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Anatomia Radiológica 
GUIA PRÁTICO
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amor para te ajudar a alcançar o seus objetivos nos estudos. Esperamos que você goste e que se sinta bem
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Entretanto, acreditamos que você é uma pessoa de bem e que está buscando se capacitar através dos
estudos e que jamais faria uma coisa dessa não é? A equipe Quero Resumos agradece a compreensão e
deseja a você um ótimo estudo.
PIRATARIA É CRIME PIRATARIA É CRIME PIRATARIA É CRIME PIRATARIA É CRIME
Entretanto, acreditamos que você é uma pessoa de bem que está buscando se capacitar através dos estudos
e que jamais faria uma coisa dessas, não é? A equipe Amo Resumos agradece a compreensão e deseja a você
um ótimo estudo.
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Autor: Italo Sabino Barros
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I. INTRODUÇÃO 
Conceito, tipos de exame e planimetria.....................................7
II. PLANIMETRIA
Plano frontal, sagital, axial e oblíquo..........................................9
III. MÉTODOS DE IMAGEM
Radiografia.............................................................................................11
Tomografia Computadorizada.....................................................12
Ressonância Magnética....................................................................13
Ultrassonografia..................................................................................14
Medicina Nuclear................................................................................15
Fatores influentes na imagem.......................................................16
SUMÁRIO
IV. TIPOS DE RADIAÇÃO
Primária, secundária e por escape...............................................18
V. MEDIDAS DE PROTEÇÃO
Proteção do aparelho e paciente..................................................20
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VI. INTERPRETAÇÃO DE RAIO X
Introdução..............................................................................................22
Raio X da face........................................................................................22
Raio X do abdome...............................................................................23
Raio X do coluna..................................................................................24
Raio X da tórax.....................................................................................25
SUMÁRIO
VII. INTERPRETAÇÃO DE RESSONÂNCIA
Ressonância magnética do cérebro............................................26
VIII. INTERPRETAÇÃO DE TOMOGRAFIA
Tomografia computadorizada da cabeça.................................27
Tomografia computadorizada do pescoço..............................28
Tomografia computadorizada do abdome..............................29
Tomografia computadorizada do músculo esq....................30
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SUMÁRIO
IX. VIAS AÉREAS INFERIORES E PULMÕES
Introdução..........................................................................................32
O lóbulo pulmonar secundário.................................................33
Artéria intrasegmentar e veia intersegmentar ................33
Linfonodos torácicos das vias aéreas.....................................34
Drenagem linfática.........................................................................34
Pleura....................................................................................................35
IX. ATLAS - ANATOMIA DO ADULTO
Esqueleto Axial.................................................................................39
Crânio...................................................................................................40
Coluna cervical.................................................................................41
Coluna lombar .................................................................................44
Tórax.....................................................................................................46
Sacro e Cóccix...................................................................................47
Esqueleto Apendicular..................................................................48
Ombro...................................................................................................49
Cotovelo...............................................................................................51
Punho e mãos....................................................................................53
Fêmur e joelho .................................................................................56
Tornozelo............................................................................................57
Pé.............................................................................................................60
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INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO
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INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO
É o estudo da estrutura e função do
corpo que utiliza técnicas de imagem. 
Tendo como objetivo principal 
 identificar as estruturas normais e
anormais visando reconhecer as 
 alterações causadas por lesões e
doenças.
Baseia-se na recepção de feixes
atenuados de energia que foram
atravessados, gerados ou refletidos
pelos tecidos do corpo.
CONCEITOS
PLANIMETRIA
O estudo planimétrico refere-se a
entender a localização correta das
estruturas anatômicas em um
certo sítio ou compartimento
corporal.
Para isso é impreterível
compreender que os órgãos são
tridimensionais, portanto, podem
ser observados de frente, de lado,
por trás, angulado, etc.
São planos linhas imaginárias que auxiliaram a localizar
uma determinada estrutura, visto que cada um referem-se
a uma classe de posições.
TIPOS DE EXAMES
 Radiografias simples
Tomografia
computadorizada
Ressonâncias magnéticas 
Medicina nuclear
5
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PLANIMETRIAPLANIMETRIA
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planimetriaplanimetria
Plano Frontal ou Coronal
Vertical, perpendicular (90º) ao plano mediano.
 É plano que divide o corpo em frontal (região anterior) e dorsal
(região posterior).
Podem ser chamados ainda de paramedianos.
Neste plano o corpo é “cortado” medianamente, ou seja, é
dividido em duas metades direita e esquerda iguais.
Muito utilizado em tomografias computadorizadas, em exames
de ressonâncias magnéticas, como nos estudos de medula
espinhal e de articulações, além de estar presente em
incidências em perfil de radiografias.
Plano Sagital 
Plano Tranversal ou Axial
Dividi o corpo perpendicularmente ao plano sagital, ou
seja, posterior e anterior.
Está relacionado a sutura craniana coronal.
Presente principalmente nas radiografias simples, onde o
paciente é radiografado em incidências anteroposterior (AP)
ou pósteroanterior (PA)., além disso também pode ser
utilizado em menor escala nas ressonâncias magnéticas;
Plano Oblíquo
É um plano longitudinal ou transverso que está angulado
ou inclinado, diagonal e não paralelo aos demaisplanos. 
São “fatias” do corpo ou de qualquer uma de suas partes que
não são analisadas através dos demais planos.
Excelente na análise de tomografias computadorizadas;
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MÉTODOS DEMÉTODOS DE
IMAGEMIMAGEM
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MÉTODOS DE IMAGEMMÉTODOS DE IMAGEM
RADIOGRAFIAS (RAIO X)
O raio X é um exame fundamental no diagnóstico e na avaliação clínica
diária, além de ser considerado um dos exames de imagem mais
solicitados. São ondas eletromagnéticas que possuem o objetivo de velar
o filme fotográfico. Sendo assim, uma radiação ionizante, pois consegue
tirar um elétron de um átomo quando aquecido.
A radiografia é composta por uma fonte geradora de radiação, um objeto
de irradiação (o corpo do paciente) e um sistema de registro do resultado
desta interação, do feixe de fótons com o corpo.
As diferenças na absorção da radiação gerarão uma imagem,
ou seja, ao incidir uma radiação com determinado objeto,
parte deste absorverá os raio-x e outra não, aquela que não
for absorvido gerará uma imagem.
O filme radiográfico é posicionado atrás do paciente, dentro de um
acessório chamado chassi, que a depender da solicitação médica pode
ser colocado no porta chassi, sob a mesa de exames, nos suportes
verticais acoplados a grade antidifusora, bem como sob pacientes
acamados.
Tudo que for próximo ao branco é hipotransparente, hipolucente ou
heperatenudo, altamente denso para a penetração dos raios-X, sendo 
 sombra registrada na película.
Densidade ou opacidade se refere às áreas claras da imagem. 
 Ex: osso úmero
Lucência se refere a áreas escuras imagem. Ex: ar nos pulmões. 
Regras de linguagem radiográfica básica:
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MÉTODOS DE IMAGEMMÉTODOS DE IMAGEM
TOMOGRAFIA
COMPUTADORIZADA
A tomografia computadorizada é um método de imagem não invasivo
com uma máquina é mais avançada. Ela roda ao redor de uma pessoa
estacionária e cria diversas imagens de cortes transversais. Como esse
exame utiliza Raios x, as imagens dependem da densidade dos tecidos,
que é expressa em unidades de Hounsfield (HU): de +1000 para os ossos
(claros), passando em zero para a água (cinza) e chegando até -1000 para o
ar (escuro). Se a densidade estiver alterada, é necessário utilizar as
seguintes terminologias: 
Em relação ao raio X, a tomografia
computadorizada possui a capacidade
de visualização tridimensional do
corpo, permitindo uma representação
mais específica da área de interesse.
Existem técnicas de tomografia
computadorizada que permitem
variações nas espessuras de cortes e
nas criar a imagem nas doses de
radiação. Alguns exemplos: fatia
única, helicoidal (espiral) e a TC de
múltiplas fatias. 
Para imagens axiais, é possível se
orientar utilizando a abreviação
DAEP para as posições: 9,12,3 e 6
horas de um relógio. 
9: direita 
12: anterior 
3: esquerda
6: posterior 
Hiperdenso
Hipodenso 
Isodenso
VANTAGENS
As máquinas podem mudar da
“janela óssea” para a “janela de
tecidos moles”, de acordo com
qual estrutura for observar.
Além disso, as imagens podem
ser feitas com o contraste
radiológico para auxiliar na
visualização das estruturas.
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CONCEITO
MÉTODOS DE IMAGEMMÉTODOS DE IMAGEM
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
A densidade de prótons pode
estar aumentada em alguns tipos
de lesões, como: edema, infecção,
inflamação, desmielinização,
hemorragia, alguns tumores e
cistos. Quando ela está reduzida,
indica alguns tumores, formação
de membranas e cápsulas. 
Demora mais em relação a
Tomografia Computadorizada 
Pode ser desconfortável para
algumas pessoas, pois máquina é
barulhenta e é necessário ficar
dentro de um tubo estreito sendo
difícil para pessoas com
claustrofobia. 
Ela é contraindicada para
pacientes com implantes de metal,
devido à intensidade do campo
magnético criado. 
DESVANTAGENS
É uma modalidade imaginológica
que permite visualizar a anatomia
e os processos fisiológicos do
corpo. Ela funciona utilizando
campos magnéticos e pulsos de
radiofrequência para excitar íons
hidrogênio do corpo para que eles
emitam sinais captados pelo
scanner da ressonância. Através
da intensidade do sinal, uma
imagem é criada em escala de
cinza. É importante saber que ela
não utiliza radiação, pode ser feita
com contraste e qualquer plano
do corpo pode ser analisado. 
Apesar das contraindicações, a
ressonância magnética é a melhor
técnica de imagem para tecidos
moles. Além disso, ela oferece
diferentes modalidades dentre as
quais os radiologistas podem
escolher, dependendo de qual
estrutura eles querem focar.
VANTAGENS
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Esse exame utiliza ondas sonoras de alta frequência emitidas por um
transdutor através da pele de uma pessoa. O eco do som das estruturas
internas do corpo retorna ao transdutor, que o traduz em uma imagem em
pixel no monitor conectado. A densidade dos tecidos é o que define quão
ecogênicos eles são, ou seja a quantidade de som que eles vão ressonar de
volta (eco) ou que vai passar através deles.
MÉTODOS DE IMAGEMMÉTODOS DE IMAGEM
ULTRASSONOGRAFIA/
ECOGRAFIA
PROCESSO
TECIDOS SÓLIDOS
Exemplo: Ossos 
São hiperecóicos
São mostrados em branco 
TECIDOS MOLES
Exemplo: pele
São hipoecóicos 
São mostrados em cinza
FLUIDOS
São anecóicos
São mostrados em preto
O ultrassom é bem útil no acesso
imediato de determinadas estruturas,
VANTAGENS
Ultrassom Obstétrico: o acompanhamento do progresso na gestação 
Rastreamento de patologias como o câncer de mama 
Exame do conteúdo de órgãos ocos como vesícula biliar. 
Ele possui diversas aplicações, como:
pois processo acontece em tempo real. 
Ultrassom com doppler: é a ultrassonografia ajustada para examinar o
fluxo sanguíneo nas artérias e veias. São elas: transcraniana (examina o
fluxo sanguíneo cerebral) e a carotídea (examina o fluxo nas artérias
carótidas).
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As imagens da medicina nuclear são realizadas para visualizar a função,
mais do que as estruturas ou partes do corpo propriamente ditas. 
MÉTODOS DE IMAGEMMÉTODOS DE IMAGEM
MEDICINA NUCLEAR
É administrado por via intravenosa ao paciente um radiofármaco para que
imagens da passagem, acúmulo e excreção desse produto sejam criadas.
Isso permite informações sobre as funções dos órgãos em questão. 
A tomografia de emissão de pósitrons é uma técnica de medicina nuclear
bastante comum e pode ser usada para o exame funcional de qualquer
sistema corporal.
PET do cérebro 
Administração Fluordesoxiglicose
radioativo, que utiliza um análogo de
glicose e o distribui através do
cérebro para avaliar sua atividade. 
Objetivo de detectar zonas de hipo ou
hiperatividade do córtex cerebral
para o diagnóstico de condições como
a epilepsia, demência, Alzheimer e
doença de Parkinson. 
Perfusão
miocárdica
Administração de Rubídio
radioativo para detectar o
infarto agudo do
miocárdico ou uma doença
isquêmica coronariana.
PROCESSO
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Quanto ↑ a variação ↑ o contraste.
Quanto ↓ esta variação ou ↓ a diferença de densidade das áreas subjacentes ↓ o
contraste.
 É dado pela diferença entre a densidade em áreas adjacentes de uma radiografia ou o receptor
de uma imagem, bem como também pode ser definido como a variação da densidade.
O objetivo deste é tornar mais visível os detalhes anatômicos em uma radiografia. O fator de
controle é o kV, alta tensão, responsável por controlar a energia ou a capacidade de penetração
no feixe primário. Assim, quanto maior o kV, menor o contraste e melhora ainda a densidade da
imagem, reduzindo assim a exposição do paciente.
fatores influentes nafatores influentes na
imagemimagem
A imagem radiográfica pode ser avaliada através de 4 fatores:
A imagem é formada através da percepção de
diferentesdensidades. Sendo, portanto, a
densidade radiográfica (óptica) definida como o
grau de enegrecimento da radiografia
processada.
Assim quanto ↑ o grau de enegrecimento ↓ a
quantidade de luz que atravessará a radiografia
quando colocada em frente a um foco de luz.
O mAs controla a quantidade de raios X emitido
pelo tubo de raios X durante uma exposição.
DENSIDADE
CONTRASTE
Refere-se a nitidez das estrutura
radiográficas.
Demonstrada pela clareza das linhas
estruturais finas e pelas bordas de
tecidos ou estruturas visíveis na
imagem analisada, quando ausente é
chamada de borramento ou ausência
de nitidez.
O movimento, seja voluntário ou
involuntário, é o fator de maior
impedimento para uma imagem nítida;
detalhe
↑ a DFoFi, também aumenta a definição.
↓ o DFO, combinada a um pequeno ponto focal também aumenta a definição.
 Alinhamento do objeto.
Posicionamento correto do raio central (RC); 
Representação do formato ou do tamanho errôneo do objeto projetado em meio ao registro
radiográfico, esta deve ser minimizada e controlada, visto que nenhuma radiografia é uma
imagem exata do que ela representa. Isso decorre devido a distancia foco filme e a
divergência dos feixes de raios X.
Para minimizar a distorção pode se: 
DISTORÇÃO
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TIPOS DETIPOS DE
RADIAÇÃORADIAÇÃO
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tipos de radiaçãotipos de radiação 
Radiação primária
É o feixe que se relaciona diretamente com a fonte e o meio irradiado, ou seja,
é aquela emitida pelo aparelho no momento da realização do exame
radiográfico.
Possui pequeno comprimento de onda e grande poder de penetração, sendo
direcionada pelos ângulos verticais e horizontais do aparelho.
Radiação secundária
Também conhecidas como espalhadas, são as radiações emitidas pela face do
paciente que é alcançada pelo feixe de Raios X primário, prolongando-se em
todas as direções, ela é resultante do processo de interação do feixe primário
com o meio irradiado, chamado de espalhador; 
Radiação por escape
É a radiação emitida pelo cabeçote do aparelho de Raio X em todas as
direções, ela ocorre devido à falhas na blindagem no aparelho,
principalmente na periferia do diafragma, os efeitos biológicos dessas
radiações ionizantes podem ser diretos ou indiretos.
Efeitos diretos
Efeitos indiretos
São provocados pela radiação
numa área específica, como,
pela face do paciente.
A exposição de um tecido à
radiação pode produzir
substâncias imcompatíveis
com este tecido.
Figura 1: Poder de penetração da radiação
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MEDIDAS DEMEDIDAS DE
PROTEÇÃOPROTEÇÃO 
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Filtros de Alumínio: reduzem a dose e a radiação secundária na face
do paciente, enquanto a espessura do filtro vai variar de acordo com
a quilovoltagem do aparelho.
Colimador: Delimita o campo de radiação na superfície da pele do
paciente. Está localizado na saída do feixe primário de radiação.
Marcadores de Tempo: A precisão dos marcadores de tempo é
muito importante na redução da dose recebida pelo paciente.
Barreira de Chumbo (Biombo): Deve ter 2m de altura, além de um
vidro plumbífero, a fim de que o profissional possa visualizar a
realização do exame radiográfico.
 Os aparelhos de Raio X possuem dispositivos
de proteção em relação ao paciente, que são os
filtros de alumínio, colimador, dispositivos
eletrônicos marcadores de tempo (timer) e
localizadores cilíndricos.
medidas de proteçãomedidas de proteção
Proteção do aparelho
Componentes
do aparelho
Proteção do paciente
Filmes Ultra-Rápidos: Requerem
menor tempo de exposição,
reduzindo a dose de radiação.
Protetor de tireóide: Reduzem em
até 50% a dose de radiação na
glândula tireóide.
Aventais de chumbo
Óculos plumbíferos
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INTERPRETAÇÃOINTERPRETAÇÃO
DE EXAMEDE EXAME
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Normalmente, esse exame é o primeiro passo na investigação por
imagem do paciente. A falta de acessibilidade aos métodos de
diagnóstico avançado como a tomografia computadorizada, faz com
que o método mais disponível e utilizado seja a radiografia. É
necessário que o profissional de saúde seja apto e tenha
conhecimento para realizar a análise e leitura, pois caso seja
equivocada, o paciente terá que passar por diversos outros exames e
investigações desnecessários para ter um diagnóstico definitivo. 
INTERPRETAÇÃO DE RXINTERPRETAÇÃO DE RX
O raio x permite um suporte aos profissionais da
saúde para o diagnóstico de uma determinada
patologias. Essas imagens podem auxiliar na detecção
de pneumonias, cáries dentárias, bloqueios
sanguíneos, tumores, inflamações, lesões, dentre
outras alterações que possam vir a acometer o ser
humano.
INTRODUÇÃO
É indicado para verificar os ossos da face e crânio.
Podem ser utilizados as incidências
anteroposteriores (AP) ou pósteroanterior (PA)
Bem como a oblíquo
Pode ser indicado nos casos de sinusite, inflamação
das mucosas nasais ou em suspeita de câncer na
cavidade nasal e seios paranasais
Podem ser analisadas fissuras ou fraturas nos ossos
do crânio;
Raio X FACE
Fonte: https://www.cintramedica.pt/exame/raio-x-face
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O raio x do abdome permite a detecção de
patologias no sistema digestivo ou urinário. O
exame analisa a bexiga, rins, intestino, fígado e
vasos sanguíneos. Em caso de suspeita de alguns
problemas digestivos, é possível recorrer ao uso
de contraste via oral para que o conteúdo das
alças intestinais fiquem mais visíveis.
Atualmente está sendo substituído pela tomografia computadorizada por ser mais
detalhada
Pósteroanterior (PA), em projeção Anteroposterior (AP) e perfil
O paciente pode estar deitado, de pé, de perfil ou em decúbito
Auxilia na detecção de problemas no sistema digestivo, como obstruções ou
distensões, urinário, como pedra nos rins, cálculos biliares
O posicionamento e estiramento das estruturas;
INTERPRETAÇÃO DE RXINTERPRETAÇÃO DE RX
Raio X ABDOME
INTRODUÇÃO
É indicado como rotina do abdome agudo
obstrutivo, dado que alguns sinais de
obstrução intestinal como a distensão das
alças podem ser visualizados nas radiografias
de abdome. Além disso, possibilitar a
observação da presença de objetos estranhos,
além da estrutura anatômica.
INDICAÇÃO
VANTAGENS
Legenda: Raio-X de abdome em
incidência frontal (decúbito dorsal).
Fonte: https://www.medway.com.br/conteudos/raio-x-de-abdome-ainda-tem-seu-valor/
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Os elementos das vértebras (corpo vertebral, pedículos, elementos posteriores) são bem
visualizados nas radiografias, por isso é um exame bem útil na avaliação da coluna.
A coluna é composta por 29 vertebras
distribuídas em 4 segmentos: cervical,
torácica, lombar e cóccix, que podem ser
analisados de forma separada através do
raio x. A radiografia é realizada em duas
incidências, pode ser lateral ou perfil,
oblíqua, pósteroanterior (PA),
anteroposterior (AP), e outras
dependendo da solicitação do médico.
INTERPRETAÇÃO DE RXINTERPRETAÇÃO DE RX
Raio X COLUNA
INTRODUÇÃO
O exame é solicitado na suspeita de
hérnias de disco, bico de papagaio,
metástases e artrose de coluna.
Além disso, para as análises dos desvios de
coluna como escolioses, lordoses e cifoses,
luxações e fraturas.
No raio x da coluna é possível observar
detalhes das vértebras e dos discos que
ficam entre elas.
INDICAÇÃO
Esse exame pode se dividir na análise da coluna
cervical, dorsal, lombar e sacrococcígea. Uma
interpretação correta pode indicar alterações
ósseas degenerativas, lesões tumorais
suspeitas, fraturas, desalinhamentos e até
curvaturas patológicas.
ANALISANDO A IMAGEM
Fonte: https://br.freepik.com/fotos-premium/imagem-de-raio-x-da-coluna-vertebral_12257005.htm
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Uma das alterações que podem ser observadas é o aparecimento das cartilagens
costais, que ligam as costelas ao esterno, que ficam mais rígidas em idosos e são
visíveis no raio-x, o que não ocorre em pacientes jovens
Pode ser feito em projeção pósteroanterior (PA), em projeção anteroposterior (AP) e
de perfil. 
É indicada quando há presença de dores no peito, falta de a e tosse. Bem avaliar
traumas e fraturas ósseas
Esse exame é o mais conhecido no imaginário popular: "chapa do tórax". 
A indicação mais frequente desse exame são as afecções inflamatórias e infecciosas
dos pulmões e das vias aéreas.
A região torácica inclui coração, pulmão, diafragma, costelas, veias e artérias centrais.
Portanto, raio x do tórax permite a análise dessas estruturas vitais. Os ossos aparecem
na cor branca nas imagens, pois são muito densos. Já partes moles, como os órgãos, são
mostradas mais em cores escuras.
Raio X TÓRAX
INTERPRETAÇÃO DE RXINTERPRETAÇÃO DE RX
Arcabouço ósseo (costelas, clavículas,
esterno e escápulas), é necessário avaliar se
há fraturas, luxações
Partes moles (tecidos dos braços)
Estrutura dos pulmões
Mediastino
Linhas ou bordas cardíacas
Vasos sanguíneos, tanto veias como artérias
As principais estruturas analisadas em
radiografias do tórax: 
1.
2.
3.
4.
5.
6.
ANALISANDO A IMAGEM
Fonte: https://sebramet.com.br/raio-x-de-torax/
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Na ressonância magnética do cérebro, é
possível analisar a anatomia do córtex
cerebral (substância cinzenta), substância
branca, líquido cefalorraquidiano,
ventrículos, cisternas e os ossos do crânio.
Normalmente, em uma RM em T1, os
fluidos são apresentados em cores escuras
e a gordura, em cores claras. Já em T2, a
gordura e os fluidos são em cores claras.
Sendo assim, em T1:
INTERPRETAÇÃO DE RMINTERPRETAÇÃO DE RM
Ao nível dos núcleos caudados, as principais
estruturas a reconhecer são: os ossos do
crânio, os giros corticais, os ventrículos, as
estruturas subcorticais e os lobos do cérebro
(frontal, temporal, occipital e insular). 
O círculo externo branco é a medula óssea
dos ossos do crânio, que circundam o
cérebro. 
Superfície externa do cérebro, essa fina
camada branca são os giros corticais, eles
estão bem juntos, mas ainda assim,
distintos. 
O terceiro ventrículo, é essa estrutura
branca em forma de fenda localizada no
centro do cérebro. 
O plexo coróideo também aparece
hiperintenso em T2. 
RM DO CÉREBRO
INTRODUÇÃO
CÓRTEX
SUBST. BRANCA
LCR
MEDULA ÓSSEA
PRETO
CINZA
CINZA CLARO
BRANCA
Já em T2:
CÓRTEX
SUBST. BRANCA
LCR
MEDULA ÓSSEA PRETO
CINZA
CINZA CLARO
BRANCA
ANALISANDO A IMAGEM
Fonte: https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/imaginologia-e-anatomia-radiologica
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Anatomia da cabeça na linguagem de
escala de cinza da TC:
Preto é tudo aquilo que é preenchido
apenas com ar, o que na nossa cabeça
são os seios paranasais e as células
mastóideas. 
Branco: é tudo que tenha cálcio - os
ossos. 
Tons de cinza: são os fluidos (sangue e
LCR) e tecidos moles (como cérebro,
olhos, músculos).
INTERPRETAÇÃO DE TCINTERPRETAÇÃO DE TC
Para saber o que é o quê,
primeiro lembre-se da
localização anatômica de cada
estrutura, para saber onde
procurá-la e, depois, lembre-se
da ordem típica de coloração nas
TC: ar > água > substância branca
> substância cinzenta > sangue >
osso. 
TC DA CABEÇA
INTRODUÇÃO IDENTIFICAÇÃO
As formas brancas nesta imagem são os ossos do
neurocrânio: ossos frontal, zigomático, esfenoide, temporal,
occipital e a mandíbula. 
Na cavidade desses ossos, conseguimos ver os seios frontal,
e as células etmoidais e mastóideas, por estarem cheias de
ar, elas são vistas em preto. Além destas estruturas,
também podemos ver, os olhos e músculos extraoculares
(músculos retos medial e lateral), eles aparecem isodensos e
simétricos entre si, exatamente como esperamos ver em
uma TC normal.
O tecido cerebral é acinzentado na imagem, sendo a
substância cinzenta (córtex cerebral e núcleos profundos)
um pouco mais clara que a substância branca, interna. 
As cisternas subaracnóideas e os ventrículos cerebrais estão
normalmente preenchidos por LCR, sendo assim, eles
aparecem pretos (hipodensas) em uma TC de crânio normal.
ANALISANDO A IMAGEM
Fonte:Fonte: https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/imaginologia-e-anatomia-radiologica
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Localizar as estruturas do pescoço seguindo o
padrão das três cores: preto, branco e cinza. 
Sinal preto: é o ar dentro da traqueia, visto
como um círculo preto na porção anterior da
imagem. 
Sinal branco: vértebra cervical, que é
claramente identificada como a única
estrutura hiperdens, ela possui a forma
familiar de uma vértebra, com um canal
vertebral central (cinza). 
Sinal em tons de cinza: tecidos moles, que
aparecem, neles estão incluídos órgãos, tecido
conjuntivo e músculos do pescoço.
Posterior à traqueia há esôfago, enquanto os
lobos da tireoide aparecem de cada lado da
traqueia. 
A bainha carotídea, bilateral, circunda as
artérias carótidas comum e interna, a veia
jugular interna, o nervo vago (NC X) e os
linfonodos profundos do pescoço. 
Os vasos da bainha carotídea são visíveis
lateralmente aos lobos da glândula tireoide,
com lúmens regulares. As outras estruturas
são os músculos do pescoço.
1.
2.
3.
4.
5.
6.
INTERPRETAÇÃO DE TCINTERPRETAÇÃO DE TC
TC DE PESCOÇO
IDENTIFICAÇÃO
Fonte: https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/imaginologia-e-anatomia-radiologica
ANALISANDO A IMAGEM
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O fígado, ele é cinza e preenche a maior parte do espaço direito do paciente mais
hipodensa e implantada na porção anterior do fígado, está a vesícula biliar. 
O pâncreas, este órgão é cinza médio e está localizado centralmente na nossa
imagem tomográfica. Movendo posteriormente, note os órgãos pareados,
idênticos nos lados esquerdo e direito, estes são os rins. Note como a pelve renal é
mais escura que o parênquima renal. 
O estômago e intestinos delgado e grosso, estão preenchidos por ar e, por isso,
seus lúmens estão pretos. Centralmente na imagem, podemos ver os círculos
cinzas dos grandes vasos. Procure na imagem a veia cava inferior, a aorta
abdominal, bem como a artéria renal e sua veia correspondente.
Os órgãos abdominais estão situados internamente aos músculos. 
INTERPRETAÇÃO DE TCINTERPRETAÇÃO DE TC
Sinal preto: o ar.
Sinal branco: o osso.
Sinal em tons de cinza: tecidos moles, órgãos e fluidos.
A TC visualiza de forma clara: osso, ar, gordura e fluido.
TC ABDOME
ANALISANDO A IMAGEM
Fonte: https://www.medway.com.br/conteudos/anatomia-tomografica-do-abdome-saiba-mais/
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INTERPRETAÇÃO DE TCINTERPRETAÇÃO DE TC
Radiografia em anteroposterior do ombro esquerdo
TC MÚSUCULO ESQUELÉTICO
ANALISANDO A IMAGEM
extremidade acromial da
clavícula.
acrômio.
cabeça do úmero
tubérculo maior
tubérculo menor.
processo coracoide.
colo cirúrgico do úmero.
 margem lateral da escápula
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
ANALISANDO A IMAGEM
 diáfise distal do úmero.
fossa do olécra no e fossa
coronoide (superpostas).
epicôndilo late ral do úmero.
cabeça do rádio.
tuberosidade do rádio.
processo coronoide.
epicôndilo medial do úmero.
 olécrano
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
Radiografia em anteroposterior do cotovelo direito
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INTERPRETAÇÃO DE TCINTERPRETAÇÃO DE TC
Radiografia em anteroposterior do antebraço direito
TC MÚSUCULO ESQUELÉTICO
ANALISANDO A IMAGEM
cabeça do rádio.
tuberosidade do rádio.
porção diafisária média do rádio.
processo estiloide do rádio.
cabeça da ulna.
 porção diafisária média da ulna.
processo coronoi de da ulna
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
ANALISANDO A IMAGEM
scafoide.
semilunar.
piramidal.
pisiforme.trapézio.
trapezoide.
capitato.
 hamato.
 hâmulo do hamato
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
Radiografi a em anteroposterior do punho esquerdo
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As Vias Aéreas Inferiores e os Pulmões
INTERPRETAÇÃO DE RXINTERPRETAÇÃO DE RX
Os componentes infratraqueais são: a
traqueia, sua ramificação: brônquios
primários, secundários e terciários, e
também, os bronquíolos e alvéolos.
Ela é dividida em superior e inferior: a
superior pode ser resumida em
supratraqueal e a inferior, infratraqueal.
INTRODUÇÃO
Os componentes supratraqueais são:
cabeça e pescoço (nariz, faringe e
laringe). 
A traqueia e os brônquios encontram-se no
mediastino em meio a demais estruturas
que dificultam a visualização da densidade
de ar no interior destas porções da árvore
brônquica.
O PULMÃO
É dividido entre direito e esquerdo, os quais são subdivididos em lobos superior,
médio e inferior do pulmão direito e lobos superior e inferior do pulmão direito.
Após essa divisão, vem a divisão segmentar de cada lobo.
Possui um formato de cúpula, com um ápice e uma base, além de uma fase voltada
para as costelas (costal) e outra para o mediastino (mediastinal - entram e saem
estruturas da raiz pulmonar). Em cada pulmão, a raiz pulmonar tem uma
conformação diferente em relação as estruturas da raiz. 
 Em relação à acidentes anatômicos, o
pulmão esquerdo apresenta a incisura
cardíaca na sua margem anterior e possui
íntima vizinhança com a artéria aorta,
esôfago, artérias da crossa aórtica, nervo
vago e ducto torácico. O pulmão direito
não apresenta acidentes específicos e tem
relação de vizinhança com a veia ázigo,
veia cava superior e inferior e nervo vago.
Ambos os pulmões tem relação de
vizinhança com o coração. 
ANALISANDO A IMAGEM
Fonte: ANATOMIA RADIOLOGICA BÁSICA ILUSTRADA 
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O LÓBULO PULMONAR SECUNDÁRIO
É a menor unidade da estrutura pulmonar marginada por septos de tecido
conectivo, veias interlobulares e vasos linfáticos, apresenta uma geometria
poliédrica irregular e é suprido por bronquíolo (terminal) e artéria lobulares. 
Ele representa a próxima subdivisão dos segmentos broncopulmonares, sendo
então subdividido em ácinos pulmonares, representando a menor subdivisão
funcional pulmonar, ou seja, compondo o compartimento respiratório. Todas as
porções do bronquíolo terminal para cima constituem o compartimento condutor
de ar do sistema respiratório.
ARTÉRIA INTRASEGMENTAR E VEIA INTERSEGMENTAR 
A artéria intrasegmentar, são ramos
da aorta dorsal têm como função
levar o sangue para os somitos e seus
derivados acompanha o brônquio
terciário.
Os vasos intersegmentares fundem-se
então para formar veias solitárias
maiores em cada lobo. 
Fonte: ANATOMIA RADIOLOGICA BÁSICA ILUSTRADA 
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A drenagem linfática acompanha retrogradamente a via respiratória. Portanto,
subindo pelos brônquios, chegamos nos linfonodos da transição traqueia-
brônquios principais, os linfonodos traqueobrônquicos, que podem estar por
cima ou por baixo desse ângulo formado (linfonodos traqueobrônquicos
superiores ou inferiores). Daí sobem pela traqueia, formando os linfonodos
paratraqueais. Ao chegar neste ponto, os linfonodos paratraqueais se
distribuem ou superiormente ou inferiormente na traqueia. A sua drenagem,
des se modo, vai ser definida pelo ducto linfático mais próximo. Os linfonodos
mais inferiores são drenados para o ducto broncomediastinal,já os linfonodos
mais superiores têm preferência para drenagem pelo ducto jugular interno
(componente da drenagem linfática de cabeça e pescoço ipsilateral.
LINFONODOS TORÁCICOS DAS VIAS AÉREAS 
Os linfonodos (gânglios linfáticos) são pequenas estruturas que atuam na
filtração imunológica da qual o sistema linfático se propõe. Eles contêm células
do sistema imunológico que ajudam a combater infecções atacando e
destruindo germes que são transportados pelo líquido linfático.
A drenagem linfática do pulmão acontece no mesmo sentido de fluxo da linfa,
ou seja, da periferia para o centro de drenagem.
A DRENAGEM LINFÁTICA
Fonte: ANATOMIA RADIOLOGICA BÁSICA ILUSTRADA 
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AS PLEURAS
A pleura é uma membrana serosa que reveste as paredes da cavidade torácica e
a superfície dos pulmões, têm origem mesodérmica cobre ambos os pulmões, o
mediastino, a superfície torácica do diafragma e a parte interna da caixa
torácica. Elas agem auxiliando na sustentação das estruturas torácicas e na
proteção destas através do efeito de barreira que possuem, além da produção de
um líquido seroso lubrificante natural que evita lesão entre as estruturas pelo
atrito do pulmão na inspiração, do coração (em conjunto com o pericárdio)
durante os batimentos cardíacos, do esôfago durante os pe ristaltismos, e outros
VISCERAL
PARIETAL
A pleura visceral encontra-se aderida
ao pulmão bilateralmente e é limitada
medialmente pela dobra pleural
denominada “manguito pulmonar”
A pleura parietal se insere internamente no gradil costal, diafragma e mediastino,
originando dobras (recessos) em regiões de transição – entre as costelas e a cúpula
diafragmática direita e esquerda; recesso cardio frênico – entre as cartilagens
esternocostais e o mediastino.
Entre as pleuras existe um espaço virtual preenchido por um líquido
seroso. Em casos de coleções líquidas ou gasosas, como hemotórax
(sangue), pielotórax (secreção purulenta) ou pneumotórax (ar), o
espaço torna-se notável ao raio-x ou tomografia computadorizada. É
válido tomar nota que os folhetos pleurais não são visualizados
fisiologicamente nos exames radiológicos – exceto em processos
patológicos, como inflamatórios ou tumorais.
As pleuras formam espaços que isolam os pulmões e brônquios do
mediastino, formando duas cavidades iso ladas. Logo, se houver derrame
pleural em um lado, não passará ao espaço pleural contralateral!
CLÍNICA
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Anatomia Radiológica 
ATLASATLAS
Anatomia do corpo humano 
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I. Esqueleto axial ......................................................................................40
Crânio........................................................................................................41
Coluna Cervical....................................................................................42
Coluna Lombar.....................................................................................45
Tórax.........................................................................................................47
Sacro e cóccix........................................................................................48
SUMÁRIO
II. Esqueleto Apendicular..............................................................49
Ombro.......................................................................................................50
Cotovelo...................................................................................................52
Coluna Lombar.....................................................................................45
Punho e mão ..........................................................................................54
Fêmur e joelho......................................................................................57
Tornozelo..................................................................................................58
Pé...................................................................................................................62
III. ÁREA DE DIAGNÓSTICO .....................................................65
Pneumonia..................................................................................................66
Edema pulmonar...................................................................................68Derrame pleural......................................................................70
Atelectasia..................................................................................72
Fraturas......................................................................................74
Luxação.......................................................................................76
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Esqueleto Axial
Ele é composto pelos ossos da cabeça (crânio),
do pescoço (vértebras cervicais) e do tronco
(costelas, esterno, vértebras e sacro).
Formado por cerca de 80 ossos
Sua função é de proteger o
Sistema Nervoso Central e alguns
dos órgãos vitais localizados na
região torácica.
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crâniocrânio
Osso temporal
Osso etmóide
Osso maxilar
Mandíbula
Osso frontal
Osso esfenóide
Crânio Incidência Póstero-Anterior
Crânio Incidência Perfil
Asa maior do osso
esfenóide
Órbita
Seio nasal
Espinha nasal
anterior
Sela túrcica
Asa menor do
osso esfenóide
Seio esfenóide
Fossa mandibular
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COLUNA CERVICALCOLUNA CERVICAL
Arco anterior do atlas
Dente do áxis
Ápice do dente
Arco posterior do atlas
Tubérculo posterior
Superior
Inferior
Processo espinhoso
Lâmina
Corpo
Processo transverso
Pedículo
Radiografia coluna cervical de perfil
PROCESSO ARTICULAR:
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COLUNA CERVICALCOLUNA CERVICAL
Radiografia coluna cervical posição anteroposterior
Corpo vertebral
Processo espinhoso
Primeira costela
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COLUNA CERVICALCOLUNA CERVICAL
Radiografia oblíqua coluna cervical.
Forame
intervertebral
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COLUNA lombarCOLUNA lombar
Radiografia coluna lombar posição anteroposterior
Corpo vertebral
Processo
transverso
Articulação
sacroilíaca
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COLUNA lombarCOLUNA lombar
Radiografia coluna lombar de perfil.
Pedículo
Corpo vertebral
Processos articulares
Processo espinhoso
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Clavícula
Costela (porção
posterior)
Costela (porção
anterior)
Juntura costovertebral
(1ªcoluna)
Juntura
esternoclavicular 
Vértebra torácica
Costela flutuante
TÓRAXTÓRAX
Radiografia Tórax - Incidência Póstero Anterior
Radiografia Tórax - Incidência Perfil
Manúbrio
Juntura manúbrio
esternal
Vértebra torácica
Vértebra torácica
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SACRO E CÓCCIXSACRO E CÓCCIX
Base do sacro
Forame
sacral
anterior
Ápice do sacro
Cóccix
Juntura
sacroilíaca
Crista sacral
intermediária
Crista sacral
mediana
Radiografia sacro e cóccix - incidência ântero posterior
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Esqueleto Apendicular
Ele é composto pelos ossos dos membros,
incluindo aqueles que formam os cíngulos do
membro superior e do membro inferior.
Formado por cerca 126 ossos,
divididos na porção superior e inferior
do corpo humano.
Sua responsabilidade é pela
movimentação e sustentação do
corpo.
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OMBROOMBRO
Clavícula
Uméro
Sacro
Costela
(posterior)
Costela
(anterior)
Cíngulo do membro superior e costelas - Incidência Ântero posterior.
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ombroombro
Cíngulo do membro superior e costelas - Incidência Ântero posterior.
Clavícula
Face articular acromial
Acrômio
Escápula
Úmero
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COTOVELOCOTOVELO
Radiografia de cotovelo em anteroposterior.
Epicôndilo medial
Tróclea
Epicôndilo lateral
Cabeça do rádio
Capítulo
Tróclea
Processo coronoide
Tuberosidade do rádio
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COTOVELOCOTOVELO
Tróclea
Cabeça do rádio
Epicôndilo medial
Olécrano
Processo coronoide
Radiografia de cotovelo de perfil.
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PUNHO E MÃOPUNHO E MÃO
Radiografia de punho e mão em anteroposterior, ossos do carpo e punho.
Trapézio
Escafoide
Semilunar
Capitato
Hamato
Piramidal
Pisiforme
Trapezoide
UlnaRádio
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Falanges distais
Falanges médias
Falanges proximais
Sesamoide
Metacarpos
PUNHO E MÃOPUNHO E MÃO
Radiografia de punho e mão em anteroposterior, ossos do
metacarpo e falanges.
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PUNHO E MÃOPUNHO E MÃO
Radiografia de punho e mão de perfil.
Trapézio
Escafoide
Semilunar
Rádio
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FÊMUR E JOELHOFÊMUR E JOELHO
Crista ilíaca
Fossa ilíaca
Juntura do
quadril
Espinha
ilíaca
Incisura
isquiática
maior
Radiografia de Ossos do quadril - Incidência Ântero posterior
Radiografia da articulação do Joelho
Patela
Corpo da tíbia
Corpo de fêmur
Côndilos femorais
Juntura do joelho
Corpo da fíbula
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 TORNOZELOTORNOZELO
Radiografia do Tornozelo em AP
Tíbia
Fíbula
Maléolo lateralMaléolo medial
Trocléa do tálus
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tornozelotornozelo
Tíbia
Fíbula
Maléolo medial
Tróclea do tálus
Cuneiforme medial
Cuneiforme intermédio
Cuboide
Navicular
Cuneiforme lateral
Radiografia do Tornozelo de perfil
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TORNOZELOTORNOZELO
Calcâneo
Tálus
Tíbia
Cuboide
Navicular
Radiografia do Tornozelo de perfil
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PÉPÉ
Cuboide
Navicular
Cuneiforme lateral
Cuneiforme medial
Cuneiforme intermédio
 Radiografia do pé em anteroposterior
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PÉPÉ
Falanges médias
Falanges proximais
Metatarsos
Falanges distais
Sesamoides
 Radiografia do pé em AP com destaque para
metatarsos e falanges (antepé). 
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PÉPÉ
Radiografia oblíqua do pé com destaque para
ossos do tarso e da perna
Calcâneo
Cuboide
Fíbula
Tíbia
Tálus
Navicular
Cuneiforme medial
Cuneiforme
intermediário
Cuneiforme laterlal
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PÉPÉ
Radiografia oblíqua do pé com destaque para
ossos do tarso e da perna
Calcâneo
Cuboide
Fíbula
Tíbia
Tálus
Navicular
Cuneiforme medial
Cuneiforme
intermediário
Cuneiforme laterlal
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ÁREA DE
DIAGNÓSTICO
Agora que você já aprendeu como é a
anatomia normal de um exame radiográfico,
vamos te mostrar como seria em casos de
algumas doenças e problemas que podem
ocorrer e serem identificados por meio desse
exame.
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pneumoniapneumonia
Introdução
Exemplos
Streptococcus pneumoniae (pneumococo/bactéria)
Chlamydophila pneumoniae (bactéria)
 Mycoplasma pneumoniae (bactéria)
 H.influenzae (bactéria)
Classificação
Sintomas
Analisando a imagem
Processo infeccioso localizado e delimitado no parênquima
pulmonar, podendo ser causada por vírus, bactéria e fungo.
Em 90% dos casos, a pneumonia lobar ou segmentar adquirida na
comunidade é causada por Streptococcus pneumoniae
lobar: afeta o lobo inteiro
broncopneumonia: apresenta vários
focos dispersos pelo parênquima
febre alta
dor torácica
tosse purulenta
dispneia
 Pneumonia pneumocócica do lobo superiordireito. Spot localizado do lobo superior
direito demonstra doença do espaço aéreo
confluente com broncogramas aéreos (seta
azul). A margem inferior da pneumonia é mais
nitidamente demarcada devido ao seu contato
com a cissura menor (seta roxa). O paciente
apresentava Streptococcus pneumoniae na
cultura do escarro. 
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pneumoniapneumonia
Analisando a imagem
A
Pneumonia por varicela. Existem inúmeros
granulomas calcificados no interstício
pulmonar, vistos aqui como pequenos e
discretos nódulos no pulmão direito (círculos
rna cor rosa). Esse paciente apresentava uma
história de pneumonia por varicela (catapora)
quando mais novo. A resolução da pneumonia
por varicela ocorre com a permanência de
múltiplos pequenos granulomas calcificados. 
Pneumonia intersticial usual (PIU). Na figura
A, existe uma trama reticular intersticial
grosseira representando fibrose, vista aqui em
um spot localizado na base pulmonar direita
(círculo na cor azul). Os achados da PIU
ocorrem predominantemente nas bases
pulmonares. 
Na figura B, Um corte axial de TC mostra
anormalidades na base do pulmão em uma
localização subpleural, a distribuição típica da
PIU. Existem pequenos espaços císticos
chamados de favéolas (setas vermelhas) com
evidência de bronquiectasias, manifestadas
por paredes brônquicas espessadas (seta
verde). B
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Introdução
Manifestação clínica
Analisando a imagem
Pleurite
edema pulmonaredema pulmonar
Acúmulo de líquido na cavidade do pulmão, esse acúmulo ocorre
devido à um desequilíbrio nas pressões hidrostática ou oncótica,
como também pode ter uma causa secundária, como, uma
inflamação por produtos bacterianos ou tumores.
Pequenos derrames
Dispnéia
Trepopneia
Tosse
Dor pleurítica ou respirofásica
Ocorre quando o acúmulo de
líquidos afasta a pleura,
diminuindo o atrito e fazendo
com que a dor desapareça por
um momento.
Edema pulmonar alveolar,
ocasionado por uma overdose de
heroína. Existem três
opacidades nos pulmões,
primariamente envolvendo os
lobos superiores, que podem ser
descritas como algodonosas,
indistintas ou condensações e
são confluentes e pouco
delimitadas, todas apontando
para uma doença do espaço
aéreo. 
Pode ser descrito também como
configuração em asa de morcego ou
configuração em asa de anjo.
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Analisando a imagem
edema pulmonaredema pulmonar
O edema pulmonar geralmente
tem início abrupto e é rápido de
curar, podendo ser em questão
de horas ou dias.
Padrão de asa de morcego do
edema pulmonar. 
Os achados radiográficos de edema
alveolar pulmonar incluem:
densidades de espaço aéreo
algodonosas, indistintas e desiguais
com frequência localizadas
centralmente e poupando o terço
mais externo do pulmão. Isso é
denominado padrão de asa de
morcego (asa de anjo) ou borboleta 
Existe sobreposição considerável nos padrões do edema pulmonar
cardiogênico e não cardiogênico, mas a ausência de derrames
pleurais, a ausência de líquido nas cissuras e o coração de tamanho
normal favorecem uma causa não cardiogênica nesse caso. No caso
desse raio x, o paciente apresentava um quadro clínico de choque
séptico por uma infecção do trato urinário assoberbante. 
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Introdução
SÍNDROME DE DRESSLER
Também conhecida como síndrome do infarto pós-
pericardiotomia/pós-miocardial. Normalmente ocorre de 2 a 3
semanas após um infarto do miocárdio transmural, produzindo
derrame pleural do lado esquerdo, derrame pericárdico e doença do
espaço aéreo irregular na base do pulmão esquerdo. Associada a dor
torácica e febre, normalmente responde a aspirina em altas doses ou
esteroides
Analisando a imagem
derrame pleuralderrame pleural
O pulmão é envolvido externamente por uma membrana delicada que
também recobre a superfície interna da cavidade torácica, a pleura. A
primeira é chamada de pleura visceral e a segunda, pleura parietal.
Entre elas existe uma camada bem fina de líquido que facilita a
movimentação dos pulmões durante a respiração. 
Quando há um acúmulo excessivo de líquido entre as pleuras ocorre o
derrame pleural, que é popularmente conhecido como “água na pleura”.
A
Essa síndrome ocorre tipicamente de 2 a 3
semanas após um infarto do miocárdio
transmural. Ela também pode ocorrer após
pericardiotomia, tal como a que ocorre em
pacientes submetidos à cirurgia de
revascularização miocárdica, como no caso
mostrado aqui. A seta preta indica o local onde
existe um derrame pleural
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Analisando a imagem
B
derrame pleuralderrame pleural
A combinação de dor torácica e febre, derrame pleural esquerdo, doença
do espaço aéreo irregular do lobo inferior esquerdo e derrame
pericárdico várias semanas após um infarto do miocárdio ou cirurgia de
coração aberto deve sugerir a síndrome. 
Esse paciente tem um marca-passo de
dupla ponta e, na incidência em perfil
(B), as pontas são vistas na região do
átrio direito (seta rosa) e ventrículo
direito (seta verde)
BA
Na imagem A, podemos identificar na incidência frontal, o hemidiafragma direito aparenta
estar elevado (seta azul). Essa borda não representa o hemidiafragma direito real, que foi
tornado invisível pelo líquido pleural acumulado acima dela, além disso existe uma obliteração
no seio costofrênico direito (seta vinho). 
Na imagem B,podemos identificar na incidência em perfil, uma obliteração no seio costofrênico
posterior (seta vinho). O hemidiagrafma aparente é arredondado posteriormente, mas, em
seguida, muda seu contorno conforme o derrame interage com a cissura maior no lado direito
(seta azul)
Derrame subpulmonar do lado direito. 
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Introdução
Analisando a imagem
ATELECTASIAATELECTASIA
Manifestação clínica Classificação
Colapso total ou parcial do pulmão ou do lobo, segmento ou
subsegmento pulmonar, geralmente de magnitude grave. após
cirurgias, geralmente causada pela incapacidade de respirar fundo e
profundamente devido ao desconforto após um procedimento
cirúrgico. Ela também pode surgir em decorrência a outros
problemas na respiração, como a inalação de objetos estranhos,
tumores pulmonares, água no pulmão, asma severa ou outros
ferimentos no peito.
Dispneia
Respiração rápida e superficial
Febre baixa
Tosse seca
Obstrutiva
Não obstrutiva
A
A área em forma de leque
com aumento na densidade é
vista na incidência frontal e
representa o lobo superior
direito sem ar. A cissura
menor está deslocada para
cima (seta azul). A traqueia
está deslocada para a direita
(seta rosa).
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https://www.minhavida.com.br/saude/temas/asma
Analisando a imagem
ATELECTASIAATELECTASIA
B
A incidência em perfil mostra uma
densidade semelhante em forma de cunha
perto do ápice do pulmão. A cissura
menor (seta azul) está puxada para cima e
a cissura maior está puxada para frente
(seta rosa). Esta é uma criança que tinha
asma, levando à formação de um tampão
de muco que obstruía os brônquios do
lobo superior direito.
O paciente tinha um carcinoma
broncogênico obstrutivo no brônquio
fonte esquerdo. Na imagem podemos
identificar uma opacificação total do
hemitórax esquerdo com desvio da
traqueia (seta azul) e do esôfago (marcado
aqui por uma sonda nasogástrica, seta
rosa) em direção ao lado da atelectasia. 
A borda cardíaca direita, que deveria se projetar cerca de 1 cm
para a direita da coluna vertebral, foi puxada para o lado esquerdo
e não está mais visível. O coração em si não está visível porque já
não é limitado por um pulmão cheio de ar. 
Atelectasia do pulmão esquerdo
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Introdução
Características Fratura Aguda
Classificação
Analisando a imagem
FRATURASFRATURAS
Asfraturas são lesões que provocam uma ruptura
parcial ou total de um osso. São muito frequentes
nos diagnósticos após as radiografias.
Interrupção total ou parcial do córtex
Alterações no contorno liso de um osso normal
Possuem linhas escuras e lineares
Possui fragmentos irregulares e não corticados
Aberta ou Exposta: o osso quebra e causa ferimentos para fora da pele, deixando o
local exposto.
Fechada: causam o rompimento da pele apesar do osso quebrado
Completa: osso se quebra completamente e forma fragmentos.
Incompleta: osso não se quebra completamente, mas provocam os sintomas de
fratura.
A fratura incompleta envolve apenas uma parte do
córtex e tendem a acometer ossos mais 'moles',
como observado na imagem ao lado (criança). A
seta vermelha indica uma fratura envolve apenas
uma parte e não todo o córtex, já a vermelha
envolve todo o córtex.
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Introdução
Análise
Fratura por estresse
Sintomas
FRATURASFRATURAS
As fraturas são lesões que provocam uma ruptura
parcial ou total de um osso. São muito frequentes
nos diagnósticos após as radiografias.
Dor 
Dificuldade de movimentos da
articulação 
Deformidade local aparente
Inchaços e hematomas
A fratura por estresse ocorre devido a diversas micro fraturas onde o osso
está sujeito a repetidas forças de compressão e alongamento.
Mesmo que as radiografias convencionais sejam o primeiro exame realizado,
elas podem ter aparência normal em até 85% das fraturas por estresse.
Sendo assim, é comum que um paciente se queixe de dor.
Alguns locais comuns dessas fraturas: diáfises dos ossos longos (fêmur
proximal ou a tíbia proximal), o calcâneo e o 2º e 3º metatarsais.
Se forem vistas no plano correto, as
linhas tendem a ser mais escuras (mais
radiolucentes) do que outras linhas
encontradas normalmente nos ossos.
As bordas são irregulares e
acidentadas.
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Subluxação Sintomas
Analisando as imagens
Introdução
LUXAÇÃOLUXAÇÃO
Dor 
Dificuldade de movimentos da
articulação 
Deformidade local aparente
Inchaços e hematomas
Na subluxação os ossos que
formavam os dois componentes de
uma articulação estão parcialmente
em contato. Elas também ocorrem
apenas nas articulações
A luxação acontece quando um osso sai completamente de sua posição
anatômica correta. Ocorre em qualquer articulação do corpo. É considerada
grave, até mais do que as fraturas ósseas.
Na imagem A, ocorre uma luxação, onde os ossos que formavam dois
componentes da articulação entre as falanges estão em justaposição, indicado
pelas setas amarelas. É possível perceber que a falange distal está luxada a
lateral. Já na imagem B, ocorre uma subluxação, já que os ossos da articulação
não estão completamente em contato.
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