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LITERATURA BRASILEIRA E
ANGLO-AMERICANA 1 P
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SUMÁRIO
1- LITERATURA BRASILEIRA .................................................................................... 5
1.1- TEORIA DA LITERATURA ................................................................................... 5
2- UM POUCO DE HISTÓRIA ....................................................................................... 6
3- MODELOS E MÉTODOS ........................................................................................... 7
3.1- TEORIAS CENTRADAS NO AUTOR ................................................................... 8
3.2- TEORIAS BASEADAS NO TEXTO ....................................................................... 9
3.3- TEORIAS CENTRADAS NO LEITOR ................................................................... 9
3.4- TEORIAS CENTRADAS NO CÓDIGO .................................................................. 9
3.5- TEORIAS CENTRADAS NO CONTEXTO ............................................................ 9
4- COMPREENDER TEXTOS NARRATIVOS ............................................................. 9
5- UMA BREVE HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA .............................. 10
5.1- TROVADORISMO E HUMANISMO ................................................................... 12
5.1.1- HUMANISMO ..................................................................................................... 13
5.2- CLASSICISMO E QUINHENTISMO ................................................................... 13
5.2.1- QUINHENTISMO ............................................................................................... 14
5.3- BARROCO E ARCADISMO ................................................................................. 15
5.3.1- ARCADISMO ...................................................................................................... 15
5.4- ROMANTISMO E REALISMO ........................................................................... 16
5.4.1- REALISMO ......................................................................................................... 16
5.5- NATURALISMO , PARNASIANISMO E SIMBOLISMO ................................. 17
5.5.1- PARNASIANISMO ............................................................................................. 17
5.5.2- SIMBOLISMO ..................................................................................................... 17
5.6- PRÉ-MODERNISMO E MODERNISMO ............................................................. 18
5.6.1- MODERNISMO .................................................................................................. 18
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REFERÊNCIAS ............................................................................................................. 19
1- LITERATURA INGLESA ......................................................................................... 19
2- IDADE MÉDIA ......................................................................................................... 20
3- INÍCIO DA IDADE MODERNA .............................................................................. 22
4- LITERATURA ELISABETANA .............................................................................. 22
5- LITERATUAR JACOBINA ...................................................................................... 25
6- LITERATURA NA ERA CROMWELL ................................................................... 26
7- LITERATURA NA RESTAURAÇÃO ..................................................................... 27
8- LITERATURA AUGUSTINA .................................................................................. 31
9- IDADE DA SENSIBILIDADE .................................................................................. 34
10- ROMANTISMO ...................................................................................................... 34
11- LITERATURA VITORIANA ................................................................................. 37
12- LITERATURA EDUARDIANA ............................................................................. 38
13- LITERATURA DA ERA GEORGIANA ................................................................ 38
14- LITERATURA MODERNISTA.............................................................................. 38
15- LITERATUAR PÓS MODERNISTA ..................................................................... 39
16- PRINCIPAIS AUTORES ......................................................................................... 39
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FACUMINAS
A história do Instituto FACUMINAS, inicia com a realização do sonho de um grupo de
empresários, em atender a crescente demanda de alunos para cursos de Graduação e Pós-
Graduação. Com isso foi criado a FACUMINAS, como entidade oferecendo serviços
educacionais em nível superior.
A FACUMINAS tem por objetivo formar diplomados nas diferentes áreas de
conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no
desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua. Além de
promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem
patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicação ou outras
normas de comunicação.
A nossa missão é oferecer qualidade em conhecimento e cultura de forma confiável e
eficiente para que o aluno tenha oportunidade de construir uma base profissional e ética.
Dessa forma, conquistando o espaço de uma das instituições modelo no país na oferta de
cursos, primando sempre pela inovação tecnológica, excelência no atendimento e valor
do serviço oferecido.
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1- LITERATURA BRASILEIRA
1.1- TEORIA DA LITERATURA
É a argumentação científica ou filosófica da interpretação literária, da crítica
literária, da História da Literatura e do conceito de Literatura no geral (literariedade,
poeticidade, o literário, a sua definição enquanto poesia, etc.) Outras áreas comuns na
Teoria da Literatura são a Estética, a Poética, a Estilística Literária, a Retórica literária;
também lhe pertencem a investigação da sua função social (Literatura e Sociologia), da
sua função psicológica (Literatura e Psicologia) e da sua dependência em relação à
antropologia (Literatura e Antropologia).
Outros círculos temáticos são teorias do texto, do intertexto, do autor, do leitor
(teoria da recepção), da época literária, do cânon, da influência, da narratologia, do mito,
do meio literário, da função da crítica literária, do género, dos personagens, da relação da
literatura com outras artes (comparação artística) e com as outras ciências, a
ficcionalidade e a realidade, a didática da literatura.
A teoria da literatura é muitas vezes usada como sinónimo de Poética. Uma vez
que as questões poetológicas podem elas próprias ser colocadas em questão, ser
comparadas, sistematizadas e que estas práticas podem constituir, por outro lado, um
fundamento teórico, faz mais sentido separar as duas áreas uma da outra. No mundo de
língua inglesa a literary theory é muitas vezes colocada no mesmo patamar que literary
criticism. O mesmo é válido para aqui: as tentativas de interpretação da Literatura podem
elas próprias tornarem-se o objeto da teoria.
A teoria da literatura reflete ainda criticamente sobre os Estudos de Literatura
Comparada, funcionando como plataforma de problematização e discussão acerca dos
processos, progressos e efeitos dos estudos literários nos meios académicos.
Porque a Literatura reflete, antes de mais, sobre si própria, a Teoria da Literatura
garante a existência de um espaço de questionamento do fenómeno literário. Essa é a
razão pela qual, desde a Poética de Aristóteles, a Teoria (do mesmo verbo grego que
designa o ato de ver; contemplar) é considerada uma inerência da Literatura. Nolimite, é
possível afirmar, com alguns teóricos do século XX, que a Teoria da Literatura é, ela
mesma, um género literário, graças à indissociabilidade entre esta e a prática que a funda.
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2- UM POUCO DE HISTÓRIA
É, no geral, difícil distinguir a História da Teoria da Literatura da Estética
Filosófica, da Poética, Hermenêutica e da Retórica Filosófica. As questões teórico-
literárias surgem muitas vezes no trilho das grandes unidades históricas de pensamento,
mas pode ser-lhes abstraída. No geral, a teoria da literatura apoia-se na poética e na
retórica clássica grega; especialmente em Gorgias, Platão e Aristóteles. Com certeza que
as normas de interpretação religiosa de texto, no exemplo representante de Mischnah
(Repetição) e Midrasch (Disposição) da Tora judaica, constituem raízes históricas
importantes da Teoria da Literatura moderna.
Desde os gregos que se vem estudando literatura e os aspectos inerentes a
ela. Platão, na República, e especialmente Aristóteles, na Poética, dedicaram-se a
tais investigações e são hoje fonte primária para a teoria literária. A Poética de
Aristóteles foi de influência até ao século XVIII. Até este ponto as poéticas são
livros de regras. Só com a criação do pensamento de génio do século XVIII e os
bens do pensamento idealista do Romantismo é que a arte poética deixou de ser
vista como um conjunto de regras claras (poética normativa) e passou a ser vista
como uma produção individual. Isso teve como consequência que a arte poética
passasse a ser analisada não mais através da observação de aplicação das regras
dadas.
Elementos de filosofia da literatura encontram-se em Cícero e Quintiliano.
A Arte Poética de Horácio debruça-se sobre a teoria dos géneros literários.
Na Idade Média domina a teoria ortodoxa da escrita dos sentidos quádruplos, a
qual regulamenta uma afirmação da Bíblia: pode ser analisada do ponto de vista
lexical, alegórico, moral e anagógico (interpretação mística dos livros sagrados).
Mas para muitos teóricos, a teoria da literatura só aparece no começo do século
XX, com a Neo Crítica de um lado e o Formalismo Russo de outro.
A teoria da Literatura no sentido moderno é praticada apenas a partir de 1915 pelo
Formalismo Russo, a primeira escola literária que questionou fortemente o que seria o
literário num texto literário (literariedade), ao contrário de um texto comum. A partir de
1930 o Formalismo Russo desenvolveu-se, ao mesmo tempo que as correntes linguísticas
de Ferdinand de Saussure colidiam com a filologia académica tradicional e o projeto
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura
https://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Rep%C3%BAblica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Po%C3%A9tica_(Arist%C3%B3teles)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hor%C3%A1cio
https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX
https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Neo_Cr%C3%ADtica&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Formalismo_Russo
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estruturalista de investigação literária começava, o qual teve início com o Estruturalismo
em Praga e obteve o seu ponto alto em França nos anos 50 e 60. Desde os anos 70 que
autores como Michel Foucault, Jacques Derrida, Giles Deleuze, Paul de Man vêem uma
crescente influência na teoria da literatura.
Vale sumariamente comentar as correntes anteriores à teoria literária.
No classicismo houve uma veneração aos clássicos gregos e romanos, e as
poéticas foram não apenas ressuscitadas como revalidadas e rescritas em diversos
países e idiomas. Não se tratava de uma revisão da Poética clássica, e sim de uma
adaptação para o mundo renascentista em formação. Pouco adiante, quando
o humanismo torna-se a ideologia dominante, o indivíduo ganha força. Ou seja,
passa a se valorizar o escritor enquanto artista, suas inovações e invenções são
vistas como obras de gênio e a análise literária recorre às biografias desses gênios
como forma de explicar seu texto. Era um ponto de vista humanístico que os
oitocentos substituirão gradativamente por uma perspectiva científica. E o resgate
histórico que o mundo oitocentista se permite fazer traz à tona a história literária
como primeira investigação científica da literatura.
Aliado ao biografismo, a história literária procura no contexto social e político da
época as explicações ou relações com a obra literária. Mais tarde este
mesmo século XIX consolida o racionalismo Iluminista e a literatura aos poucos
é vista como ciência. Já se fala em ciência da literatura. Os modelos
metodológicos desta ciência seriam – alternadamente ou em combinação – (1)
biográfico-psicológico, (2) sociológico, e (3) filológico.
O movimento que surgiria, com a Neo Crítica estadunidesne e o Formalismo
Russo, é de rompimento com esta noção de que a literatura só pode ser analisada
sob o prisma de outra ciência. Os novos estudiosos querem uma análise
imanentista da literatura, uma análise dos sons e ritmos dos versos, das estruturas
narrativas da prosa, enfim, de aspectos estritamente literários.
3- MODELOS E MÉTODOS
Não existe um único método teórico de investigar literatura. No entanto, existem
várias linhas de tradição de análise nos estudos humanistas, que têm uma relação forte
https://pt.wikipedia.org/wiki/Classicismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Po%C3%A9tica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimento
https://pt.wikipedia.org/wiki/Humanismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX
https://pt.wikipedia.org/wiki/Racionalismo
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Neo_Cr%C3%ADtica&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Formalismo_Russo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Formalismo_Russo
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com a teoria da literatura. As componentes indispensáveis das teorias literárias são as
seguintes:
Teorias interpretativas: toda a teoria da literatura exige ser um modelo básico para
a interpretação de cada um dos textos literários; Construção de modelo: cada teoria deve
oferecer um processo mais ou menos estandardizado, a partir dos quais, cada
interpretação possa ser aplicada a textos ainda desconhecidos.
Terminologia: os resultados obtidos a partir do modelo devem poder ser
analisados segundo uma lista de conceitos gerais.
Uma teoria da literatura só é válida até que apareça um texto literário que já não
se enquadre no esquema. Nesse caso, a teoria tem de ser adaptada às novas evidências.
Além disso, a teoria da literatura procura apresentar afirmações que sejam válidas para
todos os textos, mostrar constantes a-históricas. Por exemplo, o estruturalismo procurou
analisar narrativas de maneira que se encontrassem critérios que valessem para todos os
textos (o narrador conta a trama, onde o narrador e o narrado constituem a base de todo o
texto.) Outras teorias consideram outros elementos mais importantes (perspectiva, a
situação narrativa, etc.) A tarefa principal da teoria da literatura é dar à interpretação
literária e à história da literatura uma estrutura geral e compreensível. Estas terminologias
podem ser estruturadas segundo o objeto da literatura com que se relacionam: segundo o
modelo de Jakobson pode ser o autor / emissor, mensagem/ texto, receptor /leitor, código
ou contexto de uma ato de comunicação literária.
3.1- TEORIAS CENTRADAS NO AUTOR
A este grupo pertencem, entre outros, princípios de inspiração biográfica,
psicológica ou psicoanalítica e as teorias da produção dos estudos literários empíricos.
Em primeiro plano encontra-se a tentativa de resumir as intenções de um texto ('o que é
que o autor nos quer dizer com isto'), fazer a ponte entre a personalidade do autor para a
obra (ou vice-versa), julgar a relação da obra singular e da obra geral e a representação
de motivos recorrentes no contexto das obras. Há muito que já se distingue entre teoria
do autor histórico, autor implícito (W.C. Booth) e funçãodo autor (Foucault). Aqui
encontra-se a transição para as teorias de contexto: aquilo, que se diz ser um autor é
historicamente variável.
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3.2- TEORIAS BASEADAS NO TEXTO
Todas as teorias que tratam do conteúdo literário distinguem tipicamente
diferentes géneros de texto ou funções; a transição para leitor, código e contexto literário
são aqui fluentes. A base é normalmente o resumo de um texto ou de um género textual,
em que num segundo passo sejam definidos os critérios comuns. Questões do tipo
'Quando é que um texto se torna um poema?' ajudam aqui à compreensão.
Contam-se neste tipo de teoria a teoria narrativa, modelo de trama, teoria do drama
(por ex: constelação de personagens), teoria da lírica, princípio teórico dos géneros ou
princípio feminista e a teoria da intertextualidade.
3.3- TEORIAS CENTRADAS NO LEITOR
Todas as teorias que tratam de consequências ou das intenções da literatura são
modelos retórico-analíticos, estética da recepção e da investigação sobre a recepção da
ciência da literatura empírica.
3.4- TEORIAS CENTRADAS NO CÓDIGO
Princípios que tratam dos mecanismos de codificação ou das estruturas profundas
dos textos, especialmente a Desconstrução, Close Reading, Semiótica literária, Teorias
da identidade e alteridade cultural e a Hermenêutica de Gadamer.
3.5- TEORIAS CENTRADAS NO CONTEXTO
Todas as teorias que entendem o texto, não como estrutura primária, mas como
ramificação secundária ou sintomas históricos e sociais. Exemplos são a interpretação
literária marxista, o New Historicism, Ciências da Cultura e o Pós-Colonialismo.
4- COMPREENDER TEXTOS NARRATIVOS
Um índice resume um texto de forma curta e objetiva, de tal modo que o leitor,
que não conheça o original, seja informado do principal.
O índice fornece indicações gerais sobre o texto: quem é o autor/autora? Qual é o
título? Quando é que o texto foi publicado? De que género de texto se trata? Qual é o
tema/problema? Na parte principal há indicações sobre a pessoa, lugar, tempo da ação e
um pequeno resumo dos acontecimentos principais por ordem cronológica.
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O presente do Indicativo é o tempo verbal. Se se revê algum evento
imprescindível, fá-se-lo através do Passado.
Objetos de Estudo da Teoria Literária
Literariedade
Evolução literária
Períodos literários
Gêneros literários
Narratividade
Versos, sons e ritmos
Influências externas (política, cultural, filosófica etc)
5- UMA BREVE HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA
Dos primeiros cronistas aos contemporâneos, a literatura brasileira é prodigiosa.
Machado de Assis e Carlos Drummond de Andrade estão entre seus principais
representantes.
Machado de Assis é o maior escritor
brasileiro de todos os tempos. Na literatura
brasileira, o “Bruxo do Cosme Velho” é associado
ao Realismo
A literatura brasileira conta com mais de
quinhentos anos de história. O primeiro
documento produzido no Brasil, a Carta de Pero
Vaz de Caminha, é considerado também como o
primeiro texto literário do Brasil, embora tenha sido escrito por um português. O texto só
ganhou status de literatura porque Pero Vaz de Caminha não era um mero escrivão e, por
isso, não se contentou em fazer um simples relato de viagem: basta ler a carta para
https://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnero_liter%C3%A1rio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Narratologia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Verso
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ritmo
http://www.adnetworkperformance.com/a/display.php?r=461150
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perceber o cuidado com as palavras e as metáforas construídas para descrever a terra
recém-descoberta.
As primeiras manifestações da literatura brasileira foram fortemente marcadas
pelo modelo literário de Portugal, já que nossos primeiros escritores ou eram portugueses
de nascimento ou brasileiros com formação universitária em Portugal. Sendo assim, é
importante conhecer também a literatura portuguesa para que possamos entender o
modelo que serviu de referência para a construção de nossa literatura. Por terem sido tão
influenciados pelo cânone lusitano, muitos autores preferem referir-se aos textos
produzidos nessa época como “manifestações literárias” ou até mesmo como “ecos da
literatura no Brasil”. Isso mudou apenas na segunda metade do século XVIII, quando
surgiram os primeiros escritores brasileiros comprometidos com as causas políticas
nacionais, importante condição para a formação de uma literatura genuinamente
brasileira.
Embora jovem, especialmente quando comparada à milenar literatura europeia, a
literatura brasileira é prodigiosa. É inquestionável seu papel social de transmitir os
conhecimentos e a cultura de nossa sociedade. Passeando por nossas diversas escolas
literárias e em diferentes períodos históricos, podemos observar vários pontos de contato
entre a literatura e a História do Brasil, comprovando assim que o fazer literário do
escritor não é indiferente à realidade. Todos, inclusive os artistas, participam dos
problemas vividos pela sociedade e tentam, por intermédio da palavra, retratá-la ou
denunciá-la.
Por motivos didáticos, a literatura brasileira é dividida em escolas literárias, o que
facilita seu ensino e estudo. Eis sua periodização:
● Quinhentismo;
● Barroco;
● Arcadismo;
● Romantismo;
● Realismo;
● Naturalismo;
● Parnasianismo;
● Simbolismo;
● Pré-Modernismo;
http://www.mundoeducacao.com/literatura/literatura-portuguesa.htm
http://portugues.uol.com.br/literatura/periodizacao-literatura-brasileira.html
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● Modernismo;
● Geração de 45;
● Literatura contemporânea.
José de Anchieta, Gregório de Matos, Gonçalves Dias, José de Alencar, Machado
de Assis, Olavo Bilac, Lima Barreto, Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos
Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, João Cabral de Melo Neto,
Lygia Fagundes Telles, Manoel de Barros e Mario Quintana estão entre os principais
representantes da literatura brasileira, que conta com muitos outros nomes fundamentais
para a compreensão de nossa identidade literária, nomes que contribuíram de maneira
indelével para a formação da cultura nacional.
A partir de agora, nós vamos ver as características de cada movimento literário.
Para aprofundar os seus estudos, basta clicar em cada período para ter mais informações.
Observação: a história da Literatura Brasileira começa com a Literatura
Portuguesa (do período medieval até o início da Idade Moderna). Depois do
descobrimento do Brasil, deixamos de estudar a Literatura Portuguesa e passamos a
estudar a Literatura Brasileira. Vamos começar, então, com a Literatura Portuguesa.
5.1- TROVADORISMO E HUMANISMO
Contexto Histórico: Idade Média
O Trovadorismo foi a época dos primeiros registros de produção literária em
Língua Portuguesa e ocorreu na Idade Média. Esses primeiros textos eram escritos em
forma de poesia e eram chamados de cantigas (acompanhadas de música, cantadas pelos
trovadores e transmitidas oralmente). Existiam, ao todo, quatro tipos de cantigas:
Cantiga de Amor: cantiga lírica onde um homem (eu-lírico) se declara para uma
mulher idealizada seguindo a vassalagem amorosa (a mulher é vista como "suserana" e o
homem que se declara para ela é visto como um vassalo, ou seja: um servo, alguém numa
posição inferior).
Cantiga de Amigo: cantiga lírica onde uma mulher (eu-lírico) lamenta a ausência
do homem amado (chamado de "amigo") porque ele está distante.
Cantiga de Maldizer: cantiga satírica onde o trovador usa uma linguagem
agressiva (empregando até mesmo palavrões e linguagem obscena) para zombar de
alguém.
http://portugues.uol.com.br/literatura/machado-assis.html
http://portugues.uol.com.br/literatura/machado-assis.html
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/03/resumo-de-trovadorismo.html
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Cantiga de Escárnio: cantiga satírica que tem o objetivo de fazer uma sátira
indireta. É a cantigaonde o autor zomba de alguma pessoa (sem dizer quem é) usando
ironias e ambiguidades (a linguagem é mais sutil).
5.1.1- HUMANISMO
Contexto Histórico: Idade Média (transição para a Idade Moderna)
No período do Humanismo, as cantigas medievais deixaram de existir, sendo
substituídas por poesias mais elaboradas que passaram a ser escritas e impressas (ao invés
de cantadas, como as cantigas do Trovadorismo). Esse tipo de poesia, que se restringia
aos palácios e às pessoas mais nobres e cultas, era chamada de poesia palaciana. Além
dela, destacamos o teatro de Gil Vicente e as crônicas de Fernão Lopes.
Poesia Palaciana: poesia mais elaborada e própria das pessoas mais intelectuais e
nobres (poesia dos palácios). Uso de recursos linguísticos mais avançados e elaborados.
Gil Vicente: se destacou com o seu teatro, que tinha o objetivo moralizante
(criticava o comportamento e os costumes da época). Ele é o autor do Auto da Barca do
Inferno.
Fernão Lopes: ele escrevia crônicas que retratava, com habilidade, a sociedade
portuguesa da época.
5.2- CLASSICISMO E QUINHENTISMO
Contexto Histórico: Idade Moderna (Renascimento), Grandes Navegações.
O Classicismo foi o período da história da Literatura Portuguesa que ocorreu
durante o Renascimento (Idade Moderna). O Renascimento foi uma mudança de
comportamento e de pensamento que mudou a cultura medieval.
Antes do Renascimento (Idade Média): a Igreja Católica dominava a sociedade
(teocentrismo: Deus no centro de tudo). Não havia avanços científicos (o sol ainda girava
ao redor da terra) e a fé explicava tudo.
Depois (Renascimento, Idade Moderna): Antropocentrismo (valorização do
homem), Racionalismo (valorização da razão), valorização das artes clássicas (volta à
antiga cultura grega e romana), paganismo (elementos mitológicos da cultura antiga,
como os deuses gregos). Ou seja: o antropocentrismo substituiu o teocentrismo medieval
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/03/resumo-de-humanismo-literatura.html
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/03/resumo-de-classicismo-literatura.html
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e o racionalismo (razão, pensamento lógico) substituiu a fé. Na história da literatura, esse
período é chamado de Classicismo.
O Classicismo faz parte do Renascimento e possui as suas características
(antropocentrismo, racionalismo, paganismo, volta à cultura clássica, etc). O grande
destaque literário desse período foi Camões, autor de Os Lusíadas.
Os Lusíadas: poema épico (ou seja: conta aventuras épicas) que narra as grandes
navegações portuguesas e a descoberta do novo caminho para as Índias (Oriente).
Características: valorização do homem (que é capaz de desbravar o mar e ir além),
universalismo (conquista do mundo), paganismo (deuses e figuras mitológicas
influenciam na aventura). Os portugueses são vistos como heróis (por causa da Expansão
Marítima).
Com a Expansão Marítima, o Brasil é descoberto e se transforma em colônia de
Portugal, herdando, assim, a Língua Portuguesa. Desse modo, inicia-se a história da
Literatura Brasileira.
5.2.1- QUINHENTISMO
Contexto Histórico: Grandes Navegações
O Brasil foi descoberto em 1500 e a partir de agora começa a Literatura Brasileira.
O Quinhentismo(uma referência ao ano de 1500) é o período literário brasileiro dos anos
1500 e tudo o que tínhamos sobre o Brasil eram os textos informativos que os navegantes
europeus escreviam para descreverem a terra descoberta (Literatura de Informação).
Sendo assim, o marco inicial da Literatura Brasileira foi A Carta de Caminha, primeiro
documento escrito sobre o Brasil (foi escrito por Pero Vaz de Caminha para o rei de
Portugal com o objetivo de dar notícias sobre a terra descoberta e descrever as suas
características). Também temos a ocorrência da Literatura de Catequese, que tinha o
objetivo de catequizar os índios (o grande nome desse período foi o padre José de
Anchieta).
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/03/resumo-de-quinhentismo-literatura.html
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5.3- BARROCO E ARCADISMO
Contexto Histórico:
Contrarreforma
O Barroco foi o período literário brasileiro iniciado em 1580. Era a época da
Contrarreforma (reação da Igreja Católica contra a Reforma Protestante). Sendo assim, o
Barroco expressava o período de conflitos que as pessoas da época viviam.
Características: período de oposições e de conflitos (fé x razão, corpo x alma,
pecado x virtude, vida x morte). A linguagem era mais complexa e difícil, com jogo de
palavras, inversões, excesso de metáforas e de figuras de linguagem e vocabulário
complicado (características do cultismo, ou seja: obsessão pela linguagem culta). Quanto
às ideias, elas também eram mais elaboradas, mais complexas e exigiam mais o raciocínio
lógico (características do conceptismo). Autores: Gregório de Matos (autor de vários
poesias líricas e satíricas) e padre Antônio Vieira (conhecido pelos seus sermões e pela
sua habilidade como orador).
5.3.1- ARCADISMO
Contexto Histórico:
Iluminismo, Revolução Francesa
Como já vimos, a linguagem e as ideias do Barroco eram complexas e
complicadas, além das instabilidades das ideias opostas. O Arcadismo vai contra isso e
busca o equilíbrio e a simplicidade. Outras características: "fugere urbem" ou fuga da
cidade (a cidade é um ambiente ruim), preferência pela natureza (ambiente bucólico e
pastoril), "carpe diem" (aproveitar o tempo), predomínio da razão sobre a emoção.
Autores do período: Cláudio Manoel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, Basílio da
Gama, Frei Santa Rita Durão.
O Brasil deixou de ser colônia de Portugal e alcançou a sua independência. Sendo
assim, a nossa literatura ganhou mais força e se consolidou. A partir de agora, se torna
cada vez mais comum estudarmos individualmente os autores e suas obras, além, claro,
das características gerais dos períodos literários. Vamos estudar, agora, a Literatura
Brasileira do século XIX.
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/03/resumo-do-barroco-literatura-brasileira.html
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/03/resumo-do-arcadismo-literatura.html
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5.4- ROMANTISMO E REALISMO
Contexto Histórico: Independência do Brasil, Brasil Império, Abolição da
Escravatura, Proclamação da República.
O Romantismo foi o período literário que começou no início do século XIX e é
caracterizado pelo predomínio da emoção, dos sentimentos e da linguagem subjetiva. Os
escritores românticos eram mais sentimentais e emotivos. Essa época é dividida em três
períodos: Indianismo (primeira fase),Ultrarromantismo (segunda fase)
e Condoreirismo (terceira fase).
Indianismo: com a independência do Brasil, os autores desse período se
preocupavam em definir a nova identidade nacional. Sendo assim, o sentimento era de
patriotismo e de nacionalismo, valorizando tudo o que o Brasil tinha. A figura central
dessa valorização era o índio, símbolo nacional.
Ultrarromantismo: essa fase é caracterizada pelo pessimismo profundo, pela
depressão, pelo saudosismo, pelo individualismo e pelas frustrações. Os ultrarromânticos
(românticos exagerados), influenciados pelo poeta britânico George Byron, se sentiam
trises, entediados, depressivos e se interessavam por temas ligados à morte e à noite. Essa
geração de poetas ficou conhecida como "Mal do Século" (por causa do pessimismo que
eles expressavam).
Condoreirismo: os autores condoreiros se preocupavam mais com a questão
social, como a escravidão, a educação e a miséria. Os destaques desse período são: Castro
Alves, Fagundes Varela e Sousândrade.
5.4.1- REALISMO
Contexto Histórico: Século XIX
O Romantismo é substituído pelo Realismo em 1881, com a publicação
de Memórias Póstumas de Brás Cubas (de Machado de Assis). Os autores do período do
Realismo eram contrários ao excesso de sentimentos e de emoções dos românticos e
procuravam enxergar o mundo de maneira realista, tal como ele realmente era.
O foco dos autoresrealistas era a sociedade: eles criticavam o comportamento
social da época, criticando o clero, a burguesia e abordando questões familiares, como o
adultério. Em seus textos, os autores também faziam a análise psicológica dos
personagens, de modo a abordar as questões da maneira mais realista e coerente possível.
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/10/resumo-de-romantismo-literatura.html
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/10/resumo-de-realismo-literatura-brasileira.html
17
O grande destaque do período foi Machado de Assis com a sua trilogia (Memórias
Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba e Dom Casmurro).
5.5- NATURALISMO , PARNASIANISMO E SIMBOLISMO
O Naturalismo faz parte do Realismo (os dois movimentos ocorreram ao mesmo
tempo) e nada mais é do que um Realismo mais aprofundado (é um desdobramento do
Realismo), interpretando o mundo de um modo mais científico. O Naturalismo trata o
homem como uma espécie de objeto de estudo, que deve ser observado. Pela experiência
e pela observação (características científicas) é possível entender a realidade. Sendo
assim, os textos naturalistas priorizam a descrição e os detalhes (reflexo da observação).
Principais autores desse período: Raul Pompeia (autor de O Ateneu) e Aluísio de
Azevedo (autor de O Cortiço e de O Mulato).
5.5.1- PARNASIANISMO
O Parnasianismo foi um movimento literário que se desenvolveu junto com
o Realismo e com o Naturalismo , sendo que a diferença é que o Parnasianismo se
restringe à poesia.
A poesia parnasiana se preocupa com a sua aparência: o vocabulário é rebuscado
e a poesia é precisa e bem trabalhada, buscando-se sempre a forma perfeita (esse conceito
é chamado de "arte pela arte"m ou seja: o fazer poético é uma arte). Os versos são
regulares (gosto pelos sonetos, por exemplo) e a linguagem é objetiva e descritiva. O
grande nome desse período foi Olavo Bilac.
5.5.2- SIMBOLISMO
O Simbolismo foi um movimento de oposição ao Realismo, ao Naturalismo e
ao Parnasianismo. Os simbolistas eram contrários ao caráter científico e objetivista
desses movimentos. Sendo assim, o Simbolismo tinha as seguintes características:
subjetivismo, mergulho no "eu" (valorização dos sentimentos individuais e da
subconsciência), proximidade pelas questões filosóficas e existenciais, explicação da
realidade por meio de símbolos (metáforas, imagens), misticismo (cosmos e questões
espirituais).
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/10/resumo-de-naturalismo-literatura.html
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/11/resumo-de-parnasianismo-literatura.html
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/11/resumo-de-simbolismo-literatura.html
18
A Literatura Brasileira do século XX foi transformada completamente com o
movimento modernista.
5.6- PRÉ-MODERNISMO E MODERNISMO
O Pré-Modernismo foi um período de transição entre o estilo literário conservador
(século XIX) e o estilo literário moderno (século XX). Portanto, nesse período há uma
mistura e uma oscilação entre esses dois estilos. Podemos destacar os seguintes
autores: Euclides da Cunha (autor de Os Sertões), Lima Barreto(autor de O Triste Fim
de Policarpo Quaresma) e Monteiro Lobato (autor de O Sítio do Pica-Pau Amarelo).
5.6.1- MODERNISMO
O Modernismo foi um movimento literário iniciado em 1922 com a Semana de
Arte Moderna. Esse movimento é dividido em três períodos (conhecidos por "gerações"
ou "fases").
1ª Geração (1922 - 1930): a primeira fase do Modernismo é caracterizada pela
linguagem coloquial e livre (poesia sem rimas nem métrica, totalmente livre e
despreocupada com a gramática), com temas inspirados no cotidiano das pessoas. Os
principais autores desse período foram: Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Manuel
Bandeira.
2ª Geração (1930 - 1945): o destaque dessa geração foi a prosa regionalista, que
acaba retomando as características do Realismo (descrever o mundo tal como ele é, de
modo objetivo e coerente). A linguagem usada nos livros possui as características de suas
regiões, sendo retratada do modo como ela é falada.
Principais autores na prosa: Graciliano Ramos (autor de Vidas Secas), Jorge
Amado (autor de Capitães de Areia), Rachel de Queiroz (autora de O Quinze) e José Lins
do Rego (autor de Fogo Morto).
Principais autores na poesia: Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles e
Vinícius de Moraes.
3º Geração (1945 - 1960): os nomes que se destacaram nesse período foram:
Clarice Lispector (autora de Laços de Família), Guimarães Rosa (autor de Grande Sertão
Veredas), João Cabral de Melo Neto (autor de Morte e Vida Severina), Nelson Rodrigues
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/11/resumo-de-pre-modernismo-literatura.html
http://www.resumosdeliteratura.com/2014/11/resumo-de-modernismo-literatura.html
19
(no teatro). Essa fase também é conhecida como "pós-modernismo" ou "Geração de 45".
Os romances são urbanos, regionalistas e intimistas.
REFERÊNCIAS
História da literatura brasileira. Disponivél em>
http://portugues.uol.com.br/literatura/uma-breve-historia-literatura-brasileira.html .
Acesso em 15/06/2016.
SOUZA, Roberto Acízelo. "Perspectiva Científica". In: SOUZA, Roberto
Acízelo. Formação da teoria da literatura. Niterói: Editora Universitária, 1987. p. 56-
124.
1- LITERATURA INGLESA
Literatura inglesa é toda a literatura escrita ou composta em língua inglesa, mesmo
que por autores que não são necessariamente da Inglaterra ou outros países cuja língua
principal é o inglês (exemplos: Joseph Conrad era polaco, Robert Burns era
escocês, James Heller era irlandês, Edgar Allan Poe era estadunidense, Salman
Rushdie e William Makepeace Thackeray são indianos). Nas academias ou universidades,
o termo refere-se frequentemente a departamentos e programas práticos de Estudos
Ingleses, designação que procura dar conta do facto de as antigas colónias
britânicas terem desenvolvido a sua literatura própria e de falarem variantes do inglês.
Por outras palavras, a literatura inglesa é tão diversa como as diversas variantes de inglês
faladas no mundo.
História da literatura por época
Idade de Bronze
Suméria • Antigo Egito • Acádia
Clássica
Avesta • Chinesa • Grega • Hebraica • Latina • Páli • Prakrit • Sânscrita • Siría
ca • Tâmil
Alta Idade Média
http://portugues.uol.com.br/literatura/uma-breve-historia-literatura-brasileira.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_inglesa
https://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra
https://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Conrad
https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Burns
https://pt.wikipedia.org/wiki/James_Heller
https://pt.wikipedia.org/wiki/Edgar_Allan_Poe
https://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Salman_Rushdie
https://pt.wikipedia.org/wiki/Salman_Rushdie
https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Makepeace_Thackeray
https://pt.wikipedia.org/wiki/Academia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%B4nia_brit%C3%A2nica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%B4nia_brit%C3%A2nica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_literatura
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_da_Idade_de_Bronze&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_sum%C3%A9ria
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_do_Antigo_Egito
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_ac%C3%A1dia#Literatura
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=L%C3%ADngua_cl%C3%A1ssica&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Avesta
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_da_China
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_grega
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_hebraica&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_latina
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_P%C3%A1li&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Prakrit_literature&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_s%C3%A2nscritahttps://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_sir%C3%ADaca&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_sir%C3%ADaca&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_t%C3%A2mil&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_da_Alta_Idade_M%C3%A9dia&action=edit&redlink=1
20
Matéria de Roma • Matéria de França • Matéria da
Bretanha • Armênia • Bizantina • Georgiana • Canaresa • Sassânida (Persa
médio) • Turca
Medieval
Búlgara • Anglo-
saxã • Inglesa • Árabe • Armênia • Catalã • Neerlandesa • Francesa • Alemã •
Indiana • Irlandesa • Italiana • Coreana • Japonesa • Neauri • Escandinava • Tel
ugu • Galesa
Moderna
Renascentista • Barroca
Contemporânea por século
18 • 19 • 20 • 21
Literatura
2- IDADE MÉDIA
Devido ao fato de a herança galesa e romana ter sido quase totalmente apagada
por invasões das populações da baixa Alemanha e Escandinávia, é somente no início
da Idade Média que aparecem as primeiras palavras em inglês, escritas em dialeto Anglo-
Saxónico, agora conhecido como inglês antigo (Old english), cujo texto sobrevivente
mais antigo é Cædmon's Hymn de Cædmon). A tradição oral era muito forte nos
primórdios da cultura inglesa, e a maioria dos trabalhos literários foi escrita para ser
representada. Os poemas épicos eram bastante populares, e muitos deles,
incluindo Beowulf, sobreviveram até aos dias de hoje, como obras literárias escritas
em língua inglesa antiga.
Existia um idioma que lembrava o norueguês e, mais ainda, o islandês atuais,
embora muito do verso anglo-saxão nos manuscritos existentes seja provavelmente uma
adaptação "suave" dos primeiros poemas de guerra escandinavos e germânicos. Quando
tais poemas foram trazidos para Inglaterra, eles começaram a ser transmitidos oralmente
de uma geração para outra, e a constante presença de versos aliterativos, com ritmo
constante (atualmente manchetes de jornal e propagandas usam abundantemente estas
técnicas, tais como em Maior é Melhor), ajudava o povo anglo-saxão a lembrá-los
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mat%C3%A9ria_de_Roma
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mat%C3%A9ria_de_Fran%C3%A7a
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mat%C3%A9ria_da_Bretanha
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mat%C3%A9ria_da_Bretanha
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_arm%C3%AAnia&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_bizantina
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_da_Ge%C3%B3rgia#Literatura_georgiana
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_canaresa&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_sass%C3%A2nida&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_sass%C3%A2nida&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_Turca&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_medieval
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_medieval_b%C3%BAlgara&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_anglo-sax%C3%A3&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_anglo-sax%C3%A3&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_%C3%A1rabe
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_arm%C3%AAnia&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_catal%C3%A3#Esplendor_Medieval
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_dos_Pa%C3%ADses_Baixos#Literatura_em_neerland.C3.AAs_m.C3.A9dio_.281150-1500.29
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_medieval_francesa&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_medieval_alem%C3%A3&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_indiana&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_irlandesa&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_italiana&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_coreana&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_do_Jap%C3%A3o#Per.C3.ADodo_medieval_.281195_a_1600.29
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_neauri&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_medieval_da_Escandin%C3%A1via
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_Telugu&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_Telugu&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_galesa&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_moderna
https://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimento#Literatura
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barroco#Literatura
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_contempor%C3%A2nea&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_do_s%C3%A9culo_18&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_do_s%C3%A9culo_19&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_do_s%C3%A9culo_20&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_do_s%C3%A9culo_21&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Portal:Literatura
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADs_de_Gales
https://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Romano
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Escandin%C3%A1via
https://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ingl%C3%AAs
https://pt.wikipedia.org/wiki/Anglo-Sax%C3%B5es
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Ingl%C3%AAs_antigo
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=C%C3%A6dmon&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tradi%C3%A7%C3%A3o_oral
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_inglesa
https://pt.wikipedia.org/wiki/Poema_%C3%A9pico
https://pt.wikipedia.org/wiki/Beowulf
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_inglesa_antiga
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_norueguesa
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_islandesa
https://pt.wikipedia.org/wiki/Germ%C3%A2nicos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Versos_aliterativos
21
melhor. Tal ritmo é uma característica do idioma alemão e é oposto aos poemas
em línguas românicas, vocálicos e sem ritmo. Os primeiros versos escritos datam da época
de fundação dos primeiros monastérios cristãos, por Santo Agostinho de Cantuária e seus
discípulos, e é razoável acreditar que esses poemas tenham sido, de alguma forma,
adaptados com base em leituras cristãs. Mesmo sem suas linhas grosseiras, os poemas de
guerra vikings ainda têm o cheiro de sangue feudal, e suas rimas consonantes soam como
encontros de espadas sob o triste céu do norte: há ainda um senso de perigo iminente em
suas narrativas. Em pouco tempo, todas as coisas devem chegar a um fim, assim como
Beowulf acaba morrendo nas mãos de um gigantesco monstro que ele passara a vida
combatendo. Os sentimentos de Beowulf, de que nada continua e que a juventude e
alegria irão se tornar morte e dor, penetraram no Cristianismo que irá dominar a futura
paisagem da ficção inglesa. O tema dos idos tempos dourados (ubi sunt) é, por exemplo,
recorrente em Hamlet ("Alas, poor Yorick..." traduzindo: "Ai de mim, pobre Yorick... "),
para não mencionar a poesia da era jacobina (1567–1625). Com exceção da levemente
amorosa e otimista literatura da Restauração e da chamada era augusta, a melancolia e a
angústia permanecem como tema favorito dos escritores de língua inglesa, embora
o romance gótico e o pré-romantismo já marcassem o nascimento da sensibilidade
romântica moderna.
Quando Guilherme, o Conquistador transformou a Inglaterra em uma parte
da Anglo-Normandia em 1066 e introduziu o normando nas ilhas britânicas, a velha
poesia inglesa continuou a ser lida na língua original. Foi somente no início do século
XIII, quando Albion tornou-se independentee cortou suas relações com a França, que a
língua realmente mudou. Como os Normandos foram assimilados pela cultura principal,
seu francês penetrou nas classes mais baixas da sociedade, mudando a gramática e o
léxico do inglês antigo. Embora não se tenha tornado uma língua normanda, o inglês
de Geoffrey Chaucer é muito mais próximo ao inglês dos dias atuais do que a linguagem
falada no século anterior. O falante de inglês atual não pode ler Chaucer (inglês médio)
sem dificuldade mas pode captar a essência da história; no entanto, ele só pode
ler Beowulf (inglês anglo-saxão) se transcrito para o inglês moderno.
Na Alta Idade Média (1200-1500), os ideais de amor cavalheiresco entraram na
Inglaterra, e os autores começaram a escrever romances, seja em prosa ou verso.
Tornaram-se especialmente populares os contos sobre Rei Artur e sua corte. O poema Sir
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_alem%C3%A3
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADnguas_rom%C3%A2nicas
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https://pt.wikipedia.org/wiki/1066
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_anglo-normanda
https://pt.wikipedia.org/wiki/Albion_(Gr%C3%A3-Bretanha)
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Geoffrey_Chaucer
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ingl%C3%AAs_m%C3%A9dio
https://pt.wikipedia.org/wiki/Alta_Idade_M%C3%A9dia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Amor_cort%C3%AAs
https://pt.wikipedia.org/wiki/Rei_Artur
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sir_Gawain_and_the_Green_Knight
22
Gawain and the Green Knight ('Sir Gawain e o Cavaleiro Verde') mostram muitas das
feições-chave da literatura desse tempo: o legendário reino de Artur como cenário, a
ênfase no comportamento cavalheiresco e um colorido religioso.
O teatro medieval inglês era evidentemente religioso. Peças de mistério eram
encenadas nas cidades e vilarejos para celebrar as principais festas, e as menos formais,
tais como as farsas e mascaradas, também apresentavam temas natalinos.
O primeiro autor inglês, Geoffrey Chaucer (1340 -1400) escrevia em inglês
médio, ou seja, um inglês com influências da língua normanda e do latim. Seu mais
famoso trabalho é The Canterbury Tales ('Os Contos da Cantuária'), uma coleção de
histórias em uma variedade de gêneros, contada por um grupo de peregrinos a caminho
da Cantuária. Consideravelmente, são de todos os estilos de vida, o que reflete muito da
cultura inglesa da época e da linguagem que se usava. Mas, embora Chaucer seja
certamente um autor inglês, ele foi inspirado por desenvolvimentos literários que tiveram
lugar em outros pontos da Europa, especialmente na Itália. The Canterbury Tales de
Chaucer é bastante influenciado pelo Decamerão de Giovanni Boccaccio.
A Renascença tinha feito sua aparição na Inglaterra.
3- INÍCIO DA IDADE MODERNA
Após a introdução das prensas móveis na Inglaterra por William Caxton em 1476,
uma literatura vernacular, como outras literaturas nacionais, floresceu.
A Reforma inspirou a produção de uma liturgia vernacular que levou à criação do Book
of Common Prayer, que muito influenciou a linguagem da literatura inglesa da época. A
poesia, a prosa e a dramaturgia produzidas no período da rainha Isabel I e o rei Jaime I é
o que hoje chamamos de literatura moderna ou renascentista inglesa.
4- LITERATURA ELISABETANA
A era elisabetana viu um grande florescimento da literatura, especialmente
no teatro. A Renascença Italiana tinha redescoberto o teatro
grego e romano da Antiguidade, e isso foi fundamental no desenvolvimento do novo
teatro, que estava então começando a se distanciar das velhas peças de mistério e
milagres da Idade Média.[1]Os italianos foram particularmente inspirados por Sêneca -
filósofo, tutor de Nero e grande autor de tragédias - e por Plauto, cujos clichês cômicos,
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Cavalaria_medieval
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https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_nacional&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Reforma
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Book_of_Common_Prayer
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Isabel_I_de_Inglaterra
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jaime_VI_da_Esc%C3%B3cia_e_I_de_Inglaterra
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_grego
https://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_grego
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Teatro_latino&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Antiguidade_cl%C3%A1ssica
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pe%C3%A7as_de_mist%C3%A9rio_e_milagres&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pe%C3%A7as_de_mist%C3%A9rio_e_milagres&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_inglesa#cite_note-moralidade-1
https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%AAneca
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nero
https://pt.wikipedia.org/wiki/Trag%C3%A9dia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Plauto
https://pt.wikipedia.org/wiki/Clich%C3%AA
23
especialmente daqueles soldados garbosos, tiveram uma poderosa influência no
Renascimento e depois. Contudo, as tragédias italianas adotaram um princípio contrário
à ética de Sêneca: mostravam sangue e violência no palco. Nas peças de Sêneca, tais cenas
somente eram representadas em cartazes. Mas os dramaturgos ingleses estavam
fascinados pelo modelo italiano: havia uma significativa comunidade de atores italianos
morando Londres, e Giovanni Florio havia trazido muito da cultura da Itália,
particularmente da linguagem italiana, para a Inglaterra. É também verdade que a era
elisabetana foi uma época muito violenta e que a alta incidência de assassinatos políticos
na Renascença italiana (referida por Nicolau Maquiavel em O Príncipe) não permitia
acalmar temores de conspirações. Como um resultado disto, representações que
continham este tipo de violência, nessa época, eram provavelmente mais catalíticas para
o espectador elisabetano. Acompanhando as primeiras peças elisabetanas, tais
como Gorboduc, de Thomas Sackville e Thomas Norton, e The Spanish
Tragedy de Thomas Kyd, a qual forneceu muitomaterial para Hamlet, William
Shakespeare destaca-se neste período como poeta e dramaturgo. Shakespeare não era um
homem de letras por profissão e provavelmente tinha somente alguma educação
gramatical escolar. Não era nem advogado, nem aristocrata como os “talentos universais”
que monopolizavam o palco inglês quando ele começou a escrever. Mas era muito
talentoso e incrivelmente versátil, e ultrapassou profissionais como Greene, que
ridicularizava este "shake-scene" de origens humildes. Embora a maioria das suas peças
tivesse tido grande sucesso, foi em seus últimos anos (marcados pelo início do reinado
de James I) que ele escreveu aquelas que viriam a ser consideradas suas principais
obras: Hamlet, King Lear, Macbeth, All's Well That Ends Well, Antony and Cleopatra.
Para listar os trabalhos que pertencem ao período tardio, devemos adicionar A
Tempestade, uma tragicomédia que inscreve, dentro do drama principal, uma brilhante
demonstração para o novo rei. Esta 'peça dentro de uma peça' toma forma de uma masque,
um interlúdio com música e dança, colorido por efeitos especiais em novos teatros
internos. Críticos mostraram que a peça principal foi escrita para a corte de James, se não
o foi para o próprio monarca. A arte mágica de Próspero, da qual depende o desfecho do
enredo, sugere a bela relação entre arte e natureza na poesia. De forma significativa,
naqueles anos, os primeiros colonos chegam à America), e A Tempestade é (embora não
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos
24
pareça) ambientada nas Ilhas Bermudas, conforme as pesquisas em Bemuda
Pamphlets (1609) têm mostrado, ligando Shakespeare à Virginia Company.
Os sonetos foram introduzidos na Inglaterra por Thomas Wyatt no início do século
16. Os poemas pretendiam ser transformados em músicas, tais como os de Thomas
Campion, que se tornaram populares quando a literatura impressa foi disseminada mais
abertamente nas casas (veja a escola inglesa de madrigal). Outras figuras importantes
no teatro elisabetano incluem Christopher Marlowe, Thomas Dekker, John
Fletcher e Francis Beaumont. Se Marlowe (1564-1593) não tivesse sido esfaqueado numa
taverna aos vinte e nove anos ele poderia, segundo Anthony Burgess, ter rivalizado, se
não igualado o próprio Shakespeare em seus dons poéticos. Observe-se que Marlowe
nasceu apenas dois meses antes de Shakespeare e provavelmente houve interação entre
eles, resultando em uma influência mútua, embora ambos diferi[2] No entanto, diferiam
consideravelmente quanto aos temas abordados.
A produção de Marlowe se concentra principalmente no drama de conteúdo moral
- uma forma herdada do teatro didático religioso do Medievo.[3][4] Inspirado na tradição
germânica, introduziu no teatro inglês o personagem Doutor Fausto . A história de Fausto
encontra suas raízes em uma lenda popular publicada no século
XVI como Faustbuch ('Livro de Fausto'), obra anônima de caráter moralista, a cuja
tradução inglesa Marlowe pode ter tido acesso.[2]Fausto é um cientista e mago, que,
obcecado pelo conhecimento e pelo desejo de expandir os limites e o poder da ciência,
vende sua alma ao diabo. O Fausto de Marlowe é um humanista estudioso e contestador
dos velhos valores, que persegue o conhecimento total. Ele adquire poderes sobrenaturais
que lhe permitem até voltar no tempo e casar-se com Helena de Troia mas, ao fim do seu
pacto de 24 anos com o diabo , é obrigado a entregar-lhe a sua alma. Em Fausto, Marlowe
faz uso da estrutura dramática das moralidades medievais, que se constituem basicamente
de uma história de tentação, queda e danação, usando livremente figuras da cultura
popular cristã, como o anjo bom e o anjo mau, os sete pecados capitais e
os demônios Lúcifer e Mefistófeles.[5]Os heróis sombrios podem ter um pouco do próprio
Marlowe, cuja data de morte ainda é um mistério. Ele era conhecido por ser ateu, levar
uma vida desregrada, ter várias mulheres, manter ligações com rufiões e frequentar,
enfim, os "círculos superiores" do submundo de Londres. Mas muitos suspeitam que isso
possa ter sido um disfarce para suas atividades de agente secreto de Elizabeth I e sugerem
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilhas_Bermudas
https://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Wyatt
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Elizabeth_I_da_Inglaterra
25
que o "esfaqueamento acidental" de que Marlowe foi vítima possa ter sido
um assassinato premeditado, a mando dos inimigos da Coroa.
Na época, Beaumont e Fletcher também eram bastante famosos e é quase certo
que tenham ajudado Shakespeare a escrever seus melhores dramas. Nessa mesma época,
o gênero de comédia urbana se desenvolve. No fim do século XVI, a poesia inglesa era
caracterizada pela linguagem elaborada e pelas constantes alusões aos mitos clássicos.Dentre os mais importantes poetas dessa época incluem-se Edmund Spenser e Sir Philip
Sidney.
5- LITERATUAR JACOBINA
Depois da morte de Shakespeare, o poeta e dramaturgo Ben Jonson foi a figura
condutora da literatura da era jacobina (1567–1625). Contudo, a estética de Jonson
apresentava características de um retorno ao Idade Média, incorporando, por exemplo,
a teoria dos humores, segundo a qual o universo é feito de quatro elementos (terra, água,
ar e fogo), e comportamentos diferentes resultam da prevalência de um elemento sobre
os outros três (este era o princípio guia para os médicos também). Isto levou Jonson a
exemplificar tais diferenças na criação de tipos ou clichês, enquanto Shakespeare já tinha
abandonado tal teoria, em favor de uma abordagem psicológica, que caracteriza o teatro
moderno. De todo modo, Jonson foi um mestre em seu estilo e um notável autor satírico.
Outros que seguiram o estilo de Jonson incluem Francis Beaumont e John
Fletcher, que, embora não fossem tão talentosos quanto Shakespeare, escreveram
comédias quase tão brilhantes, a exemplo de The Knight of the Burning Pestle,
uma sátira à classe média ascendente e especialmente aos novos ricos, que fingiam
declamar uma literatura de bom gosto sem conhecer nada a respeito. Na história, um casal
de donos de mercearia discutem com atores profissionais para que seu filho iletrado
interprete o papel principal em uma peça. Ele se torna o cavaleiro errante que,
apropriadamente, revela uma queimadura de pilão em seu escudo. Buscando ganhar o
coração de uma princesa, o jovem homem é ridicularizado tanto quanto Dom Quixote
será ridicularizado em um futuro romance. Um dos méritos principais de Beaumont e
Fletcher foi o de perceber como o feudalismo e os cavaleiros haviam se transformado em
vaidade e fingimento, e que novas classes sociais estavam em ascensão.
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https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A1tira
26
Outro estilo popular durante era jacobina era peça de vingança, popularizada
por John Webster e Thomas Kyd. George Chapman escreveu um par de sutis tragédias de
vingança, mas devem ser lembrados principalmente em consideração de sua famosa
tradução de Homer, a qual teria uma profunda influência em toda futura literatura inglesa,
inspirando até John Keats a escrever algumas de suas grandes poesias.
A Bíblia do rei Jaime, um dos projetos mais massivos de tradução da Inglaterra
até este tempo, foi iniciado em 1604 e completado em 1611. Ela representa o ponto
culminante da tradição de tradução bíblica na Inglaterra e que começou com o trabalho
de William Tyndale. Ela se tornou a Bíblia padrão da Igreja da Inglaterra e um dos
grandes trabalhos literários de todos os tempos. Esse projeto foi encabeçado pelo rei rei
Jaime I em pessoa, que supervisionou o trabalho de quarenta e seis sábios. Embora uma
tradução mais fiel tenha sido feita em 1970, e muitas outras depois dessa, nenhuma tem
a mesma qualidade poética da Bíblia do Rei Jaime, na qual a métrica é conduzida de modo
a imitar a dos versos hebreus originais.
Ao lado de Shakespeare, que aparece no início dos anos 1600, os principais poetas
do início do século XVII incluem John Donne e outros poetas metafísicos. Influenciada
pelo Barroco continental e retirando seu conteúdo subjetivo do misticismo cristão e
do erotismo, a poesia metafísica utilizou figuras pouco convencionais ou anti-poéticas,
tais como um compasso ou um mosquito, para obter o efeito surpresa. Por exemplo, em
um dos sonetos de Donne, a ponta de um compasso representa dois amantes; a mulher,
que está em casa esperando, é o centro; o ponto mais distante é seu amante, que está
navegando, longe dela. Mas quanto maior a distância, maior é união superior entre as
pontas do compasso: a distância torna o amor mais forte. O paradoxo ou a contradição é
uma constante nessa poesia, em que os medos e as ansiedades também falam de um
mundo de certezas espirituais que é abalado pelas modernas descobertas da ciência. O
homem não é mais o centro do universo.
6- LITERATURA NA ERA CROMWELL
Os anos turbulentos de meados do século XVII, durante o reinado de Carlos
I (deposto e executado em 1649), bem como no período que se seguiu, com a instituição
da Commonwealth (governo republicano do período 1649 -1660) e do Protetorado),
assistiram ao nascimento da literatura política na Inglaterra. Os panfletos escritos pelos
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Misticismo_crist%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Erotismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Paradoxo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Contradi%C3%A7%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVII
https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_I_de_Inglaterra
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Republicano
https://pt.wikipedia.org/wiki/1649
https://pt.wikipedia.org/wiki/1660
https://pt.wikipedia.org/wiki/Protetorado_(Cromwell)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Panfleto
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simpatizantes de cada uma das facções que se organizaram durante a Guerra Civil
Inglesa iam desde os mais violentos ataques pessoais até as mais variadas formas
de propaganda, passando pelas mais diversas propostas e esquemas para reformar a nação.
Leviathan, a célebre obra de Thomas Hobbes é um dos trabalhos mais importantes
da filosofia política britânica. Nesse período também ocorre o surgimento dos
primeiros jornais britânicos, com jornalistas como Henry Muddiman, Marchamont
Needham, John Birkenhead, que representavam os pontos de vista das diversas partes em
conflito. As constantes prisões dos autores e a eliminação de seus trabalhos tiveram como
consequência a impressão secreta ou feita no estrangeiro, o que levou à criação da ideia
de "licença". A Areopagitica, um panfleto político de John Milton,foi escrita em oposição
à licença e é considerada como uma das mais eloquentes defesas da liberdade de
imprensa já escrita.
Outras formas de literatura escritas durante este período são usualmente
relacionadas textos políticos ou seus autores estão agrupados ao longo de tendências
políticas. A poesia cavalheiresca, atividade principal antes da guerra civil, relacionou-se
muito como a nova escola dos poetas metafísicos. O afastamento forçado de oficiais reais
após a execução de Carlos I foi uma boa coisa no caso de Izaak Walton, pois isto deu a
ele tempo para trabalhar em seu livro The Compleat Angler. Publicado em 1653, o livro
era, aparentemente, um guia para pesca mas, de fato, era muito mais uma reflexão sobre
a vida, o prazer e o contentamento. Os dois poetas mais importantes da Inglaterra
de Oliver Cromwell foram Andrew Marvell e John Milton, com suas produções
direcionadas para glorificar o novo governo, tal como An Horatian Ode upon Cromwell's
Return from Ireland, de Marvell. A despeito de suas crenças republicanas, eles escaparam
de punições no momento da Restauração de Carlos II, após a qual Milton escreveu alguns
de seus maiores poemas, contendo algumas mensagens políticas escondidas sob a
roupagem de alegorias. Thomas Browne foi outro escritor do período: um homem
estudado, com uma extensa biblioteca, ele escreveu proliferamente sobre ciência, religião,
medicina e esoterismo.
7- LITERATURA NA RESTAURAÇÃO
A literatura no período da Restauração inclui o Paraíso Perdido e Sodom de Earl
of Rochester, a comédia sexual altamente impetuosa de The Country Wife e visão moral
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Propaganda
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Hobbes
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https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Marchamont_Needham&action=edit&redlink=1
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Liberdade_de_imprensa
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https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Poetas_metaf%C3%ADsicos&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_I_da_Inglaterra
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Izaak_Walton&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Oliver_Cromwell
https://pt.wikipedia.org/wiki/Andrew_Marvell
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Restaura%C3%A7%C3%A3o_(Inglaterra)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_II_da_Inglaterra
https://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria
https://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Browne
https://pt.wikipedia.org/wiki/Esoterismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Restaura%C3%A7%C3%A3o_(Inglaterra)
28
de moral de Pilgrim's Progress. É visto a Treatises on Government de Locke, a fundação
da Royal Society, o experimento de Robert Boyle e o pensamento completo de Boyle, os
ataques histéricos aos teatros de Jeremy Collier, o pioneirismo da literatura crítica de
Dryden, e os primeiros jornais. A mudança na cultura literária fora causada pela censura
e pelos padrões moralistas radicais aplicados pelo regime puritano dos Cromwell, criando
uma descontinuidade na tradição literária. Após a Restauração, há uma retomada gradual
de todas as formas de literatura. Durante o Interregnum, as forças reais atacaram a corte
, que seguiu para o exílio com Carlos II, que tinha então 20 anos. Os nobres que viajaram
com Carlos II ficaram então alojados, por mais de uma década, no centro da cena literária
do continente. Os nobres que viviam na Holanda começaram a aprender sobre trocas
mercantis mas também sobre tolerância e racionalismo, ideias que circulavam livremente
no país.
A maior e mais importante forma poética dessa época foi a sátira. No geral,
publicações satíricas eram anônimas. Era um grande perigo ser associado a uma sátira.
Por um lado, segundo as leis de difamação, era difícil para um sátiro evitar um processo,
se fosse provado que ele escrevera um panfleto que parecesse criticar um nobre. Por outro
lado, indivíduos ricos poderiam responder violentamente a uma sátira, e o poeta suspeito
podia ser atacado fisicamente. John Dryden foi agredido devido à mera suspeita de ter
escrito Satire on Mankind. Uma consequência desse anonimato é que a grande maioria
dos poemas, alguns deles de mérito, não foram publicados e permaneciam desconhecidos.
A prosa no período da Restauração é dominada por escritos religiosos cristãos,
mas a Restauração também viu o início de dois gêneros que iriam dominar períodos
posteriores: a ficção e o jornalismo. Escritos religiosos frequentemente se confundiam
com escritos de economia e política, assim como escritos políticos e econômicos tinham
relacionamento direto com a religião. Thomas Sprat escreveu sua History of the Royal
Society em 1667 e apontou, em um único documento, quatro dos objetivos da ciência
empírica dali para frente. A restauração também foi a época em que John Locke escreveu
muitos de seus trabalhos filosóficos. O empirismo de Locke foi uma tentativa de
compreender a razão humana e, portanto divisar uma maneira apropriada para tomar
decisões profundas. Esse mesmo método científico levou Locke a escrever seus
três Treatises on Government, que mais tarde iriam inspirar os ideólogos da Revolução
Americana. Com seu trabalho compreendido, Locke migrou das unidades mais básicas
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Boyle
https://pt.wikipedia.org/wiki/Puritano
https://pt.wikipedia.org/wiki/Interregnum
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Difama%C3%A7%C3%A3o
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Crist%C3%A3os
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Jornalismo
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Thomas_Sprat&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=History_of_the_Royal_Society&action=edit&redlink=1
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https://pt.wikipedia.org/wiki/1667
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Locke
https://pt.wikipedia.org/wiki/Empirismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Raz%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_cient%C3%ADfico
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Americana
29
da sociedade em direção às mais elaboradas, e, como Thomas Hobbes, enfatizou a
flexibilidade da natureza do contrato social. Em uma era que tinha visto a monarquia
absoluta desabar, uma tentativa de democracia, uma democracia corrupta e uma
monarquia limitada restaurada, somente uma flexibilização de base no governo poderia
satisfazer. A Restauração reprimiu a maioria dos mais estridentes escritores sectários.
Autores puritanos como John Milton foram forçados a se retirar da vida pública ou a se
adaptar, e autores diggers, quintomonarquistas, levellers, quakers, e anabaptistas, que
tinham discurso contrário ao monarca e que haviam participado diretamente
no regicídio de Carlos I foram parcialmente reprimidos. Consequentemente, escritores
violentos foram empurrados para clandestinidades, e muitos daqueles que haviam servido
ao Interregno atenuaram suas posições na Restauração. John Bunyan manteve-se à parte
de outros autores religioso do per[iodo. O Peregrinode Bunyan é uma alegoria da
salvação pessoal e um guia pra vida Cristã. Ao invés de qualquer foco na escatologia ou
retribuição divina, Bunyan ao mostra como a santidade individual pode prevalecer contra
as tentações da mente e do corpo que levam a danação. O livro foi escrito numa narração
clara e mostra influências de drama e biografia, e ainda mostra um prenuncio da grande
tradição alegórica encontrada em Edmund Spenser. Durante o período da restauração, a
maneira mais comum de obter as novidades era através de uma publicação geral. Uma
simples folha larga de papel deve ter um texto, usualmente parcial, acerca de um evento.
Entretanto, o período viu o inicio do jornalismo profissional e periódico (indicando que a
publicação era regular) em Inglês. O Jornalismo desenvolveu mais tarde, geralmente por
volta do tempo de subida ao trono de William de Orange em 1689. Coincidentemente ou
intencionalmente, os ingleses passaram a ter jornais quando William trouxe sua corte
de Amsterdam, onde os jornais já começavam a serem publicados.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia
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https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Bunyan
https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Peregrino
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Escatologia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Santidade
https://pt.wikipedia.org/wiki/Drama
https://pt.wikipedia.org/wiki/Biografia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Edmund_Spenser
https://pt.wikipedia.org/wiki/William_de_Orange
https://pt.wikipedia.org/wiki/1689
https://pt.wikipedia.org/wiki/Amsterdam
30
Primeira edição de Oroonoko, 1688.
É impossível datar satisfatoriamente o inicio da
literatura de ficção na Inglaterra. Entretanto, histórias de ficção
e biografias ficcional começaram a se diferenciar entre si e de
outros gêneros na Inglaterra durante o período da restauração.
Uma tradição existente do Romance de ficção
na França e Espanha era popular na Inglaterra. O "Romance" era considerado um gênero
feminino, e a mulher era rotulada como leitora de "novelas" como vice-versa. Uma das
figuras mais significantes surgidas do romance no Período da Restauração é Aphra Behn.
Ela não era somente a primeira novelista Profissional feminina, mas ela deve estar entre
a primeira novelista profissional de ambos sexos na Inglaterra. O mais famoso romance
de Behn é Oroonoko de 1688. Esta é uma biografia inteiramente ficcional de um rei
Africano que teria sido escravizado no Suriname. Os romances de Behn mostram a
influência da tragédia e de sua experiência como dramaturga.
Tão logo foi banido o regime Puritano anterior das peças públicas as
representações ganharam ânimo e o drama recriou-se rápida e abundantemente. A mais
famosa peça do inicio do período da Restauração eram não sentimentais ou comédias
"duras" de John Dryden, William Wycherley, e George Etherege, as quais refletem a
atmosfera da Corte, e celebram um estilo de vida machista aristocrático de persistente
intriga sexual e conquista. Depois de rápida queda na quantidade e qualidade em 1680, a
metade da década de 1990 viu um breve florescimento do drama, especialmente a
comédia. Comédias como Love For Love de William Congreve (1695) e The Way of the
World (1700), e The Relapse de John Vanbrugh (1696) e The Provoked Wife (1697) foram
"suave" e mais classe média no etos, muito diferente da extravagância aristocrática de
vinte anos antes, e atingiu uma grande. Os Dramaturgos de 1690 direcionavam o apelo
para audiências mais socialmente misturadas com um forte peso do elemento da classe
média, e espectadores femininos, por exemplo pela movimentação da guerra entre os sexo
da arena da intriga para aquela do casamento. O foco na comédia são amores jovens
https://pt.wikipedia.org/wiki/1688
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a
https://pt.wikipedia.org/wiki/Espanha
https://pt.wikipedia.org/wiki/Aphra_Behn
https://pt.wikipedia.org/wiki/Oroonoko
https://pt.wikipedia.org/wiki/1688
https://pt.wikipedia.org/wiki/Suriname
https://pt.wikipedia.org/wiki/Trag%C3%A9dia
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https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=William_Wycherley&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=George_Etherege&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Machista
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https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Way_of_the_World
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https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Vanbrugh
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=The_Provoked_Wife&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_m%C3%A9dia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Classe_m%C3%A9dia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Behn_Oroonoko_title_page.1688.jpg
31
passando a perna na velha geração, particularmente nas relações matrimoniais após o
inicio do casamento.
Os Diaristas John Evelyn e Samuel Pepys descrevem o dia-a-dia da vida em
Londres e cena cultural de seus tempos.
8- LITERATURA AUGUSTINA
O termo literatura Augustina surgiu de autores das décadas de 1720's e 1730's
referindo-se a eles mesmo, que respondiam por um termo que George I da
Inglaterra preferia para si mesmo. Enquanto George I entendia que o titulo refletia sua
bravura, eles entendiam que ao invés disto ele fazia referência da transição da Antiga
Roma de literatura grosseira e simples para um literatura altamente politizada e muito
elaborada. Devido a esta disposição da metáfora, o período de 1689 - 1750 foi chamada
de "a Idade Augustina" pelos críticos através do século XVIII (incluído Voltaire e Oliver
Goldsmith). A literatura deste período é evidentemente política e profundamente ciente
de críticos dedicados para literatura. Esta foi uma época de exuberância e escândalo, de
enorme energia, criatividade e escândalo, que reflete uma era quando o povo da
Inglaterra, Escócia, e Irlanda se encontravam em meio da uma expansão econômica,
poucas barreiras para educação, e a agitação da Revolução Industrial.
O poeta que mais se destacou no período é Alexander Pope, mas a excelência de
Pope é uma das facetas na sua constante batalha com outros poetas, e sua serenidade, a
aparente abordagem neo-Classical para poesia é uma competição com versos altamente
virtuosos e competição pesada de tais poetas com Ambrose Phillips. Foi durante este
período que James Thomson produziu sua melancólica The Seasons e Edward
Young escreveu Night Thoughts. Foi também nesta era que assistimos uma seria
competição sobre o modelo adequado do pastoral. No criticismo, os poetas lutaram com
uma doutrina do decência, de encontrar as palavras adequadas com senso próprio e de
estilo que encontre a gravidade de um subjetivismo. Ao mesmo tempo, o caricatura do
herói teve seu auge. O rapto da Madeixa e The Dunciad de Pope são ainda os maiores
poemas de caricatura do herói que já foram escritas.
Na prosa, a parte inicial do período foi ofuscada pelo desenvolvimento da
experimentação do Inglês. The Spectator de Joseph Addison e Richard
Steele estabeleceram a forma do periódico experimental Inglês, inventado o ponto de vista
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Evelyn
https://pt.wikipedia.org/wiki/Samuel_Pepys
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_Augustina&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/George_I_da_Inglaterra
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Antiga_Roma
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Voltairehttps://pt.wikipedia.org/wiki/Oliver_Goldsmith
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Industrial
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Edward_Young
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https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Poesia_pastoral&action=edit&redlink=1
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https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Spectator_(1711)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Addison
https://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Steele
https://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Steele
32
de um observador imparcial da vida humana que pode meditar em relação ao mundo sem
advogar qualquer mudança nele. Contudo, este também foi o tempo quando
a novella Inglesa, que surgiu na Restauração, desenvolveu em uma arte maior. Daniel
Defoe voltou-se do jornalismo e biografias da vida de criminosos para impressão de
escritos de biografias ficcionais de criminosos como Roxana e Moll Flanders. Ele
também escreveu sobre o comportamento ficcional das viagens de Alexander
Selkirk chamado Robinson Crusoe (1719). O romance vira beneficiar indiretamente de
uma peça trágica, e na metade do século muito outros autores começaram a escrever
romances.
Se Addison e Steele possuíam um tipo de prosa, então Jonathan Swift tinha outro.
O estilo da prosa de Swift é pouco cortes e direto, com uma clareza que poucos
contemporâneos alcançaram. Ele era profundamente cético a respeito do mundo moderno,
mas ele era similarmente profundamente receoso da nostalgia. Ele via na história uma
coleção de mentiras e vaidades, e via em seu presente uma louca vaidade e mentiras. O
centro dos valores Cristão era essencial, mas estes valores tinham de ser exercitados,
proclamados e desenvolvidos pela constante rejeição dos jogos de crenças humanas e seus
canais. A Tale of a Tub de Swift proclama sua analise cética das afirmações do mundo
moderno, e em seus últimos trabalhos de prosa, tais como a Guerra com Patridge o
astrólogo, e o maior de todas as suas zombarias do orgulho em Gulliver's Travels deixa
unicamente o individuo em medo constante e completa humilhação. Depois de seu
"exílio" na Irlanda, Swift relutantemente começa a defender o povo Irlandês da predação
do colonialismo. Seu livro A Modest Proposal e cartas Drapier provocaram tumultos e
irritações, mas Swift, que não tinha amor pelo Catolicismo Romano da Irlanda, , foi
ultrajado por abusos e barbaridades que ocorriam em torno dele.
O drama na parte inicial do período apresentava as ultimas peças de John
Vanbrugh e William Congreve, ambos os quais conduziram a comédia da Restauração
com algumas alterações. Contudo, a maioria das encenações era de pequenas farsas e
algumas tragédias serias e domesticas. George Lillo e Richard Steele produziram
tragédias de formas morais elevadas, onde as características e preocupações dos atores
restringiam-se completamente classe media ou da classe trabalhadora. Isto reflete uma
acentuada mudança na audiência para as peças, com o patronato real na tendo tanta
importância para o sucesso teatral. Adicionalmente, Colley Cibber e John
https://pt.wikipedia.org/wiki/Novella
https://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel_Defoe
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Jornalismo
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Moll_Flanders
https://pt.wikipedia.org/wiki/Alexander_Selkirk
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Robinson_Crusoe
https://pt.wikipedia.org/wiki/1719
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jonathan_Swift
https://pt.wikipedia.org/wiki/Crist%C3%A3o
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Farsa
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=George_Lillo&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Colley_Cibber&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=John_Rich&action=edit&redlink=1
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Rich começaram uma batalha mutual por um espetáculo mais e mais grandioso para ser
apresentado na peça. A figura do Harlequin foi criada, e o teatro de pantomima começou
a ser apresentado. Esta comédia pobre era bastante popular, e as pecas tornaram-se
terceiro nível na preparação. Ópera também se tornou popular na Inglaterra, e havia uma
significante resistência literária por esta incursão Italiana. Esta tendência foi quebrada
somente por umas poucas tentativas por um novo tipo de comédia. Pope e John
Arbuthnot e John Gay tentaram uma peça intitulada Three Hours After Marriage que
falhou. Em 1728, porem, John Gay retornou para a casa de espetáculos com The Beggar's
Opera. Operas de Gay eram na Inglaterra e recontavam a história de Jack
Sheppard e Jonathan Wild. Contudo, isto se parecia ser uma alegoria para Robert
Walpole e os diretores da South Sea Company, e portanto a continuidade da opera de Gay
foi abandonada sem ter sido apresentada. Em 1737, o drama no século 18 quase termina,
naquele que foi o ano do Licensing Act. Naquele ponto, havia censura oficial do estado
de todas as peças.
O efeito do Licensing Act foi causar mais do que uma aspiração nos dramaturgos
para ser tornarem além do que escritores de romance. Henry Fielding começou a escrever
prosa sátira e romances depois que suas peças não passavam pelos censores. Henry
Brooke também se virou para os romances. Neste ínterim, Samuel Richardson tinha
produzido um romance com a intenção de se opor aos efeitos deletérios dos romances
em Pamela, or Virtue Rewarded (1749). Henry Fielding atacou o absurdo deste Romance
com Shamela, e então a reação de Clarissa de Richardson com a Tom Jones. Brooke
escreveu The Man of Feeling e indiretamente deu inicio ao romance
sentimental. Laurence Sterne tentou um romance Swiftiano com uma única perspectiva
da impossibilidade da biografia (o modelo para a maioria dos próximos romances naquele
ponto) e compreendendo com Tristram Shandy, mesmo com seu caluniador Tobias
Smollett promovendo o romances picarescos com seus trabalhos. Cada um destes
romances representa uma forma e temática divergindo dos outros. Cada romancista tinha
um dialogo e competição com os outros, e, em um certo sentido, o romance estabelecia
em si como um gênero diverso de forma aberta nesta explosão de criatividade. Os efeitos
finais mais importantes desta experimentação são o realismo psicológico de Richardson,
a confusa voz narrativa de Fielding, e o sentimentalismo de Brooke.
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=John_Rich&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Harlequin&action=edit&redlink=1
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https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Beggar%27s_Opera
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Henry_Fieldinghttps://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Henry_Brooke&action=edit&redlink=1
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https://pt.wikipedia.org/wiki/1749
https://pt.wikipedia.org/wiki/Clarissa
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https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=The_Man_of_Feeling&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Romance_sentimental&action=edit&redlink=1
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Tristram_Shandy
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tobias_Smollett
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tobias_Smollett
https://pt.wikipedia.org/wiki/Romance_picaresco
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9- IDADE DA SENSIBILIDADE
Durante a Idade da Sensibilidade, a literatura refletiu a visão de mundo do
esclarecimento (ou Idade da Razão) – uma abordagem racional e científica para
publicações religiosas, social, política e econômica que promove uma visão a secular do
mundo e um senso geral do progresso e perfectibilidade. Levado por filosofias que foram
inspiradas pelas descobertas do século anterior (Newton) e nos escritos de Descartes,
Locke e Bacon. Eles perseguiam descoberta e atuação de princípios universalmente
válidos que governassem a humanidade, natureza e sociedade. Eles fizeram vários
ataques a autoridade científica e espiritual, restrições econômicas e sociais, dogmatismo,
intolerância, censura. Eles consideravam o estado o instrumento próprio e racional do
progresso. O Racionalismo extremo e ceticismo desta idade levaram naturalmente ao
ateísmo; as mesmas qualidades tiveram a função em trazer mais tarde a reação do
romantismo.
A Enciclopédia de Denis Diderot resumo do espírito desta época.
O aumento da ênfase no instinto e sentimento, em relação moderação. Um
crescimento da simpatia pela idade media durante a idade da sensibilidade inflamou um
interesse em baladas medievais e literatura folclórica.
10- ROMANTISMO
A mudança da paisagem da Inglaterra trazida pela maquina a vapor teve duas
consequências mais significativas: o crescimento explosivo da industrialização com a
expansão das cidades, e a consequente queda da população rural como resultado da
limitação ou privatização dos pastos. Muitos dos camponeses dirigiram-se para as cidades
para trabalhar nas novas fabricas.
Esta abrupta mudança é revelada pela mudança de cinco palavras: industry (que
significava "criatividade"), democracy (que era utilizada como desprezo como
"multidão"), class (agora também usada com uma conotação social), art (que significava
"artesanato"), culture (que se referia somente a fazendas).
Mas as pobres condições dos trabalhadores, os novos conflitos de classe e a
poluição ambiental causada como consequência do urbanismo e industrialização leva os
poetas a redescobrir as belezas e valores da natureza. Mãe terra é vista como a única fonte
de conhecimento, a única solução problemas causados pelas maquinas.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Industrializa%C3%A7%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Urbanismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Terra
35
A superioridade da natureza e instinto sobre civilização foi pregada por Jean
Jacques Rousseau e sua mensagem foi adotada por quase todos poetas Europeus. O
primeiros Ingleses foram Lake Poets, um pequeno grupo de amigos incluindo William
Wordsworth e Samuel Taylor Coleridge. Estes novos Poetas Romanticos trouxeram uma
nova emoção e introspecção, e seu surgimento marcou o primeiro manifesto romântico
na literatura Inglesa, O Preface to the Lyrical Ballads. Esta coleção se deveu mais da
contribuição de Wordsworth, embora Coleridge deva ser creditado seu longo e
impressionante Rime of the Ancient Mariner, uma trágica balada sobre um demônio que
primeiro mata e então possui um grupo de marinheiro em um bote nos mares do sul.
Coleridge e Wordsworth, porem, compreendiam o romantismo de duas maneiras
inteiramente diferentes: enquanto Coleridge procurava tornar o real sobrenatural (muito
parecido com filmes de ficção científica que usam efeitos especiais para tornar coisas
impressionantes criveis), Wordsworth procurava mesclar a imaginação dos leitores
através de figuras bem terra a terra retirada da vida real (por exemplo no The Idiot Boy),
ou no beleza de Lake District que inspirou profundamente sua produções (como
em Tintern Abbey).
A "Segunda geração" de poetas românticos incluem Lord Byron, Percy Bysshe
Shelley, Mary Shelley e John Keats. Byron, contudo, era ainda influenciado por sátiras
do século 18 e era, talvez o ultimo 'romântico' dos três. Seus amores com um numero
proeminente de senhoras casadas era também um modo de verbalizar sues dissentimento
da hipocrisia de uma alta sociedade que esta aparentemente religiosa mas de fato
altamente libertina, a mesmo que tinha ridicularizado sua condição física. Sua primeira
viagem para Europa resultou em seus dois primeiros cantos de Childe Harold's
Pilgrimage, um épico anti-herói das aventuras de um rapaz na Europa, mas também uma
refinada sátira da sociedade Inglesa. A despeito do sucesso de Childe Harold' no seu
retorno para Inglaterra, acompanhado pela publicação de The Giaour e The Corsair seu
alegado romance incestuoso com sua meia irmã Augusta Leigh em 1816 acabou
forçando-lhe a deixar a Inglaterra para seu bem e buscar asilo no continente. Onde ele
juntamente com Shelley, sua esposa Mary, com seu secretário John Polidori nas praias
do Lago Geneva em 1816.
Embora seja justamente uma cura história, Polidori deve ser considerado creditada
para introdução de The Vampyre para literatura Inglesa. Shelley, como Mary, tinham
https://pt.wikipedia.org/wiki/Civiliza%C3%A7%C3%A3o
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Jacques_Rousseau
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Ingleses
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lake_Poets
https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Wordsworth
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Lyrical_Ballads
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Filme_de_fic%C3%A7%C3%A3o_cient%C3%ADfica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lake_District
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lord_Byron
https://pt.wikipedia.org/wiki/Percy_Bysshe_Shelley
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Mary_Shelley
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Keats
https://pt.wikipedia.org/wiki/Europa
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Childe_Harold%27s_Pilgrimage&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Childe_Harold%27s_Pilgrimage&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=The_Giaour&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=The_Corsair&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/1816
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Polidori
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lago_Geneva
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=The_Vampyre&action=edit&redlink=1
36
muito em comum com Byron: Ele era um aristocrata de uma família famosa e antiga,
tinha abraçado o ateísmo e o livre pensar, como ele, tentando escapar de escândalos na
Inglaterra.
Percy Shelley foi expulso da Universidade de Oxford por declarar abertamente
seu ateísmo, no tratado "A Necessidade do Ateísmo", e da Inglaterra por defender a
independência da Irlanda. Em 1811, com dezenove anos, Shelley se casa com Harriet
Westbrook, de quem ele iria se separar, três anos depois, para se casar com Mary (Harriet
tirou sua própria vida após isto). Depois do nascimentoda primeira filha do casal, Harriet
não dava atenção aos interesses de Shelley. Mary era diferente: filha de William Godwin,
um filosofo e revolucionário, ela compartilhava de seus ideais, era um poeta, e uma
feminista como sua mãe, Mary Wollstonecraft, características que faltavam em Harriet.
Manteve um caso com Mary, com quem mais tarde tornaria pública a união.
O melhor livro de Shelley foi Ode to the West Wind. A despeito de sua aparente
recusa em acreditar em Deus, este poema é considerado uma homenagem ao panteísmo,
o reconhecimento de uma presença espiritual na natureza.
Mary Shelley não voltava na história para sua poesia, mas para dar o nascimento
a ficção científica: o desenho para um romance é dito ter vindo de um pesadelo durante
uma tempestade noturna no lago Geneva. Sua ideia de fazer um corpo com partes
humanas roubadas de diferentes corpos e então animá-lo com eletricidade foi talvez
influenciado pela invenção de Alessandro Volta e experimento de Luigi Galvani com
sapos mortos. A história requentada de Frankenstein também sugere modernos
transplantes de órgãos, regeneração de tecidos, lembrando-nos das implicações morais
levantadas pela medicina de hoje. Mas a criatura Frankenstein é também incrivelmente
romântica. Embora "o mostro " seja inteligente, bom e apaixonado, ele é evitado por todos
devido a sua feiúra e deformidade e o desespero que resulta da exclusão social o torna em
uma maquina assassina que eventualmente mata seu próprio criador.
Provavelmente John Keats não compartilhava os ideais revolucionários de Byron
e Shelley, mas seu culto do panteísmo e tão importante quanto para Shelley. Keats era
apaixonado pelas antigas pedras do Parthenon que Lord Elgin tinha trazido
para Inglaterra da Grécia, também conhecida como a Mármores de Elgin. Ele celebrava
a Grécia antiga: a beleza da liberdade de casais de jovens amantes como aqueles da arte
clássica. A grande atenção de Keats para arte, especialmente em sua Ode on a Grecian
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ate%C3%ADsmo
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Harriet_Westbrook&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Harriet_Westbrook&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Godwin
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mary_Wollstonecraft
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ode_to_the_West_Wind&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Deus
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pante%C3%ADsmo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fic%C3%A7%C3%A3o_cient%C3%ADfica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Romance
https://pt.wikipedia.org/wiki/Electricidade
https://pt.wikipedia.org/wiki/Alessandro_Volta
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luigi_Galvani
https://pt.wikipedia.org/wiki/Frankenstein
https://pt.wikipedia.org/wiki/Parthenon
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lord_Elgin
https://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia
https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rmores_de_Elgin
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arte
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ode_on_a_Grecian_Urn&action=edit&redlink=1
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Urn é algo muito novo no romantismo, e isto irá inspirar a crença de Walter Pater e então
de Oscar Wilde no valor absoluto da arte como independente da estética.
Jane Austen Escreveu romances sobre a vida da classe rural, vista do ponto de
vista de uma mulher, e de maneira irônica focada em praticas sociais, especialmente
focadas em temas sociais, especialmente o casamento e o dinheiro.
11- LITERATURA VITORIANA
Foi na era vitoriana (1837-1901) que o romance se tornou a principal forma
literária em língua inglesa. A maioria dos escritores estava agora mais interessada em
agradar ao público leitor de classe média do que aos seus patronos aristocratas. As mais
notáveis obras dessa época incluem trabalhos poderosamente emocionais das irmãs
Brontë; a sátira Vanity Fair de William Makepeace Thackeray; os
romances realistas de George Eliot; e os criteriosos retratos de Anthony Trollope, da vida
dos classe artesãos e camponeses.
Charles Dickens emergiu no cenário literário em 1830, confirmando a tendência
para as publicações em série. Dickens escreveu vividamente sobre vida dos pobres
de Londres, mas em estilo bem-humorado, o que era aceitável para leitores de todas as
classes. Seus trabalhos iniciais tais como The Pickwick Papers (Os Documentos Póstumos
do Clube Pickwick) são obras-primas da comédia. Mais tarde, seus trabalhos tornaram-se
sombrios, sem que houvesse a perda do seu gênio para a caricatura.
O interesse em assuntos rurais e nas mudanças da situação social e econômica do
país aparece nos romances de Thomas Hardy e outros.
Entre as figuras de destaque na poesia vitoriana, incluem-se Alfred
Tennyson, Robert Browning e sua esposa, Elizabeth Barrett Browning.
Na literatura para crianças desse período, destacam-se Lewis Carroll, que foi um
representante da poesia nonsense, e Edward Lear. Também na época surge Sherlock
Holmes, um dos personagens mais famosos da literatura inglesa. O célebre detetive,
criado por Arthur Conan Doyle, aparece pela primeira vez no livro Um estudo em
vermelho (1887).
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ode_on_a_Grecian_Urn&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Walter_Pater
https://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Wilde
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Jane_Austen
https://pt.wikipedia.org/wiki/Era_vitoriana
https://pt.wikipedia.org/wiki/Romance
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Irm%C3%A3s_Bront%C3%AB&action=edit&redlink=1
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Vanity_Fair
https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Makepeace_Thackeray
https://pt.wikipedia.org/wiki/Realista
https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Eliot
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Anthony_Trollope&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Dickens
https://pt.wikipedia.org/wiki/Londres
https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Pickwick_Papers
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Os_Documentos_P%C3%B3stumos_do_Clube_Pickwick&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Os_Documentos_P%C3%B3stumos_do_Clube_Pickwick&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Obra-prima
https://pt.wikipedia.org/wiki/Com%C3%A9dia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Caricatura
https://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Hardy
https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfred_Tennyson
https://pt.wikipedia.org/wiki/Alfred_Tennyson
https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Browning
https://pt.wikipedia.org/wiki/Elizabeth_Barrett_Browning
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lewis_Carroll
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nonsense
https://pt.wikipedia.org/wiki/Edward_Lear
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sherlock_Holmes
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sherlock_Holmes
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Conan_Doyle
https://pt.wikipedia.org/wiki/Um_estudo_em_vermelho
https://pt.wikipedia.org/wiki/Um_estudo_em_vermelho
https://pt.wikipedia.org/wiki/1887
38
12- LITERATURA EDUARDIANA
O escritor mais largamente popular do século 20 era indiscutivelmente Rudyard
Kipling, um escritor altamente versátil de romances, histórias curtas e poemas,
freqüentemente baseados em suas experiências do domínio britânico na Índia. Kipling era
intimamente associado com o imperialismo e isto manchou sua reputação em tempos mais
recentes.
13- LITERATURA DA ERA GEORGIANA
Os poetas georgianos mantiveram uma abordagem conservadora para a poesia.
As experiências da Primeira Guerra Mundial foram refletidas no trabalho
da poesia da guerra tais como Rupert Brooke, Isaac Rosenberg, Edmund
Blunden e Siegfried Sassoon. Muitos escritores voltaram-se temas patriotas e
imperialistas como resultado da guerra, notavelmente Kipling.
John Buchan foi pioneiro em um novo tipo de ficção, o romance de espionagem e
obteve grande popularidade durante e depois da PrimeiraGuerra Mundial.
Não se pode esquecer o grande ficcionista e ensaista G. K. Chesterton, que
escreveu 80 volumes de livros e causou a maior sensação nos debates da rádio BBC,
disputando de forma magistral com outros grandes autores ingleses, como Bernard Shaw
e H. G. Wells.
14- LITERATURA MODERNISTA
Entre os importantes romancistas duas Guerras Mundiais incluem Evelyn
Waugh, D.H. Lawrence e Virginia Woolf, um membro do Grupo de Bloomsbury. Alem
do Bloomsbury group, the Sitwells também acolhiam uma facção artística e literária,
porem menos influente.
H. G. Wells foi um pioneiro da ficção científica. A critica de George
Orwell do totalitarianismo acrescentou a palavra Orwellian à lingua Inglêsa.
A distopia de Aldous Huxley em Brave New World e J. G. Ballard são os percusores do
moviento cyberpunk.
W. H. Auden, Stephen Spender, Ted Hughes e Philip Larkin são importantes
poetas
https://pt.wikipedia.org/wiki/Rudyard_Kipling
https://pt.wikipedia.org/wiki/Rudyard_Kipling
https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Imperialismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Era_georgiana
https://pt.wikipedia.org/wiki/Primeira_Guerra_Mundial
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Poesia_da_guerra&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Rupert_Brooke
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Isaac_Rosenberg&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Edmund_Blunden&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Edmund_Blunden&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Siegfried_Sassoon
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Buchan
https://pt.wikipedia.org/wiki/Romance_de_espionagem
https://pt.wikipedia.org/wiki/Evelyn_Waugh
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https://pt.wikipedia.org/wiki/D._H._Lawrence
https://pt.wikipedia.org/wiki/Virginia_Woolf
https://pt.wikipedia.org/wiki/Grupo_de_Bloomsbury
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=The_Sitwells&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/H._G._Wells
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fic%C3%A7%C3%A3o_cient%C3%ADfica
https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Orwell
https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Orwell
https://pt.wikipedia.org/wiki/Totalitarianismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Distopia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Aldous_Huxley
https://pt.wikipedia.org/wiki/Brave_New_World
https://pt.wikipedia.org/wiki/J._G._Ballard
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cyberpunk
https://pt.wikipedia.org/wiki/W._H._Auden
https://pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_Spender
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ted_Hughes
https://pt.wikipedia.org/wiki/Philip_Larkin
39
Outros notaveis escritores incluem Muriel Spark, Daphne du Maurier, Margaret
Drabble, Iris Murdoch, Anthony Burgess (que ficou conhecido como o "o ultimo
modernista "), Kingsley Amis, Graham Greene e G. K. Chesterton.
Escritores de literatura popular incluem P. G. Wodehouse, Agatha Christie,
famosa por seus romances policiais, e J. R. R. Tolkien, este último grande autor de
fantasia.
15- LITERATUAR PÓS MODERNISTA
John Fowles, Julian Barnes, J.K. Rowling e Neil Gaiman são exemplos de
autores pós-modernos de língua inglesa.
16- PRINCIPAIS AUTORES
William Shakespeare
G. K. Chesterton
Jane Austen
Emily Brontë
Mary Shelley
Edgar Allan Poe
Oscar Wilde
Lewis Carroll
Charles Dickens
Anne Rice William Makepeace Thackeray
Francis Bacon
James Baldwin
Lord Byron
Thomas Hobbes
Washington Irving
Norman Mailer
Herman Melville
Thomas More
Bertrand Russel
https://pt.wikipedia.org/wiki/Muriel_Spark
https://pt.wikipedia.org/wiki/Daphne_du_Maurier
https://pt.wikipedia.org/wiki/Margaret_Drabble
https://pt.wikipedia.org/wiki/Margaret_Drabble
https://pt.wikipedia.org/wiki/Iris_Murdoch
https://pt.wikipedia.org/wiki/Anthony_Burgess
https://pt.wikipedia.org/wiki/Kingsley_Amis
https://pt.wikipedia.org/wiki/Graham_Greene
https://pt.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton
https://pt.wikipedia.org/wiki/P._G._Wodehouse
https://pt.wikipedia.org/wiki/Agatha_Christie
https://pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Fowles
https://pt.wikipedia.org/wiki/Julian_Barnes
https://pt.wikipedia.org/wiki/J.K._Rowling
https://pt.wikipedia.org/wiki/Neil_Gaiman
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literatura_p%C3%B3s-moderna&action=edit&redlink=1
https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Shakespeare
https://pt.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jane_Austen
https://pt.wikipedia.org/wiki/Emily_Bront%C3%AB
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mary_Shelley
https://pt.wikipedia.org/wiki/Edgar_Allan_Poe
https://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Wilde
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lewis_Carroll
https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Dickens
https://pt.wikipedia.org/wiki/Anne_Rice
https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Makepeace_Thackeray
https://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon
https://pt.wikipedia.org/wiki/James_Baldwin
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lord_Byron
https://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Hobbes
https://pt.wikipedia.org/wiki/Washington_Irving
https://pt.wikipedia.org/wiki/Norman_Mailer
https://pt.wikipedia.org/wiki/Herman_Melville
https://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_More
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russell
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Percy Bysshe Shelley
Adam Smith
Bram Stoker
Conan Doyle
John Steinbeck
William Faulkner
Charlotte Brontë
William Blake
John Keats
William Wordsworth J. K. Rowling
J. R. R. Tolkien
Virginia Woolf
James Joyce
Katherine Mansfield
Agatha Christie
Roald Dahl
Robert Louis Stevenson
Samuel Taylor Coleridge
John Milton Geoffrey Chaucer
Emily Dickinson
Walt Whitman
Ernest Hemingway
Scott Fitzgerald
Arthur Miller
George Bernard Shaw
Nathaniel Hawthorne
E. T. A. Hoffmann
Stephen King
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_inglesa
https://pt.wikipedia.org/wiki/Percy_Bysshe_Shelley
https://pt.wikipedia.org/wiki/Adam_Smith
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bram_Stoker
https://pt.wikipedia.org/wiki/Conan_Doyle
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Steinbeck
https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Faulkner
https://pt.wikipedia.org/wiki/Charlotte_Bront%C3%AB
https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Blake
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Keats
https://pt.wikipedia.org/wiki/William_Wordsworth
https://pt.wikipedia.org/wiki/J._K._Rowling
https://pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien
https://pt.wikipedia.org/wiki/Virginia_Woolf
https://pt.wikipedia.org/wiki/James_Joyce
https://pt.wikipedia.org/wiki/Katherine_Mansfield
https://pt.wikipedia.org/wiki/Agatha_Christie
https://pt.wikipedia.org/wiki/Roald_Dahl
https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson
https://pt.wikipedia.org/wiki/Samuel_Taylor_Coleridge
https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Milton
https://pt.wikipedia.org/wiki/Geoffrey_Chaucer
https://pt.wikipedia.org/wiki/Emily_Dickinson
https://pt.wikipedia.org/wiki/Walt_Whitman
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ernest_Hemingway
https://pt.wikipedia.org/wiki/Scott_Fitzgerald
https://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Miller
https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Bernard_Shaw
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nathaniel_Hawthorne
https://pt.wikipedia.org/wiki/E._T._A._Hoffmann
https://pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_King