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O ensino médio é uma parte muito significativa na vida do jovem, que já estará se dando conta que depois que acabar esta etapa, terá que escolher o que fazer dali em diante. Muitos durante essa carga de aprendizagem vão perdendo o interesse, pelo formato educacional e pela maneira como o ensino é colocado, de forma que não o prende ou supra o interesse do aluno e muito menos o prepara para uma reflexão do que escolher para sua vida. A cobrança é muita, tanto pela parte da escola, quanto da família e da sociedade . Quando o jovem se pega na situação do último ano de seu ensino médio ele se encontra estagnado. A educação deveria o ajudar no descobrimento de aptidões e a se desenvolver criticamente, e não criando corpos dóceis que mais para frente podem se tornar adultos frustrados com seu emprego ou que encontraram problemas que não conseguiram desenvolver uma solução. Também o que é visto é a demanda que fica encarregada a profissionais que tiveram pouco contato com tal conhecimento ou nenhum durante sua formação, e tem que fazer algo a respeito mas fora da escola, como encaminhar alunos para psicólogos sendo que esse trabalho poderia ser feito em conjunto dentro da instituição com todos os agentes educacionais, tendo uma diversidade de saberes e práticas. Podemos ver que o problema se encontra no ensino em geral, desde a formação dos profissionais até a grade institucional de ensino-aprendizagem e não apenas em uma parte, não podemos colocar a culpa em alguém sendo que o conjunto todo não realiza o que deveria acontecer e sim pensar em soluções do que poderia ser feito a respeito, ou pelo menos buscar entender o que acontece. O trabalho todo foi uma reflexão imensurável, até quando se foi pensado em que escola seria escolhida para realizá-lo. A instituição que realizamos a entrevista e o agente educacional que tivemos contato se mostrou muito interessado nessas questões que levamos a ele, não encontramos dificuldade nenhuma de comunicação ou de contato. O que pudemos perceber foi a demanda que é encarregada a escola que não pode ser cumprida lá dentro, como lidar com uma jovem que tem uma doença rara, porém que os profissionais ali, tiveram que encontrar meios exteriores para atender. Portanto quando você tem a visão tanto de aluno que teve sua formação com essa mesma aprendizagem, o entendimento do profissional que lida com isso desde a sua formação e toda a literatura que tivemos contato para criação deste trabalho, demos conta de como a ligação que precisa ter de todas essas partes e o diálogo não é existente. É como se fosse um quebra cabeça que precisa ser montado, o encaixamento existe porém não o é feito,é sem a junção de tudo, ficando com partes soltas e isso é prejudicial para o entendimento do todo que está sendo dado.