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NF1:Cirurgia Bucomaxilofacial Profª Letícia F. De Oliveira Lemos Clique Aqui para Editar o Título 7 Tópicos em Implantodontia 7.1.4 Tipos de Implantes CLASSIFICAÇÃO DOS IMPLANTES Seu desenho; Fase cirúrgica; Conexão profética; Tratamento de superfície. FORMA E ESTRUTURA DOS IMPLANTES Lâminas; Cilíndricos; Subperiosteais; Agulhados; Endo-ósseos. Sistemas de implantes antigos FORMA E ESTRUTURA DOS IMPLANTES Sistemas de implantes atuais Parafusos cilíndricos (com roscas); Lisos (sem roscas); Cônicos (com roscas ou escalonado). FORMA E ESTRUTURA DOS IMPLANTES Implantes com formato de parafuso Mais retenção imediata após instalação; Maior estabilidade primária; Aumento da superfície de contato; Favorecem a Biomecânica. TIPOS 1° TIPO: Hexágono Externo 2° TIPO: Hexágono Interno 3° TIPO: Cone morse Clique Aqui para Editar o Título TIPOS DE IMPLANTES Clique Aqui para Editar o Título CONEXÃO EXTERNA HEXAGONAL H.E. Conexão em forma de hexágono (6 lados) que age como mecanismos anti-rotacional, sendo, junto com o parafuso protético, o responsável pela estabilidade mecânica do conjunto implante/ intermediário. Clique Aqui para Editar o Título CONEXÃO EXTERNA HEXAGONAL H.E. Mais antigo das conexões; Original do sistema de Branemark; Universal; Atende a todos os tipos de instalações protéticas; Possibilidade maior de folga dos parafusos. Clique Aqui para Editar o Título CONEXÃO EXTERNA HEXAGONAL H.E. Várias opções de encaixe do componente protético; 12 tipos de encaixe; Impossibilidade de torques maiores (dano hexágono); Menor custo do que os outros sistemas convencionais. Clique Aqui para Editar o Título DESVANTAGEM DOS IMPLANTES H.E. Caso a peça protética não esteja com a adaptação adequada sem a correta adaptação, as forças mastigatórias são direcionadas para o parafuso, podendo causar fratura do mesmo. CONEXÃO INTERNA H.I. Essa conexão favorece uma melhor longevidade protética e biomecânica, além de reduzir o estresse do parafuso de retenção do implante. Clique Aqui para Editar o Título CONEXÃO INTERNA H.I. Redução do estresse do parafuso durante a retenção do componente; Adaptar dentro do implante a 2,6 mm. Clique Aqui para Editar o Título CONEXÃO INTERNA - CONE MORSE C.M. Essa conexão favorece uma melhor longevidade protética e biomecânica, além de reduzir o estresse do parafuso de retenção do implante. Clique Aqui para Editar o Título DESVANTAGEM DOS IMPLANTES H.I. A maior desvantagem é que necessita de maior remanescente ósseo, pois seu diâmetro é maior. CONEXÃO INTERNA - CONE MORSE C.M. Estabilidade biomecânica excepcional; Menor risco de micro-movimentos; Diminui as chances de perda óssea; Eliminar a contaminação bacteriana entre o implante o componente do novo dente. Clique Aqui para Editar o Título DESVANTAGEM DOS IMPLANTES C.M. Como desvantagem, tem o custo mais elevado. IMPLANTE CONE MORSE VEDAÇÃO MAIS APERTADA MENOR RISCO DE INFLAMAÇÃO PERI-IMPLANTAR E INFECÇÕES Clique Aqui para Editar o Título PLATAFORMA SWITCH Clique Aqui para Editar o Título REFERÊNCIAS MILORO, M; et al. Princípios de Cirurgia BucoMaxiloFacial de Peterson. 3ª ed. São Paulo: Santos, 2016. PRADO, R.; SALIM, M. Cirurgia Bucomaxilofacial – Diagnóstico e Tratamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. MAGINI, R.S; BENFATTI, C.A.M; SOUZA, J.C.M. Noções de Implantodontia Cirúrgica. São Paulo: Artes Médicas, 2013. (ABENO: Odontologia Essencial : parte clínica). DICAS DE LEITURA BLOCK, Michael S. Atlas cirúrgico na implantodontia. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. xii, 468 p. ISBN 9788535245257. Misch CE. Implantes Dentais Contemporâneos. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. image2.png image1.jpeg image4.png image2.jpeg image5.png image6.png image3.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.png image15.png image1.png