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Prévia do material em texto

Dados	Internacionais	de	Catalogação	na	Publicação	(CIP)
Angélica	Ilacqua	CRB-8/7057
Dever,	Mark
90	dias	em	Rute,	Jeremias,	1Coríntios:	Explore	as	Escrituras	/	Mark	Dever,	Mike
McKinley;	tradução	de	Larissa	Medeiros.	-	São	Paulo:	Vida	Nova,	2019.
ePub
ISBN	978-85-275-XXXXXXX	(recurso	eletrônico)
Título	original:	90	Days	in	Ruth,	Jeremiah,	and	I	Corinthians
1.	Bíblia.	A.T.	Rute	-	Crítica,	interpretação,	etc.	2.	Bíblia.	A.T.	Jeremias	-
Crítica,	interpretação,	etc.	3.	Bíblia.	N.T.	Coríntios	-	Crítica,	interpretação,	etc.	I.
Título	II.	McKinley,	Mike	III.	Medeiros,	Larissa
19-2272
CDD	220.007
Índice	para	catálogo	sistemático
1.	Bíblia	–	Escrituras	-	Interpretações
2016,	The	Good	Book	Company
Título	do	original:	90	days	in	Ruth,	Jeremiah,	and	I	Corinthians,	edição
publicada	por
The	Good	Book	Company
(Epsom,	Surrey,	Reino	Unido),material	extraído	do	devocional	Explore
Quarterly,	da	The	Good	Book	Company	(números	55,	64,	65	e	76).
Todos	os	direitos	em	língua	portuguesa	reservados	por
Sociedade	Religiosa	Edições	Vida	Nova
Rua	Antônio	Carlos	Tacconi,	63,	São	Paulo,	SP,	04810-020
vidanova.com.br	|	vidanova@vidanova.com.br
1.a	edição:	2019
Proibida	a	reprodução	por	quaisquer	meios,	salvo	em	citações	breves,	com
indicação	de	fonte.
Impresso	no	Brasil	/	Printed	in	Brazil
Todas	as	citações	bíblicas	sem	indicação	da	versão	foram	traduzidas	diretamente
da	New	International	Version.	As	citações	bíblicas	com	indicação	da	versão	in
loco	foram	traduzidas	da	English	Standard	Version	(ESV).
Direção	executiva
Kenneth	Lee	Davis
Gerência	editorial
Fabiano	Silveira	Medeiros
Edição	de	texto
Danny	Charão
Rosa	M.	Ferreira
Preparação	de	texto
Cristina	Portella
Marcia	B.	Medeiros
Revisão	de	provas
Rafael	Caldas
Gerência	de	produção
Sérgio	Siqueira	Moura
Diagramação
Sandra	Reis	Oliveira
Capa
André	Parker
Vania	Carvalho	(adaptação)
Sumário
Introdução
Rute,	Mike	McKinley
1Coríntios,	Mike	Dever
Jeremias,	Mike	McKinley
Introdução
As	palavras	do	Senhor	são	puras,	como	prata	purificada	num
forno,	sete	vezes	refinada	(Sl	12.6).
Este	livro	não	é	um	fim	em	si	mesmo.	Ele	é	um	meio	para	acessar	os	tesouros	de
um	livro	muito	superior.	Suas	palavras	são	valiosas	apenas	até	o	ponto	de	o
ajudarem	a	desfrutar	do	valor	infinito	das	palavras	que	são	perfeitamente
verdadeiras,	gloriosamente	belas	e	completamente	maravilhosas:	as	palavras	do
Senhor.
Em	um	mundo	acostumado	a	erros,	engano	e	confusão,	ser	capaz	de	ler	palavras
isentas	de	falhas,	puras	e	refinadas	é	algo	magnífico.	Isso	é	o	que	você	faz	cada
vez	que	abre	sua	Bíblia.	Deus	não	comete	erros	no	que	diz,	não	obscurece	a
verdade	por	acidente	ou	desígnio,	não	falha	em	nada	que	prometeu	fazer.
É	por	isso	que	este	livro	é	um	“devocional	de	Bíblia	aberta”,	ou	seja,	você
precisará	manter	sua	Bíblia	aberta	no	colo	ou	na	tela	de	seu	dispositivo
eletrônico	à	medida	que	usar	estes	estudos.	Serão	feitas	perguntas	que	o	levarão
a	examinar	o	texto	e	a	refletir	profundamente	nele.	O	alvo	dos	autores	é	fazer
com	que	você	passe	mais	tempo	refletindo	a	respeito	das	palavras	de	Deus	do
que	em	suas	próprias	palavras.
Assim,	em	vez	de	olhar	para	estes	devocionais	como	aperitivos,	veja-os	como
refeições.	Separe	meia	hora	de	seu	dia	para	fazer	o	estudo	e	responder	ao	que
leu.	Os	estudos	são	mais	bem	aproveitados	quando	feitos	diariamente,	mas	o
mais	importante	é	que	você	encontre	um	padrão	que	seja	sustentável	(é	melhor
que	sejam	cinco	estudos	por	semana	durante	a	vida	do	que	sete	estudos	por
semana	que	durem	apenas	uma	semana!).
Além	disso,	tendo	em	vista	que	toda	a	palavra	do	Senhor	é	pura,	precisamos	ler
toda	palavra	das	Escrituras,	e	não	nos	ater	às	nossas	passagens	prediletas	ou	às
passagens	preferidas	de	um	autor.	Desse	modo,	a	série	Explore	as	Escrituras
trabalha	versículo	por	versículo	com	livros	inteiros	da	Bíblia	ou	com	grandes
seções	dela.	Você	passará	tanto	por	livros	famosos	quanto	por	livros	não	tão
populares	assim,	e,	dentro	de	cada	livro,	passará	por	passagens	muito	utilizadas	e
por	partes	menos	exploradas.	Tenha	expectativa	de	descobrir	novas	passagens
preferidas	e	de	memorizar	versículos	que	você	nunca	havia	lido	ou	notado,	ou
aos	quais	nunca	dera	valor!
Ao	mesmo	tempo,	a	palavra	de	Deus	nem	sempre	é	fácil	de	ser	entendida.	Quer
sejamos	totalmente	novatos	na	leitura	bíblica,	quer	tenhamos	extraído	suas
riquezas	muitas	vezes,	todos	ainda	experimentamos	momentos	de	dúvida
conforme	nos	esforçamos	para	compreender	o	seu	sentido!	Assim,	nesta	série	de
livros	devocionais,	alguns	dos	grandes	mestres	da	Bíblia	no	mundo	evangélico	o
ajudam	a	desenterrar	os	tesouros	da	Bíblia	e	a	explicar	seus	aspectos	menos
claros.	Eles	lhe	mostrarão	como	aquilo	que	está	lendo	se	encaixa	na	história	mais
ampla	das	Escrituras	e	o	motivarão	a	aplicar	em	sua	vida	o	que	leu.
A	palavra	de	Deus	não	é	apenas	pura;	é	também	purificadora.	É	a	maneira	pela
qual	o	seu	Espírito	opera	em	seu	povo	para	nos	desafiar	e	transformar.	É
projetada	para	nos	conduzir	a	adorá-lo	com	os	lábios,	de	coração	e	por	meio	da
nossa	vida.	Em	cada	dia	de	estudo,	você	encontrará	uma	das	seções	com	os
títulos	Aplique	e	Ore	(ou	as	duas).	Use-as	para	transformar	aquilo	que	você	leu
na	Palavra	de	Deus	em	palavras	para	se	dirigir	de	volta	a	Deus,	bem	como	em
maneiras	pelas	quais	você	mudará	sua	vida	em	resposta	a	ele.
Ao	final	de	cada	estudo,	você	encontrará	uma	página	para	anotações	pessoais,
para	que	possa	registrar	sua	resposta	em	relação	àquilo	que	leu,	seja	por	meio	de
palavras,	seja	por	meio	de	desenhos.	Use	essas	páginas	conforme	você	for
conduzido	a	elas	—	todos	temos	maneiras	diferentes	de	nos	certificar	de	que	nos
lembraremos	do	que	encontramos	nas	Escrituras	e	de	responder	a	elas.	Seguem
aqui,	porém,	algumas	sugestões	muito	simples	que	você	pode	experimentar.
Antes	de	passar	pelo	estudo,	leia	a	passagem	e	registre...
O	destaque:	a	verdade	a	respeito	de	Deus	que	mais	o	impactou.
A	dúvida:	as	perguntas	que	tem	a	respeito	daquilo	que	leu	(e	suas	melhores
tentativas	de	responder	a	elas).
A	mudança:	a	principal	maneira	pela	qual	você	sente	o	Espírito	Santo
instigando-o	a	mudar	suas	atitudes	ou	ações	em	consequência	daquilo	que
leu.
Após	ter	concluído	esse	estudo,	registre:
Uma	frase:	resumindo	como	Deus	falou	com	você	por	meio	de	sua	Palavra.
Uma	breve	oração:	em	resposta	àquilo	que	você	leu.
Desejo	que	você	desfrute	desses	90	dias	ouvindo	as	palavras	perfeitas	do	Senhor.
Tenha	certeza	de	que	elas	o	empolgarão,	transformarão,	desafiarão	e	confortarão.
Ore	para	que	Deus	use	sua	Palavra	para	o	abençoar.	Simplesmente	não	há	nada
como	as	palavras	do	Senhor.
Carl	Laferton,
diretor	editorial	da
The	Good	Book	Company
Um	desastre	em	família
Rute	1.1-5
Rute	começa	“na	época	em	que	os	juízes	governavam”,	e	parece,	pelo	final	do
livro,	que	os	eventos	descritos	aqui	aconteceram	por	volta
de	1100	a.C.
O	período	dos	juízes	foi	marcado	pela	falta	de	um	rei	e	pela	desobediência
generalizada	à	lei	do	Senhor	(Jz	21.25),	mas	a	história	de	Rute	mostrará	como
Deus	usou	a	coragem	de	duas	mulheres	para	entregar	a	Israel	o	rei	de	que
precisava.
A	árvore	genealógica
Leia	Rute	1.1-5.
A	história	desta	família	é	complicada.
Você	consegue	rascunhar	a	“árvore	genealógica”	(na	sua	cabeça	ou	no	papel),
estabelecendo	o	relacionamento	das	pessoas	entre	si?
●	Elimeleque	(significa	“Deus	é	rei”)
●	Noemi
●	Malom	(significa	“doente”)
●	Quiliom	(significa	“desperdício”)
●	Orfa
●	Rute	(4.10	nos	dá	mais	informações)
A	história
O	livro	de	Rute	começa	como	uma	tragédia	pessoal	de	uma	mulher.
Qual	foi	o	problema	que	desencadeou	esses	eventos	(1.1)?	O	que	Elimeleque	fez
diante	disso?
O	que	aconteceu	com	Elimeleque	(v.	3)?
O	que	os	filhos	fizeram	(v.	4)?	O	que	aconteceu	com	eles	(v.	5)?
Quanto	tempo	é	transcorrido	nos	primeiros	5	versículos	(v.	4)?
O	que	Noemi	tinha	no	início	da	passagem?
O	que	ela	tem	ao	final?
Um	dos	principais	desafios	logo	no	começo	de	Rute	é	saber	como	devemos	nos
sentir	em	relação	aos	personagens	e	suas	ações.
Deus	havia	avisado	que	haveria	fome	em	Israelse	eles	adorassem	a	ídolos	(Dt
32.23-44).	Portanto,	é	possível	—	dado	o	estado	de	Israel	durante	o	período	dos
juízes	(veja	Jz	2.10-19;	21.25)	—	que	Israel	estivesse	passando	por	um	momento
de	disciplina	da	parte	de	Deus.
Além	disso,	é	possível	que	Elimeleque	tivesse	errado	ao	fugir	para	Moabe	(uma
nação	estrangeira),	longe	da	Terra	Prometida.	Pode	ser	que	seja	significativo	o
fato	de	que	Elimeleque	“estabeleceu	estadia”	(Rt	1.1,	ESV)	em	Moabe,	e	depois
que	eles	“permaneceram	lá”	(v.	2,	ESV),	e	finalmente	“moraram	lá”	(v.	4,	ESV).
O	povo	de	Israel	tinha	uma	longa	e	desagradável	história	com	o	povo	de	Moabe,
e	Deus	havia	dito	a	Israel	que	casar-se	com	mulheres	estrangeiras	era	perigoso
para	sua	fé	(Dt	7.1-4;	veja	1Rs	11.1-6).	O	casamento	dos	filhos	de	Elimeleque
com	mulheres	moabitas	teria	soado	como	má	notícia	para	os	primeiros	leitores
do	livro	de	Rute.
Que	áreas	da	sua	vida	estão	em	desacordo	entre	o	que	parece	mais	razoável	e	a
obediência	a	Deus?	Como	seria	arriscar-se	a	obedecer	nessas	áreas?
Aonde	fores,	eu	vou
Rute	1.6-18
Noemi	encontra-se	sozinha	em	uma	terra	estrangeira	com	duas	noras
estrangeiras.	O	que	ela	e	as	outras	farão	a	seguir?
A	decisão	de	Noemi
Leia	Rute	1.6-9.
Uma	mulher	solteira	ou	viúva	era	muito	vulnerável	naquela	sociedade,	em
especial	economicamente.	Rute	e	Orfa	eram	jovens	o	suficiente	para	buscar	um
novo	casamento,	mas	Noemi	teria	poucas	maneiras	de	se	sustentar.
Por	que	Noemi	escolheu	voltar	para	Judá	(v.	6)?
O	que	podemos	perceber,	por	meio	desses	versículos,	sobre	o	relacionamento	de
Noemi	com	suas	noras?	Por	que	você	acha	que	Noemi	queria	que	elas	voltassem
a	seus	lares?
A	resposta
Leia	Rute	1.10-15.
Rute	e	Orfa	respondem	a	Noemi	com	protestos	(v.	10),	e	você	pode	entender	por
quê.
Elas	eram	uma	família;	estavam	juntas	há	dez	anos	e	enfrentaram	perdas
horríveis	na	companhia	uma	das	outras.	Mas,	ainda	assim,	Noemi	insiste	para
que	retornem	(v.	11).
A	expectativa	na	lei	israelita	era	que	o	irmão	do	falecido	casasse	com	sua	viúva
para	garantir	que	ela	fosse	sustentada,	mas	isso	não	aconteceria	aqui.
Como	Noemi	tenta	convencê-las	de	que	não	pode	sustentá-las	(v.	12,13)?
O	que	Orfa	responde	(v.	14,15)?
O	Deus	de	Rute
Leia	Rute	1.16-18.
Há	diversos	sinais	nesses	versículos	que	mostram	que,	por	meio	do
relacionamento	com	Noemi,	Rute	havia	chegado	a	uma	posição	em	que	desejava
ser	uma	seguidora	do	verdadeiro	Deus:
●	No	versículo	17,	ela	se	refere	a	ele	por	meio	de	seu	nome	pessoal	(o	Senhor	—
“Yahweh”).
●	A	terra	de	Israel	pertencia	a	Yahweh	de	forma	especial.	Rute	queria	viver	lá	(v.
16).
●	O	povo	de	Israel	era	o	povo	de	Yahweh.	Rute	queria	fazer	parte	dele	(v.	16).
●	Em	tempos	antigos,	as	pessoas	queriam	ser	enterradas	na	terra	de	seus	deuses
(para	que	fossem	protegidos	na	vida	após	a	morte).	Rute	queria	ser	enterrada	na
terra	onde	Yahweh	era	adorado	(v.	17).
A	reação	de	Rute	é	muito	impressionante	de	duas	maneiras.	Seu	sofrimento	não
a	amargurou	diante	do	Senhor.	O	sofrimento	nos	faz	correr	para	Deus	ou	nos
afastar	dele.	Rute	escolheu	a	primeira	atitude.	Em	segundo	lugar,	apesar	de	não
ser	israelita,	Rute	estava	confiante	de	que	Deus	a	aceitaria.	O	restante	do	livro
mostrará	se	ela	estava	certa	ou	não.
Você	tem	momentos	como	o	de	Orfa,	em	que	se	apoia	na	segurança	do	mundo,
em	vez	de	arriscar	viver	como	um	seguidor	de	Cristo?	O	que	mudaria	se	você
vivesse	com	uma	fé	como	a	de	Rute?
Pode	me	chamar	de	Amarga
Rute	1.19-22
Até	aqui,	não	vimos	muito	como	Noemi	se	sente	diante	de	seu	sofrimento.	Seu
retorno	à	terra	natal	lhe	dará	uma	oportunidade	de	refletir	sobre	o	que	aconteceu.
O	retorno
Leia	Rute	1.19-21.
O	povo	de	Belém	provavelmente	não	sabia	o	que	havia	acontecido	com	Noemi,
Elimeleque	e	seus	filhos	durante	a	década	que	passaram	em	uma	terra
estrangeira.	Portanto,	quando	ela	apareceu	na	cidade	sem	sua	família	(mas
acompanhada	de	Rute!),	isso	criou	uma	grande	comoção.
Quando	as	mulheres	de	Belém	perguntaram	se	porventura	essa	seria	Noemi,	ela
aproveita	a	oportunidade	para	expressar	seus	sentimentos	sobre	o	que	aconteceu.
Ela	pede	para	que	não	a	chamem	de	Noemi	(que	significa	“agradável”),	mas,	ao
invés	disso,	de	“Mara”	(que	significa	“amarga”).
Por	que	Noemi	acha	que	Mara	seria	um	nome	mais	adequado	para	ela?
Como	ela	estava	“na	fartura”	quando	partiu	(v.	21)?	E	como	ela	está	de	“mãos
vazias”	agora?
A	teologia	de	Noemi
O	sofrimento	de	Noemi	mostra	o	que	ela	acredita	sobre	Deus.	Ela	acredita	que	o
Senhor	é	o	responsável	por	sua	dor;	o	Todo-Poderoso	trouxe	aflição	sobre	ela	(v.
21).
Ela	parece	acreditar	que	o	seu	sofrimento	é	evidência	de	que	o	Senhor,	de
alguma	forma,	está	descontente	com	ela;	ele	a	“afligiu”.
Leia	Salmos	135.6,7;	Daniel	4.34,35;	Isaías	45.7.
O	que	essas	passagens	nos	mostram	sobre	o	envolvimento	de	Deus	no	que
acontece	conosco,	incluindo	eventos	dolorosos?
Você	consegue	pensar	em	momentos	na	Bíblia	em	que	Deus	usou	o	sofrimento
de	alguém	para	um	bem	maior?	(Dica:	Tente	Gn	45.4-11;	At	16.25-34.)
Boas	coisas	virão
Leia	Rute	1.22.
Se	essa	é	a	primeira	vez	que	você	lê	o	livro	de	Rute,	então	o	versículo	22	pode
não	parecer	importante	—	seria	apenas	o	autor	montando	a	cena	para	os	leitores.
Mas,	se	você	sabe	o	que	está	prestes	a	acontecer,	então	você	sabe	que	a
cronologia	dos	acontecimentos	(no	começo	da	colheita	da	cevada)	é	evidência	de
que	Deus	está	trabalhando	para	abençoar	Noemi.
Você	consegue	confiar	no	bom	plano	de	Deus	até	quando	isso	envolve	seu
sofrimento	ou	perda?
Noemi	vai	descobrir	por	meio	dos	acontecimentos	dos	próximos	três	capítulos
como	Deus	está	usando	o	sofrimento	para	o	bem	dela,	o	bem	dos	outros	e	para	a
concretização	dos	planos	divinos.	Levando	em	consideração	o	pior	momento	de
sofrimento	humano	na	história	—	a	cruz	—,	já	podemos	estar	seguros	de	que	é
assim	que	Deus	lida	com	todos	os	acontecimentos	de	nossa	vida.
Como	você	precisa	ouvir	isso	especialmente	hoje,	seja	como	conforto,	seja	como
desafio?
Uma	solução	a	curto	prazo
Rute	2.1-13
O	fato	de	Noemi	não	ter	marido	ou	filhos	não	era	apenas	triste;	era	uma	crise
financeira.	Não	havia	mercados;	como	ela	encontraria	comida	sem	ter	uma	terra
ou	plantações?
Leia	Rute	2.1-13.
Apresentando	Boaz
O	plano	de	Rute	(v.	2)	era	achar	por	lá	um	campo	e	uma	colheita	de	grãos.
Donos	de	terras	naqueles	dias	não	coletavam	o	que	ficava	nas	extremidades	dos
campos	e	deixavam	para	trás	quaisquer	grãos	que	caíssem	no	chão	conforme	os
trabalhadores	da	lavoura	os	iam	colhendo.	Os	pobres
e	necessitados	poderiam,	então,	vir	e	colher	esses	grãos	extras	para	ter	o	que
comer.
É	nesse	momento	que	somos	apresentados	a	Boaz,	o	outro	protagonista	de	nossa
história.	Em	apenas	uns	poucos	versículos	curtos,	aprendemos	algumas
informações	importantes	sobre	ele:
●	Ele	é	um	dos	membros	da	família	de	Elimeleque,	parente	de	Noemi	por	meio
de	casamento.
●	Ele	é	“um	homem	de	envergadura”	(v.	1).
●	Ele	é	“um	homem	rico	e	influente”,	um	proprietário	e	empregador.
No	campo
Quando	Boaz	descobre	quem	é	Rute,	ele	a	instrui	a	continuar	a	coletar	em	suas
terras.	Como	você	pode	imaginar,	uma	estrangeira	solteira	como	Rute	estava	em
uma	posição	muito	vulnerável	enquanto	trabalhava	nos	campos.	Mas	Boaz
orientou	seus	trabalhadores	a	não	tocarem	nela;	na	verdade,	ela	era	bem-vinda
até	para	tomar	a	água	que	eles	haviam	trazido.
Como	você	acha	que	Rute	se	sentiu	quando	entrou	no	campo	de	um	estranho
pela	primeira	vez,	em	uma	terra	estrangeira,	e	começou	a	coletar	grãos	para	si
mesma?
Que	medos	ela	pode	ter	sentido?
Como	ela	responde	à	bondade	de	Boaz	(v.	10	e	13)?
Está	claro	que	Boaz	é	leal	e	guarda	a	lei	israelita.	Olhe	para	os	mandamentos	do
Senhor	e	veja	como	o	autor	está	mostrando	o	caráter	de	Boaz:	leia	Deuteronômio
10.19;	24.19;	Levítico	19.9,10.
Boaz	entende	que	sua	provisão	a	Rute	é,	na	verdade,	a	bondade	do	Senhor	a	ela
(Rt	2.11,12).	O	amor	de	Deus	muitas	vezes	é	comunicado	a	nós	por	meio	do
amor	e	bondade	de	seu	povo.
Como	você	pode	ajudar	um	filho	de	Deus	a	sentir	o	amor	de	Deus	hoje?
Esse	era	o	tempo	dos	juízes,	onde	“cadaum	fazia	o	que	parecia	certo	aos	seus
olhos”	(Jz	21.25,	ESV).	Mas	Boaz	não	—	ele	fazia	o	que	era	certo	aos	olhos	de
Deus.	A	vida	em	seus	campos	era	diferente,	e	melhor,	porque	a	lei	de	Deus
reinava	lá.
Como	você	e	sua	igreja	podem	providenciar	para	os	que	os	rodeiam	uma	forma
distinta	de	viver	—	mais	santa,	mais	acolhedora	e	segura?
Completo	até	transbordar
Rute	2.14-23
Agora,	depois	de	tanta	dor	e	tanta	incerteza	e	dificuldades,	Rute	e	Noe	mi
começam	a	ver	a	mão	de	Deus	trabalhando,	por	meio	de	Boaz.
Muito	para	comer
Leia	Rute	2.14-18.
Boaz	demonstra	grande	bondade	para	com	Rute,	alimentando-a	como	se	ela
fizesse	parte	de	seus	trabalhadores.	Ele	lhe	concede	livre	acesso	a	seu	campo	e
um	lugar	seguro	para	trabalhar	(v.	22),	e	ainda	manda	seus	trabalhadores
deixarem	cair	mais	grãos	para	ela	recolher.	Ao	final	do	dia,	Rute	recolheu	e
preparou	mais	cevada	do	que	ela	parece	ser	capaz	de	carregar.	Essa	situação	se
repete	ao	longo	da	colheita.	A	principal	ameaça	a	Rute	e	Noemi	foi	dissipada	—
elas	terão	comida	suficiente	para	sobreviver.
Deus	proveu	abundantemente	para	Rute,	mas	ela	também	precisava	trabalhar
diligentemente	nos	campos.
O	que	isso	nos	diz	sobre	a	relação	entre	a	promessa	de	Deus	em	cuidar	de	nós	e
nossa	responsabilidade	de	trabalhar	por	nosso	sustento?	De	que	maneira
podemos	interpretar	essa	relação	de	forma	errada?
Elimeleque	guiou	sua	família	para	fora	de	Belém	—	para	fora	da	terra	de	Deus
—	por	causa	de	uma	fome	que	assolava	o	lugar	(1.1).
Como	devemos	reagir	diante	de	situações	em	que	Deus	escolhe	não	prover	de
forma	abundante	para	nós?
Separe	um	tempo	para	agradecer	a	Deus	por	prover	todas	as	coisas	de	que	você
realmente	precisa.	Agradeça-lhe	pelo	o	que	ele	não	proveu	e	peça	a	ele	para
ajudá-lo	a	enxergar	sua	“falta”	de	algo	como	uma	oportunidade	de	crescer	em
contentamento	santo	e	gratidão.	Leia	1Timóteo	6.6-10.
As	peças	se	encaixam
Leia	Rute	2.19-23.
Noemi	fica	feliz	quando	vê	Rute	chegando	em	casa	com	comida,	mas	parece
ficar	ainda	mais	feliz	quando	percebe	que	o	homem	que	mostrou	tanta	bondade	a
Rute	é	ninguém	menos	que	Boaz,	parente	de	seu	marido!	Ele	é	um	“parente”	e
um	“resgatador”	(o	significado	disso	está	prestes	a	se	tornar	muito	importante!).
Rute	e	Noemi	haviam	retornado	de	Moabe	de	mãos	vazias	(1.21),	mas	agora
ambas	têm	bastante	comida.	Deus	não	é	mais	descrito	como	o	Todo-Poderoso
que	agiu	amargamente	com	Noemi,	mas	é	chamado	de	aquele	“que	não	deixou
de	mostrar	benevolência”	(2.20).
Você	acha	que	Noemi	desejou	poder	voltar	atrás	sobre	o	que	disse	no	capítulo
1.20,21?
Já	aconteceu	de	seu	coração	se	mostrar	inconstante,	em	um	momento
reclamando	da	provisão	de	Deus,	e	em	seguida	cheio	de	alegria,	quando	você
recebe	o	que	deseja?	Qual	seria	a	atitude	mais	piedosa	nesses	momentos?
Além	da
colheita
Rute	3.1-9
O	Senhor	proveu	para	as	necessidades	de	Rute	e	Noemi,	mas	ainda	não	estava
claro	o	que	aconteceria	com	elas	quando	a	colheita	de	cevada	terminasse.
Um	plano	ousado
Leia	Rute	3.1-9.
Para	entender	essa	história,	precisamos	entender	o	conceito	de	“resgatador”.
Noemi	já	havia	chamado	Boaz	de	“resgatador”	(2.20),	e	vemos	nessa	passagem
esse	termo	sendo	mencionado	em	3.9	(e	depois	também	nos	v.	12,13).	Nesse
contexto,	redenção	significava	que	uma	viúva	deveria	se	casar	com	o	parente
mais	próximo	de	seu	marido,	para	manter	a	propriedade	na	família	e	gerar	um
herdeiro	para	o	falecido	(veja	Lv	25.23-25	e	Dt	25.5,6).	Noemi	sabe	que	Boaz
(como	parente	próximo	de	Malom,	marido	falecido	de	Rute)	poderia	casar	com
Rute	e	sustentá-la.
Mas	será	que	ele	fará	isso?
Uma	estratégia	a	longo	prazo
Releia	Rute	3.1-5.
O	que	Noemi	quer	para	Rute?
O	que	ela	quer	que	Rute	faça?
Não	está	claro	qual	seria	a	intenção	de	Noemi	ao	instruir	Rute	a	descobrir	os	pés
de	Boaz.	Talvez	fosse	um	costume	antigo	que	não	entendemos,	ou	poderia	ser
apenas	uma	forma	de	acordar	gentilmente	alguém.
O	plano	se	desdobra
Releia	Rute	3.6-9.
Como	Rute	fez	o	que	Noemi	pediu?
De	que	maneira	ela	fugiu	do	roteiro?
Compreensivelmente,	Boaz	fica	surpreso	ao	encontrar	Rute	aos	seus	pés	(v.	8),
mas	ela	não	hesita	em	pedir	que	ele	a	cubra	com	a	ponta	de	suas	vestes	(fazendo
referência	a	um	costume	por	meio	do	qual	o	homem	pedia	a	mulher	em
casamento).	Esse	plano	significava	um	risco	para	Rute.	Boaz	havia	sido	bondoso
e	generoso	com	ela,	mas	não	havia	como	prever	de	que	forma	ele	reagiria.
Rute	proporciona	um	exemplo	de	como	a	feminilidade	piedosa	deve	ser.	Aliás,
na	Bíblia	hebraica,	o	livro	de	Rute	vem	logo	após	o	livro	de	Provérbios.	Nessa
leitura,	você	iria	da	famosa	descrição	de	uma	mulher	virtuosa	em	Provérbios
31.10-31	diretamente	para	a	história	de	Rute.
Pense	novamente	na	história	até	aqui.	De	que	maneira	Rute	demonstrou	força,
coragem	e	santidade?
O	que	o	mundo	a	nossa	volta	diz	ser	o	mais	valioso	em	uma	mulher?	Como	o
caráter	e	conduta	de	Rute	são	similares	e/ou	diferentes	desse	conceito?
O	que	você	admira	em	sua	esposa	ou	filhas,	nas	irmãs	de	sua	igreja	e	em	você
mesmo?	É	isso	o	que	Rute	demonstra	ou	o	que	o	mundo	exalta?
Alguma	coisa	precisa	mudar?	Como	priorizar	as	qualidades	de	Rute	pode	ser
positivo	para	você	ou	para	as	mulheres	ao	seu	redor?
O	suspense	aumenta
Rute	3.10-18
O	plano	de	Noemi	parece	estar	funcionando	perfeitamente,	mas	há	um	obstáculo
significativo.
A	reação	de	Boaz
Leia	Rute	3.10,11.
Rute	sugeriu	que	Boaz	se	casasse	com	ela	e	agisse	como	seu	“resgatador”.
Por	que	ele	poderia	não	querer	se	casar	com	alguém	como	Rute?	Por	que	ele
diz	que,	na	verdade,	quer	se	casar	com	ela?
Por	que	ele	pensa	que	Rute	talvez	não	queira	se	casar	com	ele?
Alguns	dizem	que	há	algo	inapropriado	no	fato	de	Rute	procurar	Boaz	tão	tarde
aquela	noite;	mas	a	resposta	dele	no	versículo	11	(chamando	Rute	de	“mulher
virtuosa”)	torna	claro	que	esse	não	era	o	caso.	Na	verdade,	no	versículo	14,	Boaz
parece	estar	preocupado	em	fazer	Rute	ir	embora	antes	do	nascer	do	sol,	para
que	sua	reputação	não	fosse	maculada	de	forma	injusta.
O	obstáculo
Leia	Rute	3.12-18.
No	sistema	do	antigo	Israel,	o	direito	de	agir	como	redentor	ia	para	o	parente
mais	próximo	da	pessoa	falecida.	Boaz	revela	que	há	alguém	que	deve	receber	a
oportunidade	antes	que	ele	tome	uma	decisão.
Já	estamos	torcendo	por	Boaz	e	Rute;	eles	parecem	formar	um	casal	perfeito!
Assim,	a	notícia	de	que	há	outro	redentor	parece	ser	um	problema.	Mas	no
centro	de	tudo	há	uma	boa	notícia;	de	uma	maneira	ou	de	outra,	alguém	vai	agir
como	redentor	de	Rute	e	Noemi.
O	que	Boaz	faz	por	Rute	antes	de	ela	ir	embora?	Que	explicação	ele	dá	por	suas
próprias	ações?
Como	Noemi	aconselha	Rute,	no	versículo	18?
Boaz	insiste	que	Rute	não	pode	voltar	para	Noemi	de	mãos	vazias.	Quando	ela
retornou	com	a	promessa	de	um	marido	e	um	manto	cheio	de	comida,	Noemi	viu
que	as	coisas	haviam	ido	bem.	Em	1.9,	ela	havia	pedido	a	Deus	que	provesse
descanso	e	um	marido	para	sua	nora;	agora	está	claro	que	Deus	ouviu	seu
clamor.
Como	isso	o	encoraja	a	levar	suas	preocupações	e	problemas	ao	Senhor?	(Leia
Fp	4.6	e	1Pe	5.6,7).
Pense	nas	coisas	que	o	deixam	ansioso	ao	pensar	sobre	o	futuro.	Leve-as	ao
Senhor	em	oração	e	peça	sua	ajuda.
A	questão	do
redentor
Rute	4.1-12
Boaz	quer	se	casar	com	Rute	—	mas,	de	acordo	com	o	costume	antigo,	outro
homem	tem	o	direito	de	se	casar	com	ela	primeiro.	Esse	ainda	não	é	um	trato
fechado.
Bom	demais	para	deixar	passar
Leia	Rute	4.1-4.
Na	manhã	seguinte	ao	pedido	ousado	de	Rute,	tarde	da	noite,	Boaz	entra	em
ação.	Na	presença	dos	anciãos	da	cidade,	ele	explica	a	oportunidade:	Noemi	está
vendendo	a	porção	de	terra	que	pertencia	a	Elimeleque.
Que	detalhe	importante	Boaz	está	deixando	de	fora?
Como	o	redentor	responde	a	essa	oportunidade	de	investimento	lucrativo
imobiliário?
Isso	não	parece	certo.	Fomos	levados	a	pensar	que	Boaz	e	Rute	ficarão	juntos;	a
história	não	pode	acabar	assim!
O	autor	faz	um	trabalho	magistral	em	criar	suspense.	Olhe	como	ele	usa	as
palavras	“somente	depois”	(v.	1)	para	nos	impressionar	com	o	quão
extraordinário	é	que	as	coisas	tenham	se	desenroladodessa	maneira.	Vimos	o
mesmo	em	2.3,4,	quando	Rute	passeava	por	um	campo	e	“somente	depois”
Boaz,	parente	de	Elimeleque,	aparece.
O	que	essas	“coincidências”	nos	mostram	sobre	como	Deus	participa	dos
detalhes	de	nossa	vida?
Como	o	envolvimento	de	Deus	o	ajuda	a:
●	ser	paciente	em	tempos	difíceis?
●	ser	grato	em	momentos	de	prosperidade?
●	ser	confiante	ao	olhar	para	o	futuro?
Ah,	eu	mencionei	isso...?
Leia	Rute	4.5-10.
No	versículo	5,	Boaz	revela	que	há	mais	por	trás	desse	trato.	Qualquer	um	que
queira	redimir	a	terra	de	Elimeleque	deve	se	casar	com	a	viúva	de	seu	filho
também.	O	redentor	não	quer	fazer	esse	tipo	de	compromisso	financeiro,	então
ele	passa	seu	direito	de	ser	redentor	para	Boaz.
Como	eles	formalizam	o	trato	(v.	7,8)?
Qual	é	o	resultado	dessa	transação,	de	acordo	com	Boaz	(v.	9,10)?
Como	as	prioridades	de	Boaz	são	diferentes	das	do	outro	redentor?
Uma	bênção
Leia	Rute	4.11,12.
O	povo	nos	portões	deseja	coisas	boas	a	Rute	e	Boaz.	Há	ironia	aqui,	pois	as
histórias	das	mulheres	que	eles	mencionam	—	Raquel,	Lia,	Tamar	—	não	foram
sempre	fáceis	e	tranquilas.	Mas	o	Senhor	usou	cada	uma	dessas	mulheres	para
construir	a	família	de	Israel	e	para	promover	os	planos	de	Deus	para	abençoar
seu	povo.
Não	podemos	pedir	mais	do	que	ser	usados	por	Deus	para	desenvolver	seu	povo
e	promover	seus	planos.	Faça	essa	oração	por	você	agora,	e	então	ore	nesse
sentido	por	pessoas	na	sua	igreja	que	são	próximas
a	você.
Um	final
feliz
Rute	4.13-22
Enquanto	a	história	se	encaminha	para	um	final	feliz,	o	autor	se	distancia	e
mostra	uma	visão	mais	ampla	do	que	Deus	realmente	estava	fazendo	por	meio
da	vida	de	Rute.
Existe	um	redentor
Leia	Rute	4.13-17.
Boaz	age	como	o	redentor	de	Rute	nessa	história.
Mas	quem	é	o	redentor	de	Noemi	(v.	14)?	O	que	ele	fará	por	ela	(v.	15)?
Obede	é	o	filho	de	Rute.	Por	que	você	acha	que	disseram	que	nasceu	um	filho
para	Noemi	(v.	17)?
Quem	é	o	trineto	de	Noemi	(v.	17)?
A	adoração	das	mulheres	diante	do	fato	do	Senhor	não	ter	deixado	Noemi	sem
um	redentor	é	significativo,	pois	no	Antigo	Testamente	o	próprio	Senhor	diz	ser
o	redentor	do	seu	povo	(Sl	19.14).	No	Novo
Testamento,	Jesus	é	quem	traz	essa	redenção	(veja	Gl	3.13,14).
Como	a	redenção	no	livro	de	Rute	é	uma	imagem	do	que	Jesus	fez	por	nós	por
meio	de	sua	morte	e	ressurreição?
Um	final	inusitado
Leia	Rute	4.18-22.
O	livro	de	Rute	conta	uma	história	comovente,	mas	uma	lista	de	nomes	parece
ser	um	final	sem	clímax!
Quantos	nomes	dessa	genealogia	você	reconhece?
Para	o	autor	de	Rute,	o	rei	Davi	seria	o	ponto	alto	da	bênção	de	Deus	ao	seu
povo.	Estar	em	sua	linhagem	era	um	privilégio	emocionante.
Nesse	momento	da	história,	sabemos	que	alguém	maior	estava	prometido	àquela
família	(2Sm	7.12-16)	—	e	sabemos	quem	ele	é	(Mt	1.1-17)!
Apesar	de	Israel	às	vezes	esquecer	isso,	o	plano	de	Deus	nunca	foi	meramente
abençoar	essa	nação,	mas,	sim,	abençoar	o	mundo	inteiro	por	meio	dela	(Gn
12.1-3).	Nesse	contexto,	Deus	conecta	tal	verdade	à	história	de	Israel,	ao	dar
uma	bisavó	estrangeira	ao	seu	maior	rei.
As	nações	foram	incluídas	dentre	os	ancestrais	de	Davi!
O	livro	começou	com	um	lembrete	dos	dias	de	juízes,	quando	nenhum	rei
governava	em	Israel.	O	final	mostra	que,	mesmo	quando	as	coisas	estavam
sombrias,	Deus	estava	trabalhando	para	trazer	um	rei	fiel	ao	seu	povo.	Da	nossa
perspectiva,	podemos	ver	que,	em	um	panorama	geral,	Deus	estava	usando	Rute
para	trazer	à	vida	o	ainda	maior	Rei	Jesus!
É	pouco	provável	que	Rute	tenha	vivido	para	ver	seu	bisneto	governar.	De	várias
maneiras,	o	grande	objetivo	de	sua	vida	não	se	cumpriu	até	que	morresse.
Como	isso	o	encoraja	a	ser	fiel	nos	pequenos	detalhes	da	vida	e	a	confiar	que	o
Senhor	está	no	controle?
Agradeça	ao	Senhor	por	enviar	o	descendente	de	Rute	para	redimi-lo	dos	seus
pecados.
Problemas,	problemas
1Coríntios	1.1-3
A	igreja	que	Paulo	estabeleceu	em	Corinto	era	jovem,	cheia	de	vida,	assim	como
cheia	de	problemas.	Quando	Paulo	se	sentou	para	lhes	escrever,	eles	estavam	sob
a	ameaça	da	autodestruição.
Como	Paulo	deveria	começar?	Qual	das	questões	fatais	ele	abordaria	primeiro?
Nenhuma...
Leia	1Coríntios	1.1-3.
Uma	igreja	que	pertence	a	alguém
A	quem	pertence	a	igreja	de	Corinto	(v.	2)?
Isso	significa	que	Deus	se	importa	com	a	igreja	de	Corinto	—	com	a	sua	igreja	e
com	a	minha	também.
Que	palavra	Paulo	usa	a	seguir,	para	descrevê-los?
A	palavra	significa	“declarados	santos	e	justos”.
Onde	isso	se	torna	disponível	(v.	2)?
Os	cristãos,	independentemente	de	suas	fraquezas,	erros	e	desafios,	não	precisam
trabalhar	debaixo	de	condenação.	Por	meio	da	fé	no	filho	de	Deus,	a	santidade	e
a	justiça	de	Jesus	são	concedidas	a	nós.	Se	somos	cristãos,	somos	santificados.
Não	pela	bondade	de	nossos	esforços,	mas	pelo	alvo	da	nossa	fé	—	o	Senhor
Jesus.
Deus	vê	você	como	“santificado	em	Cristo	Jesus”.	Como	isso	deve	afetar	a
maneira	de	você	se	ver?
Uma	igreja	que	é	chamada	para...
Para	que	são	“chamados”	os	cristãos	coríntios	(v.	2)?
Eles	precisam	tornar-se	separados,	puros,	santos	na	sua	maneira	de	pensar,	de
falar	e	de	viver.	Mas	eles	já	não	são	santificados?	Cristãos	são	separados	ou	não?
Deus	declarou	os	cristãos	santos	por	meio	da	fé	em	Cristo.	Nosso	status	é
“santo”.	Mas	Deus	também	chama	os	cristãos	a	se	tornarem	santos,	a	ter	uma
vida	que	reflita	Jesus	Cristo	de	forma	mais	plena.	Devemos	viver	cada	vez	mais
como	o	povo	que	Deus	nos	chama	a	ser.
Quais	as	três	áreas	em	que	você	tem	mais	dificuldade	para	viver	de	maneira
santa?
Como	o	fato	de	você	já	ser	santificado	o	motivará	a	viver	de	maneira	mais
santa,	e	como	isso	o	conforta	quando	você	falha?
Uma	igreja	que	desfruta
Quais	são	as	duas	coisas	que	a	igreja	de	Corinto	desfruta,	segundo	Paulo	(v.	3)?
Como	veremos,	nem	misericórdia	imerecida,	nem	amizade	ou	calmaria	eram
marcas	dessa	congregação!
Então	por	que	você	acha	que	Paulo	começa	relembrando-os	de	que	esses	são	os
resultados	do	seu	relacionamento	com	Deus,	por	meio	de	Cristo?
Com	todos	os	problemas	evidentes	em	Corinto,	podemos	esperar	que	Paulo
deixe	de	lado	os	encorajamentos	iniciais.	Mas	o	motivo	pelo	qual	ele	não	faz
isso	é	por	causa	de	todos	os	problemas	deles.	Quando	enfrentamos	dificuldades
como	cristãos,	precisamos	lembrar,	antes	de	tudo,	que	somos	cristãos	santos,
chamados	para	a	santidade,	desfrutando	de	graça	e	paz.
Releia	1Coríntios	1.1-3.	Agradeça	a	Deus	por	essas	verdades	se	aplicarem	a
você	ainda	hoje!
Conte	suas	bênçãos
1Coríntios	1.4-9
Paulo	precisará	corrigir	e	desafiar	essa	igreja	de	muitas	maneiras.	Mas	antes	ele
quer	que	eles	contem	suas	bênçãos.	E	que	bênção	eles	têm	como	aqueles	que
“invocam	o	nome	de	nosso	Senhor	Jesus	Cristo”	(v.	2)!
A	bênção	da	graça
Leia	1Coríntios	1.4.
A	igreja	em	Corinto	havia	sido	fundada	por	Paulo.	Desde	então,	ela	estava	cheia
de	problemas.	E,	como	veremos,	havia	alguma	discordância	sobre	o	próprio
Paulo.
O	que	é	surpreendente	sobre	o	que	Paulo	está	fazendo	nessa	passagem?
Quaisquer	que	sejam	os	desafios	que	essa	igreja	enfrente	ou	represente,	o	que	é
mais	importante	sobre	seus	membros	é	que	eles	receberam	a	graça	de	Deus.	O
que	é	motivo	de	grande	gratidão!
Todo	verdadeiro	cristão,	por	maiores	que	sejam	suas	lutas,	deve	nos	estimular	a
agradecer.	Cada	congregação	de	cristãos,	por	mais	problemática	que	seja,	é	um
triunfo	da	graça	de	Deus.
Faça	uma	pausa	agora	para	agradecer	a	Deus	pelos	cristãos	que	você	conhece.
Louve	a	Deus	por	qualquer	cristão	em	particular	que	lhe	causou	problemas	ou
sofrimento.
A	bênção	do	conhecimento
Leia	1Coríntios	1.5,6.
Corinto	era	um	lugar	que	valorizava	o	conhecimento.	Paulo	relembra	a	esses
cristãos	que	em	Cristo	eles	têm	a	maior	riqueza	de	conhecimento	possível.	Em
Cristo,	eles	encontraram	o	propósito	da	vida,	o	caminho	para	serem	perdoados	e
os	meios	para	conhecer	o	próprio	Deus.	Que	melhor	conhecimento	do	que	esse
existe?
Onde	Paulo	diz	que	suas	declarações	sobre	Cristo	se	mostram	verdadeiras	(v.
6)?
De	que	forma	a	sua	vida	é	uma	expressão	da	verdade	do	evangelho?	Existem
outras	maneirasde	você	poder	demonstrá-la	mais	claramente?
A	bênção	da	certeza
Leia	1Coríntios	1.7,8.
O	que	cristãos	podem	esperar	(v.	7,8)?
Como	cristãos	que	sofrem	podem	ter	certeza	de	que	alcançarão	esse	futuro	(v.
8a)?
Nosso	bem-estar	eterno	está	em	mãos	mais	seguras	e	fortes	do	que	as	nossas!
A	bênção	da	comunhão
Leia	1Coríntios	1.9.
Para	o	que	Deus	nos	chamou?
A	vida	cristã	não	se	define	por	rituais	ou	regras:	ela	se	define	por	um
relacionamento.	Deus	nos	deu	o	melhor	que	possui	—	seu	Filho.
Graça.	Conhecimento.	Certeza.	Comunhão.	Todas	essas	coisas	são	suas	como
cristão.
Como	essas	coisas	fazem	você	se	sentir?	Como	elas	o	fazem	lembrar	de	ter	foco
nas	coisas	que	você	recebeu	e	orar	por	elas,	ao	invés	de	ter	em	mente	aquilo	que
não	recebeu?
Multiplicando	as	divisões
1Coríntios	1.10-31
Divisão	causa	conflito,	sofrimento	e	tristeza.	Divisão	na	igreja	é	ainda	mais
trágico,	já	que	vai	contra	o	desejo	de	Cristo	de	que	seu	povo	desfrute	de	“plena
unidade”	(Jo	17.23).	Portanto,	como	uma	igreja	pode	se	manter	unida?
Conheça	a	Cristo
Leia	1Coríntios	1.10-16.
Sobre	o	que	parece	que	os	cristãos	estavam	discutindo	(v.	11,12)?
O	que	você	acha	que	Paulo	está	tentando	deixar	claro	no	versículo	13?
A	cultura	coríntia	exaltava	oradores	específicos	e	discutia	sobre	qual	era	o
melhor	—	algo	não	muito	diferente	da	cultura	entre	celebridades	nos	dias	de
hoje.	Essa	promoção	de	uma	personalidade	sobre	a	outra	havia	se	espalhado	na
igreja	e	estava	ofuscando	a	singularidade	de	Cristo,	a	única	pessoa	que	havia
sido	“crucificado	em	vosso	favor”	(v.	13).
Como	tal	erro	se	apresenta,	ou	se	apresentaria,	na	sua	igreja	hoje?
Aceite	a	insensatez
Leia	1Coríntios	1.17-25.
Sobre	o	que	é	a	mensagem	do	evangelho	(v.	17,18)?
Quais	são	as	duas	respostas	à	essa	mensagem	(v.	18)?
O	que	o	mundo	rejeita,	a	igreja	exalta.	O	mundo	não	sabia,	e	não	sabe,	que	havia
a	necessidade	de	Deus	se	tornar	homem	e	carregar	nossos	pecados	ao	morrer	a
morte	de	um	traidor	delinquente.	Contudo,	esse	é	o	cerne	do	cristianismo!	Logo,
se	uma	igreja	começa	a	espalhar	uma	mensagem	que	agrada	ao	mundo,	é	claro
que	o	verdadeiro	evangelho	será	minimizado,	prejudicado,	e	até	substituído.
Como	espera	que	o	mundo	enxergue	você,	como	sábio	ou	tolo?
Você	está	preparado	caso	as	pessoas	se	ofendam	com	o	que	você	acredita	sobre
a	cruz?
Relembre	a	humildade
Leia	1Coríntios	1.26-31.
Segundo	sua	cultura,	quais	são	as	principais	qualidades	de	alguém?
Segundo	sua	cultura,	do	que	é	aceitável	orgulhar-se?
Em	Corinto,	o	reconhecimento	vinha	de	ser	sábio,	poderoso	ou	de	uma	boa
família.
Como	eram	reconhecidos	os	membros	dessa	igreja	(v.	26)?
Por	que	Deus	escolheu	torná-los	seu	povo	(v.	27-29)?
Portanto,	o	que	é	que	o	cristão	pode	ter	como	único	alvo	valioso,	isto	é,	algo	de
que	possa	se	orgulhar	(v.	31)?
Quando	seu	orgulho	se	resume	em	algo	que	outra	pessoa	fez	—	em	como	o
Senhor	Jesus	morreu	por	você	—,	é	difícil	ficar	egoísta,	na	defensiva	e	ser
divergente.
Agradeça	a	Deus	por	ele	escolher	você	sem	que	você	tivesse	nenhum	mérito	ou
conquista	inerentes.	Então	fale	com	ele	sobre	as	várias	situações	nas	quais	você
tem	dificuldade	em	aceitar	a	insensatez	e	relembrar	a	humildade.
Nada	além...
1Coríntios	2.1-16
Paulo	praticava	o	que	pregava...	ou,	ao	contrário,	devemos	dizer,	ele	pregava	o
que	escrevia.
Quando	Paulo	chegou
Leia	1Coríntios	2.1-5.
Na	época	de	Paulo,	oradores	seculares	iam	a	Corinto,	louvavam	a	cidade,
contavam	de	suas	conquistas	e	impressionavam	com	sua	eloquência.
De	que	maneira	Paulo	era	diferente	(v.	1,3)?
O	que	Paulo	considerava	o	mais	importante	em	seus	discursos	(v.	2)?
No	que	ele	não	queria	que	se	baseasse	a	admiração	das	pessoas	(v.	5)?
Como	você	acha	que	devemos	aplicar	as	palavras	de	Paulo	nesse	contexto	à
nossa	reação	diante	dos	pregadores	de	hoje?
Como	esses	versículos	encorajam	nossos	esforços	para	contar	às	pessoas	sobre
Jesus?
Imagine	que	você	está	se	mudando	para	outra	comunidade	e	procurando	uma
nova	igreja.
O	que	você	deve	procurar	acima	de	tudo?
Uma	mensagem	de	sabedoria
Leia	1Coríntios	2.6-16.
Paulo	já	disse	que	a	mensagem	que	está	no	cerne	do	cristianismo	parece
“insensatez”	(1.18).	Contudo,	ao	mesmo	tempo,	é	“uma	mensagem	de
sabedoria”	(2.6)!
Quem	reconhece	isso	(v.	6)?
Quem	não	reconhece?	Como	sabemos	isso	(v.	8)?
Então	como	alguém	pode	enxergar	que	confiar	na	cruz	é	a	verdadeira	sabedoria
(v.	10,12)?
A	sabedoria	de	Deus	é	um	presente.	E	a	habilidade	de	entendê-la	também	é.	As
pessoas	(incluindo	nós	mesmos)	são	por	natureza	cegas	à	beleza	da	verdade	de
Deus	(v.	14)	—	então	precisamos	que	ela	seja	revelada	a	nós.	Lembrar	isso	nos
mantém	humildes	e	nos	traz	à	memória	que,	para	o	mundo	que	nos	observa,	os
cristãos	sempre	parecerão	estranhos.
Você,	por	vezes,	ignora	a	sabedoria	de	Deus	porque	o	mundo	diz	que	ela	é
insensata?	Como?
Você	se	vê	dando	ouvidos	à	sabedoria	do	mundo	mesmo	quando	sabe	que	Deus
disse	que	ela	é	insensata?	Como?
Como	esses	versículos	o	encorajam	a	viver	mais	pela	sabedoria	de	Deus	e
menos	pela	sabedoria	do	mundo?
Agradeça	a	Deus	por	lhe	revelar	a	mensagem	de	seu	Filho	crucificado	por	meio
do	trabalho	do	seu	Espírito.
Ore	para	ser	capaz	de	julgar	tudo	de	acordo	com	a	orientação	do	Espírito	e	para
não	se	preocupar	muito	com	o	julgamento	do	mundo	(v.	16).
Você	precisa	crescer!
1Coríntios	3.1-23
Se	o	apóstolo	estivesse	comentando	acerca	de	sua	maturidade	espiritu	al,	como
ele	o	descreveria?
Crianças
Leia	1Coríntios	3.1-4.
Como	Paulo	descreve	os	coríntios	(v.	1,2)?
O	que	prova	que	eles	são	assim	(v.	3,4)?
Paulo	está	escrevendo	a	eles	como	se	fossem	crianças	porque	não	parecem	estar
prontos	para	nada	além	disso.	E	isso	é	culpa	deles.	Eles	haviam	tido	todas	as
oportunidades	para	crescer	em	Cristo	—	Paulo	havia	vivido	entre	eles,	e	Pedro
(i.e.,	Cefas),	ao	que	tudo	indica,	também	os	visitara.	Paulo	não	está	pedindo,
espiritualmente	falando,	para	que	um	menino	de	três	anos	acompanhe	uma
conversa	adulta;	ele	está	pedindo	para	que	um	adulto	de	33	anos	comece	uma
alimentação	condizente	com	sua	idade.
Você	está	crescendo	em	amor,	conhecimento,	obediência,	piedade...	em	outras
palavras,	em	maturidade	cristã?
Olhando	para	os	últimos	anos,	como	você	tem	crescido?
Olhando	para	a	frente,	em	que	áreas	você	precisa	“crescer”?	O	que	você	fará
para	amadurecer?
A	semente
Leia	1Coríntios	3.5-9.
O	que	Paulo	nos	ensina	sobre	o	ministério	cristão	nessa	passagem?
Como	isso	é	tranquilizador?	Como	ele	o	torna	mais	humilde?
A	construção
Leia	1Coríntios	3.10-17.
Deus	é	quem	direciona	os	diversos	trabalhadores	que	emprega,	porque	a	igreja	é
sua.	E	uma	verdadeira	igreja	é	construída	sobre	o	alicerce	de	Jesus	Cristo	(v.	11).
Deus	possui	a	igreja;	e	Deus	vive	na	igreja	(v.	16,17).
Como	a	“obra	realizada	pela	igreja”	será	julgada	(v.	12-15)?
Como	isso	deve	influenciar	nossa	atitude	perante	nossa	igreja	local?	E	perante
o	trabalho	que	realizamos	em	nossa	igreja?
Tudo	é	seu
Leia	1Coríntios	3.18-23.
Como	o	versículo	21	é	um	resumo	dos	argumentos	de	Paulo	ao	longo	dos
capítulos	2	e	3?
Um	cristão	maduro	percebe	que	não	há	necessidade	de	divisão	na	igreja;	não	há
necessidade	de	buscar	glória	subjacente	ao	apoiar	um	pastor	específico,	um
palestrante	ou	uma	instituição.
Por	quê?	Porque	tudo	o	que	Deus	prometeu	já	é	deles,	não	por	seguir	a	Paulo,
Apolo	ou	Cefas,	mas	por	pertencer	a	Cristo	(v.	22,23).	Enquanto	a	sabedoria	do
mundo	nos	diz	para	nos	colocarmos	à	frente,	a	sabedoria	piedosa	nos	impulsiona
a	desfrutar	tudo	o	que	temos	em	Jesus	e	a	exaltá-lo.
Louve	a	Deus	por	dar	a	você	uma	vida	real,	nenhum	medo	da	morte	e	um	lugar
em	seu	mundo	vindouro.
Verdadeiro	ou	falso?
Primeira	parte
1Coríntios	4.1-7
Poucas	coisas	destroem	a	igreja	tão	rapidamente	quanto	falsos	ensinamentos.
Paulo	sabia	que	os	cristãos	coríntios	estavam	sendo	enganados,	iludidos	e
defraudados	por	impostores.	O	perigo	não	é	menos	real	para	as	igrejas	de	hoje.
Mas	como	você	reconhece	o	real	e	o	falso?	Paulo	nos	dá	quatro	marcas	do
verdadeiro	ministério	cristão.	Veremosduas	nesta	seção	e	duas	na	próxima.
Leia	1Coríntios	4.1-7.
A	mensagem
O	que	foi	entregue	aos	ministros	do	evangelho	(v.	1)?
O	que	eles	devem	fazer	com	isso	(v.	2)?
Leia	1Coríntios	2.1,2.
Qual	é	o	“segredo”	que	os	ministros	do	evangelho	devem	revelar	às	pessoas?
Ministros	do	evangelho	são	administradores	da	mensagem	de	Deus.	Não	são	os
donos	dela;	a	eles	foi	confiada	a	propriedade	de	outra	pessoa.	São	empregados
de	Deus	e	trabalham	para	ele.	E	confiabilidade	é	o	que	ele	quer,	mais	do	que
originalidade.
Sobre	qual	erro	Paulo	alerta	os	ministros	do	evangelho	em	4.6?
Por	que	um	ministro	do	evangelho	pode	ser	tentado	a	ignorar	esse	aviso?
Aqui	está	a	primeira	marca	de	um	verdadeiro	ministro	cristão:	ele	prega	uma
mensagem	centrada	na	cruz.	Nada	menos,	nada	mais.
A	opinião	de	quem?
Com	o	julgamento	de	quem	Paulo	se	importa	(v.	4)?
Sobre	o	que	trata	esse	julgamento	e	quando	ele	acontecerá	(v.	5)?
Que	impacto	isso	tem	sobre	a	visão	de	Paulo	quanto	às	opiniões	que	os	outros
têm	a	respeito	dele	(v.	3)?
Um	verdadeiro	ministro	de	Cristo	(e	todo	verdadeiro	cristão,	quanto	a	esse
assunto)	vive	para	agradar	a	Cristo.	Tudo	o	que	importa	é	o	julgamento	dele	e
que	ele	seja	louvado.	O	servo	de	Cristo	sabe	que	a	mensagem	do	evangelho	nem
sempre	será	popular.	Ele	sabe	que	ela	nunca	pontuará	alto	em	pesquisas	de
opinião	e	grupos	focais.
Mas	seu	objetivo	derradeiro	não	é	prestar	contas	ao	mundo	ou	mesmo	à	igreja,
mas	a	Deus,	que	confiou	a	ele	a	mensagem	da	cruz.
Há,	na	verdade,	muita	liberdade	para	todos	os	cristãos	nesse	sentido.	Sabemos	a
identidade	do	nosso	juiz	supremo.	Sabemos	que,	com	ele,	“não	há	condenação
alguma	para	os	que	estão	em	Cristo	Jesus”	(Rm	8.1).	E	sabemos	que	ele
recompensa	nosso	trabalho	por	ele	(1Co	3.14).	Então	somos	livres	para	não	ser
conduzidos	ou	controlados	pela	opinião	de	outras	pessoas.
Aqui	está	a	segunda	marca	de	um	ministro	verdadeiramente	cristão:	ele	se
importa	apenas	com	o	julgamento	que	Deus	faz	dele.	De	mais	ninguém.
Quando	você	mais	precisa	relembrar	essa	verdade	para	si	mesmo?
Ore	pelos	líderes	da	sua	igreja	tendo	em	mente	os	motivos	que	essa	passagem
despertou	em	seu	coração.
Verdadeiro	ou	falso?
Segunda	parte
1Coríntios	4.8-21
Um	verdadeiro	ministro	do	evangelho	prega	apenas	uma	mensagem	moldada
pelo	evangelho	e	se	importa	apenas	com	o	julgamento	de	Deus.	Pois	bem,	aqui
estão	mais	duas	marcas	do	tipo	de	ministro	do	evangelho	que	Deus	aprecia	e	de
que	precisamos.
A	vida	que	eles	levam
Leia	1Coríntios	4.8-13.
Paulo	usa	comentários	bem	afiados	e	irônicos	aqui	para	esvaziar	o	orgulho	que
os	coríntios	tinham	acerca	de	si	mesmos.
Como	ele	(de	forma	sarcástica)	os	descreve	(v.	8,10)?
Obviamente,	muitos	na	igreja	de	Corinto	estavam	se	sentindo	confiantes	e
realizados.	Parece	que	os	falsos	líderes	estavam	dizendo	a	eles:	Vocês	são
ótimos!	Vocês	podem	ter	tudo!
Como	Paulo	(agora	sem	sarcasmo)	se	autodescreve	(v.	10-13)?
O	que	você	acha	que	Paulo	quer	deixar	claro	em	relação	à	vida	cristã?
Nos	desfiles	militares	do	primeiro	século	(v.	9),	os	prisioneiros	vinham	por
último,	e,	dentre	eles,	os	que	vinham	por	último	sempre	eram	os	que	estavam	na
posição	mais	baixa.	Isso,	Paulo	diz,	era	sua	experiência	de	vida,	muito	diferente
de	chegar	a	“reinar”	(v.	8)!
Mas	essa	é	a	vida	cristã:	porque	essa	era	a	vida	de	Cristo.	Paulo	deve	ter	sido
uma	vergonha	para	os	cidadãos	de	grande	envergadura	social	de	Corinto.	Mas
verdadeiros	ministros	de	Deus	ficam	felizes	em	ser	desprezados,	felizes	em	abrir
mão	de	qualquer	coisa,	se,	ao	agirem	assim,	o	evangelho	for	revelado.
A	terceira	marca	de	um	verdadeiro	ministro	cristão	é:	ele	vive	um	estilo	de	vida
centrado	na	cruz.
O	que	você	realmente	quer	de	seu	pastor?	Que	ele	seja	alguém	respeitável,
educado,	de	quem	seus	amigos	não	cristãos	gostam?	Ou	alguém	que	está
disposto	a	abrir	mão	de	sua	riqueza,	conforto	e	reputação	para	ensinar	sobre
Cristo?
Os	que	seguem	seus	passos
Leia	1Coríntios	4.14-21.
Como	Paulo	descreve	seu	relacionamento	com	esses	cristãos	(v.	14,15)
O	que	Paulo	quer	que	seus	“filhos”	façam	(v.	16)?
Um	ministro	cristão	é	chamado	não	somente	para	pregar	o	evangelho
corretamente,	ter	em	vista	o	juízo	de	Cristo	e	viver	uma	vida	como	a	de	Cristo.
Ele	também	—	uma	quarta	marca	—	deve	exortar	as	pessoas	a	fazer	o	mesmo.
Paulo	foi	a	primeira	pessoa	a	compartilhar	o	evangelho	com	eles.	Há	(ou	deveria
haver!)	um	respeito	especial	pelas	pessoas	a	quem	Deus	usou	para	nos	guiar	a
Cristo.
Por	que	não	entrar	em	contato	hoje	com	a	pessoa	ou	pessoas	que	primeiro	lhe
contaram	sobre	Jesus	e	agradecer	a	elas?
Não	é	fácil	ser	um	ministro	fiel	do	evangelho.	Ore	pelos	seus	líderes	agora,	para
que	eles	continuem	a	crescer	nas	quatro	áreas	do	verdadeiro	ministério	do
evangelho.	E	ore	para	permitir	que	eles	o	desafiem	a	viver	uma	vida	mais
centrada	na	cruz!
Lidando	com
o	pecado
1Coríntios	5.1-5
Julgamento.	É	algo	que	muitos	cristãos	são	acusados	de	fazer	e	nunca	querem
ser	culpados	de	fazer.	Mas	isso	significa	que	nunca	podemos	pensar	que	algo
está	errado?	Ou,	se	algo	está	errado,	que	nunca	devemos	fazer	algo	a	respeito?
Em	um	mundo	em	que	nos	é	dito	que	o	único	julgamento	que	importa	é	o	nosso,
precisamos	ser	ajudados	e	desafiados	pelos	capítulos	5	e	6	dessa	carta.
Leia	1Coríntios	5.1-5.
A	situação
O	que	estava	acontecendo	nessa	congregação	(v.	1)?
Como	a	igreja	reagiu	a	isso	(v.	2)?
É	um	erro	julgar	por	meio	de	padrões	que	Deus	não	revelou.	Mas	não	é	um	erro
menor	não	julgar	por	padrões	que	Deus	revelou.	E,	assim	como	era	consenso	no
mundo	pagão	(v.	1),	a	Bíblia	é	clara	quanto	ao	incesto	ser	errado	e	trazer
julgamento	(e.g.,	Dt	22.30).
A	solução	correta
Portanto,	o	que	os	cristãos	coríntios	deveriam	ter	feito	(1Co	5.2)?
Note	que	Paulo	já	determinou	a	verdade	e	entregou	o	julgamento	dessa	situação.
Há	coisas	que	Deus	disse	serem	erradas	—	pecaminosas	—	não	importam	as
circunstâncias.
O	pecado	de	outros	cristãos	leva	você	a	“lamentar”?	Caso	contrário,	por	que
não?
Paulo	descreve	a	excomunhão	como	“entregar	esse	homem	a	Satanás”	(v.	5).
Com	essa	expressão,	ele	quer	dizer	que	a	igreja	deve	retirar	a	afirmação	de	que
ele	é	salvo,	de	que	pertence	a	Deus.	Excomunhão	não	é	um	aviso	de	que	alguém
definitivamente	não	é	um	cristão;	é	um	reconhecimento	de	que	essa	pessoa	não
está	vivendo	como	um	cristão,	e,	portanto,	escolheu	não	ser	tratado	como	cristão.
A	excomunhão	não	proibia	necessariamente	um	homem	de	comparecer	aos
cultos	públicos,	mas	ele	não	poderia	participar	da	ceia	do	Senhor.
Qual	é	o	objetivo	dessa	excomunhão	(v.	5)?
É	muito	difícil	lidar	com	pecados	que	nunca	foram	mencionados,	nunca	foram
expostos,	nunca	foram	desafiados.	A	excomunhão	mostra	que	o	pecado	é	pecado
e	que	o	pecado	é	sério;	e	Paulo	está	orando	para	que	o	choque	desse
acontecimento	possa	fazer	esse	homem	perceber	isso,	virar	as	costas	à	natureza
pecaminosa	e	voltar-se	para	seu	Senhor,	que	está	pronto	para	perdoá-lo.
Há	algum	pecado	que	você	sabe	que	se	enraizou	na	sua	vida	e	com	o	qual	você
não	está	lidando?
O	que	você	precisa	fazer	a	respeito	disso?
A	quem	você	vai	pedir	ajuda?
Há	alguém	que	você	conhece	cujo	pecado	precisa	ser	apontado,	de	forma
amorosa,	porém	firme?
O	problema	com	o	fermento
1Coríntios	5.6-13
Na	passagem	anterior,	vemos	Paulo	chamando	a	igreja	para	disciplinar	um
homem	para	o	seu	próprio	bem.	Mas	não	é	só	ele	que	é	afetado	pelo	seu
pecado...
Qual	pão?
Leia	1Coríntios	5.6-8.
O	homem	que	é	um	pecador	sexual	é	o	“fermento”.	Portanto,	o	que	Paulo	está
tentando	deixar	claro	no	versículo	6?
Então	o	que	eles	precisam	fazer	como	igreja,	e	por	quê	(v.	7a)?
Na	Páscoa,	todo	o	fermento	era	removido	das	casas	judaicas	(veja	Êx	12.15).
Mas	a	Páscoa	estava	sempre	apontando	para	o	Cordeiro	supremo	—	para	Jesus,
que	morreu	a	fim	de	resgatar	seu	povo	do	pecado	e	da	morte.	A	morte	de	Cristo
estabelece	a	igreja;	agora	a	igreja	precisa	“manter	a	celebração”,	excluindo	a
maldade,	mantendo	a	sinceridade	e	a	verdade	(1Co	5.8).
Perceba	que	não	é	o	pecado	desse	homem,	mas,	sim,	a	indiferençada	igreja	(e
até	o	fato	de	estar	se	vangloriando)	que	leva	Paulo	a	subir	o	tom	aqui.	O	pecado
é	uma	infecção	que	vai	se	espalhar	entre	os	que	o	toleram.	Quando	ninguém	lida
com	o	pecado,	no	final	todos	acabarão	tendo	de	lidar	com	ele.
Quais	são	os	pecados	que	sua	igreja	estaria	mais	propensa	a	tolerar?
De	quem	é	a	responsabilidade?
Leia	1Coríntios	5.9-13.
Que	mandamento	Paulo	enfatiza	no	versículo	9?
O	que	ele	não	quer	dizer	com	isso	(v.	10)?	Então,	o	que	ele	quer	de	fato	dizer
com	isso	(v.	11)?
Que	princípio	ele	estabelece	nos	versículos	12,13?
Talvez	seja	justo	dizer	que	muitas	vezes	a	igreja	é	bem	rápida	em	julgar	questões
éticas	da	comunidade	fora	da	igreja,	todavia	é	muito	lenta	em	tratar	erros	de
conduta	de	seus	membros.	Paulo,	pelo	contrário,	deixa	o	mundo	para	Deus.	Sua
preocupação	é	com	a	igreja:	que	essa	igreja	leve	os	pecados	a	sério	e	busque	a
pureza	de	forma	apropriada.
Na	sua	opinião,	por	que	que	muitas	vezes	entendemos	tal	questão	dessa	forma
errada?
Como	o	versículo	11	se	dá	na	prática?	Creio	que	significa	não	agir	de	alguma
forma	que	fará	com	que	a	pessoa	que	está	em	pecado	possa	pensar	que	seu	estilo
de	vida	não	importa.	Não	somos	chamados	a	rejeitá-los	completamente;	mas
coisas	como	comer	com	eles	podem	sugerir	que	ainda	os	vemos	como	membros
da	igreja	de	Cristo,	apesar	de	terem	rejeitado	o	senhorio	de	Cristo.
Essas	questões	não	são	fáceis.	Agradeça	a	Deus	porque	Cristo,	o	Cordeiro,
morreu	pelos	pecados	da	sua	igreja.	Agradeça-lhe,	pois	ele	se	importa	com	sua
conduta.	Peça-lhe	para	ajudá-lo	a	levar	a	pureza	a	sério	e
a	ajudar	outros	a	fazer	isso	também,	mesmo	quando	tal	postura	não	for	popular.
Flertando	com	o	desastre
1Coríntios	6.1-11
Paulo	quer	que	os	cristãos	julguem	de	forma	cristã:	pelo	bem	dos	membros
pecadores,	da	igreja	como	um	todo...	e	pelo	bem	da	sociedade.
Leia	1Coríntios	6.1-8.
Em	cartaz
O	que	está	acontecendo	entre	membros	cristãos	(v.	1,6)?
Qual	é	o	problema	em	se	fazer	isso,	segundo	Paulo	(final	do	v.	6.)?
Que	detalhes	adicionais	sobre	o	comportamento	do	cristão	o	versículo	8	traz?
Por	que	tudo	isso	seria	um	péssimo	testemunho	para	não	cristãos?
Paulo	relembra	a	esses	cristãos	que,	um	dia,	eles	sentarão	com	Cristo	e	julgarão
o	mundo	inteiro	(v.	2).	Certamente	eles	podem	resolver	suas	disputas
mesquinhas	sem	expor	suas	divisões	para	o	mundo	que	os	observa,	que	amaria
uma	desculpa	para	não	levar	o	evangelho	a	sério!
Por	que	não?
Ao	invés	disso,	qual	deve	ser	a	atitude	deles	(v.	7)?
Ainda	que	algo	não	seja	justo,	não	aja	de	modo	errado.	Isto	é,	esteja	disposto	a
ser	injustiçado,	caso	isso	o	ajude	a	testemunhar	para	os	de	fora.	É	melhor	você
perder	o	que	merece	do	que	arriscar	a	reputação	e	testemunho	da	sua	igreja.
Aqui,	Paulo	não	está	falando	para	deixar	passar	atos	ilegais.	Ele	chama	essas
disputas	de	“triviais”	(v.	2)	—	discussões	mesquinhas	que	foram	transformadas
em	processos	judiciais.	Esses	versículos	não	são	um	muro	atrás	do	qual	podem
se	esconder	atos	criminosos	em	igrejas.
O	que	precisaria	mudar	no	seu	próprio	coração	para	que	você	fique	mais	feliz
ao	não	receber	o	tratamento	desejado	e,	assim,	não	precise	se	vingar?
O	que	alguns	de	vocês	foram
Leia	1Coríntios	6.9-11.
Qual	é	o	aviso	nesses	versículos	(v.	9,10)?
Se	uma	igreja	não	está	disposta	a	chamar	essas	coisas	de	pecaminosas	e	a	agir
para	garantir	que	elas	não	façam	parte	da	vida	da	igreja,	qual	será	o	impacto
sobre:
●	Cristãos	lutando	contra	esses	pecados?
●	Cristãos	que	cederam	a	esses	pecados?
Por	que	o	versículo	11	é	uma	notícia	tão	boa?
Não	existe	pecado	que	o	Senhor	Jesus	não	possa	cobrir.	Um	motivo	pelo	qual	o
evangelho	é	ofensivo	é	que	Jesus	perdoa	coisas	que	a	sociedade	não	perdoa.	Mas
o	evangelho	não	oferece	apenas	perdão:	ele	impõe	mudança.	O	que	fomos	não	é
o	que	somos.
Do	que	Jesus	perdoou	você?
Agradeça	a	ele!
Como	o	Espírito	de	Deus	transformou	você?
Louve-o!
Em	que	áreas	você	ainda	precisa	de	que	ele	transforme	sua	vida?
Peça	para	ele!
O	corpo	é	importante
1Coríntios	6.12-20
Paulo	agora	dá	uma	razão	final	pela	qual	o	pecado,	em	particular	o	pecado
sexual,	precisa	ser	chamado	de	pecado	e	precisa	ser	tratado	pelo	indivíduo	e	pela
igreja.
Para	que	serve	o	corpo?
Leia	1Coríntios	6.12-15a.
Nos	versículos	12	e	13,	Paulo	está	aparentemente	citando	dois	dos	principais
falsos	bordões	que	estavam	circulando	na	época.	O	contexto	aqui	é	sexo,	e	não
comida!
Então	que	atitude	em	relação	ao	pecado	esses	dois	bordões	parecem	estar
promovendo?
Qual	é	resposta	de	Paulo	a	isso	(v.	13b-15a)?
Paulo	está	combatendo	a	ideia	de	que	é	o	nosso	espírito	que	realmente	importa	e
que,	portanto,	não	importa	o	que	fazemos	com	o	nosso	corpo.	O	Senhor	Jesus	foi
ressuscitado	fisicamente,	assim	como	seremos	também.	Nosso	corpo	viverá
eternamente	e	pertencerá	a	Deus	eternamente.	Deus	se	importa	com	o	que
fazemos	com	o	nosso	corpo.
O	que	o	sexo	faz?
Leia	1Coríntios	5.15b-17
O	que	acontece	quando	alguém	dorme	com	uma	prostituta	(v.	16)?
O	que	Paulo	está	nos	informando	sobre	o	sexo	aqui?
E,	já	que	não	há	divisão	sobre	o	que	somos	espiritualmente	e	o	que	fazemos
fisicamente,	não	podemos	estar	unidos	com	o	Senhor	por	meio	da	fé	(v.	17)
enquanto	nos	unimos	sexualmente	com	alguém	com	quem	não	somos	casados	(v.
16).
Você	está	tendo	dificuldades	com	o	pecado	sexual	de	alguma	forma	(na	sua
mente	e	no	seu	corpo)?
Você	admitirá	isso	para	você	mesmo,	buscará	ajuda	se	precisar	e	pedirá	ao
Senhor	por	perdão	e	purificação?
Lembre-se	sempre:	“...	fostes	lavados,	santificados	e	justificados	em	nome	do
Senhor	Jesus	Cristo”	(v.	11).	Não	existe	pecado	com	o	qual	o	Senhor	não	se
importe;	não	existe	pecado	do	qual	Deus	não	possa	nos	purificar.
O	que	o	seu	corpo	é
Leia	1Coríntios	6.18-20.
Como	o	corpo	de	um	cristão	é	descrito	(v.	19)?
Custa	muito	caro	tornar	nosso	corpo	morada	de	um	Deus	vivo:	o	preço	do
sangue	de	seu	filho.	Deus	nos	criou,	e	Deus	nos	comprou.	Agora	devemos	viver
para	trazer	honra	a	ele.
Não	glorificamos	a	Deus	com	nosso	corpo	ao	nos	exercitarmos	e	nos
aperfeiçoarmos	na	academia	até	que	ele	se	destaque;	fazemos	isso	ao	usarmos	o
corpo	em	nossos	relacionamentos	e	em	nossa	conduta	sexual	da	maneira	que	ele
nos	ordenou	em	sua	Palavra.
A	quem	você	acha	que	seu	corpo	pertence?	Ele	é	seu?	Ou	é	de	Deus?
“Fostes	comprados	por	preço”	(v.	20).
Como	isso	fará	diferença	na	forma	pela	qual	você	usa	seu	corpo?
Situações,	circunstâncias	e	o	serviço
1Coríntios	7.17-24,29-31
O	capítulo	7	lida	com	questões	difíceis:	casamento,	sexo,	vida	de	soltei	ro.	Mas,
acima	de	tudo,	lida	com	circunstâncias:	e	como	os	cristãos	devem	enxergá-las.
Que	tipos	de	situações	as	pessoas	ao	seu	redor	estão	trabalhando	para	obter	ou
para	manter?
Que	importância	as	situações	de	sua	vida	têm	no	seu	contentamento?
Muitas	pessoas	hoje	pensam	que	as	circunstâncias	deste	mundo	são	muito
importantes.	A	chave	para	resolver	nossos	problemas	e	para	obter	a	vida	que
gostaríamos	de	ter	deve,	portanto,	ser	conquistada	pela	mudança	das
circunstâncias.	Então,	agimos	confiantemente,	incansavelmente,	às	vezes	até
desesperadamente,	para	mudar	as	situações	em	que	vivemos.
Leia	1Coríntios	7.17-24,29-31.
Chamados	por	Deus...
Paulo	levanta	repetidamente	a	ideia	de	“chamado”	nesses	versículos.	Ele	está
focando	no	fato	de	que	há	algo	que	importa	mais	do	que	as	circunstâncias,	que	é
o	nosso	relacionamento	com	Deus.
No	versículo	22,	a	quem	Paulo	chama	de	escravos?	Do	que	ele	chama	aqueles
que	são	livres?
Ao	“reverter”	o	“status”	desses	dois	grupos,	o	que	ele	quer	dizer?
Todos	os	cristãos	são,	de	fato,	as	duas	coisas!	Somos	chamados	por	Deus	para
servir	a	Cristo	e	obedecer	a	ele	como	nosso	mestre;	e	somos	chamados	por	Deus
para	desfrutar	da	liberdade	de	conhecer	a	vida	da	forma	que	fomos	feitos	para
viver,	para	sempre.
O	que	sabemos	sobre	todas	as	nossas	circunstâncias	atuais	(v.	31)?
Como	Paulo	descreve	“o	tempo”	em	que	vivemos,	entre	a	ressurreição	e	o
retorno	de	Cristo	(v.	29)?
O	cristão	sabe	que	o	futuro	importa	mais	do	que	o	presente.	Ele	é	melhor	até	do
que	as	melhorescircunstâncias	presentes;	e	dura	infinitamente	mais!	Vivemos
com	a	luz	do	futuro	irradiando	no	presente,	o	que	reordena	nossas	prioridades
aqui	e	agora.
...	para	servir	a	Deus
Deus	nos	chamou	para	conhecê-lo.
O	que	mais	ele	nos	chamou	a	fazer	(v.	24)?
Nosso	trabalho	não	é	primariamente	buscar	mudar	as	circunstâncias	em	que
vivemos,	mas,	sim,	buscar	servir	a	Cristo	nessas	circunstâncias	e	por	meio	delas.
Suas	orações	são	mais	voltadas	para	que	as	situações	mudem	ou	para	que	você
possa	viver	para	Cristo	nessas	situações?
Quando	você	tem	mais	dificuldade	em	lembrar	que	seu	chamado	importa	mais
do	que	as	circunstâncias?	Como	você	pode	ser	relembrado	de	que	foi	liberto
para	desfrutar	do	serviço	a	Cristo?
Que	circunstâncias	da	sua	vida	você	não	teria	escolhido?	Como	pode	usar	essas
circunstâncias	para	servir	ao	Senhor	Jesus?
Os	meandros	do	casamento
1Coríntios	7.1-16
Esses	versículos	contêm	o	ensinamento	mais	direto	e	extenso	de	toda	a	Bíblia
sobre	o	casamento.
Leia	1Coríntios	7.1-16.
Estar	casado
No	versículo	1,	Paulo	provavelmente	está	citando	o	que	os	coríntios
“escreveram”	em	uma	carta	para	ele.	Parece	que	alguns	deles	pensavam	que
sexo	e	casamento	eram,	de	alguma	forma,	assuntos	não	espirituais	—	errados
para	cristãos	que	ansiavam	pela	volta	de	Jesus.
Que	resposta	Paulo	dá	(v.	1-5)?
Por	que	é	bom	ser	casado	(v.	2,5)?
O	versículo	4	seria	algo	contracultural	em	Corinto,	e	ainda	é	hoje.	Sexo	é	um
meio	de	dar,	não	de	receber;	primariamente,	é	uma	maneira	de	honrar	um	ao
outro,	não	de	trazer	prazer	para	nós	mesmos.	Deus	criou	o	sexo	para	ser
concedido	dentro	do	casamento;	nossa	maior	satisfação	—	até	mesmo	sexual	—
virá	ao	trazermos	satisfação	ao	nosso	cônjuge.
Terminar	o	casamento?
Tragicamente,	apesar	de	Deus	ter	criado	o	casamento	para	durar	a	vida	inteira,
neste	nosso	mundo	imperfeito	isso	nem	sempre	acontece.	Nossos	casamentos
deveriam	todos	durar	“até	que	a	morte	nos	separe”;	e	alguns	terminam	antes
disso,	em	divórcio.
Como	Paulo	orienta	os	cristãos	a	lidarem	com	estas	diferentes	situações:
●	Pensar	em	terminar	um	casamento	(v.	10,11)?
●	Um	cristão	que	é	casado	com	um	cônjuge	não	cristão	(v.	12-14)?
●	Um	cristão	cujo	cônjuge	não	cristão	o	abandona	(v.	15,16)?
●	Uma	viúva	(ou	viúvo)	(veja	v.	39,40)?
O	versículo	14	não	está	dizendo	que	um	marido	que	não	crê	é	salvo
simplesmente	porque	sua	esposa	tem	fé.	Paulo	está	apenas	dizendo	que	Deus
enxerga	esse	casamento	como	legítimo	e	os	filhos	de	tal	casamento	como
legítimos.
No	entanto,	no	versículo	16,	Paulo	ressalta	que	permanecer	nesse	casamento
pode	levar	o	cônjuge	à	fé.	Isso	não	é	uma	desculpa	para	cristãos	pensarem	em
casamentos	com	não	cristãos	(v.	39	mostra	que	isso	é	errado).	Mas	dá	esperança
a	um	cristão	que	se	encontra	casado	com	um	não	cristão.
Com	que	parte	desse	ensinamento	da	Bíblia	a	sociedade	concordaria?	Em	que
parte	ela	pensaria	diferente?
Essa	passagem	está	de	alguma	forma	estimulando	você	a	mudar	sua	atitude,
ações	ou	decisões?	Qual	será	sua	resposta?
Agradeça	a	Deus	pelo	casamento	e	pela	alegria	do	sexo	altruísta	dentro	do
casamento.
Ore	por	aqueles	(talvez	você	mesmo)	que	têm	um	casamento	difícil.	Peça	a	Deus
que	lhes	dê	paciência	e	santidade.	Peça	para	que	ele	aja	nesses	casamentos
(talvez	até	mesmo	o	seu)	a	fim	de	trazer	fé	aos	descrentes	e	cura	para	os	feridos
de	coração.
A	questão	dos
solteiros
1Coríntios	7.7-9,25-38
Nossa	cultura	não	sabe	o	que	fazer	acerca	do	celibato.	Por	um	lado,	ele	é
louvado	como	um	estado	que	proporciona	“liberdade”.	Por	outro	lado	(e
particularmente	para	as	mulheres)	existe	uma	noção	de	que	algo	deu	errado	se
não	há	ninguém	esperando	por	você	quando	retorna	para	casa...	O	que	a	Bíblia
diz	sobre	ser	solteiro?
Um	presente
Leia	1Coríntios	7.7-9.
O	próprio	Paulo	era	solteiro.
Então	o	que	ele	está	dizendo	sobre	ser	solteiro	nessa	passagem?
Ele	pode	estar	certo?!
Três	razões
Leia	1Coríntios	7.25-38.
Nesse	texto,	Paulo	nos	dá	três	razões	pelas	quais	é	bom	não	casar	—
ser	solteiro.
Primeiro,	como	Paulo	descreve	o	casamento	no	versículo	28?!	Sobre	quais
aspectos	do	casamento	você	acha	que	ele	está	pensando	aqui?
Em	segundo	lugar,	Paulo	diz	que	os	crentes	são	livres	para	não	casar	porque	o
casamento	faz	parte	deste	mundo	e	“a	forma	deste	mundo	passa”	(v.	31).	Não
haverá	nenhum	casamento	humano	na	vida	eterna	que	virá	(Lc	20.34-36).	As
circunstâncias	deste	mundo	não
são	permanentes.
Qual	é	a	terceira	razão	que	Paulo	dá	para	afirmar	que	ser	um	cristão	solteiro	é
algo	bom	(v.	32-35)?
Os	cristãos	são	livres.	Somos	livres	para	sermos	casados,	e	existem	muitas
razões	para	sermos.	E	somos	livres	para	não	sermos	casados	—	e	existem	boas
razões	para	isso	também.	Ambas	as	circunstâncias	são	presentes	do	Senhor	(v.
7),	as	quais	podemos	usar	para	servi-lo	(lembra-se	do	v.	24)?	Porque	esse	mundo
é	passageiro,	o	que	mais	importa	não	é	se	temos	um	anel	no	dedo,	mas	se	fomos
chamados	por	Deus	para	a	eternidade	perfeita.
Mais	uma	coisa:	precisamos	deixar	claro	que	Paulo	não	está	ensinando
asceticismo	—	que,	para	sermos	santos,	precisamos	negar	a	nós	mesmos	os
prazeres	do	mundo.	No	final	das	contas,	ele	ordena	o	sexo	entre	cônjuges	(v.	3)!
Qualquer	preferência	que	Paulo	tenha	de	que	um	cristão	se	mantenha	solteiro
não	está	enraizada	na	negação	dos	prazeres,	mas,	sim,	em	encorajar	a
centralidade	em	Deus.
Se	você	é	casado...
Você	ou	sua	igreja	sugerem,	de	modo	subconsciente,	que	o	casamento	é	melhor
que	permanecer	solteiro,	talvez	pelos	assuntos	de	suas	conversas;	pela	forma
como	você	usa	seu	tempo	de	lazer;	pelos	eventos	que	sua	igreja	organiza?
Se	você	é	solteiro...
Que	oportunidades	essa	condição	lhe	dá	para	servir	a	Deus?	Você	está	usando
as	circunstâncias	para	viver	para	Cristo,	ou	está	pensando:	“Primeiro	vou
encontrar	um	cônjuge,	depois	vou	amar	e	servir	a	Deus”?
Ore	por	você	e	pelos	seus	amigos:	para	que	vocês	usem	as	circunstâncias	para
servir	a	Deus	e	ajudem	os	outros	ao	seu	redor	a	fazerem	o	mesmo.
Use	o	conhecimento	de	forma	amorosa
1Coríntios	8.1-13
Quais	são	seus	direitos	mais	importantes?
Alguma	coisa	faria	você	desistir	deles?
Em	Corinto,	sacrifícios	de	animais	faziam	parte	regular	da	adoração	dos	pagãos,
e	a	carne	vendida	nos	mercados	muitas	vezes	vinha	de	sacrifícios	oferecidos	em
templos	pagãos.	Qualquer	um	que	comesse	essa	carne,	em	casa	ou	em	uma	festa
em	um	templo	pagão,	poderia	ser	considerado	um	adorador	daquele	“deus”.
O	que	sabemos
Leia	1Coríntios	8.4-8.
O	que	os	cristãos	“sabem”	sobre	Deus	e	sobre	ídolos	(v.	4-6)?
E	o	que	eles	sabem	sobre	comida	(v.	8)?
Então,	os	cristãos	de	Corinto	eram	livres	para	comer	carnes	sacrificadas	a	ídolos.
Mas...	em	que	alguns	cristãos	acreditavam	(v.	7)?
E	é	algo	perigoso	ir	contra	nossa	consciência,	mesmo	quando	nossa	consciência
está	errada.	Para	um	cristão	que	achava	que	comer	esse	alimento	era	pecado,
comê-lo	era	pecado.
Como	amamos
Leia	1Coríntios	8.1-3,9-13.
O	conhecimento	isolado	nos	torna	orgulhosos	(v.	1).	Mas,	se	conhecemos	a
Deus,	amaremos	a	Deus	(v.	2,3)	—	e	isso	nos	tornará	humildes	e	amorosos	com
os	outros,	buscando	o	bem	do	próximo	(v.	1).
Lembre-se,	não	é	errado	comer	carne	sacrificada	a	ídolos.
Mas	em	que	circunstância	seria	errado	(v.	10-12)?
O	“irmão	fraco”	pode	ser	levado	a	pecar	contra	sua	própria	consciência	ou
pensar	que	o	pecado	não	importa	e,	assim,	pecar	de	outras	formas.	Ele	será
“destruído”	(v.	11).
É	muito	melhor	que	o	cristão	com	conhecimento	abra	mão	de	seu	direito	de
comer	essa	carne	do	que	insistir	em	seu	direito	de	desfrutar	da	carne	e,	ao	fazer
isso,	levar	um	crente	fraco	a	pecar.	De	fato,	insistir	em	seus	direitos	em	vez	de
fazer	o	melhor	para	outros	cristãos,	é,	em	si	mesmo,	pecaminoso	(v.	12).	É
possível	fazer	algo	que	não	é	pecado	em	si	mesmo	de	forma	impensada	e
displicente	e	tornar	tal	ação	pecaminosa.
Por	um	lado,	precisamos	educar	nossa	consciência	conforme	a	Bíblia.	Mas,	por
outro	lado,	precisamos	estar	dispostos	a	abrir	mão	do	que	somos	livres	para
fazer,	se	isso	ajudar	os	outros.
Os	cristãos	são	livres	parabeber	álcool;	para	usar	maquiagem;	para	se	vestir
como	quiserem	(dentro	do	razoável);	para	comprar	um	carro	novo.
Em	que	situações	seria	mais	amoroso	não	exercer	cada	um	desses	direitos
estando	perto	de	outros	cristãos?
Existe	algo	em	sua	conduta	que	pode	ser	“pedra	de	tropeço”	para	outro
cristão?	O	que	você	fará	sobre	isso?
Direitos	usados	da	forma	correta
1Coríntios	9.1-18
Paulo	não	prega	que	desistamos	de	nossos	direitos	para	o	bem	da	igreja.	Ele
pratica	isso	também...
Os	direitos	de	Paulo
Leia	1Coríntios	9.1-11.
O	que	prova	que	Paulo	é	um	verdadeiro	apóstolo,	escolhido	por	Deus	para	falar
com	a	autoridade	de	Deus	(v.	1,2)?
O	que	ele	tem	o	direito	de	fazer,	como	apóstolo	(v.	5,6)?
Nos	versículos	7-12,	Paulo	está	simplesmente	salientando	por	que	ele	tem	esses
direitos.	É	dessa	maneira	que	o	mundo	humano	funciona	(v.	7,8).	Mas	também	é
dessa	forma	que	Deus	quer	que	o	mundo	funcione;	uma	vez	que	o	boi	deve	ter	a
recompensa	por	seu	esforço	(v.	9,	citando	Dt	25.4),	Deus	também	quer	que	as
pessoas	sejam	recompensadas	(v.	10).	Portanto,	à	medida	que	Paulo,	o	apóstolo
plantador	de	igrejas,	dissemina	sementes	espirituais,	ele	tem	direito	a	receber
dessas	igrejas	o	sustento	material	(v.	11).
O	uso	de	Paulo	de	seus	direitos
Leia	1Coríntios	9.12-18.
Depois	que	Paulo	estabelece	seu	direito	de	ser	sustentado,	o	que	ele	faz	(v.
12,15)?
Mas	“o	Senhor	também	ordenou	aos	que	anunciam	o	evangelho	que	vivam	do
evangelho”	(v.	14).
Qual	é	o	motivo	sugerido	por	Paulo	para	não	receber	(v.	12,17,18)?
Paulo	usou	seu	direito	de	ser	sustentado	pelas	igrejas	em	outros	lugares	(e.g.,	Fp
4.15,16);	então	por	que	não	aqui?	Talvez	ele	quisesse	se	distanciar	dos	oradores
cujo	objetivo	era	falar	para	ganhar	dinheiro,	cuja	mensagem	vinha	com	um
preço.	Ele	queria	assegurar	que	ninguém	pensasse	que	a	oferta	do	evangelho	não
era	gratuita,	que	eles	teriam	de	comprar	seu	perdão	(v.	18).	A	liberdade	de
pertencer	a	Deus	como	parte	do	seu	povo	tinha	de	fato	um	preço;	mas	o	preço
havia	sido	pago	por	Deus,	não	pelo	cristão	(6.20).
Portanto,	em	Corinto,	Paulo	abriu	mão	de	seus	direitos	de	sustento,	para	que
ninguém,	cristãos	ou	descrentes,	entendesse	errado	sua	mensagem.	Cristo	pagou
o	preço	para	oferecer	o	perdão	gratuitamente;	Paulo	pagará	um	preço	para	pregar
essa	mensagem	de	graça.	Ele	abre	mão	de	seus	direitos	para	garantir	que	o
evangelho	seja	facilmente	visto	e	entendido.
Agradeça	a	Deus	por	aqueles	que	se	dispuseram	a	sacrificar	a	liberdade	de
desfrutar	de	segurança,	confortos	materiais	ou	popularidade	para	pregar	o
evangelho	a	você.
Releia	1Coríntios	6.6-11.
Como	a	própria	mensagem	do	evangelho	motiva	você	a	compartilhar	com	os
outros,	mesmo	que	isso	lhe	custe	algo?
Como	suas	ações	podem	hoje	manifestar	a	verdade	de	que	Deus	ama	as	pessoas,
e	isso	a	um	alto	custo	para	ele	mesmo	e	sem	nenhum	custo	para	elas?
Tudo	para	com	todos
1Coríntios	9.19-22
Não	foi	apenas	em	Corinto	que	Paulo	se	mostrou	disposto	a	abrir	mão	do	que	ele
era	livre	para	desfrutar	em	prol	dos	outros.
O	exemplo	de	Paulo
Leia	1Coríntios	9.19-22.
O	que	Paulo	faz	(v.	19)?	O	que	você	acha	que	isso	significa	no	nosso	dia	a	dia?
Por	que	Paulo	faz	isso	(v.	19)?
De	que	forma	ele	age	como	um	escravo	dos	judeus	(v.	20)?
Paulo	não	está	insinuando	que	se	colocou	debaixo	da	lei	do	Antigo	Testamento
porque	esperava	que	sua	obediência	o	fizesse	aceitável	diante	de	Deus.	Ele	está
dizendo	que	adota	todos	os	costumes	e	rituais	da	vida	cultural	judaica.	Isso	é
surpreendente!
Era	nesses	costumes	que	Paulo	havia	confiado	para	salvá-lo	no	passado,	dos
quais	Cristo	o	havia	liberto.	Ainda	assim,	ele	está	disposto	a	segui-los	mais	uma
vez,	“para	ganhar	os	que	estão	debaixo	da	lei”	(v.	20).	Paulo	diz:	“Tornei-me
tudo	para	com	todos”	(v.	22).
Além	de	viver	como	um	judeu	quando	estava	entre	os	judeus,	que	outro
significado	isso	teve	para	ele	(v.	21,22)?
A	quais	diferentes	visões	e	sistemas	de	crenças	as	pessoas	ao	seu	redor	se
apegam?
Que	tipo	de	estilo	de	vida	e	comportamento	um	cristão	precisaria	ter	para	se
dar	bem	com	elas?
De	que	forma	a	mensagem	do	evangelho	seria	“boas	novas”	para	essas
pessoas?
A	atitude	de	Cristo
Leia	Filipenses	2.5-11.
Quais	eram	os	direitos	de	Cristo	(v.	6)?
O	que	ele	fez	com	esses	direitos	(v.	6-8)?
No	centro	da	mensagem	do	evangelho	encontramos	Deus,	o	Filho,	aquele	que
era	livre	para	reinar	em	glória	no	céu	e	que	no	entanto	escolheu	morrer	no
madeiro	e	sofrer	a	morte	que	os	pecadores	mereciam.
De	que	forma	em	1Coríntios	9	vemos	Paulo	obedecer	ao	que	ele	escreve	em
Filipenses	2.5?
Existem	direitos	de	que	você	não	está	muito	disposto	a	abrir	mão	para	o	bem
dos	outros?	Talvez:
●	fins	de	semana	ou	noites	de	domingo?
●	tempo	com	seus	amigos?
●	um	tipo	específico	de	música?
●	seu	país	ou	uma	casa	grande?
●	seus	feriados?
●	fazer	o	que	quer,	quando	quer?
Peça	para	que	Deus	lhe	dê	um	coração	cheio	de	amor	humilde,	que	se	entrega	e
que	encoraja.
Peça	para	que	ele	o	capacite	a	seguir	o	exemplo	de	Paulo	e	ter	a	atitude	de
Cristo,	a	fim	de	que	você	torne	o	evangelho	conhecido	aos	outros,	mesmo	que
isso	seja	inconveniente	para	você.
Treinamento	rigoroso
1Coríntios	9.23-27
Quando	se	trata	de	sacrificar	seus	direitos,	Paulo	faz	“tudo	por	causa	do
evangelho”	(v.	23).	Mas	é	para	o	bem	dele	também...
Leia	1Coríntios	9.23-27.
O	prêmio
Como	Paulo	descreve	a	vida	cristã	(v.	24)?
Os	Jogos	Ístmicos,	que	ocorriam	perto	de	Corinto,	eram	famosos	em	todo	o
mundo	romano.	O	vencedor	de	cada	corrida	recebia	um	coroa	de	vencedor	feita
de	pequenos	galhos	de	pinheiros.
Que	contraste	Paulo	faz	(v.	25)?
O	argumento	de	Paulo	é:	se	vale	a	pena	se	submeter	a	um	“treino	rigoroso”	por
tal	prêmio,	não	temos	de	encarar	com	muito	mais	seriedade	chegar	até	a	linha	de
chegada,	para	“ganhar	uma	coroa	que	dura
para	sempre”?!
Como	seria	esse	“treinamento	rigoroso”	(v.27)?
Quando	Paulo	pensa	em	seu	corpo	dessa	forma,	ele	provavelmente	tinha	em
mente	o	perigo	de	crentes	em	Corinto	que	cediam	à	tentação	sexual,	usando	seus
corpos	para	desobedecer	a	Deus	(como	escreveu	nos	caps.	5	e	6).
Qual	sua	maior	dificuldade	em	dominar	seu	corpo,	ao	invés	de	permitir	que	ele
domine	você?
A	qual	“treinamento	rigoroso”	você	precisa	se	submeter?
Como	o	versículo	25	o	motivará?
Não	seja	reprovado!
O	que	Paulo	pensa	ser	uma	possibilidade	para	ele,	mesmo	que	esteja	pregando
sobre	a	coroa	celestial	para	outros	(v.	27)?
Paulo	está	exortando	os	coríntios	a	abrir	mão	de	seus	direitos	para	viver	e
compartilhar	a	mensagem	do	evangelho.	Mas	o	versículo	27	nos	lembra	que	não
é	a	pregação	do	evangelho	que	nos	salva,	mas,	sim,	acreditar	nele.	Não	é	falar
sobre	Jesus	como	Senhor	que	nos	dá	o	prêmio,	mas	é	tratá-lo	como	Senhor.	É
um	enorme	encorajamento	saber	que	o	prêmio	sobre	o	qual	falamos	é	o	prêmio
que	receberemos;	mas	é	muito	sério	o	fato	de	que	podemos	ser	“reprovados”	por
não	continuar	a	viver	com	Jesus	Cristo	como	nosso	Senhor,	mesmo	que
continuemos	a	falar	sobre	ele	para	outros.
Você	precisa	ouvir	o	desafio	do	versículo	27	hoje?	Como?
Ore	pelos	seus	líderes	na	igreja:	que	eles	se	mantenham	em	treinamento
rigoroso,	seguindo	Jesus	como	Senhor	mesmo	quando	estiverem
nos	ensinando.
Avisos	do	passado
1Coríntios	10.1-3
Paulo	disse	para	os	coríntios	seguirem	seu	exemplo,	certificando-se	de	que	seus
corpos	sirvam	a	seu	Deus,	ao	invés	de	se	tornarem	seu	deus.	Agora,	ele	dá	um
exemplo	que	eles	não	devem	seguir...
Leia	1Coríntios	10.1-11.
Bênçãos	no	deserto
Paulo	olha	para	o	Antigo	Testamento,	ao	Êxodo	de	Israel	do	Egito.	Esses
indivíduos	são	os	“antepassados”	espirituais	dos	cristãos.
Como	eles	tinham	conhecido	bênçãos	tão	grandiosas	(v.	1-4)?
“Batizados	em	Moisés”	significa	que	haviam	seguido	a	liderança	de	Moisés	e
que	foram	libertos	por	Deus	por	meio	de	sua	liderança.
Se	tiver	tempo,	leia	sobre	essas	bênçãos	com	mais	detalhes	em	Êxodo
14.21-31;	16.4,5;	17.5,6.
Corpos	no	deserto
Portanto,	por	que	o	versículo	5	é	tão	chocante?
Os	versículos	6-11	explicam	por	que	o	versículo	5	aconteceu.	Paulo	dá	quatrorazões	específicas	para	a	reação	de	Deus	a	essa	geração	tão	abençoada.
Escolha	as	duas	primeiras	razões	nos	versículos	7,8.
O	terceiro	pecado	dos	israelitas	foi	que	alguns	deles	decidiram	“testar	o	Senhor”
(v.	9,	NIV84)	ou	“testar	Cristo”	(NIV2011).	O	estudioso	D.	A.	Carson	define	tal
situação	como	“descrença	crônica	e	repetida	com	atitudes”:	ver	com	quanto
pecado	conseguimos	nos	safar.
Qual	é	a	quarta	razão	(v.	10)?
Não	se	trata	de	um	estado	emocional	ou	de	uma	reclamação	pontual.	Trata-se
abertamente	de	uma	falta	de	confiança,	a	opinião	estabelecida	de	que	faríamos
um	trabalho	melhor	do	que	Deus.
Por	que	Paulo	está	mencionando	tudo	isso	aos	coríntios	(v.	11)?
O	Antigo	Testamento	não	é	apenas	um	exemplo	para	nós:	ele	também	nos
direciona	a	Cristo,	a	quem	ele	é	e	à	razão	por	que	ele	veio.	Mas	nunca	é	menos
do	que	um	exemplo	para	nós.
Permanecemos	firmes?
Leia	1Coríntios	10.12,13.
Qual	é	o	aviso	que	Paulo	extrai	do	exemplo	dos	“antepassados”	(v.	12)?
Por	que	você	acha	que	o	comodismo	é	tão	perigoso	para	os	cristãos	e
as	igrejas?
Olhe	para	as	quatro	maneiras	pelas	quais	Israel	foi	desobediente.	Em	qual
dessas	é	mais	provável	que	você	incorra	também?
Você	precisa	fazer	algo	em	relação	a	algum	pecado	com	o	qual	está	falhando	em
lidar?
Você	corre	o	risco	de	pensar	que	o	batismo,	comparecer	ao	culto	ou	tomar	a
ceia	significam	que	você	está	bem	com	Deus?
Lembre-se	de	que	é	somente	a	confiança	em	Cristo	e	a	busca	por	obediência	a
ele	que	nos	salva!
Livres	da	idolatria
1Coríntios	10.14-22
O	que	os	cristãos	em	Corinto	comiam	não	importava.	Mas	onde	eles	comiam
importava,	e	muito.
O	princípio
Leia	1Coríntios	10.14,22.
A	ordem	é	clara:	fuja	de	falsos	deuses!
Perceba	o	“portanto”	no	versículo	14.	Como	a	instrução	desse	versículo	é	uma
consequência	do	que	vimos	no	último	estudo?
Como	o	versículo	22	ressalta	a	importância	de	garantirmos	que	não	adoremos	a
falsos	deuses?
Zelo	não	é	a	mesma	coisa	que	inveja.	Inveja	é	querer	algo	que	é	legitimamente
de	outra	pessoa.	Zelo	é	querer	algo	que	é	legitimamente	seu.	Deus	merece	ser
tratado	como	Deus;	ninguém	mais	tem	esse	direito.	Quando	as	pessoas	adoram
algo	que	ele	fez,	em	vez	de	adorá-lo,	ele	está	certo	em	demonstrar	que	é	Deus
zeloso.
Na	prática
Leia	1Coríntios	10.15-21.
Paulo	está	falando	aqui	sobre	comer	nos	grandes	banquetes	públicos	na	cidade
de	Corinto,	que	aconteciam	em	templos	pagãos.	A	carne	lá	havia	sido
publicamente	oferecida	aos	“deuses”	pagãos.	A	vida	social	e	política	da	cidade
era	centrada	nesses	banquetes.	Seria	difícil	não	comer	lá.
O	que	Paulo	diz	sobre	os	ídolos	(v.	19)?
Então,	qual	é	o	problema	em	comer	em	templos	pagãos	(v.	20)?
A	sociedade	ocidental	de	hoje	pode	não	adorar	estátuas,	mas	ela	ainda	trata	as
coisas	criadas	como	aquelas	que	trarão	uma	vida	segura	e	satisfatória	—	como
ídolos.
Quais	são	os	ídolos	mais	comuns	na	sua	cultura?
O	que	o	versículo	20	nos	fala	sobre	o	que	realmente	está	acontecendo	quando
nossa	cultura	adora	algo	como	um	“deus”?
Uma	refeição	diferente
Paulo	contrasta	esses	banquetes	pagãos	com	outro	banquete.
O	que	ele	nos	fala	sobre	a	ceia	do	Senhor	(v.	16,17)?
Paulo	não	quer	dizer	que	o	pão	e	o	vinho	se	tornavam	de	alguma	forma	o	próprio
Cristo.	Ele	está	pensando	no	efeito	de	compartilhar	tais	elementos.	Receber	o
cálice	e	o	pão	corretamente	—	com	fé	—	é	receber	a	Cristo,	é	compartilhar	os
benefícios	de	sua	morte.	Tomar	a	ceia	do	Senhor	não	nos	salva.	Confiar	na	morte
de	Cristo	que	é	proclamada	na	ceia	do	Senhor	nos	salva.
Concluindo,	que	decisão	os	coríntios	precisam	tomar	(v.	21)?
Ou	procuramos	adorar	ao	Senhor	Jesus	e	fugimos	de	nossos	ídolos,	ou	adoramos
a	ídolos	e	fugimos	do	Senhor	Jesus.	Não	há	meio-termo.	Então	pergunte	a	si
mesmo:
Sobre	o	que	mais	penso	e	falo?	O	que	mais	me	anima?
Sua	resposta	é	um	bom	indicativo	do	que	é	que	você	está	mais	tentado	a	tornar
um	ídolo	—	e	um	assunto	crucial	sobre	o	qual	você	deve	orar.
Liberdade,	legalismo	e	amor
1Coríntios	10.23—11.1
Esses	versículos	são	um	resumo	dos	ensinamentos	de	Paulo	nos	capítulos	8—10.
Eles	nos	ajudam	a	evitar	que	nossa	liberdade	—	aquilo	que	somos	livres	para
fazer	—	nos	direcione.	E	eles	nos	livram	de	sermos	dominados	pelo	legalismo
—	regras	sobre	aquilo	que	não	podemos	fazer.
Liberdade
Leia	1Coríntios	10.23-26.
No	versículo	23,	Paulo	está	novamente	citando	os	bordões	usados	por	alguns
coríntios.
Como	ele	lida	com	esses	bordões	(v.	25,26)?
Mesmo	que	algo	tenha	sido	previamente	oferecido	a	um	falso	deus,	os	cristãos
coríntios	são	livres	para	gostar	de	comer	qualquer	coisa	e	de	tudo	o	que	Deus
lhes	deu.
Liberdade	limitada
Leia	1Coríntios	10.27-29a.
Quando	os	coríntios	não	devem	comer	a	carne	que	são	livres	para	comer	(v.
28)?
Paulo	quer	que	esses	cristãos	determinem	suas	ações	pelo	que	seria	de	maior
ajuda	para	seus	amigos	não	cristãos.	Nessa	situação,	comer	a	carne	pode
confundir	um	descrente	sobre	o	evangelho.	Eles	podem	achar	que	o	cristianismo
inclui	adoração	a	ídolos,	que	Jesus	é	apenas	mais	um	que	se	soma	à	longa	lista
de	deuses	pagãos.
Quando	decidimos	em	nossa	mente	que	algo	não	é	errado	—	que	temos
liberdade	para	fazê-lo	—,	ainda	assim	devemos	pensar	se	essa	ação	é	certa	ou
errada	em	uma	circunstância	em	particular.
Evite	o	legalismo
Leia	1Coríntios	10.29b,30.
Uma	atitude	legalista	nessa	situação	seria	simplesmente	criar	uma	regra	que	diz
que	comer	do	mercado	é	errado.	Mas	Paulo	resiste	a	isso.	Se	ele	come	a	carne
“com	ações	de	graça”,	por	que	ele	deve	ser	“condenado”	(v.	30)?	Afinal,	a	carne
é	um	presente	de	Deus	(v.	26)!
O	caminho	do	amor
Leia	1Coríntios	10.31—11.1
O	que	devemos	buscar	em	tudo	o	que	fazemos	(10.31)?
A	glória	de	Deus.	Fazemos	isso	ao	mostrar	e	contar	a	verdade	sobre	ele	—	o
quanto	ele	é	santo,	puro,	amoroso	e	bondoso.
O	que	devemos	nos	assegurar	de	não	fazer	(v.	32)?	Por	quê	(v.	33)?
Nossas	ações	não	devem	ser	conduzidas	por	nossa	liberdade	de	poder	realizá-las
ou	por	regras	legalistas,	mas	por	amor.	Amor	por	Deus	e	amor	pelo	perdido.
Pai,	obrigado	por	me	teres	dado	a	liberdade	de	desfrutar	da	vida	que	tu	fizeste
para	mim,	de	conhecer	teu	Filho	e	viver	em	seu	caminho.
Ajuda-me	a	enxergar	como	posso	te	glorificar	em	cada	ação	hoje.	Ajuda-me	a
enxergar	como	posso	tornar	o	evangelho	simples	para	os	outros,	na	minha
maneira	de	viver	e	de	igual	modo	na	minha	maneira	de	falar.
Por	favor,	faz	com	que	tua	glória	e	o	bem	deles	sejam	os	maiores	objetivos	na
minha	maneira	de	viver	hoje.	Amém.
Chamados	para	a	fé,	chamados	para	a	mudança
1Coríntios	1—11	(resumo)
Estamos	avançando	rapidamente	nessa	epístola	que	é	a	mais	desafiadora	do
Novo	Testamento.	E,	quando	dividimos	um	livro	da	Bíblia	em	pequenas	seções
como	fizemos	aqui,	é	fácil	esquecer	o	impulso	e	a	visão	geral	do	ensinamento.
Então,	neste	estudo,	vamos	parar	um	pouco	para	recapitular	e	refletir	nas	ênfases
dos	escritos	de	Paulo	nos	primeiros	11	capítulos	dessa	carta	maravilhosa.
Para	quem	Paulo	estava	escrevendo
Corinto,	lembre-se,	era	uma	cidade	comercial	movimentada	na	Grécia.	Paulo
havia	plantado	uma	igreja	lá	três	anos	antes	de	escrever	essa	carta.	Agora	ele
estava	em	Éfeso,	a	Turquia	de	hoje.
Procure	os	versículos	a	seguir.	Como	era	a	igreja	de	Corinto?
●	1.11,12
●	3.3
●	4.18
●	5.1,2
●	6.6,7
●	8.8-13
Em	poucas	palavras,	resuma	o	estado	em	que	se	encontra	essa	igreja.
Quais	são	as	principais	questões	que	sua	própria	igreja	está	enfrentando?
Existem	situações	em	que	você	percebe	que	os	problemas	da	igreja	de	Corinto
estão	na	sua	também?
O	que	Paulo	quer	dizer
Leia	1Coríntios	10.31—11.1.
Sobre	o	que	Paulo	queria	que	esses	cristãos	pensassem	durante	a	vida	diária
deles?
●	v.	31
●	v.	32
●	v.	33b
Qual	exemplo	definitivo	ele	queria	que	eles	seguissem	(11.1)?
Quais	dessas	três	motivações	de	vida	você	mais	esquece?	O	que	mudará	se	você
se	esforçar	para	lembrar-se	dessa	motivação?
Pecadores,	porém	perfeitos
Leia	1Coríntios	1.26-31.
Como	os	coríntios	são	descritos	(v.	26,27)?
O	que	importa	não	é	serem	impressionantes,	ricos	ou	inteligentes,	mas	que	Deus
os“chamou”	(v.	26).
O	que	eles	têm	por	estarem	“em	Cristo	Jesus”	(v.	30)?
Essa	pode	ser	uma	igreja	pecadora	e	falha.	Mas	é	cheia	de	pessoas	que,	com
dificuldade,	são	perfeitas,	puras	e	livres	porque	têm	fé	em	Cristo.	Ao	longo	dessa
carta	desafiadora,	precisamos	lembrar	o	mais	importante:	fomos	chamados	por
Deus	para	estar	“em	Cristo	Jesus”	—	e	nele,	apesar	de	nossos	fracassos,	somos
feitos	perfeitos.
Agradeça	a	Deus	por	chamar	você	a	colocar	sua	fé	em	Cristo.	Agradeça-lhe	por
sua	justiça,	santidade	e	redenção.	Peça-lhe	que	o	capacite	a	lembrar	e	a	ser
transformado	por	tudo	o	que	o	incentivou	e	desafiou	até	aqui	nessa	carta.
Não	se	trata	de	cobrir	ou	não	a	cabeça
1Coríntios	11.2-16
Essa	é	uma	passagem	famosa	por	ser	difícil	e	controversa.	Então,	vamos	gastar
dois	estudos	examinando-a...
Leia	1Coríntios	11.2-16.
As	palavras	“homem”	e	“mulher”,	nessa	passagem,	também	significam	“esposo”
e	“esposa”.	Acredito	que	Paulo	tinha	os	casados	em	mente	quando	escreveu
esses	versículos.
Quem	é	o	cabeça	do	homem/esposo	(v.	3)?
Quem	é	o	cabeça	da	mulher/esposa	(v.	3)?
Homens	e	seu	cabeça
Em	Corinto,	os	homens	mais	ricos	e	respeitados	colocavam	na	cabeça	uma
porção	de	sua	melhor	toga,	quando	lideravam	a	oração	em	um	templo	pagão.
Essa	era	uma	forma	de	indicar	seu	elevado	status	social	—	para	se	destacarem.
Por	que	um	homem	que	fizesse	isso	na	igreja	estaria	“desonrando	o	seu
cabeça”	(v.	3,4)?
O	último	lugar	em	que	dinheiro	ou	outros	tipos	de	status	mundanos	devem	ser
reconhecidos	é	em	uma	comunidade	de	pessoas	que	merecem	julgamento,
redimidas	por	Cristo,	compradas	pela	graça	e	cheias	do	Espírito	—	a	igreja.
Homens	com	autoridade	em	uma	igreja	devem	destacar	a	autoridade	—	seu
cabeça,	Cristo.
Mulheres	e	seu	cabeça
Naqueles	dias,	adornos	de	cabelo	e	penteados	refletiam	o	estado	civil	de	uma
mulher.	Cabelo	coberto	mostrava	que	a	mulher	era	casada;	se	o	cabelo	não	era
coberto	e	estava	solto,	a	mulher	estava	muito	disponível.
Então,	se	uma	mulher	na	igreja	de	Corinto	se	levantasse	“com	a	cabeça
descoberta”	(v.	5),	o	que	ela	provavelmente	estava	tentando	fazer?
As	atitudes	por	trás	desse	comportamento	em	Corinto	têm	um	efeito	devastador
em	uma	igreja.	As	pessoas	de	fora	são	desencorajadas	por	esse	egocentrismo.	A
imoralidade	sexual	se	tornará	uma	tentação	ainda	maior	(como	aconteceu	em
Corinto,	veja	cap.	5.1,2).	E	Cristo	—	o	verdadeiro	cabeça	da	igreja,	cuja
autoridade	e	beleza	nos	levam	a	reunir-nos	para	adorá-lo	—	não	será	glorificado.
Nos	dias	de	hoje,	os	homens	não	cobrem	a	cabeça	para	mostrar	o	quão
importantes	são!	E	as	mulheres	não	usam	o	cabelo	descoberto	ou	solto	para	fazer
os	homens	pensarem	que	são	atraentes.
Portanto,	como	o	desejo	de	mostrar	status	ou	capacidade	de	seduzir	em	uma
igreja	poderia	se	dar	nos	dias	de	hoje?	Essas	são	algumas	possibilidades	para	os
homens:
●	Usar	deliberadamente	roupas	caras	ao	liderar	um	culto.
●	Mencionar	um	trabalho	altamente	prestigiado	no	púlpito.
●	Usar	humor	para	que	pensem	que	são	engraçados.
E	para	as	mulheres:
●	Usar	roupas	e	maquiagem	com	a	esperança	de	que	os	homens	as	notarão	e	as
acharão	atraentes.
●	Agir	de	uma	forma	que	faça	com	que	os	homens	pensem	que	são	interessantes
sexualmente.
Como	seria	isso	para	você?
Deus	e	o	gênero
1Coríntios	11.2-16
Qual	a	diferença	entre	homem	e	mulher,	segundo	sua	cultura?
Por	que	é	mais	fácil	seguir	o	que	sua	cultura	diz	ao	invés	do	que	a	Bíblia	diz	nos
aspectos	em	que	elas	diferem?
Leia	1Coríntios	11.2,3,11-16.
Homens	e	mulheres
O	que	os	versículos	3,4	dizem	sobre	o	relacionamento	entre	homem	e	mulher?
Como	os	versículos	11,12	equilibram	isso?
“Tudo	[i.e.,	homens	e	mulheres]	vem	de	Deus”	(v.	12).	Deus	revelou	algo	sobre
si	mesmo,	sua	natureza	e	caráter	ao	criar	dois	sexos	distintos	e	estabelecer	como
eles	se	relacionam	entre	si.	A	igreja	não	deve	subverter,	mas	demonstrar	isso.
Um	aspecto	da	imagem	de	Deus,	a	ser	mostrada	pelos	homens,	é	sua	autoridade
amorosa.	O	outro	aspecto,	a	ser	mostrado	pelas	mulheres,	é	a	submissão
humilde.	Vemos	ambos	os	aspectos	no	Filho	de	Deus,	que	ama	e	lidera	sua
igreja,	mas	também	se	submete	ao	seu	Pai	e	foi	humilde	o	suficiente	para	morrer.
A	Bíblia	ensina	que	não	há	diferença	de	valor	entre	o	homem	e	a	mulher	—
ambos	foram	feitos	à	imagem	de	Deus.	Mas	existe	uma	diferença	no	papel	de
cada	um	—	algumas	funções	foram	reservadas	para	a	mulher	(e.g.,	parto),
outras,	para	o	homem	(e.g.,	liderança	no	casamento).
As	culturas	divergem	em	suas	ênfases,	tendendo	a	insistir	excessivamente	na
hierarquia	(que	homens	devem	liderar)	ou	na	interdependência	(que	precisamos
um	do	outro)	e	raramente	mantendo	os	dois	princípios	em	equilíbrio.	As	igrejas
precisarão	ser	um	refúgio	da	exploração	e	da	opressão,	e,	às	vezes,	resistir	à
recusa	em	ver	qualquer	diferença	entre	homens	e	mulheres.
Qual	dessas	duas	ênfases	a	sociedade	em	que	você	vive	enfatiza	atualmente?
Como	isso	dificultará	sua	vida	ao	viver	e	falar	como	um	cristão?
Glória	e	desgraça
Nos	versículos	13-15,	Paulo	diz	que	é	“uma	desonra”	para	o	homem	ter	cabelo
longo,	mas	“uma	glória”	para	a	mulher.	Novamente	precisamos	entender	a
cultura	da	época:	cabelo	longo	em	um	homem	denotava	tendências	efeminadas
—	querer	agir	como	uma	mulher.	Cabelo	longo	em	uma	mulher	era	considerado
algo	particularmente	feminino.
Então,	a	que	conclusão	você	acha	que	Paulo	quer	chegar	quando	fala	sobre
nossa	atitude	direcionada	ao	gênero?
Essas	não	são	ideias	fáceis	ou	culturalmente	aceitáveis!
Agradeça	a	Deus	por	ele	nos	mostrar	como	devemos	viver	em	seu	mundo,	não
importa	quanto	o	mundo	discorde.	Peça	a	Deus	para	capacitá-lo	a	enxergar	como
as	verdades	aqui	tratadas	se	aplicam	na	sua	vida	e	em	sua	igreja.	Fale	com	Deus
sobre	quaisquer	questões	levantadas	por	esses	versículos	com	as	quais	você
esteja	enfrentando	dificuldades.
Ceia	de	quem?
1Coríntios	11.17-34
Paulo	tem	mais	a	dizer	sobre	os	coríntios	e	como	eles	administram	seus	cultos.
Agora	ele	passa	para	uma	das	ações	centrais	de	qualquer	igreja	—	a	ceia	do
Senhor.
Qual	é,	você	diria,	o	objetivo	da	ceia	do	Senhor	(i.e.,	da	comunhão)?
Minha	refeição
Leia	1Coríntios	2.17-22.
O	que	impressiona	no	que	Paulo	diz	nos	versículos	17,20?
Que	razões	Paulo	dá	para	seu	veredito	sobre	os	cultos	deles?
Em	Corinto,	domingo	era	um	dia	de	trabalho.	Assim,	os	membros	ricos	da	igreja
podiam	chegar	aos	encontros	antes	daqueles	que	trabalhavam.	Ao	que	parece,
eles	estavam	dividindo	a	refeição	juntos,	e	aqueles	que	chegavam	depois	—	os
membros	mais	pobres	—	talvez	não	encontrassem	nenhuma	comida;	e	os	ricos
estariam	bêbados.	Os	cristãos	mais	pobres	estavam	sendo	excluídos.	Talvez	isso
não	fosse	de	propósito	—	mas	era	imprudente.
Leia	1Coríntios	10.17.
Como	o	comportamento	dos	membros	mais	ricos	estava	prejudicando	em	parte	o
objetivo	da	ceia	do	Senhor?
Nossa	refeição
Leia	1Coríntios	11.33,34.
O	que	Paulo	fala	para	fazerem,	em	vez	disso?
De	que	maneira	sua	igreja	poderia	(ou	pode)	causar	divisões,	de	forma
imprudente,	entre	membros	mais	ricos	e	mais	pobres	da	congregação?
Como	você	pode	estar	agindo	assim	como	indivíduo?
A	refeição	do	Senhor
Leia	1Coríntios	11.23-26.
Por	que	todos	os	cristãos	precisam	compartilhar	da	ceia	do	Senhor?
O	que	lembramos	ao	comer	o	pão	e	beber	o	vinho	(v.	24,25)?
Pelo	que	ansiamos	(v.	26)?
A	ceia	do	Senhor,	quando	celebrada	da	forma	correta,	capacita	a	união	de	uma
igreja.	Ela	humilha	a	todos	nós,	relembrando	que	somos	todos	pecadores,	todos
necessitados	da	morte	de	Jesus	em	nosso	lugar,	para	sermos	perdoados.	Somos
todos	iguais	na	mesa	do	Senhor.
Ela	nos	une,	lembrando-nos	que	a	morte	de	Cristo	é	o	começo	e	o	centro	do	que
nos	torna	cristãos.	Não	importa	o	que	nos	torna	diferentes,	temos	algo
fundamental	em	comum	—	Jesus	morreu	por	nós.
E	isso	nos	inspira	a	amar	uns	aos	outros.	Isso	nos	relembra	o	amor	sacrificial	de
Cristo	—	e	nos	move	a	amar-nos	uns	aos	outros	da	mesma	forma.
Na	próxima	vez	que	você	compartilhar	da	ceia	do	Senhor,	no	que
vai	pensar?
Como	você	espera	se	sentir	ao	compartilhar	o	pão	e	o	vinho?Preparando-se	para	a	ceia
1Coríntios	11.23-32
Paulo	nos	desafiou	a	não	agir	de	forma	imprudente	com	os	outros,	ao	nos
aproximarmos	da	ceia	do	Senhor.	Agora,	ele	nos	desafia	novamen	te:	não	seja
imprudente	em	relação	a	si	mesmo.
Prepare-se	apropriadamente
Leia	1Coríntios	11.23-29.
Para	o	que	Paulo	alerta	no	versículo	27?
Como	o	versículo	29	nos	ajuda	a	entender	o	que	Paulo	quer	dizer	com	“de
maneira	indigna”?
Receber	a	ceia	do	Senhor	não	é	algo	mágico.	É	uma	ação	que	deve	ser
acompanhada	pela	fé,	pelo	reconhecimento	de	que	Jesus	é	nosso	Rei	e	Salvador.
Se	vemos	no	pão	e	no	vinho	que	o	pecado	leva	ao	julgamento	de	morte	e	que
Jesus	morreu	pelo	pecado,	mas	não	pedimos	a	Jesus	que	leve	esse	julgamento
por	nós,	então	ainda	estamos	debaixo
do	julgamento.
Então	o	que	precisamos	fazer	antes	de	participar	da	ceia	do	Senhor	(v.	28)?
Não	precisamos	estar	perfeitamente	sem	pecado	antes	de	receber	a	ceia	do
Senhor,	do	contrário	Jesus	não	teria	dado	pão	e	vinho	para	seus	discípulos
pecadores	(v.	23-25)!	Mas	precisamos	ser	sérios	em	reconhecer	onde	temos
pecado;	sérios	sobre	o	que	custou	para	Jesus	conquistar	nosso	perdão;	e	sérios
sobre	não	continuar	a	viver	de	uma	forma	que	contraria	a	unidade	humilde	em
nossa	salvação,	conquistada	por	Cristo,	a	qual	celebramos	na	ceia	do	Senhor.
Pelo	estudo	anterior,	que	ações	mostraram	que	essa	igreja	não	estava	se
autoexaminando	apropriadamente?
Como,	de	forma	prática,	você	vai	se	assegurar	de	“examinar”	a	si	mesmo	antes
de	compartilhar	a	próxima	ceia	do	Senhor?
Disciplina	amorosa
Leia	1Coríntios	11.30-32.
O	que	aconteceu	com	alguns	membros	da	igreja,	e	por	quê	(v.	30)?
Qual	é	o	propósito	de	Deus	ao	fazer	isso	(v.	32)?
Pode	não	parecer,	mas	a	disciplina	de	Deus	é	uma	boa	notícia.	Existe	uma
consequência	de	pecar	de	forma	imprudente,	que	é	pior	que	uma	doença	ou	até	a
morte	física:	a	“condenação”	de	Deus.	Paulo	quer	que,	ao	serem	disciplinados
por	Deus,	os	coríntios	examinem	a	si	mesmos,	vendo	seu	pecado	e	vindo	à	mesa
do	Senhor	em	arrependimento	e	fé.	Nem	toda	doença	é	para	disciplina,	mas
esses	versículos	nos	ensinam	a	perguntar	se	determinada	doença	tem	tal	função.
É	melhor	Deus	permitir	que	nossa	vida	seja	difícil	agora,	para	que	nos
examinemos	e	voltemos	a	confiar	em	Cristo	em	vez	de	nos	afastarmos,	do	que
viver	uma	vida	fácil	agora,	mas	nos	afastarmos	de	Cristo	e	encararmos	o
julgamento	de	Deus	além	da	morte.
Pai,	obrigado	por	te	importares	o	suficiente	comigo	a	ponto	de	me	disciplinares
quando	me	perco.	Por	favor,	mostra-me	as	diversas	maneiras	pelas	quais	peco
impensadamente.	Ao	fazer	isso,	por	favor,	comove-me	com	o	amor	de	teu	Filho,
para	que	eu	possa	me	achegar	a	tua	mesa	mais	seguro,	mais	humilde	e	mais
grato.	Amém.
Dons	e	quem	os	entrega
1Coríntios	12.1-11
Quais	são	os	seus	três	maiores	talentos?	Quando	você	os	usa	e	como?
Sobre	os	dons
Leia	1Coríntios	12.1.
Qual	é	o	objetivo	de	Paulo	na	próxima	seção	de	sua	carta	(v.	1)?
Se	você	tivesse	de	explicar	a	natureza	e	o	propósito	dos	dons	espirituais	para
alguém	agora,	como	faria	isso?
O	que	e	por	quê?
Leia	1Coríntios	12.2-7.
O	que	o	Espírito	Santo	capacita	as	pessoas	a	parar	de	fazer	e	a	começar	a	fazer
(v.	2,3)?
O	que	mais	o	Espírito	faz	(v.	4,6)?
Você	não	consegue	ver	o	Espírito	Santo.	Mas	duas	das	maneiras	pelas	quais	a
obra	interna	do	Espírito	em	alguém	se	manifesta	—	se	revela
—	é	por	conhecer	Jesus	como	Senhor	e	por	ter	dons	espirituais.
Por	que	o	Espírito	Santo	concede	essas	“manifestações”	(v.	7)?
Como	isso	difere	do	que	o	mundo	diz	sobre	nossas	habilidades:
●	quanto	a	de	onde	elas	vêm?
●	quanto	ao	motivo	pelo	qual	nós	as	temos?
Pense	nos	talentos	que	você	identificou	no	começo.	Você	precisa	mudar	alguma
coisa	na	sua	maneira	de	pensar	sobre	a	origem	deles	ou	por	que	você	os	tem?
Diferentes	tipos	de	dons
“Há	diversidade	de	dons”,	todos	entregues	pelo	“mesmo	Espírito”	(v.	4).	E	Paulo
continua	identificando	alguns	deles.
Leia	1Coríntios	12.8-11.
Essa	lista	não	é	uma	lista	completa	dos	charismata,	os	dons	da	graça	de	Deus
para	nós.	Existem	muitas	coisas	no	Novo	Testamento	que	são	chamadas	de
charismata,	incluindo	o	dom	de	vida	eterna	de	Deus	(Rm	6.23)	e	o	casamento	e	o
celibato	(1Co	7.7).	Não	precisamos	nos	meter	em	um	atoleiro	ao	tentar	entender
o	que	cada	dom	citado	aqui	significa	—	não	tenho	certeza	se	Paulo	quer	dizer
que	cada	um	deles	é	diferente.	A	questão	é	que	“um	só	Espírito	realiza	todas
essas	coisas”	e	que	ele	os	dá	“individualmente”	(v.	11),	portanto	todo	cristão	tem
um	dom	a	ser	usado	“para	benefício	comum”	(v.	7)	da	igreja.
Por	que	é	animador	saber	que	recebemos	“individualmente”	dons	espirituais?
Como	você	está	usando	os	seus	dons	“para	o	benefício	comum”?	Existem
situações	em	que	você	os	está	usando	somente	para	o	seu	bem?
Agradeça	a	Deus	pelos	seus	dons.	Peça	que	ele	o	ajude	a	reconhecê-los.	Peça-lhe
humildade	para	colocá-los	a	serviço	de	outras	pessoas	em	sua	igreja.	Agradeça-
lhe	pelas	oportunidades	que	ele	lhe	dá	para	fazer	isso.
Sua	igreja	precisa	de	você
1Coríntios	12.12-20
Se	você	tivesse	de	descrever	o	que	sua	igreja	é,	como	você	a	descreveria?	Uma
estrutura	(não	física)?	Uma	família?	Uma	comunidade?	Todas	essas	imagens	são
usadas	pela	Bíblia.	Mas	aqui	Paulo	usa	uma	das	mais	famosas:	a	“do	corpo”.
Um	corpo
Leia	1Coríntios	12.12,13.
Qual	parte	do	funcionamento	do	corpo	Paulo	quer	destacar	aqui?
“Assim	também	acontece	com	relação	a	Cristo”	(v.	12).	Não	importa	quem
sejamos	—	judeus	ou	não,	escravos	ou	não,	rico	ou	pobre,	velho	ou	jovem	—,	se
fomos	trabalhados	pelo	Espírito	para	conhecermos	a	Jesus	como	Senhor,	somos
parte	de	“um	só	corpo”,	habitados	por	“um	só	Espírito”.
Isso	é	encorajador!	Não	existe	“elite	espiritual”	em	uma	igreja.	Não	existem
níveis	extras	que	devemos	alcançar;	nenhuma	periferia	em	que	novos	cristãos
devem	habitar.	Se	você	é	um	cristão,	você	é	parte	integrante	do	corpo.
Isso	também	é	desafiador.	A	sociedade	ocidental	é	individualista.	Assimilamos	a
mensagem	cultural	de	que	nosso	corpo,	nossos	talentos	e	nosso	tempo	nos
pertence,	para	serem	usados	para	nosso	serviço	e	prazer.	Mas	Paulo	está	dizendo
não	apenas	que	nossos	dons	pertencem	à	igreja;	nós	mesmos	pertencemos	à
igreja	também.
A	igreja	está	disponível	para	você	ou	você	deve	estar	disponível	para	a	igreja?
Como	suas	ações	refletem	sua	resposta?
Muitas	partes
Leia	1Coríntios	12.14-20.
Qual	erro	um	“pé”	ou	uma	“orelha”	podem	cometer	(v.	15,16)?
Por	que	um	corpo	precisa	ter	partes	que	são	diferentes	umas	das	outras	(v.	17)?
Substitua	“pé”	por	“novo	cristão”	e	“mão”	por	“pastor”;	e	“orelha”	por	“senhora
tímida”	e	“olho”	por	“jovem	evangelista	confiante”.
Qual	é	o	ponto	de	vista	de	Paulo	sobre	a	igreja	nos	versículos	15,16?
Como	Paulo	explica,	no	versículo	19,	o	que	ele	quis	dizer	com	o	versículo	17?
O	versículo	18	é	incrível.	Quando	olhamos	para	uma	igreja	local,	vemos	que
Deus	organizou	“as	partes	do	corpo”	—	o	povo	—	“cada	uma	delas	conforme
queria	que	fossem”.	Deus	não	quer	que	você	seja	outra	pessoa	ou	tenha	os	dons
de	outra	pessoa.	Ele	não	valoriza	um	cristão	mais	que	o	outro.	Ele	quer	que	você
seja	simplesmente	você,	usando	os	dons	que	ele	lhe	deu.	Nunca	devemos
cometer	o	erro	da	“orelha”,	pensando	que,	porque	não	somos	iguais	a	outra
pessoa,	não	somos	um	membro	valioso	da	igreja.
Imagine	se	alguém	lhe	dissesse	(ou	você	pensasse	sobre	si	mesmo):	“Não	tenho
nada	a	contribuir	para	a	igreja”.	Por	que	os	versículos	14-20	tanto	nos
encorajam	quanto	nos	desafiam?
Você	precisa
da	sua	igreja
1Coríntios	12.21-31
Paulo	continua	retratando	a	igreja	como	um	corpo	nessa	passagem.	Ele	já	disse
que	uma	parte	não	pode	olhar	para	outra	parte	e	pensar,	“Eu	não	sou	realmente
necessário”.	Mas	existe	outra	coisa	que	nenhuma	das	partes	deve	pensar,
também...
Cada	um	é	indispensável
Leia	1Coríntios	12.21-24a.
O	que	um	olho	ou	uma	cabeça	não	devem	dizer	para	as	outras	partes	do	corpo
(v.	21)?
O	que	Paulo	destaca	sobre	como	o	corpo	funciona	(v.	22)?
Um	corpo	completamente	operante	precisa	de	olhos	e	mãos;	exige	umacabeça	e
pés.	Então	um	membro	da	igreja	precisa	de	todos	os	outros	membros.	Ninguém	é
dispensável.	Afinal,	“Deus	colocou	as	partes	do	corpo	cada	uma	conforme
queria	que	fossem”	(v.	18).
Como	esses	versículos	fariam	com	que	alguns	cristãos	coríntios	parassem	de	se
sentir	orgulhosos	de	seu	papel	na	igreja	e	de	desprezar	os	outros?
Que	tipos	de	dons	ou	trabalhos	dentro	da	igreja	sua	congregação	tem	a
tendência	de	ver	como	“melhores”?	Ou	“piores”?
É	mais	provável	que	você	pense	de	si	mesmo	ou	do	papel	que	tem	na	igreja:
“Eles	não	precisam	de	mim	de	verdade”	ou:	“Eles	realmente,	realmente
precisam	de	mim!”?
Cada	um,	uma	parte
Leia	1Coríntios	12.24b-31.
Parece	que	a	igreja	de	Corinto	havia	decidido	que	falar	em	“línguas”
—	línguas	extáticas,	não	terrenas	—	era	um	dom	especial,	dado	a	cristãos
especiais,	e	que	uma	igreja	cheia	de	pessoas	falando	nessas	línguas	era	uma
igreja	verdadeiramente	cheia	do	Espírito.	Mas	Paulo	sugere	no	versículo	24b	que
eram	aqueles	sem	dons	ou	importância	óbvios	a	quem	Deus	“honrava”.
E	depois	o	que	Paulo	sugere	ser	o	verdadeiro	sinal	de	uma	igreja	cheia	do
Espírito	(v.	26)?
Perceba	que	falar	em	“variedade	de	línguas”	está	um	último	lugar	na	breve	lista
que	Paulo	dá	sobre	dons	espirituais	(v.	28).	Paulo,	sob	a	inspiração	do	Espírito
Santo,	entende	que	o	dom	de	línguas	é	algo	que	vem	de	Deus,	mas	ele	não	é
mais	especial,	elevado	ou	espiritual	do	que	o	dom	de	cura,	de	ensino	ou	de
liderança.	Todos	esses	dons	—	não	importa	quão	emocionantes	sejam	ou
pareçam	ser	—	são	dados	pelo	Espírito,	para	o	“bem	comum”	da	igreja	(v.	7).
Algumas	igrejas	se	importam	muito	com	dons	espirituais;	outras,	muito	pouco.
Mas	estamos	prestes	a	ver	que	precisamos	ter	algo	mais	crucial	que	do	que
qualquer	dom	espiritual	—	como	descobriremos	no	próximo	estudo...
Como	o	capítulo	12	o	encorajou	e	o	desafiou	sobre:
●	sua	visão	de	igreja?
●	sua	visão	e	uso	de	seus	dons?
O	caminho	mais	excelente
1Coríntios	12.31—13.7
Essa	é	uma	das	passagens	mais	famosas	da	Bíblia.	É	muito	usada	em	casamentos
—	apesar	de	ser,	na	verdade,	uma	repreensão	marcante	com	a	intenção	de
sacudir	os	membros	da	igreja	que	estão	sendo	egoístas!
Sem	amor
Leia	1Coríntios	12.31—13.3.
O	cristão	descrito	nesses	versículos	é,	de	certa	forma,	extremamente
impressionante.	Aqui	está	um	crente	que	fala	em	línguas	(v.	1);	que	profetiza	e
tem	grandes	percepções	e	conhecimento	sobre	a	Palavra	de	Deus	(v.	2);	que	se
engaja	em	ações	sociais	e	está	preparado	a	entregar	tudo	(v.	3).	Um	cristão	assim
na	sua	igreja	seria	incrível!
Mas,	sem	amor,	o	que	é	esse	cristão	(v.	2)?
Esse	é	o	tipo	de	crente	que	os	coríntios	queriam	ser,	e	eles	se	viam	como	tal.
Como	esses	versículos	os	impressionariam?
Sinceramente,	o	que	você	preferiria	ser:	um	cristão	respeitado,	abençoado	com
dons,	pregador,	ou	um	cristão	desconhecido,	dentro	da	média	e	amoroso?
Amor	é...
Leia	1Coríntios	13.4-7.
Ao	ler	essa	lista,	o	que	surpreende	você	como	um	aspecto	particularmente	belo
sobre	o	amor	real?
Como	seria	na	prática	esse	aspecto	na	vida	cotidiana?
Pense	em	uma	desavença	que	você	presenciou	ou	da	qual	participou	entre
cristãos.	Que	diferença	faria	se	uma	ou	todas	as	pessoas	que	estavam	envolvidas
mostrassem	esse	tipo	de	amor?
Leia	1João	4.7-12.
O	que	esses	versículos	nos	falam	sobre:
●	o	que	é	o	amor?
●	em	que	o	amor	é	mais	claramente	visto?
●	como	devemos	reagir?
Quando	Deus	nos	chama	a	amar	uns	aos	outros,	ele	está	pedindo	para	sermos
como	ele	e	agirmos	como	ele.	Na	sua	vida	na	terra	e	acima	de	tudo	em	sua	morte
na	cruz,	Deus	Filho	demonstrou	perfeitamente	cada	um	dos	aspectos	do	amor
que	Paulo	expõe	em	1Coríntios	13.
Dedique	um	tempo	agradecendo	a	Deus	por	ele	ser	perfeitamente	amoroso.
Escolha	duas	descrições	sobre	o	que	é	o	amor	em	1Coríntios	13	e	agradeça	a
Jesus	por	demonstrar	seu	amor	por	você	dessa	forma.
Pense	em	algumas	pessoas	que	você	ama	(ou	talvez	que	você	tenha	dificuldade
em	amar	como	deve).	Percorra	1Coríntios	13.4-7	e	pense	em	como	você	pode
amar	essas	pessoas	com	um	amor	mais	semelhante	ao	de	Cristo.
O	maior	entre	eles
1Coríntios	13.7-13
Quando	você	pensa	em	vida	eterna	na	presença	de	Deus,	que	palavras	surgem	na
sua	cabeça	para	descrevê-la?
Leia	1Coríntios	13.7-13.
Nunca	falha
A	sociedade	ocidental	diz	que	o	amor	é	um	sentimento;	ele	flui	e	reflui,	e
algumas	vezes	falha.	Mas	Deus	diz	que	o	amor	é	mais	uma	decisão	do	que	uma
emoção.	É	um	compromisso	consciente	de	fazer	o	que	é	melhor	para	alguém,
não	importa	quão	difícil	isso	seja,	não	importa	o	que	tal	pessoa	tenha	feito.	Esse
é	o	tipo	de	amor	que	Deus	tem	e	sempre	terá	por	nós.	Esse	amor	“nunca	falha”.
Em	que	circunstâncias	você	precisa	lembrar	a	si	mesmo	que	seu	amor	por
alguém	não	deve	ser	baseado	em	emoções,	mas	em	suas	decisões?
“Nisto	consiste	o	amor:	não	que	tenhamos	amado	a	Deus,	mas	que	ele	nos
amou”	(1Jo	4.10).	Como	lembrar	isso	vai	mudar	sua	maneira	de	amar	os
outros?
Leia	1Coríntios	13.4-8a.
Substitua	a	palavra	“amor”	por	seu	nome	na	descrição	de	Paulo	aqui.
Quais	aspectos	sobre	você	são	verdadeiros?	Agradeça	a	Deus!
Quais	são	menos	exatos?	Ore	para	que	Deus	ajude	você	nesses	aspectos	do
verdadeiro	amor.
Nunca	passará
O	que	passará	(v.	8)?	Quando	(v.	10)?
Alguns	sugerem	que,	ao	referir-se	a	“quando	vier	o	que	é	completo”,	Paulo	está
se	referindo	à	conclusão	do	Novo	Testamento;	mas	acredito	que	é	muito	mais
provável	que	isso	signifique	ou	um	cristão	entrando	na	presença	de	Deus	quando
morre	ou	o	dia	do	retorno	de	Cristo.
Nessa	leitura,	por	que	o	versículo	12	é	muito	animador?
Quais	são	as	três	coisas	que	realmente	importam	(v.	13)?
“Mas	a	maior	delas	é	o	amor.”	Quando	estivermos	diante	da	perfeita	presença	de
Deus,	o	amor	permanecerá.	Quando	nossa	visão	e	conhecimento	de	Deus	forem
aperfeiçoados,
quando	virmos	“face	a	face”,	conheceremos,	provaremos	e	experimentaremos	o
amor	puro.
Como	o	pastor	do	século	18	Jonathan	Edwards	afirmou:	“Lá	no	céu,	a	infinita
fonte	do	amor	—	o	eterno	Três	em	Um	—	está	aberta,	sem	nenhum	obstáculo
que	impeça	o	acesso	a	ela,	pois	flui	para	sempre	[...]	nosso	coração,	como	já	era,
será	inundado	com	amor.	Em	cada	coração	no	céu	o	amor	habita	e	reina”.
Agradeça	a	Deus	por	cristãos	que	você	conhece	que	foram	para	o	céu.	Agradeça-
lhe,	pois	eles	estão	vendo	“face	a	face”,	experimentando	o	amor	puro,	não
diluído.
Agradeça	a	Deus	por	ser	esse	o	seu	futuro.	Peça	a	ele	para	que	seu	futuro	mude
suas	prioridades	e	perspectivas	no	presente,	a	fim	de	que	você	possa	refletir	seu
amor	hoje.
Línguas	e	profecias
1Coríntios	14.1-26
É	importante	lembrar	que	o	capítulo	13	está	entre	o	capítulo	12	e	14	—	não	é
escrito	para	ser	lido	em	casamentos,	mas	para	relembrar	aos	cristãos	coríntios
que	o	amor	é	mais	importante	que	os	dons	e	que	os	dons	usados	sem	amor	“nada
seriam”	(13.2).
Esse	é	o	contexto	no	qual	Paulo	escreve	o	capítulo	14...
Leia	1Coríntios	14.1-26.
Um	dom	a	ser	desejado
Lembre-se,	essa	igreja	parecia	estar	exaltando	o	falar	em	“línguas”	acima	de
todos	os	dons	espirituais.
Então,	como	o	versículo	1	é	uma	correção	para	eles?
Qual	deveria	ser	a	principal	motivação	deles	ao	buscar	os	dons	(v.	12)?
Muita	tinta	foi	derramada	para	escrever	sobre	o	que	a	“profecia”	realmente	é!	É
pouco	provável	que	fosse	uma	predição	do	futuro.	Parece,	de	forma	geral,	que
era	qualquer	coisa	desde	pregação	até	falar	juntos	sobre	a	verdade	do	evangelho
em	conversas	—	em	outras	palavras,	declarações	das	verdades	bíblicas	guiadas
pelo	Espírito.	Não	temos	motivos	para	pensar	que	o	Espírito	deixou	de	nos	guiar
dessa	forma.
Que	razões	Paulo	dá	para	afirmar	que	a	profecia	é	um	dom	maior	do	que	o	de
línguas?
●	v.	3,4
●	v.	9
●	v.	18,19
●	v	23,24
Um	dom	para	não	cristãos
No	versículo	21,	Paulo	cita	Isaías	28.11,12.	Nesse	texto,	o	profeta	aponta	para
um	tempo	em	que	Deus	traria	julgamento	ao	seu	povo	rebelde.
O	sinal	de	que	aquele	julgamento	havia	chegado	seria	ouvir	estrangeiros	falando
—	porque	isso	mostraria	que	estrangeiros	haviam	invadido	o	espaço	deles.
Portanto,	quando	não	cristãosvisitam	a	igreja	e	as	pessoas	falam	de	forma
incompreensível,	isso	produz	(é	“para”,	v.	22)	descrentes	—	as	pessoas	não
entendem	o	que	está	acontecendo	e	continuam	na	vida	de	rejeição	a	Deus.
Porém,	quando	um	não	cristão	ouve	o	evangelho	de	uma	maneira	compreensível
(i.e.,	profecia),	a	ele	está	sendo	oferecida	a	salvação
—	então,	profecia	é	“para”	(i.e.,	produz)	crentes.
O	objetivo	dos	dons
Qual	é	a	mensagem	comum	aos	versículos	4,	5	e	17?
É	isso	que	Paulo	está	encorajando	no	versículo	12	também,	quando	ele	fala	em
usar	os	dons	para	“edificação	da	igreja”.	Paulo	exorta	a	igreja	a	orar	por	dons,	a
buscá-los	e	a	usar	dons	que	ajudarão	outros	crentes.
Como	o	final	do	versículo	26	resume	a	seção?
Existem	maneiras	pelas	quais	sua	igreja,	ou	você	mesmo,	valoriza	ou
desvaloriza	certos	dons,	assim	como	essa	igreja	fazia	com	o	dom
de	línguas?
Como	você	está	usando	seus	dons	para	fortalecer	sua	igreja?	Você	precisa	ser
mais	proativo	em	procurar	meios	de	fazer	isso?
Ordem	do	culto
1Coríntios	14.26-35
Imagine	o	que	Paulo	estava	ouvindo	sobre	os	cultos	da	igreja	de	Corin	to.
Encontros	onde	muitas	pessoas	entregavam	mensagens	em	línguas	extáticas
todas	ao	mesmo	tempo,	com	pouca	ou	nenhuma	interpretação	para	que	outros
entendessem...	várias	profecias	—	sermões	improvisados	—	de	durações
variadas,	às	vezes	começando	antes	que	a	profecia	anterior	tivesse	terminado...
mulheres	gritando	perguntas	ou	desafiando	o	ensino.	Era	um	caos!
Ordem,	ordem!
Leia	1Coríntios	14.26-33a.
Qual	é	a	verdade	sobre	Deus	que	Paulo	relembra	à	igreja	de	Corinto	(v.	33a)?
Essa	é	uma	parte	do	caráter	de	Deus,	demonstrada	na	maneira	em	que	ele	sempre
trabalha.	Ele	é	um	Deus	que	trouxe	ordem	ao	caos	em	sua	criação	(Gn	1.1-4);	ele
é	um	Deus	que	ordenou	que	uma	tempestade	se	acalmasse	e	cessasse	(Mc	4.39).
E	as	reuniões	do	povo	de	Deus	devem	refletir	seu	caráter.
Pense	em	alguns	outros	aspectos	do	caráter	de	Deus	—	e.g.,	sua	santidade,
amor	pelos	de	fora,	perdão,	paciência,	graça.	Como	os	cultos	de	uma	igreja
podem	revelar	Deus	ao	refletirem	essas	qualidades?
Qual	seria	o	princípio	orientador	do	que	acontece	em	um	culto	(final	do	v.	26)?
O	que	isso	significa	de	forma	prática	para	os	coríntios	(v.	26-28)?
A	profecia	também	precisa	ser	direcionada	de	forma	que	“todos	aprendam	e
sejam	encorajados”	(v.	31).	Isso	significa	que	não	deve	haver	muitos	sermões	(v.
29)	e	que	o	que	for	dito	deve	ser	“julgado	cuidadosamente”.	Aqueles	que	falam
nos	encontros	da	igreja	estão	debaixo	da	autoridade	da	igreja,	que,	por	sua	vez,
está	debaixo	da	autoridade	do	ensino	apostólico	(i.e.,	o	Novo	Testamento,	veja
os	v.	36,37).	A	profecia	não	deve	se	tornar	um	espaço	de	satisfação	pessoal,
aberto	a	uma	competição	egoísta	—	antes	deve	ser	um	exercício	de
encorajamento	altruísta	e	baseado	na	Bíblia.
Deixe	para	depois
Leia	1Coríntios	14.33b-35.
Esses	são	versículos	difíceis	e	controversos.	A	instrução	de	Paulo	às	mulheres
para	que	“permaneçam	caladas”	(v.	34)	parece	estar	no	contexto	de	avaliação
pública	das	profecias.	Fica	claro,	pelo	texto	de	11.5,	que	Paulo	espera	que	as
mulheres	orem	e	profetizem	nos	encontros	da	igreja.	Em	14.35,	o	texto	nos
sugere	que	ele	está	lidando	com	o	que	as	mulheres	devem	fazer	quando	quiserem
“interrogar	acerca	de	alguma	coisa”:	elas	devem	permanecer	caladas	no	encontro
da	igreja	e	perguntar	“em	casa	ao	marido”	(presumindo	que	são	casadas)	depois.
Agradeça	a	Deus	por	quem	ele	é	e	peça	para	que	sua	igreja	reflita	tal	atitude	em
seus	encontros.	Ore	para	que	você	cumpra	sua	parte	nisso.
Reconhecendo	a	verdadeira	maturidade
1Coríntios	14.36-40
Esses	versículos	são	uma	conclusão	ao	tema	de	Paulo	nos	capítulos	12—14.	Os
cristãos	em	Corinto	pensavam	que	dons	espirituais,	especialmente	línguas,
equivaliam	a	maturidade	espiritual.	Não	equivalem	,
diz	Paulo.
Verdadeira	maturidade
Leia	1Coríntios	14.36-40.
O	que	um	cristão	verdadeiramente	maduro:
●	vai	lembrar	(v.	36)?
●	vai	reconhecer	(v.	37)?
Se,	por	outro	lado,	eles	usam	seus	dons	de	uma	maneira	que	ignora	ou	se	opõe
aos	“mandamentos	do	Senhor”,	dados	pelos	apóstolos,	eles	serão	(ou	devem	ser)
ignorados	(v.	38).
O	que	mais	um	cristão	verdadeiramente	maduro	entenderá?
●	12.4-7
●	12.31—13.3
●	14.1
●	14.32,33
Como	o	texto	de	14.39	nos	protege	dos	cristãos	que	acham	que	falar	em	línguas
é	a	marca	do	cristão	ou	do	cristão	maduro?
Como	o	versículo	39	nos	protege	daquelas	pessoas	que	não	querem	dar	nenhum
espaço	ao	dom	de	línguas?
O	que	Paulo	quer	relembrar	aos	coríntios	no	versículo	40?
Paulo	não	se	opõe	às	emoções	intensas	nos	cultos	da	igreja.	Mas	ele	não	quer
que	esse	ardor	crie	desordem.
Resumindo...
Uma	das	seções	de	ensino	sobre	a	igreja	na	Bíblia	com	maior	apoio	é	1Coríntios
12—14.	Ela	também	contém	algumas	passagens	bonitas,	algumas	complicadas	e
outras	controversas!	Então	vale	a	pena	resumir	os	pontos	principais	do	ensino	de
Paulo:
●	Todos	os	dons	vêm	do	Espírito	para	a	edificação	da	igreja	(12.1-11).
●	A	igreja	é	um	corpo	—	cada	parte	é	necessária,	e	cada	parte	precisa	da	outra
(12.12-29).
●	Sem	amor,	os	dons	são	inúteis	(12.31—13.13).
●	A	profecia	é	um	dom	que	deve	ser	particularmente	desejado,	porque	ela
desenvolve	os	crentes	e	torna	o	evangelho	claro	para	os	não	crentes	(14.1-25).
●	As	reuniões	da	igreja	devem	ser	variadas	e	apaixonadas,	mas	também	devem
ter	ordem,	refletindo	o	caráter	de	Deus	(14.26-34).
Em	relação	a	cada	um	desses	pontos,	pense	em	como	eles	o	entusiasmam	em	ser
membro	de	uma	igreja	e	em	como	o	desafiam.
Dedique	um	tempo	agradecendo	a	Deus	por	levá-lo	à	sua	igreja	e	pelo	corpo	de
sua	igreja	local.	Agradeça-lhe	pelos	dons	que	ele	lhe	deu.	Peça	a	ele	que	lhe
mostre	como	você	pode	começar	ou	continuar	a	edificar	sua	igreja	com	os	dons
do	Espírito	e	de	que	maneira	ele	o	chama	para	crescer	em	maturidade,
compromisso	e	serviço.
Tomando	uma	posição
1Coríntios	15.1-11
Como	você	acha	que	será	a	vida	após	a	morte?
Ninguém	discute	a	realidade	da	morte;	é	o	que	acontece	depois	dela	que	causa
discussões.	Agora	nos	encontramos	na	última	e	principal	porção	de	ensinamento
de	1Coríntios;	e	esse	é	o	tratado	mais	extenso	sobre	a	ressurreição	em	toda	a
Bíblia.
Aguente	firme!
Leia	1Coríntios	15.1,2.
Sobre	o	que	Paulo	quer	relembrar	esses	cristãos	(v.	1)?
Por	que	é	importante	que	eles	continuem	a	“apegar-se	firmemente”	a	ela	(v.	2)?
Paulo	acentua	seus	ensinos	sobre	a	ressurreição	com	chamados	para	“conservar
firmemente”	sua	verdade	(v.	2)	e	para	“manter-se	firmes”	(v.	58).	Mas	qual	é	o
fundamento	do	evangelho	do	qual	os	cristãos	não	devem	nunca	recuar?
Fundamento	do	evangelho
Leia	1Coríntios	15.3-8.
O	evangelho	é	sobre	uma	pessoa,	tudo	sobre	“Cristo”	(v.	3).	O	prometido	de
Deus,	todo-poderoso,	Rei	restaurador	é	o	assunto	central	do	evangelho.
Quais	são	as	partes	essenciais	da	mensagem	sobre	o	Cristo?
●	v.	3
●	v.	4a
●	v.	4b
●	v.	5-7
Algumas	pessoas	na	igreja	de	Corinto	estavam	dizendo	que	“não	há	ressurreição
dos	mortos”	(veja	o	v.	12).	Mas	aqui	Paulo	diz	que	a	ressurreição	de	Cristo	é
uma	parte	central	do	evangelho.	E	ele	indica	aos	coríntios	dois	motivos	para
confiarem	que	isso	realmente	aconteceu.	Primeiro,	a	ressurreição	aconteceu
“segundo	as	Escrituras”	(v.	4)	—	foi	predita	no	Antigo	Testamento	(e.g.,	Is
53.10-12;	Sl	16.10,11).	Em	segundo	lugar,	foi	testemunhada	por	centenas	de
pessoas	(v.	5-7)	—	quando	os	coríntios	leram	essa	carta,	havia	pelo	menos	251
pessoas	(v.	6),	mais	os	apóstolos	(incluindo	Paulo,	uma	adição	tardia	ao	número
de	apóstolos,	v.	8),	que	ainda	estavam	vivas	e	que	haviam	visto	Jesus	ressurreto.
Por	que	até	mesmo	mudanças	pequenas	em	algum	desses	itens	essenciais	do
evangelho	é	importante	(v.	2)?
Quão	certo	você	está	de	que	Jesus	ressuscitou	dos	mortos?	Como	os	versículos
4-8	aumentam	sua	confiança?
Como	você	usaria	esses	versículos	para	explicar	e	argumentar	sobre	a
ressurreição	com	um	não	cristão?
A	graça	do	evangelho
Leia	1Coríntios	15.9-11.
É	essa	mensagem	do	evangelho	—	da	morte	de	Cristo	em	nosso	lugar,	pelos
nossos	pecados;	seu	sepultamento;	e	sua	ressurreição—	que	muda	tudo.	Ela
transformou	Paulo	de	perseguidor	em	pregador	(v.	9-11).
E	transforma	cada	um	de	nós	também!
Releia	os	versículos	3-7,	dando	uma	pausa	após	cada	frase	para	agradecer	por
cada	aspecto	do	evangelho	que	o	salva	à	medida	que	você	se	segura	firmemente
nele.
Se	Cristo	não	ressuscitou
1Coríntios	15.12-20
Antes	de	estudar	esses	versículos,	pergunte	a	si	mesmo:	Se	Jesus	não	tivesse
ressuscitado	dos	mortos,	que	diferença	isso	faria	para	o	meu	dia	hoje?
A	afirmação
Leia	1Coríntios	15.12,13.
O	que	alguns	cristãos	em	Corinto	estão	dizendo	(v.	12)?
Qual	é	a	implicação	dessa	afirmação	(v.	13)?
Acontece	às	vezes	de	você	duvidar	da	realidade	da	ressurreição	histórica	e	física
de	Cristo	da	morte?	O	que	leva	você	a	duvidar?
As	consequências
Leia	1Coríntios	15.14-19.
“Se	Cristo	não	ressuscitou...”	(v.	14).
Quais	são	as	consequências,	se	Jesus	não	ressuscitou	dos	mortos?
●	v.	14
●	v.	15
●	v.	17
●	v.	18
Portanto,	o	versículo	19	é	um	resumo	justo	da	vida	cristã	se	não	há	um	Jesus
ressurreto,	e,	assim,	nenhuma	vida	com	ele	após	a	morte.	“Somos	[i.e.,	eu	e
você!]	dentre	todas	as	pesssoas	as	mais	dignas	de	compaixão”	(v.	19).	Sem	a
ressurreição,	a	vida	inteira	de	Paulo	não	tem	sentido.	Sem	a	ressurreição,	a	única
maneira	sensata	de	viver	é	dizer,	como	Paulo	conclui	no	versículo	32:	“comamos
e	bebamos,	porque	amanhã	morreremos”.	É	melhor	nos	divertirmos	o	máximo
que	podemos	agora,	colocando	a	nós	mesmos	e	a	nossos	prazeres	em	primeiro
lugar	—	porque	a	morte	zomba	de	todos	os	dons	que	temos	e	ministramos.
Mas	Cristo	ressuscitou...
Leia	1Coríntios	15.20.
Por	que	o	versículo	20	é	um	grande	alívio?!
Não	se	trata	de	uma	ilusão;	a	ressurreição	se	baseia	na	profecia	do	Antigo
Testamento	(v.	4)	e	nas	evidências	de	testemunhas	oculares	(v.	5-8).
E	isso	muda	tudo.	Paulo	chama	a	ressurreição	de	Cristo	de	“as	primícias”	(v.	20).
No	Antigo	Testamento,	essa	é	a	primeira	porção	do	grão	que	os	israelitas
colhiam,	a	parte	que	provava	que	haveria	uma	colheita	completa.	A	ressurreição
de	Cristo	é	uma	pré-visualização,	a	primeira	parcela	e	o	começo	da	ressurreição
geral	de	todos	que	têm	fé	nele.
A	ressurreição	dele	garante	a	sua.
Volte	para	os	versículos	14-19;	transforme	cada	uma	das	consequências	em	seu
oposto	para	completar	a	frase:	Já	que	Cristo	ressuscitou...
●	v.	14
●	v.	15
●	v.	17
●	v.	18
Agradeça	a	Deus	por	ter	ressuscitado	Jesus	dos	mortos,	as	primícias.	Agradeça-
lhe	por	todas	as	implicações	da	ressurreição.	Peça	a	ele	que	isso	faça	diferença
nos	seus	sentimentos	e	prioridades	no	dia	de	hoje.
Nosso	futuro	em	Cristo
1Coríntios	15.20-34
Agora	Paulo	nos	dá	uma	lição	de	história	breve	e	de	grande	alcance,	que	é	de
tirar	o	fôlego	por	sua	grandeza	—	e	que	inclui	o	futuro.
O	passado
1Coríntios	15.20-22.
Quais	as	duas	coisas	que	vêm	“por	meio	de	um	homem”	(v.	21)?
Todos	nascemos	“em	Adão”	(v.	22),	nascidos	em	uma	raça	humana	que	tem	sido
pecadora	desde	que	Adão	pecou.	Nesse	sentido,	todas	as	pessoas	pertencem	a
Adão	e	estão	com	ele.
E	o	que	acontece	com	aqueles	que	estão	“em	Adão”	(v.	22)?
Qual	é	a	alternativa	(v.	22)?
A	morte	veio	para	a	humanidade	em	um	dia	particularmente	histórico,	quando
Adão	pecou.	A	vida	foi	oferecida	para	a	humanidade	em	outro	dia	histórico,
quando	Cristo	ressuscitou.	Finalmente,	Paulo	diz	que	todos	nós	pertencemos	ou
a	Adão,	e	compartilhamos	da	sua	morte,	ou	pertencemos	a	Cristo,	e
compartilhamos	da	sua	vida	ressurreta.
O	futuro
Leia	1Coríntios	15.23-28.
Cristo,	“as	primícias”	ou	a	garantia,	já	ressuscitou	(v.	23).
O	que	acontecerá	no	futuro	(v.	23)?
Nesse	momento,	o	que	também	acontecerá	(v.	24)?
Que	imagem	esplêndida	e	gloriosa	é	essa!
Cristo	destruirá	toda	oposição	a	Deus	—	e	o	seu	povo	desfrutará	de	seu	reinado
perfeito	e	eterno.	Cristo	está	reinando	agora	(v.	25),	de	seu	trono	celestial,	mas
esse	reino	está	parcialmente	escondido	e	ainda	não	se	completou	em	seu
propósito	(v.	25-27).
Mas	está	chegando	o	dia	em	que	seremos	completos,	quando	ele	tiver	colocado
“todas	as	coisas	debaixo	de	seus	pés”	(v.	27).	A	ressurreição	garante	isso.
O	presente
Leia	1Coríntios	15.29-34.
Não	sabemos	exatamente	a	que	Paulo	está	se	referindo	por	batismo	dos	mortos
(v.	29).	Mas	seu	argumento	parece	simplesmente	ser	que	a	prática	da	igreja	de
Corinto,	quando	o	assunto	é	batismo,	é	incondizente	com	a	não	ressurreição.
O	que	Paulo	está	querendo	dizer	no	versículo	33?
Se	sabemos	que	Jesus	ressuscitou	e	que	também	ressuscitaremos,	que	impacto
isso	terá	sobre	nossa	vida	agora	(v.	31,34)?
O	futuro	de	um	crente	é	seguro	e	maravilhoso!
Como	você	pode	se	lembrar	disso	mais	vezes	durante	seu	dia	a	dia?
Por	que	é	tentador	viver	como	se	o	versículo	32	fosse	uma	realidade	definitiva?
Você	passa	mais	tempo	com	amigos	que	vivem	pelo	dia	de	hoje	ou	com	amigos
que	vivem	pelo	futuro	eterno?
Que	impacto	isso	tem	sobre	sua	visão	da	vida?
Que	tipo	de	corpo?
1Coríntios	15.35-58
Quando	Paulo	pregou	em	Atenas,	as	pessoas	“zombaram”	da	ideia	de
ressurreição	dos	mortos	(At	17.32).	Perguntas	de	desdém	semelhan	tes	estavam
sendo	direcionadas	a	cristãos	em	Corinto	(1Co	15.35).	Em	resposta	a	eles,	Paulo
descreverá	em	termos	deslumbrantes	o	futuro	que	podemos	esperar.
Leia	1Coríntios	15.35-58.
Qual	versículo	em	particular	emociona	você?
Esplendor	imperecível
Paulo	usa	a	ilustração	de	uma	semente.	O	que	ele	está	querendo	dizer	nos
versículos	36-38?
Depois	de	nossa	ressurreição,	ainda	seremos	nós	mesmos.	Ainda	seremos
humanos.	Ainda	seremos	físicos.	Mas	seremos	diferentes	também	—	seremos
maiores	no	“esplendor”.
Qual	é	a	diferença	entre	o	corpo	que	é	semeado	(i.e.,	nossos	atuais	corpos)	e	o
corpo	que	será	ressuscitado	(v.	42-44)?
“Natural”	(v.	44)	significa	terreno	e	pecaminoso	e,	portanto,	em	decomposição	e
morrendo.	“Espiritual”	(v.	44)	contrasta	com	isso	—	portanto,	significa	celestial,
puro	e	eterno.
Na	última	trombeta
Seremos	à	semelhança	de	quem	em	nossa	futura	vida	eterna	(v.	49)?
Nossa	vida	ressurreta	será	como	a	de	Jesus.	Desse	modo,	nosso	corpo	também
será	como	o	dele	após	sua	ressurreição	—	real	e	físico,	mas	também	esplêndido
e	eterno	(veja,	por	exemplo,	Lc	24.36-43).	Nas	aparições	de	Jesus	ressurreto	nos
evangelhos,	vemos	apenas	um	vislumbre	da	vida	para	a	qual	estamos
caminhando.
A	vinda	dessa	eternidade	será	anunciada	pela	“última	trombeta”	(v.	52)	—	o	dia
do	retorno	de	Jesus	em	glória.
O	que	acontecerá	com	os	cristãos	nesse	dia	(v.	51,53,54)?
O	único	motivo	pelo	qual	a	morte	entrou	no	mundo	e	o	único	motivo	para	temer
a	morte	é	o	pecado,	o	que	significa	que	nossa	morte	traz	julgamento	e	inferno.	O
aguilhão	da	morte	é	o	pecado	(v.	56).	E	o	poder	do	pecado	está	ligado	à	lei,	aos
padrões	perfeitos	de	Deus	que	falhamos	em	cumprir.	Mas	Jesus	veio	à	terra,
guardou	perfeitamente	a	lei	e	sofreu	o	aguilhão	da	morte	em	nosso	lugar...
...	então	o	que	podemos	dizer	agora	(v.	55,57)?
Nosso	futuro	está	garantido,	é	físico	e	perfeito.
Quais	as	três	coisas	que	devemos	fazer,	segundo	Paulo	(v.	58)?
Por	quê	(v.	58)?
Seremos	transformados	—	de	mortais	em	imortais,	de	pecadores	em	vitoriosos.
Não	importa	quão	maravilhosa	a	vida	seja,	sabemos	que	nossos	melhores	dias
ainda	nos	aguardam.	Não	importa	quão	difícil	a	vida	seja,	sabemos	que	nossos
melhores	dias	nos	aguardam.
Como	essa	visão	sobre	o	nosso	futuro	encoraja	você	no	dia	de	hoje?
A	qual	“trabalho	para	o	Senhor”	você	está	motivado	a	se	dedicar	mais	hoje?
Separe	uma	quantia
1Coríntios	16.1-4
Paulo	escreveu	para	encorajar	essa	igreja	a	abraçar	e	demonstrar	um	amor
humilde,	cuidadoso	e	de	autonegação	—	um	amor	como	o	de	Cristo.	Esse	é	o
tema	estrutural	deste	último	capítulo,	no	qual	Paulo	mostra	a	essa	igreja	local
como	se	relacionar	com	o	povo	de	Deus	que	está	longe.
A	união	da	doação
Leia	1Coríntios	16.1-4.
Sobre	o	que	são	esses	versículos	(v.	1)?
Paulo	está	escrevendo	de	Éfeso	(na	costa	oeste	de	onde	é	agora	a	Turquia)	para	a
igreja	em	Corinto,	além	do	mar	Egeu,	ao	sul	da	Grécia.	As	“igrejas	da	Galácia”
(v.	1)	são	as	que	ele	plantou	na	Turquia.	Ao	escrever,	umagrande	fome	está
assolando	o	povo	em	Jerusalém,	centenas	de	quilômetros	a	sudeste	de	Éfeso	e
Corinto.	A	“coleta”	está	sendo	feita	para	sustentar	os	cristãos	de	lá.
O	que	Paulo	diz	que	deve	acontecer	(v.	2)?
Como	a	doação	de	cada	pessoa	deve	ser	decidida?
O	que	acontecerá	depois	disso	(v.	3)?
A	maioria	dessas	igrejas	eram	igrejas	gentias	que	estavam	mandando	dinheiro
para	as	igrejas	compostas	principalmente	por	membros	judeus	em	Jerusalém.
Assim,	como	essa	doação	financeira	seria	uma	declaração	poderosa	sobre	a
natureza	da	igreja	mundial?
A	bênção	de	doar
Leia	2Coríntios	8.7-19;	9.6-11.
Essa	instrução	vem	da	segunda	carta	de	Paulo	para	essa	igreja;	parece	que	eles
estavam	demorando	a	obedecer	a	suas	palavras	de	1Coríntios	16!
O	que	Paulo	chama	de	doação	(2Co	8.7)?
Isto	é,	doar	é	um	presente	imerecido	de	Deus	—	não	apenas	para	quem	recebe,
mas	também	para	o	doador.	É	um	privilégio	ter	o	suficiente	para	dar	um	pouco
para	crentes	que	provavelmente	nunca	vamos	conhecer	na	vida.
Como	devemos	decidir	o	que	dar	(9.7)?
Qual	deve	ser	a	atitude	da	doação	(v.	7)?
Como	podemos	dar	generosamente	e	com	alegria?
Apenas	quando	lembrarmos	que	é	em	Deus,	e	não	em	nossas	contas	bancárias,
que	encontramos	aquilo	de	que	realmente	precisamos	(v.	8).	Como	podemos	ter
certeza	disso?	Por	que	ele	demonstrou	essa	verdade	por	meio	de	sua	vinda	à
terra,	renunciando	às	riquezas	dos	céus	e	morrendo	em	uma	cruz	para	nos	tornar
eternamente	ricos	(8.9).
Como	essas	passagens	motivam	você	a	doar	financeiramente	a	cristãos?
Que	lições	práticas	sobre	como	doar	você	aprendeu	por	meio	dessas	passagens?
Há	algumas	mudanças	que	você	precisa	fazer?
Agradeça	a	Jesus	por	sua	graça	ao	renunciar	tanto	para	nos	tornar	tão	ricos.
Agradeça	a	Jesus	por	sua	graça	em	nos	prover	os	recursos	dos	quais	podemos
abrir	mão	e	doar.
Mestres	e	membros
1Coríntios	16.5-18
Outro	aspecto	da	vida	da	igreja	de	Corinto	que	precisa	mudar	é	o	que	eles
procuram	em	um	mestre	e	o	que	esperam	de	si	mesmos.	Lembre	-se	de	que,	nos
capítulos	2	e	3,	vimos	as	divisões	na	igreja	causadas	por	ego	ísmo	e	rivalidade
entre	líderes.
O	plano	de	Paulo
Leia	1Coríntios	16.5-9.
O	que	Paulo	espera	fazer	(v.	5-7)?
Por	que	ele	não	está	a	caminho	de	Corinto	no	momento	(v.	8,9)?
O	que	isso	nos	diz	sobre	as	prioridades	do	ministério	de	Paulo?
E	Paulo	fará	isso	mesmo	quando	houver	“muitos	que	se	opõem”	(v.	9).	Desfrutar
de	uma	vida	fácil	nunca	foi	sua	prioridade!
Timóteo	é	bem-vindo?
Leia	1Coríntios	16.10-18.
Já	que	não	pode	ir	imediatamente,	Paulo	está	planejando	enviar	Timóteo,	seu
jovem	parceiro	missionário.
Como	ele	deve	ser	tratado	e	por	quê	(v.	10,11)?
Paulo	sabia	que	os	coríntios	preferiam	ter	a	visita	dele,	um	apóstolo,	à	visita	de
um	membro	jovem	do	seu	time.	E	o	versículo	12	sugere	que	talvez	eles
preferissem	Apolo	a	Timóteo.	Mas	o	que	importa	é	que	Timóteo	é	um	homem
que	trabalha	para	o	Senhor	—	e	esse	é	um	motivo	bom	o	suficiente	para	essa
igreja	recebê-lo.
Você	já	se	viu	alguma	vez	focalizando	o	que	seu	pastor	não	faz,	em	vez	de
focalizar	o	ensino	do	evangelho	que	ele	traz?
Agradeça	a	Deus	pelos	líderes	que	ele	escolheu	para	sua	igreja.	Agradeça-lhe
pelos	seus	ensinamentos	cuidadosos	acerca	do	evangelho	de	Cristo.	Peça	que
Deus	os	encoraje	a	permanecer	fazendo	isso,	usando	todos	os	dons	que	ele	lhes
concedeu	para	ensinar	acerca	do	evangelho.
Membros	que	revigoram
A	seguir,	Paulo	olha	para	os	exemplos	de	Estéfanas,	Fortunato	e	Acaico	(v.	17).
Eles	parecem	ser	membros,	e	não	líderes	da	igreja.
Por	que	eles	são	um	bom	exemplo	(v.	15,18)?
Como	membros	da	igreja	semelhantes	a	eles	devem	ser	tratados	(v.	16,18)?
Amo	a	forma	como	a	versão	King	James	traduz	o	versículo	15b:	“Eles	têm	se
devotado	ao	ministério	dos	santos”.	Como	a	igreja	seria	maravilhosa	se	todos	os
membros	tivessem	paixão	em	servir	e	colocar	os	outros	em	primeiro	lugar,
totalmente	compromissados	em	sacrificar-se	a	fim	de	cuidar	uns	dos	outros.
Você	conhece	pessoas	que	são	assim?	Por	que	não	lhes	agradecer	esta	semana?
Como	você	pode	se	tornar	cada	vez	mais	esse	tipo	de	membro?	Por	que	não
fazer	uma	mudança	específica	esta	semana?
Força	amorosa,	amor	forte
1Coríntios	16.13,14
De	muitas	formas,	os	versículos	que	estamos	focalizando	aqui	são	um	resumo	e
uma	aplicação	de	toda	a	carta.
Como	eram	antes
Leia	1Coríntios	16.13,14.
O	versículo	13	nos	chama	a	desenvolver	uma	autodisciplina	no	estilo	militar.
Mas	o	versículo	14	mostra	que	isso	deve	ser	feito	com	amor.
Pense	em	alguns	dos	problemas	que	a	igreja	coríntia	estava	enfrentando	que
vimos	nessa	carta.	De	que	forma	fazer	“tudo	com	amor”	começaria	a	resolver
esses	problemas?
Como	cristãos,	precisamos	aplicar	os	versículos	13	e	14	em	tudo	o	que	fizermos.
Precisamos	de	toda	coragem	e	força	que	temos,	porque	a	vida	cristã	é	difícil.
Mas	essa	força	não	é	de	uma	frieza	contraída,	comprimida,	dura	e	tensa.	Ela	é
expansiva,	descontraída,	gentil,	afetuosa	e	calorosa	—	porque	é	uma	força
amorosa.
Porém,	da	mesma	forma,	o	amor	cristão	não	significa	adotar	uma	alegria
desencarnada	e	descompromissada,	recusando-se	a	lidar	com	o	mundo	como	ele
é.	O	amor	cristão	nos	chama	a	não	desertar,	mas	a	nos	manter	vigilantes,	a	não
desistir,	mas	permanecer	firmes,	a	não	evitar	conflitos	por	covardia,	mas	a
defender	a	verdade	com	coragem.
Como	Paulo	mostrou	esse	tipo	de	amor	na	forma	em	que	escreveu
essa	carta?
Como	somos	hoje
“Ninguém	tem	amor	maior	do	que	este:	dar	a	própria	vida	pelos	amigos”	(Jo
15.13).
Pense	em	alguns	exemplos	do	começo	do	ministério	de	Jesus,	quando	ele
demonstrou	as	qualidades	que	Paulo	cita	nesses	versículos.
O	que	você	pensa	que	lhe	vem	mais	facilmente:	força	ou	amor?
Tome	cada	uma	das	ordens	de	Paulo	nesses	dois	versículos	e	pense	em	uma	área
da	sua	vida	em	que	você	precisa	continuar	ou	começar
a	obedecer:
●	Vigiem.
●	Permaneçam	firmes	na	fé.
●	Sejam	corajosos.
●	Sejam	fortes.
●	Façam	tudo	em	amor.
Agradeça	a	Jesus	por	exemplificar	perfeitamente	esse	tipo	de	força	amorosa	e
amor	forte.
Agradeça-lhe	pela	Escritura	e	por	essa	carta	em	particular,	que	são	ambas	fortes
e	amorosas	em	conteúdo	e	tom.
Agradeça-lhe	por	trabalhar	para	que	você	produza	força	e	amor	em	seu	coração.
Fale	com	ele	sobre	os	aspectos	em	que	você	quer	crescer	nessas	áreas.
E	finalmente...	o	amor
1Coríntios	16.19-24
E	assim,	chegamos	ao	final	da	carta	—	e,	como	tantas	vezes	ao	longo	dela,	a
palavra-chave	é	“amor”.
Uns	aos	outros
Leia	1Coríntios	16.19,20.
Aqui	está	um	retrato	de	família.	Áquila	e	Priscila,	que	já	haviam	morado	em
Corinto,	cumprimentam	essa	igreja	“calorosamente”	(v.	19).	Os	que	trabalham
juntamente	com	Paulo	são	seus	“irmãos	e	irmãs”	(v.	20).
E	membros	da	igreja	devem	cumprimentar	uns	aos	outros	com	um	“beijo	santo”,
um	sinal	de	amizade,	pois	são	todos	filhos	de	Deus.
O	que	você	acha	que	Paulo	quer	lembrar	aos	coríntios	ao	incluir	esses
versículos?
O	Senhor
Leia	1Coríntios	16.21-23.
Qual	é	a	advertência	no	versículo	22?
Esse	é	um	grande	lembrete	de	que	não	existe	meio-termo.	Ou	amamos	Jesus
como	nosso	Senhor	ou	seremos	amaldiçoados	por	ele	como	nosso	Juiz.	O
começo	e	o	fim	da	vida	cristã	é	amar	ao	Senhor	Jesus.	Se	não	o	amarmos,
simplesmente	não	fazemos	parte	do	povo	de	Deus.
Por	que	essa	igreja	precisava	ouvir	tal	desafio?
Paulo	continua	essa	advertência	severa	com	uma	garantia	maravilhosa,	no
versículo	23.	“Graça”	é	a	bondade	de	Deus	dada	a	nós	apesar
de	nós.
Por	que	essa	igreja	precisava	ouvir	tal	garantia?
Existem	momentos	em	particular	em	que	precisamos	ser	desafiados	a	amar
Jesus,	e	amar	tendo-o	como	nosso	Senhor;	a	perguntar	a	nós	mesmos:	“Eu	faço
parte	do	seu	povo?”.
Em	outros	momentos,	precisamos	lembrar	mais	da	garantia	de	que	a	graça	do
Senhor	Jesus	está	conosco.	Por	meio	do	que	ele	fez,	podemos	fazer	parte	do	seu
povo!
Qual	dessas	verdades	você	precisa	ouvir	hoje	especificamente?	Por	quê?
O	apóstolo
Leia	1Coríntios	16.24
Ao	finalizar,	Paulo	os	assegura	de	quê?
Pense	em	tudo	o	que	vimos	dos	erros	e	problemas	dessa	igreja	ao	longo	da	carta.
Porque	o	versículo	24	é	um	final	surpreendente?
Paulo	poderia	ter	ficado	zangado	pelos	anos	que	ele	havia	aparentemente
perdido	nessa	igreja,	pelos	ensinos	que	eles	haviam	ignorado,	pelo	egoísmo	e
egocentrismo.	Em	vez	disso,	ele	os	amou.	Ele	os	amou	o	suficiente	para	escrever
uma	carta.	O	suficiente	para	repreender.
O	suficiente	para	se	arriscar	a	se	tornar	impopular.	O	suficiente	para	direcioná-
los	de	volta	a	Cristo.
Confesse	ao	Senhor	Jesus	como	você	tem	falhado	em	amá-lo	de	diversas	formas.
Agradeça	ao	Senhor	Jesus	por	derramar	sua	graça	imerecida	sobre	você.
Peça	ao	Senhor	Jesus	que	ajude	você	a	amar	aos	outros	como	ele	o	amou	e	da
maneira	que	Paulo	amou	essa	igreja.
Sendo	uma	igreja	amorosa
1Coríntios	11—16	(reflexão)
A	Primeira	Carta	aos	Coríntios	não	é	uma	carta	curta	nem	uma	carta	fácil.	É
muito	animadora	e	ardentemente	desafiadora.	E,	ao	longo	de	todos	os	capítulos,
desde	o	11	até	o	16,	Paulo	está	nos	mostrando	como	ser	uma	igreja	amorosa.
Então,	ao	terminarmos	nosso	tempo	com	Paulo	e	essa	jovem	igreja	na	antiga
Grécia,	vamos	ler	e	refletir	sobre	algumas	passagens-chave	da	segunda	metade
do	texto.
Para	cada	item,	no	espaço	disponibilizado,	escreva	o	que	mais	encoraja	e	o	que
mais	desafia	você.
Aproximando-se	da	ceia	do	Senhor
Leia	1Coríntios	11.23-32.
Uso	dos	dons	espirituais
Leia	1Coríntios	12.1-7;	14.36-40.
Seu	lugar	na	igreja
Leia	1Coríntios	12.12-23a.
O	ingrediente	crucial
Leia	1Coríntios12.31b—13.7.
Para	onde	iremos
Leia	1Coríntios15.20-28,50-58.
Sendo	membros	exemplares
Leia	1Coríntios	16.15-18.
Agradeça	a	Deus	por	todas	as	vezes	em	que	ele	animou	e	transformou	você	ao
longo	dessa	carta.	Use	suas	anotações	sobre	as	passagens	anteriores	para	guiá-lo
em	adoração	a	Deus	e	em	suas	orações	a	ele	no	dia	de	hoje.
Eu	estou	com	você
Jeremias	1.1-10
Para	muitos	cristãos,	o	livro	de	Jeremias	é	território	desconhecido.	Sabemos	que
ele	está	no	Antigo	Testamento,	mas	pode	ser	que	não	saibamos	muito	sobre	o
que	está	nele!	Aprofundar-se	na	história	e	na	pregação	desse	profeta	incrível	não
será	fácil,	mas	nos	dará	uma	perspectiva	muito	necessária	e	reorientará	nosso
coração.
O	contexto
Leia	Jeremias	1.1-3.
Jeremias	era	um	sacerdote,	cujo	ministério	começou	em	627	a.C.	A	essa	altura,
Israel	(o	Reino	do	Norte	do	povo	de	Deus)	havia	sido	conquistado	e	destruído
pela	Assíria,	e	apenas	o	Reino	de	Judá,	ao	sul,	permanecia	(apesar	de	que,	de
forma	confusa,	Jeremias	às	vezes	se	refere	a	Judá	como	sendo	“Israel”).	Jeremias
serviu	ao	Senhor	no	reino	de	Josias,	o	último	rei	fiel	em	Judá,	até	Jerusalém	cair
sob	o	domínio	dos	babilônios	em	587	a.C.
Portanto,	Jeremias	viveu	e	profetizou	em	um	período	de	declínio	espiritual	em
Judá.	A	maior	parte	de	seu	ministério	encontrou	corações	endurecidos	e	rejeição.
Em	certo	momento,	Jeremias	foi	até	jogado	em	um	poço	pelos	seus	inimigos!
O	chamado
Leia	Jeremias	1.4-10.
Deus	está	chamando	Jeremias	para	ser	seu	profeta.
O	que	é	incrível	sobre	o	que	Deus	diz	no	versículo	5?
Por	que	Jeremias	não	se	sentia	preparado	para	ser	o	porta-voz	de	Deus	(v.	6)?
Mas	Jeremias	não	é	chamado	para	ser	criativo.	Não	cabe	a	ele	decidir	o	que	deve
falar.
Como	Deus	o	encoraja	nesses	versículos?	(Dica:	procure	pela	palavra	“pois”ou
seu	sinônimo).
A	mensagem	de	Jeremias	não	pertence	a	ele,	para	que	a	modifique,	pois	ela	é	a
mensagem	de	Deus.	Veremos,	ao	percorrer	esse	livro,	que	nem	sempre	o	que	ele
tem	a	dizer	deixa	aqueles	que	o	escutam	felizes!	Mas	sempre	serão	as	palavras
de	Deus.
Que	tipo	de	ministério	teremos	(v.	10)?
Observe	a	interação	entre	Moisés	e	Deus	ao	ler	Êxodo	4.10-16.
Compare	o	chamado	de	Moisés	para	o	ministério	com	o	de	Jeremias.
O	que	é	semelhante?	O	que	difere?
Por	que	você	acha	que	Deus	usa	pessoas	como	essas	para	realizar	sua	obra?
Deus	não	chama	os	que	são	capacitados.	Ele	capacita	os	que	são	chamados.
Como	isso	encoraja	você	na	sua	vida	cristã	hoje?
Existem	situações	em	que	você	precisa	correr	o	risco	e	falar	em	nome	de	Deus
ao	confiar	que	ele	o	capacitará?
Senhor,	obrigado	por	usares	crentes	fracos	e	incapacitados,	como	Jeremias	e	eu,
para	alcançares	teus	propósitos.	Rogo-te:	dá-me	esse	privilégio	hoje.	Ajuda-me
a	confiar	em	ti	quando	sinto	que	não	tenho	dons	ou	não	estou	preparado	para
assumir	os	riscos	ao	te	servir.	Amém.
O	desastre	está	a	caminho
Jeremias	1.11-19
Jeremias	pode	ter	pensado	que	ser	um	profeta	a	serviço	de	Deus	seria	uma
posição	de	prestígio.	Mas	estamos	prestes	a	ver	que	a	mensagem	que	Deus	lhe
entregará	não	fará	com	que	ele	ganhe	nenhum	concurso	de	popularidade	em
Jerusalém.
Um	ramo	de	amendoeira
Leia	Jeremias	1.11,12.
Um	ramo	de	amendoeira	(v.	11)	pode	não	ter	muito	significado	para	nós,	mas	os
israelitas	sabiam	que	as	árvores	de	amêndoa	eram	as	primeiras	a	florir	na
primavera;	dessa	forma,	eles	ficavam	“atentos	à	primavera”.
O	que	Deus	está	fazendo	com	sua	palavra	(v.	12)?
Deus	sempre	faz	o	que	ele	diz	que	fará	(veja	Is	55.11).
Por	que	Jeremias	precisava	saber	isso	antes	de	começar	a	falar	em	nome	de
Deus?
Procure	estas	promessas	que	Deus	faz	a	seu	povo	em	sua	Palavra:	Mateus
11.28,29;	Romanos	8.37-39;	1João	1.9;	Apocalipse	3.5.
Por	que	é	tão	animador	ler	essas	palavras	e	saber	que	Deus	sempre	protege	sua
Palavra	para	que	se	cumpra?
Uma	panela	fervente
Leia	Jeremias	1.13-16.
Qual	é	a	próxima	visão	(v.	13)?	O	que	ela	significa	(v.	14-16)?
Assim	como	Deus	prometeu,	essa	visão	se	tornou	realidade	em	Jeremias
39.1-10.	O	fato	de	que	Deus	mantém	sua	palavra	é	notícia	ruim	para	os	que	estão
em	rebelião	contra	ele!
No	capítulo	1.16,	Deus	mostra	suas	razões	por	trazer	julgamento	a	Jerusalém.
Qual	é	o	crime	deles?
O	que	a	ira	de	Deus	quanto	a	essas	coisas	nos	diz	sobre	seu	caráter?
Uma	coluna	de	ferro
Leia	Jeremias	1.17-19.
O	povo	de	Judá	não	será	derrotado	facilmente.
O	que	Deus	promete	a	Jeremias	(v.	19)?
Perceba	que	essa	não	é	uma	promessa	de	uma	vida	sem	dificuldades;	Deus
apenas	promete	que	os	inimigos	não	destruirão	Jeremias!
De	que	maneira	o	versículo	12	é	um	encorajamento	para	você	hoje?
Ele	desafia	você	de	alguma	forma?
Se	você	está	sendo	pressionado	por	viver	como	cristão,	como	pode	usar	o
versículo	19	para	ajudá-lo	a	seguir	em	frente?
Uma	testemunha	de	acusação
Jeremias	2.1-13
Nessa	passagem,	Deus	está	agindo	como	um	procurador	em	uma	ação	penal,
trazendo	uma	acusação	de	falta	de	fé	e	idolatria	contra	seu	povo.	Tente	escutar
esses	versículos	como	se	fosse	um	advogado	apresentando	seu	caso!
Como	costumava	ser...
Leia	Jeremias	2.1-3.
Nessas	palavras	ditas	a	Jerusalém,	o	coração	de	Judá,	o	Senhor	os	relembra	do
seu	antigo	amor	e	fidelidade.	Na	verdade,	considerando	como	o	povo	de	Deus
(no	passado,	eles	eram	chamados	de	“Israel”)	se	comportava	no	deserto	a
caminho	da	Terra	Prometida,	reclamando	e	acusando	a	Deus	(e.g.,	Êx	16.1-3),
ele	está	sendo	gracioso	em	sua	descrição	sobre	eles!
Por	que	você	acha	que	esse	é	um	ponto	importante	para	iniciar	a
ação	penal?
Início	do	interrogatório
Leia	Jeremias	2.4-8.
Como	Deus	tratou	Judá?
Como	Judá	tratou	Deus?
O	Senhor	está	minando	qualquer	defesa	que	o	povo	de	Jerusalém	possa
apresentar.	Ele	lhes	pergunta:	Que	delito	cometi	contra	vocês	para	que	amem	a
falsos	deuses?	Que	desculpa	vocês	podem	ter?
Pense	como	seria	o	oposto	de	cada	uma	das	acusações	de	Deus.	Como
Israel/Judá	deveria	ter	respondido	à	bondade	de	Deus	para	com	eles?
Cisternas	rachadas
Leia	Jeremias	2.9-13.
No	versículo	9,	o	Senhor	traz	acusações	contra	seu	povo.	Essa	é	a	linguagem	de
um	tribunal	de	justiça	da	elite	israelita.
Qual	é	o	crime	(v.	8,11)?
As	águas	de	uma	cisterna	não	eram	limpas.	Uma	cisterna	rachada	não	segurava
água	alguma.
Como	Deus	resume	o	que	aconteceu	(v.	13)?
Qual	é	a	grande	tragédia	que	advém	de	nos	afastarmos	do	verdadeiro	Deus	e
adorarmos	a	outros	deuses,	i.e.,	de	pecarmos?
O	pecado	deixou	de	abalar	você?
Você	se	acostumou	a	ele?
Você	está	vivendo	de	forma	incondizente	com	o	amor	e	a	bondade	que	Deus
demonstrou	por	você?
Como	você	tem	procurado	por	“água	viva”	em	“cisternas	rachadas”?O	que	significaria	para	você,	em	vez	disso,	olhar	para	Deus?
Senhor,	perdoa-me	pelos	caminhos	nos	quais	procuro	por	alegria	e	esperança
longe	de	ti.	Tu	foste	tão	bondoso	para	comigo	em	Jesus.	Ajuda-me	a	enxergar
que	o	pecado	não	satisfaz,	para	que	eu	possa	me	voltar	para	ti	em	tudo	o	que
precisar.	Amém.
Servidão	e	culpa
Jeremias	2.13—3.5
Deus	continua	descrevendo	o	que	seu	povo	fez.	Para	resumir:	eles	se	recusaram
a	amá-lo	e	a	viver	debaixo	de	seu	governo	—	e	permanecem	presunçosos!
De	filho	a	escravo
Leia	Jeremias	2.14-19.
O	Antigo	Testamento	chama	Israel	de	filho	de	Deus,	sua	noiva,	sua	propriedade
preciosa	(e.g.,	Os	11.1).	Mas	agora	Judá,	que	era	tudo	o	que	restava	do	antigo
reino	unido	do	povo	de	Deus,	havia	se	tornado	pedaços	de	madeira	boiando	em
um	oceano	de	políticas	internacionais.
Diferentes	nações	haviam	se	revezado	na	tarefa	de	espoliar	e	escravizar	esse
povo.	O	Senhor	havia	retirado	a	proteção	que	uma	vez	assegurara	a	eles	(Jr	2.3).
Por	que	isso	está	acontecendo	com	Judá	(v.	17;	de	forma	confusa,	o	v.	14	chama
Judá	de	“Israel”)?
De	quem	era	a	culpa?
Como	você	acha	que	Judá	deveria	ter	reagido	a	essa	situação?	Como	eles
reagiram	(v.	18)?
Você	servirá	alguém
Leia	Jeremias	2.20-25.
O	Senhor	havia	libertado	a	nação	de	uma	escravidão	cruel	no	Egito,	para	que
pudessem	servi-lo	como	seu	povo	precioso.
O	que	eles	fizeram	em	vez	disso	(v.	20)?
Bob	Dylan	já	cantou:	“Você	terá	de	servir	a	alguém”.	Isso	era	verdadeiro	para	o
antigo	Israel;	eles	não	queriam	servir	ao	Senhor...	em	vez	disso,	simplesmente
serviam	a	ídolos	e	falsos	deuses.
Todos	servimos	a	algo	ou	a	alguém	que	achamos	que	nos	dará	aquilo	de	que
precisamos.
Pense	na	última	vez	em	que	você	não	viveu	como	Deus	ordena.	Naquele
momento,	a	que	você	estava	servindo	no	lugar	dele?
Um	problema	de	disciplina
Leia	Jeremias	2.26—3.5.
O	que	o	povo	tratou	como	um	deus	(v.	27)?
Como	Deus	responde	ao	clamor	deles	por	ajuda	(v.	27-29)?	Por	que	isso	é
perfeitamente	justificável?
Em	resposta	à	idolatria	deles,	Deus	amorosamente	retirou	seus	bons	presentes
para	tentar	mostrar-lhes	sua	tolice	(3.3).
Como	eles	reagiram	(v.	3-5)?	O	que	eles	continuam	fazendo	(final	do	v.	5)?
Releia	Jeremias	2.27,28.
Que	ídolos	estão	competindo	pela	sua	devoção	—	pelo	seu	amor,	confiança	e
esperança?	Pergunte	a	você	mesmo:	“O	que	eles	poderão	fazer	por	mim	quando
eu	mais	precisar?	E	quando	eu	morrer?”.
Precisamos	enxergar	nossos	ídolos	como	eles	realmente	são:	impotentes	e
inúteis!
Peça	a	Deus	que	o	ajude	a	reconhecer	os	ídolos	que	você	tem	adorado	e	a	ser
sincero	quanto	a	eles.
A	seguir,	leia	1João	1.9.	Podemos	confessar	nossos	pecados	confiantes	de	que
seremos	perdoados.
Não	é	tarde	demais
Jeremias	3.6—4.4
Essa	passagem	é	extraordinária.	Apesar	do	adultério	espiritual	implacável	do
povo,	o	Senhor	ainda	quer	abençoá-los.
Antes	e	agora
Leia	Jeremias	3.6-14.
Lembre-se	de	que	a	esta	altura	(algum	tempo	depois	de	627	a.C.),	o	povo	de
Deus	havia	se	separado	em	duas	nações:	a	do	Norte	(ainda	chamada	de	Israel,
mas	que	havia	sido	destruída)	e	o	Reino	do	Sul	(Judá).	O	Reino	do	Norte	era
mais	rebelde	que	o	Reino	do	Sul;	mas	Judá	mostrou	que	aprendia	rápido,	e	por
fim	superou	sua	irmã	em	maldade!
Como	o	pecado	de	Israel	e	Judá	é	descrito	(v.	6,8,9)?	Como	isso	nos	ajuda	a
enxergar	por	que	o	pecado	é	tão	sério?
Por	que	você	acha	que	o	povo	poderia	ter	concluído	que	agora	era	tarde	demais
para	se	voltar	para	Deus?
O	que	significaria	para	esse	povo	infiel	“retornar”	(v.	12,13)?
O	povo	de	Judá	diria	que	havia	retornado	a	um	relacionamento	de	obediência
com	Deus!
Mas	o	que	Deus	sabe	(v.	10)?
Existe	uma	grande	diferença	entre	pedir	perdão	para	sair	de	uma	encrenca	e
pedir	perdão	com	arrependimento	sincero	e	desejo	de	mudança.	E	Deus	sempre
sabe	distinguir	uma	atitude	da	outra!
Procura-se:	corações	circuncisos
Leia	Jeremias	3.15—4.4	(se	tiver	tempo,	leia	3.19-22;	4.3,4).
Deus	deixa	claro	que	seu	desejo	é	abençoar	seu	povo.	Ainda	há	tempo	para	que
reconsiderem	e	se	voltem	para	ele.
A	circuncisão	física	sinalizava	que	alguém	pertencia	ao	povo	de	Deus,	confiava
em	sua	promessa	e	procurava	obedecer-lhe.
Mas	qual	é	a	“circuncisão”	que	realmente	importa	(4.4)?	O	que	você	acha	que
isso	significa?
Percorra	esses	versículos	e	perceba	quais	são	as	promessas	que	o	Senhor	faz	ao
seu	povo,	se	ele	se	arrepender	de	seus	pecados.
Por	que	você	acha	que	Deus	insiste	em	que	seu	povo	se	arrependa	de	seus
pecados	antes	de	abençoá-lo?	O	que	aconteceria	se	ele	os	abençoasse	enquanto
ainda	buscavam	falsos	deuses?
A	partir	dessa	passagem,	o	que	é	verdadeiro	arrependimento?	O	que	é	seu
oposto?
Existem	coisas	das	quais	você	não	se	arrepende	de	verdade?	Como	o	texto	de
3.19	encoraja	você	a	se	voltar	verdadeiramente	para	Deus	neste	momento?
Agradeça	a	Deus	por	ter	lidado	com	sua	rebelião	contra	ele	lá	na	cruz.	Agradeça-
lhe	por	ter	tornado	você	propriedade	dele.	Peça	que	ele	o	ajude	a	alcançar	o
verdadeiro	arrependimento.
Cuidado	com	o	leão
Jeremias	4.5-31
Não	é	fácil	para	nós	ouvirmos	essas	palavras,	assim	como	não	foi	para	o	povo,
quando	Jeremias	as	falou.	Mas	a	mensagem	é	clara:	cuidado	com	o	leão.
A	coragem	falhará
Leia	Jeremias	4.5-18.
Com	o	avançar	do	livro,	descobrimos	que	os	falsos	profetas	estavam	declarando
ao	povo	que	Deus	não	os	julgaria	(veja	14.13,14).	É	a	isso	que	Jeremias	está	se
referindo	em	4.10.	Mas	a	verdadeira	Palavra	de	Deus,	não	importa	quão
impopular	seja,	está	sendo	declarada	por	meio	de	Jeremias.
O	que	está	por	vir,	e	o	que	isso	fará	(v.	7)?
Trata-se	de	uma	referência	à	Babilônia,	uma	superpotência	ao	norte
de	Judá.
Em	que	sentido	Deus	é	responsável	por	esse	desastre	(v.	6-8)?	Em	que	sentido	o
povo	de	Jerusalém	é	responsável	(v.	14,18)?
PhD	em	maldade
Leia	Jeremias	4.19-31.
Agora	Jeremias	tem	uma	conversa	com	Deus.	Ele	fala	nos	versículos	19-21,	e	a
seguir	Deus	lhe	responde	até	o	final	da	passagem.	Deus	declara	(v.	22)	que	seu
povo	é	um	especialista	de	primeira	em	fazer	maldade,	mas	são	tolos	quando	o
assunto	é	obedecer-lhe!	Por	causa	de	seu	pecado,	ele	destruirá	a	cidade.
Jeremias	está	compreensivamente	triste	pelo	julgamento	prometido
por	Deus.
Você	acha	a	resposta	do	profeta	desrespeitosa	(v.	19-21)?	Por	que	sim/por	que
não?
É	apropriado	o	povo	demonstrar	tristeza	quando	Deus	envia	dificuldades?
Os	versículos	23-28	pintam	uma	imagem	sombria	do	que	Judá	está	enfrentando.
Deus	está	deliberadamente	comparando	seu	julgamento	com	sua	criação.
Como	esses	versículos	descrevem	uma	“reversão”	da	incrível	criação	de	Deus
em	Gênesis	1?
Deus	criou	o	mundo	para	que	seu	povo	vivesse	nele,	debaixo	de	seu	amoroso
domínio,	conhecendo	a	alegria	de	adorar	a	ele.
Por	que	os	versículos	23-28	revelam	uma	punição	adequada	em	resposta	a	como
Judá	estava	vivendo	no	mundo	criado	por	Deus?
Leia	Lucas	21.25-28.
O	mundo	ainda	precisa	tomar	cuidado	com	o	Leão	definitivo,	o	Filho	do
Homem,	que	retornará	em	um	julgamento	cósmico,	prenunciado	pela	devastação
que	a	Babilônia	trouxe	sobre	Judá.
Agradeça	a	Deus	pelo	fato	de	que	o	Leão	também	é	o	Cordeiro,	que	morreu	na
cruz	para	receber	o	julgamento	destinado	a	você.	Agradeça-lhe	por	poder	esperar
pelo	seu	retorno	com	expectativa,	não	com	inquietação.
Deus	realmente	julgará?
Jeremias	5.1-31
Rumores	de	que	Deus	não	traria	realmente	julgamento	sobre	seu	povo	estavam
circulando.	Ouvimos	os	mesmos	pensamentos	em	algumas	igrejas	hoje.	Às	vezes
os	ouvimos	em	nosso	próprio	coração.	Deus	realmente	julgará?
Eu	não	devo	punir?
Leia	Jeremias	5.1-11.
Assim	como	Abraão	procurou	por	uma	pessoa	justa	na	perversa	cidade	de
Sodoma	(Gn	18.23-33;	se	você	tiver	tempo,	procure),	Jeremias	é	enviado	a
Jerusalém	para	procurar	por	um	motivo	pelo	qual	Deus	não	deveria	destruir	a
cidade.	Isso	é	realmente	trágico	—	o	profeta	de	Deus	está	procurando
desesperadamente	por	qualquer	coisa	boa	na	cidade	do	povo	de	Deus	e	da
presença	de	Deus.
O	que	Deus	promete	(v.	1)?
Onde	Jeremias	procura	e	o	que	ele	acha	(v.	3-5)?
Perceba	o	veredito	de	Deus	no	versículo	8.	Nossa	sociedadediz	que	realizamos
nossa	humanidade	mais	plenamente	quando	somos	livres	para	fazer	o	que
quisermos.	Mas	o	Senhor	que	nos	criou	nos	diz	que,	na	verdade,	a	falta	de
domínio	próprio	e	uma	cultura	que	exalta	a	tomada	de	decisões	com	base	nos
sentimentos	nos	tornam	parecidos	com	animais.
Pense	no	que	Jeremias	enxerga	em	Jerusalém.	Como	você	enxerga	os	mesmos
problemas	na	igreja	hoje?
Como	você	acha	que	Deus	espera	que	respondamos	à	questão	do	versículo	9?
O	que	você	fará?
Leia	Jeremias	5.12-31.
O	que	aprendemos	aqui	sobre:
•	quem	Deus	é	(v.	22)?
•	o	que	os	ricos	de	Judá	estão	fazendo	(v.	26-28)?
•	o	que	os	líderes	espirituais	estão	fazendo	(v.	31)?
É	útil	pensar	no	tipo	de	povo	e	sociedade	que	Deus	deseja	simplesmente	por
identificar	o	comportamento	oposto	ao	que	vemos	em	uma	passagem	como	essa!
Faça	isso	agora,	a	partir	dos	versículos	23,24	e	26-31.
O	povo	“gosta	de	que	as	coisas	sejam	assim”	(v.	31).	Eles	amam	uma	vida	de
rebelião	contra	Deus.	E	amam	quando	seus	líderes	religiosos	mentem	para	eles,
dizendo	que	o	julgamento	não	virá,	que	o	Senhor	nunca	punirá.	Mas	as	mentiras
não	mudam	a	verdade,	e	a	pergunta	ao	final	do	capítulo	é	devastadora:	o	que
você	fará	no	final?	Que	esperança	os	pecadores	terão	quando	o	julgamento	de
Deus	chegar?
O	julgamento	de	Deus	é	inevitável.	Lembre-se,	ele	vigia	para	que	sua	palavra	se
cumpra	(1.12).
Nesse	capítulo,	como	vimos	que	o	julgamento	de	Deus	é	justo?
Você	está	disposto,	diferentemente	de	Judá,	a	ouvir	verdades	difíceis	da	Palavra
de	Deus?
Quais	são	as	verdades	que	você	é	mais	tentado	a	ignorar?
Agradeça	a	Deus	por	líderes	de	igreja	que	se	arriscam	a	ser	impopulares	para
ensinar	duras	verdades	bíblicas.
Diante	da	encruzilhada
Jeremias	6.1-30
Mais	uma	vez,	não	é	fácil	ouvir	a	esses	versículos.	Deus	está	usando	imagens
vívidas	para	descrever	o	desastre	que	virá.
Paz	ou	não?
Leia	Jeremias	6.1-15.
Que	imagem	nesses	versículos	chama	mais	sua	atenção?	O	que	ela	mostra	sobre
o	julgamento	vindouro	de	Deus?
Por	que	você	acha	que	Deus	continua	repetindo	as	acusações	contra	seu	povo
(v.	13-15)?
Que	mensagem	Jerusalém	continua	a	ouvir	(v.	13,14)?	Por	que	é	mais	fácil
ouvir	isso	do	que	ouvir	o	profeta	de	Deus,	Jeremias?
Não	esqueça	o	veredito	acusador	do	versículo	10:	esse	é	povo	de	Deus,	o	qual
ele	resgatou	da	escravidão,	a	quem	concedeu	uma	terra	e	abençoou	com	paz	e
prosperidade;	e	eles	acham	suas	palavras	ofensivas	e	fecham	seus	ouvidos	para	o
que	ele	quer	dizer.
Vemos	isso	nos	nossos	dias?	Se	vemos,	de	que	maneira?
Você	se	descobre	agindo	assim?
Em	caso	afirmativo,	qual	é	a	causa	disso?
Caminhos	antigos	não	usados
Leia	Jeremias	6.16-26.
Quando	os	babilônios	chegarem,	Jerusalém	ficará	aterrorizada.	Rodeados	de
todos	os	lados,	o	povo	ficará	paralisado	e	desamparado.
Judá	está	em	uma	encruzilhada.	Que	caminho	devem	tomar,	e	por	quê	(v.	16)?
Deus	tem	mensageiros	escolhidos,	“sentinelas”	(v.	17),	para	ver	o	julgamento
vindouro	e	alertar	o	povo.
Como	o	povo	reage	(v.	16,17)?
O	povo	não	havia	abandonado	completamente	os	rituais	de	adoração	do	Antigo
Testamento.	Eles	continuaram	trazendo	ofertas	e	sacrifícios	ao	Senhor	(v.	20).
Mas	sem	fé,	amor	e	obediência,	todos	esses	rituais	significam	menos	que	nada!
Esse	é	um	tema	recorrente	entre	os	profetas.	Se	tiver	tempo,	leia	Isaías	1.13-17	e
Amós	5.21-24.
Como	isso	nos	encoraja	se	somos	batizados,	frequentadores	da	igreja	e
participantes	da	ceia?
Como	isso	nos	encoraja	se	somos	pessoas	que	ouvem	a	Palavra	de	Deus,	amam
sua	lei	e	seguem	seu	Filho?
Fiz	de	você	um	examinador
Leia	Jeremias	6.27-30.
As	profecias	de	Jeremias	são	como	o	fogo	e	o	martelo	de	um	ourives.	Elas
podiam	purificar	o	povo;	mas,	já	que	eles	não	ouviam,	o	“metal”	de	Judá	é
rejeitado.
Senhor,	ajuda-me	a	te	amar	e,	assim,	a	andar	hoje	nos	teus	caminhos.	Capacita-
me	a	ter	amor	por	ouvir-te,	mesmo	quando	tuas	palavras	desafiem	a	mim	e	a
meus	caminhos.	Amém.
Igreja	não	salva
Jeremias	7.1—8.3
Jeremias	recebe	uma	mensagem	que	deve	ser	entregue	às	pessoas	que	vinham	ao
templo.	Você	acha	que	os	bons	frequentadores	do	templo	vão	gostar	de	ouvir	que
devem	se	arrepender?!
O	templo	não	te	salvará!
Leia	Jeremias	7.1-15.
Alguns	estavam	confiantes	de	que	Deus	nunca	destruiria	Jerusalém,	porque	o
templo	estava	lá.	Eles	confortavam	uns	aos	outros:	“Este	é	o	templo	do	Senhor”
(v.	4).	Mas,	nos	versículos	12-14,	o	Senhor	chama	a	atenção	para	Siló,	onde	se
situava	seu	santuário	anteriormente.	Deus	acabara	com	ele	por	causa	do	pecado
persistente.	Deus	está	dizendo:	Já	fiz	isso	antes	e	farei	novamente.	Confiar	em
um	localização	física,	em	uma	instituição	religiosa,	é	tolice!
O	que	o	Senhor	quer	do	povo	(v.	5-7)?	Que	promessa	Deus	faz	a	eles	caso	façam
o	que	ele	pede?
Mas	eles	não	mudarão	(v.	8).	Eles	presumem	presunçosamente	que	poderão
viver	como	quiserem,	que	continuarão	a	ir	ao	templo	e	que	Deus	ficará	satisfeito.
Por	que	você	acha	que	isso	é	tão	ofensivo	para	Deus?
Na	cultura	de	sua	época,	quem	se	parece	com	essas	pessoas?
Existe	algum	perigo	de	você	cair	nessa	armadilha?
Tarde	demais	para	voltar
Leia	Jeremias	7.16-29.
O	que	é	chocante	no	versículo	16?
A	maldade	e	a	provocação	são	tão	grandes	que	Deus	decide	que
derramará	de	sua	ira	sobre	eles.	Chega	um	momento	que	é	tarde	demais	para
voltar.
Qual	é	o	verdadeiro	sinal	de	que	alguém	faz	parte	do	povo	de	Deus	(v.	22,23)?
Por	que	isso	seria	desafiador	para	os	frequentadores	do	templo?	Esse	é	um
lembrete	útil	para	os	frequentadores	de	igreja	hoje?
Uma	cena	terrível
Leia	Jeremias	7.30—8.3.
Essa	descrição	da	maldade	de	Judá	é	revoltante.	Eles	colocaram	falsos	deuses
dentro	do	templo	do	Senhor	(v.	30);	eles	construíram	altares	para	sacrificar	seus
filhos	(v.	31).
Como	esse	julgamento	(8.1,2)	está	de	acordo	com	o	crime	deles?
O	que	Deus	está	nos	dizendo	sobre	seu	caráter?
Deus	está	irado	porque	ele	é	santo	e	o	pecado	é	terrível.	Ele	não	seria	bom	se
permitisse	que	o	pecado	e	a	maldade	florescessem,	não	importa	quão	disfarçados
pela	observância	religiosa	estejam	—	e	isso	se	aplica	a	nós	também.
“Mas	Deus	prova	o	seu	amor	para	conosco	ao	ter	Cristo	morrido	por	nós	quando
ainda	éramos	pecadores”	(Rm	5.8).
Agradeça	a	Deus	por	ele	tratar	do	pecado.	Admita	seu	pecado	para	ele	agora	e
agradeça-lhe,	pois	seu	Filho	suportou	a	ira	descrita	em	Jeremias	8	em	seu	lugar.
Isso	deve	nos	tornar	humildes!	Que	maravilhoso!	Que	incrível!
Sem	sensatez	ou	vergonha
Jeremias	8.4—9.9
O	livro	de	Jeremias	não	é	um	longo	sermão,	mas	uma	coleção	de	men	sagens
entregues	em	momentos	e	lugares	diferentes.	Portanto,	embo	ra	a	mensagem
possa	parecer	repetitiva	para	nós,	não	era	para	os	ouvintes	de	Jeremias.	De
qualquer	forma,	como	vimos,	eles	realmente	precisavam	ouvir	essa	mensagem!
E,	é	claro,	uma	vez	que	o	Espírito	Santo	decidiu	manter	essa	repetição	para	nós,
realmente	precisamos	ouvi-la	também.
Arremessados	para	fora	do	percurso
Leia	Jeremias	8.4-17.
Se	alguém	cai,	sabe	muito	bem	como	se	levantar.	Se	alguém	se	afasta,
geralmente	retorna.	Mas	o	Senhor	declara	que	seu	povo	abandonou	os	caminhos
do	Senhor	e	não	tem	a	sensatez	de	retornar	a	ele.
O	que	é	magistralmente	inconsequente	sobre	o	que	eles	estão	fazendo	no
versículo	8?
No	versículo	12,	Deus	descreve	os	líderes	do	povo	como	pessoas	que	não	sentem
vergonha	pelo	seu	pecado.	Os	sacerdotes	estavam	sacrificando	para	falsos
deuses,	os	profetas	estavam	mentindo	para	o	povo,	os	escribas	estavam	mudando
a	Palavra	de	Deus.	Depois	de	um	tempo,	eles	perderam	a	capacidade	de	ficar
com	vergonha	ou	de	se	sentir	culpados	pelo	que	estavam	fazendo.
Leia	1Timóteo	4.1-3.
O	apóstolo	Paulo	fala	de	pessoas	cuja	consciência	é	insensível.
Que	papel	sua	consciência	tem	em	evitar	que	você	peque?	Quando	é	mais	difícil
ouvi-la?
Sem	cura
Leia	Jeremias	8.18—9.2.
Essa	seção	contém	a	expressão	de	tristeza	de	Jeremias,	uma	reclamação	do	povo
de	Jerusalém	(8.20)	e	depois	a	resposta	de	Jeremias	(ou,	possivelmente,	do
Senhor).
O	que	Jeremias	está	dizendo?	O	que	o	povo	diz?
Por	que	a	ferida	do	povo	não	foi	curada?	Não	hárealmente	cura	para	suas
feridas?	(Dica:	leia	novamente	8.11).
Mentiroso,	mentiroso
Leia	Jeremias	9.3-9.
Deus	traz	mais	uma	condenação	contra	seu	povo:	a	boca	deles	está	cheia	de
mentiras	e	malícia.
Quais	são	os	“pecados	da	língua”	com	o	quais	você	tem	mais	dificuldade?
Que	desculpas	você	dá	para	eles?
O	que	precisa	mudar?
Lembre-se	de	que	Deus	vigia	para	que	sua	palavra	se	cumpra	(1.12).
Agradeça	a	Deus,	pois,	em	um	mundo	onde	as	palavras	são	usadas	tantas	vezes
de	forma	enganosa,	o	que	ele	diz	é	sempre	verdadeiro
—	totalmente	confiável.	Peça	a	ele	que	o	ajude	a	usar	hoje	suas	palavras	para
refletir	as	dele.
Morte	nas	ruas
Jeremias	9.10-26
Quando	o	julgamento	de	Deus	encontra	o	pecado	da	humanidade,	somente	os
sábios	saberão	o	que	está	acontecendo.	Então,	naquele	momento,	como	seria	na
prática	esse	tipo	de	sabedoria	?
O	aviso	de	luto
Leia	Jeremias	9.10-22.
O	julgamento	de	Deus	será	extenso	e	devastador;	a	morte	rondará	pelas	cidades
como	uma	assassina,	eliminando	crianças	nas	ruas	e	rastejando	pelas	janelas	para
matar	as	pessoas	em	seus	lares.	Quando	Deus	envia	sua	ira,	cadáveres	se
estenderão	pelos	campos	como	lixo.
Com	essa	imagem	sombria,	podemos	ser	tentados	a	pensar	se	Deus	não	está
sendo	duro	demais.	Mas	Jeremias	(v.	12)	diz	que	um	homem	verdadeiramente
sábio	entenderia	por	que	o	desastre	inevitável	está	chegando	e	por	que	ele	é
justo.
Que	explicação	o	Senhor	dá	para	esse	julgamento?
Qual	é	o	propósito	das	mulheres	em	luto?
Algo	de	que	se	vangloriar
Leia	Jeremias	9.23,24.
Qual	é	a	única	coisa	que	justifica	o	uso	da	trombeta?
O	que	o	versículo	24	nos	recorda	sobre	o	caráter	de	Deus?	Por	que	é	incrível
ser	lembrado	disso	no	centro	da	mensagem	de	Jeremias	sobre	o	julgamento
merecido?
Leia	1Coríntios	1.20-25.
Onde	vemos	a	“sabedoria	de	Deus”?
Como	Paulo	contrasta	o	“absurdo”	de	Deus	com	o	melhor	da	sabedoria
humana?	O	que	a	sabedoria	do	homem	não	pode	fazer	(v.	21)?
O	tipo	errado	de	circuncisão
Leia	Jeremias	9.25,26.
Aqui	Deus	fala	de	dois	tipos	de	circuncisão:	aquela	apenas	da	carne	(uma	mera
aceitação	externa	da	lei	de	Deus),	comparada	com	a	circuncisão	do	coração
(amor	e	fé	genuínos	no	Senhor).
O	que	é	mais	importante:	a	circuncisão	do	“coração”	ou	a	da	“carne”?
A	quem	Deus	compara	seu	povo,
Judá	(v.	26)?
Por	que	isso	é	perturbador?
Leia	Deuteronômio	10.16	e	30.6.
O	que	significa	ter	um	coração	circunciso?	Quem	faz	a	“circuncisão”?
Agradeça	a	Deus	por	ele	ser	justo	—	por	amar	ser	bom	com	aqueles	a	quem
ama.
Peça	a	ele	que	o	capacite	a	conhecê-lo	hoje	e	a	amá-lo	em	seu	coração	e	com
suas	ações.	Diga	a	ele	como	precisará	de	ajuda	para	fazer	isso.
Por	que	adorar	isso?!
Jeremias	10.1-25
O	coração	humano	é	muito	bom	em	adorar	ídolos.	E	uma	passagem	como	essa
simplesmente	nos	diz:	Por	que	você	faria	isso?
Um	deus	que	você	tem	de	carregar
Leia	Jeremias	10.1-5.
De	onde	vêm	os	deuses	de	outras	nações?
O	que	eles	não	conseguem	fazer	(v.	5)?	Por	que	eles	são	objetos	inúteis	tanto
para	a	adoração	quanto	para	a	confiança?
Se	seus	deuses	precisam	ser	carregados,	em	vez	de	carregarem	você,	eles	não
são	dignos	de	fidelidade	e	do	amor	de	seu	coração!
Adorar	a	uma	estátua	que	você	mesmo	fez	parece	algo	obviamente	estúpido...
por	que	você	acha	que	o	povo	de	Israel	se	sentia	atraído	por
tal	prática?
Um	Deus	que	é	diferente
Leia	Jeremias	10.6-10.
Que	comparação	Jeremias	faz	entre	falsos	deuses	e	o	Senhor?	O	que	ele	está
querendo	dizer	com	isso?
Que	impressão	geral	temos	do	Deus	de	Israel?
Leia	Jeremias	10.11-25.
Jeremias	contrasta	os	ídolos	impotentes	do	mundo	com	o	Senhor	que	faz	tremer
o	universo	apenas	com	o	seu	falar.
Que	efeito	os	deuses	têm	sobre	aqueles	que	os	adoram?
Como	é	descrito	o	relacionamento	entre	Deus	e	Israel?
Jeremias	está	expondo	e	justificando	o	julgamento	inevitável	de	Deus	sobre	seu
povo.	Como	o	versículo	16	traz	esperança?
“Filhinhos,	guardai-vos	dos	ídolos”	(1Jo	5.21).
Pode	ser	que	não	nos	prostremos	literalmente	a	pequenos	blocos	de	madeira
pintados,	mas	ainda	somos	tentados	pela	idolatria.	Adoramos	coisas	que	fazemos
—	dinheiro,	carros,	casas.	Amamos	mais	coisas	que	perecerão	e	não	podem	nos
ajudar	depois	da	morte	que	a	Deus	—	casamento,	carreira,	sexo,	sucesso.
A	quais	coisas	terrenas	você	se	apega	a	fim	de	trazer	significado	e	esperança
para	sua	vida?
Quais	são	as	coisas	sem	as	quais	você	não	se	imagina	vivendo?
Escolha	três	ídolos	nos	quais	você	tem	mais	dificuldade	em	não	se	apoiar...	e
depois	leia	Jeremias	10.1-6	novamente	com	essas	reflexões	em	mente.
A	melhor	maneira	de	matar	nossos	ídolos	é	nos	lembrarmos	de	quão	maravilhoso
nosso	verdadeiro	Deus	é.	Dedique	um	tempo	agora	adorando	ao	Senhor	por	ser
quem	ele	é.
Um	profeta	e	um	alvo
Jeremias	11.1—12.17
Jesus	sabia	que	nenhum	profeta	é	bem-vindo	e	honrado	em	sua	própria	cidade
(Lc	4.24).	Aqui,	vemos	Jeremias	conhecendo	essa	verdade.
Tantos	deuses	quanto	cidades
Leia	Jeremias	11.1-17.
O	que	Deus	pede	que	Jeremias	faça	(v.	6-8)?
Por	que	Deus	trará	desgraça	àqueles	a	quem	Jeremias	prega	(v.	9-13)?
Bem-vindo	à	casa?!
Leia	Jeremias	11.18-23.
Anatote	era	a	cidade	natal	de	Jeremias	(1.1).
O	que	as	pessoas	de	lá	querem	que	ele	faça	(v.	21)?
Como	Jeremias	descobre	sobre	o	plano	contra	ele	(v.	18)?	O	que	ele	faz	diante
disso	(v.	20)?
Como	o	Senhor	responde	(v.	22,23)?	Ele	diz	a	Jeremias	para	suavizar	sua
mensagem?
Ó	Senhor,	por	quê?
Leia	Jeremias	12.1-13.
Jeremias	abre	seu	coração	para	o	Senhor.
O	que	ele	sabe	sobre	Deus	(v.	1)?	Mas	qual	é	seu	problema?
Você	já	se	sentiu	assim?	Mesmo	sabendo	que	Deus	é	bom	e	justo,	você	já	se
perguntou	o	que	ele	está	fazendo	em	sua	vida	e	neste	mundo?
O	Senhor	responde	dizendo	a	Jeremias	que	as	coisas	ficariam	ainda	piores	para
ele	(v.	5,6)	—	mas	que	ele	finalmente	enviaria	sua	vingança	contra	seu	povo	(v.
7-13).
Observe	a	passagem	de	1.17-19.	Que	promessa	Deus	tinha	dado	a	Jeremias
justamente	para	essas	circunstâncias?
Existe	um	equilíbrio	que	os	cristãos	devem	manter.	Por	um	lado,	somos
encorajados	a	levar	todos	os	nossos	medos,	lutas	e	ansiedades	ao	Senhor	em
oração.	Por	outro	lado,	precisamos	alinhar	nossos	sentimentos	com	a	verdade
sobre	Deus	e	a	salvação.
Precisamos	lembrar	que,	na	cruz,	Deus	nos	mostrou	tanto	determinação	em
julgar	o	pecado	quanto	amor	e	misericórdia	pelo	seu	povo.
Existem	momentos	em	que	devemos	abrir	nosso	coração	e	ser	honestos	conosco
e	com	Deus	sobre	como	nos	sentimos.	Em	outros	momentos,	precisamos	ouvir
menos	a	nós	mesmos	e	pregar	mais	para	nós	mesmos!	Se	hoje	você	estiver
abatido,	leia	o	salmo	42	e	faça	dele	sua	oração...	e	pregue	para	você	mesmo
também!
Mas	depois...
Leia	Jeremias	12.14-17.
Lembre-se	do	que	vimos	sobre	o	povo	de	Deus,	tanto	nessa	passagem	quanto	no
livro	de	Jeremias	como	um	todo	até	agora.
O	que	é	surpreendente	e	maravilhoso	sobre	os	versículos	15,16?
O	que	isso	nos	diz	sobre	Deus?
Agradeça	a	Deus	por	sua	justiça	—	porque	as	coisas	erradas	serão	corrigidas.
Agradeça	a	Deus	por	sua	compaixão	—	porque	seu	povo	foi	julgado	na	cruz	e
está	perdoado	para	vida	eterna.
Imagine	isto
Jeremias	13.1-27
Deus	muitas	vezes	deixa	claro	o	que	quer	dizer	por	meio	de	seus	profetas,	por
meio	de	recursos	visuais.	E	é	exatamente	o	que	ele	fará	nesses	versículos.
Seu	amor	é	como...
Leia	Jeremias	13.1-11.
Um	“cinto	de	linho”	(v.	1)	era	o	equivalente	às	roupas	íntimas	do	sétimo	século
a.C.
O	que	Jeremias	tem	que	ver	com	esse	cinto	(v.	1-7)?	Como	isso	termina?
Qual	é	o	objetivo	desse	recurso	(v.	8,9)?
Como	Deus	resume	a	razão	de	Judá	ter	ficado	assim	(v.	10)?
No	versículo	11,	Deus	usa	a	imagem	do	cinto	de	forma	diferente,	dessa	vez
expressando	quais	eram	suas	esperanças	para	Jerusalém.
O	que	ele	está	dizendo	aqui?
No	final,	tudo…	será	esmagado
Leia	Jeremias	13.12-14.
Deus	usa	um	ditado	popular	para	trazer	uma	palavra	de	julgamento	para	seu
povo.	O	ditado:	“Toda	jarra	se	encherá	de	vinho”	queria	dizer:	“Tudo	dará	certo
no	final”.	Nessa	passagem,	Deus	promete	que	eles	serão	cheios	de	vinho,	mas
será	de	tamanha	proporção	queeles	não	aguentarão.
Quem	será	afetado	por	essa	“bebedeira”?
Qual	será	o	resultado?
As	manchas	de	um	leopardo
Leia	Jeremias	13.15-27.
Jeremias	adverte	o	povo	de	que	eles	são	como	uma	multidão	na	montanha,	ao
crepúsculo	(v.	16).	Uma	escuridão	devastadora	logo	virá!
Como	é	possível	que	essas	pessoas	façam	“o	bem”	e	evitem	o	juízo	de	Deus	(v.
23)?
Essa	passagem	nos	deixa	com	grandes	perguntas.	Como	as	manchas	de	um
leopardo	podem	se	alterar?	Como	pessoas	imperfeitas	—	pessoas	como	nós	—
podem	tornar-se	boas?
Leia	estas	três	passagens	e	responda	conforme	a	Bíblia:
•	Jeremias	31.31-34
•	João	3.1-6
•	2Coríntios	5.17
Senhor,	obrigado	por	me	teres	tornado	uma	nova	criatura	em	Cristo.	Obrigada
por	me	teres	transformado	de	um	modo	que	eu	nunca	poderia.
Obrigado	por	me	teres	tornado	útil	a	ti.	Ajuda-me	a	te	fazer	conhecido,	a	te
adorar	e	a	te	honrar	na	minha	maneira	de	viver	hoje.	Amém.
A	única	esperança	é	aquela	que	temos
Jeremias	14.1—15.14
No	capítulo	14,	seca	e	invasão	chegaram	a	Judá.	O	julgamento	de	Deus,	o	qual
foi	avisado	repetidamente	por	Jeremias,	está	começando.
Falsas	promessas
Leia	Jeremias	14.1-10,13-22.
O	que	Jeremias	pede	que	Deus	faça	(v.	7,9)?
Por	que	ele	pensa	que	Deus	deve	fazer	alguma	coisa?
Como	Deus	responde	(v.	10)?	Por	que	ele	não	está	agindo	para	ajudar	seu
povo?
Jeremias	parece	aceitar	essa	explicação,	mas	expõe	outra	objeção:	e	quanto	a
todos	os	outros	profetas	que	andavam	dizendo	por	aí	que	o	Senhor	lhes	havia
dito	que	não	julgaria	seu	povo?
Como	Deus	responde	nos	versículos	14	a	16?
Oração	inútil
Leia	Jeremias	14.11,12	e	15.1-14.
O	Senhor	ouve	pacientemente	às	reclamações	e	perguntas	de	Jeremias.	Mas	ele
quer	que	fique	claro:	as	orações	de	Jeremias	não	ajudarão.	Até	Moisés	e	Samuel,
dois	homens	famosos	no	Antigo	Testamento	por	suas	orações	eficazes,	não
ajudariam	nessa	situação!	É	importante	notar	que	o	Senhor	não	está	dizendo	que
rejeitaria	seu	povo	se	não	retornassem	a	ele.	Ele	está	simplesmente	dizendo	que
as	orações	justas	de	Jeremias	não	serão	suficientes	para	ajudá-los,	para
interceder	por	eles,	por	causa	dos	seus	pecados.
Esperança	firme
Leia	Hebreus	7.24,25.
O	que	Jesus	é	capaz	de	fazer	(v.	25)?
O	que	Jeremias,	Moisés	e	Samuel	não	conseguiam	alcançar	por	pecadores	—
pedindo	com	êxito	que	Deus	os	salvasse	—	Jesus	pode	alcançar.
Leia	Romanos	8.34.
Como	esse	versículo	nos	lembra	o	que	Jesus,	aquele	que	fala	com	Deus	a	nosso
favor,	realizou?
Somente	Jesus	consegue	apontar	para	a	morte	carregada	de	pecado	que	leva
sobre	si	e	dizer:	“Recebi	o	julgamento	que	eles	merecem”.	Somente	ele	pode
apontar	para	o	túmulo	vazio	e	dizer:	“Ressuscitei	dos	mortos	para	falar	pelo	meu
povo”.	Jesus	ora	por	seu	povo,	intercedendo	por	nós,	dizendo	a	seu	Pai	que
somos	dele,	salvos	por	ele,	para	viver	com	ele.	Suas	orações	são	tudo	de	que
precisamos	e	tudo	o	que	temos!
Agradeça	ao	Pai,	pois	ele	colocou	seu	Filho	e	nosso	Salvador	à	sua	direita,	para
interceder	por	nós.
Agradeça	a	Deus,	pois	Jesus	removeu	a	ira	que	você	merece	e	lhe	deu	a	vida	que
ele	merecia.
Agradeça	a	Deus,	pois,	por	meio	de	Cristo,	ele	escuta	suas	orações	e	age	para
ajudar	você.	Traga	suas	necessidades	e	preocupações	a	ele	agora.
Não	é	o	fim	da	história
Jeremias	15.15—16.21
O	julgamento	de	Deus	ainda	não	havia	caído	sobre	Judá.	Mas	havia	caído	sobre
o	Reino	no	Norte	de	Israel	cem	anos	antes,	quando	as	pessoas	foram	levadas
cativas	para	a	Assíria,	ao	norte.	Parecia	o	fim...	mas	não	era.
Um	novo	êxodo
Leia	Jeremias	15.15—16.15.
O	que	Deus	promete	fazer	pelo	povo	de	Israel	(16.15)?
No	Antigo	Testamento,	quando	Deus	queria	mostrar	ao	povo	que	ele	era	o	Deus
que	salva,	ele	relembrava	que	os	havia	liberto	do	Egito	(e.g.,	Sl	81.8-10).	Mas,
em	Jeremias	16.15,	descobrimos	que,	na	sequência,	Deus	faria	algo	por	Israel
que	seria	tão	incrível	que	superaria	o	Êxodo	do	Egito.	Um	século	depois	que
Jeremias	recebeu	essa	profecia,	Deus	manteve	sua	promessa	e	trouxe	o	povo	de
volta	para	sua	terra.
Por	que	Deus	mandou	seu	povo	para	o	Exílio	se	ele	os	traria	de	volta?!
O	que	você	acha	que	eles	aprenderam	por	meio	dessa	experiência?
No	Antigo	Testamento,	a	salvação	de	Deus	para	com	seu	povo	incluía	libertá-los
de	uma	nação	inimiga	poderosa.
Leia	Lucas	11.14-22.	Como	nossa	salvação	em	Jesus	é	semelhante?
Cada	passo	que	você	der
Leia	Jeremias	16.16-18.
Mesmo	quando	seu	povo	está	em	uma	terra	distante,	o	Senhor	sempre	os	vê.
Nem	por	um	momento	deixam	de	ser	vigiados!
O	que	Deus	vê	quando	olha	para	seu	povo	(v.	17)?
O	que	deve	acontecer	antes	de	Deus	trazê-los	de	volta	do	Exílio	(v.	18)?
De	que	forma	recordar	que	Deus	é	onisciente	(seu	completo	conhecimento	de
todas	as	coisas)	motiva	você	a	evitar	o	pecado	em	sua	vida?
Ídolos	fracos	ou	um	Senhor	poderoso?
Leia	Jeremias	16.19-21.
Anteriormente,	Jeremias	havia	perdido	sua	esperança	no	Senhor	e	começara	a
reclamar	dele	amargamente	(15.10-18).	Em	resposta,	Deus	ordenou	que	ele	se
arrependesse	(15.19-21).	Agora,	o	profeta	responde.
Como	ele	expressa	confiança	em	Deus	(v.	19)?
O	que	o	povo	aprenderá	sobre	o	Senhor	com	seu	exílio	e	retorno	(v.	21)?
Israel	havia	colocado	sua	esperança	em	ídolos	fracos	e	inúteis.	Agora	o	Senhor
os	traria	de	volta,	mostrando	quem	realmente	era	poderoso	para	salvá-los.	Então,
seguramente	eles	perceberiam	e	lembrariam	o	quão	insensato	é	adorar	a	qualquer
coisa	que	não	seja	o	verdadeiro	Deus!
Peça	a	Deus	graça	para	perceber	como	você	tem	adorado	a	ídolos	e	para
enxergar	quão	insensata	é	sua	adoração.	Agradeça	a	Deus	por	ser	o	verdadeiro
Deus,	que	provou	sua	existência,	poder	e	bondade	de	forma	suprema	na	cruz	e
no	túmulo	vazio.	Depois	peça	que	ele	o	ajude	a	amá-lo	e	adorá-lo	nos	momentos
em	que	você	corre	maior	perigo	de	amar	e	adorar	um	ídolo	inútil.
Uma	lição	de	horticultura
Jeremias	17.1-8
Imagine	atravessar	um	deserto	árido.	Quilômetro	após	quilômetro,	as	únicas
plantas	que	você	vê	são	arbustos	mirrados	e	enrugados,	mas	sacrados	pelo	calor
e	pelo	vento.	Então,	de	repente,	você	vê	uma	árvore	exuberante	carregada	de
frutos,	prosperando	apesar	do	ambiente	brutal.	O	que	possibilitou	que	essa
árvore	fosse	diferente?	Como	ela	sobrevive	e	prospera?
O	arbusto	ressecado
Leia	Jeremias	17.1-6.
Os	seres	humanos	são	ou	o	arbusto	massacrado	ou	a	árvore	saudável.
Se	eu	confiar	em	mim	mesmo	e	depender	de	mim	mesmo,	o	que	estou	fazendo	(v.
5)?
Esses	versículos	vão	diretamente	contra	a	estrutura	de	nossa	cultura.	Gostamos
de	alguém	que	seja	independente,	um	empreendedor.	Admiramos	o	homem	que
controla	seu	destino	e	é	o	capitão	de	sua	alma	(como	um	poeta	disse	certa	vez).
Mas	o	Senhor	descreve	essa	maneira	de	viver	como	“amaldiçoada”.
Viver	assim	nos	leva	para	onde	(v.	6)?
Leia	2.13-18.	De	que	forma	o	povo	de	Judá	estava	confiando	no	homem,	em	vez
de	confiar	em	Deus?
A	árvore	perto	do	riacho
Leia	Jeremias	17.7,8.
Uma	árvore	no	deserto	precisa	de	acesso	à	água,	do	contrário	morrerá.	A	pessoa
que	confia	no	Senhor	descobre	que	suas	raízes	estão	estabelecidas	em	um
manancial	que	é	fonte	de	águas	vivas.	Ela	é	capaz	de	prosperar	e	permanecer,
apesar	das	rajadas	de	enfraquecimento	que	a	vida	sopra	em	seu	caminho.
Olhe	para	essa	imagem	do	versículo	8.	O	que	ela	mostra	sobre	o	que	significa
confiar	no	Senhor?
O	único	homem	que	vimos	nesse	livro	que	vive	dessa	forma	é	o	próprio
Jeremias.	Esse	é	um	importante	lembrete	de	que	uma	vida	abençoada	não	é
mesma	coisa	que	uma	vida	fácil.
Como	a	vida	de	Jeremias	mostrou	a	verdade	desses	versículos?
Leia	o	salmo	1.
Quais	são	as	semelhanças	entre	esse	salmo	e	Jeremias	17.5-8?
O	que	o	salmo	1	acrescenta	sobre	como	ser	abençoado?
Não	sabemos	ao	certo	quando	o	salmo	1	foi	escrito,	mas	presume-se	que	foi	em
um	momento	e	lugar	diferentes	de	quando	Jeremias	17	foi	escrito.	A	mensagem
desses	versículos	é	universal;	ela	se	aplica	em	todas	as	situações!
Nosso	mundo	nos	oferece	muitas	coisas	nas	quais	podemos	colocar	total
confiança	(medicina,	tecnologia,	governo,	psicologia,	família	etc.).
Em	quais	coisas	você	é	tentado	a	colocar	sua	confiança,	em	vezde	colocá-la	em
Deus?	Que	fruto	isso	trouxe	para	sua	vida?
Em	que	áreas	de	sua	vida	você	precisa	confiar	em	Deus	completamente?	Como
seria	crescer,	prosperar	e	desenvolver	frutos	nessas	áreas?
O	cerne	do	problema
Jeremias	17.9-27
O	que	leva	as	pessoas	a	fazerem	coisas	ruins?	É	a	criação,	a	educação,	os
relacionamentos?	Bem,	todas	essas	coisas	têm	influência	sobre	quem	somos	e	o
que	fazemos.	Mas	a	Bíblia	situa	o	âmago	de	nossos	problemas	dentro	de	nós,
não	fora!
O	ponto	central	das	trevas
Leia	Jeremias	17.9.
Onde	está	localizado	nosso	problema	mais	profundo?	Como	esse	lugar	é
descrito?
Woody	Allen	tentou	certa	vez	justificar	seu	relacionamento	escandaloso	com
uma	jovem	dizendo:	“O	coração	quer	o	que	quer”.	Essas	palavras	estão	cheias	de
verdade	bíblica!
Desde	que	Adão	e	Eva	pecaram,	cada	aspecto	de	nossa	vida	é	manchado	pelo
pecado.	Nosso	coração,	o	centro	de	nossas	emoções,	intelecto	e	vontade,	é
enganoso	e	autodefensivo.	Não	podemos	confiar	nele	ou	entendê-lo;	e,	pior,	não
podemos	ver	o	quanto	somos	enganados!
Deus	está	nos	ajudando	a	ver	que	nem	sempre	podemos	confiar	em
nosso	coração	para	dirigir-nos	de	forma	verdadeira.	Leia	Provérbios	12.15;
13.10;	17.10.
Como	a	sabedoria	desses	provérbios	nos	ajuda	a	viver	de	forma	correta,	apesar
de	nossa	tendência	ao	autoengano?
Como	seu	coração	costuma	enganá-lo?	Pense	em:
•	Você	já	se	justificou	sabendo	que	estava	errado?
•	Você	já	teve	certeza	de	que	estava	certo	só	para	descobrir	mais	tarde	que
estava	totalmente	errado?
•	Você	já	se	achou	fazendo	algo	sem	saber	por	que	estava	fazendo?
O	cardiologista	vai	atender	você	agora
Leia	Jeremias	17.10-27.
Como	o	versículo	10	responde	à	pergunta	ao	final	do	versículo	9?
O	que	esse	versículo	nos	diz	sobre	o	que	Deus	fará	com	esse	conhecimento	sobre
nós?
Isto	deveria	nos	preocupar!	Um	coração	enganoso	não	produzirá	obras	que
mereçam	recompensa.	E	um	coração	assim	nos	impedirá	de	reconhecer	essa
verdade!
Leia	Ezequiel	36.25-27.
Qual	é	a	única	esperança	para	nós?
Leia	Atos	2.38.
Qual	é	o	caminho	para	que	Deus	trabalhe	em	nós	dessa	forma?
Pai,	agradeço-te	pelo	novo	coração	que	teu	Filho	morreu	para	me	oferecer	e
que	teu	Espírito	veio	para	me	entregar.	Obrigado,	pois	agora	consigo	ver	a	vida
como	ela	é,	à	luz	de	tua	Palavra.	Mostra-me	como	viver	em	conformidade	com	o
coração	que	me	foi	dado	pelo	Espírito.	Amém.
Um	oleiro	e	seu	barro
Jeremias	18.1-23
A	seguir,	Jeremias	visita	um	estúdio	de	cerâmica.	Ele	não	está	lá	para	um	projeto
artesanal	divinamente	inspirado,	mas	para	outra	ilustração	visual	da	verdade
sobre	o	mundo	e	o	povo	de	Deus.
Moldados	pelo	oleiro
Leia	Jeremias	18.1-11.
O	que	o	oleiro	faz	(v.	3,4)?
O	barro	não	tem	voz	no	processo!
O	que	Deus	está	querendo	mostrar	a	Israel	(v.	5,6)?
O	que	ele	está	dizendo	sobre	a	extensão	de	sua	soberania?
Como	esse	oleiro	divino	trabalha	com	seu	barro	(v.	7-10)?
O	Deus	da	Bíblia	nem	sempre	se	conforma	a	nossas	sensibilidades	ou
preferências	(as	quais	são,	a	propósito,	nossa	responsabilidade	—	e	não	dele!).
Em	Jeremias	18,	Deus	afirma	que	ele	fará	o	que	quiser	fazer,	a	quem	quiser
fazer,	quando	quiser	fazer.
Quem	está	no	controle	de	nossa	vida	e	de	nosso	destino	—	Deus	ou	nós?
De	que	maneira	isso	desestabiliza	ou	encoraja	você?	Ou	ambas	as	coisas?
Água	que	não	corre
Leia	Jeremias	18.12-18.
Como	o	povo	de	Deus	responde	ao	oleiro	divino	(v.	15)?
Como	eles	respondem	ao	seu	mensageiro	(v.	18)?
Esses	eram	crimes	que	iam	contra	a	ordem	das	coisas,	como	o	riacho	de	uma
montanha	que	secou	ou	como	a	neve	que	derreteu	em	uma	grande	altitude	(v.
14).
Leia	Efésios	2.4-10.
O	que	o	Deus	soberano:
•	fez	pelo	seu	povo	(v.	5,6)?
•	deu	a	seu	povo	(v.	8)?
•	preparou	para	seu	povo?(v.	10)
Como	a	realidade	da	soberania	de	Deus	impactou	sua	forma	de	pensar	sobre:
•	oração?
•	você	mesmo?
•	compartilhar	de	sua	fé	com	seus	amigos	(lembre-se	de	Jr	18.7,8)?
Rebeldes,	porém	remodelados
Então	aqui	está	—	o	povo	de	Israel	se	recusando	a	ouvir	o	Deus	que	os	criou,	os
resgatou	e	os	ama	e,	ao	invés	disso,	tramando	matar	seu	mensageiro.	É	um	livro
desafiador,	desconcertante!	Não	podemos	nos	alicerçar	em	nossa	frequência	aos
cultos	ou	desempenho	religioso	para	nos	salvar	(7.4)	e	não	podemos	ser
enganados	por	falsos	mestres	que	negam	que	Deus	julgue	(14.14,15)	ou	por
nosso	próprio	coração	(17.9).	Mas,	de	forma	incrível,	podemos	confiar	em	Deus
e	em	sua	compaixão	—	no	Deus	que	está	sempre	pronto	para	perdoar	aqueles
que	ouvem	suas	advertências	e	se	voltam	para	ele	(18.7,8).
Vamos	adorar	o	oleiro	que	não	destrói	o	barro	rebelde,	mas	o	modela	—	nos
modela	—	de	novo!
Um	vaso	quebrado
Jeremias	19.1-15
A	imagem	do	oleiro	e	seu	barro	no	capítulo	anterior	é	crucial	para	o	livro	de
Jeremias.	Os	primeiros	17	capítulos	foram	um	aviso:	uma	promessa	do	Senhor
de	que	um	julgamento	terrível	cairia	sobre	povo	de	Judá.	O	fato	de	pertencer	ao
povo	antigo	de	Deus	não	tem	valia	alguma
—	sua	rebeldia	será	punida.
Mas	no	estúdio	do	oleiro	(cap.	18)	é	dito	a	Jeremias	que	Deus	é	livre	para	mudar
de	ideia	se	seu	povo	se	arrepender.	Deus	é	como	um	oleiro,	capaz	de	começar
novamente	e	refazer	um	projeto	depois	que	ele	já	está	iniciado.	Da	mesma
forma,	Deus	perdoará	Judá	e	a	refará	se	ela	se	arrepender.	Afinal,	se	isso	não
fosse	verdade,	então	por	que	o	Senhor	continuaria	enviando	Jeremias	para	alertar
o	povo?!	Se	Deus	não	estiveste	disposto	a	perdoar,	ele	poderia	tê-los	destruído
muito	tempo	atrás	e	economizado	muita	tinta	dos	escritos!
Por	que	é	uma	boa	notícia	para	o	mundo	o	fato	de	Deus	ser	esse	tipo	de
“oleiro”?
Por	que	essa	é	uma	realidade	desafiadora?
Barro	endurecido
Leia	Jeremias	19.1-13.
Essa	imagem	é	poderosa:	você	pode	remodelar	o	barro	enquanto	ele	estiver
molhado,	mas,	se	um	pedaço	defeituoso	está	seco,	é	inútil.	Ele	só	pode	ser
quebrado	e	jogado	fora.
O	que	o	Senhor	está	dizendo	sobre	o	estado	espiritual	de	Jerusalém?
O	que	o	povo	de	Jerusalém	havia	feito	para	receber	esse	tipo	de	repreensão	(v.
4,5,13)?
Existem	duas	formas	de	entender	a	mensagem	do	vaso	quebrado.	Pode	ser	que	o
Senhor	esteja	dizendo	que	ele	não	aceitará	mais	nenhum	arrependimento	de	seu
povo.	Por	outro	lado,	pode	ser	que	o	Senhor	esteja	simplesmente	dizendo	que	o
endurecimento	do	coração	deles	é	de	tal	ordem	que	eles	nunca	se	arrependerão	e,
portanto,	não	há	esperança	de	perdão.
Pescoços	enrijecidos	e	ouvidos	tampados
Leia	Jeremias	19.14,15.
Outro	tema	do	livro	de	Jeremias	é	o	julgamento	vindouro	de	Deus	sobre	o
sistema	religioso.	Nessa	passagem,	Jeremias	está	no	templo,	o	lugar	onde	o	povo
fazia	sacrifícios	para	poder	desfrutar	da	bênção	e	do	relacionamento	com	Deus.
Mas	agora	o	que	eles	estavam	recebendo	do	Deus	do	templo?	Por	quê?
Releia	os	versículos	4,5.	Como	esse	texto	nos	ajuda	a	enxergar	o	que	significa
estar	endurecido	(v.	15)?
Em	que	situações	você	age	de	maneira	rígida?	O	que	aconteceria	se,	em	vez
disso,	você	curvasse	a	cabeça	perante	Deus	como	seu	rei?
O	que	precisa	mudar?	Como	a	imagem	do	oleiro	divino	com	seu	barro	motiva
você	a	mudar?
Peça	a	Deus	para	perdoá-lo	pelas	ocasiões	em	que	você	não	se	prostra	perante
ele.	Peça	a	ele	que	o	ajude	quando	estiver	prestes	a	experimentar	esse
endurecimento	e	lhe	dê	graça	para	viver	da	maneira	que	ele	quer.
Os	que	buscam	conforto	não	precisam	aplicar	a
mensagem
Jeremias	20.1-18
Seguir	a	Deus	significa	que	a	sua	vida	será	divertida	e	livre	de	problemas?	Se	a
vida	de	Jeremias	é	a	referência,	não!
O	profeta	no	tronco
Leia	Jeremias	20.1-6.
De	que	forma	o	trabalho	de	Pasur	torna	seu	tratamento	para	com	o	profeta	de
Deus	ainda	mais	indesculpável?
Não	importa	se	Jeremias	estava	falando	a	verdade	ou	não	—	Pasur	achava	que
era	um	crime	somente	a	menção	de	que	coisas	ruins	aconteceriam	com	a	cidade!
Mas	Jeremias	mostraria	estar	correto.
Como	seus	amigos	não	cristãos	responderiam	se	você	lhes	falasse	a	mensagem
da	Bíblia	de	que	Deus	os	punirá	por	seus	pecados?
O	que	torna	algo	verdadeiro:	o	que	Deus	diz	sobre	o	assunto	ou	como	nos
sentimos?	Quando	você	costuma	esquecer	isso?
Noitesombria	da	alma
Leia	Jeremias	20.7-18.
Nesses	versículos	vemos	as	orações	e	súplicas	de	Jeremias	ao	Senhor.
Alguma	coisa	do	que	ele	diz	surpreende	você?	O	quê?
Que	tipos	de	maus-tratos	Jeremias	estava	recebendo	das	mãos	de	seus
compatriotas?
Por	que	ele	simplesmente	não	para	de	pregar	e	profetizar	(v.	9-12)?
Deus	retira	a	causa	do	sofrimento	de	Jeremias?	O	que	Deus	faz	por	ele?
O	que	você	acha	das	reclamações	de	Jeremias	a	Deus?	Elas	são	justificáveis?
Jeremias	está	claramente	se	sentindo	muito	mal.
A	que	ele	ensina	os	seguidores	de	Deus	a	se	apegar	quando	se	sentirem
deprimidos	(v.	11-13)?
Ore	por	cristãos	que	você	conhece	que	estão	sofrendo	com	depressão	(talvez
você	mesmo).	Peça	a	Deus	para	ajudá-los	a	relembrar	as	verdades	dos	versículos
11	a	13	ao	enfrentarem	os	sentimentos	dos	versículos	14	a	18.
A	noite	mais	escura
Jeremias	foi	perseguido	por	um	líder	religioso	muito	poderoso,	esteve	sob
custódia	e	foi	ridicularizado	em	público,	abandonado	por	amigos	e	deixado	só,
sentindo-se	abandonado	por	Deus.	Dessa	maneira,	o	sofrimento	do	profeta	nos
direciona	para	a	forma	pela	qual	o	Senhor	Jesus	sofreu	em	nosso	lugar.
Leia	Hebreus	2.17,18.
Como	a	vida	e	as	experiências	de	Jesus	nos	motivam	a	correr	para	ele	quando
precisamos	de	ajuda	em	meio	à	luta	contra	a	depressão	e	a	tristeza?
Se	você	está	passando	por	um	momento	sombrio,	isso	não	significa	que	não	é
cristão	ou	que	Deus	não	ama	você.	Se	ainda	não	o	fez,	converse	com	um	amigo
ou	pastor	em	quem	confia	para	que	assim	eles	possam	orar	por	você	e	ajudá-lo.
No	próximo	estudo,	seremos	mais	rápido	em	relação	ao	que	estamos
trabalhando	no	livro	de	Jeremias	e	não	abordaremos	todos	os	versículos.	Se
tiver	tempo,	use	os	versículos	entre	parênteses	para	ler	o	livro	inteiro.
Confrontação	com	a	verdade
Jeremias	21.1-10;	22.8,9	(21.1—22.30)
O	tempo	passou	—	e	agora	a	destruição	é	iminente	fora	das	muralhas	da	cidade.
O	rei	Zedequias,	desesperado,	envia	uma	delegação	a	Jere	mias	para	ver	se	o
Senhor	providenciará	ajuda.
Um	tiro	no	escuro
Leia	Jeremias	21.1-10.
O	rei	Zedequias	não	era	um	homem	justo	(2Rs	24.18,19).	Mas	nessa	ocasião,
enquanto	o	rei	da	Babilônia	cercava	a	cidade,	ele	se	aproxima	de	Deus	pedindo
ajuda.
Quem	está	nessa	delegação	(Jr	21.1)?	Por	que	isso	é	um	mau	presságio
(20.1,2)?
Dado	o	que	você	sabe	sobre	o	livro	de	Jeremias	até	aqui,	você	espera	que	Deus
faça	com	que	os	invasores	babilônios	recuem	porque	Zedequias	pediu?	Por	que
sim/por	que	não?
Como	Deus	lhe	responde	(21.4-7)?	Que	opções	o	povo	de	Jerusalém	tem	(v.
8,9)?
Leia	Deuteronômio	3.22.
Nessa	passagem,	o	Senhor	está	fazendo	uma	promessa	a	Israel,	ao	se	prepararem
para	capturar	a	terra	de	Canaã	(parte	dessa	terra	se	tornaria	Judá).
Qual	foi	a	promessa	que	o	Senhor	fez?	Por	que	isso	seria	importante	para
Israel,	sendo	ela	uma	pequena	nação?
Agora	compare	essa	promessa	com	a	resposta	do	Senhor	em	Jeremias	21.5.
Qual	é	o	significado	do	que	ele	diz	aqui?
Por	que	ele	fez	tal	coisa?
Leia	Jeremias	22.8,9.
O	Senhor	oferece	um	roteiro	para	Jeremias	responder	àqueles	que	querem
entender	a	destruição	de	Jerusalém.
Que	razões	específicas	ele	dá?
Leia	Levítico	26.3-8,14-19.
Qual	é	a	promessa	e	a	advertência?
Como	os	eventos	de	Jeremias	21	espelham	as	punições	sobre	as	quais	Deus
adverte	em	Levítico?
Como	isso	nos	faz	entender	o	que	Deus	diz	em	Jeremias	22.9?
Judá	era	culpada	de	quebrar	a	lei	de	Deus,	apesar	de	não	reconhecer	isso;	ela
merecia	a	punição	de	Deus,	apesar	de	estar	disposta	a	confrontar	tal	fato.	Nós
também	quebramos	as	leis	e	merecemos	a	ira	de	Deus	(Rm	3.9-18,23).	Mas
Jesus	obedeceu	à	lei	de	Deus	perfeitamente	por	nós.	E,	quando	nos	tornamos
seguidores	de	Cristo,	Deus	nos	dá	a	justiça	de	Jesus	como	um	presente.	Aos
olhos	de	Deus,	somos	considerados	aqueles	que	guardam	a	lei.
Como	isso	possibilita	que	você	se	aproxime	de	Deus	quando	peca?
Como	o	amor	que	Deus	demonstrou	a	você	na	vida	e	morte	de	seu	Filho	o
motiva	a	obedecer	a	ele?	Que	diferença	isso	fará	no	seu	dia	hoje?
Um	galho	justo
Jeremias	23.1-6	(23.1-20)
Quando	uma	nação	perde	seu	caminho,	há	esperança?	Quando	o	pró	prio	povo
de	Deus	se	desvia	do	caminho,	há	esperança?	Sim!
Precisa-se:	de	um	novo	pastor
Hoje,	pensamos	em	reis	mais	como	figuras	políticas.	Mas	a	antiga	Israel	era	um
tipo	de	nação	especial	—	uma	nação	do	povo	de	Deus.
E	uma	nação	especial	precisava	de	um	rei	especial.	Os	reis	de	Israel	deveriam
ser	pastores	de	ovelhas;	líderes	espirituais	que	exemplificariam,	encorajariam	e
aplicariam	de	maneira	justa	a	obediência	à	lei	e	ao	reino	de	Deus.	A	saúde
espiritual	do	povo	de	Deus	é,	de	certa	forma,	determinada	por	seus	líderes.
Leia	Jeremias	23.1-4.
Por	que	Deus	está	zangado	com	os	“pastores	de	ovelhas”?
Como	ele	os	tratará	(v.	2)?
Como	Deus	tratará	seu	povo	(v.	3)?
Leia	Gênesis	1.28.	Qual	é	a	importância	da	promessa	de	que	um	dia
“se	tornarão	férteis	e	se	multiplicarão”	(Jr	23.3)?
Atualmente,	o	povo	de	Deus	não	é	uma	nação	política,	então	os	líderes	do	povo
de	Deus	não	são	mais	reis	políticos.
Leia	1Pedro	5.1-4.
Quem	supervisiona	(de	forma	humana)	a	igreja	hoje?
Como	deve	ser	esse	supervisor?	Como	as	instruções	de	Pedro	relembram	você
da	promessa	de	Deus	em	Jeremias	23.4?
Quem	é	o	Pastor	Chefe?	O	que	isso	nos	diz	sobre	a	autoridade	na	igreja?
Promete-se:	um	novo	rei
Um	rei	que	pastoreou	o	povo	de	Deus	de	forma	apropriada	foi	Davi.	E	Deus
havia	prometido	a	Davi	que	um	de	seus	descendentes	reinaria	sobre	o	povo	de
Deus	para	sempre	(2Sm	7.11b-16).	Nos	dias	de	Jeremias,	essa	promessa	parecia
estar	por	um	triz,	enquanto	a	Babilônia	levava	o	rei	de	Judá	ao	cativeiro.	Aqueles
que	haviam	permanecido	fiéis	a	Deus	deviam	estar	se	perguntando	se	ele	havia
esquecido	sua	promessa.
Leia	Jeremias	23.5,6.
Que	tipo	de	rei	Deus	ainda	está	prometendo	levantar?	O	que	esse	rei	fará?
Qual	será	o	resultado	da	liderança	desse	rei	(v.	6)?
Como	essa	promessa	é	finalmente	cumprida?	(Dica:	leia	Lc	1.32	e	19.38).
Mesmo	quando	as	coisas	parecem	sombrias,	Deus	é	fiel	a	suas	promessas.
Como	isso	encoraja	você	no	dia	de	hoje?
Como	isso	ajuda	você	a	não	se	preocupar	com	o	amanhã?
Se	você	vive	em	uma	nação	que	rejeitou	a	Deus	(ou	está	no	processo	de	rejeitar
a	Deus)...	ou	se	sua	igreja	institucional	parece	ter	se	voltado	contra	o
verdadeiro	Deus...	como	esses	versículos	lhe	dão	esperança?	Como	eles	o
ajudam	a	saber	o	que	priorizar	em	suas	orações?
O	martelo	da	Palavra	de	Deus
Jeremias	23.21-30	(23.21—24.10)
Muitas	pessoas	dizem	falar	em	nome	de	Deus,	mas	suas	mensagens	às	vezes	se
contradizem.	Como	você	consegue	diferenciar	os	verdadeiros	mensageiros	de
Deus	dos	falsos	e	fraudulentos?
Separe	um	momento	para	realmente	responder	a	essa	pergunta!	Como	você
consegue	diferenciar	o	real	do	falso?
O	sonho	dos	mentirosos
Falsos	profetas	se	opuseram	a	Jeremias	durante	seu	ministério.	Toda	vez	que
Jeremias	declarava	julgamento	sobre	Jerusalém,	seus	oponentes	asseguravam	o
povo	de	que	eles	estavam	a	salvos	(e.g.,	6.13-15).	Quando	Jeremias	falou	sobre	o
desagrado	de	Deus	com	o	pecado,	os	falsos	profetas	diziam	para	não	se
preocuparem.	E	suas	palavras	soavam	mais	positivas	e	confortáveis!
Mas	existe	uma	diferença	crucial	entre	as	palavras	deles	e	as	de	Jeremias...
Leia	Jeremias	23.21-27.
Que	autoridade	os	falsos	profetas	diziam	ter	para	entregar	tal	mensagem	(v.
25)?	De	onde	realmente	vinham	suas	profecias	(v.	26)?
Se	os	falsos	profetas	tivessem	realmente	escutado	a	Deus,	qual	seria	o	resultado
(v.	21,22)?
Qual	foi	o	verdadeiro	resultado	dos	seus	ensinamentos	(v.	27)?
Por	que	você	acha	que	Deus	os	adverte	de	que	ele:
•	é	o	Deus	do	mundo	inteiro	(v.	23)?
•	vê	todas	as	coisas	(v.	24)?
Deus	não	é	menos	presente	hoje	do	que	era	antes.
Como	isso	serve	de	advertência	contra	a	nos	entregarmos	ao	pecado	em	nossa
vida?
Existe	algo	específico	com	o	qual	você	tem	de	lidar	hoje?
Apesar	de	ser	intimidador	pensar	no	fato	de	que	Deus	vê	e	conhece	todo	o	nosso
pecado,	lembre-se	de	que	Deus	o	conhecia	perfeitamente	e,	além	disso,	enviou
seu	Filho	para	morrerpor	você!	Jesus	não	deu	sua	vida	por	uma	versão	melhor
de	você;	ele	conhecia	seu	pecado	e	o	amou	o	suficiente	para	salvá-lo.
Palha	versus	trigo
Leia	Jeremias	23.28-30.
As	palavras	dos	falsos	profetas	são	como	palhas	inúteis,	empilhadas	enquanto
citam	umas	às	outras	(v.	30).	Mas	a	palavra	de	Deus	(por	meio	de	Jeremias)	é
como	o	trigo	que	traz	nutrição	e	vida	(v.	28).
Ao	que	Deus	compara	sua	palavra	(v.	29)?
Mas	o	que	isso	nos	diz	sobre	a	Palavra	de	Deus?
Leia	Hebreus	4.12,13.
Que	semelhanças	há	entre	esses	versículos	e	Jeremias	23?	Como	isso	encoraja
você	a	dedicar	tempo	lendo	e	ouvindo	a	Palavra	de	Deus?	Como	você	consegue
diferenciar	o	verdadeiro	pregador	cristão	do	falso?
Agradeça	a	Deus	por	aqueles	que	são	pregadores	cristãos	porque	estão	pregando
o	evangelho	de	Cristo,	com	base	na	palavra	de	Cristo.	E	ore	por	aqueles	que
você	conhece	que	estão	sob	uma	pregação	“falsa”
—	por	discernimento	para	enxergar	isso,	por	sabedoria	para	saber	como
responder	e	por	humildade	para	procurar	gentilmente	mostrar	a	eles	o	perigo	que
correm.
O	cálice	da	ira	de	Deus
Jeremias	25.15-29	(25.1—26.24)
O	que	acontece	quando	um	Deus	santo	e	todo-poderoso	julga	os	seres	humanos?
Uma	vez	mais,	Jeremias	usa	uma	imagem	para	nos	mostrar.
As	nações	beberão
Se	você	quisesse	matar	alguém	no	mundo	antigo,	envenenar	sua	bebida	era	uma
boa	maneira	(é	por	isso	que	reis	tinham	copeiros,	que	testavam	seu	vinho).	Os
profetas	do	Antigo	Testamento	muitas	vezes	usavam	a	imagem	de	um	cálice	para
descrever	a	ira	de	Deus	contra	o	pecado.	Eles	falavam	de	um	cálice	cheio	da	ira
de	Deus:	amargo,	desnorteador	e	fatal	àquele	que	bebesse.
Leia	Jeremias	25.15-29.
O	que	o	Senhor	manda	Jeremias	fazer	com	o	“cálice”?	A	quem	ele	deve	levá-lo
e	o	que	devem	fazer	com	ele?
A	ira	de	Deus	veio	às	nações	por	meio	da	espada	do	rei	da	Babilônia	(v.	27).	Na
verdade,	seus	exércitos	por	fim	destruíram	todas	as	nações	listadas	nos
versículos	18	a	25.
Qual	nação	será	a	última	a	beber	do	cálice	(v.	26	—	veja	a	nota	de	rodapé	do
texto	bíblico)?
Por	que	isso	é	significativo?
Como	o	desejo	de	Deus	em	disciplinar	seu	povo	faz	com	que	as	nações	se	sintam
(v.	29)?
O	que	esses	versículos	nos	falam	sobre	Deus?	E	sobre	a	humanidade?
Passagens	como	essa	podem,	às	vezes,	nos	fazer	sentir	desconfortáveis.	Pode	ser
difícil	ler	sobre	as	intenções	de	Deus	em	destruir	nações	inteiras	de	pessoas.
Essa	passagem	não	nos	fala	porque	o	julgamento	está	recaindo	sobre	as	nações.
Mas,	a	partir	do	que	você	leu	em	Jeremias,	por	que	você	acha	que	o	julgamento
de	Deus	está	vindo?
A	ira	de	Deus	é	um	tema	controverso.	Mas	pense	em	como	você	responde
quando	alguém	que	você	ama	foi	machucado	ou	quando	você	toma	ciência	de
alguma	ação	de	abuso	e	injustiça	no	mundo.
Você	já	ficou	indignado	com	esse	tipo	de	coisa?	Você	anseia	por	justiça	para
aqueles	que	cometem	esses	atos?
O	cálice	da	ira	de	Deus	nos	mostra	que	ele	é	Deus	bom	e	amoroso.
O	oposto	do	amor	não	é	ira	santa:	é	indiferença.	A	ira	de	Deus	é	uma	boa	notícia
em	meio	ao	sofrimento,	mas	é	terrível	notícia	para	nós	como	pecadores.
O	Rei	tomou	o	cálice
Leia	Marcos	14.32-42.
Quando	o	Filho	de	Deus	orou	uma	noite	antes	de	sua	morte,	ele	pediu	a	seu	Pai:
“Afasta	de	mim	esse	cálice”	(v.	36).	Parece	que	ele	começara	a	experimentar	um
prenúncio	da	ira	do	Pai	que	suportaria	por	seu	povo	na	cruz.
Como	seu	entendimento	do	“cálice”	em	Jeremias	25	é	útil	para	começar	a
reconhecer	o	que	Jesus	fez	por	você	na	cruz?
Agradeça	a	Deus	por	se	importar	o	suficiente	com	o	pecado	para	ficar	irado	com
ele.	Agradeça-lhe	por	amar	você	o	suficiente	a	ponto	de	suportar	a	ira	ele
mesmo.
Deus	tem	a	palavra	final
Jeremias	27.1-11	(27.1—28.17)
Às	vezes	pode	ser	difícil	acreditar	que	a	vontade	de	Deus	é	a	melhor	coisa	para
nossa	vida.	Nessa	passagem,	o	Senhor	chama	Jerusalém	a	fazer	algo	que	seria	a
última	coisa	que	gostariade	fazer:	submeter-se	a	uma	nação	estrangeira.
Uma	mão	estendida
O	ano	era	597	a.C.,	e	o	astuto	rei	Zedequias	de	Judá	estava	tramando	escapar	de
sua	obrigação	de	pagar	o	dinheiro	tributado	a	Nabucodonosor,	o	rei	da	Babilônia.
Enquanto	Zedequias	se	encontrava	com	enviados	de	outras	nações	para
tramarem	juntos,	o	Senhor	enviou	Jeremias	com	uma	mensagem	para	os
embaixadores	levarem	aos	seus	reis:	submetam-se	ao	domínio	da	Babilônia	ou
sejam	destruídos.
Leia	Jeremias	27.1,2.
Que	ato	simbólico	Jeremias	estava	prestes	a	demonstrar	perante	o	rei	(v.	2)?
Por	que	você	acha	que,	além	de	falar,	Deus	fez	com	que	ele	encenasse	sua
mensagem?
Como	você	acha	que	os	destinatários	da	mensagem	reagiriam?
No	versículo	5,	Deus	faz	uma	declaração	significativa.	Ele	sozinho	criou	a	terra
e	tudo	o	que	nela	há;	esse	fato	é	a	base	de	sua	autoridade.	Portanto,	ele	tem	a
última	palavra	sobre	tudo	o	que	acontece;	ele	pode	dar	poder	e	autoridade	a
quem	quiser.	Quem	ousa	se	opor	aos	desígnios	de	Deus?
Mas,	assim	como	Deus	deu	poder	a	Nabucodonosor,	ele	indicou	o	fim	do
Império	Babilônico	após	algumas	gerações	(v.	7).
O	que	Deus	oferece	aos	reis	das	nações	como	um	incentivo	à	obediência	(v.	11)?
Quais	serão	as	consequências	da	desobediência	(v.	8,10)?
As	perguntas	difíceis
Esses	versículos	nos	apresentam	questões	difíceis	sobre	as	quais	devemos
ponderar.	É	importante	lidar	com	elas,	mas	não	devemos	nos	preocupar	por	não
conseguir	respondê-las	completamente...
O	exército	babilônico	era	idólatra,	cruel	e	sanguinário.	Como	o	Senhor	pôde
usá-los	como	um	instrumento	para	seus	propósitos?
Em	Jeremias	50—51,	veremos	Deus	condenando	a	Babilônia	por	destruir
Jerusalém.	Mas	aqui	parece	que	Deus	quer	que	eles	façam	exatamente	isso.
Como	podemos	conciliar	essas	duas	ideias?
Você	acredita	que	Deus	tem	a	autoridade	para	mandar	você	fazer	o	que	ele
quer?	Suas	ações	provam	que	suas	respostas	são	realmente	verdadeiras?!
Existe	algo	que	Deus	o	está	chamando	a	fazer	que	você	acha	difícil?	Como	essa
passagem	o	encoraja	a	continuar	obedecendo	a	ele?
Separe	um	tempo	para	confessar	seus	pecados	e	adorar	ao	Senhor	por	seu	poder
criativo,	sua	autoridade	e	sabedoria.	Peça	que	ele	o	ajude	a	lembrar	que	você	não
é	como	ele,	e	que,	enquanto	ele	sabe	e	planeja	todas	as	coisas,	você	não	sabe
tudo.
Instruções	para	a	vida	no	Exílio
Jeremias	29.1-14	(29.1-32)
Como	você	vive	quando	tudo	deu	errado	em	sua	vida?	Você	consegue	encontrar
alegria	quando	as	coisas	não	estão	indo	da	maneira	que	gostaria?
O	povo	de	Deus	na	Babilônia
Leia	Jeremias	29.1-9.
Em	597	a.C.,	o	rei	Nabucodonosor	invadiu	Jerusalém	e	levou	seus	principais
cidadãos	para	a	Babilônia	como	cativos	(veja	2Rs	24.20b—25.21).	Somente	os
pobres	foram	deixados.	Foi	uma	catástrofe.
O	que	aconteceria	a	seguir?	Os	falsos	profetas	estavam	prometendo
aos	exilados	que	eles	voltariam	logo	(Jr	29.8).	Mas	as	coisas	não	seriam	assim...
O	que	o	Senhor	ordena	que	os	exilados	façam	(v.	5,6)?	Como	isso	contradiz	as
orientações	que	eles	estavam	recebendo	dos	falsos	profetas?
Como	os	cativos	provavelmente	se	sentiam	sobre	seu	novo	lar?
Como	Deus	quer	que	eles	se	relacionem	com	a	Babilônia	(v.	7)?	Por	que	ele
quer	que	eles	façam	isso?
Leia	1Pedro	2.11-15.
Uma	boa	tradução	para	o	versículo	11	é	“peregrinos	e	exilados”	(ESV).
Em	que	sentido	você	acha	que	todo	cristão	é	um	“exilado”	neste	mundo?
Onde	é	o	“lar”	para	o	crente?
Como	Pedro	nos	orienta	a	buscar	o	bem-estar	enquanto	somos	forasteiros	neste
lugar?
Alguns	cristãos	chegarão	em	casa	antes	de	outros	(o	que	é	uma	forma	adorável
de	pensar	sobre	a	morte).
Você	anseia	pelo	seu	lar?	Que	diferença	isso	faz	para	você?
Você	está	orando	pelo	lugar	em	que	você	mora	agora	e	pelas	pessoas	que
moram	com	você?	Como	você	busca	trabalhar	para	o	bem	deles?
Existem	situações	em	que	você	corre	o	perigo	de	se	sentir	muito	“em	casa”
neste	mundo?
O	plano	de	Deus	para	seu	povo
Leia	Jeremias	29.10-14.
Deus	fala	agora	coisas	específicas	aos	exilados:	o	povo	de	Judá	viverá	em	exílio
na	Babilônia	por	70	anos.	Mas	Deus	diz	que	eles	podem	ter	certeza	de	que	ele
tem	planos	graciosos	de	abençoá-los.
Que	imagem	de	Deus	temos	aqui?
Como	opovo	de	Judá	deve	buscar	a	Deus	(v.	13)?
Essa	é	uma	promessa	feita	a	um	grupo	específico	de	pessoas	em	uma	situação
específica.
Mas	como	a	promessa	de	Deus	ao	seu	povo	no	versículo	13	o	encoraja	hoje?
Em	que	momentos	você	mais	precisa	ouvir	essa	verdade?	Como	ela	pode	lhe
trazer	alegria	nesses	momentos?
Leia	Romanos	8.28	e	adore	a	Deus	por	essa	verdade.
Jugo	novo,	jugo	antigo
Jeremias	30.1-9	(30.1-24)
O	povo	de	Israel	e	Judá	estava	sofrendo	debaixo	da	mão	pesada	dos	reis
estrangeiros.	Como	seria	na	prática	a	salvação	para	eles?	Provavelmente	uma
vida	livre	de	um	rei	que	dizia	o	que	eles	tinham	que	fazer?!
Os	dias	se	aproximam
Leia	Jeremias	30.1-3.
Anteriormente	(em	29.10),	o	Senhor	prometera	tirá-los	do	cativeiro
da	Babilônia	após	70	anos.	Aqui,	ele	repete	esse	compromisso	gracioso.	Mesmo
eles	tendo	se	rebelado	contra	Deus	e	provocado	sua	ira,	o	Senhor	promete
restaurar	sua	sorte	e	devolver-lhes	a	terra	que	dera	aos	seus	pais.
Ao	longo	da	maior	parte	do	livro	de	Jeremias,	as	palavras	“os	dias	se
aproximam”	(v.	3)	são	seguidas	por	um	anúncio	de	julgamento.	Mas	aqui	lemos
palavras	de	graça	e	misericórdia.	Que	amor	incrível	o	Senhor	mostrou	a
pecadores!
Deus	é	um	Deus	de	misericórdia.	É	uma	verdade	simples,	mas	incrível	—	uma
mensagem	que	sempre	deve	nos	levar	a	uma	adoração	cheia	de	alegria.	Dedique
um	tempo	agradecendo	a	Deus	por	ele	ser	misericordioso	—	e	agradeça-lhe	por
ele	ter	sido	misericordioso	com	você.
Mas	antes...
Leia	Jeremias	30.4-7.
Deus	será	misericordioso	com	seu	povo,	mas	antes	eles	devem	suportar	grande
angústia	(v.	7).	“Aquele	dia”	será	um	grande	dia	tanto	de	angústia	quanto	de
salvação	para	o	povo	de	Deus.	Os	profetas	do	Antigo
Testamento	muitas	vezes	falaram	sobre	o	“dia	do	Senhor”,	um	dia	futuro	onde
Deus	executaria	terrível	julgamento	contra	os	pecadores.
Em	certo	sentido,	esse	dia	já	chegou	na	história,	quando	nações	como	a
Babilônia	foram	destruídas.	Mas	ainda	resta	um	“dia	do	Senhor”	final	e	decisivo,
quando	toda	a	maldade	será	julgada	e	desfeita.
Leia	Atos	17.31.
No	dia	do	Senhor,	quem	julgará	a	todos?	Como	cristãos,	de	que	modo	isso	nos
dá	segurança	enquanto	aguardamos	esse	dia?
Fora	com	o	velho
Leia	Jeremias	30.8,9.
O	que	Deus	promete	fazer	(v.	8)?
Qual	será	o	resultado	disso	(v.	9)?
Qual	é	a	verdadeira	liberdade?
A	salvação	de	Deus	não	é	estar	livre	da	autoridade,	e	sim	a	liberdade	de
submetermos	nossa	vida	à	sua	amável	autoridade.	Todos	servimos	a	alguma
coisa	com	nossa	vida.	Se	nos	recusamos	a	servir	alegremente	ao	Senhor,	nós	nos
tornamos	escravos	de	governantes	que	não	podem	nos	ajudar	—	e,	por	fim,
escravos	da	morte.
Leia	Mateus	11.28-30.	Achegue-se	ao	Senhor	Jesus	agora	em	oração	cheia	de
confiança;	agradeça-lhe	por	sua	autoridade	e	reinado	justo;	peça	que	ele	o
ajude	a	servi-lo	com	alegria	hoje.
O	amor	dele	vai	ainda	mais	longe
Jeremias	31.1-14	(31.1-30)
Depois	de	todos	os	pecados	que	Judá	cometeu,	você	poderia	esperar	que	Deus
desistisse	de	seu	povo.	Quanto	mais	cientes	estamos	de	nossos	pecados,	mais
esperamos	que	Deus	desista	de	nós	também!	Mas	o	amor	de	Deus	é	muito	maior
do	que	podemos	imaginar.
Deus	e	seu	povo
Jeremias	31.1-3.
O	Senhor	promete	restaurar	um	dia	seu	relacionamento	íntimo	de	aliança	com
seu	povo	(v.	1).	“Naquele	tempo”	eles	olharão	novamente	para	ele	como	o	seu
Deus,	e	eles	serão	o	seu	povo.	Tudo	o	que	foi	perdido	será	restaurado!
Como	Deus	descreve	seu	próprio	amor?	Por	que	Judá	precisa
desesperadamente	que	Deus	demonstre	amor	dessa	forma?
Isso	significa	que	Deus	não	se	importa	nem	um	pouco	com	a	obediência	de	seu
povo?	Por	que	sim	ou	por	que	não?
Lembre-se,	essas	eram	as	pessoas	que	haviam	adorado	falsos	deuses,	oprimido
os	pobres	e	até	sacrificado	seus	próprios	filhos	a	ídolos!	Eles	não	mereciam	nem
um	pouco	o	amor	de	Deus.
Leia	Deuteronômio	7.6-8.
Por	que	Deus	amava	Israel?
Por	que	Deus	ama	você?	Por	que	isso	é	surpreendente?
Levando	em	consideração	essa	descrição	do	amor	de	Deus,	como	você	se	sente
sobre	se	aproximar	dele	quando	peca,	ou	quando	negligencia	seus	deveres,	ou
quando	se	distancia	dele?
Grito	de	alegria
Leia	Jeremias	31.4-14.
Às	vezes	perdemos	de	vista	o	fato	de	que	não	podemos	fazer	nada	para	nos
salvar.	Amamos	pensar	que	podemos	ser	nossos	próprios	salvadores.	A	repetição
nos	versículos	13,14	de	que	ele	fará	algo	pelo	povo,	apesar	de	ser	também
animador,	nos	faz	perceber	nossa	pequenez,	lembrando-nos	que	é	somente	Deus
quem	pode	salvar	as	pessoas	e	somente	Deus	salvará	as	pessoas	que	se	voltam
para	ele.
Passe	por	essa	passagem,	listando	todas	as	coisas	que	o	Senhor	disse	que	fará
pelo	seu	povo.
Como	as	pessoas	salvas	reagem	ao	que	Deus	fez	por	elas	(v.	7,12-14)?
A	alegria	de	fazer	parte	do	povo	de	Deus	é	algo	constante	para	você?
Sei	que	nem	sempre	sinto	essa	alegria	profunda.	Se	você	também	não	sente,
como	podemos	cultivar	e	fazer	crescer	um	senso	maior	de	gratidão	e	alegria?
Para	começar,	escolha	um	versículo	dessa	passagem	que	animou	você	de
alguma	maneira	no	dia	de	hoje.	Escolha	alguns	pontos	específicos	desse	texto
ao	lembrar	esse	versículo	nas	próximas	24	horas.
A	nova	aliança
Jeremias	31.31-34	(Jr	31.31-40)
Se	você	já	fez	consertos	em	sua	casa,	então	você	sabe	que	às	vezes	não	vale	a
pena	reparar	a	mesma	coisa	repetidamente.	Chega	uma	hora	em	que	substituir	o
forno	que	funciona	mal	ou	o	aquecedor	de	água	não	confiável	é	melhor	do	que
consertá-los	a	cada	poucas	semanas.
Da	mesma	forma	(apesar	de	numa	escala	muito	maior!),	o	povo	de	Judá	não
poderia	continuar	a	incorrer	no	mesmo	erro	de	desobediência	e	indisciplina	que
estava	cometendo	há	séculos,	com	ajustes	temporários	frequentes.	Eles
precisavam	de	uma	nova	aliança.
O	problema
Uma	aliança	é	um	acordo	entre	dois	lados,	o	qual	governa	a	forma	de	eles	se
relacionarem.
Leia	Jeremias	31.31-34.
O	Senhor	promete	fazer	uma	nova	aliança	com	seu	povo.	Se	você	leu	o	Antigo
Testamento,	perceberá	que	isso	é	algo	muito	grande!	A	aliança	que	o	Senhor	fez
com	Israel	no	monte	Sinai	quase	um	milênio	antes	foi	o	documento	fundador	da
nação,	escrito	em	tábuas	de	pedra.	O	fato	de	o	Senhor	fazer	uma	nova	aliança	é
como	se	os	Estados	Unidos	rasgassem	sua	amada	constituição	e	escrevessem
uma	nova,	diferente!	Mas	a	verdade	é	que	havia	um	problema	com	a	aliança	que
Deus	havia	feito	por	meio	de	Moisés.
Qual	era	o	problema	com	ela	(v.	32)?	De	quem	era	a	culpa	disso?
A	promessa
Como	Deus	descreve	a	nova	aliança?
Como	ela	difere	da	antiga?
Debaixo	da	antiga	aliança	havia	alguns	fiéis	em	Israel	e	uma	maioria	descrente.
Mas,	na	nova	aliança,	não	haverá	tal	divisão	entre	o	povo	de	Deus.	Todos	o
conhecerão.
Como	a	nova	aliança	é	feita	especificamente	para	nossas	fraquezas?	Como	ela
resolve	o	problema	que	desestabilizou	a	antiga	aliança?
Leia	Lucas	22.19,20.
As	pessoas	que	se	sentavam	com	Cristo	Jesus	conheciam	a	promessa	de	Jeremias
31.31-34.
O	que	elas	entenderiam	do	que	Jesus	estava	dizendo	aqui?	Por	que	elas
ficariam	muito	animadas?
Leia	2Coríntios	3.2-6,	em	que	Paulo	compara	a	antiga	e	a	nova	aliança.
Como	a	nova	aliança	é	escrita	em	corações	humanos?
Qual	é	o	resultado	diferente	da	nova	aliança?	Por	quê	(Jr	31.32	ajudará	você
aqui)?
Agradeça	a	Deus	Pai	por	sua	nova	aliança	com	seu	povo.	Agradeça	ao	Filho	por
trazer	a	você	essa	aliança.	Agradeça	ao	Espírito	por	lhe	dar	um	novo	coração,
capaz	de	amar	e	obedecer	ao	Pai.
Trato	de	propriedade
Jeremias	32.1-15
Comprar	uma	propriedade	pode	ser	uma	tarefa	trabalhosa.	Se	você	comprar
quando	o	mercado	estiver	em	alta,	você	se	arrisca	a	fazer	um	mau	negócio.	Se
você	vender	quando	o	mercado	estiver	em	baixa,	você	se	arrisca	a	perder
dinheiro	que	poderia	ter	ganhado	se	tivesse	esperado	por	um	momento	melhor.
Mas	uma	coisa	é	certa:	você	não	deve	comprar	um	terreno	em	uma	cidade	que
está	prestes	a	ser	invadida	por	senhores	de	guerra	babilônicos	da	antiguidade.
Eles	não	são	conhecidos	por	aumentar	o	valor	de	uma	propriedade	em	áreas	que
invadem...
Com	primos	assim...
Leia	Jeremias	32.1-12.
O	ano	é	588	a.C.	Qual	é	a	situação	de	Judá(v.	2)?
Como	o	rei	Zedequias	está	tratando	Jeremias	e	por	quê?
Por	que	a	oferta	que	o	primo	de	Jeremias	faz	a	ele	no	versículo	8	não	é	boa?!
Por	que	Jeremias	reage	dessa	forma	(v.	8-12)?
Com	um	Deus	assim...
Leia	Jeremias	32.13-15.
Qual	era	o	objetivo	desse	exercício?	Que	promessa	Deus	estava	fazendo	com	o
povo	que	estava	prestes	a	ir	para	o	Exílio?
Leia	Esdras	1.1-4;	2.1,2,23.
Esses	eventos	estão	acontecendo	após	duas	gerações.
Qual	é	o	significado	de	tudo	isso?
É	importante	lembrar	que	a	terra	tinha	um	significado	simbólico	para	o	povo	de
Israel.	Era	mais	do	que	um	risco	imobiliário;	a	terra	era	parte	da	promessa	de
Deus	ao	seu	povo	feita	a	Abraão	mais	de	mil	anos	antes	(Gn	12.1-3).	Era	onde	o
povo	de	Deus	podia	viver	debaixo	do	reinado	de	Deus,	desfrutando	de	suas
bênçãos.	Perder	sua	terra	fez	com	que	Judá	sentisse	que	estava	perdendo	seu
relacionamento	com	Deus!
Como	o	acordo	de	compra	de	terra	de	Jeremias	proporcionou	um	vislumbre	de
esperança	ao	povo	que	havia	sido	tomado,	cercado	e	estava	prestes	a	ser
exilado?
Leia	Hebreus	11.1,2,13-16.
O	que	significa	viver	pela	fé	(v.	13-16)?
De	que	forma	nos	lembrarmos	de	que	somos	“estrangeiros	e	peregrinos”	faz
diferença	em	nossa	perspectiva	do	dia	de	hoje?
De	que	forma	saber	que	Deus	“preparou	uma	cidade”	além	da	morte	para
pessoas	de	fé	anima	você	hoje?
Pai,	obrigado	por	me	teres	dado	uma	casa	celestial	em	tua	terra	perfeita	e
eterna.	Por	favor,	ajuda-me	a	viver	à	luz	dessa	verdade.	Capacita-me	a	não	ficar
muito	apegado	ao	que	possuo	aqui,	que	está	se	esvaindo.
E	faz	do	lugar	para	onde	estou	indo	uma	fonte	de	alegria	e	conforto	hoje	e	todos
os	dias.	Amém.
Há	algo	difícil	demais?
Jeremias	32.16-44	(32.16—33.26)
Às	vezes	falamos	que	é	bom	ter	pessoas	poderosas	como	amigas,	mas	é	ruim	tê-
las	como	inimigas.	Existem	benefícios	advindos	de	ter	o	favor	de	pessoas	assim,
mas	também	é	perigoso	provocar	sua	ira.
E,	se	isso	é	verdade	sobre	alguns	seres	humanos,	quanto	mais	o	é	acerca	do
Senhor	de	toda	criação!
Jeremias	fala	com	Deus
Leia	Jeremias	32.16-25.
Jeremias	pondera	sobre	a	estranha	ordem	do	Senhor	de	comprar	um	terreno	em
uma	terra	que	está	prestes	a	ser	destruída	(v.	25).	O	profeta	louva	o	Senhor	por
seu	poder	(v.	17),	amor	(v.	18),	conhecimento	(v.	19)	e	justiça	(v.	18,19).
Como	Deus	mostra	esses	atributos	ao	seu	povo	por	meio	de	suas	ações	(v.	20-
23)?
Por	que	você	acha	que	Jeremias	separa	um	tempo	para	repassar	todos	esses
gloriosos	atributos	de	Deus?	Como	eles	ajudam	a	abordar	a	confusão	que	ele
expressa	no	versículo	25?
Às	vezes	os	caminhos	de	Deus	não	farão	sentido	para	nós.	Ele	faz	as	coisas	do
seu	jeito	e	em	seu	próprio	tempo.	Quando	não	entendemos,	é	bom	lembrar	que	o
problema	é	sempre	nosso,	e	não	de	Deus!
Pense	em	uma	situação	na	sua	vida	na	qual	você	não	entende	os	planos	de	Deus.
Separe	tempo	para	adorá-lo	por	sua	sabedoria,	poder	e	amor.	Comprometa-se	a
confiar	nele,	não	importa	o	que	aconteça!
Deus	fala	com	Jeremias
Leia	Jeremias	32.26-35.
O	que	Deus	relembra	a	Jeremias	(v.	26,27)?
Como	essa	é	uma	resposta	à	confusão	de	Jeremias?	O	que	ela	nos	ensina	sobre
ser	um	seguidor	de	Deus?
Deus	responde	ao	profeta	ratificando	a	adoração	que	ele	fez.	tudo	o	que	Jeremias
disse	sobre	Deus	é	verdadeiro	e	importante	para	entender	as	relações	do	Senhor
com	Jerusalém.	Com	Deus,	não	há	impossíveis:	tanto	para	trazer	justiça	quanto
para	conceder	misericórdia.
A	invasão	da	Babilônia	foi	ideia	de	quem	(v.	28)?
O	que	o	povo	de	Judá	havia	feito	para	merecer	essa	punição	(v.	29-35)?
Leia	Jeremias	32.36-44.
Que	promessas	Deus	faz?	Tendo	em	vista	o	que	está	acontecendo	(v.	24),	por
que	era	realmente	difícil	acreditar	nessas	promessas?
Então	por	que	lembrar	o	versículo	27	é	crucial?
É	incrível	que	possamos	ser	chamados	de	amigos	do	Deus	vivo	e	todo-poderoso
(Tg	2.23;	Jo	15.15).	Mas	não	podemos	esquecer	que	o	Deus	poderoso	e	santo	é
um	terrível	inimigo	para	ter	(Hb	10.31).
É	apenas	quando	percebemos	que	Deus	é	um	Deus	santo,	que	trará	julgamento,
que	podemos	apreciar	suas	promessas	para	nos	abençoar	e	seu	poder	para	fazer
isso.	Agradeça-lhe	por	ele	ser	quem	ele	é	e	pelo	o	que	ele	faz	por	você.
Lembre-se	dos	recabitas
Jeremias	35.1-19	(34.1—35.19)
O	livro	de	Jeremias	nos	dá	a	impressão	de	ser	uma	crônica	de	pecados	do	povo
de	Deus:	imoralidade,	violência,	ganância	e	idolatria.	Mas	agora	temos	o
exemplo	de	um	grupo	honrado	de	pessoas	(apesar	de,	reconhecidamente,
estranho!),	que	havia	chegado	recentemente	a	Jerusalém.
Uma	família	fiel
Leia	Jeremias	35.1-11.
O	recabitas	eram	uma	pequena	família	com	uma	linhagem	impressionante.	Seu
pai,	Jonadabe,	aparece	em	2Reis	10	como	um	homem	fiel	que	lutou	ao	lado	do
Senhor	contra	adoradores	de	ídolos.
Que	instruções	Jonadabe	deixou	para	sua	família	sobre	como	viver	(Jr	35.6-
10)?
Qual	você	acha	que	foi	o	preço	que	pagaram	por	terem	obedecido	ao	seu
antepassado?
Não	sabemos	por	que	Jonadabe	insistiu	nessa	forma	de	vida.	Nada	na	Escritura
fala	contra	o	consumo	de	vinho	ou	sobre	se	estabelecer	e	construir	casas.
Por	que	os	recabitas	estavam	habitando	em	Jerusalém	agora	(v.	11)?
Por	que	você	acha	que	o	Senhor	instrui	Jeremias	a	oferecer	vinho	aos	recabitas
(v.	2)?	O	que	ele	está	tentando	provar?
Eles	devem	ser	uma	lição	para	você
Leia	Jeremias	35.12-19.
Essa	é	uma	historieta	estranha.	Mas	o	Senhor	tem	um	objetivo	com	ela.
Qual	é	esse	objetivo	(v.	13,14,16)?	O	que	Judá	deveria	estar	fazendo?
O	que	aconteceria	com	eles	agora	(v.	17)?
Olhe	para	a	promessa	de	Deus	aos	recabitas	(v.	18,19).	Como	essa	é	uma	lição
a	Judá	sobre	como	eles	poderiam	ter	desfrutado,	se	tivessem	obedecido	ao	seu
“pai”,	o	Senhor?
Esta	passagem	faz	a	seguinte	pergunta:	se	os	recabitas	obedeceram	a	seu	pai	em
coisas	relativamente	pequenas,	por	que	o	povo	de	Judá	não	tinha	o	desejo	de
obedecer	aos	comandos	morais	dados	pelo	Deus	do	universo?
Pense	sobre	sua	própria	vida.	De	quem	é	a	vontade	e	os	desígnios	que	mais
influenciam	seu	comportamento?
•	de	seu	cônjuge?
•	de	seu	chefe?
•	de	seus	amigos?
•	de	suas	revistas	de	moda?
•	de	um	programa	de	TV?
•	do	Senhor?
Quando	e	por	que	você	se	vê	mais	motivado	a	agradar	aos	outros	do	que	a
Deus?
Como	você	agradará	a	Deus	hoje?	Existe	alguma	área	em	que	você	precisa
transformar	desobediência	em	obediência	para	com	seu	Pai	celestial?
Fale	com	Deus	sobre	as	respostas	às	perguntas	da	seção	“Aplique”	anterior:
Pai	nosso	que	estais	no	céu,	seja	feita	a	tua	vontade...
Queimando	a	Bíblia
Jeremias	36.1-4,20-32	(36.1—38.28)
Imagine	que	você	esteja	doente.	Procurando	por	alívio	para	sua	doença,	você
visita	um	médico	que	lhe	dá	uma	prescrição	de	um	medicamento.	Depois	de	ir	à
farmácia,	você	coloca	o	frasco	de	remédio	em	cima	do	balcão	da	cozinha,	onde
ele	permanece	sem	ser	aberto	ou	tocado.
Alguns	dias	depois,	você	liga	para	o	doutor	e	reclama	que	ainda	está	doente.	O
que	você	acha	que	ele	falará?!
A	prescrição
Leia	Jeremias	36.1-4.
O	ano	é	605	a.C.	(retornamos	um	pouco	para	antes	da	invasão	babilônica).	O
povo	de	Jerusalém	é	relativamente	independente,	mas	o	Império	Babilônico	está
devorando	pequenas	nações	ao	redor	da	região.
O	Senhor	fala	para	Jeremias	escrever	todos	os	seus	sermões	e	profecias	em	um
pergaminho	(v.	2).
Por	quê	(v.	3)?
Se	Judá	atentar	para	essa	prescrição,	o	que	Deus	fará?
A	resposta	do	rei
Depois	de	ler	o	conteúdo	do	pergaminho	no	templo,	Baruque	—	o	escriba	de
Jeremias	—	é	introduzido	à	presença	do	rei	para	ler	a	advertência	do	Senhor.
Leia	Jeremias	36.20-25.
O	que	o	rei	fez	(v.	23)?	Qual	é	o	significado	desse	ato?
Por	que	você	acha	que	ele	fez	isso?
Leia	Salmos	19.7-14.
Como	a	atitude	de	Davi	frente	à	palavra	de	Deus	se	compara	à	atitude	de	seu
descendente	Jeoaquim?
Como	você	encontra	essas	duas	atitudes	no	mundo	em	que	vive?
Você	vê	às	vezes	essas	duas	atitudes	lutando	uma	contra	a	outra	dentro	de	seu
coração?
A	imparável	Palavra	de	Deus
Leia	Jeremias	36.26-32.
O	rei	destruiu	o	pergaminho;	Jeremias	o	reescreve	(v.	32).	E	a	existência	do	livro
de	Jeremias	em	nossas	Bíbliasmostra	que	o	plano	do	rei
Jeoaquim	não	funcionou!	A	Palavra	de	Deus	é	viva	e	ativa,	mais	afiada	que	uma
espada	(Hb	4.12).	A	humanidade	rebelde	pode	odiar	a	Palavra	de	Deus,	até
queimá-la.	Mas	nunca	poderá	suprimir	ou	derrotar	a	verdade	imparável	de	Deus!
A	Palavra	de	Deus	é	como	uma	receita	de	remédio:	só	o	ajuda	se	você	seguir
suas	instruções	e	aplicá-las!
Você	cultiva	um	coração	brando	e	desejoso	de	aprender	em	relação	à	Palavra
de	Deus?	Existem	maus	hábitos	que	endurecem	seu	coração	para	com	a
Palavra?
Existem	situações	em	que	você	sabe	o	que	Deus	está	dizendo,	mas	mesmo	assim
você	o	ignora?	Leia	Tiago	1.22.
O	fim,	afinal
Jeremias	39.1-14	(39.1—43.13)
Às	vezes,	em	um	filme	trágico,	a	expectativa	do	desastre	é	mais	tensa	do	que
quando	ele	chega.	Há	quase	um	sentimento	de	alívio	quando	os	estrangeiros
finalmente	dominam,	o	crime	é	cometido	ou	o	coração	se	quebra.
Depois	de	38	capítulos	de	advertências	no	livro	de	Jeremias,	finalmente
chegamos	no	ponto	em	que	a	cidade	de	Jerusalém	cai.	Depois	de	40	anos	sendo
ridicularizado,	aprisionado	e	publicamente	acusado,	finalmente	o	profeta
Jeremias	é	reconhecido.
Leia	Jeremias	39.1-14.
Um	terrível	reconhecimento
O	relato	da	destruição	da	cidade	é	relativamente	curto.	E	parece	que	os	detalhes
que	são	incluídos	no	relato	foram	escolhidos	especificamente	para	mostrar	que
as	palavras	do	profeta	de	Deus	haviam	se	tornado	verdadeiras.
Olhe	para	os	acontecimentos	em	nossa	passagem	e	veja	como	eles	se	cumprem
da	maneira	que	a	Palavra	de	Deus	havia	previsto.
Acontecimentos	Jeremias	39.3	Profecia	Jeremias	1.15
Jeremias	39.5	Jeremias	32.4
Jeremias	39.8	Jeremias	21.10
Jeremias	39.11-14	Jeremias	1.17-19
Jeremias	39.1-10	Jeremias	1.11,12
Uma	lição	crucial
Se	não	aprendermos	mais	nada	com	o	livro	de	Jeremias,	pelo	menos	precisamos
aprender	que	Deus	sempre	fala	a	verdade.	Deus	nunca	mente	sobre	o	que	fará,	e
ele	sempre	tem	o	poder	de	fazer	o	que	diz	que	fará	(veja	1.12).
Os	seres	humanos	nem	sempre	são	confiáveis	da	mesma	forma.	Por	vezes
enganamos	ou	manipulamos	os	outros	com	nossas	palavras.	Às	vezes	falamos	de
forma	honesta	sobre	nossos	planos,	mas	então	não	temos	o	poder	para	fazê-los
acontecer.	Doença,	uma	tempestade	severa	ou	uma	tropa	de	carga	de	macacos-
prego	podem	nos	impedir	de	fazer	o	que	planejamos.	Mas	Deus	nunca	tem	esse
problema.	Ele	sempre	faz	o	que	diz	que	fará.
A	destruição	de	Jerusalém	foi	brutal.	A	cidade	foi	queimada,	os	príncipes	foram
massacrados	e	o	rei	foi	deixado	cego,	acorrentado	e	enviado	ao	cativeiro.
Como	você	acha	que	os	capturados	se	sentiram	em	relação	ao	Senhor?	Em	re
lação	a	Jeremias?	Em	relação	ao	seu	próprio	pecado?
Como	você	acha	que	as	pessoas	que	foram	deixadas	para	trás	se	sentiram
(39.10)?
Deus	faz	o	que	diz	que	fará.	Como	essa	verdade	influenciará	você	em	sua	forma
de:
•	pensar	sobre	as	advertências	de	Deus	(e.g.,	1Co	6.9,10)?
•	pensar	sobre	as	promessas	de	Deus	(e.g.,	Mt	16.18)?
Adore	ao	Senhor,	pois	sua	palavra	é	verdadeira,	e	ele	tem	o	poder	de	manter	sua
palavra.	Peça	a	ele	para	ajudá-lo	a	confiar	na	sua	palavra	hoje.	Conte	para	ele
qualquer	situação	na	qual	você	tenha	dificuldade	em	lembrar	que	ele	vigia	para
que	sua	palavra	se	cumpra.
O	destruidor	destruído
Jeremias	50.1-16	(44.1—50.46)
Ao	longo	do	livro	de	Jeremias,	os	exércitos	da	Babilônia	se	aproximavam	de
forma	ameaçadora	à	distância,	retratados	como	uma	força	incontrolável	pronta	a
ser	liberada.	Agora	que	finalmente	destruíram	Jerusalém	e	levaram	seu	povo
para	o	cativeiro,	o	que	a	Babilônia	fará	a	seguir?
Hora	da	virada
Leia	Jeremias	50.1-3.
O	que	acontecerá	com	a	Babilônia	(v.	3)?
Que	efeito	isso	terá	sobre	o	respeito	que	as	pessoas	têm	por	Bel	e	Marduque
(falsos	deuses	babilônicos	—	v.	2)?
Quase	todas	as	nações	dos	dias	de	Jeremias	acreditavam	que	cada	nação	tinha
seus	próprios	deuses,	e	esses	deuses	protegiam	a	nação	e	a	abençoavam	baseados
em	sua	fidelidade	e	obediência.	Quando	uma	nação	derrotava	a	outra,	às	vezes
chegava-se	à	conclusão	de	que	a	divindade	da	nação	vitoriosa	era	mais	forte	que
a	da	derrotada.	Portanto,	a	mensagem	do	Senhor	é	clara	aqui:	ele	é	maior	do	que
a	Babilônia	e	todos	os	seus	falsos	deuses.
A	razão
Leia	Jeremias	50.4-16.
Os	babilônios	pensavam	que	não	levariam	a	culpa	por	suas	ações	contra
Jerusalém	porque	o	povo	de	Judá	havia	se	rebelado	contra	o	Senhor	(v.	7).
Mesmo	assim,	ele	os	condena	por	suas	ações.
Leia	a	passagem	e	identifique	os	lugares	onde	Deus	fala	contra:
•	A	idolatria	e	o	pecado	dos	babilônios	contra	Deus.
•	Os	babilônios	terem	ferido	seu	povo	e	destruído	sua	cidade.
•	A	alegria	que	tiveram	em	destruir	Jerusalém.
•	A	violência	(espoliação)	do	exército	babilônico.
É	significativo	que	Deus	culpe	a	Babilônia	pelo	seu	pecado	contra	ele.	Deus	é	o
Deus	de	todas	as	pessoas,	em	todas	as	nações;	ele	julgará	a	todos	por	seus
pecados	contra	ele.
Leia	Romanos	1.18-25.
Por	que	é	certo	e	justo	que	todos	na	terra	enfrentem	o	julgamento	por	sua
rejeição	a	Deus	(v.	19-21)?
Como	isso	impacta	sua	visão	e	orações	por	seus	amigos	que	não	conhecem	a
Cristo?	E	por	missionários	estrangeiros?
Deus,	obrigado,	pois	tu	realizas	teus	propósitos	até	mesmo	por	meio	de	pessoas
que	te	rejeitam.	Tu	és	digno	da	adoração	de	todas	as	pessoas	da	terra.	Tu	és	justo
em	todos	os	teus	caminhos.	Rogo-te:	ajuda-me	a	te	honrar	como	devo.	Rogo-te:
mostra-me	como	posso	usar	minhas	orações,	minhas	palavras	e	minhas	finanças
para	espalhar	ainda	mais	teu	evangelho	de	salvação	para	todas	as	nações.	Amém.
A	história	termina...	será	mesmo?
Jeremias	52.1-23,31-34	(51.1	—52.34)
O	livro	de	Jeremias	não	entrega	muitos	momentos	ensolarados.	Entre	as
profecias	de	destruição	e	os	reais	relatos	de	destruição,	não	há	muita	coisa	que
traga	esperança.	Como	esse	livro	acabará?
A	cidade
Leia	Jeremias	52.1-11.
Esses	versículos	são	quase	idênticos	aos	de	2Reis	24.18—25.7.	E	já
contemplamos	o	conteúdo	de	Jeremias	52.4-11	em	39.1-7.	Devemos	enxergar
isso	como	o	resultado	de	todo	o	trabalho	de	Jeremias.	Poucas	pessoas	ouviram,	e
houve	pouco	arrependimento.	Então	Jerusalém	foi	destruída.	Talvez	isso	precise
de	repetição	para	que	nós	ouçamos.
O	templo
Leia	Jeremias	52.12-23.
O	que	aconteceu	com	o	templo?
O	templo	era	o	coração	de	Judá:	o	lugar	onde	Deus	habitava	entre	seu	povo,
onde	seu	povo	podia	oferecer	sacrifícios	por	seus	pecados	para	permanecer	em
um	relacionamento	com	ele.
Como	esses	versículos	são	uma	catástrofe	completa?
Assim	como	Adão	e	Eva	foram	expulsos	do	jardim	do	Éden	(Gn	3.21-24),	o
povo	de	Judá	estava	pagando	um	preço	enorme	por	seus	pecados.
O	rei
Leia	Jeremias	52.31-34.
À	primeira	vista,	esse	parece	um	final	muito	estranho	para	o	livro	de	Jeremias.
Jeoaquim	foi	liberto	da	prisão	e	lhe	foi	permitido	viver	na	Babilônia.	E	aí?	Por
que	isso	importa?
Na	verdade,	tal	fato	tem	um	significado	muito	importante	—	porque	Deus	havia
prometido	ao	rei	Davi	que	seu	filho	sempre	estaria	sentado	no	trono	de
Jerusalém	(2Sm	7.11-14).
Então	como	esses	versículos	são	um	vislumbre	de	esperança?
A	mensagem	de	Jeremias	é	que	a	destruição	e	o	exílio	de	Jerusalém	não
impedirão	Deus	de	realizar	um	plano	para	salvar	seu	povo,	enviando	seu	Filho
para	ser	seu	Rei.	O	amor	de	Deus	por	seu	povo	é	inabalável.
Leia	Mateus	1.1-17.
Essa	é	árvore	genealógica	de	quem	(v.	1)?
Como	os	eventos	descritos	em	Jeremias	52	fazem	parte	dela	(Mt	1.11)?
O	que	Deus	estava	fazendo,	mesmo	nos	momentos	mais	sombrios	de	Judá	no
Antigo	Testamento?
Como	o	final	de	Jeremias	lhe	dá	esperança	e	confiança,	ao	considerar	seus
próprios	pecados	e	circunstâncias	adversas?	E	quando	você	é	confrontado	pelas
falhas	mais	abrangentes	que	assolam	o	povo	de	Deus?
Como	o	livro	de	Jeremias	lhe	deu:
•	Uma	visão	maior	sobre	Deus?
•	Uma	apreciação	maior	por	Jesus?
Senhor,	eu	te	adoro	por	tua	fidelidade	para	com	teu	povo.	Obrigada	por	nos
amares	o	suficiente	a	ponto	de	nos	disciplinares	e	obrigado	por	nunca	nos
abandonares	por	causa	de	nosso	pecado.	Obrigado	por	enviares	teu	Filho,	meu
Rei,	para	o	mundo	no	momento	certo.	Obrigadoporque,	por	meio	dele,	posso
conhecer	o	perdão	e	a	alegria	da	presença	do	teu	Espírito.	Amém.
Reflexão	do	nonagésimo	dia
Rute;	1Coríntios;	Jeremias
Ao	chegar	ao	final	destes	90	dias	de	devocional,	temos	uma	ótima	oportunidade
para	refletir	sobre	como	o	Senhor	tem	falado	conosco	nessas	porções	específicas
de	sua	Palavra,	como	ele	nos	tem	motivado	em	relação	a	seu	Filho	e	como	ele
nos	tem	transformado	por	meio	do	seu	Espírito.	Afinal,	a	Palavra	de	Deus	não
serve	apenas	para	nos	informar,	mas	também	para	nos	transformar.
O	livro	de	Rute
Se	você	tivesse	de	resumir	a	mensagem	de	Rute	em	uma	ou	duas	frases,	como
seria	esse	resumo?
Que	verdade	sobre	Deus	você	viu	em	Rute	que	calou	mais	fundo	no	seu
coração?
Olhando	para	trás,	de	que	maneira	o	Espírito	usou	o	livro	de	Rute	para	fazer
você	confiar	intensa	e	alegremente	em	Deus?
O	livro	de	1Coríntios
Se	você	tivesse	de	resumir	a	mensagem	de	1Coríntios	em	uma	ou	duas	frases,
como	seria	esse	resumo?
Que	verdade	sobre	Deus	você	viu	em	1Coríntios	que	calou	mais	fundo	no	seu
coração?
Olhando	para	trás,	de	que	maneira	o	Espírito	usou	o	livro	de	1Coríntios	para
transformar	seu	pensamento	e	seu	comportamento	em	relação	a	sua	igreja?
O	livro	de	Jeremias
Se	você	tivesse	de	resumir	a	mensagem	de	Jeremias	em	uma	ou	duas	frases,
como	seria	esse	resumo?
Que	verdade	sobre	Deus	você	viu	em	Jeremias	que	calou	mais	fundo	no	seu
coração?
De	que	maneira	o	Espírito	usou	o	livro	de	Jeremias	para	motivar	você	a	levar
mais	a	sério	o	julgamento	de	Deus	e	a	apreciar	sua	salvação	com	mais
gratidão?
Pai,	agradeço-te	por	tua	Palavra.	Obrigado	por	sua	amplitude.	Obrigado	pela
sua	profundidade.	Obrigado	porque	cada	parte	dela	aponta	para	as	glórias	de
teu	Filho,	meu	Senhor	Jesus	Cristo.	Pai,	rogo-te:	faze-a	habitar	em	mim
ricamente.	Rogo-te:	ajuda-me	a	relembrar	as	verdades	e	os	desafios	dessas	três
partes	da	tua	Palavra	na	minha	mente,	nos	momentos	em	que	preciso	de	ânimo,
em	que	preciso	ser	desafiado	ou	confortado	por	eles.	Rogo-te:	mostra-me	a
quem	à	minha	volta	posso	encorajar	com	as	verdades	que	revelaste	a	mim.
Amém.
	Cover Page
	Capa
	Sumário
	Introdução
	Rute, Mike McKinley
	1Coríntios, Mike Dever
	Jeremias, Mike McKinley

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