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larga escala. Manda sinais às células no tronco cerebral para que ponham uma expressão de medo em seu rosto, o deixem nervoso e assustadiço, paraiisem movimentos sem relação que seus músculos tinham em andamento, acelerem o ritmo cardíaco e elevem a pressão do sangue, e reduzam sua respiração (você pode se ver de repente contendo-a quando primeiro sente o medo, para melhor ouvir aquilo de que tem medo). Isso é apenas parte de uma ampla série de mudanças cuidadosamente coordenadas que a amígdala e àreas relacionadas organizam quando comandam o cérebro numa crise. Enquanto isso, a amígdala, junto com o interligado hipocampo, dirige as células que enviam neurotransmissores-chave, por exemplo, para disparar liberações da dopamina, que o leva a fixar a atenção na origem do medo os sons estranhos e põe seus músculos de prontidão para reagir de acordo. Ao mesmo tempo, a amígdala envia sinais às áreas sensórias da visão e atenção, assegurando-se de que os olhos procurem o que é mais importante para a emergência imediata. Simultaneamente, sistemas da memória cortical são reembaralhados para que o conhecimento e as lembranças mais importantes para essa Urgência emocional sejam mais prontamente trazidos de volta, tomando precedência sobre outros fios de pensamento menos importantes. Assim que esses sinais são enviados, você está sintonizado no medo total: toma Consciência do aperto das entranhas, do coração acelerado, da contração dos mÚsculos do pescoço e dos ombros, do tremor nos membros; o corpo se imobiliza no lugar, enquanto você força a atenção em busca de outros sons, e a mente dispara com possíveis perigos ocultos e meios de responder. Toda essa seqüência da surpresa à incerteza, à apreensão e ao medo Pode comprimir-se em mais ou menos um segundo. (Para mais informção,ver Galens Prophecy) A profecia de Galeno, de Jerome Kagan. Nova Iorque: Basic Books, 1994 APÊNDICE D Consórcio W.T Grant: Ingredientes Ativos dos Programas de Prevenção Entre os ingredientes-chave de programas eficazes estão: APTIDÕES EMOCIONAIS Identificar e rotular sentimentos Expressar sentimentos Avaliar a intensidade dos sentimentos Lidar com sentimentos Adiar a satisfação Controlar impulsos Reduzir tensão Saber a diferença entre sentimentos e ações APTIDÕES COGNITIVAS Falar consigo mesmo - ter um diálogo interior", como uma forma de enfrentar um assunto ou reforçar o próprio comportamento. Ler e interpretar indícios sociais - por exemplo, reconhecer influências Sociais sobre o comportamento e ver-se na perspectiva da comunidade maior. Usar etapas para resolver problemas e tomar decisões - por exemplo, controlar impulsos estabelecer metas, identificar ações altemativas, prever conseqüências. Compreender a perspectiva dos outros. Compreender normas de comportamento (qual comportamento é adequado ou não). Autoconsciência - por exemplo, criar expectativas realistas para si APTIDÕES COMPORTAMENTAIS Não verbais comunicar-se por contato ocular, expressão facial, tom de voz, gestos e assim por diante.