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Fisiologia do Sistema Cardiovascular 1 🫀 Fisiologia do Sistema Cardiovascular Introdução O sistema cardiovascular tem como principal função manter o fluxo de sangue e assegurar a nutrição de todas as regiões do corpo através do transporte de gases, distribuição de nutrientes e remoção de resíduos. Este é um sistema fechado, composto por: coração, vasos sanguíneos (vasculatura) e sangue O Coração O coração possui 4 câmaras: átrios direito e esquerdo e ventrículos direito e esquerdo, valvas cardíacas/atrioventriculares AV (mitral e tricúspide), valva aórtica e valva pulmonar. Fisiologia do Sistema Cardiovascular 2 Em relação aos átrios, os ventrículos são hipertrofiados e especificamente o ventrículo esquerdo apresenta uma parede muscular mais espessa por precisar gerar uma maior pressão que seja suficiente para bombear sangue para toda a circulação sistêmica; O fluxo unidirecional é garantido através das valvas atrioventriculares e estas também funcionam como isolante elétrico do potencial de ação dos átrios, que precisa ocorrer milésimos de segundos antes da contração ventricular; Sentido do fluxo sanguíneo: � Veias cavas superior e inferior � Átrio direito � Valva AV direita (tricúspide) � Ventrículo direito � Valva pulmonar (semilunar direita) Fisiologia do Sistema Cardiovascular 3 � Artérias pulmonares � Pulmões (até aqui é a denominada circulação pulmonar - sangue com baixa concentração de O2 � Veias pulmonares � Átrio esquerdo � Valva AV esquerda (mitral) � Ventrículo esquerdo � Valva aórtica (semilunar esquerda) � Aorta (até aqui é a denominada circulação sistêmica - sangue com alta concentração de O2 � Artérias coronárias e órgãos sistêmicos Como funciona a garantia do fluxo unidirecional? Fisiologia do Sistema Cardiovascular 4 O sangue que vem dos átrios fluem para os ventrículos através de um gradiente de pressão e passam pelas valvas AV, que estão abertas e ancoradas no músculo papilares, nos ventrículos, pelas cordas tendíneas. Quando inicia-se a contração ventricular, o sangue é empurrado contra as cúspides dessas valvas, fazendo com que elas se fechem e não se invertam na direção do átrio (por ação do ancoramento das cordas tendíneas). Já em relação as valvas aórtica e pulmonar, quando ocorre a contração ventricular, a pressão gerada pelos ventrículos excede a pressão existente nessas valvas, o que faz com que o sangue flua rapidamente através delas, empurrando as cúspides dessas valvas contra a parede da artéria. Após a passagem do sangue e o relaxamento dos ventrículos, o sangue vem voltando para o coração e empurra as cúspides no sentido do ventrículo, fechando a valva. Fisiologia do Sistema Cardiovascular 5 A quantidade de sangue recebido por cada sistema é fracionado dos 5L/min e é regulado de acordo com a sua atividade metabólica Sistema de Geração de Potencial de Ação e Condução Elétrica Alguns pontos importantes sobre a geração de potencial de ação no coração: Independem do sistema nervoso central pois parte das células musculares cardíacas são especializadas em gerar potenciais de ação, denominadas de células autoexcitáveis ou células marca-passo São altamente dependentes de cálcio A propagação do potencial de ação se dá na seguinte ordem: � Nó sinoatrial SA (b) � Músculo atrial � Nó atrioventricular (c) Fisiologia do Sistema Cardiovascular 6 � Feixe de HIS (d) � Fibras de Purkinje (e) � Ventrículos (e) As células do nó SA determinam a frequência cardíaca O nó atrioventricular e as fibras de Purkinje também são capazes de gerar potenciais de ação mas em menor escala que o nó SA No nó atrioventricular a propagação é mais lenta, o que gera o “atrasoˮ necessário e garante que todo o sangue que estava nos átrios já passou para os ventrículos antes que esse se contraia. Acoplamento Excitação-Contração As células do nó SA, nó AV e das fibras de Purkinje tem característica autoexcitável por ter um potencial de membrana instável Seu potencial de membrana inicia-se em 60mV mas sempre sobem lentamente até atingir seu limiar de excitabilidade; Tem um “repousoˮ instável; Fisiologia do Sistema Cardiovascular 7 A atividade elétrica em células autoexcitáveis é mais rápida � Em 60mV ˮrepousoˮ), há um grande influxo de Na+ através dos canais If (funny) para dentro da célula � À medida que a célula despolariza e torna-se mais positiva, os canais If se fecham e são abertos canais de Ca²+, gerando um influxo lento desse íon (potencial marca-passo) � Quando a célula atinge seu limiar, canais de Ca+ voltagem- dependentes (canais tipo T são abertos e há um rápido influxo de Ca²+, gerando uma rápida despolarização � Quando o pico do potencial de ação é atingido, os canais de Ca²+ se fecham e abrem-se os canais de K e a repolarização ocorre através do efluxo de K As células contráteis dos músculos dos átrios e ventrículos recebem o potencial de ação das células autoexcitáveis Possuem um potencial de repouso estável Em comparação à outras células contráteis, possuem um potencial de ação mais longo devido à entrada de Ca²+ e a consequente geração de um platô � Onda de despolarização recebida através das junções comunicantes faz com que os canais de Na+ voltagem-dependentes se abram e a Passo 1 laranja; passo 2 amarelo; passo 3 verde; passo 4 roxo Fisiologia do Sistema Cardiovascular 8 célula despolariza rapidamente através do influxo de Na+ � Ao atingir 20mV, os canais de Na+ se fecham e uma breve repolarização por efluxo K é iniciada � Durante as fases 5 e 1, houve uma abertura lenta de canais de Ca²+ voltagem-dependentes (tipo L, que agora encontram-se totalmente abertos e há um influxo desse íon para dentro da célula. Juntando esse fator com uma diminuição no efluxo de K, forma-se um platô � O platô termina quando os canais de Ca²+ se fecham e o efluxo de K volta a acontecer lentamente, gerando a repolarização da célula � A célula retorna ao seu estado de repouso em 90mV Durante o platô, o Ca²+ presente no meio extracelular entra na célula através de canais voltagem-dependentes e ligam-se à rianodina, um receptor localizado no retículo sarcoplasmático que permite a abertura de canais de Ca²+ do RS. O Ca²+ estocado é então liberado para o citosol e ocorre os mecanismos de contração muscular. 90% do cálcio que se liga à fibra contrátil é proveniente do estoque do retículo sarcoplasmático Fase 1 verde; fase 2 amarelo; fase 3 laranja; fase 4 roxo; fase 5 azul Fisiologia do Sistema Cardiovascular 9 O potencial de ação mais longo gerado pelo platô previne a tetania - contração sustentada e longa - uma vez que o P.A, o período refratário e a contração ocorrem praticamente ao mesmo tempo nas células miocárdicas. Se não houvesse esse platô, poderia ocorrer uma somação de contrações e o coração não teria tempo para encher de sangue novamente através da diástole Ciclo Cardíaco É definido como a sequência de eventos que ocorre entre batimentos cardíacos, tendo seu início na geração de potencial de ação pelo nó sinoatrial. Possui a fase diastólica (relaxamento) e sistólica (contração) A atividade elétrica do coração pode ser medida através do eletrocardiograma ECG, que registra a soma de vários potenciais de ação em várias células miocárdicas e essa atividade é representada em ondas e intervalos entre essas ondas São 3 ondas principais: P, complexo QRS e T Fisiologia do Sistema Cardiovascular 10 Onda P despolarização atrial A contração atrial inicia-se no final da onda P Complexo QRS despolarização ventricular/repolarização atrial A contração ventricular inicia-se após a onda Q e continua até a onda T Onda T repolarização ventricular Ocorre o relaxamento ventricular Fases do Ciclo Cardíaco Contração Atrial � Átrios e ventrículos em diástole: os átrios estão recebendo sangue das veias cavas/veias pulmonares e os ventrículos estão recebendo sanguedos átrios por ação da gravidade a� Valva atrioventricular: aberta b� Valvas aórtica e pulmonar: fechadas � Despolarização e sístole atrial: há aumento da pressão atrial e os ventrículos terminam de se encher a� Valva atrioventricular: aberta b� Valvas aórtica e pulmonar: fechadas c� Onda P Fisiologia do Sistema Cardiovascular 11 d� Aqui é possível verificar o volume diastólico final VDF - volume de sangue após o enchimento completo e antes da contração ventricular Contração Isovolumétrica Ventricular � Início da contração ventricular e relaxamento atrial: a pressão nos ventrículos sobe rapidamente a� Valva atrioventricular: fechada i� O sangue empurra as cúspides das valvas AV e estas se fecham. Quando o sangue “bateˮ nas valvas é gerada uma vibração e esta é a primeira bulha cardíaca. b� Valvas aórtica e pulmonar: fechada c� Complexo QRS � Todas as valvas estão fechadas e a pressão continua aumentando mas o volume de sangue permanece o mesmo � Os átrios voltam a se encher (porém essa atividade é independente do que acontece nos ventrículos neste momento) Ejeção Ventricular � A pressão nos ventrículos supera a pressão na aorta/veia pulmonar e o sangue é rapidamente ejetado a� Valva atrioventricular: fechada b� Valva aórtica/pulmonar: aberta c� Geração da pressão arterial sistólica (sistêmica) � Há um declínio no volume de sangue nos ventrículos e a quantidade residual é denominada de volume sistólico final VSF - volume de sangue restante após a contração ventricular (aprox. 40mL a� Esse sangue residual é uma margem de segurança para o coração. Em casos de uma contração mais eficaz, esse volume pode diminuir para que mais sangue seja ejetado para os órgãos Relaxamento Isovolumétrico Ventricular � Repolarização ventricular: a pressão nos ventrículos diminui e estes relaxam Fisiologia do Sistema Cardiovascular 12 a� Valva atrioventricular: fechada b� Valva aórtica/pulmonar: fechadas c� Onda T � Após o fechamento das valvas aórtica e pulmonar, o sangue presente nelas tende a voltar na direção do coração e se chocam contra as cúspide das valvas semilunares a� A vibração gerada pelo fechamento das valvas semilunares gera a segunda bulha cardíaca � Todas as valvas encontram-se fechadas mas não há alteração de volume de sangue nos ventrículos a� Por mais que a pressão ventricular esteja diminuindo, ela ainda é maior que a pressão atrial e por isso as valvas AV continuam fechadas Enchimento Ventricular � Aumento da pressão atrial por conta da contração a� Valva atrioventricular: aberta b� Valva aórtica/pulmonar: fechada � Declínio da pressão aórtica � Há um rápido enchimento ventricular por conta do gradiente favorável e depois há um enchimento lento É possível ver os eventos mecânicos e elétricos resumidos no diagrama de Wiggers Fisiologia do Sistema Cardiovascular 13 A quantidade de sangue ejetada pelos ventrículos em cada contração é denominado de volume sistólico VS e é a diferença entre o volume diastólico final e o volume sistólico final, ficando aproximadamente entre 70 e 80mL em uma pessoa em repouso. VS VDF VSF A fração de ejeção FE é a quantidade de sangue do volume diastólico final que é ejetado a cada contração. FE VS / VDF Fisiologia do Sistema Cardiovascular 14 A alça pressão-volume mostra a alteração de pressão e volume ventricular durante o ciclo cardíaco. Débito Cardíaco Determina a eficácia do coração, calculando a quantidade de sangue ejetada pelo ventrículo VS em um determinado período de tempo, ou seja, pela quantidade de batimentos por minuto (frequência cardíaca FC. É expresso em litros de sangue por minuto. DC FC x VS O DC é uma variável que sofre alterações de acordo com variações como por exemplo, alteração da frequência cardíaca por algum motivo, consumo de O2 pelo corpo e etc. Também é alterado por ativações das vias simpáticas ou parassimpáticas, que alteram a contratilidade do coração A adrenalina/noradrenalina quando liberada, estimula a ativação da via simpática e, consequentemente após diversas reações, há um aumento na frequência cardíaca que gera um aumento no débito cardíaco Fisiologia do Sistema Cardiovascular 15 A acetilcolina estimula a ativação da via parassimpática, que irá diminuir a frequência cardíaca e consequentemente reduzir o débito cardíaco. Relação de Frank-Starling: quando há um aumento do retorno venoso, uma maior quantidade de sangue é ejetada nos ventrículos, fazendo com que suas fibras musculares fiquem mais estiradas, que consequentemente resultará em uma maior tensão gerada e uma contração mais forte, aumentando assim o débito cardíaco em função do aumento do volume diastólico final. A tensão gerada antes do início da contração ventricular é denominada de pré-carga. Resumidamente, é a capacidade do coração de ajustar o débito cardíaco em função do retorno venoso (mais sangue entrando = mais sangue saindo). Retorno Venoso Fisiologia do Sistema Cardiovascular 16 É a quantidade de sangue que retorna da circulação sistêmica para o coração pela circulação venosa, sendo um importante determinante do débito cardíaco. As veias são vasos de capacitância, ou seja, possuem uma capacidade de alterar o seu volume em função do aumento de pressão. O retorno venoso, principalmente dos membros inferiores, acontece contra a gravidade e por isso necessitam de alguns fatores para auxiliar nesse retorno que são: Bomba de músculo esquelético: o movimento dos músculos esqueléticos comprimem as veias e empurram o sangue em direção ao coração; Bomba respiratória: os movimentos do diafragma durante e respiração alteração a pressão intratorácica e abdominal, fazendo com que onde há maior pressão haja uma compressão das veias, fazendo com que o sangue contido nestas seja empurrado em direção ao coração; Inervação: o músculo liso das veias pode sofrer constrição devido à atividade simpática, o que diminuirá o volume da veia e consequentemente empurrará o sangue; Válvulas venosas: são válvulas presentes na veia que impedem que o sangue ejetado retorne; Efeito de sucção do coração: quando o átrio relaxa após sua sístole, em um determinado período há um efeito de sucção gerado pela mudança de pressão, que faz com o que sangue seja puxado das veias para dentro deste. Hemodinâmica Estudo das forças que envolvem a circulação sanguínea. Fluxo Sanguíneo É o volume de sangue que circula pelo corpo em determinada unidade de tempo (= débito cardíaco). É dado pela fórmula: Fluxo Q Gradiente de pressão (ΔP / Resistência ao fluxo R Fisiologia do Sistema Cardiovascular 17 O gradiente de pressão é a diferença entre a pressão arterial média PAM e a pressão venosa central PVC. Como a PVC fica em valores aproximados de 0mmHg, toma-se como valor de ΔP o valor da PAM. O fluxo sanguíneo pode ser: Laminar: uniforme e organizado, sendo mais lento próximo às paredes do vaso por conta do atrito que é gerado ali. É o fluxo presente na maior parte dos vasos sanguíneos Fisiologia do Sistema Cardiovascular 18 Turbulento: desorganizado. Ocorre quando há alguma distorção, obstrução ou quando a velocidade do sangue ultrapassa 40cm/s A velocidade do fluxo U é proporcional ao gradiente de pressão que o impulsiona e é calculadopelo fluxo Q dividido pela área de seção transversal A do vaso. U Q / A O fluxo pelos capilares é o mais lento e é contínuo (não pulsátil) pois necessitam de um tempo maior para que ocorram as trocas gasosas Pressão Fisiologia do Sistema Cardiovascular 19 O sangue necessita de um gradiente de pressão para fluir e flui do meio de maior pressão para o meio com menor pressão. Na circulaçãosistêmica, após o sangue ser ejetado dos ventrículos, ele flui pelos vasos e a pressão sanguínea diminui a medida que a resistência do vaso aumenta. Sendo assim, a pressão arterial é maior nas artérias e menor nas veias. A maior pressão ocorre na aorta e é por onde é medida a pressão arterial sistêmica Pressão arterial sistólica PAS é o pico da pressão arterial atingido durante a ejeção do sangue na sístole - aprox. 110mmHg Pressão arterial diastólica PAD é a menor pressão arterial atingida durante a diástole - aprox. 70mmHg Em pessoas saudáveis, o valor da pressão arterial sistêmica fica em torno de 110/80mmHg Fisiologia do Sistema Cardiovascular 20 A aorta e as artérias são um grande reservatório de pressão, uma vez que estas conseguem armazenar a pressão recebida nas suas paredes elástica, expandindo-se para acomodar o volume de sangue proveniente da ejeção A pressão de entrada é sempre a mesma e o que determina a quantidade de sangue que será fornecida para cada sistema é a resistência dos vasos presentes nesse sistema. Pressão arterial média: é a pressão média gerada na aorta durante o ciclo cardíaco e é determinada pelo débito cardíaco e pela resistência periférica total ao fluxo. É estimada somando-se a pressão arterial diastólica mais um terço da pressão arterial de pulso PASPAD. PAM PAD PASPAD / 3 PAM DC x RPT Medição da pressão: é feita com um esfigmomanômetro e um estetoscópio Medição da pressão sistólica � O esfigmo é posicionado na porção superior do braço, na região da artéria braquial e inflado � Quando o fluxo sanguíneo é interrompido e não é mais possível sentir o pulso da artéria radial (localizada abaixo do esfigmo) o valor da pressão medido no manguito nesse momento é o valor aproximado da pressão sistólica Medição da pressão diastólica e sons de Korotkoff � É realizado os primeiros 2 passos anteriores porém o manguito é inflado um pouco acima da pressão sistólica (ex: se a PS da pessoa é 120mmHg, infla-se o manguito até 150mmHg para que se tenha uma margem de segurança) � Conforme a pressão no manguito é gradualmente reduzida, a pressão vai ficando abaixo da pressão sistólica mas ainda acima da diastólica � O sangue volta a fluir mas como a artéria ainda está comprimida, seu fluxo é turbulento e gera sons semelhantes à batidas � Quando ouve-se o primeiro som, a pressão do manguito encontra-se próxima da pressão sistólica Fisiologia do Sistema Cardiovascular 21 � Á medida que a pressão do manguito diminui e a artéria volta a seu tamanho normal, os sons vão diminuindo conforme o fluxo volta a ser laminar � O desaparecimento total do som é usado para determinar a pressão diastólica Resistência A redução da pressão sanguínea está diretamente relacionada à resistência apresentada pelo vasos e é determinada na seguinte equação: R 8.n.L / 𝝅.r^4 R resistência, η = viscosidade do líquido, l = comprimento do vaso, r = raio do vaso A resistência é muito mais afetada por alterações no raio do que no comprimento. Um aumento de duas vezes no raio seria 2^4 16. Ou seja, a resistência diminuiria em 16x. As arteríolas possuem a maior resistência variável do sistema circulatório por conta da sua disposição em paralelo Fisiologia do Sistema Cardiovascular 22 Outros pontos importantes sobre a circulação sanguínea sistêmica: Fisiologia do Sistema Cardiovascular 23 Elastância = ΔP / ΔV (alta elastância = alta resistência ao estiramento) Complacência = ΔV / ΔP (capacidade de estiramento) Regulação da Pressão Arterial Média Regulação de curto prazo Fisiologia do Sistema Cardiovascular 24 Regulação à longo prazo Fisiologia do Sistema Cardiovascular 25 Fisiologia do Sistema Cardiovascular 26