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Proclamação da República
15 de Novembro
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INCONFIDÊNCIA
MINEIRA - 1789
CONJURAÇÃO BAIANA - 1798
REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA - 1817
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Questão Religiosa
Questão Abolicionista
Questão Militar
Desinteresse do Imperador
Causas da Proclamação da República
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Perspectiva de um Terceiro Reinado com soberano estrangeiro
Conde d’Eu
Princesa Isabel
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Guerra da Tríplice Aliança
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Retorno ao Brasil
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Monarquia República
1870 1889
Crescimento do Ideal Republicano
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MANIFESTO REPUBLICANO - 1870
*oposição ao regime imperial por não ser uma instituição democrática, com base na soberania do povo.
*denúncia dos erros do governo imperial, de debilidade dos partidos e de corrupção.
*crítica a soma de poderes concentrados nas mãos do imperador e à repressão das liberdades de consciência.
*defesa da autonomia provincial e do federalismo.
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Partido Republicano - 1873
Partido e Clubes Republicanos na década de 1880
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Questão Militar
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“Os homens só se lembram de Deus e as nações só valorizam seus soldados, quando sentem a sobrevivência ameaçada. Passado o perigo, a maioria dos homens esquece-se de Deus e as nações, de seus soldados”.
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- Auto-aperfeiçoamento nas letras
- Cidadania e participação na administração do País
- Cidadão-soldado
Bacharéis
- Profissionalismo militar
- Atualização doutrinária
- Reforma da Força
- Tradições guerreiras
Tarimbeiros
Benjamim Constant
Deodoro da Fonseca 
Pensamento Militar
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Integravam o Gabinete Imperial
Barão de Cotegipe
Visconde de Ouro Preto
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Símbolo da República Brasileira, 
em ilustração da época (reprodução parcial de pintura a óleo de J.F. Lopes Rodrigues)
Benjamim Constant
Deodoro da Fonseca 
Pensamento Militar
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Sena Madureira
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“Justa é a dor pela imposição com que querem amesquinhar o Exército, sempre subordinado e sempre pronto... Se como Presidente da Província e Comandante das Armas tenho deveres, como soldado ofendido pela ingratidão, para com a classe os tenho também, porque assim exige a disciplina, moralidade e brio dos soldados que defendem a Monarquia.”
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“O Exército é para a Guerra leal...; para outros afazeres que necessitem força armada há a polícia”.
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“Senhor! A obediência do soldado não é cega. Ela não vai até ao próprio aviltamento. O soldado é obediente, mas não é servil. E aquele que não repugnar atos de baixeza e servilismo não é digno da classe militar a que pertence, não é digno da farda que veste, a qual V.M. Imperial
 honra, vestindo-a.”
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Clube Militar
Casa de Deodoro
Q. Bocaiúva
B. Constant
Aristides Lobo
Rui Barbosa
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15 Nov 1889
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2º Regimento de Artilharia de Campanha
9º Regimento de Cavalaria de Campanha
2ª Brigada do Exército - São Cristóvão
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Campo de Santana
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VIVA
Marechal
Deodoro !!!
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Baio Nr 6 - uma tradição que nasceu com a República
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*MANIFESTO DO NOVO GOVERNO PROVISÒRIO REPUBLICANO*
"O povo, o Exército e a Armada Nacional acabam de decretar a deposição da dinastia imperial e, conseqüentemente, a extinção do sistema monárquico representativo.
	Como resultado imediato desta revolução nacional, acaba de ser instalado um governo provisório, cuja principal missão é garantir, com a ordem pública, a liberdade e o direito do cidadão.
	Cidadãos!
	O governo provisório, simples agente temporário da soberania nacional, é o governo da paz, da fraternidade e da ordem.
	No uso das atribuições e das faculdades extraordinárias de que se acha investido, o governo provisório por todos os meios ao seu alcance, promete e garante a todos os habitantes do Brasil a segurança da vida e da propriedade, o respeito aos direitos individuais e políticos.
	Fica porém,abolida, desde já a vitaliciedade do Senado e bem assim o Conselho do Estado.
	Fica dissolvida a Câmara dos deputados.
	Concidadãos!
	O governo provisório reconhece e acata os compromissos nacionais contraídos durante o regime anterior, os tratados subsistentes com as potencia estrangeiras, a dívida externa e interna, contratos vigentes e mais obrigações legalmente contraídas." 
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Jornal A Província de São Paulo:
“Nunca uma República foi proclamada com tanto brilhantismo e tanta paz.”
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
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Revolução Pernambucana 1817
Revolta dos Farrapos
Inconfidência Mineira
O Povo no Império
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Caxias
Osorio
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Mar DEODORO
Nasceu em 5 de agosto de 1827;
Na Vila de Anádia, na então província de Alagoas, hoje município de Marechal Deodoro. 
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Marechal-de-exército Hermes Ernesto da Fonseca foi literato, poeta e músico. É patrono do 59º BIMtz (Maceió-AL) – “Batalhão Hermes Ernesto da Fonseca”; 
Marechal-de-campo e barão de Alagoas Severiano Martins da Fonseca,; 
Ten do exército Pedro Paulino da Fonseca marchou com Deodoro na República; 
Cap Inf Hyppólito Mendes da Fonseca morreu heroicamente em Curupaity; 
Maj Inf Eduardo Emiliano da Fonseca morreu, gloriosamente, em Itororó;
João Severiano da Fonseca, médico, militar e literato. É Patrono do Sv de Saúde do Exército; e 
Affonso Aurélio da Fonseca, alferes do 34º Btl Vol da Pátria, morreu em Curuzu
Filho de Rosa Maria Paulina da Fonseca e do Ten Cel Manoel Mendes da Fonseca 
Mar Deodoro tinha 
 2 irmãs (Emília e Amélia ) 
e 7 irmãos
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Ingressou na Escola Militar em 1843
Ten na Revolução Praieira
Cap nas campanhas no Uruguai
Atos de bravura na Guerra da Tríplice Aliança
1870 promovido a Cel
1874 promovido a Brigadeiro
1884 promovido a Marechal-de-campo
1887 fundou o Clube Militar e foi o 1º Presidente
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BRASIL - 1889
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Posse do Presidente Marechal Deodoro
Proclamação da República
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“Em qualquer outro lugar, em qualquer outro mês, em qualquer outro ano, outro general poderia proclamar a República; essa, porém, que aí está, essa foi proclamada por Deodoro, que somente ele exercia sobre as tropas a fascinação irresistível, indispensável para levar a cabo tarefa cívica de tal monta”.
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ECEME 1905 – 2005
Escola Marechal Castello Branco
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Mar DEODORO
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REPÚBLICA
116 anos
Mar DEODORO
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Canto do Hino da República
Letra: Medeiros e Albuquerque 
Música: Leopoldo Augusto Miguez 
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SEJA UM PÁLIO DE LUZ DESDOBRADO.
SOB A LARGA AMPLIDÃO DESTES CÉUS
ESTE CANTO REBEL QUE O PASSADO
VEM REMIR DOS MAIS TORPES LABÉUS!
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SEJA UM HINO DE GLÓRIA QUE FALE
DE ESPERANÇA, DE UM NOVO PORVIR!
COM VISÕES DE TRIUNFOS EMBALE
QUEM POR ELE LUTANDO SURGIR! 
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LIBERDADE! LIBERDADE!
ABRE AS ASAS SOBRE NÓS!
DAS LUTAS NA TEMPESTADE
DÁ QUE OUÇAMOS TUA VOZ!
49
NÓS NEM CREMOS QUE ESCRAVOS OUTRORA
TENHA HAVIDO EM TÃO NOBRE PAÍS...
HOJE O RUBRO LAMPEJO DA AURORA
ACHA IRMÃOS, NÃO TIRANOS HOSTIS.
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SOMOS TODOS IGUAIS! AO FUTURO
SABEREMOS, UNIDOS, LEVAR
NOSSO AUGUSTO ESTANDARTE QUE, PURO,
BRILHA, AVANTE, DA PÁTRIA NO ALTAR!
51
LIBERDADE! LIBERDADE!
ABRE AS ASAS SOBRE NÓS!
DAS LUTAS NA TEMPESTADE
DÁ QUE OUÇAMOS TUA VOZ!
52
SE É MISTER QUE DE PEITOS VALENTES
HAJA SANGUE EM NOSSO PENDÃO,
SANGUE VIVO DO HERÓI TIRADENTES
BATIZOU ESTE AUDAZ PAVILHÃO!
53
MENSAGEIROS DE PAZ, PAZ QUEREMOS,
É DE AMOR NOSSA FORÇA E PODER
MAS DA GUERRA NOS TRANSES SUPREMOS
HEIS DE VER-NOS LUTAR E VENCER! 
54
LIBERDADE! LIBERDADE!
ABRE AS ASAS SOBRE NÓS!
DAS LUTAS NA TEMPESTADE
DÁ QUE OUÇAMOS TUA VOZ!
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DO IPIRANGA É PRECISO QUE O BRADO
SEJA UM GRITO SOBERBO DE FÉ!
O BRASILJÁ SURGIU LIBERTADO,
SOBRE AS PÚRPURAS RÉGIAS DE PÉ.
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EIA, POIS, BRASILEIROS AVANTE!
VERDES LOUROS COLHAMOS LOUÇÃOS!
SEJA O NOSSO PAÍS TRIUNFANTE,
LIVRE TERRA DE LIVRES IRMÃOS!
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LIBERDADE! LIBERDADE!
ABRE AS ASAS SOBRE NÓS!
DAS LUTAS NA TEMPESTADE
DÁ QUE OUÇAMOS TUA VOZ!
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Salve a República! 
 Viva o Brasil!
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