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Comportamento do polímero em solução 89 i 3 - 4 , - 5 Figura 3.17 - Diagama do ciclo térmico tempo típico para uma análise dc CRYSTAF O ciclo térmico envolve os seguintes passos: 1) i i d ~ ã o da amostra polimérica sólida na câmara. Enchmento automático da câmara com bombeamento do solvente, por exemplo, DCB. Estas câmaras para cris- talirr;ação são na forma de c h d r o s com cliâmetro e comprimento de aproximadamen- te 5 cm. A concentração da solução também é mantida na ordem de 1% w/v com 0,5g polímero em 50 rnl de solvente. 2) Aquecimento rápido até a temperatura m h a da ordem de até 135°C para TCB. 3) Tempo de espera para solubilização total da amostra. 4) Redução lenta da temperatura a 0,2"C/rnin com precipitação por cristalização. Concornitantemente, são feitos ciclos de retirada e retorno de aiíquotas da solução. Na base da câmara existe um filtro de vidro sinterizado, por onde a solução é forçada a passar, quando então é filtrada da fração precipitada. A alíquota é enviada ao detector, que quantifica a concentração da fração do polímero ainda solúvel presente na solução. Detectores h-he são preferencidmente do tipo espectrofotômetro de infra-vermelho IR ou espalhamento de luz LS. 5) Estabilização na temperatura mínima, normalmente temperahira ambiente e quantificação da fração solúvel. 7 - E x ~ ~ c í c i o s PROPOSTOS 1 - A viscosidade de uma solução polunérica a uma dada temperatura é a contri- buição da viscosidade do solvente naquela temperatura e as restrições que as cadeias poliméricas presentes na solução impõem ao movimento do iíquido. Discutis a contri- buição de cada um destes fatores no efeito final que a viscosidade da solução polimérica terá com o aumento da temperatura. 2 - Discutir até que ponto é conveniente usar a relação empírica que prevê existir solubilidade de um polímero amorfo em um dado solvente se a diferença entre seus parâmetsos de solubilidade for menor que 1,7(cal/cm3)'''. 3 - A tabela abaixo mostra os dados de um cromatograma de uma amostra polimérica. Calcular sua polidispersividade assumindo-se que a curva de calibração é linear na f a ~ ~ a medida. Voluine de eluição (4 9,O 9,2 9,4 9,6 9,s 10 10,2 10,4 Atura na curva amostra (cm) 0,5 1,2 4 5,2 4,2 2 1 0 2 MhI do Padrão (Log(g/rnol)) 6 1 90 Cibcia dos Polimeros 4 - Calcular a distância média entre pontas de cadeia do poliestireno com massa molar 1 x 105. Comparar e discutir os resultados obtidos quando calculados segundo os modelos abaixo: a) Cadeias livremente ligadas b) Cadeia com rotação tetraédrica livre c) Cadeia na condição 8 d) Cadeia totalmente estendida. 5 - Discurir a vaiidade de se estimar o poder de solubdtdade de um íiner a partir da hipótese de que o parârnetro de solubilidade é proporcional à fração voI~méarica de seus componentes. G - Na Figura 3.1 1 cada ponto corresponde a um solvente. Com a ajuda dos dados da Tabela 3.3 identificar cada um. Listar os que são solventes e os que não são solventes do poliacetato de celulose. Unir diferentes pares, um solvente com uin não-solvente ou dois não-solventes produzincio "no papel" diferentes tiners. Determinar aproximadamente a fração volumétrica em cada caso. Discutir a validade comercial de cada um desse pares considerando o custo, a rniscibilidade entre eles, toxicidade de cada um, etc. 7 - A solubilidade de um polímero está diretamente relacionada ao tipo e à intensidade das forças rnoleculares secundárias (interrnoleculares) presentes na molécu- la. Utilizando-.se deste conceito, identifique os tipos de forças presentes e compare sua contribuição relativa nos poiímeros: PE, PS, Nádon, e PVA. 8 - Discutir como uma curva de CRYSTAF, em conjunto com as de mM, IR e GPC, pode ajudar o analista a identificar a esttutura química do(s) pohexo(s) usado(s) na confecção de uma dada amostra. 090-111.pdf