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Prévia do material em texto

História da Arte - Pré 
História e Arte Gótica
Professora Esp. Jhéssica Zezak Rodrigues Barbiratto
Reitor 
Prof. Ms. Gilmar de Oliveira
Diretor de Ensino
Prof. Ms. Daniel de Lima
Diretor Financeiro
Prof. Eduardo Luiz
Campano Santini
Diretor Administrativo
Prof. Ms. Renato Valença Correia
Secretário Acadêmico
Tiago Pereira da Silva
Coord. de Ensino, Pesquisa e
Extensão - CONPEX
Prof. Dr. Hudson Sérgio de Souza
Coordenação Adjunta de Ensino
Profa. Dra. Nelma Sgarbosa Roman 
de Araújo
Coordenação Adjunta de Pesquisa
Prof. Dr. Flávio Ricardo Guilherme
Coordenação Adjunta de Extensão
Prof. Esp. Heider Jeferson Gonçalves
Coordenador NEAD - Núcleo de 
Educação à Distância
Prof. Me. Jorge Luiz Garcia Van Dal
Web Designer
Thiago Azenha
Revisão Textual
Kauê Berto
Projeto Gráfico, Design e
Diagramação
André Dudatt
2021 by Editora Edufatecie
Copyright do Texto C 2021 Os autores
Copyright C Edição 2021 Editora Edufatecie
O conteúdo dos artigos e seus dados em sua forma, correçao e confiabilidade são de responsabilidade 
exclusiva dos autores e não representam necessariamente a posição oficial da Editora Edufatecie. Permi-
tidoo download da obra e o compartilhamento desde que sejam atribuídos créditos aos autores, mas sem 
a possibilidade de alterá-la de nenhuma forma ou utilizá-la para fins comerciais.
UNIFATECIE Unidade 1 
Rua Getúlio Vargas, 333
Centro, Paranavaí, PR
(44) 3045-9898
UNIFATECIE Unidade 2 
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Paranavaí, PR
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UNIFATECIE Unidade 3 
Rodovia BR - 376, KM 
102, nº 1000 - Chácara 
Jaraguá , Paranavaí, PR
(44) 3045-9898
www.unifatecie.edu.br/site
As imagens utilizadas neste
livro foram obtidas a partir 
do site Shutterstock.
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação - CIP 
B237h Barbiratto, Jhéssica Zezak Rodrigues 
 História da arte: pré história e arte gótica / Jhéssica Zezak 
 Rodrigues Barbiratto. Paranavaí: EduFatecie, 2021. 
 73 p. : il. Color. 
1. Arte - História. 2. Arte gótica. 3. Arte romana. 4. Arte grega. 
 I. Centro Universitário UniFatecie. II. Núcleo de Educação a 
 Distância. III. Título.
 CDD : 23 ed. 709 
 Catalogação na publicação: Zineide Pereira dos Santos – CRB 9/1577 
AUTORA
Professora Especialista Jhéssica Zezak Rodrigues Barbiratto
● Mestranda em Metodologia de Projeto UEM/UEL (Universidade Estadual de
Maringá/ Universidade Estadual de Londrina).
● Bacharel em Arquitetura e Urbanismo Pontifícia Universidade Católica do Pa-
raná (PUC-PR).
● Especialista em Psicopedagogia Institucional (Universidade Positivo).
● Especialista em Sustentabilidade e Desenvolvimento Sustentável (Uninter).
● Coordenadora de Arquitetura e Urbanismo UniFatecie (EAD e Presencial).
● Coordenadora de Design de Interiores UniFatecie (EAD).
● Coordenadora de Design de Moda UniFatecie (EAD).
● Docente do curso de Arquitetura e Urbanismo (UniFatecie).
Experiência como professora, coordenadora de cursos profissionalizantes desde 
2013 e atuação na área da educação como docente e coordenadora de Arquitetura e Ur-
banismo.
http://lattes.cnpq.br/7243345980606555
APRESENTAÇÃO DO MATERIAL
Seja muito bem-vindo (a)!
Prezado(a) aluno(a), a disciplina de História da Arte: Pré-História a Arte Gótica é 
fundamental para todos aqueles que desejam estudar sobre a arte e o design como forma 
de representação cultural dos povos, o conhecimento e o surgimento dos primeiros indícios 
de arte e manifestações artísticas.
Além de conhecer seus principais conceitos e definições de arte, vamos conhecer e 
nos aprofundar sobre os mais diversos estilos e contextos históricos sobre algumas civilizações.
Na unidade I, começaremos a nossa jornada pela Pré-História, como o conceito 
de arte por meio da expressão cultural e ressaltar a importância da arte como 
comunicação dos “homens das cavernas”.
Já na unidade II, vamos ampliar nossos conhecimentos sobre a arte com os 
clássicos da Antiguidade. Civilizações essas, que deixaram grandes legados para as 
próximas, e deixam até hoje.
Depois, na unidade III abordaremos a arte da mesopotâmia, persa, bizantina e 
cristã primitiva através das grandes construções, criações de templos, estátuas, decorações 
luxuosas, como também as especificidades de diferentes dinastias.
Na unidade IV, vamos entender o papel da arte Gótica com as grandes catedrais, 
os vitrais, pinturas e esculturas. Neste período a arquitetura teve um grande papel formador 
e de grande evolução.
Dessa forma, convido você, para junto a nós percorrer nesta jornada ao longo dos 
tempos na história e desejo que você amplie seus conhecimentos sobre tantos assuntos 
abordados em nosso material. Esperamos contribuir para seu crescimento pessoal e 
profissional. 
Muito obrigada e bons estudos!
SUMÁRIO
UNIDADE I ...................................................................................................... 3
O Surgimento da Arte e Arte Primitiva
UNIDADE II ................................................................................................... 21
A Arte Egípcia, Grega e Romana
UNIDADE III .................................................................................................. 40
A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
UNIDADE IV .................................................................................................. 57
A Arte Gótica
3
Plano de Estudo:
● O surgimento da Arte e a Arte Primitiva;
● Paleolítico, Neolítico e Idade dos Metais;
● Arte Primitiva;
● Arte Primitiva Americana.
Objetivos da Aprendizagem:
● Conceituar e contextualizar a arte e os períodos da arte primitiva;
● Compreender os tipos de manifestações artísticas;
● Estabelecer a importância da arte primitiva americana.
UNIDADE I
O Surgimento da Arte e Arte Primitiva
Professora Esp. Jhéssica Zezak Rodrigues Barbiratto
4UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
INTRODUÇÃO
Seja bem-vindo (a) à Unidade I, nela podemos aprender sobre os conceitos 
de arte e arte primitiva, quais foram os seus primeiros indícios. Veremos também sobre a 
arte na Pré-História e as primeiras manifestações artísticas dos “homens das cavernas” e 
seus respectivos períodos: Paleolítico, Neolítico e a idade dos metais. 
Ao final desta unidade poderemos compreender que a arte pode ser 
entendida como o reflexo da história e da cultura da sociedade.
5UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
1. O SURGIMENTO DA ARTE E A ARTE PRIMITIVA
Ciência conhecida por estudar os movimentos artísticos, as obras de artes e 
os artistas, assim como as modificações e as valorizações estéticas conhecidas como: a 
plás-tica, escultura, cinema, teatro, música, dança, arquitetura e fotografia são 
expressões de diferentes manifestações conhecidas como as artes plásticas, artes visuais 
e artes gráficas no decorrer da história da arte.
Ao longo do tempo, o homem produziu diversas ferramentas que facilitaram o tra-
balho ou mesmo para superar os limites físicos. Diversos instrumentos e artefatos foram 
criados para que possibilitasse a sua sobrevivência e a compreensão do mundo ao redor 
e, seu processo de civilização desde os primórdios.
O termo arte pode estar associado com alguns sinônimos, como técnica, habilidade 
ou manifestação comunicativa como forma de expressão. A arte pode ser definida como 
“aptidão inata para aplicar conhecimentos ao usar talentos” ou “habilidades na demonstra-
ção de uma ideia, um pensamento”. (ARTE, 2021)
Por meio da arte que o homem pode exercitar a imagem, o som, as cores, 
criar algo como pensar, (i) materialidade. Parte da criação humana é ligada a valores 
estéticos associados aos elementos de equilíbrio, beleza e harmonia.
Inicialmente a arte foi a primeira forma de expressão no período da pré-história. 
Sua manifestação difere de uma sociedade para outra e atuou em diferentes papéis nas 
6UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
civilizações, como Egito, Roma ou Mesopotâmia. Arte representou as característicasde 
cada povo, época ou contexto histórico.
FIGURA 01 – LINHA DO TEMPO
Fonte: A autora (2021).
De acordo com Pinheiro (2014) a arte pode ser entendida como ciência, religião, 
tecnologia artesanal e rupestre. Para a civilização primitiva a religião, a arte e a ciência se 
confundiam é entendida como um processo/produto usado para certas habilidades.
A história da arte é uma ciência que estuda os movimentos artísticos, as mo-
dificações na valorização estética, as obras de arte e os artistas. Esta análise 
é feita de acordo com a vertente social, política e religiosa da época em que 
é estudada. (PINHEIRO, 2014, p. 13).
É por meio da história, mais especificamente a da arte, do qual podemos aprender 
a respeito dos seres humanos através da evolução, de suas manifestações e de suas 
expressões artísticas.
7UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
2. PALEOLÍTICO, NEOLÍTICO E IDADE DOS METAIS
2.1 Pré-história
O período da pré-história compreendido através do surgimento dos primeiros indí-
cios de registro da escrita (4.000 a.C). Este período é dividido entre Paleolítico (superior e 
inferior), Neolítico e Idade dos Metais. O que sabemos até hoje sobre a arte na pré-história 
são as evidências de objetos e artefatos dos quais foram encontrados a milhares de anos 
como as pedras e ossos de animais.
FIGURA 02 - GRAFISMOS RUPESTRES DA CUEVA DE LAS MANOS, ARGENTINA
8UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
Podemos dizer que a história faz parte do processo evolutivo, pelo fato do homem 
expressar o mundo que está ao seu redor. Arte rupestre é considerada a mais antiga ma-
nifestação artística da história, muito representada por simbolismos. É neste período que 
as produções auxiliaram na criação de artefatos, ferramentas ou comunicações de fatos ou 
acontecimentos e que vivenciaram no dia a dia.
Ainda neste período, segundo Souza (2019) os primeiros objetos artísticos foram 
criados de forma a controlar ou tranquilizar as intempéries e forças da natureza.
A primeira expressão “genuína artística” ocorreu somente no período Paleolítico 
Superior. Já no período anterior, Paleolítico Inferior, é caracterizado pela confecção de fer-
ramentas onde os homens da caverna obtinham, de certa forma, o poder sobre a natureza. 
(FISHER, 2002).
FIGURA 03 - REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS INSTRUMENTOS 
E FERRAMENTAS UTILIZADAS NO PERÍODO PRÉ-HISTÓRIA
Período Paleolítico: as primeiras manifestações artísticas foram pinturas e gravu-
ras encontradas em paredes das cavernas. Além desse tipo de arte, foram criadas pequenas 
esculturas do tamanho de uma mão sendo produzidas de ossos, chifres ou pedras.
9UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
FIGURA 04 - VÊNUS DE WILLENDORF
Fonte: PROENÇA, Graça. História da Arte. (1997, p. 12).
Período Neolítico: Também conhecido como idade da pedra polida, onde os ho-
mens evoluíram por meio do desenvolvimento das técnicas de cultivo e criação de animais. 
Nesta etapa os homens deixaram de ser nômades e passaram a ser sedentários. O modo 
de pintar e desenhar sofreu modificações. Como manifestação de arte tivemos aqui a pre-
sença da cerâmica, tecelagem, artefatos de pedra mais requintados, recipientes de argila 
decorados e ornamentados. As figuras foram reduzidas por meio de traços mais leves, 
cenas coletivas ligadas possivelmente ao plantio e a colheita.
FIGURA 05 - PINTURAS RUPESTRES ENCONTRADAS NA TASSILI REGIÃO DO SAARA
10UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
FIGURA 06 - PINTURAS RUPESTRES ENCONTRADAS NA TASSILI REGIÃO DO SAARA
Idade dos Metais: com as descobertas dos metais, a arte começa a adquirir outras 
carac-terísticas e aspectos. Desse modo, esse período ficou conhecido pelo 
desenvolvimento da metalurgia e técnicas aprimoradas de fundição. O período da idade 
dos metais pode ser subdividido em: idade do cobre (confecção de armas, vasilhas e 
potes para armazenamento da produção agrícola), idade do bronze (resultado da 
mistura do cobre com estanho, mais rígido e resistente onde permitiu a confecção de 
instrumentos mais duradouros para segurança e guerra) e idade do ferro (usados na 
fabricação de ferramentas e armamentos de guerra).
FIGURA 07 - ÂNFORA EM CERÂMICA, MUSEU NACIONAL (COPENHAGUE)
Fonte: PROENÇA, Graça. História da Arte. (1997, p. 15).
11UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
FIGURA 08 -ESCULTURA NEOLÍTICA EM BRONZE, MUSEU PIGORINI (ROMA)
Fonte: PROENÇA, Graça. História da Arte. (1997, p. 15).
12UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
3. ARTE PRIMITIVA
Assim como os povos pré-históricos, os índios e os povos que viviam na 
América antes da vinda de Colombo representavam a arte primitiva. Os maias, astecas e 
os incas representavam esse tipo de arte e eram conhecidos por fazer parte da arte pré-
colombiana.
A arte conhecida como primitiva africana possui características de um tipo de 
arte com uma nova estruturação baseada na natureza de forma imaginativa do mundo 
dos espíritos, ou seja, invisível e inquietante. Os povos primitivos acreditavam que tudo e 
todas as coisas são animadas por espíritos, onde a arte era uma alternativa de propiciar 
moradias e de certa forma armadilha ou de tranquilizá-las.
FIGURA 09- NOVA GUINÉ - FIGURA MASCULINA COM UM PÁSSARO. SÉC. XIX-XX 
COLEÇÃO DE ARTE DA UNIVERSIDADE WASHINGTON
Fonte: JANSON, W.H - Iniciação à História da Arte (1996).
13UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
A imagem (acima) da figura masculina com um pássaro conhecido c omo Nova 
Guiné representa muito bem a arte primitiva, pois os povos deste período tinham grande 
adoração pelos ancestrais. Outra característica da imagem são os olhos em forma de 
concha, olhar intenso e fixo, corpo apenas como apoio. O surgimento do pássaro atrás 
representa o “pássaro da alma”, representando o espírito ou a força vital do 
antepassado”. (JANSON 1996, p. 06).
As relações com o mundo dos espíritos com os povos primitivos eram represen-
tadas por meio da arte, dos rituais, danças, cerimônias dramáticas e oferendas, diante 
de objetos. As máscaras e os vestuários faziam parte desses momentos de adoração e 
são as principais características que marcaram a arte desse período.
FIGURA 10- MÁSCARA DA REGIÃO DE BAMENDA, CAMARÕES. SÉCULO XIX-XX
Fonte: JANSON, W.H - Iniciação à História da Arte (1996).
As máscaras tinham simetria, exatidão e precisão no entalhe que eram 
caracte-rísticas presentes das esculturas africanas. Pode-se observar por meio da figura 
abaixo, (Máscara da península de Gazelle) que tinha traços fluídos e assustadores por 
meio de sobrancelhas grandiosas e arqueadas. Esta máscara representava o espírito de 
um crocodilo. (JANSON 1996).
14UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
FIGURA 11- MÁSCARA DA PENÍNSULA DE GAZELLE, NOVA BRETANHA. 
SÉCULO XIX-XX.MUSEU NACIONAL DE ANTROPOLOGIA, MÉXICO
Fonte: JANSON, W.H - Iniciação à História da Arte (1996).
15UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
4. A ARTE PRIMITIVA AMERICANA
Os povos primitivos nativos da América do Norte trabalhavam características 
rigorosas, como por exemplo o descaso pelas formas naturais, como “as aparências 
reais das coisas”.
FIGURA 12- MODELO DA CASA DE UM CHEFE HAIDA DO SÉCULO XIX, ÍNDIOS DA COSTA 
NOROESTE. AMERICAN MUSEUM OF NATURAL HISTORY, NOVA YORK
Fonte: GOMBRICH, E. H. A História da Arte. Grupo GEN, 2000, p. 48.
16UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
FIGURA 13- CABEÇA DO DEUS DA MORTE, DE UM ALTAR MAIA DE PEDRA 
ENCONTRADO EM COPAN, HONDURAS, C. 500-600 D.C. MUSEU DO HOMEM, LONDRES
Fonte: GOMBRICH, E. H. A História da Arte. Grupo GEN, 2000, p. 50.
Acredita-se que a imagem de pedra abaixo originária do México, possa ser 
datada como arte primitiva do período asteca. Estudiosos acreditam também ser do deus 
da chuva (conhecido como nome Tlaloc), pois na respectiva região, a chuva era assimilada 
a morte ou vida pois para eles, sem chuva não haveria colheita e consequentemente toda 
a população morreria de fome.Os incas acreditavam que trovões representavam um 
espírito muito poderoso.
FIGURA 14- TLALOC, O DEUS DA CHUVA ASTECA, SÉCULOS XIV-XV
 MUSEUM FÜR VÖLKERKUNDE, STAATLICHE MUSEEN, BERLIM
Fonte:GOMBRICH, E. H. A História da Arte. Grupo GEN, 2000, p. 50
Os artistas primitivos, em algumas partes do mundo, criaram certos sistemas onde 
representavam diversas figuras e totens de maneira ornamental baseadas em mitos e 
crenças. Muitas das obras da arte primitiva não sabemos sua explicação exata, ou pouco 
se sabe a acerca de seu significado principalmente pelos traços que as formas naturais se 
transformaram e pelo lado místico que as mesmas eram representadas.
17UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
SAIBA MAIS
Nas pinturas na pré-história, os homens utilizavam óxidos minerais, carvão sangue de 
animais e ossos carbonizados. A princípio usavam o dedo como instrumento de 
pintura, depois acredita-se que criaram os primeiros pincéis feitos de penas e pêlos de 
animais. 
(GRAÇA PROENÇA, 2000).
REFLITA 
Quando falamos de arte, estamos falando de diversas formas de manifestações 
artísticas sobre a humanidade, ao longo da sua evolução e trajetória no tempo.
Fonte: PINHEIRO, Antônio C. F. B; CRIVELARO, Marcos. História da Arte e do Design - Princípios, Estilos 
e Manifestações Culturais. São Paulo: Érica, 2014
18UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Podemos concluir, como também evidenciar através dos conteúdos abordados que 
na história da arte, as primeiras expressões que foram na pré-história, eram muito simples 
como traços de mão em negativo feito nas paredes das cavernas.
Já na arte primitiva a natureza era seu principal foco, os artistas primitivos valori-
zavam as formas simples e iniciais das coisas. A simplicidade e a ausência de sofisticação 
eram características desse tipo de arte.
19UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
LEITURA COMPLEMENTAR 
Caro (a) aluno (a) indico a vocês um artigo sobre Arqueologia a respeito da 
Pré-História ilustrada, onde pinturas e gravuras revelam a diversidade dos estilos da arte 
dos homens das cavernas. Artigo este produzido por Marcos Piveta.
PIVETA, Amaral: Pré-história ilustrada. Pesquisa Fapesp 105 - Novembro 2004. Disponível em: 
https://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2004/11/080-085-arqueologia.pdf Acesso em: 20 
mai. 2021
20UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva
MATERIAL COMPLEMENTAR
LIVRO 
Título: História da Arte
Autor: Graça Proença.
Editora: Editora Ática.
Sinopse: Com linguagem clara e concisa, História da Arte con-
templa da arte rupestre à contemporânea, explorando cânones e 
momentos de ruptura, e chegando às mais recentes tendências 
artísticas que superam as fronteiras entre diferentes formas de 
expressão. Além da atualização e ampliação dos conteúdos sobre 
arte contemporânea, a nova edição conta ainda com uma linha 
do tempo com os principais movimentos artísticos ocorridos no 
Ocidente e no Brasil, com remissão às páginas em que são abor-
dados no livro.
FILME/VÍDEO 
Título: Os Flintstones
Ano: 1994.
Sinopse: Filme baseado nos gêneros de aventura e comédia, 
dirigido por Brian Levant, roteiro de Tom S. Parker, Jum Jennewein 
e Steven E. de Souza, baseado na telessérie animada produzida 
na década de 1960. Trata-se de um filme animado sobre a pré-
história, no qual mostra a moderna vida de uma família de classe 
média no ano de 1.040.000 a.C. A tecnologia, ainda que primária, 
é um de seus maiores atrativos.
21
Plano de Estudo:
● História Antiga;
● Arte Egípcia, Grega e Romana;
● Importância da Arte;
● Representações Artísticas em Diferentes Dinastias.
Objetivos da Aprendizagem:
● Contextualizar a história da antiga;
● Compreender os tipos de representações artísticas;
● Estabelecer a importância da arte.
UNIDADE II
A Arte Egípcia, Grega e Romana
Professora Esp. Jhéssica Zezak Rodrigues Barbiratto
22UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 22UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
INTRODUÇÃO
Caro aluno (a), seja bem-vindo (a) à Unidade II, em nossas aulas 
estudaremos sobre a contextualização da história antiga, de forma a compreender a 
respeito das representações artísticas em diferentes dinastias, assim como suas 
diferentes características e como reconhecê-las. 
Em nossos estudos, vamos estabelecer a importância da arte e o 
conhecimento das diferentes culturas urbanas.
Bons estudos!
23UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 23UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
1. HISTÓRIA ANTIGA
O período conhecido pelo desenvolvimento da primeira forma de escrita, na Sumé-
ria (3500 a.C) é chamado de Idade Antiga. Segundo os historiadores, esse período 
terminou com o fim do Império Romano do Ocidente.
FIGURA 01 - ESCRITA CUNEIFORME, MARCO DO INÍCIO DA IDADE ANTIGA
A escrita cuneiforme foi também, fonte de referência do período posterior a Pré-
História, à Idade Antiga, período esse que teve seu término, quando o último imperador 
de Roma foi destronado. Ao falarmos da história antiga, estamos falando de grandes 
civilizações, civilizações orientais e as clássicas. Os povos egípcios, mesopotâmicos, 
hebreus, fenícios e persas, foram as civilizações orientais. Já as civilizações clássicas 
foram marcadas pelos povos gregos e romanos. Conhecido também como o período das 
grandes civilizações, a Antiguidade foi um período de conflitos, guerras de expansão e 
surgimentos de grandes cidades. 
24UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 24UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
2. ARTE EGÍPCIA, GREGA E ROMANA
2.1 Egito Antigo
A civilização do Egito antigo teve seu desenvolvimento ligado diretamente 
pela existência do rio Nilo.
FIGURA 02 - REGIÃO DO RIO NILO
Fonte: KÜNAST POLON, Luana Caroline. Rio Nilo. Todo Estudo. 
Disponível em: https://www.todoestudo.com.br/geografia/rio-nilo. Acesso em: 24 ago. 2021.
25UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 25UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
Acredita-se que a civilização egípcia se iniciou, quando passou a existir 
pequenas comunidades ao redor do rio Nilo, também conhecida como a “unificação dos 
nomos”. A unificação dos Nomos na região sul do rio resultou na formação do Reino do 
Alto Egito, já da região norte (entorno do delta do Nilo) formaram o Reino do Baixo Egito. 
Um dos aspectos mais significativos da cultura egípcia era a religião, da qual orien-
tava toda sua produção artística.
Segundo Santos (2018), a expressão artística retrata profundamente a história 
dessa civilização e pode ser dividida em três períodos: Antigo Império, Médio e Novo 
Império. A arte teve seu papel de destaque, nos três períodos acima e refletia as crenças 
de suas culturas, sendo a religião um dos papéis bem relevantes. Os deuses poderiam 
interferir nas questões humanas, principalmente na vida. A vida após a morte significava 
mais valor que a própria vida terrena, pois estava associada à ideia de eternidade. 
(OLIVEIRA; GARCEZ, 2001).
A arte do Egito antigo era voltada para estatuetas, vasos, túmulos e objetos para 
os mortos, a arte tinha o objetivo de difundir as crenças religiosas. Algumas características 
podem ser evidenciadas como: obedecer a uma série de regras, deixando explícito o 
domínio das técnicas de execução, sem abordar estilo, criatividade ou imaginação do 
autor.
FIGURA 03- VALE DOS REIS, EGITO
A Lei da Frontalidade era utilizada nas pinturas e nos baixos relevos, a 
cabeça, pernas e pés da figura humana quando retratada eram vistas de perfil, e o tronco 
deveria estar voltado para frente.
26UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 26UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
FIGURA 04- FIGURA DAS GRAVURAS DO VALE DOS REIS DO EGITO
Fonte: Literart: a arte e a religião Egípcia, 2014. Disponível em: http://literartmais.blogspot.com/
2014/10/a-arte-e-religiao-egipcia.html. Acesso em: 24 ago. 2021.
O Novo Império (1580 a 1085 a.C) ficou conhecido como ponto alto vivenciado 
no Egito, período esse marcadopor grandes construções das quais foram 
interrompidas por crises políticas anteriores.
Pintura do Novo Império, teve o abandono das técnicas de rigidez (postura 
das figuras retratadas). Como características, as criações passaram a ter cores 
variadas e sensação de movimento. Essas alterações artísticas geraram certa 
influência também na política com Amenófis IV.
“A crise política após a morte de Ramsés II (ou Ramsés II), influenciou 
diretamente na arte sendo assim, que passou a ser influenciada pela cultura dos 
invasores e foi perdendo as suas características anteriores”. (SANTOS, 2018, p. 41).
27UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 27UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
3. IMPORTÂNCIA DA ARTE
3.1 Grécia Antiga
Aqueles que não se submeteram às imposições de reis e sacerdotes foram os 
gregos, já que “o homem era a criatura mais importante do universo”. Sendo assim, seu 
conhecimento era mais racional e estava acima da fé. (SANTOS, 2018)
Os gregos tinham relações com o Oriente Próximo e Egito, dessa forma 
apreciavam as produções artísticas dessas civilizações. A civilização grega 
acreditava que os seres humanos estavam acima, em um local de destaque, e que não 
tinha imposições dos reis e sacerdotes. Ou seja, o conhecimento associado, é 
expressado pela razão ficando acima das crenças religiosas das divindades. Santos 
(2018) destaca alguns períodos históricos do ponto de vista da produção artística:
Período arcaico: formação das cidades-estados, de meados do século 
a.C até a época das Guerras Greco-Pérsicas, no século V a.C. Nesse 
período, houve predomínio das linhas geométricas rígidas.
Período clássico: das Guerras Greco-Pérsicas até o fim da Guerra 
de Pelo-poneso, século IV a.C. Esse período foi marcado pela idealização 
da beleza e pela busca da perfeição 
formal.
Período helenístico: do século IV a.C, até o século II a.C (em 146 a.C., a 
Gré-cia foi dominada por Roma). Esse período foi caracterizado por 
formas com aspectos exagerados de movimentação, em que se 
ressaltava a qualidade expressiva dos elementos. (SANTOS e SOUZA, 
2018, p. 42).
No período clássico, também conhecido como século Péricles e idade do ouro da 
sociedade grega, as atividades artísticas refletem o esplendor da cultura helenística, assim 
como as atividades intelectuais e políticas.
28UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 28UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
Na pintura, iniciou-se como elemento decorativo da arquitetura, mas teve seu es-
plendor com a pintura cerâmica: equilíbrio das formas de harmonia entre o desenho, 
as cores e os elementos de ornamentação, são marcas registradas dos vasos gregos.
FIGURA 05 - ÂNFORA, MUSEU ARQUEOLÓGICO NACIONAL DE ATENAS - GRÉCIA
Os vasos serviam para rituais religiosos, armazenamento dos líquidos (água, 
vinho e azeite) e também mantimentos. Em seguida, passou a ser usado como objetos 
artísticos e em suas pinturas, buscou-se representar as atividades diárias e cenas 
mitológicas.
FIGURA 06- À ESQUERDA, ÂNFORA COM FIGURAS NEGRAS PINTADAS POR 
EXÉQUIAS, MUSEU GREGORIANO-ETRUSCO (ROMA ) E À DIREITA VASO FRANÇOIS 
POR CLÍTIAS: AJAX CARREGANDO AQUILES, MUSEU ARQUEOLÓGICO, FLORENÇA
Fonte: PROENÇA, Graça. História da Arte. (1997, p. 32).
29UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 29UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
Os gregos começaram a esculpir figuras humanas em mármore no final do século 
VII a.C. Foram influenciados pelos egípcios, principalmente pela técnica de esculpir em 
grandes blocos. O escultor grego buscava retratar o homem como objeto belo em si 
mesmo, mas também semelhante.
No período arcaico apreciavam a assimetria natural do corpo, representado 
pela estátua de Kouros (homem jovem), depois figuras mais nuas masculinas de forma 
ereta com peso do corpo distribuído sobre as duas pernas e com rigorosa posição frontal.
FIGURA 07- KLEOBIS E BITON (CLEOBIS E BITÃO), DOIS IRMÃOS KOUROS DO GRE-
GO ARCAICO DE ARGOS, DENTRO DO MUSEU ARQUEOLÓGICO DE DELPHI. DELPHI, 
BOEOTIA, GRÉCIA, EUROPA.
30UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 30UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
FIGURA 08- ZEUS DE ARTEMÍSIO, ESTÁTUA DE BRONZE.
MUSEU ARQUEOLÓGICO NACIONAL - ATENAS
Com o período helenístico os traços das esculturas passaram a ser bem carac-
terísticos, o naturalismo esteve mais crescente: emoções e estado espírito também eram 
representados. A obra que representa esse período é a Afrodite nua, (Afrodite de Cnido), 
conforme pode-se observar na sua cópia romana.
FIGURA 09- CÓPIA DA AFRODITE DE CNIDO, MUSEU DO VATICANO (ROMA)
Fonte: Wikipedia, 2019. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Afrodite_cnidia.jpg. Acesso em: 24 ago. 2021.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Afrodite_cnidia.jpg
31UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 31UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
4. REPRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS EM DIFERENTES DINASTIAS
4.1 Roma Antiga
Os romanos tinham sua arte marcada por fortes influências etruscas com 
uma realidade mais vivida, e também pela arte greco-helenística da qual era orientada 
por um ideal de beleza expresso.
Dentre as civilizações do mundo antigo, os romanos foram aqueles dos quais 
temos mais acesso, devido à grande herança literária por eles produzida. Os romanos 
tinham as próprias produções artísticas baseadas nas produções gregas devido a sua 
enorme admiração por eles, embora apresentasse qualidades, temáticas e intenções 
diferentes dos gregos.
Podemos observar os períodos da Roma Antiga abaixo, de acordo com Santos 
e Souza (2019, p. 46):
Monárquico: 753-509 a.C
Republicano: 509-27 a.C
Imperial: 27 a.C-476 d.C
As esculturas eram representação fiel das pessoas, pois os romanos eram realistas 
e práticos, diferente dos admirados gregos que representavam um ideal de beleza. 
Influenciados por concepções helenísticas, a estátua do Imperador Augusto 
(imagem abaixo), feita em aproximadamente 19 a.C, da qual teve como referência a 
escultura Doríforo de Policleto. Embora o artista procurou representar as feições reais do 
Imperador e a representações de elementos bem determinantes como o braço erguido. 
(PROENÇA, 1997).
32UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 32UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
FIGURA 10- PRIMEIRO IMPERADOR ROMANO, AUGUSTO
Fonte: Wikipedia, 2007. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_de_Prima_Porta#/media/Fichei-
ro:Statue-Augustus.jpg. Acesso em: 24 ago. 2021.
FIGURA 11- O DORÍFORO EM CÓPIA DO MUSEU ARQUEOLÓGICO NACIONAL DE 
NÁPOLES. INSPIROU NA PRODUÇÃO DA ESTÁTUA DO IMPERADOR AUGUSTO
Fonte: Wikimedia, 2021. Disponível em: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b5/
Doryphoros_MAN_Napoli_Inv6011-2.jpg. Acesso em: 24 ago. 2021.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Arqueol%C3%B3gico_Nacional_de_N%C3%A1poles
https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Arqueol%C3%B3gico_Nacional_de_N%C3%A1poles
33UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 33UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
Os bustos foi uma das incorporações romanas de tradição permanente muito mais 
antiga (remonta os tempos da pré-história). “O rosto surge como uma personalidade espe-
cificamente romana – austero, sulcado, de vontade férrea”. (JANSON, 1996, p. 58).
FIGURA 12- RETRATO DE UM ROMANO EM MÁRMORE. PALAZZO TORLONIA, ROMA
Fonte: Wikipedia, 2021. Disponível em: https://es.wikipedia.org/wiki/Anexo:Retrato_romano#/media/Archi-
vo:Patrizio_Torlonia.jpg. Acesso em: 24 ago. 2021.
A pintura fazia parte da decoração interna dos edifícios, como painéis que 
cobriam as paredes das residências. A arte do mosaico também esteve presente nas 
produções artísticas dos romanos, tanto a pintura como o mosaico agregavam mais valor 
à arquitetura dos edifícios.
Segundo historiadores, os romanos foram aprimorando sua pintura, algumas vezes 
eram vistas paisagens com animais e pessoas, outras uma espécie de barrado com 
figuras humanas sentadas ou em pé de forma a criar um mural.Os romanos passaram por pelo menos quatro estilos ao longo do tempo na pintura, 
sendo o último como uma tendência de permitir a sensação de ampliar os espaços, 
como ser visto na sala da Casa Vetti em Pompéia.
34UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 34UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
FIGURA 13- CASA VETTI EM POMPÉIA (MEADOS DO SÉCULO I)
Fonte: Roma pra você, 2021. Disponível em: https://www.romapravoce.com/
pompeia-italia-o-que-fazer-em-pompeia/. Acesso em: 24 ago. 2021.
FIGURA 14- CASA VETTI EM POMPÉIA (MEADOS DO SÉCULO I)
Os romanos misturam realismo e imaginação em suas obras, complementando 
as construções arquitetônicas de forma rica “ora de maneira tosca mas alegre, ora de 
maneira segura e brilhante”. (PROENÇA, 1997, p. 42).
35UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 35UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
SAIBA MAIS
A marca registrada da arte egípcia era a Lei da Frontalidade. De acordo com 
essas regras, a arte não era naturalista e deveria deixar claro para quem observava 
que se tratava apenas de uma representação.
Fonte: Povo egípcio é um dos mais antigos e curiosos do mundo. Educa Mais Brasil, 2019. Disponível em: 
https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/artes/arte-egipcia. Acesso em: 25 ago. 2021.
REFLITA 
“A invenção da escrita foi uma realização indispensável, originária das civilizações his-
tóricas do Egito e da Mesopotâmia.” A escrita foi de suma importância para os registros 
dos eventos históricos. 
Fonte: JANSON, W.H - Iniciação à História da Arte (1996, p. 10).
36UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 36UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Vimos nessa unidade II a respeito da história da arte, e principalmente que os pri-
meiros conceitos teóricos de sistematização dos estudos das artes surgiram na Antiguidade.
A arte teve suas características evidenciadas conforme cada estilo e também com 
características regionais, como por exemplo as pinturas romanas encontradas em Pompéia.
A arte esteve ligada às necessidades dos rituais e crenças religiosas para 
os egípcios, resgatando valores das divindades para o mundo real. Já para os gregos 
e romanos, as produções artísticas tinham significado voltado para o humanismo, 
embora também cultivavam a necessidade religiosa.
37UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 37UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
LEITURA COMPLEMENTAR 
A antiguidade clássica conhecida por civilizações gregas e romanas, dominavam 
as regiões pertencentes ao Mediterrâneio por volta de 500 a.C a 400.
O termo antiguidade clássica icou conhecido por tratar das civilizações antigas 
e que prosperaram, e serviram de modelo para outras civilizações.
Antiguidade Clássica: Grécia e Roma antiga
Civilizações clássicas como Grécia e Roma dominavam a área do Mediterrâneo 
entre 500 a.C a 400 a.C Disponível em: 
https://geniodoenem.com.br/antiguidade-classica-grecia-e-roma-antiga-resumo-enem/
Ciências humanas e suas tecnologias - Setembro 2017. Acesso em: 25 de mai. 2021
38UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 38UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
MATERIAL COMPLEMENTAR
LIVRO 
Título: História Global da Arquitetura
Autor: Francis D. K. Ching, Mark M. Jarzombeck, Vikramaditya 
Prakash.
Editora: Senac São Paulo. 2016
Sinopse: Organizado através de uma linha do tempo, História 
Global da Arquitetura apresenta um ponto de vista inovador para o 
estudo da história da arquitetura, abrangendo desde o ano de 3500 
a.C. até o século XX. É um estudo sem precedentes, realizado por
uma equipe de especialistas na área, que enfatiza as conexões,
os contrastes e as influências dos movimentos arquitetônicos ao
longo do tempo. A história da arquitetura mundial é apresentada
a partir de uma estrutura unificada, auxiliando a interpretação e a
compreensão do assunto, enriquecida pelas ilustrações de Francis
D. K. Ching e por um significativo material fotográfico.
FILME/VÍDEO 
Título: Os Segredos de Saqqara
Ano: 2020.
Sinopse: Documentário britânico sobre uma equipe de arqueó-
logos egípcios que descobrem uma tumba do século 25 aC na 
necrópole de Saqqara, nos arredores do Cairo, que permaneceu 
intocada por 4.400 anos.
39UNIDADE I Surgimento da Arte e Arte Primitiva 39UNIDADE II A Arte Egípcia, Grega e Romana
WEB 
Vimos que o Egito foi uma grande civilização da Idade Antiga. Podemos observar 
mais sobre a sua história, principalmente a sua unificação do Egito Antigo através do link 
conhecido como “História Livre” por Marcos Emílio Ekman Faber.
Fonte:http://www.historialivre.com/antiga/uneegito.htm#:~:text=A%20unifica%-
C3%A7%C3%A3o%20dos%20nomos%20ao,deus%20H%C3%B3rus%20a%20divinda-
de%20m%C3%A1xima.
40
Plano de Estudo:
● A arte Mesopotâmia;
● A arte Persa;
● A arte Bizantina;
● A arte Cristã Primitiva.
Objetivos da Aprendizagem:
● Contextualizar a história da arte;
● Compreender os tipos de representações artísticas;
● Estabelecer a importância da arte em diferentes culturas.
UNIDADE III
A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina 
e Cristã Primitiva
Professora Esp. Jhéssica Zezak Rodrigues Barbiratto
41UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
INTRODUÇÃO
Olá, aluno (a), seja bem-vindo (a) à Unidade III, em nossos estudos veremos 
sobre a contextualização da história da arte em diferentes civilizações, de forma a 
compreender a respeito das representações artísticas em diferentes dinastias e suas 
formas de manifestações e qual a importância da arte e conhecimento das diferentes 
culturas urbanas.
Bons estudos!
42UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
1. A ARTE MESOPOTÂMICA
A civilização da Mesopotâmia surgiu paralelamente na mesma época entre 
os povos do Egito. A palavra Mesopotâmia signi ica “terra entre os rios”.
A arte era representada por diversas manifestações artísticas como pintura, 
ar-quitetura, literatura, artesanato e escultura. Os povos da Mesopotâmia habitavam 
(entre 3500 e 3000 a.C) os vales dos rios Tigres e Eufrates (hoje região da Turquia e 
Iraque). Os sumérios, acádios, assírios, caldeus e babilônios foram os principais povos 
pertencentes à Mesopotâmia.
FIGURA 01 - BODE E ÁRVORE. SUPORTE DE OFERENDAS, DE UR, C. 2600 A.C. 
MADEIRA, OURO, LÁPIS-LAZÚLI.
Fonte: O Tempo de Ishtar, 2021.Disponível em: https://otemplodeishtar.wordpress.com/
galeria-de-fotos/bode-e-arvore/. Acesso em: 24 ago. 2021.
43UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
As tradições artísticas e culturais, dos antepassados que fundaram a região da 
mesopotâmia sumérios, mantiveram-se mesmo com as invasões e rivalidades locais.
FIGURA 02 - RAINHA DA NOITE, ANTIGA DEUSA DA MESOPOTÂMIA
Fonte: Wikipédia, 2021. Disponpivel em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Inana#/media/Ficheiro:British_Museum_ 
Queen_of_the_Night.jpg,século. Acesso em: 25 ago. 2021.
As principais características da arte da Mesopotâmia eram a diversidade de culturas 
de povos, dessa forma a arte refletia a história, política e religião. A produção artística 
tinha como materiais, argila, cerâmica, cobre, basalto, prata, estanho, marfim e também 
pedras preciosas. Tanto a escultura como a pintura, tinham como finalidade decorativa e 
complementavam arquitetura. 
FIGURA 03 - LAMASSU .OS GUARDIÕES DO REI – MUSEU BRITÂNICO - LONDRES
Fonte: Hisour, 2021. Disponível em: https://www.hisour.com/pt/egyptian-sculpture-
and-assyrian-relief-the-british-museum-43911/. Acesso em: 24 ago. 2021.
44UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
A respeito da pintura eram trabalhados grandes murais e adornos produzidos 
para decorar em palácios e templos. As cores eram diversas (mais frequentemente branco 
e preto, amarelo e vermelho) e também retratavam cenas do cotidiano, as cerimônias 
e rituais, cenas de guerra e deuses.
FIGURA 04 - MURO DE ISHTAR, BERLIM.
Já na escultura havia traços naturalistas e/ou realistas e a principal 
característica, eram esculturas estáticase rijas (sem movimento). As esculturas eram 
feitas em sua maioria, de argila e pedra, na qual retratavam seres mitológicos, animais, 
deuses e humanos (frontal em pé ou sentados).
45UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
2. A ARTE PERSA
A região da Pérsia consistia na região leste da Mesopotâmia (região do atual Irã), 
e foi ocupada pelos herdeiros do Império Assírio. Os persas eram seminômades e 
deram início a um dos grandes impérios antigos, onde teve seu apogeu com os reinados 
de Dario I e Xerxes. (PINHEIRO, 2014)
FIGURA 05 - MOSAICO ANTIGO DE DARIO NA BATALHA DE ISSUS, 
LOCALIZADO EM POMPEIA, ITÁLIA.
Fonte: Wikimedia, 2021. Disponível em: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/ba
Alexandermosaic.jpg. Acesso em: 24 ago. 2021.
46UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
A arte persa teve grande contribuição dos estilos egípcio e da mesopotâmia. As 
produções artísticas foram baseadas no luxo da decoração, exaltação aos reis e grandiosi-
dade de estruturas na arquitetura, por exemplo.
A escultura tinha características assírias (simetria, mitologia e realismo), mais tarde 
a arte persa sofreu influência grega, quando deixou o esquema rígido das representações 
do corpo humano e passou a representar a “liberdade plástica helênica”.
FIGURA 06 - INSCRIÇÃO BEHISTUN SOBRE A HISTÓRIA DAS CONQUISTAS DO REI DARIO
Fonte: Wikipedia, 2006. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Inscri%C3%A7%C3%A3o_de_Beistum#/
media/Ficheiro:Darius_I_the_Great’s_inscription.jpg. Acesso em: 24 ago. 2021.
47UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
3. A ARTE BIZANTINA
Constantino (323 d.C) transferiu a capital do Império Romano para Bizâncio, ci-
dade grega que posteriormente ficou conhecida como Constantinopla. A capital Bizâncio 
simbolizava a “nova base cristã do Estado romano”, e por isso a arte ficou conhecida 
como bizantina. (JANSON, 1996).
O Império Bizantino teve seu apogeu cultural e político durante o governo do Im-
perador Justiniano (9527 a 565). O cristianismo coincidiu com o momento de esplendor 
do Império Bizantino, mas a arte bizantina tinha um caráter majestoso que transmitia 
riqueza e poder, diferente da arte cristã primitiva.
A arte bizantina não é apenas sobre a arte do Império Romano do Oriente, 
desenvolveu-se com tendências e tradições, antes do reinado de Constantino. 
Caracterizada por influências greco-romanas clássicas, europeias e asiáticas, tinha como 
objetivo “expressar a autoridade absoluta do imperador, considerado sagrado, 
representante de deus e com poderes temporais e espirituais”. (PROENÇA, 1997)
Uma série de convenções foram estabelecidas para atingir esse objetivo, como 
por exemplo a lei da frontalidade da arte egípcia. Outras regras como a determinação de 
cada lugar dos personagens, assim como seus gestos, roupas e símbolos de forma 
rigorosamente determinada.
48UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
FIGURA 07 - SÃO VITAL. PORMENOR DO CORTEJO DE TEODORA. SÉCULO VI
Fonte: Mosaico Bizantino de Ravena, 2021. Disponível em: http://mosaicobizantinoderavena.blogspot. 
com/2015/06/ravena-contextualizacaohistorico.html. Acesso em: 24 ago. 2021.
Na pintura bizantina estavam presentes, afrescos nas paredes das igrejas e mi-
niaturas nas ilustrações de livros como painéis portáteis. Já as esculturas não eram muito 
frequentes neste período, e as criadas eram feitas em marfim. Os mosaicos foram a 
manifestação artística de destaque na arte bizantina, eram conhecidos como “expressão 
máxima” do período, e retratavam cenas e passagens bíblicas como também retratos 
do imperador.
FIGURA 08 - MOSAICO DA IGREJA DE SÃO VITAL, EM RAVENA (526-547)
49UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
4. A ARTE CRISTÃ PRIMITIVA
Logo depois dele, entretanto, os povos celtas e germânicos herdaram a civili-
zação do final da Antiguidade romana, da qual a cristã primitiva havia sido 
uma parte, e a transformaram em civilização medieval. (JANSON, 1996, p. 
74).
A história da arte Cristã Primitiva, divide-se entre antes e depois da oficialização 
do cristianismo. Inicialmente na Judéia, os discípulos de Jesus, após a sua morte, 
começaram a divulgar seus ensinamentos, depois a comunidade cristã passou por 
várias regiões do Império Romano. Os cristãos foram perseguidos pela primeira vez em 
64, com o Imperador Nero. Sob o governo de Diocleciano foram brutalmente perseguidos 
entre 303 e 305.
A história do cristianismo iniciou-se em reuniões subterrâneas devido às 
perseguições oficiais. As catacumbas foram as galerias subterrâneas, da qual os 
primeiros cristãos passaram a enterrar seus mortos. (FAZIO; MOFFETT; WODEHOUSE, 
2011).
FIGURA 09 - PEIXE E ÂNCORA DA CATACUMBA DE DOMITILA
Fonte: EUSÉBIO, 2005, p. 15. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/numen/article/
view/28915/20412. Acesso em: 23 ago. 2021.
50UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
A arte nesse período limitava-se aos símbolos cristãos (cruz, palma, peixe) 
nas paredes das catacumbas. Com o passar do tempo, as pinturas evoluíram e as 
cenas do Antigo e Novo Testamento aparecem, como por exemplo a figura do Bom 
Pastor – Jesus Cristo, Redentor. Esse tipo de arte era “grosseira e rude”, pois era 
executada pelo povo que havia se convertido à nova religião, mas era simples e 
simbólica. (GRAÇA, 1997).
FIGURA 10 - AFRESCO “O BOM PASTOR” DA CATACUMBA DE SÃO CALISTO, ROMA.
Fonte: GREGORI, 2014, p. 39. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/
numen/article/view/28915/20412. Acesso em: 28 ago. 2021.
FIGURA 11 - AFRESCO “O BOM PASTOR”, DA ESQUERDA DA CATACUMBA DE PRISCILLA, ROMA
Fonte: GREGORI, 2014, p. 39. Disponível em:https://periodicos.ufjf.br/index.php/numen/article/
view/28915/20412. Acesso em: 23 ago. 2021.
51UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
FIGURA 12 - AFRESCO “O BOM PASTOR” PRISCILLA,CATACUMBA DOS SANTOS 
PEDRO E MARCELINO, ROMA
Fonte: GREGORI, 2014, p. 39. Disponível em: https://periodicos.ufjf.br/index.php/numen/article/
view/28915/20412. Acesso em: 23 ago. 2021.
As perseguições aos cristãos diminuiria aos poucos, em 313 o Imperador Cons-
tantino permitiu a conversão da religião cristã e, em 391 com o Imperador Teodósio, 
o cristianismo foi oficializado como a religião do império. Com isso, surgiram os 
primeiros templos cristãos, onde externamente mantiveram-se as características 
arquitetônicas, já internamente passaram a ter paredes ornamentadas com pinturas, 
mosaicos que retratavam os mistérios da fé.
FIGURA 13 - BASÍLICA DE SANTA SABINA, CONSTRUÍDA ENTRE 422 E 432
52UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
FIGURA 14 - INTERIOR DA BASÍLICA DE SANTA SABINA, CONSTRUÍDA ENTRE 422 E 432
FIGURA 15 - MOSAICO NA BASÍLICA SANTA MARIA MAGGIORE
53UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
SAIBA MAIS
O Jardim suspenso da Babilônia: são uma das sete maravilhas do mundo, sendo uma 
das maravilhas mais retratadas que muito ainda não se sabe, e que possivelmente cria-
do no reinado de Nabucodonosor II, com terraços elevados irrigadas pelas águas do Rio 
Eufrates.
Fonte: INFOESCOLA. Info Escola - Navegando e Aprendendo, 2021.
Disponível em: https://www.infoescola.com/historia/jardins-suspensos-da-babilonia. Acesso em: 24 maio. 
2021.
REFLITA 
Para muitas civilizações, a arte clássica (Grécia e Roma) é de suma importância e 
influenciou nas demais produções por trabalharem a grandeza da estética e 
proporções ideais com os gregos e romanos os estilos arquitetônicos, as ordens e as 
pinturas nas paredes.
Fonte: LAURA AIDAR. Toda Matéria - Conteúdos escolares para alunos e professores, 2019. Disponível 
em: https://www.todamateria.com.br/arte-grega/ Acesso em 24/05/2021
54UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Vimosque a arte da Grécia antiga aborda as manifestações visuais, as ciências, 
literatura, teatro, música e arquitetura. A arte grega influenciou diversas civilizações 
posteriores, tanto na teoria como materialmente, a partir de conceitos ideológicos formais e 
de uma filosofia antropocêntrica com sentido racionalista. 
Já a arte persa teve suas manifestações através do poder do Império Persa e foi 
representada com grandes estruturas arquitetônicas como palácios e túmulos, com luxuo-
sas decorações.
Na Mesopotâmia as representações artísticas, como pintura, escultura, arquitetura, 
literatura e artesanato, foram desenvolvidas pela civilização mesopotâmica durante mais ou 
menos 4.000 anos.
O legado da arte bizantina, principalmente com os mosaicos, os bizantinos 
criaram os “ícones” (imagens), que passou a ser uma forma de expressão artística na 
pintura. Nesse tipo de arte, foi utilizado técnicas de têmpera ou encáustica que 
transmitam ornamentação, luxo e riqueza.
Por fim, vimos também como surgiu a Arte Cristã Primitiva, suas manifestações 
artísticas e principais características, como também a basílica romana mais antiga e que 
tem sua planta retangular preservada, a Basílica de Santa Sabina em Roma.
55UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
LEITURA COMPLEMENTAR 
A Acrilex, uma empresa fundada em 1964 em São Paulo e considerada a maior empre-
sa da América Latina no segmento de tintas, possui em seu site um setor chamado de Acrilex 
Cultural, que aborda conceitos e definições da História da Arte. Com o objetivo de auxiliar o 
conhecimento sobre História da Arte, os principais movimentos e artistas dos períodos.
Vimos nessa unidade como surgiu a Arte Cristã Primitiva, também conhecida como 
Arte Paleocristã por alguns autores, a partir dos ensinamentos de Jesus Cristo por seus se-
guidores que não eram artistas renomados ou com grandes técnicas e habilidades artísticas. 
Para saber mais sobre este estilo de arte ou demais períodos, sugiro a 
respectiva leitura complementar.
Disponível em: 
https://acrilex.com.br/acrilex-cultural/arte-paleocrista/. Acesso em: 27 maio. 2021
56UNIDADE III A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
MATERIAL COMPLEMENTAR
LIVRO
Título:A História da Arquitetura Mundial
Autor: FAZIO, Michael, MOFFETT, Marian, WODEHOUSE, 
Lawrence
Editora: Bookman, 2011
Sinopse: Livro de história da arquitetura mais completo, 
publicado em língua portuguesa, pois inclui capítulos 
especialmente dedicados à arquitetura da América Pré-
Colombiana, dos países islâmicos, Índia, Rússia, China, Japão e 
Extremo Oriente.
FILME/VÍDEO 
Título: 300 - A Ascensão do Império
Ano: 2014
Sinopse: Após a morte do pai, Xerxes dá início a uma jornada de 
vingança e ruma em direção à Grécia, com seu exército liderado 
por Artemisia. Enquanto os 300 espartanos liderados por Leonidas 
tentam combater o Deus-Rei, os exércitos do resto da Grécia se 
unem para uma batalha com as tropas de Artemisia no mar. The-
mistocles é o responsável por liderar os gregos.
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Plano de Estudo:
● Dinamismo da arte gótica;
● Intenção artística e a técnica na arquitetura gótica;
● Pintura gótica;
● Escultura gótica.
Objetivos da Aprendizagem:
● Conceituar e contextualizar a arte e os períodos da arte gótica;
● Compreender os tipos de manifestações artísticas;
● Estabelecer a importância da arte gótica.
UNIDADE IV
A Arte Gótica
Professora Esp. Jhéssica Zezak Rodrigues Barbiratto
58UNIDADE IV A Arte Gótica
INTRODUÇÃO
Caro (a) aluno (a) seja bem-vindo (a) à Unidade IV, neste estudo a respeito da 
Arte Gótica, de forma a diferenciarmos e distinguir esse tipo de arte.
Nesse nosso encontro também compreendemos sobre a intenção artísticas e 
a técnica da arquitetura, tipo de pintura e escultura gótica, e estabelecemos a importância 
da mesma. Aprenderemos a diferença entre eles e suas necessidades. Boa aula!
59UNIDADE IV A Arte Gótica
1. O DINAMISMO DA ARTE GÓTICA
1.1 Arte Gótica
Um movimento que durou cerca de três séculos, ficou conhecido como Arte Gótica, 
iniciou-se por volta do século XII e terminou no final do século XIV, inicialmente no norte 
da França e depois espalhando por grande parte da Europa medieval. 
O período gótico também ficou conhecido como o “período das catedrais”, com 
estilo vertical que tinham o objetivo de tocarem o céu, com a presença de vitrais, pinturas 
e esculturas.
FIGURA 01 - CATEDRAL DE CHARTRES, FRANÇA
60UNIDADE IV A Arte Gótica
A cultura européia passava por grandes mudanças que influenciaram a arte gótica. 
A burguesia surgiu como novo grupo social após a recuperação dos grandes centros urba-
nos e cidades nos séculos XI e XII. As transformações sociais construíram um símbolo de 
orgulho urbano, as catedrais acima de tudo, como também os edifícios civis e os palácios. 
(JANSON, 1996)
FIGURA 02 - CATEDRAL DE DUOMO, ITÁLIA
Em 1400 o gótico tornou-se um estilo “Gótico Internacional” por quase toda a 
parte, logo mais tarde é uma arte totalmente nova conhecida como “Pré-Renascimento” 
em Florença, e “Gótico Tardio” em Flandres.
61UNIDADE IV A Arte Gótica
2. INTENÇÃO ARTÍSTICA E A TÉCNICA NA ARQUITETURA GÓTICA
2.1 Arquitetura
O termo gótico pode ser mais observado visualmente na arquitetura, onde 
suas características podem ser reconhecidas. A arquitetura teve seu apogeu 
entre 1159 e 1250, conhecido como a “Época das Grandes Catedrais”. 
(JANSON, 1996)
FIGURA 03 - CATEDRAL DE NOTRE DAME, FRANÇA
62UNIDADE IV A Arte Gótica
Caracterizada pelos arcos ogivais, pelas abóbadas nervuradas, janelas com 
rendilhados, colunas com fasciculados, arcobotantes e principalmente pelo sistema 
estrutural conhecido como esqueleto (cargas das coberturas não apoiam nas paredes pois 
são transferidas diretamente ao solo por pilares). As construções faziam analogia ao 
que a sociedade estava vivenciando: ascensão do período e sentimento religioso.
As paredes das catedrais eram bem espessas com pilares e colunas para a susten-
tação das abóbadas, ou seja, correspondiam a estrutura interna curvada. Já a exposição à 
luz (entrada de luz), das grandiosas catedrais, eram permitidas por meio dos 
arcobotantes que foram uma grande contribuição à arquitetura. (JANSON, 1996)
A intenção e o desejo dos arquitetos era ver seus edifícios bem próximos ao céu, 
por isso a magnitude das obras. Já o interior foi elevado, com o objetivo de que os espec-
tadores olhassem principalmente para o alto, de forma a simbolizar a esperança religiosa 
em busca do reino celestial.
63UNIDADE IV A Arte Gótica
3. A PINTURA GÓTICA
3.1 Pintura
Esse tipo de arte teve seu apogeu, na Itália central, entre 1300 e 1350. No início do século 
XV, a pintura tinha características que anunciavam o período do Renascimento, com obras 
realistas, elementos da natureza e riqueza nos detalhes.
FIGURA 04 - ENTRADA DE CRISTO EM JERUSALÉM, GIOTTO (1305-1306)
Fonte: JANSON, 1996, p. 127.
64UNIDADE IV A Arte Gótica
Dessa forma, a pintura gótica se opôs à bizantina de forma a representar mais 
o naturalismo, com estilo mais suave e realista permanecendo até o século XIII.
A pintura italiana, no final do século XIII, teve uma verdadeira revolução na pintura, 
assim como as catedrais góticas na arquitetura.
 FIGURA 05 - AFRESCO A LAMENTAÇÃO (1306), PINTADO POR GIOTTO DI BONDONE, 
NA CAPELA DE SCROVEGNI, PÁDUA, ITÁLIA
Fonte: Wikipedia, 2021. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cappella_degli_Scrovegni#/media/Fichei-
ro:Giotto_di_Bondone_009.jp. Acesso em: 25 ago. 2021.
FIGURA 06 - CRISTO ENTRANDO EM JERUSALÉM, DUCCIO (1308-1311)
Fonte: JANSON, 1996, p. 129.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cappella_degli_Scrovegni#/media/Ficheiro:Giotto_di_Bondone_009.jp
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cappella_degli_Scrovegni#/media/Ficheiro:Giotto_di_Bondone_009.jp
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cappella_degli_Scrovegni#/media/Ficheiro:Giotto_di_Bondone_009.jp
65UNIDADE IV A Arte Gótica
FIGURA 07 - CAMINHO PARAO CALVÁRIO, SIMONI MARTINI (1340)
Fonte: Wikipedia, 2021. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Andrea_di_Bartolo#/media/Ficheiro:An-
drea_di_Bartolo._Way_to_Calvary._Thissen-Bornhemisz_coll..jpg. Acesso em: 24 ago. 2021.
FIGURA 08 - MADONNA COM JESUS, SÃO JEROME, SÃO BERNARDINO, E O ANJO.
Fonte: Todo Estudo, 2021. Disponível em: https://www.todoestudo.com.br/artes/arte-gotica. Acesso em: 24 ago. 2021.
66UNIDADE IV A Arte Gótica
4. A ESCULTURA GÓTICA
4.1 Escultura
A escultura gótica teve suas maiores realizações por volta de 1220 e 1420. Estava
associada à arquitetura nos interiores das igrejas ou em seus portais, de forma a 
representar a vida humana com características naturalistas. (JANSON, 1996)
FIGURA 09 - À ESQUERDA, ESCULTURA DE GIOVANNI PISANO O CAVALEIRO E À 
DIREITA, NOBRE UTA (CATEDRAL DE NAUMBERG)
Fonte: PROENÇA, Graça. História da Arte. (1997, p. 71).
67UNIDADE IV A Arte Gótica
As esculturas surgiram para acompanhar as primeiras catedrais góticas na França 
no século XII. Como características, foram os destaques que tiveram das paredes por 
meio de figuras tridimensionais, de forma que parecem que se movem em direção aos 
observadores, expressam a verticalidade e também, seu aspecto naturalista permitem 
uma fluidez às obras. (JANSON, 1996)
FIGURA 10 - ESCULTURAS DA CATEDRAL DE NOTRE-DAME 
Fonte: Todo Estudo, 2021. Disponível em: https://www.todoestudo.com.br/artes/arte-gotica. Acesso em: 24 ago. 
2021.
Externamente a presença das gárgulas, eram esculturas responsáveis pelo 
escoa-mento das águas pluviais.
FIGURA 11 - GÁRGULAS 
Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Escultura_do_g%C3%B3tico#/media/
Ficheiro:SalisburyCathedral_Gargoyle1.JPG, entre 1185 e 1311
68UNIDADE IV A Arte Gótica
SAIBA MAIS
A burguesia surgiu na Europa, a partir do século XV como consequência do Renasci-
mento Cultural, comercial e urbano. O termo designa as pessoas que passaram a adotar 
as ideias de acúmulo de capital.
Fonte: CARVALHO, Leandro. Brasil Escola - Navegando e Aprendendo, 2021.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/surgimento-burguesia.htm. Acesso em 24 maio, 2021.
REFLITA 
Os mosaicos são o esplendor da arte do período bizantino, já os vitrais são para as ca-
tedrais do período gótico (representavam o símbolo da fé cristã).
Fonte: JANSON, H. W. Iniciação à história da arte. Trad.: Jefferson Luiz Camargo. 2. ed. São Paulo: Mar-
tins Fontes, 1996.
https://brasilescola.uol.com.br/historiag/surgimento-burguesia.htm
69UNIDADE IV A Arte Gótica
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Segundo Janson (1996), o tempo e o espaço são interdependentes e na história 
devemos considerar que o desenrolar dos acontecimentos estão inseridos no tempo, 
sem uma “consciência suficiente de seu desdobramento no espaço”. O passado na 
história da arte, demanda de evidências e muitas vezes as fontes são escassas ou 
foram perdidas. Especificamente no período gótico, não se pode definir em termos 
temporais, pois é necessário levarmos em consideração a inconstância e profundidade 
dos fatos. O período gótico possui uma forma complexa, pois em alguns lugares trata-se 
de quase quatrocentos anos e outros, por volta de 150 anos de “penetração”.(JANSON, 
1996, p. 109).
Vimos que o termo “Gótico” foi marcado especificamente para a arquitetura, é 
nela que as características desse estilo podem ser visivelmente e facilmente 
reconhecidas. (JANSON, 1996)
“A evolução de nosso conceito de arte gótica sugere a maneira como, 
na verdade, o novo estilo se desenvolveu: começou na arquitetura e por 
mais ou menos um século - de c. 1150 a 1250, durante a Época das 
Grandes Catedrais - manteve o seu papel dominante” (JANSON, 1996, p. 
109).
Podemos evidenciar que a história da arte pode ser influenciada pelo contexto 
social, histórico, cultural, político, econômico, tecnológico e ambiental. O mesmo estilo 
pode variar conforme os países e características regionais. É de suma importância o 
nosso conhecimento das diversas manifestações artísticas, estéticas, expressões 
sociais e como refletem e refletirão nos dias atuais.
70UNIDADE IV A Arte Gótica
LEITURA COMPLEMENTAR 
Caro (a) aluno (a) indico a vocês um artigo sobre a relação entre a arquitetura 
gótica e a religiosidade medieval: um estudo a partir da Notre-Dame de Chartres. 
Artigo este produzido por Marcos Piveta
O objetivo do artigo é a discussão e análise da arquitetura gótica, através da 
simbologia religiosa e compreensão da representação histórica do ocidente medieval 
propagado na arquitetura gótica.
Fonte: PIVETA, Amaral: Pré-história ilustrada. Pesquisa Fapesp 105 - Novembro 
2004. Disponível em: https://revistas.unasp.edu.br/kerygma/article/view/1266 Acesso em: 
29 maio. 2021.
71UNIDADE IV A Arte Gótica
MATERIAL COMPLEMENTAR
LIVRO 
Título: Como decifrar Arquitetura – Um guia completo dos estilos 
Autor: Carol Davidson Croge.
Editora: Edições de Janeiro. 2015.
Sinopse: Como decifrar arquitetura, oferece ao leitor um panorama 
fascinante e ricamente informativo de todos os estilos da arquite-
tura mundial. Para isso, a edição apresenta pequenos inventários 
que decifram as diversas escolas arquitetônicas, os materiais 
utilizados e as histórias que explicam a razão das formas adotadas 
em várias edificações. Os capítulos também investigam as carac-
terísticas de diferentes elementos arquitetônicos – como portas, 
janelas, telhados e colunas –, adquiriram inseridos em diferentes 
contextos temporais e geográficos. Com mais de 600 ilustrações 
detalhadas e textos curtos e objetivos, o livro sintetiza a própria 
história da arquitetura garantindo ao leitor a possibilidade de re-
conhecer, entender e apreciar toda a riqueza das obras erguidas 
em períodos como Renascimento, Gótico, barroco e Moderno, 
conjugando técnica e arte.
FILME/VÍDEO 
Título: O corcunda de Notre Dame – O filme
Ano: 1997
Sinopse: Idade Média, Paris. O corcunda Quasímodo (Mandy 
Patinkin) mora em uma das torres da catedral Notre Dame. Isolado 
e incompreendido pelo povo da época, ele se esconde do mundo, 
vivendo como um pária. Durante um passeio pelo mundo exterior, 
ele se apaixona pela cigana Esmeralda (Salma Hayek), uma jovem 
perseguida pelo sacerdote Dom Frollo (Richard Harris).
72
REFERÊNCIAS
ARTE.In: DICIO, Dicionário Online de Português. Porto: 7Graus, 2020. Disponível em: 
https://www.dicio.com/arte. Acesso em: 21 mai. 2021.
EUSÉBIO, Maria de Fátima. A apropriação cristã da iconografia greco-latina: o tema do 
Bom Pastor. Revista Máthesis, n.14, 2005, p. 9-28.
FAZIO, Michael, MOFFETT, Marian, WODEHOUSE, Lawrence. Editora: Bookman, 2011
FISCHER, E. A necessidade da arte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
GOMBRICH, E.H. A História da Arte. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos 
Editora Ltda, 1999
JANSON, H. W. Iniciação à história da arte. Trad.: Jefferson Luiz Camargo. 2. ed. São 
Paulo: Martins Fontes, 1996.
OLIVEIRA, J.; GARCEZ, L. Explicando a arte: uma iniciação para entender e apreciar as 
artes visuais. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
PINHEIRO, Antônio C. F. B; CRIVELARO, Marcos. História da Arte e do Design - Princípios, 
Estilos e Manifestações Culturais. São Paulo: Érica, 2014
PROENÇA, Graça. História da Arte. Editora Ática: 1997
SANTOS, Jana C.C; SOUZA, Jéssica P. História da Arte e do Design. Porto Alegre: SAGAH, 
2018
SOUZA, Dulce América de. História da Arte. Porto Alegre: Sagah, 2019.
SPENGLER, Cristina; AZAMBUJA. História da arte e do Design. Curitiba: InterSaberes, 
2021.
73
CONCLUSÃO GERAL
Prezado (a) aluno (a)
Neste material, busquei expor a você os principais conceitos a respeito da arte da 
Pré-História, a arte Gótica. Vimos conceitos da arte, evolução histórica de cada período, 
principais manifestações artísticas, alguns materiais e tecnologias existentes.
Destacamos também a importância histórica dos contextos históricos de cada 
período, seja ele econômico, cultural, político e histórico.
Destaco novamente para você a importância deampliar os conhecimentos, reco-
nhecer os nossos antecedentes históricos, o conhecimento da arte que envolve 
múltiplos aspectos, como a técnica, a comunicação e expressão, bem como a estética.
A partir de agora acreditamos que você já está preparado para para discutir e 
refletir de maneira ampla e completar mais ainda o seu aprendizado, desenvolver ainda 
mais suas habilidades para criar e desenvolver produtos e objetos, projetos, edificar e 
deixar suas marcas de sucesso no mercado realizando bons negócios.
Até uma próxima oportunidade. Muito Obrigada!
+55 (44) 3045 9898
Rua Getúlio Vargas, 333 - Centro
CEP 87.702-200 - Paranavaí - PR
www.unifatecie.edu.br
	UNIDADE I
	O Surgimento da Arte e Arte Primitiva
	UNIDADE II
	A Arte Egípcia, Grega e Romana
	UNIDADE III
	A Arte Mesopotâmia, Persa, Bizantina e Cristã Primitiva
	UNIDADE IV
	A Arte Gótica

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