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HORMÔNIOS VEGETAIS
HORMÔNIOS VEGETAIS
Substâncias de porte médio.
Produzidos tecidos vegetativos ou reprodutivos. Não há glândulas produtoras.
Transportados para os locais onde exercem seus efeitos: tecidos-alvo.
Pequenas quantidades.
HORMÔNIOS VEGETAIS
Controlam divisões celulares, crescimento e desenvolvimento, formação de novos órgãos, diferenciação celular, floração, formação de frutos e seu amadurecimento, abscisão de órgãos velhos...
AUXINAS
AUXINAS
Primeiros fitormônios descobertos.
Experimentos por Charles Darwin e seu filho Francis Darwin (1881) fototropismo em plântulas de aveia.
Fritz Went (1903 – 1990): isolou e identificou a substância, nomeando-a como auxina (“auxien” = crescer).
Principal: ácido indol-3-acético ou indoil-acético (AIA).
AUXINAS
Hormônio de crescimento.
Estimula elongação celular.
AUXINAS
Produção: tecidos jovens da planta.
Meristemas apicais de caule.
Meristemas apicais de raiz.
Gemas laterais do caule.
Folhas jovens.
Botões florais.
Sementes (embriões).
Derivada do aminoácido triptofano.
AUXINAS
Transporte unidirecional.
Ocorre através do parênquima.
Mais rápido que a difusão simples: deve ocorrer por transporte ativo (com gasto de ATP).
Independe da ação gravitacional no sentido longitudinal.
ÁPICE
BASE
Ápice
Base
A
A
A
A
B
B
B
B
Bloco de ágar embebido em AIA
AUXINAS
Ação depende da concentração no órgão.
AUXINAS
Diferentes órgãos da planta têm diferentes sensibilidades à auxina.
AUXINAS
Comportamento fotofóbico.
Quando raiz ou caule são iluminados unilateralmente, as auxinas migram para o lado sombreado.
AUXINAS – AÇÕES E EFEITOS
1 – Crescimento por elongação de raízes e caules:
AUXINAS – AÇÕES E EFEITOS
2 – Fototropismo positivo de caule e negativo de raiz.
AUXINAS – AÇÕES E EFEITOS
3 – Formação de raízes em estacas.
AUXINAS – AÇÕES E EFEITOS
4 – Manutenção de folhas jovens.
AUXINAS – AÇÕES E EFEITOS
5 – Formação de frutos.
AUXINAS – AÇÕES E EFEITOS
6 – Dominância apical e auxinas.
A gema apical de caule produz quantidades altas de AIA, já que isso é necessário para o crescimento do caule. Essa auxina é transportada ao longo do caule, promovendo esse crescimento.
As gemas laterais sofrem bloqueio de seu desenvolvimento, devido ao acúmulo desse hormônio produzido pela gema apical. Esse fenômeno é conhecido como dominância apical.
AUXINAS – AÇÕES E EFEITOS
6 – Dominância apical e auxinas.
O fenômeno pode ser revertido retirando os meristemas apicais produtores de auxina (“quebra” da dominância apical). Isso faz com que a concentração de AIA nas gemas laterais diminua sensivelmente, atingindo valores que possibilitam que elas “despertem”, e brotem, formando ramos, folhas ou flores. Chamamos esse procedimento de poda, e ele possibilita uma abertura da copa. Com mais ramos, haverá maior número de gemas laterais, e maior produtividade (mais flores e, consequentemente, mais frutos).
AUXINAS – AÇÕES E EFEITOS
7 – Herbicida seletivo
Auxina sintética: ácido 2,4 diclorofenoxiacético (conhecido como 2,4 D).
Inibe dicotiledôneas invasoras. Não afeta monocotiledôneas.
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