Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

PORTFÓLIO DE 
CONSULTORIA 
AMBIENTAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pablo de Sousa Pequeno 
 
Orientador: Tais Lacerda 
2 
 
INTRODUÇÃO 
 
Após uma pesquisa ambiental em São Gonçalo, foi constatado que a 
devastação de recursos naturais, produção excessiva de lixo e a falta de 
descarte e tratamento adequados estão causando um grande desequilíbrio 
ambiental. Essa situação não apenas coloca em risco a sobrevivência de 
espécies animais e vegetais, mas também a vida humana. O crescimento urbano 
desordenado transformou os rios em valões de esgoto e lixo. Em períodos de 
chuva, milhares de toneladas de lixo descem dos rios em direção à baía de 
Guanabara, o que tem afetado a pesca artesanal, balneabilidade das praias e 
provocado doenças nos pescadores e nas populações locais. De acordo com o 
relatório técnico produzido pelo Baía Viva, a Baía de Guanabara tem recebido 
cerca de 1 bilhão de litros de chorume não tratado por ano, o que equivale a cerca 
de 3 milhões de litros por dia. Além disso, há cerca de 500 milhões de litros de 
chorume estocados em lagoas ou tanques de estabilização em aterros sanitários 
da Região Metropolitana fluminense, o que vaza diretamente para as águas da 
baía e manguezais, prejudicando ainda mais o ecossistema. 
O afluente mais significativo do município, é o Rio Guaxindiba, com uma 
extensão de 29 quilômetros desde a nascente até a foz da Baía de Guanabara. 
O Rio Imboassú passa pelo centro da área urbana de São Gonçalo e foi retificado 
e canalizado em diversos trechos, tornando-se irreconhecível. O alerta sobre 
poluição e esgoto no Rio Imboassú é justificado, uma vez que ele desagua 
diretamente na Baía de Guanabara, contribuindo para sua poluição. O Rio 
Bomba, localizado na divisa do município de Niterói, nasce no Monte Castro e 
percorre uma área totalmente urbanizada antes de desaguar na Baía de 
Guanabara. Assim como o Rio Imboassú, o Rio Bomba é praticamente 
desconhecido. O Rio Aldeia nasce entre as serras da Tiririca e Itaitindiba e sua 
bacia hidrográfica encontra-se em uma área pouco urbanizada. Todos os rios do 
município são muito lamacentos e recebem grande quantidade de esgotos 
domésticos e industriais. A vegetação do município é composta por duas 
formações principais: formações pioneiras, que incluem áreas influenciadas pela 
maré (como manguezais), e áreas de vegetação secundária originalmente 
ocupadas pela Mata Atlântica. A predominância de manguezais caracteriza a 
região costeira da Baía de Guanabara, enquanto resquícios da Mata Atlântica 
3 
 
são visíveis em outras partes de São Gonçalo. A Mata Atlântica, que já teve 
grande diversidade vegetal e protegeu um grande número de espécies vegetais 
utilizadas para fins comerciais, é agora limitada a pequenas áreas no município. 
A importância da Mata Atlântica não está limitada à sua grande diversidade, pois 
os manguezais, um dos ecossistemas costeiros mais importantes do Brasil, 
dependem dela para sobreviver. Os rios que alimentam o sistema de irrigação do 
mangue nascem nas montanhas arborizadas, e essa vegetação domina as 
nascentes que desembocam no mar. As interdependências dos elementos da 
natureza são imensas, e a interação que prevalece no ambiente não deve ser 
menosprezada ou ignorada. Os problemas de impacto ambiental podem ser 
vistos como desmatamentos nas encostas, resultado da ocupação desenfreada 
que provoca deslizamentos, quedas de cercas e outros desastres. O cultivo 
deficiente é outro fator que contribui para a degradação desnecessária da 
vegetação. 
 
 
OBJETIVO 
 
Ohando de perto para a realidade ambiental de São Gonçalo, ficou 
bastante óbvio optar por investir em uma cooperativa de reciclagem. As 
cooperativas, além de coletarem materiais reaproveitáveis, colaboram com a 
sustentabilidade do planeta e do meio ambiente, pois possibilita o 
reaproveitamento de materiais recicláveis, reduzindo a extração de recursos e 
diminuindo a acumulação de lixo na região urbana e na Baía de 
Guanabara.Portanto, é essencial que haja mais cuidado e atenção com o meio 
ambiente. 
Abrir uma cooperativa de reciclagem em São Gonçalo trará inúmeras 
vantagens para o meio ambiente e para a população local. Entre elas, podemos 
citar: Prevenção de riscos para a saúde pública; Resíduos não destinados a 
lixões ou aterros sanitários; Não contaminação do solo, rios e ar, o que poderia 
prejudicar a saúde humana; Diminuição do impacto ambiental e vantagens 
econômicas, reduzindo gastos na limpeza urbana e no tratamento de doenças; 
Inclusão social através da oferta de emprego e renda para a população menos 
favorecida. São Gonçalo é uma cidade com mais de 1 milhão e 200 mil 
4 
 
habitantes e um dos maiores índices de desemprego, além de sofrer com o 
esvaziamento econômico causado pela falta de empresas, fábricas e indústrias 
para gerar emprego e renda para a população. A busca por iniciativas que 
possam desencadear o desenvolvimento local, práticas associativas e 
transformação vem ganhando força, e é necessário refletir sobre a realidade 
atual da cidade e repensar iniciativas de associar interesses comuns a partir da 
cooperação. Embora os desafios na implementação da logística reversa em São 
Gonçalo sejam enormes, há a oportunidade de construir uma economia circular 
em grande escala nos diversos setores empresariais, fortalecendo negócios 
existentes e fomentando novos negócios. 
 
 
JUSTIFICATIVA 
 
Uma cooperativa de reciclagem atende a diversos tipos de clientes e 
desempenha um papel crucial na gestão sustentável de resíduos. Em São 
Gonçalo, existem mais de 81 mil empresas, segundo levantamento feito pelo 
IBGE no último censo, além disso, beneficiará também a população em geral, e 
outras classes, como detalhado abaixo: 
 
1º População em Geral: As cooperativas coletam materiais recicláveis 
previamente separados pela população. Isso inclui latas, papel, plástico e vidro. 
A coleta seletiva é fundamental para o sucesso das cooperativas. 
 
2º Empresas e Indústrias: As cooperativas recebem materiais recicláveis 
de empresas e indústrias. Esses materiais são posteriormente separados, 
preparados e vendidos para reciclagem ou reprocessamento. 
 
3º Catadores de reciláveis: As cooperativas também trabalham em 
conjunto com catadores de lixo, muitos dos quais são moradores de rua. Esses 
catadores coletam materiais recicláveis e os entregam às cooperativas para 
processamento. 
 
4º Benefícios Socioambientais: Além de contribuir para a 
5 
 
sustentabilidade do planeta, as cooperativas permitem que materiais recicláveis 
sejam reutilizados nos processos produtivos das indústrias. Elas também geram 
emprego e renda para famílias que conduzem suas vidas a partir das receitas 
obtidas pela reciclagem. 
 
Em resumo, as cooperativas de reciclagem são essenciais para a redução 
do desperdício, a preservação do meio ambiente e o bem-estar da comunidade. 
 
 
METODOLOGIA: 
 
Prepare-se para um passeio emocionante pelo mundo da reciclagem! 
 
Depois que o lixo reciclável é colocado nos lugares certos ou recolhido 
pelos nossos incríveis agentes ambientais, ele é transportado para as esteiras 
de nossa cooperativa de reciclagem, onde o trabalho é feito com muito amor e 
dedicação. 
 
Nós separamos os diferentes tipos de materiais, incluindo plástico, vidro, 
papel colorido, papel branco, papelão, jornais e muito mais! 
 
Nós somos tão cuidadosos que até usamos equipamentos especiais para 
evitar acidentes. Depois de todo esse trabalho árduo, os sacos com cada tipo de 
material são compactados em uma máquina especial para facilitar o transporte. 
E o melhor de tudo, tudo isso é feito sem fins lucrativos! Todos os lucros são 
compartilhados igualmente entre nossos membros da cooperativa, com o 
objetivo de impactar positivamente a economia local e empregar cada vez mais 
pessoas. Mas isso não é tudo, a cereja do bolo é que os materiaisrecicláveis são 
transformados em matéria-prima e reinseridos no ciclo produtivo, contribuindo 
para uma economia circular mais sustentável! 
 
Basicamente, o funcionamento de nossa cooperativa está dividido em 4 
grandes operações: 
 
6 
 
Coleta: 
 
Os cooperados são os heróis desta história, pois são eles que saem por 
aí catando os materiais recicláveis previamente separados pelas empresas, 
como plástico, papel, alumínio e vidro. Todo esse material é transportado para 
uma central, onde começa a grande mágica. 
 
 
Triagem: 
 
Aqui é a hora da verdade, a triagem! Os materiais são separados, cada 
um em seu cantinho, prontos para seguir para a próxima etapa. 
 
 
Prensa: 
 
E aí vem o momento de dar aquela esmagada poderosa. A prensagem é 
essencial para reduzir o volume dos materiais e tornar o transporte mais fácil e 
eficiente. 
 
 
Venda: 
 
Por fim, depois de todo esse trabalho incrível, o material é vendido para 
empresas de reciclagem ou indústrias que o transformarão em um novo produto, 
pronto para voltar à vida útil. É assim que fazemos a diferença! 
 
 
Nossa estrutura física contará com o seguinte espaço: 
 
a) 1.000m² para reciclagem de papel ondulado ou de escritório; 
b) 1.500m² para reciclagem de plástico filme e pet; 
c) 700m² para reciclagem de pneus. 
7 
 
Divisão de áreas: 
 
Produção: 
 
a. Área para recepção do material para reciclagem; 
b. Área de seleção; 
c. Área destinada para a armazenagem de material para 
encaminhamento à linha de reciclagem/transformação; 
d. Área para máquinas e processamento; 
e. Área para estoques; 
f. Área reservada aos resíduos não passíveis de reciclagem; 
g. Área externa para manobra de entrada e saída de caminhões; 
h. Plataforma de carga e descarga. 
 
 
Comercial /Administrativo Financeiro: 
 
a. Espaço com 40m², estruturado com mesas, cadeiras, telefones, 
computadores. 
b. Recepção para de clientes e fornecedores; 
 
 
Descanso e Refeitório para funcionários: 
 
a. Cozinha equipada e adequada ao volume de funcionários; 
b. Refeitório, com mesas, cadeiras e utensílios; 
c. Área de lazer e descanso. 
 
 
 
 
 
8 
 
Equipamentos: 
 
Serão diversos os equipamentos de reciclagem, entre eles, uma lavadora, 
moinho, tanque separador, aglutinador, secadora, granulador e máquina 
extrusora. Esse é o maquinário considerado básico para iniciar os processos. 
Mas, claro que, junto deles, também há acessórios importantes no setor. Eles 
incluem carrinhos de carregamento, balança e prensas para modelar o plástico, 
por exemplo. 
Na medida em que a empresa evoluir, outros equipamentos serão 
adquiridos. Um bom exemplo de máquina complementar são as esteiras com 
imãs, que separam materiais metálicos do resíduo plástico. Claro que, como 
esse é o esquema geral para a reciclagem de plástico, as máquinas podem 
mudar conforme formos trabalhar com outros materiais. Para o papel, há a 
calandra, a corrugadeira, a seladora e a guilhotina. Já os pneus exigem 
autoclaves, trituradores e peneiras, por exemplo. 
Em todos esses casos, outros equipamentos para nossa empresa de 
reciclagem também considerado essenciais são os caminhões. Afinal, eles 
garantem um transporte seguro, capaz de preservar o material e de evitar perdas 
durante a logística. 
 
 
Profissionais: 
 
Nossa empresa de reciclagem, contará com a contratação dos seguintes 
profissionais: 
 
 
Administrador e Técnico responsável (Gestor ambiental) 
 
– Ter capacidade para lidar com imprevistos; 
– Reconhecer e definir problemas; 
– Atuar preventivamente; 
– Ter raciocínio lógico, crítico e analítico; 
9 
 
– Ter formação em gestão ou engenharia ambiental; 
– Possuir habilidade de relacionamentos; 
– Possuir habilidade para negociar; 
– Ser Proativo; 
– Possuir inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos; 
– Possuir disciplina. 
 
 
Encarregado de produção 
 
– Conhecer as normas específicas de prevenção de acidentes; 
– Agir preventivamente; 
– Conhecer e sabe utilizar as máquinas e instrumentos de 
marcenaria; 
– Possuir inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos; 
– Ser disciplinado; 
– Possuir iniciativa e cooperação; 
– Ser capaz de trabalhar em equipe; 
– Ter capacidade de liderança; 
– Possuir foco em resultados. 
 
 
Operador de máquina 
 
– Conhecer e saber utilizar as máquinas e instrumentos de 
reciclagem; 
– Respeitar as normas de segurança; 
– Possuir inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos; 
– Ser disciplinado; 
– Possuir iniciativa e cooperação; 
10 
 
– Ser capaz de trabalhar em equipe; 
– Possuir foco em resultados. 
 
 
Auxiliar de produção 
 
– Respeitar as normas de segurança; 
– Possuir capacidade de planejamento e organização; 
– Possuir inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos; 
– Possuir iniciativa e cooperação; 
– Ter capacidade de trabalhar em equipe; 
– Possuir foco em resultados. 
 
 
Motorista 
 
– Possuir atitude positiva em relação ao ato de dirigir automóvel; 
– Possuir atitude positiva em relação ao cumprimento da legislação 
de trânsito; 
– Possuir atitude positiva em relação à segurança no trânsito; 
– Possuir conhecimento da legislação de trânsito; 
– Possuir conhecimento de direção defensiva; 
– Possuir grande habilidade na condução de automóveis; 
– Manter bom relacionamento interpessoal; 
– Manter asseio pessoal; 
– Demonstrar flexibilidade; 
– Zelar pelo bom estado das encomendas transportadas; 
– Possuir força física (para carregar e descarregar o caminhão) 
– Evidenciar ética profissional; 
– Possuir inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos; 
11 
 
– Ser disciplinado; 
– Possuir capacidade de planejamento e organização; 
– Possuir iniciativa e cooperação; 
– Ser capaz de trabalhar em equipe 
 
 
Ajudante de carga e descarga 
 
– Possuir capacidade de organização; 
– Possuir iniciativa e cooperação; 
– Ser capaz de trabalhar em equipe; 
– Possuir força física; 
– Possuir inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos; 
– Respeitar as normas de segurança; 
– Ser disciplinado. 
 
 
Vigia 
 
– Efetuar controle de portaria e recepção de visitantes, orientando-
os de acordo com suas necessidades; 
– Manter a segurança de áreas de trabalho, orientando funcionários 
e eventuais visitantes quanto às normas de segurança interna, contribuindo para 
a manutenção da ordem e organização; 
– Prestar atendimento cordial e diferenciado, mantendo postura 
profissional; 
– Possuir inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos; 
– Ser disciplinado. 
 
 
 
12 
 
Representante Comercial 
 
– Conhecer as características do produto; 
– Ter uma ampla rede de relacionamentos; 
– Ser simpático e empático; 
– Saber ouvir; 
– Possuir habilidade de negociação; 
– Possuir capacidade de organização; 
– Ser disciplinado; 
– Possuir inteligência emocional para lidar com possíveis conflitos 
 
Os funcionários responsáveis pela reciclagem serão ser orientados 
quanto ao uso de Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s. O controle sobre 
o uso desses equipamentos deve ser rígido, de forma a prevenir acidentes. Os 
níveis salariais básicos serão definidos pelos sindicatos de nossa região e 
categoria, a partir daí manteremos políticas que remunerem adequadamente os 
empregados, considerando-se os níveis de competências pessoais. 
 
 
CUSTOS DO PROJETO/NEGÓCIO 
 
 
Análise quanto aos custos da infraestrutura 
 
A implementação eficiente de nossa cooperativa de reciclagem envolve 
uma série de etapas, incluindo coleta, triagem, processamento, estocagem e 
comercialização. Cada uma dessas etapas requer um conjunto específico de 
fatores e condições mínimas para garantir um desempenho eficiente. Para 
determinar os investimentos necessários em cada etapa, é necessário levar em 
conta as particularidades de cada situação. A construção de galpões pararecebimento, triagem, processamento e estocagem dos materiais recicláveis é 
essencial para garantir as condições ideais de trabalho. Além disso, é importante 
13 
 
que a área física disponha de um escritório, uma sala de treinamento, cozinha 
equipada, vestiários, banheiros e outros recursos importantes. Além dos 
investimentos em infraestrutura física, os custos com equipamentos e 
maquinários adequados para a realização das atividades de coleta, triagem e 
processamento dos materiais recicláveis devem ser considerados. É 
fundamental que esses equipamentos sejam modernos e eficientes, garantindo a 
qualidade do trabalho realizado pelos cooperados. Outro fator importante a ser 
considerado são os custos com pessoal. É necessário contratar profissionais 
capacitados para a realização das atividades de coordenação, triagem, 
processamento e vendas dos materiais recicláveis. Além disso, é preciso garantir 
a capacitação e treinamento dos cooperados para que possam desempenhar 
suas funções com eficiência e segurança. Por fim, é importante levar em 
consideração os custos com transporte, já que a coleta dos materiais recicláveis 
deve ser realizada de forma regular e eficiente. Para isso, é necessário ter à 
disposição veículos adequados e em bom estado de conservação, além de um 
‘planejamento logístico eficiente para garantir a coleta dos materiais em todas as 
regiões atendidas pela cooperativa. 
 
 
De forma resumida, essas são as funcionalidade de alguns de nossos 
equipamentos 
 
 
14 
 
Moinho 
 
Composta por lâminas fixas e rotativas, esta máquina corta e tritura o 
plástico e o transforma em flocos de aproximadamente 1 cm. Os moinhos podem 
ser de baixa, média e alta rotação dependendo do volume que se deseja 
processar, sendo mais comum o de baixa rotação. Mecanismos de resfriamento 
podem ser necessários em moinhos de alta rotação. 
 
 
Lavadora 
 
Equipamento em formato cilíndrico composto por um cesto com orifícios 
cuja função é injetar água no material moído e centrifugá-lo para que eventuais 
impurezas e sujidades (resíduos de poeira ou material orgânico) sejam retiradas 
e otimizem a fase seguinte. 
 
 
Tanque separador 
 
A função deste equipamento é separar os polímeros pela densidade, ou 
seja, cada tipo de plástico possui uma densidade específica medida em g/cm³ e 
vai flutuar ou decantar em função do líquido adicionado ao tanque, que pode ser 
água ou outra solução (como álcool ou sal). Em formato retangular este tanque 
possui palhetas que movimentam o material para a fase seguinte 
 
. 
GUIA DE DENSIDADE DE 
POLÍMEROS 
 
DENSIDADE (g/cm³) 
 
Poli(tereftalato de etileno) - PET 
 
1,29 - 1,40 
15 
 
 
 
 
 
Secadora 
 
Equipamento em formato cilíndrico muito semelhante à lavadora, cuja 
função é retirar ao máximo a umidade adquirida na fase anterior. Isto só é 
possível devido às pás que espremem o material molhado. Alguns modelos 
também utilizam ventiladores e circulação de ar quente. 
 
 
 
GUIA DE DENSIDADE DE 
POLÍMEROS 
 
DENSIDADE (g/cm³) 
Poli(etileno) de alta densidade - 
PEAD 
 
0,952 - 0,965 
Poli(cloreto de vinila) - PVC 
(rígido) 
 
1,30 - 1,58 
Poli(cloreto de vinila) - PVC 
(flexível) 
 
1,16 - 1,35 
 
Poli(etileno) de baixa densidade 
 
0,917 - 0,940 
 
 
Polipropileno - PP 
 
0,900 - 0,910 
 
Poliestireno - PS (sólido) 
 
1,04 - 1,05 
 
Poliestireno - PS (espuma) 
 
Menor que 1,00 
16 
 
Aglutinador 
 
Como o próprio nome diz, este equipamento compacta e pré-aquece o 
material, aglutinando-o para a fase seguinte. Isto ocorre devido à máquina dispor 
de lâminas giratórias em um eixo vertical central e lâminas fixas nas paredes que 
cisalham e aquecem o plástico pelo atrito. O resultado final são flocos com 
umidade e volume bastante reduzidos. 
 
 
Extrusora 
 
A função da extrusora é aquecer o material para que ocorra ao mesmo 
tempo a fusão e a modelagem do plástico. Isso se dá devido ao mecanismo de 
roscas sem fim com sulcos que transportam e também comprimem os polímeros 
contra o cilindro aquecido por resistência elétrica resultando em uma massa 
homogênea. Ao final do cilindro essa massa é forçada contra uma matriz com 
orifícios formando assim os filamentos (com aspecto semelhante ao espaguete), 
que são resfriados em líquido e enviados para a fase seguinte. 
De forma mais simples, o material plástico livre de umidade é derretido e 
forçado à passagem por meio de um orifício na máquina. Então, é resfriado em 
um tanque com água e recomposto como um fio. “Como um macarrão de 
plástico”, compara Tenório. 
 
 
Granulador 
 
Na linguagem simples, transforma os fios de plástico da extrusora em 
grãos novamente (granulação de plástico). Como explica Diogo, por meio de 
controles muito sensíveis, este equipamento corta os filamentos plásticos 
visando obter uma granulometria uniforme. Os grãos serão utilizados como 
matéria-prima para novos produtos plásticos. 
 
 
 
17 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Além do maquinário para montar uma linha de reciclagem de plástico, 
teremos maquinários para reciclagem de outros tipos de materiais, porém, todos 
dentro de um layout otimizado para respeitar o processo produtivo. A primeira 
fase, por ter baixo nível de automação, necessita de um espaço maior que 
ofereça circulação aos colaboradores e facilite a separação manual dos 
materiais. Já na segunda fase, que é totalmente automatizada, o maquinário 
deve seguir a ordem de cada etapa do processo, facilitando a produção. 
 
 
Planilha de custos para a implementação da Cooperativa de Reciclagem: 
 
Nota: Até o presente momento, não foram levantados todas as estimativas 
de custo dos maquinários necessários, porém todos equipamentos e 
demais materiais orçados até o presente momento, contam com 04 
orçamentos. 
 
 
18 
 
A) INVESTIMENTOS EM INFRA-ESTRUTURA FÍSICA: 
 
• Galpão - G1 (20m X 20m); 
• Cobertura lateral para carregamento de fardos (9m X 6m); 
• Galpão - G2 (20m X 20m); 
• Sala para reuniões/assembléias/treinamento/computação (5m x 10m); 
• Cozinha, Vestiários e Banheiros; 
• Quantidade média de 160 cooperados por unidade, a fim de garantir a 
eficiência no gerenciamento da unidade e fazer uso das economias de 
escala e capacitação para a obtenção de elevadas eficiências físicas, 
econômicas e de mercado; 
• Capacidade de triagem e armazenamento de aproximadamente 
• 300 ton/mês; 
 
 
B) INVESTIMENTOS EM EQUIPAMENTOS 
 
• Equipamentos para acondicionamento: Big-Bags: 160 unidades; 
Contêineres plásticos e metálicos: 10 unidades; 
• Equipamentos de Proteção Individual: Conjuntos de proteção individual: 
160 unidades; Componentes: Luvas; Uniformes; Calçados; Protetores 
auriculares; Óculos; Capacetes; Avental; Máscaras. 
• Equipamentos para Triagem e Enfardamento: Prensa: 1 unidade; 
Armazenamento e Estocagem: 
• Empilhadeira: 1 unidade; 
• Transporte Externo dos Materiais Recicláveis: Carrinhos de tração 
humana: 40 unidades; Caminhão baú: 1 unidade; 
• Equipamento de Cozinha: 2 Conjuntos de Utensílios para Cozinha; 20 
Jogos de talheres; 2 Jogos de panelas; 30 Conjuntos de Copos; 2 
Bebedouros com Garrafão; 1 Cozinha Compacta; 50 Mesas; 100 
Cadeiras; 1 Freezer; 1 Refrigerador; 1 Fogão industrial. 
• Vestiário e Banheiro: 15 armários de vestiário e banheiro; 
• Equipamento de Escritório: 1 Arquivo; 1 Armário; 1 Gaveteiro; 1 Mesa de 
19 
 
Secretária; 4 Caixas de Papel; 1 Cadeira Giratória; 1 Aparelho de Fax; 2 
Cadeiras Fixas de Secretária; 2 Computadores; 2 Impressoras; 2 
Cartuchos; 2 No-Breaks; 2 Telefones; 4 Ventiladores. 
 
 
C) ASSISTÊNCIA TÉCNICA 
 
Um ano de Serviços de Assistência técnica: 
 
 
 
DESCRIÇÃO ORÇAMENTO 1 ORÇAMENTO 2 ORÇAMENTO 3 ORÇAMENTO 4 
ESTRUTURA FÍSICA R$ 182.819,52 R$ 355.580,32 R$ 413.078,08 R$ 413.078,08 
Galpão - G1 
20m) 
(20m X 
 
R$ 148.032,00 
 
 
R$ 148.032,00 
 
 
R$ 148.032,00R$ 148.032,00 
Cobertura lateral para 
carregamento de fardos 
(G1) (9m X 6m) 
 
 
R$ 19.984,32 
 
 
R$ 19.984,32 
 
 
R$ 19.984,32 
 
 
R$ 19.984,32 
Galpão - G2 (10m 
15m) X R$ - R$ 148.032,00 R$ 148.032,00 R$ 148.032,00 
 
Cobertura lateral para 
descarregamento (G2) 
(10m X 4m) 
 
 
R$ 14.803,20 
 
 
R$ 
 
 
- 
 
 
R$ 14.803,20 
 
 
R$ 14.803,20 
Escritório (3m X 5m) R$ - R$ - R$ 11.859,60 R$ 11.859,60 
Estrutura Auxiliar 
(13m X 3m) 
 
R$ 
 
- 
 
R$ 
 
- 
 
R$ 30.834,96 
 
R$ 30.834,96 
20 
 
DESCRIÇÃO ORÇAMENTO 1 ORÇAMENTO 2 ORÇAMENTO 3 ORÇAMENTO 4 
MÁQUINAS E 
EQUIPAMENTOS 
 
R$ 240.226,45 
 
R$ 218.151,45 
 
R$ 220.221,45 
 
R$ 311.611,45 
Acondicionamento R$ 4.075,00 R$ 4.160,00 R$ 4.670,00 R$ 4.500,00 
Big - Bags R$ 1.275,00 R$ 1.360,00 R$ 1.870,00 R$ 1.700,00 
Conteiners Plásticos R$ 2.800,00 R$ 2.800,00 R$ 2.800,00 R$ 2.800,00 
Proteção R$ 14.000,00 R$ 14.000,00 R$ 14.000,00 R$ 17.500,00 
Luvas R$ 880,00 R$ 880,00 R$ 880,00 R$ 1.100,00 
Uniformes R$ 5.120,00 R$ 5.120,00 R$ 5.120,00 R$ 6.400,00 
Calçados R$ 4.080,00 R$ 4.080,00 R$ 4.080,00 R$ 5.100,00 
Protetor auricular R$ 560,00 R$ 560,00 R$ 560,00 R$ 700,00 
Mascaras R$ 160,00 R$ 160,00 R$ 160,00 R$ 200,00 
Óculos R$ 1.120,00 R$ 1.120,00 R$ 1.120,00 R$ 1.400,00 
Capacetes R$ 2.080,00 R$ 2.080,00 R$ 2.080,00 R$ 2.600,00 
 
Triagem e Enfardamento 
de Materiais recicláveis 
 
 
R$ 42.760,00 
 
 
R$ 20.600,00 
 
 
R$ 22.160,00 
 
 
R$ 80.220,00 
Prensas para enfardar 
e similares 
 
R$ 41.200,00 
 
R$ 20.600,00 
 
R$ 20.600,00 
 
R$ 41.200,00 
Esteiras R$ - R$ - R$ - R$ 35.900,00 
Balança R$ 1.560,00 R$ - R$ 1.560,00 R$ 3.120,00 
 
Armazenamento e Estocagem 
 
R$ 28.208,00 
 
R$ 28.208,00 
 
R$ 28.208,00 
 
R$ 28.208,00 
Empilhadeira R$ 28.208,00 R$ 28.208,00 R$ 28.208,00 R$ 28.208,00 
Carrinhos plataforma R$ - R$ - R$ - R$ - 
Transporte R$ 125.000,00 R$ 125.000,00 R$ 125.000,00 R$ 155.000,00 
Carrinhos de catador R$ 30.000,00 R$ 30.000,00 R$ 30.000,00 R$ 60.000,00 
Caminhão R$ 95.000,00 R$ 95.000,00 R$ 95.000,00 R$ 95.000,00 
Cozinha R$ 12.523,45 R$ 12.523,45 R$ 12.523,45 R$ 12.523,45 
Utensílios Diversos R$ 49,80 R$ 49,80 R$ 49,80 R$ 49,80 
Jogo de talheres R$ 738,00 R$ 738,00 R$ 738,00 R$ 738,00 
Jogo panelas R$ 598,00 R$ 598,00 R$ 598,00 R$ 598,00 
Copo R$ 447,00 R$ 447,00 R$ 447,00 R$ 447,00 
Bebedouro R$ 49,80 R$ 49,80 R$ 49,80 R$ 49,80 
Cozinha compacta R$ 688,85 R$ 688,85 R$ 688,85 R$ 688,85 
Mesas R$ 2.745,00 R$ 2.745,00 R$ 2.745,00 R$ 2.745,00 
Cadeiras R$ 3.490,00 R$ 3.490,00 R$ 3.490,00 R$ 3.490,00 
21 
 
 
 
Análise quanto aos custos de equipe 
 
O capital humano de uma empresa tem importância fundamental, para 
que esta alcance os resultados que almeja, em seu mercado de atuação. e em 
nossa cooperativa de reciclagem não é diferente, Se houver preparação por parte 
de nossos profissionais 
, a produtividade de reciclagem será satisfatória. Além disso, investir na 
capacitação dos colaboradores é essencial para manter a qualidade dos serviços 
prestados. Na área da reciclagem, é fundamental que os profissionais estejam 
atualizados quanto às técnicas e normas de segurança, visando não só a 
DESCRIÇÃO ORÇAMENTO 1 ORÇAMENTO 2 ORÇAMENTO 3 ORÇAMENTO 4 
Vestiário R$ 7.200,00 R$ 7.200,00 R$ 7.200,00 R$ 7.200,00 
Armários R$ 7.200,00 R$ 7.200,00 R$ 7.200,00 R$ 7.200,00 
Escritório/Recepção R$ 6.460,00 R$ 6.460,00 R$ 6.460,00 R$ 6.460,00 
Arquivo R$ 275,00 R$ 275,00 R$ 275,00 R$ 275,00 
Armário R$ 320,00 R$ 320,00 R$ 320,00 R$ 320,00 
Gaveteiro R$ 160,00 R$ 160,00 R$ 160,00 R$ 160,00 
Mesa R$ 255,00 R$ 255,00 R$ 255,00 R$ 255,00 
Papel R$ 55,60 R$ 55,60 R$ 55,60 R$ 55,60 
Cadeira R$ 165,00 R$ 165,00 R$ 165,00 R$ 165,00 
Fax R$ 469,00 R$ 469,00 R$ 469,00 R$ 469,00 
Cadeira visita R$ 88,00 R$ 88,00 R$ 88,00 R$ 88,00 
Computador R$ 3.180,00 R$ 3.180,00 R$ 3.180,00 R$ 3.180,00 
Impressora R$ 498,00 R$ 498,00 R$ 498,00 R$ 498,00 
Cartuchos R$ 259,20 R$ 259,20 R$ 259,20 R$ 259,20 
No-Break R$ 279,80 R$ 279,80 R$ 279,80 R$ 279,80 
Telefone R$ 55,80 R$ 55,80 R$ 55,80 R$ 55,80 
Ventilador R$ 399,60 R$ 399,60 R$ 399,60 R$ 399,60 
ASSISTÊNCIA TÉCNICA R$ 72.000,00 R$ 72.000,00 R$ 72.000,00 R$ 72.000,00 
Incubação e 
capacitação 
 
R$ 72.000,00 
 
R$ 72.000,00 
 
R$ 72.000,00 
 
R$ 
 
72.000,00 
TOTAL GERAL DA UNIDADE 
 
R$ 495.045,97 
 
R$ 645.731,77 
 
R$ 705.299,53 
 
R$ 796.689,53 
22 
 
eficiência na produção, mas também a preservação do meio ambiente e a saúde 
dos trabalhadores. Nossa cooperativa busca constantemente incentivar a 
formação e o desenvolvimento de nossos colaboradores, por meio de 
treinamentos, palestras e cursos. Acreditamos que um time bem preparado e 
motivado é capaz de alcançar grandes resultados e contribuir para um mundo 
mais sustentável. 
 
 
 
Nota: Entrou nesta planilha somente a remuneração fixa, porém, este valor 
poderá ter variações com o acrescento de insalubridade e periculosidade, 
quando necessário, entre outros acréscimos ou descontos que poderão 
surgir ao decorrer do tempo 
 
 
NECESSIDADES LEGAIS 
 
A quantidade de resíduos gerados pelas atividades humanas já é um 
problema global e afeta principalmente a vida marinha. Uma das soluções mais 
 UN Profissional Número de horas 
 de atuação 
 Valor /hora Valor final 
 01 Gestor Ambiental 40 horas R$ 31,25 R$5.000,00 
 03 Operadores de 
Máquinas 
 40 horas R$ 12,50 R$6.000,00 
 
 03 Motoristas 40 horas R$ 12,50 R$6.000,00 
 
 160 Aux. de produção 
 
40 
horas 
R$ 8,25 R$211.200,00 
 
 06 Aj. de carga e 
descarga 
40 
horas 
R$ 8,25 R$7.920,00 
 
 03 Vigia 40 
horas 
R$ 12,50 R$6.000,00 
 
 Valor total: R$ 242.120,00 
23 
 
eficazes para esse desafio é a prática da reciclagem. Alguns materiais levam 
centenas de anos para se decompor, por isso, é essencial conscientizar sobre o 
consumo, utilização, reutilização e descarte apropriado para construir uma 
sociedade sustentável. Embora as políticas públicas desempenhem um papel 
crucial, cada pessoa pode contribuir para a mudança de hábitos. Atitudes como 
o descarte adequado de resíduos e o apoio a cooperativas de reciclagem são 
ações que todos podem realizar em suas comunidades. 
Nos últimos anos, houve uma mudança significativa no padrão de 
consumo global, com o aumento da produção de embalagens e produtos 
descartáveis feitos de combustíveis fósseis, como plástico. Isso resultou em um 
aumento na geração de resíduos. Atualmente, estamos testemunhando os 
impactos do consumo excessivo desses produtos e sua forma inadequada de 
descarte, afetando diretamente a saúde e o meio ambiente. Alguns materiais 
comuns do dia a dia levam séculos para se decompor na natureza, como plástico 
e vidro. Para mitigar esses efeitos, a reciclagem desses resíduos é essencial. 
 
 
Legislações e Normas sobre Cooperativas de Reciclagem 
 
As cooperativas de reciclagem desempenham um papel crucial na gestão 
sustentável de resíduos sólidos. No Brasil, existem regulamentações específicas 
que visam apoiar e fortalecer essas cooperativas. Aqui estão algumas 
informações relevantes: 
 
LEGISLAÇÃO FEDERAL: 
 
A principal norma no âmbito da União é a Lei Federal 12.305 de 2010 que 
instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), estabelecendo 
parâmetros para todo o território nacional, sendo considerada um marco 
regulatório na área dos resíduos sólidos. A Lei Federal 12.305 de 2010 dispôs 
também sobre princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as diretrizes 
relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos 
os perigosos, às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos 
instrumentos econômicos aplicáveis. 
24 
 
Também devem observar as diretrizes da PNRS pessoas físicas ou 
jurídicas, de direito público ou privado, responsáveis, direta ou indiretamente,pela geração de resíduos sólidos e as que desenvolvam ações relacionadas à 
gestão integrada ou ao gerenciamento de resíduos sólidos. A mencionada norma 
federal foi regulamentada por meio do Decreto Federal n. 7.404, de 23 de 
dezembro de 2010, que criou também o Comitê Interministerial da Política 
Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos 
Sistemas de Logística Reversa. 
O Decreto Federal que estabelece normas para execução da Política 
Nacional de Resíduos Sólidos dispõe sobre a integração da Política Nacional de 
Resíduos Sólidos e a Política Nacional do Meio Ambiente e sua articulação com 
as diretrizes nacionais de saneamento básico e com a Política Federal de 
Saneamento Básico, e, ainda, com a Política Nacional de Educação Ambiental. 
 
 
Outras leis federais importantes 
 
Lei Federal Nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007 
 
Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico; altera as Leis 
nos 6.766, de 19 de dezembro de 1979, 8.036, de 11 de maio de 1990, 8.666, 
de 21 de junho de 1993, 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; revoga a Lei no 
6.528, de 11 de maio de 1978; e dá outras providências. 
 
Lei nº 6.938/81 – sobre a Política Nacional do Meio Ambiente 
 
A Lei Federal 6.938/81, regulamentada pelo Decreto 99.274/90, define a 
política nacional do meio ambiente e regula a estrutura administrativa de 
proteção e de planejamento ambiental – o Sistema Nacional do Meio Ambiente 
(SISNAMA). 
 
 
 
 
http://www.lixo.com.br/documentos/11445-07_saneamento_basico.pdf
http://www.mma.gov.br/estruturas/sqa_pnla/_arquivos/46_10112008050406.pdf
25 
 
CBO – Classificação Brasileira de Ocupações 
 
Catador de Material Reciclável é profissão reconhecida pelo Ministério do 
Trabalho e Emprego. 
 
LEI Nº 11.107, DE 6 DE ABRIL DE 2005 
 
Dispõe sobre normas gerais de contratação de consórcios públicos e dá 
outras providências. 
 
LEI No 9.966, DE 28 DE ABRIL DE 2000 
 
Dispõe sobre a prevenção, o controle e a fiscalização da poluição causada 
por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas 
sob jurisdição nacional e dá outras providências. 
LEI NO 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999 
 
Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de 
Educação Ambiental e dá outras providências. 
 
DECRETO FEDERAL 5.940 DE 25 DE OUTUBRO DE 2006 
 
Institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e 
entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e 
a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais 
recicláveis. 
 
LEI NO 9.974, DE 6 DE JUNHO DE 2000 
 
Altera a Lei no 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pesquisa, 
a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o 
armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a 
importação, a exportação, o destino dos resíduos e embalagens, o registro, a 
http://www.lixo.com.br/documentos/cbo_reconhecimento_da_profissao_de_catador.pdf
http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2011.107-2005?OpenDocument
http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%209.966-2000?OpenDocument
http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%209.795-1999?OpenDocument
http://www.lixo.com.br/documentos/decreto5940_2006.pdf
http://www.lixo.com.br/documentos/decreto5940_2006.pdf
http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%209.974-2000?OpenDocument
26 
 
classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus 
componentes e afins, e dá outras providências. 
 
 
LEGISLAÇÃO ESTADUAL: 
 
LEI Nº 9.046, DE 07 DE OUTUBRO DE 2020 
 
Altera a Lei nº 4.191, de 30 de setembro de 2003, que dispõe sobre a 
política estadual de resíduos sólidos e dá outras providências. Governador do 
estado do rio de janeiro. 
 
LEI Nº 9376/2021 
 
Essa lei cria o Programa Estadual de Incentivo aos Serviços Ambientais 
de Reciclagem (PSAR). O PSAR tem como objetivo apoiar empreendimento 
econômico-solidários formados por catadores e catadoras de materiais 
recicláveis, em cumprimento à Política Estadual de Resíduos Sólidos. Ele busca 
economizar recursos naturais, reduzir impactos ambientais, criar empregos e 
melhorar a eficiência dos empreendimentos dos catadores. 
 
LEI Nº 4191, DE 30 DE SETEMBRO DE 2003 
 
Estabelece princípios, procedimentos, normas e critérios referentes à 
geração, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e 
destinação final dos resíduos sólidos no Estado do Rio de Janeiro, visando 
controle da poluição, da contaminação e a minimização de seus impactos 
ambientais. 
 
LEI ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO Nº 3755 (LAPROVITA), DE 07 DE 
JANEIRO DE 2002. 
 
Autoriza o poder executivo a financiar a formação de cooperativas com a 
finalidade que menciona. 
http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/CONTLEI.NSF/b24a2da5a077847c032564f4005d4bf2/cf0ea9e43f8af64e83256db300647e83?OpenDocument
http://www.coletaseletivasolidaria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/leilaprovita.pdf
http://www.coletaseletivasolidaria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/leilaprovita.pdf
27 
 
LEI Nº 3369 DE 07 DE JANEIRO DE 2000 DO RIO DE JANEIRO. 
 
Estabelece normas para a destinação final de garrafas plásticas e dá 
outras providências. 
 
DECRETO ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO 40.645 DE 08 DE MARÇO DE 
2007 
 
Institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e 
entidades da administração pública estadual direta e indireta, na fonte geradora, 
e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais 
recicláveis, e dá outras providências. 
 
DECRETO N° 41.318 DE 26 DE MAIO DE 2008 
 
Dispõe sobre o mecanismo de compensação energética de térmicas a 
combustíveis fósseis a serem instalados no estado do Rio de Janeiro e dá outras 
providências. 
 
DECRETO Nº 31.819, DE 09 DE SETEMBRO DE 2002. 
 
Regulamenta a Lei nº 3369 de 07 de janeiro de 2000, que estabelece 
normas para a destinação final de garrafas plásticas. 
 
 RESOLUÇÃO CONEMA Nº 55, de 13 DE DEZEMBRO DE 2013 
 
Estabelece procedimento de diferenciação mínima de cores para a coleta 
seletiva simples de resíduos sólidos urbanos e de resíduos de estabelecimentos 
comerciais e prestadores de serviços, a ser adotado na identificação de coletores 
e veículos transportadores, para a separação de resíduos no estado do rio de 
janeiro. 
 
 
 
http://www.coletaseletivasolidaria.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Lei%203369.pdf
http://www.coletaseletivasolidaria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/decreto40645_2007_coleta_seletiva_rj.pdf
http://www.coletaseletivasolidaria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/decreto40645_2007_coleta_seletiva_rj.pdf
http://www.cetesb.sp.gov.br/userfiles/file/mudancasclimaticas/proclima/file/legislacao/estadual/rio_de_janeiro/decreto/decreto_41318_maio_2008_rj.pdf
28 
 
RESOLUÇÃO CONEMA Nº 56 DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013 
 
Estabelece critérios para a inexigibilidade de licenciamento ambiental 
para associações e cooperativas de catadores para atividade de recebimento, 
prensagem, enfardamento e armazenamento temporário de resíduos sólidos 
recicláveis não perigosos, inertes, oriundos de coleta seletiva. 
 
 
LEGISLAÇÃO MUNICIPAL 
 
LEI 715/2017 
 
Estabelece as diretrizes para o credenciamento de pessoas jurídicas que 
prestam ou que desejam prestar serviços de coleta e remoção de resíduos 
sólidos especiais no município de são gonçalo, e dá outras providências. 
LEI Nº 16/2001 
 
Dispõe sobre a política ambiental do município de são gonçalo. 
 
LEI N°1150/2020 
 
Cria o Programa Reciclarte na Rede Municipal de Educação. O objetivo 
consiste em oferecer oficinas de artesanatos, com material reciclável, para os 
alunos matriculados do 5º ao 8º ano do Ensino Fundamental. 
 
LEI COMPLEMENTAR Nº 32/2018Dispõe sobre o uso e a ocupação do solo urbano do município de são 
gonçalo, revogando as leis nº 315/2010, nº 316/2010, as leis complementares nº 
7/2010, nº 11/2011, nº 16/2011, nº 19/2011, nº 2/2012, nº 020/2012, os decretos 
nº 001/2012, nº 305/2012, nº 158/2015 e as disposições em contrário, e dá outras 
providências. 
 
 
29 
 
Vantagens das cooperativas para sociedade em geral 
 
As cooperativas contribuem para economia local, pela geração de renda 
para os cooperados e para os empregos diretos e indiretos gerados pela compra 
de produtos e utilização de serviços. 
No âmbito ambiental, as cooperativas de coleta e reciclagem de resíduos 
reduzem todos os impactos ambientais negativos vinculados à má destinação 
dos resíduos sólidos. 
As cooperativas contribuem para extensão do ciclo de vida produtos e 
embalagens por meio da coleta, separação e fornecimento de matéria-prima 
secundária para a indústria. 
A norma ISO 14001:2015, referente ao Sistema de Gestão Ambiental, traz 
a necessidade de que as organizações identifiquem os impactos dos resíduos 
sólidos, que vão além de seu ambiente interno de gestão. Portanto, toda 
empresa que possui ou pretende ter certificação ISO 14001 irá buscar meios de 
avaliar e potencializar a gestão do ciclo de vida dos produtos consumidos e 
produzidos por ela. 
Nesse contexto, o vínculo entre cooperativas e organizações públicas ou 
privadas é vantajoso para ambas às partes. 
A utilização de material reciclável também diminui os custos com matéria 
prima. Por sua vez, o baixo custo da produção reflete no custo do produto que 
chega ao consumidor final. Desta maneira, todos saem lucrando. 
De forma indireta, as cooperativas também contribuem para a saúde 
pública, sistema de saneamento e diminuição de necessidade de construção de 
mais aterros sanitários. 
Contribuem ainda para a redução da extração de recursos naturais e 
facilitam programas de logística reversa de empresas, que buscam a 
recuperação de produtos recicláveis. 
 
 
DOCUMENTAÇÃO DA EMPRESA 
 
Emitir a documentação correta, é importante na abertura de uma 
cooperativa de reciclagem pois eles servem como base legal para a constituição 
30 
 
e funcionamento da cooperativa. Entre os documentos necessários, estão o 
estatuto social, que define as regras e princípios da organização, e a ata de 
fundação, que registra a assembleia de constituição da cooperativa. Além disso, 
é fundamental apresentar documentos pessoais dos sócios fundadores, 
comprovante de endereço e demais requisitos exigidos pelo órgão responsável. 
Por meio da correta organização e apresentação dos documentos, a abertura da 
cooperativa de reciclagem pode ser realizada de forma eficiente e dentro da 
legalidade, garantindo assim um funcionamento adequado e sustentável para o 
negócio. 
É essencial lembrar que os documentos são a espinha dorsal da 
cooperativa de reciclagem. Eles não apenas estabelecem as bases legais para 
a sua criação, mas também garantem que a organização opere de acordo com 
as normas estabelecidas. Para além do estatuto social e da ata de fundação, a 
apresentação correta dos documentos pessoais dos sócios fundadores e demais 
requisitos é crucial para o processo. Com tudo em ordem, a cooperativa estará 
pronta para funcionar de maneira sustentável e eficiente, contribuindo para um 
mundo mais verde e consciente. 
 
Principais documentos e suas utilidades 
 
Estatuto Social; 
 
É recomendado que contenha todas as características da organização 
jurídica e administrativa da cooperativa, e reflita o seu verdadeiro perfil social. 
Segundo a Lei 5.764/1971, os itens que devem constar no Estatuto são: 
 
• Nome, sede, prazo de duração, área de ação, objeto da sociedade, 
fixação do exercício social e da data de levantamento do balanço geral. 
 
• Direitos e deveres dos associados, suas responsabilidades e condições 
de admissão, demissão, eliminação e exclusão, e normas para 
representação. 
 
31 
 
Ata da Assembleia com as seguintes informações; 
 
• Nome da Cooperativa. 
• Objeto social claro e preciso. Informação da aprovação do estatuto. 
• Nomes completos dos cooperados com a qualificação completa, o valor 
e o número das quotas-partes subscritas dos fundadores. 
• Nome completo dos cooperados eleitos para os órgãos de 
administração, fiscalização e outros, com a qualificação completa, RG e 
CPF (caso não tenha sido identificado anteriormente). 
 
Inscrição Estadual; 
 
A Inscrição Estadual é o número de inscrição liberado pela Secretaria de 
Fazenda (SEFAZ) no cadastro de ICMS, mantido pela Receita Estadual, para 
empresas com atividades de comércio, indústria e transportes intermunicipais, 
interestaduais e internacionais. 
 
Registro na Junta Comercial 
 
O registro na Junta Comercial é o procedimento formal de abertura de 
empresa, ou seja, é o registro deste ato e deve ser realizado diretamente na 
Junta Comercial do estado onde a empresa está estabelecida 
 
CNPJ 
 
O CNPJ é um registro fiscal que identifica empresas e outras entidades 
jurídicas no Brasil. Ele é emitido pela Receita Federal e serve para controlar as 
atividades empresariais, tributárias e fiscais dessas entidades. 
 
Pedido de Viabilidade 
 
O pedido de Viabilidade é preenchido na página da Junta Comercial para 
análise e determinação das pendências e instruções que o empresário deve 
atender para implantação do seu negócio. 
https://colunafinanceira.com.br/receita-federal-do-brasil/
32 
 
 
Alvará de Funcionamento; 
 
É uma autorização que permite, ao negócio, o exercício de suas atividades. 
Toda pessoa jurídica precisa obter para que possa atuar e desenvolver suas 
atividades. 
Função: Permitir que o empreendimento possa operar de forma regular 
com a legislação pertinente. Órgão que Emite: Prefeitura ou outros órgãos 
municipais vinculados a ela 
 
Vistoria do Corpo de Bombeiros; 
 
Emitido pelo Corpo de Bombeiros, certificando que durante a vistoria, o 
local possui as condições de segurança contra incêndio. 
Licenciamento ambiental 
 
Licenciamento ambiental é um processo administrativo pelo qual o órgão 
ambiental competente autoriza e acompanha a instalação, a ampliação e a 
operação de empreendimentos e atividades que utilizam recursos ambientais, 
ou que possam causar poluição ou degradação ambiental. O licenciamento 
ambiental é obrigatório em todo o país, conforme a Lei nº 6.938/812, e segue as 
disposições legais, regulamentares e normas técnicas aplicáveis ao caso. 
 
Cadastro Técnico Federal (CTF) 
 
As cooperativas de reciclagem também precisam do Cadastro Técnico 
Federal (CTF) no IBAMA. O CTF é obrigatório para todas as atividades 
realizadas pelas empresas, independentemente de serem atividades principais 
ou secundárias. Isso inclui cooperativas envolvidas na reciclagem e outras 
atividades relacionadas ao meio ambiente. O cadastro visa monitorar e regular 
as atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos ambientais. 
Portanto, as cooperativas de reciclagem devem se inscrever no CTF/APP 
(Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e/ou 
Utilizadoras de Recursos Ambientais) conforme a Instrução Normativa nº 13, de 
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=0d2bede7fd9bdfd0JmltdHM9MTcxMjEwMjQwMCZpZ3VpZD0wYTQ0NzY5OS1kZTI3LTY1ZTItMTY0MS02NWJmZGZhYjY0NzMmaW5zaWQ9NTg2Ng&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0a447699-de27-65e2-1641-65bfdfab6473&psq=Licenciamento+Ambiental+o+que+%c3%a9&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cucG9ydGFsZGFpbmR1c3RyaWEuY29tLmJyL2luZHVzdHJpYS1kZS1hLXovbGljZW5jaWFtZW50by1hbWJpZW50YWwv&ntb=1
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=0d2bede7fd9bdfd0JmltdHM9MTcxMjEwMjQwMCZpZ3VpZD0wYTQ0NzY5OS1kZTI3LTY1ZTItMTY0MS02NWJmZGZhYjY0NzMmaW5zaWQ9NTg2Ng&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0a447699-de27-65e2-1641-65bfdfab6473&psq=Licenciamento+Ambiental+o+que+%c3%a9&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cucG9ydGFsZGFpbmR1c3RyaWEuY29tLmJyL2luZHVzdHJpYS1kZS1hLXovbGljZW5jaWFtZW50by1hbWJpZW50YWwv&ntb=1
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=0d2bede7fd9bdfd0JmltdHM9MTcxMjEwMjQwMCZpZ3VpZD0wYTQ0NzY5OS1kZTI3LTY1ZTItMTY0MS02NWJmZGZhYjY0NzMmaW5zaWQ9NTg2Ng&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0a447699-de27-65e2-1641-65bfdfab6473&psq=Licenciamento+Ambiental+o+que+%c3%a9&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cucG9ydGFsZGFpbmR1c3RyaWEuY29tLmJyL2luZHVzdHJpYS1kZS1hLXovbGljZW5jaWFtZW50by1hbWJpZW50YWwv&ntb=1https://www.bing.com/ck/a?!&&p=0d2bede7fd9bdfd0JmltdHM9MTcxMjEwMjQwMCZpZ3VpZD0wYTQ0NzY5OS1kZTI3LTY1ZTItMTY0MS02NWJmZGZhYjY0NzMmaW5zaWQ9NTg2Ng&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0a447699-de27-65e2-1641-65bfdfab6473&psq=Licenciamento+Ambiental+o+que+%c3%a9&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cucG9ydGFsZGFpbmR1c3RyaWEuY29tLmJyL2luZHVzdHJpYS1kZS1hLXovbGljZW5jaWFtZW50by1hbWJpZW50YWwv&ntb=1
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=2c91560383fd3a1aJmltdHM9MTcxMjEwMjQwMCZpZ3VpZD0wYTQ0NzY5OS1kZTI3LTY1ZTItMTY0MS02NWJmZGZhYjY0NzMmaW5zaWQ9NTg3MA&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0a447699-de27-65e2-1641-65bfdfab6473&psq=Licenciamento+Ambiental+o+que+%c3%a9&u=a1aHR0cHM6Ly9hbWJzY2llbmNlLmNvbS9saWNlbmNhLWFtYmllbnRhbC8&ntb=1
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=2c91560383fd3a1aJmltdHM9MTcxMjEwMjQwMCZpZ3VpZD0wYTQ0NzY5OS1kZTI3LTY1ZTItMTY0MS02NWJmZGZhYjY0NzMmaW5zaWQ9NTg3MA&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0a447699-de27-65e2-1641-65bfdfab6473&psq=Licenciamento+Ambiental+o+que+%c3%a9&u=a1aHR0cHM6Ly9hbWJzY2llbmNlLmNvbS9saWNlbmNhLWFtYmllbnRhbC8&ntb=1
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=2725b7b9a263ada8JmltdHM9MTcxMjEwMjQwMCZpZ3VpZD0wYTQ0NzY5OS1kZTI3LTY1ZTItMTY0MS02NWJmZGZhYjY0NzMmaW5zaWQ9NTg3MQ&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0a447699-de27-65e2-1641-65bfdfab6473&psq=Licenciamento+Ambiental+o+que+%c3%a9&u=a1aHR0cHM6Ly9hbWJzY2llbmNlLmNvbS9saWNlbmNhLWFtYmllbnRhbC8&ntb=1
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=119394fe0857001aJmltdHM9MTcxMjEwMjQwMCZpZ3VpZD0wYTQ0NzY5OS1kZTI3LTY1ZTItMTY0MS02NWJmZGZhYjY0NzMmaW5zaWQ9NTg3Mg&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0a447699-de27-65e2-1641-65bfdfab6473&psq=Licenciamento+Ambiental+o+que+%c3%a9&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cuaWF0LnByLmdvdi5ici9QYWdpbmEvTy1xdWUtZS1MaWNlbmNpYW1lbnRvLUFtYmllbnRhbA&ntb=1
https://www.bing.com/ck/a?!&&p=119394fe0857001aJmltdHM9MTcxMjEwMjQwMCZpZ3VpZD0wYTQ0NzY5OS1kZTI3LTY1ZTItMTY0MS02NWJmZGZhYjY0NzMmaW5zaWQ9NTg3Mg&ptn=3&ver=2&hsh=3&fclid=0a447699-de27-65e2-1641-65bfdfab6473&psq=Licenciamento+Ambiental+o+que+%c3%a9&u=a1aHR0cHM6Ly93d3cuaWF0LnByLmdvdi5ici9QYWdpbmEvTy1xdWUtZS1MaWNlbmNpYW1lbnRvLUFtYmllbnRhbA&ntb=1
33 
 
23 de agosto de 2021. Isso ajuda a garantir a conformidade com as 
regulamentações ambientais e contribui para a proteção do meio ambiente. 
 
Regularidade Fiscal; 
 
A certidão de regularidade fiscal é o documento responsável poratestar a 
existência, ou não, de débitos tributários (previdenciários ounão previdenciários) 
perante o fisco. É expedida pelos órgãos fazendários das três esferas: federal, 
estadual e municipal. Essa certificação se aplica ao contribuinte pessoa física e 
jurídica. 
 
As certidões podem ser; 
 
• Certidão Positiva (CP): quando possui débitos em aberto. 
• Certidão Negativa de Débitos (CND): quando não há nenhuma 
pendência financeira em nome do contribuinte. 
• Certidão Positiva com Efeitos de Negativa (CPEN): quando a 
empresa deve, mas está sendo paga a dívida, portanto não pode ser impedido 
de exercer nenhum direito. 
 
No sistema cooperativo, a união é um símbolo de força. Empresas se 
unem em cooperativas para fortalecerem-se e superarem desafios comuns no 
competitivo mundo dos negócios. Por isso, é crucial responder afirmativamente 
à pergunta: a cooperativa é a melhor opção? Para isso, é essencial seguir os 
passos de constituição de uma cooperativa, destacando a importância de sua 
legalização. Muitas cooperativas operam informalmente devido à falta de 
compreensão dos processos burocráticos, o que limita suas atividades e deixa 
os cooperados sem respaldo legal. 
Para garantir o correto funcionamento da cooperativa, é fundamental que 
os responsáveis pelo estabelecimento sigam os procedimentos necessários para 
legalizá-la. Transparência e cooperação entre os membros são igualmente 
essenciais, já que a base de uma cooperativa é a colaboração mútua e o benefício 
coletivo. Com a regularização, os membros da cooperativa podem desfrutar de 
segurança jurídica, acesso a benefícios e expandir suas atividades de forma 
34 
 
sustentável. Optar pelo modelo cooperativo oferece a oportunidade de alcançar 
objetivos comuns de maneira coesa e sólida, fortalecendo não só os negócios, 
mas também a comunidade local. 
 
 
COMO REGISTRAR UMA COOPERATIVA DE RECICLAGEM EM 
ÓRGÃO COMPETENTE CIDADE DE SÃO GONÇALO – RJ 
 
Apesar da Resolução estadual CONEMA Nº 56 DE 13/12/2013, 
estabelecer critérios para a inexigibilidade de licenciamento ambiental para 
associações e cooperativas de catadores para atividade de recebimento, 
prensagem, enfardamento e armazenamento temporário de resíduos sólidos 
recicláveis não perigosos, inertes, oriundos de coleta seletiva, em São Gonçalo, 
existe o sistema de cadastro ambiental para controle interno, e para registrar 
uma cooperativa de reciclagem em São Gonçalo - RJ, é necessário estar em 
conformidade com os requisitos do Conselho Municipal de Meio Ambiente, que 
é subordinado ao SEEMA – SG (Secretária Municipal de Meio Ambiente de São 
Gonçalo, através do SISTEMA DE CADASTRO AMBIENTAL, preenchendo um 
formulário disponibilizado no sítio da Prefeitura de São Gonçalo. Esse registro 
atualmente é feito gratuitamente. 
Em relação ao registro do engenheiro ambiental que terá o Cargo ou 
Função de profissional indicado como Responsável Técnico, seu registro deve 
ser feito no CREA-RJ, a documentação necessária para registro de um 
responsável técnico, inclui: 
 
PASSOS: 
 
1 – Preencher o formulário RPJ, que deverá ser assinado pelo 
representante legal da empresa, incluindo obrigatoriamente o número do CNPJ 
e o número da(s) ART(s) de cargo ou função, acompanhado da carteira de 
identidade do representante legal. 
 
Nota1: Para viabilizar possíveis contatos do Crea-RJ, o requerente deverá 
informar no RPJ o endereço, o telefone e o e-mail. 
35 
 
 
Nota 2 : Caso a assinatura não seja de representante legal da empresa, 
será necessário juntar a procuração respectiva com firma reconhecida 
outorgando tal poder a quem os assinou, bem como a carteira de identidade do 
procurador. 
 
2 – Providenciar a documentação necessária. 
 
 
 
DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA: 
 
1 – Instrumento de Constituição (contrato social, estatuto, declaração de 
empresário e das alterações subsequentes, matriz ou filial, com registro na Junta 
Comercial ou em Cartório de Pessoas Jurídicas do Estado do Rio de Janeiro, ou 
em Cartório de Notas – Seção de Pessoa Jurídica em Municípios que não haja 
Cartório de Pessoa Jurídica ou publicada no Diário Oficial – DORJ. O registro no 
órgão competente deverá constar em todas as folhas do referido instrumento. 
No caso de Cooperativa, deverá ser comprovado também o registro na 
Organização das Cooperativas do Estado do Rio de Janeiro – OCERJ 
 
Nota: Quando se tratar de filial, deverá constar na alteração contratual ou 
em Ata a abertura dela, devidamente registrada no órgão competente. 
 
2 – Quando se tratar de Pessoa Jurídica de outro estado, apresentar 
Certidão de Registro da matriz, exercício corrente, emitida pelo Crea de onde 
iniciou as atividades. 
 
3 – Vínculo do profissional com a pessoa jurídica. (ART de Cargo/Função) 
 
Nota: O(s) profissional(is) apresentado(s) como responsável(is) técnico(s) 
deverá(ão) possuir registro ou visto no Crea-RJ e deverá(ão) ter situação regular, 
sem nenhum tipo de débito. 
 
36 
 
3.1 – Registrar ART de cargo ou função, observando a codificação para 
responsável técnico ou quadro técnico, conforme o caso. O campo 23 “prazo do 
contrato” deverá ser preenchido com “não”. O campo 24, com a jornada de 
trabalho. O campo 26 deverá ser preenchido com o salário, ou a marcação “SIM”, 
para pró-labore, em caso de sócio. No campo “Tipo de vínculo” deverá ser 
especificado o vínculo do profissional (empregado, empregado público, 
prestador de serviços, servidor público ou sócio). 
 
Nota: a remuneração deverá estar de acordo com a legislação vigente. 
 
3.2 – Cadastrar e efetuar o pagamento da ART de Cargo ou Função 
(Clique aqui para conferir os valores vigentes), conforme acima orientado. Não 
precisa apresentar cópia, mas o pagamentodeverá ter sido efetuado e o número 
deverá ser informado no RPJ. 
 
3.3 – Caso o profissional indicado como Responsável Técnico não resida 
no Estado do Rio de Janeiro, deverá ser apresentado comprovante ou 
declaração de residência assinada pelo profissional. 
 
3.4 – Quando o profissional indicado como Responsável Técnico for 
Engenheiro de Segurança do Trabalho, deverá ser apresentada declaração 
informando detalhadamente as atividades a serem exercidas pelo profissional na 
área da Engenharia de Segurança do Trabalho, devendo conter assinatura do 
representante legal da empresa, bem como do profissional, conforme decisão 
CEEST-RJ 055/2023. 
 
4 – Carteira de identidade do representante legal que assinou o RPJ ou 
procuração, com firma reconhecida, outorgando tal poder a quem assinou o RPJ, 
acompanhada da carteira de identidade do procurador, caso a assinatura não 
seja do representante legal da empresa. 
 
O valor da taxa de registro é de R$647,68. É importante ressaltar que o 
registro nos conselhos profissionais é obrigatório e fundamental para garantir a 
legalidade das atividades da sua empresa 
37 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
Fonte: www.jusbrasil.com.br,Perguntas frequentes sobre a PNRS – FIESP, 
Site MMA, http://www.adasa.df.gov.br, 
http://www.coletaseletivasolidaria.com.br, http://www.alerj.rj.gov.br/, 
http://www.planalto.gov.br 
OLIVEIRA, N. M. S. et. al. Estudo Gravimétrico de Resíduos Vítreos domésticos 
do Lixão de Campina Grande – PB. In: Anais do 51º Congresso Brasileiro de 
Cerâmica. Salvador, 2007. 
 
https://www.pmsg.rj.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/cadastro-ambiental.pdf 
 
PAIVA, V. El “cirujeo” un camino informal de recuperación de resíduos: Buenos 
Aires 2002- 2003. 
 
https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=263643#:~:text=Estabelece%20crit
%C3%A9rios%20para%20a%20inexigibilidade%20de%20licenciamento%20am
biental,recicl%C3%A1veis%20n%C3%A3o%20perigosos%2C%20inertes%2C
%20oriundos%20de%20coleta%20seletiva. 
 
Estudios Demográficos y Urbanos. Distrito Federal, México, v. 21, enero/abr., 
2006. p. 189-210. 
 
PINHO, Diva Benevides. O Cooperativismo: da vertente pioneira à vertente 
solidária. São Paulo: Saraiva, 2004. 
 
OCB. Organização das Cooperativas Brasileiras. Cooperativismo. Home. 
Princípios. Disponível em < http://www.ocb.org.br/site/cooperativismo/prin 
cipios.asp >. 
 
OCB. Organização das Cooperativas Brasileiras. 
http://www.brasilcooperativo.coop.br/GEREN 
http://www.planalto.gov.br/
https://www.pmsg.rj.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/cadastro-ambiental.pdf
http://www.brasilcooperativo.coop.br/GEREN%20CIADOR/ba/arquivos/agenda_institucional_do%20_cooperativismo_2015
38 
 
CIADOR/ba/arquivos/agenda_institucional_do _cooperativismo_2015. 
OCERGS. Organização das Coooperativas do Rio Grande do Sul. Expressão do 
Cooperativismo Gaúcho 2015. OCERGS, 2016 
 
 
RODRIGUEZ, C. À procura de alternativas econômicas em tempos de 
globalização: o caso das cooperativas de recicladores de lixo na Colômbia. In. 
SACHS, I. Rumo à ecossocioeconomia: teoria e prática do desenvolvimento. São 
Paulo: Cortez, 2007. 
 
ABAL - Associação Brasileira do Alumínio. Site oficial www.abal.org.br. 
 
ABIPET - Associação Brasileira da Indústria do PET. Site oficial 
www.abepet.com.br. 
 
ABPO - Associação Brasileira do Papelão Ondulado. Site oficial 
www.abpo.org.br. 
 
ABRE – Associação Brasileira de Embalagens. 
Site oficial. www.abre.org.br. 
 
CALDERONI, Sabetai. Os bilhões perdidos no lixo. São Paulo, 
https://leisestaduais.com.br/rj/lei-ordinaria-n-9376-2021-rio-de-janeiro-cria-
programa-de-incentivo-a-reciclagem-premia-cooperativas-de-catadores-e-
estabelece-como-fontes-de-custeio-para-esta-politica-recursos-de-termos-de-
ajustamento-de-conduta-por-danos-ambientais-obrigacoes-constantes-em-
condicionantes-de-licencas-ambientais-valores-oriundos-de-condenacoes-
judiciais-que-incluem-estas-obrigacoes-alem-de-doacoes-de-empresas-
privadas 
 
 https://leismunicipais.com.br/a/rj/s/sao-goncalo/lei-ordinaria/2020/111/1106/lei-
ordinaria-n-1106-2020-institui-o-programa-municipal-de-coleta-de-residuos-
derivados-de-oleo-de-vegetal-e-da-outras-providencias 
 
http://www.brasilcooperativo.coop.br/GEREN%20CIADOR/ba/arquivos/agenda_institucional_do%20_cooperativismo_2015
http://www.abal.org.br./
https://leismunicipais.com.br/a/rj/s/sao-goncalo/lei-ordinaria/2020/111/1106/lei-ordinaria-n-1106-2020-institui-o-programa-municipal-de-coleta-de-residuos-derivados-de-oleo-de-vegetal-e-da-outras-providencias
https://leismunicipais.com.br/a/rj/s/sao-goncalo/lei-ordinaria/2020/111/1106/lei-ordinaria-n-1106-2020-institui-o-programa-municipal-de-coleta-de-residuos-derivados-de-oleo-de-vegetal-e-da-outras-providencias
https://leismunicipais.com.br/a/rj/s/sao-goncalo/lei-ordinaria/2020/111/1106/lei-ordinaria-n-1106-2020-institui-o-programa-municipal-de-coleta-de-residuos-derivados-de-oleo-de-vegetal-e-da-outras-providencias
39 
 
Humanitas Editora / FFLCH/USP, 2003. 
 
CARNEIRO, Carla Bronzo Ladeira. COSTA, Bruno Lazarotti Diniz. Exclusão 
Social e Políticas Públicas: Algumas reflexões a partir das experiências descritas 
no programa gestão pública e cidadania. Cadernos Gestão Pública e 
Cidadania, vol. 28, julho de 2003. 
 
CEMPRE - Compromisso Empresarial para Reciclagem. 
Endereço eletrônico: www.cempre.org.br. 
 
CONCEIÇÃO, Márcio Magera. Os empresários do Lixo: um paradoxo da 
modernidade. Campinas, SP: Editora Átomo, 2003. 
 
FIGUEIREDO, Paulo Jorge Maraes. A Sociedade do Lixo - Os Materiais 
recicláveis, a Questão Energética e a Crise Ambiental. 2ª Ed., Piracicaba - 
SP. Ed. UNIMEP, 1995. 
 
BRASIL. REDESIM. (org.). O que são “Registro e Inscrições”? 2018. Disponível 
em: http://www.redesim.gov.br/servicos/constitua-sua-pj/passo-2-coleta-de-
dados-registro-e-inscricoes/o-quesao-201cregistro-e-inscricoes201d. Acesso 
em: 03 mar. 2020. 
 
SALVADOR. SEFAZ. (org.). Serviços / Imobiliário Patrimonial: Permissão de Uso 
- Solicitação. Disponível em: 
http://www.sefaz.salvador.ba.gov.br/Servicos/imobiliario. Acesso em: 06 mar. 
2020. 
 
SALVADOR. SEFAZ. (org.). Serviços: Emissão do DAM IPTU/TRSD. Disponível 
em: https://www.sefaz.salvador.ba.gov.br/Iptu/Emissao2via_iptuTrsd. Acesso 
em: 03 mar. 2020. 
 
SALVADOR. SEFAZ. (org.). Termo de Viabilidade de Localização (TVL). 
Disponível em: http://www.sucom.ba.gov.br/servicos/servicos-online/abertura-
de-processo/termo-de-viabilidade-delocalizacao-tvl/. Acesso em: 03 mar. 2020.

Mais conteúdos dessa disciplina