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No estado sól ido, as íorças de coesâo sâo multo intensas, festr ingindo o movimento das moléculas a umã l igeira vibração em torno de uma posição média. Na f igufa 4, representando e5quematicamente as moléculas, esse rnovimento restf i to é mostrado em a (no destaque), Por conseguinte, fotemente coesas, dÌspõem se com regular idade, geral Ínente íormando urrìa rede cr istal ina, Assim, os só idos apÍesentaÍn forma e volume def lnidos. No estado l íquido, as distâncias entre as moléculãs são, em média, maiores que no estãdo sól ido_ No entanto, as fofçãs de coesão ai ' ìda são apfeciáveis e a l iberdade de movimentãção das molécula5 é imitada, havendo âpenas o desl izamento de !mas em relaçâo às o!tras ( f igura 4b). Em consequèncra, os l íquidos ãpresentam volume d€f inido, mas sua forma é var lável, adaptando-se à do fecrprente. No estado gasoso, âs forças de coesão entfe as mo éculas têm intensidade mLri to pequena, possibi- i tando umã Ínovimentação bem mais intensa que nos outros estados (Í iguÍâ 4b). Conseqüentemente, os gases e vapores têm a propriedade de se di Íundir por todo o espaço em que se encontÍam, nào apresentando nem forma nem voluÍne def inidos. Tanto uma mlstuÍa gâsosa corno uma mistura homogênea de l íquidos apfesentam uma únicâ fase a Íase gasosa, no pr imeìro caso, e a fase l íquida, no segundo. Uma pedra de gelo f lutuando na água const i tui um sistemâ corn duãs fases dist intas: ã fase sól id; ì e a fase l íquida. Assim, fase de um sisterna é uma parte geometr icamente def inidâ e f is icarnente homogênea desse sistema, Por isso, podemos nos refer ir aos estados de agregação de uma substância como fases da substância. -- tT.-E ô < A água pode seapresentàr, na NatuÌeza, em suas tÍês fases: liquidâ, no mar, nos lagos e rios e nas nuvens (emfoma dê 9oticulas em 5uspensão nâ atmoíera ); vâpoÍ, em mistuE com os gasês que constituem o ar; sól ida, nasgelei ías, nos i.ebelgs e nâs croíâs de gelo que cobrem os picos dâs montânhã5 @:ffi No en.ìeÌeço eÌetÌônico hitp://www2.bi.ÌìôhÉ.np;!t .Ò1üd"-ilsci€nce/JavaAppTuoleTe-rlole.htnt (ãcesso €n 19/0al2007), você pod€rá, por neio de una simuLação, anaÌisàÌ a diferênça entre os esrados sóÌido, Ìiquido e gasoso de uma suhsiãncia. CÁPiÌuLo1 ' CoNft!Ìos FUNDAM€NÌas 5. íqìiÈi:i:*g !Í$! GlDilesp) o SI (sistema InteÍnâcioDáÌ de üDidades) ãílotaconô unidade de caìor o jouìe, pois calor é energia. No eDtarto. só teú sentido IáÌar em cã1or como eíêÌgia em t!âNito, oü seja, energia que se trdÌsfere de um.ôrpo a outro eú decoÍÉôcia dâ diferença cÌe temperaturâ enbe eles. Assiôãlê ã âfiróãção em que o conceito de caìor está empregado corretanÌente. a) A temperatuÍa de um corpo dnninui qúãndo ele perde parte do caloÌque nele estava arma- b) A temperâiüra de oú corpô ãúme.tâqüddo ele ãcunula cabr c) A temperatLrra de um corpo diminui q!ãndo ele cede cãìorpãrao meio aúbiente. d) () aumento datemperatura de um corpo é um indicador de que esse corpo amzenou cêlo. e) UnÌ corpo só pode aiingir o zeÌ! absoìuto se Ioresvaziado de todo o calor nele contido. Ì;.lji:!, (uôìsa-sp) o iato de o calor passaf de um corpo para outro devese: a) À qudtidãde de câbÌexistente em cadaun b) à dilerença de temperatura eDtre eìes. ... c) àenergia cinética totâÌ de súâs Ìnoléculas. ' d) âo o núúero de calorias existentes em câda e) Nada do quese afrrmou âcimâ é verdádéiro. ',i]lã:l: preR) I'ro "e"uro xvfi. üma dâs interpretaçÕes pârâ ã nãtufeza do calor considerava o um nuido imponderável que preenchiã os espaços entrc os átomos dos coÌposquentes. Essa inter- pretâção explicava corretamente aÌgum lenô menos, porém lalliava ên ouÌros. lsso motìvou a proposição de ú â outra interpretação, qu€ teve origem em babâlh.s de Mâyer, RumÍoÌd e Jouìe, entre outros pesquisado.es. :.ì:1ì: .?uc campins sP) sôbÍê o conceitô de râloa :i!t*::i pode seafrrme que se tratade trma: â) úedidâ dã têmpe.âtuÍâ do sistemâ. b) Ìorma de energiaem trãnsito. c) substânciâ IIüidã. d) qnantidade reiacionada com o atdto. e) energiâque os coÍpos possueú. (UFSM-RS) caÌor é: â) a energia contidã en un côrpô. b) a energia qtre se translere de um corpo para ouÚo, quândo existe uúâdileÍençã dêtenpe- c) urìlluido nìvisivel è sempeso, que étra.snii- tido de um corpo para oütro. d) a trúsIerència de tempeÌatura de um corpo e) a energia que se traníere espontarÌeamente dô corpo de medoÍ tempêrâtúfâ pârã ô dê maror remperaÌufa. Com relaçâo ãos conceitos de temperatura, calor e trabalho atuâlmente aceitos pelâ Física, âvâlie as seguinies a6Ínêtivas: I. TeÌnpeÍãtura e calor representâm o mesmo II. Calor e trabâlho estãô rcìacionados com rrds, terência de energia. III. À temperâtüra de úm gás está relacionada com ã energia cinética de agitação de suas Assinale a ãlternátiva correta. â) Somente as afirmativ6 II e III sâo vedadeirs. b) Somente a anrmâtivâl éve(ladena. c) Somente â ãfrÍnêtiva II é vetdadeÍa. O Someôte a afrrmatìvâ III ê verdãdeúa. eJ Somente as úrmãtivãs I e II sãoverdadeiras. (UFV MG) Quando dojs corpos de materiais dile rentè$ estão em equiÌibÍio térfrico, isolâdos do Ìneio amlriente, pôdÈse âfrrmar que: aJ o mais quênte é o que possui menor mõsa. b) apesa. do contato, suas temperãtúras não c) o mais qüente lornececaÌor ao mais Írio. d) o mais irio lonÌe.ê.ãloÍ ao mais quente. €) suâs têfrperaturas depeDden desuãs densi (UFRCIRS) Sele.ione ã ãlte.nativa quepreenche corretameôte as ìacunas do texto abaixo. na or oem em que elas aparecem. Quando um corpo úâis quente entm em contato com üó corpo mais frio, depois de ceno tempo ânbos atingem ã nèsúatemperatura, O queserá que "passa" de um coDo para o outro quândo eleì estão adilercntes teúpef,ìtuÌâs? SeÉ que é transler'dâ â própÌìa temperatura? Em 1770, o c ient isra br i tânico Josepb Black obteve resposta parã essas questões, EÌe úos- tÌou que, quando misturâmos partes iguais de um liquido 0eite, por erempÌo) â teúpeÍaturâs niiciais dìfere.tes, as tempefaturas de ambas as Partes - signifrcativmentei no entãntoj se derramârm.s um copo de leite morno num balde cheio de água com vários cubos de gelo Iündente, e isoìarmos esse sisteúã como úú t.do, a tenpêrâtu.a do leite solrerá uma mudan- çasignificativa, mas a temperaturada mistura de água egelo nãô. Con esse simpìes ef,peifrento, fica connrmado que "aquiìo que é tfansÍerido nesse pfocesso ã têmperâturâ. Afim de medir â temperãtura da mistura de geÌo e água, um termômetro, ìniciaÌmote à tempera tura ambiente, é inbodüzido no sisteúa e êntrã emequilibrio té.hico com eìe. Nesse caso, o teF mômêtro - uma vâriação em suâ própda r fs: :i.nË 3 .6 Os FuNoaMrNros DÀ FBicÁ b a) mudam náo é sorle b) não mudm - é sofre c) mudam - não é-não soÍre O mudam - é - não sofre e) não mudm - é - não soÍre CatecSP) Três corpos encostados entÍe si estão em eqüilibrio térmico. Nessa situaçáo: a) os três corpos apresentâm-se no úesmo estã- b) a temperãtura dos tÍês corpos é â msmâ. c) o calor contido em cada um deles é o mesmo. d) o co.po de nâior nassê tem mãis câÌor que os €) há mais deunâproposiçâo correta. O â teóperatura do terceiro corpo aumenta. e) os dois corpos possuem ô mesúa quântidãdê g ow ! o e;<0; oq+0; ffi As loÍçs de coesão ent.e as Doléculas dê únã a) são mais intensâs no estado gâsoso do qüe nos estados sólido e líquido, êm vi.tÌ1de de b) são nenos intedsas no estado sólido do qde nos estados gaôso e líquido, em vista dâ es- c) não dependm do estado de agregação da subs d) tên maior intensidâde no estadosólidoeme nos intensidade no estado gãsoso. e) rêm intosidade dspreivel no 6rado sólido. ffi Dois corpos Á è B, de mass mj e m, tais que. m! > m", estão às temperâlur6 0r e 0,. respec tivãmente, com 0i + 0d. Num dadoiNtante, eles são postos em contato. Ao aÌcançaÌem o equi librio tórmico, teremos para as temperatu.as ã)0;>0; b)8; :0; com um terceiro, concluise quei a) os três achâIn-se em Íepoúso. b) os dois corpos estão em equilÍbrio térmico c) a dilerença ent.e as tempeÍatüÍas dos corpos é dilerente de zero. ffi Gu-sc) u- "i"t".âisolâdo termicâmente do meio possüi tres corpos, üm de lerro, um de âlumínio e outro de cobre. Após um certotempo, verilicã-se qüe as tempe.âtu.âs do le..o e do aluminio aumentãrâm. Pôdemos cónclüiÍ qúe: â) o coÌpo de cobre tanbém âumentou a suâ b) o corpo de cob.e ganhou calor do corpo de aluminio e cedeu calor para o corpo de lerro- c) o corpo de cobre cedeu caÌor pâra o corpo de aluminio e recebeu cáÌor do corpo de lero. O o corpo de cobÍe pem e) ô corpo de cobre diminuiu ã sua temperatura. ffiffi se aois corpos estiverem em equiÌÍbrìo ténnico f CÁPrÌuror . CoN.EÌos FuioaMENrÁ, 7.