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Conhecimentos Navais p/ Oficial Temporário da Marinha (SMV) -
Pós-Edital
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Conhecimentos Navais para Oficial Temporário da
Marinha
Teoria e Questões Comentadas
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Resumo Teórico Compilado .............................................................................................. 2
ORGANIZAÇÃO BÁSICA DA MARINHA ............................................................................................... 2
DOUTRINA DE LIDERANÇA DA MARINHA (EMA-137) ....................................................................... 7
ESTATUTO DOS MILITARES .............................................................................................................. 23
ESTRATÉGIA NACIONAL DE DEFESA ................................................................................................ 34
POLÍTICA NACIONAL DE DEFESA ..................................................................................................... 57
A HISTÓRIA DA NAVEGAÇÃO ........................................................................................................... 68
A EXPANSÃO ULTRAMARINA E O DESCOBRIMENTO DO BRASIL .................................................... 73
INVASÕES ESTRANGEIRAS ............................................................................................................... 78
FORMAÇÃO DA MARINHA IMPERIAL BRASILEIRA .......................................................................... 91
ATUAÇÃO DA MARINHA NOS CONFLITOS DE REGÊNCIA E INÍCIO DO 2º REINADO ....................... 97
A GUERRA DO PARAGUAI .............................................................................................................. 105
A MARINHA NA REPÚBLICA........................................................................................................... 110
ESTADO DE DEFESA E ESTADO DE SÍTIO ........................................................................................ 123
SEGURANÇA PÚBLICA .................................................................................................................... 126
LEI COMPLEMENTAR 97/99 .......................................................................................................... 129
PODER NAVAL ............................................................................................................................... 131
TRADIÇÕES NAVAIS ....................................................................................................................... 133
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RESUMO TEÓRICO COMPILADO
ORGANIZAÇÃO BÁSICA DA MARINHA
1.Bases Institucionais das FFAA:
Comentários: Isso já caiu trocentas vezes, pessoal! Pelo amor de Deus!
2. As FFAA são CHEFIADAS pela autoridade suprema do Presidente da República.
3. Objetivo das Forças Armadas:
Bases institucionais
das FFAA
Hierarquia
Disciplina
Objetivo das FFAA
Defesa da Pátria
Garantia dos poderes constitucionais
e, por iniciativa destes, da lei e da
ordem
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4. Membros das Forças Armadas = militares.
5. PATENTES DOS OFICIAIS (da Ativa, Reserva ou Reformados): conferidas pelo Presidente da
República + asseguradas em plenitude, sendo-lhes privativos os títulos e postos militares.
6. UNIFORME DAS FFAA: PRIVATIVOS de todos os militares.
7.Militar em atividade tomando posse em cargo/emprego público civil:
Comentários: Se militar em ATIVIDADE toma posse em cargo/emprego público civil:
→PERMANENTE: é transferido para a RESERVA, EXCETO SE DOIS cargos de profissionais de saúde
com profissão regulamentada.
→TEMPORÁRIO (não eletiva, ainda que da administração indireta): fica AGREGADO ao respectivo
quadro, EXCETO SE DOIS cargos de profissionais de saúde com profissão regulamentada.
MILITAR EM
ATIVIDADE toma
posse em
cargo/emprego
público civil:
Permanente
Transferido para a
RESERVA
EXCETO se 2 cargos de
profissionais de saúde com
profissão regulamentada
Temporário, não
eletiva, ainda que
da adm. indireta
Fica AGREGADO
Depois de 2 ANOS nessa
condição (contínuos ou não) =
RESERVA
Só poderá ser promovido por
antiguidade.
Tempo de serviço contado
apenas para essa promoção e
para a transferência para a
reserva
EXCETO se 2 cargos de
profissionais de saúde com
profissão regulamentada
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Nesta hipótese, só poderá ser promovido por antiguidade, e o tempo de serviço será contado
apenas para essa promoção e para a transferência para a reserva, sendo que depois de dois anos
de afastamento, contínuos ou não, ele é transferido para a RESERVA.
8. Ao militar são proibidas a sindicalização E a greve.
9. O militar, enquanto em serviço ativo, não pode estar filiado a partidos políticos.
Comentários: Muito cuidado pra não confundir esses dois acima. Militar (ativa, reserva ou
reformado) em hipótese alguma pode se sindicalizar ou fazer greve! A proibição se estende a todos
os militares, da ativa, reserva ou reformados.
Agora, sobre a filiação a partidos políticos é diferente: a Constituição flexibiliza, permitindo-a ao
militar que não esteja em serviço ativo. Decorem, porque isso cai em quase toda prova!
10. Perda do Posto/Patente de Oficial:
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Comentários: (apenas para entender, coloquei como funciona o trâmite em tempo de paz, que é
semelhante ao tempo de guerra; decorem apenas o esquema!)
a) Parte de baixo do esqueminha:
Transitada em julgado a sentença da Justiça Comum ou Militar que haja condenado o Oficial das
Forças Armadas à pena privativa de liberdade superior a dois anos, o Procurador-Geral da Justiça
Militar formulará Representação para que o Tribunal julgue se o sentenciado é, ou não, indigno ou
incompatível com o oficialato.
Perda do Posto e
Patente de Oficial
se JULGADO:
INDIGNO do Oficialato
INCOMPATÍVEL com
Oficialato por decisão
de:
Tribunal militar de
caráter permanente
(STM)
Se Tempo
de Paz
Tribunal Especial
Se Tempo
de Guerra
Se Oficial for
condenado
(Justiça Comum ou
Militar)
A pena privativa de
liberdade > 2 anos
(sentença transitada
em julgado)
Será julgado também
por:
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A regra é de que ele seja submetido ao STM através de uma Representação feita pelo Procurador-
Geral da Justiça Militar, que envia ao STM (tempo de paz). (A Representação para Declaração de
Indignidade ou Incompatibilidade para com o Oficialato é regulada no Regimento Interno do STM,
arts. 112 a 114).
A Representação do Procurador-Geral da Justiça Militar constitui, neste caso, a peça inicial do
processo para o julgamento previsto no art. 142, § 3o , inciso VII, da CF.
No Tribunal, recebida, autuada e distribuída a Representação, é aberto prazo para a defesa escrita.
Apresentada a defesa escrita, o feito é posto em mesa para julgamento.
b) Parte de cima do esqueminha:
Na "parte de cima" do esquema, trata-se de um processo administrativo, chamado de Conselho de
Justificação, que parte da própria Administração militar e envia posteriormente ao STM (tempo de
paz).
Trata-se de um julgamento de natureza moral onde se analisa a conduta do Oficial em face dos
preceitos que informam a ética e o dever militares, e da preservação de valores essenciais para a
instituição militar como a honra pessoal, o pundonor militar e o decoro da classe, bem como a sua
aptidão, ou inaptidão, para o exercício da função militar.
11. PWゲゲラ;ゲà ケ┌Wà ;ノWェ;マà さimperativo de consciênciaざà não podem se eximir do serviço militar
obrigatório, porém há os serviços alternativos da Lei 8.239/91 para elas.
12. As mulheres e os eclesiásticos são isentos do serviço militar obrigatório em tempo de paz,
sujeitos, porém, a outros encargos que a lei lhes atribuir, de acordo com as suas aptidões.
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DOUTRINA DE LIDERANÇA DA MARINHA (EMA-137)
1.Conceito de Chefia (antiga e nova definição):
Chefia, Comando ou Direção (definição antiga do EMA-137): conjunto de ações e
decisões tomadas pelo mais antigo, com autoridade para tal, na sua esfera de
competência, a fim de conduzir de forma integrada o setor que lhe é confiado.
1.1.
Chefia (nova definição do EMA-137): conjunto de ações e decisões tomadas pelo mais
antigo, com autoridade para tal, na sua esfera de competência, a fim de conduzir de
forma integrada o setor que lhe é confiado.
Comentários: Atenção! O EMA-137 a que se refere a bibliografia de alguns distritos ainda nos
remete ao EMA-137 cuja revisão inclui comando e direção no conceito acima.
Porém, na atual edição oficial da marinha do EMA-137, comando e direção já não constam mais
dessa definição.
Para a prova: levaremos as duas definições, mesmo sabendo que a antiga é incoerente (por se
confrontar com a definição de comandar), pois não sabemos o que se passa na cabeça do
examinador e, até um eventual recurso pode dar dor de cabeça.
2.Comandar = chefiar + líderar
OBJETIVO (FIM)→CONDUZIR EFICAZMENTE ORGANIZAÇÃO P/ CUMPRIR A MISSÃO
COMANDAR CHEFIAR LIDERAR
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3. Chefia e Liderança:
CHEFIA e LIDERANÇA não são processos alternativos (ou excludentes) e sim,
simultâneos e complementares.
Comando eficaz: são necessárias a CHEFIA E a LIDERANÇA.
4. Melhores resultados da liderança:
Os melhores resultados no tocante à liderança ocorrem quando ela é desenvolvida, não
sendo impositiva.
5.Definição de Liderança:
LIDERANÇA é o processo que consiste em influenciar pessoas no sentido de que ajam,
voluntariamente, em prol do cumprimento da missão.
6. Aspectos Fundamentais da Liderança:
ASPECTOS FUNDAMENTAIS DA LIDERANÇA: さFP“ざ Э filosóficos, psicológicos e
sociológicos.
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Comentários: Essa é campeã! Cai muito! Decorem o FPS!
Aliás, pessoal, reitero que a aula de liderança é campeã no quesito custo-benefício. Decorem ao
máximo, principalmente quando houver a corujinha.
7. Aspecto Filosófico da Liderança:
8.Psicologia x líder
PSICOLOGIA: ciência que fornece firme embasamento teórico e prático para que o líder
possa influenciar pessoas.
9. Cultura/subcultura x Sociologia
Cultura e subcultura: temas de estudo da Sociologia de interesse para a liderança.
10.Padrões de Comportamento:
Aspecto Filosófico da
Liderança
FIlosofia desenvolve:
SENSO CRÍTICO
Indivíduo passa a ter
MÉTODO P/
EXAMINAR
SITUAÇÕES
Com o método
fica +FÁCIL
TOMAR
DECISÕES
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Comentários: Pergunta que pode surgir na prova: quais são os padrões de comportamento,
segundo o EMA-137? CCC = cooperação, competição, conflito.
11. Padrões de comportamento da cooperação:
Cooperação: Implica uma opção pelo COLETIVO, dentre o coletivo x individual.
Padrões de Comportamento
(EMA-137)
Cooperaçãoo
Competição
Conflito
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12. Aspectos Positivos e Negativos da Competição
Comentários: quadrinho cujo custo-benefício vale bastante! Decorem!
Aspectos Positivos e
Negativos da
Competição
Negativos
Desencorajar os
esforços daqueles que se
habituaram a fracassar.
Possibilidade de
desenvolvimento de
hostilidades/desavenças
no grupo, contribuindo
para sua desagregação.
Por ser um processo
instável → com
bastante frequência, se
transforma em conflito.
Positivos
Mérito inicial de estimular a
atividade dos indivíduos e
dos grupos, aumentando-
lhes a produtividade.
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12. Aspectos Positivos e Negativos do Conflito:
Comentários: quadrinho cujo custo-benefício vale bastante, também! Decorem!
Prestem atenção ao fato de que o conflito também pode ter ponto positivo.
Aspectos Positivos
e Negativos do
Conflito
Negativos
Efeito desagregador/
destruidor da unidade
social
MOTIVO: aumento
de ressentimento,
desvio de objetivos,destruição de
cooperação,
intensificação de
tensões internas.
Positivos
Efeito integrador e
Revitalizador de valores
(Se conflito for em dose
regular/adequada)
MOTIVO: por
obrigar grupos à
autocrítica, a rever
posições e a forçar a
formulação de
novas políticas e
práticas.
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13. Estilos de Liderança + Classificação dos Estilos de Liderança:
Comentários: Este é o quadrinho de maior benefício de toda a revisão!
Dica para decorar: A classificação quanto ao grau de centralização diz respeito a quanto o poder
está nas mãos do líder. Na autocrática (centralizadora, nova definição), o poder está centrado no
líder. Na democrática/participativa e delegativa, o poder já se dilui entre os subordinados, pois há
maior participação destes na tomada de decisões.
A classificação quanto ao tipo de incentivo nos diz como o líder trata a recompensa a seus
subordinados. A transformacional recompensa os subordinados de forma mais sofisticada, vale
dizer, ao contrário da transacional, na qual o líder trabalha com interesses e necessidades
primárias dos seguidores, oferecendo recompensas de natureza econômica ou psicológica, em
troca de esforço para alcançar os resultados organizacionais desejados.
Estilos de
Liderança
(EMA-137)
1-Autocrática
(Centralizadora, na
nova definição)
2-Participativa ou
Democrática
3-Delegativa
4-Transformacional
5-Transacional
6-Orientada para a
Tarefa
7-Orientada para o
Relacionamento
Grau de
Centralização de
Poder
Tipo de Incentivo
Foco do Líder
Classificação dos
Estilos de
Liderança quanto
ao:
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A classificação quanto ao foco do líder diz respeito do que o líder dá prioridade: no cumprimento
missão (orientada para a tarefa) ou nos próprios subordinados (orientada para o relacionamento),
quando o foco do líder é a manutenção e fortalecimento das relações pessoais e do próprio grupo.
14. Liderança antes do Séx XX x Depois de 1930:
15. Liderança Autocrática (Centralizadora, na nova definição):
Liderança
Até início do Séc
XX
É um TRAÇO
PESSOAL INATO
Depois de 1930
Pode ser
ENSINADA.
Liderança Autocrática
(Centralizadora, na
nova definição)
Restrições
Gerar desinteresse pelos problemas/ideias
Tolher/inibir a iniciativa
Gerar resistência passiva
Não considerar relacionamento líder-liderado.
Útil e
Recomendável
Em situações
de COMBATE
MOTIVO: líder precisa
tomar decisões
RÁPIDAS (não é
possível ouvir
liderados)
É a de mais fácil
adoção
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Comentários: mais um quadrinho cujo custo-benefício vale bastante, também! Decorem!
16. Liderança Democrática (ou Participativa):
17. Liderança Delegativa:
Comentários: mais um quadrinho cujo custo-benefício vale bastante, também! Decorem! Atenção
à expressão-chave.
Liderança Democrática (ou
Participativa)
Líder DEVE possuir ascendência
técnico-profissional (ajuda a passar
segurança para os liderados)
Satisfação pessoal e sentimento de
contribuição: realimentam
positivamente o processo
Líder abre mão de parte da
autoridade para incentivar a
opinião dos liderados;
Liderança Delegativa
Líder precisa ser ALTAMENTE
qualificado/motivado
Líder deve delegar com CONTROLE
(saber o QUE e QUANTO e para
QUE subordinado está delegando).
Expressão-chave: NATUREZA
TÉCNICA + ASSESSORIA.
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18. Quatro aspectos que caracterizam a Liderança Transformacional:
Comentários: Pessoal, nunca vi uma questão sobヴWàWゲゲWàヮラミデラくàM;ゲがàIラマラàYàさSWIラヴ=┗Wノざがàaキケ┌Wマà
atentos.
19. Na Liderança Transacional:
20. Liderança Orientada Para o Relacionamento:
4 Aspectos que
caracterizam a
Liderança
Transformacional
CARISMA +
PODER DE
REFERÊNCIA
Para despertar o respeito, confiança e
admiração.
INSPIRAÇÃO
MOTIVADORA
Quando o líder consegue dar sentido à
missão e estimular o orgulho. Tudo isso
de uma maneira SIMPLES e de FÁCIL
ENTENDIMENTO (sobre a importância
dos objetivos a serem atingidos)
Também inclui a possibilidade de
criar símbolos/slogan de uma tarefa
ESTIMULAÇÃO
INTELECTUAL
Para ENCORAJAR QUESTIONAMENTO
+ CRIATIVIDADE. Assim dá liberdadepara liderados ╉saírem da rotina╊
acerca de velhos métodos.
CONSIDERAÇÃO
INDIVIDUALIZADA
Líder olha para seus subordinados
UM a UM, ressaltando o valor
individual. Com isso, os subordinados
alcançam os mais elevados níveis de
produtividade e criatividade.
Líder oferece
RECOMPENSA*
Subordinado se
ESFORÇA
RESULTADO
alcançado
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21. Seis variáveis que precisam ser observadas na seleção do ESTILO DE LIDERANÇA:
1) relevância da qualidade da tarefa ou decisão
2)importância da aceitação da decisão pelos subordinados para obtenção de seu
envolvimento na implantação de determinada linha de ação
3) tempo disponível para realização da missão
4) riscos envolvidos
5) níveis de prioridade no que diz respeito à produtividade ou à satisfação do grupo
6) nível de maturidade psicológica e profissional dos subordinados.
CラマWミデ=ヴキラゲぎàPWゲゲラ;ノがàデ;マHYマàミ┌ミI;à┗キà┌マ;àケ┌Wゲデ?ラàゲラHヴWàWゲゲWàヮラミデラくàM;ゲがàIラマラàYàさSWIラヴ=┗Wノざがà
fiquem atentos.
22. Nível de maturidade psicológica/profissional dos subordinados: consequências
Liderança Orientada Para
o Relacionamento
FOCO DO LÍDER
MANUTENÇÃO/FORTALECIMENTO
DAS RELAÇÕES PESSOAIS E DO
GRUPO
PODE SER ÚTIL EM
SITUAÇÕES DE TENSÃO,
FRUSTRAÇÃO, INSTATISFAÇÃO E
DESMOTIVAÇÃO.
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Comentários: mais um quadrinho cujo custo-benefício vale bastante, também!
23. Fatores da Liderança:
Nível de maturidade
psicológica/profissional
dos subordinados
Baixo Nível de Maturidade
induz à aplicação de estilos
com:
+ centralização de poder
+ foco na tarefa
+ incentivos no nível TRANSACIONAL(RECOMPENSAS → licença, rancho,
conforto etc, conforme vimos no estilo de
liderança transacional)
Alto Nível de Maturidade
em geral, respondem
melhor a:
- centralização de poder
+ Incentivos no nível da
autorrealização, como vimos no estilo
transformacional.
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Comentários: não preciso nem falar nada, né? Também já caiu さデヴラIWミデ;ゲざà┗W┣Wゲく
Fatores da Liderança (EMA-137)
Mnemônico: Li Li Si Co
Líder
Liderados
Situação
Comunicação
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24. Atributos do Líder:
Comentários: isso infelizmente já caiu! Não tem jeito. Decorem, mas deixem por último.
1-EXEMPLO
2-INTEGRIDADE ÉTICA --> 2.1-
Lealdade, 2.2-Coragem e 2.3-Caráter
3-HUMILDADE
4-COMPETÊNCIA PROFISSIONAL
5-DETERMINAÇÃO
6-ENTUSIASMO
7-CAPACIDADE DECISÓRIA
8-AUTOCONFIANÇA
9-AUTOCONTROLE
10-FLEXIBILIDADE
11-ALTRUÍSMO
12-RESPEITO
13-CAPACIDADE DE
RELACIONAMENTO INTERPESSOAL
14-COMUNICAÇÃO
15-INICIATIVA
16-SENSO DE JUSTIÇA
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25. Padrões de organização x Níveis de Liderança
Padrões de ORGANIZAÇÃO Níveis de LIDERANÇA
Comentários: mais um quadrinho cujo custo-benefício vale bastante!
ESTRATÉGICO
TÁTICO
OPERACIONAL
LIDERANÇA
ESTRATÉGICA
LIDERANÇA
ORGANIZACIONAL
LIDERANÇA DIRETA
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26.Níveis de Liderança:
Comentários: Pessoal, esse é imprescindível que vocês decorem! Tem muita informação nele, um
resumo de várias páginas do EMA-137, de forma muito intuitiva.
LIDERANÇA
ESTRATÉGICA
ひ+INDIRETA
ひ+DISTANTE
ひLÍDERES:
ひ1) Preparam instituição p/ FUTURO (Objetivos de Longo Prazo)
ひ2)Identificam o que é importante com relação ao pessoal, material, logística e tecnologia
ひ3)Transformam programas conceituais/políticos em → iniciativas práticas/concretas
LIDERANÇA
ORGANIZACIONAL
ひ→Organizações de MAIOR ENVERGADURA, normalmente = ESTADO MAIOR.
ひ→Influência dos líderes → INDIRETA → expedem políticas/diretivas
ひ→Por não haver proximidade → resultados de suas ações são frequentemente MENOS
VISÍVEIS e MAIS DEMORADOS.
ひ→a presença desses líderes em momentos e lugares críticos aumenta a confiança e a
performance dos seus liderados
LIDERANÇA DIRETA
ひ→1ª linha de liderança
ひ→contato FACE A FACE com o subordinado e é mais presente nos ESCALÕES INFERIORES
ひ→Líderes são ESPECIALISTAS técnicos + conhecem bem a equipe/equipamentos
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ESTATUTO DOS MILITARES
1. Generalidades:
O que precisamos saber aqui é:
- Forças Armadas (FFAA): Marinha, Exército e Aeronáutica;
- Base: Hierarquia e Disciplina;
- Estão sob a autoridade suprema do Presidente da República;
- Destinação: Garantia dos Poderes Constitucionais e da lei e da ordem.
2. Reserva das FFAA:
MILITARES DA
INATIVIDADE
TTC
RM1
REFORMADOS
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3. Quem se submete ao Estatuto:
4. Ingresso nas FFAA:
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Relembrando que:
- Incorporação: ato de inclusão do convocado ou voluntário em Organização Militar da
Ativa.
- Matrícula: ocorre para os aprovados nos cursos para as escolas de formação.
- Nomeação: promoção ao primeiro posto da carreira.
5. Hierarquia e Disciplina:
- Hierarquia militar: é a ordenação da autoridade, em níveis diferentes, dentro da
estrutura das Forças Armadas, por postos ou graduações e é consubstanciado no
espírito de acatamento à sequência de autoridade.
- Disciplina: é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos,
normas e disposições que fundamentam o organismo militar e coordenam seu
funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo perfeito cumprimento do dever
por parte de todos e de cada um dos componentes desse organismo.
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6. Conceitos importantes:
- Círculos Hierárquicos: ;ェヴ┌ヮ;マWミデラ SW ヮラゲデラゲ Sキェ;マラゲ ケ┌W さ;aキミゲざが com a antiguidade mais
próxima
- Posto: É o grau hierárquico do Oficial.
- Graduação: É o grau hierárquico da Praça.
- Praça Especial: São os Guardas-Marinha, aspirantes-a-oficial e alunos das escolas de formação de
oficiais.
7. Precedência: Como saber quem são os militares mais antigos?
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8. Do cargo e função militares:
Cargo militar: é um conjuntode atribuições, deveres e responsabilidades cometidos a
um militar em serviço ativo. É o que se encontra especificado nos Quadros de Efetivo ou
Tabelas de Lotação
Função militar é o exercício das obrigações inerentes ao cargo militar.
9. Cargos Vagos: Caso o Cargo seja desprovido, ocorrendo a exoneração e não provido
imediatamente, ele ficará vago. Da mesma forma ocorre com os demais, que receberam
determinação expressa da autoridade competente para que os deixe.
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10. Obrigações e Deveres:
São manifestações essenciais do valor militar:
I - o patriotismo, traduzido pela vontade inabalável de cumprir o dever militar e
pelo solene juramento de fidelidade à Pátria até com o sacrifício da própria vida;
II - o civismo e o culto das tradições históricas;
III - a fé na missão elevada das Forças Armadas;
IV - o espírito de corpo, orgulho do militar pela organização onde serve;
V - o amor à profissão das armas e o entusiasmo com que é exercida; e
VI - o aprimoramento técnico-profissional.
IMPORTANTE: DECOREM ESSES DOIS ESQUEMAS. SE AS ALTERNATIVAS NÃO CITAREM
NENHUM DOS DOIS, SERÁ ALGUM DOS INCISOS DA ÉTICA MILITAR!! O CUSTO-
BENEFÍCIO DE DECORAR OS INCISOS DA ÉTICA NÃO É GRANDE.
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11. Militares e Sociedades:
12. Acúmulo de Cargos:
Para o pessoal do Quadro da saúde e veterinária é permitido o exercício de atividade
técnico-profissional no meio civil. Na verdade deve ser observado que isso não poderá
influenciar nos seus afazeres militares. É bom lembrar ainda que deverão respeitar
também o comando Constitucional de acumulação de cargos, regrado pelo art. 37,
キミIキゲラà XVIがà ;ノケミW;à さIざがà ラà ケ┌;ノà ;┌デラヴキ┣;à ;à ;I┌マ┌ノ;N?ラà SWà Sラキゲà I;ヴェラゲà ラ┌à WマヮヴWェラゲà
privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas;
13. Compromisso Militar:
Todo cidadão, após ingressar em uma das Forças Armadas mediante incorporação,
matrícula ou nomeação, prestará compromisso de honra, no qual afirmará a sua
aceitação consciente das obrigações e dos deveres militares e manifestará a sua firme
disposição de bem cumpri-los
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14. Comando é a soma de autoridade, deveres e responsabilidades de que o militar é investido
legalmente.
15. Violação das Obrigações e Deveres Militares:
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16. Afastamento de militares pela atuação, incompatibilidade no cargo ou incapacidade das
funções:
OBSERVAÇÃO: Titulares das pastas são os Comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica.
17. Crimes/Contravenções/Transgressões Militares:
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18. Conselhos de Justificação e Disciplina:
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ESTRATÉGIA NACIONAL DE DEFESA
1. Foco da END:
Estratégia Nacional de Defesa está interligada à Estratégia Nacional de
Desenvolvimento.
Busca-se a independência nacional, por meio de desenvolvimento de tecnologia própria
para acabar com a dependência da estrangeira e não ficar à mercê de outros países;
Projeto de Desenvolvimento deve se guiar pela independência nacional por meio do
investimento no potencial produtivo, na capacitação nos setores estratégicos e na
democratização de oportunidades educativas e econômicas.
2. Diretrizes da END (DECORAR TODAS)!!
1.Dissuadir a concentração de forças hostis nas fronteiras terrestres, nos limites das
águas jurisdicionais brasileiras, e impedir-lhes o uso do espaço aéreo nacional.
2.Organizar as Forças Armadas sob a égide do trinômio monitoramento/controle,
mobilidade e presença.
3.Desenvolver as capacidades de monitorar e controlar o espaço aéreo, o território e as
águas jurisdicionais brasileiras.
4.Desenvolver, lastreado na capacidade de monitorar/controlar, a capacidade de
responder prontamente a qualquer ameaça ou agressão: a mobilidade estratégica.
5.Aprofundar o vínculo entre os aspectos tecnológicos e os operacionais da mobilidade,
sob a disciplina de objetivos bem definidos.
6.Fortalecer três setores de importância estratégica: o espacial, o cibernético e o
nuclear.
7.Unificar as operações das três Forças, muito além dos limites impostos pelos
protocolos de exercícios conjuntos.
8.Reposicionar os efetivos das três Forças.
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9.Adensar a presença de unidades do Exército, da Marinha e da Força Aérea nas
fronteiras.
10.Priorizar a região amazônica.
11.Desenvolver, para fortalecer a mobilidade, a capacidade logística, sobretudo na
região amazônica.
12.Desenvolver, para atender aos requisitos de monitoramento/controle, mobilidade e
presença, o conceito de flexibilidade no combate.
13.Desenvolver, para atender aos requisitos de monitoramento/controle, mobilidade e
presença, o repertório de práticas e de capacitações operacionais dos combatentes.
14.Promover a reunião, nos militares brasileiros, dos atributos e predicados exigidos
pelo conceito de flexibilidade.
15.Rever, a partir de uma política de otimização do emprego de recursos humanos, a
composição dos efetivos das três Forças, de modo a dimensioná-las para atender
adequadamente ao disposto na Estratégia Nacional de Defesa.
16. Estruturar o potencial estratégico em torno de capacidades.
17.Preparar efetivos para o cumprimento de missões de garantia da lei e da ordem, nos
termos da Constituição Federal.
18.Estimular a integração da Américado Sul.
19.Preparar as Forças Armadas para desempenharem responsabilidades crescentes em
operações de manutenção da paz.
20.Ampliar a capacidade de atender aos compromissos internacionais de busca e
salvamento.
21.Desenvolver o potencial de mobilização militar e nacional para assegurar a
capacidade dissuasória e operacional das Forças Armadas.
22.Capacitar a indústria nacional de material de defesa para que conquiste autonomia
em tecnologias indispensáveis à defesa.
23.Manter o Serviço Militar Obrigatório.
24. Participar da concepção e do desenvolvimento da infraestrutura estratégica do País,
para incluir requisitos necessários à Defesa Nacional.
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25. Inserir, nos cursos de altos estudos estratégicos de oficiais das três forças, os
princípios e diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa, inclusive aqueles que dizem
respeito ao Estado-Maior Conjunto.
3. Eixos Estruturantes:
4. Objetivos Estratégicos para a Marinha:
1. Marinha:
- A Marinha se reconstruirá, por etapas, como uma arma balanceada entre o componente
submarino, o componente de superfície e o componente aeroespacial.
- O Brasil manterá e desenvolverá sua capacidade de projetar e de fabricar tanto submarinos de
propulsão convencional como de propulsão nuclear.
- A Marinha possuirá, ainda, meios de Fuzileiros Navais, em permanente condição de pronto
emprego.
- A força naval de superfície contará tanto com navios de grande porte, capazes de operar e de
permanecer por longo tempo em alto mar, como de navios de porte menor, dedicados a patrulhar
o litoral e os principais rios navegáveis brasileiros.
- A Aviação Naval trabalhará junto com a Força Aérea, para garantir superioridade aérea local em
caso de conflito armado.
Eixo
ぇ Reorganização das FFAA
Eixo
ぇ Restruturação da Indústria Nacional de
Defesa
Eixo
ぇ Recomposição dos Efetivos
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- A MB trabalhará com navios de propósitos múltiplos.
- A Marinha adensará sua presença nas vias navegáveis das duas grandes bacias fluviais, a do
Amazonas e a do Paraguai-Paraná.
- Preferencialmente e sempre que a situação tática permitir, a força de superfície será engajada no
conflito depois do emprego inicial da força submarina.
- A Marinha iniciará os estudos e preparativos para estabelecer, em lugar próprio, o mais próximo
possível da foz do rio Amazonas, uma base naval de uso múltiplo, comparável, na abrangência e na
densidade de seus meios, à Base Naval do Rio de Janeiro.
- A Marinha acelerará o trabalho de instalação de suas bases de submarinos, convencionais e de
propulsão nuclear.
Foco das Tarefas da MB
Defesa proativa das plataformas petrolíferas
Defesa proativa das instalações navais e
portuárias, dos arquipélagos e das ilhas
oceânicas nas águas jurisdicionais brasileiras
Prontidão para responder a qualquer ameaça,
por Estado ou por forças não-convencionais ou
criminosas, às vias marítimas de comércio
Capacidade de participar de operações
internacionais de paz, fora do território e das
águas jurisdicionais brasileiras, sob a égide das
Nações Unidas ou de organismos multilaterais
da região
Ta
re
fa
s
d
a
M
B
Negar o uso do
Mar
Exercer controle
da Área Marítima
Projetar poder
sobre terra
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2. Exército:
- O Exército Brasileiro cumprirá sua destinação constitucional e desempenhará suas atribuições, na
paz e na guerra, sob a orientação dos conceitos estratégicos de flexibilidade e de elasticidade.
Áreas do
litoral que
merecem
atenção
especial
Faixa de Santos à
Vitória
Foz do Rio Amazonas
Fuzileiros
Navais
Defesa das instalações navais e portuárias, dos
arquipélagos e ilhas oceânicas nas águas
jurisdicionais brasileiras
Atuar em operações internacionais de paz, em
operações humanitárias, em qualquer lugar do
mundo
Assegurar o controle das margens durante as
operações ribeirinhas
Flexibilidade
Empregar as forças de acordo
com a necessidade
Ligada à versatilidade,
mobilidade
Monitoramento/controle: Dita
onde as forças deverão ser fazer
presentes
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Será prioritário o aparelhamento baseado no completamento e na modernização dos
sistemas operacionais das brigadas, para dotá-las de capacidade de rapidamente
fazerem-se presentes.
A transformação será, porém, compatibilizada com a estratégia da presença, em
especial na região amazônica, em face dos obstáculos à mobilidade e à concentração de
forças. Em todas as circunstâncias, as unidades militares situadas nas fronteiras
funcionarão como destacamentos avançados de vigilância e de dissuasão.
Elasticidade
Ampliar o efetivo Material/Humano
Ligada à Mobilização Nacional
As Brigadas devem
conter
Recursos humanos com elevada
motivação e efetiva capacitação
operacional, típicas da Brigada de
Operações Especiais, que hoje
compõe a reserva estratégica do
Exército;
Instrumentos de comando e
controle, de tecnologia da
informação, de comunicações e
de monitoramento que lhes
permitam operar em rede
Instrumentos de mobilidade que
lhes permitam deslocar-se
rapidamente por terra, água e ar ‒ para a região em conflito e
dentro dela
Recursos logísticos capazes de
manter a brigada mesmo em
regiões isoladas e inóspitas por
um determinado período
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-Domínio integral de tecnologias de recursos espaciais:
-Diretrizes para a atuação na Amazônia:
- Importância de desenvolvermos sistemas de monitoramento por terra, ar e espaço,
visto o que o tamanho da região não possibilita contingentes presentes fisicamente
todo o tempo em alguns locais;
- O desenvolvimento tecnológico das brigadas;
- A utilização de meios logísticos e aéreos para atuação nas áreas de fronteira; e
- A formação de combatentes versáteis para atuação na Amazônia.
- O desenvolvimento sustentável da região, com destaque para a regularização
fundiária, que terá por objetivos diminuir tensões na região e possibilitar segurança
jurídica.
- Guerra de resistência, conforme esquema abaixo:
Tecnologias a dominar
em termos de recursos
espaciais
a fabricação de veículos lançadoresde
satélites
a fabricação de satélites de baixa e de alta
altitude, sobretudo de satélites
geoestacionários, de múltiplos usos
o desenvolvimento de alternativas
nacionais aos sistemas de localização e de
posicionamento
os meios aéreos e terrestres para
monitoramento focado, de alta resolução
as capacitações e os instrumentos
cibernéticos necessários para assegurar
comunicações entre os monitores
espaciais e aéreos e a força terrestre
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3. Força Aérea Brasileira:
(a) A prioridade da vigilância aérea;
(b) O poder para assegurar o controle do ar no grau desejado;
(c) A capacidade para levar o combate a pontos específicos do território nacional, em conjunto
com a Marinha e o Exército, constituindo uma única força combatente, sob a disciplina do teatro
de operações; e
(d) O domínio de um potencial estratégico que se organize em torno de uma capacidade, não em
torno de um inimigo.
Condições essenciais para
guerra de resistência:
Ver a Nação identificada
com a causa da defesa
Juntar a soldados
regulares as reservas
mobilizadas
Contar com um soldado
resistente e tenaz
Sustentar,, a capacidade
de comando e controle
entre as forças
combatentes
Construir e manter
poder de apoio logísitco
às forças
Saber aproveitar ao máximo
as características do
ambiente
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- Para os Centros Tecnológicos:
-Para a evolução da FAB:
Centros
Tecnológicos
ぇPriorizar a formação, dentro e fora do Brasil, dos quadros técnico-científicos, militares e
civis, que permitam alcançar a independência tecnológica
Centros
Tecnológicos
ぇDesenvolver projetos tecnológicos que se distingam por sua fecundidade tecnológica
(aplicação análoga a outras áreas) e por seu significado transformador (alteração
revolucionária das condições de combate), não apenas por sua aplicação imediata
Centros
Tecnológicos
ぇEstreitar os vínculos entre os Institutos de Pesquisa do Departamento de Ciência e
Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e as empresas privadas, resguardando sempre os interesses
do Estado quanto à proteção de patentes e à propriedade industrial
Centros
Tecnológicos
ぇPromover o desenvolvimento, em São José dos Campos ou em outros lugares, de adequadas
condições de ensaio
Centros
Tecnológicos
ぇEnfrentar o problema da vulnerabilidade estratégica criada pela concentração de iniciativas
no complexo tecnológico e empresarial de São José dos Campos. Preparar imediata defesa
antiaérea do complexo
Diretrizes para a evolução da Força
Aérea
Desenvolvimento de tecnologias e capacitações
para atuar em rede
Avanço nos programas das aeronaves
remotamente pilotadas
Integração das atividades espaciais
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5. Os setores estratégicos e as prioridades para cada um deles:
SETOR
NUCLEAR
SETOR
CIBERNÉTICO
SETOR
ESPACIAL
Prioridades
para o Setor
Espacial
Projetar e fabricar veículos
lançadores de satélites e
desenvolver tecnologias de
guiamento
Projetar e fabricar satélites
para telecomunicações e
sensoriamento remoto de
alta resolução
Desenvolver tecnologias de
controle de atitude dos
satélites
Desenvolver tecnologias de
comunicações, comando e
controle a partir de satélites
Desenvolver tecnologia de
determinação de
posicionamento geográfico
a partir de satélites.
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Prioridades
para o Setor
Cibernético
Fortalecer o Centro de Defesa Cibernética
Aprimorar a Segurança da Informação e Comunicações (SIC)
Fomentar a pesquisa científica voltada para o Setor Cibernético
Desenvolver sistemas computacionais de defesa baseados em
computação de alto desempenho para emprego no setor
cibernético e com possibilidade de uso dual
Desenvolver tecnologias que permitam o planejamento e a
execução da Defesa Cibernética no âmbito do Ministério da Defesa
Desenvolver a capacitação, o preparo e o emprego dos poderes
cibernéticos operacional e estratégico, em prol das operações
conjuntas e da proteção das infraestruturas estratégicas
Incrementar medidas de apoio tecnológico por meio de laboratórios
específicos voltados para as ações cibernéticas
Estruturar a produção de conhecimento oriundo da fonte
cibernética.
Prioridades para o
Setor Nuclear
Nacionalizar o ciclo do combustível e a construção de reatores, em
relação aos submarimos nucleares
Acelerar o mapeamento, a prospecção e o aproveitamento das jazidas
de urânio
Aprimorar o potencial de projetar e construir termelétricas nucleares,
com tecnologias e capacitações que acabem sob domínio nacional
Aumentar a capacidade de usar a energia nuclear em amplo espectro
de atividades
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6. A Base Industrial de Defesa:
- O componente estatal da Base Industrial de Defesa terá por vocação produzir o que o setor
privado não possa projetar e fabricar.
- O Estado ajudará a conquistar clientela estrangeira para a Base Industrial de Defesa.
No esforço de reorganizar a Base Industrial de Defesa, buscar-se-ão parcerias com outros países,
com o objetivo de desenvolver a capacitação tecnológica nacional. O Brasil deixará sempre claro
que pretende ser parceiro, não cliente ou comprador.
- A SEPROD foi criada com um objetivo principal: PADRONIZAR A OBTENÇÃO DE PRODUTOS DE
DEFESA:
ぇDar prioridade ao desenvolvimento de capacitações tecnológicas independentesぇSubordinar as considerações comerciais aos imperativos estratégicosぇEvitar que a Base Industrial de Defesa polarize-se entre pesquisa avançada e produção
rotineiraぇUsar o desenvolvimento de tecnologias de defesa como foco para o desenvolvimento de
capacitações operacionais
A REORGANIZAÇÃO DA BID DEVE SEGUIR AS SEGUINTES DIRETRIZES
SEPROD
Padronizar a obtenção
de produtos de defesa
Compartilhamento de
ideias e recursos
Construir elosentre
pesquisa e produção
Realização de proejtos
de pesquisa conjuntos
entre as FFAA
Ganhos com economia
de escala
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7. Medidas de Implementação
- A END traz algumas situações nas quais as FFAA podem se encontrar e dita diretrizes:
a) Paz: As FFAA deverão estar realizando suas manutenções programadas de meios, atividades de
inteligência e treinamento nos diversos ambientes e situações;
b) Crise: poderá ocorrer a ativação dos Comandos Operacionais previstos na Estrutura Militar de
Defesa; a adjudicação de forças pertencentes à estrutura organizacional das três Forças aos
Comandos Operacionais ativados; a atualização e implementação, pelo Comando Operacional
ativado, dos planos de campanha elaborados no estado de paz; a ativação de Zona de Defesa,
áreas onde são mobilizáveis tropas da ativa e reservistas, inclusive os egressos dos Tiros de
Guerra, para defesa do interior do País em caso de conflito armado/guerra; a decretação da
Mobilização Nacional, se necessária.
c) Durante o conflito: São postos em ação os planos elaborados para a guerra
d) Término do conflito: ocorre a desmobilização.
A END traz a figura dos Planos de Articulação e de Equipamento, os quais irão dizer a distribuição
espacial das Forças e quais meios são necessários para o atendimento das hipóteses de emprego.
-As informações precisas (de inteligência) são condição essencial para o emprego adequado dos
meios militares.
-A Inteligência deve ser desenvolvida desde o tempo de paz.
-A identificação das ameaças é o primeiro resultado da atividade da Inteligência de Defesa.
ひ otimizar o dispêndio de recursos;
ひ assegurar que as compras obedeçam às diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa
e de sua elaboração, ao longo do tempo;
ひ garantir, nas decisões de compra, a primazia do compromisso com o
desenvolvimento das capacitações tecnológicas nacionais em produtos de defesa.
OBJETIVOS DA POLÍTICA DE COMPRA DE PRODUTOS DE DEFESA
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8. Medidas de Implementação: Ações Estratégicas (16)
1. Mobilização: O MD orientará e coordenará os demais ministérios, secretarias e órgãos
envolvidos no SINAMOB relativos à complementação da Logística Nacional e na adequação das
políticas governamentais à Política de Mobilização Nacional.
2.Logística:
3. Doutrina: O MD promoverá estudos relativos ao aperfeiçoamento da Doutrina de Operações
Conjuntas.
4.Comando e Controle:
-O MD aperfeiçoará o Sistema de Comando e Controle de Defesa, para contemplar o uso de
satélite de telecomunicações próprio.
Ministério da Defesa
Ações Estratégicas p/
Implementação da Logística
Por meio da SEPROD
1-Formula e dirige a política
de obtenção de produtos de
defesa
2-Coordena processos de
certificação, de metrologia,
de normatização e de
fomento industrial.
3-Incetiva ampliação e a
compatibilização da infraestrutura
logística, junto às esferas do
Governo federal
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5.Adestramento: deve ser contínuo, desde o tempo de paz.
6.Inteligência de Defesa:
Sistema de Comando e
Controle de Defesa
Disponibiliza, em função
de seus sensores de
monitoramento, dados
de interesse do Sistema
Nacional de Segurança
Pública.
Sistema Nacional de
Segurança Pública
Disponibiliza dados em
especial ligados às
atividades ligadas aos
crimes transnacionais
fronteiriços.
RH da Inteligência de Defesa
deverão ser capacitados em:
Campos científico e
tecnológico
Setores estratégicos
(cibernético, espacial e
nuclear)
Com ênfase em:
Monitoramento/controle
Mobilidade estratégica
Capacidade logística
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7.Segurança Nacional:
8.Operações internacionais:
-Ênfase nas operações de paz e ações humanitárias, integrando Forças da ONU ou organismos
multilaterais da região.
-O MD promoverá ações com vistas ao incremento das atividades do CCOPAB, estimulando o
adestramento de civis E militares ou de contingentes de Segurança Pública, e de nações amigas.
Segurança
Nacional deve
ter ênfase em:
1-Aperfeiçoamento
de processos para
o gerenciamento
de crises
2-Integração de
todos os órgãos
do SISBIN
3-Prevenção de
atos terroristas
e de atentados
(MD + MJ +
GSIPR)
4-Medidas para a
segurança das áreas
de infraestruturas
estratégicas (MD +
MME + MT + MF +
MIN + MCom) e de
"Riscos" (GSIPR)
5-Defesa química,
biológica, nuclear e
radiológica (MD +
MS+ MIN +MME +
MCTI + GSIPR) 6-Ações de defesa
civil (MIN)
7-Ações de
segurança pública
(MJ + órgãos de
segurança pública
estaduais)
8-Reduzir
vulnerabilidade da
Defesa Nacional de
ataques
cibernéticos (CC +
MD + MC + MCTI +
GSIPR)
9-Centro de
pesquisa de
doenças tropicais
para a região
amazônica (MD +
MCTI + MS + órgãos
de saúde estaduais
e municipais)
10-Medidas de
emergência em
saúde pública
de importância
nacional e
internacional
11-Salvaguarda
da vida no mar
e tráfego aéreo
(MD + MRE)
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9.Estabilidade regional:
1)MD + MREx = manutenção da estabilidade regional e cooperação das áreas de fronteira
2)MD + FFAA = parcerias estratégicas (cibernética, espacial e nuclear) + intercâmbio militar
(América do Sul e países lindeiros do Atlântico Sul)
3)MD + MREx + FFAA = P&D (pesquisa & desenvolvimento) de produtos de defesa
-PARCERIAS ESTRATÉGICAS
- INTERCÂMBIO MILITAR
-P&D PRODUTOS DE
DEFESA
-COOPERAÇÃO NA FRONTEIRA
-ESTABILIDADE REGIONAL
MD
FFAA MREx
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10.Inserção Internacional:
11. Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I)
Inserção internacional
Incrementar
participação brasileira
internacional, atuando
em/no(a):
1-Processos
internacionais de
tomada de decisão
2-Processo de
decisão sobre a
Antártica
3-Ampliação da
projeção no concerto
mundial + reafirmar
compromisso com a
paz e cooperação
entre povos
4-Fóruns
internacionais,
priorizando
organismos regionais
(CDS da UNASUL)
5-
Relacionamento
entre países
amazônicos, na
OTCA
6-Intensificação da
cooperação e do
comércio com países
da África, da
América Central e do
Caribe, inclusive a
CELAC
7-Consolidação da
ZOPACAS e o
incremento na
interaçãointerregionais
(CPLP + ASA +
IBAS)
MCTI = desenvolver
sistemas espaciais de
comunicações,
meteorologia e
monitoramento
ambiental, por meio
da:
AEB, com
destaque p/:
1-Satélite geoestacionário
nacional
2- Satélites de
sensoriamento remoto
para monitoramento
ambiental
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MD+ MCTI = garantir
autonomia de sistemas
espaciais por meio do:
IAE + AEB
1-Veículos lançadores de
satélites (VLS) + sistema de
solo
2- Capacidade industrial no
setor espacial
3- Capacitação de pessoal
(sistemas espaciais)
MCTI + MD =
desenvolver setor
nuclear por meio do:
CTMSP
1-Produção autônoma de
reatores
2- Capacidade industrial do
setor nuclear para inovação
(CDPNB)
3- Capacitação de pessoal
(sistemas nucleares)
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MCTI + MD = promover
ações do setor
cibernético por meio do:
Departamento de Ciência e
Tecnologia do Exército
1-Multidisciplinaridade e a
dualidade das aplicações
2- Fomento da Base Industrial
de Defesa com duplo viés:
conhecimento + empregos
3- Proteção das
infraestruturas estratégicas,
com ênfase para o
desenvolvimento de soluções
nacionais inovadoras
Política de CT&I
(MD+MCTI+SAE)
1-Integração(3 FA´s) da
pesquisa em
tecnologias de ponta
p/ defesa
2-Plano nacional de
P&D em produtos de
defesa
3-Fomento à pesquisa
em Ciências
Militares/Defesa nos
centros de ensino
4-Integração dos
centros de pesquisa
militares nas 3 FA´s
5-Parcerias com países
p/ tecnologias de ponta
p/ defesa
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12. Base Industrial de Defesa:
13. Infraestrutura:
MD deverá se articular com
(além de outros):
Para obter Financiamento
MF
Para viabilizar contratos de
exportação de produto de
defesa de grande vulto
Ações estratégicas
de Infraestrutura da
Defesa
1-Desenvolvimento de
energia/transporte/comunicações
(MD + SAE)
2-Prioridade, no
PDAIF, dos
aeródromos de
desdobramento p/
defesa da região
amazônica (MD)
3-Programação de
investimentos de
médio/longo prazo em
transportes (MD envia
ao MT, que inclui no
PNLT)
4-Instalação terminal da
Base de Dados
Georreferenciados em
Transporte no COCS (MD +
MT)
5-Compatibilização do PCN
+PDFF+ APL p/
vivificação/desenvolvimento
da fronteira (MD + MIN +
SAE)
6-GESAC instalará
telecentros
comunitários com
banda larga em
instalações militares
de fronteira ( MD +
MC)
7-Incentivo à
rádios
comunitárias em
áreas de fronteira
(MD + MCom)
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14. Ensino: Promover maior integração e participação dos setores civis governamentais na
discussão dos temas da defesa, através, entre outros, de convênios com Instituições de Ensino
Superior e do fomento à pesquisa:
Ensino
1-Escola Superior de
Guerra(de Brasília) ‒ deverá
intensificar o intercâmbio
com o Governo federal
2-MD + MP
submeterão ao
Presidente da
República
anteprojeto de lei
que altere a Lei
de Criação da
Escola Superior
de Guerra
3-MD + SAE estimularão
a realização de
encontros/simpósios
4-MD + SAE
intensificarão a
divulgação das
atividades de defesa,
de pesquisas e
formação de
recursos humanos
5-MD manterá uma
Política de Ensino de
Defesa e acelerará o
processo de interação do
ensino militar, no nível de
Altos Estudos e
capacitará civis e miliares
para Administração
Central do Ministério
6-As instituições de
ensino das 3 FA
manterão nos seus
currículos: noções
de Direito
Constitucional e
de Direitos
Humanos
7-A Escola Superior
de Guerra deve ser
um dos principais
instrumentos
formação de
especialistas civis em
defesa
8-Ministério da
Defesa adotará as
medidas para a
criação do
Instituto Pandiá
Calógeras
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15.Recursos Humanos:
16.Comunicação Social: O MD deverá promover ações visando divulgar as medidas
implementadas como fator de esclarecimento e convencimento de decisores e da opinião pública.
Recursos humanos
Valorização da profissão
militar + fomentar o
recrutamento
Recrutamento
representativo
Oferta de mão de obra
adequada aos novos meios
tecnológicos da defesa
nacional (temporários)
Manter completos os
quadros de servidores civis
nas FFAA
Ampliação dos quadros de
servidores civis do MD e
FFAA
Criação de carreira civil p/
atuar na formulação de
políticas públicas de defesa
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POLÍTICA NACIONAL DE DEFESA
1. Instrumentos orientadores da Defesa brasileira:
Comentários: Aparentemente há uma confusão entre os conceitos acerca dos objetivos da PND e
da END, pois ele começa dizendo que, de uma maneira conjunta, esses dois documentos servem
para estabelecer os objetivos e as diretrizes para o preparo e o emprego das FA.
Instrumentos orientadores da Defesa brasileira
Norteiam o
planejamento setorial de
alto nível
Pavimentam o caminho
para a construção da
Defesa que o Brasil
almeja
Fixa os objetivos da Defesa
Nacional e orienta o Estado
sobre O QUE fazer para
alcançá-los
Estabelece COMO fazer o
que foi estabelecido pela
PND
Estabelecem os objetivos e as
diretrizes para o preparo e o
emprego das FA (defesa da
pátria + garantia dos poderes
constitucionais) (Art. 142 CF)
Conscientizar a sociedade
brasileira sobre a
importância dos temas do
setor
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Analisando agora separadamente, percebemos a confusão: a PND tem uma visão mais abrangente
da Defesa,fixando os objetivos e orientando O QUE fazer para alcançá-los. Já a END é mais
operacional, indicando COMO fazer o que foi ditado pela PND.
Fiquem atentos para a cobrança literal de todos esses conceitos!
2. Política externa brasileira: pressupostos
3. Política Nacional de Defesa: definições
Política externa brasileira
Solução pacífica das controvérsias
Fortalecimento da paz e da segurança internacionais
Reforço do multilateralismo
Integração sul-americana
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Comentários: Decorem! Não há questão sobre PND, mas esta é uma das apostas!
4. O Estado tem como pressupostos básicos território, povo, leis e governo próprios e
independência nas relações externas.
5. Definição de Segurança segundo a PND: (palavra-chave = condição)
Baseada nos fundamentos, objetivos e princípios constitucionais
Alinha-se às aspirações nacionais e às orientações governamentais, em
particular à política externa brasileira
Estabelece OBJETIVOS e ORIENTAÇÕES (o que fazer) para o preparo e o
emprego dos setores militar e civil em todas as esferas do Poder Nacional, em
prol da Defesa Nacional
Documento condicionante de mais alto nível do planejamento de ações
coordenadas pelo Ministério da Defesa.
Explicita os conceitos de Segurança e de Defesa Nacional
Analisa os ambientes internacional e nacional
Estabelece os Objetivos Nacionais de Defesa (11)
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Comentários: Decorem! Não há questão sobre PND, mas esta é uma das apostas, pois já caiu em
concursos públicos civis!
5. Definição de Defesa segundo a PND: (expressão-chave = conjunto de medidas e ações)
Segurança Condição que permite ao país:
Preservar sua soberania e
integridade territorial
Promover seus interesses
nacionais (livre de
pressões e ameaças)
Garantir aos cidadãos o
exercício de seus direitos e
deveres constitucionais
Defesa
Conjunto de medidas e
ações do Estado para a
defesa do(a)(s): (ênfase no
campo militar)
Território
Soberania
Interesses nacionais
contra ameaças
preponderantemente
externas, potenciais ou
manifestas.
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Comentários: Decorem! Não há questão sobre PND, mas esta é uma das apostas, pois já caiu em
concursos públicos civis!
6. A exclusão de parcela significativa da população mundial dos processos de produção, consumo e
acesso à informação constitui situação que poderá vir a configurar-se em conflito.
7. Neste século, poderão ser intensificadas disputas por áreas marítimas, pelo domínio
aeroespacial e por fontes de água doce, de alimentos e de energia, cada vez mais escassas.
8. As mudanças climáticas têm graves consequências sociais, com reflexos na capacidade estatal
de agir e nas relações internacionais.
9. Para que o desenvolvimento e a autonomia nacionais sejam alcançados é essencial o domínio
crescentemente autônomo de tecnologias sensíveis, principalmente nos estratégicos setores
espacial, cibernético e nuclear:
Alcançar o
desenvolvimento e
autonomia nacional
Por meio do domínio
crescentemente autônomo de
tecnologias sensíveis nos
setores:
Espacial
Cibernético
Nuclear
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10. Ambiente Regional x Entorno Estratégico:
11. Fatores que contribuem para reduzir possibilidade de conflitos no entorno estratégico:
Ambiente Regional
América do Sul
Entorno Estratégico
= América do Sul +:
Países lindeiros
da África
Antártica
Mar do Caribe
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Comentários: O custo-benefício desse quadrinho é um pouco menor, visto que há muitos detalhes,
mas não deixa de ser importante.
14. A ampliação, a modernização e a interligação da infraestrutura da América do Sul, com a
devida atenção ao meio ambiente e às comunidades locais, podem concretizar a ligação entre
Fatores que contribuem
para reduzir
possibilidade de
conflitos no entorno
estratégico
1-O Mercosul e a
Unasul
2-Estreitamento
entre países
amazônicos, no
âmbito da
Organização do
Tratado de
Cooperação
Amazônica
3-Intensificação da
cooperação/comércio
com países da África,
América Central e
Caribe, incluindo a
Celac
4-Desenvolvimento de
organismos regionais
5-Integração das
bases
industriais de
defesa
6-Consolidação da
Zona de Paz e de
Cooperação do
Atlântico Sul
7-Diálogo
continuado nas
mesas de
interação inter-
regionais, como a
cúpula (ASA) e o
(Ibas)
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seus centros produtivos e os dois oceanos, facilitando o desenvolvimento e a integração:
15. O planejamento da defesa deve incluir todas as regiões e, em particular, as áreas vitais onde
se encontra a maior concentração de poder político e econômico. Da mesma forma, deve-se
priorizar a Amazônia e o Atlântico Sul.
Comentários: outra grande candidata à questão de PND. rata-se da prioridade do planejamento de
defesa. Percebam que é a PND fala em prioridade: prato cheio pra uma questão! Mais a frente
デ;マHYマàエ=à┌マ;àラ┌デヴ;à;aキヴマ;N?ラàSWàさヮヴキラヴキS;SWざく
16. A vivificação das fronteiras, a proteção do meio ambiente e o uso sustentável dos recursos
naturais são aspectos essenciais para o desenvolvimento e a integração da região da Amazônia.
O adensamento da presença do Estado, e em particular das FFAA, ao longo das nossas fronteiras
é condição relevante para o desenvolvimento sustentável da Amazônia.
+ Infraestrutura na
América do Sul
Requisitos
Meio ambiente +
comunidades locais
Possibilidades
Ligação entre centros
produtivos e os 2 oceanos
Facilita
desenvolvimento
e a integração
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17. A Convenção das Nações Unidas sobre Direito do Mar abre a possibilidade de o Brasil
estender os limites da sua Plataforma Continental e exercer o direito de jurisdição sobre os
recursos econômicos em uma área de cerca de 4,5 milhões km², região de vital importância para
o País, a さAマ;┣レミキ; A┣┌ノざく
18. No Brasil, o transporte marítimo movimenta quase todo o comércio exterior.
19. O Brasil atribui prioridade aos países da América do Sul e da África, em especial aos da África
Ocidental e aos de língua portuguesa, buscando aprofundar laços com eles.
Comentários: outra gr;ミSWàI;ミSキS;デ;à<àケ┌Wゲデ?ラàSWàPNDがàSWàさヮヴキラヴキS;SWざく Trata-se da prioridade de
aprofundamento de laços.
20. O Brasil é signatário do Tratado sobre a Não-Proliferação de Armas Nucleares e destaca a
necessidade do cumprimento do seu Artigo VI, que prevê a negociação para a eliminação total
das armas nucleares por parte das potências nucleares, ressalvando o direito de todos os países
ao uso da tecnologia nuclear para fins pacíficos.
Comentários: uma questão aqui poderia confundir o candidato no que diz respeito ao direito que
os países possuem para usar a tecnologia nuclear para fins pacíficos.
áà ケ┌Wゲデ?ラà デ;マHYマà ヮラSWà デヴラI;ヴà さWノキマキミ;N?ラà デラデ;ノざà ヮラヴà さWノキマキミ;N?ラà ヮ;ヴIキ;ノざà Wà Iラミa┌ミSキヴà ラà
candidato.
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21. Objetivos Nacionais de Defesa, segundo a PND:
Comentários: apesar de ser extenso, considero este quadro muito importante e passível de
cobrança. Decorem ao menos as palavras coloridas, que formam o núcleo e cada objetivo.
22. No caso de agressão externa, o País empregará todo o Poder Nacional, com ênfase na
expressão militar, na defesa dos seus interesses.
Objetivos
Nacionais
de Defesa
(11)
I - garantir a
soberania, o
patrimônio
nacional e a
integridade
territorial
II - defender os
interesses nacionais e
as pessoas, os bens e
os recursos brasileiros
no exterior
III-contribuir
para a
preservação da
coesão e da
unidade
nacionais
IV- contribuir
para a
estabilidade
regional
V - contribuir para a
manutenção da paz
e da segurança
internacionais
VI- intensificar a
projeção do Brasil no
concerto das nações e
sua maior inserção em
processos decisórios
internacionais
VII- manter Forças Armadas
modernas, integradas,
adestradas e balanceadas, e
com crescente
profissionalização, operando
de forma conjunta e
adequadamente desdobradas
no território nacional
VIII- conscientizar a
sociedade brasileira
da importância dos
assuntos de defesa
do País
IX - desenvolver a
indústria nacional de
defesa, orientada
para a obtenção da
autonomia em
tecnologias
indispensáveis
X - estruturar as Forças
Armadas em torno de
capacidades, dotando-
as de pessoal e material
compatíveis com os
planejamentos
estratégicos e
operacionais
XI- desenvolver o
potencial de
logística de defesa
e de mobilização
nacional
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CラマWミデ=ヴキラゲぎà ヮヴWゲデ;ヴà ;デWミN?ラà <à W┝ヮヴWゲゲ?ラà さZミa;ゲWà ミ;à W┝ヮヴWゲゲ?ラà マキノキデ;ヴざぁà O┌à ゲWテ;がà ゲWà エラ┌┗Wヴà
agressão externa, nosso país deverá empregar todo o poder nacional, com ênfase na expressão
militar (e não diplomática, por exemplo).
23. O SMO é a garantia de participação de cidadãos na Defesa Nacional e contribui para o
desenvolvimento da mentalidade de defesa no seio da sociedade brasileira.
24. A expressão militar do País fundamenta-se na capacidade das Forças Armadas e no potencial
dos recursos nacionais mobilizáveis:
Comentários: questão típica da prova, fácil de cobrar.
25. À ação diplomática na solução de conflitos soma-se a estratégia militar da dissuasão.
26. Excepcionalmente, em conflitos de maior extensão, de forma coerente com sua história e o
cenário vislumbrado, observados os dispositivos constitucionais e legais, bem como os interesses
do País e os princípios básicos da política externa, o Brasil poderá participar de arranjos de
defesa coletiva.
Capacidade
FFAA
Potencial
dos
Recursos
Nacionais
Mobilizáveis
Expressão
Militar
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A HISTÓRIA DA NAVEGAÇÃO
1. Materiais utilizados na construção naval に CRONOLOGIA:
Comentários: dificilmente uma questão cobraria isso, mas coloquei para sermos conservadores.
1-Madeira 2-Ferro 3-Aço
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2.Métodos de construção de embarcações: Costado Rígido x Esqueleto Rígido
Comentários: resume muita coisa da aula, portanto um bom esquema, mas com uma importância
menor.
Métodos de construção de embarcações
Costado
Rígido
Construção
1)Construía
primeiro o
costado
2)Juntavam
as tábuas
pelas bordas
3)Colocavam
reforços
estruturais
internos/exter
nos
Histórico
-Ainda se
constroem
pequenas
embarcações
com esse
método
-Na
Antiguidade,
era como se
construíam as
galés
Resultado
- Casco
Resistente
com ênfase
estrutural no
costado, bom
para resistir a
colisões e para
encalhar nas
praias
-Não permite
construir um
navio
exatamente
com a forma
do casco
desejada
Esqueleto
Rígido
Construção
Algumas
cavernas
eram
montadas
antes do
costado
Histórico
Empregado
pelos
portugueses
nas Grandes
Navegações
Resultado
Permite
construir um
navio
exatamente
com a forma do
casco desejada
(Possibilita
algum controle
da forma final
do casco) e
assim obter
maior
capacidade de
carga e suportar
melhor a
navegação
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3. Caravelas: características
Comentários: atentar para as características das velas latinas, seu formato triangular e a
destinação (exploração). As velas latinas possibilitavam navegar em bolina cochada, ou seja, contra
o vento.
4. Naus: Características
Caravelas p/ explorações
Principal navio que portugueses exploraram
o litoral africano durante o século XV
Tinham velas latinas (formato triangular) =
próprias para navegar com qualquer vento
(inclusive contra o vento) e, por isso,
adequadas às explorações da costa da
África.
Naus como mercantes p/ comércio
Naviomaior destinado à navegação e ao transporte
de mercadorias
Velas principais têm as vergas transversais à linha
de centro do navio
Velas têm forma de TRAPÉZIO mas são chamadas de
REDONDAS = boa com vento de popa (mas exigia
ângulos bem mais abertos do que vela latina
quando navegando contra o vento)
Mal armados (poucos canhões)
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Comentários: atentar para as características das velas redondas, seu formato em forma de
trapézio. Também atentar a destinação de mercante/transporte das naus.
4. Galões: Características
Comentários: atentar para as características dos galeões como navios mais armados, próprios para
guerrear.
5.Bússola: características e funcionamento
A bússola é composta por uma agulha imantada que se alinha em função do campo magnético
natural da terra, podendo-se saber a direção em que está o polo norte magnético, propiciando ao
navio traçar seu rumo, sua direção.
6. Passagem Meridiana:
Melhor forma de calcular a latitude no Hemisfério Sul era observando o Sol em sua passagem
meridiana, ou seja, medindo em graus sua altura, quando ele passa pelo ponto mais alto do céu,
no local onde se está, usando um astrolábio.
Galeões como navios de guerra
Navio de guerra maior e com mais canhões (p/
combater turcos no Oriente + corsários/piratas
europeus/muçulmanos no Atlântico)
Origem do navio de guerra p/ emprego no oceano
Construído p/ fazer longas viagens e combater
longe da Europa
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7. Astrolábio: características
O astrolábio era o instrumento náutico mais importante e servia para medir o ângulo entre o Sol
em sua passagem meridiana e a vertical.
8.Projeção de Mercator: Características, Vantagens x Desvantagens
Comentários: quadrinho de ótimo custo-benefício, apesar das questões cobradas até hoje terem
sido bem mais simples que isso.
Projeção de Mercator
Características
Meridianos e paralelos
são representados por
linhas retas, que se
interceptam formando
ângulos de 90º
Utilizada a partir do
final do séc. XVI até
dias de hoje
Vantagem
Rumos e marcações
de pontos de terra são
linhas retas,
facilitando a plotagem
Desvantagens
Distância mais curta
entre dois pontos não
é uma linha reta
Consideráveis
distorções em
latitudes mais
elevadas
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9.Doenças a bordo de navios veleiros
Comentários: nunca foi cobrado.
A EXPANSÃO ULTRAMARINA E O DESCOBRIMENTO DO BRASIL
1. O pioneirismo de Portugal de seu por:
Doenças a bordo dos navios veleiros
EsCorbuto
Carência de vitamina C
BeriBéri
Carência de vitamina B
EXPANSÃO ULTRAMARINA
PORTUGUESA
CENTRALIZAÇÃO POLÍTICA
ALIANÇA ENTRE SETORES MERCANTIS E A
NOBREZA
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2. Formação das Nações Europeias
O feudalismo, que nada mais era do que um modo de organização social e político
baseado nas relações de suserania e vassalagem. O suserano dava o lote de terra para o
vassalo trabalhar e, em troca disso, o vassalo devia fidelidade e o seu trabalho ao
suserano. Na verdade, o vassalo possuía também interesse na sua proteção, oferecida
pelo suserano. A formação das nações europeias deu-se a partir da crise do
feudalismo. Os burgos posteriormente transformaram-se em cidades ou vilas, o que
enfraqueceu o poder da nobreza (senhores feudais), possibilitando a retomada do
poder político pelos reis.
3. Origens de Portugal:
Em 711, a Península Ibérica foi conquistada pelos muçulmanos, compostos por
habitantes de várias localidades como árabes, sírios e persas, unidos pela fé islâmica.
Este grupo era chamado de mouros.
A origem da formação de Portugal se deu com D. Henrique de Borgonha, um nobre
francês que recebeu como recompensa pelos serviços prestados na guerra contra os
mouros a mão de uma das filhas do rei Afonso VI de Castela (Dona Teresa), além das
terras do Condado Portucalense.
Com as vitórias contra os mouros, D. Henrique conseguiu o apoio do papado. Não
tardou o reconhecimento da autonomia portucalense ante ao reino de Leão, o que
culminou no Tratado de Zamora.
As ordens militares e religiosas recebiam terras em troca de luta e, por meio da
agricultura, possibilitaram o povoamento do território português.
TRATADO DE ZAMORA (1143) --> Assinado por D. Afonso
Henriques, filho de D. Henrique de Borgonha e D. Afonso VII,
imperador de Leão, reconhecendo a independência do condado
portucalense, agora Reino de Portugal.
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4. Nobreza portuguesa: Participou ativamente da guerra da Reconquista, apoiando o esforço
militar da realeza. A retribuição da coroa foi a concessão de determinados privilégios à nobreza.
Porém, com o intuito de evitar a descentralização de poder, a coroa valeu-se de alguns
instrumentos que posteriormente limitavam o poder dos nobres.
5. O Reinado de D. Dinis e D. Fernando I:
É importante sabermos os principais acontecimentos no Reinado de D. Dinis e D. Fernando I:
D. Fernando I instituiu a Lei de Sesmarias, em 1375. Uma das medidas era a expropriação de
terras não produtivas, forçando assim a busca por mão de obra para o campo. Incrementou o
comércio marítimo e a exportação/importação incentivando a construção naval por meio da
isenção de impostos; autorização aos construtores de embarcações com mais de cem tonéis que
cortassem a madeira necessária nas matas reais com isenção de impostos; e criação da Companhia
das Naus, seguradora para evitar perdas financeiras do marinheiros;
INSTRUMENTOS DE
LIMITAÇÃO DO PODER DA
NOBREZA
AUTONOMIA AOS
CONCELHOS
ATENDIA AOS INTERESSES
DE COMERCIANTES E
MESTRES DE OFÍCIO
INQUIRIÇÕES
CONFIRMAÇÕES
VERIFICAR DIREITOS E
PROPRIEDADES REAIS
SANÇÃO DE TERRAS E
TÍTULOS DE NOBRES
ひ Definiu as fronteiras com os países Ibéricos por meio do Tratado de Alcanizes (1279);
ひ Instituiu a Marinha Real;
ひ Ordenou a exploração de minas de cobre, estanho e ferro;
ひ Assinou o primeiro acordo comercial com a Inglaterra (1308); e
ひ Intensificou a monocultura do pinheiro bravo.
Principais realizações de D. Dinis
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6. A sucessão do trono português e a Dinastia de Avis:
Morte de D. Fernando : crise na sucessão do trono, pois sua filha era casada com o rei de Castela e
este poderia ter pretensões ao trono português. Começa uma guerra contra Castela. Com a vitória
portuguesa, assume D. João I da dinastia de Avis.
Principal Guerra contra castela -> Batalha final de Aljubarrota!
A batalha não levou à paz definitiva com Castela, o que só veio a ocorrer em 1411, mas legitimou
D. João I como uma nova dinastia, a qual levou Portugal para os descobrimentos.
7. Portugal se lança ao mar:
Com o Estado centralizado, os nobres e os burgueses satisfeitos, Portugal pode então lançar-se em
empreendimentos externos às suas terras para a sua expansão, primeiro para o Norte da África e
em seguida para as Américas.
8. A divisão do mundo entre Portugal e Espanha:
Com a descoberta da América por Cristovão Colombo em 1492, D, João II de Portugal não aceitou
que Portugal não tivesse nenhuma terra por ali. Foi necessária a intervenção do Papa para mediar
o assunto, que se deu primeiro por meio da Bula Intercoetera, a qual não satisfez os portugueses e
depois pelo Tratado de Tordesilhas.
CARACTERÍSTICAS DA
EXPANSÃO MARÍTIMA
PORTUGUESA
PILHAGENS: Principalmente no norte da
África
Fundação de ENTREPOSTOS COMERCIAIS
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9. A descoberta do Brasil:
Portugal demorou para efetivamente se interessar pelo Brasil. Praticamente somente após 1530
isso ocorreu. De 1500 até 1530 basicamente tivemos Expedições Exploradoras e Guarda-Costas:
Tinham o objetivo de conhecer a terra e combater os franceses.
MISSÃO DE
EXPEDIÇÃO DE
MARTIM AFONSO DE
SOUZA (1530)
COMBATER OS
FRANCESES
DESCOBRIR TERRAS
E EXPLORAR RIOS
ESTABELECER
NÚCLEOS DE
POVOAÇÃO
Bula Intercoetera -> do Papa Alexandre VI concedeu à Espanha
o domínio das terras situadas a 100 léguas a oeste de Cabo Verde
e Açores.
Tratado de Tordesilhas -> em 1494, determinava agora que as
terras até 370 léguas de Cabo Verde pertenceriam a Portugal.
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INVASÕES ESTRANGEIRAS
1. Cronologia das Invasões:
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Comentários: Não é necessário decorar tudo. Coloquei para visualizar a ordem dos
acontecimentos. Notem que a França Antártica no Rio de Janeiro ocorreu primeiro do que a França
Equinocial no Maranhão.
Adiantando os próximos resumos, há poucas questões sobre detalhes das batalhas das invasões
エラノ;ミSWゲ;ゲくàáデWミデ;ヴがàヮラヴYマがàヮ;ヴ;àラàWヮキゲルSキラàS;àさJラヴミ;S;àSラゲàV;ゲゲ;ノラゲざàふ┗WヴWマラゲà;Sキ;ミデWぶく
2. Invasões Francesas no Brasil
Franceses: faltou apoio do Estado Francês
Brasil Colônia: apoio pleno do Estado Português
3. França Antártica = Rio de Janeiro
A pior falha de Villegagnon foi a presença de poucas mulheres europeias no grupo, o
que fez com que muitos colonos procurassem as índias para se relacionarem. Esta
atitude era difícil para Villegagnon entender, por sua formação religiosa, com voto de
castidade, não admitindo sexo fora do casamento.
4. França Antártica: Grupo heterogêneo de Villegagnon
As pessoas que vieram com Villegagnon formavam um grupo heterogêneo: católicos e
protestantes soldados escoceses e ex-presidiários.
5. França Antártica: plano de invasão de iniciativa privada
O Almirante Coligny e o Rei da França Henrique II, que aprovou o plano de invasão, de
iniciativa privada, prometeu apoio e forneceu financiamento à Villegagnon.
6. França Antártica: dificuldades
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7.França Antártica: pior falha de Villegagnon
A pior falha de Villegagnon, no entanto, foi a presença de poucas mulheres europeias
no grupo, o que fez com que muitos colonos procurassem as índias para se relacionarem.
8.França Antártica: alianças com índios
Franceses contavam com a aliança dos índios TUPINAMBÁS
x
Portugueses contavam com a aliança dos índios TERMIMINÓS
9. França Antártica: reação portuguesa
1560: A reação portuguesa ocorreu quando o Governador Mem de Sá atacou o Forte de
Coligny com uma força naval que trouxera da Bahia, arrasando-o. Depois partiu para
São Vicente sem deixar uma guarnição na Guanabara.
Comentários: saber que a reação portuguesa à invasão francesa no Rio ocorreu primeiro com Mem
de Sá em 1560 e depois com Estácio de Sá em 1565(que fundou o Rio de Janeiro), no próximo
esquema.
Dificuldades da França Antártica
Recrutamento difícil
Grupo Heterogêneo
Presença de poucas mulheres
europeias (pior falha de
Villegagnon)
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10. França Antártica: Estácio de Sá funda o Rio
1565: Mem de Sá mandou vir de Portugal uma nova esquadra chefiada por seu
sobrinho Estácio de Sá, que fundou a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro entre o
Morro Cara de Cão e o Pão de Açúcar.
11.França Equinocial: Maranhão に Expedição colonizadora
Em 1612, partiu da França a expedição colonizadora chefiada pelos sócios, Daniel de la
Touche de la Ravardière e Nicolau de Harlay de Sancy. Quando chegaram, construíram
o Forte de São Luís, no Maranhão.
Comentários: saber que La Ravardière e Sancy vieram na primeira expedição colonizadora ao
Maranhão.
10.França Equinocial: Maranhão に Principais pontos
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Comentários: grande custo-benefício. Saber principalmente que Jerônimo de Albuquerque foi o
primeiro nascido no Brasil (mameluco, filho de índia com português) a comandar uma força naval.
11. Construção do Forte do Presépio:
Em 1616, os portugueses construíram o Forte doPresépio, origem da atual Belém do
Pará.
França Equinocial
(Maranhão)
Na atual São Luís havia povoação de franceses, em boa
convivência com índios tupinambás.
Governo Francês não financiou a colônia, pois estava com boas
relações com a Espanha (leia-se União Ibérica, à qual Portugal
pertencia, na época).
1614: uma força naval (a 1ª comandada por um brasileiro)
comandada por Jerônimo de Albuquerque, chegou ao
Maranhão para combater os franceses.
1615: antes do término da trégua de um ano, uma armada de 9
navios comandados pelo capitão português Alexandre de
Moura cerca os franceses, enquanto as forças comandadas por
Jerônimo de Albuquerque se dirigem, no dia seguinte, para o
Forte de São Luís, onde La Ravardière se rende sem resistência.
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12. Invasão holandesa na Bahia: principais pontos
Comentários: De todos esses pontos, destaco a Jornada dos Vassalos:
Comandante-geral: D. Fadrique de Toledo Osório, o Marquês de Villanueva de Valdueza.
A poderosa armada luso-espanhola (nesta época Portugal fazia parte da União Ibérica, junto da
Espanha) chegou a Salvador em 29 de março de 1625. Era a maior força naval que até aquela data
atravessara o Atlântico. Decisiva para a expulsão dos holandeses na Bahia!
Cerca de 20 navios holandeses se abrigavam sob a proteção dos fortes e a cidade de Salvador era
defendida por tropas holandesas. Iniciou-se o ataque luso-espanhol e, a 1º de maio de 1625, os
holandeses renderam-se.
Invasão
holandesa na
Bahia (1624-
1625)
Planejada pela Companhia das Índias Ocidentais (WIC)
Objetivo: lucro com o açúcar
Força naval holandesa que conquistou Salvador: 26 navios, com 509
canhões e tripulados por 1.600 marinheiros e 1.700 soldados.
Comandante: Almirante Jacob Willekens.
Jornada dos Vassalos (força naval luso-espanhola): 25 galeões, 10
naus, 10 urcas, 6 caravelas, 2 patachos e 4 navios menores.
Comandante-geral: Marquês de Villanueva de Valdueza.
Chegou antes dos holandeses! Decisiva para a expulsão!
1º de maio de 1625: rendição holandesa. Dias depois, aparece o
socorro holandês (34 naus). Percebendo a retomada da cidade, não
se animaram a lutar
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13.Invasão holandesa em Pernambuco, após fracasso na Bahia: dificuldades de Portugal
Portugal estava sob domínio da Espanha, na chamada União Ibérica. Durante esse
período, houve pouco recurso para expulsar os holandeses.
Cabe observar que era necessário proteger com escoltas as frotas que levavam a
produção de açúcar para Portugal e as que levavam a produção mineral das colônias
espanholas para a Espanha.
14. Invasão holandesa em Pernambuco: principais combates navais
Principais combates navais contra holandeses em Pernambuco:
→Combate Naval dos Abrolhos, em 3 de setembro de 1631
→Batalha Naval de 1640, ocorridos intermitentemente durante cinco dias, de 12 a 16
de janeiro
15. Invasão holandesa em Pernambuco: Combate Naval dos Abrolhos
Combate Naval de
Abrolhos (1631)
Luso-espanhóis x
holandeses
Luso-espanhóis: 17 galeões, 23 navios
mercantes com açúcar, 12 caravelas
com tropas e 3 patachos.
Comandante: Oquendo
Holandeses: 18 navios. Comandante:
Adriaen Janszoon Pater
Objetivo de Oquendo neste Combate
Desembarcar tropas e
socorros no Arraial de
Bom Jesus e Pernambuco
(Cumpriu)
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16. Invasão holandesa em Pernambuco: Batalha Naval de 1640
17. Invasão holandesa em Pernambuco: domínio marítimo holandês decisivo
Os holandeses conseguiram manter o domínio do mar e se aproveitaram dele para
bloquear os portos principais e atacar o litoral do Nordeste do Brasil, expandindo sua
conquista.
O domínio marítimo holandês, durante quase toda a ocupação, foi decisivo para que
eles mantivessem a conquista!
Comentários: de todas os resumos sobre invasões holandesas, este quadrinho e o próximo são os
principais!
18. Invasão holandesa em Pernambuco: desgaste financeiro da Holanda
Batalha naval de
1640
Luso-espanhóis: 66 navios e
embarcações, transportando
tropas da força naval.
Comandante: Conde da Torre
Objetivo: Conde da Torre saiu
de Salvador com o objetivo de
desembarcar tropas em
Pernambuco
Não cumpriu: ele decidiu pelo
desembarque no atual Estado
do Rio Grande do Norte e
regressar a Salvador com sua
força naval
Holandeses: 30 navios (depois
35). Comandante: Willem Loos
Para os luso-espanhóis foi
uma derrota estratégica. A
força holandesa foi muito
pouco desfalcada
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O desgaste financeiro da Holanda provocado pelo confronto militar com os ingleses e a
ajuda da Inglaterra aos rebeldes foram fundamentais para a rendição.
19. Invasão holandesa em Pernambuco: organizador-chefe da insurreição pernambucana
Organizador-chefe da insurreição pernambucana: governador-geral do Brasil, Antônio
Teles da Silva
20. Invasão holandesa em Pernambuco: plano para ocupar Recife na insurreição pernambucana e
Jornada do Galeão
Plano para ocupar Recife do Governador Teles da Silva: juntar os 2 galeões de Salvador
de Sá (São Pantaleão e São Pedro de Hamburgo) à força naval do Coronel Serrão de
Paiva (cujos 3 navios mais fortes eram naus) para desembarcar na cidade.
Jornada do Galeão acabou sendo somente um ato de emprego político do Poder Naval
pelos portugueses, influenciando as mentes e as atitudes, sem uso de força.
Comentários: episódio da Jornada do Galeão (Pernambuco). Não confundir com Jornada dos
Vassalos (Bahia)!
Na noite de 11 de agosto de 1644, 37 navios , incluindo os dois galeões, fundearam em frente a
Recife.
Vigorava a trégua e, portanto, oficialmente, as hostilidades não estavam autorizadas. Os navios
holandeses permaneceram no porto, aguardando o desenrolar dos acontecimentos e, em terra,
estavam dispostos a resistir a qualquer tentativa de desembarque.
Salvador de Sá, que estava com a mulher e os filhos a bordo do São Pantaleão, mandou entregar
uma carta sua, juntamente com outra de Serrão de Paiva, declarando que estavam ali para
ajudar os holandeses no restabelecimento da paz em Pernambuco. Não houve resposta imediata.
Convocado um conselho a bordo do São Pantaleão, concordaram os comandantes dos navios
portugueses que não havia condições favoráveis para atacar ou manter um bloqueio de Recife.
No dia 13, o mau tempo obrigou os navios a buscarem o alto-mar.
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Durante todo o dia 12, no entanto, tinham sido admirados pelo povo pernambucano e o
que, depois, ficou conhecido como a Jornada do Galeão, acabou sendo, somente, um
ato de emprego político do Poder Naval pelos portugueses, influenciando as mentes e
as atitudes, sem uso de força.
21. Invasão holandesa em Pernambuco: Lichthardt x Serrão de Paiva
Nラà マZゲà ゲWェ┌キミデWà <à さJラヴミ;S;à Sラà G;ノW?ラざがà Wマà Γà SWà ゲWデWマHヴラà SWà ヱヶヴヵがà ラà Almirante
holandês Lichthardt resolveu atacar Serrão de Paiva.
Portugueses:7 naus, 3 caravelas e 4 embarcações, com uma tripulação de mil homens
aproximadamente, e estavam fundeados.
Lichthardt: investiu a barra com 8 navios holandeses e foi abordar os navios
portugueses dentro da baía.
Resultado: Com o domínio do mar novamente assegurado, os holandeses puderam
movimentar suas tropas de reforço, sem risco de oposição no mar.
22. Invasão holandesa em Pernambuco: ocupação holandesa na Ilha de Itaparica
Em fevereiro de 1647, os holandeses atacaram e ocuparam a Ilha de Itaparica, com
uma força naval comandada pelo Almirante Banckert. O propósito era ameaçar
Salvador.
23. Invasão holandesa em Pernambuco: Armada de Socorro do Brasil
Após ocupação holandesa em Itaparica, D. João IV designou Antônio Teles de Menezes
comandante da さArmada de Socorro do Brasilざがà a;┣WミSラ-o Conde de Vila Pouca de
Aguiar e nomeando-o governador e capitão-general do Estado do Brasil, em
substituição a Teles da Silva.
Comentários: Armada de Socorro do Brasil pode ser cobrada! Saber o nome de seu comandante:
Antônio Teles de Menezes (Conde de Vila Pouca de Aguiar).
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23. Invasão holandesa em Pernambuco: Composição da Armada de Socorro do Brasil
Composição da Armada de Socorro do Brasil: 20 navios: 11 galeões, 1 urca, 2 naus, 2
fragatas e 4 navios menores. Partiu de Lisboa em 18 de outubro de 1647, chegando a
Salvador em 24 de dezembro.
24. Invasão holandesa em Pernambuco: Missão da Armada de Socorro do Brasil
A missão da esquadra do Conde de Vila Pouca de Aguiar (Armada de Socorro) não era
expulsar os holandeses de Pernambuco ou atacar Recife, mas proteger Salvador e
expulsar os invasores da Ilha de Itaparica.
Comentários: a Armada de Socorro tinha função emergencial, para expulsar invasores da ilha de
Itaparica. Não objetivava expulsar os holandeses de Pernambuco ou atacar Recife.
25. Invasão holandesa em Pernambuco: 1ª Batalha dos Guararapes
Em 19 de abril de 1648, travou-se a Primeira Batalha dos Guararapes e os holandeses,
mais numerosos e com fama de estarem entre os melhores soldados da Europa de
então, foram derrotados no campo de batalha.
26. Invasão holandesa em Pernambuco: Primeira projeção brasileira de poder para o exterior
Em novembro de 1648, chegou a notícia da vitória de Salvador de Sá, com a rendição
dos holandeses em Angola, no que poderia se chamar de primeira projeção brasileira
de poder para o exterior, pois o Rio de Janeiro foi a base para a libertação de Angola e
muitos brasileiros participaram da luta, inclusive índios. Isso levantou o ânimo dos
portugueses para continuar a luta no Brasil.
27. Invasão holandesa em Pernambuco: Companhia Geral do Comércio do Brasil
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Ficou evidente que somente com a organização de comboios seria possível manter as
rotas de navegação entre Portugal e Brasil. Criou-se, então, a Companhia Geral do
Comércio do Brasil.
28. Invasão holandesa em Pernambuco: 2ª Batalhas dos Guararapes
Em fevereiro de 1649, a Companhia das Índias Ocidentais resolveu repetir, em terra, o
ataque às forças rebeldes, em Guararapes: novamente os holandeses foram
derrotados, ficando óbvio para eles que sem um novo socorro da Europa nada mais
poderia ser feito em terra.
29. Invasão holandesa em Pernambuco: Rendição holandesa
Em dezembro de 1653, a quarta frota da Companhia do Brasil portuguesa chegou ao
Brasil. O comandante da frota, Pedro Jaques de Magalhães, decidiu bloquear Recife e
apoiar os revoltosos luso-brasileiros.
A rendição de Recife finalmente ocorreu no final de janeiro de 1654.
30. Invasão holandesa em Pernambuco: motivo do longo êxito dos holandeses
O longo êxito dos holandeses no Brasil foi resultante do esmagador domínio do mar
que conseguiram manter durante quase todo o período da ocupação.
Comentários: muito importante. Justifica porque os holandeses permaneceram tanto tempo no
Brasil.
31. Corsários franceses no Rio de Janeiro
Corsários Franceses no Rio, que visavam o LUCRO:
Duclerc →derrotado e assassinado.
Duguay-Trouin →conquistou Ilha das Cobras e ocupou a cidade.
32. Tratados de Limites: Tratado de Madrid
Fruto do trabalho de Alexandre de Gusmão
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Alexandre de Gusmão defendeu o princípio do Uti-possidetis (a terra pertence a quem
a ocupa).
33.Tratados de Limites: Portugal x Espanha
Comentários: é o resumo de páginas e páginas! Decorar com muito empenho!
TRATADOS
DE LIMITE:
PORTUGAL
X ESPANHA
Tratado de LISBOA
(1681) 7 POVOS não entra SACRAMENTO
Tratado de UTRETCH
(1715)
7 POVOS não entrou
no Tratado
(ESPANHA)
SACRAMENTO
Tratado de
MADRID(1750) 7 POVOS SACRAMENTO
Tratado de PARDO
(1761) 7 POVOS SACRAMENTO
Tratado de SANTO
ILDEFONSO (1777) 7 POVOS SACRAMENTO
Tratado de BADAJÓS
(1801) 7 POVOS SACRAMENTO
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FORMAÇÃO DA MARINHA IMPERIAL BRASILEIRA
1. A Cronologia dos fatos que culminaram com a vinda da Família Real para o Brasil:
Iluminismo.
Ascensão de
Napoleão.
Hostilidades entre
França e Inglaterra
Bloqueio Continental
(1806). Fuga da
Família Real para o
Brasil
Chegada da Família
Real. Abertura dos
Portos. Tratado de
Cooperação e
Amizade (1810)
TRATADO DE COOPERAÇÃO
E AMIZADE
INGLATERRA Ȃ 15%
PORTUGAL Ȃ 16%
DEMAIS NAÇÕES Ȃ 24%
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2. D. João cria algumas instalações no país:07 DE MARÇO DE 1808 DESEMBARQUE DA BRIGADA REAL DE MARINHA Ȃ
MARCO ZERO DOS FUZILEIROS NAVAIS
INSTALAÇÕES
CRIADAS POR D.
JOÃO PARA
FORTALECER O
MINISTÉRIO DA
MARINHA
Quartel General
da Armada
Intendência e
Contadoria
Arquivo
Militar
Hospital da
Marinha
Fábrica de
Pólvora
Conselho
Supremo
Militar
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3. A política externa de D. João. Invasão à Caiena:
Esse foi o primeiro ato consistente da política externa de D. João, contando com forças
navais e terrestres inglesas, portuguesas e brasileiras, tudo em represália a Napoleão,
pois já ocorrera a invasão do território português pelas tropas do General Junot. Assim,
em 1º de maio de 1808, D. João declara guerra à França e revoga todos os tratados que
fora obrigado a assinar.
INVASÃO A CAIENA: A importância dessa operação recai na condição de ter sido o primeiro ato
consistente de política externa de D. João realizada por meio militar, contando com forças navais
e terrestres anglo-luso-brasileira.
Aparato de Invasão a Caiena
Duas companhias de granadeiros, duas
companhias de caçadores e uma bateria de
artilharia (400 homens)
Escuna General Magalhães (capitânia); Cúteres
Vin-gança e Leão; três barcas-canhoneiras;
Sumaca Ninfa; dois obuseiros; Iate Santo
Antônio; e a Lancha São Narciso
Corveta inglesa Confidence (comando do
Capitão-de-Mar-e-Guerra James Lucas Yeo) e
Brigue Voador (comando do Capitão- Tenente
José Antônio Salgado), Brigue Infante D. Pedro
(comando do Capitão-Tenente Luís da Cunha
Moreira) + 300 homens
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4.Desenrolar da anexação da banda oriental:
5. A revolta nativista de 1817: atuação da Marinha.
Artigas incita as camadas
populares contra a formação das
Provínicas Unidas do Rio da
Prata e ocupa territórios nas
fronteiras
Portenhos e Brasileiros se unem
contra Artigas. Atuação das
tropas por terra (LECOR) e pelo
mar (Esquadra)
Vitórias brasileiras em
Maldonado seguindo com a
tomada de Montevidéu.
Incorporação da Banda Oriental
aprovada por deputados das
localidades orientais
MOTIVOS DA REVOLUÇÃO
PERNAMBUCANA DE 1817
EXCESSIVOS GASTOS DA CORTE
PORTUGUESA, COM A ELEVAÇÃO
DE IMPOSTOS
MISÉRIA E FOME DA POPULAÇÃO
EM VIRTUDE DA GRANDE SECA E
QUEDA DA PRODUÇÃO DE AÇUCAR
RIVALIDADE ENTRE BRASILEIROS E
PORTUGUESES
INFLUÊNCIA DA REVOLUÇÃO
FRANCESA, INDEPENDÊNCIA DO
HAITI E DOS EUA
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6. A Marinha nas Guerras de Independência:
Importância da Marinha na Guerra de Independência:
- transportar tropas e suprimentos para o embate com os portugueses.
- isolar, bloqueando os portos das cidades, os portugueses, impedindo a chegada de
reforços e guarnições portuguesa, fustigando-os com fogo.
7. A Confederação do Equador:
Temos como causas:
GUERRAS DE
INDEPENDÊNCIA
ATUAÇÃO DA MARINHA
TRANSPORTE DE TROPAS E
SUPRIMENTOS
ISOLAMENTO DE PORTOS E
FUSTIGAÇÃO COM FOGO
OPERAÇÕES NAVAIS
SALVADOR
CISPLATINA
GRÃO-PARÁ E MARANHÃO
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- forte descontentamento com a centralização imposta por D. Pedro I presente na constituição de
1824.
- descontentamento com a influência portuguesa mesmo após a independência. Havia medo de
voltarmos a ser colônia até pelo parentesco entre Portugal e brasil.
Objetivos da revolta:
- convocação de nova constituinte com caráter liberal.
- diminuir a influência do governo central nos assuntos políticos regionais.
- acabar com o tráfico dos escravos.
- organizar as forças de resistência contra a repressão do governo central imperial.
- formar um governo de independência na região.
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ATUAÇÃO DA MARINHA NOS CONFLITOS DE REGÊNCIA E INÍCIO DO 2º REINADO
1.Conflitos Internos e Externos: Cronologia e Localidade
Comentários: muito importante! Saber o local e a data destes conflitos pode ajudar muito!
2. Cabanagem = Grão-Pará:
Obs.: O Vice-Almirante Frederico Mariath, como capitão-de-fragata, substituiu o Chefe-
de-Divisão John Taylor no comando da Força Naval que combateu a Cabanagem.
3. Guerra dos Farrapos: SC + RS
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4. Sabinada = Salvador
Como foi a Sabinada foi combatida pela Marinha Imperial?
Com um bloqueio da província e o combate a uma diminuta Força Naval montada pelos
rebeldes com navios apresados.
Comentários: importante, pois reflete a ação da Marinha no conflito. Tudo o que envolve a
Marinha do Brasil diretamente a banca adora.
5. Balaiada = Maranhão + Piauí
O então Capitão-Tenente Joaquim Marques Lisboa に futuro Marques de Tamandaré -
(Comandante da Força Naval) atuou em cooperação com o então Coronel Luís Alves de
Lima e Silva, o futuro Duque de Caxias.
6. Revolta Praieira = Pernambuco
Comandante da Força Naval Imperial: CF Joaquim Ignácio
Capitânia: Fragata Constituição
Guerra dos Farrapos
Marinha atuou em cooperação com Exército no
transporte e abastecimento de tropas e apoiou ações
em terra com canhões embarcados
Combates não ocorreram em mar aberto, mas em águas
restritas, como as Lagoas dos Patos e Mirim.
1º combate naval:
Iate Oceano (vencedor) (Marinha Imperial) x Cúter
Minuano (revoltosos)
A Força Naval dos farroupilhas na Lagoa dos Patos foi
vencida em 1839, quando o Chefe-de-Divisão John
Pascoe Grenfell, comandante das Forças Navais no Rio
Grande, apresou dois lanchões rebeldes em Camaquã
1ª vez em que a Marinha brasileira empregou um navio
movido a vapor em operações de guerra
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7. Guerra Cisplatina: objetivos
Objetivos de Brasil e Argentina na Guerra Cisplatina:
-controlar o Rio da Prata;
-posse da Província Cisplatina.
8. Guerra Cisplatina: estopim
Com o fortalecimento das forças de Lavalleja na Banda Oriental, as Províncias Unidas do
Rio da Prata oficializaram seu apoio à revolta, declarando anexada a Banda Oriental ao
território argentino. Isso significava uma declaração de guerra ao Brasil.
9. Guerra Cisplatina: primeira ação de guerra naval
Como primeira ação de guerra, a Força Naval brasileira no Rio da Prata, comandada pelo
Vice-Almirante Rodrigo Lobo, estabeleceu um bloqueio naval no Rio da Prata,
pretendendo impedir qualquer ligação marítima entre as Províncias Unidas e os
rebeldes de Lavalleja, e dos dois adversários com o exterior.
Comentários: importante, pois novamente reflete a ação da Marinha no conflito.
10. Guerra Cisplatina: vantagens dos adversários
Vantagens dos adversários na Guerra Cisplatina:
- Conhecimentos hidrográficos do estuário do Rio da Prata;
- Operavam próximo ao seu porto base (LOZ POZOS)
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11. Guerra Cisplatina: troca de comandante da Força Naval
Em 13 de maio de 1826, o Almirante Rodrigo Pinto Guedes, o Barão do Rio da Prata,
substituiu o Almirante Rodrigo Lobo, que tinha se mostrado pouco capaz no comando
da Força Naval do Império do Brasil em operações de guerra no Rio da Prata.
Comentários: sempre bom decorar os comandantes de forças navais.
12.Guerra Cisplatina: primeira medida tomada pelo Almirante Pinto Guedes = estabelecer uma
nova disposição das forças navais (4 Divisões) que reforçasse o bloqueio naval:
Comentários: nesse esquema, saber que o Almirante Rodrigo Pinto Guedes, na Guerra Cisplatina,
criou estas 4 divisões já é um grande diferencial pra prova.
Forças Navais do
Almirante Rodrigo Pinto
Guedes
1ª DIVISÃO: navios mais
poderosos/maiores
CORTAR
ABASTECIMENTO DA
ARGENTINA
CAPTURAR CORSÁRIOS
LINHA EXTERIOR DE
BLOQUEIO
2ª DIVISÃO: navios +
leves
OPERAR NO INTERIOR
DO ESTUÁRIO
BLOQUEIO NAVAL ENTRE
SACRAMENTO, B.AIRES E
ENSEADA BARREGÃ
3ª DIVISÃO: navios de
navegação fluvial
DEFENDER SACRAMENTO
E PATRULHAR RIOS
URUGUAI,NEGRO,
PARANÁ
IMPEDIR SUPRIMENTOS
DESDE TERRITÓRIO
ARGENTINO
4ª DIVISÃO: navios em
reparo
FORÇA RESERVA EM
MONTEVIDÉU
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13.Guerra Cisplatina: Combate de Juncal
Derrota da 3ª Divisão da Marinha Brasileira em 1827, no Combate de Juncal,
comandada pelo CF Jacinto Roque Sena Pereira.
14.Guerra Cisplatina: Combate de Monte Santiago
15. Guerra Cisplatina: Guerra de Corso
As grandes perdas argentinas no Combate de Monte Santiago, em abril de 1827,
ratificaram a opção pela guerra de corso. Durante todo o conflito, as Províncias Unidas
armaram corsários.
A guerra de corso contra o nosso comércio marítimo foi mais efetiva contra o esforço
de guerra brasileiro do que a Esquadra argentina.
Combate de Monte Santiago
Golpe final contra a Esquadra
argentina
Demonstração de que o bloqueio
naval do Almirante Rodrigo Pinto
Guedes foi efetivo
2ª Divisão brasileira fustigou com
seus canhões os navios argentinos,
que encurralados entre a força
brasileira e os bancos de areia,
foram destroçados
Capturados pela Marinha
Brasileira: Brigue República e
Independência
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Comentários: importante saber que, na Guerra Cisplatina, a guerra de corso inimiga foi mais
efetiva do que a próprio esquadra Argentina.
16. Motivo do Fracasso das 2 expedições contra bases corsárias de Carmen de Patagones e San
Blas:
-Desconhecimento dos brasileiros das condições hidrográficas da região da Patagônia
-Falta de informações sobre as defesas a serem enfrentadas
17. Guerra Cisplatina: fim do conflito
A indefinição da campanha terrestre e o esgotamento econômico e militar de ambos
os contendores levaram o Brasil a aceitar a mediação da Grã-Bretanha para o fim da
guerra.
O acordo de 27 de agosto de 1828 estipulava que ambos os lados renunciariam a suas
pretensões sobre a Banda Oriental, que se tornaria um país independente (interesse da
Inglaterra): a República Oriental do Uruguai.
18.Guerra contra ORIBE DO URUGUAI( ) + ROSAS DA ARGENTINA( ): visualização de
alianças
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Comentários: coloquei este quadrinho para facilitar o entendimento das alianças da Guerra contra
OヴキHWà Wà ‘ラゲ;ゲがà ヮラキゲà aキI;à Iラミa┌ゲラà ゲ;HWヴà ケ┌Wà OヴキHWà Wゲデ=à さIラミデヴ;ざà ゲW┌à ヮヴルヮヴキラà ヮ;ケゲà ふUヴ┌ェ┌;キぶがà ミラà
projeto de anexação do Uruguai à Argentina.
O projeto de anexação do Uruguai ao território argentino encontrou em Juan Manuel de ROSAS
liderança máxima da Confederação Argentina desde 1835 e em Manuel ORIBE, líder do partido de
oposição ao governo uruguaio (o Partido Blanco), seus executores.
O Império brasileiro, contra a anexação, apoiava o governo constituído do Uruguai, exercido pelo
Partido Colorado.
Uruguai
Partido Blanco
ORIBE
(Uruguai)
ROSAS
(Argentina)
Partido Colorado
Brasil
URQUIZA
(Argentina)
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19. Guerra contra ORIBE DO URUGUAI( ) + ROSAS DA ARGENTINA( ): principais pontos do
conflito
Comentários: quadrinho de grande custo-benefício, visto que resume praticamente tudo o que a
banca pode perguntar sobre Oribe e Rosas.
Atentar para a solução de Greenfell, na qual navios a vapor (mais ágeis/rápidos) rebocaram navios
veleiros (mais armados): Os vapores brasileiros Dom Afonso - capitânia de Greenfell, e mais o
Pedro II, o Recife e o D. Pedro, rebocando duas corvetas e um brigue, estes três à vela, tiveram
êxito nessa passagem e as tropas brasileiras puderam atacar e derrotar, em Monte Caseros, as
tropas de Rosas, pondo fim ao conflito.
Atentar para o fato de que a Passagem de Tonelero representou a única operação ofensiva
realizada pela Marinha Imperial naquele conflito (seguindo aquela lógica que a banca gosta de
tudo que é relacionado à ação da nossa Marinha).
Depois da Passagem de Tonelero:
Além disso, o emprego da Força Naval no transporte de tropas para a área do conflito e,
notadamentedepois de Tonelero, na transposição das tropas aliadas da margem uruguaia para
território argentino, no Rio da Prata e Rio Paraná, foi fator essencial para o sucesso das ações
militares desenvolvidas pelos aliados contra Rosas e Oribe.
Guerra contra
ORIBE DO
URUGUAI + ROSAS
DA ARGENTINA
Em 1851, Brasil fez uma aliança com
oposicionista de Rosas, o
governador da Província argentina
de Entre Rios, Justo José de
URQUIZA
O comando da Força
Naval foi entregue ao
Chefe-de-Esquadra John
Pascoe Grenfell
(veterano nas lutas de
Independência e
Cisplatina)
Passagem de Tonelero
Missão da Marinha contra
ROSAS: transportar as tropas
aliadas pelo Rio Paraná até a
localidade de Diamante
Nessa missão, a Força Naval
brasileira tinha como
obstáculo o Passo de
Tonelero, fortemente
armado
O rio era estreito e a Força
デWヴキ;àケ┌Wàヮ;ゲゲ;ヴàさヴ;ゲヮ;ミSラざà
no Forte e recebendo fogo
inimigo
"Solução de Greenfell":
navios a vapor (mais
ágeis/rápidos) REBOCARAM
navios veleiros (mais
armados)
Representou a única
operação ofensiva realizada
pela Marinha Imperial nesse
conflito
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A GUERRA DO PARAGUAI
1. Vamos dividir a Guerra basicamente em 4 fases distintas:
1) O Ataque Paraguaio:
- Invasão do Mato Grosso em dezembro de 1864;
- Invasão da Argentina em janeiro de 1865;
- Tomada de Uruguaiana em junho de 1865.
2) A reação dos aliados:
- Formação da Tríplice Aliança em maio de 1865;
- Batalha Naval do Riachuelo em junho de 1865;
- Invasão do Paraguai em fins de 1865.
3) Comando de Caxias:
- A retirada de laguna em maio de 1867;
- Tomada de Humaitá em agosto de 1868;
- A dezembrada em dezembro de 1868.
4) Sob o comando do Conde D`eu
- Campanha nas cordilheiras em abril de 1869; e
- Perseguição e morte de Solano López em março de 1870.
- O Paraguai era governado por Solano López, que ampliou sua política externa com o objetivo de
conseguir uma saída para o mar. Porém, a forma como conduziu sua política externa levou ao
início do conflito.
ATENÇÃO AO ESQUEMA ABAIXO! DECOREM!
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2.A guerra era vista por diferentes visões:
- Solano López: era a oportunidade de colocar o país como potência regional e ter
acesso ao mar pelo porto de Montevidéu, graças à aliança com os Blancos uruguaios e
os federalistas argentinos, representados por Urquiza. Os federalistas já tinham sido
aliados do brasil.
- Bartolomeu Mitre: era a forma de consolidar o estado centralizado argentino,
eliminando apoios externos aos federalistas proporcionados pelos Blancos e por Solano
López.
- Blancos: o apoio militar paraguaio contra argentinos e brasileiros viabilizaria impedir
que os dois vizinhos continuassem a intervir no Uruguai.
A Força Naval brasileira era composta por 45 embarcações, sendo:
- 33 de propulsão mista (vela e vapor);
- 12 que dependiam exclusivamente do vento para se deslocar.
3.Batalha Naval do Riachuelo
ATOS DE HOSTILIDADE
PARAGUAIA QUE LEVARAM À
FORMAÇÃO DA TRÍPLICE
ALIANÇA
Apresamento do Vapor brasileiro
Marquês de Olinda, que viajava para
Mato Grosso transportando o novo
presidente dessa província, em 12 de
novembro de 1864, em Assunção
Invasão do Sul de Mato Grosso por
tropas paraguaias, em 28de dezembro
de 1864
A invasão de território da Argentina
por tropas paraguaias, em13 de abril
de 1865, ocupando a Cidade de
Corrientes e apresando os vapores
argentinos Gualeguay e 25 de Mayo
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O desenrolar da Batalha:
- Paraguai invade o Rio Grande do Sul e alguns locais na Argentina;
- Brasil decide realizar um bloqueio no Rio Paraná para impedir a entrada de tropas e
abastecimento para as Forças Paraguaias;
- Solano López decide armar uma emboscada para os brasileiros junto a Foz do Riachuelo, com a
participação da sua Esquadra e baterias em terra, além de chatas artilhadas;
- Após o atraso do CF Mezza, em virtude de problemas em um navio, as Forças brasileiras não são
surpreendidas pelas paraguaias.
- No conflito, 3 navios são perdidos, mas Barroso consegue a vitória por meio do abalroamento dos
navios paraguaios com a Fragata Amazonas. A esquadra paraguaia foi aniquilada e não teve mais
relevância do conflito.
COMPOSIÇÃO DAS FORÇAS :
BRASILEIRA: Fragata Amazonas e Vapores
Jequitinhonha, Belmonte, Beberibe, Parnaíba,
Mearim, Araguari, Iguatemi e Ipiranga
PARAGUAIA: Navios: Tacuary, Paraguary,
Igurey, Ipora, Jejuy, Salto Oriental, Marquês de
Olinda e Pirabebe; rebocando seis chatas
artilhadas.
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- Após essa Batalha, a esquadra paraguaia, que se encontrava altamente debilitada, não
possuiu mais relevância no conflito. A guerra passaria agora para o lado Paraguaio. Para
avançar ao longo do Rio Paraguai, era necessário vencer diversas passagens fortificadas,
destacando-se, inicialmente, Curuzu, Curupaiti e Humaitá.
- o Arsenal de Marinha da Corte, localizado no Rio de Janeiro, iniciou a construção de
encouraçados, que eram navios mais resistentes, podendo operar com mais segurança
em rios. Durante a guerra, foram incorporados à Armada brasileira 17 navios
encouraçados.
4. A passagem por Curuzu e Curupaiti:
- Curuzu e Curupaiti eram duas fortificações situadas às margens do Rio Paraguai. O
Forte de Curuzu situava-se à margem esquerda do Rio Paraguai e foi tomado pelas
tropas do General Manoel Marques de Souza, o Barão de Porto Alegre. Aqui tivemos a
baixa do encouraçado Rio de Janeiro.
OS SINAIS DE BARROSO:
さàOàBヴ;ゲキノàWゲヮWヴ;àケ┌WàI;S;à┌マàI┌マヮヴ;àラàゲW┌àSW┗Wヴざ
E
さ“┌ゲデWミデ;ヴàラàaラェラàケ┌Wà;à┗キデルヴキ;àYàミラゲゲ;ざ
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- A continuação da luta ocorreu no ataque ao Forte Curupaiti. Porém, o ataque aliado,
comandado pelo General Bartolomeu Mitre, Comandante das Forças da Tríplice
Aliança, não foi bem sucedido, sendo considerada a maior derrota da Tríplice Aliança
nessa guerra.
- O Vice-Almirante Joaquim Ignácio comandou a Passagem de Curupaiti, enfrentando o
fogo das baterias de terra e obstáculos no rio. Pelo feito, recebeu, logo depois, o título
de Barão de Inhaúma.
- No final de 1867, os monitores, que seriam utilizados na passagem de Humaitá, foram entreguespelo Arsenal de Marinha da Corte. Assim, a Força Naval pode intensificar os bombardeios à
Fortificação e conseguir a passagem posteriormente.
- Após a derrota em Humaitá, Solano López se retira para tentar juntar-se ao exército paraguaio.
Caxias continua a ofensiva atacando o inimigo pela retaguarda em Piquissiri. O ataque de Caxias
para o Sul é conhecido como a Dezembrada. Ocorreu uma sucessão de combates terrestres, dos
quais se destacam Itororó, Avaí e Lomas Valentinas. Ao final, as forças paraguaias estavam
derrotadas e López fugiu.
- Sem obstáculos, Assunção foi ocupada pelos Aliados em janeiro de 1869. Parte da força naval
fundeou por ali e outra parte subiu o Rio Paraguai até o Mato Grosso
NAVIOS QUE REALIZARAM A
PASSAGEM DE HUMAITÁ
ENCOURAÇADOS BARROSO, TAMANDARÉ E
BAHIA
MONITORES RIO GRANDE, PARÁ E
ALAGOAS.
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A MARINHA NA REPÚBLICA
1. Tripé do Programa Naval de 1904 (Alte. Júlio de Noronha):
Comentários: O programa incluía os modelos de navios que, na época, equipavam as melhores
Esquadras do mundo, logo a seguir empregados nas Batalhas de Port Arthur e Tsushima (Guerra
Russo-Japonesa ʹ 1904-1905).
2. Alterações no Programa de 1904: O Programa de 1906 (Alte. Alexandrino)
Tripé do Programa Naval de
1904 (Alte. Júlio de
Noronha)
Arsenal
Porto Militar
Navios
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Comentários: As lições táticas da batalha russo-japonesa (ver quadrinho anterior) fizeram com que
os navios previstos ficassem obsoletos. Estas lições somadas ao forte lobby dos estaleiros ingleses
Wàラà;ミゲWキラàWマà;ノI;ミN;ヴàラàゲデ;デ┌ゲàSWàけヮラデZミIキ;げ fizeram com que o Ministério da Marinha modificasse
o Programa de 1904 de modo a incorporar os dreadnoughts.
3. Organização da Esquadra antes do início da 1ª GM:
-Divisões de Encouraçados
-Divisões de Cruzadores
-Flotilha de Contratorpedeiros e Submarinos
4. Esquadra no início da 1ª GM: Divisões criadas pelo Alte. Alexandrino
Alterações no Programa de 1904: O Programa
de 1906 (Alte. Alexandrino)
+ 3 novos encouraçados
dreadnought
Modernização Ilha das
Cobras
Previsão de bases em
Belém, Natal e porto em
SC.
Cancelada construção de
Arsenal previsto em 1904
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5. 1ª GM: Tríplice Aliança x Tríplice Entente
Tríplice Aliança: formada pelo Império Austro-Húngaro, Itália e Alemanha;
Tríplice Entente: formada pela França, Inglaterra e Rússia.
Comentários: decorem!
6. 1ª GM: estopim
O estopim para a guerra: um terrorista sérvio assassinou o Arquiduque Francisco
Ferdinando, herdeiro do trono austríaco, em um atentado em Sarajevo, na Bósnia.
Esquadra no início da 1ª GM
Divisões criadas pelo Alte. Alexandrino
Divisão Naval do Norte
(Belém)
Divisão Naval do Centro
Divisão Naval do Sul (S.
Fco. do Sul)
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7. 1ª GM: Cronologia de reações do Brasil à Alemanha
DATA
(1917)
ATO REAÇÃO DO BRASIL À ALEMANHA
31 JAN
Bloqueio submarino alemão
PROTESTO + ROMPIMENTO DE
RELAÇÕES COMERCIAIS
11 ABR
Afundamento do Mercante Paraná (brasileiro)
na França, ao largo de Barfleur¹
ROMPIMENTO DE RELAÇÕES
DIPLOMÁTICAS²
26 OUT
Afundamento pretérito de mercantes
brasileiros: Tijuca (costa de Brest, FRA), Lapa
(cabo Trafalgar, ESP), Tupi (no cabo Finisterra,
ESP)³
PROCLAMAÇÃO DE ESTADO DE
GUERRA, pelo presidente Wenceslau
Braz
Comentários: importante saber as datas das reações do Brasil - rompimento de relações comerciais
(31JAN), depois diplomáticas (11 ABR) e por fim declaração de guerra (26 OUT)
8. 1ª GM: defesa da baía de Guanabara
Na 1ª GM, no Rio de Janeiro, instituiu-se uma linha de minas submarinas cobrindo 600
metros entre as Fortalezas da Laje e Santa Cruz.
9. 1ª GM: ocupação de Trindade
Trindade → Na 1ªGM, Ocupada militarmente em maio de 1916 com cerca de 50
militares, possuindo uma estação radiotelegráfica. Visitada por navios de guerra para o
seu reabastecimento.
10. 1ª GM: defesa da Fernando de Noronha
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Fernando de Noronha →Na 1ª GM, a Marinha passou a assumir a defesa dessa ilha
(antes presídio de Pernambuco), destacando um grupo de militares para guarnecê-la.
11. 1ª GM: submarinos alemães
Na 1ª GM, os submarinos não chegaram a atuar nas nossas costas. No entanto
atacaram nossos navios nas costas europeias e os afundaram sem trégua.
12. 1ª GM: DNOG
DNOG
2 CRUZADORES
BAHIA
RIO GRANDE DO SUL
4
CONTRATORPEDEIROS
PIAUÍ
RIO GRANDE DO
NORTE
PARAÍBA
SANTA CATARINA
1 CRUZADOR-
AUXILIAR BELMONTE
1 REBOCADOR LAURINDO PITTA
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13. 1ª GM: missão da DNOG
O DNOG tinha como missão o patrulhamento da área entre DakarにSão Vicenteに
Gibraltar na costa da África, com subordinação ao Almirantado inglês.
CラマWミデ=ヴキラゲぎàデ;マHYマàテ=àI;キ┌àさデヴラIWミデ;ゲざà┗W┣WゲくàáデWミデ;ヴàヮ;ヴ;àラàa;デラàSWàケ┌Wà;à;ノデWヴミ;デキ┗;àヮラSWà┗キヴà
com a área somente de Dakar-Gibraltar, o que também está correto (segundo a bibliografia).
14. 1ª GM: comandante da DNOG
Comandante da DNOG: foi escolhido um contra-almirante com 51 anos de idade,
habilidoso e com grande experiência marinheira: Almirante Pedro Max Fernando de
Frontin.
Comandante da DNOG: Alte. Frontin
Comentários: já caiu! Decorem!
15. 1ª GM: DNOG e a gripe espanhola
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A 26 de agosto, os navios da DNOG chegaram em Dakar e aí começariam as grandes
provações dos tripulantes nacionais: agripe espanhola.
16.1ªGM: Tratado de Versalhes
A vitória dos aliados na 1ª GM foi confirmada em Paris, em 28 de junho de 1919,
quando se reuniram os representantes de 32 países e assinaram o Tratado de
Versalhes, que foi imposto à Alemanha derrotada.
17. 1ªGM: Tratado de Versalhes
Tratado de Versalhes
Alemanha foi obrigada a:
-restituir a Alsácia e a Lorena à França;
-ceder as minas de carvão, suas colônias, submarinos e navios mercantes;
-pagar aos vencedores uma indenização em dinheiro;
-ficar proibida de possuir Força Aérea;
-ficar proibida de fabricar alguns tipos de armas;
-ficar proibida de possuir um Exército superior a 100 mil homens.
18. 2ª GM: Eixo
Em 1936, Itália, Alemanha e Japão assinaram um acordo para combater o comunismo
internacional (Pacto Anti-Comintern), formalizando o Eixo Roma-Berlim-Tóquio.
Comentários: decorar os países do Eixo!
19. 2ªGM: Marinha Mercante
Importância da Marinha Mercante (período da 2ª GM):
1)Transporte de exportações brasileiras
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2)Navegação de cabotagem: navegação costeira, que mantinha o fluxo comercial entre
as economias regionais, isoladas pela deficiência de rodovias/ferrovias no Brasil.
20. 2ªGM: Primeira perda brasileira
A primeira perda brasileira na 2ª GM foi o NM Cabedelo, que deixou o porto de
Filadélfia, nos Estados Unidos, com carga de carvão, em 14 de fevereiro de 1942.
21. 2ªGM: afundamentos feitos pelo U-507
Comandante Schacht
A ação de cinco dias do submarino alemão U-507 (do Comandante Schacht) afundou 6
embarcações dedicadas às linhas de cabotagem, vitimando 607 pessoas.
Isso chocou a opinião pública brasileira e levou o governo a declarar o:
1) estado de beligerância com a Alemanha em 22 de agosto e, finalmente,
2) o estado de guerra contra esse país, a Itália e o Japão em 31 de agosto de 1942.
Comentários: A ação de cinco dias (de 15 a 19 AGO 1942) do submarino alemão U-507 (do
Comandante Schacht) que afundou 6 navios levou o Brasil a declarar estado de beligerância em 22
AGO e guerra em 31 AGO de 1942.
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22. 2ªGM: comboios e patrulhamento A/S
Levaram a uma drástica diminuição nas perdas dos navios de Bandeira Brasileira, na 2ª
GM:
1)organização dos comboios nos portos nacionais, que reuniam navios mercantes da
navegação de longo curso e de cabotagem, escoltados por navios de guerra brasileiros e
norte americanos
2)intenso patrulhamento antissubmarino empreendido pelas forças aeronavais aliadas.
Comentários: Com comboios organizados ainda de maneira incipiente, foram afundados mais
navios mercantes, após a declaração de guerra.
Porém, essa situação começou a mudar, quando da organização dos comboios nos portos
nacionais, que reuniam navios mercantes da navegação de longo curso e de cabotagem, escoltados
por navios de guerra brasileiros e norte americanos e do intenso patrulhamento antissubmarino
empreendido pelas forças aeronavais aliadas.
Esses fatos levaram a uma drástica diminuição nas perdas dos navios de Bandeira Brasileira, com
oito torpedeamentos, comparados aos 24 ocorridos ao longo do ano anterior.
Questão que pode aparecer: Durante a 2ª GM, o que ocasionou, a partir de 1943, uma drástica
diminuição nas perdas dos navios de Bandeira Brasileira, com oito torpedeamentos, comparados
aos 24 ocorridos ao longo de 1942?
Resposta: a organização dos comboios nos portos nacionais, que reuniam navios mercantes da
navegação de longo curso e de cabotagem, escoltados por navios de guerra brasileiros e norte
americanos, além de um do intenso patrulhamento antissubmarino empreendido pelas forças
aeronavais aliadas.
23. 2ªGM: navios fora do comboio
A maioria dos navios mercantes brasileiros vitimados por submarinos alemães em 1943
navegava fora dos comboios
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24. 2ªGM: Lend Lease
A Lei de Empréstimo e Arrendamento に Lend Lease に, assinada a 11 de março de 1941
com os EUA permitia, sem operações financeiras imediatas, o fornecimento dos
materiais necessários ao esforço de guerra dos países aliados.
Comentários: questões podem aparecer pedindo o país com o qual o Brasil fez o Lend Lease (EUA).
25.2ªGM: Créditos obtidos (EUA)
Crédito obtido 1º
OUT 1941, dos
EUA
MARINHA: U$50
MILHÕES
U$ 2 milhões -->
armamento da
marinha mercante
EXÉRCITO:U$100
MILHÕES
FORÇA AÉREA
BRASILEIRA: U$50
MILHÕES
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26. 2ª GM: Adaptação/Reforma de navios
NAVIOS SERVIÇOS REALIZADOS
Cruzadores Bahia e Rio
Grande do Sul
-Instalados sonar e equipamento para ataques
Antissubmarino (duas calhas para lançamento de bombas
de profundidade de 300 libras)
Navios mineiros varredores
classe Carioca
-Reclassificados como corvetas.
-Retirados os trilhos para lançamento de minas e instalados
sonar e equipamentos para ataques antissubmarino (dois
morteiros K e duas calhas para lançamento de bombas de
profundidade de 300 libras)
Navios Hidrográficos Rio
Branco e Jaceguai
-Mesmas instalações das Corvetas classe Carioca
-mais duas metralhadoras de 20mm Oerlikon
Navio-Tanque Marajó
-Instalado um canhão de 120mm na popa e uma
metralhadora de 20mm Oerlikon
Tênder Belmonte -Reinstalados dois canhões de 120 mm
Contratorpedeiros classe
Maranhão e restante
da classe Pará
-Instaladas duas calhas para lançamento de bombas de
profundidade de 300 libras
Rebocadores e demais navios-
auxiliares
-Armados com uma ou duas metralhadoras de 20 mm
Oerlikon
Comentários: improvável de cair.
27.2ª GM: auxílio dos EUA
As aquisições de navios pelo Lend Lease e os aperfeiçoamentos impetrados em nossa
Força Naval vieram aumentar em muito nossa capacidade de reagir de forma adequada
aos novos desafios que se afiguravam.
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O auxílio norte-americano foi vital para que pudéssemos nos contrapor aos submarinos
alemães.
28.2ªGM: criação de Comandos Navais
Foram instalados os Comandos Navais (seis), criados pelo Decreto nº 10.359, de 31 de
agosto de 1942, com o propósito de prover uma defesa mais eficaz.
29.2ªGM: Comandos Navais criados em 1942Comando Abrangência Sede
COMANDO NAVAL
DO NORTE
Estados: Acre, Amazonas, Pará, Maranhão e Piauí
Belém
COMANDO NAVAL
DO NORDESTE
Estados: Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba,
Pernambuco e Alagoas
Recife
COMANDO NAVAL
DO LESTE
Estados: Sergipe, Bahia e Espírito Santo Salvador
COMANDO NAVAL
DO CENTRO
Estados: Rio de Janeiro e São Paulo Rio de Janeiro
COMANDO NAVAL
DO SUL
Estados: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Florianópolis
COMANDO NAVAL
DO MATO GROSSO
Bacias fluviais de Mato Grosso e Alto Paraná Ladário
Comentários: quadrinho também bastante improvável de ser cobrado.
30.2ªGM: Missão primordial da MB
A missão primordial da MB na Segunda Guerra Mundial foi patrulhar o Atlântico Sul e
proteger os comboios de navios mercantes que trafegavam entre o Mar do Caribe e o
nosso litoral sul contra a ação dos submarinos e navios corsários germânicos e italianos.
Comentários: não confundir com a missão da DNOG na 1ª GM!
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31.2ªGM: Força Naval do Nordeste
A Força Naval do Nordeste constituiu-se na Força-Tarefa 46 da Força do Atlântico Sul,
sob o comando operacional da 4ª Esquadra Americana.
32. 2ªGM: Força Naval do Nordeste
A criação da Força Naval do Nordeste, pelo Aviso nº 1.661, de 5 de outubro de 1942,
foi parte de um rápido e intenso processo de reorganização das nossas forças navais
para adequar-se à situação de conflito.
33.2ªGM: Conclusões para a MB
1) A MB adquiriu maior capacidade para controlar áreas marítimas e maior poder
dissuasório (graças ao apoio dos EUA).
2) Houve uma mudança de mentalidade da MB, mais profissional, com assimilação de
novas técnicas de combate e a incorporação de meios modernos para as forças
navais.
3) A MB ganhou experiência de combate, fundamental para forjar os futuros
almirantes, oficiais e praças da Marinha, acostumados com a vida dura da guerra
antissubmarino e da monotonia e do estresse dos comboios.
4) Percepção da importância da logística pra manter uma força operando. Reflexo:
construção da Base Naval de Natal. Grande aprendizado com os EUA.
5) Aproximação com EUA, que nos alinhou diretamente com suas doutrinas e com uma
exacerbada ênfase na guerra antissubmarino.
6) A guerra no mar mostrou que nossas linhas de comunicação seriam alvos prioritários
em uma possível guerra, dada a dependência do comércio marítimo.
Comentários: essas afirmações podem aparecer na prova, trocando um ou outro termo.
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ESTADO DE DEFESA E ESTADO DE SÍTIO
1. Estado de Defesa
Estado de defesaぇPreservar ou prontamente restabelecer,
em locais restritos e determinados, a
ordem pública ou a paz social devido a
grave e iminente instabilidade
institucional;ぇCalamidades de grandes proporções na
natureza.
Estado de Sítioぇcomoção grave de repercussão nacional;ぇineficácia de medida tomada durante o
estado de defesa;ぇDeclaração de estado de guerra;ぇResposta a agressão armada estrangeira.
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2. Estado de Sítio
IMPORTANTE: Tanto no Estado de Sítio quanto no Estado de Defesa, o Presidente OUVE
ラゲàCラミゲWノエラゲàS;à‘Wヮ┎HノキI;à Wà ラàSWàDWaWゲ;くà さOUVI‘ざàケ┌WヴàSキ┣Wヴà ゲWヴà ;ゲゲWゲゲラヴ;Sラがà ミ?ラàYà
pedir permissão!
3. Motivos para o Estado de Sítio:
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4. Medidas que podem vigorar:
5. Similaridades e Diferenças entre as duas medidas:
SIMILARIDADES DIFERENÇAS
Decretados pelo Presidente da República
Defesa -> Presidente Decreta.
Sítio -> Decreta após autorização do CN
Decreto só se faz após ouvir o
Conselho da República e o Conselho de
Defesa Nacional.
O estado de defesa é decretado em locais
restritos, o de sítio é
decretado em âmbito nacional
Fiscalização por comissão de 5
membros designada pela Mesa do CN
O fim das medidas não interfere em uma
possível
responsabilidade por ilícitos dos executores
ou agentes
Ao término das medidas o Presidente deve
de imediato relatar
ao CN as medidas aplicadas em sua
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SEGURANÇA PÚBLICA
1. A Segurança Pública na CF/88:
vigência, com especificação
e justificação das providências adotadas,
com relação nominal
dos atingidos e indicação das restrições
aplicadas.
O Congresso Nacional deve permanecer
funcionando até a
medida terminar.
Os efeitos das medidas cessam tão logo
cessem o estado de defesa ou de sítio
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2. Órgãos da União -----→ IMPORTANTE DECORAR: Não são órgãos estaduais, cuidado!!
3. Atribuições da PF:
4. Diferenças entre PRF e PFF:
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5. Polícia Civil:
Comentários: Pessoal, aqui temos que ter atenção ao que está grifado em vermelho,
são pontos onde vocês podem escorregar!
6. PM/Bombeiros Militares: ATENÇÃO, pois são órgãos ESTADUAIS!!
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LEI COMPLEMENTAR 97/99
1. Assessoria ao Presidente da República
Comentários: O CMiD também assessora o Ministro da Defesa! Atenção!
2. CEMCFA e Comandantes das Forças:
Comentários: A INDICAÇÃOé pelo MINISTRO DA DEFESA e a NOMEAÇÃO pelo PRESIDENTE.
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3. Livro Branco de Defesa Nacional
- LEMBRAR QUE O MINISTÉRIO DA DEFESA É O RESPONSÁVEL PELA FORMULAÇÃO DA
POLÍTICA E DIRETRIZES PARA OS PRODUTOS DE DEFESA, ADMITIDA A DELEGAÇÃO ÀS
FORÇAS!
- PLANEJAMENTO DE EMPREGO CONJUNTO DAS FORÇAS - - - - > EMCFA!
- DIREÇÃO SUPERIOR DAS FFAA - - - > MINISTRO DA DEFESA
- COMANDANTE SUPREMO DAS FFAA - - - > PRESIDENTE DA REPÚBLICA
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PODER NAVAL
1. Tipos de Persuasão Naval:
Comentários: A sustentação ocorre quando alguém está me dando apoio ou eu mesmo
estou dando apoio a alguém. A dissuasão ocorre quando eu tenho as minhas intenções
contrariadas, principalmente em razão do poder do inimigo. Eu tenho minhas intenções
contrariadas, pois sei que não conseguiria meus intentos com facilidades.
Ambos os tipos de coerção inibem uma atitude do inimigo, mas a diferença é que na
positiva eu escolho qual linha de ação o inimigo irá tomar!
Guerra da Lagosta: A persuasão naval exercida pelo emprego do Poder Naval brasileiro
foi de coerção deterrente, porque inibiu o apoio que intencionalmente os franceses
pretendiam dar a seus barcos de pesca.
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2. Táticas para a Persuasão Naval:
3. Como o poder naval é aplicado em tempo de paz?
- Operações com Marinhas aliadas, como a Operação Unitas, com a Marinha dos
Estados Unidos e de países sul-americanos; a Operação Fraterno, com a Armada da
República Argentina;
に Participação em diversas missões de paz, transportando as tropas ou através de seus
fuzileiros navais, como em São Domingos, Angola, Moçambique, Nicarágua e Haiti;
に Viagens de instrução do navio-escola e as visitas a ヮラヴデラゲàWゲデヴ;ミェWキヴラゲがàさマラゲデヴ;ミSラà;à
bandeiraざくà C;HWà デ;マHYマà ヴWゲゲ;ノデ;ヴà ラà ;ヮラキラà ケ┌Wà ;à M;ヴキミエ;à Sラà Bヴ;ゲキノà ヮヴWゲデ;à ;à ラ┌デヴ;ゲà
Marinhas aliadas, na América do Sul e no continente africano.
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TRADIÇÕES NAVAIS
1. Poder Marítimo e Poder Naval:
2. Termos importantes:
Poder Marítimo x Poder Naval
Marítimo: capacidade de uma nação utilizar o mar- é a
marinha de guerra e mercante, é a frota pesqueira, são os
navios de pesquisa, as escolas de formação de pessoal, as
escolas de técnicos em assunto marítimo, a indústria naval e
tudo o que se relaciona com o mar
Naval: exercido pela marinha militar ou de guerra, é a parcela
militar do Poder Marítimo, e dele se origina, para sua própria
proteção e segurança, garantindo os meios necessários para
utilização do potencial de suas águas
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Termos Importantes - Parte I
Embarcação- é a
construção que
permite o embarque
de pessoas ou cargas
para transporte
Embarcado-
Barco vem do
latim "barca".
Quem está a
bordo, está dentro
de um barco ou
navio. Está
embarcado.
Desembarcar- É
sair do
barco/navio onde
esteja embarcado.
Bordo- é estar por
dentro da borda
de um navio. Ou
seja, quem está
embarcado está a
bordo do navio.
Abordar é chegar
à borda para
entrar. O termo é
mais usado no
sentido de entrar
a bordo pela força-
abordagem.
Pela borda- significa
jogar fora do navio
alguma coisa. Seria
lançar pela borda o
que não se quer mais
dentro do navio.
Aportar- é
chegar a um
porto.
Aterrar- é
aproximar-se de
terra.
Amarar - é
afastar-se de
terra para o mar.
Fazer-se ao mar é
seguir para o
mar, em viagem.
Importar/Exportar
- é fazer entrar/sair
pelo porto.
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3. Fases do Navio
-O navio tem sua vida marcada por fasesくàOàヮヴキマWキヴラàW┗WミデラàSWゲゲ;à┗キS;àYàラàさH;デキマWミデラà
S;àケ┌キノエ;ざく
-Quando o navio está com o casco pronto, na carreira do estaleiro, ele Yàさノ;ミN;Sラà;ラà
マ;ヴざàWマàIWヴキマレミキ;àIエ;マ;S;àノ;ミN;マWミデラくàNWゲデa ラI;ゲキ?ラàYàH;デキ┣;Sラàヮラヴàゲ┌;àさマ;Sヴキミエ;ざà
e recebe o nome oficial.
- O lançamento pode ser feito de proa, popa ou través.
-Os navios de guerra, geralmente, são construídos em Arsenais.
-áà IWヴキマレミキ;à IラヴヴWゲヮラミSWミデWà Yà ;à さキミIラヴヮラヴ;N?ラざがà S;à ケ┌;ノà a;┣à ヮ;ヴデWà ; さマラゲデヴ;à SWà
;ヴマ;マWミデラざくàArmamento nada tem a ver com armas e sim com armação. A armação
(ou armamento) corresponde à expressão armar um navio, provê-lo do necessário à sua
utilização; e quem o faz é o armador. É lavrado o LIVRO DO NAVIO!Terminada a vida de
┌マàミ;┗キラがàWノWàYàSWゲキミIラヴヮラヴ;SラàヮラヴàさH;キ┝;ざがàS; esquadra, da força naval, da companhia
de navegação a que pertencia, ou do serviço que prestava. Há, então, uma cerimônia de
さSWゲキミIラヴヮラヴ;N?ラざがàIラマàさマラゲデヴ;àSWàSWゲ;ヴマ;マWミデラ.
Termos Importantes
parte II
Atracar/Desatracar-
Encostar um navio a um
cais é atracar;
Fundear- prender o navio
ao fundo é fundear
Ferro- você conhece
como âncora, mas na
marinha só existe ferro! O
navio fundeia com o ferro!
Amarra- as amarras são
aquelas correntes que
ligam o navio ao ferro
(âncora).
Suspender- Recolher o
peso ou a amarra do
fundo é suspender.
Amarrar/Desamarrar/Largar- ter o
navio seguro a uma boia é amarrar,
tomar a boia; largar a boia onde
esteve é desamarrar ou largar.
Arribar- é entrar em um porto que
não seja de escala, ou voltar ao ponto
de partida; é também, desviar o rumo
na direção para onde sopra o vento.
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4. Características do Navio:
Características dos Navios
O nome é gravado na proa (parte da frente), em ambos os
bordos (lados), na chamada bochecha do navio.
A bandeira, na popa, identifica a nacionalidade donavio, país
que sobre ele tem soberania
há uma bandeira, na proa, chamada jeque (do inglês "jack")
que identifica, dentro de cada nação soberana, quem tem a
responsabilidade sobre o navio!
Na nossa Marinha, o jeque é uma bandeira com vinte e uma
estrelas - a bandeira do cruzeiro.
DOCUMENTOS DOS NAVIOS
MERCANTES
registro (Provisão
do Registro
fornecida pelo
Tribunal Marítimo); apólice de
seguro
obrigatório
diário de
navegação;
certificado de
arqueação;
cartão de
tripulação de
segurança; termos de vistoria
(anual e de renovação
ou certificado de
segurança da
navegação);
certificado de
segurança de
equipamento;
certificado de
borda livre;
certificado de
segurança
rádio; e
certificado de
segurança de
construção.
certificado de
compensação de agulhas e
curva de desvio; certificado
de calibração de
radiogoniômetro com
tabela de correção
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5. As cores dos Navios:
- Antigamente, os navios eram pintados na cor preta, costume dos fenícios.
- Os navios de guerra abandonaram o preto pelo cinza ou azul acinzentado.
- Normalmente, as cores da chaminé, nos navios mercantes, possuem a caracterização
da companhia de navegação a que pertencem.
- Nas embarcações salva-vidas e nas boias salva-vidas, predomina a cor laranja ou
amarelo, parra melhorar a visibilidade.
- Navios na Antártica utilizam o vermelho, nos costados dos navios, por seu contraste
com o branco do gelo.
6. A Flâmula de comando:
No topo do mastro dos navios da Marinha do Brasil existe uma flâmula com 21
estrelas. Ela indica que o navio é comandado por um Oficial de Marinha. Se alguma
autoridade a quem o Comandante esteja subordinado, organicamente (dentro de sua
cadeia de comando) estiver a bordo, a flâmula é arriada e substituída pelo pavilhão-
símbolo daquela autoridade. Também são previstas as seguintes situações para o
arriamento da flâmula de comando- quando substituída pela Flâmula de Fim de
Comissão, ao término de comissão igual ou superior a seis meses, desde a aterragem do
navio ao porto final, até o pôr do sol que se seguir; e por ocasião da Mostra de
Desarmamento do Navio. Finalmente, por ocasião da cerimônia de transmissão de
cargo, ocorrerá troca do pavilhão da autoridade exonerada pelo da autoridade que
assume,
Comentários: É MUITO IMPORTANTE VOCÊS SABEREM EM QUE OCASIÕES A FLÂMULA DE
COMANDO É ARRIADA!
ひ Comprimento- medida longitudinal do navio é chamada comprimento.ぇBoca- é a medida transversal. Ou seja, olhando o navio de frente é a medidas de um lado até o
outro.ぇCalado é a medida da altura, desde a quilha até a superfície da água, quando o navio está
flutuando.ぇPontal ou pontal moldado- é a medida vertical entre o convés principal (vau do convés) e a
quilha (base moldada).ぇDeslocamento é a medida do peso do volume de água que o navio desloca, quando flutuando
em águas tranquilas.
TERMOS IMPORTANTES - PARTE III
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-CORDA E CABO に Não se diz corda na marinha e sim cabo! Temos duas exceções- a
corda do sino e a dos relógios.
-COMANDO - O Comandante é a autoridade suprema de bordo. O Imediato é o "oficial
executivo do navio
ひ A Ré- você está a ré do navio quando está na parte de trás do navio.ぇA Vante- você está a vante do navio quando está na parte da frente do navio.ぇBoreste- lado direito, quando você está voltado para vante.ぇBombordo- lado esquerdo, quando você está voltado para vante.ぇPopa- é uma parte do navio mais respeitada que as demais, nos tempos gregos e romanos
era colocado o santuário do navio. Nos navios de guerra, todos que entram a bordo pela
primeira vez no dia, ou que se retiram de bordo, cumprimentam a bandeira nacional na
popa, com o navio no porto.
ひCâmara: local que aloja o Comandante ou o mais antigo Oficial a bordo
ひNavio-Capitânia: É onde embarca o Comandante da Força Naval. O Comandante do navio
passa a ser chamado de Capitão debandeira.ぇConveses: O navio é dividido em seções horizontais chamadas conveses. São os
pavimentos. ぇCobertas: São os conveses cobertos, do convés principal para baixo, até o porão, É
dito que quem neles se encontra está cobertas abaixo.ぇCAMAROTES E AFINS ‒ São os demais compartimentos de bordo: camarotes, para
alojar oficiais, etc.ぇCAMARINS: são para uso operacional ou administrativo; como os camarins da
navegação, de cartas e da máquina. Os navios mercantes costumam ter um camarote à
disposição do armador: o camarote do armador.ぇPRAÇA D`ARMAS - O compartimento de estar dos oficiais a bordo, onde também são
servidas suas refeições, é denominado "Praça D'armas".
ひAgulha - É a bússola do navio. Na Marinha só se usa o termo agulha.ぇPRAÇAS - Uns tantos compartimentos são chamados de praças: praça de máquinas,
praça d'armas, praça de vaporizadores, etc
ひA Tolda a ré - Local onde permanece o Oficla de Serviço
TERMOS IMPORTANTES - PARTE IV
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7. Classes de Navios:
Classe Comando Tipo de Navio
1ª Classe Capitão de Mar e Guerra
Navio-Aeródromo
Navio de Desembarque
2ª Classe Capitão de Fragata
Fragatas
Submarinos
Corvetas
Contratorpedeiros
Navios-Transporte
3ª Classe Capitão de Corveta
Corvetas
Rebocadores de Alto Mar
Navios-Patrulha
Fluviais
4ª Classe Capitão Tenente
Navios-Varredores
Navios-Patrulha
Comentários: Temos que decorar essa tabela, não tem jeito!!
8. Hierarquia na Marinha Mercante: Oficiais de Convés
Capitão de Longo Curso
Capitão de Cabotagem
1º Oficial de Náutica
2° Oficial de Náutica
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9. Hierarquia na Marinha Mercante: Oficiais de Máquinas
Oficial Superior de Máquina
1º Oficial de Máquinas
2º Oficial de Máquinas
10. A organização de bordo:
- Todo o pessoal é dividido em grupos chamados quartos de serviço, que recebem os
nomes de 1° quarto, 2° quarto e 3° quarto. Existe sempre um quarto, efetivamente, de
serviço; um estará de folga; e outro será o retém, que fornecerá pessoal para cobrir
faltas eventuais.
- O zelo pelo navio é feito dividindo-se as 24 horas do dia, em seis períodos de quatro
horas - também chamados de quartos - cada um sob a responsabilidade de um quarto
de cabos e marinheiros, de uma divisão de suboficiais e sargentos e de uma divisão de
oficiais.
11. Pessoal de Serviço:
Pessoal de Serviço e o que
utilizam
Oficial: Em viagem (oficial de quarto) ->
Apito com cadarço preto. No porto (oficial
de serviço) -> Adiciona cinturão com coldre
e pistola
Contramestre (SO ou SG): Auxiliar do Oficial
-> apito com cadarço preto,cinturão com
coldre e pistola.
Polícia (SG ou CB): auxilar a fiscalização da
disciplina e da rotina -> cinto especial +
cacetete
Cabo auxiliar (CB): encarregado dos toques
de rotina -> apito com cadarço preto e
cinto especial na cintura com sabre
Ronda (MN): mensageiro do Oficial -> cinto
especial
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12. Sino de Bordo:
1ª meia-hora do quarto Uma batida singela
2ª meia-hora do quarto Uma batida dupla
3ª meia-hora do quarto Uma batida dupla e uma singela
4ª meia-hora do quarto Duas batidas duplas
5ª meia-hora do quarto Duas batidas duplas e uma batida singela
6ª meia-hora do quarto Três batidas duplas
7ª meia-hora do quarto Três batidas duplas e uma batida singela
8ª meia-hora do quarto Quatro batidas duplas
BIZU: Para saber quantas batidas de acordo com o quarto -> DIVIDE POR DOIS:
Exemplo: Quantas batidas na 7ª meia hora -> 7/2 = 3,5 = três duplas e uma singela!
13. Presidência e locais das refeições:
- Oficiais -> Praça D`armas e quem preside é o imediato.
- Suboficiais e Sargentos -> Coberta de Rancho e quem preside é o Mestre do Navio.
- Cabos e Marinheiros -> Coberta de Rancho e quem preside é o Mestre D`armas.
14. As Fainas de Bordo:
As situações previstas para fainas ou formaturas constam de uma tabela a bordo,
chamada Tabela Mestra
Em um navio de guerra, a principal faina geral é a de Postos de Combate.
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São fainas gerais e fainas comuns, entre outras:
- Preparar para suspender;
- Suspender (ou desamarrar ou desatracar);
- Preparar para fundear;
- Fundear (ou amarrar, ou atracar):
- Navegação em águas restritas(Detalhe Especial para o Mar);
- Recebimento de munição;
- Recebimento de material comum ou sobressalentes;
- Recebimento de mantimentos;
- Montagem ou desmontagem de toldos;
- Içar e arriar embarcações;
- Operações aéreas, decolagem e pouso de aeronaves;
- Inspeção de material;
- Docagem e raspagem do casco; e
- Pintura geral.
São fainas de emergência:
- Incêndio;
- Colisão;
- Socorro externo;
- Homem ao mar;
- Reboque;
- Abandono;
- Avaria no sistema de governo;
- Acidente com aeronave ("crash"); e
- Recolhimento de náufragos.
São formaturas gerais:
- Parada;
- Mostra;
- Distribuição de faxina;
- Postos de continência;
- Bandeira; e
- Concentração da tripulação.
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15. Cerimonial de Bordo:
SAUDAR O PAVILHÃO - Ao entrar a bordo pela primeira vez e ao sair pela última vez, no
dia. faz parte do cerimonial saudar com a continência o Pavilhão Nacional, que é
arvorado na popa , das 8 horas até o por do sol.
SAUDAR O COMANDANTE: Pela manhã, quando em viagem. À noite, a saudação é
feita após o Cerimonial do Arriar a Bandeira. Quando no porto, os oficiais formam para
receber o Comandante, cumprindo o Cerimonial de Recepção; e, da mesma maneira,
formam quando ele se retira de bordo, no Cerimonial de Despedida. Se algum oficial
chegar após o Comandante, deve saudá-lo na câmara, bem como ao Imediato. Se vai
retirar-se de bordo antes do Comandante, deve despedir-se dele na câmara, obtendo
licença para retirar-se, não sem antes ter sido liberado pelo Imediato.
SAUDAR O OFICIAL DE SERVIÇO - Todos que vêm a bordo, obrigatoriamente, saúdam e
pedem licença para entrar ao Oficial de Serviço. Da mesma forma, para retirar-se.
SAUDAÇÃO ENTRE MILITARES - Continência individual.
SAUDAÇÃO COM ESPADA - O gesto de levar a ponta da espada até o chão é uma
antiga demonstração de submissão a uma autoridade superior, reconhecendo sua
superioridade hierárquica. A ponta da espada no chão, ao fim da saudação, não
permite ao oficial usá-la, naquele momento.
A SALVA- SAUDAÇÃO COM CANHÕES: um navio, no mar há algum tempo, poderia não
saber se sua nação estava ou não em guerra com outra, inclusive com aquela cuja
bandeira um navio avistado ostentava! Era, portanto, importante demonstrar atitude
amistosa, tomando difícil a manobra ou o combate.
SAUDAR UM NAVIO DE GUERRA AO LARGO - Quando um navio de guerra passa a
menos de 200 jardas de outro, saúda-o ou é por ele saudado, dependendo da
antiguidade dos Comandantes (ou da maior autoridade a bordo). O apito e, em alguns
navios de maior porte com fuzileiros navais embarcados, a corneta dão os sinais para as
continências individuais de todos os que se achem no convés.
SAUDAÇÃO DE NAVIOS MERCANTES E RESPOSTA - O navio mercante que passa ao
largo de um navio de guerra cumprimenta-o, amando sua Bandeira Nacional, fazendo o
de guerra o mesmo, como resposta. O mercante içara novamente sua Bandeira, depois
que o de guerra o fizer.
POSTOS DE CONTINÊNCIA: Em todos os navios da Marinha, os postos de continência
são atendidos com toda a guarnição distribuída pela borda do navio, no bordo por onde
vai passar a autoridade a saudar, numa demonstração de respeito.
VIVAS: A guarnição, quando em postos de continência, a um sinal, leva o boné ao peito
do lado esquerdo, com a mão direita, e, ao sinal de salvas do apito, sete vezes,
estende a mão com o boné para o alto, à direita, e dá os vivas correspondentes.
VIVAS DO APITO: Pelo apito do marinheiro. Durante o içar ou arriar da Bandeira, o
Mestre ou Contramestre, dependendo da ocasião, faz soar sete vezes o apito,
correspondendo aos sete vivas, que é a maior saudação por apito
RECEPÇÃO/DESPEDIDA: Os oficiais ao entrarem e saírem de bordo fazem jus a um
cerimonial correspondente à sua patente, constando de toques de apito característicos
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e da continência de quem o recebe ou despede e dos presentes. O número de boys que
irão formar depende da antiguidade do Oficial.
16. A Bandeira Nacional:
a) Onde fica no navio?
- No porto: Fica no Pau da Bandeira, na popa. Temos que lembrar que na proa fica a
bandeira do cruzeiro, no pau do jeque. Essa última acompanha a bandeira nacional nos seus
movimentos de arriar e hastear. O Pavilhão é içado às oito horas da manhã e arriado exatamente
na hora do pôr-do-Sol. (IMPORTANTÍSSIMO!!!)
- No mar: no mastro de combate. Assim que o navio suspende ela vai para lá!!
b) Arriar/Hastear: Ocorre no cerimonial à bandeira, sempre às 8 da manhã e no pôr do sol.
Durante o Cerimonial à Bandeira é vedada a entrada ou saída de pessoas e veículos na OM que o
realiza, salvo se localizada próxima à via pública
c) Bandeira a meio-pau: Em sinal de luto, o jeque também acompanha!
17. Uniformes e seus acessórios:
- O Gorro de fita: usados somente pelos FUZILEIROS NAVAIS.
Uniformes utilizados pelos
Militares
Oficial/Suoficial: Platinasnos ombros com
galões; galões nos punhos no uniforme
azul. Distintivos de gola no uniforme cinza
(caqui para os FN).
SG/CB/MN: divisas nos braços, para
distinção da graduação.
Marinheiros-Recrutas, aprendizes e
Grumetes: não usam divisas!
cabos e marinheiros usam uniformes, brancos ou
azuis, de gola, e na cabeça, bonés sem pala. Os de
trabalho são de cor mescla, com chapéus
redondos típicos, de cor branca, chamados
caxangá.
O uniforme típico de marinheiro é
universal. Suas características são,
principalmente, o lenço preto ao pescoço
e a gola azul com três listras.
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-O APITO MARINHEIRO に é utilizado para marcar os principais eventos da rotina de bordo. O
apito serve, também, para chamadas de quem exerce funções específicas ou para alguns eventos
que envolvam pequena parte da tripulação. As fainas de bordo, ainda hoje, em especial as
manobras que exigem coordenação e ordens contínuas de um Mestre ou Contramestre, são
conduzidas somente com toques de apito.
Os toques de apitos estão grupados, por tipos, em toques de:
-Continência e Cerimonial
-Fainas
-Pessoal Subalterno
- Divisões e Manobras
Comentários: O apito marinheiro não é o mesmo que o Oficial de Serviço usa. O do Oficial é para
responder a cumprimentos dos cerimoniais (honras de passagem) de navios ou lanchas com
autoridades que passam ao largo; mas, o cadarço que o prende ao pescoço mantém-se como
parte do símbolo tradicional.
- Alamares: São usados pelo ajudantes das autoridades. Os oficiais chefes de estado-maior e
oficiais do gabinete de uma autoridade naval também usam esse símbolo, por serem seus
ajudantes mais diretos. O conjunto é usado do lado esquerdo; porém, os oficiais do Gabinete
Militar da Presidência da República usam os alamares do lado direito.
- Condecorações e Medalhas: Usadas do lado esquerdo do peito!
18. Algumas expressões corriqueiras
-"SAFO" - Serve para tudo que está correndo bem, ou para tudo que faz as coisas
correrem bem.
-"ONÇA" に Significa dificuldade- "onça de dinheiro, onça de sobressalentes". Estar na
onça é estar em apuros.
-"SAFA ONÇA" - Safa onça é a combinação das duas expressões anteriores. Significa
salvação. Safa onça é tudo que soluciona uma emergência.
-"PEGAR" - Pegar é o contrário de estar safo. Estar pegando significa que não está dando
certo-
- "Rosca fina" (ou ainda "voga picada") denomina o superior, Oficial ou Praça, que é
exigente na observância das normas e regulamentos, bem como, na execução das fainas
e tarefas, por si e pelos subordinados. O antônimo é o "voga larga.
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