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Análise do 
Comportamento Verbal
Tânia Maria de Carvalho Câmara Monte
Análise do Comportamento 
Verbal
2
Introdução
Neste conteúdo, vamos estudar o comportamento pelo estudo da linguagem 
(comportamento verbal).
3
Análise do Comportamento Verbal: uma 
abordagem científica de um comportamento tão 
humano
Segundo Skinner (1957) o comportamento verbal (ou a linguagem) é comportamento 
operante, ou seja, sensível às suas consequências. 
Figura 1 - Comportamental verbal.
Fonte: Plataforma Deduca (2021).
#PraCegoVer: Na imagem, uma figura humana feminina de perfil e em posição 
de fala, com vários símbolos linguísticos coloridos saindo da boca.
De acordo com Barros (2003) e Sério et al (2010), definir o comportamento verbal 
como operante, significa dizer que esse comportamento pode ser reforçado, punido, 
modelado etc., assim como os demais comportamentos apresentados até agora 
(com exceção dos reflexos). Sua diferença em relação ao comportamento não verbal 
ou instrumental (aquele que produz consequências por meio de sua ação mecânica) 
reside, entre outras coisas, na possibilidade inédita de alterar o mundo, afetando o 
comportamento de outra pessoa. 
4
Figura 2 - Comportamental verbal.
Fonte: Plataforma Deduca (2021).
#PraCegoVer: Fotografia de uma mulher servindo comida para uma jovem.
Nas palavras de Skinner (1992) citado por Sério et al (2010):
[...]O comportamento altera o ambiente por meio de ação mecânica e 
suas propriedades ou dimensões frequentemente estão relacionadas de 
uma maneira simples aos efeitos produzidos. Quando um homem anda 
na direção de um objeto, ele usualmente fica mais perto desse objeto; se 
ele procura alcançá-lo, é provável que contato físico seja a consequência 
[...]. Tudo isso deriva de princípios mecânicos e geométricos simples. 
Entretanto, a maior parte do tempo um homem age indiretamente sobre 
o ambiente a partir do qual emergem as consequências últimas do seu 
comportamento. Seu primeiro efeito é sobre outro homem. Ao invés de ir 
até o bebedouro, um homem sedento pode simplesmente ‘pedir um copo 
de água’ – isto é, ele pode engajar-se em comportamento que produz 
um determinado tipo de padrão sonoro que, por sua vez, induz alguém a 
trazer-lhe um copo de água (p. 1).
Abaixo temos a representação do exemplo oferecido por Skinner (1992) e citado por 
Sério et al (2010). 
5
Comportamento instrumental
Motivação Estímulo Ant. Resposta Estímulo Conseq.
Privação
(estado 
motivacional) Bebedouro Andar em direção 
ao bebedouro
Aproximação do 
bebedouro
Água
Saciação 
Comportamento verbal
Motivação Estímulo Ant. Resposta Estímulo Conseq.
Privação
(estado 
motivacional)
Bebedouro
+ 
Amigo
“Preciso de um 
copo de água”
Água
Saciação 
Quadro 1 - Comportamento verbal e comportamento instrumental.
Fonte: a autora (2021).
PraCegoVer: Duas tabelas com 3 linhas cada. Na segunda linha temos um 
exemplo de comportamento instrumental; e na terceira linha um exemplo 
de comportamento verbal. Cada exemplo de comportamento foidividido em 
quatro colunas: motivação, estímulo antecedente, resposta e estímulo conse-
quente.
Além disso, o comportamento verbal caracteriza-se: por ter suas consequências 
mediadas por outra pessoa que atua como ouvinte e possui, em certa medida, um 
repertório verbal semelhante a do falante; por requerer a interação entre falante e 
ouvinte, o que chamamos de episódio verbal; pela possibilidade de que diferentes 
respostas verbais resultem em uma mesma consequência, o que significa que 
o comportamento verbal não pode ser definido pela sua topografia (formato da 
resposta); e, finalmente, por não apresentar uma função comunicativa por si só (o 
seu significado deve ser buscado na relação entre aquilo que é dito e aquilo que 
acontece quando dizemos alguma coisa – efeito sobre o outro) (BARROS, 2003). 
Segue a representação de um episódio verbal retirado de BAUM (2019, sem página). 
6
QUADRO - 2
FONTE: ELABORADA PELA AUTORA (2021)
Assim, um episódio verbal. SDS é o contexto para o comportamento verbal 
do falante (RV), que gera um estímulo discriminativo (SDR) que determina 
a ocasião para o ouvinte agir (RO), de forma a prover reforço (SRS) para o 
comportamento do falante (RV). O reforço ao falante serve também como 
estímulo discriminativo (SDR) que determina a ocasião para uma resposta d 
e retribuição (RR) por parte do falante. Esta provê o reforço (SR ) para o comportamento 
do ouvinte (RO).
Comportamento verbal: operantes verbais
Segundo Barros (2003) e Sério et al. (2010), Skinner (1957) categorizou o 
comportamento verbal em função das suas variáveis ou fontes de controle e seu 
efeito sobre o comportamento do ouvinte; esta classificação resultou num total de 
seis operantes verbais, a saber, mando, tato, ecóico, textual, transcrição e intraverbal. 
Estes serão aqui apresentados, conforme a organização (sequência) realizada por 
Sério et al. (2010). 
Mando
Operante verbal caracterizado pela emissão de uma resposta verbal (vocal ou 
motora) sob controle de condições motivacionais antecedentes de privação ou 
estimulação aversiva e cujas consequências operam em benefício do falante, seja pela 
apresentação de um estímulo reforçador positivo, seja pela retirada de um reforçador 
7
negativo. São exemplos de mando: pedidos, comandos, leis, ordens e avisos (BARROS, 
2003; SÉRIO et al., 2010). Segue um exemplo de como esse comportamento pode ser 
representado. 
Mando (ex.: pedido)
Falante
Motivação Estímulo Ant. Resposta Estímulo Conseq.
Privação
(estado 
motivacional)
Garrafa de refrigerante 
fechada
+
Presença do namorado
“Abre para mim?”
Garrafa de 
refrigerante 
aberta 
Ouvinte
Motivação Estímulo Ant. Resposta Estímulo Conseq.
?
Namorada
+
“Abre para mim?”
+
Garrafa de refrigerante 
fechada
Girar a tampa da garrafa 
de refrigerante
Garrafa de refrigerante 
aberta
?
Quadro 3 - Mando.
Fonte: a autora (2021).
#PraCegoVer: Duas tabelas com o tema Mando (exemplo: pedido). A primeira 
é sobre Falante e a segunda sobre Ouvinte. Nas tabelas, na segunda linha: 
Motivação, Estímulo Ant., Resposta, Estímulo Conseq. Na terceira linha das 
tabelas, exemplos.
Tato
Se refere ao comportamento verbal que descreve, nomeia, tateia e/ou que “entra 
em contato” com o mundo (ex.: moro em Jundiaí; esta maçã é vermelha; o céu está 
azul como o mar; Juliana é uma “manteiga” etc.). É caracterizado pela emissão de 
respostas verbais (vocais ou motoras), sob controle de estímulos antecedentes não 
verbais (objetos, eventos ou de suas propriedades) e mantida por consequências 
sociais generalizadas (atenção, elogios, dinheiro etc.), dado sua correspondência com 
o mundo (correspondência entre estímulo antecedente e resposta verbal) (BARROS, 
2003; SÉRIO et al., 2010). Dizemos que o tato atua em benefício do ouvinte, “uma 
vez que permitiria ao ouvinte ‘acesso’ a informações sobre o mundo (os eventos que 
controlam o comportamento do falante) ou mesmo a informações sobre o próprio 
falante” (SÉRIO et al., 2010, p. 145). Abaixo temos um exemplo de tato.
— →
— →
8
Tato (ex.: descrição de propriedades do dia – ensolarado)
Falante
Motivação Estímulo Ant. Resposta Estímulo Conseq.
Janela aberta
+
Sol
(evento físico)
“Que gostoso! 
Hoje o dia está 
ensolarado!”
(esta resposta 
descreve 
propriedades de um 
evento físico)
“Realmente!”
(generalizado)
Ouvinte
Motivação Estímulo Ant. Resposta Estímulo Conseq.
?
“Que gostoso! Hoje o dia 
está ensolarado!” “Realmente!” ?
Quadro 4 - Tato.
Fonte: a autora (2021).
#PraCegoVer: Duas tabelas com o tema Tato (exemplo: descrição de proprie-
dades do dia – ensolarado). A primeira é sobre Falante e a segunda sobre 
Ouvinte. Nas tabelas, na segunda linha: Motivação, Estímulo Ant., Resposta, 
Estímulo Conseq. Na terceira linha das tabelas, exemplos.
Ecóico
O operante verbal ecóico se caracteriza pela possibilidade de repetirmos aquilo que o 
outro diz ou faz. Em outras palavras, neste operante verbal o estímulo que antecede a 
resposta é auditivoou visual, a resposta é motora ou vocal (de acordo com convenções 
sociais/culturais pré-estabelecidas) e a consequência é generalizada, desde que 
haja identidade formal entre o estímulo antecedente e a resposta. Este operante é 
especialmente importante para o ensino de novos comportamentos verbais como, 
por exemplo, aprender a dizer “mamãe” ou aprender uma língua nova (BARROS, 2003; 
SÉRIO et al., 2010). Vejamos um exemplo. 
— →
— →
9
Ecóico (ex.: repetição da palavra paralelepípedo)
Falante
Motivação Estímulo Ant. Resposta Estímulo Conseq.
“Paralelepípedo”
 “Paralelepípedo”
 (resposta vocal 
que apresenta 
identidade com o 
antecedente)
“Muito bem!”
(generalizado)
Ouvinte
Motivação Estímulo Ant. Resposta Estímulo Conseq.
? “Paralelepípedo” “Muito bem!” ?
Quadro 5 - Ecóico .
Fonte: a autora (2021).
#PraCegoVer: Duas tabelas com o tema Ecóico (exemplo: repetição da palavra 
paralelepípedo). A primeira é sobre Falante e a segunda sobre Ouvinte. Nas ta-
belas, na segunda linha: Motivação, Estímulo Ant., Resposta, Estímulo Conseq. 
Na terceira linha das tabelas, exemplos.
Textual
O operante verbal textual se caracteriza pelo comportamento de leitura, sem inferir 
compreensão. Trata-se de uma resposta vocal, diante de um estímulo impresso ou 
escrito, mantida por reforçadores generalizados. Segue um exemplo.
Textual (ex.: leitura sem compreensão)
Falante
Motivação Estímulo Ant. Resposta Estímulo Conseq.
CONDOTTA
(estímulo impresso)
“Condotta”
(resposta vocal)
“Muito bem!”
(generalizado)
Ouvinte
Motivação Estímulo Ant. Resposta Estímulo Conseq.
? “Condotta” “Muito bem!” ?
Obs.: a palavra condotta significa conduta, comportamento, linha de ação em italiano.
Quadro 6 - Textual
Fonte: a autora (2021).
#PraCegoVer: Duas tabelas com o tema Textual (exemplo: leitura sem com-
preensão). A primeira é sobre Falante e a segunda sobre Ouvinte. Nas tabelas, 
na segunda linha: Motivação, Estímulo Ant., Resposta, Estímulo Conseq. Na 
terceira linha das tabelas, exemplos.
― →
― →
― →
― →
10
Transcrição
São exemplos de transcrição a cópia e o ditado. Nesta categoria de operante verbal 
temos como estímulo antecedente vocal ou escrito, seguido por uma resposta sempre 
escrita, mantida por reforços generalizados. Nesse caso, também há como exigência 
para o reforçamento, “a correspondência formal, arbitrariamente estabelecida” (SÉRIO 
et. al, 2010, p. 147) entre estímulo antecedente e resposta. 
Transcrição (ex.: cópia)
Falante
Motivação Estímulo Ant. Resposta Estímulo Conseq.
O Brasil é o país do 
carnaval. 
(estímulo impresso)
O Brasil é o país do 
carnaval.
(resposta escrita)
“Muito bem!”
(generalizado)
Ouvinte
Motivação Estímulo Ant. Resposta Estímulo Conseq.
?
O Brasil é o país do 
carnaval.
(resposta escrita)
“Muito bem!” ?
Quadro 7 - Transcrição.
Fonte: a autora (2021).
#PraCegoVer: Duas tabelas com o tema Transcrição (exemplo: cópia). A 
primeira é sobre Falante e a segunda sobre Ouvinte. Nas tabelas, na segunda 
linha: Motivação, Estímulo Ant., Resposta, Estímulo Conseq. Na terceira linha 
das tabelas, exemplos.
Intraverbal
De acordo com Barros (2003) esse o operante intraverbal se refere a nossa capacidade 
de conectar elementos de acordo com o que é esperado ou ensinado pela cultura. 
Nas palavras de Barros (2003): 
[...] intraverbalizar consiste em conectar elementos verbais de modo 
correspondente às conexões que a cultura particular ou o mundo físico 
fazem entre os elementos verbais e não verbais. O estabelecimento de 
conexão entre os tactos ‘xícara e ‘pires’ é intraverbal porque nossa cultura 
particular aproximou esses dois objetos (p. 78). 
― →
― →
11
Portanto, se refere a nossa capacidade de conectar uma resposta verbal (vocal 
ou escrita) a um estímulo antecedente (vocal ou escrito), sem que haja uma 
correspondência formal entre eles (SÉRIO et al., 2010). 
Trata-se de é um operante verbal bastante complexo, mantido por reforçamento 
social, e passível de envolver elementos múltiplos sequenciados, associados ou 
encadeados, correlacionados a temas, assuntos ou situações (BARROS, 2003). Segue 
abaixo uma citação de Skinner (1957) realizada por Sério et al. (2010) sobre possíveis 
exemplos desse operante verbal:
Quando um longo poema é recitado, frequentemente podemos explicar 
a maior parte do recitar apenas supondo que uma parte controla uma 
outra de uma maneira intraverbal. Se interrompermos o falante, o controle 
pode ser perdido; mas voltar ao início o restabelece, recriando o estímulo 
verbal adequado. O alfabeto é adquirido como uma série de respostas 
intraverbais, assim como contar, adicionar, multiplicar e reproduzir tabelas 
matemáticas em geral. A maior parte dos “fatos” da história são adquiridos 
e retidos como respostas intraverbais. Da mesma forma que ocorre com 
muitos dos fatos da ciência, embora freqüentemente haja aqui também 
respostas sob um outro tipo de controle [o controle envolvido no tato (p. 
147-148).
Autoclítico
Considerado um operante verbal secundário (pois sua existência depende da 
presença de outro operante verbal), o autoclítico tem como função alterar o efeito da 
informação apresentada pelo falante em relação ao ouvinte (SKINNER, 1957 citado 
por SÉRIO et al., 2010). 
12
Figura 3 - Determinantes e Complexidade Humana.
Fonte: autora, adaptada de Skinner (2021).
#PraCegoVer: A imagem um eixo correlacionando vários elementos humanos, 
indicando comportamentos diferenciados sob a influência de condições dis-
tintas, sejam positivas ou negativas (mudança de eixo).
Esse operante nos permite fornecer propriedades dinâmicas ao comportamento 
verbal, como quando dizemos que estamos “decididos” a fazer alguma coisa (nesse 
caso, nota-se um indicador de intensidade àquilo que se fala); ou quando uma pessoa 
diz que “viu” quatro gatos subindo no telhado (ou seja, está afirmando e afiançando 
um fato), que difere da resposta verbal “ouvi dizer” ou “falaram que” quatro gatos 
subiram ao telhado. 
Cabe salientar que, como qualquer comportamento, o comportamento verbal é 
multideterminado, ou seja, uma resposta verbal pode ficar sob o controle de múltiplas 
variáveis. Nessa direção, conhecer a concepção skinneriana de comportamento verbal 
é imprescindível para o desenvolvimento de intervenções clínicas e comportamentais, 
nas diferentes esferas sociais. 
13
Conclusão
Comportamento verbal
Comportamento operante mediado pelo outro. Seu primeiro efeito é sobre 
a comunidade verbal. Foi proposto e categorizado por Skinner em seu livro 
“Verbal Behavior”, publicado em 1957 (SKINNER, 1957).
Comportamento instrumental ou não-verbal
Comportamento que apresenta um efeito mecânico sobre o ambiente e, 
portanto, cujas consequências não são mediadas por outra pessoa.
Operantes verbais
Tato, mando, ecóico, textual, transcrição, intraverbal e autoclítico.
FONTE: PLATAFORMA DEDUCA (2021).
14
Referências
BARROS, Romariz da Silva. Uma introdução ao comportamento verbal. Revista 
Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, v. V, n. 1, 2003. Disponível em: 
http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rbtcc/v5n1/v5n1a08.pdf. Acesso em: 11 ago 2021. 
BAUM W. M. Compreender o behaviorismo comportamento cultura e evolução. Porto 
Alegre, RS: Editora Artmed, 2019.
SÉRIO, T. M. de A. P.; ANDERY, M. A.; GOIA, P. S.; MICHELETTO, N. Controle de estímulos 
e comportamento operante: uma (nova) introdução. 3ª ed. São Paulo, SP: Editora 
Educ, 2010. 
SKINNER, B. F. Verbal behavior. Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hal, 1957.
http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rbtcc/v5n1/v5n1a08.pdf

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