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Centro Educacional Anhanguera Portfólio da disciplina Exames Especiais em Raio x e Ultrassonografia Aluna- Jéssica Oliveira Silva 3° semestre em Radiologia Senhor Do Bonfim – Ba 2024 Atividade 1 Caso Clínico: Paciente com Trauma de Costelas A radiografia de tórax deverá ser póstero-anterior e de perfil sempre que possível. Quando não for possível a mobilização do paciente, poderá ser feita no leito na incidência anteroposterior. Caso Clínico: Paciente com Trauma de Fíbula Proximal. Posição do paciente • Ajuste a pelve, joelho e perna para um AP verdadeiro, sem rotação. • Coloque um coxim contra o pé para estabilização e faça uma dorsiflexão de 90° do pé em relação à perna, se possível. • Assegure-se que as articulações do tornozelo e joelho estejam entre 2,5 e 5 cm (1 e 2 polegadas) das extremidades do RI (para que os raios divergentes não se projetem para fora do RI). • Se o membro for muito longo, posicione a perna diagonalmente (canto a canto) em um RI de 35 × 43 cm (14 × 17 polegadas) para assegurar que ambas as articulações sejam inclusas Perfil de perna Em decúbito lateral, com o lado lesionado para baixo; a perna oposta pode ser posicionada atrás da afetada e apoiada com travesseiros ou coxins. Posição da Parte • Assegure-se de que a perna esteja em posição lateral verdadeira. (Plano da patela deve estar perpendicular ao RI.) • Assegure-se de que as articulações do tornozelo e do joelho estejam entre 1 e 2 polegadas (3 e 5 cm) das extremidades do RI, de modo que raios divergentes não se projetem para fora do RI. • Se o membro for muito longo, posicione a perna diagonalmente (de canto a canto) sobre um RI de 35 × 43 cm (14 × 17 polegadas) para assegurar a inclusão de ambas as articulações. (Além disso, se necessário, um segundo RI menor pode ser considerado na articulação mais próxima a uma possível lesão) Atividade 2 1. Nomeie todas as estruturas que você consegue visualizar nessa imagem Sínfise púbica, Forame obturado, Crista ilíaca, Tuberosidade do ísquio, Cabeça do fêmur, Trocânter maior, Trocânter menor, Colo do fêmur, Crista intertrocantérica, Ramo superior do púbis, Ramo inferior do púbis, acetábulo, Espinha ilíaca anterior e superior, Sacro, Púbis 2. Qual protocolo de posicionamento para uma radiografia de QUADRIL COM SUSPEITA DE TRAUMA? Posicionamento do paciente Com o paciente em supino, colocar os braços nos lados ou cruzados superiormente no tórax; fornecer travesseiro para a cabeça e apoio para debaixo dos joelhos, alinhar o plano médio-sagital do paciente para a linha central da mesa e do RC. Garantir que a pelve não seja rodada; a distância da superfície da mesa para cada EIAS deve ser igual. Separar pernas e pés, depois rodar internamente os eixos longos do pé e membros inferiores de 15° a 20° (Cuidado extremo se houver suspeitas de fratura). Se necessário o técnico pode ter que colocar um suporte entre os calcanhares e fita no topo dos pés os mantendo juntos. 3. Na imagem abaixo temos trauma? Qual estrutura está fraturada? Sim, Radiografia da bacia em AP (anteroposterior). Abertura da sínfise púbica e a fratura do sacro à esquerda. image1.jpeg image2.jpg image3.jpg