mostra 
uma torneira pingando e o planeta sendo esvaziado. 
Questão 02
Resposta: O cartaz quer passar para o seu público-alvo a 
mensagem de que se deve mudar de atitude em relação 
ao uso inconsciente da água, pois, se isso não acontecer, 
ela ficará indisponível para consumo. 
Por dentro do gênero  Página 98
Questão 01
Resposta: Pessoal.
Comentário: Professor(a), se achar pertinente, proponha 
aos alunos que eles tragam para a sala cartazes diversos 
(os postos de saúde, a prefeitura e outros órgãos possuem 
vários). É interessante compará-los de acordo com seus 
objetivos, seu público-alvo, o assunto, a parte verbal e não 
verbal. Deixe que os alunos relembrem e comentem sobre os 
cartazes já vistos por eles. Em que locais eles estavam? O que 
lhes chamou a atenção?
Depois, leia as informações do box e comente-as com 
os alunos. 
Questão 02
Resposta: A finalidade do cartaz lido é conscientizar as pessoas 
sobre o uso da água. 
Questão 03
Resposta: A linguagem não verbal no cartaz complementa e 
facilita o entendimento da mensagem e do assunto do texto. 
Sem ela, o texto não seria tão impactante. 
Questão 04
Resposta: Em um cartaz, a linguagem verbal deve ser clara e 
objetiva porque a mensagem deve ser rapidamente entendida. 
Produção textual  Página 99
Cartaz
A seção propõe a produção de cartazes sobre o consumo 
consciente da água. Na Internet, há vários exemplos de cartazes 
abordando a água e o desperdício. Eles podem ser vistos para 
servir de exemplo e motivar os alunos para a confecção de 
seus próprios cartazes. 
O objetivo é que os alunos vejam o maior número de cartazes 
possível e comparem-nos levando em conta a finalidade, 
a estrutura, a linguagem, a parte verbal e não verbal. Faça-os 
perceber que há cartazes para inúmeros fins: de rua, 
de interiores, de função informativa e apelativa, políticos, 
entre outros. Mas há semelhanças entre eles em sua estrutura: 
título que atrai o leitor, com letras e cores chamativas, presença 
da linguagem não verbal e verbal (com predomínio, geralmente, 
da não verbal). 
Divida a turma em trios para o primeiro passo: planejar o 
cartaz (abordagem do tema, parte verbal e parte não verbal). 
Isso pode ser feito em um dia, e a segunda parte, em outro. 
Para a produção do cartaz, reúna novamente os trios e distribua 
os materiais necessários. Enquanto os alunos produzem 
o cartaz, circule pela sala dando orientações e intervindo, 
se necessário, nos possíveis conflitos. 
Depois de tudo pronto, cada trio avaliará e revisará o cartaz 
produzido. A tabela de revisão do livro apresenta os aspectos 
que devem ser avaliados. Se necessário, peça alterações. 
Os cartazes produzidos pelos trios serão usados na exposição 
oral no capítulo. 
Aprender é divertido!  Página 101
Essa seção ensina como fazer um filtro caseiro. É interessante 
que os alunos façam esse experimento na escola para 
compartilhar com os colegas e com você as impressões sobre 
a atividade. É comum uma reação de encantamento e surpresa 
ao ver a água saindo limpa da garrafa. Se for possível, proponha 
um diálogo com as aulas de Ciências, estabelecendo conexões 
com o que eles aprenderam sobre a água e seu consumo 
consciente no início do ano. É muito importante reforçar que 
essa água não pode ser ingerida! Essa filtragem retira apenas 
a sujeira visível da água, mas não impede que agentes nocivos 
à saúde invisíveis a olho nu permaneçam nela. Essa água, 
entretanto, pode ser reaproveitada em outras situações, como 
regar as plantas. 
Outras fontes  Página 102
O site indicado traz inúmeros textos sobre a temática da 
água, sobre seus usos, consumos e orientações para evitar 
o desperdício desse recurso. Incentive os alunos na busca de 
outras fontes de pesquisa. Ensine-os a registrar as principais 
informações e suas respectivas fontes.
Na ponta da língua  Página 102
A proposta da seção é de uma apresentação, feita em grupo, 
a partir de uma pesquisa. 
O site indicado é sugerido, mas outras fontes confiáveis devem 
ser consultadas. Divida a turma em 5 grupos e distribua 
os assuntos. 
Cada grupo fará a pesquisa e registrará as ideias principais, 
que deverão ser organizadas em forma de esquema e em 
uma cartolina. 
As principais ideias serão expostas por um membro do grupo 
para toda a turma. 
Professor(a), organize o prazo para cada etapa do trabalho 
e estipule o dia da apresentação dos grupos. Enfatize a 
importância da postura, do tom de voz e da gentileza durante 
a exposição oral dos trabalhos tanto por parte do relator 
quanto por parte da plateia, que deve colaborar com o expositor. 
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50 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Estudo da língua  Página 104
Grau superlativo do adjetivo  Página 104
Inicie o trabalho escrevendo no quadro as seguintes frases:
Clara tem um trabalho importante para fazer.
Clara tem um trabalho muito importante para fazer.
Clara tem um trabalho importantíssimo para fazer.
Pergunte aos alunos qual é a classe gramatical da palavra 
“importante” (adjetivo).
Pergunte, em seguida, se, na segunda frase, a intensidade 
da palavra “importante” foi modificada, com o acréscimo da 
palavra “muito”. Espera-se que os alunos respondam que sim. 
Depois, pergunte a eles qual é o sentido da palavra 
“importantíssimo”. 
Ao final, lembre aos alunos que os adjetivos podem ser 
flexionados em grau, assim como os substantivos. Eles 
já aprenderam esse conteúdo nos capítulos anteriores da 
coleção. Agora, eles aprenderão o grau superlativo do adjetivo. 
A palavra “superlativo” exprime uma qualidade num grau muito 
elevado ou mais elevado.
Questão 01
Resposta: 
A) Quando Davi diz que a água é o nosso bem mais precioso, 
ele quer dizer que, de todos os bens, a água é o mais 
precioso. Se ele dissesse apenas “A água é o nosso bem 
precioso”, o efeito não seria o mesmo, uma vez que indica 
que a água seria o único bem precioso que existe. 
B) A palavra “muito” na frase enfatiza a importância de 
evitarmos o desperdício. 
Comentário: Leia as informações do box no livro do aluno e 
comente-as. 
Questão 02
Resposta:
Adjetivo Grau superlativo 
analítico
Grau superlativo 
sintético
Lindo Muito lindo Lindíssimo
Belo Muito belo Belíssimo
Perfeito Muito perfeito Perfeitíssimo
Fácil Muito fácil Facílimo
Difícil Muito difícil Dificílimo 
Comentário: Na lousa, faça uma lista com outros adjetivos e 
peça que os alunos deem o grau superlativo analítico e o grau 
superlativo sintético deles. 
Questão 03
Resposta: Há inúmeras possibilidades de frases. Certifique-se 
de que os alunos utilizaram as palavras “pequeníssimo” e 
“espertíssimas” nas frases. 
Questão 04
Resposta: O exercício propõe o inverso dos outros: a partir da 
flexão no grau superlativo, o aluno deverá descobrir o adjetivo. 
A) Agradável.
B) Doce.
C) Horrível.
Comentário: A partir dessa ideia, faça um jogo com toda a 
turma. Divida a turma em dois grupos e distribua pedaços de 
papel para cada aluno. Metade da turma escreverá um adjetivo 
em seu grau normal, e a outra metade escreverá adjetivos no 
grau superlativo sintético. Recolha, depois, as fichas e comece 
a brincadeira. Apresente uma ficha para cada aluno, que deverá 
responder corretamente: se a ficha apresentar o adjetivo no 
grau normal, o aluno deverá falar seu superlativo sintético, 
se a ficha apresentar o superlativo sintético, o aluno deverá 
falar o adjetivo emseu grau normal. Quem acertar ganha um 
ponto para a sua equipe no placar. 
Questão 05
Resposta: 
• Feliz: felicíssimo 
• Frio: friíssimo e frigidíssimo 
• Frágil: fragílimo
• Nobre: nobilíssimo
• Cheio: cheíssimo
• Amável: amabilíssimo
Comentário: Professor(a), aproveite a ideia do exercício e faça, 
no quadro, outros exercícios envolvendo outros casos especiais 
de superlativo absoluto sintético dos adjetivos. 
Questão 06
Resposta: 
A) melhor.
B) pior.
C) maior.
D) menor.
Estudo da escrita  Página 107
Mal, mau, bem, bom  Página 107
As palavras “mal”, “mau”, “bem” e “bom” são trabalhadas na 
seção. 
Você pode incentivar os alunos a praticar o uso dessas palavras 
por meio de um jogo virtual, presente em http://www.manm.
com.br/jogo_empregodemau.html. 
Depois do jogo, no caderno, registre as conclusões sobre o 
emprego das palavras. 
Questão 01
Resposta: mau: bom / mal: bem
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51Bernoulli Sistema de Ensino
Questão 02
Resposta: Pode-se concluir que usamos “mau” quando nos 
referimos ao contrário de bom e usamos “mal” quando nos 
referimos ao contrário de bem. 
Questão 03
Resposta: Pessoal.
Comentário: Professor(a), verifique se os alunos empregaram 
corretamente os termos e incentive-os a socializar suas 
respostas com a turma. 
Questão 04
Resposta: 
A) A mãe achou que a roupa ficou mal lavada. 
B) Ana mal entendeu o que Ricardo perguntou e foi logo 
respondendo.
C) Quem desperdiça água não é mau, apenas precisa aprender 
como utilizá-la corretamente.
D) O mau exemplo não deve ser seguido.
E) O atleta se saiu mal na competição.
F) O mau humor é contagiante.
G) Eliane passou mal durante a noite e levantou tarde.
H) Por ser um mau aluno, o menino não estudou para 
a avaliação.
I) O voo atrasou por causa do mau tempo. 
J) Wilson ouve mal, por isso, fale mais alto.
Questão 05
Resposta: Preciso urgentemente escovar os dentes, pois estou 
com mau hálito.
Produção textual  Página 109
Professor(a), a primeira parte dessa atividade é a realização 
de uma pesquisa sobre “O saneamento básico no Brasil”. 
Você poderá solicitar a pesquisa como dever de casa, e o 
aluno registra no caderno as principais informações sobre o 
assunto. Ele também deverá encontrar imagens relacionadas 
para complementar as informações coletadas. É fundamental 
que as fontes de pesquisa sejam anotadas.
Retome a leitura dos textos do capítulo do livro que abordam 
o tema “água”.
Durante a aula, o aluno deverá escrever o seu texto em uma 
folha avulsa respeitando a norma-padrão da língua.
O aluno deve ser orientado a expressar seu ponto de vista, com 
argumentos bem fundamentados sobre o assunto abordado 
na produção.
Agende uma roda de conversa sobre o tema da produção em 
que os alunos deverão ler suas produções e debaterem sobre 
o tema.
Estudo da escrita  Página 111
Emprego de onde e aonde  Página 111
Professor(a), inicie o estudo do emprego de “onde” e “aonde” 
por meio do jogo disponível em http://www.manm.com.br/
jogo_comoempregarondeeaonde.html.
Após o jogo, registre as conclusões da turma.
Faça as atividades propostas no livro do aluno. 
Questão 01
Resposta: 
A) O rio nasce na serra.
B) A palavra “onde” expressa o sentido de local. 
C) o rio chega na foz.
D) A palavra “aonde” expressa o sentido de movimento. 
Questão 02
Resposta: 
Frases Onde Aonde
Não sei ______ você quer chegar. X
Vou rever a cidade _____ nasci. X
_____ você quer ir? X
Informe _____ Eduardo está. X
_____ a Aninha mora? X
Deixei meu celular aqui, mas não sei ____. X
_____ você está? X
As férias aconteceram no mesmo local _____ 
fomos no ano passado.
X
Questão 03
Resposta: Pessoal. Sugestão: 
A) Aonde você foi? 
B) Onde fica o seu curso de inglês?
Já aprendi!  Página 113
Questão 01
Resposta: 
A) O tecido é de algodão, planta que recebe muitos agrotóxicos; 
o corante azul é derivado de petróleo; o aspecto desgastado 
do tecido é obtido pelo uso de substâncias químicas 
perigosas e poluentes.
B) As aspas foram usadas para indicar a fala do diretor- 
-superintendente Fernando Pimentel. 
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52 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
C) Sugestão de resposta para o esquema:
O 
desenvolvimento 
apresenta:
Comparações, 
argumentos, 
dados estatísticos 
que comprovem 
o ponto de vista 
do autor.
Artigo de 
divulgação 
científica
A conclusão 
apresenta:
Uma solução, o ponto 
de vista final do autor.
A 
introdução 
apresenta:
O assunto 
que será 
desenvolvido 
no texto.
Tem como 
finalidade: 
Divulgar 
conhecimentos.
D) “Vestir consciente” significa que mesmo atitudes simples, 
como vestir uma roupa, devem primar pelo equilíbrio entre 
satisfação pessoal, preservação do planeta e bem-estar 
social. 
Comentário: Professor(a), mais informações sobre o ato 
de “vestir consciente” podem ser encontradas em http://
nossacausa.com/vestir-consciente-com-o-instituto-ecotece. 
Questão 02
Resposta: Letras A, D e E. 
Comentário: Corrigidas, as outras frases ficam da seguinte 
maneira:
B) Ela tinha muito, mas queria mais.
C) Felipe foi aonde seus amigos queriam ir.
F) João entendeu mal suas palavras.
Questão 03
Resposta: Letra B. 
Questão 04
Resposta: O adjetivo “moderno” no grau superlativo 
analítico é “muito moderno” e no grau superlativo sintético 
é “moderníssimo”.
Questão 05
Resposta: As frases completadas com mau ou mal ficariam 
assim:
A) O mau pensamento deve ser evitado.
B) “Antes só do que mal acompanhado.”
C) O mal do século é a violência.
D) O mau uso do computador foi a causa do seu estrago.
Questão 06
Resposta:
A) • No cartaz, a vida é representada por um coração feito 
de água.
• A palavra “sede”, no cartaz, tem o sentido de 
necessidade.
• A vida tem sede de economia de água durante o banho 
e de não deixar a torneira pingando.
B) O cartaz tem a finalidade de ensinar as pessoas sobre o 
uso consciente da água, evitando o desperdício. 
C) Há possibilidades diversas de respostas, entre elas separar 
um copo para cada integrante de uma casa, evitando 
que se sujem muitos copos; reaproveitar a água das 
chuvas; etc.
D) O cartaz apresenta texto verbal (claro e objetivo) e texto 
não verbal, além de mencionar os responsáveis por 
sua produção.
Questão 07
Resposta: 
A) Sim, a palavra “onde” foi empregada corretamente no texto, 
pois o personagem Armandinho pergunta a localização das 
cenouras sem sugerir a ideia de movimento.
B) Armandinho pensou que as cenouras tinham sido enterradas 
porque ele provavelmente não sabia que elas nascem 
embaixo da terra. 
Questão 08
Resposta: No primeiro balão, usa-se a palavra “mais”, por se 
tratar de uma quantidade. No segundo balão, usa-se o termo 
“mas”, que indica oposição e pode ser substituído por “porém”, 
e a palavra “onde”, indicativa de lugar. 
Questão 09
Resposta: O quadro com os elementos da notícia ficará assim:
O que foi 
descoberto?
Minerais que indicam a presença de 
água.
Quando? Em 2008.
Onde? No planeta Marte.
Como?
Pela sonda Mars Phoenix Lander, que 
detectou os minerais e fotografou 
materiais.
Qual a importância 
da descoberta?
A disponibilidade de água em Marte 
é importante para que o ser humano 
possa viajar até lá um dia. 
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53Bernoulli Sistema de Ensino
CAPÍTULO – 4
É de arrepiar!
Página de abertura  Página 120
Inicie o capítulo pedindo que os alunos observem atentamente 
as páginas de abertura e o título. Explore o texto não verbal 
enfatizando os elementos apresentados (Lua cheia, casarão 
abandonado, árvore sem folhas, noite escura, sombras, 
rua abandonada, vulto, teia de aranha) e a relação deles com o 
título do capítulo. O que eles imaginam que o capítulo abordará? 
Depois, peçaque os alunos leiam a frase de Hitchcock: “Sempre 
faça a plateia sofrer o máximo possível”. O que ela significa? 
É possível que eles falem que, diante do suspense de não 
saber o que vai acontecer, a plateia sofre com a ansiedade. 
Também é possível que o aluno comente que, diante de 
algo que lhe dá medo, ele começa a correr. Discuta as 
questões com toda a turma. É importante que os alunos 
percebam que todas as pessoas sentem medo de alguma 
coisa. Deixe que eles contem sobre seus medos. Peça-lhes 
que deem exemplos de situações do cotidiano nas quais 
é possível perceber a presença do suspense e do medo. 
Também é interessante fazer uma “tempestade cerebral”, quando 
cada aluno falará uma palavra que, para ele, simbolize o medo, 
e as palavras serão anotadas no quadro. O objetivo é a coleta 
de conhecimentos prévios e a motivação para a leitura dos 
textos do capítulo.
Antes de ler  Página 122
Rua escura. Passos. Medo. Nesse momento os alunos irão expor 
suas ideias acerca do texto que lerão e as suas hipóteses sobre 
os acontecimentos que são compatíveis com um cenário como 
o apresentado. O objetivo da seção é preparar os alunos para 
a leitura do primeiro texto, “A máquina infernal”. Incentive a 
troca de ideias sobre as questões propostas na seção. 
Texto 1 – A máquina infernal
Peça que os alunos façam uma leitura silenciosa do texto. 
Em seguida, faça algumas perguntas que atestem o 
entendimento do texto pelas crianças, tais como:
• Que máquina infernal seria essa?
• O texto apresenta várias passagens em que as reticências 
foram empregadas. Qual seria a função disso?
• Há momentos do texto em que os alunos perceberam maior 
tensão? Quais?
• O texto começa de uma forma inusitada (pelo fim). O que 
esse recurso provoca no leitor?
Proponha a leitura oral do texto e peça aos alunos que os 
parágrafos sejam numerados. 
Você pode propor aos alunos que destaquem, com lápis de cor, 
as partes do texto nas quais o narrador relata situações em 
que sentiu medo. 
Outras fontes  Página 124
Incentive a leitura dos livros de autores de narrativas de 
suspense e enigma, entre eles, Stella Carr. Proponha uma 
visita à biblioteca da escola ou a troca de livros entre os alunos. 
A biografia da autora também pode ser pesquisada. Explore 
os títulos dos livros sugeridos na seção. Todos eles remetem a 
narrativas de suspense. 
Por dentro do texto  Página 124
Questão 01
Resposta: Letra B.
Questão 02
Resposta: Letra D. 
Questão 03
Resposta: O narrador-personagem sentiu-se “gelado até os 
ossos” porque percebeu que havia viajado no tempo, pois ele 
vivia em outra época até então.
Comentário: Professor(a), a questão exige uma inferência do 
aluno, ou seja, a resposta será deduzida por meio das pistas 
do texto, já que ela está nas entrelinhas. Se necessário, ajude 
a turma a perceber essas pistas, tais como o estranhamento 
diante do ano 1943 e o fato de o narrador dizer que seu 
perseguidor se parece com um ator dos anos quarenta. 
Questão 04
Resposta: 
A) O personagem espera algum movimento do seu quase 
assassino. 
B) As reticências no final do trecho indicam a mudança de 
situação. O que estava sendo narrado é interrompido, 
e outra situação começa a ser narrada. 
Comentário: Converse com os alunos sobre o uso das 
reticências em outras circunstâncias, como para indicar a 
interrupção da fala ou do pensamento, para citações de outra 
autoria ou para enfatizar determinada palavra em textos. 
Questão 05
Resposta: Pessoal. Possivelmente, havia dentro da misteriosa 
caixa uma máquina do tempo, porque, após abrir a caixa, 
o narrador-personagem é transportado para outro local e 
outro tempo. 
Comentário: A questão é de opinião do aluno, mas a partir 
do texto lido. Portanto, socialize as opiniões diferentes, 
mas procure fazer com que os alunos percebam se determinada 
opinião está dentro ou fora do contexto do texto. 
Questão 06
Resposta: De acordo com o trecho, a expressão em destaque 
significa que o homem tinha cara de assassino e que, portanto, 
saberia usar a faca para matar o narrador-personagem. 
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54 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Questão 07
Resposta: Na narrativa, revela-se como tudo aconteceu. 
Comentário: Relembre com os alunos os elementos da 
narrativa, trabalhados no capítulo 1 da Coleção (situação inicial, 
conflito, clímax e desfecho). 
Por dentro do gênero  Página 126
Questão 01
Resposta: O narrador do texto é narrador-personagem, 
porque ele mesmo narra uma história acontecida com ele. 
Comentário: Os tipos de narrador já foram trabalhados com 
os alunos no capítulo 1 dessa Coleção. Se necessário, retome 
os conceitos. 
Questão 02
Resposta: Uma passagem descritiva do texto pode ser: 
“Com o coração aos pulos, quase saltando pela boca, procuro 
um canto onde possa me esconder. Encontro um vão estreito, 
ao lado de uma porta. Mal dá para uma pessoa, mas eu entro 
ali e fico imóvel, protegido pela sombra”.
Comentário: Relembre com os alunos o que é uma descrição: 
narração de maneira detalhada. O texto apresenta várias 
passagens descritivas, já que a narrativa de suspense ou 
enigma utiliza a descrição como recurso, com a função de criar 
uma atmosfera de mistério para o leitor. 
Questão 03
Resposta: Os elementos do texto que criam o clima de mistério 
são vários. Entre eles, estão a caixa misteriosa, a perseguição 
ao narrador-personagem, o cenário e a data diferente.
Questão 04
Resposta: O texto apresenta apenas o diálogo entre o homem 
que trouxe a máquina e o narrador-personagem. Os verbos 
estão ora no passado, ora no presente, já que o narrador relata 
fatos acontecidos com ele antes e durante a narração. 
Questão 05
Resposta: Palavras ou expressões que causam tensão no texto: 
rua escura, passos, em perigo, morto de medo, perseguidor, 
me apavoro, com o coração aos pulos, entre outros.
Comentário: Leia as informações do box sobre os tipos de 
discurso. Releia com eles o texto observando as falas dos 
personagens.
Questão 06
Resposta: Trechos que podem ser sublinhados de vermelho: 
“– Por favor, me ajude! Eles estão atrás de mim.” Ou “– Esconde 
isso, não deixe que eles peguem! Seria uma tragédia para todo 
mundo, seria o fim da paz...”
Trecho que pode ser sublinhado de azul: “Isso não faz sentido!”
Comentário: Professor(a), como o texto é narrado em primeira 
pessoa, é preciso que haja um olhar mais atento na leitura do 
texto para que a narração dos fatos não seja confundida com o 
discurso indireto. Reforce para os alunos que o discurso indireto 
ocorre quando o narrador descreve a fala do personagem, 
quando ele apresenta a fala ou o pensamento do personagem. 
Questão 07
Resposta: Falou e disse.
Comentário: Observe com os alunos que o primeiro verbo 
(falou) vem acompanhado com a indicação do comportamento 
do personagem: o personagem “falou assustado”. Isso permite 
que seja dada à fala as características do tom do discurso. 
Questão 08
Resposta: 
Introdução: Um homem está sendo perseguido na rua e procura 
um lugar para se esconder.
Desenvolvimento: Escondido, ele se lembra de que, antes desta 
situação que está vivendo, um estranho apavorado invadiu 
seu escritório e deixou com ele uma caixa. Ao abrir a caixa, 
tudo se apagou e o homem se encontrou ali, fugindo de um 
possível assassino. 
Desfecho: O homem se dá conta de que está no passado, 
em 1943.
Produção textual  Página 128
Os direcionamentos para a produção de texto estão 
especificados no livro do aluno. A ideia é criar um desfecho 
(dois ou três parágrafos) para o texto “A máquina infernal”. 
Antes da escrita, crie espaço para que os alunos relatem 
suas ideias aos colegas. Alguns aspectos do texto devem ser 
mantidos durante a produção, tais como o foco narrativo, 
a atmosfera de suspense e o emprego das reticências. 
Após a escrita do texto, oriente os alunos sobre a revisão, 
utilizando o quadro do livro do aluno. As produções devem ser 
valorizadas esocializadas entre os alunos. 
Estudo da língua  Página 129
Verbo (pessoa, número, 
tempo verbal)  Página 129
Professor(a), nessa seção, o tempo dos verbos será trabalhado. 
Leia as informações do livro do aluno. Registre, no caderno, 
uma síntese do que foi abordado. Proponha a resolução 
das atividades. Na atividade que introduz o assunto, os alunos 
devem marcar “ação”.
A seguir, há a listagem de alguns sites de jogos que abordam 
o conteúdo: 
• Em http://escola.britannica.com.br/jogos/GE_3_11/index.
html, por meio de um jogo de memória virtual, os alunos 
encontram o passado, o presente e o futuro dos verbos. 
• No jogo presente no link http://www.smartclass.com.br/
viagem_-_verbos_14.html, é proposta uma viagem com 
os verbos. 
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55Bernoulli Sistema de Ensino
Questão 01
Resposta: 
A) Eu (1ª pessoa do singular).
B) O verbo “fechei” está no passado / pretérito.
C) Pessoal.
Comentário: Propicie a troca de ideias acerca da questão. 
Socialize as respostas. A partir da resposta dos alunos, 
apresente as pessoas do verbo. Oriente-os a registrar no 
caderno esse conceito. 
Questão 02
Resposta: 
A) 
Pessoa Número Tempo
ajude 3ª pessoa singular presente
estão 3ª pessoa plural presente
 Comentário: Professor(a), o verbo “ajude” está no modo 
imperativo, na terceira pessoa do singular (ajude ele). 
Porém, quando o narrador-personagem diz “me ajude!”, ele 
direciona o pedido a alguém que seria a segunda pessoa 
(com quem se fala). Por esse motivo, consideramos que, 
com essa segunda pessoa, deve-se usar o pronome de 
tratamento “você”.
 Explique aos alunos que “você”, embora não seja um 
pronome pessoal, é usado como um pronome de segunda 
pessoa, mas deve vir acompanhado de verbo na terceira 
pessoa.
B) 
Pessoa Número Tempo
parou 3ª pessoa singular passado
falou 3ª pessoa singular passado
 Comentário: Professor(a), leia a informação do box. 
Se necessário, faça exercícios similares utilizando outras 
frases do texto.
Questão 03
Resposta: 
A) Criamos coragem e nos aproximamos da mesa. 
B) Criou coragem e se aproximou da mesa. 
C) Criaram coragem e se aproximaram da mesa. 
D) Crio coragem e me aproximo da mesa. 
E) Criarei coragem e me aproximarei da mesa.
F)
Na frase, o verbo está flexionado:
Pessoa Número Tempo
PassadoSingularPrimeira
Aprender é divertido!  Página 132
As instruções estão especificadas no livro do aluno. A proposta 
é que, por meio da mímica, as crianças representem verbos 
que devem ser adivinhados pelos colegas. 
O objetivo é familiarizar o aluno com as formas verbais de uma 
maneira lúdica e simples. 
Estudo da língua  Página 133
Uso de pontuação e expressividade  Página 133
A seção trabalha a pontuação. Faça a leitura do texto 
destacando a importância da pontuação para a construção de 
sentido do texto. 
Uma atividade interessante é apresentar aos alunos um texto 
sem pontuação, para que eles percebam sua importância em 
um texto escrito. 
Peça-lhes para fazer as atividades no caderno e depois trabalhe 
as questões do livro do aluno.
Questão 01
Resposta: 
A) Na placa, está sendo proibido o comércio ambulante sem 
alvará.
B) O comércio ambulante sem alvará está sendo proibido no 
município.
C) É expressamente proibido o comércio ambulante, 
neste município, sem alvará. 
Questão 02
Resposta: A imagem faz referência ao ditado popular “Com a 
faca e o queijo na mão”, que apresenta o sentido de uma pessoa 
que está com todas as circunstâncias a seu favor.
Comentário: Converse com os alunos sobre o que é um 
ditado popular: sentenças ou frases, muitas vezes de autoria 
desconhecida, que expressam uma ideia baseada no senso 
comum de determinada cultura. Professor(a), se achar 
interessante, liste os ditados populares conhecidos pelos 
alunos e discuta o seu sentido. Outra ideia interessante 
é buscar a origem desses ditados populares. O site 
http://tokdehistoria.com.br/2013/10/03/ditados-populares-e-
seus-significados-ii/ apresenta alguns significados para ditados 
populares.
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56 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Questão 03
Resposta: As aspas na palavra “engraçadinho” dão a ela um 
tom de ironia. 
Comentário: Se necessário, retome o conceito de paródia, 
trabalhado no capítulo 1, com os alunos. 
Questão 04
Resposta: Na carta, a vírgula separa duas informações 
diferentes: o local (a cidade) e a data. 
Questão 05
Resposta: As vírgulas foram usadas com a função de separar 
elementos de uma lista. No caso, elas foram usadas para 
separar as coisas que terão na festa.
Questão 06
Resposta: 
A) “está chegando o momento do ano que a gente mais 
esperava, o Halloween!” A explicação (o Halloween) se 
refere ao momento esperado.
B) Há duas ocorrências: “Finalmente, está chegando o 
momento [...]” e “Naquele dia, você estava todo cheio de 
coragem [...]”.
C) Na frase, foi suprimida a palavra “estava”.
Questão 07
Resposta: As aspas indicam ironia.
Questão 08
Resposta: 
A) a.C.
B) av.
C) adj.
D) dr.
E) jr.
F) mat.
Comentário: Professor(a), proponha aos alunos que procurem, 
em um dicionário, a seção referente às abreviaturas. Peça 
que observem a presença do ponto em cada uma delas. 
Depois, registre uma conclusão no caderno e peça que listem 
outros exemplos. 
Questão 09
Resposta: Ao substituir o ponto de interrogação pelo ponto-final, 
as frases perderam o sentido de pergunta, sendo transformadas 
em afirmativas. 
Questão 10
Resposta: 
A) Na frase “Estou em perigo, morto de medo, e nem ao 
menos conheço este lugar!”, o ponto de exclamação indica 
desespero.
B) Na frase “Foi simplesmente como se eu tivesse sido... 
apagado!”, o ponto de exclamação indica surpresa. 
C) Na frase “E eu nunca soube francês!”, o ponto de exclamação 
indica espanto.
Questão 11
Resposta: As funções das reticências no primeiro quadrinho 
são descritas a seguir: no início, indicam que algo havia sido 
dito anteriormente; no segundo momento, enfatizam a palavra 
sucessiva a elas; e, no terceiro momento, indicam a continuação 
da fala do personagem.
Questão 12
Resposta: A função do trecho entre travessões é explicar onde 
o personagem estava.
Questão 13
Resposta: O diálogo da tirinha utilizando travessões fica assim:
– E quando eu dei por mim, havia fogo por todos os lados, 
e então... PUF! Eu morri! Foi um acidente horrível!
– E você, amiguinho? Como você morreu? – perguntou 
Penadinho a uma árvore. 
A árvore respondeu:
– Do mesmo jeito! Mas no meu caso, não foi acidente nenhum!
Questão 14
Resposta: Nesse caso, a função dos parênteses é indicar as 
datas de nascimento e morte do autor da frase. 
Comentário: Professor(a), elabore com os alunos uma síntese 
sobre o emprego dos sinais de pontuação. Peça-lhes para 
registrar o resumo no caderno por meio de um esquema ou 
quadro conclusivo. 
Antes de ler  Página 140
Nesse momento, o aluno criará hipóteses para o texto a ser lido. 
Valorize as diferentes ideias surgidas. O objetivo é preparar os 
alunos para a leitura do texto 2. 
Há alunos que se impressionam com histórias de assombração. 
Evite que as crianças contem casos impactantes e mantenha 
um clima de tranquilidade na sala. 
Converse com os alunos sobre o que é um caixeiro-viajante: 
uma profissão antiga, de uma pessoa que vende produtos fora 
de onde eles são produzidos. Antigamente, quando não havia 
a facilidade do transporte entre cidades, os caixeiros-viajantes 
eram a única forma de transportar produtos entre diferentes 
regiões fora das grandes cidades.
Texto 2 – O baile do caixeiro-viajante
Peça a leitura silenciosa do texto e, depois, sua leitura oral. Se 
achar necessário, compartilhe com seus alunos informações 
sobre o autor. 
Por dentro do texto  Página 144
Questão 01
Resposta: O narrador do texto é narrador-observador porque 
ele relata um fato acontecido com outra pessoa,do qual ele 
não participa. 
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57Bernoulli Sistema de Ensino
Questão 02
Resposta: A cidade onde acontece o fato é caracterizada 
em algumas passagens: “Numa cidade pequena do interior o 
baile é sempre um grande acontecimento.”; “Cidade pequena, 
sem muitos atrativos, o que se poderia fazer à noite para 
distração?”; “Na rua, no largo da matriz, em todo lugar, 
interrogava sobre a moça e nada.”; “Numa cidade pequena 
todo mundo se conhece, todos sabem da vida de todos, 
todos se controlam, vigiam-se uns aos outros.”; “Em poucos 
minutos estavam os dois subindo a ladeira que levava ao 
afastado cemitério da cidade.”
Questão 03
Resposta: O destaque refere-se ao fato de que o momento 
inesquecível da vida do caixeiro-viajante aconteceria no baile. 
Questão 04
Resposta: O sentido da expressão em destaque no trecho é 
estar muito emocionado, com o coração batendo forte. 
Questão 05
Resposta: O personagem se dirige a ele mesmo ao fazer essa 
pergunta, como se estivesse conversando sozinho. 
Questão 06
Resposta: 
A) No trecho, a palavra em destaque não representa o verbo 
“deixar”. Nesse caso, a palavra “deixa” tem o sentido de 
pretexto, chance para fazer algo. É um substantivo.
B) Dito ou gesto, propositado ou não, de que alguém se vale 
para fazer ou dizer alguma coisa.
Questão 07
Resposta: As descrições do texto sugerem que o velho também 
era um fantasma. 
Comentário: Professor(a), essa é uma questão de inferência. 
Por essa razão, pode ser que algum aluno tenha maior 
dificuldade em chegar à resposta. Oriente-o a partir das pistas 
do texto. 
Questão 08
Resposta: O fato que comprovou ao caixeiro-viajante que 
Marina era a mesma moça com quem havia dançado no baile 
foi encontrar seu sobretudo no túmulo da moça.
Por dentro do gênero  Página 146
Questão 01
Resposta:
A) O caixeiro-viajante chega à cidadezinha a trabalho e fica 
sabendo do baile que aconteceria à noite. Ele conhece 
Marina, dança com ela a noite toda e marca um encontro 
para o dia seguinte. 
B) Marina não aparece no encontro, e o caixeiro-viajante 
tenta saber mais sobre ela, mas ninguém na cidade ouviu 
falar dela. 
C) O velho da hospedagem diz ter conhecido uma Marina, 
mas ela havia morrido. Ele convida o caixeiro-viajante a ir 
ao cemitério para olhar se a foto no túmulo é de Marina. 
O caixeiro-viajante aceita. 
D) No cemitério, o caixeiro-viajante constata que Marina era 
realmente aquela do cemitério e encontra sua capa sobre 
a lápide da moça. 
Questão 02
Resposta: Os personagens fantásticos do texto são Marina, 
a moça morta que dançou com o caixeiro-viajante no baile 
da cidade, e o velho da hospedagem. 
Questão 03
Resposta: A partir do momento em que o caixeiro-viajante 
procura saber da moça e conclui que ninguém na cidade a 
conhece, o leitor percebe que há algo de fantástico por acontecer. 
Questão 04
Resposta: Pessoal. 
Comentário: Professor(a), trabalhe com os alunos o respeito 
e a valorização das opiniões do outro.
Questão 05
Resposta: Os alunos podem transcrever os seguintes trechos:
Discurso direto: qualquer fala dos personagens iniciada por 
travessão. 
Discurso indireto: “Agradeceu à providência ter permanecido 
na cidade” ou “Não teria namorado, noivo, marido?”
Língua ativa  Página 147
De olho no dicionário  Página 147
Na seção, o uso do dicionário será aperfeiçoado. 
Questão 01
Resposta: As palavras no dicionário são organizadas em ordem 
alfabética. A razão disso é facilitar a procura das palavras. 
Questão 02
Resposta: As palavras do dicionário são apresentadas em 
sílabas, e a finalidade disso é mostrar como separar a palavra 
em sílabas e, algumas vezes, qual é a sua sílaba tônica, que, 
geralmente, está em destaque. 
Questão 03
Resposta: Segundo o dicionário Aurélio:
A) Contradança: Dança figurada de quatro ou mais pares que 
se defrontam uns com os outros.
B) Sobretudo: Paletó grosso e quente que se veste sobre outras 
peças de roupa, como resguardo contra o frio.
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58 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Produção textual  Página 148
Narrativa de suspense
A proposta da produção está orientada passo a passo no livro 
do aluno. Certifique-se de que os passos sejam realmente 
seguidos. 
A ideia é inverter os protagonistas da história “O baile do 
caixeiro-viajante” e escrever uma narrativa de suspense. 
Propicie um momento para o primeiro passo e possibilite a 
troca de ideias entre os alunos. Ao expor oralmente a ideia 
inicial de um texto a ser escrito, o pensamento é organizado. 
Além disso, ao ouvir o colega, novas ideias surgem. 
Reveja com os alunos as marcas textuais de uma narrativa de 
suspense trabalhadas no capítulo. Após a escrita e a revisão 
dos textos, proponha a confecção de um livro: a Coletânea 
de Arrepiar. 
Outras fontes  Página 149
Incentive os alunos a lerem o livro O gênio do crime, que foi 
lançado em 1969 e divertiu crianças de várias gerações, sendo 
lido até os dias atuais. É o primeiro livro da série que traz a 
turma do Gordo, um garoto muito esperto criado pelo autor 
João Carlos Marinho Silva. 
Estudo da escrita  Página 149
A e há  Página 149
A seção trabalha o emprego das palavras “a” e “há”. 
No link http://slideplayer.com.br/slide/42377/. você encontrará 
um jogo que propõe completar frases com “a”, “há” e “ah!”
Peça à turma que registre as conclusões no caderno e liste 
alguns exemplos. 
Proponha a resolução das atividades no livro do aluno.
Questão 01
Resposta: Leia em voz alta.
A) “Imaginam sombras a poucos metros de onde estão.”
B) “Daqui a alguns anos, com a maturidade, alguns medos 
serão vencidos”. 
Questão 02
Resposta: 
A) A palavra em destaque é classificada gramaticalmente como 
um verbo (haver). 
B) Nessa frase, a palavra pode ser substituída por “existem”.
C) “Faz anos que as pessoas tentam entender seus medos”. 
D) Nessa frase, percebe-se o sentido de um acontecimento 
passado. 
Questão 03
Resposta: 
A) O sentido da palavra “há” na tirinha é “existe”. 
B) O tempo do verbo “haver” na tirinha é presente. 
C) “Há dois fantasmas na floresta” ou “Há fantasmas 
na floresta”. 
D) Conclui-se que o verbo “haver” no sentido de “existir”, nesse 
contexto, não varia em número. 
Estudo da escrita  Página 151
Houve, ouve, haja, aja  Página 151
A seção apresenta o emprego correto das palavras “houve”, 
“ouve”, “haja” e “aja”. 
Inicie a aula escrevendo as frases no quadro:
“Hoje houve aula de Ciências.”
“Renata ouve música a toda hora.”
“A mãe espera que o filho aja com prudência.”
“Espero que haja tempo bom na praia hoje.”
Converse com os alunos sobre as palavras em destaque 
explorando o sentido de cada uma delas. 
Explore, também, a grafia e a sonoridade.
Peça para os alunos escreverem as conclusões da turma no 
caderno e trabalhe as questões do livro do aluno.
Questão 01
Resposta: 
A) O sentido da palavra “houve” é “existiu”. 
B) O verbo “haver” está no tempo passado. 
Questão 02
Resposta: 
A É o verbo “haver”.
B É o verbo “agir”. 
B Pode ser substituído por atuar ou proceder.
A Pode ser substituído por acontecer, existir, ocorrer ou ter.
Questão 03
Resposta: 
A) Espero que aja de acordo com o combinado. 
B) Sempre esperamos que haja tempo para tudo. 
C) Ouve com atenção o que diz o professor. 
D) Nunca houve pessoa como ela.
E) Não houve tempo de despedir-me dela. 
F) Quem muito fala, pouco ouve. 
G) Se é para ser assim, aja com firmeza.
H) Quero que ainda haja fruta no pé. 
I) Haja paciência! 
Produção textual  Página 153
Nessa produção, é apresentada a introdução de uma história, 
e o comando pede que o aluno dê continuidade a ela criando 
um clímax e o desfecho. Para isso, é preciso observar o foco 
narrativo (narrador-personagem) e o contexto apresentado. 
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59Bernoulli Sistema de Ensino
Questione os alunos sobre que som é aquele (É de um bicho? 
Um soluço? Algo sobrenatural?). Eles podem dar o rumo que 
quiserem para a história. O que deve ser valorizado aqui é 
a criatividade e a habilidade de construir uma narrativa que 
desperte a atenção do leitor aguçando sua expectativa sobre o 
que vai acontecer. O clímax na história deve explorar um clima 
de maior tensão, em que a voz misteriosa age de modo mais 
intenso, por exemplo, e o desfecho deve desvendar o mistério 
do que pode ser aquele barulho, de quem é aquela voz. 
Já aprendi!  Página 155
Questão 01
Resposta: Diariamente, nos vemos pensando nas nossas 
atitudes, refletindo antes de agir: olhamos para a direita e 
para a esquerda antes de atravessar a rua, para não sermos 
atropelados; evitamos locais perigosos para não corrermos o 
risco de sofrer acidentes; não pressionamos as mãos em algo 
que possa nos ferir... Essas são algumas de nossas muitas 
defesas subconscientes! Você sabia que elas são construídas 
por meio do medo? Embora haja pessoas que acreditam não 
ter medo de nada, é o medo que nos torna mais cuidadosos 
em momentos rotineiros de nossas vidas. Pense nisso!
A) As reticências foram empregadas para sinalizar que a lista 
de situações ou seres que causam medo é maior do que a 
apresentada.
B) “Você sabia que elas são construídas por meio do medo?”
C) “Essas são algumas de nossas muitas defesas 
subconscientes!” ou “Pense nisso!”
Questão 02
Resposta: Definição do dicionário Caldas Aulete: Tomar (susto) 
com algo ou alguém inesperado. 
Comentário: Oriente o uso do dicionário e a busca do 
significado mais adequado ao contexto. 
Questão 03
Resposta: 
A) Pessoal. Sugestões: andou, cantará, pulei.
B) Pessoal. Sugestões: Trovejou, relampejava, nevará.
Questão 04
Resposta: 
A) Esperam que eles ajam com cautela.
B) Esperamos que nós ajamos com cautela. 
Questão 05
Resposta: 
A) Abaixa, enrola, puxa, torce, vira, remexe, pula, adoram. 
Os verbos estão no presente. 
B) A função das reticências é indicar que a sequência de ações 
ainda não terminou. 
C) O aluno pode reescrever as sentenças em uma das formas 
do futuro e nas pessoas existentes. Sugestão: terceira 
pessoa – singular e plural – do futuro do presente: abaixará, 
enrolará, puxará, torcerá, virará, remexerá, pulará e 
adorarão; terceira pessoa – singular e plural – do futuro 
do pretérito: abaixarei, enrolarei, puxarei, torcerei, virarei, 
remexerei, pularei, adoraremos. 
 Comentário: Professor(a), observe a coerência e correção 
nas respostas apresentadas pelos alunos orientando-os 
quanto a dúvidas, caso existam, sobre a conjugação de 
determinados verbos. 
Questão 06
Resposta: A palavra “há”, que é o verbo “haver” na terceira 
pessoa do singular no presente, significa “existe”. 
Questão 07
Resposta: Letras B e E. 
Questão 08
Resposta: 
A) Na propaganda fica clara a importância da pontuação em 
um texto porque, dependendo do lugar onde a vírgula é 
inserida, o sentido da frase é alterado. 
B) • “Não, espere.” – É um pedido de alguém para que outra 
pessoa o espere ou a outra pessoa ou a algo.
• “Isso só, ele resolve.” – Indica que se a tarefa for “só 
isso”, a pessoa pode resolver.
• “Isso, só ele resolve.” – Indica que a tarefa pode ser 
resolvida apenas por uma determinada pessoa.
• “Aceito, obrigado.” – Indica que a pessoa aceita o que 
lhe é oferecido e agradece por isso.
• “Esse, juiz, é corrupto.” – Indica que alguém está 
falando para um juiz sobre o caráter corrupto de outra 
pessoa.
• “Não, quero ler.” – Indica que a pessoa deseja ler algo. 
CAPÍTULO – 5
Antenado
Página de abertura  Página 158
Inicie o capítulo pedindo que os alunos observem atentamente 
as páginas de abertura e o título. Explore o texto não verbal 
enfatizando os elementos apresentados (página de jornal com 
algumas manchetes) e a relação deles com o título. O que eles 
imaginam que o capítulo abordará? Depois, peça que as crianças 
falem o que, para elas, significa ser “antenado”.
O verbete “antenado”, que dá nome ao capítulo, apresenta dois 
significados distintos:
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60 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
(an.te.na.do) 1. Que tem antena(s). 2. Bras. Fig. Gír. Que 
está ou procura estar bem informado sobre o que 
acontece à sua volta: Era um jornalista antenado com os 
bastidores da política.
Disponível em: http://www.aulete.com.br/antenado. 
Acesso em: 10 fev. 2016. 
Leia esses significados com os alunos e peça que eles 
selecionem aquele mais adequado ao contexto. 
Por meio da socialização de ideias e experiências que abre o 
capítulo, você saberá mais sobre seus alunos (como, o que 
e quanto eles leem?) e seus conhecimentos sobre as novas 
tecnologias, um dos assuntos que serão abordados. 
Dizemos que uma pessoa é antenada quando ela está por 
dentro das novidades, das notícias, do que está acontecendo. 
Discuta as questões com toda a turma. É importante que 
os alunos percebam que há várias formas de se manter 
informado no mundo de hoje. Deixe que eles contem sobre os 
meios que encontram para saber das novidades do dia a dia. 
Peça que os alunos deem exemplos de situações do cotidiano 
nas quais é possível demonstrar atitudes de uma pessoa 
antenada. Proponha a discussão: há relação entre o ato de ler 
e o fato de ser uma pessoa informada? O objetivo é a coleta de 
conhecimentos prévios e a motivação para a leitura dos textos 
do capítulo. Diga aos alunos que, no capítulo 5, eles terão 
oportunidade de ler, pesquisar, discutir e refletir sobre temas 
atuais que, certamente, os deixarão mais “antenados” ainda. 
Antes de ler  Página 160
Nesse momento, os alunos irão expor suas ideias acerca do 
texto que lerão e as suas hipóteses sobre o assunto tratado na 
reportagem. O objetivo da seção é preparar os alunos para a 
leitura do primeiro texto. Incentive a troca de ideias sobre as 
questões propostas na seção. 
Peça que os alunos, a partir da imagem que aparece no texto, 
construam hipóteses acerca do assunto que será abordado 
no texto. Leia o título. O que significa ser nativo? Onde está 
a Etiópia? Se possível, mostre o país em um mapa. Pesquise 
e compartilhe com os seus alunos alguma informação sobre 
o país. 
Texto 1 – Nativos digitais
Proponha a leitura oral do texto e peça que os parágrafos 
sejam numerados. 
Por dentro do texto  Página 163
Questão 01
Resposta: O assunto tratado no texto é a divulgação de um 
projeto, no qual crianças de áreas isoladas da Etiópia receberam 
tablets para constatar se são capazes de serem autodidatas 
para aprender a usar o aparelho.
Questão 02
Resposta: 
• Autodidata: uma pessoa que tem a capacidade de aprender 
algo por conta própria, sem o auxílio de um(a) professor(a) 
ou mentor(a); alguém que aprende alguma coisa sozinho. 
• Desenvoltura: capacidade de criar ou desenvolver algo 
com facilidade.
• Esboçar: tracejar, rascunhar ou delinear. 
Questão 03
Resposta: As crianças assistidas pelo projeto são moradoras 
de regiões isoladas da Etiópia. Elas são analfabetas, têm entre 
4 e 11 anos, nunca frequentaram a escola nem tiveram qualquer 
contato com aparelhos eletrônicos. 
Questão 04
Resposta: Uma justificativa para a forma de pensar do 
cientista é que as crianças aprenderam a usar com desenvoltura 
o equipamento eletrônico. Outra justificativa é que, após 
alguns meses, as crianças já sabiam esboçar letras e palavras 
aprendidas por meio do uso do tablet. 
Questão 05
Resposta: “Outro exemplo de resultados: os cientistas da OLPC 
desabilitaram as câmeras dos tablets, para poupar bateria. 
Mas as crianças fuçaram tanto que conseguiram desbloquear 
essa função e saíram tirando fotografias pelo vilarejo”. 
Questão 06
Resposta:
A) Ponto positivo: Desenvolveu a curiosidade e o gosto pela 
leitura e escrita. 
B) Ponto negativo: O projeto alcança resultados limitados, 
já que ler é um processomais complexo do que apenas 
decodificar palavras.
Questão 07
Resposta: O cientista acredita que o projeto alcança resultados 
limitados porque, para ele, sem o apoio de um(a) professor(a), 
o aprendizado da leitura torna-se pobre.
Questão 08
Resposta: Após sete meses de uso, as crianças foram capazes 
de esboçar letras e palavras. 
Questão 09
Resposta: O texto refere-se à Etiópia como um lugar pobre e 
isolado. As crianças entre 4 a 11 anos nesse lugarejo da Etiópia 
são analfabetas e nunca frequentaram a escola.
Por dentro do gênero  Página 165
Questão 01
Resposta: Informar. 
Questão 02
Resposta: 
A) Sim.
 Comentário: É apresentado um projeto baseado em uma 
pesquisa realizada por um cientista. 
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61Bernoulli Sistema de Ensino
B) Sim.
 Comentário: A reportagem apresenta o parecer dos 
cientistas Nicholas Negroponte e Matt Keller e do engenheiro 
elétrico Lee Felsenstein. 
C) Sim.
 Comentário: “Cada aparelho foi equipado com cerca de 
300 aplicativos de jogos”. 
Questão 03
Resposta: O veículo de divulgação do texto 1 é o site da 
revista IstoÉ. 
Questão 04
Resposta: A intenção de inserir esses recursos é detalhar e 
ilustrar o assunto abordado na reportagem. 
Questão 05
Resposta: “Independentemente de quem esteja certo, não dá 
para negar que estimular a curiosidade e o gosto pela leitura 
e escrita é sempre positivo.″
Questão 06
Resposta:
A) “‘Eu acho que projetos como esse alcançam resultados 
limitados’,” diz o engenheiro elétrico Lee Felsenstein, 
pioneiro no desenvolvimento dos primeiros computadores 
pessoais e fundador do Fonly [...]”.
B) As aspas são utilizadas no trecho para indicar que o trecho 
é uma citação da fala de alguém, no caso, do engenheiro 
Lee Felsenstein. 
Questão 07
Resposta: 
A) “O cientista Nicholas Negroponte, cofundador e professor 
do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de 
Massachusetts (MIT), criou um projeto de distribuição de 
tablets para crianças de comunidades remotas na Etiópia.”
B) “Para quem vive nas grandes cidades, a impressão é a 
de que as crianças já nascem sabendo como mexer em 
computadores e celulares.”
Comentário: Professor(a), reveja com os alunos o conceito 
de fato e opinião. Se necessário, peça-lhes para registrar no 
caderno. O texto apresenta vários trechos que apresentam 
fatos e opiniões. Propicie a análise das respostas dos alunos e 
reflita com eles se há nelas um fato ou uma opinião. 
Questão 08
Resposta: 
A) As opiniões são diferentes, pois, no texto 1, não é 
apresentada a opinião da educadora nem a opinião de 
Negroponte sobre “não ser possível tirar uma conclusão 
de que é possível aprender a ler e escrever apenas com o 
uso da tecnologia.”
 Comentário: Mostre para os alunos que os trechos das 
reportagens apresentam a opinião de que não é possível 
aprender a ler e a escrever apenas com o uso da tecnologia 
ou que ainda não é possível tirar conclusões sobre isso.
B) Como o assunto é referente à educação e tecnologia, 
o Portal do Aprendiz e o Olhar Digital possivelmente 
apresentam informações mais confiáveis e criteriosas. 
 Comentário: Professor(a), leve os alunos a refletirem sobre 
a especialidade da revista IstoÉ e sobre o fato de o site 
Portal do Aprendiz ser especializado em educação e de o site 
Olhar Digital ser especializado em assuntos de tecnologia 
digital. Leve-os também a refletir sobre a credibilidade que 
eles têm no mercado. Por experiência no assunto, os sites 
Portal do Aprendiz e Olhar Digital são mais qualificados e, 
portanto, mais confiáveis para publicar reportagem sobre 
a qual eles são os especialistas.
 Leve-os também a observarem que o site Portal do Aprendiz 
entrevista uma educadora e publica o ponto de vista dela 
sobre o assunto.
 É importante apresentar para os alunos as duas reportagens 
da qual foram transcritos os dois trechos. 
 Leia as reportagens com os alunos e oriente-os a comparar 
as informações e opiniões apresentadas nesses dois textos 
e no texto do início deste capítulo. Leve-os a observarem 
as diferentes vozes que aparecem nelas (a do jornalista, 
as dos especialistas, as dos entrevistados). Discuta ainda 
os diferentes rumos e tons que cada mídia (revista IstoÉ, 
sites Portal do Aprendiz e Olhar Digital) deu para o assunto 
apresentado nas reportagens de acordo com especialização 
e interesses próprios.
Seguem os textos e seus endereços eletrônicos:
Reportagem 1
Com tablets, mas sem professores
Crianças que nunca tiveram contato com nenhuma 
palavra tentam aprender a ler sem a instrução de um 
professor
Com mais de 100 milhões de crianças sem acesso à 
escola, a One Laptop per Child, organização voltada 
à educação que leva laptops e tablets para países em 
desenvolvimento, executou um experimento polêmico 
na Etiópia. A iniciativa, que contou com o uso de tablets 
movidos a energia solar, foi implantada com o objetivo 
de observar se crianças analfabetas, sem exposição 
prévia a palavras, são capazes de aprender a ler 
sozinhas experimentando os aplicativos, jogos, e-books 
e desenhos animados. Mas como sozinhas? Exatamente 
isso. O material foi entregue sem nenhuma instrução ou 
auxílio de professores.
A experiência foi realizada com cerca de 40 crianças 
em duas vilas rurais isoladas, a 250 km da capital Adis 
Abeba. Uma das aldeias, chamada de Wonchi, fica na 
borda de uma cratera vulcânica, numa altitude de mais 
de 3 000 metros. De acordo com Nicholas Negroponte, 
fundador da One Laptop per Child, as crianças que 
receberam o tablet – que nunca haviam visto nem 
sequer um material impresso, como sinais de trânsito 
ou embalagens –, levaram cerca de quatro minutos para 
descobrir como abrir as caixas e ligar os dispositivos. 
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62 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
“Eu pensei que eles fossem brincar com as caixas. Dentro 
de duas semanas, eles estavam cantando canções do 
alfabeto pela aldeia e em cinco meses já haviam invadido 
o sistema operacional”, disse Negroponte em entrevista 
ao Technology Review.
Em apenas duas semanas, eles descobriram como burlar 
o sistema para ativar a função de câmera e personalizar a 
área de trabalho. Já na terceira semana, cada criança usava 
47 aplicativos todos os dias. “As crianças tinham 
personalizado totalmente a área de trabalho. Nós 
havíamos instalado um software para impedi-los de 
fazer isso”, disse Ed McNierney, diretor de tecnologia 
da organização.
Um técnico visitou as aldeias uma vez por semana para 
trocar os cartões de memória para que os pesquisadores 
pudessem estudar como foram utilizados. Depois de sete 
meses, além de dominar completamente a utilização e a 
recarga dos aparelhos, algumas das crianças conseguiam 
até mesmo recitar palavras. Um dos garotos, exposto a 
um jogo de alfabetização com imagens de animais, abriu 
um programa de pintura e escreveu a palavra “leão”, 
por exemplo. “Se eles podem aprender a ler, então eles 
podem ler para aprender”, diz Negroponte.
A pesquisa lembra um outro estudo que ficou bem 
famoso e ajudou em pesquisas educacionais, o do indiano 
Sugatra Mitra, que deixou computadores, em 1999, em 
uma aldeia indiana sem nenhum tipo de instrução. Ao 
voltar, tempos depois, encontrou crianças e jovens 
manipulando o equipamento sem dificuldades. Apesar 
da semelhança e dos achados positivos, a pesquisa vem 
sendo questionada. “Independentemente do sucesso 
do projeto, o conceito vai contra alguns dos lemas dos 
defensores da ed-tech, como o fato de que tecnologia 
é apenas uma ferramenta que deve ser incorporada de 
maneira racional e com a instrução de um profissional”, 
afirma Katie Ash, articulista especializada em educação 
na EdWeek. McNierney, no entanto, rebate. “O que 
podemos fazer por estas 100 milhões de crianças em 
todo o mundo que não vão para a escola?”, questiona. 
“Podemos dar-lhes ferramentaspara ler e aprender, sem 
ter que fornecer escolas, professores, livros didáticos e 
tudo isso?” E você, o que acha?
BROPÉ, Vinícius. Com tablets, mas sem professores. 
Portal Aprendiz, 10 jan. 2013. Disponível em: 
https://portal.aprendiz.uol.com.br/2013/01/10/com-tab-
lets-mas-sem-professores/. Acesso em: 19 ago. 2020.
Reportagem 2
Crianças etíopes aprendem a mexer em tablet 
por conta própria
Elas nunca foram a uma escola e descobriram até como 
hackear o Android, diz cientista
A organização One Laptop Per Child (OLPC, Um 
Laptop por criança) tem como objetivo disponibilizar 
computadores para crianças que não têm acesso a 
escolas, e um experimento feito pelo grupo na Etiópia 
mostra como a tecnologia pode ser importante na 
educação.
Crianças de duas vilas remotas do país africano, que 
jamais tiveram aulas e não sabem ler nem escrever, 
ganharam tablets da organização com programas 
pré-instalados para ver se elas eram capazes de se 
alfabetizarem por conta própria, de acordo com o MIT 
Technology Review.
O dispositivo usado foi o Motorola Xoom, que roda 
Android, com jogos de treinamento para ajudar na 
alfabetização, livros digitais, filmes, desenhos e outros 
programas. O fundador da OLPC, Nicholas Negroponte, 
afirmou que as primeiras observações foram bastante 
encorajadoras.
A cada semana, técnicos da OLPC visitavam as vilas e 
trocavam os cartões de memória do tablet para checar 
como eles foram usados pelas crianças. Após meses de 
experiência, as crianças se tornaram heavy users dos 
dispositivos, aprenderam a “canção do alfabeto” e a 
escrever palavras por conta própria.
O mais impressionante, segundo Negroponte, foi o 
que aconteceu após cinco meses de uso do tablet. 
“Eles hackearam o Android!”, afirmou o cientista norte- 
-americano. “Alguém desativou a câmera do tablet e 
as crianças descobriram como fazer para reativá-la”, 
contou. Elas também descobriram como fazer para 
personalizar o dispositivo, e, assim, o tablet de cada 
criança era diferente do outro, mesmo com o recurso 
tendo sido desabilitado pelos técnicos da OLPC.
Negroponte disse que, por mais que os resultados iniciais 
tenham sido surpreendentes, ainda não é possível 
tirar uma conclusão de que é possível aprender a ler e 
escrever apenas com o uso da tecnologia. 
JUNQUEIRA, Daniel. Crianças etíopes aprendem a mexer em 
tablet por conta própria. Olhar Digital, 31 out. 2012. Disponível 
em: https://olhardigital.com.br/noticia/criancas-etiopes-
aprendem-a-mexer-em-tablet-por-conta-propria/30207. Acesso 
em: 13 nov. 2019.
Na reportagem do site Olhar Digital, explore com os alunos o 
título auxiliar: 
Elas nunca foram a uma escola e descobriram até como 
hackear o Android, diz cientista
Pesquise com eles o significado da palavra “hackear”. Discuta 
também se é positivo as crianças da Etiópia descobrirem 
como “hackear” Androids e sobre o fato de crianças tão jovens 
receberem a Internet nas mãos sem a orientação de um 
instrutor, um orientador, um educador...
Pensando sobre...  Página 168
Professor(a), a seção propicia a oportunidade de discutir com a 
turma sobre o processo do aprendizado e o papel do professor e 
de outros elementos que envolvem o processo de aprendizagem. 
A partir das reportagens e das discussões acerca da eficácia 
do projeto, discuta com os alunos sobre o que eles pensam 
sobre essa forma de aprender, se é realmente fundamental ter 
professores como suporte para a aprendizagem, se as crianças 
do projeto realmente aprendem, etc. Lembre-se de que as 
opiniões são livres, que não se está buscando uma resposta 
correta, mas argumentada, fundamentada nas informações 
apresentadas nas reportagens e em suas próprias vivências. 
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63Bernoulli Sistema de Ensino
Você pode organizar um grande círculo, e os alunos poderão 
expor seus pensamentos. Um aluno pode ser o redator, ou seja, 
aquele que irá registrar as principais ideias surgidas durante 
o debate. Depois, um registro conclusivo pode ser feito no 
caderno do aluno.
Produção textual  Página 168
Comentário: Professor(a), antes de iniciar a primeira parte da 
produção textual, leia as outras duas partes para compreender 
os processos de execução das atividades. 
Reportagem (Parte 1)
Os direcionamentos para a produção de texto estão 
especificados no livro do aluno. A ideia é iniciar a escrita da 
reportagem, gênero enfatizado no capítulo. Para isso, a primeira 
parte propõe a coleta de informações a partir de um trabalho 
em grupo. 
Divida a turma em quatro grupos. Cada grupo ficará responsável 
por um tema, especificado no livro do aluno e que faz parte 
do cotidiano escolar. 
É importante que os alunos sejam incentivados a buscar e 
coletar informações antes de iniciar o trabalho de escrita. 
Oriente-os sobre o registro das ideias principais e fontes 
encontradas. 
Estudo da língua  Página 169
Pronomes demonstrativos  Página 169
Na seção, o emprego dos pronomes demonstrativos é abordado. 
Inicie o trabalho conversando com os alunos sobre o conhecimento 
que eles têm sobre o assunto. Em quais situações eles ouviram 
as palavras esse, essa, este, esta, aquele ou aquela? 
Questão 01
Resposta: 
A) A revista que a menina quer está perto de Eliane. Por isso, 
a menina referiu-se a ela utilizando o pronome “essa”. 
B) A palavra “este” refere-se ao jornal próximo à menina 
que fala. 
C) A palavra “aquele” refere-se ao jornal que está distante 
das duas meninas. 
Comentário: Professor(a), peça que os alunos leiam a fala da 
menina para Eliane. Trabalhe oralmente as questões: 
• Na fala da menina, ela refere-se a uma revista e a dois 
jornais. Quais palavras ela utilizou?
• Por qual razão a menina utilizou ora a palavra esse, ora a 
palavra este, ora a palavra aquele?
Leia com os alunos a informação do box. 
Questão 02
Resposta:
A) Olha aquele avião lá no céu!
B) Meu filho, aonde você pensa que vai com essa mala?
C) Ei, esse caderno aí é meu!
D) Está vendo aquela menina do outro lado da rua?
E) Por favor, ajude-me com estas compras aqui. 
Comentário: A atividade tem como objetivo a aplicação 
do conhecimento trabalhado nas atividades anteriores. 
Professor(a), lembre-se de pedir aos alunos para registrar 
no caderno as principais conclusões sobre o emprego dos 
pronomes demonstrativos.
Questão 03
Resposta:
A) A palavra “neste” indica vidro.
B) A palavra “esses” indica bichinhos.
C) Sim, o pronome “esses” foi empregado corretamente, 
porque os bichinhos a que o personagem se refere estão 
longe dele e perto da pessoa com quem ele está falando. 
Comentário: Professor(a), fale com os alunos sobre o formato 
do primeiro pronome usado na tirinha. Há, nele, a contração 
da preposição com o pronome: em + este (neste).
Antes de ler  Página 171
Prepare a turma para a leitura da entrevista com Ziraldo. 
Relembre alguns de seus livros e personagens. Se existir uma 
biblioteca para que os alunos façam uma roda de leitura e 
socialização sobre as obras desse autor, será ótimo. 
Inclua o livro O Menino Maluquinho, citado na entrevista. 
Texto 2 – Ziraldo – “O livro deveria estar na cesta básica”
Propicie a leitura silenciosa do texto. 
Depois, selecione um aluno que tenha uma leitura ritmada e em 
tom alto para ler as falas de Ziraldo. Outro poderá ser o repórter. 
Por dentro do texto  Página 173
Questão 01
Resposta:
A) As causas: desvalorização do livro tanto pela escola – 
professores(as) que não incentivam a leitura – quanto pela 
família (que prefere dar outros presentes). 
B) As consequências: a criança cresce sem ter autoconfiança, 
com baixa autoestima e sem alimento para a alma. 
Questão 02
Resposta: Ziraldo acredita que, quando se dá um livro para 
alguém, está intrínseco que aquela pessoa é capaz e inteligente. 
Por isso, para ele, isso é um elogio que vai junto com o presente.
Questão 03
Resposta: 
A) A expressão “um menino” refere-se ao meninode rua, e a 
expressão “de meninos” significa os muitos personagens 
meninos criados por Ziraldo. 
B) Há muito, Ziraldo queria escrever uma história envolvendo 
os meninos de rua, inspirando-se em suas lembranças sobre 
os meninos de rua que conheceu na infância.
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64 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Questão 04
Resposta: Letra A.
Questão 05
Resposta: Ziraldo encontrou inspiração para seu livro em 
Rosykeller, uma ex-menina de rua que conseguiu cursar Medicina. 
Questão 06
Resposta: A razão é que Ziraldo percebeu que os meninos de 
famílias muito carentes tinham nomes menos comuns, pois 
seus pais acreditavam que, dando a eles um nome “chique”, 
estariam dando também “esperança”, um bom começo para 
uma mudança de vida. 
Por dentro do gênero  Página 176
Questão 01
Resposta: O entrevistado é Ziraldo, e o entrevistador é Wilson 
Aquino, repórter da revista IstoÉ. 
Questão 02
Resposta: No texto, é possível reconhecer a fala do entrevistado 
e a fala do entrevistador porque, antecedendo as perguntas, lê-se 
IstoÉ e, antecedendo as respostas, lê-se Ziraldo. 
Questão 03
Resposta: 
• Apresenta o entrevistado.
• Dá uma visão geral do assunto a ser tratado na entrevista.
• Menciona suas obras mais significativas. 
• Relata sua profissão, formação ou ofícios. 
Questão 04
Resposta: A finalidade do texto 2 é divulgar o novo livro do 
autor Ziraldo. 
Questão 05
Resposta: Para o título da entrevista, foram escolhidas 
informações importantes sobre o autor: seu nome e uma frase 
impactante que ele disse. 
Questão 06
Resposta: “Quando a mãe bota um nome desses no filho, ela 
quer dizer: ‘não quero que meu filho seja um Zé qualquer’”.
Questão 07
Resposta: O veículo de divulgação do texto 2 é o site www.
istoe.com.br. Além da Internet, podemos encontrar entrevistas 
em jornais, revistas e livros. 
Produção textual  Página 178
Reportagem (Parte 2)
A proposta explicitada no livro do aluno sugere a realização 
de uma entrevista. 
Relembre com a turma as marcas textuais do gênero e reflita 
com os alunos sobre a importância de elaborar perguntas 
interessantes, inteligentes e respeitosas. 
Os alunos poderão gravar a entrevista e depois transcrevê-la. 
Estudo da escrita  Página 179
Uso dos porquês  Página 179
Professor(a), o jogo educativo do site a seguir trabalha com 
o emprego dos porquês. Caso não seja possível acessá-lo em 
sala de aula, você pode adaptá-lo:
• http://www.nossoclubinho.com.br/jogo-dos-porques/.
Antes de iniciar a atividade, leia a tirinha e destaque a grafia 
das palavras. 
Questão 01
Resposta: As frases que devem ser sublinhadas são “Por que 
é separado?” e “Mas por quê?”
A) Na grafia das palavras, podemos perceber que a diferença 
é que uma delas tem acento circunflexo, mas a outra, não. 
B) “por que”: no início da frase; “por quê”: no final da frase 
interrogativa. 
C) Pode-se concluir que “por que” é usado no início de uma 
frase interrogativa e que “por quê” é usado no final de uma 
frase interrogativa. 
Questão 02
Resposta: A frase a ser circulada é “Porque não é junto”. 
A) A palavra “porque” foi usada em uma resposta. 
B) A conclusão é que a palavra “porque” é usada em frases 
indicativas de uma resposta. 
Questão 03
Resposta: 
A) Na frase, a palavra “porquê” é um substantivo, e a palavra 
“O” é um artigo. 
B) Uma palavra que poderia substituir a palavra em destaque 
é “motivo”.
C) Empregamos “porquê” quando há o sentido de razão, 
motivo e vem precedido de artigo. 
Comentário: Professor(a), leia as informações do box. Peça aos 
alunos que anotem no caderno as conclusões sobre o assunto. 
Questão 04
Resposta: 
A) Por que você insiste nesse plano impensado?
B) Antônio sabe o porquê de tudo isso.
C) Dalmar disse que preferia ser atacante, porque era mais 
emocionante. 
D) Felipe não veio aqui essa semana. Por quê?
E) Joana não foi à aula porque estava doente. 
F) Por que ela não foi à aula?
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65Bernoulli Sistema de Ensino
Antes de ler  Página 181
Professor(a), o próximo texto a ser lido é um infográfico. 
O infográfico é um tipo de texto caracterizado por ilustrações 
explicativas sobre um tema ou assunto. Geralmente, esse 
formato é utilizado em jornais, revistas, sites, manuais técnicos, 
educativos e científicos. 
Texto 3 – Como é feito um jornal impresso
Oriente os alunos para a leitura do infográfico, dizendo que, 
nesse gênero textual, tanto a linguagem verbal quanto a não 
verbal devem ser lidas atentamente. Além disso, há uma 
sequência, uma ordem na leitura que deve ser obedecida, 
muitas vezes indicada por setas. 
Por dentro do texto  Página 183
Questão 01
Resposta: O assunto tratado no texto é como é feito um 
jornal impresso. 
Questão 02
Resposta: Os jornalistas buscam o máximo de informações 
sobre os acontecimentos nos locais onde ocorreram e em outros 
meios de comunicação. 
Questão 03
Resposta: Todos os dias os jornalistas se reúnem e decidem 
a pauta do jornal do dia seguinte. 
Questão 04
Resposta: Diagramar um jornal significa organizar as imagens 
e os textos de maneira que se formem as páginas segundo a 
estrutura de um jornal. 
Questão 05
Resposta: Porque é ele que confere a diagramação e realiza 
os últimos ajustes. 
Questão 06
Resposta: Os editores revisam as manchetes, as imagens e a 
ordem das notícias e finalizam a edição do jornal. 
Questão 07
Resposta: Os jornalistas redigem a matéria na redação, 
depois de apurados e aprofundados os fatos. 
Questão 08
Resposta: As notícias são gravadas em chapas de alumínio e 
levadas para as máquinas de impressão. 
Questão 09
Resposta: Pessoal. 
Comentário: O jornal é impresso durante a madrugada. 
Por dentro do gênero  Página 184
Questão 01
Resposta: A finalidade de um infográfico é facilitar o entendimento 
de determinadas informações, por meio de imagens e outros 
recursos que tornem a leitura mais dinâmica. Isso se dá porque 
a função desse gênero textual é exatamente essa: a de tornar a 
leitura de um texto mais fácil, interativa e dinâmica. 
Questão 02
Resposta: A função das setas no texto é orientar a sequência 
correta para a leitura do infográfico. 
Questão 03
Resposta: O entendimento das informações escritas ficou 
mais fácil, pois a função das imagens é deixar mais clara a 
mensagem que se pretende passar.
Questão 04
Resposta: Os jornais, folhetos, sites, revistas, mapas, 
manuais, entre outros, divulgam e transmitem informações. 
O infográfico, utilizado nesses suportes, torna a compreensão 
do que é lido mais dinâmica e fácil. 
Outras fontes  Página 185
Os infográficos virtuais são ótimos recursos. Por meio do vídeo 
indicado, os alunos aprenderão recursos para produção desse 
tipo de texto. 
Bernoulli Play  Página 186
Foguete ortográfico
O jogo “Foguete ortográfico” trabalha os usos de mal / mau; 
mas / mais; onde / aonde; houve / ouve; haja / aja; a / há; 
e dos “porquês”. Incentive o uso do objeto de aprendizagem 
pelos alunos ou jogue com eles em sala.
Produção textual  Página 186
Reportagem (Parte 3)
A produção textual 3 dá continuidade à produção da 
reportagem. A ideia é trabalhar texto e imagem que simplificam 
ou resumem um assunto. É importante, portanto, que os 
alunos evitem escrever textos muito longos e valorizem o 
poder das imagens. Dependendo do recorte temático escolhido 
por eles, auxilie-os a elaborar a forma mais adequada para 
apresentar o infográfico. Mostre para eles diferentes formas 
de apresentação de infográficos e reforce o caráter dinâmico e 
didático desse gênero textual. Você pode fazer isso por meio do 
Google Imagens. Os alunos podem destacar um ponto principal 
de uma informação e inserir as informações secundárias de 
modo periférico na imagem, ou eles podem apresentar uma 
sequência de informações ligadas por setas, ou podem explorar 
o uso de formas e cores,etc. Tudo vai depender da construção 
feita nas etapas anteriores, do que coletaram na pesquisa e 
na entrevista. 
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66 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Estudo da língua  Página 188
Pronomes possessivos  Página 188
Questão 01
Resposta: 
A) A palavra em destaque na frase indica posse, ou seja, 
a quem pertencem os olhos. 
B) Ele não olhava nos meus olhos e se escondia atrás da mãe.
Comentário: Professor(a), leia o box com as informações sobre 
os pronomes possessivos. 
Questão 02
Resposta: 
A) • Minha foto ficou linda!
• Nossas fotos ficaram lindas! / Nossa foto ficou linda!
• Suas fotos ficaram lindas!
B) Pode-se concluir que os pronomes possessivos são palavras 
usadas de maneiras diferentes. 
Comentário: Professor(a), peça aos alunos que leiam as 
informações do box. Oriente, também, um registro conclusivo 
no caderno do aluno. 
Questão 03
Resposta: 
A) Eu usei minhas economias para comprar meu tênis. 
B) Bárbara virá à festa acompanhada de seu namorado, Pedro.
C) Roberta levou seu cachorro para vacinar. 
D) Você já fez o seu Para Casa? Eu já fiz o meu. 
E) Eu e ela queremos que nossas opiniões sejam ouvidas.
F) Queremos vencer, por isso pedimos que nossa equipe seja 
unida e forte.
Questão 04
Resposta: Na imagem, o homem refere-se à personagem 
utilizando “meu filho”, mesmo não sendo pai do rapaz. Isso 
ocorre porque a expressão “meu filho” pode ser usada como 
forma de demonstrar afeto. 
Comentário: Professor(a), leia as informações do box e peça 
que os alunos deem outros exemplos para ilustrar os diversos 
sentidos dos pronomes possessivos que não indicam posse. 
Questão 05
Resposta: 3 – 4 – 2 – 1 
Língua ativa  Página 191
Explorando o dicionário: informações além do 
verbete  Página 191
Questão 01
Resposta: 
A) O significado “Que está longe. = afastado, distante, 
longínquo” é o mais adequado ao contexto. 
B) Em relação à pronúncia da palavra, o símbolo |ó| indica a 
pronúncia aberta da vogal “o”. 
C) A classificação gramatical do verbete, segundo o dicionário, 
é adjetivo. 
D) • Cientista: do latim scientia.
• Tecnologia: da junção das palavras gregas tekhne + 
logia. 
E) • s.m.: substantivo masculino
• s.f.: substantivo feminino
• bot.: botânica
• adj.: adjetivo
• pop.: popular
• anat.: anatomia
• med.: medicina
• gír.: gíria
Produção textual  Página 193
Reportagem (Parte 4)
A quarta parte da produção consiste na escrita propriamente 
dita da reportagem. É o momento de inserir as informações 
coletadas na Parte 1 da produção e algumas falas coletadas 
durante a entrevista, realizada na Parte 2, cuidando da estrutura 
e de marcas textuais do gênero. 
Leia as informações presentes no livro do aluno comentando 
cada uma das partes de uma reportagem: manchete, bigode, 
lead e corpo. 
Combine com os alunos a apresentação das reportagens por 
meio do jornal falado, explicitado na próxima seção. 
Na ponta da língua  Página 195
Jornal falado  Página 195
O objetivo dessa seção é que os alunos apresentem a 
reportagem que fizeram na “Produção textual” em formato de 
jornal falado. Para isso, eles deverão fazer adaptações para que 
o trabalho anterior se encaixe na dinâmica de uma apresentação. 
Essa é uma atividade que leva tempo, por isso, caso necessário, 
faça adaptações de acordo com as possibilidades e necessidades 
da sua turma. Auxilie os alunos em cada etapa da criação 
do roteiro. Assistam juntos a trechos de jornais da TV e da 
Internet para que eles observem a postura dos jornalistas e a 
apresentação dos textos, como cada notícia é introduzida, em 
que ordem aparecem, como são as pausas para o comercial, 
o retorno da transmissão, como são as vinhetas e tudo 
mais que envolve a transmissão de um jornal. Oriente-os 
sobre como devem dividir as tarefas, caso necessário, mas 
seria interessante que eles mesmos conseguissem organizar o 
papel de cada um na elaboração do roteiro e na apresentação. 
O jornal pode ser apresentado da maneira mais simples, com 
uma encenação em sala de aula, dispondo as carteiras de forma 
que pareça uma bancada de jornal, ou de maneira mais ousada, 
fazendo o uso de tecnologias, com o registro em vídeo e um 
trabalho de edição. O importante é que os alunos entendam 
que a apresentação das notícias, reportagens e entrevistas se 
adaptam de acordo com cada veículo de comunicação.
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67Bernoulli Sistema de Ensino
Aprender é divertido!  Página 196
A atividade requer o uso da cartela presente no material complementar do aluno. 
Tem como objetivo a criação de manchetes, seguindo as diversas possibilidades da cartela, que irão variar de acordo com o 
caminho seguido pelo aluno e a elaboração da estrutura criada por ele. 
A brincadeira só chegará ao fim quando nenhum aluno mais conseguir criar uma nova manchete. Portanto, é preciso atenção e 
memorização das manchetes que forem ditas. 
Já aprendi!  Página 196
Questão 01
Resposta: 
A) Aquela escola do outro lado da rua é onde eu estudo.
B) Não gosto quando você faz essa carinha!
C) Esse livro na sua mão é aquele que eu te emprestei?
D) Você sabe quem é aquele aluno ao lado da professora?
E) Esta camisa que eu estou usando é da minha banda favorita. 
Questão 02
Resposta: Letra B. 
Correção: Gabriel, tire aquele sapato de lá!
Questão 03
Resposta: 
A) A crítica apresentada na tirinha é o mau hábito de algumas pessoas em exagerar no tempo dedicado aos jogos eletrônicos, 
deixando de viver a vida real. 
B) O erro presente na tirinha diz respeito à utilização da forma “por que”, pois a mãe faz uma pergunta ao filho, e a forma 
apresentada não é a forma correta a ser usada em frases interrogativas. 
Questão 04
Resposta: A palavra “minha” se refere ao dono da casa, e a palavra “seus” se refere ao dono das revistas e dos jornais. 
Questão 05
Resposta: 
A) Nós temos de lutar pelos nossos direitos. 
B) As crianças sabem que seus cadernos devem ser bem cuidados. 
C) Não irei à festa porque minha mãe não deixou. 
D) Pedro, qual é o seu filme preferido? 
E) Bem-vindo a nossa casa! Estamos felizes com sua visita!
Questão 06
Resposta: 
A) O assunto principal da reportagem é orientar sobre os procedimentos a serem feitos com celulares velhos.
B) • Emergência: do latim emergere, que significa “trazer à luz”, “subir à superfície”. 
• Bateria: do francês batterie. 
Questão 07
Resposta: 
A) O assunto do infográfico é o sinal da chegada de um tsunami.
B) A linguagem não verbal no infográfico facilita a leitura e o entendimento do texto. Por isso, ela é importante. 
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68 Coleção EF5
MANUAL DO PROFESSOR
Referências
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• TERIAM os chineses descoberto a América 71 anos antes de Cristóvão Colombo? Disponível em: http://www.expedicaooriente.
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