Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Os corpos que emitem a luz que pÍoduzem são chamados coÍpos luminosos. É o caso do Sol, das
estrelas, de Lrma vela acesa, das lâmpadas elétricas etc, Se o corpo reenvìa para o espaço a luzque Íecebe
de outros corpos, ele é chamado corpo iluminado, E o caso da Lua (que reenvia para o espaço a luz
recebìda do 5ol), das paredes, dâs roupas etc.
Os corpos luminosos e iluminados constituem as fontes de luz. Os primeiros são ditos fontes pri-
márias de luz € os outros são ditos fontes secundárias de luz.
No caso de a fonte de luz terdìmensões desprezíveis em confronto com as distâncias que a sepaÉm
de outros corpos, ela é denominada fonte puntiforme ou pontual, Em caso contrário, ela é denomina-
da fonte extensa. lJmâ estrela, dãda a grande distáncia que se encontra de nós, pode ser consìderada
uma fonte pontuâ|. O Sol, embora também seia uma estrela, é considerado uma fonte extensa, porque
está bem mais próximo.
ï
;
.
< Fontes de luz iluminãm
o Cdsto Redentor, eleito
maravilhasdo mundq
no moro do Corcovado,
RiodeJaneiro (RJ).
Ê
Conforme a fonte, a luz pode ser:
. simpÌes oú monocromática - de uma só cof, como a luz amarela emìtida por lâmpadas de vapor de
sódio;
. composta ou poli(romática que resulta da superposição de luzes de cores difefentes, como a luz
solar (bÍanca).
Quando uma luz policromática ìncide sobre a vista de um observador, ela determina a sensação de
uma cor resultante que não coincide, em geral, com n€nhuma das cores componentes. E o caso da
luz branca emitida pelo Sol, pelas lámpadas incandescentes e outras fontes. A natureza composta da luz
branca pode seÍ evidenciada quando eìa atravessa um pÍisma, por exemplo, e ocoare a separação das
luzes monocromáticas que a compõem. Reciprocament€, feixes de luZ de diversas cores se superpòem,
ÍesLllando 1um fêire de delerminada coí
Qualquerque seja o tipo de luz monocrcmática (vermelha, âlaranjada, amaÍela, verde, azul, anilou viole-
ta), sua v€locìdade de propagação no vácuo é sempre a mesma e aproximadamenie igual a 300.000 km/s.
Em um meio material, a velocidade da luz varia conforme o tipo de luz monocromática. Seu valor é
semoÍe menor oue a velocidade da luz no vácuo,
_ O anoJuz é uma unidade de comprimento usada na medição de distâncìas astronômicas.
E a distância oue a luz oercorre no vácuo em um ano.
Sendo a velocidade da luznovâ.uov:3.105 km/s e Àf : I ano = 3,16.107 s, rcsul ta:
Às-v.^t
1 ano- luz= 3.10skm/s. 3,16. 107s + 1 ano- luz=9,5' lor '?km
.ã8 O5 FUNDAú!NÌo5 DA Flsrca
E
@@
," ,i:Jiïiiïj',l;" " 'étodo 
idearizado por RoeÌner para a determinação da veÌocidade
P_208 (UÌrM(ì Porque é nÌâìs coDvenienre íornecer as dìstãnciâs às estrelas enÌ anosluz em vez Íie nÌetrcsl
P.209 Qual é âdistâDcia aró a Terrã. expressa em quiÌômetfos..te um astro situado â l5 aDô$hz?
P2r0 @nicâmpsP)osrpK Arethâ anrmou teÌ sÌr o seqüesrrâd. por ex.aterresrres e ter passado o hÌn de senianaêm uÌndanera da esr.ela A1tâ da conÍeÌação de centauro. raÌ ptaDera dista,1,3 an."i,ãì".". .._."n"Dôa vontáde, suponha!ueanávedos extÌarenesrres tenha vìajado cÕm a vetocntaOe aa tuz (l,o.ro"mls). raìdae navol ta. r \ . lo ie l ano:3.2 . i0rsegun. los. RespÒnda:
a) QuaDtos anos redadurado aviageÌn.te icìâ e voìra do sr Àrcrha?
b) QuaÌé â disrãncia eD nerros do plaeta ã le.ra?
B Z. m"io, transparentet translúcidos e opacos
Os objetos são vistos com nitidez atravé\ de cjiversos meios matedais, corno o vidro cornum, a aguaem pequenas camadas e o ar Estes são denominados meios transparentes. O vidro fosco, o paper oeseda e,o.papeliegetar, por exempro, permitem a visuaiização dos objetos, ,nu, ,"À"nit]c"r. sao ,n"io,translúcidos, Outros meios, coÍno â madeira e o concfeto, nâo permitem a vjsualizaçâo dos objetos.São os meios oDacos.
^- 
Para que um observãdor vela um obieto, a luz enviada poreste deve chegarao olho do obseruadorAssrm, podemos conclLl i r que os metos t íãnsparentes e translúcidos purai t"a u propagação da luz(figuras 3a e 3b), ã qual segue trajetóÍias regulares nos meios transparentes (visão nítidã dos objetos) eirregLrlares nos translúcidos. Os meios opacos não permitem a propagação dì tLrz (Íigura 3c;.
!
a)
c)
Figura 3. Comporrà mento da tuzao incidÍem um meio tn nspa rente (â), Ía nstú(ido (b) e opa(o {<).
À Os pláíicos podem ser trãnspârentes, rranstúcidos ou opa(os.
CÁdruLolô . NÌRoou.ÀôÀórn GroMÊÌRrca
219 .
r, ' , , r ' @ 3.Fenômenosópticos
Considere um Íeixe de raios paralelos propagando-se num meio 1 (por exemplo, ar) e incidindo so-
bre a superfície plana S de separação com um meio 2 (por exemplo, águâ, papel, chapa metálìca polìda
etc,), Dependendo da natuteza do meio 2 e da superfície 5 ocorrem simultaneamente, com maior ou
menor intensidade, os fenômenos de reflexão regular, reflexão difusa, refração regular e diÍusa da luz e
absoÍção da luz.
Reflexão regulâí: o feixe de raios paralelos que s€ propaga no meio I incìde sobre a supeíície
plana .S e retorna ao meio l, mantendo o paralelismo (figura 4). E o que acontece, por exemplo, sobre
a superfície plana e polida de um metal.
Reflexão diÍurô ou difusão: o feixe de faios paralelos que se propaga no meio 1 incide sobre a
superfície 5 e retorna ao meio 1, perdendo o paralelismo e espalhando-se em todas as direções (figura
5). A difusão é devida às irregularidades da superficie. E por meìo da r€Ílexão difusa que enxergamos os
objetos que nos cefcam, PoÍ exemplo, vemos uma pafede porque ela reflete difusamente, para nossos
olhos, a luz oue recebe,
FiguÌa 4. ReÍlexão regulai Flgura 5. Reíexãodifusa.
Refração da luz: o f€ixe de,raios paralelos que se propaga no meio l incidesobrea superf íc ie Se
pâssa a se propagar no meio 2. E o que acontece, por exemplo, quando a luz se propaga no ar e incide
sobre a superfície livre da água de uma piscina. A refração neste caso é regular (Íigura 6a), possibilitando
que uma pessoa no fundo da phcina veja o Sol. Se o rneio 2 for translúcido, como o vidÍofosco, os raios
reÍratados perdem o paralelismo e a refração é difusa (figura 6b).
Í
a)
Figura ó. ReÍíaçáo dã lu:: (â)rêgular (b) difusa.
Absorção da luz: o feìxe de raios paralelos que se propaga no meìo 1 incide sobr€ a superfície S e
não retorna ao meio 1 nem se propaga no meio 2, ocorrendo absorção da luz peÌâ supeíície S (figura 7).
Como a luz é uma forma de energia, sua absorção ocasiona o aquecimento de S-
Figura 7. Absorçáo da luz.
Nã refìexão regular, na reflexão difusa e nâ reffação, os feixes refletidos ou refratados apres€ntam
energia luminosa Íl€nor que a do feixe incid€nte que lhes deu origem, pois uma parte da en€ígia é sem-
pre absorvida. Num coÍpo negro, a absorção da luz é total. Num coÍpo cinza-escuro, há elevada taxa de
absorção. Num corpo branco, pfedomina a difusão. Numa superfície metálìca bem polida, predomina a
feÍlexão regular, sendo mínima a difusãoe praticamente inexistenteã absorção. Na supeíície de separãção
entre dois meios homogêneos* e transparentes, para incìdêncìa pouco oblíqua, predomina a refração.
o) I
é
3
* Um m€ o mateÍialé homogêneoquandoqla queÍporçáodeseuvollme apÌesenta as h€smãs propÍiedãdes.
FiguÌa 4. ReÍlexão regulai
. u20 Os FUNDÀMENÌo5 DA Fisrca

Mais conteúdos dessa disciplina