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328 Anatomia humana
Músculos que cruzam as articulações do quadril e do joelho: 
movimentos da coxa e perna (Figuras 11.22, 11.23 e 11.24)Tabela 11.15
Esta tabela considera os músculos que abrangem as articulações do quadril e joelho e que produzem movimen-
tos em ambas as articulações.
Os músculos anteriores do quadril e da coxa flexionam principalmente a coxa no quadril e estendem a perna no 
joelho — produzindo a fase de oscilação anterógrada da marcha. Os músculos posteriores do quadril e da coxa, por 
outro lado, estendem a coxa e flexionam a perna — a fase de oscilação retrógrada da marcha. Um terceiro grupo 
muscular, os músculos mediais ou adutores, move apenas a coxa e não a perna. Na coxa, os músculos anteriores, 
posteriores e mediais são separados por paredes de fáscia respectivamente nos compartimentos anterior, posterior 
e medial (Figura 11.24). A fáscia profunda da coxa (fáscia lata) circunda e confina os três grupos musculares, como se 
fosse uma meia de compressão. 
Movimentos da coxa. O quadril é uma articulação esferóidea que permite a flexão, extensão, adução, abdução e 
rotação da coxa. Os músculos que flexionam a coxa no quadril originam -se na coluna vertebral e na pelve, passando 
anteriormente à articulação do quadril. Esses músculos incluem o iliopsoas, tensor da fáscia lata, reto femoral e 
pectíneo (Figura 11.22a e b). Os extensores da coxa originam-se posteriormente à articulação do quadril e incluem o 
glúteo máximo e os músculos do compartilhamento posterior da coxa (do jarrete) (Figura 11.23c e d). Os adutores 
da coxa originam -se medialmente à articulação do quadril (Figura 11.22c). A abdução da coxa é realizada principal-
mente pelo glúteo médio e pelo glúteo mínimo, músculos glúteos situados lateralmente à articulação do quadril 
(Figura 11.23a). Os adutores e abdutores funcionam durante a marcha — não para mover o membro inferior, mas 
para deslocar o tronco de lado a lado para que o centro de gravidade do corpo esteja sempre equilibrado direta-
mente sobre o membro que está no solo. A rotação medial e lateral do fêmur é feita por muitos músculos diferentes. 
Movimentos da perna. Na articulação do joelho, a flexão e a extensão são os principais movimentos. O único ex-
tensor da perna no joelho é um músculo de 4 cabeças, o quadríceps femoral situado no compartimento anterior da 
coxa (Figura 11.22a e b). Os antagonistas do quadríceps são os músculos do compartimento posterior (do jarrete) 
(Figura 11.23c e d), que são os agonistas da flexão do joelho.
As relações tridimensionais e os compartimentos fasciais dos músculos da coxa são exibidos em uma vista em 
corte transversal (Figura 11.24). (As ações desses músculos estão resumidas na p. 290, Tabela 11.2, Parte I.)
Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação
PARTE I: MÚSCULOS ANTERIORES E MEDIAIS (FIGURA 11.22)
ORIGEM NA PELVE OU NAS VÉRTEBRAS
Iliopsoas O iliopsoas é uma composição de dois músculos intimamente relacionados (o ilíaco e o psoas 
maior), cujas fibras passam sob o ligamento inguinal (ver Figura 11.14) e se inserem no fêmur via um 
tendão comum.
Músculo lateral, plano e 
em forma de leque
O — fossa ilíaca, asa do 
sacro 
I — trocânter menor 
do fêmur via tendão do 
iliopsoas 
O iliopsoas é o agonista 
na flexão da coxa e na 
flexão do tronco (como 
no arqueamento do 
tronco)
Nervo femoral
(L2 e L3)
Músculo medial, longo e 
espesso do par muscular. 
(Os açougueiros se 
referem a esse músculo 
como filé -mignon.)
O — processos 
transversos, corpos e 
discos das vértebras 
lombares e T12
I — trocânter menor 
do fêmur via tendão do 
iliopsoas
A mesma que a do ilíaco 
também promove a 
flexão lateral da coluna 
vertebral; importante 
músculo postural
Ramos 
ventrais L1 -L3
Tensor da 
fáscia lata
Confinado entre as 
camadas de fáscia 
na face lateral da 
coxa; associado 
funcionalmente com 
os rotadores mediais e 
flexores da coxa
O —anteriormente na 
crista ilíaca e espinha 
ilíaca anterossuperior 
I — trato iliotibial10
Estabiliza o tronco na 
coxa, enrijecendo o trato 
iliotibial; flexiona, abduz 
e gira medialmente a 
coxa
Nervo glúteo 
superior (L4-
-S1)
1 
10 O trato iliotibial é uma parte lateral mais espessa da fáscia lata (a fáscia que embainha todos os músculos da coxa). Ele se estende como uma faixa 
tendínea da crista ilíaca até o joelho (ver Figura 11.22a).
MARIEB_book.indb 328 07/04/14 18:23
Capítulo 11 Músculos do corpo 329 
continuaçãoTabela 11.15
Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação
MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO ANTERIOR DA COXA (FIGURAS 11.22 E 11.24)
Sartório Músculo superficial em 
forma de fita que segue 
obliquamente pela superfície 
anterior da coxa até o joelho; 
músculo mais longo do 
corpo; cruza as articulações 
do quadril e do joelho
O — espinha ilíaca 
anterossuperior 
I — com um trajeto espiral 
até a face medial do 
joelho, insere -se proximal e 
medialmente na tíbia 
Flexiona, abduz e gira 
lateralmente a coxa; 
flexiona a perna (fraco) 
como em um chute no 
futebol; ajuda a produzir 
a posição de pernas 
cruzadas (posição de 
lótus)
Nervo 
femoral (L2 
e L3)
Quadríceps 
femoral
Possui quatro cabeças distintas (quadríceps = quatro cabeças) que formam a musculatura anterior e 
lateral da coxa. Essas cabeças (músculos reto femoral e vastos lateral, medial e intermédio) possuem 
um tendão de inserção comum, o tendão do quadríceps, que se insere na patela e depois, via 
ligamento da patela, na tuberosidade da tíbia. O quadríceps é um poderoso extensor da perna 
utilizado na escalada, salto, corrida e ao levantar da posição sentada. O grupo é inervado pelo nervo 
femoral. O tônus do quadríceps é importante no fortalecimento da articulação do joelho.
femoral
Músculo superficial do 
compartimento anterior da 
coxa, onde se posiciona em 
linha reta é a cabeça mais 
longa e única do grupo 
do quadríceps a cruzar a 
articulação do quadril
O — espinha ilíaca 
anteroinferior e margem 
superior do acetábulo
I — patela e tuberosidade da 
tíbia via ligamento patelar
Estende a perna e 
flexiona a coxa
Nervo 
femoral (L2-
-L4)
lateral
Maior cabeça do grupo, 
forma a face lateral da coxa; 
um local comum de injeção 
intramuscular
O — trocânter maior, linha 
intertrocantérica, linha áspera
I — a mesma do reto femoral
Estende a perna e 
estabiliza o joelho
Nervo 
femoral
medial
Forma a face inferomedial da 
coxa
O — linha áspera, linha 
supracondilar medial
I — a mesma do reto femoral
Estende a perna; 
as fibras inferiores 
estabilizam a patela
Nervo 
femoral
intermédio
Encoberto pelo reto femoral; 
situado entre o vasto lateral 
e o vasto medial na coxa, 
anteriormente
O — proximal, nas faces 
anterior e lateral da diáfise 
femoral 
I — a mesma do reto femoral
Estende a perna Nervo 
femoral
MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO MEDIAL DA COXA (FIGURAS 11.22 E 11.24)
Pectíneo Músculo curto e plano; 
sobrejacente ao adutor curto 
proximalmente na coxa; 
adjacente ao adutor longo 
medialmente
O — linha pectínea do púbis 
(e ramo superior)
I — uma linha do trocânter 
menor até a linha áspera na 
face posterior do fêmur
Aduz, flexiona e gira 
medialmente a coxa
Nervo 
femoral e, 
às vezes, 
nervo 
obturatório 
(L2 e L3)
Grácil Músculo longo, fino 
e superficial da coxa 
medialmente
O — ramo inferior e corpo 
do púbis e ramo isquiático 
adjacente
I — face medial da tíbia, 
imediatamente inferior ao 
seu côndilo medial
Aduz a coxa, flexiona 
e gira medialmente a 
perna, especialmente 
durante a marcha 
Nervo 
obturatório 
(L2 e L3)
Adutores Essa grande massa muscular consiste em três músculos (longo, curto e magno) que formam a face medial 
da coxa. Eles originam-se na parte inferior da pelve e se inserem em vários níveis no fêmur. Todos são 
utilizados nos movimentos que pressionam as coxas uma contra a outra, como montar em um cavalo; 
importantes nos movimentos de inclinação da pelve que ocorrem durante a marcha e na fixação do 
quadril quando o joelho é flexionado e o pé está fora do chão. O grupo inteiroé suprido pelo nervo 
obturatório. A tensão ou alongamento de um músculo deste grupo se chama “distensão da virilha”.
longo
Sobrejacente ao adutor 
magno; mais anterior dos 
músculos adutores
O — púbis, próximo à sínfise 
púbica
I — linha áspera 
Aduz, flexiona e gira 
medialmente a coxa
Nervo 
obturatório 
(L2 -L4)
MARIEB_book.indb 329 07/04/14 18:23
330 Anatomia humana
(b)
costela XII 
Quadrado do lombo
vértebra torácica XII
5a vértebra lombar
Adutor 
longo
Grácil
Adutor 
magno
Patela
Ligamento patelar
Psoas menor
Crista ilíaca
Psoas maior
Ilíaco
Espinha ilíaca 
anterossuperior
Tensor da fáscia lata
Pectíneo
Sartório
Tendão do 
quadríceps femoral
Quadríceps femoral
Reto femoral
Vasto lateral
Vasto medial
Iliopsoas
(a)
Tensor da 
fáscia lata
Iliopsoas
Sartório
Reto 
femoral
Vasto 
lateral
Vasto 
medial
Pectíneo
Adutor 
magno
Grácil
Adutor 
longo
Figura 11.22 Músculos anteriores e mediais da coxa direita. (a) Vista anterior dos músculos profundos 
da pelve e dos músculos superficiais da coxa direita. (Para mais detalhes, consultar A brief 
atlas of the human body, 2. ed., Figura 40.) (b) Dissecção dos músculos anteriores e mediais 
da coxa direita.
Músculos que cruzam as articulações do quadril e do joelho: 
movimentos da coxa e perna (Figuras 11.22, 11.23 e 11.24) 
continuação
Tabela 11.15
MARIEB_book.indb 330 07/04/14 18:23
Capítulo 11 Músculos do corpo 331 
Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação
MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO MEDIAL DA COXA (continuação)
curto
Em contato com o 
músculo obturador 
externo; sobreposto 
pelo adutor longo e pelo 
pectíneo 
O — corpo e ramo 
inferior do púbis 
I — linha áspera acima 
do adutor longo
Aduz e roda 
medialmente a coxa
Nervo 
obturatório 
(L2 e L3)
magno
Um músculo triangular 
com uma inserção 
ampla; é um músculo 
composto, com uma 
ação parcialmente de 
adutor e parcialmente de 
extensor
O — ramos do ísquio 
e do púbis e túber 
isquiático
I — linha áspera, linha 
supracondilar medial e 
tubérculo do adutor no 
fêmur 
A parte anterior aduz, 
roda medialmente 
e flexiona a coxa; 
a parte posterior é 
sinergista dos músculos 
do comportamento 
posterior na extensão da 
coxa
Nervo 
obturatório 
e nervo 
isquiático (L2-
-L4)
Adutor magno
O = origem
 I = inserção
Pectíneo
(seccionado)
Adutor curto
Adutor longo
Fêmur
OO
(d)
I 
I 
I 
I 
(c)
Patela
Ligamento patelar
Tendão do reto 
femoral (seccionado)
O
Vasto lateral
Vasto intermédio
Vasto medial
I 
Hiato dos adutores 
(para a passagem 
dos vasos femorais)
Figura 11.22 Músculos anteriores e mediais da coxa direita, continuação. (c) Os músculos vastos do grupo 
quadríceps. O músculo reto femoral do grupo quadríceps e os músculos circundantes foram 
removidos para revelar as conexões e a extensão dos músculos vastos. (d) Músculos adutores 
do compartimento medial da coxa. Outros músculos foram removidos para que as origens e 
inserções dos músculos adutores possam ser visualizadas.
continuaçãoTabela 11.15
MARIEB_book.indb 331 07/04/14 18:23
332 Anatomia humana
Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação
PARTE II: MÚSCULOS POSTERIORES (FIGURA 11.23)
Glúteo máximo Maior e mais superficial 
dos músculos glúteos; 
forma o volume da massa 
dos glúteos; os fascículos 
são espessos; um local 
de injeção intramuscular 
(região dorso glútea); 
sobrejacente ao grande 
nervo isquiático; cobre o 
túber isquiático apenas 
quando a pessoa está 
em pé; quando sentada, 
move -se superiormente, 
expondo o túber 
isquiático sob a pele
O — ílio dorsalmente, 
sacro e cóccix 
I — tuberosidade glútea 
do fêmur; trato iliotibial
Principal extensor da 
coxa; complexo, potente 
e mais eficaz quando a 
coxa está flexionada e a 
força é necessária, como 
no ato de subir escadas e 
correr; geralmente inativo 
quando a pessoa está em 
pé ou caminhando; roda 
lateralmente e abduz a coxa
Nervo 
glúteo 
inferior 
(L5 -S2)
Glúteo médio Músculo espesso 
coberto em grande parte 
pelo glúteo máximo; 
local importante para 
injeções intramusculares 
(região ventro glútea); 
considerado mais seguro 
que o dorso glútea 
porque há menos chance 
de lesionar o nervo 
isquiático
O — entre as linhas 
glúteas anterior e 
posterior na face lateral 
do ílio 
I — por tendão curto 
lateral ao trocânter 
maior do fêmur
Abduz e roda medialmente 
a coxa; estabiliza a pelve; 
sua ação é extremamente 
importante na caminhada; 
p. ex., o músculo do 
membro plantado no 
chão mantém a pelve em 
abdução de modo que 
esta não ceda, no lado do 
membro que está oscilando; 
assim, o pé do membro que 
está oscilando pode ser 
elevado
Nervo 
glúteo 
superior 
(L4 -S1)
Glúteo mínimo Menor e mais profundo 
dos músculos glúteos 
O — entre as linhas 
glúteas anterior e 
inferior na face externa 
do ílio
I — margem anterior do 
trocânter maior do fêmur
As mesmas do glúteo 
médio
Nervo 
glúteo 
superior 
(L4 -S1)
MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO POSTERIOR DA COXA (FIGURAS 11.23 E 11.24)
Região femoral 
posterior (jarrete)
Os músculos espessos que constituem jarrete são os músculos bíceps femoral, semitendíneo 
e semimembranáceo. Eles cruzam as articulações do quadril e do joelho, sendo agonistas na 
extensão da coxa e na flexão da perna. O grupo tem uma origem comum no túber isquiático, 
e é suprido pelo nervo isquiático (que é composto de dois nervos, o tibial e o fibular comum, 
envoltos em uma mesma bainha de tecido conjuntivo). 
Músculo mais lateral do 
grupo; origem a partir de 
duas cabeças
O — túber isquiático 
(cabeça longa); 
linha áspera, linha 
supracondilar lateral 
e diáfise do fêmur 
distalmente (cabeça 
curta)
I — o tendão comum 
de trajeto inferior e 
lateral (formando a 
margem lateral da fossa 
poplítea), inserindo -se 
na cabeça da fíbula e no 
côndilo lateral da tíbia
Estende a coxa e flexiona a 
perna; roda lateralmente a 
perna quando o joelho está 
semiflexionado
Nervo 
isquiático 
— nervo 
tibial 
(cabeça 
longa), 
nervo 
fibular 
comum 
(cabeça) 
curta (L5-
-S2)
Músculos que cruzam as articulações do quadril e do joelho: 
movimentos da coxa e perna (Figuras 11.22, 11.23 e 11.24) 
continuação
Tabela 11.15
MARIEB_book.indb 332 07/04/14 18:23
Capítulo 11 Músculos do corpo 333 
Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação
MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO POSTERIOR DA COXA (FIGURAS 11.23 E 11.24)
Situado medialmente 
em relação ao bíceps 
femoral; seu tendão 
longo e delgado começa 
aproximadamente a dois 
terços do caminho na coxa
O — túber isquiático
I — face medial 
da diáfise da tíbia 
superiormente
Estende a coxa e flexiona a 
perna; roda medialmente a 
perna
Nervo 
isquiático 
— parte do 
nervo tibial 
(L5 -S2)
Mais profundo que o 
semitendíneo
O — túber isquiático
I — côndilo medial 
da tíbia; através do 
ligamento poplíteo 
oblíquo do joelho até o 
côndilo lateral do fêmur
Estende a coxa e flexiona a 
perna; roda medialmente a 
perna
Nervo 
isquiático 
— parte do 
nervo tibial 
(L5 -S2)
Glúteo médio
Glúteo 
máximo
Adutor 
magno
Grácil
Gastrocnêmio
Trato iliotibial Trato iliotibial
Cabeça longa
Semitendíneo
Semimembranáceo
Cabeça curta
Cabeça longa
Cabeça curta
Bíceps femoral Bíceps femoral
(a) (b)
Figura 11.23 Músculos posteriores do quadril e coxa direitos. (a) Vista superficial exibindo os músculos 
glúteos (nádega) e os músculos do jarrete (coxa). (b) Dissecção em cadáver em vista similar à 
de (a). (Para mais detalhes, consultar A brief atlas of the human body, 2. ed., Figura 39.)
continuaçãoTabela 11.15
MARIEB_book.indb 333 07/04/14 18:23
334 Anatomia humana
Figura 11.23 Músculos posteriores do quadril e coxa direitos, continuação. (c) Músculos profundos da 
região glútea que agem principalmente na rotação lateral da coxa. Os músculos superficiais 
glúteos, máximo e médio, foram removidos. (d) Vista anterior do músculo obturador externo 
isolado, mostrando seu trajeto da origem na pelve anteriormente até a face posterior do fêmur.
MúsculoDescrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação
MÚSCULOS DA REGIÃO GLÚTEA: ROTADORES LATERAIS
Piriforme Músculo piramidal 
localizado posteriormente 
em relação à articulação 
do quadril. Inferior 
ao glúteo mínimo; sai 
da pelve via incisura 
isquiática maior 
O — superfície 
anterolateral do sacro 
(incisura isquiática maior 
do lado oposto)
I — margem superior do 
trocânter maior do fêmur 
Roda lateralmente a coxa 
estendida; uma vez que 
se insere acima da cabeça 
do fêmur, também pode 
ajudar na abdução da 
coxa quando o quadril é 
flexionado; estabiliza a 
articulação do quadril
L4 -S1
Obturador 
externo
Músculo triangular plano 
e profundo na superfície 
medial superior da coxa
O — superfície externa da 
membrana obturatória, 
face externa do púbis 
e ísquio e margens do 
forame obturado 
I — por um tendão na 
fossa trocantérica do 
fêmur posteriormente
As mesmas do piriforme Nervo 
obturatório 
(L3 e L4)
Obturador 
externo
(d)
Gêmeo 
superior
Obturador 
interno
Gêmeo 
inferior
Glúteo médio 
(seccionado)
Glúteo
mínimo
Piriforme
Obturador 
externo
Quadrado 
femoral
Glúteo máximo
(seccionado)
(c)
Músculos que cruzam as articulações do quadril e do joelho: 
movimentos da coxa e perna (Figuras 11.22, 11.23 e 11.24) 
continuação
Tabela 11.15
MARIEB_book.indb 334 07/04/14 18:23
Capítulo 11 Músculos do corpo 335 
Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação
MÚSCULOS DA REGIÃO GLÚTEA: ROTADORES LATERAIS (continuação)
Obturador 
interno
Circunda o forame 
obturado no interior da 
pelve; sai da pelve via 
incisura isquiática menor e 
faz uma curva aguda para 
se inserir no fêmur
O — superfície interna da 
membrana obturatória, 
incisura isquiática maior 
e margens do forame 
obturado 
I — trocânter maior à 
frente do piriforme
As mesmas do piriforme L5 e S1
Gêmeo — 
superior e 
inferior
Dois músculos pequenos 
com inserções e ações 
comuns; considerados 
como partes extrapélvicas 
do obturador interno
O — espinha isquiática 
(superior); túber isquiático 
(inferior)
I — trocânter maior do 
fêmur
As mesmas do piriforme L5 e S1
Quadrado 
femoral
Músculo curto e espesso; o 
mais inferior dos músculos 
rotadores laterais; 
estende -se lateralmente a 
partir da pelve
O — túber isquiático
I — crista intertrocantérica 
do fêmur
Roda a coxa lateralmente 
e estabiliza a articulação 
do quadril
L5 e S1
Anterior
Posterior
Semimembranáceo
Semitendíneo
Bíceps femoral
Jarrete
Vasto lateral
Vasto intermédio
Vasto medial
Reto femoral
Quadríceps femoral
Adutor magno
Grácil
Adutor longo
Sartório
Adutores
Figura 11.24 Corte transversal da parte média da coxa.
continuaçãoTabela 11.15
MARIEB_book.indb 335 07/04/14 18:23
336 Anatomia humana
Músculos da perna: movimentos do tornozelo e dedos dos 
pés (Figuras 11.25, 11.26 e 11.27)Tabela 11.16
A fáscia profunda da perna é contínua com a fáscia lata que circunda a coxa. Como uma “meia até o joelho” abaixo 
da pele, essa fáscia da perna circunda os músculos da perna e os une firmemente, evitando o inchaço excessivo desses 
músculos durante o exercício e também ajudando no retorno venoso. As extensões para dentro da fáscia da perna dividem 
os músculos da perna em compartimentos anterior, lateral e posterior (Figura 11.8), cada um com seu próprio suprimento 
nervoso e sanguíneo. Distalmente, a fáscia da perna fica mais espessa e constitui os retináculos dos músculos extensores, 
fibulares e flexores, “pulseiras do tornozelo” que mantêm os tendões em posição ao seguirem para os pés. Assim como 
no carpo e na mão, os tendões são envolvidos distalmente por bainhas tendíneas escorregadias.
Os diversos músculos da perna promovem movimentos na articulação do tornozelo (flexão dorsal e plantar), nas 
articulações tarsometatarsais (inversão e eversão do pé) ou interfalângicas (flexão, extensão).
Compartimento anterior (extensor). Os músculos no compartimento anterior da perna (Figura 11.25) são 
comparáveis diretamente com o grupo muscular extensor do antebraço: eles estendem os dedos dos pés e fazem a 
flexão dorsal do pé. Embora a flexão dorsal não seja um movimento potente, ela impede que os dedos se arrastem 
durante a marcha.
Compartimento lateral. Os músculos do compartimento lateral (Figura 11.26) são os músculos fibulares (antes 
chamados de peroneais). Eles evertem e flexionam a planta do pé.
Compartimento posterior (flexor). Os músculos do compartimento posterior (Figura 11.27) são comparáveis com 
o grupo muscular flexor do antebraço: eles flexionam os dedos dos pés e realizam a flexão plantar do pé. A flexão 
plantar é o movimento mais potente no tornozelo: ela levanta o peso do corpo inteiro. A flexão plantar é necessária 
para ficar em pé na ponta dos dedos e proporciona impulsão para a frente na marcha ou corrida.
(As ações dos músculos nesta tabela estão resumidas na Tabela 11.2, Parte II, p. 291.)
Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação
PARTE I: MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO ANTERIOR DA PERNA (FIGURAS 11.25 E 11.26)
Todos os músculos do compartimento anterior da perna são flexores dorsais do tornozelo e têm 
uma inervação comum, o nervo fibular profundo. A paralisia do grupo muscular anterior causa o pé 
caído, exigindo que uma pessoa erga uma perna a uma altura incomum durante a marcha para evitar 
tropeçar nos dedos do pé. A “canelite” (p. 357) são uma condição inflamatória comum dos músculos do 
compartimento anterior.
Tibial 
anterior
Músculo superficial da perna 
anteriormente; segue em 
paralelo com a margem 
anterior da tíbia
O — côndilo lateral e dois terços 
superiores da diáfise da tíbia; 
membrana interóssea 
I — por tendão na superfície 
inferior do osso cuneiforme 
medial e do primeiro metatársico 
Agonista na flexão 
dorsal; inverte o pé; 
ajuda a sustentar a 
parte medial do arco 
longitudinal do pé
Nervo 
fibular 
profundo 
(L4 e L5)
Extensor 
longo dos 
dedos
Músculo unipeniforme na 
superfície anterolateral da 
perna; lateral ao músculo 
tibial anterior
O — côndilo lateral da tíbia; 
três quartos proximais da fíbula; 
membrana interóssea 
I — falanges média e distal dos 
dedos II -V via expansão extensora
Agonista na extensão 
dos dedos do pé 
(age principalmente 
nas articulações 
metatarsofalângicas); 
flexão dorsal do pé
Nervo 
fibular 
profundo 
(L5 e S1)
Fibular 
terceiro
Músculo pequeno; 
geralmente contínuo à parte 
distal do extensor longo dos 
dedos; nem sempre está 
presente
O — face anterior distal da fíbula 
e membrana interóssea 
I — o tendão se insere no dorso 
do metatarsal V 
Flexão dorsal e 
eversão do pé
Nervo 
fibular 
profundo 
(L5 e S1)
Extensor do 
hálux 
Profundo ao extensor 
longo dos dedos e ao tibial 
anterior; origem estreita
O — anteromedialmente na 
diáfise da fíbula e membrana 
interóssea
I — na falange distal do hálux
Estende o hálux; flexão 
dorsal do pé
Nervo 
fibular 
profundo 
(L5 e S1)
PARTE II: MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO LATERAL DA PERNA (FIGURAS 11.26 E 11.27)
Esses músculos possuem uma inervação comum, o nervo fibular superficial. Além da flexão plantar e da eversão 
do pé, esses músculos estabilizam o tornozelo lateralmente e a parte lateral do arco longitudinal do pé.
Fibular 
longo (ver 
também 
a Figura 
11.25)
Músculo lateral superficial; 
sobrejacente à fíbula
O — cabeça e face superior 
e lateral da diáfise da fíbula 
lateralmente
I — pelo tendão longo que se curva 
sob o pé até o metatarsal I e o osso 
cuneiforme medial
Flexão plantar e 
eversão do pé
Nervo 
fibular 
superficial 
(L5 e S1)
MARIEB_book.indb 336 07/04/14 18:23
Capítulo 11 Músculos do corpo 337 
continuaçãoTabela 11.16
Fibular longo
Fibular longo
Gastrocnêmio Tíbia
Tibial anterior
Tibial anterior
Extensor longo 
dos dedos
Sóleo
Extensor longo 
do hálux
Extensor 
longo do 
hálux
Fibular terceiro
Fibular 
terceiro
Extensor curto 
do hálux
Tendões do extensor 
longo dos dedos
Tendão do 
extensor longo 
do hálux
Tendão do 
tibial anterior
Extensor curto 
dos dedos
Tendões do extensorlongo dos dedos
Retináculos superior e 
inferior dos músculos 
extensores
(c)
Tibialis
anterior
I
O
(b)
O
O
I
I
(a)
Extensor 
longo dos 
dedos
O
O = origem
 I = inserção
I
(d) (e)
Figura 11.25 Músculos do compartimento anterior da perna direita. (a) Vista superficial dos músculos 
anteriores da perna. (b) Dissecção em cadáver em vista similar à de (a). (c -e) Músculos 
anteriores da perna exibidos isoladamente para mostrar as origens e inserções.
MARIEB_book.indb 337 07/04/14 18:23
338 Anatomia humana
Figura 11.26 Músculos do compartimento lateral da perna direita. (a) Vista superficial da face lateral da 
perna. (Para mais detalhes, consultar A brief atlas of the human body, 2. ed., Figuras 42b e 
43a.) (b) Dissecção em cadáver em vista similar à de (a). (c) Vista do fibular longo isolado; o 
destaque ilustra a inserção do fibular longo da face plantar do pé. (d) Vista isolada do músculo 
fibular curto.
Músculos da perna: movimentos do tornozelo e dedos dos 
pés (Figuras 11.25, 11.26 e 11.27) continuaçãoTabela 11.16
Patela
Cabeça da fíbula
Gastrocnêmio
Sóleo
Fibular longo
Extensor longo 
dos dedos
Extensor longo 
dos dedos
Tibial anterior
Tibial anterior
Extensor longo 
do hálux
Fibular terceiro
Fibular terceiro
Fibular 
curto
Flexor 
longo 
do hálux
Retináculo 
superior dos 
músculos 
fibulares 
Maléolo 
lateral
Retináculos superior e 
inferior dos músculos 
extensores
Retináculos superior e 
inferior dos músculos
extensores
Extensor curto 
 dos dedos
Extensor curto dos dedos
5o metatarso
Extensor curto do hálux
(a)
Fibular longo
I
O
Tendão do 
fibular longo
Tendão do fibular curto
O = origem
 I = inserção
(b)
Fibular curto
Fibular curto
O
I 
(c) (d)
MARIEB_book.indb 338 07/04/14 18:23
Capítulo 11 Músculos do corpo 339 
continuaçãoTabela 11.16
Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação
MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO LATERAL DA PERNA (continuação)
Fibular curto O menor músculo; 
profundo ao fibular 
longo; confinado em uma 
bainha comum
O — distalmente, na diáfise da 
fíbula 
I — por tendão que passa 
posteriormente ao maléolo 
lateral e se insere na 
extremidade proximal do 
metatarsal V
Flexão plantar e eversão 
do pé
Nervo 
fibular 
superficial 
(L5 e S1)
PARTE III: MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO POSTERIOR DA PERNA (FIGURA 11.27)
Os músculos do compartimento posterior da perna possuem uma inervação comum, o nervo tibial. 
Eles atuam conjuntamente para fazer a flexão plantar, no tornozelo.
MÚSCULOS SUPERFICIAIS DO COMPARTIMENTO POSTERIOR DA PERNA (FIGURA 11.27a E b)
Tríceps sural 
(ver também a 
Figura 11.26)
Refere -se ao par muscular (gastrocnêmios e sóleo) que molda a região sural (panturrilha) 
posteriormente e se insere no calcâneo por um tendão comum, o tendão calcâneo (tendão de 
Aquiles) o maior do corpo; agonistas na flexão plantar.
Par de músculos 
superficiais; dois ventres 
proeminentes que 
formam a saliência curva 
proximal da panturrilha
O — por duas cabeças a partir 
dos côndilos medial e lateral do 
fêmur
I — posteriormente no calcâneo 
através do tendão calcâneo 
Flexão plantar do pé quando 
a perna é estendida; uma 
vez que também cruzam a 
articulação do joelho, eles 
podem flexionar a perna 
quando o pé é flexionado 
dorsalmente 
Nervo 
tibial (S1 
e S2)
Músculo da panturrilha 
amplo e plano, profundo 
aos gastrocnêmios
O — ampla origem cônica na 
tíbia superiormente, fíbula e 
membrana interóssea 
I — a mesma dos gastrocnêmios 
Flexão plantar do pé; 
importante músculo 
locomotor e postural durante 
a marcha, corrida e dança
Nervo 
tibial (S1 
e S2)
Plantar Geralmente um músculo 
pequeno e fraco, mas com 
tamanho e alcance variáveis; 
pode estar ausente
O — fêmur posteriormente, 
acima do côndilo lateral
I — por um tendão fino e longo no 
calcâneo ou no tendão calcâneo 
Ajuda na flexão da perna e 
na flexão plantar do pé
Nervo 
tibial (S1 
e S2)
MÚSCULOS PROFUNDOS DO COMPARTIMENTO POSTERIOR DA PERNA (FIGURA 11.27c -f)
Poplíteo Músculo fino e triangular 
posteriormente no 
joelho; dirige-se inferior e 
medialmente para a face 
posterior da tíbia
O — côndilo lateral do fêmur e 
menisco lateral do joelho
I — parte proximal da tíbia
Flexiona e roda a perna 
medialmente para 
desbloquear o joelho em 
extensão total quando a 
flexão começa; com a tíbia 
fixa, gira lateralmente a coxa
Nervo 
tibial (L4 
e S1)
Flexor longo 
dos dedos
Músculo longo e estreito; 
dirige-se medialmente; 
e parcialmente sobre o 
tibial posterior
O — origem ampla na face 
posterior da tíbia 
I — o tendão passa posterior 
ao maléolo medial e se divide, 
inserindo -se nas falanges distais 
dos dedos II -V
Flexão plantar e inversão 
do pé; flexiona os dedos; 
ajuda a “prender” o pé 
no solo
Nervo 
tibial (L5 
e S2)
Flexor longo 
do hálux (ver 
também a 
Figura 11.26)
Músculo bipeniforme; 
situado lateralmente ao 
tibial posterior
O — parte média da diáfise da 
fíbula; membrana interóssea 
I — o tendão percorre a planta do 
pé até a falange distal do hálux 
Flexão plantar e inversão 
do pé; flexiona o hálux 
em todas as articulações; 
músculo de “partida” 
durante a marcha
Nervo 
tibial (L5 
e S2)
Tibial 
posterior
Músculo espesso e plano 
profundamente ao sóleo; 
situado entre os flexores 
posteriores
O — superior e posteriormente 
na tíbia, fíbula e membrana 
interóssea 
I — o tendão passa posterior 
ao maléolo medial; insere -se 
em vários ossos tarsais e nos 
metatarsais II -IV
Agonista principal na 
inversão do pé; flexão 
plantar do pé; estabiliza 
a parte medial do arco 
longitudinal medial do pé
Nervo 
tibial (L4 
e L5)
MARIEB_book.indb 339 07/04/14 18:23
340 Anatomia humana
Músculos da perna: movimentos do tornozelo e dedos dos 
pés (Figuras 11.25, 11.26 e 11.27) continuaçãoTabela 11.16
Plantar 
Tendão dos 
gastrocnêmios
Tendão calcâneo
Maléolo medial
Cabeça medial
Gastrocnêmio
Cabeça lateral
Maléolo lateral
Calcâneo
(a)
Sóleo
Tendão do 
tibial posterior
Tendão 
do plantar 
Fibular curto
Cabeça 
da fíbula
Poplíteo
Plantar 
delgado
Gastrocnêmio
Cabeça 
lateral 
(seccionada)
Cabeça 
medial 
(seccionada)
Fibular longo
(b)
Figura 11.27 Músculos do compartimento posterior da perna direita. (a) Vista superficial e posterior da 
perna. (b) Os gastrocnêmios espessos foram removidos para mostrar o sóleo imediatamente 
profundo a eles.
MARIEB_book.indb 340 07/04/14 18:23
Capítulo 11 Músculos do corpo 341 
continuaçãoTabela 11.16
Gastrocnêmio
cabeça medial 
(seccionada)
Gastrocnêmio
cabeça medial 
(seccionada)
Flexor longo 
dos dedos
Flexor longo 
dos dedos
Tendão do tibial posterior
Maléolo medial
Tendão calcâneo
(seccionado)
Calcâneo
Fibular curto Fibular curto
Flexor longo 
do hálux
Fibular 
longo
Fibular longo
Fíbula Fíbula
Tibial posterior
Sóleo (seccionado)
Poplíteo
Gastrocnêmio
cabeça lateral 
(seccionada)
Gastrocnêmio
cabeça lateral 
(seccionada)
Plantar (seccionado) Plantar delgado 
(seccionado)
(c) (d)
Tibial 
posterior
O
I
O = origem
 I = inserção
(e)
Flexor 
longo dos
dedos
O
I
(f)
Poplíteo
Flexor 
longo 
do hálux
O
O
I
I
(g)
Figura 11.27 Músculos do compartimento posterior da perna direita, continuação. (c) O tríceps sural foi 
removido para mostrar os músculos profundos do compartimento posterior. (d) Dissecção em 
cadáver em vista similar à de (c). (e -g) Músculos profundos exibidos isoladamente para que 
suas origens e inserções possam ser observadas.
MARIEB_book.indb 341 07/04/14 18:23
342 Anatomia humana
Músculos intrínsecos do pé: movimento dos dedos e 
sustentação do pé (Figura 11.28)Tabela 11.17
Os músculos intrínsecos do pé ajudam a flexionar, estender, abduzir e aduzir os dedos do pé. Além disso, junto aos 
tendões de alguns músculos da perna que entram na planta do pé, os músculos intrínsecos sustentam os arcos do 
pé. Existe um único músculo no dorso do pé (face superior) e muitos músculos na face plantar (a planta do pé). Os 
músculos plantares ocorrem em quatrocamadas, da superficial até a profunda. No geral, os músculos da planta do 
pé são muito parecidos com os da palma da mão.
Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação
MÚSCULO DO DORSO DO PÉ
Extensor curto 
dos dedos 
(Figura 11.26a)
Músculo pequeno e 
quadripartido no dorso do 
pé; profundo aos tendões 
do extensor longo dos 
dedos; corresponde aos 
músculos extensor do 
indicador e extensor do 
polegar do antebraço
O — segmento anterior do 
osso calcâneo
I — base da falange 
proximal do hálux; 
expansões extensoras nos 
dedos II -IV
Ajuda a estender 
os dedos do pé 
nas articulações 
metatarsofalângicas 
Nervo fibular 
profundo (L5 
e S1)
MÚSCULOS DA PLANTA DO PÉ (FIGURA 11.28)
Primeira camada (superficial)
dos dedos
Músculo em forma de 
faixa no meio da sola; 
corresponde ao flexor 
superficial dos dedos do 
antebraço e se insere nos 
dedos da mesma maneira
O — tuberosidade do 
calcâneo 
I — falange média dos 
dedos II -IV
Flexiona os dedos 
do pé
Nervo tibial 
(nervo plantar 
medial, um 
ramo do nervo 
tibial, S1 e S2)
hálux 
Situado medialmente ao 
flexor curto dos dedos 
(lembre -se do músculo 
similar do polegar, o 
abdutor curto do polegar)
O — tuberosidade do 
calcâneo e retináculo dos 
flexores
I — falange proximal 
do hálux, face medial, 
através de um tendão 
compartilhado com o flexor 
curto do hálux (ver abaixo)
Abduz o hálux Nervo tibial 
(nervo plantar 
medial, S1 e S2)
dedo mínimo 
Mais lateral dos três 
músculos superficiais 
da planta (lembre -se do 
músculo abdutor similar na 
palma)
O — tuberosidade do 
calcâneo 
I — lateralmente na base 
da falange proximal do 
dedo mínimo 
Abduz e flexiona o 
dedo mínimo 
Nervo tibial 
(nervo plantar 
lateral, um ramo 
do nervo tibial, 
S2 e S3)
Segunda camada
Quadrado 
plantar
Músculo retangular 
profundo ao flexor curto 
dos dedos na metade 
posterior da planta; duas 
cabeças; flexor acessório 
(ver Figura 11.28b e c)
O — faces medial e lateral 
do calcâneo
I — tendão do flexor longo 
dos dedos
Ajusta a tração 
oblíqua do flexor 
longo dos dedos
Nervo tibial 
(nervo plantar 
lateral, S2 e S3)
Lumbricais Quatro pequenos músculos 
em forma de “verme” 
(como os lumbricais da 
mão)
O — a partir de cada 
tendão do flexor longo dos 
dedos
I — expansão extensora 
na falange proximal dos 
dedos II -V medialmente
Ao tracionar a 
expansão extensora, 
flexiona os dedos do 
pé nas articulações 
metatarsofalângicas 
e estende os dedos 
nas articulações 
interfalângicas 
Nervo tibial 
(nervo plantar 
medial até 
o primeiro 
lumbrical e 
nervo plantar 
lateral até 
o segundo, 
terceiro e quarto 
lumbricais, L5-
-S2)
MARIEB_book.indb 342 07/04/14 18:23
Capítulo 11 Músculos do corpo 343 
continuaçãoTabela 11.17
Tendão do flexor 
longo do hálux
Lumbricais
Flexor curto 
do hálux
Flexor curto do 
dedo mínimo
Abdutor do hálux
Flexor curto 
dos dedos
Quadrado plantar
(flexor acessório)
Abdutor do 
dedo mínimo
Tuberosidade 
calcânea
(a) Primeira camada
Lumbricais
Flexor curto 
do hálux
Tendão do flexor 
longo do hálux
Flexor longo dos 
dedos (tendão)
Flexor curto do 
dedo mínimo
Abdutor do 
dedo mínimo
Quadrado plantar
Fibular longo
Flexor longo dos 
dedos (tendão)
Flexor longo do 
hálux (tendão)
(b) Segunda camada
Figura 11.28 Músculos do 
pé direito. (a, 
b) Vista plantar. 
Dissecções das 
duas camadas 
superficiais
MARIEB_book.indb 343 07/04/14 18:23
344 Anatomia humana
Músculos intrínsecos do pé: movimento dos dedos e 
sustentação do pé (Figura 11.28) continuaçãoTabela 11.17
Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação
MÚSCULO NA SOLA DO PÉ (continuação)
Terceira camada
do hálux
Cobre o 1o metatarsal; 
divide -se em dois ventres 
— lembre -se do flexor 
curto do polegar (ver 
Figura 11.28c)
O — ossos cuneiforme 
lateral e cuboide 
I — por dois tendões em 
ambos os lados da base da 
falange proximal do hálux; 
cada tendão tem um osso 
sesamoide
Fixa o hálux 
na articulação 
metatarsofalângica
Nervo tibial 
(nervo plantar 
medial, S1 e S2)
hálux
Cabeças oblíqua e 
transversa; profundo aos 
lumbricais (lembre -se do 
adutor do polegar)
O — bases dos metatarsais 
II -IV e bainha do tendão 
fibular longo (cabeça 
oblíqua). Ligamentos 
das articulações 
metatarsofalângicas 
(cabeça transversa)
I — base da falange 
proximal do hálux, 
lateralmente
Ajuda a manter o arco 
transverso do pé; 
adutor fraco do hálux
Nervo tibial 
(nervo plantar 
lateral, S2 e S3)
do dedo 
mínimo
Cobre o metatarsal V 
(lembre -se do mesmo 
músculo na mão)
O — base do metatarsal V 
e bainha do tendão fibular 
longo
I — base da falange 
proximal do dedo V
Flexiona o dedo 
mínimo do pé 
na articulação 
metatarsofalângica
Nervo tibial 
(nervo plantar 
lateral, S2 e S3)
Quarta camada
plantares e 
dorsais
Três plantares e quatro 
dorsais; similares aos 
interósseos palmares e 
dorsais da mão quanto 
à localização, conexões 
e ações; no entanto, o 
eixo longitudinal do pé 
em torno do qual esses 
músculos se orientam é 
o segundo dedo, não o 
terceiro
Ver interósseos palmares e 
dorsais (Tabela 11.14)
Ver interósseos 
palmares e dorsais 
(Tabela 11.14)
Nervo tibial 
(nervo plantar 
lateral, S2 e S3)
MARIEB_book.indb 344 07/04/14 18:23
Capítulo 11 Músculos do corpo 345 
 Verifique seu conhecimento
 ◻ 15. Qual é o músculo mais importante para a respi-
ração? Quais músculos abdominais ajudam na 
inspiração e na expiração forçada?
 ◻ 16. Descreva os seis movimentos possíveis na arti-
culação do ombro. Mencione um músculo que 
realize cada movimento.
 ◻ 17. Qual músculo é o agonista principal da flexão 
dorsal? Qual é o movimento importante durante 
a marcha?
 ◻ 18. Como funcionam os glúteos menores — glúteo 
médio e glúteo mínimo — durante a marcha?
(Veja as respostas no Apêndice B.)
ANATOMIA DE SUPERFÍCIE 
POR REGIÃO
Objetivo de aprendizagem:
 ▶ utilizar marcos de superfície para localizar e identifi-
car os músculos subjacentes.
Até agora, estudamos os sistemas esquelético e 
muscular de maneira independente, mas é importante 
continuaçãoTabela 11.17
Interósseos 
plantares
(d) Quarta camada: 
 interósseos plantares
Interósseos 
dorsais
(e) Quarta camada: 
 interósseos dorsais
Adutor do hálux
(cabeça transversa)
Adutor do hálux
(cabeça oblíqua)
Músculos 
interósseos
Flexor curto 
do hálux
Flexor curto do 
dedo mínimo
Fibular longo (tendão)
Quadrado plantar
Flexor longo dos 
dedos (tendão)
Flexor longo do 
hálux (tendão)
(c) Terceira camada
Figura 11.28 Músculos do pé direito, continuação. (c, d) Vista plantar. (e) Vista dorsal do pé direito, 
músculos mais profundos.
pensar nesses sistemas como uma unidade integrada 
que age na sustentação e movimentação do corpo. Em 
muitas situações clínicas, a compreensão dos compo-
nentes esqueléticos e musculares de uma determinada 
região, bem como das estruturas nervosas e vasculares 
da região, é necessária para avaliar a funcionalidade.
A anatomia de superfície, o estudo da superfície ex-
terna do corpo, fornece informações sobre os órgãos in-
ternos. Sentir as estruturas internas através da pele com 
os dedos se chama palpação (“toque”). Muitas caracte-
rísticas da anatomia esquelética e muscular são facilmen-
te visualizadas a partir da superfície corporal ou podem 
ser localizadas por meio de palpação. Esta seção reforça 
grande parte do que você aprendeu sobre a estrutura es-
quelética e muscular e realça como esses elementos estão 
anatomicamente relacionados entre si. Esta seção adota 
uma abordagem regional na anatomia de superfície, fo-
cando as relações anatômicas entre as estruturas corpo-
rais em uma determinada região, explorando primeiro a 
cabeça e avançando para o tronco e membros. Deixe a sua 
própria estrutura corporal ajudá -lo a se lembrar dos deta-
lhes anatômicos. Ainda melhor, sempre que possível, faça 
com que um companheiro de estudos assuma o papel de 
paciente enquanto você faz suas observações e palpações. 
MARIEB_book.indb 345 07/04/14 18:24
	CapaSumário
	Prefácio
	1 Corpo humano: orientação
	Visão geral da anatomia
	Subdisciplinas da anatomia
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Outros ramos da anatomia
	Hierarquia da organização estrutural
	Escala: comprimento, volume e peso
	Terminologia anatômica
	Anatomia macroscópica: introdução
	Termos regionais e de direção
	Planos e secções do corpo
	Estrutura do corpo humano
	Cavidades e membranas do corpo
	Cavidade dorsal
	Cavidade ventral
	Cavidades serosas
	Quadrantes abdominais
	Variação anatômica
	Anatomia microscópica: introdução
	Microscopias de luz e eletrônica
	Microscopia eletrônica de varredura
	Artefatos
	Anatomia clínica: introdução às técnicas de imagiologia médica
	Imagens de raios X
	Técnicas avançadas de raios X
	Tomografia computadorizada
	Angiografia
	Tomografia por emissão de pósitrons
	Ultrassonografia
	Ressonância magnética
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	2 Células: unidades vivas
	Visão geral das células
	Membrana plasmática
	Estrutura
	Funções
	Transporte da membrana
	Citoplasma
	Citosol
	Organelas citoplasmáticas
	Ribossomos
	Retículo endoplasmático
	Complexo de Golgi
	Lisossomos
	Mitocôndrias
	Peroxissomos
	Citoesqueleto
	Centrossomo e centríolos
	Inclusões citoplasmáticas
	Núcleo
	Envoltório nuclear
	Nucléolo
	Cromatina e cromossomos
	Ciclo de vida da célula
	Interfase
	Divisão celular
	Mitose
	Citocinese
	Aspectos do desenvolvimento celular
	Diferenciação celular
	Envelhecimento
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	3 Embriologia básica
	Estágios do desenvolvimento pré-natal
	Plano corporal básico
	Período embrionário
	1ª semana: do zigoto ao blastocisto
	2ª semana: o embrião em duas camadas
	3ª semana: o embrião em três camadas
	A linha primitiva e as três camadas germinativas
	Notocorda
	Neurulação
	Começa a diferenciação do mesoderma
	4ª semana: o corpo toma forma
	Dobramento
	Derivados das camadas germinativas
	5ª a 8ª semanas: o segundo mês do desenvolvimento embrionário
	Período fetal
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	4 Tecidos
	I. Tecido epitelial
	Características especiais dos epitélios
	Classificação dos epitélios
	Epitélios simples
	Epitélios estratificados
	Glândulas
	Glândulas endócrinas
	Glândulas exócrinas
	Características da superfície epitelial
	Características da superfície lateral: junções intercelulares
	Característica basal: a lâmina basal
	Características da superfície apical: microvilosidades e cílios
	II. Tecido conjuntivo
	Características especiais dos tecidos conjuntivos
	Elementos estruturais dos tecidos conjuntivos
	Células
	Fibras
	Substância fundamental
	Classificação dos tecidos conjuntivos
	Tecido conjuntivo propriamente dito
	Cartilagem
	Osso
	Sangue
	Membranas de cobertura e revestimento
	III. Tecido muscular
	IV. Tecido nervoso
	Resposta do tecido à lesão
	Inflamação
	Reparo
	Os tecidos ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	5 Sistema tegumentar
	Pele e hipoderme (tela subcutânea)
	Epiderme
	Camadas da epiderme
	Derme
	Camada papilar (derme papilar)
	Camada reticular (derme reticular)
	Hipoderme
	Cor da pele
	Apêndices da pele (anexos cutâneos)
	Unhas
	Pelos e folículos pilosos
	Pelo
	Folículos pilosos
	Tipos e crescimento dos pelos
	Afinamento do pelo e calvície
	Glândulas sebáceas
	Glândulas sudoríferas
	Glândulas sudoríferas écrinas
	Glândulas sudoríferas apócrinas
	Transtornos do sistema tegumentar
	Queimaduras
	Câncer de pele
	Carcinoma da célula basal
	Carcinoma da célula escamosa
	Melanoma
	A pele ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	6 Ossos e tecidos presentes no esqueleto
	Cartilagens
	Localização e estrutura básica
	Tipos de cartilagem
	Cartilagem hialina
	Cartilagem elástica
	Fibrocartilagem
	Crescimento da cartilagem
	Ossos
	Função dos ossos
	Tecido ósseo
	Matriz extracelular
	Células
	Anatomia dos ossos
	Classificação dos ossos
	Substâncias compacta e esponjosa
	Estrutura de um osso longo típico
	Estrutura dos ossos curtos, irregulares e planos
	Formato do osso e tipo de tensão
	Estrutura microscópica dos ossos
	Osso compacto
	Osso esponjoso
	Desenvolvimento e crescimento ósseo
	Ossificação intramembranosa
	Ossificação endocondral
	Anatomia da cartilagem epifisial
	Crescimento pós-natal dos ossos de origem endocondral
	Remodelação óssea
	Recuperação de fraturas ósseas
	Distúrbios ósseos
	Osteoporose
	Osteomalacia e raquitismo
	Osteossarcoma
	O esqueleto ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	7 Ossos, parte 1: o esqueleto axial
	Crânio
	Aspectos gerais da anatomia do crânio
	Ossos do crânio
	Ossos parietais e principais suturas
	Ossos suturais
	Osso frontal
	Osso occipital
	Ossos temporais
	Osso esfenoide
	Osso etmoide
	Ossos da face
	Mandíbula
	Maxilas
	Ossos zigomáticos
	Ossos nasais
	Ossos lacrimais
	Ossos palatinos
	Vômer
	Conchas nasais inferiores
	Partes especiais do crânio
	Cavidade nasal
	Seios paranasais
	Órbitas
	Osso hioide
	Coluna vertebral
	Regiões e curvaturas normais
	Ligamentos da coluna
	Discos intervertebrais
	Estrutura geral das vértebras
	Características das vértebras
	Vértebras cervicais
	Vértebras torácicas
	Vértebras lombares
	Sacro
	Cóccix
	Caixa torácica
	Esterno
	Costelas
	Distúrbios do esqueleto axial
	Fenda palatina
	Estenose da coluna lombar
	Curvaturas anormais da coluna vertebral
	O esqueleto axial ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	8 Ossos, parte 2: o esqueleto apendicular
	Cíngulo do membro superior
	Clavícula
	Escápula
	Membro superior
	Braço
	Antebraço
	Ulna
	Rádio
	Mão
	Carpo
	Metacarpo
	Falanges dos dedos
	Cíngulo do membro inferior
	Ílio
	Ísquio
	Púbis
	Pelve e reprodução
	Membro inferior
	Coxa
	Perna
	Tíbia
	Fíbula
	Pé
	Tarso
	Metatarso
	Falanges dos dedos dos pés
	Arcos do pé
	Distúrbios do esqueleto apendicular
	O esqueleto apendicular ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	9 Articulações
	Classificação das articulações
	Articulações fibrosas
	Suturas
	Sindesmoses
	Gonfoses
	Articulações cartilagíneas
	Sincondroses
	Sínfises
	Articulações sinoviais
	Estrutura geral das articulações sinoviais
	Movimentos realizados nas articulações sinoviais
	Deslizamento
	Movimentos angulares
	Movimentos especiais
	Tipos de articulações sinoviais
	Fatores que influenciam a estabilidade de articulações sinoviais
	Superfícies articulares
	Ligamentos
	Tônus muscular
	Principais articulações sinoviais
	Articulação temporomandibular
	Articulação esternoclavicular
	Articulação do ombro (glenoumeral)
	Articulação do cotovelo
	Articulação do carpo
	Articulação do quadril
	Articulação do joelho
	Articulação do tornozelo
	Distúrbios das articulações
	Lesões nas articulações
	Cartilagem rompida
	Entorses
	Deslocamentos
	Condições inflamatórias e degenerativas
	Bursite, tendinite e tenossinovite
	Artrite
	As articulações ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	10 Tecido muscular esquelético
	Visão geral do tecido muscular
	Propriedades do tecido muscular
	Terminologia específica para o tecido muscular
	Funções do tecido muscular
	Tipos de tecido muscular
	Tecido muscular estriado esquelético
	Tecido muscular estriado cardíaco
	Tecido muscular liso
	Músculo esquelético
	Anatomia macroscópica de um músculo esquelético
	Tecido conjuntivo e fascículos
	Nervos e vasos sanguíneos
	Conexões musculares
	Anatomia microscópica e funcional do tecido muscular esquelético
	Fibra muscular esquelética
	Miofibrilas e sarcômeros
	Titina e outras proteínas da miofibrila
	Retículo sarcoplasmático e sistema de túbulos tansversos
	Mecanismo da contração
	Extensão muscular
	Comprimento da fibra muscular e força de contração
	Inervação do músculo esquelético
	Tipos de fibras musculares esqueléticas
	Distúrbios do tecido muscular esquelético
	Distrofia muscular
	Síndrome da dor miofascial
	Fibromialgia
	O tecido muscular esquelético ao longo da vidaTermos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	11 Músculos do corpo
	Organização dos fascículos nos músculos
	Sistemas de alavanca: relações osso-músculo
	Alavanca de primeira classe
	Alavanca de segunda classe
	Alavanca de terceira classe
	Esquema organizacional baseado no desenvolvimento embrionário
	Ações e interações musculares
	Nomenclatura dos músculos esqueléticos
	Principais músculos esqueléticos do corpo
	Compartimentos musculares dos membros
	Membro superior
	Membro inferior
	Tabela 11.1 Resumo das ações dos músculos que atuam no braço, antebraço e mão
	Tabela 11.2 Resumo das ações dos músculos que atuam na coxa, perna e pé
	Tabela 11.3 Músculos da cabeça, parte I: expressão facial
	Tabela 11.4 Músculos da cabeça, parte II: mastigação e movimentação da língua
	Tabela 11.5 Músculos do pescoço (região cervical anterior) e da faringe: deglutição
	Tabela 11.6 Músculos do pescoço e da coluna vertebral: movimentos da cabeça e extensão do tronco
	Tabela 11.7 Músculos profundos do tórax: respiração
	Tabela 11.8 Músculos da parede do abdome: movimentos do tronco e compressão das vísceras abdominais
	Tabela 11.9 Músculos do assoalho da pelve e do períneo: sustentação dos órgãos abdominopélvicos
	Tabela 11.10 Músculos superficiais anteriores e posteriores do tórax: movimentos da escápula
	Tabela 11.11 Músculos que cruzam a articulação do ombro: movimentos do braço (úmero)
	Tabela 11.12 Músculos que cruzam a articulação do cotovelo: flexão e extensão do antebraço
	Tabela 11.13 Músculos do antebraço: movimentos do carpo, mão e dedos
	Tabela 11.14 Músculos intrínsecos da mão: movimentos precisos dos dedos
	Tabela 11.15 Músculos que cruzam as articulações do quadril e do joelho: movimentos da coxa e perna
	Tabela 11.16 Músculos da perna: movimentos do tornozelo e dedos dos pés
	Tabela 11.17 Músculos intrínsecos do pé: movimento dos dedos e sustentação do pé
	Anatomia de superfície por região
	Cabeça
	Crânio
	Face
	Pescoço
	Marcos esqueléticos
	Músculos do pescoço
	Trígonos do pescoço
	Tórax
	Marcos esqueléticos
	Músculos do tórax
	Abdome
	Marcos esqueléticos
	Músculos e outras características da superfície do abdome
	Dorso
	Ossos do dorso
	Músculos do dorso
	Membro superior e ombro
	Axila
	Ombro
	Braço
	Região do cotovelo
	Antebraço e mão
	Membro inferior e região glútea
	Região glútea
	Coxa
	Perna e pé
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	12 Fundamentos do sistema nervoso e tecido nervoso
	Organização funcional do sistema nervoso
	Funções do sistema nervoso
	Divisões básicas do sistema nervoso
	Sensitiva somática (SS)
	Sensitiva visceral (SV)
	Motor somático (MS)
	Motor visceral (MV)
	Tecido nervoso
	Neurônio
	Corpo celular
	Processos neuronais
	Sinapses
	Classificação dos neurônios
	Neuróglia
	Neuróglia no SNC
	Neuróglia no SNP
	Bainhas de mielina
	Anatomia macroscópica do sistema nervoso: visão geral
	Substâncias cinzenta e branca do SNC
	Nervos
	Integração neuronal
	Arcos reflexos
	Reflexo monossináptico
	Reflexo polissináptico
	Circuitos neuronais
	Circuito divergente
	Circuito convergente
	Circuito reverberante
	Processamento serial
	Processamento paralelo
	Integração entre o SNP e o SNC
	Transtornos do tecido nervoso
	Esclerose múltipla
	Regeneração neuronal
	O tecido nervoso ao longo da vida
	Desenvolvimento embrionário do tecido nervoso
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	13 Parte central do sistema nervoso
	Encéfalo
	Desenvolvimento embrionário do encéfalo
	Partes básicas e organização do encéfalo
	Ventrículos do encéfalo
	Tronco encefálico
	Bulbo (medula oblonga)
	Ponte
	Mesencéfalo
	Cerebelo
	Pedúnculos cerebelares
	Diencéfalo
	Tálamo
	Hipotálamo
	Epitálamo
	Cérebro (telencéfalo)
	Lobos dos hemisférios cerebrais
	Áreas funcionais do córtex cerebral
	Substância branca do cérebro
	Substância cinzenta profunda do cérebro
	Sistemas funcionais do encéfalo
	Sistema límbico
	Formação reticular
	Proteção do encéfalo
	Meninges
	Líquido cerebrospinal
	Barreira hematoencefálica
	Medula espinal
	Substância branca da medula espinal
	Substância cinzenta da medula espinal e raízes espinais
	Proteção da medula espinal
	Vias sensitivas e motoras no SNC
	Vias ascendentes
	Via espinocerebelar
	Via do funículo posterior-lemnisco medial
	Via espinotalâmica
	Vias descendentes
	Vias diretas (tratos piramidais)
	Vias indiretas (tratos extrapiramidais)
	Transtornos da parte central do sistema nervoso
	Lesões da medula espinal
	Disfunção cerebral
	Acidentes vasculares cerebrais
	Doença de Alzheimer
	A parte central da sistema nervoso ao longo da vida
	Desenvolvimento embrionário e condições congênitas
	Alterações pós-natais no encéfalo
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	14 Parte periférica do sistema nervoso
	Organização da parte periférica do sistema nervoso
	Receptores sensitivos periféricos
	Classificação funcional
	Localização dos receptores
	Tipo de estímulo
	Classificação estrutural
	Terminações nervosas livres
	Terminações nervosas encapsuladas
	Nervos cranianos
	I. Nervo olfatório
	II. Nervo óptico
	III. Nervo oculomotor
	IV. Nervo troclear
	V. Nervo trigêmeo
	VI. Nervo abducente
	VII. Nervo facial
	VIII. Nervo vestibulococlear
	IX. Nervo glossofaríngeo
	X. Nervo vago
	XI. Nervo acessório
	XII. Nervo hipoglosso
	Nervos espinais
	Inervação do dorso
	Inervação das paredes anteriores do tórax e do abdome
	Introdução aos plexos nervosos
	Plexo cervical e inervação do pescoço
	Plexo braquial e inervação do membro superior
	Plexo lombar e inervação do membro inferior
	Plexo sacral e inervação do membro inferior
	Inervação das articulações do corpo
	Inervação da pele: dermátomos
	Distúrbios da parte periférica do sistema nervoso
	Herpes-zóster
	Enxaquecas
	Neuropatia periférica
	A parte periférica do sistema nervoso ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	15 Divisão autônoma do sistema nervoso e neurônios sensitivos viscerais
	Visão geral da divisão autônoma do sistema nervoso
	Comparação dos sistemas motores somático e autônomo
	Partes da divisão autônoma do sistema nervoso
	Parte parassimpática
	Eferência craniana
	Nervo oculomotor (III)
	Nervo facial (VII)
	Nervo glossofaríngeo (IX)
	Nervo vago (X)
	Eferência sacral
	Parte simpática
	Organização básica
	Gânglios do tronco simpático
	Gânglios pré-vertebrais
	Vias simpáticas
	Vias para a periferia do corpo
	Vias para a cabeça
	Vias para os órgãos torácicos
	Vias para os órgãos abdominais
	Vias para os órgãos pélvicos
	O papel da medula suprarrenal na parte simpática
	Neurônios sensitivos viscerais
	Reflexos viscerais
	Controle central da divisão autônoma do sistema nervoso
	Controle pelo tronco encefálico e pela medula espinal
	Controle pelo hipotálamo e pelo corpo amigdaloide
	Controle pelo córtex cerebral
	Transtornos da divisão autônoma do sistema nervoso
	A divisão autônoma do sistema nervoso ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	16 Órgãos dos sentidos
	Sentidos químicos: paladar e olfato
	Paladar (gustação)
	Calículos gustatórios
	Sensibilidade e via gustatória
	Olfato (olfação)
	Desenvolvimento embrionário dos sentidos químicos
	Transtornos dos sentidos químicos
	Olho e visão
	Estruturas acessórias do olho
	Supercílios
	Pálpebras
	Túnica conjuntiva
	Aparelho lacrimal
	Músculos extrínsecos do bulbo do olho
	Anatomia do bulbo do olho
	Túnica fibrosa
	Túnica vascular
	Túnica interna
	Câmaras e fluidos internos
	Lente
	Olho como dispositivo óptico
	Vias visuais
	Via visual para o córtex cerebral
	Vias visuais para outras partes do cérebro
	Desenvolvimento embrionário do olho
	Transtornos oculares e visuais
	Orelha: audição e equilíbrio
	Orelha externa
	Orelha média
	Orelha interna
	Cóclea
	Vestíbulo, utrículo e sáculo
	Canais semicirculares e ductos semicirculares
	Vias da audição e do equilíbrio
	Desenvolvimento embrionário da orelha
	Transtornos de audição e de equilíbrio
	Cinetose
	Síndrome de Ménière
	Surdez
	Os órgãos dos sentidosao longo da vida
	Olfação e paladar
	Visão
	Audição
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	17 Sistema endócrino
	Visão geral
	Órgãos endócrinos
	Hormônios
	Classes de hormônios
	Ação hormonal básica
	Controle da secreção hormonal
	Principais órgãos endócrinos
	Glândula hipófise
	Anatomia macroscópica
	Adeno-hipófise
	Controle hipotalâmico da secreção hormonal pela adeno-hipófise
	Neuro-hipófise
	Glândula tireoide
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Glândulas paratireoides
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Glândulas suprarrenais
	Anatomia macroscópica
	Medula da glândula suprarrenal
	Córtex da glândula suprarrenal
	Glândula pineal
	Pâncreas
	Timo
	Gônadas
	Outras estruturas endócrinas
	Transtornos do sistema endócrino
	Transtornos da hipófise
	Transtorno do pâncreas: diabetes melito
	Diabetes tipo 1
	Diabetes tipo 2
	Transtornos da glândula tireoide
	Transtornos do córtex da glândula suprarrenal
	O sistema endócrino ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	18 Sangue
	Composição do sangue
	Plasma sanguíneo
	Elementos figurados (formadores)
	Eritrócitos
	Leucócitos
	Plaquetas
	Formação da célula sanguínea
	Medula óssea como sítio de hematopoiese
	Linhagens celulares na formação das células sanguíneas
	Gênese dos eritrócitos
	Formação dos leucócitos e plaquetas
	Transtornos do sangue
	Transtornos dos eritrócitos
	Transtornos dos leucócitos
	Transtornos das plaquetas
	O sangue ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	19 Coração
	Localização e orientação dentro do tórax
	Estrutura do coração
	Revestimentos
	Camadas da parede cardíaca
	Câmaras cardíacas
	Átrio direito
	Ventrículo direito
	Átrio esquerdo
	Ventrículo esquerdo
	Valvas cardíacas
	Estrutura das valvas
	Função das valvas
	Bulhas cardíacas
	Percurso do sangue através do coração
	Tecido muscular cardíaco
	Estrutura do músculo cardíaco
	Mecanismo de contração
	Complexo estimulante do coração e inervação
	Complexo estimulante do coração
	Inervação
	Suprimento sanguíneo do coração
	Artérias coronárias
	Veias do coração
	Transtornos do coração
	Doença arterial coronariana
	Insuficiência cardíaca
	Transtornos do complexo estimulante do coração
	O coração ao longo da vida
	Desenvolvimento do coração
	O coração na idade adulta e na velhice
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	20 Vasos sanguíneos
	Parte 1: Características gerais dos vasos sanguíneos
	Estrutura das paredes dos vasos sanguíneos
	Tipos de vasos sanguíneos
	Artérias
	Artérias elásticas
	Artérias musculares
	Arteríolas
	Capilares
	Capilares contínuos
	Capilares fenestrados
	Capilares sinusoides
	Permeabilidade capilar
	Capilares de baixa permeabilidade: a barreira hematoencefálica
	Leitos capilares
	Vasos venosos
	Vênulas
	Veias
	Anastomoses vasculares
	Parte 2: Vasos sanguíneos do corpo
	Circulação pulmonar
	Circulação sistêmica
	Artérias sistêmicas
	Aorta
	Artérias da cabeça e pescoço
	Artérias do tórax
	Artérias dos membros superiores
	Artérias do abdome
	Artérias da pelve e dos membros inferiores
	Veias sistêmicas
	Veias cavas e seus principais tributários
	Veias da cabeça e pescoço
	Veias do tórax
	Veias dos membros superiores
	Veias do abdome
	Anastomoses portossistêmicas
	Veias da pelve e membros inferiores
	Transtornos dos vasos sanguíneos
	Os vasos sanguíneos ao longo da vida
	Circulação fetal
	Vasos que entram e saem da placenta
	Derivações para fora da circulação pulmonar
	Os vasos sanguíneos na idade adulta
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	21 Sistemas linfático e imune
	Sistema linfático
	Capilares linfáticos
	Vasos (coletores) linfáticos
	Transporte da linfa
	Linfonodos
	Anatomia microscópica
	Troncos linfáticos
	Ductos linfáticos
	Ducto torácico
	Ducto linfático direito
	Sistema imune
	Linfócitos
	Diferenciação e ativação de linfócitos
	Tecido linfático
	Órgãos linfáticos
	Timo
	Linfonodos
	Baço
	Tonsilas
	Nódulos linfáticos agregados e o apêndice
	Transtornos dos sistemas linfático e imune
	Os sistemas linfático e imune ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	22 Sistema respiratório
	Anatomia funcional do sistema respiratório
	Nariz e seios paranasais
	Nariz
	Cavidade nasal
	Seios paranasais
	Faringe
	Parte nasal da faringe
	Parte oral da faringe
	Parte laríngea da faringe
	Laringe
	Produção de voz
	Funções do esfíncter da laringe
	Inervação da laringe
	Traqueia
	Árvore bronquial
	Brônquios na parte de condução
	Parte de respiração
	Pulmões e pleuras
	Anatomia macroscópica dos pulmões
	Suprimento sanguíneo e inervação dos pulmões
	Pleuras
	Ventilação
	Mecanismo da ventilação
	Inspiração
	Expiração
	Controle neural da ventilação
	Transtornos do sistema respiratório
	Asma brônquica
	Fibrose cística
	Doença pulmonar obstrutiva crônica
	Bronquite crônica
	Enfisema
	O sistema respiratório ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	23 Sistema digestório
	Visão geral
	Regiões abdominais
	Cavidade peritoneal e peritônio
	Mesentérios
	Processos digestórios
	Anatomia do tubo digestório
	Histologia
	Mucosa
	Submucosa
	Muscular
	Serosa
	Músculo liso
	Estrutura do músculo liso
	Mecanismo de contração
	Inervação do músculo liso e das glândulas
	Boca e órgãos anexos
	Boca
	Língua
	Dentes
	Glândulas salivares
	Faringe
	Esôfago
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Estômago
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Intestino delgado
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Intestino grosso
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Anatomia dos órgãos anexos
	Fígado
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Vesícula biliar
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Pâncreas
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Transtornos do sistema digestório
	Úlceras pépticas
	Obstrução intestinal
	Doença inflamatória intestinal
	Hepatite viral
	Fibrose cística e pâncreas
	O sistema digestório ao longo da vida
	Desenvolvimento embrionário
	Sistema digestório na velhice
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	24 Sistema urinário
	Rins
	Anatomia macroscópica dos rins
	Localização e anatomia externa
	Anatomia macroscópica interna
	Suprimentos sanguíneo e nervoso dos rins
	Anatomia microscópica dos rins
	Mecanismos de produção da urina
	Estrutura do néfron
	Vasos sanguíneos associados aos néfrons
	Complexo justaglomerular
	Ureteres
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Bexiga urinária
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Uretra
	Micção
	Transtornos do sistema urinário
	Infecções do trato urinário
	Cálculos renais
	Câncer dos órgãos urinários
	O sistema urinário ao longo da vida
	Termos clínicos
	Resumo do capítulo
	Questões para revisão
	25 Sistema genital
	Sistema genital masculino
	Testículos
	Localização
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Ductos reprodutores masculinos (vias espermáticas)
	Epidídimo
	Ducto deferente
	Funículo espermático
	Uretra
	Glândulas acessórias
	Glândulas seminais
	Próstata
	Glândulas bulbouretrais
	Pênis
	Vasos e nervos
	Resposta sexual masculina
	Períneo masculino
	Espermatogênese
	Sistema genital feminino
	Ovários
	Anatomia macroscópica
	Anatomia microscópica
	Tubas uterinas
	Útero
	Sustentação do útero
	Parede uterina
	Ovogênese e ciclo menstrual feminino
	Ovogênese
	Ciclo ovariano
	Ciclo uterino
	Vagina
	Órgãos genitais externos e períneo feminino
	Mamas
	Gravidez e parto
	Gravidez
	Eventos que levam à fertilização
	Implantação
	Formação da placenta
	Troca através da placenta
	Parto
	Transtornos do sistema genital
	Cânceres do sistema genital nos homens
	Câncer de testículo
	Câncer de próstata
	Cânceres do sistema genital nas mulheres
	Câncer de ovário
	Câncer do endométrio
	Câncer de colo
	Câncer de mama
	O sistema genital ao longo da vida
	Desenvolvimento embrionário dos órgãos sexuais
	Descida das gônadas
	Puberdade
	Menopausa
	Termos clínicos
	Resumodo capítulo
	Questões para revisão
	Apêndice A Sistema métrico
	Apêndice B Respostas
	Glossário
	Índice remissivo
	Raízes das palavras
	Créditos
	Sobre os autores

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