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<p>DOENÇA DE</p><p>ALZHEIMER</p><p>Giovana Lis Galvão Ramos</p><p>LAGG - LIGA ACADÊMICA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA</p><p>ORIGEM DA DOENÇA</p><p>❖ Alois Alzheimer (1906/1907);</p><p>❖ Kraepelin (1910);</p><p>❖ Doença neurodegenerativa, progressiva e</p><p>heterogênea;</p><p>❖ Declínio funcional progressivo e perda gradual da</p><p>autonomia;</p><p>❖ Deterioração das funções cognitivas, prejuízos no</p><p>desempenho de atividades cotidianas, distúrbios de</p><p>comportamento e sintomas neuropsiquiátricos.</p><p>IMPACTO DO ALZHEIMER</p><p>Chega a ser considerada a 4ª maior causa de óbito em</p><p>alguns países.</p><p>Gastos com diagnóstico e tratamento chegam a mais</p><p>de 1% do valor do PIB em alguns países.</p><p>SUBDIAGNÓSTICO</p><p>❖ Atribuição da demência ao</p><p>envelhecimento;</p><p>❖ Disfarce dos sintomas;</p><p>❖ Negligência na avaliação</p><p>rotineira;</p><p>❖ Treinamento insuficiente</p><p>ou ineficaz da equipe de</p><p>atenção primária.</p><p>A incidência e a prevalência</p><p>da Doença de Alzheimer</p><p>aumenta exponencialmente</p><p>com a idade, dobrando a</p><p>cada 5 anos, a partir dos 60</p><p>anos de idade</p><p>EPIDEMIOLOGIA</p><p>Ainda há a necessidade de</p><p>investigações mais precisas</p><p>de prevalência, incidência,</p><p>taxas de mortalidade e de</p><p>sobrevida, sem tantos riscos</p><p>de vieses</p><p>EPIDEMIOLOGIA</p><p>FATORES DE RISCO GENÉTICOS</p><p>IDADE</p><p>GÊNERO</p><p>SÍNDROME</p><p>DE</p><p>DOWN</p><p>HISTÓRIA</p><p>FAMILIAL</p><p>POSITIVA</p><p>GENE</p><p>DE</p><p>SUSCETIBILI-</p><p>DADE</p><p>EPIDEMIOLOGIA</p><p>FATORES DE RISCO AMBIENTAIS</p><p>BAIXA</p><p>ESCOLARIDADE</p><p>HIPER-</p><p>COLESTEROLEMIA</p><p>HIPERTENSÃO</p><p>NA MEIA-IDADE</p><p>DIABETES</p><p>MELITO</p><p>TABAGISMO</p><p>ATUAL</p><p>DIABETES INATIVIDADES</p><p>FÍSICA E</p><p>COGNITIVA</p><p>TRAUMA</p><p>CRANIANO</p><p>BAIXO</p><p>SUPORTE</p><p>SOCIAL</p><p>SOLTEIROS</p><p>EPIDEMIOLOGIA</p><p>FATORES PROTETORES</p><p>NÍVEL EDUCACIONAL ELEVADO GÊNERO MASCULINO</p><p>VIDA ATIVA COM ESTIMULAÇÃO</p><p>COGNITIVA CONSTANTE</p><p>DIETA RICA EM ANTIOXIDANTES E</p><p>VITAMINAS</p><p>ATIVIDADES SOCIAIS E DE LAZER ATIVIDADE FÍSICA REGULAR</p><p>AUSÊNCIA DE TRAUMAS CRANIANOS NÍVEIS BAIXOS DE COLESTEROL</p><p>EPIDEMIOLOGIA</p><p>INTERVENÇÕES EFETIVAS</p><p>DIETA MEDICAMENTOS</p><p>EXPOSIÇÕES</p><p>BIOQUÍMICAS</p><p>CONDIÇÕES</p><p>PSICOLÓGICAS</p><p>DOENÇAS</p><p>PREEXISTENTES</p><p>ESTILO DE VIDA</p><p>NEUROPATOLOGIA</p><p>❖ Perda neuronal</p><p>❖ Degeneração sináptica intensa</p><p>❖ Lesões em placas senis e</p><p>emaranhados neurofibrilares</p><p>QUADRO CLÍNICO</p><p>❖ Evidencias de esquecimento aparente, alterações</p><p>psicológicas, de personalidade e no cuidado pessoal;</p><p>❖ Normalmente após os 60 anos;</p><p>❖ A piora é gradual e contínua, com variabilidade na</p><p>velocidade de progressão da demência.</p><p>FASE INICIAL</p><p>Comprometimento da memória</p><p>Incapacidade para reconhecer o estado de doença</p><p>Desorientação progressiva de tempo e espaço</p><p>Dificuldade em reconhecer faces</p><p>Perda de concentração</p><p>Retraimento social</p><p>Mudança de humor</p><p>Alteração de comportamento</p><p>Ideias delirantes</p><p>QUADRO CLÍNICO</p><p>FASE INTERMEDIÁRIA</p><p>Sintomas focais</p><p>Distúrbios de linguagem</p><p>Alteração na capacidade de aprendizado</p><p>Mudança no julgamento</p><p>Noção de aptidão para além das capacidades</p><p>Dificuldade na resolução de problemas</p><p>Alteração da postura e da marcha</p><p>Sinais de parkinsonismo</p><p>Sintomas neuropsiquiátricos</p><p>QUADRO CLÍNICO</p><p>FASE AVANÇADA</p><p>Comprometimento grave das funções cognitivas</p><p>Perda total das capacidades cotidianas</p><p>Dificuldades na fala</p><p>Incontinência urinária e fecal</p><p>QUADRO CLÍNICO</p><p>Em fase terminal, a morte</p><p>normalmente decorre do imobilismo</p><p>INSTRUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO DOS ESTÁGIOS DA DOENÇA</p><p>FAST CDR</p><p>Functional Assessment</p><p>Stages in Alzheimer´s</p><p>Disease</p><p>Clinical</p><p>Dementia</p><p>Rating</p><p>DIAGNÓSTICO DE ALZHEIMER</p><p>● Comprometimento das múltiplas funções corticais superiores</p><p>● Evidências claras, como o comprometimento das atividades da vida diária</p><p>(AVD)</p><p>● Requisitos descritos na Classificação Internacional de Doenças</p><p>● Anamnese, exames físicos e de neuroimagem</p><p>Identificar os déficits cognitivos e não cognitivos presentes</p><p>Confirmação da demência</p><p>● Correlação com as características clínicas típicas da DA, o desempenho na</p><p>avaliação cognitiva e os resultados dos exames laboratoriais e de imagem para</p><p>firmar o diagnóstico</p><p>● A utilização de biomarcadores é promissora no diagnóstico</p><p>● O diagnóstico definitivo só pode ser comprovado por estudo histopatológico de</p><p>tecido encefálico</p><p>● Há três classificações de subtipos de demência na DA: precoce, tardio e</p><p>misto/atípico</p><p>TRATAMENTO</p><p>Anticolinesterásicos</p><p>Tratamento</p><p>Farmacológico</p><p>São possíveis diversos tipos</p><p>de resposta à medicação,</p><p>que também está atrelada a</p><p>efeitos colaterais. A partir</p><p>disso, há a possibilidade da</p><p>troca de medicação como</p><p>estratégia terapêutica.</p><p>❖ Embora não tenha cura, a Doença de Alzheimer é tratável</p><p>❖ Requer uma atenção interdisciplinar</p><p>❖ A principal meta é a manutenção da qualidade de vida</p><p>❖ Enfoque nas medidas de intervenção sobre as alterações cognitivas, do humor e dos</p><p>sintomas psicológicos e do comportamento</p><p>DIA MUNDIAL DA</p><p>DOENÇA DE ALZHEIMER</p><p>21 DE SETEMBRO</p><p>REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA</p><p>Tratado de Geriatria e Gerontologia. Freitas, E.V.; Py,</p><p>L.; Neri, A. L.; Cançado, F. A.. X.C.; Gorzoni, M.L.; Doll,</p><p>J. 4ª. Edição.</p>

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