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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL IDENTIFICAÇÃO 1. Acadêmico: Jossimara Aparecida Duarte 2. Matrícula: 2976159 3. Curso: Biomedicina 4. Turma: FLC21395 5. Disciplina: Microbiologia 6. Tutor(a) Externo(a): Flavia DADOS DA PRÁTICA 1. Título: Coloração de Gram 2. Semestre: 4° 3. Data: 25/03/2024 INTRODUÇÃO Freitas e Picoli (2007), citam que a coloração de Gram é um importante exame realizado em laboratórios de microbiologia, consisti em um recurso essencial no diagnóstico de doenças bacterianas, pois é a partir de um certo perfil tintorial, no qual as bactérias coram-se de roxo ou de rosa e, portanto, são qualificadas como Gram-positivas ou Gram-negativas, respectivamente, as bactérias gram-positivas coram-se de roxo e as bactérias gram-negativas adquirem coloração rosa a avermelhada. Neste sentido os autores Besson e Boni (2023, afirmam que a principal diferença das bactérias Gram-positivas e Gram-negativas está na composição de sua parede celular. Pois, além das Gram-positivas terem uma parede celular de peptideoglicano mais densa, as Gram-negativas possuem uma camada de lipopolissacarídeo em uma membrana externa como parte de sua parede celular. Desse modo, essas diferenças possibilitam distinguir essas bactérias por meio da coloração de Gram, que é um dos procedimentos de coloração mais úteis utilizados na microbiologia. OBJETIVOS · Identificar os materiais e equipamentos necessários para a Coloração de Gram; · Executar os procedimentos adequados na coloração de Gram; · Análise dos resultados dos procedimentos executados na Coloração de Gram. MATERIAIS Para a execução dos procedimentos relacionados a coloração de Gram, foram utilizados os seguintes materiais: · Equipamentos de Proteção Individual (jaleco, luvas, óculos de proteção e máscara); Acendedor; Alça inoculadora; Álcool etílico; Bico de Bunsen; Fucsina; Lâminas; Lugol; Microscópio; Sangue de carneiro 5% com crescimento bacteriano; Óleo de imersão; Pinça metálica; Pissetas; Soro fisiológico; Violeta de genciana e banqueta. METODOLOGIA O experimento foi constituído pelas seguintes etapas: 1 – Abertura do armário para retirada dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) como Jaleco, Luvas, Máscara e Óculos de Proteção. 2 – Em seguida é realizado o preparo da amostra, no qual é colocado uma gota de soro fisiológico na lâmina 1, após liga-se o bico de Bunsen, a acende a chama do mesmo até que fique na cor azul, com a alça inoculadora, retira uma porção da mostra biológica e coloque na lâmina, em seguida pega essa lâmina e passa sob a chama azul para fixar o material. 3 – No passo terceiro passo é feito o coramento a lâmina 1, neste momento, leva até o suporte que é direcionado até a pia, e utilizando comandos no mouse com o botão direito e esquerdo, selecionando os itens necessários a atividade prática vai sendo executada. Em seguida utiliza-se a violeta genciana sobre a lâmina 1, durante 1 minuto, onde a mesma apresenta uma cor violeta, lodo depois, lava-se a lâmina em água corrente e em seguida coloca o lugol sobre a lâmina 1 e aguarda por 1 minuto e neste momento nota-se que a referida lâmina apresenta uma cor marron alaranjado e depois novamente lava-se a lâmina em água corrente, e depois por 10 segundos coloca o álcool ou acetona e depois lava em água corrente novamente, na sequência para finalizar esse processo de coramento, utiliza-se a solução de fucsina sobre a lâmina, e neste momento percebe-se que a lâmina apresenta uma cor vermelha, e após 30 segundos enxague a lâmina em água corrente. 4 – Após o processo de coramento, é realizado o passo de leitura da lâmina 1 no microscópico. Sendo assim, a mesma colocada na mesa e movida para o microscópico, então liga-se o mesmo, realiza os ajustes das objetivas do microscópico até a de 40 X, posteriormente com o conta-gotas coloca uma gota do óleo de imersão na lâmina que já está posta no microscópico, faz o ajuste das objetivas para 100 X, é importante destacar que antes do óleo de imersão a lâmina estava escura e depois já com o óleo a mesma passou a ficar mais clara, sendo possível enxergar alguns formatos de pontos na cor roxo (conforme mostra o anexo) mostrando ser bactérias gram-positivas. Logo após a lâmina 1 é retirada e o microscópico é desligado, os aparelhos da mesa são desligados. O mesmo processo também foi realizado com as lâminas 2 e 3, como mostra as imagens abaixo. Resultado Amostra lâmina 1 Resultado Amostra Lâmina 2 Resultado Amostra Lâmina 3 Mesa com a amostra das lâminas utilizadas no experimento. RESULTADOS E DISCUSSÕES Após a execução da prática deste laboratório de Coloração de Gram, foi possível constatar que é uma técnica básica, porém, é preciso estar atento a cada uma das etapas, pois por ser uma prática virtual, muitas das vezes não é possível compreender de imediato todos os comandos, mesmo seguindo o roteiro disponibilizado no ambiente virtual. Todavia, após algumas tentativas, foi possível realizar os procedimentos nas três lâminas disponíveis para a análise. Através da prática deste laboratório foi possível identificar os materiais e equipamentos necessários como: Equipamentos de Proteção Individual (jaleco, luvas, óculos de proteção e máscara); Acendedor; Alça inoculadora; Álcool etílico; Bico de Bunsen; Fucsina; Lâminas; Lugol; Microscópio; Sangue de carneiro 5% com crescimento bacteriano; Óleo de imersão; Pinça metálica; Pissetas; Soro fisiológico; Violeta de genciana e banqueta, são essenciais para a realização da Coloração de Gram. Contudo, a prática também possibilitou a execução das etapas, desde a identificação e o uso adequado dos materiais e análise das mesmas, após a finalização. Porém, vale destacar que foram necessárias várias tentativas de prática para se chegar a conclusão das etapas, devido à falta de conhecimento dos comandos com o mouse para aplica-los no lugar correto. Em relação a análise dos dados realizados nas lâminas 1, 2 e 3, conclui-se que as mesmas apresentaram características, ou seja, apesentaram coloração roxa, sendo bactérias Gram-positivas confirmando as teorias dos autores Freitas e Picoli (2007). REGISTRO FOTOGRÁFICO Durante a prática realize 1 registro fotográfico em que você aparece executando a prática. Você pode tirar um selfie. REFERÊNCIAS FREITAS, Valdionir da Rosa. PICOLI, Simone Ulrich. A Coloração de Gram e as Variações na sua Execução. 2007. Disponível em: <https://docs.ufpr.br/~microgeral/arquivos/pdf/pdf/Gram.pdf. Acesso em 27/03/2024. C397 CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI. Núcleo de Educação a Distância. BESSON, Jean Carlos Fernando; BONI, Sara Macente Microbiologia. Jean Carlos Fernando Besson e Sara Macente Boni. Florianópolis - SC: Arqué, 2023. 224p. ISBN 978-65-6083-417-0. ISBN Digital 978-65-6083-418-7 “Graduação - EaD”. 1. Fundamentos 2. Microbiologia 3. Imunologia CDD 560 Bibliotecário: João Vivaldo de Souza CRB- 9-1679 image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png