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Questões resolvidas

Características Não visam benefícios imediatos para qualquer grupo. Distributivas Objetivo Distribuir benefícios individuais relacionados à alocação de recursos. Características Instrumentalizadas pelo clientelismo. Podem envolver favorecimento de grupos específicos. Redistributivas Objetivo Redistribuir recursos entre grupos sociais distintos em busca de certa equidade, mesmo que isso provoque conflitos. Características Retiram recursos de um grupo para beneficiar outros. Tipos de Políticas Públicas (Classificações) Estrutural Objetivo Interferir em relações estruturais como renda, emprego, propriedade, etc. Características Busca mudanças duradouras e significativas nas estruturas sociais. Conjuntural (Emergencial) Objetivo Intervir sobre uma situação temporária e imediata. Características Destinadas a lidar com crises ou situações emergenciais de curto prazo.

a) Setorializada x Territorializada
b) Vertical x Horizontal
c) Sociais x Macroeconômicas x Administrativas x Específicas

Quanto aos tipos de avaliação, controle e critérios para avaliação de políticas públicas, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
A avaliação somativa busca informações para basear a tomada de decisão sobre a continuidade do programa/política pública, focando nos resultados.
A economicidade avalia a eficiência na gestão dos recursos financeiros, humanos e materiais empregados na política pública, garantindo o uso eficaz dos inputs disponíveis.
A combinação desses critérios permite uma avaliação completa da performance das políticas públicas, considerando tanto seus aspectos financeiros e administrativos quanto seu impacto social e sua capacidade de transformação.
a) Apenas a afirmativa I está correta.
b) Apenas a afirmativa II está correta.
c) Apenas a afirmativa III está correta.
d) I e II estão corretas.
e) II e III estão corretas.

De acordo com o texto apresentado sobre corrupção e políticas públicas, qual é a definição de Grande Corrupção?
A) Ocorre no mais alto nível do governo, envolvendo líderes políticos e distorcendo políticas ou o funcionamento central do Estado para benefício pessoal ou financiamento político.
B) Envolve valores menores e ocorre de forma mais isolada, frequentemente no abuso diário do poder por servidores de nível baixo ou médio.
C) Refere-se a atos no alto nível do governo distorcendo políticas ou funcionamento central do Estado, envolvendo líderes para benefício pessoal ou financiamento político.
A) Apenas I está correta.
B) Apenas II está correta.
C) Apenas III está correta.

Decisões operacionais são tomadas no nível operacional pelos supervisores e estão relacionadas à execução de tarefas ou atividades específicas no dia-a-dia da organização. Elas são essenciais para garantir a eficiência e a eficácia das operações diárias e contribuem para o alcance dos objetivos organizacionais de curto prazo.

Decisões Centralizadas x Decisões Descentralizadas
Decisões Individuais
Decisões Coletivas (Grupais)

Os tomadores de decisão frequentemente simplificam o processo de decisão, confiando em heurísticas, intuição ou experiência passada em vez de análises extensivas. A tomada de decisão sob racionalidade limitada muitas vezes envolve o uso de atalhos mentais para lidar com a complexidade das decisões e compensar as limitações cognitivas. Modelo Intuitivo O modelo intuitivo se caracteriza por ser menos racional e mais fundamentado na intuição do tomador de decisões. Confia-se na experiência e no aprendizado acumulado ao longo do tempo como base para a tomada de decisões intuitivas. Definir o problema Identificar critérios para a decisão Atribuir pesos específicos aos critérios Desenvolver alternativas Avaliar as alternativas Escolher a melhor alternativa Modelo da Racionalidade Limitada Capacidade cognitiva limitada do indivíduo para processar todas as informações necessárias para maximizar os resultados. A intuição é uma forma complexa de raciocínio que se baseia em anos de experiência e conhecimento tácito. As decisões intuitivas são frequentemente baseadas no 'feeling' ou na sensação do tomador de decisões, que pode ser uma resposta rápida e subconsciente a uma situação dada. Estilos de Tomada de Decisão Estilos Decisórios de Robbins O perfil analítico é caracterizado por uma abordagem racional e cuidadosa na maneira de pensar, demonstrando alta tolerância à ambiguidade e uma capacidade de adaptação notável, lidando com muitas informações e alternativas, orientado para o desempenho das tarefas. O perfil diretivo evidencia uma mentalidade racional e eficiente, tomando decisões rapidamente e com pouca tolerância à ambiguidade, focando em poucas informações e alternativas, e orientado fortemente para o desempenho das tarefas. O perfil conceitual revela uma abordagem intuitiva e criativa na maneira de pensar, com uma visão ampla e uma alta tolerância à ambiguidade, lidando com muitas informações e alternativas, e orientado para o desempenho das tarefas. O perfil comportamental destaca uma mentalidade intuitiva e preocupada com as pessoas, evitando conflitos e buscando aceitação, com baixa tolerância à ambiguidade e desprezando muitas informações e alternativas, sendo orientado principalmente para as relações pessoais. Estilos Decisórios de Driver Maximizador Utiliza o máximo de informações possível para decidir. Disposto a gastar recursos para chegar a uma boa solução. Satisfaciente Filtra as informações mais importantes e relevantes. Objetivo de chegar a uma ou duas soluções possíveis. O Estilo Hierárquico na tomada de decisões se destaca pelo uso extensivo de informações, seguindo a abordagem maximizadora, e tende a adotar uma perspectiva unifoco, buscando identificar a única 'melhor' alternativa entre as opções disponíveis. Classificação quanto ao foco Unifoco Considera apenas uma alternativa como solução. Multifoco Considera várias alternativas como solução. Estilos Hierárquico Maximizador Unifoco Utiliza muitas informações para decidir e busca uma única 'melhor' alternativa. Integrativo Maximizador Multifoco Utiliza muitas informações para decidir e busca diversas alternativas. Sistêmico Maximizador Combina as qualidades do estilo integrativo com as do estilo hierárquico. Utiliza muitas informações para decidir, podendo buscar diversas ou apenas uma alternativa para a situação enfrentada. O Estilo Integrativo revela uma abordagem maximizadora e multifoco, onde o processo decisório envolve a análise de diversas alternativas, com base em uma quantidade substancial de informações, visando encontrar soluções que incorporem diferentes perspectivas e possibilidades. O Estilo Sistêmico combina as qualidades do estilo integrativo com as do estilo hierárquico, utilizando muitas informações para decidir e adaptando-se tanto a abordagens multifocais quanto unifocais, conforme a situação enfrentada, visando alcançar soluções abrangentes e eficazes. Processos Heurísticas Principais Processos Heurísticos: Disponibilidade: Eventos frequentes, emocionais ou fáceis de imaginar são mais acessíveis na memória. Representatividade: Decisões baseadas em estereótipos e modelos mentais de referência. Âncora e Ajustamento: Tomada de decisão baseada em uma referência inicial (âncora). Os ajustes feitos a partir dessa âncora influenciam a decisão. Desafios na Tomada de Decisão: Informações insuficientes e inadequadas. Falta de tempo e recursos para coletar informações. Percepções distorcidas. Incapacidade de processar muitas informações. Decisões 'Satisfatórias': Gestores se contentam com a primeira decisão razoável encontrada. Avaliam apenas algumas alternativas, não todas. Vieses que Interferem na Tomada de Decisão: Aversão ao Risco: Preferência por resultados certos em detrimento de arriscados. Decisões baseadas na segurança em vez da inovação. Viés da Compreensão Tardia: Tendência a acreditar que se sabia do resultado após sua ocorrência. Reduz a capacidade de aprender com erros passados. Erro de Aleatoriedade: Busca dar sentido a eventos aleatórios. Criação de padrões imaginários e superstições. Escalada de Comprometimento: Aumento do comprometimento após decisões malsucedidas. Esforço para recuperar prejuízos e evitar admitir erros. Viés de Confirmação: Tendência a buscar informações que confirmem escolhas anteriores. Desconsidera informações que contradigam as escolhas. Excesso de Confiança: Impacta a capacidade de julgamento. Indivíduos com habilidades fracas tendem a superestimar sua capacidade.

Esquema 102: Brainstorming Reunião de um grupo de pessoas para expor ideias, opiniões ou sugestões sem crítica ou censura. Criar alternativas criativas para solução de problemas ou aproveitamento de oportunidades. Em duas etapas: Geração e Seleção. Na etapa de 'Geração de Ideias', o foco está na coleta do maior número possível de ideias relacionadas ao problema ou objetivo em questão. Isso pode ser feito de forma livre, encorajando a criatividade e a participação de todos, ou de forma direcionada, utilizando técnicas específicas para estimular a geração de ideias relevantes. Na etapa de 'Seleção de Ideias', as ideias coletadas são analisadas e discutidas para identificar aquelas que têm maior potencial de contribuir para a resolução do problema ou para alcançar o objetivo estabelecido. A seleção é feita com base em critérios pré-definidos, como viabilidade, eficácia e alinhamento com os objetivos estratégicos da organização. As ideias mais promissoras são então escolhidas para serem aplicadas na prática.

O princípio da "Não crítica" estabelece que todas as ideias são aceitas sem julgamento durante o processo de geração de ideias, criando um ambiente seguro e inclusivo que encoraja a participação de todos os envolvidos. O princípio da "Quantidade" enfatiza a importância de gerar o maior número possível de ideias durante a sessão de brainstorming, reconhecendo que a diversidade e a quantidade de ideias aumentam as chances de encontrar soluções inovadoras e eficazes. O princípio da "Liberdade" incentiva os participantes a serem criativos e inovadores, encorajando a expressão de ideias não convencionais e o pensamento fora da caixa, sem restrições ou limitações autoimpostas. O princípio da "Associação livre" valoriza conexões inesperadas entre ideias, reconhecendo que soluções criativas muitas vezes surgem quando conceitos aparentemente não relacionados são combinados de maneiras novas e surpreendentes. O princípio da "Combinação e aperfeiçoamento" permite que as ideias sejam combinadas ou desenvolvidas durante o processo de seleção e refinamento, criando soluções mais robustas e abrangentes que aproveitam o melhor de várias propostas.

O Diagrama de Árvore de Decisões oferece uma visualização gráfica da sequência do processo decisório, permitindo que o tomador de decisões tenha uma compreensão clara das opções disponíveis e das decisões subsequentes que precisam ser tomadas. Ao desdobrar cada alternativa em um diagrama hierárquico, o Diagrama de Árvore de Decisões ajuda a identificar as diferentes ramificações e consequências de cada escolha, facilitando a análise dos possíveis resultados e riscos associados a cada curso de ação. Através da representação visual das alternativas e de suas interconexões, o Diagrama de Árvore de Decisões auxilia o tomador de decisões a explorar e comparar diversas opções de maneira sistemática, permitindo uma avaliação mais completa e informada dos impactos de cada alternativa.

Quanto ao controle preventivo e controle simultâneo, analise as seguintes afirmacoes e escolha a opção correta:
Controle Preventivo: Ocorre antes da atividade ser executada, tem como objetivo identificar e prevenir a ocorrência de problemas, é proativo e focado nos insumos.
Controle Simultâneo: Ocorre durante a execução da atividade, tem como objetivo monitorar e corrigir problemas durante a execução, é concomitante à atividade e busca detectar e corrigir desvios.
a) Apenas a primeira afirmação está correta.
b) Apenas a segunda afirmação está correta.
c) Ambas as afirmações estão corretas.
d) Nenhuma das afirmações está correta.

O que são indicadores de desempenho e qual a sua finalidade?

a) São medidas que representam ou quantificam um insumo, resultado, característica ou desempenho, utilizados para mensurar resultados, embasar análises críticas, contribuir para a melhoria contínua, facilitar o planejamento e controle do desempenho, e viabilizar a análise comparativa.
b) São medidas que representam ou quantificam um insumo, resultado, característica ou desempenho, utilizados apenas para mensurar resultados.
c) São medidas que representam ou quantificam um insumo, resultado, característica ou desempenho, utilizados apenas para embasar análises críticas.

Quais são os componentes básicos dos indicadores de desempenho?

a) Medida, Fórmula, Índice, Padrão de Comparação, Meta.
b) Medida, Fórmula, Índice, Meta, Critérios Básicos (Atributos).
c) Medida, Fórmula, Índice, Padrão de Comparação, Critérios Básicos (Atributos).

Quais são os aspectos essenciais na construção de indicadores?

Utilidade
Validade
Confiabilidade
Disponibilidade
Propriedades Complementares

Quais são os aspectos adicionais na construção de indicadores?

Publicidade
Temporalidade
Factibilidade
Medição factível em momentos adequados e com periodicidade equilibrada
Etapas e Passos para a Construção (Formulação) de Indicadores

Quais são as dimensões da cadeia de valor?

Esforço
Economicidade
Execução
Excelência
Resultado

Qual modelo de saúde enfatiza a importância da prevenção primária e da intervenção precoce, descrevendo a progressão de uma doença em um indivíduo ao longo do tempo?

a) Modelo de História Natural da Doença.
b) Modelo Sistêmico.
c) Modelo da Pirâmide de Riscos.
d) Modelo de Atenção Crônica.

O que o Modelo da Pirâmide de Riscos estrutura em diferentes níveis?

a) Estrutura os fatores de risco para a saúde em diferentes níveis.
b) Estrutura os fatores de proteção para a saúde em diferentes níveis.
c) Estrutura os fatores de risco para a doença em diferentes níveis.
d) Estrutura os fatores de risco para a saúde mental em diferentes níveis.

O que o Modelo de Atenção Crônica promove?

a) Uma abordagem exclusivamente medicamentosa.
b) Uma abordagem integrada para gestão de doenças crônicas.
c) Uma abordagem focada apenas na prevenção primária.
d) Uma abordagem que exclui a participação do paciente no cuidado.

O que o Modelo de Determinação Social da Saúde enfatiza?

a) A influência dos fatores genéticos na saúde.
b) A importância dos fatores individuais na determinação da saúde.
c) A influência das condições sociais, econômicas e políticas na saúde das populações.
d) A importância exclusiva dos fatores ambientais na determinação da saúde.

Identifique as diretrizes da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) de acordo com o texto apresentado.
Autonomia, empoderamento, intersetorialidade, intrassetorialidade, sustentabilidade, integralidade e territorialidade são diretrizes da PNPS.
Cooperação e Articulação Intra e Intersetorial, Fomento ao Planejamento de Ações Territorializadas de Promoção da Saúde e Incentivo à Gestão Democrática, Participativa e Transparente são diretrizes da PNPS.
a) Apenas a primeira afirmativa está correta.
b) Apenas a segunda afirmativa está correta.
c) Ambas as afirmativas estão corretas.
d) Nenhuma das afirmativas está correta.

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Questões resolvidas

Características Não visam benefícios imediatos para qualquer grupo. Distributivas Objetivo Distribuir benefícios individuais relacionados à alocação de recursos. Características Instrumentalizadas pelo clientelismo. Podem envolver favorecimento de grupos específicos. Redistributivas Objetivo Redistribuir recursos entre grupos sociais distintos em busca de certa equidade, mesmo que isso provoque conflitos. Características Retiram recursos de um grupo para beneficiar outros. Tipos de Políticas Públicas (Classificações) Estrutural Objetivo Interferir em relações estruturais como renda, emprego, propriedade, etc. Características Busca mudanças duradouras e significativas nas estruturas sociais. Conjuntural (Emergencial) Objetivo Intervir sobre uma situação temporária e imediata. Características Destinadas a lidar com crises ou situações emergenciais de curto prazo.

a) Setorializada x Territorializada
b) Vertical x Horizontal
c) Sociais x Macroeconômicas x Administrativas x Específicas

Quanto aos tipos de avaliação, controle e critérios para avaliação de políticas públicas, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
A avaliação somativa busca informações para basear a tomada de decisão sobre a continuidade do programa/política pública, focando nos resultados.
A economicidade avalia a eficiência na gestão dos recursos financeiros, humanos e materiais empregados na política pública, garantindo o uso eficaz dos inputs disponíveis.
A combinação desses critérios permite uma avaliação completa da performance das políticas públicas, considerando tanto seus aspectos financeiros e administrativos quanto seu impacto social e sua capacidade de transformação.
a) Apenas a afirmativa I está correta.
b) Apenas a afirmativa II está correta.
c) Apenas a afirmativa III está correta.
d) I e II estão corretas.
e) II e III estão corretas.

De acordo com o texto apresentado sobre corrupção e políticas públicas, qual é a definição de Grande Corrupção?
A) Ocorre no mais alto nível do governo, envolvendo líderes políticos e distorcendo políticas ou o funcionamento central do Estado para benefício pessoal ou financiamento político.
B) Envolve valores menores e ocorre de forma mais isolada, frequentemente no abuso diário do poder por servidores de nível baixo ou médio.
C) Refere-se a atos no alto nível do governo distorcendo políticas ou funcionamento central do Estado, envolvendo líderes para benefício pessoal ou financiamento político.
A) Apenas I está correta.
B) Apenas II está correta.
C) Apenas III está correta.

Decisões operacionais são tomadas no nível operacional pelos supervisores e estão relacionadas à execução de tarefas ou atividades específicas no dia-a-dia da organização. Elas são essenciais para garantir a eficiência e a eficácia das operações diárias e contribuem para o alcance dos objetivos organizacionais de curto prazo.

Decisões Centralizadas x Decisões Descentralizadas
Decisões Individuais
Decisões Coletivas (Grupais)

Os tomadores de decisão frequentemente simplificam o processo de decisão, confiando em heurísticas, intuição ou experiência passada em vez de análises extensivas. A tomada de decisão sob racionalidade limitada muitas vezes envolve o uso de atalhos mentais para lidar com a complexidade das decisões e compensar as limitações cognitivas. Modelo Intuitivo O modelo intuitivo se caracteriza por ser menos racional e mais fundamentado na intuição do tomador de decisões. Confia-se na experiência e no aprendizado acumulado ao longo do tempo como base para a tomada de decisões intuitivas. Definir o problema Identificar critérios para a decisão Atribuir pesos específicos aos critérios Desenvolver alternativas Avaliar as alternativas Escolher a melhor alternativa Modelo da Racionalidade Limitada Capacidade cognitiva limitada do indivíduo para processar todas as informações necessárias para maximizar os resultados. A intuição é uma forma complexa de raciocínio que se baseia em anos de experiência e conhecimento tácito. As decisões intuitivas são frequentemente baseadas no 'feeling' ou na sensação do tomador de decisões, que pode ser uma resposta rápida e subconsciente a uma situação dada. Estilos de Tomada de Decisão Estilos Decisórios de Robbins O perfil analítico é caracterizado por uma abordagem racional e cuidadosa na maneira de pensar, demonstrando alta tolerância à ambiguidade e uma capacidade de adaptação notável, lidando com muitas informações e alternativas, orientado para o desempenho das tarefas. O perfil diretivo evidencia uma mentalidade racional e eficiente, tomando decisões rapidamente e com pouca tolerância à ambiguidade, focando em poucas informações e alternativas, e orientado fortemente para o desempenho das tarefas. O perfil conceitual revela uma abordagem intuitiva e criativa na maneira de pensar, com uma visão ampla e uma alta tolerância à ambiguidade, lidando com muitas informações e alternativas, e orientado para o desempenho das tarefas. O perfil comportamental destaca uma mentalidade intuitiva e preocupada com as pessoas, evitando conflitos e buscando aceitação, com baixa tolerância à ambiguidade e desprezando muitas informações e alternativas, sendo orientado principalmente para as relações pessoais. Estilos Decisórios de Driver Maximizador Utiliza o máximo de informações possível para decidir. Disposto a gastar recursos para chegar a uma boa solução. Satisfaciente Filtra as informações mais importantes e relevantes. Objetivo de chegar a uma ou duas soluções possíveis. O Estilo Hierárquico na tomada de decisões se destaca pelo uso extensivo de informações, seguindo a abordagem maximizadora, e tende a adotar uma perspectiva unifoco, buscando identificar a única 'melhor' alternativa entre as opções disponíveis. Classificação quanto ao foco Unifoco Considera apenas uma alternativa como solução. Multifoco Considera várias alternativas como solução. Estilos Hierárquico Maximizador Unifoco Utiliza muitas informações para decidir e busca uma única 'melhor' alternativa. Integrativo Maximizador Multifoco Utiliza muitas informações para decidir e busca diversas alternativas. Sistêmico Maximizador Combina as qualidades do estilo integrativo com as do estilo hierárquico. Utiliza muitas informações para decidir, podendo buscar diversas ou apenas uma alternativa para a situação enfrentada. O Estilo Integrativo revela uma abordagem maximizadora e multifoco, onde o processo decisório envolve a análise de diversas alternativas, com base em uma quantidade substancial de informações, visando encontrar soluções que incorporem diferentes perspectivas e possibilidades. O Estilo Sistêmico combina as qualidades do estilo integrativo com as do estilo hierárquico, utilizando muitas informações para decidir e adaptando-se tanto a abordagens multifocais quanto unifocais, conforme a situação enfrentada, visando alcançar soluções abrangentes e eficazes. Processos Heurísticas Principais Processos Heurísticos: Disponibilidade: Eventos frequentes, emocionais ou fáceis de imaginar são mais acessíveis na memória. Representatividade: Decisões baseadas em estereótipos e modelos mentais de referência. Âncora e Ajustamento: Tomada de decisão baseada em uma referência inicial (âncora). Os ajustes feitos a partir dessa âncora influenciam a decisão. Desafios na Tomada de Decisão: Informações insuficientes e inadequadas. Falta de tempo e recursos para coletar informações. Percepções distorcidas. Incapacidade de processar muitas informações. Decisões 'Satisfatórias': Gestores se contentam com a primeira decisão razoável encontrada. Avaliam apenas algumas alternativas, não todas. Vieses que Interferem na Tomada de Decisão: Aversão ao Risco: Preferência por resultados certos em detrimento de arriscados. Decisões baseadas na segurança em vez da inovação. Viés da Compreensão Tardia: Tendência a acreditar que se sabia do resultado após sua ocorrência. Reduz a capacidade de aprender com erros passados. Erro de Aleatoriedade: Busca dar sentido a eventos aleatórios. Criação de padrões imaginários e superstições. Escalada de Comprometimento: Aumento do comprometimento após decisões malsucedidas. Esforço para recuperar prejuízos e evitar admitir erros. Viés de Confirmação: Tendência a buscar informações que confirmem escolhas anteriores. Desconsidera informações que contradigam as escolhas. Excesso de Confiança: Impacta a capacidade de julgamento. Indivíduos com habilidades fracas tendem a superestimar sua capacidade.

Esquema 102: Brainstorming Reunião de um grupo de pessoas para expor ideias, opiniões ou sugestões sem crítica ou censura. Criar alternativas criativas para solução de problemas ou aproveitamento de oportunidades. Em duas etapas: Geração e Seleção. Na etapa de 'Geração de Ideias', o foco está na coleta do maior número possível de ideias relacionadas ao problema ou objetivo em questão. Isso pode ser feito de forma livre, encorajando a criatividade e a participação de todos, ou de forma direcionada, utilizando técnicas específicas para estimular a geração de ideias relevantes. Na etapa de 'Seleção de Ideias', as ideias coletadas são analisadas e discutidas para identificar aquelas que têm maior potencial de contribuir para a resolução do problema ou para alcançar o objetivo estabelecido. A seleção é feita com base em critérios pré-definidos, como viabilidade, eficácia e alinhamento com os objetivos estratégicos da organização. As ideias mais promissoras são então escolhidas para serem aplicadas na prática.

O princípio da "Não crítica" estabelece que todas as ideias são aceitas sem julgamento durante o processo de geração de ideias, criando um ambiente seguro e inclusivo que encoraja a participação de todos os envolvidos. O princípio da "Quantidade" enfatiza a importância de gerar o maior número possível de ideias durante a sessão de brainstorming, reconhecendo que a diversidade e a quantidade de ideias aumentam as chances de encontrar soluções inovadoras e eficazes. O princípio da "Liberdade" incentiva os participantes a serem criativos e inovadores, encorajando a expressão de ideias não convencionais e o pensamento fora da caixa, sem restrições ou limitações autoimpostas. O princípio da "Associação livre" valoriza conexões inesperadas entre ideias, reconhecendo que soluções criativas muitas vezes surgem quando conceitos aparentemente não relacionados são combinados de maneiras novas e surpreendentes. O princípio da "Combinação e aperfeiçoamento" permite que as ideias sejam combinadas ou desenvolvidas durante o processo de seleção e refinamento, criando soluções mais robustas e abrangentes que aproveitam o melhor de várias propostas.

O Diagrama de Árvore de Decisões oferece uma visualização gráfica da sequência do processo decisório, permitindo que o tomador de decisões tenha uma compreensão clara das opções disponíveis e das decisões subsequentes que precisam ser tomadas. Ao desdobrar cada alternativa em um diagrama hierárquico, o Diagrama de Árvore de Decisões ajuda a identificar as diferentes ramificações e consequências de cada escolha, facilitando a análise dos possíveis resultados e riscos associados a cada curso de ação. Através da representação visual das alternativas e de suas interconexões, o Diagrama de Árvore de Decisões auxilia o tomador de decisões a explorar e comparar diversas opções de maneira sistemática, permitindo uma avaliação mais completa e informada dos impactos de cada alternativa.

Quanto ao controle preventivo e controle simultâneo, analise as seguintes afirmacoes e escolha a opção correta:
Controle Preventivo: Ocorre antes da atividade ser executada, tem como objetivo identificar e prevenir a ocorrência de problemas, é proativo e focado nos insumos.
Controle Simultâneo: Ocorre durante a execução da atividade, tem como objetivo monitorar e corrigir problemas durante a execução, é concomitante à atividade e busca detectar e corrigir desvios.
a) Apenas a primeira afirmação está correta.
b) Apenas a segunda afirmação está correta.
c) Ambas as afirmações estão corretas.
d) Nenhuma das afirmações está correta.

O que são indicadores de desempenho e qual a sua finalidade?

a) São medidas que representam ou quantificam um insumo, resultado, característica ou desempenho, utilizados para mensurar resultados, embasar análises críticas, contribuir para a melhoria contínua, facilitar o planejamento e controle do desempenho, e viabilizar a análise comparativa.
b) São medidas que representam ou quantificam um insumo, resultado, característica ou desempenho, utilizados apenas para mensurar resultados.
c) São medidas que representam ou quantificam um insumo, resultado, característica ou desempenho, utilizados apenas para embasar análises críticas.

Quais são os componentes básicos dos indicadores de desempenho?

a) Medida, Fórmula, Índice, Padrão de Comparação, Meta.
b) Medida, Fórmula, Índice, Meta, Critérios Básicos (Atributos).
c) Medida, Fórmula, Índice, Padrão de Comparação, Critérios Básicos (Atributos).

Quais são os aspectos essenciais na construção de indicadores?

Utilidade
Validade
Confiabilidade
Disponibilidade
Propriedades Complementares

Quais são os aspectos adicionais na construção de indicadores?

Publicidade
Temporalidade
Factibilidade
Medição factível em momentos adequados e com periodicidade equilibrada
Etapas e Passos para a Construção (Formulação) de Indicadores

Quais são as dimensões da cadeia de valor?

Esforço
Economicidade
Execução
Excelência
Resultado

Qual modelo de saúde enfatiza a importância da prevenção primária e da intervenção precoce, descrevendo a progressão de uma doença em um indivíduo ao longo do tempo?

a) Modelo de História Natural da Doença.
b) Modelo Sistêmico.
c) Modelo da Pirâmide de Riscos.
d) Modelo de Atenção Crônica.

O que o Modelo da Pirâmide de Riscos estrutura em diferentes níveis?

a) Estrutura os fatores de risco para a saúde em diferentes níveis.
b) Estrutura os fatores de proteção para a saúde em diferentes níveis.
c) Estrutura os fatores de risco para a doença em diferentes níveis.
d) Estrutura os fatores de risco para a saúde mental em diferentes níveis.

O que o Modelo de Atenção Crônica promove?

a) Uma abordagem exclusivamente medicamentosa.
b) Uma abordagem integrada para gestão de doenças crônicas.
c) Uma abordagem focada apenas na prevenção primária.
d) Uma abordagem que exclui a participação do paciente no cuidado.

O que o Modelo de Determinação Social da Saúde enfatiza?

a) A influência dos fatores genéticos na saúde.
b) A importância dos fatores individuais na determinação da saúde.
c) A influência das condições sociais, econômicas e políticas na saúde das populações.
d) A importância exclusiva dos fatores ambientais na determinação da saúde.

Identifique as diretrizes da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) de acordo com o texto apresentado.
Autonomia, empoderamento, intersetorialidade, intrassetorialidade, sustentabilidade, integralidade e territorialidade são diretrizes da PNPS.
Cooperação e Articulação Intra e Intersetorial, Fomento ao Planejamento de Ações Territorializadas de Promoção da Saúde e Incentivo à Gestão Democrática, Participativa e Transparente são diretrizes da PNPS.
a) Apenas a primeira afirmativa está correta.
b) Apenas a segunda afirmativa está correta.
c) Ambas as afirmativas estão corretas.
d) Nenhuma das afirmativas está correta.

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Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
1 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
2 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Sumário 
Proposta do Material de Revisão .................................................................. 8 
Ementa Políticas Públicas (Conhecimentos Gerais) ................................ 9 
TOP 3 Assuntos mais relevantes da matéria .............................................. 9 
Introdução a Políticas Públicas .................................................................. 10 
Conceito de Políticas Públicas ........................................................................... 10 
Elementos Fundamentais ................................................................................... 10 
Características ..................................................................................................... 10 
Dimensões da Política .......................................................................................... 12 
Tipos de Demandas .............................................................................................. 13 
Política Pública x Decisão Política ..................................................................... 14 
Tipos de Políticas Públicas (Classificações) ..................................................... 15 
Classificação quanto aos Impactos Gerados/Esperados na Sociedade ............................ 15 
Classificação quanto ao papel nas relações sociais ou impactos que podem causar .... 16 
Classificação quanto à Natureza ou Grau de Intervenção .................................................... 16 
Classificação quanto à Abrangência dos Possíveis Benefícios ........................................... 17 
Setorializada x Territorializada .................................................................................................... 17 
Vertical x Horizontal ....................................................................................................................... 18 
Sociais x Macroeconômicas x Administrativas x Específicas ............................................... 18 
Ciclo de Políticas Públicas .................................................................................. 19 
Construção da agenda (Formação da Agenda) ...................................................................... 20 
Tipos de Agenda ............................................................................................................................. 21 
Formulação das políticas públicas (Formulação de Alternativas) ...................................... 22 
Tomada de decisões etapa .......................................................................................................... 23 
Implementação .............................................................................................................................. 23 
Avaliação x Monitoramento ......................................................................................................... 24 
Tipos de Avaliação ......................................................................................................................... 26 
Critérios, Indicadores e Padrões ................................................................................................ 27 
Tipos de Análises ........................................................................................................................... 29 
Métodos de Coleta de Dados ...................................................................................................... 30 
Técnicas de Coleta de Dados ...................................................................................................... 32 
Métodos de Análise de Dados ..................................................................................................... 33 
Processo de Políticas Públicas .......................................................................... 34 
Modelo Lógico ...................................................................................................... 34 
Políticas Públicas no Estado Brasileiro Contemporâneo ....................... 37 
Descentralização e Democracia ......................................................................... 37 
Atores Sociais ...................................................................................................... 38 
Controle Social .................................................................................................... 38 
Gestão Local, Cidadania e Equidade social ...................................................... 39 
Gestão Local ................................................................................................................................... 39 
Cidadania .............................................................................................................. 40 
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
3 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Direitos Políticos .................................................................................................. 41 
Direitos Sociais .................................................................................................... 42 
Direitos do Cidadão ............................................................................................. 43 
Equidade Social .............................................................................................................................. 44 
Corrupção e Políticas Públicas .......................................................................... 45 
Tipos de Corrupção ............................................................................................. 46 
Fatores que Influenciam a Corrupção e a Qualidade das Políticas Públicas .................... 47 
Triângulo da Fraude ............................................................................................ 48 
Diamante da Fraude ............................................................................................ 48 
Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) ............................................................... 49 
Sanções ........................................................................................................................................... 49 
Inovações ........................................................................................................................................ 50 
Responsabilização ......................................................................................................................... 50 
Processos Participativos de Gestão Pública ............................................ 51 
Conselhos de Gestão ........................................................................................... 51 
Tipos de Participação .................................................................................................................... 51 
Princípio da Gestão Participativa ............................................................................................... 52 
Processos Participativos de Gestão Pública ........................................................................... 52 
Conselho de Gestão Fiscal (CGF) ............................................................................................... 52 
Orçamento participativo .................................................................................... 52 
Conferências de Políticas Públicas................................................................... 54 
Definição e Propósito ................................................................................................................... 54 
Características Principais ............................................................................................................55 
Audiências Públicas ............................................................................................ 55 
Participação e Impacto ................................................................................................................ 56 
Desafios e Limitações ................................................................................................................... 56 
Saúde Coletiva .............................................................................................. 57 
Promoção da Saúde e Prevenção de Agravos .................................................. 57 
Política Nacional de Promoção da Saúde ......................................................... 58 
Conceitos Relacionados a Doenças Infecciosas .................................................................... 58 
Atributos do Hospedeiro em Doenças Infecciosas ................................................................ 59 
Processo de Adoecimento e Períodos ...................................................................................... 59 
Medidas de Profilaxia e Controle ................................................................................................ 59 
Notificação Compulsória .................................................................................... 60 
Vigilância Epidemiológica ............................................................................................................ 60 
Notificação ...................................................................................................................................... 60 
Objetivo ............................................................................................................................................ 60 
Principais Doenças e Agravos - Imediata ................................................................................. 61 
Principais Doenças e Agravos - Semanal: ............................................................................... 61 
Lei 8.080/90 .................................................................................................. 62 
Objetivos do SUS ................................................................................................. 62 
Áreas de Atuação do SUS ................................................................................... 62 
Direções do SUS .................................................................................................. 63 
 
Auditor Faixa Preta 
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4 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Comissões ............................................................................................................ 63 
Competências ...................................................................................................... 64 
Serviços Públicos ................................................................................................ 64 
Atendimento e Internação Domiciliar ....................................................................................... 64 
Acompanhamento de Pré-Parto, Parto e Pós-Parto ............................................................. 65 
Assistência Terapêutica Integral ............................................................................................... 65 
Serviços Privados ............................................................................................... 65 
Financiamento ............................................................................................................................... 66 
Planejamento ................................................................................................................................. 66 
Processo Decisório ....................................................................................... 67 
Elementos do Processo Decisório ...................................................................... 67 
Etapas do Processo Decisório (Fases do Processo Decisório) ...................... 68 
Chiavenato 2ª Obra (7 Etapas) .................................................................................................... 68 
Chiavenato 3ª Obra (4 Etapas) ................................................................................................... 69 
Simon ............................................................................................................................................... 69 
Classificações das Decisões .............................................................................. 70 
Tipos de decisão ............................................................................................................................ 70 
Técnicas para Tomada de Decisões Programadas ................................................................ 70 
Técnicas para Tomada de Decisões Não Programadas ......................................................... 71 
Níveis de decisão .................................................................................................. 71 
Decisões Centralizadas x Decisões Descentralizadas .......................................................... 72 
Outras Classificações .......................................................................................... 72 
Ambientes de decisão ......................................................................................... 74 
Classificações das decisões de acordo com as condições ambientais ............................. 75 
Pensamento Linear .............................................................................................. 75 
Pensamento Sistêmico ........................................................................................ 76 
Modelos de Tomada de Decisão .......................................................................... 76 
Modelo Racional (Modelo Clássico) ............................................................................................ 76 
Modelo da Racionalidade Limitada ............................................................................................. 77 
Modelo Intuitivo .............................................................................................................................. 77 
Estilos de Tomada de Decisão ............................................................................ 78 
Estilos Decisórios de Robbins ..................................................................................................... 78 
Estilos Decisórios de Driver ......................................................................................................... 79 
Processos Heurísticas ......................................................................................... 81 
Principais Processos Heurísticos ................................................................................................ 81 
Vieses que Interferem na Tomada de Decisão ................................................. 82 
Método de Análise e Solução de Problemas (MASP) ....................................... 83 
Ferramentas de Auxílio ao Processo Decisório ............................................... 84 
Ferramentas de Identificação da Situação e Diagnóstico .................................................... 84 
Ferramentas de Avaliação e Escolha de Alternativas ........................................................... 89 
Outras Ferramentas de Auxílio ao Processo de Tomada de Decisão .................................. 91 
Controle .......................................................................................................... 93 
Tipos de Controle (Classificações) ................................................................... 96 
 
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5 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Quanto ao Nível Organizacional ..................................................................................................96 
Controle Preventivo ...................................................................................................................... 98 
Controle Simultâneo ..................................................................................................................... 98 
Níveis de Controle de Perrow............................................................................. 99 
Classificação de Controle .................................................................................. 99 
Indicadores de Desempenho ..................................................................... 101 
Componentes .................................................................................................... 102 
Critérios ............................................................................................................. 102 
Propriedades Essenciais .................................................................................. 103 
Propriedade Complementares ........................................................................ 103 
Aspectos Adicionais ......................................................................................... 104 
Construção de indicadores .............................................................................. 104 
Comunicação ................................................................................................................................ 104 
Mitos da Medição ............................................................................................... 105 
Cadeia de Valor .................................................................................................. 106 
Dimensões da Cadeia de Valor .................................................................................................. 107 
Indicadores ........................................................................................................ 109 
Quanto ao nível hierárquico ....................................................................................................... 110 
Quanto ao enfoque ....................................................................................................................... 111 
Indicadores Lag (de resultado) ................................................................................................... 111 
Indicadores Lead (de tendência) ................................................................................................ 111 
Participação ........................................................................................................ 112 
Tipos de Participação .................................................................................................................. 112 
Princípio da Gestão Participativa .............................................................................................. 112 
Processos Participativos ............................................................................................................ 113 
Modelos de atenção à saúde ..................................................................... 114 
Objetivos ......................................................................................................................................... 114 
Modelos de Atenção à Saúde ............................................................................ 115 
Modelo de História Natural da Doença ..................................................................................... 116 
Modelo Sistêmico ......................................................................................................................... 116 
Modelo da Pirâmide de Riscos ................................................................................................... 117 
Modelo de Atenção Crônica ....................................................................................................... 117 
Modelo de Determinação Social da Saúde .............................................................................. 119 
Lei 8.142/90 ................................................................................................. 120 
Conferência de Saúde ....................................................................................... 120 
Conselho de Saúde ............................................................................................ 120 
Fundo Nacional de Saúde .................................................................................. 122 
Alocação de Recursos ................................................................................................................ 123 
Condições para Recebimento de Recursos ........................................................................... 123 
Decreto 7.508/11 ........................................................................................ 124 
Região de Saúde ................................................................................................ 124 
 
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6 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP) ........................... 124 
Mapa da Saúde ................................................................................................... 124 
Rede de Atenção à Saúde (RAS) ...................................................................... 124 
Serviços de Portas de Entrada do SUS ............................................................ 125 
Princípios de acesso universal e igualitário ................................................... 125 
Comissões Intergestores .................................................................................. 126 
Planejamento da saúde ..................................................................................... 126 
RENASES (Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde) ........................ 126 
RENAME (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais) ........................... 126 
Assistência Farmacêutica ................................................................................ 126 
Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP) ............................ 127 
Componentes Principais ............................................................................................................. 127 
Princípios ........................................................................................................................................ 127 
Programa Nacional de Imunização .......................................................... 128 
Responsabilização ............................................................................................ 128 
Sala de Vacinação .............................................................................................. 129 
Infraestrutura mínima ................................................................................................................ 129 
Conservação de Imunobiológicos ................................................................... 130 
Tipos de Agentes Imunizantes ........................................................................ 130 
Contraindicações dos Imunobiológicos .......................................................... 131 
Falsas Contraindicações ................................................................................... 131 
Situações Especiais ........................................................................................... 132 
Calendário de Vacinação ................................................................................... 132 
Política Nacional de Promoção a Saúde .................................................. 136 
Prevenção de Agravos ....................................................................................... 136 
Promoção da Saúde ...........................................................................................136 
Carta de Ottawa (1986) ..................................................................................... 136 
Pré-requisitos para a Saúde ............................................................................. 137 
Capacitação ........................................................................................................ 137 
Mediação ............................................................................................................. 137 
Campos de Ação ................................................................................................ 138 
Objetivo .............................................................................................................. 138 
Valores Fundantes no processo de efetivação da PNPS ............................... 139 
Princípios da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) .................... 139 
Diretrizes da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) ................... 140 
Objetivos Gerais da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) ......... 141 
 
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7 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Objetivos Específicos da PNPS ......................................................................... 141 
Temas Transversais da PNPS .......................................................................... 143 
Territorialização ................................................................................................ 143 
Temas Prioritários da PNPS ............................................................................. 144 
Competências .................................................................................................... 144 
Compete a todos os entes ......................................................................................................... 144 
Competências do Ministério da Saúde.................................................................................... 145 
Competências das Secretarias Estaduais de Saúde ........................................................... 145 
Competências das Secretarias Municipais de Saúde .......................................................... 146 
 
 
 
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8 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Proposta do Material de Revisão 
Meu objetivo é oferecer o melhor material esquematizado para o Concurso Nacional 
Unificado, com uma qualidade incomparável, garantindo assim, que todos possam ter um 
material de apoio e revisão para encarar essa reta final. Meu Resumo é projetado para 
substituir a necessidade de ler PDFs extensos com centenas de páginas. 
Dessa forma, a proposta é entregar um Material Completo, Didático e Objetivo, no Resumo 
Esquematizado você encontrará tudo que é mais importante para o Concurso Nacional 
Unificado. Cada informação foi cuidadosamente organizada para proporcionar uma 
experiência de aprendizado eficiente da matéria. 
Para preparar esse resumo, utilizamos a base dos Pdfs dos principais e maiores cursos 
preparatórios para concursos, além de contar com a colaboração dos principais 
professores de cada matéria, sempre solicitando orientação e dicas, buscando sempre o 
melhor caminho. Além de avaliar milhares de questões, de diversas bancas, mas com o foco 
nas cobranças da banca do concurso, a CESGRANRIO. 
Além do excelente Resumo Esquematizado, em paralelo, temos Flashcards e o RETA 
FINAL (um Pacote de Questões Selecionadas), assim você terá todas as ferramentas 
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material, você fará revisões muito mais rápidas e eficiente, assim estará um passo à 
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9 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Ementa Políticas Públicas (Conhecimentos Específicos) 
1 Política Nacional de Saúde (Lei nº 8.080/1990 e suas alterações e atualizações). 2 O 
processo de elaboração de políticas; o papel do Estado; a burocracia e o Estado; poder, 
racionalidade e tomada de decisões. 3 Implementação de políticas públicas: problemas, 
dilemas e desafios. Arranjos institucionais para implementação de políticas públicas. 4 A 
diversidade e a inclusão nas políticas públicas. Ações afirmativas. 5 Instrumentos e 
alternativas de implementação, como fundos, consórcios e transferências obrigatórias. 6 
Mobilização, organização e participação social nos processos de gestão das instituições 
estatais: 6.1 Conselhos, conferências e outros fóruns. 6.2 Mecanismos legais e institucionais 
de ampliação, diversificação e garantia de direitos individuais, coletivos e difusos. Controle 
social. 7 Avaliação de políticas públicas; principais componentes do processo de avaliação; 
custo-benefício, escala, efetividade, impacto das políticas públicas. 8 Participação da 
comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), Lei nº 8142/1990 e alterações; 8.1 
Organização do Sistema Único de Saúde (SUS), Decreto 7.508/2011 e alterações. 8.2 
Programa Nacional de Imunização (PNI). 8.3 Política Nacional de Promoção da Saúde. 8.4 
Políticas Públicas de vigilância em saúde; a vigilância em saúde no âmbito do SUS. 
TOP 3 Assuntos mais relevantes da matéria 
Políticas Públicas II 
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Tópico % TOP3 
Avaliação de políticas públicas 24% 
🔺🔺 O processo de elaboração de políticas 19% 
Política Nacional de Saúde (Lei nº 8.080/1990) 16% 
Mobilização, organização e participação social nos 
processos de gestão das instituições estatais 
13% 
🔻🔻 
Implementação de políticas públicas 11% 
A diversidade e a inclusão nas políticas públicas. 9% 
Programa Nacional de Imunização (PNI) 3% 
Política Nacional de Promoção da Saúde 2% 
Políticas Públicas de vigilância em saúde 2% 
Decreto 7.508/2011 1% 
 
Tabela 1 
 
 
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10 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
POLÍTICAS PÚBLICAS II POLÍTICAS PÚBLICAS II 
Introdução a Políticas Públicas 
Conceito de Políticas Públicas 
Políticas públicas são diretrizes elaboradas para abordar problemas públicos, com o objetivo 
de melhorar a vida dos cidadãos e promover o bem-estar social. 
 
Elementos Fundamentais 
 
Esquema 1 
 
Características 
A interconexão entre problemas públicos muitas vezes desafia definições claras de 
fronteiras, tornando a delimitação de responsabilidades complexa e sujeita a interpretações 
variadas. A natureza dos problemas públicos frequentemente envolve a gestão de bens 
públicos, onde a alocação de recursos e o acesso equitativo são fundamentais para o bem-
estar coletivo. 
A resolução eficaz de problemas públicos muitas vezes requer ações coordenadas e 
colaborativas entre múltiplos atores e setores da sociedade. A complexidade técnica e 
política inerente aos problemas públicos torna sua resolução desafiadora, com potencial 
para gerar novos dilemas e impasses. 
A presença de incerteza e risco em questões públicas amplia a necessidade de abordagens 
adaptativas e medidas cautelares na tomada de decisões. As escolhas trágicas inerentes aos 
Elementos 
Fundamentais
Intencionalidade 
pública
Refere-se à intenção deliberada do 
governo em resolver um problema 
coletivamente relevante.
Resposta a um 
problema público
Significa que as políticas públicas 
são desenvolvidas em resposta a 
uma situação considerada 
inadequada, com a expectativa de 
alcançar uma situação melhor.
 
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11 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
problemaspúblicos implicam trade-offs entre diferentes grupos e interesses, destacando a 
necessidade de equilibrar benefícios e perdas de maneira ética e transparente. 
A redistribuição de riqueza através de mecanismos como subsídios, empréstimos e pensões 
reflete a tentativa de mitigar desigualdades e promover a justiça social em contextos de 
problemas públicos. 
 
Esquema 2 
 
Esquema 3 
Características dos 
Problemas Públicos
Ausência de fronteiras claras
Relacionamento com bens públicos
Necessidade de ações conjuntas
Dificuldade de resolução e possibilidade de 
criar novos problemas
Complexidade técnica e política
Incerteza e risco
"Escolhas trágicas" que envolvem benefícios 
e perdas para diferentes grupos
Redistribuição de riqueza através de 
subsídios, empréstimos, pensões, etc
Abordagens
Estatista 
(Estado-cêntrica)
Enfatiza que a gestão das políticas 
públicas é primariamente uma 
responsabilidade dos atores 
governamentais.
Considera que uma política é pública 
quando é conduzida pelo governo.
Multicêntrica
Reconhece que além dos atores 
governamentais, organizações privadas, 
ONGs e organizações multilaterais 
também desempenham um papel 
significativo na implementação das 
políticas públicas.
 
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12 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Participação dos Diferentes Setores: Embora os órgãos governamentais sejam os 
principais responsáveis pela formulação, implementação e avaliação das políticas públicas, 
isso pode ocorrer em colaboração com a sociedade civil e o setor paraestatal. 
 
Dimensões da Política 
 Polity (Dimensão Institucional): Expressão utilizada para denominar as 
instituições políticas. Essa dimensão se refere à ordem do sistema político, delineada 
pelo sistema jurídico, e à estrutura institucional do sistema político-administrativo. 
 Politics (Dimensão Processual): Expressão utilizada para denominar os processos 
políticos (atividade política). Ou seja, consiste no processo político, frequentemente 
de caráter conflituoso, no que diz respeito à imposição de objetivos, aos conteúdos 
e às decisões de distribuição. 
 Policy (Dimensão Material): Expressão utilizada para denominar os conteúdos 
“concretos” (conteúdo “material”) da política. Ou seja, são os conteúdos concretos, 
isto é, se refere à configuração dos programas políticos, aos problemas técnicos e 
ao conteúdo material das decisões políticas. São as decisões tomadas e as ações 
concretas para realizá-las. 
 
Esquema 4 
Politica
Polity 
(Dimensão 
Institucional)
Refere-se às instituições políticas e à ordem do 
sistema político delineada pelo sistema jurídico.
Envolve a estrutura institucional do sistema 
político-administrativo.
Consiste em estruturas institucionais baseadas 
em normas do sistema jurídico.
Politics
(Dimensão 
Processual)
Diz respeito aos processos políticos e à atividade 
política em si.
Inclui o processo político, muitas vezes 
conflituoso, relacionado à imposição de 
objetivos, conteúdos e decisões de distribuição.
Envolve relações de influência e poder no 
processo político.
Policy 
(Dimensão 
Material)
Refere-se aos conteúdos concretos da política.
Inclui a configuração dos programas políticos, 
problemas técnicos e o conteúdo material das 
decisões políticas.
Consiste nas decisões tomadas e nas ações 
concretas para implementá-las, ou seja, as 
políticas públicas em si.
 
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13 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Tipos de Demandas 
 
Esquema 5 
 
Esquema 6 
Sociedade
Demandas 
Sociais
Polity 
(Instituições)
Politics 
(Processos 
Políticos)
Policy 
(Políticas 
Públicas)
Demandas 
Novas
Resultam do surgimento de novos atores políticos ou 
de novos problemas.
Novos Atores: Organizações que anteriormente não 
estavam estruturadas politicamente e agora 
pressionam o sistema político.
Novos Problemas: Situações que não existiam 
previamente ou não eram reconhecidas como 
problemas, como a COVID-19 ou questões ambientais.
Demandas 
Recorrentes
Expressam problemas que permanecem sem solução 
ou são mal resolvidos.
São temas que frequentemente reaparecem no 
debate político e na agenda governamental.
Demandas 
Reprimidas
Consistem em situações que não são reconhecidas 
como problemas pelos políticos.
Podem ser "estados de coisas" que não são 
considerados como problemas ou decisões políticas 
que são adiadas ou evitadas.
 
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14 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Política Pública x Decisão Política 
Política pública envolve uma série de decisões estrategicamente selecionadas e 
coordenadas para resolver problemas ou alcançar objetivos de interesse público, indo além 
de uma única escolha. 
Decisão política refere-se à seleção entre alternativas disponíveis, considerando as 
preferências dos atores envolvidos e a relação entre os objetivos e os recursos disponíveis. 
 
Aspecto Política Pública Decisão Política 
Natureza Conjunto coordenado de 
medidas 
Escolha entre alternativas 
Abrangência Envolve múltiplas ações e 
decisões 
Uma única decisão 
Objetivo 
Resolver um problema ou 
alcançar um objetivo de 
interesse público 
Reflete preferências dos 
atores envolvidos e a 
adequação entre fins 
pretendidos e meios 
disponíveis 
Implementação 
Requer várias ações 
estrategicamente 
selecionadas 
Pode ser parte do processo 
de formação de uma política 
pública, mas não é 
necessariamente uma ação 
coordenada 
Relação com o interesse 
público 
Direcionada explicitamente 
para atender a um interesse 
público 
Pode ou não estar alinhada 
com o interesse público, 
dependendo das 
preferências e objetivos dos 
atores envolvidos 
Resultados e Impactos 
Busca alcançar resultados 
específicos e mensuráveis, 
muitas vezes de longo 
prazo 
Pode ter impactos 
imediatos ou de curto 
prazo, e nem sempre visa 
resultados mensuráveis 
Tabela 2 
 
Embora uma decisão política possa ser parte do processo de formação de uma política 
pública, nem toda decisão política resulta diretamente em uma política pública. 
 
 
 
Auditor Faixa Preta 
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15 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 7 
Tipos de Políticas Públicas (Classificações) 
Classificação quanto aos Impactos Gerados/Esperados na Sociedade 
 
Esquema 8 
Uma política 
pública é 
geralmente o 
resultado de 
decisões políticas.
Nem toda decisão 
política se 
transforma em 
uma política 
pública.
As políticas 
públicas são mais 
abrangentes e 
envolvem a 
implementação de 
decisões políticas 
em um conjunto 
de ações 
coordenadas.
Ti
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(C
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Políticas 
Regulatórias
Objetivo Regular a atuação e o comportamento de 
pessoas, grupos e organizações.
Características
Utilizam regulamentações simples.
Buscam equilibrar custos e benefícios de 
forma igualitária entre os diversos grupos da 
sociedade.
Políticas 
Distributivas
Objetivo
Concentrar benefícios para alguns grupos 
específicos enquanto os custos são divididos 
por toda a coletividade.
Características
Benefícios são direcionados a grupos 
específicos.
Custos são difusos e compartilhados pela 
sociedade como um todo.
Políticas 
Redistributivas
Objetivo Redistribuir renda, transferindo recursos de 
um grupo para outro.
Características
Benefícios são concentrados em um grupo 
restrito de pessoas.
Custos são suportados por outro grupo 
restrito.
Políticas 
Constitutivas 
(ou Políticas 
Estruturadoras)
Objetivo
Definir as regras do jogo político, incluindo 
competências, jurisdições e regras da 
elaboração de políticas públicas.Características
São conhecidas como "meta-policies" e 
moldam a dinâmica política.
Estruturam as regras de formulação e 
implementação dos outros tipos de políticas.
 
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 @auditorfaixapreta 
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16 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Classificação quanto ao papel nas relações sociais ou impactos que podem causar 
 
Esquema 9 
Classificação quanto à Natureza ou Grau de Intervenção 
 
Esquema 10 
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(C
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Regulatória
Objetivo
Definir regras e procedimentos para regular o 
comportamento dos atores visando atender aos 
interesses gerais da sociedade.
Características Não visam benefícios imediatos para qualquer 
grupo.
Distributivas
Objetivo Distribuir benefícios individuais relacionados à 
alocação de recursos.
Características
Instrumentalizadas pelo clientelismo.
Podem envolver favorecimento de grupos 
específicos.
Redistributivas
Objetivo
Redistribuir recursos entre grupos sociais 
distintos em busca de certa equidade, mesmo 
que isso provoque conflitos.
Características Retiram recursos de um grupo para beneficiar 
outros.
Ti
p
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e 
P
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ic
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 P
ú
b
lic
as
 
(C
la
ss
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ic
aç
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s)
Estrutural
Objetivo Interferir em relações estruturais como renda, 
emprego, propriedade, etc.
Características Busca mudanças duradouras e significativas 
nas estruturas sociais.
Conjuntural 
(Emergencial)
Objetivo Intervir sobre uma situação temporária e 
imediata.
Características Destinadas a lidar com crises ou situações 
emergenciais de curto prazo.
 
Auditor Faixa Preta 
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Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
17 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Classificação quanto à Abrangência dos Possíveis Benefícios 
 
Esquema 11 
Setorializada x Territorializada 
Aspecto Políticas Públicas 
Setorializadas 
Políticas Públicas 
Territorializadas 
Delimitação Temática Geográfica 
Base de Definição Definidas com base em 
temas específicos 
Definidas com base em 
áreas geográficas ou 
circunscrições territoriais 
Objetivos e Foco 
Resolver problemas ou 
alcançar objetivos dentro de 
um tema específico 
Resolver problemas ou 
alcançar objetivos em uma 
área geográfica ou território 
específico 
Exemplos 
Políticas de combate às 
drogas, conscientização 
ambiental, promoção de 
direitos do cidadão 
Políticas de 
desenvolvimento do 
semiárido, combate ao 
contrabando em fronteiras 
Implementação 
Requer abordagens e 
estratégias específicas ao 
tema tratado, envolvendo 
especialistas e intervenções 
focadas 
Demanda conhecimento do 
contexto local, abordagens 
adaptadas à geografia e à 
população do território, e 
colaboração 
intergovernamental 
Impactos Esperados 
Impactos direcionados a 
mudanças ou melhorias 
dentro do tema abordado 
Impactos visando melhorias 
socioeconômicas, 
ambientais, de infraestrutura 
ou culturais na região 
delimitada 
Desafios Específicos 
Necessidade de atualização 
constante com base em 
novas pesquisas e 
tendências do tema 
Desafios relacionados à 
diversidade territorial, como 
diferenças culturais, 
econômicas e sociais entre 
as regiões 
Tabela 3 
Tipos de Políticas 
Públicas 
(Classificações)
Universais Destinadas a todos os cidadãos, sem 
distinção.
Segmentais
Destinadas a um segmento específico da 
população, caracterizado por um fator 
determinado como idade, condição física, 
gênero, etc.
Fragmentadas
Destinadas a grupos sociais específicos 
dentro de determinado segmento, sendo 
mais focalizadas e específicas.
 
Auditor Faixa Preta 
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18 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Vertical x Horizontal 
Aspecto Políticas Públicas 
Verticais 
Políticas Públicas 
 Horizontais 
Estrutura Organizacional Simples e hierárquica 
Integrada e colaborativa 
entre partes ou unidades no 
mesmo nível 
Base para Decisões 
Baseadas em diretrizes 
amplas disseminadas de 
cima para baixo 
Desenvolvimento e 
implementação em 
colaboração entre 
diferentes partes ou 
unidades organizacionais 
Execução 
Os níveis inferiores 
executam ações com base 
nas diretrizes superiores 
Integração e cooperação 
entre diferentes partes ou 
unidades para execução de 
políticas 
Características Tradicionais e comuns 
Mutuamente integradas, 
promovendo coordenação e 
colaboração 
Impactos e Desafios 
Pode enfrentar desafios de 
flexibilidade e adaptação às 
mudanças locais ou 
específicas 
Requer esforços 
significativos de 
coordenação e 
comunicação, além de 
potencialmente enfrentar 
desafios de alinhamento e 
consenso 
Tabela 4 
 
Sociais x Macroeconômicas x Administrativas x Específicas 
 
Esquema 12 
Sociais
Voltadas para a promoção do bem-estar e 
desenvolvimento social, abrangem educação, 
saúde, habitação e previdência social.
Macroeconômicas
Englobam medidas fiscais, monetárias e 
comerciais para estimular o crescimento 
econômico e garantir estabilidade financeira.
Administrativas
Focadas em aprimorar a gestão pública e 
promover a democracia, envolvem 
descentralização e participação social.
Específicas (Setoriais)
Direcionadas a resolver problemas em áreas 
como meio ambiente e direitos humanos, 
atendem demandas setoriais da sociedade.
 
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19 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Ciclo de Políticas Públicas 
 
Esquema 13 
 
 A etapa de Construção da Agenda no ciclo de políticas públicas refere-se ao 
processo de identificação e priorização de questões ou problemas que demandam a 
atenção do governo e da sociedade. 
 A Formulação da Política envolve o desenvolvimento de propostas e soluções para 
resolver os problemas identificados durante a construção da agenda, incluindo a 
elaboração de planos, programas e legislações. 
 A Tomada de Decisão é o momento em que as autoridades responsáveis analisam 
as opções disponíveis e escolhem a melhor abordagem para implementar a política 
pública, levando em consideração diversos fatores políticos, econômicos e sociais. 
 A Implementação refere-se à execução prática da política pública, envolvendo a 
alocação de recursos, a mobilização de atores relevantes e a realização das 
atividades planejadas para alcançar os objetivos estabelecidos. 
 A Avaliação é a fase em que se realiza a análise sistemática dos resultados e 
impactos da política pública implementada, permitindo avaliar sua eficácia, 
eficiência, equidade e sustentabilidade, e identificar possíveis ajustes ou melhorias 
necessárias. 
 
 
Ciclo de 
Políticas 
Públicas
Construção da 
agenda
Formulação da 
política
Tomada de 
decisão 
Implementação
Avaliação
 
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20 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 14 
 
Construção da agenda (Formação da Agenda) 
 
Esquema 15 
 
1. Na Construção da Agenda, a Definição da Agenda compreende um conjunto de 
problemas ou temas considerados importantes e que requerem intervenção do 
governo, podendo se manifestar como programas de governo, planejamento 
orçamentário ou uma lista de assuntos relevantes determinada por um comitê 
editorial de jornal. 
2. A Identificação de Problemas Públicos é o ponto de partida na formação da 
agenda, envolvendo a percepção, definição e delimitação de problemas que podem 
ser resolvidos por meio de políticas públicas, além da avaliação de sua possibilidade 
de resolução. 
Ambientes 
Organizacionais
Geral
Macro ambiente indireto 
(economia, política, 
tecnologia, demografia).
Operacional
Ambiente competitivo direto 
(clientes, fornecedores, 
concorrentes).
Interno:=
Elementos internos da 
organização (funcionários,estrutura física).
Construção da 
agenda Definição da Agenda
Identificação de 
Problemas Públicos
Diferenciação entre 
Situações e 
Problemas
Priorização de 
Problemas
 
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21 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
3. A Diferenciação entre Situações e Problemas destaca a importância de distinguir 
entre situações cotidianas toleráveis e problemas que exigem intervenção 
governamental, sendo que uma situação se transforma em um problema quando é 
percebida como algo que necessita de mudança ou correção. 
4. A Priorização de Problemas estabelece que os problemas públicos identificados e 
considerados prioritários têm maior probabilidade de serem incluídos na agenda 
política e receberem atenção governamental, influenciando a alocação de recursos 
e o desenvolvimento de políticas públicas. 
 
Tipos de Agenda 
 
Esquema 16 
 
Um problema é considerado para inclusão na agenda política quando atende a critérios 
específicos: deve ser reconhecido por diversos atores relevantes como importante e 
necessitando de intervenção, soluções viáveis e práticas devem existir, e deve estar 
diretamente relacionado às responsabilidades e competências do setor público. A percepção 
unânime da necessidade de intervenção entre diferentes atores e a identificação de 
soluções realizáveis são fundamentais para sua inclusão. 
 
 
Tipos de Agenda
Agenda Política 
(Agenda Sistêmica)
Conjunto de problemas ou temas 
percebidos pela comunidade 
política como merecedores de 
intervenção pública.
Agenda Formal 
(Agenda 
Institucional)
Lista de problemas ou temas que 
o poder público já decidiu 
enfrentar.
Agenda da Mídia
Lista de problemas ou temas que 
recebem atenção especial dos 
meios de comunicação.
Pode condicionar a agenda 
política e institucional devido ao 
seu poder sobre a opinião 
pública.
 
Auditor Faixa Preta 
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Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
22 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Formulação das políticas públicas (Formulação de Alternativas) 
Abordagem Características 
Institucional 
 Ênfase no papel do Estado na concepção e implementação das 
políticas públicas. 
 Foco na definição da estrutura e organização, distribuição de 
deveres e funções das instituições governamentais específicas. 
 Instituições governamentais são padrões estruturados de 
comportamento de indivíduos e grupos, influenciando a 
formulação da política pública. 
Neoinstitucionalista 
 Contraponto ao modelo Institucional Clássico. 
 Instituições políticas não são apenas reflexos de forças sociais; 
estruturas institucionais vão além de serem uma "arena de 
competição" entre interesses rivais. 
 Instituições definem quem pode participar em determinada arena 
política, estruturam estratégias políticas dos atores e influenciam 
suas preferências. 
 Atuação dos atores políticos é guiada por deveres e papéis 
institucionais, não apenas por interesse próprio. 
Processual 
 Foco no processo político, que é estruturado logicamente em fases 
como identificação de situação-problema, formulação de agenda, 
legitimação, implementação e avaliação. 
Grupos de Interesse 
 Políticas públicas são resultado da articulação organizada de 
indivíduos ou organizações com interesses convergentes, 
pressionando o Estado para adotar medidas que os beneficiem. 
 Existem grupos de interesse e grupos de pressão, ambos buscando 
defender ou modificar o status quo em seu favor. 
Racional 
 Política pública resulta do cumprimento eficiente de metas pré-
definidas de forma metodológica e racional. 
 A eficiência é alcançada através do cálculo de custo-benefício para 
atender demandas sociais, políticas e econômicas. 
 Tomadores de decisão são conscientes das preferências e valores 
da sociedade e têm controle sobre as alternativas políticas e suas 
consequências. 
Sistêmica 
 Política pública é resultado da interação entre o sistema político e 
as demandas e forças da sociedade. 
 Demandas e forças externas são inputs; o sistema político 
processa essas demandas para atendê-las, resultando em políticas 
públicas como output. 
 O sistema político alocada autoritariamente valores e recursos para 
a sociedade, transformando demandas em decisões impositivas 
legitimadas. 
Tabela 5 
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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23 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 Tomada de decisões etapa 
 
Esquema 17 
Implementação 
 No modelo top-down, a separação entre tomada de decisão e implementação pode 
levar a uma desconexão entre as necessidades reais no terreno e as políticas 
implementadas. 
 O modelo bottom-up permite uma maior adaptabilidade às nuances locais, uma vez 
que os implementadores têm liberdade para ajustar a implementação conforme 
necessário. 
 No modelo top-down, a lentidão na implementação pode ocorrer devido à rigidez na 
hierarquia de decisão, o que pode resultar em atrasos na resposta a problemas 
emergentes. 
 
To
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Modelo Racional 
(Racional-
compreensivo)
O tomador de decisões possui informações 
completas e capacidade para processá-las.
Busca-se escolher políticas em que os benefícios 
superem os custos.
Foco na eficiência e busca das alternativas mais 
eficientes.
Modelo Incremental
Solução gradual dos problemas, sem introduzir 
grandes modificações ou rupturas.
Reconhece limitações no conhecimento da 
realidade e considera conflitos de poder.
Define e redefine o problema ao longo do 
processo.
Mixed-scanning 
(Sondagem mista)
Modelo misto que combina elementos do modelo 
racional-compreensivo e incremental.
Ampla revisão do campo de decisão sem análise 
detalhada de cada alternativa.
Decisões estruturantes e incrementais são 
tomadas conforme necessário.
Garbage can 
(Lata de lixo)
As soluções procuram os problemas, e não o 
contrário.
Decisões são tomadas de forma oportunista e não 
necessariamente em resposta a problemas 
identificados anteriormente.
 
Auditor Faixa Preta 
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24 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 18 
 
Avaliação x Monitoramento 
 A avaliação é um processo deliberado que busca julgar a eficácia e eficiência das 
propostas de ação pública, oferecendo insights para melhorias e tomada de decisões 
estratégicas. 
 O monitoramento, por sua vez, é um processo contínuo que acompanha a execução 
das ações da política pública, identificando problemas e permitindo correções ao 
longo do caminho para garantir o alcance dos objetivos. 
 
Implementação
Modelo Top-down 
(de cima para baixo)
Caracterizado pela separação entre tomada 
de decisão (agentes políticos) e 
implementação (burocracia).
Decisões são tomadas por escalões 
superiores e burocratas apenas executam.
Processo linear que pode resultar em 
lentidão na implementação.
Modelo Bottom-up 
(de baixo para cima)
Maior liberdade dos implementadores 
(burocratas) para organizar e modelar a 
implementação.
Implementadores têm influência sobre o 
processo e podem tomar decisões durante 
a execução.
Formato da política pública não é definitivo 
e pode ser modificado pelos 
implementadores no dia a dia.
Modelo Híbrido
Combinação dos modelos top-down e 
bottom-up.
Implementação é realizada com 
participação ativa tanto dos escalões 
superiores quanto dos implementadores.
Surgiu principalmente após a Reforma do 
Estado nos anos 90.
 
Auditor Faixa Preta 
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25 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Aspecto Avaliação Monitoramento 
Definição 
Processo deliberado para julgar 
a validade de ações públicas e o 
sucesso ou falha dosprojetos 
implementados. 
Processo contínuo para 
controlar a entrega de insumos 
e verificar a conformidade com 
as metas durante a 
implementação. 
Foco 
Analisa o desempenho global e 
o impacto na solução do 
problema. 
Acompanha a execução das 
ações, identificando problemas 
e falhas. 
Objetivo 
Fornecer insights para 
melhorias e aprimoramento das 
políticas. 
Identificar problemas durante a 
execução para permitir 
correções. 
Frequência 
Realizada em momentos-chave 
para avaliar eficácia e 
eficiência. 
Realizado rotineiramente para 
garantir o andamento das 
atividades e fornecer feedback 
contínuo. 
Tabela 6 
 
Auditor Faixa Preta 
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26 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Tipos de Avaliação 
 
Esquema 19 
 
 Quanto ao Momento de Realização (Perspectiva Temporal): 
• Avaliação Ex ante (Diagnóstica / Controle Prévio): Avaliação inicial antes da 
implementação para avaliar a viabilidade e evitar erros no desenho e formulação de 
programas/políticas públicas. 
• Avaliação In itinere (Formativa / Controle Concomitante / Intermediária): 
Avaliação durante a implementação para adquirir conhecimento sobre o processo e 
corrigir desvios que ocorrem durante a execução das atividades. 
• Avaliação Ex post (Somativa / Controle Posterior): Avaliação final após a 
implementação para avaliar os resultados e a eficácia do programa/política pública. 
 
 Quanto à Função (Natureza): 
• Avaliação Somativa (avaliação de conteúdo): Busca informações para basear a 
tomada de decisão sobre a continuidade do programa/política pública, focando nos 
resultados. 
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A
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Quanto ao 
Momento
Controle Prévio
Controle Concomitante
Controle Posterior
Quanto à 
Função
Avaliação Somativa
Avaliação Formativa 
Quanto ao 
Avaliador
Avaliação Interna
Avaliação Externa 
Avaliação Mista 
Avaliação Participativa 
Quanto à 
Metodologia
Avaliação de Metas
Avaliação de Impacto 
Avaliação de Processos 
 
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27 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
• Avaliação Formativa: Busca informações para melhorar o funcionamento do 
programa durante o processo de implementação, focando no processo e nas 
estratégias utilizadas. 
 
 Quanto ao Agente Avaliador: 
• Avaliação Interna: Realizada por indivíduos da instituição responsável pelo 
programa/política pública, com maior proximidade do objeto avaliado, mas 
podendo perder imparcialidade. 
• Avaliação Externa: Realizada por indivíduos externos à instituição responsável, 
com maior imparcialidade, mas menor acesso aos dados. 
• Avaliação Mista: Combinação de avaliação interna e externa para obter vantagens 
de ambos os tipos. 
• Avaliação Participativa: Envolvimento dos usuários e gestores no processo 
avaliativo para minimizar a distância entre avaliadores e beneficiários. 
 
 Quanto à Metodologia: 
• Avaliação de Metas: Analisa o sucesso da política pública em relação ao alcance 
das metas propostas, focando na eficácia. 
• Avaliação de Impacto: Identifica os efeitos sobre os beneficiários da política 
pública, focando na efetividade. 
• Avaliação de Processos: Investiga o alcance, cobertura e eficiência de um 
programa/política pública, acompanhando seus processos internos. 
 
 
Critérios, Indicadores e Padrões 
 
Esquema 20 
 
 A economicidade avalia a eficiência na gestão dos recursos financeiros, humanos e 
materiais empregados na política pública, garantindo o uso eficaz dos inputs 
disponíveis. 
Critérios para Avaliação 
de Políticas Públicas Economicidade Produtividade
Eficiência Econômica Eficiência 
Administrativa Eficácia
Equidade Efetividade
 
Auditor Faixa Preta 
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28 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 A produtividade mede a quantidade ou qualidade dos produtos ou serviços 
resultantes da política pública, refletindo o nível de saídas do processo produtivo. 
 A eficiência econômica analisa se os recursos foram utilizados de maneira otimizada 
para alcançar os resultados desejados, estabelecendo uma relação entre a 
produtividade e os inputs empregados. 
 A eficiência administrativa avalia o grau de conformidade da execução da política 
pública com os procedimentos e diretrizes estabelecidos, garantindo a consistência 
e a qualidade na implementação. 
 A eficácia mensura o alcance dos objetivos preestabelecidos pela política pública, 
verificando se ela foi capaz de gerar os resultados esperados e impactar 
positivamente na resolução do problema em questão. 
 A equidade assegura a distribuição justa e igualitária de recursos e benefícios entre 
os destinatários da política pública, promovendo a inclusão e a justiça social. 
 A efetividade avalia o impacto das ações da política pública na transformação da 
realidade e no atendimento satisfatório das necessidades do público-alvo, 
garantindo que as políticas produzam resultados tangíveis e positivos. 
 
Cada critério de avaliação é essencial para uma análise abrangente e holística do 
desempenho de uma política pública, fornecendo insights valiosos para aprimorar sua 
eficácia e eficiência. 
A combinação desses critérios permite uma avaliação completa da performance das 
políticas públicas, considerando tanto seus aspectos financeiros e administrativos quanto 
seu impacto social e sua capacidade de transformação. 
 
 
Esquema 21 
Indicadores de 
Avaliação
Indicadores de 
Input
Relacionados a gastos financeiros, 
recursos humanos empregados ou 
recursos materiais utilizados na 
implementação da política pública.
Indicadores de 
Output
Relacionados à produtividade de 
serviços ou produtos resultantes da 
política pública, medindo a quantidade 
ou qualidade das saídas do processo 
produtivo.
Indicadores de 
Resultado
Relacionados aos efeitos da política 
pública sobre os beneficiários 
(policytakers) e à capacidade de 
resolução ou mitigação do problema 
para o qual a política foi elaborada, 
medindo o impacto alcançado e a 
satisfação dos usuários/cidadãos, 
entre outros aspectos.
 
Auditor Faixa Preta 
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29 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
A combinação de indicadores de input, output e resultado oferece uma visão abrangente do 
desempenho da política pública, permitindo uma avaliação holística de sua eficiência, 
eficácia e impacto. 
 
 O controle censitário é uma abordagem completa e exaustiva que envolve a análise 
de todos os itens envolvidos no processo, garantindo que todas as informações da 
população sejam coletadas e analisadas individualmente. 
 Por outro lado, o controle por amostragem envolve a análise de apenas uma parte, 
ou amostra, dos itens envolvidos em um processo, utilizando métodos 
probabilísticos para extrapolar os resultados para toda a população, oferecendo uma 
visão geral com base em uma seleção representativa. 
 
 Os métodos quantitativos são capazes de medir resultados de forma objetiva, 
utilizando dados numéricos que podem ser analisados estatisticamente, fornecendo 
resultados quantificados como números absolutos, taxas e percentuais. 
 Por outro lado, os métodos qualitativos são mais subjetivos e dependem do 
julgamento individual, buscando compreender fenômenos complexos e avaliar 
mudanças ou percepções por meio da exploração de significados, interpretações e 
experiências. 
 
Tipos de Análises 
 
Esquema 22 
Controle Censitário
Controle por Amostragem
Métodos Quantitativos (Objetivos)
Métodos Qualitativos (Subjetivos)
Análise Custo-
Benefício (ACB)
Análise Custo-
Efetividade (ACE)
 
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30 AFT – Resumo Esquematizado– POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 23 
 
Métodos de Coleta de Dados 
 A pesquisa documental é uma técnica que envolve o exame minucioso de registros 
administrativos, como balanços, relatórios e estatísticas oficiais, proporcionando 
uma fonte rica de dados históricos e contextuais para análise. 
 O estudo de caso é um método utilizado para compreender uma situação complexa, 
analisando o contexto e a situação como um todo, permitindo uma investigação 
detalhada e aprofundada de fenômenos específicos em seu ambiente natural. 
 A pesquisa é uma técnica de coleta de dados que pode ser utilizada para obter 
informações tanto quantitativas quanto qualitativas, sendo frequentemente 
empregada em estudos de caso para análises mais abrangentes e holísticas. 
 A pesquisa experimental é um método que verifica se um programa é a causa de 
determinado efeito, analisando a relação de causa e efeito entre o programa e uma 
situação específica por meio de um delineamento experimental controlado. 
 A pesquisa quase-experimental, por sua vez, é uma alternativa à pesquisa 
experimental que enfrenta dificuldades na seleção de grupos de controle, buscando 
estabelecer relações causais em situações onde não é possível aplicar um 
experimento puro. 
 A pesquisa não-experimental é utilizada quando não é viável ou ético realizar 
experimentos ou quando não há grupos de controle disponíveis, fornecendo 
informações valiosas sobre programas e fenômenos, embora não seja capaz de 
atribuir causas aos resultados de forma satisfatória. 
 
Tipos de 
Análises
Análise Custo-
Benefício (ACB)
Custos e resultados podem ser 
traduzidos em unidades 
monetárias.
Utilizado, normalmente, para 
políticas econômicas.
Análise quantitativa.
Análise Custo-
Efetividade (ACE)
Resultados não podem ser 
traduzidos em unidades 
monetárias.
Utilizado, normalmente, para 
políticas sociais.
Análise qualitativa.
 
Auditor Faixa Preta 
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31 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 24 
 
Cada método de coleta de dados apresenta vantagens e limitações específicas, e a escolha 
do método mais adequado depende dos objetivos da pesquisa, das questões de pesquisa e 
das características do fenômeno estudado. 
A combinação de diferentes métodos de coleta de dados, como pesquisa documental, 
estudo de caso e pesquisa experimental, pode fornecer uma compreensão mais abrangente 
e robusta do fenômeno em questão, permitindo uma análise mais completa e rigorosa. 
 
Métodos de Coleta 
de Dados
Pesquisa 
Documental
Exame de registros administrativos, 
como balanços, relatórios e estatísticas 
oficiais.
Estudo de Caso
Método para compreender uma situação 
complexa, analisando contexto e 
situação como um todo.
Pesquisa
Obtém informações quantitativas e 
qualitativas, frequentemente usada com 
estudos de caso para análises 
qualitativas.
Pesquisa 
Experimental
Verifica se um programa é a causa de 
determinado efeito, analisando a relação 
de causa e efeito entre um programa e 
uma situação.
Pesquisa Quase-
Experimental
Alternativa à pesquisa experimental, 
enfrentando dificuldades na seleção de 
grupos.
Pesquisa Não-
Experimental
Quando não é possível utilizar métodos 
quase-experimentais, fornece 
informações valiosas sobre programas, 
mas não pode atribuir causas aos 
resultados de forma satisfatória.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
32 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Técnicas de Coleta de Dados 
 
Esquema 25 
 
 
Esquema 26 
 
Tipos de entrevistas 
• Estruturadas: Utilizam questões fechadas, pré-definidas. 
• Não-estruturadas: Utilizam questões abertas, formuladas durante a 
entrevista. 
• Semi-estruturadas: Combinam questões fechadas e abertas. 
Questionários
Formulários 
estruturados com 
perguntas 
padronizadas.
Permitem quantificar 
informações sobre um 
grande número de 
unidades de pesquisa.
As respostas podem 
ser comparadas e 
generalizadas através 
de análises 
estatísticas.
Entrevistas
Técnica presencial de 
obtenção de 
informações por meio 
de perguntas e 
respostas.
Pode ser realizada de 
forma individual ou 
coletiva.
Tipos de entrevistas
Estruturadas
Não-estruturadas
Semi-estruturadas
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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33 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 27 
 
Métodos de Análise de Dados 
 
Esquema 28 
 
Análise Qualitativa 
 
 A análise qualitativa é enriquecida pela expertise de especialistas que interpretam 
os dados de maneira significativa. 
 Dependência da habilidade dos avaliadores para identificar padrões, nuances e 
insights. 
 Importância da comparação de informações de diversas fontes para uma visão 
abrangente. 
 Explora aspectos subjetivos e complexos, indo além dos números. 
 A interpretação dos dados fornece uma compreensão profunda e contextualizada. 
 Flexibilidade e adaptabilidade na exploração de novas questões e padrões 
emergentes. 
 Valoriza a diversidade das informações para uma compreensão holística. 
 Prioriza a qualidade da informação sobre a quantidade. 
 Permite a identificação de tendências, temas e padrões subjacentes. 
 Essencial para explorar a complexidade dos fenômenos sociais, culturais e 
comportamentais. 
 
Uso de Dados 
Existentes
Utilização de dados já 
disponíveis.
Benefício em termos 
de custo (tempo e 
dinheiro) por não 
requerer nova coleta 
de dados.
Os dados pré-
existentes são 
utilizados no processo 
de avaliação.
Análise Qualitativa
Baseada no 
julgamento 
profissional de 
especialistas.
Depende do 
julgamento dos 
avaliadores.
Envolve a 
comparação de 
informações 
provenientes de 
diversas fontes.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
34 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Processo de Políticas Públicas 
 
Esquema 29 
 
Modelo Lógico 
Representação gráfica da teoria de funcionamento de um programa, benefício, serviço ou 
política pública. Retrata as relações entre os componentes necessários à sua implementação 
e os efeitos esperados sobre a população. 
Iniciação:
•Pensamento criativo sobre o 
problema.
•Definição de objetivos.
•Criação de opções.
•Tentativas e exploração preliminar de 
conceitos, demandas e 
possibilidades.
Estimação:
• Investigação de conceitos e 
demandas.
•Estimativas de impactos.
•Exame normativo das consequências 
prováveis.
•Delineamento de um programa.
•Estabelecimento de critérios de 
desempenho esperado e de 
indicadores.
Seleção:
•Debates sobre as possíveis opções.
•Compromissos, negociações e 
ajustes de interesses.
•Redução de incertezas sobre as 
opções.
• Integração de elementos de decisão 
não racionais e questões ideológicas.
•Decisão entre as opções.
•Atribuição de responsabilidades para 
a execução.
Implementação:
•Desenvolvimento de regras, 
estruturas de regulação e linhas 
gerais para execução das decisões.
•Mudança nas decisões para se 
ajustarem às restrições operacionais.
•Transformação das decisões em 
termos operacionais.
•Elaboração de um programa com 
objetivos e padrões de desempenho, 
incluindo cronogramas de operações.
Avaliação:
•Comparação entre o desempenho 
real e o desempenho esperado em 
termos dos critérios estabelecidos 
previamente.
•Atribuição de responsabilidades em 
relação às discrepâncias observadas 
no desempenho.
Conclusão:
•Determinação dos custos, 
consequências e benefícios 
decorrentes das ações adotadas na 
política.
•Comparação entre o necessário e o 
requisitado.
•Especificação dos problemas 
detectados no momento da 
conclusão.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
35 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICASPÚBLICAS 
A avaliação é uma ferramenta crítica no gerenciamento de projetos e políticas, permitindo a 
comparação entre os resultados esperados e os efetivamente alcançados ao longo da 
execução. Esta abordagem facilita a identificação precoce de desvios do plano original, 
graças à definição de indicadores específicos para cada componente do projeto desde seu 
início. Esses indicadores servem como referências claras para medir progresso, eficácia e 
eficiência, contribuindo significativamente para ajustes e melhorias contínuas no decorrer 
da execução. 
 
 
Esquema 30 
 
O objetivo central deste estudo é entender o processo de construção de uma ação pública, 
enfocando mais em sua natureza analítica do que na precisão factual da realidade. A 
intenção não é criar um retrato exato do que acontece, mas sim utilizar o processo como um 
instrumento para análise e reflexão sobre como as ações públicas são formuladas e 
implementadas, reconhecendo as complexidades e nuances envolvidas nesse processo. 
 
 
Esquema 31 
 
Insumos 
 Recursos financeiros são insumos essenciais para garantir a continuidade das 
operações de uma empresa. 
 Inputs de matéria-prima de qualidade influenciam diretamente na eficiência e na 
qualidade dos produtos finais. 
 Recursos humanos qualificados são insumos fundamentais para o sucesso de 
qualquer projeto ou empreendimento. 
 
Insumos Processos Produtos Resultados Impactos
Componentes
Insumos Recursos e inputs necessários.
Processos Atividades e procedimentos.
Produtos Resultados imediatos.
Resultados Impactos de curto e médio prazo.
Impactos Efeitos de longo prazo.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
36 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Processos 
 A documentação adequada e a comunicação eficaz são processos cruciais para 
garantir a execução eficiente de qualquer projeto. 
 A implementação de metodologias ágeis pode otimizar os processos de 
desenvolvimento de software, permitindo entregas mais rápidas e adaptáveis. 
 A análise de dados é um processo contínuo que permite identificar tendências, 
padrões e insights valiosos para a tomada de decisões informadas. 
 
Produtos 
 O lançamento de um novo produto no mercado pode resultar em um aumento 
significativo nas receitas da empresa. 
 A conclusão bem-sucedida de um projeto pode gerar um produto final que atenda 
plenamente às expectativas do cliente. 
 A implementação de novos processos de produção pode resultar em produtos finais 
com maior qualidade e eficiência. 
 
Resultados 
 A introdução de uma nova tecnologia pode aumentar a produtividade da empresa a 
curto prazo. 
 A implementação de um programa de treinamento para funcionários pode melhorar 
a qualidade do trabalho e a satisfação do cliente a médio prazo. 
 A diversificação do portfólio de produtos pode abrir novos mercados e aumentar a 
competitividade da empresa a médio prazo. 
 
Impactos 
 A adoção de práticas sustentáveis de produção pode reduzir o impacto ambiental da 
empresa a longo prazo. 
 O investimento em pesquisa e desenvolvimento pode resultar em inovações que 
impulsionam o crescimento da empresa a longo prazo. 
 A construção de uma marca sólida e uma reputação positiva podem garantir a 
sustentabilidade e o sucesso contínuo da empresa a longo prazo. 
 
 
 
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
37 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Políticas Públicas no Estado Brasileiro Contemporâneo 
1930 - 1980: Desenvolvimento Industrial e Centralização: 
• Período de desenvolvimento industrial. 
• Estado centralizador, conservador e desenvolvimentista. 
• Políticas públicas voltadas para promover o crescimento econômico. 
• Pouca autonomia decisória para Estados, Municípios e DF. 
• Decisões centralizadas no Governo Federal. 
 
Constituição Federal de 1988 (CF/88): 
• Garantia de direitos sociais ao cidadão. 
• Distribuição de competências entre União, Estados, DF e Municípios. 
• Descentralização política. 
 
Década de 1990: Implementação do Modelo Gerencial: 
• Ampliação da agenda de políticas públicas para temas regionais, sociais e 
ambientais. 
• Participação popular. 
• Equidade social. 
• Maior descentralização. 
• Transparência e accountability. 
• Maior eficiência, eficácia e efetividade na gestão pública. 
 
 
O impacto do Modelo Gerencial 
O impacto do modelo gerencial na administração pública é multifacetado e significativo, 
marcando uma evolução na maneira como as políticas são formuladas e executadas. Este 
modelo contribui para a inclusão de novos temas na agenda pública, refletindo as 
preocupações contemporâneas da sociedade e garantindo que questões emergentes 
recebam a devida atenção. 
Além disso, fortalece a participação da sociedade civil no processo decisório, promovendo 
uma governança mais inclusiva e democrática. Contribui para uma distribuição mais 
equitativa de recursos e responsabilidades, favorecendo um equilíbrio entre os diferentes 
níveis de governo e assegurando que as políticas públicas sejam adaptadas e relevantes às 
diversas realidades locais. 
A transparência e a prestação de contas são princípios-chave, resultando em uma gestão 
pública mais aberta e responsável, o que, por sua vez, fomenta a confiança dos cidadãos. 
Por fim, o modelo gerencial impulsiona a eficiência e a eficácia na implementação das 
políticas públicas, otimizando recursos e maximizando os benefícios para a população. 
 
 
Descentralização e Democracia 
Descentralização Política 
• Maior autonomia para Estados, Municípios e DF na formulação e implementação de 
políticas públicas. 
• Transferência de competências constitucionais conferidas pela CF/88. 
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
38 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Redemocratização e Horizontalização das Relações 
• Substituição das relações "verticais" entre Estado e Sociedade por relações mais 
"horizontalizadas". 
• Participação cidadã, diálogo e negociação (descentralização social). 
Descentralização Social na Administração Pública Gerencial 
• Transferência de responsabilidade aos cidadãos na tomada de decisões e 
fiscalização dos serviços públicos. 
• Transferência de serviços sociais para Estados e Municípios. 
Descentralização Administrativa 
• Transferência de atividades não exclusivas do Estado para organizações públicas 
não-estatais (terceiro setor). 
Objetivos da Descentralização 
• Maior flexibilidade na formulação e implementação das políticas públicas. 
• Aumento da eficiência, eficácia e efetividade na prestação de serviços. 
Desestatização e Democracia 
• Desestatização envolve privatização, terceirização e desregulamentação. 
• Foco do Estado na formulação e implementação de políticas públicas. 
Relação com Democracia 
• Governos autoritários tendem a centralizar decisões e controlar a vida social. 
• Descentralização está relacionada à ampliação da democracia ao permitir maior 
participação e controle dos cidadãos. 
 
Atores Sociais 
 
Esquema 32 
 
Controle Social 
A participação social e o controle social são componentes essenciais no processo de 
políticas públicas, atuando em todas as suas etapas, desde a formulação até a avaliação e 
ajuste das políticas. Esses mecanismos contribuem significativamente para uma 
distribuição mais justa e equitativa dos recursos e das responsabilidades, garantindo que as 
políticas públicas reflitam as necessidades e as expectativas da população. 
 
Atores Governamentais
• Agentes políticos, burocratas, 
juízes.
Atores Não Governamentais
• Grupos de interesse, partidos políticos, 
meios de comunicação, grupos de pressão, 
destinatários das políticas públicas, think 
tanks, empresários, sociedade civil 
organizada, organizações do terceiro setor,outros stakeholders.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
39 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
O controle social, especificamente, envolve a ativa participação dos cidadãos na gestão 
pública, permitindo que acompanhem, fiscalizem, monitorizem e controlem as ações 
implementadas pela Administração Pública. Esse envolvimento direto do cidadão na 
governança não apenas fortalece a cidadania, ao assegurar que as vozes dos cidadãos sejam 
ouvidas e consideradas nas decisões que afetam suas vidas, mas também atua como um 
mecanismo eficaz na prevenção da corrupção. A transparência e a responsabilização, 
pilares do controle social, ajudam a construir uma administração pública mais íntegra e 
confiável, onde o uso dos recursos públicos é feito de maneira mais criteriosa e alinhada ao 
bem comum. 
 
 
Esquema 33 
 
• Monitoramento legal: instrumentos previstos na lei para controlar o desempenho 
público. 
• Monitoramento autônomo: surgem da própria necessidade social e funcionam 
como instrumento de controle. 
 
Gestão Local, Cidadania e Equidade social 
Gestão Local 
 
Esquema 34 
Controle 
Social Objetivo
Fomentar o poder público com 
novas ideias e caminhos através 
da participação dos cidadãos.
G
es
tã
o 
Lo
ca
l 
Vantagens da 
Gestão Local
Melhor conhecimento da realidade local.
Proximidade com os atores envolvidos e impactados 
pelas políticas públicas.
Melhor capacidade de enfrentar os problemas reais 
da população.
Benefícios da 
Proximidade
Permite enfrentar melhor os problemas da 
população.
Facilita a identificação e compreensão das 
necessidades locais.
Agiliza a resposta e a adaptação das políticas às 
demandas locais.
Facilidade para o 
Controle Social
Aproximação entre gestores e cidadãos facilita o 
acompanhamento e fiscalização das ações.
Maior transparência e acesso às informações para 
os cidadãos.
Potencializa a participação e envolvimento da 
comunidade nas decisões públicas.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
40 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Cidadania 
 
Esquema 35 
 
 A liberdade de expressão é fundamental para o funcionamento democrático de 
uma sociedade, garantindo o direito dos indivíduos de expressar suas opiniões e 
ideias sem medo de retaliação ou censura. 
 O direito de ir e vir assegura a liberdade de locomoção dos cidadãos, garantindo que 
eles possam se deslocar livremente dentro do território nacional, exceto em casos 
específicos previstos por lei. 
 A liberdade associativa permite que os indivíduos se reúnam livremente para 
formar associações, sindicatos e grupos sociais, fortalecendo a participação cívica e 
a construção de uma sociedade plural e diversificada. 
 A liberdade religiosa protege o direito dos indivíduos de professar e praticar sua 
religião ou crença, sem discriminação ou coerção por parte do Estado ou de 
terceiros. 
 O direito de igualdade perante a lei garante que todas as pessoas sejam tratadas 
de forma igualitária diante da justiça, independentemente de sua origem, raça, sexo, 
religião ou qualquer outra característica pessoal. 
 O direito à vida é um dos mais fundamentais direitos civis, garantindo a proteção da 
vida humana contra qualquer forma de violência, abuso ou negligência. 
 O direito à vida privada protege a intimidade e a privacidade dos indivíduos, 
garantindo que suas informações pessoais sejam respeitadas e protegidas contra 
invasões indevidas. 
Direitos Civis
Liberdade de expressão
Liberdade de ir e vir
Liberdade associativa
Liberdade religiosa
Direito de igualdade perante a lei
Direito à vida
Direito à vida privada
Direito à propriedade
Direito à justiça
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
41 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 O direito à propriedade assegura o direito dos indivíduos de possuir, usar e dispor 
de seus bens de acordo com a lei, protegendo contra a expropriação arbitrária ou 
ilegal. 
 O direito à justiça garante o acesso de todos os cidadãos a um sistema judicial justo 
e imparcial, onde possam ter seus direitos protegidos e litígios resolvidos de forma 
equitativa e eficiente. 
 
Direitos Políticos 
 
Esquema 36 
 
 O direito à prática política garante aos cidadãos o direito de participar ativamente 
da vida política de seu país, seja por meio do engajamento em atividades políticas, 
filiação partidária ou outros meios legítimos de participação. 
 O direito ao voto direto e secreto é fundamental para a democracia, permitindo 
que os cidadãos escolham livremente seus representantes políticos sem pressões 
externas ou interferências, garantindo assim a expressão da vontade popular de 
forma transparente e igualitária. 
 O direito de se candidatar para cargos públicos amplia a participação política, 
permitindo que os cidadãos elegíveis possam concorrer a cargos eletivos, 
contribuindo para a diversidade de ideias e representatividade no governo. 
 O direito à participação em plebiscitos, referendos e iniciativas populares 
fortalece a democracia direta, possibilitando que os cidadãos participem ativamente 
da tomada de decisões sobre questões importantes para a sociedade, além de ser 
uma forma de controle democrático sobre o poder político. 
 O direito à filiação partidária garante aos cidadãos o acesso às organizações 
políticas, possibilitando que possam se associar a partidos políticos de acordo com 
suas convicções e interesses, participando assim do processo político e contribuindo 
para a formação de políticas públicas. 
 
Direitos 
Políticos
Direito à prática política
Direito ao voto direto e secreto
Direito de se candidatar para cargos públicos
Direito à participação em plebiscitos, referendos e 
iniciativas populares
Direito à filiação partidária
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
42 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Direitos Sociais 
 
Esquema 37 
 
 O direito à segurança é essencial para garantir a proteção dos cidadãos contra 
ameaças à sua integridade física e patrimonial, promovendo um ambiente seguro e 
pacífico para o desenvolvimento individual e coletivo. 
 O direito à saúde assegura o acesso universal a serviços de saúde de qualidade, 
visando a promoção, prevenção, tratamento e reabilitação, garantindo assim o bem-
estar físico, mental e social de todos os membros da sociedade. 
 O direito à educação é fundamental para o desenvolvimento humano e o progresso 
social, proporcionando oportunidades iguais de acesso ao conhecimento, 
desenvolvimento de habilidades e formação cidadã, contribuindo para a construção 
de uma sociedade mais justa e inclusiva. 
 O direito ao trabalho garante a todos os cidadãos o acesso a oportunidades de 
emprego digno e remunerado, bem como condições de trabalho justas e seguras, 
promovendo a realização pessoal e a estabilidade econômica. 
 O direito à moradia assegura a todos o acesso a habitação adequada, segura e 
digna, promovendo a inclusão social e o desenvolvimento urbano sustentável. 
 O direito à alimentação garante a todos o acesso regular e permanente a alimentos 
nutritivos e suficientes para uma vida saudável e ativa, promovendo a segurança 
alimentar e o combate à fome. 
 O direito à previdência social garante a proteção social aos cidadãos em situações 
de vulnerabilidade, proporcionando benefícios e serviços que assegurem o sustento 
e a dignidade na velhice, em casos de invalidez ou outras contingências. 
Direitos 
Sociais
Direito à segurança
Direito à saúde
Direito à educação
Direito ao trabalho
Direito à moradia
Direito à alimentação
Direito à previdência social
Direito ao Transporte
Direito ao lazer
Direito de proteção à maternidade e à 
infânciaDireito de Assistência aos desamparados
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
43 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 O direito ao transporte assegura a mobilidade urbana e o acesso aos meios de 
transporte público, contribuindo para a integração social, o desenvolvimento 
econômico e a qualidade de vida. 
 O direito ao lazer garante o acesso a atividades recreativas, culturais e esportivas, 
promovendo o bem-estar físico, mental e emocional dos indivíduos, além de 
fortalecer os laços sociais e comunitários. 
 O direito de proteção à maternidade e à infância visa garantir condições 
adequadas de saúde, segurança e desenvolvimento integral para gestantes, mães, 
bebês e crianças, promovendo assim o bem-estar familiar e o futuro sustentável da 
sociedade. 
 O direito de assistência aos desamparados visa proteger os indivíduos em 
situação de vulnerabilidade social, proporcionando apoio e recursos para superar 
dificuldades e promover a inclusão social e a dignidade humana. 
 
Direitos do Cidadão 
 
 É dever do cidadão respeitar os direitos dos outros cidadãos, garantindo um 
convívio harmonioso e respeitoso na sociedade. 
 O voto em eleições é um dever cívico fundamental, contribuindo para o 
fortalecimento da democracia e a representatividade política. 
 Cumprir as leis do país é essencial para a manutenção da ordem e da justiça na 
sociedade, promovendo o respeito às normas e instituições democráticas. 
 Proteger o meio ambiente é um dever de todos, visando a preservação dos 
recursos naturais e a promoção da sustentabilidade para as gerações futuras. 
 Colaborar com as autoridades é importante para o funcionamento eficiente das 
instituições públicas e para a garantia da segurança e do bem-estar coletivo. 
Deveres do 
cidadão
Respeitar os direitos dos outros 
cidadãos
Votar em eleições
Cumprir as leis do país
Proteger o meio ambiente
Colaborar com as autoridades
Proteger o patrimônio público e 
social
Promover educação, sustento e 
saúde aos filhos
Pagar impostos
Esquema 38 
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
44 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 Proteger o patrimônio público e social contribui para o desenvolvimento e a 
qualidade de vida da comunidade, preservando os recursos e serviços disponíveis 
para todos. 
 Promover a educação, sustento e saúde dos filhos é um dever dos pais, 
assegurando o desenvolvimento integral e o bem-estar das futuras gerações. 
 Pagar impostos é uma obrigação fiscal que viabiliza a prestação de serviços 
públicos essenciais e o investimento em políticas sociais, contribuindo para o 
funcionamento do Estado e o bem comum. 
 
Equidade Social 
 
Tipos de Equidade 
 
 
 
Esquema 39 
•Igualdade fundamental entre as pessoas, relacionada a aspectos morais e 
religiosos.
Equidade Ontológica
•Garantia de que todos tenham as mesmas chances de alcançar objetivos.
•Estrutura ocupacional baseada no mérito pessoal, com igualdade de 
oportunidades.
Equidade de Oportunidades
•Pressupõe que apenas pessoas expostas às mesmas condições de vida 
estão em igualdade para competir com base em mérito.
•Relacionada à igualdade de oportunidades, pois o ponto de partida igual é 
crucial.
Equidade de Condições
•Compensação dos efeitos das desigualdades sociais através de medidas 
políticas.
•Mecanismos como ações afirmativas visam aumentar as oportunidades para 
grupos menos privilegiados, garantindo equidade nos resultados.
Equidade de Efeitos ou Resultados
Igualdade
Tratar todas as pessoas da 
mesma forma, 
independentemente de suas 
circunstâncias.
Equidade
Busca garantir justiça distributiva, 
oferecendo tratamento igual para 
situações iguais e tratamento 
diferenciado para situações 
diferentes.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
45 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
 
Esquema 40 
 
Corrupção e Políticas Públicas 
 Corrupção Ativa ocorre quando alguém oferece ou promete vantagem indevida a 
um funcionário público, com o objetivo de induzi-lo a praticar ações ilícitas em 
benefício próprio ou de terceiros. Este crime está previsto no artigo 333 do Código 
Penal, visando coibir práticas que comprometam a integridade e a imparcialidade 
dos agentes públicos. 
 Corrupção Passiva se configura quando um funcionário público solicita ou recebe 
vantagem indevida em razão de sua função, ou aceita a promessa de tal vantagem. 
O crime está previsto no artigo 317 do Código Penal e visa proteger a probidade 
administrativa, impedindo que agentes públicos se beneficiem de forma ilegal em 
detrimento do interesse público. 
 
Esquema 41 
 
Equidade Horizontal: 
Distribuição igualitária entre 
pessoas em igualdade de 
condições.
• Exemplo: Acesso equitativo aos 
serviços de saúde para 
necessidades semelhantes.
Equidade Vertical: 
Distribuição desigual entre pessoas 
em condições diferentes.
• Exemplo: Imposto progressivo, onde os 
mais abastados pagam uma proporção 
maior de impostos.
Corrupção
Corrupção
Ativa
Oferecer ou prometer vantagem 
indevida a funcionário público.
Objetivo induzir a prática de ações 
ilícitas.
Corrupção
Passiva
Solicitar ou receber vantagem 
indevida como funcionário público.
Aceitar promessa de vantagem 
ilegítima.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
46 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Tipos de Corrupção 
 
Esquema 42 
 Corrupção Política envolve o abuso de poder por parte de decisores políticos, que 
manipulam políticas, instituições ou regras para manter ou aumentar seu poder, 
status ou riquezas, muitas vezes em detrimento do interesse público e da 
integridade do sistema democrático. 
 Corrupção Sistêmica é aquela que é criada ou incentivada pelo próprio sistema, 
devido a ineficiências, falta de rigor ou excesso de informalidade e burocracia, 
tornando-se parte integrante da cultura organizacional e dificultando sua 
erradicação. 
 Grande Corrupção ocorre no mais alto nível do governo, envolvendo líderes políticos 
e distorcendo políticas ou o funcionamento central do Estado para benefício pessoal 
ou financiamento político. Grandes somas de recursos estão em jogo, e os impactos 
são significativos para a sociedade como um todo. 
 Pequena Corrupção envolve valores menores e ocorre de forma mais isolada, 
frequentemente no abuso diário do poder por servidores de nível baixo ou médio. 
Isso é observado principalmente em interações com cidadãos comuns que buscam 
serviços básicos do governo, prejudicando a eficiência e a confiança nas instituições 
públicas. 
Tipos de 
Corrupção 
Corrupção 
Política
Abuso de poder por decisores políticos.
Manipulação de políticas, instituições ou regras para 
manter poder, status ou riquezas.
Corrupção 
Sistêmica
Criada ou estimulada pelo próprio sistema.
Devido a ineficiências, falta de rigor ou excesso de 
informalidade/burocracia.
Grande 
Corrupção
Atos no alto nível do governo distorcendo políticas 
ou funcionamento central do Estado.
Envolvendo líderes para benefício pessoal ou 
financiamento político.
Grandes somas de recursos estão em jogo.
Pequena 
Corrupção
Envolve valores menores e ocorre de forma isolada.
Abuso diário do poder por servidores de nível baixo 
ou médio.
Principalmente em interações com cidadãos comuns 
em busca de serviços básicos.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
47 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Fatores que Influenciam a Corrupção e a Qualidade das Políticas Públicas 
 
 Pobreza e Desigualdade: A pobreza e a desigualdade social contribuem para 
aumentar a incidência de corrupção. 
 Baixo Desenvolvimento Econômico:Países com baixo desenvolvimento econômico 
são mais propensos à corrupção. 
 Elevada Participação do Estado na Economia: Uma presença significativa do Estado 
na economia pode aumentar as oportunidades de corrupção para os agentes políticos. 
 Fraqueza Institucional: Instituições legais e financeiras fracas dificultam a 
fiscalização do poder público e favorecem a corrupção. 
 Cultura Política: Valores, atitudes e normas sociais influenciam o comportamento 
político e podem afetar os níveis de corrupção. 
 Capital Social: Redes de relações, confiança e ações colaborativas influenciam na 
redução da corrupção. 
 Abundância de Recursos Naturais: A disponibilidade de recursos naturais pode 
aumentar as oportunidades de corrupção para os agentes políticos. 
 Deficiências na Relação Principal-Agente: Funcionários públicos que priorizam seus 
próprios interesses em detrimento dos interesses da sociedade contribuem para a 
corrupção. 
 Grau de Democracia: Regimes autoritários tendem a ter maior incidência de corrupção 
devido à falta de transparência e controle social sobre a gestão pública. 
 
 
 
Esquema 43 
 
 
Custos da Corrupção 
para o Setor Público 
(Orth, 2002)
Prejuízos à Arrecadação Fiscal
Aumento dos Gastos 
Governamentais
Mudanças Predatórias na 
Composição dos Gastos
Piora na Qualidade dos Serviços 
Públicos
Impactos sobre a Legitimidade do 
Governo
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
48 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Triângulo da Fraude 
O Triângulo da Fraude consiste em três fatores principais: pressão, oportunidade e 
racionalização. 
 
 
Esquema 44 
 A pressão para realizar um ato fraudulento pode surgir de incentivos financeiros ou 
de motivações pessoais. 
 A presença de uma oportunidade facilita a ocorrência de fraude, especialmente 
quando os controles são fracos ou inexistentes. 
 A racionalização é um mecanismo comum utilizado por fraudadores para justificar 
suas ações, muitas vezes minimizando as consequências éticas ou legais. 
 
Diamante da Fraude 
O Diamante da Fraude acrescenta um quarto fator, a capacidade, que é a habilidade 
pessoal e técnica necessária para cometer a fraude. 
 
 
Esquema 45 
 
Triangulo da Fraude
Pressão
Racionalização
Oportunidade
Pressão 
(Incentivo / Motivação) Oportunidade
Racionalização Capacidade
Diamante da 
Fraude
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
49 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 A capacidade de cometer fraude pode ser influenciada pela posição, conhecimento 
e habilidades do indivíduo dentro da organização ou contexto específico. 
A causa-raiz da fraude é frequentemente identificada como a pressão enfrentada pelo 
indivíduo, que pode levar a racionalizações e à busca por oportunidades para cometer atos 
fraudulentos. Esta pressão pode originar-se de diversas fontes, como problemas 
financeiros, expectativas de desempenho ou outras demandas pessoais ou profissionais. 
 
Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) 
A Lei Anticorrupção marca um ponto de virada significativo no combate à corrupção no 
Brasil. Esta legislação inovadora estabelece responsabilidades administrativas e civis para 
empresas envolvidas em atos contra a administração pública, tanto nacional quanto 
estrangeira. 
Desenhada para reforçar as medidas de prevenção e punição à corrupção, a lei não apenas 
foca nas empresas, como também incentiva a adoção de programas de integridade 
(compliance), auditorias e incentivos à denúncia de irregularidades. 
A Lei Anticorrupção reflete o compromisso do Brasil em combater a corrupção de maneira 
efetiva, promovendo um ambiente de negócios mais ético e transparente. 
 
Sanções 
 
Esquema 46 
 
Sanções
Multa 
Administrativa
Varia de 0,1% a 20% do faturamento bruto 
do último exercício, excluindo tributos.
Nunca será inferior à vantagem auferida, 
quando possível estimar.
Se não for possível usar o critério do 
faturamento, a multa varia de R$ 6.000,00 
a R$ 60.000.000,00.
Publicação 
Extraordinária da 
Decisão Condenatória
Em meios de comunicação de grande 
circulação na área da infração e atuação da 
pessoa jurídica.
Afixação de edital no próprio 
estabelecimento ou local de exercício da 
atividade, visível ao público.
Publicação no sítio eletrônico na rede 
mundial de computadores.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
50 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Inovações 
A responsabilidade objetiva implica que as empresas podem ser responsabilizadas 
independentemente da comprovação de culpa, tornando mais efetiva a punição por 
infrações. 
O acordo de leniência oferece às empresas a oportunidade de cooperar com as 
investigações, possibilitando a redução das penalidades, incentivando a autorregulação e a 
colaboração com as autoridades. 
A abrangência da lei é ampla, aplicável não apenas pela União, mas também pelos estados 
e municípios, e inclui empresas brasileiras atuando no exterior, visando a garantir a 
integridade e a transparência nas atividades empresariais em diversos contextos. 
 
Responsabilização 
 
Esquema 47 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Responsabilização
Responsabilização objetiva, tanto no 
âmbito administrativo quanto civil.
Empresas podem ser responsabilizadas 
pelos atos lesivos praticados em seu 
interesse ou benefício, exclusivo ou não.
A responsabilidade da pessoa jurídica não 
exclui a responsabilidade individual de 
dirigentes, administradores ou qualquer 
pessoa natural envolvida nos atos ilícitos.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
51 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Processos Participativos de Gestão Pública 
Conselhos de Gestão 
 
Esquema 48 
 
Tipos de Participação 
 
Esquema 49 
Democracia Representativa
•Os cidadãos participam da vida política 
através das eleições.
•Elegem representantes por meio do voto.
Democracia Participativa 
(Democracia Direta)
•O povo participa diretamente da gestão 
pública e das decisões do Estado.
•Não depende apenas de representantes 
eleitos para participar da gestão pública e 
das decisões.
Pseudoparticipação
Os indivíduos são consultados sobre algum 
assunto, mas não têm influência real nas 
decisões.
Estratégia para persuadir os indivíduos a aceitar 
decisões já tomadas pela autoridade.
Participação Parcial
Muitos participam do processo decisório, mas
o poder final de decidir pertence a apenas uma 
das partes.
Os indivíduos podem influenciar, mas não 
decidem.
Participação Plena
Cada membro tem igual poder de determinar 
o resultado final das decisões.
Os indivíduos tomam suas próprias decisões e 
participam efetivamente do resultado final.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
52 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Princípio da Gestão Participativa 
 Ênfase na participação dos funcionários do nível operacional. 
 Busca mudança na forma de gestão e na cultura das organizações públicas. 
 Introduz conceitos e técnicas de gestão baseados em desempenho, redução de 
erros e participação dos funcionários na definição dos processos de trabalho. 
 
Processos Participativos de Gestão Pública 
Os processos participativos de gestão pública representam uma abordagem inovadora na 
administração dos assuntos públicos, priorizando parcerias entre o governo e a sociedade 
civil. Essa estratégia busca envolver ativamente os cidadãos na gestão pública, permitindo 
que participem não apenas em discussões e decisões, mas também na fiscalização das 
ações governamentais. 
Esse modelo transcende a noção tradicional de democracia, que muitas vezes se limita ao 
ato de votar em eleições, eabraça uma forma mais ampla de participação democrática, onde 
a cidadania é exercida de maneira contínua e ativa durante todo o processo de gestão. 
Assim, os processos participativos fortalecem a democracia, aumentam a transparência e a 
responsabilidade do governo, e promovem uma gestão mais inclusiva e eficaz, refletindo de 
forma mais precisa as necessidades e desejos da população. 
 
Conselho de Gestão Fiscal (CGF) 
O Conselho de Gestão Fiscal (CGF) é uma entidade proposta na LRF, visando fortalecer os 
mecanismos de fiscalização e responsabilidade nas finanças públicas. Apesar de sua 
previsão legal, até o momento, o CGF não foi efetivamente criado, deixando uma lacuna 
importante na estrutura de governança fiscal do país. 
Este conselho tem como finalidade reunir representantes de todos os Poderes 
(Executivo, Legislativo e Judiciário) e esferas de governo (federal, estadual e municipal), 
além de membros do Ministério Público e de entidades técnicas representativas da 
sociedade, com o objetivo de acompanhar e avaliar permanentemente a política e a 
operacionalidade da gestão fiscal no Brasil. 
A implementação do CGF é vista como um passo crucial para aumentar a transparência, a 
eficiência e a responsabilidade na administração dos recursos públicos, assegurando o 
cumprimento dos princípios e limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. 
 
Orçamento participativo 
 
Esquema 50 
 
Base Legal e 
Institucional
Lei de 
Responsabilidade 
Fiscal (LRF)
Constituição Federal 
e Estatuto das 
Cidades
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
53 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) assegura a transparência nos processos 
orçamentários ao incentivar a participação popular, exigindo a realização de 
audiências públicas durante a elaboração e discussão dos planos, lei de diretrizes 
orçamentárias e orçamentos, promovendo uma gestão mais democrática e 
transparente. 
 A Constituição Federal e o Estatuto das Cidades garantem a participação ativa da 
comunidade, especialmente no âmbito municipal, ao estabelecerem a obrigação de 
cooperação das associações representativas no planejamento municipal, bem como 
ao exigirem a implementação de processos de gestão orçamentária participativa, 
fortalecendo assim a governança local e a democracia participativa. 
 
 
Esquema 51 
 
 
Esquema 52 
Características 
do Orçamento 
Participativo
Espaço de Debate 
e Decisão
O orçamento participativo 
proporciona um ambiente para 
debate, discussão e decisão sobre a 
alocação de recursos públicos.
Instrumento de 
Gestão Pública
É um importante instrumento de 
gestão pública, no qual a população 
define anualmente as prioridades 
de investimento do governo.
Exercício da 
Cidadania
Permite que os cidadãos exerçam 
sua cidadania ao participar 
ativamente na definição das 
prioridades de investimento e ao 
conhecer os problemas 
enfrentados pela cidade.
Fortalecimento 
da Democracia
Estimula a participação cívica e 
fortalece a democracia ao envolver 
os cidadãos no processo de tomada 
de decisão.
Características 
Principais
Pacto e Metas
Governo e Sociedade 
Civil
Processo Amplo 
de Diálogo
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
54 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
 No orçamento participativo, há um pacto entre os segmentos envolvidos para 
alcançar metas e prioridades, além de compartilhar experiências, promovendo uma 
abordagem colaborativa na gestão dos recursos públicos. 
 O orçamento participativo reúne o governo e a sociedade civil organizada para 
debater e decidir sobre as prioridades nas políticas públicas, promovendo uma 
governança mais inclusiva e responsável. 
 Este processo faz parte de um amplo diálogo de democratização da gestão pública, 
não sendo um evento isolado, mas sim integrado a um movimento mais amplo de 
participação cívica e transparência na administração dos recursos públicos. 
 
 
Esquema 53 
 No orçamento participativo, a autonomia da população é promovida, permitindo que 
ela decida autonomamente sobre seus interesses, com o objetivo de promover a 
transformação social e combater a exclusão social, fortalecendo assim a 
participação cidadã na gestão pública. 
 O orçamento participativo busca criar uma sociedade mais democrática, justa e 
solidária, onde todos os membros da comunidade tenham voz ativa na definição das 
prioridades de investimento e na construção de políticas públicas mais inclusivas e 
equitativas. 
 A finalidade do orçamento participativo é conferir e avaliar o que está sendo 
realizado pelo governo, permitindo que a população proponha novas medidas para 
atender às suas necessidades e direitos, promovendo uma gestão mais 
transparente, responsável e voltada para o bem-estar comum. 
 
Conferências de Políticas Públicas 
Definição e Propósito 
As Conferências de Políticas Públicas são espaços amplos e democráticos criados com o 
propósito de promover a discussão e articulação coletivas sobre propostas e estratégias 
relativas à organização e implementação de políticas públicas em diversas áreas. Estes 
eventos representam um mecanismo institucionalizado de participação e deliberação, onde 
cidadãos, representantes da sociedade civil, especialistas, gestores e políticos se reúnem 
para debater e definir as diretrizes gerais de políticas públicas específicas. O objetivo dessas 
Finalidade e 
Impacto
Autonomia da População
Democracia, Justiça e 
Solidariedade
Conferir, Avaliar e Propor
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
55 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
conferências é garantir que a formulação e execução das políticas públicas sejam 
influenciadas diretamente pelas necessidades, experiências e expectativas da população, 
promovendo uma gestão governamental mais responsiva, inclusiva e transparente. 
 
Características Principais 
 
Esquema 54 
 
Audiências Públicas 
Instrumento de diálogo estabelecido com a sociedade para buscar soluções para demandas 
sociais. 
 
Esquema 55 
Pacto e Metas
Segmentos envolvidos estabelecem 
pacto para alcançar metas e 
prioridades, além de compartilhar 
experiências.
Governo e 
Sociedade Civil
Reúnem governo e sociedade civil 
organizada para debater e decidir 
prioridades nas políticas públicas.
Processo Amplo 
de Diálogo
Parte de um processo amplo de 
democratização da gestão pública, 
não isolado.
Propósito
Diálogo com a Sociedade
Instrumento de diálogo 
estabelecido com a sociedade 
para buscar soluções para 
demandas sociais.
Co-construção de Soluções
Espaço aberto para a co-
construção de soluções para 
questões apresentadas pela 
comunidade.
Exercício da Cidadania
Proporciona troca de 
informações entre o particular e 
o administrador, permitindo o 
exercício da cidadania e o 
respeito ao princípio do devido 
processo legal.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
56 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Participação e Impacto 
 
Esquema 56 
 
Desafios e Limitações 
As audiências públicas são fundamentais para a democracia participativa, oferecendo uma 
plataforma para a sociedade discutir questões de interesse público. Contudo, enfrentam 
desafios como a natureza expositiva e a complexidade das informações, que podem limitar 
a compreensão e a participação efetiva dos cidadãos. Apesar dessas dificuldades, 
representam uma oportunidade valiosa para a inclusão social e a fiscalização cidadã no 
processo de formulação de políticas, ressaltando a importância de aprimorar esses espaços 
para assegurar uma participação mais ativa e informada. 
 
Impacto
Discussões 
Legislativas
Possibilitam que segmentos da 
sociedade participemdas discussões 
legislativas, apresentando pontos de 
vista técnicos ou interesses 
específicos.
Estreitamento
da Relação
Avanço no sentido de estreitar a 
relação entre representantes e 
representados.
Espaço Democrático
de Debate
Propõem-se a ser um espaço 
democrático para o debate e a troca de 
ideias entre os diferentes setores da 
sociedade.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
57 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Saúde Coletiva 
A Saúde Coletiva emerge como um campo de conhecimento e prática, resultado direto do 
movimento sanitarista latino-americano e da reforma sanitária brasileira, caracterizando-se 
por sua natureza multidisciplinar. Este campo se dedica a investigar os determinantes 
sociais que influenciam o estado de saúde das populações, com o objetivo de planejar e 
organizar os serviços de saúde de forma mais eficaz. A Saúde Coletiva busca, portanto, 
entender como fatores sociais, econômicos, ambientais e culturais impactam a saúde, para 
desenvolver estratégias que promovam a saúde e o bem-estar em uma escala coletiva. 
 
 
Esquema 57 
 
 
Promoção da Saúde e Prevenção de Agravos 
 
Esquema 58 
 
 
Saúde Coletiva
Visa melhoria na qualidade de vida
Promoção da saúde
Prevenção de doenças e agravos.
Prevenção em 
Saúde
Ato que reduz mortalidade e 
morbidade, antecipado com base no 
conhecimento da história natural da 
doença.
Prevenção 
Primária
Reduz incidência de doenças, 
removendo causas e fatores de risco.
Prevenção 
Secundária
Identifica problemas de saúde em 
estágio inicial, permitindo tratamento 
precoce.
Prevenção 
Terciária
Reduz incapacidades crônicas e 
facilita reintegração na sociedade 
após doença.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
58 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 59 
 
Política Nacional de Promoção da Saúde 
 
Esquema 60 
 
Conceitos Relacionados a Doenças Infecciosas 
 Infectividade: Capacidade do organismo de penetrar, se desenvolver e/ou se 
multiplicar em outro, ocasionando uma infecção. 
 Patogenicidade: Capacidade do agente de produzir sintomas e sinais da doença. 
 Virulência: Capacidade do agente de produzir efeitos graves ou fatais. 
 Imunogenicidade: Capacidade do agente de induzir imunidade no hospedeiro após 
a infecção. 
 Dose Infectante: Quantidade do agente necessária para iniciar uma infecção. 
 Poder Invasivo: Capacidade do agente de se difundir através dos tecidos e órgãos 
do hospedeiro. 
Evolução Conceitual
Na década de 70: Promoção da saúde era concebida como 
parte da prevenção primária, focada em aspectos 
educativos individuais.
A partir da década de 80: Promoção da saúde revalorizada 
após a Carta de Otawa, tornando-se objeto de políticas 
públicas globais.
Promoção da saúde vai além da prevenção, focando no 
aumento geral de saúde e bem-estar, relacionando-se à 
transformação das condições de vida e trabalho.
Ações Específicas Alimentação 
saudável
Prática corporal, 
atividade física
Prevenção e controle 
do tabagismo
Redução da 
morbimortalidade em 
decorrência do uso 
abusivo de álcool e 
outras drogas
Redução da 
morbimortalidade por 
acidentes de trânsito
Prevenção da 
violência e estímulo à 
cultura de paz
Promoção do 
desenvolvimento 
sustentável
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
59 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Atributos do Hospedeiro em Doenças Infecciosas 
 Resistência: Conjunto de mecanismos de defesa contra agentes infecciosos. 
 Resistência Natural: Independente de anticorpos, resultante de fatores 
anatômicos e fisiológicos. 
 Imunidade: Resistência específica associada à presença de anticorpos. 
 Suscetibilidade: Medida de fragilidade, possibilidade de adoecimento por 
determinado agente. 
 Portadores: Indivíduos que têm o agente infeccioso e podem transmiti-lo sem 
apresentar sintomas. 
 Reservatório de Agentes Infecciosos: Ambiente onde o agente infeccioso vive, 
se multiplica e pode ser transmitido. 
 
Processo de Adoecimento e Períodos 
 
 
Esquema 61 
 
Medidas de Profilaxia e Controle 
 
Esquema 62 
Período de Incubação:
Intervalo entre a 
penetração do agente no 
hospedeiro e o 
aparecimento dos 
sintomas.
Período de 
Transmissibilidade:
Capacidade do indivíduo 
de transmitir a doença.
Período Prodrômico:
Intervalo entre os 
primeiros sintomas e o 
início dos sinais 
característicos da doença.
Imunidade de 
Rebanho
Resistência de um grupo à 
disseminação de um agente 
infeccioso.
Isolamento Segregação de um caso clínico para 
evitar a transmissão da doença.
Quarentena
Isolamento de indivíduos sadios pelo 
período máximo de incubação da 
doença.
Quimioprofilaxia Administração de drogas para 
prevenir uma infecção.
Tratamento 
Profilático
Tratamento para reduzir o período de 
transmissibilidade de uma doença.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
60 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Notificação Compulsória 
Conjunto de ações para: Proporcionar conhecimento, detecção ou prevenção de mudanças 
nos fatores determinantes e condicionantes da saúde individual ou coletiva. E recomendar 
e adotar medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. 
 
Vigilância Epidemiológica 
Integra diversas áreas de conhecimento, como: 
 
Esquema 63 
Funciona como indicador de ações prioritárias no atendimento à saúde, pois identifica 
principais doenças de notificação compulsória e atua no controle das mesmas. 
Notificação 
A notificação compulsória é um mecanismo essencial no controle de doenças e agravos à 
saúde pública, consistindo na comunicação obrigatória à autoridade sanitária sobre a 
ocorrência de casos individuais, agregados de casos ou surtos de doenças específicas, 
sejam eles suspeitos ou confirmados, que constam em uma lista predeterminada de agravos 
de notificação compulsória. 
Essa comunicação pode ser realizada por profissionais de saúde e, em algumas jurisdições, 
por qualquer cidadão que tome conhecimento de tais casos. 
Objetivo 
O principal objetivo da notificação compulsória é permitir que as autoridades sanitárias 
tomem medidas de controle e prevenção adequadas de forma tempestiva, visando reduzir a 
propagação de doenças e proteger a saúde coletiva. 
 
 
Esquema 64 
Política e 
planejamento Epidemiologia Processo 
saúde-doença
Notificação
Imediata
Realizada em até 24 horas a 
partir do conhecimento da 
ocorrência.
Semanal
Realizada em até 7 dias a 
partir do conhecimento da 
ocorrência.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
61 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Principais Doenças e Agravos - Imediata 
 Acidente de trabalho (SMS) 
 Botulismo 
 Dengue – Óbitos (MS/SES/SMS) 
 Doença de Chagas Aguda (SES/SMS) 
 Doença aguda pelo vírus Zika em gestante (SES/SMS) 
 Óbito com suspeita de doença pelo vírus Zika (MS/SES/SMS) 
 Doenças Exantemáticas: Sarampo, Rubéola (MS/SES/SMS) 
 Violência sexual e tentativa de suicídio (SMS) 
 Tétano 
 
Principais Doenças e Agravos - Semanal: 
 Acidente de trabalho com exposição a material biológico 
 Dengue – Casos 
 Doença de Chagas Crônica 
 Doença aguda pelo vírus Zika 
 Hepatites virais 
 Hanseníase 
 Tuberculose 
 Esquistossomose 
 HIV 
 Sífilis 
 
 
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
62 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Lei 8.080/90 
A saúde é direito do indivíduo e dever do Estado, que o exerce pela formulação e execução 
de políticas econômicas e sociais visando à redução de riscos de doenças e outros agravos. 
O dever do Estado nãoexclui o das pessoas, famílias, empresas e da sociedade em geral. 
 
São considerados determinantes e condicionantes da saúde: alimentação, moradia, 
saneamento básico, meio ambiente, trabalho, renda, educação, atividade física, transporte, 
lazer e acesso aos bens e serviços essenciais. 
 
Objetivos do SUS 
 
Esquema 65 
 
Áreas de Atuação do SUS 
 
Esquema 66 
 O SUS atua na área de Vigilância Sanitária, monitorando e fiscalizando 
estabelecimentos, produtos e serviços que possam representar riscos à saúde da 
população, garantindo a segurança sanitária em diversos setores. 
Objetivos do SUS
Identificar e divulgar fatores 
determinantes e condicionantes da 
saúde.
Formular política de saúde para 
promover observância do disposto 
na lei.
Prestar assistência às pessoas por 
meio de ações de promoção, 
proteção e recuperação da saúde.
Áreas de Atuação do SUS
Vigilância 
Sanitária
Vigilância 
Epidemiológica
Saúde do 
Trabalhador
Assistência 
Terapêutica 
Integral 
(inclusive 
farmacêutica)
Saúde Bucal
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
63 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 Na área de Vigilância Epidemiológica, o SUS trabalha na identificação, 
monitoramento e controle de doenças transmissíveis e não transmissíveis, 
contribuindo para o planejamento e execução de ações de prevenção e controle de 
epidemias. 
 O SUS também se dedica à Saúde do Trabalhador, promovendo ações de prevenção 
de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, além de realizar vigilância e 
assistência à saúde dos trabalhadores em diversos ambientes laborais. 
 Uma das áreas de atuação do SUS é a Assistência Terapêutica Integral, que inclui 
o acesso a medicamentos e tratamentos necessários para o cuidado integral da 
saúde, garantindo o acesso equitativo a serviços farmacêuticos e terapêuticos. 
 Além disso, o SUS é responsável pela Saúde Bucal, oferecendo serviços de 
prevenção, promoção e tratamento odontológico à população, visando garantir a 
saúde e qualidade de vida bucal de forma acessível e integral. 
 
Direções do SUS 
 
Esquema 67 
 
Comissões 
 
Esquema 68 
 
Direções do 
SUS
Governo Federal Representado pelo 
Ministério da Saúde.
Estadual Representado pelas 
Secretarias Estaduais.
Municipal Representado pelas 
Secretarias Municipais.
Comissões Intersetoriais
•Articulam políticas e programas de interesse 
para a saúde, cuja execução envolve áreas não 
compreendidas no âmbito do SUS, como 
alimentação, saneamento, meio ambiente, 
entre outros.
Comissões Intergestores
•Bipartite e Tripartite: Foros de negociação e 
pactuação entre gestores para aspectos 
operacionais do SUS.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
64 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Competências 
 
Esquema 69 
 
A Lei 8.080/90 estabelece as bases do Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo direito à 
saúde e definindo responsabilidades e competências dos entes federativos na sua 
operacionalização. O SUS busca promover a universalidade, integralidade, igualdade e 
participação da comunidade na gestão da saúde pública. 
 
 
Serviços Públicos 
Atendimento e Internação Domiciliar 
O atendimento e internação domiciliar representam uma modalidade de assistência à saúde 
que se destaca pela abordagem multiprofissional, garantindo uma cobertura ampla e 
integrada das necessidades do paciente no conforto de seu lar. 
Esta forma de atendimento é indicada exclusivamente por um médico, requerendo a 
concordância tanto do paciente quanto de sua família. Esse modelo visa não apenas a 
comodidade, mas também a personalização do tratamento, adaptando-se às 
particularidades de cada caso para promover uma recuperação mais eficiente e confortável. 
 
União
• Formulação e avaliação de 
políticas de saúde, participação 
na execução de políticas de 
controle ambiental e de 
saneamento básico, 
coordenação de sistemas de 
saúde, entre outras.
Municipal
• Planejamento, 
organização, controle e 
execução das ações e 
serviços de saúde, 
participação na execução 
de políticas de vigilância 
epidemiológica e 
sanitária, entre outras.
Competências
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
65 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Acompanhamento de Pré-Parto, Parto e Pós-Parto 
O acompanhamento de pré-parto, parto e pós-parto, a legislação assegura o direito da 
mulher em ser acompanhada por uma pessoa de sua escolha durante todo o processo, 
enfatizando a importância do suporte emocional e físico neste momento crítico. 
Este direito é mantido em qualquer circunstância, assegurando a presença de um 
acompanhante, salvo em situações de urgência e emergência, onde os profissionais de 
saúde têm autonomia para proceder conforme a necessidade, visando sempre a segurança 
e o bem-estar da mãe e do bebê. 
 
Assistência Terapêutica Integral 
A assistência terapêutica integral abrange desde a dispensação de medicamentos, seguindo 
as diretrizes terapêuticas de protocolos clínicos específicos, até a oferta de procedimentos 
terapêuticos que podem ser realizados em diferentes ambientes - domiciliar, ambulatorial 
ou hospitalar. 
Esta abordagem integral e adaptativa é fundamental para assegurar que o tratamento seja 
o mais eficaz possível, levando em consideração as necessidades e condições específicas 
de cada paciente. 
 
Serviços Privados 
 
Esquema 70 
 
 A assistência à saúde é assegurada como livre à iniciativa privada, de acordo com o 
disposto na Constituição Federal de 1988, permitindo que empresas privadas atuem 
no setor da saúde, oferecendo serviços e produtos conforme suas competências e 
capacidades. 
 A participação complementar dos serviços privados na assistência à saúde ocorre 
mediante formalização por meio de contrato ou convênio, respeitando as normas 
estabelecidas pelo direito público, o que garante uma integração harmoniosa entre 
os setores público e privado na oferta de serviços de saúde. 
 Existem casos específicos em que a participação direta ou indireta de empresas 
privadas na assistência à saúde é permitida, como em situações de doações de 
Serviços Privados
Livre Iniciativa Privada
Participação 
Complementar dos 
Serviços Privados
Casos Específicos de 
Participação
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
66 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
organismos internacionais ou quando empresas mantêm serviços sem finalidade 
lucrativa, conforme previsto na legislação específica, o que contribui para ampliar o 
acesso aos cuidados de saúde. 
 
Financiamento 
 
Esquema 71 
 
Planejamento 
 
Esquema 72 
Financiamento
Fonte de 
Recursos
Orçamento da seguridade social 
destinado ao SUS.
Elaboração 
Orçamentária
Proposta elaborada pelo Ministério da 
Saúde, com participação dos órgãos da 
Previdência Social e da Assistência 
Social.
Considera as metas e prioridades da 
Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Gestão 
Financeira
Recursos financeiros do SUS são 
depositados em conta especial em 
cada esfera de atuação.
Movimentados sob fiscalização dos 
respectivos Conselhos de Saúde.
Planejamento
Natureza do 
Planejamento Ascendente, do nível local ao federal.
Participação dos 
Órgãos 
Deliberativos
Planos de saúde dos Municípios, 
Estados, Distrito Federal e União são 
compatibilizados com as 
necessidades da política de saúde.
Diretrizes 
Estabelecidas
Conselho Nacional de Saúde 
estabelece diretrizes considerando 
características epidemiológicas e 
organização dos serviços em cada 
jurisdição administrativa.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
67 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Processo DecisórioNo processo decisório, decidir implica escolher entre diversas alternativas existentes, o que 
demanda análise e avaliação das opções disponíveis para alcançar um determinado objetivo 
ou resolver um problema específico. 
Sempre há a necessidade de escolher um caminho entre duas ou mais alternativas 
diferentes durante o processo decisório, pois raramente existe apenas uma opção viável 
para resolver uma questão ou alcançar um objetivo. 
É crucial considerar o "custo de oportunidade" ao selecionar uma alternativa no processo 
decisório, ou seja, avaliar o que está sendo sacrificado ao optar por uma determinada escolha 
em detrimento de outras possíveis, garantindo uma análise abrangente e consciente das 
consequências de cada decisão. 
 
Esquema 73 
Elementos do Processo Decisório 
 No processo decisório, o tomador de decisão é a pessoa responsável por escolher 
entre diversas alternativas futuras de ação, assumindo a responsabilidade pela 
direção das escolhas e suas consequências. 
 Os objetivos representam as metas que o tomador de decisão deseja alcançar por 
meio de suas ações, orientando suas escolhas em direção aos resultados desejados. 
 As preferências são os critérios utilizados pelo tomador de decisão para fazer sua 
escolha, refletindo suas prioridades, valores e interesses na tomada de decisão. 
 A estratégia é o curso de ação selecionado pelo tomador de decisão para alcançar 
seus objetivos, levando em consideração os recursos disponíveis e as restrições 
enfrentadas. 
 A situação engloba os aspectos do ambiente que envolvem o tomador de decisão e 
influenciam sua escolha, podendo incluir fatores externos que estão além do 
controle, conhecimento ou compreensão do tomador de decisão. 
 O resultado é a consequência ou o resultado decorrente de uma determinada 
estratégia adotada pelo tomador de decisão, refletindo o impacto de suas escolhas 
sobre os objetivos e as circunstâncias específicas. 
Processo Decisório
Decidir envolve escolher entre diversas 
alternativas existentes.
Sempre há a escolha de um caminho entre duas 
ou mais alternativas diferentes.
É crucial considerar o "custo de oportunidade" 
ao selecionar uma alternativa.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
68 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 74 
 
Etapas do Processo Decisório (Fases do Processo Decisório) 
• Identificação do Problema ou Oportunidade: Reconhecimento da existência de 
uma oportunidade a ser aproveitada ou de um problema que requer uma decisão. 
• Diagnóstico da Situação: Compreensão da oportunidade ou problema, 
identificando suas causas e consequências. 
• Geração de Alternativas: Desenvolvimento de ideias para aproveitar a 
oportunidade ou resolver o problema após o diagnóstico. 
• Avaliação e Escolha da Alternativa: Comparação e julgamento das alternativas 
para selecionar aquela que oferece as maiores vantagens. 
• Avaliação da Decisão: Implementação da decisão e avaliação de seus efeitos, 
reiniciando o ciclo do processo de resolução de problemas ou aproveitamento de 
oportunidades. 
 
Chiavenato 2ª Obra (7 Etapas) 
Chiavenato defende que o processo decisório é composto por 07 etapas: 
 
Esquema 75 
Elementos do Processo Decisório
Tomador de 
Decisão Objetivos Preferências Estratégia Situação Resultado
07 etapas
Chiavenato
Percepção da 
situação que 
envolve algum 
problema
Análise e definição 
do problema
Definição dos 
objetivos
Procura de 
alternativas de 
solução ou de 
cursos de ação
Avaliação e 
comparação dessas 
alternativas
Escolha (seleção) 
da alternativa mais 
adequada 
(satisfatória) ao 
alcance dos 
objetivos
Implementação da 
alternativa 
escolhida
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
69 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Chiavenato 3ª Obra (4 Etapas) 
Em outra obra, Chiavenato destaca que o processo decisório é composto por 04 etapas: 
 
Esquema 76 
 
Simon 
 
Esquema 77 
 
04 etapas:
Definição e 
diagnóstico do 
problema.
Procura de soluções 
alternativas mais 
promissoras.
Análise e 
comparação dessas 
alternativas de 
solução.
Seleção e escolha da 
melhor alternativa 
como um plano de 
ação.
Intelecção (Prospecção)
•Identificação e análise da situação que requer uma 
solução.
•Fase de diagnóstico e compreensão do problema ou 
oportunidade.
Concepção
•Criação de alternativas para resolver o problema ou 
aproveitar a oportunidade identificada na fase anterior.
•Fase de desenvolvimento de ideias e cursos de ação.
Decisão
•Avaliação das alternativas geradas na fase de concepção.
•Seleção e escolha de uma alternativa para implementação.
•Fase de tomada de decisão com base na análise das 
alternativas disponíveis.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
70 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Classificações das Decisões 
Tipos de decisão 
Característica Decisões Programadas 
(Estruturadas) 
Decisões Não Programadas 
(Não Estruturadas) 
Natureza Rotineiras, repetitivas e 
padronizadas 
Novas, não repetitivas e 
complexas 
Base Acervo de soluções existentes 
na organização 
Criatividade, inovação e 
improvisação 
Dados Adequados e repetitivos Inadequados, únicos e novos 
Condições Estáticas e imutáveis Dinâmicas e mutáveis 
Previsibilidade Alta, com certeza Baixa, com risco e incerteza 
Fundamento Regras e métodos pré-
estabelecidos 
Julgamento pessoal e 
profissional 
Execução Podem ser automatizadas 
(computacionais) 
Dependem do julgamento 
profissional 
Localização da Decisão Descentralizadas, nível 
operacional 
Centralizadas, nível estratégico 
Velocidade e Uniformidade Rápidas e uniformes Mais lentas 
Tabela 7 
 
Técnicas para Tomada de Decisões Programadas 
 
Esquema 78 
Técnicas Tradicionais:
•Hábitos, costumes e rotinas.
•Rotinas, regras e 
procedimentos padronizados.
•Estrutura organizacional 
rígida com canais de 
comunicação bem definidos.
•Objetivos e expectativas 
comuns.
Técnicas Modernas:
•Programas de computador.
•Análises e modelos 
matemáticos.
•Simulações computacionais.
•Canais de comunicação livres.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
71 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Técnicas para Tomada de Decisões Não Programadas 
 
Esquema 79 
 
Níveis de decisão 
 
Esquema 80 
 Decisões estratégicas são tomadas no nível estratégico pela alta cúpula da 
administração, como diretores, presidentes e CEO's, e envolvem questões que 
afetam a organização como um todo e suas relações com o ambiente externo, sendo 
cruciais para o direcionamento e o posicionamento da empresa a longo prazo. 
 Decisões táticas, ou decisões administrativas, são tomadas no nível tático pelos 
gerentes e chefes de departamento/divisão, referindo-se a questões que envolvem 
uma unidade organizacional específica, como um departamento. Essas decisões têm 
impacto direto na implementação das estratégias definidas pela alta administração. 
Técnicas Tradicionais:
•Julgamento, intuição e 
criatividade.
•Divisão do trabalho 
organizacional.
•Contratação de 
especialistas.
Técnicas Modernas:
•Técnicas heurísticas.
•Criação de redes capazes 
de lidar com soluções 
inovadoras.
•Sistemas 
computacionais de apoio 
à decisão.
Níveis de Decisões
1. Decisões Estratégicas
2. Decisões Táticas
3. Decisões Operacionais
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
72 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 Decisões operacionais são tomadas no nível operacional pelos supervisores e estão 
relacionadas à execução de tarefas ou atividades específicas no dia-a-dia da 
organização. Elas são essenciais para garantir a eficiência e a eficácia das operaçõesdiárias e contribuem para o alcance dos objetivos organizacionais de curto prazo. 
 
Decisões Centralizadas x Decisões Descentralizadas 
 
 
Esquema 81 
 
Outras Classificações 
 
Esquema 82 
Tomadas pela alta cúpula da 
empresa, com os níveis mais 
baixos não participando do 
processo decisório.
A concentração das decisões 
nos níveis hierárquicos mais 
altos facilita o alinhamento 
com os objetivos 
organizacionais.
Mais fácil de controlar os 
resultados organizacionais, 
pois apenas os chefes têm 
poder de decisão.
Maior controle sobre o 
processo decisório, pois é 
feito mais de perto.
Decisões distribuídas por 
todos os níveis da empresa.
Transferência do poder 
decisório dos níveis mais 
elevados para os mais baixos.
Melhora no tempo de tomada 
de decisão, sendo mais 
rápidas.
Melhoria na qualidade da 
informação para a tomada de 
decisão, pois as decisões são 
mais próximas da realidade 
local.
Decisões mais assertivas para 
a realidade local, porém 
menos uniformes devido à 
diversidade de decisores.
Propicia maior autonomia e 
engajamento dos 
colaboradores, pois eles têm 
mais participação no 
processo decisório.
D
ec
is
õ
es
 C
en
tr
al
iz
ad
as
D
ecisõ
es D
escen
tralizad
as
Decisões Individuais
•Tomadas de forma 
singular por uma única 
pessoa.
Decisões Coletivas (Grupais)
•Tomadas por um grupo de 
indivíduos.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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73 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 83 
 
 
Esquema 84 
 
Decisões 
Autocráticas
Tomadas pelo gestor sem 
interferência de outras pessoas.
Decisões 
Consultivas
O gestor consulta a opinião das 
pessoas impactadas pela decisão, 
mas decide sozinho.
Decisões 
Consensuais
O gestor busca o consenso do grupo, 
decidindo apenas quando todos 
concordam, mesmo que discordem 
da alternativa encontrada.
Decisões 
Democráticas
O grupo decide autonomamente por 
meio do voto da maioria.
Decisões Lógicas
•Baseadas na zona de 
conforto e em 
procedimentos conhecidos. 
Mais estáveis e aceitas pelos 
indivíduos.
Decisões Criativas
•Arriscadas, inovadoras e 
diferenciadas. Menos 
consensuais e com menor 
aceitação dos indivíduos.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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74 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Ambientes de decisão 
 
Esquema 85 
Certeza 
 No ambiente de certeza, o tomador de decisões dispõe de informações confiáveis e 
suficientes, o que lhe permite conhecer com segurança os resultados das 
alternativas disponíveis, facilitando a escolha da melhor opção. 
 O tomador de decisões tem confiança nos dados disponíveis e pode fazer previsões 
precisas sobre os resultados das diferentes alternativas, pois as informações são 
claras, objetivas e não deixam margem para interpretações ambíguas. 
 
Risco 
 No ambiente de risco, o tomador de decisões conta com informações que permitem 
ter uma ideia dos resultados, porém as probabilidades dos resultados podem ser 
objetivas (baseadas em números) ou subjetivas (baseadas em crenças, intuição, 
etc.), tornando a análise mais complexa. 
 Normalmente, os gestores do nível tático tomam decisões nesse ambiente, pois 
lidam com questões mais específicas e delimitadas, onde é possível calcular e avaliar 
os riscos envolvidos com maior precisão. 
 
Incerteza 
 No ambiente de incerteza, há pouca ou nenhuma informação sobre as alternativas e 
os resultados esperados, o que torna difícil para o tomador de decisões avaliar as 
possibilidades e tomar uma decisão fundamentada. 
 O tomador de decisões não consegue calcular as probabilidades dos resultados 
devido à falta de dados confiáveis e precisos, o que aumenta a incerteza e o risco 
associado às escolhas a serem feitas. 
 
Certeza
• Informações confiáveis e 
suficientes.
•O tomador de decisões sabe 
com segurança os 
resultados das alternativas.
Risco
• Informações que permitem 
apenas ter uma ideia dos 
resultados.
•Probabilidades dos 
resultados podem ser 
objetivas ou subjetivas
Incerteza
•Pouca ou nenhuma 
informação sobre as 
alternativas e resultados.
•O tomador de decisões não 
consegue calcular as 
probabilidades dos 
resultados.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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75 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Classificações das decisões de acordo com as condições ambientais 
- Computação Julgamento Compromisso Inspiração 
Ambiente Certeza Risco Incerteza Turbulência 
Alternativas Adequadas e 
Suficientes 
Incertas e 
Discutíveis 
Certas 
Incertas, 
desconhecidas e 
insuficientes 
Resultados Adequados e 
Suficientes 
Certos e Claros Incertos e 
Ambíguos 
Incertas, 
desconhecidas e 
insuficientes 
Decisões Decisões 
Programadas 
Decisões Não 
Programadas 
Decisões Não 
Programadas 
Inspiração e 
Intuição 
Tabela 8 
 
Pensamento Linear 
 
Esquema 86 
Pensamento 
Linear
Pressupostos
Cada problema tem uma 
solução única.
A solução afeta apenas uma 
área da empresa.
A solução permanece válida 
sem considerar mudanças 
ambientais.
Características
Problemas são vistos como 
únicos e simples.
Soluções são consideradas 
independentes e estáticas.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
76 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Pensamento Sistêmico 
 
Modelos de Tomada de Decisão 
A maximização dos resultados é alcançada por meio de escolhas coerentes e ótimas, 
seguindo um processo racional e sistemático. 
Modelo Racional (Modelo Clássico) 
O Modelo Racional tem como objetivo a maximização dos resultados através de escolhas 
coerentes e ótimas 
 
Esquema 87 
Pensamento 
Sistêmico
Princípios
As soluções afetam toda a 
organização.
Os efeitos das decisões devem ser 
monitorados com feedback 
constante.
A solução implementada pode se 
tornar inválida devido a mudanças no 
ambiente.
Características
Considera a complexidade e inter-
relacionamento dos problemas.
Reconhece a dinâmica e a 
mutabilidade do ambiente.
Modelo Racional 
(Modelo Clássico) Pressupostos
Objetivo claro do tomador de decisões.
Problema bem diagnosticado e 
definido.
Informações confiáveis, precisas e 
mensuráveis.
Identificação imparcial e racional de 
todas as opções relevantes.
Escolha da opção que maximiza os 
resultados.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
77 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Etapas do Modelo Racional 
 
Esquema 88 
 
Modelo da Racionalidade Limitada 
O modelo da racionalidade limitada reconhece que os indivíduos têm uma capacidade 
cognitiva restrita para processar todas as informações relevantes disponíveis. 
Devido a essa limitação, os tomadores de decisão podem não ser capazes de considerar 
todas as opções disponíveis ou analisar completamente todas as consequências de suas 
escolhas. 
 
Esquema 89 
É importante considerar que, em vez de buscar a solução ótima, os tomadores de decisão 
muitas vezes optam por escolhas satisfatórias que atendam a critérios mínimos aceitáveis. 
A racionalidade limitada sugere que os tomadores de decisão frequentemente simplificam o 
processo de decisão, confiando em heurísticas, intuição ou experiência passada em vez de 
análises extensivas. 
A tomada de decisão sob racionalidade limitada muitas vezes envolve o uso de atalhos 
mentais para lidar com a complexidade das decisões e compensar as limitações cognitivas. 
 
Modelo Intuitivo 
O modelo intuitivo se caracteriza por ser menos racional e mais fundamentado na intuição 
do tomador de decisões. Confia-se na experiência e no aprendizado acumulado ao longo do 
tempo como base para a tomada de decisões intuitivas. 
Definir o problema Identificar critérios 
para a decisão
Atribuir pesos 
específicosaos 
critérios
Desenvolver 
alternativas
Avaliar as 
alternativas
Escolher a melhor 
alternativa
Modelo da Racionalidade 
Limitada
Capacidade cognitiva limitada 
do indivíduo para processar 
todas as informações 
necessárias para maximizar os 
resultados.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
78 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
A intuição é uma forma complexa de raciocínio que se baseia em anos de experiência e 
conhecimento tácito. 
As decisões intuitivas são frequentemente baseadas no "feeling" ou na sensação do 
tomador de decisões, que pode ser uma resposta rápida e subconsciente a uma situação 
dada. 
 
Esquema 90 
 
Estilos de Tomada de Decisão 
Estilos Decisórios de Robbins 
 O perfil analítico é caracterizado por uma abordagem racional e cuidadosa na 
maneira de pensar, demonstrando alta tolerância à ambiguidade e uma capacidade 
de adaptação notável, lidando com muitas informações e alternativas, orientado 
para o desempenho das tarefas. 
 O perfil diretivo evidencia uma mentalidade racional e eficiente, tomando decisões 
rapidamente e com pouca tolerância à ambiguidade, focando em poucas 
informações e alternativas, e orientado fortemente para o desempenho das tarefas. 
 O perfil conceitual revela uma abordagem intuitiva e criativa na maneira de pensar, 
com uma visão ampla e uma alta tolerância à ambiguidade, lidando com muitas 
informações e alternativas, e orientado para o desempenho das tarefas. 
 O perfil comportamental destaca uma mentalidade intuitiva e preocupada com as 
pessoas, evitando conflitos e buscando aceitação, com baixa tolerância à 
ambiguidade e desprezando muitas informações e alternativas, sendo orientado 
principalmente para as relações pessoais. 
 
Modelo
Intuitivo
Características
Menos racional e mais 
baseado na intuição.
Confia na experiência e 
aprendizado acumulado ao 
longo do tempo.
Uso da "Intuição"
Forma complexa de 
raciocínio baseada em anos 
de experiência.
Decisões baseadas no 
"feeling" do tomador de 
decisões.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
79 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
- Analítico Diretivo Conceitual Comportamental 
Maneira de 
Pensar Racional Racional Intuitivo Intuitivo 
Tolerância à 
ambiguidade 
(capacidade 
cognitiva) 
Alta Baixa Alta Baixa 
Características 
Cuidadoso e 
Capacidade de 
adaptação 
Criativo e tem 
uma visão 
ampla Eficiente, 
lógico e toma 
decisões 
rapidamente 
Criativo e tem 
uma visão 
ampla 
Se preocupa com 
as pessoas, evita 
conflitos e busca 
aceitação 
Informações Muitas Poucas Muitas Despreza 
Alternativas Muitas Poucas Muitas Poucas 
Orientação 
Tarefas 
(desempenho) 
Tarefas 
(desempenho) 
Tarefas 
(desempenho) 
Pessoas 
(relações 
pessoais) 
Pessoas 
(relações 
pessoais) 
Tabela 9 
 
Estilos Decisórios de Driver 
 
Esquema 91 
Estilos Decisórios 
de Driver
Maximizador
Utiliza o máximo de informações possível 
para decidir.
Disposto a gastar recursos para chegar a 
uma boa solução.
Satisfaciente
Filtra as informações mais importantes e 
relevantes.
Objetivo de chegar a uma ou duas 
soluções possíveis.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
80 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 92 
 
 
Esquema 93 
 
 O Estilo Hierárquico na tomada de decisões se destaca pelo uso extensivo de 
informações, seguindo a abordagem maximizadora, e tende a adotar uma 
perspectiva unifoco, buscando identificar a única "melhor" alternativa entre as 
opções disponíveis. 
Classificação 
quanto ao foco
Unifoco Considera apenas uma 
alternativa como solução.
Multifoco Considera várias alternativas 
como solução.
Estilos
Hierárquico
Maximizador
Unifoco
Utiliza muitas informações para decidir e 
busca uma única "melhor" alternativa.
Integrativo
Maximizador
Multifoco
Utiliza muitas informações para decidir e 
busca diversas alternativas.
Sistêmico
Maximizador
Combina as qualidades do estilo 
integrativo com as do estilo hierárquico.
Utiliza muitas informações para decidir, 
podendo buscar diversas ou apenas uma 
alternativa para a situação enfrentada.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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81 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 O Estilo Integrativo revela uma abordagem maximizadora e multifoco, onde o 
processo decisório envolve a análise de diversas alternativas, com base em uma 
quantidade substancial de informações, visando encontrar soluções que incorporem 
diferentes perspectivas e possibilidades. 
 O Estilo Sistêmico combina as qualidades do estilo integrativo com as do estilo 
hierárquico, utilizando muitas informações para decidir e adaptando-se tanto a 
abordagens multifocais quanto unifocais, conforme a situação enfrentada, visando 
alcançar soluções abrangentes e eficazes. 
 
Processos Heurísticas 
 
Esquema 94 
 
Principais Processos Heurísticos 
• Disponibilidade: Eventos frequentes, emocionais ou fáceis de imaginar são mais 
acessíveis na memória. 
• Representatividade: Decisões baseadas em estereótipos e modelos mentais de 
referência. 
• Âncora e Ajustamento: Tomada de decisão baseada em uma referência inicial 
(âncora). Os ajustes feitos a partir dessa âncora influenciam a decisão. 
 
P
ro
ce
ss
os
 H
eu
rí
st
ic
o
s
Desafios na 
Tomada de Decisão
Informações insuficientes e inadequadas.
Falta de tempo e recursos para coletar informações.
Percepções distorcidas.
Incapacidade de processar muitas informações.
Decisões 
"Satisfatórias"
Gestores se contentam com a primeira decisão 
razoável encontrada.
Avaliam apenas algumas alternativas, não todas.
Processos 
Heurísticos
Guias simplificados para reduzir demandas de 
processamento de informações.
Facilitam e simplificam o processo decisório.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
82 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Vieses que Interferem na Tomada de Decisão 
 
 
Aversão ao Risco
Preferência por resultados certos em 
detrimento de arriscados.
Decisões baseadas na segurança em vez 
da inovação.
Viés da Compreensão Tardia
Tendência a acreditar que se sabia do 
resultado após sua ocorrência.
Reduz a capacidade de aprender com erros 
passados.
Erro de Aleatoriedade
Busca dar sentido a eventos aleatórios. Criação de padrões imaginários e 
superstições.
Escalada de Comprometimento
Aumento do comprometimento após 
decisões malsucedidas.
Esforço para recuperar prejuízos e evitar 
admitir erros.
Viés de Confirmação
Tendência a buscar informações que 
confirmem escolhas anteriores.
Desconsidera informações que 
contradigam as escolhas.
Excesso de Confiança
Impacta a capacidade de julgamento. Indivíduos com habilidades fracas tendem 
a superestimar sua capacidade.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
83 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Método de Análise e Solução de Problemas (MASP) 
O MASP é composto por 08 passos (etapas): 
 
Esquema 95 
 A identificação do problema é o primeiro passo crucial no processo de solução, 
envolvendo a definição clara do problema e sua importância, fornecendo uma base 
sólida para a resolução eficaz. 
 A etapa de observação requer investigação das características do problema sob 
diferentes perspectivas, permitindo uma compreensão abrangente de sua natureza 
e impacto. 
 Na análise, o foco está em descobrir as causas principais do problema, permitindo 
que sejam abordadas de forma eficaz e direcionada. 
 O plano de ação envolve a concepção de um plano detalhado para bloquear as 
causas principais identificadas, delineando asmedidas específicas a serem tomadas. 
 A ação consiste na implementação efetiva do plano de ação, colocando em prática 
as medidas planejadas para bloquear as causas principais do problema. 
 A etapa de verificação envolve a avaliação cuidadosa para determinar se o bloqueio 
das causas principais foi efetivo, garantindo que o problema tenha sido resolvido de 
maneira satisfatória. 
 A padronização visa prevenir contra o reaparecimento do problema, estabelecendo 
procedimentos e práticas para manter os resultados alcançados. 
 A conclusão envolve recapitular todo o processo de solução do problema, 
destacando lições aprendidas e insights para trabalhos futuros, contribuindo para a 
melhoria contínua e aprimoramento dos processos organizacionais. 
 
 
Identificação do 
Problema:
•Definir claramente o 
problema e sua 
importância.
Observação:
•Investigar as 
características do 
problema sob vários 
pontos de vista.
Análise:
•Descobrir as causas 
principais do 
problema.
Plano de Ação:
•Conceber um plano 
para bloquear as 
causas principais.
Ação:
•Implementar o plano 
para bloquear as 
causas principais.
Verificação:
•Avaliar se o bloqueio 
foi efetivo.
Padronização:
•Prevenir contra o 
reaparecimento do 
problema.
Conclusão:
•Recapitular o 
processo de solução 
do problema para 
trabalhos futuros.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
84 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Ferramentas de Auxílio ao Processo Decisório 
Ferramentas de Identificação da Situação e Diagnóstico 
Diagrama de Ishikawa (Diagrama de Causa-Efeito) 
O Diagrama de Ishikawa, também conhecido como Diagrama de Causa-Efeito ou Espinha 
de Peixe, é uma ferramenta eficaz para identificar e analisar as possíveis causas de um 
problema específico, dividindo-o em seis categorias principais: Mão de Obra, Método, 
Materiais, Máquinas, Mensuração e Meio Ambiente. 
 
Esquema 96 
 
Diagrama de Pareto (Princípio de Pareto) 
O Princípio de Pareto, também chamado de regra 80/20, sugere que aproximadamente 
80% dos resultados ou problemas em uma situação são causados por apenas 20% das 
causas subjacentes. 
Por outro lado, os restantes 80% das causas contribuem apenas para cerca de 20% dos 
resultados ou problemas observados, indicando uma distribuição desigual de impacto 
entre as diferentes causas envolvidas em uma situação. 
Esse princípio é frequentemente aplicado em áreas como gestão de projetos, qualidade e 
melhoria contínua, ajudando a priorizar esforços e recursos nas causas que têm o maior 
potencial de impacto nos resultados desejados. 
Diagrama de 
Ishikawa 
(Diagrama de 
Causa-Efeito)
Mão de Obra
Método
Materiais
Máquinas
Mensuração
Meio 
Ambiente
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
85 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 97 
 
Ferramenta 5W2H 
 
Esquema 98 
 
 
Esquema 99 
80% dos resultados 
(problemas) provêm de 
20% de causas
Os outros 80% de causas 
geram apenas 20% de 
resultados (problemas)
Ferramenta 5W2H
Facilitar o planejamento das 
atividades.
Auxiliar o gestor na definição de 
planos de ação para alcançar os 
objetivos.
Auxiliar no processo de tomada de 
decisão.
Componentes
What?
(O que?)
O que 
deve ser 
feito?
Why?
(Por que?)
Por que 
deve ser 
feito?
Who? 
(Quem?)
Quem 
deve 
fazer?
Where? 
(Onde?)
Onde 
deve ser 
realizado
?
When? 
(Quando?)
Quando 
deve ser 
realizado
?
How? 
(Como?)
Como 
deve ser 
realizado
?
How 
much? 
(Quanto?)
Quanto 
custará?
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
86 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
 
 O componente "What?" (O que?) da ferramenta 5W2H foca na definição clara do que 
deve ser feito, fornecendo uma descrição precisa das atividades ou tarefas a serem 
realizadas para alcançar os objetivos. 
 O componente "Why?" (Por que?) concentra-se em explicar os motivos ou 
justificativas por trás das ações planejadas, destacando a importância e a relevância 
das atividades para os objetivos gerais do projeto ou iniciativa. 
 O componente "Who?" (Quem?) identifica os responsáveis por executar as 
atividades, atribuindo claramente as tarefas às pessoas ou equipes adequadas para 
garantir uma implementação eficaz. 
 O componente "Where?" (Onde?) especifica os locais ou contextos nos quais as 
atividades serão realizadas, fornecendo orientações sobre a localização física ou 
ambiente necessários para a execução das tarefas. 
 O componente "When?" (Quando?) determina os prazos ou cronogramas para a 
conclusão das atividades, estabelecendo datas ou marcos temporais para garantir 
um progresso oportuno em direção aos objetivos. 
 O componente "How?" (Como?) descreve os métodos, processos ou procedimentos 
a serem seguidos na execução das atividades, fornecendo orientações claras sobre 
os passos a serem tomados para alcançar os resultados desejados. 
 O componente "How much?" (Quanto?) avalia os custos financeiros associados à 
implementação das atividades, estimando os recursos necessários e garantindo uma 
gestão eficiente dos recursos disponíveis. 
 
Matriz GUT 
A Matriz GUT tem como objetivo a priorização dos problemas para ações corretivas ou 
preventivas. 
 
Esquema 100 
 O fator de avaliação "Gravidade (G)" analisa o impacto do problema sobre os 
objetivos ou resultados da organização, permitindo uma compreensão clara da sua 
importância e consequências potenciais. 
 O fator "Urgência (U)" avalia o prazo para agir sobre o problema, destacando a 
necessidade de tomar medidas imediatas para evitar danos maiores ou para 
aproveitar oportunidades que podem ser perdidas se a ação for adiada. 
 A "Tendência (T)" avalia o padrão de desenvolvimento do problema ao longo do 
tempo, fornecendo insights sobre se o problema está se intensificando, diminuindo 
ou permanecendo estável, o que é essencial para a formulação de estratégias de 
intervenção apropriadas. 
Fatores de 
avaliação
Gravidade (G) Urgência (U) Tendência (T)
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
87 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
 
Esquema 101 
 
 
 
Esquema 102 
 
 
Brainstorming 
Reunião de um grupo de pessoas para expor ideias, opiniões ou sugestões sem crítica ou 
censura. Criar alternativas criativas para solução de problemas ou aproveitamento de 
oportunidades. Em duas etapas: Geração e Seleção. 
Na etapa de "Geração de Ideias", o foco está na coleta do maior número possível de ideias 
relacionadas ao problema ou objetivo em questão. Isso pode ser feito de forma livre, 
encorajando a criatividade e a participação de todos, ou de forma direcionada, utilizando 
técnicas específicas para estimular a geração de ideias relevantes. 
Na etapa de "Seleção de Ideias", as ideias coletadas são analisadas e discutidas para 
identificar aquelas que têm maior potencial de contribuir para a resolução do problema ou 
para alcançar o objetivo estabelecido. A seleção é feita com base em critérios pré-definidos, 
como viabilidade, eficácia e alinhamento com os objetivos estratégicos da organização. As 
ideias mais promissoras são então escolhidas para serem aplicadas na prática. 
Tendências do 
problema
Estabilidade
O problema permanece 
inalterado ao longo do 
tempo sem intervenção.
Agravamento O problema piora se não 
for tratado.
Atenuação
O problema tende a 
diminuir com o tempo, 
mesmo sem intervenção.
Priorização dos 
problemas
Delta: o problema mais prioritário.
Alpha: problema de menor prioridade.
Beta: prioridade entre Alpha e Delta, 
considerando gravidade, urgência e 
tendência.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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88 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICASPÚBLICAS 
 
Esquema 103 
 O princípio da "Não crítica" estabelece que todas as ideias são aceitas sem 
julgamento durante o processo de geração de ideias, criando um ambiente seguro e 
inclusivo que encoraja a participação de todos os envolvidos. 
 O princípio da "Quantidade" enfatiza a importância de gerar o maior número 
possível de ideias durante a sessão de brainstorming, reconhecendo que a 
diversidade e a quantidade de ideias aumentam as chances de encontrar soluções 
inovadoras e eficazes. 
 O princípio da "Liberdade" incentiva os participantes a serem criativos e 
inovadores, encorajando a expressão de ideias não convencionais e o pensamento 
fora da caixa, sem restrições ou limitações autoimpostas. 
 O princípio da "Associação livre" valoriza conexões inesperadas entre ideias, 
reconhecendo que soluções criativas muitas vezes surgem quando conceitos 
aparentemente não relacionados são combinados de maneiras novas e 
surpreendentes. 
 O princípio da "Combinação e aperfeiçoamento" permite que as ideias sejam 
combinadas ou desenvolvidas durante o processo de seleção e refinamento, criando 
soluções mais robustas e abrangentes que aproveitam o melhor de várias propostas. 
 
Esquema 104 
Etapas
Geração de Ideias
Coleta do maior número 
possível de ideias.
Pode ser feita de forma 
livre ou direcionada.
Seleção de Ideias
Análise e discussão das 
ideias coletadas.
Seleção das ideias mais 
promissoras para 
aplicação.
Princípios
Não crítica
Quantidade
Liberdade
Associação livre
Combinação e aperfeiçoamento
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
89 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Brainwriting 
Brainwriting é uma técnica colaborativa para geração de ideias, atuando como a versão 
escrita do brainstorming, onde os participantes anotam suas ideias e sugestões de forma 
anônima, promovendo um ambiente de contribuição livre de pressões sociais. 
Versão "escrita" do brainstorming. Participantes escrevem suas ideias e sugestões de forma 
anônima em papéis. 
• Participantes escrevem suas ideias em papéis individualmente. 
• Os papéis são coletados e as ideias são compartilhadas anonimamente para 
discussão ou seleção. 
Paradigma de Rubinstein (Método de Delineamento de Problemas Organizacionais - 
MDPO) 
O Paradigma de Rubinstein, ou Método de Delineamento de Problemas Organizacionais 
(MDPO), é uma abordagem que organiza as relações de causa e efeito em diagramas para 
facilitar a análise de problemas organizacionais, ajudando a visualizar complexidades e 
interações. 
• Organiza as relações de causa e efeito em um diagrama. 
• Permite formular alternativas para resolver problemas ou situações identificadas. 
 
Ferramentas de Avaliação e Escolha de Alternativas 
 
Diagrama de Árvore de Decisões 
 
Esquema 105 
 O Diagrama de Árvore de Decisões oferece uma visualização gráfica da sequência do 
processo decisório, permitindo que o tomador de decisões tenha uma compreensão 
clara das opções disponíveis e das decisões subsequentes que precisam ser 
tomadas. 
 Ao desdobrar cada alternativa em um diagrama hierárquico, o Diagrama de Árvore 
de Decisões ajuda a identificar as diferentes ramificações e consequências de cada 
Diagrama de Árvore 
de Decisões
Visualização gráfica da sequência do 
processo decisório.
Permite ver o desdobramento de cada 
alternativa e as decisões subsequentes.
Auxilia o tomador de decisões a analisar 
diversas alternativas e seus impactos.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
90 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
escolha, facilitando a análise dos possíveis resultados e riscos associados a cada 
curso de ação. 
 Através da representação visual das alternativas e de suas interconexões, o 
Diagrama de Árvore de Decisões auxilia o tomador de decisões a explorar e comparar 
diversas opções de maneira sistemática, permitindo uma avaliação mais completa e 
informada dos impactos de cada alternativa. 
 
 
Esquema 106 
 
 
Esquema 107 
A Análise do Ponto de Equilíbrio examina como as mudanças nos custos fixos e variáveis 
influenciam os custos totais de uma operação ou projeto, proporcionando uma compreensão 
clara dos fatores que impactam a rentabilidade. 
Modelo Multicriterial 
(Ponderação de Critérios)
O tomador de decisões estabelece 
vários critérios importantes para a 
decisão.
Cada critério recebe um peso, refletindo 
sua importância relativa.
Auxilia na avaliação e comparação de 
alternativas, considerando múltiplos 
aspectos.
Análise do
Ponto de Equilíbrio
Analisa como as mudanças nos custos 
fixos e variáveis afetam os custos 
totais.
Ponto em que as receitas são 
iguais aos custos totais.
As receitas superam os custos 
totais, gerando lucro.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
91 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Modelo Multicriterial (Ponderação de Critérios) 
O Modelo Multicriterial, com foco na Ponderação de Critérios, é uma abordagem estruturada 
para tomada de decisão que permite ao decisore considerar uma variedade de critérios 
importantes na avaliação de diferentes alternativas. 
Neste modelo, cada critério relevante para a decisão é identificado e então atribuído um peso 
específico, o qual reflete sua importância relativa no contexto da decisão. Essa metodologia 
facilita uma análise mais equilibrada e abrangente, assegurando que múltiplos aspectos 
sejam considerados simultaneamente na avaliação e comparação das opções disponíveis, 
contribuindo assim para uma escolha mais informada e alinhada com os objetivos globais da 
decisão. 
 
Outras Ferramentas de Auxílio ao Processo de Tomada de Decisão 
Técnica de Grupo Nominal (TGN) 
A Técnica de Grupo Nominal (TGN) é uma ferramenta eficaz de tomada de decisões em grupo 
que reúne especialistas na área específica da decisão a ser tomada, aproveitando o 
conhecimento e a experiência de diversos indivíduos para chegar a uma conclusão bem 
fundamentada. 
 
Esquema 108 
 
Esquema 109 
Técnica de Grupo 
Nominal (TGN)
Ferramenta de 
tomada de 
decisões em grupo
Reúne 
especialistas na 
área específica da 
decisão a ser 
tomada
Proporciona um 
ambiente 
colaborativo para 
discussão e 
decisão
Princípios
Dúvida Sistemática 
(ou Evidência)
Análise
(ou Decomposição)
Síntese 
(ou Composição)
Enumeração 
(ou Verificação)
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
92 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 O princípio da "Dúvida Sistemática (ou Evidência)" enfatiza a importância de não 
aceitar algo como verdadeiro sem evidências sólidas que o respaldem, promovendo 
uma abordagem crítica e cautelosa na tomada de decisões para evitar conclusões 
precipitadas baseadas em informações duvidosas. 
 O princípio da "Análise (ou Decomposição)" incentiva a divisão do problema em 
partes mais simples e gerenciáveis, facilitando uma análise mais detalhada e a 
identificação das principais questões envolvidas, o que ajuda a compreender melhor 
a natureza do problema e a encontrar soluções mais eficazes. 
 A "Síntese (ou Composição)" envolve o reagrupamento das partes do problema 
após a análise detalhada, começando pelas partes mais simples e avançando para as 
mais complexas, permitindo uma compreensão abrangente e uma abordagem 
integrada na resolução do problema. 
 O princípio da "Enumeração (ou Verificação)" destaca a importância de fazer 
anotações e revisões completas durante o processo de tomada de decisões para 
garantir que nenhum elemento relevante tenha sido omitido e para evitar equívocos 
que possam comprometer a qualidade da decisão final. 
 
 
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)93 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Controle 
O controle é uma das quatro funções administrativas que compõe o processo 
organizacional. Trata-se da função administrativa que tem por objetivo avaliar se os 
resultados obtidos estão de acordo com os objetivos anteriormente propostos. 
 
 
Esquema 110 
 
 
Esquema 111 
 
O processo de controle envolve o monitoramento contínuo das atividades em andamento, a 
comparação dos resultados alcançados com os objetivos definidos e a tomada de decisão 
para implementar correções ou reforços, garantindo o alinhamento das ações com os 
objetivos organizacionais. 
 
Esquema 112 
Monitoramento 
das atividades
Comparação dos 
resultados com os 
objetivos
Tomada de 
decisão para 
correções ou 
reforços
Controle Objetivo
Comparar resultados obtidos 
com objetivos planejados
Realizar correções necessárias 
para alcançar os objetivos
Assegurar que os resultados 
estabelecidos sejam alcançados
Autores
Djalma Oliveira
Comparação com padrões pré-
estabelecidos
Medição e avaliação do 
desempenho e resultados
Chiavenato
Medição e correção do 
desempenho
Assegurar realização dos 
objetivos organizacionais e 
planos
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
94 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Djalma Oliveira destaca a importância da comparação com padrões pré-
estabelecidos como parte do processo de controle, além de enfatizar a medição 
e avaliação do desempenho e resultados para garantir o alcance dos objetivos 
organizacionais. 
 
Chiavenato ressalta a necessidade de medição e correção do desempenho 
como aspectos essenciais do controle, visando assegurar a realização dos 
objetivos organizacionais e planos estabelecidos, promovendo uma gestão 
eficaz e orientada para resultados. 
 
Controle pode ser definido como o processo de execução das atividades conforme 
planejado, garantindo que as ações realizadas estejam alinhadas com os objetivos e planos 
estabelecidos pela organização. 
Outra definição alternativa de controle é a medição contínua do desempenho e a 
implementação de ações corretivas necessárias para alcançar os resultados desejados, 
garantindo que a organização permaneça no caminho certo em direção aos seus objetivos. 
 
• Orientação Estratégica para Resultados (Foco Estratégico): Focaliza nas atividades 
primordiais da organização. Dá ênfase às atividades mais significativas e que trazem 
maiores resultados. 
• Compreensão (Inteligibilidade): Utiliza uma linguagem simples e clara no processo de 
controle. Apresenta os dados de forma compreensível, evitando relatórios complicados 
e estatísticas enganosas. 
• Orientação Rápida para as Exceções (Foco nas Exceções): Identifica desvios 
rapidamente. Permite ao administrador identificar desvios e tomar ações corretivas 
rapidamente. 
• Flexibilidade: Proporciona julgamento individual e pode ser adaptado a novas 
circunstâncias e situações. 
• Autocontrole: Promove confiabilidade, participação e boa comunicação entre os 
envolvidos. 
• Natureza Positiva: Enfatiza o desenvolvimento, mudança e melhoria. Alavanca a 
iniciativa das pessoas, minimizando o papel de penalidades e punições. 
• Economia: Os benefícios do controle devem superar os custos. Deve haver eficiência 
nos recursos utilizados para o controle. 
• Clareza e Objetividade: Imparcialidade e precisão para todos os envolvidos. Utilização 
de uma comunicação direta e concisa. 
• Aceitação: Os sistemas de controle devem ser aceitos pelos controlados. 
• Rapidez: As informações do controle devem chegar rapidamente aos tomadores de 
decisão. 
• Precisão: A tomada de decisão depende de informações precisas obtidas pelo controle. 
 
 
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
95 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 113 
 
 
Esquema 114 
 
Monitoramento, medição e avaliação são etapas cruciais do processo de gestão, envolvendo 
a coleta sistemática de informações relevantes para a análise do desempenho atual e a 
verificação se os resultados esperados estão sendo alcançados. 
Durante o monitoramento, ocorre a observação contínua das atividades em andamento, 
garantindo que tudo esteja progredindo conforme o planejado e identificando eventuais 
desvios que necessitem de intervenção. 
A medição consiste na quantificação dos resultados e do desempenho das atividades, 
fornecendo dados concretos que permitem uma análise objetiva do progresso em relação 
aos objetivos estabelecidos. 
A avaliação envolve uma análise mais abrangente e crítica dos resultados e do desempenho, 
buscando compreender as causas de qualquer variação e identificar oportunidades de 
melhoria contínua para alcançar os objetivos organizacionais. 
Definição dos 
Objetivos
Monitoramento 
/ Medição / 
Avaliação
Comparação
Correção / 
Realimentação 
/ Feedback
Monitoramento 
Medição 
Avaliação
Coleta de informações
Medição, monitoramento e 
avaliação da atividade em 
curso (desempenho atual)
Verificação se os resultados 
esperados estão sendo 
alcançados
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
96 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 115 
 
Correção, realimentação e feedback são elementos essenciais do processo de gestão, 
envolvendo a análise e o ajuste contínuo das atividades com base nas informações obtidas 
durante o monitoramento e avaliação. 
A correção tem como objetivo principal a retificação de desvios negativos que possam surgir 
durante a execução das atividades, garantindo que a organização permaneça no caminho 
certo para alcançar seus resultados e objetivos estabelecidos. 
A realimentação do processo ocorre por meio do feedback, que fornece informações sobre 
o desempenho e resultados, permitindo que a organização tome medidas corretivas ou de 
reforço para manter ou aprimorar o desempenho. 
Além de corrigir desvios negativos, o feedback também pode ser usado para reforçar ou 
aprimorar desvios positivos, identificando boas práticas e oportunidades de melhoria 
contínua que contribuam para o sucesso organizacional. 
 
Tipos de Controle (Classificações) 
Quanto ao Nível Organizacional 
 
Esquema 116 
Correção 
Realimentação 
Feedback
Realimentação do processo 
com as informações obtidas
Correção dos desvios 
negativos para alcançar os 
resultados e objetivos 
organizacionais
Reforço ou aprimoramento dos 
desvios positivos
Controle
Estratégico
Controle 
Tático
Controle
Operacional
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
97 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Aspecto Controle 
Estratégico Controle Tático Controle 
Operacional 
Nível 
Organizacional Estratégico Tático Operacional 
Relação com 
Planejamento Estratégico Tático Operacional 
Foco de Avaliação 
Objetivos 
estratégicos 
alcançados 
Planos e objetivos 
táticos alcançados 
Execução das 
operações diárias 
Preocupação 
Principal 
Direção e 
posicionamento no 
longo prazo 
Articulação interna e 
médio prazo 
Eficiência e eficácia 
das operações 
Âmbito de Atuação Toda a organização 
Unidades específicas 
(departamentos, 
áreas, divisões) 
Tarefas e atividades 
específicas 
Tabela 10 
 
Esquema 117 
Q
u
an
to
 a
o 
N
ív
el
 
O
rg
an
iz
ac
io
n
al
Controle
Estratégico
Localizado no nível estratégico da organização.
Relacionado ao Planejamento Estratégico.
Avalia se os objetivos estratégicos estão 
sendo alcançados.
Preocupa-se com a direção e o posicionamento 
da organização no longo prazo.
Controle
Tático
Encontrado no nível tático da organização.
Relacionado ao Planejamento Tático.
Avalia se os planos e objetivos táticos 
estão sendo alcançados.
Foca em unidades específicas da organização 
(departamentos, áreas, divisões).Preocupa-se com a articulação interna 
e o médio prazo.
Controle 
Operacional
Localizado no nível operacional da organização.
Relacionado ao Planejamento Operacional.
Avalia se as operações diárias estão sendo 
executadas conforme planejado.
Foca em tarefas e atividades específicas.
Preocupa-se com a eficiência e 
eficácia das operações.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
98 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Controle Preventivo 
O controle preventivo antecipa potenciais problemas antes da execução das atividades. 
 
Esquema 118 
 
Controle Simultâneo 
O controle simultâneo ocorre em paralelo à execução da atividade, permitindo 
monitoramento contínuo e correção de problemas em tempo real. 
 
Esquema 119 
Controle 
Preventivo
Ocorre antes da atividade ser 
executada
Objetivo Identificar e prevenir a ocorrência 
de problemas
Características
Proativo
Baseado na inspeção e verificação 
dos insumos antes da execução 
das atividades
Foco nos insumos
Controle 
Simultâneo
Ocorre durante a execução da 
atividade
Objetivo Monitorar e corrigir problemas 
durante a execução
Características
Concomitante à execução da 
atividade
Monitoramento e avaliação 
contínuos das atividades
Busca detectar e corrigir desvios 
durante a execução
Controle reativo
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
99 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Níveis de Controle de Perrow 
 
Esquema 120 
• Controle de Primeira Ordem envolve supervisão direta e é comum em pequenas 
empresas, onde os chefes, como o dono da empresa, supervisionam pessoalmente 
as atividades dos funcionários. 
• Controle de Segunda Ordem é caracterizado pela padronização de processos, 
usando tecnologia e burocracia, como automação e conjuntos de regras racionais, 
respectivamente. 
• Controle de Terceira Ordem é implícito e baseado em premissas e cultura 
compartilhadas, onde valores e crenças são fundamentais, coordenando e 
orientando as atividades de forma natural entre os indivíduos. 
 
Classificação de Controle 
Quanto ao Tipo de Empresa 
• Controle Familiar é exercido por membros da mesma família que detêm o poder de 
decisão e supervisão sobre as operações da empresa. 
• Controle Burocrático é caracterizado pela implementação de procedimentos 
formais e regulamentos para garantir a conformidade com as políticas estabelecidas. 
• Controle por Resultado enfoca a avaliação e monitoramento dos resultados 
alcançados, priorizando o cumprimento de metas e objetivos pré-definidos. 
• Controle ad hoc é realizado de forma pontual e não sistemática, em resposta a 
necessidades ou eventos específicos. 
Quanto à Natureza do Controlador 
• Controle Judicial é exercido pelo sistema judiciário para garantir a legalidade das 
ações e decisões tomadas pelas partes envolvidas. 
• Controle Legislativo abrange tanto aspectos políticos quanto financeiros/técnicos, 
sendo exercido por órgãos legislativos para fiscalizar e regulamentar as atividades 
de outras instituições. 
• Controle Administrativo é realizado por autoridades administrativas para garantir 
a conformidade com as leis, regulamentos e políticas estabelecidas. 
Níveis de Controle 
de Perrow
Controle de
Primeira Ordem Supervisão direta
Controle de 
Segunda Ordem Padronização de processos
Controle de 
Terceira Ordem
Controle por premissas e 
cultura
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
100 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Quanto à Origem que o Realiza 
• Controle Interno é conduzido por indivíduos ou órgãos dentro da própria 
organização, como departamentos de auditoria interna, visando monitorar e 
melhorar processos internos. 
• Controle Externo é conduzido por entidades externas à organização, como 
agências governamentais ou auditores independentes, para avaliar a conformidade 
e a eficácia das operações. 
• Controle Popular é realizado pela sociedade civil, envolvendo a participação e 
vigilância dos cidadãos sobre as ações e políticas governamentais. 
Quanto à Iniciativa 
• Controle de Ofício é iniciado e conduzido espontaneamente pelas autoridades 
responsáveis, sem necessidade de solicitação ou provocação externa. 
• Controle Provocado é desencadeado em resposta a uma demanda ou solicitação 
específica de partes interessadas, como denúncias ou solicitações de investigação. 
 
 
Esquema 121 
 
C
la
ss
if
ic
aç
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s 
d
e 
C
on
tr
ol
e
Quanto ao Tipo 
de Empresa
Controle Familiar
Controle Burocrático
Controle por Resultado
Controle ad hoc
Quanto à Natureza 
do Controlador
Controle Judicial
Controle Legislativo
Controle Administrativo
Quanto à Origem 
que o Realiza
Controle Interno
Controle Externo
Controle Popular
Quanto à Iniciativa
Controle de Ofício
Controle Provocado
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
101 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Indicadores de Desempenho 
São medidas que representam ou quantificam um insumo, resultado, característica ou o 
desempenho de um processo, serviço, produto ou da organização como um todo. 
 
 
Esquema 122 
• São utilizados para medir o desempenho e podem ser chamados simplesmente de 
indicadores. 
 
Desempenho = Esforços + Resultados 
As métricas de desempenho devem ser objetivas e mensuráveis para facilitar a avaliação 
precisa dos resultados alcançados. 
Os dados coletados para análise crítica devem ser confiáveis e baseados em fontes 
verificáveis para embasar decisões fundamentadas. 
A identificação de áreas de melhoria contínua deve ser um processo sistemático e contínuo, 
baseado em análises detalhadas dos resultados obtidos. 
O planejamento estratégico deve ser apoiado por indicadores de desempenho relevantes e 
atualizados para garantir um controle eficaz do progresso organizacional. 
A análise comparativa do desempenho organizacional deve considerar não apenas 
indicadores internos, mas também as melhores práticas e benchmarks de organizações 
similares para identificar oportunidades de melhoria. 
Finalidades
Mensurar os resultados e gerir o 
desempenho
Embasar a análise crítica dos 
resultados e o processo de tomada 
de decisão
Contribuir para a melhoria contínua 
dos processos organizacionais
Facilitar o planejamento e controle 
do desempenho
Viabilizar a análise comparativa do 
desempenho da organização com 
outras em áreas ou ambientes 
semelhantes
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
102 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Componentes 
 
Esquema 123 
Critérios 
 
Esquema 124 
Componentes 
Básicos dos 
Indicadores
Medida
Grandeza qualitativa ou quantitativa que permite 
classificar as características, resultados e 
consequências dos produtos, processos ou 
sistemas.
Fórmula Padrão matemático que expressa a forma de 
realização do cálculo para obtenção do indicador.
Índice (Número)
Valor do indicador em determinado momento, 
resultado da aplicação da fórmula à medida 
coletada.
Padrão de 
Comparação
Índice arbitrário e aceitável utilizado para 
avaliação comparativa do padrão de cumprimento 
do indicador.
Meta
Índice (Número) orientado pelo indicador em 
relação a um padrão de comparação a ser 
alcançado durante certo período, representando 
um objetivo a ser alcançado.
C
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A
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ib
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d
os
 In
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or
es
Seletividade Fornecer informações sobre as principais variáveis 
estratégicas e prioridades definidas.
Simplicidade, 
Clareza, 
Inteligibilidade e 
Comunicabilidade
Indicadores devem ser simples e compreensíveis.
Nomes e expressões devem ser facilmente entendidos 
por todos os públicos interessados.
Representatividade,Confiabilidade e 
Sensibilidade
Demonstrar etapas mais importantes e críticas de um 
processo.
Captar dados precisos e tempestivos, refletindo os efeitos 
das intervenções.
Investigativos Dados disponibilizados devem ser fáceis de analisar e 
permitir juízos de valor.
Comparabilidade Indicadores devem ser facilmente comparáveis com 
referências internas ou externas e séries históricas.
Estabilidade Procedimentos devem ser consistentes ao longo do 
tempo para manter a série histórica.
Custo-Efetividade
Indicadores devem ser factíveis e economicamente viáveis.
Benefícios devem superar os custos para 
satisfazer os objetivos.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
103 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Propriedades Essenciais 
 
Esquema 125 
Propriedade Complementares 
 
Esquema 126 
Propriedades 
Essenciais
Utilidade
Deve apoiar decisões em níveis 
operacionais, táticos e estratégicos.
Baseado nas necessidades dos 
decisores.
Validade
Deve representar com precisão a 
realidade que se deseja medir e 
modificar.
Confiabilidade
Origem em fontes confiáveis.
Metodologias reconhecidas e 
transparentes.
Disponibilidade Dados básicos de fácil obtenção.
Propriedades 
Complementares
Simplicidade Fácil obtenção, construção, manutenção, 
comunicação e entendimento.
Clareza Deve ser claro, atendendo às necessidades dos 
decisores e adequadamente documentado.
Sensibilidade Reflete tempestivamente mudanças decorrentes 
das intervenções.
Desagregabilidade Representação regionalizada de grupos 
sociodemográficos.
Economicidade Obtido a custos módicos com relação favorável 
entre custos e benefícios.
Estabilidade Estabelecimento de séries históricas estáveis para 
monitoramento e comparações.
Mensurabilidade Alcançável e mensurável com precisão e sem 
ambiguidade.
Auditabilidade Verificação da aplicação adequada das regras de 
uso dos indicadores por qualquer pessoa.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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104 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Aspectos Adicionais 
 
Esquema 127 
Construção de indicadores 
 
Esquema 128 
 
Comunicação 
• Geração de sistemas de coleta de dados. 
• Ponderação e validação final dos indicadores com as partes interessadas. 
• Mensuração dos resultados. 
• Análise e interpretação dos indicadores. 
• Comunicação do desempenho e gerenciamento de mudança. 
Aspectos 
adicionais
Publicidade
Deve ser pública e acessível a 
todos os níveis da instituição e à 
sociedade.
Temporalidade
Considera o momento de início da 
medição, disponibilidade e 
acompanhamento periódico.
Factibilidade
Dados necessários fazem parte 
dos processos de gestão.
Medição factível em momentos 
adequados e com periodicidade 
equilibrada.
Etapas e Passos 
para a Construção 
(Formulação) de 
Indicadores
O que 
mensurar?
Identificação do nível, dimensão, 
subdimensão e objetos de mensuração.
Como 
mensurar?
Estabelecimento dos indicadores de 
desempenho.
Coleta de 
Informações
Validação preliminar dos indicadores com 
as partes interessadas.
Mensuração Construção de fórmulas, estabelecimento 
de metas e notas.
Análise Definição de responsáveis.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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105 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Mitos da Medição 
 
Esquema 129 
 
 
 
Esquema 130 
Mito da medição absoluta: 
preciso medir tudo
Monitorar o desempenho é 
uma forma de controle, mas 
deve ser seletivo.
Medir custa tempo e dinheiro.
Um bom sistema de controle 
deve ter orientação 
estratégica, focando nas 
atividades primordiais.
Adoção da alta seletividade: 
medir apenas o que é 
importante e significativo.
Mito 2: Para medir o que 
importa, preciso gerar todas 
as informações, coletar 
dados de forma exaustiva e 
precisa
Trabalhar com aproximações 
sempre que possível.
Construir indicadores a partir 
de dados já existentes e 
tratados dentro de padrões 
aceitáveis de qualidade.
Disponibilidade de dados e 
informações geralmente não é 
o problema fundamental.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
106 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 131 
 
 
Esquema 132 
 
Cadeia de Valor 
Definida como o levantamento de todas as ações ou processos necessários para gerar ou 
entregar produtos ou serviços a um beneficiário. Representa as atividades de uma 
organização, permitindo melhor visualização do valor agregado no processo. 
Mito 3: Primeiro vamos medir, 
depois vamos ver o que 
fazemos com as medidas
As medidas devem fazer 
sentido e ter um propósito.
A medição deve ser orientada 
para a melhoria do 
desempenho.
As medições realizadas 
orientam a melhoria do 
desempenho.
Mito 4: Preciso, sobretudo, do 
sistema informático perfeito 
para isto
O essencial é um bom modelo de 
mensuração.
Os sistemas informacionais 
devem estar a serviço de um 
modelo lógico de funcionamento.
Prioridade na definição da 
sistemática antes da 
implementação do sistema 
informático.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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107 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Dimensões da Cadeia de Valor 
 
Esquema 133 
 
• A economicidade na gestão do esforço é fundamental para otimizar recursos 
financeiros e garantir a sustentabilidade operacional. 
• A execução precisa ser meticulosa e alinhada com os objetivos estratégicos para 
evitar desperdícios e atrasos. 
• Buscar a excelência em cada etapa da cadeia de valor é essencial para manter a 
competitividade e a qualidade dos produtos ou serviços. 
• A eficiência na entrega de resultados permite maximizar o aproveitamento dos 
recursos disponíveis, reduzindo custos e prazos. 
• A eficácia é medida pela capacidade de alcançar os objetivos estabelecidos, 
demonstrando a adequação das estratégias e processos implementados. 
• A efetividade reflete o impacto real das ações realizadas, avaliando se estas 
contribuem efetivamente para os resultados globais da organização. 
 
Na cadeia de valor, cada dimensão está relacionada com determinados aspectos: 
• Eficiência: insumos e produtos. 
• Eficácia: apenas produtos. 
• Efetividade: impactos. 
• Execução: ações. 
• Economicidade: insumos. 
• Excelência: ações e insumos. 
 
Dimensões da 
Cadeia de Valor
Esforço
Economicidade
Execução
Excelência
Resultado
Eficiência
Eficácia
Efetividade
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
108 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
 
 
 
Esquema 134 
 
Descrição das 
Dimensões
Eficiência
Relação entre os produtos/serviços gerados e 
os insumos utilizados.
Foco interno, relacionado aos meios e custos 
envolvidos.
Eficácia
Quantidade e qualidade dos 
produtos/serviços entregues ao usuário.
Foco externo, relacionado aos fins e objetivos 
alcançados.
Efetividade
Impactos gerados pelos produtos/serviços, 
processos ou projetos.
Foco externo, relacionado aos benefícios 
gerados e transformações na realidade.
Execução Realização dos processos, projetos e planos 
de ação conforme estabelecidos.
Economicidade
Obtém e utiliza recursos com o menor ônus 
possível.
Relacionado à gestão adequada de recursos 
financeiros e físicos.
Excelência
Conformidade a critérios e padrões de 
qualidade/excelência.
Busca pela melhor execução e 
economicidade.
 
Auditor Faixa Preta 
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109 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Indicadores 
Indicadores Estratégicos 
• Relacionados ao planejamento estratégico. 
• Refletem o desempenho em relação aos objetivos estratégicos. 
 
Indicadoresde Projetos 
• Avaliam o desempenho dos projetos. 
• Projetos como conjuntos de atividades com início e fim definidos. 
 
Indicadores de Processo 
Qualidade 
• Medem a percepção do cliente e atendimento aos requisitos. 
• Divididos em indicadores da qualidade (acertos) e da não-qualidade (erros ou omissões). 
Produtividade 
• Relacionam o uso de recursos com a produção de bens e serviços. 
• Avaliam o esforço para produção e devem ser analisados junto aos indicadores de 
qualidade. 
Efetividade 
• Avaliam o impacto dos produtos/serviços nos clientes ou na sociedade. 
Capacidade 
• Medem a capacidade de resposta do processo (produção por unidade de tempo). 
 
 
Esquema 135 
Indicadores Simples:
• Decorrem de uma única medição.
• Exemplos: taxa de natalidade, taxa 
de alfabetização, etc.
Indicadores Compostos:
• Resultam de mais de uma medição ou da 
relação entre dois ou mais indicadores 
simples.
• Exemplo: IDH (Índice de Desenvolvimento 
Humano), que leva em consideração 
indicadores de educação, saúde e renda.
 
Auditor Faixa Preta 
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Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
110 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 136 
 
Quanto ao nível hierárquico 
 
Esquema 137 
 
Indicadores Quantitativos 
(objetivos):
• Obtidos objetivamente, através de 
medições de "números exatos".
• Capazes de medir um resultado de forma 
objetiva.
• Exemplos: número de alunos aprovados, 
porcentagem de acertos nas provas, etc.
Indicadores Qualitativos 
(subjetivos):
• Mais subjetivos, dependem do julgamento 
individual de cada pessoa.
• Podem variar de pessoa para pessoa.
• Exemplos: entrevistas, pesquisas de satisfação, 
observação direta, etc.
Quanto ao nível 
hierárquico
Indicadores 
Estratégicos
Ligados ao planejamento 
estratégico da organização.
Monitoram a missão, visão e 
propósitos globais da organização.
Indicadores
Táticos
Relacionados às 
áreas/departamentos da 
organização.
Verificam se as ações de cada 
área/departamento contribuem 
para alcançar os objetivos 
estratégicos.
Indicadores 
Operacionais
Relacionados às atividades e 
processos operacionais da 
organização.
Ligados aos procedimentos e 
operações.
 
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111 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Quanto ao enfoque 
 
Esquema 138 
 
Indicadores Lag (de resultado) 
 
Esquema 139 
 
Indicadores Lead (de tendência) 
 
Esquema 140 
Indicadores 
de Processo
Monitoram os processos 
organizacionais, relacionados 
à eficiência.
Indicadores 
de Resultado
Avaliam e medem os 
resultados obtidos, 
relacionados à eficácia.
Indicadores 
de Impacto
Orientados aos impactos 
gerados pelos produtos, 
relacionados à efetividade.
Indicadores Lag 
(de resultado)
Medem ações passadas e os resultados já 
obtidos.
Permitem uma visão do desempenho até um 
determinado período.
Avaliam se os resultados passados estão 
alinhados com os objetivos definidos.
Exemplo: número de vendas do mês passado.
Indicadores Lead 
(de tendência)
Medem atividades que direcionam ou 
influenciam resultados futuros.
Traçam um plano preditivo para a empresa, 
funcionando como uma tendência.
Direcionam o desempenho futuro da 
organização.
Avaliam as ações em andamento para 
influenciar as atividades a alcançar os 
resultados desejados no futuro.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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112 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Participação 
Tipos de Participação 
 
Esquema 141 
 
Princípio da Gestão Participativa 
 
Esquema 142 
Tipos de 
Participação
Pseudoparticipação
Os indivíduos são consultados sobre algum 
assunto, mas não têm influência real nas 
decisões.
Estratégia para persuadir os indivíduos a 
aceitar decisões já tomadas pela autoridade.
Participação Parcial
Muitos participam do processo decisório, mas 
o poder final de decidir pertence a apenas 
uma das partes.
Os indivíduos podem influenciar, mas não 
decidem.
Participação Plena
Cada membro tem igual poder de determinar 
o resultado final das decisões.
Os indivíduos tomam suas próprias decisões 
e participam efetivamente do resultado final.
Princípio da 
Gestão 
Participativa:
Ênfase na participação dos funcionários
do nível operacional
Busca mudança na forma de gestão e 
na cultura das organizações públicas
Introduz conceitos e técnicas de gestão baseados em 
desempenho, redução de erros e participação dos 
funcionários na definição dos processos de trabalho
 
Auditor Faixa Preta 
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113 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Processos Participativos 
 
Esquema 143 
 
Processos 
Participativos de 
Gestão Pública
Parcerias entre governo e sociedade
Buscam aumentar a participação da 
sociedade na gestão pública, incluindo 
discussões, decisões e fiscalização
Democracia exercida durante todo o 
processo de gestão pública, não apenas nas 
eleições
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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114 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Modelos de atenção à saúde 
 
Esquema 144 
Objetivos 
1. Alcançar um Nível Ótimo de Saúde de Forma Equitativa: Buscar a máxima saúde 
possível para toda a população, distribuindo os recursos de maneira justa para 
atender às necessidades de todos. 
Modelos de 
Sistemas de 
Atenção à 
Saúde
Seguro Social
Forte na Alemanha e França.
Características: contribuições 
individualizadas compulsórias proporcionais 
à renda.
No Brasil, exemplificado pela 
Lei Eloy Chaves e o INAMPS.
Residual/Liberal
Forte nos EUA.
Característica: Serviço exclusivo de 
mercado, entregue ao setor privado.
Acesso restrito a quem paga planos de 
saúde.
Autorregulável e não universal.
Seguridade Social
Forte no Reino Unido, Suécia, Canadá e 
Brasil.
Gestão democrática com forte presença do 
Estado nas funções de financiamento, 
regulação e execução.
Atenção básica como principal referência.
Característica: Acesso universal regido pela 
solidariedade, financiado pelos impostos.
Exemplo: SUS (Sistema Único de Saúde).
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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115 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
2. Garantir Proteção Adequada dos Riscos para Todos os Cidadãos: Assegurar que 
todos tenham acesso a meios de prevenção e cuidado contra riscos de saúde, 
independentemente de sua condição socioeconômica. 
3. Acolhimento Humanizado: Promover um tratamento que respeite a dignidade e as 
necessidades individuais dos pacientes, oferecendo um ambiente acolhedor e 
empático. 
4. Garantir a Prestação de Serviços com Eficiência: Assegurar que os serviços de 
saúde sejam entregues de maneira eficiente, maximizando a utilização dos recursos 
disponíveis e a satisfação do usuário. 
 
 
Esquema 145 
 
Modelos de Atenção à Saúde 
 
Esquema 146 
Objetivos
Alcance de um nível ótimo de 
saúde, de forma equitativa.
Garantia de proteção 
adequada dos riscos para 
todos os cidadãos.
Acolhimento humanizado.
Garantia da prestação de 
serviços com eficiência.
Modelos de 
Atenção à Saúde Mágico Religioso
Hipocrático Sanitarista ou 
Campanhista Atenção Gerenciada
Assistencial Privatista Vigilância em Saúde
 
Auditor Faixa Preta 
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Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
116 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
• Mágico: Este modelo baseia-se na crença de que forças sobrenaturais ou seres 
místicos são responsáveis pela saúde e doença. As práticas de cura envolvem rituais, 
encantamentos e uso de amuletos. 
• Religioso: Similar ao modelo mágico, mas centralizado nas práticas e crenças 
religiosas. Aqui,a saúde e a doença são vistas como manifestações da vontade 
divina, e as práticas de cura são conduzidas através de orações, peregrinações e 
intervenções espirituais. 
• Hipocrático: Fundamenta-se na observação clínica e no raciocínio lógico para 
explicar as doenças, afastando-se das explicações sobrenaturais. Este modelo 
introduziu a ideia de que os desequilíbrios dos fluidos corporais causam doenças, 
levando a práticas baseadas na dieta e no estilo de vida. 
• Sanitarista ou Campanhista: Focado na saúde pública e na prevenção de doenças 
através de campanhas de saneamento e educação sanitária. Esse modelo visa 
melhorar as condições de vida da população para prevenir a ocorrência de 
enfermidades. 
• Atenção Gerenciada: Este modelo organiza e coordena a prestação de serviços de 
saúde para garantir eficiência, qualidade e contenção de custos. Inclui o 
gerenciamento de cuidados para grupos específicos de pacientes, muitas vezes 
através de planos de saúde ou sistemas de saúde integrados. 
• Assistencial: Enfatiza a prestação de assistência direta ao indivíduo, com foco no 
tratamento de doenças e na recuperação da saúde. Este modelo prioriza a relação 
direta entre profissionais de saúde e pacientes. 
• Privatista: Caracteriza-se pela oferta de serviços de saúde por entidades privadas, 
operando sob lógicas de mercado. Neste modelo, o acesso aos serviços de saúde é 
frequentemente determinado pela capacidade de pagamento do indivíduo. 
• Vigilância em Saúde: Aborda a saúde de uma maneira ampla, integrando ações 
preventivas e de controle de doenças com a promoção da saúde. Inclui a vigilância 
epidemiológica, sanitária, ambiental e a análise de risco, visando à proteção e ao 
bem-estar da população. 
 
Modelo de História Natural da Doença 
• Este modelo descreve a progressão de uma doença em um indivíduo ao longo do 
tempo, desde o estágio pré-patogênico (antes do início da doença) até o estágio 
patogênico (após o desenvolvimento da doença), culminando em recuperação, 
incapacidade ou morte. O modelo enfatiza a importância da prevenção primária e da 
intervenção precoce. 
 
Modelo Sistêmico 
• Aborda a saúde e a doença considerando o indivíduo como parte de um sistema 
maior, incluindo fatores biológicos, sociais, ambientais e psicológicos. Este modelo 
reconhece a complexidade das interações entre esses fatores na determinação dos 
estados de saúde e doença. 
 
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
117 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Modelo da Pirâmide de Riscos 
• Estrutura os fatores de risco para a saúde em diferentes níveis, da base (fatores de 
risco mais universais e de maior impacto populacional) ao topo (fatores de risco mais 
específicos e individuais). O modelo ajuda a priorizar intervenções de saúde pública 
com base no potencial de redução do risco. 
 
 
Esquema 147 
 
Modelo de Atenção Crônica 
• Focado na gestão eficaz de doenças crônicas, este modelo promove uma abordagem 
integrada que combina a auto-gestão por parte do paciente, o apoio sistemático aos 
cuidados de saúde e a organização de sistemas de saúde para atender às 
necessidades de indivíduos com condições crônicas. Visa melhorar a qualidade de 
vida e minimizar os impactos da doença crônica através da coordenação de cuidados 
e do envolvimento ativo do paciente em seu próprio cuidado. 
Modelo da 
Pirâmide de 
Riscos
População Total
Intervenção nos 
determinantes sociais da 
saúde intermediários
Subpopulações com Diferentes 
Fatores de Riscos
Relacionados a 
comportamentos e estilos 
de vida
Subpopulações com Riscos 
Individuais Biopsicológicos e/ou 
Condição Crônica Estabelecida
Baixo e médio riscos
Pessoas com Condição Crônica 
Estabelecida Alto e muito alto riscos
Subpopulações de Condições de 
Saúde Muito Complexas
 
Auditor Faixa Preta 
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118 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 148 
 
 
 
Nível 1:
•Intervenções: Promoção da saúde para 
a população total.
•Foco: Determinantes sociais 
intermediários.
•Ações: Projetos intersetoriais 
abrangendo serviços de saúde, melhoria 
habitacional, geração de emprego, 
saneamento básico, educação e 
infraestrutura urbana.
Nível 2:
•Intervenções: Prevenção das condições de 
saúde.
•Foco: Determinantes proximais da saúde, 
como comportamentos e estilos de vida.
•Principais Fatores de Risco: Tabagismo, 
alimentação inadequada, inatividade física, 
excesso de peso, uso excessivo de álcool.
Nível 3: 
•Intervenções: Estruturação das intervenções 
sobre fatores de risco biopsicológicos.
•Foco: Idade, gênero, hereditariedade, 
hipertensão arterial, dislipidemias, depressão, 
pré-diabetes, entre outros.
•Estratificação de Riscos: Realizada nas 
linhas-guia específicas para cada condição 
crônica.
Nível 4: Controle de Riscos
•Intervenções: Equilíbrio entre autocuidado 
apoiado e cuidado profissional.
•Necessidade: Atenção cooperativa entre 
generalistas da Estratégia de Saúde da Família 
(ESF) e especialistas.
Nível 5:
•Intervenções: Atenção às condições crônicas 
muito complexas.
•Tecnologia de Gestão Clínica: Gestão de 
caso coordenada por profissionais de saúde 
(enfermeiros, assistentes sociais) para 
coordenar a atenção recebida ao longo do 
tempo.
 
Auditor Faixa Preta 
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Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
119 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Modelo de Determinação Social da Saúde 
• Enfatiza como as condições sociais, econômicas e políticas influenciam a saúde das 
populações. Reconhece que determinantes sociais, como educação, habitação, 
renda e acesso a serviços de saúde, desempenham um papel crucial na 
determinação dos níveis de saúde e na distribuição das doenças na sociedade. 
 
Esquema 149 
 
 
Determinação 
Social da 
Saúde
Fatores sociais, econômicos, culturais, 
étnicos/raciais, psicológicos e comportamentais
Integralidade Atuação em todos os 
níveis da saúde
Intersetorialidade Importância de todos os 
setores ligados à saúde
Análise da Situação 
de Saúde
Evolução demográfica
Estratificação 
socioeconômica
Condições de vida, 
ambiente e trabalho
Redes sociais e saúde
Estilo de vida
Saúde materno-infantil 
e indígena
 
Auditor Faixa Preta 
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120 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Lei 8.142/90 
Conferência de Saúde 
As Conferências de Saúde são eventos organizados periodicamente com o objetivo de reunir 
representantes da sociedade civil, profissionais de saúde, gestores e outros stakeholders 
para discutir, avaliar e propor diretrizes para as políticas de saúde no âmbito municipal, 
estadual ou federal. Estas conferências são fóruns democráticos e participativos que 
permitem a ampla discussão de temas relevantes à saúde pública, contribuindo para a 
formulação de estratégias que visam melhorar a qualidade e a acessibilidade dos serviços 
de saúde. Elas desempenham um papel crucial na inclusão da voz da comunidade nas 
decisões relacionadas à saúde. 
 
Esquema 150 
 
Conselho de Saúde 
Os Conselhos de Saúde são órgãos colegiados, de caráter permanente e deliberativo, que 
atuam em todos os níveis da federação: municipal, estadual e federal. Composição paritária 
entre governo, profissionais de saúde, prestadores de serviço e usuários, eles são 
responsáveis pela fiscalização, acompanhamento e avaliação das políticas públicas de 
saúde. Os conselhos têm a função de garantir a participação da comunidade na gestão da 
saúde, assegurando que as necessidades e demandas da população sejam consideradas no 
planejamento e na execução das políticas de saúde. 
Conferência de 
Saúde
Periodicidade de 
Reunião
A cada 4 anos, sempre no 
primeiro ano da gestão
Composição Representação de vários 
segmentos sociaisObjetivo
Avaliar a situação de saúde e 
propor diretrizes para a 
formulação da política de saúde
Nível de Atuação Municipal, Estadual e Federal
Convocação
Poder Executivo (geralmente) ou 
extraordinariamente pelo Poder 
Executivo ou pelo Conselho de 
Saúde
Homologação das 
Decisões Não se aplica
 
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121 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 151 
 
Aspecto Conferência de Saúde Conselho de Saúde 
Periodicidade de reunião 4 em 4 anos (sempre no 
primeiro ano da gestão) Não se aplica 
Quem compõe Representação de vários 
segmentos sociais 
Representantes do governo, 
prestadores de serviço, 
profissionais de saúde e 
usuários 
Objetivo 
Avaliar a situação de saúde e 
propor diretrizes para a 
formulação da política de 
saúde 
Formulação de estratégias e 
controle da execução da 
política de saúde, inclusive 
aspectos econômicos e 
financeiros 
Em que nível Municipal, Estadual e Federal Municipal, Estadual e Federal 
Convocada por quem 
Poder Executivo (regra geral) 
ou extraordinariamente, por 
este (Poder Executivo) ou 
pelo Conselho de Saúde 
Não se aplica, atuação é 
contínua 
Homologação das decisões Não se aplica 
Chefe do poder legalmente 
constituído em cada esfera 
do governo 
Tabela 11 
Conselho de 
Saúde
Composição
50% de entidades e movimentos 
representativos de usuários;
25% de entidades representativas 
dos trabalhadores da área de 
saúde;
25% de representação de governo 
e prestadores de serviços 
privados conveniados ou sem fins 
lucrativos.
Critérios de 
Participação:
Representatividade, abrangência 
e complementaridade do conjunto 
da sociedade.
Renovação
Recomenda-se a renovação de, 
no mínimo, 30% das entidades 
representativas de usuários, 
trabalhadores e prestadores de 
serviços a cada eleição.
 
Auditor Faixa Preta 
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122 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Fundo Nacional de Saúde 
O Fundo Nacional de Saúde (FNS) é uma ferramenta fundamental do Sistema Único de Saúde 
(SUS) no Brasil, responsável por financiar e promover a distribuição de recursos para o 
desenvolvimento de ações e serviços de saúde em todo o país. Gerido pelo Ministério da 
Saúde, visa garantir a implementação de políticas de saúde que assegurem acesso universal, 
integral e equitativo à saúde para toda a população brasileira. 
Os recursos do FNS são utilizados em uma variedade de áreas, desde a construção de 
infraestruturas de saúde até o custeio de programas e ações de saúde pública, apoiando a 
descentralização da gestão da saúde e assegurando uma alocação equitativa de recursos 
conforme as necessidades de saúde de cada região. 
 
Esquema 152 
Recursos do 
Fundo Nacional 
de Saúde (FNS)
Alocação de 
Recursos
Despesas de custeio e de capital do Ministério da 
Saúde, seus órgãos e entidades, da 
administração direta e indireta.
Investimentos previstos em lei orçamentária, de 
iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo 
Congresso Nacional.
Investimentos previstos no Plano Quinquenal do 
Ministério da Saúde.
Cobertura das ações e serviços de saúde a serem 
implementados pelos Municípios, Estados e 
Distrito Federal.
Condições para 
Recebimento de 
Recursos
Fundo de Saúde
Conselho de Saúde (com composição paritária)
Plano de Saúde (principal instrumento de 
planejamento)
Relatório de gestão (transparência)
Contrapartida de recursos para a saúde no 
respectivo orçamento
Comissão de elaboração do Plano de Carreira, 
Cargos e Salários (PCCS).
 
Auditor Faixa Preta 
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123 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Alocação de Recursos 
 Custeio e Capital: Recursos destinados às despesas de custeio e de capital do 
Ministério da Saúde, incluindo órgãos e entidades da administração direta e indireta. 
 Investimentos Legislativos: Financiamento de investimentos previstos na lei 
orçamentária, iniciados pelo Poder Legislativo e aprovados pelo Congresso Nacional. 
 Plano Quinquenal: Aplicação em investimentos estabelecidos no Plano Quinquenal 
do Ministério da Saúde. 
 Cobertura de Ações de Saúde: Financiamento das ações e serviços de saúde a 
serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal. 
 
Condições para Recebimento de Recursos 
 Existência de Fundo de Saúde: Os entes federativos devem possuir um fundo de 
saúde para gerenciar os recursos. 
 Conselho de Saúde com Composição Paritária: Necessidade de um conselho de 
saúde ativo, com representação igualitária dos diferentes segmentos da sociedade. 
 Plano de Saúde: O recebimento de recursos exige um plano de saúde atualizado, 
servindo como o principal documento de planejamento. 
 Relatório de Gestão: Apresentação de relatórios de gestão para garantir a 
transparência na utilização dos recursos. 
 Contrapartida Orçamentária: É exigida uma contrapartida de recursos no 
orçamento dos entes para a saúde. 
 Comissão do Plano de Carreira: Existência de uma comissão dedicada à elaboração 
do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) para os profissionais da saúde. 
 
 
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124 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Decreto 7.508/11 
Região de Saúde 
A Região de Saúde é definida como um espaço geográfico contínuo formado por municípios 
vizinhos, que são agrupados não apenas por sua proximidade, mas também por 
compartilharem identidades culturais, econômicas e sociais, além de redes de comunicação 
e infraestrutura de transportes. 
O principal objetivo dessa delimitação é promover a integração na organização, no 
planejamento e na execução de ações e serviços de saúde, facilitando assim uma gestão 
mais eficiente e coesa das políticas de saúde públicas, visando atender de maneira mais 
adequada às necessidades da população dentro dessa região específica. 
 
Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP) 
O Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP) representa um acordo de 
colaboração entre diferentes entes federativos (União, estados, municípios e o Distrito 
Federal) com o objetivo de organizar e integrar ações e serviços de saúde dentro de uma 
rede regionalizada e hierarquizada. 
Este instrumento detalha as responsabilidades de cada ente envolvido, estabelecendo 
indicadores e metas de saúde claras, além de definir critérios para a avaliação de 
desempenho. 
O COAP também especifica a distribuição de recursos financeiros e estabelece 
mecanismos de controle e fiscalização da execução das ações de saúde, visando 
garantir uma gestão eficiente e eficaz dos serviços de saúde, com foco na melhoria do 
acesso e na qualidade do atendimento à população. 
 
Mapa da Saúde 
O Mapa da Saúde é uma ferramenta que proporciona uma descrição geográfica detalhada 
da distribuição dos recursos humanos, assim como das ações e serviços de saúde 
disponibilizados tanto pelo Sistema Único de Saúde (SUS) quanto pelo setor privado. Ele leva 
em conta a capacidade instalada, os investimentos realizados e o desempenho do sistema 
de saúde, aferido a partir de indicadores específicos. 
Fundamental para o planejamento e a gestão em saúde, permitindo a identificação de 
áreas com excesso ou escassez de recursos, facilitando assim a tomada de decisões 
estratégicas para otimizar a alocação de recursos e melhorar a acessibilidade e qualidade 
dos serviços de saúde oferecidos à população. 
 
Rede de Atenção à Saúde (RAS) 
A Rede de Atenção à Saúde (RAS) é uma estrutura organizada de ações e serviços de saúde 
que operam em diferentes níveis de complexidade, desde a atenção primária até a atenção 
terciária e quaternária, de forma articulada e integrada. 
 
Auditor Faixa Preta 
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125 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
O principal objetivo da RAS é assegurar a integralidade da assistência à saúde, o que 
significa oferecer um cuidado contínuo e coordenado ao indivíduo em todas as etapas de 
sua vida e para todas as condições de saúde. 
A RAS busca promover: 
 O acesso equitativo aos serviços de saúde, 
 Melhorar a qualidade do atendimento, 
 Otimizar o uso dos recursos, 
 
Serviços de Portas de Entrada do SUS 
 Atenção Primária: Constitui a primeira camada do sistema de saúde e funciona 
como a principal porta de entrada no SUS. Centrada na saúde da família e na 
comunidade, a atenção primária oferece serviços de promoção da saúde, 
prevenção de doenças, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da 
saúde. Este nível de atenção prioriza a acessibilidade, a continuidade, a 
integralidade e a coordenação do cuidado. 
 
 Urgência e Emergência: Serviços voltados para o atendimento de situações que 
requerem intervenções rápidas e efetivas para salvar vidas, prevenir sequelas ou 
sofrimentos intensos. Incluem o atendimento em prontos-socorros, unidades de 
pronto atendimento (UPAs), serviços de atendimento móvel de urgência (SAMU), 
entre outros. 
 
 Atenção Psicossocial: Focado no atendimento às necessidades de saúde mental 
dos indivíduos, este serviço inclui ações de prevenção, tratamento e reabilitação 
para pessoas com transtornos mentais, dependência química, ou sofrimento 
psíquico. As ações são realizadas em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e 
outros espaços de suporte. 
 
 Atenção Ambulatorial Especializada e Hospitalar: Oferece consultas e 
procedimentos de maior complexidade, realizados por especialistas. Abrange desde 
serviços de diagnóstico por imagem, terapias especializadas, até internações e 
cirurgias. Esse nível de atenção é essencial para o tratamento de condições que 
não podem ser solucionadas na atenção primária. 
 
 Vigilância em Saúde: Abrange ações de monitoramento, prevenção e controle de 
riscos, agravos e doenças, bem como a promoção da saúde da população. Inclui a 
vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e do trabalhador, atuando na 
prevenção de epidemias, inspeção de alimentos, controle de vetores, entre outros. 
Princípios de acesso universal e igualitário 
 
Esquema 153 
Princípios de acesso 
universal e igualitário
Ordenado pela atenção 
primária
Fundado na avaliação da 
gravidade do risco 
individual e coletivo e no 
critério cronológico
 
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126 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Comissões Intergestores 
 
 
Planejamento da saúde 
• Ascendente e integrado, do nível local até o federal. 
• Compatibiliza necessidades das políticas de saúde com disponibilidade de recursos 
financeiros. 
 
RENASES (Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde) 
A Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde (RENASES) é uma lista que compreende 
todas as ações e serviços que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece para garantir o 
atendimento integral à saúde da população. Esta relação é pactuada pelo Ministério da 
Saúde e serve como um instrumento de gestão para a organização, planejamento e 
implementação das políticas de saúde no Brasil. 
A RENASES detalha os procedimentos, serviços e ações de saúde que devem estar 
disponíveis aos cidadãos em todos os níveis de atenção à saúde, desde a atenção primária 
até os serviços de maior complexidade, incluindo urgência e emergência, atenção 
psicossocial, atenção ambulatorial especializada e hospitalar, e vigilância em saúde. A 
pactuação da RENASES é fundamental para assegurar a universalidade, a integralidade e a 
equidade no acesso aos serviços de saúde, pilares fundamentais do SUS. 
 
RENAME (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais) 
A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) é uma lista oficial que identifica 
os medicamentos considerados essenciais para atender às necessidades de saúde mais 
importantes da população. Esta lista é atualizada e publicada a cada dois anos pelo Ministério 
da Saúde do Brasil. 
A RENAME serve como referência para a padronização dos medicamentos disponibilizados 
pelo Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando que o acesso a tratamentos eficazes, 
seguros e de qualidade seja garantido de maneira equitativa em todo o território nacional. A 
seleção dos medicamentos incluídos na RENAME é baseada em critérios de necessidade de 
saúde pública, evidência científica de eficácia e segurança, e análise de custo-efetividade, 
visando promover o uso racional de medicamentos no país. 
 
Assistência Farmacêutica 
A Assistência Farmacêutica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) é um conjunto 
de ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, que inclui a seleção, a 
prescrição, a dispensação, e o acompanhamento do uso de medicamentos. Ela é 
fundamentada nos princípios de universalidade de acesso e igualdade, garantindo que todos 
os cidadãos tenham acesso aos medicamentos necessários para o tratamento de suas 
condições de saúde, independentemente de sua condição econômica ou localização 
geográfica. 
Garantem 
transparência, 
integralidade e 
equidade no acesso
Orientam e 
ordenam fluxos de 
ações e serviços de 
saúde
Monitoram o acesso
Ofertam 
regionalmente 
ações e serviços de 
saúde
 
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127 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
A dispensação dos medicamentos é realizada em unidades de saúde designadas pela direção 
do SUS, as quais estão preparadas para fornecer à população os medicamentos listados na 
Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME), bem como aqueles específicos 
para tratamentos mais complexos, conforme as necessidades de saúde identificadas. 
A Assistência Farmacêutica busca assegurar que o uso de medicamentos seja realizado de 
maneira racional, eficaz e segura, contribuindo significativamente para a melhoria da 
qualidade de vida da população. 
 
Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP) 
 
O Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP) é um instrumento de gestão no 
âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) que estabelece um pacto entre os diferentes entes 
federativos (União, estados, municípios e o Distrito Federal) para a organização, integração 
e operacionalização das ações e serviços de saúde. 
Componentes Principais 
 Responsabilidades: Definição clara para os entes federativos. 
 Indicadores: Parâmetros de saúde a serem monitorados. 
 Metas: Objetivos específicos a serem alcançados. 
 Recursos Financeiros: Distribuição e alocação. 
 Controle e Fiscalização: Mecanismos para garantir a execução. 
 
Princípios 
 
Esquema 154 
 
Gestão 
Participativa
Inclusão de gestores, trabalhadores da 
saúde e população.
Transparência 
e Publicidade
Acesso a informações sobre direitos e 
deveres dos usuários.
 
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128 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Programa Nacional de Imunização 
Padronizar a imunização em nível nacional para prevenção e controle de doenças 
infectocontagiosas e imunopreviníveis. 
Responsabilização 
 
Esquema 155 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
R
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Federal
Coordenação do PNI, definição das vacinas 
nos calendários e das campanhas nacionais 
de vacinação.
Provimento dos imunobiológicos definidos 
pelo PNI.
Gestão do sistema de informação do PNI.
Estadual
Coordenação do componente estadual do 
PNI.
Provimento de seringas e agulhas.
Gestão do sistema de informação do PNI.
Municipal
Coordenação e execução das ações de 
vacinação.
Gerência do estoque municipal devacinas e 
outros insumos.
Gestão do sistema de informação do PNI.
 
Auditor Faixa Preta 
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129 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Sala de Vacinação 
A Sala de Vacinação é uma área semicrítica dentro de unidades de saúde, dedicada 
exclusivamente à administração de imunobiológicos, como vacinas, com o propósito de 
prevenir doenças. Este espaço é primordialmente gerido pela equipe de enfermagem, 
profissionais capacitados para realizar as atividades de vacinação de acordo com os 
protocolos de saúde. 
Infraestrutura mínima 
 Área mínima: Deve possuir pelo menos 6m², permitindo uma organização adequada 
e movimentação segura dos profissionais e usuários. 
 Piso e paredes: Devem ser lisos e laváveis para facilitar a limpeza e desinfecção, 
mantendo o ambiente higienizado. 
 Bancada: Feita de material não poroso, para preparo e organização das vacinas sem 
risco de contaminação. 
 Pia: Necessária para a lavagem de materiais utilizados na vacinação e para a 
higienização das mãos dos profissionais, elemento crucial para prevenção de 
infecções. 
 Tomada exclusiva: Destinada aos equipamentos elétricos, evitando sobrecargas e 
garantindo o funcionamento adequado dos aparelhos. 
 Equipamentos de refrigeração: Exclusivos para o armazenamento de vacinas, 
assegurando que sejam mantidas nas condições ideais de temperatura para 
preservar sua eficácia. 
 
Esquema 156 
Sala de Vacinação
Área semicrítica destinada exclusivamente à administração 
de imunobiológicos.
Atividades realizadas pela equipe de enfermagem.
Especificidades: área mínima de 6m², piso e paredes lisos e 
laváveis, bancada de material não poroso, pia para lavagem 
de materiais e para higienização das mãos, tomada exclusiva 
para equipamentos elétricos, equipamentos de refrigeração 
exclusivos para vacinas.
 
Auditor Faixa Preta 
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130 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Conservação de Imunobiológicos 
 
Esquema 157 
 
Tipos de Agentes Imunizantes 
 
Esquema 158 
Conservação de 
Imunobiológicos
Armazenamento entre +2ºC e +8ºC, ideal 
+5ºC.
Transporte em caixa térmica com 
termômetros externo e interno.
Não colocar vacinas diretamente em 
contato com gelo ou gelox.
Em refrigerador padronizado, não há 
necessidade de diferenciar prateleiras.
Vacinas 
Atenuadas
•Contêm bactérias ou 
vírus vivos, 
enfraquecidos.
Vacinas 
Inativadas
•Compostas por 
bactérias ou vírus 
mortos ou partículas.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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131 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Contraindicações dos Imunobiológicos 
 
Esquema 159 
 
Falsas Contraindicações 
 
Esquema 160 
Contraindicações dos 
Imunobiológicos
Hipersensibilidade confirmada após 
dose anterior
História de hipersensibilidade a 
qualquer componente dos 
imunobiológicos
Febre acima de 38,5ºC após 
administração da vacina não é 
contraindicação
Não utilizar paracetamol antes ou 
imediatamente após vacinação para 
não interferir na imunogenicidade
Falsas 
Contraindicações
Doença aguda benigna sem febre
Prematuridade ou baixo peso ao nascer
Ocorrência de evento adverso em dose anterior
Diagnósticos clínicos prévios de doença
Doença neurológica estável ou pregressa com 
sequela
Antecedente familiar de convulsão ou morte súbita
Alergias (exceto anafilaxia comprovada)
História familiar de evento adverso à vacinação
Uso de antibióticos ou corticosteroides em 
determinadas condições
Mulheres em período de amamentação
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
132 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Situações Especiais 
Em situações especiais, o plano de vacinação requer considerações específicas para garantir 
a segurança e eficácia da imunização. 
• Pessoas em terapia com corticosteroides: Indivíduos que fazem uso de 
corticosteroides em doses elevadas (superior a 2 mg/kg/dia de prednisona ou 
equivalente para crianças e acima de 20 mg/kg/dia para adultos) por mais de 14 dias 
devem esperar pelo menos três meses após a suspensão do medicamento para 
serem vacinados. Essa precaução é necessária devido à potencial supressão do 
sistema imunológico pela medicação. 
• Pessoas infectadas pelo HIV: A vacinação deve ser avaliada caso a caso, 
considerando o estado imunológico e clínico do indivíduo. 
• Crianças filhas de mãe com HIV positivo, menores de 18 meses: Desde que não 
apresentem alterações imunológicas nem sinais/sintomas clínicos de 
imunodeficiência, essas crianças podem receber todas as vacinas previstas nos 
calendários de vacinação, incluindo as disponíveis no Centro de Referência para 
Imunobiológicos Especiais (CRIE), o mais cedo possível. 
• Pessoas com imunodeficiência clínica ou laboratorial grave: A recomendação é 
que não recebam vacinas de agentes vivos atenuados, devido ao risco aumentado 
de complicações ou da própria doença que a vacina visa prevenir. 
• Pacientes pós-transplante de medula óssea: Devem ser encaminhados ao CRIE 
entre seis a doze meses após o transplante para uma avaliação e possível 
revacinação, conforme a indicação. 
 
 
Calendário de Vacinação 
• Vacinação BCG: Previne formas graves de tuberculose, principalmente em crianças. 
É administrada logo após o nascimento. Recomendada também para contatos 
prolongados de portadores de hanseníase e para crianças expostas ao HIV, desde 
que assintomáticas e sem sinais de imunodepressão. 
• Vacina Penta (DTP-HB-Hib): Combinada, protege contra difteria, tétano, 
coqueluche, hepatite B e Haemophilus influenzae tipo b. Indicada para crianças nos 
primeiros meses de vida, conforme o calendário de vacinação. 
• Vacinas contra poliomielite (VIP e VOP): VIP (inativada) é aplicada via 
intramuscular, enquanto VOP (atenuada) é administrada oralmente. Ambas visam 
prevenir a poliomielite, seguindo o esquema vacinal recomendado. 
• Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada) – Pneumo 10v: Previne infecções 
por Streptococcus pneumoniae, responsáveis por pneumonias, meningites e otites. 
Indicada para crianças, com doses nos primeiros meses de vida. 
• Vacina rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada) – VORH: Protege contra 
gastroenterites causadas por rotavírus. Administrada via oral em duas doses para 
crianças nos primeiros meses de vida. 
• Vacina meningocócica C (conjugada) – Meningo C: Protege contra doenças 
causadas pela Neisseria meningitidis do sorogrupo C. Indicada para crianças, 
seguindo um esquema específico nos primeiros meses de vida. 
 
Auditor Faixa Preta 
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133 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
• Vacina sarampo, rubéola (atenuada) (dupla viral): Previne o sarampo e a rubéola. 
Administrada a partir dos 12 meses de idade, com reforço conforme orientação do 
programa de imunizações. 
• Vacina Varicela (atenuada): Previne a varicela (catapora). Indicada para crianças a 
partir de 1 ano de idade, geralmente como parte da vacina tetraviral que também 
inclui sarampo, caxumba e rubéola. 
• Vacina adsorvida difteria e tétano adulto (dT/Dupla Adulto): Indicada para 
proteção contra difteria e tétano em adultos e adolescentes, reforçando a 
imunização a cada dez anos. 
• Vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) tipo adulto (dTpa): 
Indicada especialmente para gestantes, visando proteger o recém-nascido contra 
coqueluche, além de proteger a mãe contra difteria e tétano. A vacinação ocorre a 
partir da 20ª semana de gestação. 
 
Vacina Idade/Condição para Administração 
Vacinação BCG Ao nascer, preferencialmente nas primeiras 
12 horas. 
Vacinação seletiva em contatos de 
portadores de hanseníase Conforme avaliação clínica. 
Vacinação de pessoasexpostas ao HIV 
Crianças expostas ao HIV podem ser 
vacinadas desde que assintomáticas e sem 
sinais de imunodepressão. 
Vacina Penta 
 (DTP-HB-Hib) 2, 4 e 6 meses de idade. 
Vacinas contra poliomielite (VIP e VOP) 
VIP: 2, 4 e 6 meses (reforço aos 15 meses e 
4 anos). VOP: Reforços conforme 
campanhas. 
Vacina pneumocócica 10-valente 
(Pneumo 10v) 2, 4 e 12 meses de idade. 
Vacina rotavírus humano 
(VORH) 2 e 4 meses de idade. 
Vacina meningocócica C 
(conjugada) 3 e 5 meses (reforço aos 12 meses). 
Vacina sarampo, rubéola 
(dupla viral) 
12 meses e entre 4-5 anos (como parte do 
calendário ou campanhas). 
Vacina Varicela 
(atenuada) 
15 meses de idade (pode ser parte da vacina 
tetraviral). 
Vacina adsorvida difteria e tétano adulto 
(dT/Dupla Adulto) Reforço a cada 10 anos após a série infantil. 
Vacina adsorvida difteria, tétano e 
pertussis (acelular) tipo adulto (dTpa) 
Gestantes: uma dose a partir da 20ª semana 
de gestação em cada gravidez. 
Tabela 12 
 
Auditor Faixa Preta 
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134 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 161 
 
Esquema 162 
Vacina adsorvida 
difteria e tétano 
adulto (dT/Dupla 
Adulto)
Esquema e Dose
0,5 mL via intramuscular 
para pessoas a partir de 7 
anos.
Uma dose a cada 10 anos 
após o esquema vacinal 
completo.
Gestantes
Administrar a partir da 
confirmação da gravidez, 
preferencialmente até 20 
dias antes do parto.
Completar o esquema 
vacinal antes do parto, 
preferencialmente.
Ferimentos Graves e 
Comunicantes de 
Difteria
Antecipar a dose se a última 
foi há mais de 5 anos.
Surto de Varicela em 
Creche, Ambiente 
Hospitalar e Áreas 
Indígenas
Menores de 9 meses, 
gestantes e 
imunodeprimidos
Administrar imunoglobulina humana 
antivaricela até 96 horas após o contato com o 
caso
De 9 meses até 11 
meses e 29 dias
Administrar dose zero da vacina varicela 
(atenuada), não considerada válida para a rotina
Entre 12 e 14 meses 
de idade
Antecipar a dose de tetra viral para aqueles já 
vacinados com a primeira dose da tríplice viral
Administrar dose válida de tetra viral naqueles 
sem a primeira dose da tríplice viral, com 
agendamento da próxima dose aos 15 meses de 
idade
Entre 15 meses e 
menores de 7 anos
Vacinar conforme o Calendário Nacional de 
Vacinação
De 7 a 12 anos Administrar 1 dose de vacina varicela (atenuada)
A partir de 13 anos Administrar 1 dose da vacina varicela
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
135 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
Esquema 163 
 
Esquema 164 
Vacina Varicela 
(atenuada)
Composição Vírus vivo atenuado proveniente da cepa Oka.
Esquema
Uma dose aos 4 anos de idade, correspondendo à 
segunda dose da vacina varicela após a dose de 
tetra viral aos 15 meses de idade.
Crianças não vacinadas oportunamente até 4 anos 
11 meses e 29 dias podem ser vacinadas até 6 anos 
11 meses e 29 dias, incluindo as crianças indígenas 
nessa faixa etária.
Vacinação 
simultânea
Pode ser administrada simultaneamente com 
outras vacinas do calendário, incluindo tríplice viral 
e febre amarela.
Na impossibilidade de vacinação simultânea, adotar 
intervalo mínimo de 30 dias entre as doses, salvo 
em situações que impossibilitem manter esse 
intervalo, com um mínimo de 15 dias.
Precauções Mulheres em idade fértil devem evitar a gravidez 
até 1 mês após a vacinação.
Contraindicações
Gestantes, crianças menores de 9 meses e 
indivíduos imunodeprimidos.
Gestantes vacinadas inadvertidamente não têm 
indicação para interromper a gravidez, mas devem 
ser acompanhadas no pré-natal.
Vacina adsorvida 
difteria, tétano e 
pertussis (acelular) 
tipo adulto (dTpa)
Esquema e Dose
0,5 mL via intramuscular.
Gestantes: uma dose a cada gestação a 
partir da 20ª semana.
Para aquelas que perderam a oportunidade 
durante a gestação, administrar no 
puerpério, o mais precocemente possível.
Particularidades 
para Gestantes 
Não Vacinadas
Administrar 3 doses de vacina contendo 
toxoide tetânico e diftérico, com intervalo 
de 60 dias entre as doses.
Duas doses de dT em qualquer momento 
da gestação e uma dose de dTpa a partir da 
20ª semana.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
136 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Política Nacional de Promoção a Saúde 
Prevenção de Agravos 
Envolve ações antecipadas baseadas no conhecimento da história natural das doenças, 
visando tornar improvável o processo de adoecer. 
Objetiva controlar a transmissão de doenças infecciosas e reduzir o risco de doenças 
degenerativas ou outros agravos específicos. 
Promoção da Saúde 
É mais abrangente do que a prevenção, focando em medidas que visam aumentar e melhorar 
a saúde e o bem-estar. As estratégias destacam a transformação da qualidade de vida e das 
condições de trabalho. 
 
Carta de Ottawa (1986) 
A Carta de Ottawa, resultado da 1ª Conferência Internacional de Promoção da Saúde, 
estabelece princípios fundamentais: 
 
Esquema 165 
 
Esquema 166 
Saúde como Recurso 
para a Vida
Saúde é vista como um 
recurso para a vida, não 
apenas como um objetivo 
de viver.
Promoção da saúde 
capacita a comunidade 
para melhorar sua 
qualidade de vida e saúde, 
incluindo uma maior 
participação no controle 
deste processo.
Visão Positiva da Saúde
Saúde é um conceito 
positivo que enfatiza os 
recursos sociais e 
pessoais, além das 
capacidades físicas.
Promoção da saúde não é 
exclusiva do setor saúde e 
vai além de um estilo de 
vida saudável, abrangendo 
um bem-estar global.
Defesa da Causa 
(Defesa da Saúde)
A saúde é um recurso fundamental para o 
desenvolvimento social, econômico e pessoal, além de 
ser uma dimensão importante da qualidade de vida.
Diversos fatores políticos, econômicos, sociais, 
culturais, ambientais, comportamentais e biológicos 
podem influenciar positivamente ou negativamente a 
saúde.
As ações de promoção da saúde visam tornar essas 
condições cada vez mais favoráveis através da defesa 
da saúde.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
137 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Pré-requisitos para a Saúde 
De acordo com a Carta de Ottawa, os pré-requisitos para a saúde incluem: 
 
Esquema 167 
Capacitação 
A promoção da saúde busca alcançar a equidade em saúde, reduzindo as diferenças no 
estado de saúde da população e garantindo oportunidades e recursos igualitários para 
capacitar todas as pessoas a alcançarem seu potencial de saúde. 
Isso inclui proporcionar ambientes favoráveis, acesso à informação, experiências e 
habilidades na vida, bem como oportunidades para fazer escolhas saudáveis. 
Mediação 
Os pré-requisitos e perspectivas para a saúde não são garantidos apenas pelo setor da 
saúde, exigindo ações coordenadas entre todas as partes envolvidas, incluindo governo, 
setor saúde, outros setores sociais e econômicos, organizações voluntárias, autoridades 
locais, indústria e mídia. 
Profissionais de saúde e grupos sociais têm a responsabilidade de mediar entre os diferentes 
determinantes de saúde existentes na sociedade. 
Pré-requisitos 
para a Saúde
Paz Ambiente livre de conflitos e 
violência.
Habitação Condições adequadas de 
moradia.
Educação Acesso à educação de 
qualidade para todos.
Alimentação Disponibilidade de alimentos 
nutritivos.
Renda
Garantia de renda adequada 
para atender às necessidades 
básicas.
Ecossistema 
Estável
Conservação e proteção do 
meio ambiente.
Justiça Social e 
Equidade
Distribuição justa dos 
recursos e oportunidades na 
sociedade.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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138 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Campos de AçãoEsquema 168 
 
Objetivo 
 
Esquema 169 
Campos de Ação
Elaboração e 
Implementação de 
Políticas Públicas 
Saudáveis
Minimização das desigualdades 
através de ações sobre os 
determinantes dos problemas de 
saúde (equidade).
Políticas públicas saudáveis 
podem ser estabelecidas por 
qualquer setor da sociedade e 
devem promover a saúde de forma 
socialmente sustentável.
Criação de Ambientes 
Favoráveis à Saúde
Reconhecendo que a saúde é 
socialmente produzida, é essencial 
que escolas, municípios, locais de 
trabalho e habitação sejam 
ambientes saudáveis.
Reforço da Ação 
Comunitária
Inclui a participação social na 
elaboração e controle das ações 
de promoção da saúde, visando ao 
empoderamento da comunidade.
Desenvolvimento de 
Habilidades Pessoais e 
Coletivas
Realizado através de estratégias 
educativas para criar ambientes 
de apoio à promoção da saúde e 
desenvolver habilidades pessoais 
relacionadas à adoção de estilos 
de vida saudáveis.
Reorientação do 
Sistema de Saúde
Esforços para ampliar o acesso, 
promover a equidade e adotar 
ações preventivas através da 
moderna abordagem da promoção 
da saúde.
Objetivo
Promover a qualidade de 
vida
Reduzir a vulnerabilidade
e os riscos à saúde 
relacionados aos 
determinantes e 
condicionantes
Tais como modos de viver, 
condições de trabalho, 
habitação, ambiente, educação, 
lazer, cultura e acesso a bens e 
serviços essenciais
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
139 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Valores Fundantes no processo de efetivação da PNPS 
 
Esquema 170 
 Solidariedade: Nutrir solicitude para com o próximo, construindo visão e metas comuns 
e apoiando a resolução de diferenças. 
 Felicidade: Autopercepção de satisfação construída nas relações entre sujeitos e 
coletivos, contribuindo para a qualidade de vida. 
 Ética: Condutas, ações e intervenções sustentadas pela valorização e defesa da vida. 
 Respeito à Diversidade: Abrange diversas características individuais e grupais, como 
étnicas, etárias, de gênero, entre outras, com foco na universalidade. 
 Humanização: Valorização de práticas que promovam condições mais humanas, 
centradas na integralidade do cuidado e da saúde. 
 Corresponsabilidade: Compartilhamento de obrigações e/ou compromissos entre 
pessoas ou coletivos, fundamental para a promoção da saúde. 
 Justiça Social: Busca por uma distribuição equitativa dos bens sociais, com foco na 
equidade. 
 Inclusão Social: Acesso equânime aos benefícios da vida em sociedade, visando a 
redução das desigualdades. 
 
 
Princípios da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) 
 
Esquema 171 
Solidariedade Felicidade Ética Respeito à 
Diversidade
Humanização Corresponsabilidade Justiça Social Inclusão Social
Princípios da 
Política Nacional de 
Promoção da 
Saúde (PNPS)
Equidade Participação Social Autonomia
Empoderamento Intersetorialidade Intrassetorialidade Sustentabilidade
Integralidade Territorialidade
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
140 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 
 Equidade: Distribuição igualitária de oportunidades, considerando as especificidades 
individuais e grupais. 
 Participação Social: Integração das visões de diferentes atores na identificação de 
problemas e solução de necessidades. 
 Autonomia: Capacidade de escolha consciente por parte dos sujeitos e comunidades 
sobre suas ações e trajetórias. 
 Empoderamento: Estímulo para que sujeitos e coletivos adquiram controle sobre suas 
decisões e escolhas de estilo de vida. 
 Intersetorialidade: Articulação de saberes, potencialidades e experiências de 
diferentes setores na construção de intervenções compartilhadas. 
 Intrassetorialidade: Desfragmentação das ações e serviços oferecidos por um setor, 
visando à construção de redes cooperativas e resolutivas. 
 Sustentabilidade: Necessidade de continuidade das ações levando em conta 
dimensões política, econômica, social, cultural e ambiental. 
 Integralidade: Reconhecimento da complexidade, potencialidade e singularidade de 
indivíduos, grupos e coletivos. 
 Territorialidade: Consideração das especificidades dos diferentes territórios no 
planejamento e desenvolvimento de ações com impacto na saúde. 
 
 
Diretrizes da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) 
 
Esquema 172 
 
 Cooperação e Articulação Intra e Intersetorial: Ampliar a atuação sobre os 
determinantes e condicionantes da saúde. 
 Fomento ao Planejamento de Ações Territorializadas de Promoção da Saúde: 
Reconhecimento de contextos locais e respeito às diversidades para favorecer a 
construção de espaços de produção social. 
 Incentivo à Gestão Democrática, Participativa e Transparente: Fortalecimento da 
participação, controle social e corresponsabilidade. 
Diretrizes da Política 
Nacional de Promoção da 
Saúde (PNPS)
Cooperação e Articulação 
Intra e Intersetorial
Fomento ao Planejamento 
de Ações Territorializadas 
de Promoção da Saúde
Incentivo à Gestão 
Democrática, Participativa 
e Transparente
Ampliação da Governança 
no Desenvolvimento de 
Ações de Promoção da 
Saúde
Estímulo à Pesquisa, 
Produção e Difusão de 
Experiências, 
Conhecimento e 
Evidências
Apoio à Formação e à 
Educação Permanente em 
Promoção da Saúde
Incorporação das 
Intervenções de Promoção 
da Saúde no Modelo de 
Atenção à Saúde
Organização dos Processos 
de Gestão e Planejamento 
das Variadas Ações 
Intersetoriais
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
141 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 Ampliação da Governança no Desenvolvimento de Ações de Promoção da Saúde: 
Garantir a sustentabilidade política, social, cultural, econômica e ambiental das ações. 
 Estímulo à Pesquisa, Produção e Difusão de Experiências, Conhecimento e 
Evidências: Apoiar a tomada de decisão, autonomia, empoderamento coletivo e 
construção compartilhada de ações. 
 Apoio à Formação e à Educação Permanente em Promoção da Saúde: Compromisso 
com o fortalecimento da capacidade crítica e reflexiva dos gestores e trabalhadores de 
saúde. 
 Incorporação das Intervenções de Promoção da Saúde no Modelo de Atenção à 
Saúde: Integração das ações no cotidiano dos serviços de atenção básica, 
especialmente por meio de ações intersetoriais. 
 Organização dos Processos de Gestão e Planejamento das Variadas Ações 
Intersetoriais: Fortalecimento e promoção da implantação da PNPS de forma 
transversal e integrada. 
 
Objetivos Gerais da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) 
 
Esquema 173 
 
Objetivos Específicos da PNPS 
 Estimular a promoção da saúde como parte da integralidade do cuidado na Rede de 
Atenção à Saúde (RAS). 
 Contribuir para a adoção de práticas sociais e de saúde centradas na equidade e na 
participação social, visando reduzir desigualdades. 
 Favorecer a mobilidade humana, acessibilidade e desenvolvimento seguro, saudável e 
sustentável. 
 Promover a cultura da paz em comunidades, territórios e municípios. 
 Apoiar o desenvolvimento de ambientes saudáveis e favoráveis ao desenvolvimento 
humano. 
 Valorizar saberes populares e práticas integrativas e complementares. 
 Promover o empoderamento e a capacidade de tomada de decisão de sujeitos e 
coletividades. 
 Fomentar processos de educação e formação profissional em promoção da saúde. 
 Estabelecer estratégias de comunicação social e mídia direcionadas. 
 Estimular a pesquisa, produção e difusão de conhecimentos e estratégias inovadoras. 
Objetivos Gerais da 
Política Nacional de 
Promoção da Saúde 
(PNPS)
Promover a equidade e 
a melhoria das 
condições e modos de 
viver
Ampliar a 
potencialidade da 
saúde individual e 
coletiva
Reduzir 
vulnerabilidades e 
riscos à saúde 
decorrentes dos 
determinantessociais, 
econômicos, políticos, 
culturais e ambientais
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
142 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 Promover a inclusão e qualificação do registro de atividades de promoção da saúde nos 
sistemas de informação. 
 Fomentar discussões sobre modos de consumo e produção que estejam em conflito com 
os princípios da promoção da saúde. 
 Contribuir para a articulação de políticas públicas inter e intrassetoriais com agendas 
nacionais e internacionais. 
 
 
Esquema 174 
 
Estimular a promoção da 
saúde como parte da 
integralidade do cuidado 
na Rede de Atenção à 
Saúde (RAS)
Contribuir para a adoção 
de práticas sociais e de 
saúde centradas na 
equidade e na participação 
social, visando reduzir 
desigualdades
Favorecer a mobilidade 
humana, acessibilidade e 
desenvolvimento seguro, 
saudável e sustentável
Promover a cultura da paz 
em comunidades, 
territórios e municípios
Apoiar o desenvolvimento 
de ambientes saudáveis e 
favoráveis ao 
desenvolvimento humano
Valorizar saberes 
populares e práticas 
integrativas e 
complementares
Promover o 
empoderamento e a 
capacidade de tomada de 
decisão de sujeitos e 
coletividades
Fomentar processos de 
educação e formação 
profissional em promoção 
da saúde
Estabelecer estratégias de 
comunicação social e 
mídia direcionadas.
Estimular a pesquisa, 
produção e difusão de 
conhecimentos e 
estratégias inovadoras.
Promover a inclusão e 
qualificação do registro de 
atividades de promoção da 
saúde nos sistemas de 
informação.
Fomentar discussões 
sobre modos de consumo 
e produção que estejam 
em conflito com os 
princípios da promoção da 
saúde.
Contribuir para a 
articulação de políticas 
públicas inter e 
intrassetoriais com 
agendas nacionais e 
internacionais.
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
143 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Temas Transversais da PNPS 
 
Esquema 175 
 
Territorialização 
 
Esquema 176 
Temas Transversais 
da PNPS
Determinantes Sociais da Saúde (DSS), 
Equidade e Respeito à Diversidade
Desenvolvimento Sustentável
Produção de Saúde e Cuidado
Ambientes e Territórios Saudáveis
Vida no Trabalho
Cultura da Paz e Direitos Humanos
Territorialização
Reconhecimento da regionalização como 
diretriz do SUS e orientação da 
descentralização das ações e serviços de 
saúde
Consideração da abrangência das regiões de 
saúde e sua articulação com os equipamentos 
sociais nos territórios
Observância das pactuações interfederativas e 
identificação de singularidades territoriais
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
144 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Temas Prioritários da PNPS 
 
Esquema 177 
 
Competências 
Compete a todos os entes 
 
 Divulgar a PNPS, fortalecendo seus valores e princípios. 
 Estabelecer parcerias para promover a articulação intersetorial e intrassetorial. 
 Contribuir para a reorientação do modelo de atenção à saúde com base nos valores, 
princípios e diretrizes da PNPS. 
 Fomentar normas e regulamentos para o desenvolvimento seguro, saudável e 
sustentável. 
 Fortalecer a participação e o controle social. 
 Construir mecanismos de identificação das potencialidades e das vulnerabilidades. 
 Definir prioridades, objetivos, estratégias e metas nas instâncias colegiadas e 
intergestores. 
 Estabelecer instrumentos e indicadores de gestão, planejamento, monitoramento e 
avaliação. 
Temas Prioritários
da PNPS
Formação e Educação 
Permanente
Alimentação Adequada e Saudável
Práticas Corporais e Atividades 
Físicas
Enfrentamento do Uso do Tabaco 
e Derivados
Enfrentamento do Uso Abusivo de 
Álcool e Drogas
Promoção da Mobilidade Segura
Promoção da Cultura da Paz e 
Direitos Humanos
Promoção do Desenvolvimento 
Sustentável
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
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145 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
 Promover a alocação de recursos orçamentários e financeiros para a implementação da 
PNPS. 
 Promover o intercâmbio de experiências e o desenvolvimento de estudos e pesquisas. 
 Desenvolver estratégias e mecanismos organizacionais de qualificação e valorização da 
força de trabalho da saúde. 
 Estimular iniciativas e ações de promoção de saúde, bem como a produção de dados e 
divulgação de informações. 
 Incluir a promoção da saúde nos Planos de Saúde e nas Programações Anuais de Saúde. 
 Articular a inserção das ações voltadas à promoção da saúde nos sistemas de 
informação do SUS e outros. 
 Viabilizar parcerias com organismos internacionais e organizações governamentais e 
não governamentais. 
 
Competências do Ministério da Saúde 
 
 Promover a articulação com Estados e Municípios para apoio à implantação e 
implementação da PNPS. 
 Pactuar na Comissão Intergestores Tripartite (CIT) os temas prioritários e o 
financiamento da PNPS. 
 Apoiar a implementação da PNPS, considerando o perfil epidemiológico e as 
necessidades em saúde. 
 Viabilizar mecanismos para cofinanciamento de planos, projetos e programas de 
promoção da saúde. 
 Incorporar ações de Promoção da Saúde aos Planos Plurianual e Nacional de Saúde. 
 Apresentar estratégias, programas, planos e projetos de promoção da saúde no 
Conselho Nacional de Saúde. 
 Institucionalizar e manter em funcionamento o Comitê da PNPS. 
 Realizar apoio institucional às Secretarias de Saúde Estaduais, do Distrito Federal e 
Municipais. 
 Apoiar a elaboração de materiais de divulgação sobre promoção da saúde. 
 Estimular, monitorar e avaliar os processos, programas, projetos e ações de promoção 
da saúde. 
 
Competências das Secretarias Estaduais de Saúde 
Competências similares às do Ministério da Saúde, mas focadas no âmbito estadual 
 
 Promover a articulação com os Municípios para apoio à implantação e implementação da 
PNPS. 
 Pactuar nas Comissões Intergestores Bipartite (CIB) e Regionais (CIR) as estratégias, 
diretrizes, metas e financiamento das ações de promoção da saúde. 
 Implantação e implementação da PNPS no âmbito do estado. 
 Apresentar estratégias, programas, planos e projetos de promoção da saúde no 
Conselho Estadual de Saúde. 
 Incorporar ações de Promoção da Saúde nos Planos Plurianual e Estadual de Saúde. 
 Alocar recursos orçamentários e financeiros para a implantação e implementação da 
PNPS. 
 Realizar apoio institucional às Secretarias Municipais e regiões de saúde. 
 Realizar o monitoramento e avaliação de programas, projetos e ações de promoção da 
saúde no âmbito estadual e distrital. 
 
Auditor Faixa Preta 
 @auditorfaixapreta 
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9) 
146 AFT – Resumo Esquematizado – POLÍTICAS PÚBLICAS 
Competências das Secretarias Municipais de Saúde 
Competências similares, mas focadas no âmbito municipal 
 
 Promover a articulação intra e intersetorial para apoio à implantação e implementação 
da PNPS. 
 Implantação e implementação da PNPS no âmbito do município. 
 Pactuar nas Comissões Intergestores Bipartite (CIB) e Regionais (CIR) as estratégias, 
diretrizes, metas e financiamento das ações de promoção da saúde. 
 Apresentar estratégias, programas, planos e projetos de promoção da saúde no 
Conselho Municipal de Saúde. 
 Incorporar ações de Promoção da Saúde nos Planos Plurianual e Municipal de Saúde. 
 Destinar recursos orçamentários e financeiros para realização das ações de promoção 
da saúde. 
 Prestar apoio institucional aos gestores e trabalhadores no processo de implantação, 
implementação, qualificação e consolidação da PNPS. 
 Promover e realizar a educação permanente dos trabalhadores do sistema local de 
saúde. 
 Identificar e promover canaisde participação no processo decisório para o 
desenvolvimento e a sustentabilidade das ações de promoção da saúde. 
 Promover a participação e o controle social e reforçar as ações comunitárias de 
promoção da saúde nos territórios. 
 Identificar, articular e apoiar a troca de experiências e conhecimentos referentes às 
ações de promoção da saúde. 
 Participar do processo de monitoramento e avaliação de programas, planos, projetos e 
ações de promoção da saúde. 
 Elaborar materiais educativos visando à socialização da informação e à divulgação de 
programas, planos, projetos e ações de promoção da saúde. 
 Apoiar e promover, de forma privilegiada, a execução de programas, planos, projetos e 
ações diretamente relacionadas à promoção da saúde. 
 
 
	Sumário
	Proposta do Material de Revisão
	Ementa Políticas Públicas (Conhecimentos Específicos)
	TOP 3 Assuntos mais relevantes da matéria
	Introdução a Políticas Públicas
	Conceito de Políticas Públicas
	Elementos Fundamentais
	Características
	Dimensões da Política
	Tipos de Demandas
	Política Pública x Decisão Política
	Tipos de Políticas Públicas (Classificações)
	Classificação quanto aos Impactos Gerados/Esperados na Sociedade
	Classificação quanto ao papel nas relações sociais ou impactos que podem causar
	Classificação quanto à Natureza ou Grau de Intervenção
	Classificação quanto à Abrangência dos Possíveis Benefícios
	Setorializada x Territorializada
	Vertical x Horizontal
	Sociais x Macroeconômicas x Administrativas x Específicas
	Ciclo de Políticas Públicas
	Construção da agenda (Formação da Agenda)
	Tipos de Agenda
	Formulação das políticas públicas (Formulação de Alternativas)
	Tomada de decisões etapa
	Implementação
	Avaliação x Monitoramento
	Tipos de Avaliação
	Critérios, Indicadores e Padrões
	Tipos de Análises
	Métodos de Coleta de Dados
	Técnicas de Coleta de Dados
	Métodos de Análise de Dados
	Processo de Políticas Públicas
	Modelo Lógico
	Políticas Públicas no Estado Brasileiro Contemporâneo
	Descentralização e Democracia
	Atores Sociais
	Controle Social
	Gestão Local, Cidadania e Equidade social
	Gestão Local
	Cidadania
	Direitos Políticos
	Direitos Sociais
	Direitos do Cidadão
	Equidade Social
	Corrupção e Políticas Públicas
	Tipos de Corrupção
	Fatores que Influenciam a Corrupção e a Qualidade das Políticas Públicas
	Triângulo da Fraude
	Diamante da Fraude
	Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013)
	Sanções
	Inovações
	Responsabilização
	Processos Participativos de Gestão Pública
	Conselhos de Gestão
	Tipos de Participação
	Princípio da Gestão Participativa
	Processos Participativos de Gestão Pública
	Conselho de Gestão Fiscal (CGF)
	Orçamento participativo
	Conferências de Políticas Públicas
	Definição e Propósito
	Características Principais
	Audiências Públicas
	Participação e Impacto
	Desafios e Limitações
	Saúde Coletiva
	Promoção da Saúde e Prevenção de Agravos
	Política Nacional de Promoção da Saúde
	Conceitos Relacionados a Doenças Infecciosas
	Atributos do Hospedeiro em Doenças Infecciosas
	Processo de Adoecimento e Períodos
	Medidas de Profilaxia e Controle
	Notificação Compulsória
	Vigilância Epidemiológica
	Notificação
	Objetivo
	Principais Doenças e Agravos - Imediata
	Principais Doenças e Agravos - Semanal:
	Lei 8.080/90
	Objetivos do SUS
	Áreas de Atuação do SUS
	Direções do SUS
	Comissões
	Competências
	Serviços Públicos
	Atendimento e Internação Domiciliar
	Acompanhamento de Pré-Parto, Parto e Pós-Parto
	Assistência Terapêutica Integral
	Serviços Privados
	Financiamento
	Planejamento
	Processo Decisório
	Elementos do Processo Decisório
	Etapas do Processo Decisório (Fases do Processo Decisório)
	Chiavenato 2ª Obra (7 Etapas)
	Chiavenato 3ª Obra (4 Etapas)
	Simon
	Classificações das Decisões
	Tipos de decisão
	Técnicas para Tomada de Decisões Programadas
	Técnicas para Tomada de Decisões Não Programadas
	Níveis de decisão
	Decisões Centralizadas x Decisões Descentralizadas
	Outras Classificações
	Ambientes de decisão
	Classificações das decisões de acordo com as condições ambientais
	Pensamento Linear
	Pensamento Sistêmico
	Modelos de Tomada de Decisão
	Modelo Racional (Modelo Clássico)
	Modelo da Racionalidade Limitada
	Modelo Intuitivo
	Estilos de Tomada de Decisão
	Estilos Decisórios de Robbins
	Estilos Decisórios de Driver
	Processos Heurísticas
	Principais Processos Heurísticos
	Vieses que Interferem na Tomada de Decisão
	Método de Análise e Solução de Problemas (MASP)
	Ferramentas de Auxílio ao Processo Decisório
	Ferramentas de Identificação da Situação e Diagnóstico
	Ferramentas de Avaliação e Escolha de Alternativas
	Outras Ferramentas de Auxílio ao Processo de Tomada de Decisão
	Controle
	Tipos de Controle (Classificações)
	Quanto ao Nível Organizacional
	Controle Preventivo
	Controle Simultâneo
	Níveis de Controle de Perrow
	Classificação de Controle
	Indicadores de Desempenho
	Componentes
	Critérios
	Propriedades Essenciais
	Propriedade Complementares
	Aspectos Adicionais
	Construção de indicadores
	Comunicação
	Mitos da Medição
	Cadeia de Valor
	Dimensões da Cadeia de Valor
	Indicadores
	Quanto ao nível hierárquico
	Quanto ao enfoque
	Indicadores Lag (de resultado)
	Indicadores Lead (de tendência)
	Participação
	Tipos de Participação
	Princípio da Gestão Participativa
	Processos Participativos
	Modelos de atenção à saúde
	Objetivos
	Modelos de Atenção à Saúde
	Modelo de História Natural da Doença
	Modelo Sistêmico
	Modelo da Pirâmide de Riscos
	Modelo de Atenção Crônica
	Modelo de Determinação Social da Saúde
	Lei 8.142/90
	Conferência de Saúde
	Conselho de Saúde
	Fundo Nacional de Saúde
	Alocação de Recursos
	Condições para Recebimento de Recursos
	Decreto 7.508/11
	Região de Saúde
	Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP)
	Mapa da Saúde
	Rede de Atenção à Saúde (RAS)
	Serviços de Portas de Entrada do SUS
	Princípios de acesso universal e igualitário
	Comissões Intergestores
	Planejamento da saúde
	RENASES (Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde)
	RENAME (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais)
	Assistência Farmacêutica
	Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP)
	Componentes Principais
	Princípios
	Programa Nacional de Imunização
	Responsabilização
	Sala de Vacinação
	Infraestrutura mínima
	Conservação de Imunobiológicos
	Tipos de Agentes Imunizantes
	Contraindicações dos Imunobiológicos
	Falsas Contraindicações
	Situações Especiais
	Calendário de Vacinação
	Política Nacional de Promoção a Saúde
	Prevenção de Agravos
	Promoção da Saúde
	Carta de Ottawa (1986)
	Pré-requisitos para a Saúde
	Capacitação
	Mediação
	Campos de Ação
	Objetivo
	Valores Fundantes no processo de efetivação da PNPS
	Princípios da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS)
	Diretrizes da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS)
	Objetivos Gerais da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS)
	Objetivos Específicos da PNPS
	Temas Transversais da PNPS
	Territorialização
	Temas Prioritários da PNPS
	Competências
	Compete a todos os entes
	Competências do Ministério da Saúde
	Competências das Secretarias Estaduais de Saúde
	Competências das Secretarias Municipais de Saúde

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