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328 Anatomia humana Músculos que cruzam as articulações do quadril e do joelho: movimentos da coxa e perna (Figuras 11.22, 11.23 e 11.24)Tabela 11.15 Esta tabela considera os músculos que abrangem as articulações do quadril e joelho e que produzem movimen- tos em ambas as articulações. Os músculos anteriores do quadril e da coxa flexionam principalmente a coxa no quadril e estendem a perna no joelho — produzindo a fase de oscilação anterógrada da marcha. Os músculos posteriores do quadril e da coxa, por outro lado, estendem a coxa e flexionam a perna — a fase de oscilação retrógrada da marcha. Um terceiro grupo muscular, os músculos mediais ou adutores, move apenas a coxa e não a perna. Na coxa, os músculos anteriores, posteriores e mediais são separados por paredes de fáscia respectivamente nos compartimentos anterior, posterior e medial (Figura 11.24). A fáscia profunda da coxa (fáscia lata) circunda e confina os três grupos musculares, como se fosse uma meia de compressão. Movimentos da coxa. O quadril é uma articulação esferóidea que permite a flexão, extensão, adução, abdução e rotação da coxa. Os músculos que flexionam a coxa no quadril originam -se na coluna vertebral e na pelve, passando anteriormente à articulação do quadril. Esses músculos incluem o iliopsoas, tensor da fáscia lata, reto femoral e pectíneo (Figura 11.22a e b). Os extensores da coxa originam-se posteriormente à articulação do quadril e incluem o glúteo máximo e os músculos do compartilhamento posterior da coxa (do jarrete) (Figura 11.23c e d). Os adutores da coxa originam -se medialmente à articulação do quadril (Figura 11.22c). A abdução da coxa é realizada principal- mente pelo glúteo médio e pelo glúteo mínimo, músculos glúteos situados lateralmente à articulação do quadril (Figura 11.23a). Os adutores e abdutores funcionam durante a marcha — não para mover o membro inferior, mas para deslocar o tronco de lado a lado para que o centro de gravidade do corpo esteja sempre equilibrado direta- mente sobre o membro que está no solo. A rotação medial e lateral do fêmur é feita por muitos músculos diferentes. Movimentos da perna. Na articulação do joelho, a flexão e a extensão são os principais movimentos. O único ex- tensor da perna no joelho é um músculo de 4 cabeças, o quadríceps femoral situado no compartimento anterior da coxa (Figura 11.22a e b). Os antagonistas do quadríceps são os músculos do compartimento posterior (do jarrete) (Figura 11.23c e d), que são os agonistas da flexão do joelho. As relações tridimensionais e os compartimentos fasciais dos músculos da coxa são exibidos em uma vista em corte transversal (Figura 11.24). (As ações desses músculos estão resumidas na p. 290, Tabela 11.2, Parte I.) Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação PARTE I: MÚSCULOS ANTERIORES E MEDIAIS (FIGURA 11.22) ORIGEM NA PELVE OU NAS VÉRTEBRAS Iliopsoas O iliopsoas é uma composição de dois músculos intimamente relacionados (o ilíaco e o psoas maior), cujas fibras passam sob o ligamento inguinal (ver Figura 11.14) e se inserem no fêmur via um tendão comum. Músculo lateral, plano e em forma de leque O — fossa ilíaca, asa do sacro I — trocânter menor do fêmur via tendão do iliopsoas O iliopsoas é o agonista na flexão da coxa e na flexão do tronco (como no arqueamento do tronco) Nervo femoral (L2 e L3) Músculo medial, longo e espesso do par muscular. (Os açougueiros se referem a esse músculo como filé -mignon.) O — processos transversos, corpos e discos das vértebras lombares e T12 I — trocânter menor do fêmur via tendão do iliopsoas A mesma que a do ilíaco também promove a flexão lateral da coluna vertebral; importante músculo postural Ramos ventrais L1 -L3 Tensor da fáscia lata Confinado entre as camadas de fáscia na face lateral da coxa; associado funcionalmente com os rotadores mediais e flexores da coxa O —anteriormente na crista ilíaca e espinha ilíaca anterossuperior I — trato iliotibial10 Estabiliza o tronco na coxa, enrijecendo o trato iliotibial; flexiona, abduz e gira medialmente a coxa Nervo glúteo superior (L4- -S1) 1 10 O trato iliotibial é uma parte lateral mais espessa da fáscia lata (a fáscia que embainha todos os músculos da coxa). Ele se estende como uma faixa tendínea da crista ilíaca até o joelho (ver Figura 11.22a). MARIEB_book.indb 328 07/04/14 18:23 Capítulo 11 Músculos do corpo 329 continuaçãoTabela 11.15 Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO ANTERIOR DA COXA (FIGURAS 11.22 E 11.24) Sartório Músculo superficial em forma de fita que segue obliquamente pela superfície anterior da coxa até o joelho; músculo mais longo do corpo; cruza as articulações do quadril e do joelho O — espinha ilíaca anterossuperior I — com um trajeto espiral até a face medial do joelho, insere -se proximal e medialmente na tíbia Flexiona, abduz e gira lateralmente a coxa; flexiona a perna (fraco) como em um chute no futebol; ajuda a produzir a posição de pernas cruzadas (posição de lótus) Nervo femoral (L2 e L3) Quadríceps femoral Possui quatro cabeças distintas (quadríceps = quatro cabeças) que formam a musculatura anterior e lateral da coxa. Essas cabeças (músculos reto femoral e vastos lateral, medial e intermédio) possuem um tendão de inserção comum, o tendão do quadríceps, que se insere na patela e depois, via ligamento da patela, na tuberosidade da tíbia. O quadríceps é um poderoso extensor da perna utilizado na escalada, salto, corrida e ao levantar da posição sentada. O grupo é inervado pelo nervo femoral. O tônus do quadríceps é importante no fortalecimento da articulação do joelho. femoral Músculo superficial do compartimento anterior da coxa, onde se posiciona em linha reta é a cabeça mais longa e única do grupo do quadríceps a cruzar a articulação do quadril O — espinha ilíaca anteroinferior e margem superior do acetábulo I — patela e tuberosidade da tíbia via ligamento patelar Estende a perna e flexiona a coxa Nervo femoral (L2- -L4) lateral Maior cabeça do grupo, forma a face lateral da coxa; um local comum de injeção intramuscular O — trocânter maior, linha intertrocantérica, linha áspera I — a mesma do reto femoral Estende a perna e estabiliza o joelho Nervo femoral medial Forma a face inferomedial da coxa O — linha áspera, linha supracondilar medial I — a mesma do reto femoral Estende a perna; as fibras inferiores estabilizam a patela Nervo femoral intermédio Encoberto pelo reto femoral; situado entre o vasto lateral e o vasto medial na coxa, anteriormente O — proximal, nas faces anterior e lateral da diáfise femoral I — a mesma do reto femoral Estende a perna Nervo femoral MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO MEDIAL DA COXA (FIGURAS 11.22 E 11.24) Pectíneo Músculo curto e plano; sobrejacente ao adutor curto proximalmente na coxa; adjacente ao adutor longo medialmente O — linha pectínea do púbis (e ramo superior) I — uma linha do trocânter menor até a linha áspera na face posterior do fêmur Aduz, flexiona e gira medialmente a coxa Nervo femoral e, às vezes, nervo obturatório (L2 e L3) Grácil Músculo longo, fino e superficial da coxa medialmente O — ramo inferior e corpo do púbis e ramo isquiático adjacente I — face medial da tíbia, imediatamente inferior ao seu côndilo medial Aduz a coxa, flexiona e gira medialmente a perna, especialmente durante a marcha Nervo obturatório (L2 e L3) Adutores Essa grande massa muscular consiste em três músculos (longo, curto e magno) que formam a face medial da coxa. Eles originam-se na parte inferior da pelve e se inserem em vários níveis no fêmur. Todos são utilizados nos movimentos que pressionam as coxas uma contra a outra, como montar em um cavalo; importantes nos movimentos de inclinação da pelve que ocorrem durante a marcha e na fixação do quadril quando o joelho é flexionado e o pé está fora do chão. O grupo inteiroé suprido pelo nervo obturatório. A tensão ou alongamento de um músculo deste grupo se chama “distensão da virilha”. longo Sobrejacente ao adutor magno; mais anterior dos músculos adutores O — púbis, próximo à sínfise púbica I — linha áspera Aduz, flexiona e gira medialmente a coxa Nervo obturatório (L2 -L4) MARIEB_book.indb 329 07/04/14 18:23 330 Anatomia humana (b) costela XII Quadrado do lombo vértebra torácica XII 5a vértebra lombar Adutor longo Grácil Adutor magno Patela Ligamento patelar Psoas menor Crista ilíaca Psoas maior Ilíaco Espinha ilíaca anterossuperior Tensor da fáscia lata Pectíneo Sartório Tendão do quadríceps femoral Quadríceps femoral Reto femoral Vasto lateral Vasto medial Iliopsoas (a) Tensor da fáscia lata Iliopsoas Sartório Reto femoral Vasto lateral Vasto medial Pectíneo Adutor magno Grácil Adutor longo Figura 11.22 Músculos anteriores e mediais da coxa direita. (a) Vista anterior dos músculos profundos da pelve e dos músculos superficiais da coxa direita. (Para mais detalhes, consultar A brief atlas of the human body, 2. ed., Figura 40.) (b) Dissecção dos músculos anteriores e mediais da coxa direita. Músculos que cruzam as articulações do quadril e do joelho: movimentos da coxa e perna (Figuras 11.22, 11.23 e 11.24) continuação Tabela 11.15 MARIEB_book.indb 330 07/04/14 18:23 Capítulo 11 Músculos do corpo 331 Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO MEDIAL DA COXA (continuação) curto Em contato com o músculo obturador externo; sobreposto pelo adutor longo e pelo pectíneo O — corpo e ramo inferior do púbis I — linha áspera acima do adutor longo Aduz e roda medialmente a coxa Nervo obturatório (L2 e L3) magno Um músculo triangular com uma inserção ampla; é um músculo composto, com uma ação parcialmente de adutor e parcialmente de extensor O — ramos do ísquio e do púbis e túber isquiático I — linha áspera, linha supracondilar medial e tubérculo do adutor no fêmur A parte anterior aduz, roda medialmente e flexiona a coxa; a parte posterior é sinergista dos músculos do comportamento posterior na extensão da coxa Nervo obturatório e nervo isquiático (L2- -L4) Adutor magno O = origem I = inserção Pectíneo (seccionado) Adutor curto Adutor longo Fêmur OO (d) I I I I (c) Patela Ligamento patelar Tendão do reto femoral (seccionado) O Vasto lateral Vasto intermédio Vasto medial I Hiato dos adutores (para a passagem dos vasos femorais) Figura 11.22 Músculos anteriores e mediais da coxa direita, continuação. (c) Os músculos vastos do grupo quadríceps. O músculo reto femoral do grupo quadríceps e os músculos circundantes foram removidos para revelar as conexões e a extensão dos músculos vastos. (d) Músculos adutores do compartimento medial da coxa. Outros músculos foram removidos para que as origens e inserções dos músculos adutores possam ser visualizadas. continuaçãoTabela 11.15 MARIEB_book.indb 331 07/04/14 18:23 332 Anatomia humana Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação PARTE II: MÚSCULOS POSTERIORES (FIGURA 11.23) Glúteo máximo Maior e mais superficial dos músculos glúteos; forma o volume da massa dos glúteos; os fascículos são espessos; um local de injeção intramuscular (região dorso glútea); sobrejacente ao grande nervo isquiático; cobre o túber isquiático apenas quando a pessoa está em pé; quando sentada, move -se superiormente, expondo o túber isquiático sob a pele O — ílio dorsalmente, sacro e cóccix I — tuberosidade glútea do fêmur; trato iliotibial Principal extensor da coxa; complexo, potente e mais eficaz quando a coxa está flexionada e a força é necessária, como no ato de subir escadas e correr; geralmente inativo quando a pessoa está em pé ou caminhando; roda lateralmente e abduz a coxa Nervo glúteo inferior (L5 -S2) Glúteo médio Músculo espesso coberto em grande parte pelo glúteo máximo; local importante para injeções intramusculares (região ventro glútea); considerado mais seguro que o dorso glútea porque há menos chance de lesionar o nervo isquiático O — entre as linhas glúteas anterior e posterior na face lateral do ílio I — por tendão curto lateral ao trocânter maior do fêmur Abduz e roda medialmente a coxa; estabiliza a pelve; sua ação é extremamente importante na caminhada; p. ex., o músculo do membro plantado no chão mantém a pelve em abdução de modo que esta não ceda, no lado do membro que está oscilando; assim, o pé do membro que está oscilando pode ser elevado Nervo glúteo superior (L4 -S1) Glúteo mínimo Menor e mais profundo dos músculos glúteos O — entre as linhas glúteas anterior e inferior na face externa do ílio I — margem anterior do trocânter maior do fêmur As mesmas do glúteo médio Nervo glúteo superior (L4 -S1) MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO POSTERIOR DA COXA (FIGURAS 11.23 E 11.24) Região femoral posterior (jarrete) Os músculos espessos que constituem jarrete são os músculos bíceps femoral, semitendíneo e semimembranáceo. Eles cruzam as articulações do quadril e do joelho, sendo agonistas na extensão da coxa e na flexão da perna. O grupo tem uma origem comum no túber isquiático, e é suprido pelo nervo isquiático (que é composto de dois nervos, o tibial e o fibular comum, envoltos em uma mesma bainha de tecido conjuntivo). Músculo mais lateral do grupo; origem a partir de duas cabeças O — túber isquiático (cabeça longa); linha áspera, linha supracondilar lateral e diáfise do fêmur distalmente (cabeça curta) I — o tendão comum de trajeto inferior e lateral (formando a margem lateral da fossa poplítea), inserindo -se na cabeça da fíbula e no côndilo lateral da tíbia Estende a coxa e flexiona a perna; roda lateralmente a perna quando o joelho está semiflexionado Nervo isquiático — nervo tibial (cabeça longa), nervo fibular comum (cabeça) curta (L5- -S2) Músculos que cruzam as articulações do quadril e do joelho: movimentos da coxa e perna (Figuras 11.22, 11.23 e 11.24) continuação Tabela 11.15 MARIEB_book.indb 332 07/04/14 18:23 Capítulo 11 Músculos do corpo 333 Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO POSTERIOR DA COXA (FIGURAS 11.23 E 11.24) Situado medialmente em relação ao bíceps femoral; seu tendão longo e delgado começa aproximadamente a dois terços do caminho na coxa O — túber isquiático I — face medial da diáfise da tíbia superiormente Estende a coxa e flexiona a perna; roda medialmente a perna Nervo isquiático — parte do nervo tibial (L5 -S2) Mais profundo que o semitendíneo O — túber isquiático I — côndilo medial da tíbia; através do ligamento poplíteo oblíquo do joelho até o côndilo lateral do fêmur Estende a coxa e flexiona a perna; roda medialmente a perna Nervo isquiático — parte do nervo tibial (L5 -S2) Glúteo médio Glúteo máximo Adutor magno Grácil Gastrocnêmio Trato iliotibial Trato iliotibial Cabeça longa Semitendíneo Semimembranáceo Cabeça curta Cabeça longa Cabeça curta Bíceps femoral Bíceps femoral (a) (b) Figura 11.23 Músculos posteriores do quadril e coxa direitos. (a) Vista superficial exibindo os músculos glúteos (nádega) e os músculos do jarrete (coxa). (b) Dissecção em cadáver em vista similar à de (a). (Para mais detalhes, consultar A brief atlas of the human body, 2. ed., Figura 39.) continuaçãoTabela 11.15 MARIEB_book.indb 333 07/04/14 18:23 334 Anatomia humana Figura 11.23 Músculos posteriores do quadril e coxa direitos, continuação. (c) Músculos profundos da região glútea que agem principalmente na rotação lateral da coxa. Os músculos superficiais glúteos, máximo e médio, foram removidos. (d) Vista anterior do músculo obturador externo isolado, mostrando seu trajeto da origem na pelve anteriormente até a face posterior do fêmur. MúsculoDescrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação MÚSCULOS DA REGIÃO GLÚTEA: ROTADORES LATERAIS Piriforme Músculo piramidal localizado posteriormente em relação à articulação do quadril. Inferior ao glúteo mínimo; sai da pelve via incisura isquiática maior O — superfície anterolateral do sacro (incisura isquiática maior do lado oposto) I — margem superior do trocânter maior do fêmur Roda lateralmente a coxa estendida; uma vez que se insere acima da cabeça do fêmur, também pode ajudar na abdução da coxa quando o quadril é flexionado; estabiliza a articulação do quadril L4 -S1 Obturador externo Músculo triangular plano e profundo na superfície medial superior da coxa O — superfície externa da membrana obturatória, face externa do púbis e ísquio e margens do forame obturado I — por um tendão na fossa trocantérica do fêmur posteriormente As mesmas do piriforme Nervo obturatório (L3 e L4) Obturador externo (d) Gêmeo superior Obturador interno Gêmeo inferior Glúteo médio (seccionado) Glúteo mínimo Piriforme Obturador externo Quadrado femoral Glúteo máximo (seccionado) (c) Músculos que cruzam as articulações do quadril e do joelho: movimentos da coxa e perna (Figuras 11.22, 11.23 e 11.24) continuação Tabela 11.15 MARIEB_book.indb 334 07/04/14 18:23 Capítulo 11 Músculos do corpo 335 Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação MÚSCULOS DA REGIÃO GLÚTEA: ROTADORES LATERAIS (continuação) Obturador interno Circunda o forame obturado no interior da pelve; sai da pelve via incisura isquiática menor e faz uma curva aguda para se inserir no fêmur O — superfície interna da membrana obturatória, incisura isquiática maior e margens do forame obturado I — trocânter maior à frente do piriforme As mesmas do piriforme L5 e S1 Gêmeo — superior e inferior Dois músculos pequenos com inserções e ações comuns; considerados como partes extrapélvicas do obturador interno O — espinha isquiática (superior); túber isquiático (inferior) I — trocânter maior do fêmur As mesmas do piriforme L5 e S1 Quadrado femoral Músculo curto e espesso; o mais inferior dos músculos rotadores laterais; estende -se lateralmente a partir da pelve O — túber isquiático I — crista intertrocantérica do fêmur Roda a coxa lateralmente e estabiliza a articulação do quadril L5 e S1 Anterior Posterior Semimembranáceo Semitendíneo Bíceps femoral Jarrete Vasto lateral Vasto intermédio Vasto medial Reto femoral Quadríceps femoral Adutor magno Grácil Adutor longo Sartório Adutores Figura 11.24 Corte transversal da parte média da coxa. continuaçãoTabela 11.15 MARIEB_book.indb 335 07/04/14 18:23 336 Anatomia humana Músculos da perna: movimentos do tornozelo e dedos dos pés (Figuras 11.25, 11.26 e 11.27)Tabela 11.16 A fáscia profunda da perna é contínua com a fáscia lata que circunda a coxa. Como uma “meia até o joelho” abaixo da pele, essa fáscia da perna circunda os músculos da perna e os une firmemente, evitando o inchaço excessivo desses músculos durante o exercício e também ajudando no retorno venoso. As extensões para dentro da fáscia da perna dividem os músculos da perna em compartimentos anterior, lateral e posterior (Figura 11.8), cada um com seu próprio suprimento nervoso e sanguíneo. Distalmente, a fáscia da perna fica mais espessa e constitui os retináculos dos músculos extensores, fibulares e flexores, “pulseiras do tornozelo” que mantêm os tendões em posição ao seguirem para os pés. Assim como no carpo e na mão, os tendões são envolvidos distalmente por bainhas tendíneas escorregadias. Os diversos músculos da perna promovem movimentos na articulação do tornozelo (flexão dorsal e plantar), nas articulações tarsometatarsais (inversão e eversão do pé) ou interfalângicas (flexão, extensão). Compartimento anterior (extensor). Os músculos no compartimento anterior da perna (Figura 11.25) são comparáveis diretamente com o grupo muscular extensor do antebraço: eles estendem os dedos dos pés e fazem a flexão dorsal do pé. Embora a flexão dorsal não seja um movimento potente, ela impede que os dedos se arrastem durante a marcha. Compartimento lateral. Os músculos do compartimento lateral (Figura 11.26) são os músculos fibulares (antes chamados de peroneais). Eles evertem e flexionam a planta do pé. Compartimento posterior (flexor). Os músculos do compartimento posterior (Figura 11.27) são comparáveis com o grupo muscular flexor do antebraço: eles flexionam os dedos dos pés e realizam a flexão plantar do pé. A flexão plantar é o movimento mais potente no tornozelo: ela levanta o peso do corpo inteiro. A flexão plantar é necessária para ficar em pé na ponta dos dedos e proporciona impulsão para a frente na marcha ou corrida. (As ações dos músculos nesta tabela estão resumidas na Tabela 11.2, Parte II, p. 291.) Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação PARTE I: MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO ANTERIOR DA PERNA (FIGURAS 11.25 E 11.26) Todos os músculos do compartimento anterior da perna são flexores dorsais do tornozelo e têm uma inervação comum, o nervo fibular profundo. A paralisia do grupo muscular anterior causa o pé caído, exigindo que uma pessoa erga uma perna a uma altura incomum durante a marcha para evitar tropeçar nos dedos do pé. A “canelite” (p. 357) são uma condição inflamatória comum dos músculos do compartimento anterior. Tibial anterior Músculo superficial da perna anteriormente; segue em paralelo com a margem anterior da tíbia O — côndilo lateral e dois terços superiores da diáfise da tíbia; membrana interóssea I — por tendão na superfície inferior do osso cuneiforme medial e do primeiro metatársico Agonista na flexão dorsal; inverte o pé; ajuda a sustentar a parte medial do arco longitudinal do pé Nervo fibular profundo (L4 e L5) Extensor longo dos dedos Músculo unipeniforme na superfície anterolateral da perna; lateral ao músculo tibial anterior O — côndilo lateral da tíbia; três quartos proximais da fíbula; membrana interóssea I — falanges média e distal dos dedos II -V via expansão extensora Agonista na extensão dos dedos do pé (age principalmente nas articulações metatarsofalângicas); flexão dorsal do pé Nervo fibular profundo (L5 e S1) Fibular terceiro Músculo pequeno; geralmente contínuo à parte distal do extensor longo dos dedos; nem sempre está presente O — face anterior distal da fíbula e membrana interóssea I — o tendão se insere no dorso do metatarsal V Flexão dorsal e eversão do pé Nervo fibular profundo (L5 e S1) Extensor do hálux Profundo ao extensor longo dos dedos e ao tibial anterior; origem estreita O — anteromedialmente na diáfise da fíbula e membrana interóssea I — na falange distal do hálux Estende o hálux; flexão dorsal do pé Nervo fibular profundo (L5 e S1) PARTE II: MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO LATERAL DA PERNA (FIGURAS 11.26 E 11.27) Esses músculos possuem uma inervação comum, o nervo fibular superficial. Além da flexão plantar e da eversão do pé, esses músculos estabilizam o tornozelo lateralmente e a parte lateral do arco longitudinal do pé. Fibular longo (ver também a Figura 11.25) Músculo lateral superficial; sobrejacente à fíbula O — cabeça e face superior e lateral da diáfise da fíbula lateralmente I — pelo tendão longo que se curva sob o pé até o metatarsal I e o osso cuneiforme medial Flexão plantar e eversão do pé Nervo fibular superficial (L5 e S1) MARIEB_book.indb 336 07/04/14 18:23 Capítulo 11 Músculos do corpo 337 continuaçãoTabela 11.16 Fibular longo Fibular longo Gastrocnêmio Tíbia Tibial anterior Tibial anterior Extensor longo dos dedos Sóleo Extensor longo do hálux Extensor longo do hálux Fibular terceiro Fibular terceiro Extensor curto do hálux Tendões do extensor longo dos dedos Tendão do extensor longo do hálux Tendão do tibial anterior Extensor curto dos dedos Tendões do extensorlongo dos dedos Retináculos superior e inferior dos músculos extensores (c) Tibialis anterior I O (b) O O I I (a) Extensor longo dos dedos O O = origem I = inserção I (d) (e) Figura 11.25 Músculos do compartimento anterior da perna direita. (a) Vista superficial dos músculos anteriores da perna. (b) Dissecção em cadáver em vista similar à de (a). (c -e) Músculos anteriores da perna exibidos isoladamente para mostrar as origens e inserções. MARIEB_book.indb 337 07/04/14 18:23 338 Anatomia humana Figura 11.26 Músculos do compartimento lateral da perna direita. (a) Vista superficial da face lateral da perna. (Para mais detalhes, consultar A brief atlas of the human body, 2. ed., Figuras 42b e 43a.) (b) Dissecção em cadáver em vista similar à de (a). (c) Vista do fibular longo isolado; o destaque ilustra a inserção do fibular longo da face plantar do pé. (d) Vista isolada do músculo fibular curto. Músculos da perna: movimentos do tornozelo e dedos dos pés (Figuras 11.25, 11.26 e 11.27) continuaçãoTabela 11.16 Patela Cabeça da fíbula Gastrocnêmio Sóleo Fibular longo Extensor longo dos dedos Extensor longo dos dedos Tibial anterior Tibial anterior Extensor longo do hálux Fibular terceiro Fibular terceiro Fibular curto Flexor longo do hálux Retináculo superior dos músculos fibulares Maléolo lateral Retináculos superior e inferior dos músculos extensores Retináculos superior e inferior dos músculos extensores Extensor curto dos dedos Extensor curto dos dedos 5o metatarso Extensor curto do hálux (a) Fibular longo I O Tendão do fibular longo Tendão do fibular curto O = origem I = inserção (b) Fibular curto Fibular curto O I (c) (d) MARIEB_book.indb 338 07/04/14 18:23 Capítulo 11 Músculos do corpo 339 continuaçãoTabela 11.16 Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO LATERAL DA PERNA (continuação) Fibular curto O menor músculo; profundo ao fibular longo; confinado em uma bainha comum O — distalmente, na diáfise da fíbula I — por tendão que passa posteriormente ao maléolo lateral e se insere na extremidade proximal do metatarsal V Flexão plantar e eversão do pé Nervo fibular superficial (L5 e S1) PARTE III: MÚSCULOS DO COMPARTIMENTO POSTERIOR DA PERNA (FIGURA 11.27) Os músculos do compartimento posterior da perna possuem uma inervação comum, o nervo tibial. Eles atuam conjuntamente para fazer a flexão plantar, no tornozelo. MÚSCULOS SUPERFICIAIS DO COMPARTIMENTO POSTERIOR DA PERNA (FIGURA 11.27a E b) Tríceps sural (ver também a Figura 11.26) Refere -se ao par muscular (gastrocnêmios e sóleo) que molda a região sural (panturrilha) posteriormente e se insere no calcâneo por um tendão comum, o tendão calcâneo (tendão de Aquiles) o maior do corpo; agonistas na flexão plantar. Par de músculos superficiais; dois ventres proeminentes que formam a saliência curva proximal da panturrilha O — por duas cabeças a partir dos côndilos medial e lateral do fêmur I — posteriormente no calcâneo através do tendão calcâneo Flexão plantar do pé quando a perna é estendida; uma vez que também cruzam a articulação do joelho, eles podem flexionar a perna quando o pé é flexionado dorsalmente Nervo tibial (S1 e S2) Músculo da panturrilha amplo e plano, profundo aos gastrocnêmios O — ampla origem cônica na tíbia superiormente, fíbula e membrana interóssea I — a mesma dos gastrocnêmios Flexão plantar do pé; importante músculo locomotor e postural durante a marcha, corrida e dança Nervo tibial (S1 e S2) Plantar Geralmente um músculo pequeno e fraco, mas com tamanho e alcance variáveis; pode estar ausente O — fêmur posteriormente, acima do côndilo lateral I — por um tendão fino e longo no calcâneo ou no tendão calcâneo Ajuda na flexão da perna e na flexão plantar do pé Nervo tibial (S1 e S2) MÚSCULOS PROFUNDOS DO COMPARTIMENTO POSTERIOR DA PERNA (FIGURA 11.27c -f) Poplíteo Músculo fino e triangular posteriormente no joelho; dirige-se inferior e medialmente para a face posterior da tíbia O — côndilo lateral do fêmur e menisco lateral do joelho I — parte proximal da tíbia Flexiona e roda a perna medialmente para desbloquear o joelho em extensão total quando a flexão começa; com a tíbia fixa, gira lateralmente a coxa Nervo tibial (L4 e S1) Flexor longo dos dedos Músculo longo e estreito; dirige-se medialmente; e parcialmente sobre o tibial posterior O — origem ampla na face posterior da tíbia I — o tendão passa posterior ao maléolo medial e se divide, inserindo -se nas falanges distais dos dedos II -V Flexão plantar e inversão do pé; flexiona os dedos; ajuda a “prender” o pé no solo Nervo tibial (L5 e S2) Flexor longo do hálux (ver também a Figura 11.26) Músculo bipeniforme; situado lateralmente ao tibial posterior O — parte média da diáfise da fíbula; membrana interóssea I — o tendão percorre a planta do pé até a falange distal do hálux Flexão plantar e inversão do pé; flexiona o hálux em todas as articulações; músculo de “partida” durante a marcha Nervo tibial (L5 e S2) Tibial posterior Músculo espesso e plano profundamente ao sóleo; situado entre os flexores posteriores O — superior e posteriormente na tíbia, fíbula e membrana interóssea I — o tendão passa posterior ao maléolo medial; insere -se em vários ossos tarsais e nos metatarsais II -IV Agonista principal na inversão do pé; flexão plantar do pé; estabiliza a parte medial do arco longitudinal medial do pé Nervo tibial (L4 e L5) MARIEB_book.indb 339 07/04/14 18:23 340 Anatomia humana Músculos da perna: movimentos do tornozelo e dedos dos pés (Figuras 11.25, 11.26 e 11.27) continuaçãoTabela 11.16 Plantar Tendão dos gastrocnêmios Tendão calcâneo Maléolo medial Cabeça medial Gastrocnêmio Cabeça lateral Maléolo lateral Calcâneo (a) Sóleo Tendão do tibial posterior Tendão do plantar Fibular curto Cabeça da fíbula Poplíteo Plantar delgado Gastrocnêmio Cabeça lateral (seccionada) Cabeça medial (seccionada) Fibular longo (b) Figura 11.27 Músculos do compartimento posterior da perna direita. (a) Vista superficial e posterior da perna. (b) Os gastrocnêmios espessos foram removidos para mostrar o sóleo imediatamente profundo a eles. MARIEB_book.indb 340 07/04/14 18:23 Capítulo 11 Músculos do corpo 341 continuaçãoTabela 11.16 Gastrocnêmio cabeça medial (seccionada) Gastrocnêmio cabeça medial (seccionada) Flexor longo dos dedos Flexor longo dos dedos Tendão do tibial posterior Maléolo medial Tendão calcâneo (seccionado) Calcâneo Fibular curto Fibular curto Flexor longo do hálux Fibular longo Fibular longo Fíbula Fíbula Tibial posterior Sóleo (seccionado) Poplíteo Gastrocnêmio cabeça lateral (seccionada) Gastrocnêmio cabeça lateral (seccionada) Plantar (seccionado) Plantar delgado (seccionado) (c) (d) Tibial posterior O I O = origem I = inserção (e) Flexor longo dos dedos O I (f) Poplíteo Flexor longo do hálux O O I I (g) Figura 11.27 Músculos do compartimento posterior da perna direita, continuação. (c) O tríceps sural foi removido para mostrar os músculos profundos do compartimento posterior. (d) Dissecção em cadáver em vista similar à de (c). (e -g) Músculos profundos exibidos isoladamente para que suas origens e inserções possam ser observadas. MARIEB_book.indb 341 07/04/14 18:23 342 Anatomia humana Músculos intrínsecos do pé: movimento dos dedos e sustentação do pé (Figura 11.28)Tabela 11.17 Os músculos intrínsecos do pé ajudam a flexionar, estender, abduzir e aduzir os dedos do pé. Além disso, junto aos tendões de alguns músculos da perna que entram na planta do pé, os músculos intrínsecos sustentam os arcos do pé. Existe um único músculo no dorso do pé (face superior) e muitos músculos na face plantar (a planta do pé). Os músculos plantares ocorrem em quatrocamadas, da superficial até a profunda. No geral, os músculos da planta do pé são muito parecidos com os da palma da mão. Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação MÚSCULO DO DORSO DO PÉ Extensor curto dos dedos (Figura 11.26a) Músculo pequeno e quadripartido no dorso do pé; profundo aos tendões do extensor longo dos dedos; corresponde aos músculos extensor do indicador e extensor do polegar do antebraço O — segmento anterior do osso calcâneo I — base da falange proximal do hálux; expansões extensoras nos dedos II -IV Ajuda a estender os dedos do pé nas articulações metatarsofalângicas Nervo fibular profundo (L5 e S1) MÚSCULOS DA PLANTA DO PÉ (FIGURA 11.28) Primeira camada (superficial) dos dedos Músculo em forma de faixa no meio da sola; corresponde ao flexor superficial dos dedos do antebraço e se insere nos dedos da mesma maneira O — tuberosidade do calcâneo I — falange média dos dedos II -IV Flexiona os dedos do pé Nervo tibial (nervo plantar medial, um ramo do nervo tibial, S1 e S2) hálux Situado medialmente ao flexor curto dos dedos (lembre -se do músculo similar do polegar, o abdutor curto do polegar) O — tuberosidade do calcâneo e retináculo dos flexores I — falange proximal do hálux, face medial, através de um tendão compartilhado com o flexor curto do hálux (ver abaixo) Abduz o hálux Nervo tibial (nervo plantar medial, S1 e S2) dedo mínimo Mais lateral dos três músculos superficiais da planta (lembre -se do músculo abdutor similar na palma) O — tuberosidade do calcâneo I — lateralmente na base da falange proximal do dedo mínimo Abduz e flexiona o dedo mínimo Nervo tibial (nervo plantar lateral, um ramo do nervo tibial, S2 e S3) Segunda camada Quadrado plantar Músculo retangular profundo ao flexor curto dos dedos na metade posterior da planta; duas cabeças; flexor acessório (ver Figura 11.28b e c) O — faces medial e lateral do calcâneo I — tendão do flexor longo dos dedos Ajusta a tração oblíqua do flexor longo dos dedos Nervo tibial (nervo plantar lateral, S2 e S3) Lumbricais Quatro pequenos músculos em forma de “verme” (como os lumbricais da mão) O — a partir de cada tendão do flexor longo dos dedos I — expansão extensora na falange proximal dos dedos II -V medialmente Ao tracionar a expansão extensora, flexiona os dedos do pé nas articulações metatarsofalângicas e estende os dedos nas articulações interfalângicas Nervo tibial (nervo plantar medial até o primeiro lumbrical e nervo plantar lateral até o segundo, terceiro e quarto lumbricais, L5- -S2) MARIEB_book.indb 342 07/04/14 18:23 Capítulo 11 Músculos do corpo 343 continuaçãoTabela 11.17 Tendão do flexor longo do hálux Lumbricais Flexor curto do hálux Flexor curto do dedo mínimo Abdutor do hálux Flexor curto dos dedos Quadrado plantar (flexor acessório) Abdutor do dedo mínimo Tuberosidade calcânea (a) Primeira camada Lumbricais Flexor curto do hálux Tendão do flexor longo do hálux Flexor longo dos dedos (tendão) Flexor curto do dedo mínimo Abdutor do dedo mínimo Quadrado plantar Fibular longo Flexor longo dos dedos (tendão) Flexor longo do hálux (tendão) (b) Segunda camada Figura 11.28 Músculos do pé direito. (a, b) Vista plantar. Dissecções das duas camadas superficiais MARIEB_book.indb 343 07/04/14 18:23 344 Anatomia humana Músculos intrínsecos do pé: movimento dos dedos e sustentação do pé (Figura 11.28) continuaçãoTabela 11.17 Músculo Descrição Origem (O) e inserção (I) Ação Inervação MÚSCULO NA SOLA DO PÉ (continuação) Terceira camada do hálux Cobre o 1o metatarsal; divide -se em dois ventres — lembre -se do flexor curto do polegar (ver Figura 11.28c) O — ossos cuneiforme lateral e cuboide I — por dois tendões em ambos os lados da base da falange proximal do hálux; cada tendão tem um osso sesamoide Fixa o hálux na articulação metatarsofalângica Nervo tibial (nervo plantar medial, S1 e S2) hálux Cabeças oblíqua e transversa; profundo aos lumbricais (lembre -se do adutor do polegar) O — bases dos metatarsais II -IV e bainha do tendão fibular longo (cabeça oblíqua). Ligamentos das articulações metatarsofalângicas (cabeça transversa) I — base da falange proximal do hálux, lateralmente Ajuda a manter o arco transverso do pé; adutor fraco do hálux Nervo tibial (nervo plantar lateral, S2 e S3) do dedo mínimo Cobre o metatarsal V (lembre -se do mesmo músculo na mão) O — base do metatarsal V e bainha do tendão fibular longo I — base da falange proximal do dedo V Flexiona o dedo mínimo do pé na articulação metatarsofalângica Nervo tibial (nervo plantar lateral, S2 e S3) Quarta camada plantares e dorsais Três plantares e quatro dorsais; similares aos interósseos palmares e dorsais da mão quanto à localização, conexões e ações; no entanto, o eixo longitudinal do pé em torno do qual esses músculos se orientam é o segundo dedo, não o terceiro Ver interósseos palmares e dorsais (Tabela 11.14) Ver interósseos palmares e dorsais (Tabela 11.14) Nervo tibial (nervo plantar lateral, S2 e S3) MARIEB_book.indb 344 07/04/14 18:23 Capítulo 11 Músculos do corpo 345 Verifique seu conhecimento ◻ 15. Qual é o músculo mais importante para a respi- ração? Quais músculos abdominais ajudam na inspiração e na expiração forçada? ◻ 16. Descreva os seis movimentos possíveis na arti- culação do ombro. Mencione um músculo que realize cada movimento. ◻ 17. Qual músculo é o agonista principal da flexão dorsal? Qual é o movimento importante durante a marcha? ◻ 18. Como funcionam os glúteos menores — glúteo médio e glúteo mínimo — durante a marcha? (Veja as respostas no Apêndice B.) ANATOMIA DE SUPERFÍCIE POR REGIÃO Objetivo de aprendizagem: ▶ utilizar marcos de superfície para localizar e identifi- car os músculos subjacentes. Até agora, estudamos os sistemas esquelético e muscular de maneira independente, mas é importante continuaçãoTabela 11.17 Interósseos plantares (d) Quarta camada: interósseos plantares Interósseos dorsais (e) Quarta camada: interósseos dorsais Adutor do hálux (cabeça transversa) Adutor do hálux (cabeça oblíqua) Músculos interósseos Flexor curto do hálux Flexor curto do dedo mínimo Fibular longo (tendão) Quadrado plantar Flexor longo dos dedos (tendão) Flexor longo do hálux (tendão) (c) Terceira camada Figura 11.28 Músculos do pé direito, continuação. (c, d) Vista plantar. (e) Vista dorsal do pé direito, músculos mais profundos. pensar nesses sistemas como uma unidade integrada que age na sustentação e movimentação do corpo. Em muitas situações clínicas, a compreensão dos compo- nentes esqueléticos e musculares de uma determinada região, bem como das estruturas nervosas e vasculares da região, é necessária para avaliar a funcionalidade. A anatomia de superfície, o estudo da superfície ex- terna do corpo, fornece informações sobre os órgãos in- ternos. Sentir as estruturas internas através da pele com os dedos se chama palpação (“toque”). Muitas caracte- rísticas da anatomia esquelética e muscular são facilmen- te visualizadas a partir da superfície corporal ou podem ser localizadas por meio de palpação. Esta seção reforça grande parte do que você aprendeu sobre a estrutura es- quelética e muscular e realça como esses elementos estão anatomicamente relacionados entre si. Esta seção adota uma abordagem regional na anatomia de superfície, fo- cando as relações anatômicas entre as estruturas corpo- rais em uma determinada região, explorando primeiro a cabeça e avançando para o tronco e membros. Deixe a sua própria estrutura corporal ajudá -lo a se lembrar dos deta- lhes anatômicos. Ainda melhor, sempre que possível, faça com que um companheiro de estudos assuma o papel de paciente enquanto você faz suas observações e palpações. MARIEB_book.indb 345 07/04/14 18:24 CapaSumário Prefácio 1 Corpo humano: orientação Visão geral da anatomia Subdisciplinas da anatomia Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Outros ramos da anatomia Hierarquia da organização estrutural Escala: comprimento, volume e peso Terminologia anatômica Anatomia macroscópica: introdução Termos regionais e de direção Planos e secções do corpo Estrutura do corpo humano Cavidades e membranas do corpo Cavidade dorsal Cavidade ventral Cavidades serosas Quadrantes abdominais Variação anatômica Anatomia microscópica: introdução Microscopias de luz e eletrônica Microscopia eletrônica de varredura Artefatos Anatomia clínica: introdução às técnicas de imagiologia médica Imagens de raios X Técnicas avançadas de raios X Tomografia computadorizada Angiografia Tomografia por emissão de pósitrons Ultrassonografia Ressonância magnética Resumo do capítulo Questões para revisão 2 Células: unidades vivas Visão geral das células Membrana plasmática Estrutura Funções Transporte da membrana Citoplasma Citosol Organelas citoplasmáticas Ribossomos Retículo endoplasmático Complexo de Golgi Lisossomos Mitocôndrias Peroxissomos Citoesqueleto Centrossomo e centríolos Inclusões citoplasmáticas Núcleo Envoltório nuclear Nucléolo Cromatina e cromossomos Ciclo de vida da célula Interfase Divisão celular Mitose Citocinese Aspectos do desenvolvimento celular Diferenciação celular Envelhecimento Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 3 Embriologia básica Estágios do desenvolvimento pré-natal Plano corporal básico Período embrionário 1ª semana: do zigoto ao blastocisto 2ª semana: o embrião em duas camadas 3ª semana: o embrião em três camadas A linha primitiva e as três camadas germinativas Notocorda Neurulação Começa a diferenciação do mesoderma 4ª semana: o corpo toma forma Dobramento Derivados das camadas germinativas 5ª a 8ª semanas: o segundo mês do desenvolvimento embrionário Período fetal Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 4 Tecidos I. Tecido epitelial Características especiais dos epitélios Classificação dos epitélios Epitélios simples Epitélios estratificados Glândulas Glândulas endócrinas Glândulas exócrinas Características da superfície epitelial Características da superfície lateral: junções intercelulares Característica basal: a lâmina basal Características da superfície apical: microvilosidades e cílios II. Tecido conjuntivo Características especiais dos tecidos conjuntivos Elementos estruturais dos tecidos conjuntivos Células Fibras Substância fundamental Classificação dos tecidos conjuntivos Tecido conjuntivo propriamente dito Cartilagem Osso Sangue Membranas de cobertura e revestimento III. Tecido muscular IV. Tecido nervoso Resposta do tecido à lesão Inflamação Reparo Os tecidos ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 5 Sistema tegumentar Pele e hipoderme (tela subcutânea) Epiderme Camadas da epiderme Derme Camada papilar (derme papilar) Camada reticular (derme reticular) Hipoderme Cor da pele Apêndices da pele (anexos cutâneos) Unhas Pelos e folículos pilosos Pelo Folículos pilosos Tipos e crescimento dos pelos Afinamento do pelo e calvície Glândulas sebáceas Glândulas sudoríferas Glândulas sudoríferas écrinas Glândulas sudoríferas apócrinas Transtornos do sistema tegumentar Queimaduras Câncer de pele Carcinoma da célula basal Carcinoma da célula escamosa Melanoma A pele ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 6 Ossos e tecidos presentes no esqueleto Cartilagens Localização e estrutura básica Tipos de cartilagem Cartilagem hialina Cartilagem elástica Fibrocartilagem Crescimento da cartilagem Ossos Função dos ossos Tecido ósseo Matriz extracelular Células Anatomia dos ossos Classificação dos ossos Substâncias compacta e esponjosa Estrutura de um osso longo típico Estrutura dos ossos curtos, irregulares e planos Formato do osso e tipo de tensão Estrutura microscópica dos ossos Osso compacto Osso esponjoso Desenvolvimento e crescimento ósseo Ossificação intramembranosa Ossificação endocondral Anatomia da cartilagem epifisial Crescimento pós-natal dos ossos de origem endocondral Remodelação óssea Recuperação de fraturas ósseas Distúrbios ósseos Osteoporose Osteomalacia e raquitismo Osteossarcoma O esqueleto ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 7 Ossos, parte 1: o esqueleto axial Crânio Aspectos gerais da anatomia do crânio Ossos do crânio Ossos parietais e principais suturas Ossos suturais Osso frontal Osso occipital Ossos temporais Osso esfenoide Osso etmoide Ossos da face Mandíbula Maxilas Ossos zigomáticos Ossos nasais Ossos lacrimais Ossos palatinos Vômer Conchas nasais inferiores Partes especiais do crânio Cavidade nasal Seios paranasais Órbitas Osso hioide Coluna vertebral Regiões e curvaturas normais Ligamentos da coluna Discos intervertebrais Estrutura geral das vértebras Características das vértebras Vértebras cervicais Vértebras torácicas Vértebras lombares Sacro Cóccix Caixa torácica Esterno Costelas Distúrbios do esqueleto axial Fenda palatina Estenose da coluna lombar Curvaturas anormais da coluna vertebral O esqueleto axial ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 8 Ossos, parte 2: o esqueleto apendicular Cíngulo do membro superior Clavícula Escápula Membro superior Braço Antebraço Ulna Rádio Mão Carpo Metacarpo Falanges dos dedos Cíngulo do membro inferior Ílio Ísquio Púbis Pelve e reprodução Membro inferior Coxa Perna Tíbia Fíbula Pé Tarso Metatarso Falanges dos dedos dos pés Arcos do pé Distúrbios do esqueleto apendicular O esqueleto apendicular ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 9 Articulações Classificação das articulações Articulações fibrosas Suturas Sindesmoses Gonfoses Articulações cartilagíneas Sincondroses Sínfises Articulações sinoviais Estrutura geral das articulações sinoviais Movimentos realizados nas articulações sinoviais Deslizamento Movimentos angulares Movimentos especiais Tipos de articulações sinoviais Fatores que influenciam a estabilidade de articulações sinoviais Superfícies articulares Ligamentos Tônus muscular Principais articulações sinoviais Articulação temporomandibular Articulação esternoclavicular Articulação do ombro (glenoumeral) Articulação do cotovelo Articulação do carpo Articulação do quadril Articulação do joelho Articulação do tornozelo Distúrbios das articulações Lesões nas articulações Cartilagem rompida Entorses Deslocamentos Condições inflamatórias e degenerativas Bursite, tendinite e tenossinovite Artrite As articulações ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 10 Tecido muscular esquelético Visão geral do tecido muscular Propriedades do tecido muscular Terminologia específica para o tecido muscular Funções do tecido muscular Tipos de tecido muscular Tecido muscular estriado esquelético Tecido muscular estriado cardíaco Tecido muscular liso Músculo esquelético Anatomia macroscópica de um músculo esquelético Tecido conjuntivo e fascículos Nervos e vasos sanguíneos Conexões musculares Anatomia microscópica e funcional do tecido muscular esquelético Fibra muscular esquelética Miofibrilas e sarcômeros Titina e outras proteínas da miofibrila Retículo sarcoplasmático e sistema de túbulos tansversos Mecanismo da contração Extensão muscular Comprimento da fibra muscular e força de contração Inervação do músculo esquelético Tipos de fibras musculares esqueléticas Distúrbios do tecido muscular esquelético Distrofia muscular Síndrome da dor miofascial Fibromialgia O tecido muscular esquelético ao longo da vidaTermos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 11 Músculos do corpo Organização dos fascículos nos músculos Sistemas de alavanca: relações osso-músculo Alavanca de primeira classe Alavanca de segunda classe Alavanca de terceira classe Esquema organizacional baseado no desenvolvimento embrionário Ações e interações musculares Nomenclatura dos músculos esqueléticos Principais músculos esqueléticos do corpo Compartimentos musculares dos membros Membro superior Membro inferior Tabela 11.1 Resumo das ações dos músculos que atuam no braço, antebraço e mão Tabela 11.2 Resumo das ações dos músculos que atuam na coxa, perna e pé Tabela 11.3 Músculos da cabeça, parte I: expressão facial Tabela 11.4 Músculos da cabeça, parte II: mastigação e movimentação da língua Tabela 11.5 Músculos do pescoço (região cervical anterior) e da faringe: deglutição Tabela 11.6 Músculos do pescoço e da coluna vertebral: movimentos da cabeça e extensão do tronco Tabela 11.7 Músculos profundos do tórax: respiração Tabela 11.8 Músculos da parede do abdome: movimentos do tronco e compressão das vísceras abdominais Tabela 11.9 Músculos do assoalho da pelve e do períneo: sustentação dos órgãos abdominopélvicos Tabela 11.10 Músculos superficiais anteriores e posteriores do tórax: movimentos da escápula Tabela 11.11 Músculos que cruzam a articulação do ombro: movimentos do braço (úmero) Tabela 11.12 Músculos que cruzam a articulação do cotovelo: flexão e extensão do antebraço Tabela 11.13 Músculos do antebraço: movimentos do carpo, mão e dedos Tabela 11.14 Músculos intrínsecos da mão: movimentos precisos dos dedos Tabela 11.15 Músculos que cruzam as articulações do quadril e do joelho: movimentos da coxa e perna Tabela 11.16 Músculos da perna: movimentos do tornozelo e dedos dos pés Tabela 11.17 Músculos intrínsecos do pé: movimento dos dedos e sustentação do pé Anatomia de superfície por região Cabeça Crânio Face Pescoço Marcos esqueléticos Músculos do pescoço Trígonos do pescoço Tórax Marcos esqueléticos Músculos do tórax Abdome Marcos esqueléticos Músculos e outras características da superfície do abdome Dorso Ossos do dorso Músculos do dorso Membro superior e ombro Axila Ombro Braço Região do cotovelo Antebraço e mão Membro inferior e região glútea Região glútea Coxa Perna e pé Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 12 Fundamentos do sistema nervoso e tecido nervoso Organização funcional do sistema nervoso Funções do sistema nervoso Divisões básicas do sistema nervoso Sensitiva somática (SS) Sensitiva visceral (SV) Motor somático (MS) Motor visceral (MV) Tecido nervoso Neurônio Corpo celular Processos neuronais Sinapses Classificação dos neurônios Neuróglia Neuróglia no SNC Neuróglia no SNP Bainhas de mielina Anatomia macroscópica do sistema nervoso: visão geral Substâncias cinzenta e branca do SNC Nervos Integração neuronal Arcos reflexos Reflexo monossináptico Reflexo polissináptico Circuitos neuronais Circuito divergente Circuito convergente Circuito reverberante Processamento serial Processamento paralelo Integração entre o SNP e o SNC Transtornos do tecido nervoso Esclerose múltipla Regeneração neuronal O tecido nervoso ao longo da vida Desenvolvimento embrionário do tecido nervoso Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 13 Parte central do sistema nervoso Encéfalo Desenvolvimento embrionário do encéfalo Partes básicas e organização do encéfalo Ventrículos do encéfalo Tronco encefálico Bulbo (medula oblonga) Ponte Mesencéfalo Cerebelo Pedúnculos cerebelares Diencéfalo Tálamo Hipotálamo Epitálamo Cérebro (telencéfalo) Lobos dos hemisférios cerebrais Áreas funcionais do córtex cerebral Substância branca do cérebro Substância cinzenta profunda do cérebro Sistemas funcionais do encéfalo Sistema límbico Formação reticular Proteção do encéfalo Meninges Líquido cerebrospinal Barreira hematoencefálica Medula espinal Substância branca da medula espinal Substância cinzenta da medula espinal e raízes espinais Proteção da medula espinal Vias sensitivas e motoras no SNC Vias ascendentes Via espinocerebelar Via do funículo posterior-lemnisco medial Via espinotalâmica Vias descendentes Vias diretas (tratos piramidais) Vias indiretas (tratos extrapiramidais) Transtornos da parte central do sistema nervoso Lesões da medula espinal Disfunção cerebral Acidentes vasculares cerebrais Doença de Alzheimer A parte central da sistema nervoso ao longo da vida Desenvolvimento embrionário e condições congênitas Alterações pós-natais no encéfalo Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 14 Parte periférica do sistema nervoso Organização da parte periférica do sistema nervoso Receptores sensitivos periféricos Classificação funcional Localização dos receptores Tipo de estímulo Classificação estrutural Terminações nervosas livres Terminações nervosas encapsuladas Nervos cranianos I. Nervo olfatório II. Nervo óptico III. Nervo oculomotor IV. Nervo troclear V. Nervo trigêmeo VI. Nervo abducente VII. Nervo facial VIII. Nervo vestibulococlear IX. Nervo glossofaríngeo X. Nervo vago XI. Nervo acessório XII. Nervo hipoglosso Nervos espinais Inervação do dorso Inervação das paredes anteriores do tórax e do abdome Introdução aos plexos nervosos Plexo cervical e inervação do pescoço Plexo braquial e inervação do membro superior Plexo lombar e inervação do membro inferior Plexo sacral e inervação do membro inferior Inervação das articulações do corpo Inervação da pele: dermátomos Distúrbios da parte periférica do sistema nervoso Herpes-zóster Enxaquecas Neuropatia periférica A parte periférica do sistema nervoso ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 15 Divisão autônoma do sistema nervoso e neurônios sensitivos viscerais Visão geral da divisão autônoma do sistema nervoso Comparação dos sistemas motores somático e autônomo Partes da divisão autônoma do sistema nervoso Parte parassimpática Eferência craniana Nervo oculomotor (III) Nervo facial (VII) Nervo glossofaríngeo (IX) Nervo vago (X) Eferência sacral Parte simpática Organização básica Gânglios do tronco simpático Gânglios pré-vertebrais Vias simpáticas Vias para a periferia do corpo Vias para a cabeça Vias para os órgãos torácicos Vias para os órgãos abdominais Vias para os órgãos pélvicos O papel da medula suprarrenal na parte simpática Neurônios sensitivos viscerais Reflexos viscerais Controle central da divisão autônoma do sistema nervoso Controle pelo tronco encefálico e pela medula espinal Controle pelo hipotálamo e pelo corpo amigdaloide Controle pelo córtex cerebral Transtornos da divisão autônoma do sistema nervoso A divisão autônoma do sistema nervoso ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 16 Órgãos dos sentidos Sentidos químicos: paladar e olfato Paladar (gustação) Calículos gustatórios Sensibilidade e via gustatória Olfato (olfação) Desenvolvimento embrionário dos sentidos químicos Transtornos dos sentidos químicos Olho e visão Estruturas acessórias do olho Supercílios Pálpebras Túnica conjuntiva Aparelho lacrimal Músculos extrínsecos do bulbo do olho Anatomia do bulbo do olho Túnica fibrosa Túnica vascular Túnica interna Câmaras e fluidos internos Lente Olho como dispositivo óptico Vias visuais Via visual para o córtex cerebral Vias visuais para outras partes do cérebro Desenvolvimento embrionário do olho Transtornos oculares e visuais Orelha: audição e equilíbrio Orelha externa Orelha média Orelha interna Cóclea Vestíbulo, utrículo e sáculo Canais semicirculares e ductos semicirculares Vias da audição e do equilíbrio Desenvolvimento embrionário da orelha Transtornos de audição e de equilíbrio Cinetose Síndrome de Ménière Surdez Os órgãos dos sentidosao longo da vida Olfação e paladar Visão Audição Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 17 Sistema endócrino Visão geral Órgãos endócrinos Hormônios Classes de hormônios Ação hormonal básica Controle da secreção hormonal Principais órgãos endócrinos Glândula hipófise Anatomia macroscópica Adeno-hipófise Controle hipotalâmico da secreção hormonal pela adeno-hipófise Neuro-hipófise Glândula tireoide Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Glândulas paratireoides Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Glândulas suprarrenais Anatomia macroscópica Medula da glândula suprarrenal Córtex da glândula suprarrenal Glândula pineal Pâncreas Timo Gônadas Outras estruturas endócrinas Transtornos do sistema endócrino Transtornos da hipófise Transtorno do pâncreas: diabetes melito Diabetes tipo 1 Diabetes tipo 2 Transtornos da glândula tireoide Transtornos do córtex da glândula suprarrenal O sistema endócrino ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 18 Sangue Composição do sangue Plasma sanguíneo Elementos figurados (formadores) Eritrócitos Leucócitos Plaquetas Formação da célula sanguínea Medula óssea como sítio de hematopoiese Linhagens celulares na formação das células sanguíneas Gênese dos eritrócitos Formação dos leucócitos e plaquetas Transtornos do sangue Transtornos dos eritrócitos Transtornos dos leucócitos Transtornos das plaquetas O sangue ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 19 Coração Localização e orientação dentro do tórax Estrutura do coração Revestimentos Camadas da parede cardíaca Câmaras cardíacas Átrio direito Ventrículo direito Átrio esquerdo Ventrículo esquerdo Valvas cardíacas Estrutura das valvas Função das valvas Bulhas cardíacas Percurso do sangue através do coração Tecido muscular cardíaco Estrutura do músculo cardíaco Mecanismo de contração Complexo estimulante do coração e inervação Complexo estimulante do coração Inervação Suprimento sanguíneo do coração Artérias coronárias Veias do coração Transtornos do coração Doença arterial coronariana Insuficiência cardíaca Transtornos do complexo estimulante do coração O coração ao longo da vida Desenvolvimento do coração O coração na idade adulta e na velhice Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 20 Vasos sanguíneos Parte 1: Características gerais dos vasos sanguíneos Estrutura das paredes dos vasos sanguíneos Tipos de vasos sanguíneos Artérias Artérias elásticas Artérias musculares Arteríolas Capilares Capilares contínuos Capilares fenestrados Capilares sinusoides Permeabilidade capilar Capilares de baixa permeabilidade: a barreira hematoencefálica Leitos capilares Vasos venosos Vênulas Veias Anastomoses vasculares Parte 2: Vasos sanguíneos do corpo Circulação pulmonar Circulação sistêmica Artérias sistêmicas Aorta Artérias da cabeça e pescoço Artérias do tórax Artérias dos membros superiores Artérias do abdome Artérias da pelve e dos membros inferiores Veias sistêmicas Veias cavas e seus principais tributários Veias da cabeça e pescoço Veias do tórax Veias dos membros superiores Veias do abdome Anastomoses portossistêmicas Veias da pelve e membros inferiores Transtornos dos vasos sanguíneos Os vasos sanguíneos ao longo da vida Circulação fetal Vasos que entram e saem da placenta Derivações para fora da circulação pulmonar Os vasos sanguíneos na idade adulta Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 21 Sistemas linfático e imune Sistema linfático Capilares linfáticos Vasos (coletores) linfáticos Transporte da linfa Linfonodos Anatomia microscópica Troncos linfáticos Ductos linfáticos Ducto torácico Ducto linfático direito Sistema imune Linfócitos Diferenciação e ativação de linfócitos Tecido linfático Órgãos linfáticos Timo Linfonodos Baço Tonsilas Nódulos linfáticos agregados e o apêndice Transtornos dos sistemas linfático e imune Os sistemas linfático e imune ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 22 Sistema respiratório Anatomia funcional do sistema respiratório Nariz e seios paranasais Nariz Cavidade nasal Seios paranasais Faringe Parte nasal da faringe Parte oral da faringe Parte laríngea da faringe Laringe Produção de voz Funções do esfíncter da laringe Inervação da laringe Traqueia Árvore bronquial Brônquios na parte de condução Parte de respiração Pulmões e pleuras Anatomia macroscópica dos pulmões Suprimento sanguíneo e inervação dos pulmões Pleuras Ventilação Mecanismo da ventilação Inspiração Expiração Controle neural da ventilação Transtornos do sistema respiratório Asma brônquica Fibrose cística Doença pulmonar obstrutiva crônica Bronquite crônica Enfisema O sistema respiratório ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 23 Sistema digestório Visão geral Regiões abdominais Cavidade peritoneal e peritônio Mesentérios Processos digestórios Anatomia do tubo digestório Histologia Mucosa Submucosa Muscular Serosa Músculo liso Estrutura do músculo liso Mecanismo de contração Inervação do músculo liso e das glândulas Boca e órgãos anexos Boca Língua Dentes Glândulas salivares Faringe Esôfago Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Estômago Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Intestino delgado Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Intestino grosso Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Anatomia dos órgãos anexos Fígado Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Vesícula biliar Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Pâncreas Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Transtornos do sistema digestório Úlceras pépticas Obstrução intestinal Doença inflamatória intestinal Hepatite viral Fibrose cística e pâncreas O sistema digestório ao longo da vida Desenvolvimento embrionário Sistema digestório na velhice Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 24 Sistema urinário Rins Anatomia macroscópica dos rins Localização e anatomia externa Anatomia macroscópica interna Suprimentos sanguíneo e nervoso dos rins Anatomia microscópica dos rins Mecanismos de produção da urina Estrutura do néfron Vasos sanguíneos associados aos néfrons Complexo justaglomerular Ureteres Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Bexiga urinária Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Uretra Micção Transtornos do sistema urinário Infecções do trato urinário Cálculos renais Câncer dos órgãos urinários O sistema urinário ao longo da vida Termos clínicos Resumo do capítulo Questões para revisão 25 Sistema genital Sistema genital masculino Testículos Localização Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Ductos reprodutores masculinos (vias espermáticas) Epidídimo Ducto deferente Funículo espermático Uretra Glândulas acessórias Glândulas seminais Próstata Glândulas bulbouretrais Pênis Vasos e nervos Resposta sexual masculina Períneo masculino Espermatogênese Sistema genital feminino Ovários Anatomia macroscópica Anatomia microscópica Tubas uterinas Útero Sustentação do útero Parede uterina Ovogênese e ciclo menstrual feminino Ovogênese Ciclo ovariano Ciclo uterino Vagina Órgãos genitais externos e períneo feminino Mamas Gravidez e parto Gravidez Eventos que levam à fertilização Implantação Formação da placenta Troca através da placenta Parto Transtornos do sistema genital Cânceres do sistema genital nos homens Câncer de testículo Câncer de próstata Cânceres do sistema genital nas mulheres Câncer de ovário Câncer do endométrio Câncer de colo Câncer de mama O sistema genital ao longo da vida Desenvolvimento embrionário dos órgãos sexuais Descida das gônadas Puberdade Menopausa Termos clínicos Resumodo capítulo Questões para revisão Apêndice A Sistema métrico Apêndice B Respostas Glossário Índice remissivo Raízes das palavras Créditos Sobre os autores