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Anatomia Radiológica GUIA PRÁTICO Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Gostaríamos de te agradecer por adquirir um material do @Amo.resumos. O nosso material é feito com amor para te ajudar a alcançar o seus objetivos nos estudos. Esperamos que você goste e que se sinta bem ao estudar. Este conteúdo destina-se exclusivamente a exibição privada. É proibida toda forma de reprodução, distribuição ou comercialização do conteúdo. Qualquer meio de compartilhamento, seja por google drive, torrent, mega, whatsapp, redes sociais ou quaisquer outros meios se classificam como ato de pirataria, conforme o art. 184 do Código Penal. Caso haja pirataria do material, o cliente registrado no produto estará sujeito a responder criminalmente, conforme o artigo 184 do Código Penal com pena de 3 meses a 4 anos de reclusão ou multa de até 10x o valor do produto adquirido (segundo o artigo 102 da Lei nº 9.610). Entretanto, acreditamos que você é uma pessoa de bem e que está buscando se capacitar através dos estudos e que jamais faria uma coisa dessa não é? A equipe Quero Resumos agradece a compreensão e deseja a você um ótimo estudo. PIRATARIA É CRIME PIRATARIA É CRIME PIRATARIA É CRIME PIRATARIA É CRIME Entretanto, acreditamos que você é uma pessoa de bem que está buscando se capacitar através dos estudos e que jamais faria uma coisa dessas, não é? A equipe Amo Resumos agradece a compreensão e deseja a você um ótimo estudo. Está com alguma dúvida? Envia para suporte@amoresumos.com Autor: Italo Sabino Barros Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com I. INTRODUÇÃO Conceito, tipos de exame e planimetria.....................................7 II. PLANIMETRIA Plano frontal, sagital, axial e oblíquo..........................................9 III. MÉTODOS DE IMAGEM Radiografia.............................................................................................11 Tomografia Computadorizada.....................................................12 Ressonância Magnética....................................................................13 Ultrassonografia..................................................................................14 Medicina Nuclear................................................................................15 Fatores influentes na imagem.......................................................16 SUMÁRIO IV. TIPOS DE RADIAÇÃO Primária, secundária e por escape...............................................18 V. MEDIDAS DE PROTEÇÃO Proteção do aparelho e paciente..................................................20 Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com VI. INTERPRETAÇÃO DE RAIO X Introdução..............................................................................................22 Raio X da face........................................................................................22 Raio X do abdome...............................................................................23 Raio X do coluna..................................................................................24 Raio X da tórax.....................................................................................25 SUMÁRIO VII. INTERPRETAÇÃO DE RESSONÂNCIA Ressonância magnética do cérebro............................................26 VIII. INTERPRETAÇÃO DE TOMOGRAFIA Tomografia computadorizada da cabeça.................................27 Tomografia computadorizada do pescoço..............................28 Tomografia computadorizada do abdome..............................29 Tomografia computadorizada do músculo esq....................30 Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com SUMÁRIO IX. VIAS AÉREAS INFERIORES E PULMÕES Introdução..........................................................................................32 O lóbulo pulmonar secundário.................................................33 Artéria intrasegmentar e veia intersegmentar ................33 Linfonodos torácicos das vias aéreas.....................................34 Drenagem linfática.........................................................................34 Pleura....................................................................................................35 IX. ATLAS - ANATOMIA DO ADULTO Esqueleto Axial.................................................................................39 Crânio...................................................................................................40 Coluna cervical.................................................................................41 Coluna lombar .................................................................................44 Tórax.....................................................................................................46 Sacro e Cóccix...................................................................................47 Esqueleto Apendicular..................................................................48 Ombro...................................................................................................49 Cotovelo...............................................................................................51 Punho e mãos....................................................................................53 Fêmur e joelho .................................................................................56 Tornozelo............................................................................................57 Pé.............................................................................................................60 Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO É o estudo da estrutura e função do corpo que utiliza técnicas de imagem. Tendo como objetivo principal identificar as estruturas normais e anormais visando reconhecer as alterações causadas por lesões e doenças. Baseia-se na recepção de feixes atenuados de energia que foram atravessados, gerados ou refletidos pelos tecidos do corpo. CONCEITOS PLANIMETRIA O estudo planimétrico refere-se a entender a localização correta das estruturas anatômicas em um certo sítio ou compartimento corporal. Para isso é impreterível compreender que os órgãos são tridimensionais, portanto, podem ser observados de frente, de lado, por trás, angulado, etc. São planos linhas imaginárias que auxiliaram a localizar uma determinada estrutura, visto que cada um referem-se a uma classe de posições. TIPOS DE EXAMES Radiografias simples Tomografia computadorizada Ressonâncias magnéticas Medicina nuclear 5 Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com PLANIMETRIAPLANIMETRIA Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com planimetriaplanimetria Plano Frontal ou Coronal Vertical, perpendicular (90º) ao plano mediano. É plano que divide o corpo em frontal (região anterior) e dorsal (região posterior). Podem ser chamados ainda de paramedianos. Neste plano o corpo é “cortado” medianamente, ou seja, é dividido em duas metades direita e esquerda iguais. Muito utilizado em tomografias computadorizadas, em exames de ressonâncias magnéticas, como nos estudos de medula espinhal e de articulações, além de estar presente em incidências em perfil de radiografias. Plano Sagital Plano Tranversal ou Axial Dividi o corpo perpendicularmente ao plano sagital, ou seja, posterior e anterior. Está relacionado a sutura craniana coronal. Presente principalmente nas radiografias simples, onde o paciente é radiografado em incidências anteroposterior (AP) ou pósteroanterior (PA)., além disso também pode ser utilizado em menor escala nas ressonâncias magnéticas; Plano Oblíquo É um plano longitudinal ou transverso que está angulado ou inclinado, diagonal e não paralelo aos demaisplanos. São “fatias” do corpo ou de qualquer uma de suas partes que não são analisadas através dos demais planos. Excelente na análise de tomografias computadorizadas; Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com MÉTODOS DEMÉTODOS DE IMAGEMIMAGEM Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com MÉTODOS DE IMAGEMMÉTODOS DE IMAGEM RADIOGRAFIAS (RAIO X) O raio X é um exame fundamental no diagnóstico e na avaliação clínica diária, além de ser considerado um dos exames de imagem mais solicitados. São ondas eletromagnéticas que possuem o objetivo de velar o filme fotográfico. Sendo assim, uma radiação ionizante, pois consegue tirar um elétron de um átomo quando aquecido. A radiografia é composta por uma fonte geradora de radiação, um objeto de irradiação (o corpo do paciente) e um sistema de registro do resultado desta interação, do feixe de fótons com o corpo. As diferenças na absorção da radiação gerarão uma imagem, ou seja, ao incidir uma radiação com determinado objeto, parte deste absorverá os raio-x e outra não, aquela que não for absorvido gerará uma imagem. O filme radiográfico é posicionado atrás do paciente, dentro de um acessório chamado chassi, que a depender da solicitação médica pode ser colocado no porta chassi, sob a mesa de exames, nos suportes verticais acoplados a grade antidifusora, bem como sob pacientes acamados. Tudo que for próximo ao branco é hipotransparente, hipolucente ou heperatenudo, altamente denso para a penetração dos raios-X, sendo sombra registrada na película. Densidade ou opacidade se refere às áreas claras da imagem. Ex: osso úmero Lucência se refere a áreas escuras imagem. Ex: ar nos pulmões. Regras de linguagem radiográfica básica: Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com MÉTODOS DE IMAGEMMÉTODOS DE IMAGEM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA A tomografia computadorizada é um método de imagem não invasivo com uma máquina é mais avançada. Ela roda ao redor de uma pessoa estacionária e cria diversas imagens de cortes transversais. Como esse exame utiliza Raios x, as imagens dependem da densidade dos tecidos, que é expressa em unidades de Hounsfield (HU): de +1000 para os ossos (claros), passando em zero para a água (cinza) e chegando até -1000 para o ar (escuro). Se a densidade estiver alterada, é necessário utilizar as seguintes terminologias: Em relação ao raio X, a tomografia computadorizada possui a capacidade de visualização tridimensional do corpo, permitindo uma representação mais específica da área de interesse. Existem técnicas de tomografia computadorizada que permitem variações nas espessuras de cortes e nas criar a imagem nas doses de radiação. Alguns exemplos: fatia única, helicoidal (espiral) e a TC de múltiplas fatias. Para imagens axiais, é possível se orientar utilizando a abreviação DAEP para as posições: 9,12,3 e 6 horas de um relógio. 9: direita 12: anterior 3: esquerda 6: posterior Hiperdenso Hipodenso Isodenso VANTAGENS As máquinas podem mudar da “janela óssea” para a “janela de tecidos moles”, de acordo com qual estrutura for observar. Além disso, as imagens podem ser feitas com o contraste radiológico para auxiliar na visualização das estruturas. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com CONCEITO MÉTODOS DE IMAGEMMÉTODOS DE IMAGEM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA A densidade de prótons pode estar aumentada em alguns tipos de lesões, como: edema, infecção, inflamação, desmielinização, hemorragia, alguns tumores e cistos. Quando ela está reduzida, indica alguns tumores, formação de membranas e cápsulas. Demora mais em relação a Tomografia Computadorizada Pode ser desconfortável para algumas pessoas, pois máquina é barulhenta e é necessário ficar dentro de um tubo estreito sendo difícil para pessoas com claustrofobia. Ela é contraindicada para pacientes com implantes de metal, devido à intensidade do campo magnético criado. DESVANTAGENS É uma modalidade imaginológica que permite visualizar a anatomia e os processos fisiológicos do corpo. Ela funciona utilizando campos magnéticos e pulsos de radiofrequência para excitar íons hidrogênio do corpo para que eles emitam sinais captados pelo scanner da ressonância. Através da intensidade do sinal, uma imagem é criada em escala de cinza. É importante saber que ela não utiliza radiação, pode ser feita com contraste e qualquer plano do corpo pode ser analisado. Apesar das contraindicações, a ressonância magnética é a melhor técnica de imagem para tecidos moles. Além disso, ela oferece diferentes modalidades dentre as quais os radiologistas podem escolher, dependendo de qual estrutura eles querem focar. VANTAGENS Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Esse exame utiliza ondas sonoras de alta frequência emitidas por um transdutor através da pele de uma pessoa. O eco do som das estruturas internas do corpo retorna ao transdutor, que o traduz em uma imagem em pixel no monitor conectado. A densidade dos tecidos é o que define quão ecogênicos eles são, ou seja a quantidade de som que eles vão ressonar de volta (eco) ou que vai passar através deles. MÉTODOS DE IMAGEMMÉTODOS DE IMAGEM ULTRASSONOGRAFIA/ ECOGRAFIA PROCESSO TECIDOS SÓLIDOS Exemplo: Ossos São hiperecóicos São mostrados em branco TECIDOS MOLES Exemplo: pele São hipoecóicos São mostrados em cinza FLUIDOS São anecóicos São mostrados em preto O ultrassom é bem útil no acesso imediato de determinadas estruturas, VANTAGENS Ultrassom Obstétrico: o acompanhamento do progresso na gestação Rastreamento de patologias como o câncer de mama Exame do conteúdo de órgãos ocos como vesícula biliar. Ele possui diversas aplicações, como: pois processo acontece em tempo real. Ultrassom com doppler: é a ultrassonografia ajustada para examinar o fluxo sanguíneo nas artérias e veias. São elas: transcraniana (examina o fluxo sanguíneo cerebral) e a carotídea (examina o fluxo nas artérias carótidas). Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com As imagens da medicina nuclear são realizadas para visualizar a função, mais do que as estruturas ou partes do corpo propriamente ditas. MÉTODOS DE IMAGEMMÉTODOS DE IMAGEM MEDICINA NUCLEAR É administrado por via intravenosa ao paciente um radiofármaco para que imagens da passagem, acúmulo e excreção desse produto sejam criadas. Isso permite informações sobre as funções dos órgãos em questão. A tomografia de emissão de pósitrons é uma técnica de medicina nuclear bastante comum e pode ser usada para o exame funcional de qualquer sistema corporal. PET do cérebro Administração Fluordesoxiglicose radioativo, que utiliza um análogo de glicose e o distribui através do cérebro para avaliar sua atividade. Objetivo de detectar zonas de hipo ou hiperatividade do córtex cerebral para o diagnóstico de condições como a epilepsia, demência, Alzheimer e doença de Parkinson. Perfusão miocárdica Administração de Rubídio radioativo para detectar o infarto agudo do miocárdico ou uma doença isquêmica coronariana. PROCESSO Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Quanto ↑ a variação ↑ o contraste. Quanto ↓ esta variação ou ↓ a diferença de densidade das áreas subjacentes ↓ o contraste. É dado pela diferença entre a densidade em áreas adjacentes de uma radiografia ou o receptor de uma imagem, bem como também pode ser definido como a variação da densidade. O objetivo deste é tornar mais visível os detalhes anatômicos em uma radiografia. O fator de controle é o kV, alta tensão, responsável por controlar a energia ou a capacidade de penetração no feixe primário. Assim, quanto maior o kV, menor o contraste e melhora ainda a densidade da imagem, reduzindo assim a exposição do paciente. fatores influentes nafatores influentes na imagemimagem A imagem radiográfica pode ser avaliada através de 4 fatores: A imagem é formada através da percepção de diferentesdensidades. Sendo, portanto, a densidade radiográfica (óptica) definida como o grau de enegrecimento da radiografia processada. Assim quanto ↑ o grau de enegrecimento ↓ a quantidade de luz que atravessará a radiografia quando colocada em frente a um foco de luz. O mAs controla a quantidade de raios X emitido pelo tubo de raios X durante uma exposição. DENSIDADE CONTRASTE Refere-se a nitidez das estrutura radiográficas. Demonstrada pela clareza das linhas estruturais finas e pelas bordas de tecidos ou estruturas visíveis na imagem analisada, quando ausente é chamada de borramento ou ausência de nitidez. O movimento, seja voluntário ou involuntário, é o fator de maior impedimento para uma imagem nítida; detalhe ↑ a DFoFi, também aumenta a definição. ↓ o DFO, combinada a um pequeno ponto focal também aumenta a definição. Alinhamento do objeto. Posicionamento correto do raio central (RC); Representação do formato ou do tamanho errôneo do objeto projetado em meio ao registro radiográfico, esta deve ser minimizada e controlada, visto que nenhuma radiografia é uma imagem exata do que ela representa. Isso decorre devido a distancia foco filme e a divergência dos feixes de raios X. Para minimizar a distorção pode se: DISTORÇÃO Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com TIPOS DETIPOS DE RADIAÇÃORADIAÇÃO Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com tipos de radiaçãotipos de radiação Radiação primária É o feixe que se relaciona diretamente com a fonte e o meio irradiado, ou seja, é aquela emitida pelo aparelho no momento da realização do exame radiográfico. Possui pequeno comprimento de onda e grande poder de penetração, sendo direcionada pelos ângulos verticais e horizontais do aparelho. Radiação secundária Também conhecidas como espalhadas, são as radiações emitidas pela face do paciente que é alcançada pelo feixe de Raios X primário, prolongando-se em todas as direções, ela é resultante do processo de interação do feixe primário com o meio irradiado, chamado de espalhador; Radiação por escape É a radiação emitida pelo cabeçote do aparelho de Raio X em todas as direções, ela ocorre devido à falhas na blindagem no aparelho, principalmente na periferia do diafragma, os efeitos biológicos dessas radiações ionizantes podem ser diretos ou indiretos. Efeitos diretos Efeitos indiretos São provocados pela radiação numa área específica, como, pela face do paciente. A exposição de um tecido à radiação pode produzir substâncias imcompatíveis com este tecido. Figura 1: Poder de penetração da radiação Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com MEDIDAS DEMEDIDAS DE PROTEÇÃOPROTEÇÃO Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Filtros de Alumínio: reduzem a dose e a radiação secundária na face do paciente, enquanto a espessura do filtro vai variar de acordo com a quilovoltagem do aparelho. Colimador: Delimita o campo de radiação na superfície da pele do paciente. Está localizado na saída do feixe primário de radiação. Marcadores de Tempo: A precisão dos marcadores de tempo é muito importante na redução da dose recebida pelo paciente. Barreira de Chumbo (Biombo): Deve ter 2m de altura, além de um vidro plumbífero, a fim de que o profissional possa visualizar a realização do exame radiográfico. Os aparelhos de Raio X possuem dispositivos de proteção em relação ao paciente, que são os filtros de alumínio, colimador, dispositivos eletrônicos marcadores de tempo (timer) e localizadores cilíndricos. medidas de proteçãomedidas de proteção Proteção do aparelho Componentes do aparelho Proteção do paciente Filmes Ultra-Rápidos: Requerem menor tempo de exposição, reduzindo a dose de radiação. Protetor de tireóide: Reduzem em até 50% a dose de radiação na glândula tireóide. Aventais de chumbo Óculos plumbíferos Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com INTERPRETAÇÃOINTERPRETAÇÃO DE EXAMEDE EXAME Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Normalmente, esse exame é o primeiro passo na investigação por imagem do paciente. A falta de acessibilidade aos métodos de diagnóstico avançado como a tomografia computadorizada, faz com que o método mais disponível e utilizado seja a radiografia. É necessário que o profissional de saúde seja apto e tenha conhecimento para realizar a análise e leitura, pois caso seja equivocada, o paciente terá que passar por diversos outros exames e investigações desnecessários para ter um diagnóstico definitivo. INTERPRETAÇÃO DE RXINTERPRETAÇÃO DE RX O raio x permite um suporte aos profissionais da saúde para o diagnóstico de uma determinada patologias. Essas imagens podem auxiliar na detecção de pneumonias, cáries dentárias, bloqueios sanguíneos, tumores, inflamações, lesões, dentre outras alterações que possam vir a acometer o ser humano. INTRODUÇÃO É indicado para verificar os ossos da face e crânio. Podem ser utilizados as incidências anteroposteriores (AP) ou pósteroanterior (PA) Bem como a oblíquo Pode ser indicado nos casos de sinusite, inflamação das mucosas nasais ou em suspeita de câncer na cavidade nasal e seios paranasais Podem ser analisadas fissuras ou fraturas nos ossos do crânio; Raio X FACE Fonte: https://www.cintramedica.pt/exame/raio-x-face Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com O raio x do abdome permite a detecção de patologias no sistema digestivo ou urinário. O exame analisa a bexiga, rins, intestino, fígado e vasos sanguíneos. Em caso de suspeita de alguns problemas digestivos, é possível recorrer ao uso de contraste via oral para que o conteúdo das alças intestinais fiquem mais visíveis. Atualmente está sendo substituído pela tomografia computadorizada por ser mais detalhada Pósteroanterior (PA), em projeção Anteroposterior (AP) e perfil O paciente pode estar deitado, de pé, de perfil ou em decúbito Auxilia na detecção de problemas no sistema digestivo, como obstruções ou distensões, urinário, como pedra nos rins, cálculos biliares O posicionamento e estiramento das estruturas; INTERPRETAÇÃO DE RXINTERPRETAÇÃO DE RX Raio X ABDOME INTRODUÇÃO É indicado como rotina do abdome agudo obstrutivo, dado que alguns sinais de obstrução intestinal como a distensão das alças podem ser visualizados nas radiografias de abdome. Além disso, possibilitar a observação da presença de objetos estranhos, além da estrutura anatômica. INDICAÇÃO VANTAGENS Legenda: Raio-X de abdome em incidência frontal (decúbito dorsal). Fonte: https://www.medway.com.br/conteudos/raio-x-de-abdome-ainda-tem-seu-valor/ Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Os elementos das vértebras (corpo vertebral, pedículos, elementos posteriores) são bem visualizados nas radiografias, por isso é um exame bem útil na avaliação da coluna. A coluna é composta por 29 vertebras distribuídas em 4 segmentos: cervical, torácica, lombar e cóccix, que podem ser analisados de forma separada através do raio x. A radiografia é realizada em duas incidências, pode ser lateral ou perfil, oblíqua, pósteroanterior (PA), anteroposterior (AP), e outras dependendo da solicitação do médico. INTERPRETAÇÃO DE RXINTERPRETAÇÃO DE RX Raio X COLUNA INTRODUÇÃO O exame é solicitado na suspeita de hérnias de disco, bico de papagaio, metástases e artrose de coluna. Além disso, para as análises dos desvios de coluna como escolioses, lordoses e cifoses, luxações e fraturas. No raio x da coluna é possível observar detalhes das vértebras e dos discos que ficam entre elas. INDICAÇÃO Esse exame pode se dividir na análise da coluna cervical, dorsal, lombar e sacrococcígea. Uma interpretação correta pode indicar alterações ósseas degenerativas, lesões tumorais suspeitas, fraturas, desalinhamentos e até curvaturas patológicas. ANALISANDO A IMAGEM Fonte: https://br.freepik.com/fotos-premium/imagem-de-raio-x-da-coluna-vertebral_12257005.htm Licenciadopara - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Uma das alterações que podem ser observadas é o aparecimento das cartilagens costais, que ligam as costelas ao esterno, que ficam mais rígidas em idosos e são visíveis no raio-x, o que não ocorre em pacientes jovens Pode ser feito em projeção pósteroanterior (PA), em projeção anteroposterior (AP) e de perfil. É indicada quando há presença de dores no peito, falta de a e tosse. Bem avaliar traumas e fraturas ósseas Esse exame é o mais conhecido no imaginário popular: "chapa do tórax". A indicação mais frequente desse exame são as afecções inflamatórias e infecciosas dos pulmões e das vias aéreas. A região torácica inclui coração, pulmão, diafragma, costelas, veias e artérias centrais. Portanto, raio x do tórax permite a análise dessas estruturas vitais. Os ossos aparecem na cor branca nas imagens, pois são muito densos. Já partes moles, como os órgãos, são mostradas mais em cores escuras. Raio X TÓRAX INTERPRETAÇÃO DE RXINTERPRETAÇÃO DE RX Arcabouço ósseo (costelas, clavículas, esterno e escápulas), é necessário avaliar se há fraturas, luxações Partes moles (tecidos dos braços) Estrutura dos pulmões Mediastino Linhas ou bordas cardíacas Vasos sanguíneos, tanto veias como artérias As principais estruturas analisadas em radiografias do tórax: 1. 2. 3. 4. 5. 6. ANALISANDO A IMAGEM Fonte: https://sebramet.com.br/raio-x-de-torax/ Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Na ressonância magnética do cérebro, é possível analisar a anatomia do córtex cerebral (substância cinzenta), substância branca, líquido cefalorraquidiano, ventrículos, cisternas e os ossos do crânio. Normalmente, em uma RM em T1, os fluidos são apresentados em cores escuras e a gordura, em cores claras. Já em T2, a gordura e os fluidos são em cores claras. Sendo assim, em T1: INTERPRETAÇÃO DE RMINTERPRETAÇÃO DE RM Ao nível dos núcleos caudados, as principais estruturas a reconhecer são: os ossos do crânio, os giros corticais, os ventrículos, as estruturas subcorticais e os lobos do cérebro (frontal, temporal, occipital e insular). O círculo externo branco é a medula óssea dos ossos do crânio, que circundam o cérebro. Superfície externa do cérebro, essa fina camada branca são os giros corticais, eles estão bem juntos, mas ainda assim, distintos. O terceiro ventrículo, é essa estrutura branca em forma de fenda localizada no centro do cérebro. O plexo coróideo também aparece hiperintenso em T2. RM DO CÉREBRO INTRODUÇÃO CÓRTEX SUBST. BRANCA LCR MEDULA ÓSSEA PRETO CINZA CINZA CLARO BRANCA Já em T2: CÓRTEX SUBST. BRANCA LCR MEDULA ÓSSEA PRETO CINZA CINZA CLARO BRANCA ANALISANDO A IMAGEM Fonte: https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/imaginologia-e-anatomia-radiologica Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Anatomia da cabeça na linguagem de escala de cinza da TC: Preto é tudo aquilo que é preenchido apenas com ar, o que na nossa cabeça são os seios paranasais e as células mastóideas. Branco: é tudo que tenha cálcio - os ossos. Tons de cinza: são os fluidos (sangue e LCR) e tecidos moles (como cérebro, olhos, músculos). INTERPRETAÇÃO DE TCINTERPRETAÇÃO DE TC Para saber o que é o quê, primeiro lembre-se da localização anatômica de cada estrutura, para saber onde procurá-la e, depois, lembre-se da ordem típica de coloração nas TC: ar > água > substância branca > substância cinzenta > sangue > osso. TC DA CABEÇA INTRODUÇÃO IDENTIFICAÇÃO As formas brancas nesta imagem são os ossos do neurocrânio: ossos frontal, zigomático, esfenoide, temporal, occipital e a mandíbula. Na cavidade desses ossos, conseguimos ver os seios frontal, e as células etmoidais e mastóideas, por estarem cheias de ar, elas são vistas em preto. Além destas estruturas, também podemos ver, os olhos e músculos extraoculares (músculos retos medial e lateral), eles aparecem isodensos e simétricos entre si, exatamente como esperamos ver em uma TC normal. O tecido cerebral é acinzentado na imagem, sendo a substância cinzenta (córtex cerebral e núcleos profundos) um pouco mais clara que a substância branca, interna. As cisternas subaracnóideas e os ventrículos cerebrais estão normalmente preenchidos por LCR, sendo assim, eles aparecem pretos (hipodensas) em uma TC de crânio normal. ANALISANDO A IMAGEM Fonte:Fonte: https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/imaginologia-e-anatomia-radiologica Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Localizar as estruturas do pescoço seguindo o padrão das três cores: preto, branco e cinza. Sinal preto: é o ar dentro da traqueia, visto como um círculo preto na porção anterior da imagem. Sinal branco: vértebra cervical, que é claramente identificada como a única estrutura hiperdens, ela possui a forma familiar de uma vértebra, com um canal vertebral central (cinza). Sinal em tons de cinza: tecidos moles, que aparecem, neles estão incluídos órgãos, tecido conjuntivo e músculos do pescoço. Posterior à traqueia há esôfago, enquanto os lobos da tireoide aparecem de cada lado da traqueia. A bainha carotídea, bilateral, circunda as artérias carótidas comum e interna, a veia jugular interna, o nervo vago (NC X) e os linfonodos profundos do pescoço. Os vasos da bainha carotídea são visíveis lateralmente aos lobos da glândula tireoide, com lúmens regulares. As outras estruturas são os músculos do pescoço. 1. 2. 3. 4. 5. 6. INTERPRETAÇÃO DE TCINTERPRETAÇÃO DE TC TC DE PESCOÇO IDENTIFICAÇÃO Fonte: https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/imaginologia-e-anatomia-radiologica ANALISANDO A IMAGEM Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com O fígado, ele é cinza e preenche a maior parte do espaço direito do paciente mais hipodensa e implantada na porção anterior do fígado, está a vesícula biliar. O pâncreas, este órgão é cinza médio e está localizado centralmente na nossa imagem tomográfica. Movendo posteriormente, note os órgãos pareados, idênticos nos lados esquerdo e direito, estes são os rins. Note como a pelve renal é mais escura que o parênquima renal. O estômago e intestinos delgado e grosso, estão preenchidos por ar e, por isso, seus lúmens estão pretos. Centralmente na imagem, podemos ver os círculos cinzas dos grandes vasos. Procure na imagem a veia cava inferior, a aorta abdominal, bem como a artéria renal e sua veia correspondente. Os órgãos abdominais estão situados internamente aos músculos. INTERPRETAÇÃO DE TCINTERPRETAÇÃO DE TC Sinal preto: o ar. Sinal branco: o osso. Sinal em tons de cinza: tecidos moles, órgãos e fluidos. A TC visualiza de forma clara: osso, ar, gordura e fluido. TC ABDOME ANALISANDO A IMAGEM Fonte: https://www.medway.com.br/conteudos/anatomia-tomografica-do-abdome-saiba-mais/ Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com INTERPRETAÇÃO DE TCINTERPRETAÇÃO DE TC Radiografia em anteroposterior do ombro esquerdo TC MÚSUCULO ESQUELÉTICO ANALISANDO A IMAGEM extremidade acromial da clavícula. acrômio. cabeça do úmero tubérculo maior tubérculo menor. processo coracoide. colo cirúrgico do úmero. margem lateral da escápula 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. ANALISANDO A IMAGEM diáfise distal do úmero. fossa do olécra no e fossa coronoide (superpostas). epicôndilo late ral do úmero. cabeça do rádio. tuberosidade do rádio. processo coronoide. epicôndilo medial do úmero. olécrano 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. Radiografia em anteroposterior do cotovelo direito Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com INTERPRETAÇÃO DE TCINTERPRETAÇÃO DE TC Radiografia em anteroposterior do antebraço direito TC MÚSUCULO ESQUELÉTICO ANALISANDO A IMAGEM cabeça do rádio. tuberosidade do rádio. porção diafisária média do rádio. processo estiloide do rádio. cabeça da ulna. porção diafisária média da ulna. processo coronoi de da ulna 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. ANALISANDO A IMAGEM scafoide. semilunar. piramidal. pisiforme.trapézio. trapezoide. capitato. hamato. hâmulo do hamato 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Radiografi a em anteroposterior do punho esquerdo Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com As Vias Aéreas Inferiores e os Pulmões INTERPRETAÇÃO DE RXINTERPRETAÇÃO DE RX Os componentes infratraqueais são: a traqueia, sua ramificação: brônquios primários, secundários e terciários, e também, os bronquíolos e alvéolos. Ela é dividida em superior e inferior: a superior pode ser resumida em supratraqueal e a inferior, infratraqueal. INTRODUÇÃO Os componentes supratraqueais são: cabeça e pescoço (nariz, faringe e laringe). A traqueia e os brônquios encontram-se no mediastino em meio a demais estruturas que dificultam a visualização da densidade de ar no interior destas porções da árvore brônquica. O PULMÃO É dividido entre direito e esquerdo, os quais são subdivididos em lobos superior, médio e inferior do pulmão direito e lobos superior e inferior do pulmão direito. Após essa divisão, vem a divisão segmentar de cada lobo. Possui um formato de cúpula, com um ápice e uma base, além de uma fase voltada para as costelas (costal) e outra para o mediastino (mediastinal - entram e saem estruturas da raiz pulmonar). Em cada pulmão, a raiz pulmonar tem uma conformação diferente em relação as estruturas da raiz. Em relação à acidentes anatômicos, o pulmão esquerdo apresenta a incisura cardíaca na sua margem anterior e possui íntima vizinhança com a artéria aorta, esôfago, artérias da crossa aórtica, nervo vago e ducto torácico. O pulmão direito não apresenta acidentes específicos e tem relação de vizinhança com a veia ázigo, veia cava superior e inferior e nervo vago. Ambos os pulmões tem relação de vizinhança com o coração. ANALISANDO A IMAGEM Fonte: ANATOMIA RADIOLOGICA BÁSICA ILUSTRADA Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com O LÓBULO PULMONAR SECUNDÁRIO É a menor unidade da estrutura pulmonar marginada por septos de tecido conectivo, veias interlobulares e vasos linfáticos, apresenta uma geometria poliédrica irregular e é suprido por bronquíolo (terminal) e artéria lobulares. Ele representa a próxima subdivisão dos segmentos broncopulmonares, sendo então subdividido em ácinos pulmonares, representando a menor subdivisão funcional pulmonar, ou seja, compondo o compartimento respiratório. Todas as porções do bronquíolo terminal para cima constituem o compartimento condutor de ar do sistema respiratório. ARTÉRIA INTRASEGMENTAR E VEIA INTERSEGMENTAR A artéria intrasegmentar, são ramos da aorta dorsal têm como função levar o sangue para os somitos e seus derivados acompanha o brônquio terciário. Os vasos intersegmentares fundem-se então para formar veias solitárias maiores em cada lobo. Fonte: ANATOMIA RADIOLOGICA BÁSICA ILUSTRADA Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com A drenagem linfática acompanha retrogradamente a via respiratória. Portanto, subindo pelos brônquios, chegamos nos linfonodos da transição traqueia- brônquios principais, os linfonodos traqueobrônquicos, que podem estar por cima ou por baixo desse ângulo formado (linfonodos traqueobrônquicos superiores ou inferiores). Daí sobem pela traqueia, formando os linfonodos paratraqueais. Ao chegar neste ponto, os linfonodos paratraqueais se distribuem ou superiormente ou inferiormente na traqueia. A sua drenagem, des se modo, vai ser definida pelo ducto linfático mais próximo. Os linfonodos mais inferiores são drenados para o ducto broncomediastinal,já os linfonodos mais superiores têm preferência para drenagem pelo ducto jugular interno (componente da drenagem linfática de cabeça e pescoço ipsilateral. LINFONODOS TORÁCICOS DAS VIAS AÉREAS Os linfonodos (gânglios linfáticos) são pequenas estruturas que atuam na filtração imunológica da qual o sistema linfático se propõe. Eles contêm células do sistema imunológico que ajudam a combater infecções atacando e destruindo germes que são transportados pelo líquido linfático. A drenagem linfática do pulmão acontece no mesmo sentido de fluxo da linfa, ou seja, da periferia para o centro de drenagem. A DRENAGEM LINFÁTICA Fonte: ANATOMIA RADIOLOGICA BÁSICA ILUSTRADA Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com AS PLEURAS A pleura é uma membrana serosa que reveste as paredes da cavidade torácica e a superfície dos pulmões, têm origem mesodérmica cobre ambos os pulmões, o mediastino, a superfície torácica do diafragma e a parte interna da caixa torácica. Elas agem auxiliando na sustentação das estruturas torácicas e na proteção destas através do efeito de barreira que possuem, além da produção de um líquido seroso lubrificante natural que evita lesão entre as estruturas pelo atrito do pulmão na inspiração, do coração (em conjunto com o pericárdio) durante os batimentos cardíacos, do esôfago durante os pe ristaltismos, e outros VISCERAL PARIETAL A pleura visceral encontra-se aderida ao pulmão bilateralmente e é limitada medialmente pela dobra pleural denominada “manguito pulmonar” A pleura parietal se insere internamente no gradil costal, diafragma e mediastino, originando dobras (recessos) em regiões de transição – entre as costelas e a cúpula diafragmática direita e esquerda; recesso cardio frênico – entre as cartilagens esternocostais e o mediastino. Entre as pleuras existe um espaço virtual preenchido por um líquido seroso. Em casos de coleções líquidas ou gasosas, como hemotórax (sangue), pielotórax (secreção purulenta) ou pneumotórax (ar), o espaço torna-se notável ao raio-x ou tomografia computadorizada. É válido tomar nota que os folhetos pleurais não são visualizados fisiologicamente nos exames radiológicos – exceto em processos patológicos, como inflamatórios ou tumorais. As pleuras formam espaços que isolam os pulmões e brônquios do mediastino, formando duas cavidades iso ladas. Logo, se houver derrame pleural em um lado, não passará ao espaço pleural contralateral! CLÍNICA Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Anatomia Radiológica ATLASATLAS Anatomia do corpo humano Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com I. Esqueleto axial ......................................................................................40 Crânio........................................................................................................41 Coluna Cervical....................................................................................42 Coluna Lombar.....................................................................................45 Tórax.........................................................................................................47 Sacro e cóccix........................................................................................48 SUMÁRIO II. Esqueleto Apendicular..............................................................49 Ombro.......................................................................................................50 Cotovelo...................................................................................................52 Coluna Lombar.....................................................................................45 Punho e mão ..........................................................................................54 Fêmur e joelho......................................................................................57 Tornozelo..................................................................................................58 Pé...................................................................................................................62 III. ÁREA DE DIAGNÓSTICO .....................................................65 Pneumonia..................................................................................................66 Edema pulmonar...................................................................................68Derrame pleural......................................................................70 Atelectasia..................................................................................72 Fraturas......................................................................................74 Luxação.......................................................................................76 Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Esqueleto Axial Ele é composto pelos ossos da cabeça (crânio), do pescoço (vértebras cervicais) e do tronco (costelas, esterno, vértebras e sacro). Formado por cerca de 80 ossos Sua função é de proteger o Sistema Nervoso Central e alguns dos órgãos vitais localizados na região torácica. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com crâniocrânio Osso temporal Osso etmóide Osso maxilar Mandíbula Osso frontal Osso esfenóide Crânio Incidência Póstero-Anterior Crânio Incidência Perfil Asa maior do osso esfenóide Órbita Seio nasal Espinha nasal anterior Sela túrcica Asa menor do osso esfenóide Seio esfenóide Fossa mandibular Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com COLUNA CERVICALCOLUNA CERVICAL Arco anterior do atlas Dente do áxis Ápice do dente Arco posterior do atlas Tubérculo posterior Superior Inferior Processo espinhoso Lâmina Corpo Processo transverso Pedículo Radiografia coluna cervical de perfil PROCESSO ARTICULAR: Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com COLUNA CERVICALCOLUNA CERVICAL Radiografia coluna cervical posição anteroposterior Corpo vertebral Processo espinhoso Primeira costela Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com COLUNA CERVICALCOLUNA CERVICAL Radiografia oblíqua coluna cervical. Forame intervertebral Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com COLUNA lombarCOLUNA lombar Radiografia coluna lombar posição anteroposterior Corpo vertebral Processo transverso Articulação sacroilíaca Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com COLUNA lombarCOLUNA lombar Radiografia coluna lombar de perfil. Pedículo Corpo vertebral Processos articulares Processo espinhoso Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Clavícula Costela (porção posterior) Costela (porção anterior) Juntura costovertebral (1ªcoluna) Juntura esternoclavicular Vértebra torácica Costela flutuante TÓRAXTÓRAX Radiografia Tórax - Incidência Póstero Anterior Radiografia Tórax - Incidência Perfil Manúbrio Juntura manúbrio esternal Vértebra torácica Vértebra torácica Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com SACRO E CÓCCIXSACRO E CÓCCIX Base do sacro Forame sacral anterior Ápice do sacro Cóccix Juntura sacroilíaca Crista sacral intermediária Crista sacral mediana Radiografia sacro e cóccix - incidência ântero posterior Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Esqueleto Apendicular Ele é composto pelos ossos dos membros, incluindo aqueles que formam os cíngulos do membro superior e do membro inferior. Formado por cerca 126 ossos, divididos na porção superior e inferior do corpo humano. Sua responsabilidade é pela movimentação e sustentação do corpo. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com OMBROOMBRO Clavícula Uméro Sacro Costela (posterior) Costela (anterior) Cíngulo do membro superior e costelas - Incidência Ântero posterior. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com ombroombro Cíngulo do membro superior e costelas - Incidência Ântero posterior. Clavícula Face articular acromial Acrômio Escápula Úmero Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com COTOVELOCOTOVELO Radiografia de cotovelo em anteroposterior. Epicôndilo medial Tróclea Epicôndilo lateral Cabeça do rádio Capítulo Tróclea Processo coronoide Tuberosidade do rádio Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com COTOVELOCOTOVELO Tróclea Cabeça do rádio Epicôndilo medial Olécrano Processo coronoide Radiografia de cotovelo de perfil. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com PUNHO E MÃOPUNHO E MÃO Radiografia de punho e mão em anteroposterior, ossos do carpo e punho. Trapézio Escafoide Semilunar Capitato Hamato Piramidal Pisiforme Trapezoide UlnaRádio Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Falanges distais Falanges médias Falanges proximais Sesamoide Metacarpos PUNHO E MÃOPUNHO E MÃO Radiografia de punho e mão em anteroposterior, ossos do metacarpo e falanges. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com PUNHO E MÃOPUNHO E MÃO Radiografia de punho e mão de perfil. Trapézio Escafoide Semilunar Rádio Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com FÊMUR E JOELHOFÊMUR E JOELHO Crista ilíaca Fossa ilíaca Juntura do quadril Espinha ilíaca Incisura isquiática maior Radiografia de Ossos do quadril - Incidência Ântero posterior Radiografia da articulação do Joelho Patela Corpo da tíbia Corpo de fêmur Côndilos femorais Juntura do joelho Corpo da fíbula Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com TORNOZELOTORNOZELO Radiografia do Tornozelo em AP Tíbia Fíbula Maléolo lateralMaléolo medial Trocléa do tálus Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com tornozelotornozelo Tíbia Fíbula Maléolo medial Tróclea do tálus Cuneiforme medial Cuneiforme intermédio Cuboide Navicular Cuneiforme lateral Radiografia do Tornozelo de perfil Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com TORNOZELOTORNOZELO Calcâneo Tálus Tíbia Cuboide Navicular Radiografia do Tornozelo de perfil Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com PÉPÉ Cuboide Navicular Cuneiforme lateral Cuneiforme medial Cuneiforme intermédio Radiografia do pé em anteroposterior Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com PÉPÉ Falanges médias Falanges proximais Metatarsos Falanges distais Sesamoides Radiografia do pé em AP com destaque para metatarsos e falanges (antepé). Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com PÉPÉ Radiografia oblíqua do pé com destaque para ossos do tarso e da perna Calcâneo Cuboide Fíbula Tíbia Tálus Navicular Cuneiforme medial Cuneiforme intermediário Cuneiforme laterlal Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com PÉPÉ Radiografia oblíqua do pé com destaque para ossos do tarso e da perna Calcâneo Cuboide Fíbula Tíbia Tálus Navicular Cuneiforme medial Cuneiforme intermediário Cuneiforme laterlal Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com ÁREA DE DIAGNÓSTICO Agora que você já aprendeu como é a anatomia normal de um exame radiográfico, vamos te mostrar como seria em casos de algumas doenças e problemas que podem ocorrer e serem identificados por meio desse exame. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com pneumoniapneumonia Introdução Exemplos Streptococcus pneumoniae (pneumococo/bactéria) Chlamydophila pneumoniae (bactéria) Mycoplasma pneumoniae (bactéria) H.influenzae (bactéria) Classificação Sintomas Analisando a imagem Processo infeccioso localizado e delimitado no parênquima pulmonar, podendo ser causada por vírus, bactéria e fungo. Em 90% dos casos, a pneumonia lobar ou segmentar adquirida na comunidade é causada por Streptococcus pneumoniae lobar: afeta o lobo inteiro broncopneumonia: apresenta vários focos dispersos pelo parênquima febre alta dor torácica tosse purulenta dispneia Pneumonia pneumocócica do lobo superiordireito. Spot localizado do lobo superior direito demonstra doença do espaço aéreo confluente com broncogramas aéreos (seta azul). A margem inferior da pneumonia é mais nitidamente demarcada devido ao seu contato com a cissura menor (seta roxa). O paciente apresentava Streptococcus pneumoniae na cultura do escarro. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com pneumoniapneumonia Analisando a imagem A Pneumonia por varicela. Existem inúmeros granulomas calcificados no interstício pulmonar, vistos aqui como pequenos e discretos nódulos no pulmão direito (círculos rna cor rosa). Esse paciente apresentava uma história de pneumonia por varicela (catapora) quando mais novo. A resolução da pneumonia por varicela ocorre com a permanência de múltiplos pequenos granulomas calcificados. Pneumonia intersticial usual (PIU). Na figura A, existe uma trama reticular intersticial grosseira representando fibrose, vista aqui em um spot localizado na base pulmonar direita (círculo na cor azul). Os achados da PIU ocorrem predominantemente nas bases pulmonares. Na figura B, Um corte axial de TC mostra anormalidades na base do pulmão em uma localização subpleural, a distribuição típica da PIU. Existem pequenos espaços císticos chamados de favéolas (setas vermelhas) com evidência de bronquiectasias, manifestadas por paredes brônquicas espessadas (seta verde). B Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Introdução Manifestação clínica Analisando a imagem Pleurite edema pulmonaredema pulmonar Acúmulo de líquido na cavidade do pulmão, esse acúmulo ocorre devido à um desequilíbrio nas pressões hidrostática ou oncótica, como também pode ter uma causa secundária, como, uma inflamação por produtos bacterianos ou tumores. Pequenos derrames Dispnéia Trepopneia Tosse Dor pleurítica ou respirofásica Ocorre quando o acúmulo de líquidos afasta a pleura, diminuindo o atrito e fazendo com que a dor desapareça por um momento. Edema pulmonar alveolar, ocasionado por uma overdose de heroína. Existem três opacidades nos pulmões, primariamente envolvendo os lobos superiores, que podem ser descritas como algodonosas, indistintas ou condensações e são confluentes e pouco delimitadas, todas apontando para uma doença do espaço aéreo. Pode ser descrito também como configuração em asa de morcego ou configuração em asa de anjo. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Analisando a imagem edema pulmonaredema pulmonar O edema pulmonar geralmente tem início abrupto e é rápido de curar, podendo ser em questão de horas ou dias. Padrão de asa de morcego do edema pulmonar. Os achados radiográficos de edema alveolar pulmonar incluem: densidades de espaço aéreo algodonosas, indistintas e desiguais com frequência localizadas centralmente e poupando o terço mais externo do pulmão. Isso é denominado padrão de asa de morcego (asa de anjo) ou borboleta Existe sobreposição considerável nos padrões do edema pulmonar cardiogênico e não cardiogênico, mas a ausência de derrames pleurais, a ausência de líquido nas cissuras e o coração de tamanho normal favorecem uma causa não cardiogênica nesse caso. No caso desse raio x, o paciente apresentava um quadro clínico de choque séptico por uma infecção do trato urinário assoberbante. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Introdução SÍNDROME DE DRESSLER Também conhecida como síndrome do infarto pós- pericardiotomia/pós-miocardial. Normalmente ocorre de 2 a 3 semanas após um infarto do miocárdio transmural, produzindo derrame pleural do lado esquerdo, derrame pericárdico e doença do espaço aéreo irregular na base do pulmão esquerdo. Associada a dor torácica e febre, normalmente responde a aspirina em altas doses ou esteroides Analisando a imagem derrame pleuralderrame pleural O pulmão é envolvido externamente por uma membrana delicada que também recobre a superfície interna da cavidade torácica, a pleura. A primeira é chamada de pleura visceral e a segunda, pleura parietal. Entre elas existe uma camada bem fina de líquido que facilita a movimentação dos pulmões durante a respiração. Quando há um acúmulo excessivo de líquido entre as pleuras ocorre o derrame pleural, que é popularmente conhecido como “água na pleura”. A Essa síndrome ocorre tipicamente de 2 a 3 semanas após um infarto do miocárdio transmural. Ela também pode ocorrer após pericardiotomia, tal como a que ocorre em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica, como no caso mostrado aqui. A seta preta indica o local onde existe um derrame pleural Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Analisando a imagem B derrame pleuralderrame pleural A combinação de dor torácica e febre, derrame pleural esquerdo, doença do espaço aéreo irregular do lobo inferior esquerdo e derrame pericárdico várias semanas após um infarto do miocárdio ou cirurgia de coração aberto deve sugerir a síndrome. Esse paciente tem um marca-passo de dupla ponta e, na incidência em perfil (B), as pontas são vistas na região do átrio direito (seta rosa) e ventrículo direito (seta verde) BA Na imagem A, podemos identificar na incidência frontal, o hemidiafragma direito aparenta estar elevado (seta azul). Essa borda não representa o hemidiafragma direito real, que foi tornado invisível pelo líquido pleural acumulado acima dela, além disso existe uma obliteração no seio costofrênico direito (seta vinho). Na imagem B,podemos identificar na incidência em perfil, uma obliteração no seio costofrênico posterior (seta vinho). O hemidiagrafma aparente é arredondado posteriormente, mas, em seguida, muda seu contorno conforme o derrame interage com a cissura maior no lado direito (seta azul) Derrame subpulmonar do lado direito. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Introdução Analisando a imagem ATELECTASIAATELECTASIA Manifestação clínica Classificação Colapso total ou parcial do pulmão ou do lobo, segmento ou subsegmento pulmonar, geralmente de magnitude grave. após cirurgias, geralmente causada pela incapacidade de respirar fundo e profundamente devido ao desconforto após um procedimento cirúrgico. Ela também pode surgir em decorrência a outros problemas na respiração, como a inalação de objetos estranhos, tumores pulmonares, água no pulmão, asma severa ou outros ferimentos no peito. Dispneia Respiração rápida e superficial Febre baixa Tosse seca Obstrutiva Não obstrutiva A A área em forma de leque com aumento na densidade é vista na incidência frontal e representa o lobo superior direito sem ar. A cissura menor está deslocada para cima (seta azul). A traqueia está deslocada para a direita (seta rosa). Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com https://www.minhavida.com.br/saude/temas/asma Analisando a imagem ATELECTASIAATELECTASIA B A incidência em perfil mostra uma densidade semelhante em forma de cunha perto do ápice do pulmão. A cissura menor (seta azul) está puxada para cima e a cissura maior está puxada para frente (seta rosa). Esta é uma criança que tinha asma, levando à formação de um tampão de muco que obstruía os brônquios do lobo superior direito. O paciente tinha um carcinoma broncogênico obstrutivo no brônquio fonte esquerdo. Na imagem podemos identificar uma opacificação total do hemitórax esquerdo com desvio da traqueia (seta azul) e do esôfago (marcado aqui por uma sonda nasogástrica, seta rosa) em direção ao lado da atelectasia. A borda cardíaca direita, que deveria se projetar cerca de 1 cm para a direita da coluna vertebral, foi puxada para o lado esquerdo e não está mais visível. O coração em si não está visível porque já não é limitado por um pulmão cheio de ar. Atelectasia do pulmão esquerdo Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Introdução Características Fratura Aguda Classificação Analisando a imagem FRATURASFRATURAS Asfraturas são lesões que provocam uma ruptura parcial ou total de um osso. São muito frequentes nos diagnósticos após as radiografias. Interrupção total ou parcial do córtex Alterações no contorno liso de um osso normal Possuem linhas escuras e lineares Possui fragmentos irregulares e não corticados Aberta ou Exposta: o osso quebra e causa ferimentos para fora da pele, deixando o local exposto. Fechada: causam o rompimento da pele apesar do osso quebrado Completa: osso se quebra completamente e forma fragmentos. Incompleta: osso não se quebra completamente, mas provocam os sintomas de fratura. A fratura incompleta envolve apenas uma parte do córtex e tendem a acometer ossos mais 'moles', como observado na imagem ao lado (criança). A seta vermelha indica uma fratura envolve apenas uma parte e não todo o córtex, já a vermelha envolve todo o córtex. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Introdução Análise Fratura por estresse Sintomas FRATURASFRATURAS As fraturas são lesões que provocam uma ruptura parcial ou total de um osso. São muito frequentes nos diagnósticos após as radiografias. Dor Dificuldade de movimentos da articulação Deformidade local aparente Inchaços e hematomas A fratura por estresse ocorre devido a diversas micro fraturas onde o osso está sujeito a repetidas forças de compressão e alongamento. Mesmo que as radiografias convencionais sejam o primeiro exame realizado, elas podem ter aparência normal em até 85% das fraturas por estresse. Sendo assim, é comum que um paciente se queixe de dor. Alguns locais comuns dessas fraturas: diáfises dos ossos longos (fêmur proximal ou a tíbia proximal), o calcâneo e o 2º e 3º metatarsais. Se forem vistas no plano correto, as linhas tendem a ser mais escuras (mais radiolucentes) do que outras linhas encontradas normalmente nos ossos. As bordas são irregulares e acidentadas. Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com Subluxação Sintomas Analisando as imagens Introdução LUXAÇÃOLUXAÇÃO Dor Dificuldade de movimentos da articulação Deformidade local aparente Inchaços e hematomas Na subluxação os ossos que formavam os dois componentes de uma articulação estão parcialmente em contato. Elas também ocorrem apenas nas articulações A luxação acontece quando um osso sai completamente de sua posição anatômica correta. Ocorre em qualquer articulação do corpo. É considerada grave, até mais do que as fraturas ósseas. Na imagem A, ocorre uma luxação, onde os ossos que formavam dois componentes da articulação entre as falanges estão em justaposição, indicado pelas setas amarelas. É possível perceber que a falange distal está luxada a lateral. Já na imagem B, ocorre uma subluxação, já que os ossos da articulação não estão completamente em contato. U G Licenciado para - M A R IA - 14964644600 - P rotegido por E duzz.com