Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 1 
ABORDAGEM 
Durante a anamnese sexual, é essencial saber formular um raciocínio e explorar os 3 
domínios da sexualidade: autoestima sexual, relacionamento e fatores orgânicos. Para isso, 
é importante criar um ambiente de escuta e acolhimento, entendendo que estará entrando na 
intimidade do cliente. Deve-se deixar claro que aquele é um ambiente seguro para o paciente 
se abrir e compartilhar suas experiências. Saber formular um raciocínio na anamnese sexual 
IDENTIFICAÇÃO 
➢ Idade 
➢ Religião 
➢ Profissão 
➢ Tempo de união 
➢ Idade do parceiro (a) 
➢ Orientação sexual 
➢ Gênero que se identifica (se houver dúvida) 
ABORDAGEM 
Ao abordar um paciente, é importante considerar a queixa principal e sua duração. A 
queixa primária pode ter origem emocional, enquanto a secundária pode ser de caráter 
orgânico ou relacional. É fundamental permitir que o paciente fale espontaneamente, mas 
também certificar-se de ter compreendido corretamente. Caso o paciente encontre dificuldades em 
se expressar, é importante conduzi-lo para auxiliá-lo no processo de comunicação. 
 AUTOESTIMA SEXUAL 
➢ Educação, valores, cultura, religião 
➢ Descobertas sexuais, experiencias, erotização 
➢ Prática da masturbação 
➢ Relação com o próprio corpo e imagem 
 EDUCAÇÃO, VALORES, CULTURA, RELIGIÃO 
ANAMNESE E SEXOLOGIA 
 
GINECOLOGIA 
 
ANAMNESE E SEXOLOGIA 
GINECOLOGIA 
GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 2 
➢ Como o assunto SEXO era tratado na sua casa? 
➢ Seus pais conversam abertamente sobre isto? 
➢ Você considera sua educação rígida? 
➢ Como era o relacionamento dos seus pais? 
➢ Você considera alguma influência da sua religião na sua sexualidade? 
➢ O que você considera como pecado? 
➢ Você considera a sua queixa como influência da sua cultura? 
 DESCOBERTAS SEXUAIS, EXPERIENCIAS, EROTIZAÇÃO 
➢ Como foi a descoberta da sua sexualidade erótica na adolescência? 
➢ Praticava masturbação? 
➢ Como foram as primeiras experiencias sexuais? 
➢ Como foi sua 1ª vez? 
 PRÁTICA DA MASTURBAÇÃO 
➢ Você se masturba atualmente? 
➢ Com que frequência? 
➢ Utiliza algum acessório? 
➢ Formula fantasias? 
➢ O que utiliza para formular fantasias? 
➢ Mitos e tabus 
 RELAÇÃO COM O PRÓPRIO CORPO E IMAGEM 
➢ Como é o seu relacionamento com o seu corpo e imagem? 
➢ Se acha sensual? 
➢ O fato de não estar num “padrão” afeta sua autoimagem? 
➢ Você acha que isto interfere na sua sexualidade? 
 ABUSO SEXUAL 
➢ Perguntar ativamente sobre histórico de abuso 
➢ Se +, perguntar se a pessoa quer conversar sobre isto 
➢ Como foi o abuso? 
➢ Como foi a elaboração deste abuso? 
➢ Qual o impacto na vida sexual atual? 
 RELACIONAMENTO 
➢ Vida sexual anterior ao relacionamento atual 
➢ Tempo de parceria 
➢ Vida conjugal (satisfatória, tolerável, insatisfatória) 
➢ Frequência sexual / Iniciativa / Tempo de duração / Preliminares / Posições 
➢ Excitação / Orgasmo / Satisfação 
➢ Atração física pelo parceiro/a 
➢ Crises, separações, infidelidade 
➢ Diálogo 
➢ Atividades de lazer 
 FATORES BIOLÓGICOS – ANTECEDENTES PESSOAIS FEMININOS 
➢ Doenças prévias e comorbidades 
 
ANAMNESE E SEXOLOGIA 
GINECOLOGIA 
GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 3 
➢ Uso de medicamentos (TH, anticoncepcionais hormonais, antidepressivos) 
➢ Cirurgias (Histerectomia, ooforectomia) 
➢ Hábitos 
➢ Ritmo de trabalho 
➢ Depressão, transtornos ansiosos, uso de antidepressivos 
➢ Distúrbios endócrinos (Hipotireoidismo, Sd. Addison, Diabetes) 
➢ Doenças diversas e seu impacto na sexualidade – Doenças vulvares, vaginais, 
uterinas (Líquen, Atrofia, Endometriose) 
 FATORES BIOLÓGICOS – ANTECEDENTES OBSTÉTRICOS 
➢ Numero de gestações, abortamentos, paridade 
➢ Gestações planejadas, medo de engravidar 
➢ Vida sexual durante as gestações e pós-parto 
➢ Vias de parto – Impacto dos filhos na vida conjugal 
MODELO EOP 
O uso de protocolos pode facilitar a 
discussão sobre questões sexuais pelo 
ginecologista, e pode fornecer uma abordagem 
eficaz para lidar com os aspectos complexos da 
disfunção sexual feminina. O modelo proposto, 
ensinar, orientar e permitir (EOP), tem três fases: 
ensinar sobre a resposta sexual, na qual o 
ginecologista explica a fisiologia da resposta sexual 
feminina, e se concentra nas suas três principais 
fases (desejo, excitação e orgasmo); orientar 
sobre saúde sexual para fornecer informações 
sobre vivência saudável da sexualidade; e permitir 
a estimulação do prazer sexual, que é um direito 
individual e importante para o bem-estar físico e 
emocional do indivíduo. 
ENSINAR SOBRE A RESPOSTA SEXUAL 
 DESEJO 
➢ Pensamento sexual, vontade de ter relação quando exposta ao estímulo (fantasias, 
estimulo sexual, toque, beijo, presença de parceria 
 EXCITAÇÃO 
➢ Sensação de lubrificação e prazer na região genital 
 ORGASMO 
➢ Sensação de prazer intenso com contrações fortes na região genital que vão 
reduzindo de intensidade e são seguidas de uma sensação de relaxamento 
ORIENTAR SOBRE A SAÚDE SEXUAL 
 
ANAMNESE E SEXOLOGIA 
GINECOLOGIA 
GABRIEL TRENTIM GOMES FARIA - TXXII 4 
 Construção da sexualidade 
 Vivenciada de forma adequada ⮕ QUALIDADE DE VIDA 
 Repressão social / familiar / religiosa 
 Autoestima 
 Conceitos distorcidos sobre sexo e sexualidade 
PERMITIR E ESTIMULAR O PRAZER SEXUAL 
 Medidas para redução da culpa / Importância do prazer sexual para o bem estar físico e 
emocional. 
 Masturbação ⮕ Parte importante do desenvolvimento sexual e serve como aprendizado e 
para que a pessoa conheça a sua capacidade de resposta sexual 
➢ Preparação para a interação com seu parceiro sexual 
➢ Alívio da tensão sexual 
➢ Tratamento para anorgasmia 
MODELO PLISSIT 
O modelo PLISSIT é uma abordagem 
utilizada na prática clínica para ajudar os 
profissionais de saúde a lidar com questões 
relacionadas à sexualidade de seus pacientes. A 
sigla PLISSIT significa Permission (Permissão), 
Limited Information (Informação Limitada), Specific 
Suggestions (Sugestões Específicas) e Intensive 
Therapy (Terapia Intensiva). 
O modelo foi desenvolvido pelo psicólogo 
Jack Annon em 1976 e propõe diferentes níveis de 
intervenção de acordo com a necessidade e o 
contexto do paciente. Ele sugere que os 
profissionais de saúde comecem dando permissão 
para que o paciente discuta suas questões sexuais, 
forneçam informações limitadas sobre o assunto, ofereçam sugestões específicas e, caso seja 
necessário, encaminhem o paciente para terapia mais intensiva.