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TCC- ALEX SANDER - A Ansiedade na Cosmovisão Cristã

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<p>2</p><p>FACULDADE TEOLÓGICA SUL BRASILEIRA</p><p>ALEX SANDER GLORIANO STRAFORINI</p><p>A ANSIEDADE NA COSMOVISÃO CRISTÃ</p><p>Marília</p><p>2019</p><p>ALEX SANDER GLORIANO STRAFORINI</p><p>A ANSIEDADE NOS CONCEITOS CRISTÃO</p><p>Trabalho de curso apresentado ao curso de Teologia da FATESB - Faculdade Teológica Sul Brasileira, como parte das exigências do curso para obtenção do título de Bacharel em Teologia.</p><p>Orientador: Prof. Ms. Francisco Morilhe Leonardo</p><p>Marília</p><p>2019</p><p>ALEX SANDER GLORIANO STRAFORINI</p><p>A ansiedade na cosmovisão cristã</p><p>Relatório final apresentado à Universidade FATESB - Faculdade Teológica Sul Brasileira, como parte das exigências do curso para obtenção do título de Bacharel em Teologia.</p><p>Local, ___ de ________ de ______.</p><p>BANCA EXAMINADORA</p><p>_____________________________________</p><p>Prof (ª). Titulação Nome do Professor (a)</p><p>_____________________________________</p><p>Prof (ª). Titulação Nome do Professor (a)</p><p>_____________________________________</p><p>Prof (ª). Titulação Nome do Professor (a)</p><p>SUMÁRIO</p><p>INTRODUÇÃO	05</p><p>CAPÍTULO 1 - PROBLEMAS DA ANSIEDADE NA SOCIEDADE MODERNA 	07</p><p>1.1 Uma sociedade doente pela ansiedade	13</p><p>CAPÍTULO 2 – A ANSIEDADE COMO DOENÇA	07</p><p>2.2 As principais causas e consequências da Ansiedade 	07</p><p>CAPÍTULO 3 - A COSMOVISÃO CRISTÃ E A ANSIEDADE	08</p><p>3.1 A Bíblia e a Sociedade Moderna	09</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS	11</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA	12</p><p>STRAFORINI, Alex Sander Gloriano. A Ansiedade na Cosmovisão Cristã. 2019. 50. Trabalho de Conclusão de Curso (Teologia) – FATESB - Teológica Sul Brasileira, Marilia/SP, 2019.</p><p>RESUMO</p><p>Este presente trabalho tem como meta mostrar os riscos de uma vida cristã baseada na ansiedade futura. Como tal problema do século, a ansiedade, pode afetar nossas vidas corriqueiras na sociedade em qual vivemos e na nossa cosmovisão cristã, a qual devotamos nossa vida ao Senhor Jesus. Como cristãos, a bíblia nos diz que não devemos andar ansiosos por nada, porém, devido a era pós-moderna ao qual vivemos, somo conhecidos pela velocidade de produção instantânea pela qual nossa rotina diária encaminha, baseando-se no hoje e no agora. Comprometerei em mostrar âmbitos cristão para uma possível solução para uma vida saudável longe deste grave risco. A baixa ansiedade traz uma vida mais saudável, sendo inevitável uma vida sem a mesma. Devido que isso pode nos comprometer nos nossos dias, sendo na cosmovisão cristã ou não, será observado minunciosamente cada questão levantada. Levando em casos mais agravantes, ou com excessos dependendo de cada ser, uma futura depressão.</p><p>Palavras-Chaves: Ansiedade; Modernista; Depressão.</p><p>ABSTRACT</p><p>This present work aims to show the risks of a Christian life based on future anxiety. As such a century's problem, anxiety can affect our everyday lives in the society in which we live and in our Christian worldview, which we devote our life to the Lord Jesus. As Christians, the bible tells us that we should not be anxious for anything, but because of the postmodern age we live in, we are known for the speed of instantaneous production that our daily routine guides us from today and now. I will be committed to showing Christian settings for a possible solution to a healthy life away from this grave risk. The low anxiety brings a healthier life, being unavoidable a life without it. Because this can compromise us in our day, whether in the Christian worldview or not, will be observed minutely each question raised. Taking in more aggravating cases, or with excesses depending on each being, a future depression.</p><p>Keywords: Anxiety; Modernist; Depression.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>A Ansiedade, na era pós-moderna, assim como nas outras eras, tem sido motivo de alarme sociológico. Porém, esse mal é um sistema de alerta do nosso corpo. Esse alarme faz parte do nosso organismo; mais precisamente em nosso psicológico, que, tem como função nos alertar quando algo ao nosso derredor vai acontecer sendo ele bom ou mau. Como alerta e instinto, nosso corpo se prepara para agir, lutar ou fugir.</p><p>Entretanto, a ansiedade é algo natural do homem em si, em níveis naturais é um mecanismo de defesa, já em outros anormais se torna um problema. Segundo o prisma Cristão, viver ansioso é um pecado contra Deus. Todavia, na cultura atual, tanto os cristãos, ateus, ou qualquer outro que professe outro tipo de fé sofre esse tipo de male. O Cristianismo tem uma possível solução.</p><p>A presente pesquisa justifica-se pelo fato de que a ansiedade está em dentro da realidade do homem moderno, e a mesma em crescimento continuo. Vê-se que a ansiedade é um problema comum na sociedade, sendo, principalmente nos jovens. Pode ser um caminho ou potencialização para a depressão. Todavia, na Bíblia, vê-se a solução e este caminho está em Deus, em confiança ao ser dEle.</p><p>Neste sentido, objetiva-se destacar uma possível solução para a ansiedade sob a cosmovisão cristã. Cabe destacar que cada um é capaz de pressentir em si mesmo, sendo uma resposta ao medo ou até mesmo depressão. Contudo, em nossa cultura latina, sendo mais específico a brasileira, está-se afrente em escala mundial de ansiedade, nossa sociedade sofre com esse mau e é uma realidade alarmante. Sendo entre os que sofrem, jovens estão adiante nesta particularidade. Além disso, é difícil conceituar a ansiedade, pois ela é provada de maneiras particulares e diferentes sobre cada experiência.</p><p>Ademais, esse mal específico é gerador de uma sociedade fraca psicologicamente e problemática em sua rotina. Outrossim, sob a ótica cristã é uma falta de esperança e confiança em Deus. Vale ressaltar que, Deus é soberano e está no controle do tempo e do destino de cada homem, sendo assim todo passado, presente e futuro está ligado a um ser inteligente e criador que o tempo está em suas mãos.</p><p>Então o caminhar cristão está totalmente ligado a esse Deus ao qual se professa a fé, e sendo homens ao qual se crê poderiam estar sujeitos nesta atmosfera ao qual se vive. Tal atmosfera é essa sociedade caída, ao qual todos homens, confessando a fé cristã ou não, estão sujeitos ao mesmo male. Porém, Deus nos deu orientações pela palavra para amenizar esse mal até a sua volta.</p><p>Enfim, de frisar, por relevante, que a pesquisa será realizada seguindo a pesquisa qualitativa, e optou-se pela pesquisa bibliográfica que será desenvolvida a partir de material já elaborado, constituído, principalmente, de livros e artigos científicos e é importante para o levantamento de informações básicas sobre os aspectos direta e indiretamente ligados à nossa temática, e por fim, o método dedutivo para se buscar solução possível ao problema.</p><p>CAPÍTULO 1 - PROBLEMAS DA ANSIEDADE NA SOCIEDADE MODERNA</p><p>Vivemos numa sociedade iminente, rápida e ansiosa. Neste século as pessoas têm uma mente muito agitada e estressada. Paciência e clemência a contrariedades estão se tornando artigos de pompa. Quando um smartphone trava, comum que muitos se irritam, ansiando a compra de um mais rápido. Quando uma tarefa ao fazer não é interessante, elas facilmente se angustiam. Momentos únicos como contemplar uma flor ou simplesmente dialogar com outra pessoa tem se tornado algo tão esquecido. É a era da indústria do entretenimento e, paradoxalmente, na era do tédio.</p><p>A doença do século, que está alastrada em nosso meio, é de âmbito psicológico e na alma. Deste modo, um aumento na área da saúde mental e inúmeros psicólogos formados neste século tem se esforçado cada vez mais para trazer pesquisas voltadas a ansiedade. A era pós-moderna é a era do imediato. A era do já e agora, conhecida também como era do imediatismo. Afirma-se que são pessoas doentes emocionalmente e felizes por fora. Nesse viés, afirma Cury (2013):</p><p>Sem perceber, a sociedade moderna – consumista, rápida e estressante – alterou algo que deveria ser inviolável, o ritmo de construção de pensamentos, gerando consequências seriíssimas para a saúde emocional, o prazer de viver, o desenvolvimento da inteligência, a criatividade e a sustentabilidade das relações sociais. Adoecemos</p><p>devemos deixar de confiar na soberania e na graça de Deus sobre toda sua criatura. Compreendendo assim, de fato sabemos que nosso futuro está nas mãos do nosso Senhor Salvador, sabendo que ele é um Deus gracioso e bondoso que cuidará de todos os dias que há de vir</p><p>Compreendemos aqui no livro de Filipenses, que a Bíblia não condena a ansiedade pois bem sabe o autor da vida, que temos o mesmo sentimento dia após dia. Compreende-se que não devemos andar ansioso nesse sentido figurado. Andar ansioso é o sentido de viver ansioso, e viver preocupado com o que há de vir. Nossas preocupações momentâneas não afetam a Deus, mas sim nos afetam, e esse é o pecado deixar de confiar em Deus. Deixar de colocar as esperanças em Deus.</p><p>Para os filipenses a vida necessitava ser forçosamente algo preocupante. Já o ser um ser humano, estar arrastado na circunstância humana e ser vulnerável a todos os contratempos e mutações desta vida letífera é em si mesmo algo preocupante; e na Igreja primitiva à ansiedade normal da ocasião humana se acrescentava a inquietação de ser cristão em conjunturas em que por esta causa se arriscava a cômoda vida. A palavra-chave que Paulo oferece é a oração. Dr. D. Martyn Lloyd Jones, (1985):</p><p>Não é, portanto, o problema cientifico, mas o mistério da história que causa ansiedade. Esse é o problema dos problemas no presente século vinte. Naturalmente, ele surge dos acontecimentos deste período. Nossos pais, e em grau ainda maior nossos avós, não estiveram particularmente preocupados com o problema da hist6ria porque a Vida caminhava de maneira despreocupada e, segundo acreditavam, inevitavelmente para um alvo maravilhoso de perfeição. A Terra Prometida estava prestes a ser ocupada. Tinham apenas de prosseguir em silêncio, e em breve estariam lá. Mas, no presente século, todos temos sido abalados até aos alicerces pelo curso dos acontecimentos e, em face desses fatos, muitos viram sua fé tremendamente provada. Acham difícil, por exemplo, explicar duas devastadoras guerras mundiais, tais eventos parecem incompatíveis com o ensino bíblico concernente ä providência de Deus. (DR. D. MARTYN LLOYD-JONES, 1985)</p><p>Na visão Cristã o grande problema não é somente científico, a questão é os mistérios da história. A história que nos envolve os dias a dias, e o nosso passado influencia muito nosso presente. Logo o nosso presente pode começar a influenciar no nosso futuro. Dias acarretados, dias cheio de tarefas, os grandes problemas do nosso século é o nosso futuro. Excesso do nosso futuro, porém acontecimentos que vem trazendo excesso de ansiedade não são novos.</p><p>É uma gigantesca dificuldade em crer e acreditar que o nosso futuro está guardado em Deus. O povo na Terra Prometida, simplesmente ficaram quietos e sabiam que logo estariam na Terra ao qual Deus os prometeu. Os nossos presentes dias tem sido abafado cheio de incertezas, com tantas preocupações que nos cercam esse pode ser um dos maiores problemas no âmbito Cristão.</p><p>Tanto na igreja, quanto na sociedade, mesmo sabendo que não há uma divisão estamos cheios de coisas para serem feitas. Estamos com as nossas mentes ansiosas, enfrenta-se problemas sociológicos eclesiásticos muito das vezes tudo ao mesmo tempo. Provável em aspecto de segurança, possa ser pelo passado que o mundo teve. Tendo em mente, explicando duas guerras mundiais, explicando catástrofes e problemas que já assolaram os nossos antepassados isso pode ser um reflexo para o nosso futuro. A Bíblia Sagrada diz: “Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês.” 1 Pedro 5:7</p><p>Como iríamos crer em um Deus que permitiu certas atrocidades, ou seria perguntas das quais, como saberemos que essas atrocidades não irão ocorrer conosco. Quem irá garantir que isso não irá nos frustrar novamente. Grandes foram esses acontecimentos, mas temos certeza que em tudo Deus está nos guardando. Então compreendemos que não é uma um problema tão voltado para o lado científico, se temos fé e entendemos o lado espiritual.</p><p>Segundo Watts (2011), propõe que o procedimento cura espiritual se leva a “um tratamento no qual as práticas espirituais exercem algum papel ou no qual os aspectos espirituais do sujeito estão presumivelmente enredados, ou curas que podem ser esclarecidas em adjacências do que se calcula serem metodologias espirituais”. Segundo esse autor, este evento não está unido a uma religião em particular, podendo ser concretizado à distância, na presença daquele que a busca, e pode até mesmo acontecer, de modo que o mesmo ou não que crê nessas possiblidades.</p><p>Sendo assim não uma religião que retém as práticas para curas espirituais. Agora necessita-se saber que não apenas o cristianismo tem curas para ansiedade. Porém, entretanto, tudo que iremos abordar, significa no prisma cristão ou seja iremos falar sobre o cristianismo. Sendo assim, presume-se que a Bíblia seja como regra de medida para todo tipo de âmbito espiritual, sendo esta a nossa regra de fé.</p><p>Segundo o autor a pessoa que está em busca do que procura, ela pode ou não, indiretamente ou diretamente ser afetado por essa cura. A questão é crer na possibilidade ou não, sendo que as práticas espirituais sendo elas como principal a oração, alivia a tensão que a ansiedade proporciona. Essa é uma das principais causas que pode ser abordada como cura para a pessoa que sofre com o tal male.</p><p>Para Greenfield (1999), compreende-se que o nosso país o Brasil, ele é um país a qual a religiosidade, e espiritualidade tem papel primordial na sociedade. E tal compreensão e enfrentamento de questões, das relacionadas a saúde e a doença. Mas cientistas tratam esses casos como algo exótico, sempre destinando a cura espiritual com olhar da antropologia e da religião. Assim tratado por este autor:</p><p>[...] Toda cura ou intervenção no mundo material provocada por espíritos ou outros seres sobrenaturais, sem nem considerar a evidência, devem ser rejeitadas imediatamente como superstição; e superstições, como a crença na eficácia dos espíritos, deveriam com o tempo ser banidas do lar e da lareira, da cela em ruína e da torre coberta de heras, da clareira frequentada e do pântano abandonado... com a vara mágica da ciência. (p. 125)</p><p>Para ciência, torna-se impossível ou possível através de apenas de evidências. Sobre quais o paciente foi curado, no caso para Greenfield, o correto seria descartar supostas superstições. No caso tais percepções levariam a eficácia de espírito, ou seja, coisas que não tem como ser provados em laboratório. Na visão científica deveria ser totalmente banida do lar, ou seja, de todos possibilidades de sociedade no caso.</p><p>Tais quais se tornam apenas crenças ou coisas passadas de eras distintas. Tende-se que é como se a ciência fosse uma vara mágica, para distinguir o que é ou não correto ou o que é ou não provado dê certo. Entretanto, sabemos bem que nem tudo pode ser provado em um laboratório. E afirmar que tais coisas podem ser incorretas. Pois existe coisas que não podem ser explicadas.</p><p>De modo, que a ciência não consegue distinguir, segundo doutores especializados na área. A oração pode sim acarretar e fazer bem para o indivíduo Tais quais a crença firma tratamentos para os indivíduos que sofrem, tais para cura do mesmo ou alívio. Segundo o site Guia-me (2017):</p><p>Dr. Harold G. Koenig, da Universidade de 'Duke', autor de vários livros sobre fé e cura, diz que 'os estudos têm mostrado uma oração que pode impedir que as pessoas adoeçam - e quando adoecem, a oração pode acelerar o seu processo de cura", citou. Então, como é que isso acontece? Para explicar melhor este efeito da oração sobre a enfermidade ou até mesmo como uma prevenção, Colbert citou resultados de estudos do Dr. Herbert Benson, especialista cardiovascular de Harvard, que explica a reação do corpo durante uma oração. "Dr. Herbert Benson descobriu o que é chamado de 'resposta de relaxamento'. Este é o estado fisiológico que ocorre durante uma oração, envolvendo o sistema nervoso autônomo (automático), que muda ao longo de um o estado dominante parassimpático (responsável</p><p>por descansar), ao contrário do estado do sistema nervoso simpático (responsável por sensações de luta, tensão), o qual maioria de nós passa a maior parte do dia", explicou. (Guia-me, s.p 2017)</p><p>Voltando -se para a área da medicina, doutores especializados na área afirmam que a oração tem mostrado que pode impedir que pessoas se adoeçam. Se no caso, porventura já estiverem enfermas, logo a oração acelera o processo de cura e isso por meio da fé da pessoa, em que se desempenha através de uma crença no caso o ato da espiritualidade através de metodologias de espiritualidade, que no caso é a oração.</p><p>Propõem se que a oração desempenha um papel importantíssimo para o indivíduo que está doente. No caso ela consegue envolver o sistema nervoso que no mesmo ela desenvolve um repouso, ela faz com que a psique libere métodos para descansar o sistema nervoso. E através disso a pessoa consegue ficar melhor e se recuperar. Sabemos muito bem, que nossas rotinas são altamente ansiosas. Esses problemas que acarretam com tantas situações, tantos problemas do dia a dia, necessitamos de um momento para orar.</p><p>Propõem os doutores que faz bem para nossa saúde, graças a estudos na área que revelam que nossas orações liberam certos agentes que podem nos auxiliares no combate da ansiedade. Tais quais são normais ou corriqueiros em nossos dias, ansiedade tem se mostrado um alarme no prisma cristão ou na variedade de toda a sociedade em si própria, ao qual todo os problemas se demonstram equivalentes.</p><p>Mas para quem pensa que os efeitos da oração sobre o corpo humano se limitam ao relaxamento, ainda há mais a aprender sobre isso. "A oração pode ter um efeito a longo prazo positivo, chegando realmente a reprogramar e reconstruir o cérebro", afirmou o médico cristão. Colbert explicou que estes efeitos já estão sendo comprovados por pesquisadores ao fazerem buscas mais minuciosas no cérebro humano. "Podendo fazer uma varredura do cérebro, usando ressonância magnética (MRI), os pesquisadores têm conseguido observar mudanças fisiológicas que ocorrem nos cérebros daqueles que oram regularmente", explicou. (GUIA-ME, s.p. 2017)</p><p>Oração com base aos estudos, ela se equivale a uma terapia ou muito mais efetiva do que uma apenas terapia. Pois ela não se limita apenas a um relaxamento, ou momento de êxtase espiritual, mas ela tem efeitos positivos a longo prazo do mesmo jeito de um tratamento. Chegando realmente até reprogramar ou reconstruir o cérebro, e isso é algo muito especial, por vista que a espiritualidade ela se demonstra altamente eficaz nos tratamentos. Sendo eles de ansiedade, tratamentos a quais o indivíduo tem alguns benefícios com oração.</p><p>Concluindo-se que através daqueles que oram diariamente encontram tais benefícios em suas vidas. Mesmos benefícios que regeneram o cérebro, regeneram também a sua stamina mental. Visando que essas pessoas que tem como a oração um estilo de vida, elas tendem a ser pessoas menos ansiosas. E também logo através do mesmo a não ter possíveis problemas mais graves, como depressão, transtorno de ansiedade, psicossomáticas entre tantos que podem acarretar através da oração.</p><p>Sabemos que a ansiedade pode não ser totalmente extinguida, mas ela passa a ser menos intensa. Pois a ansiedade ela é um sentimento, logo é algo que está em nossa psique, todos temos, mas o problema é quando ela está altamente potencializada, fora do controle. A oração visa isso, amenizar ou talvez quem sabe até extingui-la. A sociedade sendo em uma comunidade cristã ou não deveria exercer a oração.</p><p>Essencialmente, devemos então compreender mais a fundo o que significa essa tal oração, segundo prisma cristão e o Dicionário da Bíblia de Almeida (1999, p. 120) ORAÇÃO é:</p><p>Uma aproximação da pessoa a Deus por meio de palavras ou de pensamento, em particular ou em público. Inclui confissão (Sl 51), adoração (Sl 95.6-9; Ap 11.17), comunhão (Sl 103.1-8), gratidão (1Tm 2.1), petição pessoal (2Co 12.8) e intercessão pelos outros (Rm 10.1) Para ser atendida, a oração requer purificação (Sl 66.18), fé (Hb 11:6), vida em união com Cristo (Jo 15.7), submissão à vontade de Deus (1Jo 5.14-15; Mc 14.32-36), direção do Espírito Santo (Jd 20), espírito de perdão (Mt 6.12) e relacionamento correto com as pessoas (1Pe 3.7).</p><p>Compreende-se que, a oração ela tem vários benefícios. Não somente de âmbito medicinais para curas ou regenerações. Ela pode e tem o papel de ligar ou aproximar a pessoa a Deus. Tal âmbito inclusive através de confissões de oração, comunhão com Deus, gratidão por tudo, seja pelos motivos simples ou mais complexos. Crê-se que Senhor tem proporcionado o básico ou até por volta de petições pessoais, que no caso voltando-se para ansiedade, pedindo para Deus amenizar ou cuidar de nossos dias.</p><p>Visando que a oração ela é um ato de fé, orar é exercer um diálogo entre uma pessoa e outra sendo que na visão cristã a fé: “Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.” Hebreus 11:1. Ou seja, não vemos o nosso Deus, porém cremos nele, esperamos que nossas orações sejam atendidas. Essa esperança, produz em nós um relaxamento e uma segurança. Visando que nossa sociedade não tem como nos proporcionar tal coisa, e essa é a direção que temos através da oração: crer naquele que está nos ouvindo sendo ele o próprio Deus.</p><p>Carecemos ter em pensamento como se fosse “enraizado” em nosso ser, que a familiaridade com Deus através da oração é crucial na existência espiritual de todo cristão, Lopes (2000, p. 70) diz: “A oração é uma via de mão dupla, onde nos deleitamos em Deus e Deus tem prazer em nós. Não apenas Jesus buscava a intimidade com o Pai, mas também o Pai tinha prazer em seu filho unigênito. “… e eis, vindo na nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu filho amado, em quem me comprazo…” (Mateus 17:5).”</p><p>Através da oração compreendemos que não estamos apenas conversando ou com a nossa pela imaginação. Temos que assim como Jesus orava nós devemos orar. A oração é crucial para todo tipo de desenvolvimento espiritual, ela é o que nos traz a existência espiritual. Ela não é o que se vê através de várias religiões que faz rituais ou coisas de sacramentos, mas sim, ela é uma ligação direta com Deus.</p><p>Além de ser uma via de mão dupla, onde creemos que Deus também responde a nossas orações. A Bíblia afirma que Deus tem prazer naqueles que oram e buscam tal intimidade. Isso para os cristãos é gratificante, especial pois tem-se muita certeza daquilo que eles creem. Se levarmos em conta que o coração é totalmente um meio de comunicação, compreendemos que não estamos sós quando oramos.</p><p>3.1 A Bíblia e a Sociedade Moderna</p><p>Compreende-se, por vários meios, que a Bíblia é tão atual quanto a sociedade moderna ao qual vivemos. Sabemos que os escritos da Bíblia são para nossos dias de hoje, sendo assim não seria errado darmos exemplos de personagens que viveu há tempos atrás. Que passaram por supostos níveis de ansiedade, sendo que porventura ansiedade daquela época seja equivalente as de hoje por tantos problemas que vivemos.</p><p>Hoje nossa sociedade é corrida, a sociedade é cheia de problemas que enfrentamos dia após dia. Mas isso não nos torna em um nível maior de dificuldade, em comparação com aqueles que viveram há anos atrás nos tempos bíblicos. Por ser atual e contemporânea, a Bíblia traz exemplos daqueles que passaram por dificuldades de ansiedade. Tratando-se de tratamentos bíblicos para ansiedade, o site Tens Perguntas (2019) nos responde:</p><p>Já que preocupação não deve fazer parte da vida de um Cristão, como então podemos superá-la? Em 1 Pedro 5:7, somos instruídos: "Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós." Deus não quer que carreguemos sobre nossas costas o peso de nossos problemas e aflições. Nessa passagem, Deus está nos dizendo que devemos dar a Ele todas os nossos problemas e preocupações. Por que Deus quer carregar nossos problemas? A Bíblia diz que ele se importa com você. Isso mesmo, com VOCÊ! Deus se preocupa com tudo que acontece na sua vida. Nada</p><p>é muito grande ou pequeno para ter Sua atenção. Quando damos a Ele nossos problemas, Ele promete nos dar paz que transcende todo entendimento (Filipenses 4:7). (TENS PERGUNTAS, s.p. 2019)</p><p>A Bíblia fala que não devemos andar ansiosos por coisa alguma, ou seja, ela não elimina a possibilidade de termos ansiedade. Porém a Bíblia nos dá a direção que devemos lançar sobre Ele, Deus, toda nossa ansiedade porque cremos que Deus tem cuidado de nós. Então o correto seria que colocássemos nossa confiança tão somente nele. Crendo que os nossos problemas e aflições, Deus está cuidando.</p><p>Se levarmos em consideração que Deus é o criador do universo, tão somente isso já bastaria para confiarmos totalmente nossas vidas em suas mãos. Deus tem o controle do universo em suas mãos, ele tem o poder e domínio sobre tudo, pois ele é soberano. Sendo assim é correto que devemos realmente crer nele. Mas realmente não é isso que ocorre, pelos índices e realidade da sociedade que vivemos.</p><p>Charles Spurgeon, um exímio pregador Britânico do século: XIX, manifesto como: O príncipe dos pregadores, disse certa vez: Se formos fracos em nossa comunhão com Deus, seremos fracos em tudo. Necessitamos compreender que a oração é básica e essencial para a nossa vida conforme Jesus Cristo nos mostrou, pois como diz certa frase: a oração através da fé, nos faz crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível. Nee (1986, p.51) afirma:</p><p>A oração exercita o espírito, que por sua vez é fortalecido por meio de tal exercício. A negligência na oração seca o homem interior. Nada pode substituí-la, nem mesmo a obra cristã. Muitos estão preocupados com a obra, e concedem pouco tempo à oração.</p><p>O “Príncipe dos Pregadores” disse que devemos orar para com Deus para que assim sejamos fortes. Se estamos fracos com Deus a nossa alma logo estará fraca. Para que estejamos com a alma forte ou seja, nossa mente, intelecto e nossa realidade ao derredor se torne fraco, para que assim estamos fortes para vencer os problemas. Mas precisamos, sim orar, sendo que a oração exercita o espírito, ou seja, manifesta a força do Espírito.</p><p>Precisamos de tal exercício, se deixamos de orar logo passamos a deixar o homem interior fraco. Nada pode ser motivo de negligenciar a oração, nem mesmo para os cristãos ativos em prol de trabalhos de igrejas locais, muitas vezes sobrecarregados esses estão negligenciando. O que na verdade é essencialmente importante na sua vida e caminhada cristã: a oração.</p><p>A alma em posição de oração diante de Deus pode se conhecer pequena, indigna, pois distingue que é um pecador, um miserável que necessita do amor do Pai. Nesse carecimento divino, nunca se perde a filiação divinal, mas sempre diante da grandeza de Deus estas palavras ocorrerão: Pai, entregando os anseios, desejos, sonhos, visões, aos cuidados de Deus. Hallesby (1990) faz menção à insuficiência afetuosa na oração e a distingue como algo básico para a pessoa carente, incapaz, que precisa realmente da ajuda de alguém:</p><p>A oração e o senso de insuficiência não se dissociam. Apenas quem se reconhece insuficiente pode, realmente, orar. Muita ocasião haverá quando não se saberá nem mesmo como orar. (HALLESBY, p. 14. 1990)</p><p>Diante das grandezas ao quais o nosso Deus assim se revela, a uma certa instabilidade humana. Pois necessitamos sim de um ser superior, alguém que esteja realmente acima do nosso ser. É nesse momento, instante de reações humanas ao qual qualquer força que nós temos se torna fraca ou até ineficaz diante dele. Sabemos que temos um Deus soberano quando compreendemos sua grandeza.</p><p>Devido a essa falta de oração, essa falta de comunhão com Deus assim o indivíduo pós-moderno está desprezando total comunhão com aquele que pode o ajudar. Mostrando se prepotente e muita das vezes negando a necessidade de ajuda, ou a necessidade de alguém superior. Trazendo assim uma certa rebeldia para sigo mesmo, caracterizando assim uma necessidade premente denegação ao render-se.</p><p>Visando sempre os prazeres aos quais o homem quer se deleitar, muitas vezes por sexo, riqueza, fama eles não se atentam para que realmente é mais valioso aqui nessa terra: a comunhão com Deus e a vida eterna. Jesus falou sobre os cuidados dessa vida, falou que as riquezas e a ambição sufocam a mensagem do Evangelho. Levando assim uma vida infrutífera, sem valor uma vida ansiosa e problemática, por isso devemos atentar aos textos bíblicos.</p><p>Buscando compreender os textos no original, pelos quais ajudam a compreender um pouco mais sobre tais palavras de Jesus. Segundo Hodges (2008), no texto grego majoritário, a palavra cuidados é mériminai; retratando de preocupações, ansiedade; preocupações indevidas, das quais Jesus alertou para não as ter, sendo assim um pecado contra Deus (Mt 6.25, 27,31; Lc 10.41; Fp 4.6).</p><p>Entende-se pela palavra de Deus escrita na Bíblia como libertação, cura, perdão, misericórdia, tudo pode ser vivido pelo que ora. Bem como um cristão ora por alguma coisa ou alguém, está cooperando para o Reino, por isso que Paulo os cognomina “cooperadores” (1Co 3.9). Nesse viés, o canal de notícias Gospel Prime (2019) menciona:</p><p>Uma equipe de americanos médicos notou que a prática de orar todos os dias evita uma série de doenças e melhora o sistema imunológico. Sem promover nenhuma religião os pesquisadores estudaram como a oração afeta o cérebro e o que a prática pode oferecer para a saúde física, mental e emocional das pessoas. O resultado dessa pesquisa foi transformado em um vídeo para que um maior número de pessoas possa entender que a oração faz bem para a saúde. A comunidade médica que participou da pesquisa percebeu que a prática muda as quatro áreas do cérebro humano: lobo frontal, o córtex cerebral, o lobo temporal e o sistema límbico. (Gospel Prime, s.p 2019)</p><p>Tratando-se por mais uma vez, a questão da oração por voltada pela Medicina, a oração proporciona diversos benefícios. Pelos quais benefício a oração traz implacáveis para nossas vidas, realmente a única coisa que precisamos de fato é orar. A medicina comprova por diversos médicos, que a oração traz muitos benefícios para a nossa vida. A oração tem de forma milagrosa ou assim sendo, de forma que aumenta a esperança ou nossa fé trazendo assim curas para nosso ser ou saúde mental.</p><p>E muita das vezes implicando até na nossa saúde física, por ser a oração uma fonte inesgotável de poder para quem a usa. É claro, essa análise foi concretizada por pessoas da área da saúde, porém quem está habituado com as Escrituras Sagradas compreende o outro lado da oração, que é a extensão espiritual. Na verdade, o cristão ora porque contribui com Deus da forma a mais pessoal, como menciona Duewel (1996):</p><p>Há muitas maneiras de se cooperar com Deus através da obediência, do serviço a outros, e de compartilhar seu amor. Mas Ele quer ter um contato ainda mais próximo com você. Ele quer levar você ao seu círculo íntimo, onde você pode ouvir o seu grande coração batendo por um mundo perdido. Ele criou você com a capacidade de falar e ter comunhão com Ele. Acima de tudo, como seu colaborador, você foi criado para orar como Ele ora. (DUEWEL, p. 39, 1996)</p><p>Sabendo que a oração é um diálogo, o cristão quando ora ou coloca a confiança amplamente em Deus, ele tem em vista que Deus tem o poder de ajudar. Sendo assim ele coopera com Deus através de tal obediência. Pelo gesto de ter comunhão com Deus, visando essa comunhão, assim esse íntimo entre um e o outro. Devemos assim então compreender que esse gesto de ter comunhão com ele, é uma capacidade grandiosa e magnífica.</p><p>Logo aqueles que oram tornam colaborador, assim como nós um para com o outro. Fomos criados também para orar e exercer comunhão com Deus, feitos para ter comunhão com o Pai, sendo que através do pecado, houve esse rompimento afastando-nos de Deus. Mas o Senhor perdoa os nossos pecados, assim temos novamente essa comunhão com Ele. Segundo BIEHL (1997) no livro Oração: como começar e continuar orando, os autores apresentam a seguinte definição para oração:</p><p>Diz o Catecismo Maior de Westminster: “a Oração é a</p><p>oferta de nossos desejos a Deus, em nome de Cristo, com a ajuda do Espírito Santo”. Em linguagem clara, orar é simplesmente conversar com Deus- e, quanto mais simples a conversa, tanto melhor. Em outras palavras, orar é conversar com Deus.</p><p>Assim sendo, a oração ela é unicamente para aqueles que necessitam conversar ou levar seus anseios a Deus, ela é a fonte de eterna satisfação espiritual. Trazendo assim uma viva esperança e acrescentando a fé daquele indivíduo que precisa de cura, ou visando intimidade com Deus. A oração é um dos maiores benefícios que o homem pode ter, através do nome de Jesus Cristo nosso único e suficiente Salvador.</p><p>A oração não precisa ser algo complexo, sistemática, a oração ela deve ser simples ela deve ser vista como uma conversa com o Altíssimo. Nessa “conversa”, levando-a em meio terapêutico, a oração é perfeita para aqueles que estão sofrendo com transtorno de ansiedade, sofrendo com ansiedade seja ela qual for o seu nível ou agravante. A oração ela sempre vai ser eficaz para aqueles que sofrem com tal mal.</p><p>Por se tratar de uma experiência individual e lógico, a oração é algo que advém exclusivamente entre os homens, visto que traz o lado do raciocínio e da fé. A oração é a mente de toda crença e a essência da fé cristã. Pode-se dizer que é a coluna que sustenta a piedade humana. Segundo Pais (1992):</p><p>Para Lutero, a oração tinha significado importante; ele ressaltava que aquele que não ora diante da crise ou necessidade recorrendo a Deus certamente não lhe considera como Deus, nem lhe dá a Ele a honra que lhe é devida.</p><p>Compreendendo que se tem um Deus muito grande e sabendo que ele é soberano, que ele tem o controle de tudo e todos em suas mãos é correto afirmar que seria loucura não recorrer a esse Deus. Se de fato necessitamos da ajuda de um Deus, ao qual o cristianismo o tem como Senhor de tudo. Certamente poderá ajudar sobre todos os efeitos e males dessa vida não tão somente como ansiedade, mas para todos os males.</p><p>Visando ansiedade como principal problema que afeta e um dos mais comuns a sociedade, bem certo que o Senhor é poderoso para sustentar nos em todos os momentos. Não recorrer a este Deus é a mesma coisa de não lhe dar a honra que é devida. Talvez não reconhecendo como soberano, não reconhecendo como Deus basicamente. Pois se ele não consegue simplesmente suster o fiel que o busca basicamente não poderá suster um universo com suas mãos.</p><p>Segundo Paul Tillich, por receio de se envolver, a pessoa pode se afastar numa existência auto taxativa com desintegração. A (re)conexão curativa apenas é possível quando o espírito humano é vestido pelo Espírito divino que o transcende, embasamento de nosso ser e sentido. A salvação histórica e interminável exige uma força auto transcendente chamada de fé, que é “a coragem de aceitar que somos aceitos por Deus” (HIGUET, 2014)</p><p>Assim sendo, muitas das vezes o indivíduo se sente reprimido ou tem um problema na hora de integrar com Deus, achando menosprezado ou muito pecador ao ponto de não poder se comunicar com Deus. Mas a realidade é que ela só consegue se comunicar através do Espírito Santo, esse Espírito que veste a alma humana, assim ela precisa crer após confessar seus pecados que Deus a aceita.</p><p>Crer que realmente ela é aceita por Deus, isso faz toda a diferença na hora da oração. Traz um tipo de leveza de espírito, logo a pessoa que ora tem uma conexão curativa e não uma conexão de julgamento ou de peso sobre o que ela já fez ou coisa do tipo. Sendo que seria impossível que a pessoa se aproximasse de Deus, e seus pecados não fossem expostos. Por isso a questão de ter uma conexão de alma leve, após confessar seus pecados e realmente tem um arrependimento sobre os mesmos a oração se torna muito mais eficaz.</p><p>A história de Lutero é um ótimo exemplo. Ele foi um dos pioneiros da reforma protestante, cursou doutorado e, após estudar a fundo os Salmos e as Epístolas do Apóstolo Paulo aos Gálatas, Romanos, compreendeu que a Bíblia nos revela que a salvação vem tão somente pela fé em Jesus Cristo, para a glória de Deus:</p><p>As palavras “justas” e “justiça de Deus” atingiram minha consciência como um raio. Quando os ouvi, estava aterrorizado. Se Deus é justo [pensei], ele deve punir. Mas quando pela graça de Deus refleti, no quarto aquecido desta torre, sobre as palavras: “Aquele que por fé é justo viverá” [Romanos 1:17] e “a justiça de Deus” [Romanos 3:21], logo cheguei à conclusão de que, se nós, como justos, devemos viver da fé e se o direito a escravidão de Deus contribui para a salvação de todos os que creem, então a salvação não será o nosso mérito, mas a misericórdia de Deus. Meu espírito foi, assim, aplaudido. Pois é pela justiça de Deus que somos justificados e salvos através de Cristo. Estas palavras [que antes me assustavam], agora me agradam mais. O Espírito Santo revelou as Escrituras para mim nesta torre. (JUDD, 2016, p. 328).</p><p>Lutero passou por diversas dificuldades, uma delas foi a depressão e ele perecia de perdão Divino. Tamanho perecimento que ele se auto punia e passava por provações para que seus pecados foram “purgados”. Mas ele redescobriu, foi se revelado a ele que a justificação era tão somente pela fé. Ele era justificado pela fé, então ele compreendeu que seus pecados já tiveram sido justificados em Jesus.</p><p>Sendo assim ele recebeu transformação e uma Regeneração revigorante de Deus, agora ele foi gerado para obras tão significantes que como bem sabemos na história da igreja ele foi um dos Pioneiros da reforma, ou seja, oração vinculada com a fé ela é eficaz. Sabendo que Deus está nos ouvindo isso faz toda a diferença. Visando tão somente que o Senhor já justificou, ou seja, não há condenação para os crentes em Cristo.</p><p>A oração se torna eficaz e se torna leve, sendo uma das principais formas de combater ansiedade orando e crendo no Deus todo-poderoso que guarda os céus e terra. Por mais que sofremos procurando soluções humanas para resolver os problemas, de fato apenas cansaríamos e teríamos problemas sem mesmo eles existirem. A Bíblia Sagrada diz que não podemos resolver os problemas de amanhã:</p><p>Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida? Visto que vocês não podem sequer fazer uma coisa tão pequena, por que se preocupar com o restante? (BIBLIA SAGRADA, 2001, Lucas 12:25,26)</p><p>A Bíblia nos garante que não podemos interferir no nosso amanhã, o nosso amanhã torna-se preocupante e logo sendo preocupante torna-se problemático. A questão é que não podemos acrescentar uma hora a nossa vida, como pode-se então se preocupar com coisas do amanhã. Sendo que a Bíblia coloca como acrescentar uma hora de nossa vida, como pequeno para Deus, então o amanhã não é nada para o Deus a qual servimos.</p><p>Compreende-se pela mentalidade humana, que é possível alterar o futuro ou com nossas preocupações momentâneas gerar alguma realidade, que possa mudar o que há de vir. Mas a verdade é que o dia de amanhã não sabemos, quer seja bom ou talvez não. A certeza é que no dia de amanhã sabemos que Deus está no controle como a Bíblia nos garante por isso devemos crer como está escrito: “Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês. 1 Pedro 5:7”</p><p>Sendo assim conclui-se que não existe melhor forma para combater ansiedade fora da oração. Buscar sim a orientação médica, de um profissional usando meios de tratamentos, como antibióticos e remédios. Mas unindo-se sempre com a oração. A oração é altamente eficaz e a oração ela é altamente poderosa para curar a ansiedade. Assim devemos de fato orar para que estejamos com paz em nossos corações.</p><p>De fato, “lançar” nossa ansiedade em Deus, porque verdadeiramente o Senhor tem cuidado de todos. Essa é a mais pura garantia que a ansiedade é apenas um problema do nosso dia do hoje, sendo que esse problema de hoje pode acarretar em muitos problemas, dias que hão-se vir. Então para evitar o ideal é orar e buscar a direção de Deus para todos os dias.</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>Foi-se tratado nesse trabalho,</p><p>que a ansiedade é um problema moderno. Tudo quanto vimos foi que ansiedade é um mal presente em nosso meio, e que todos estamos sujeitos a cair neste problema. Ansiedade não é um mal ao qual temos controle, ela pode-se generalizar quando menos esperamos. Ela é o mal sou rasteiro, o mal que não dá para perceber quando está se agravando.</p><p>A vítima que sofre com ansiedade, não tem controle o domínio muito das vezes por isso é um tema muito relevante. A questão é que na nossa sociedade a qual vivemos enfrentamos diversos problemas sobre isso. Nem sempre conseguiremos dominar tal mal, mas vimos que existem meios de cura tanto na área da Medicina como na área da Psicologia. Vivemos em uma sociedade totalmente doente pela ansiedade.</p><p>Tratou-se também que existe meios de tratamento, apesar da sociedade estar totalmente doente com crises de ansiedades, com pequenas ou em grandes doses. Existe meios de fármacos, remédios e meios de amenizar tal doença, meios de tratamentos visando sempre o bem do consumidor. Porém sabemos que não há uma “fórmula final” para se resolver tal situação. Os médicos dizem que é correto usar os remédios sempre assimilados aos tratamentos, ou seja, somente os remédios não é o suficiente.</p><p>Do mesmo modo que o tratamento sozinho não é o suficiente. Necessita-se um com o outro como um “combo”, porque assim um assimilando outro gera, um tratamento a longo prazo. De mesmo modo sabemos, através deste trabalho que não existe uma “cura milagrosa” para ansiedade ela é sim uma doença da psique, mas não existe algo que se faça que a cure da noite para o dia, mas sabemos que existe tratamentos a longo prazo.</p><p>Devemos considerar, que a ansiedade interfere em todos os âmbitos. Sendo ela na vida do trabalhador, do professor, de quem é apenas um estudante ainda em formação, de todos cidadãos de bem. Todos são afetados, entre tantos outros que não foram citados, mas como foram tratados alguns dos mais comuns, ambos enfrentam problemas de ansiedade, corriqueiramente.</p><p>Como descrito esses problemas trazem malefícios, ao seu desempenho no trabalho ou para o estudante em sala de aula. Sendo assim, a ansiedade ela agrava em todos os âmbitos desde de um adolescente até um adulto que já está em seu ambiente de trabalho. Segundo a cosmovisão cristã é possível aliviar sua tensão, ou até mesmo remover ansiedade. Sendo que se pode ser controlada.</p><p>Considerou-se que na cosmovisão cristã, a oração é o maior tratamento que pode se ter para combater ansiedade. Além do mais, a segundo os ensinamentos cristão, o cristianismo não se necessita de remédios, para tratar dessa doença, mas não descarta possibilidade de usar remédios. A oração por si só ela é altamente eficaz como vimos, ela é capaz de aliviar a alma do mesmo modo ela é capaz de tirar todo o peso que carregamos.</p><p>Ela é uma comunicação direta com Deus e a Bíblia nos adverte que Deus é soberano e que cuida dos nossos dias. Sendo assim um Deus, único, que tem domínio sobre tudo e todos certamente poderá nos guiar e suster dia após dia. Parece necessariamente simples, porém eficaz e comprovado seus méritos. Somente buscando a Deus se pode aliviar os pesados fardos que as nossas rotinas ansiosas colocaram sobre nós.</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>ANDREATINI, Roberto; BOERNGEN-LACERDA, Roseli; ZORZETTO FILHO, Dirceu. 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Apesar de consideráveis variações entre os transtornos de ansiedade, normalmente costumam sempre estar associados a grandes incapacidades rotineiras, podendo ter um longo período de absolvições e recidivas. Acontece de ser muito perturbadores para indivíduos afetados, seus familiares, cuidadores e amigos. Transtornos de ansiedade normalmente ocorrem no próprio indivíduo, ou com outros problemas consequentes como depressão ou com abuso de substâncias.</p><p>Todo ser humano tem bases sentimentais, logo são sentimentos normais assim como De Souza (2013) refere-se:</p><p>essenciais e naturais à vida humana, responsáveis por preparar o indivíduo para situações de ameaça e perigo. [...] Em alguns casos, no entanto, um indivíduo pode apresentar ansiedade ou medo elevados de forma desproporcional à situação que os elicia ou em situações nas quais eles não são adaptativos, muitas vezes se mantendo de modo persistente e levando a prejuízos no seu funcionamento, caracterizando os transtornos de ansiedade. [...] Os TA interferem significativamente na vida do indivíduo diagnosticado e daqueles com quem ele convive, comprometendo suas atividades cotidianas, seus relacionamentos sociais e outras esferas da vida. Além disso, transtornos de ansiedade apresentam baixos índices de remissão espontânea e tendem a se cronificar ou mesmo se desdobrar em outros transtornos psiquiátricos quando não tratados (DE SOUZA, 2013, p. 00).</p><p>Analisa-se em suma os problemas que a sociedade acelerada vem a sofrer, quando o ser não é adaptativo ele sofre medo ou ansiedade. Sendo normal a necessidade de se adaptar em um século problemático com relação a rotina. Sendo que os padrões são mudados de tempos em tempos, em contrapartida tem se exigido mais da sociedade por comum. Exigido mais do ser pessoal como nunca antes. Cada ambiente, seja formal ou informal, gera uma adaptação especifica do ser humano.</p><p>Desde que o homem foi criado, ele sempre se adaptou a sua realidade metamorfose. Desde Adão no Éden, até hoje, o homem pós-moderno. É como se tivéssemos essa habilidade, de se moldar aos padrões propostos para sobrevivência que nos cerca. quando não nos adaptamos, sofremos com algum male, muitas das vezes uma ansiedade potencializada. Pois como vimos, a ansiedade é algo comum de todo ser humano, e o problema é quando ela se agrava até uma doença.</p><p>Como compete a Cury (2013) Se considerarmos a Síndrome do Pensamento Acelerado como um transtorno de ansiedade, será difícil encontrar alguém que tenha saúde psíquica plena. A humanidade tomou o caminho errado. Estamos adoecendo rápida e coletivamente! Rendimentos baixos em fábricas, trabalhos de maneira geral ou quaisquer outros rendimentos psicológicos são afetados através de uma pessoa ansiosa.</p><p>Atrapalhando a vida do de quem convive com esta doença em si, levando a problemas mais graves se não cuidados. Praticamente todos tem um parco de ansiedade, e talvez, depressão de vez em quando, mas as vezes o motivo do sofrimento ou da resposta de angustia – a morte de uma pessoa próxima ou uma violência lesada, por exemplo, passa e a pessoa não se recupera como deveria.</p><p>Seguindo o senso comum, ansiedade é equivalente a aflição, angústia, afobação, perturbação do espírito motivada pela incerteza. Na ansiedade patológica, o ente se mantém tão focado nos eventos futuros, que acaba se consumindo com o que nem adveio. Desse modo, esquece de aproveitar o presente. Alguns dados ansiogênicos comuns são: conjunturas em que a pessoa se sinta julgada, ambientes altos, preenchidos ou fechados, falar ou cometer atividades em público, falar com entes que não conhece ou com autoridades.</p><p>Collins (1995), fala acerca da questão da ansiedade e traz a seguinte definição: “A ansiedade poderia ser definida como um sentimento íntimo de apreensão, mal-estar, preocupação, angustia e/ou medo, acompanhado de despertar físico intenso”. Collins (1995) discorre que a ansiedade pode surgir por um perigo real ou imaginário, ambos identificáveis ou não.</p><p>Vários casos podem ser associados a uma crise surreal. Imaginários para muitos, porém reais até demais para outros. Frustrações lançadas para uma realidade caótica gera um problema intrínseco dentro da mente humana, gerando bloqueios e limitações impostos pela própria pessoa. Isso devido a medos ou simplesmente uma cisma criada pela própria imaginação ou situação atual do ser. Entende-se, de vários meios o conceito de ansiedade, porém há uma real necessidade de compreendermos a ansiedade, ela é um perigo alarmante em nosso meio que precisa ser compreendido.</p><p>Entre tantos conceitos, pensamentos, um conceito detalhado de ansiedade vem do site Significados (2014, s.p.):</p><p>Ansiedade é um estado psíquico de apreensão ou medo provocado pela antecipação de uma situação desagradável ou perigosa. A palavra "ansiedade" tem origem no latim anxietas, que significa “angústia", "ansiedade”, de anxius = “perturbado", "pouco à vontade”, de anguere = “apertar", "sufocar”. O quadro de ansiedade vem acompanhado por sintomas de tensão, em que o foco de perigo antecipado pode ser interno ou externo. Considerada, até certo ponto, uma reação natural do ser humano, útil para se adaptar e reagir perante situações de medo ou expectativa​, a ansiedade torna-se patológica quando atinge um valor extremo, com carácter sistemático e generalizado, em que começa a interferir com o funcionamento saudável da vida do indivíduo (SIGNIFICADOS, s.p, 2014).</p><p>O estado de angustia faz uma indução no ser humano ao projetar, em futuro, nascidos, perigos irreais, interrogações do dia a dia ou seu cotidiano que é abusivo ao seu ser. Ainda que esse sentimento muito intimo de angustia, inquietação, mal-estar, inquietação e uma aflição interna intrínseca. Essa perturbação, pode ser generalizada que é uma preocupação abrasadora e irrealista perante situações corriqueiras da vida, como ofício, saúde e pequenos dificuldades do cotidiano.</p><p>O medo presente em nossa sociedade emite um trauma que alavanca em doenças psíquicas. Uma perturbação por conta do amanhã voltado para o hoje. Sobretudo, uma triste realidade de adaptação do amanhã no presente momento. Talvez, pretendemos viver o amanhã no dia de hoje, sendo que com isso levamos. Isso pode ser uma fobia com o amanhã, um medo exagerado com o excesso de incerteza que sobre vem na pessoa.</p><p>A mente humana está voltada para vários âmbitos, porém quando se trata da psique e sua saúde como um todo, precisamos compreender um pouco mais dela. A psique é como a central de todo nosso corpo. Sem a “casa das máquinas” funcionando bem, as demais partes não funcionarão bem. Deste modo a psique, assim como uma “casa das maquinas” é muito complexa e digna de um melhor entendimento. Para Barcellos (2017, s.p.):</p><p>Devemos entender seu logos. Para a lógica das mãos, importante é aquilo que pode ser tocado. Ela ensina e nos inicia na dimensão da palpabilidade. A mão indica o que é palpável. Para a mão, é realidade o que for palpável. Sua alma é tátil, alma que ama o sólido, ama a matéria. Como um prolongamento do cérebro, ela entende a matéria como oficio. Como um prolongamento do coração, ela entende a matéria como arte. Artes e ofícios. Dois lados, dois hemisférios: duas são as mãos. Razão e emoção, função e canção (BARCELLOS, 2017).</p><p>Compreende-se melhor o logos da psique quando compreendermos a lógica da mesma. Para que a psique seja atacada, somente</p><p>com um ataque de emoções, para que haja algum maleficio para a alma, somente com algo que venha contra a mesma. Entendendo que o mal está na própria sociedade, compreenderemos que o problema que a psique enfrenta é algo tão real e presente quanto nossa realidade vista por nossos olhos.</p><p>A dimensão de palpabilidade que a psique está é um âmbito que só pode ser tangível através de tratamentos específicos. Porém, do mesmo modo que tratamentos consegue tanger a psique, os males cotidianos também a alcançam. Esse é o problema que está visível ente a todos que tem emoções, todos seres. Talvez por pequenas ou grandes fobias, que é um medo excessivo e irracional diante um objeto ou ocasião. Segundo Nascimento (et al., 2019, p. 1951):</p><p>O transtorno de ansiedade generalizada é uma preocupação ou ansiedade excessiva com motivos injustificáveis ou desproporcionais ao nível de ansiedade observada. Pessoas que sofrem dessa ansiedade estão frequentemente temerosas do futuro, aguardam pelo pior a todo o momento, por exemplo, qualquer pequeno atraso, um telefonema fora de hora, um telegrama são vistos como a notícia de uma tragédia ocorrida com uma pessoa querida. Este estado de ansiedade perturba a visão que a pessoa tem a respeito de si mesma e a respeito de si mesma e a respeito do que acontece no ambiente (NASCIMENTO et al., 2019, p. 1951).</p><p>Ocasiões podem levar a perturbação de pânicos, ataques de pânico de tempos em tempos sem causa aparentemente visíveis. Perturbações obsessivamente compulsivas: Presença de ideias, pensamentos, impulsividade ou conceitos, considerados hostis e inapropriados e que provocam ansiedade, mas a pessoa sente-se impossibilitada de controlar é na verdade também uma síndrome de pós-stress traumático, aparecimento de vários sintomas caracterizados após um episódio extremamente estressante e traumático.</p><p>Colaborando com a ideia, Delumeau (1989) diz que o indivíduo fóbico vivencia além da angústia e da vergonha, sintomas observáveis, uma série de reações corporais, alterações somáticas causadas pelo estado de exposição ao objeto fobígeno. Que no caso o seu próprio eu acelerado. Isso leva a séries de doenças. Porém o medo evidencia de diversas maneiras. Por algo mais ou menos preciso, conforme Dalgalarrondo (2018, p. 107):</p><p>O que é medo? Quais os sinais e sintomas do medo? O medo é patológico? O medo significa a mesma coisa que fobia? O que pode estar por detrás das fobias? Partindo deste princípio, o medo é “caracterizado por referir-se a um objeto mais ou menos preciso” (DALGALARRONDO, 2018, p. 107).</p><p>Talvez nossos discursos estejam cheios de alto ajuda, porém não esteja ajudando ninguém de fato. Dizer que vamos chegar a algum lugar espetacular ou simplesmente dizer: você vai chegar lá! É uma meta de um crente ou não crente que não pode pensar na derrota, pois se sente o autossuficiente ou para o crente que tem um Deus que é fiel, assim sendo um Deus todo Poderoso é sinal de todas vitórias. O crente neopentecostal é um protestante ansioso e essa ansiedade não é amiga deste mesmo, pois o impulsiona a um estado permanente e constante de preocupação.</p><p>A prosperidade, especialmente financeira, como foco da homilia teológica, lança os fiéis em conjunturas de profunda afobação, pois, caso não usurpe as coisas como símbolos de seu bem-estar e, sobretudo, de seu status, a falha é sua completa derrota, pois não teve fé e nem insistiu o bastante. Talvez por um sentimento de méritismo próprio, ou por se sentir digno de algo que venha do alto. Porém, se por acaso esse sentido seja frustrado logo vem a incerteza com o sentimento d medo e derrota.</p><p>Castillo et al. (2000), a ansiedade e o medo são sentimentos normais e são reconhecidos como problema patológico quando se tornam exagerados, desproporcionais aos estímulos diários normais, ao observar os padrões normais de acordo com a facha etária e acaba por atrapalha o desempenho das atividades normais do indivíduo. Na maior parte dos casos essas reações exageradas ao estimulo ansiogenico ocorrem mais comumente em pessoas com tendências genéticas herdada.</p><p>Se temos um problema patológico, então pode tratar-se daquilo que se pode se transformar numa doença. Se algo pode potencializar em uma doença então precisa de atenção. O medo não é um sentimento patológico, mas algo católico, no sentido de universalista em meio aos seres com emoções, dos animais superiores e do homem. O medo é uma situação de progressiva incerteza e angústia, de impotente e invalidez crescentes, ante a surpresa iminência de que sucederá algo que queríamos evitar e que progressivamente nos avaliamos menos capazes de fazer.</p><p>Andreati et al. (2001), destacam que o TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada) se destaca entre as perturbações da ansiedade e, por consequência, problemas psicológicos, mais comuns encontrados na clínica. Embora visto primeiramente como um transtorno leve, presentemente conclui que o transtorno de ansiedade generalizada é uma doença corriqueira e crônica, associado a uma morbilidade relativamente alta, por consequência a altíssimos valores particulares e sociais.</p><p>Pela sociedade estar vivendo ansiosa, esse problema se alastrou de uma forma generalizada, sendo agora algo comum em nosso meio. Não se é difícil ver alguém roendo suas unhas nos nossos dias. Por fatos comuns, corriqueiros, aderimos uma mente ansiosa. O problema em alguns casos se torna crônico, sendo que a doença crônica é uma doença que ela não é resolvida em no mínimo 3 meses. Sendo que pode levar a um agravante ainda maior que o esperado. Assim como uma simples gripe pode se tornar uma pneumonia, a ansiedade pode se tornar uma depressão, se potencializado o sintoma.</p><p>Nesse sentido, Nascimento et al. (2019) afirmam que a ansiedade pode ser dividida em normal ou patológica. O indevido que possui a ansiedade patológica de algum tipo pode ter uma ação restringida no meio social. Desta forma os transtornos de ansiedade podem ser tratados como um veículo de desmistificação que possibilita um conhecimento mais profundo do indivíduo, só se houver uma aceitação do tratamento pode haver um maior benefício para quem está recebendo o tratamento.</p><p>Uma vez que os envolvidos com o transtorno de ansiedade trazem com sigo sofrimento e consequências para todo o âmbito social. As industrias, optam por pessoas mais calmas e centradas do que pessoas que se perdem em seus afazeres. Pessoas com inteligência emocional é essencial em nossos dias. A ansiedade, é um sentimento que pode ser controlado, que requer uma inteligência emocional trabalhada.</p><p>Para Nascimento et al. (2019), a maior parte dos transtornos são crônicos, duradouro com pequenos intervalos onde ocorre diminuição dos sintomas e normalmente obriga o paciente a conviver com estados elevados de ansiedade durante anos. Em alguns casos tem a possibilidade de vir a ceder, mais não a maneira de se prever quando pode a vir isso acontecer. Enfrentamos sérios problemas com pessoas que tem a ansiedade crônica e nem sabe do mesmo. Então, logo se obriga o ser a viver com um problema e sofrer por ele sem saber de sua existência.</p><p>Sendo a ansiedade um agravante que se potencializa em enfermidades, compreendemos que sua alarmante na sociedade pós-moderna é real. Um problema que deve ser considerado, levado a frente com tratamentos, cuidados específicos e toda seriedade. Algumas doenças são consideradas as doenças do século. Quase todas, da área da psique são iniciadas pela ansiedade. Como se ansiedade fosse um “pontapé” para outras que sobrevêm adiante.</p><p>1.1 Uma sociedade doente pela ansiedade</p><p>Se pararmos para pensar nossa real situação momentânea. Estamos ansiosos neste momento por algo? Parece uma questão ingênua, mas não é. Compreendemos que é um estado que passamos em algum momento, em outros casos, por longos momentos. Porém, é algo comum em nossos meios. Se levarmos em conta o nosso instinto de proteção primário, o medo e a precaução.</p><p>Para Sadock et al., (2017), a ansiedade é um tipo de sinal, que muitas vezes, um alerta que proporciona um perigo próximo e habilita a pessoa</p><p>a tomar competentes medidas para lidar com a intimidação. Esta ameaça é totalmente desconhecida, adentra, vago ou conflituosa. Já o medo ou o pânico, segundo estes autores, é uma alerta que pode ser semelhante, mas se distingue por ser uma resposta imediata a uma afronta conhecida, exteriora, talvez definida ou não conflituosa.</p><p>O medo intenso dos cidadãos modernos, principalmente em cidades maiores com perigos que levam ao estado de um terror. Qualidades de vida lastimáveis, riscos de perigos eminentes que são traumatizantes, guerras internas travadas no desconhecido, somente em seu íntimo. O corpo humano é uma máquina de emoções, reações que interessa ser estudadas. A ansiedade e o medo são faces de uma mesma moeda. Ambos estão ligados, como diz Silva (2018, p. 23):</p><p>Um tipo de proteção automática do corpo é a reação do medo. Imagine-se andando por uma rua estreita e, de repente, avançam em sua direção dois cachorros da raça bull terrier, que rosnam, expondo seus dentes brilhantes entre a saliva que escorre por suas mandíbulas. Se você, por um acaso, quisesse racionalizar o que fazer, provavelmente processaria os seguintes pensamentos: Eles são cachorros; são ferozes; estou em perigo! O que devo fazer? Acho que devo correr! (SILVA, 2018, p. 23).</p><p>O temor é uma resposta da nossa psique mediante a uma situação perigosa. Reação em prol do medo, até assimilada a uma fuga ou luta, está no meio de várias perturbações do comportamento (ou psíquicos), versado como transtornos de ansiedade. Os sentimentos ou impressões envolvidas na reação do medo comum (como instinto de defesa), comum ou no ataque de pânico (lembra-se um tipo de medo intenso, súbito e incomum) são alterados em diversas ocasiões.</p><p>Esses males, são comuns na sociedade que convivemos, a auto resposta corporal é resultado de um apanhado de situações. Assim, nosso cérebro assimila situações e respostas momentânea a um ocorrido. Não temos controle em algumas vezes, por se tratar de uma resposta automática. Os sentimentos são impulsores de nossas reações, no como como o cachorro trouxe o sentimento de medo, logo uma resposta de lutar ou correr. Segundo Silva (2018, p. 25):</p><p>são justamente as próprias: taquicardia, sudorese, aceleração da respiração, tremores, boca seca, formigamentos, calafrios etc. A única diferença – e esta é muito importante – é que, no caso dos cachorros, nós sabemos exatamente por que reagimos daquela maneira (por medo das feras). Já no pânico, ou a ansiedade por exemplo, nós não conseguimos detectar um fator desencadeante ou um estímulo evidente para causar sentimentos tão fortes (SILVA, 2018, p. 25).</p><p>Cooperando com a ideia de Silva (2018), segundo a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas relacionados a Saúde- 100 Revisão (CID 10, 2008), no transtorno de ansiedade generalizada o aspecto essencial é ansiedade, a qual é generalizada e persistente, mas não restrita ou mesmo fortemente. O paciente deve ter sintomas primários de ansiedade na maior parte dos dias por pelo menos diversas semanas e comumente por vários meses.</p><p>Esses sintomas devem usualmente envolver: apreensão (apreensão sobre adversidades futuras e sentir-se no limite, dificuldade de centralização); conflito motora (movimentação inquieta, cefaleias tensionais, tremores, incapacidade de relaxar) e hiperatividade autonômica (impressão de cabeça leve, sudorese, taquicardia ou taquipneia, torturo epigástrico, atordoamentos e boca seca).</p><p>Sabemos que cada indivíduo tem sua história em particular, essas histórias geraram uma estrutura de auto respostas automáticas. A ansiedade de cada um, pode ser por conta de algo especifico que potencializa cada pessoa. O pânico é a potencialização do medo, impossibilitado de saber o momento de sua agravante. É um excesso que vem com maior força, devido a uma situação estressante que exige uma resposta mais cautelosa. Assim, de acordo com Chaves (2019, s.p.):</p><p>[...] estresse, que pode ser descrita por diferentes características como inquietação, dificuldade de concentração, distúrbios de sono, fadiga, tremores, dentre outros. Esses sintomas podem incidir em consequências negativas à vida pessoal do indivíduo e à formação profissional, quando em pessoas mais jovens, como estudantes. Estudos têm mostrado que a ansiedade afeta a percepção motora e intelectual do jovem, além do que, os Transtornos de Ansiedade produzem morbidade desordenada, uso de serviços de saúde e comprometimento do desempenho incomum (CHAVES, s.p 2019).</p><p>Segundo Chaves (2019) a ansiedade provoca uma série de problemas como inquietação, que é um excesso de ansiedade, dificuldades de concentração, que algumas vezes pode ser um déficit de atenção ou algum tipo de problema como muitas multitarefas para serem concluídas. Excessos de distúrbios no sono, uma insônia devido ao medo ou pelos problemas do amanhã. Os jovens de maneira geral são atingidos por esses sintomas, normalmente, se tem uma vida mais corrida que o comum na juventude.</p><p>Consequentemente, morbidade vem do latim morbus, i, que constitui tanto doença física como enfermidade do espírito, paixão. Um desempenho incomum se gera do ser quando ele está com estes sintomas, em suma, agrava-se na psique. Baixos rendimentos de suas tarefas ou algum tipo de desconcentração em seu orbe. Já em uma desordem mórbida pela sociedade, com problemas internos, dentro de cada um.</p><p>Para Minghelli (2019), em idosos, a ansiedade corresponde juntamente com a depressão um problema de saúde pública em idosos. Isso comprova que a idade pode estar associada a tal problema, mas há ainda outros fatores, como sedentarismo. Discorrido vários estudo sobre ansiedade e depressão em idosos afirmou que a prática de atividade física pode ser coadjuvante na prevenção e no tratamento da ansiedade e depressão no idoso.</p><p>A ansiedade é um problema tão abrangente que até idosos tem sofrido com tal male. Sendo o excesso de futuro, o que seria pensando com relação a idosos, o futuro próximo a curto prazo gera ansiedade. Porém, acompanhada de um sintoma de depressão, sendo por via um declínio nas emoções, tanto com relação aos sentimentos, com os idosos geralmente abandono por conta das famílias. Minghelli (2019) afirma que o sedentarismo é um dos fatores que traz a ansiedade. Outro fator agravante “comum” e muitíssimo importante, discorre Rodrigues (2019, s.p.):</p><p>Outro fator importante é a relação da ansiedade com o suicídio. Os transtornos de ansiedade em geral não são percebidos como fatores de risco isolados para o comportamento suicida. Por conta disso, é importante notar com mais atenção os indivíduos que estejam passando por esse problema, visto que isso se apresenta como fator de risco para o suicídio, cabendo ao serviço de saúde identificar e agir de forma preventiva, com a intenção de diminuir as tentativas e até mesmo o ato (RODRIGUES, 2019, s.p.)</p><p>A ansiedade tem relação ao suicídio, para Rodrigues (2019) são sintomas desapercebidos e reais, muita das vezes. Ligações correlacionadas entre os dois sintomas, pessoas com excessos de ansiedade tendem ao suicídio, sendo que é uma ação temível que gera apreensão do indivíduo. Logo a ansiedade opera por meio dessa ação suicida, mesmo o ato sendo um ato maligno para si próprio, é um male que na psique envolve uma série de problemáticas.</p><p>O silencio que faz nos desaperceber um suicida, são, talvez o problema que o leva ao anseio do ato. Ao anseio pela falha do ato, ou até mesmo, pelo ato de obter sucesso. Anseio pelo que virá após a morte, que pode ser uma surpresa para a pessoa. A ansiedade está totalmente correlacionada ao suicídio. Viver em coletivo é uma obrigação do ser humano, contudo, muitas vezes está o “enferma” e o “mata”.</p><p>Segundo Quevedo et al., (2008) convém salientar, ainda, que pessoas com baixos apoies de autoestima, resiliência e tolerância à frustração são mais vulneráveis, havendo maior risco de suicídio. A influência da sociedade é intensa, pois ela gera uma assombrosa pressão no sujeito, mediante cobranças exacerbadas, padrões socioeconômicos ditados e determinações</p><p>a que todos devem se combinar-se, o que, para muitos, é impraticável.</p><p>Tal exigência da sociedade não é considerada para muitos por bons olhos. Enquadrar a um padrão proposto, ao quadro social não é fácil a estes, levando em conta a exigência social proposta em nosso meio. Pessoas com baixa autoestima, sendo que estas estão com pouco de si mesmos, sofrem com o quadro social em que requer mais do mesmo. Ambas frustrações podem propor a uma “válvula de escape” que no caso, como vemos com maior intensidade em nossos dias, o suicídio. Segundo Oliveira e Amaral (2007, s.p.), os adolescentes sofrem com maior intensidade sob o domínio do suicídio:</p><p>O adolescente é um sujeito que se encontra, naturalmente, em fase de transformações e descobrimentos, dentro e fora de si. Em alguns momentos lhe são cobradas atitudes de adulto e, em outros, é tratado como criança. Todavia, todas essas atribulações, internas e externas, exercem uma força sobre ele, gerando ansiedade, que pode ser natural caso saiba como adaptar-se. Alguns adolescentes não possuem essa capacidade e acabam usando como artifício, o que julgam ser a única saída, o suicídio (OLIVEIRA; AMARAL, 2007, s.p.).</p><p>A transformação natural do adolescente, puberdade, amadurecimento e uma inserção na sociedade gera grande pressão na psique do adolescente. Essa etapa da vida é uma etapa de autodescobrimento, ao mesmo tempo, um amadurecimento que requer algumas atitudes de adulto. Para muitos, se tornam atribulações que geram ansiedade sobre suas escolhas, tais escolhas levam a um escape de suicido, por conta da ansiedade.</p><p>Por outro lado, adaptação a novas tecnologias vêm proporcionando cada vez mais a ansiedade, aumentando-se as horas no trabalho diário, cursos, análises, sempre a frente de um computador ou em alguma máquina eletrônica, sempre em prol da perfeição profissional continua. Além disso, nota-se um aumento crescente do número de desempregados alistados ao advento da tecnologia no campo de trabalho e a inabilidade profissional para atuar novos instrumentos.</p><p>Não tão somente adolescentes, mas adultos em nossos dias precisam adaptar-se. É uma necessidade que se enfrenta em todas áreas que está em constante evolução, seja eletrônica, social, empresarial etc. A sociedade e sua metamorfose, traz consequências para todo cidadão individualmente falando. O suicídio para alguns é a única escolha de saída, sendo que na verdade pode não ser. Não tão somente o suicídio é um triste problema que a ansiedade traz, mas sim o pânico, como diz Araújo (2014, p. 67):</p><p>Existem vários tipos de transtornos acometidos pela ansiedade, dentre eles, podemos destacar o Transtorno do Pânico, que se caracteriza pela ocorrência de ataques de pânico inesperadamente, ou seja, períodos diferentes de medo intenso que podem acontecer várias vezes ao dia ou apenas algumas vezes ao ano. Esse transtorno costuma-se ser adjunto da agorafobia por existir medo de ficar só em lugares públicos, onde seria dificultosa uma saída rápida durante o curso de um ataque de pânico (ARAÚJO, 2014, p. 67).</p><p>O transtorno do pânico, também pode ser influenciado pela ansiedade, porém o pânico é um sentimento agudo inesperado. Períodos de medo, é fluência para o pânico. Sendo que o transtorno é um período e logo passa. O problema é esse período que vem a acarretar outros males, em alguns casos infartes ou até mesmo um agravante no suicídio. Esse medo doentio de se achar sozinho em amplos ambientes abertos ou de atravessar recintos públicos.</p><p>Simula-se como se um indivíduo estivesse preso em um ambiente com bastante pessoas e precisa-se sair, o mais rápido possível em uma situação de desespero. Compreende-se de maneira hábil como primeira reação do correr, porém o sentimento é de pânico devido a circunstância que se encontra. Igualmente, o caso de estar atrasado e pegar um metro em uma capital, o desespero e a fobia para sair ou entrar no metro gera esse sentimento de pânico.</p><p>Para Angélico (2012), a Fobia Específica é qualificada por um temor alusiva a elementos ou algumas situações, harmonizando uma ansiedade constante. Um exemplo disso é o medo de discorrer em público, de modo que falar publicamente pode provocar um estresse psicossocial amplo, sendo elencado com ansiedade. Contudo, a ansiedade de dialogar em público pode ser um problema devido a insegurança própria.</p><p>Este Transtorno de Ansiedade Social, apresenta um nível maior de ansiedade quando o indivíduo vai se pronunciar, além do mesmo exibir falas com pausas mais extensas e em maior número. Devido sua insegurança no discurso, talvez por incerteza do seu diálogo. Além do medo e a ansiedade de falar em público, também em alguns casos, há o medo de dormir em quarto escuro, medo fazer viagens de avião, medo de certas alturas, dentre outros medos.</p><p>Segundo Muller (2015), o Transtorno de Ansiedade Social (TAS) faz parte dos tumultos que atacam pessoas que possuem sintomas ansiosos alusivas ao medo abrasador de serem admoestados, e que tendem a avaliar negativamente seu procedimento social. Sofrem com o medo de padecer humilhação, falar abertamente para pessoas, urinar em sanitários públicos, falar com alguma pessoa que intente namorar.</p><p>CAPÍTULO 2 – MENTES ANSIOSAS</p><p>Compreendendo que nossa realidade sociológica brasileira é de uma rotina estressante, cheia de empecilhos para nossa mente, O brasil se tornou com o decorrer do tempo um país corrido e cheio de industrias, correrias pelo trabalho e problemas sociais. Nossas rotinas são ansiosas, o amanhã quer ser vivido no hoje. O amanhã só terá significado se dor vivido no seu devido dia. Esta, porém é uma forma de sofrimento humano indesejado por todos. Sendo um alarme sociológico pois leva a outros problemas como visto anteriormente.</p><p>Como uma das formas de aflição humana, a doença psicológica pode abordar uma em cada quatro indivíduos em dada fase da vida, assim transformando rara a família poupada dessa aflição, encontrando-se com perturbações mentais (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE, 2002). No ano de 2015, a prevalência da ansiedade foi de 3,6% no mundo e 9,3% no Brasil; país mais ansioso da terra.</p><p>Ponderando estes índices na área da saúde, impossível será se não conhecermos alguém que sofre com ansiedade. O problema é mais comum que a gripe, comparando por si só, é comum todos terem esse problema, pois é algo que vivemos e traz consequência. As mentes ansiosas levam ao corpo ansioso, os problemas acarretam através de sintomas. Porém como foi analisado o país mais ansioso do mundo é o Brasil.</p><p>Nossa rotina problemática, corriqueira, é fatal para nossas mentes. O excesso de coisas gravadas em nossas mentes, tão somente para um dia que seja, é ruim para nosso vigor. A saúde mentes mana toda força de nosso corpo, por isso necessitamos manter nossa mente sadia de todo problema, por mais que isso pareça impossível em nossa realidade. As mentes ansiosas podem acarretar problemas maiores uma delas é a depressão.</p><p>Por sua vez, a depressão acomete 4,4% da população mundial e 5,8% dos brasileiros (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2017a). Em 2030, a depressão será a segunda causa mais comum responsável pela carga global de doenças, perdendo apenas para a VIH/SIDA e sendo mais frequente que a doença cardíaca isquêmica (MATHERS; LONCAR, 2006). Compreendendo essas verdades, sabemos que a ansiedade é uma porta para as demais doenças psicológicas.</p><p>A depressão é um problema gravíssimo, sendo um problema que é ponderado através da ansiedade. Mentes ansiosas geram depressão, que é um dos maiores problemas que a sociedade irá enfrentar, se não ser moldada nossa rotina de hoje. A rotina depressiva se vem de tantos trabalhos, exigências e problemas próximos familiares que possam abalar a psique e assim gerar um transtorno emocional no indivíduo.</p><p>Sendo um dos problemas que levam a ansiedade e depressão. A exigência de um futuro que pode ser obscuro de se conquistar. Trabalhos e rotinas cheias, sendo difíceis de ser preenchidas e concluídas geralmente são exigências de ambientes de trabalho. Tanto</p><p>para trabalhadores novos ou não. Correções e afrontas por chefes ou lideres religiosos pode ser problemas relacionados ao caso. Um dos melhores exemplos que podemos avaliar são os docentes da atualidade.</p><p>Diversos estudos empirismo comprovam que o stress e o descontentamento profissional dos docentes diminuem ao alcance que acrescentam os níveis de educação (Cooper e Kelly, 1993; Travers e Cooper 1996; Troman e Woods, 2001). Para além abrolhastes fatores, os apontadores de saúde mental diminuem de forma expressiva da educação superior para o ensino fundamental (Cooper e Kelly, 1993). As mentes ansiosas, para os docentes como via problemática veem-se quando se “aumenta” os níveis de educação.</p><p>Provavelmente devido ao seu baixo vigor, sua saúde mental, os docentes passam por problemas na psique. Rotinas exaustivas dos docentes com preparação de matérias, exaustação de uma vida corriqueira no aspecto familiar, sendo que os problemas muito das vezes vêm de um local que é mais coabitado. Extrapola-se em sala de aula, sendo que a saúde mental se tende a diminuir.</p><p>Efetivamente é mais admissível notarmos contentamento profissional dentre os professores universitários do que dentre os docentes do ensino basal. Os docentes do ensino básico semelham apresentar mais stress no que respeita às preocupações do dia a dia e à participação dos pais na história escolar do que os professores do ensino secundário e superior (DeFrank e Stroup et al., 1995; Troman e Woods, 2001).</p><p>Os professores que atuam nas universidades eles são menos tendenciosos a sofrer, devidamente ao ambiente ao que se trabalha. Ambientes ao qual já há um amadurecimento por parte dos alunos, diferente do ambiente ao qual os docentes estão lidando com crianças. A questão emblemática do ambiente envolve a preocupação com o conteúdo e com o modo de lidar com cada indivíduo.</p><p>Por mais, o envolvimento excessivo e muita das vezes abusivo com as pessoas levam os docentes a terem uma mente ansiosas. Problemas futuros, sendo eles de dias a dias ou devido as circunstâncias de trabalho. Os docentes brasileiros são um dos melhores exemplos a serem citados acerca do assunto tratado, ansiedade. Não somente o Brasil, sofre com a questão da ansiedade, stress ou problemas relacionados a psique.</p><p>Uma averiguação realizada por Lima (1999), numa amostra de 89 docentes de duas escolas de Lisboa (ensino fundamental e secundário) asilou identificar níveis mais baixíssimos de stress nos professores do ensino secundário do que nos do ensino básico e identificar os principais fatores adjuntos ao stress, especificamente: problemas familiares dos alunos, indisciplina e número excessivo de alunos por turma.</p><p>Acumulados em psique varias questões, são casos que precisa de cuidados. Embora, são coisas que levam qualquer um pensar sobre questões sérias. Problemas familiares, com toda certeza leva-nos a questionar ou enfatizar em nossas mentes como prioridades a serem resolvidas. O individuo só estará bem com tudo ao seu derredor se estiver bem consigo mesmo. Cooperando com todo mecanismo sociológico, sistema em qual vivemos, e nossa sociedade ultra corrida.</p><p>Em suma experiência ao nível de formação de professores do ensino básico, foi constatado os diferentes transtornos de ansiedade e stress sentidos e revelados pelos professores face aos reptos da realidade escolar. Acresce que as professoras tendem a relatar níveis mais superiores de stress adjunto ao procedimento dos alunos do que os professores (Jesus et al, 1992; Manthei & Gilmore, 1996).</p><p>As professoras, por serem mais emotivas, sendo mulheres são mais tendenciosas a sentirem por esse male. Provável pelos fatos comuns o sentimento materno em prol das crianças ao qual se convive em uma sala de aula. Ambas questões embaraçam na psique da senhora docente. Níveis de stress altíssimos quando são desrespeitados, mesmo sabendo que a educação brasileira não é das melhores. Estes dados ganham especial importância na atualidade dada o aumento de mulheres na profissão (Jesus, 1996).</p><p>Níveis de stress podem comprometer o rendimento em qualquer profissional, estudante ou trabalhador. Independente de sexo ou raça e cor. A perspectiva do bem-estar docente alude também uma compreensão prosaica da ciência de stress (Marques Pinto e Lopes da Silva, 2005). As situações ambientais podem importunar stress e são acaudilhadas em: episódios vitais, fatos diários menores e circunstâncias de confusão crónico.</p><p>Os chamados life-events foram estudados pela principal vez por Holmes e Rahe em 1967. Nas bibliografias, os life-events têm sido intitulados como acontecimentos de vida estressantes, episódios de stress, casos de vida negativos ou acontecimentos fundamentais (Margis, Picon, Cosner & Silveira, 2003). As mentes ansiosas normalmente são afetas por um todo. Os acontecimentos de vida estressantes podem ser movidos por vários aspectos.</p><p>Dentre tantos, os trânsitos em cidades grandes, capitais, que um docente, trabalhador ou um cidadão que irá percorrer aquele trajeto virá a ter um ápice de ansiedade, logo stress. São diversos motivos que leva a um pico de stress, por coisas tão pequenas internas como outros âmbitos que pode ser maior e já com seu resultado exorbitante. Deste modo, vale ressaltar que devido as exigências temos uma sociedade ansiosa, problemática e estressante.</p><p>Devemos considerar as requisições curriculares como um todo (Manthei & Gilmore, 1996) e as necessidades de consideração profissional, cada vez mais exigentes, e mais estressantes (Borg & Riding, 1991). Deste modo, o stress surge quando o indivíduo considera que as exigências do meio ambiente ultrapassam os seus recursos pessoais, o que coloca em causa o seu bem-estar. Como complementa Margins (2003, p. 65-74):</p><p>Situações adversas ou desagradáveis causam um desequilíbrio interno no organismo que culminam com uma resposta biológica e comportamental ao fator estressante. Dessa forma, atribui-se ao estresse uma grande responsabilidade pelo surgimento do transtorno de ansiedade. (MARGINS, 2003, p. 65-74).</p><p>O sujeito estressado pode desenvolver um renque de sintomas que marcar com sinais a situação. Porém, duramente ele terá consciência de que está acontecendo um momento estressante, já que a condição não consente que a pessoa apresente estabilização suficiente para parar e avaliar seus sintomas e efeitos. Todo o corpo sofre bem como um indivíduo está estressado, com inclusão a mente e as emoções.</p><p>Embora afete todo o panorama, gera conflitos ainda mais claros no ambiente de trabalho e na forma de produção. Como a alta concorrência, a sobrecarga de afazeres e a tensão nas afinidades interpessoais são amplas causadoras do quadro, o espaço profissional é abertamente afetado. Ambos são afetados, os que sofrem internamente com o problema, e também os que estão ao derredor do que está sofrendo com o problema.</p><p>O mal-estar do trabalhador refere os sentimentos de avacalhação (Esteve e Fracchia, 1988), de desmotivação, desvalorização ou de desencanto que emergem nos profissionais, devido às alternativas do processo de reconstrução identitária em que a manifestação da mudança como finalidade da autodisciplina, irreversivelmente, os colocou.</p><p>Agora pois, não somente os professores, mas os alunos não tem a realidade diferente de modo que Cury (2013) diz:</p><p>Os professores reclamam que os alunos estão cada vez mais agitados, ansiosos e alienados. Mas toda mente é um cofre; não existem mentes impenetráveis, e sim chaves erradas. Usei a chave correta, toquei o território da emoção daqueles alunos e os estimulei a viajar para dentro de si mesmos. Não se ouvia uma mosca enquanto eu falava. Após minha breve exposição, indaguei-lhes sobre os sintomas da SPA que porventura vivenciavam. A grande maioria levantou a mão afirmando sentir dores de cabeça e musculares. Foi surpreendente. Quase todos também acenaram positivamente quando perguntei se acordavam cansados, sentiam-se irritadiços e intolerantes a contrariedades, sofriam por antecipação, tinham déficit de concentração e de memória. (CURY, 2013)</p><p>Compreende-se,</p><p>pois, que os professores constituírem os profissionais mais relevantes da sociedade, o sistema educativo clássico está adoentado, desenvolvendo pessoas doentes para uma sociedade estressante, pois leva os educandos, da pré-escola à pós-graduação, a apreciar milhões de dados sobre o mundo em que estamos, mas quase nada sobre o mundo que somos, o planeta psíquico.</p><p>Em nossa sociedade, os trabalhadores, como os professores ou até mesmo os alunos que aprendem estão com mentes ansiosas. Facilmente se encontra algo falando sobre esses problemas peculiares, devido ao aumento de psicólogos e artigos nessas áreas, nos revela o quão deplorável está nossa sociedade e tamanha depravação a sociedade alcançou. Devido à queda humana.</p><p>Segundo Merlo (2014), o trabalho tomando lugar tão saliente na vida das pessoas, passa a ter afinidade direta com as qualidades de saúde tanto física como mental. O trabalho, por ser um dos fatores essenciais na construção da subjetividade humana, afeta a semelhança de prazer e agonia no trabalho que, por sua vez, pode se transformar em uma enfermidade física e/ou psíquico; daí sua estreita ligação com a saúde.</p><p>Pelo fato de as situações envolventes em nossa realidade interferir diretamente em nossas qualidades psíquica, como o trabalho. Envolvendo e trabalhando em mentes ansiosas afetando assim diretamente o ser, rendimento e por si só, já a sociedade por um todo. Envolvente como um todo na questão do bem-estar ou com relação ao quesito enfermidades. Sendo uma questão que a maioria dos trabalhadores enfrentam.</p><p>De concordata com o Anuário da Saúde do Trabalhador (2016), em comparação a 2004, as abduções por enfermidade ocupacional, cresceram 9,4%, e abordaram a quase 181 mil casos em 2014. Assim sendo, vemos que o trabalho excessivo tem acarretado uma série de problemas nas sociedades de adoecimento no ambiente de trabalho, sabendo as possíveis causas que levaram ao adoecimento, uma delas, muito conhecida é a psicossomática.</p><p>Para Monteiro (2014), o termo “psicossomático” foi empregue pela primeira vez em 1918 pelo psiquiatra alemão J. C. Heinroth, quando escreveu um artigo onde observava a importância e a influência das paixões sobre a tuberculose e o câncer. Quando fora escrito, ele percebeu que uma das doenças que a psicossomática trazia era até grave como um câncer, ou tuberculose.</p><p>Atacando a psique, ou através da psique temos os resultados de uma doença comum em nossos dias. Comum pelo fato que os psicólogos já lidam com isso a um tempo, escrevem a cerca do assunto e trazem diferentes questões sobre o mesmo. A grande questão é que se a suade mental é tanto importante assim, então logo precisamos tratá-la com grande seriedade e atentamente.</p><p>Volich (2000) assegura que a psicossomática, legatária das correntes que idealizam a coesão corpo-mente, busca envolver a existência humana, a saúde e também a doença segundo essa visão conexa. Sendo assim, a ligação das doenças da psique envolve uma extrapolação de alma e corpo, ou seja, mente e físico. E tem a desígnio de compreender uma visão de integralidade do homem, ou seja, sua soma, uma abstrusa mente/corpo em influência mútua com um argumento social.</p><p>Concorda-se que a mentes ansiosas trazem consigo problemas graves para um todo. Voltando para ideia do corpo e mente atacados por um problema, temos entra muitas, a principal que é um agravante corriqueiro: a psicossomática. Vários tipos de doenças derivam dela, por conta a uma “pequena” gripe, até um suposto câncer. O corpo traz consigo todos traços da doença, porém ambos de âmbito psíquico.</p><p>Contribuindo, Franca (2000) diz que a psicossomática (psico = mente, soma = corpo) é considerada quanto uma consistência entre os métodos biológicos, mentais e físicos, observável ou não, que proporcionam reações em todo o corpo. Tais reações podem ser comparadas a sintomas que se derivam da doença. O problema é que por ser uma atribuição psíquica, alguma das vezes o individuo não está realmente doente.</p><p>Por se tratar de algo normal na sociedade, como vimos antes grande parte dos problemas se vem da ansiedade que acarreta em outras doenças. O transtorno que falamos é grave, a tal ponto que deriva a sintomas corporais equivalentes ou superiores a doenças graves. Tais agravantes discorrem de problemas emocionais, ansiógenos e problemas que trazem grades pesos em consciências.</p><p>Descreve Carvalho (2017), pois refere-se que a psicossomática representa uma dificuldade emocional que uma pessoa possa ter. A partir dessa dificuldade emocional o indivíduo passa a sentir diversos sintomas físicos, consisti em por sua vez de extremada ordem emocional. O acrescentamento que são as disfunções físicas, manifestas ou não, ocorridas na mente, faz com que o corpo sinta múltiplos sintomas, tais como dor, mal-estar e doenças.</p><p>Em suma traz a consciência de uma desorganização emocional, sendo o problema emocional, trazendo assim os reflexos na área física. Concordam-se ambos citados até aqui o mesmo senso comum, ligando a mesma ideia que a sociedade está verdadeiramente doente pela ansiedade, depressão, stress e por volta doenças psicossomáticas. Ambos agravantes sendo em áreas religiosas ou não, mas sim no homem como um todo.</p><p>2.2 A ansiedade como doença</p><p>Por tratar-se de transtorno com convergência a cronicidade e a momentos de absolvição e recorrências, a continuidade por um mesmo profissional ou equipe de saúde pode ser formidável fator de adesão, além de possibilitar a assimilação precoce de situações desencadeantes e sinais de piora. Tratando, pois, do paciente, lembrando da questão ansiosa, ele precisa recorrer a um profissional.</p><p>Além do acompanhamento com um psicólogo, médico comum ou médico de família, o préstito complementar por enfermeiro pode contribuir com reforço da aderência e orientação e monitoramento de adequadas adjuvantes não medicamentosas, como treinamentos físicos, métodos de relaxamento, sanidade do sono. Um acompanhamento profissional nessa área é ideal para um tratamento correto.</p><p>Segundo Nice (2011), o tratamento deve ser disposto e procurado logo que crível, e pode ser feito com abordagem orientadora, farmacoterapia, psicoterapia ou combinação de ambos. Há benefícios no tratamento fundamentado em artes de atenção primária, como menores taxas de absenteísmo e máxima alacridade das pessoas, e estes serviços necessitam ser o local preferencial de tratamento sempre que possível, ainda que imprescindível a inter consulta com profissional de bem-estar mental.</p><p>Atualmente, existem alguns fármacos, tratamentos psicoterápicos e metodologias comportamentais com proeminências científicas de efetividade nos diversos transtornos de ansiedade. Por enquanto, segundo os especialistas não existe superioridade de um tratamento entre outro. Linde (2008), discorre acerca de alguns meios de tratamentos fármacos, sendo eles alguns comuns:</p><p>Café, tabaco, bebidas alcoólicas, maus hábitos de sono e drogas ilícitas são fatores que podem piorar os sintomas. O paciente deve ser orientado para os riscos da mistura de tratamentos ditos naturais, como chás tidos como calmantes porque baixam a pressão arterial. Também quanto ao uso da erva de São João (Hypericum perforatum), que pode interagir com remédios psicoanalépticos potencializando efeitos colaterais.</p><p>(LINDE, s.p, 2008)</p><p>Ambos remédios trazem a incidência de males quando misturados um com outros. A ideia do tratamento fármaco é muitas das vezes para redução da ansiedade, não para realmente acabar com a ansiedade. Se, tomamos um remédio de gripe, isso não garante que não vamos ter mais gripe. Por mais que esse exemplo pareça simples, ele demonstra um todo da realidade das farmácias.</p><p>A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é respeitada por muitos a principal acometida cognitiva da contemporaneidade, constituindo uma consistência de conceitos e técnicas cognitivo-comportamentais e distinguindo-se umas das outras de acordo com o enfoque predominador, cognitivo ou comportamental (Souza & Candido, 2010). Pois esta técnica está relativa ao conhecimento do problema, pelo tanto que</p><p>se conhece deste mesmo mais se consegue combater.</p><p>Reconhece-se pelos fatos a questão de comportamentos relacionados, ou seja, quando se conhece o paciente com os sintomas relacionados a Ansiedade generalizada ou outro âmbito da psique assim combate seus sintomas. Logo se tem um resultado tanto eficaz reconhecendo pelas técnicas cognitivas comportamentais. Considerando assim um método eficaz em combate a doença.</p><p>Segundo Knapp & Beck (2008) a análise e o exercício clínico mostram que a TCC é eficaz na diminuição de sintomas e taxas de repetição, com ou sem remédios ou antibióticos, em uma extensa variedade de desordens psiquiátricos. Garante-se sendo muito efetiva a questão da análise do paciente. Sendo a mesma o resultado do mesmo âmbito de investigação, a doença e seus comportamento externo para compreensão do caos interno.</p><p>Não tão somente a questão dos gestos são analisadas, como expressão corporais, mas sim a questão das suas escolhas, experiencias de vida. Trazendo por base meios externos e modos comportamentais, até mesmos sintomas de possíveis doenças, essa teoria se baseia de modo que a análise do paciente se torna eficaz contra a doença e os transtornos de ansiedade, sendo ela generalizada ou não.</p><p>Complementa-se Dattilio & Freeman (1998), trazendo que TCC consiste em um sistema de psicoterapia que se baseia na teoria na qual o modo como o sujeito estrutura as suas experiências determinam o modo como ele se sente e se comporta. Sendo um meio de terapia, sendo que a terapia deriva de um processo e no caso, muito efetivas. A psicoterapia é um tipo de tratamento cujo desígnio é tratar os problemas psicológicos, como depressão, ansiedade, dificuldades de relacionamento, entre dessemelhantes problemas da área da saúde mental.</p><p>Por mais, assim é grande a demanda das terapias na área mental. Cresce cada vez mais o numero de pessoas que recorrem aos profissionais da área da saúde mental, de modo que assim, buscam a possível saúde que tanto se almeja. Os problemas psicológicos devem ser tratados com profissionais, sendo que os que atendem devem ser unidos com medicamentos que facilitam o processo de tratamento.</p><p>De acordo com Beck, Rush, Shaw & Emery (1997) a teoria, os sentimentos não são apurados por circunstâncias, mas sim pela forma como os indivíduos compreendem tais circunstâncias. Nessa via, os transtornos psicológicos transcorrem de um modo desvirtuado ou disfuncional de perceber os acontecimentos, influenciando assim, os afetos e os comportamentos.</p><p>Considerando a teoria, os sentimentos não são voltados por questão da circunstância em si. Porém, são pela como a pessoa compreende a circunstância. Levando assim a questão comportamental dos pacientes ou da pessoa que está sofrendo com algum problema d ansiedade, alguma mente ansiosa. Como trazido por Beck, o transtorno decorre de maneira sorrateira, influenciando os problemas externos, tais os mesmos comportamentais.</p><p>Segundo Pitta (2011), a ansiedade é um sentimento que está com o homem desde sua existência, sendo que a ansiedade habitual reativamente normal pode ser estimada um sinal de alerta que admite ao indivíduo conservar-se atento, tendencioso como base objetiva uma advertência ou perigo existente e decorrente da realidade externa. Lembrando de alguns fatos já vistos antes, concorda-se com a realidade de uma sociedade ansiosa.</p><p>Pois desde os primórdios da era humana já se habituava com tal male, provável com menos intensidade, porém por se tratar de um sentimento humano, quase que um instinto que leva a proteção e ao problema que pode circundar o que está sofrendo com o mal da ansiedade. Devido os perigos constantes da sociedade que vivemos, bem mais intensos a cada dia que se passa, logo se aumenta o nível de ansiedade em cada indivíduo.</p><p>Já a ansiedade patológica, segundo Pitta (2011) se distingue pela intensidade, pelo caráter do anacronismo, recorrente e desproporcional ao ambiente, sendo caracterizada por um anseio desagradável de ansiedade negativa em repulsão ao futuro. Tal ansiedade negativa, leva o sujeito que já tem um pequeno problema com a sniedade a potencializar de forma tal o que já está nele que leva o a doenças.</p><p>o anseio negativo pelo futuro traz sérios problemas para a presente realidade, lembrando que existe a ansiedade patológica que é um adjetivo dado a tudo que se refere ou está alistado com uma patologia. Este termo, logo designa o contíguo dos sintomas que se agregam a uma sensata doença e à particularidade da medicina orientada para as doenças destes tipos.</p><p>Segundo o DSM-5 (APA, 2014), o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é um contratempo psiquiátrico que se distinguir-se pela ansiedade excessiva., para o exame de saúde do TAG, a ansiedade abrasadora deve durar pelo menos seis meses e ser acompanhada de pelo menos três dos consequentes sintomas: aflição, sensibilidade, fatigabilidade, afobação do sono, conflito muscular e/ou dificuldade de concentração.</p><p>Entre todos transtornos e problemas que a ansiedade traz, a TAG é uma das principais, necessitando de um acompanhamento com profissionais da saúde, clinicas para tratamentos e sempre de auxilio de alguém por perto. Pois se trata de uma doença generalizada, afeta âmbitos psicológicos, comportamentais e corporais. Tais problemas que necessitam de um acompanhamento.</p><p>Cooperando Andreatini, Boerngen-Lacerda & Zorzetto Filho (2001), a TAG está entre as perturbações mentais mais encontradas na clínica e, conquanto primeiramente fosse visto como um transtorno leve, atualmente avalia-se que o TAG é uma doença crônica, acompanhante à comorbidades relativamente altas e a altos custos individuais e sociais. Sendo que antes visto como algo que não era tão sério assim, porém se tornou algo crônico.</p><p>Por se tratar algo crônico, logo compreendemos que a ansiedade generalizada é uma doença que tende a ter seu tratamento de longa duração. Ela acompanha a vida do cidadão em prol de seu crescimento. Através de sua rotina a ansiedade generalizada se torna como um parasita sutil, em crescimento com os problemas socias e rotineiros que o paciente tende a sofrer e suportar.</p><p>Para Cuijpers et al. (2016), chegou ao acordo com uma revisão de metanálise, o desígnio de analisar o efeito das psicoterapias cognitivo-comportamentais no tratamento do TAG, no Transtorno de Ansiedade Social (TAS) e no Transtorno de Pânico (TP), o tratamento do TP pode derivar em melhores implicações quando checados ao tratamento do TAG e do TAS. No entanto, o tamanho do efeito foi alto nos três transtornos estudados.</p><p>Tais tratamentos, são eficazes quando realizados em clinicas com especialistas. Os tratamentos foram postos em cheques diretamente e obteve resultados equivalentes ou próximos um do outro. Até em transtornos de pânico se tem demonstrado eficaz a psicoterapia, ambos de origem da psique, sendo que os problemas trazem correlações para os mesmos tratamentos, ambos servem para os mesmos.</p><p>Alguns estudos têm comprovado a eficácia da TCC efetivado pela internet. No estudo de Paxling et. al, (2011), com o objetivo de examinar a eficácia da TCC no tratamento do TAG através da internet, averiguou-se que a TCC é ativa no tratamento dessa desordem quando comparado ao grupo controle. A TCC via internet pode ser uma maneira de aumentar a acessibilidade e a disponibilidade da TCC para pessoas que sofrem de algum transtorno mental, como o TAG.</p><p>Especialistas tem buscado meios de se achegar aos pacientes que necessitam de tratamentos, um deles a internet. O meio de comunicação que traz um dos maiores ataques de ansiedade, ou, que não se é difícil alguém reclamar ou estourar em frente a um computador, celular que for. Através de técnicas como tais, se avalia o paciente em diversas situações. A internet tem se mostrado um meio efetivo de trabalhar a questão do tratamento nos pacientes. Segundo Cury (2013):</p><p>A indústria do diagnóstico pode ser um problema. O mesmo diagnóstico que pode orientar condutas do tratamento pode controlar um paciente, rotulá-lo, encarcerá-lo. Um profissional de saúde mental deve saber que jamais</p><p>tocará ou sentirá minimamente a dor do pânico ou da depressão de um paciente. Se sentir, ela será sua, e não do outro, pois a comunicabilidade interpessoal se dá na esfera da virtualidade, e não através da transferência da realidade essencial. Estamos ilhados em nós mesmos. Muitos profissionais dessa nobilíssima e complexa área não entendem que conhecemos o outro sempre a partir de nós mesmos. Aprender a nos colocar o menos possível no processo de interpretação e criticar nossos preconceitos é fundamental para nos aproximar dos outros, entender seu drama, ainda que virtualmente. (CURY, 2013)</p><p>Em contra partida dos tratamentos que foram mencionados, entra agora a questão dos profissionais que precisam compreender a questão emocional dos pacientes. Pois segundo Cury a indústria de diagnósticos pode ser um problema, levando em consideração que o psicólogo apenas fara uma análise e trará um rótulo do problema. Muita das vezes o psicólogo não terá uma empatia com o paciente.</p><p>E a empatia nesses casos faz toda diferença, visando que o psicólogo não consegue sentir a dor do paciente no momento de suas terapias, são apenas palavras e análises que são geradas naquele momento. Assim como Cury mencionou: “Estamos Ilhados em nós mesmos”, trata-se do aspecto que estamos a só dentro de nós mesmo. A pessoa que passa pelos problemas de TCC ou TAG encontram-se completamente “sozinhos por mais que estejam sendo cuidadas.</p><p>Para métodos de aproximação, necessita-se que não se envolva tanto com os meios de interpretação, levando assim um menor nível de empatia com o próximo. Considerando que devemos criticar nossos preceitos e colocar em conta todos estes quesitos. Além, de ser humano com relação aos sentimentos e dramas do próximo. Levando em conta nosso sentimento como um todo. Cury (2013) ainda afirma:</p><p>Quem já fez tratamento psiquiátrico e psicoterapêutico sabe que superar conflitos não é um processo rápido como uma cirurgia. Mas, claro, não estamos de mãos atadas, podemos reciclar e reeditar as janelas traumáticas, uma tarefa que exige técnicas para o Eu se equipar como autor da própria história, o que demanda uma nova agenda, fundamentada em metas e prioridades a médio e longo prazo. Por exemplo, pense numa pessoa vítima de fobia social, que tem marcante medo de falar em público. Certo dia, ela resolve virar a mesa e debater suas ideias destemidamente. Seu comportamento, por mais heroico que seja, está correto, mas, se for isolado, formará apenas janelas solitárias, e não núcleos da habitação do Eu, ou uma plataforma de janelas light. (CURY,2013)</p><p>Assim como um tratamento de antibióticos ou remédios leva tempo, as terapias também não são a curto prazo. Pacientes que já passaram por tratamentos, sabem que os processos levam um certo tempo para serem concretizados. Uma das formas de reorganizar os problemas enfrentados pela pessoa é tentando reeditar os problemas dentro dela mesma. Isso, não através do psicólogo, mas sim levando ela mesma a ver o problema e o tratar.</p><p>Após passar por problemas, a pessoa tem que se ver como o próprio autor de sua vida, dentro da sua responsabilidade humana ela tende de enfrentar os seus problemas. O psicólogo tende a ajudar ela com esses traumas mostrando como superar e continuar do ponto que ela simplesmente travou. Aquele momento de desespero a fez travar e não consegue prosseguir em sua vida. Segundo Cury (2017):</p><p>Descarte suas preocupações doentias e ansiedade quando aparecerem. Ter um Eu livre, seguro, ousado, não é um dom genético, nem privilégio de uma casta de abastados, mas o resultado de um treinamento. Saiba que, se aplicar essas técnicas com disciplina, ainda que tropece algumas vezes e falhe em outras, você construirá plataformas saudáveis de janelas Light. Esse treinamento de Gestão da Emoção constante expandirá sua inteligência emocional, capacitando-o não apenas para falar em público, mas também para dirigir seu próprio script. (CURY, 2017)</p><p>Conclui-se que a gestão de emoção é importante para um desenvolvimento emocional sadio, sendo que aliada a terapia e uma ótima orientação de fármacos geram resultados. Porém, precisa-se aplicar as técnicas, buscar um ótimo profissional e assim se submeter a tratamentos. Cury prossegue dizendo que precisamos criar janelas saudáveis de emoções, e que os treinamentos de emoções é uma constante.</p><p>Assim como o exemplo de falar em público, primariamente se enfrenta grandes problemas psicológicos, até mesmo gera apreensões psicossomáticas no momento. Porém, com várias práticas logo não se sente tanto os problemas que antes se sentia. Na verdade isso é uma prática que com o tempo rompe com esses traumas que faz o palestrante ou o locutor a se limitar ou se sentir inferior.</p><p>CAPÍTULO 3 - A COSMOVISÃO CRISTÃ E A ANSIEDADE</p><p>Trazendo para o âmbito cristão, a cristandade tem muito a dizer sobre a ansiedade, primariamente como sabemos é um sintoma emocional. Ansiedade todos temos, porém, como temos a Bíblia Sagrada como livro de instrução para nossas vidas, sabemos que viver ansiosos é um pecado contra nosso Deus. Por meios mais básicos, a ansiedade é um temor de um futuro incerto e inseguro.</p><p>Sabemos bem, nós que professamos a fé cristãos que não existe futuro incerto com Cristo Jesus. Então devemos ter certeza que Deus está cuidando de nossos dias, tão certo quanto Ele vive. Jesus não nos prometeu alivio de nossas “pressões” ou de nossos “problemas”, porém Ele disse que venceríamos o mundo juntamente com Ele. A ansiedade tem se tornado pecado quando se vive de maneira ansiosa. Porém comportamentos ou temperamentos são características do mesmo também, como diz Dr. D. Martyn Lloyd-Jones (1987):</p><p>Então, antes de tudo colocamos o temperamento; e há pessoas que, por temperamento, são nervosas, apreensivas, temerosas. Paulo mesmo era, eu creio, um exemplo disso. Ele era um homem nervoso, sem autoconfiança, no sentido natural. Ele foi a Corinto "em fraqueza e temor e grande tremor". Era por natureza um homem timorato — "por fora combates, temores por dentro". Assim era ele por natureza. E isso também era verdade a respeito de Timóteo, e há pessoas que nascem assim. Existem outras pessoas que são autoconfiantes e seguras. Não têm medo de nada; enfrentam qualquer coisa; levantam-se em qualquer lugar. Nem conhecem o significado de "nervos". (DR. D. MARTYN LLOYD-JONES, 1987)</p><p>Trazendo em memória o Apóstolo Paulo, um dos maiores ícones da igreja após Cristo, ele tinha traços de uma pessoa nervosa, porém com temor ao Senhor. Sabemos de sua história, Saulo como era chamado antes quando perseguia os cristãos até Cristo o chamar, ali se tratava de um exímio guerreiro e sábio por ser treinado nos pés de Gamaliel. Mesmo conhecedor das escrituras, seu comportamento ainda seguia em um sentido natural.</p><p>Trazendo tal realidade, sabemos que a natureza humana é caída, depravada e tem todos sentidos afetados pelo pecado. Sendo as emoções, de maneira geral afetadas. A bíblia nos diz que não devemos andar ansiosos, tal realidade não está sendo visível em nossa sociedade pois é uma sociedade ansiosa. As rotinas comuns são muitas, por diversas vezes tarefas e rotinas abusivas afligem tanto em nossas almas como o nosso comportamento.</p><p>A Bíblia Sagrada, por sua vez, em nenhum momento considera ansiedade como falta de algum sentimento, mas sim ela nos repreende a não andarmos ansiosos por coisa alguma. tal verdade é uma afronta à soberania e ao domínio do Reino de Deus sobre nossas vidas. Os cristãos sabem que Deus os guarda nos seus “amanhãs”, está explícita no livro canônico de Filipenses:</p><p>Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus. (Filipenses 4:6,7)</p><p>A Bíblia nos adverte a não andarmos ansiosos por coisa alguma, normalmente andar apreensivas com relação a alguma coisa. Com excesso de futuro, como sabemos que em todas as coisas Deus já está cuidando do nosso futuro, então não</p>

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