Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>Imagem em dtm</p><p>PROF. ALEXANDRE HENRIQUE</p><p>EXAMES DE IMAGEM DA ATM</p><p>- Diversos tipos de técnicas de imagem podem ser utilizados para se obter uma visão adicional a respeito da saúde e da função das ATMs. Quando surgem sintomas dolorosos nas articulações e há razões para se acreditar que exista uma condição patológica, radiografias odontológicas devem ser obtidas.</p><p>As radiografias proporcionam informações relativas a (1) características morfológicas dos componentes ósseos articulares e (2) certas relações funcionais entre cabeça da mandíbula e fossa mandibular.</p><p>A) TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS</p><p>a) Vista panorâmica</p><p>b) Vista transcraniana lateral</p><p>c) Vista transfaringiana ou infracaniana</p><p>d) Vista transmaxilar.</p><p>B) Tomografia ;</p><p>C) Tomografia computadorizada ( TC ) ;</p><p>D) Imagem por ressonância magnética ( IRM ) ;</p><p>E) Cintilografia óssea .</p><p>As radiografias de ATM são complicadas por várias circunstâncias anatômicas e técnicas que dificultam a visualização clara e bastante desobstruída das articulações.</p><p>Uma vista lateral pura da cabeça da mandíbula é impossível com a utilização de equipamento radiográfico convencional devido à sobreposição das estruturas ósseas do terço medial da face.</p><p>Portanto, para se obter uma projeção bem sucedida das ATM, os raios x devem ser direcionados a partir de baixo do terço médio da face numa direção superior ( vista infracraniana ou transfaringiana ), ou através do crânio voltado inferiormente acima do terço médio da face para a cabeça da mandíbula ( transcraniana ).</p><p>Somente por meio de uma projeção especial de tomografia computadorizada (TC), pode-se obter uma projeção lateral pura da cabeça da mandíbula .</p><p>a) VISTA PANORÂMICA</p><p>É de longe a imagem radiográfica mais utilizada no consultório odontológico. Fornece uma boa imagem projetada, pois sua utilização resulta em mínima sobreposição de estruturas sobre a cabeça da mandíbula .</p><p>Embora as estruturas ósseas da cabeça da mandíbula possam ser geralmente bem avaliadas, a vista panorâmica tem algumas limitações.</p><p>Para visualizar melhor a cabeça da mandíbula, muitas vezes é necessário que o paciente abra a boca ao máximo, de forma que as estruturas da fossa articular não se sobreponham a cabeça da mandíbula. Se o paciente tiver alguma limitação de abertura, é provável que haja sobreposição.</p><p>Com esta técnica, as cabeças da mandíbula são as únicas estruturas bem visualizadas. Em geral, as fossas mandibulares são parcialmente, se não totalmente, cobertas</p><p>Como a radiografia panorâmica é uma visão infracraniana, o polo lateral da cabeça da mandíbula fica sobreposto à cabeça da mandíbula. Portanto, a área que parece representar a superfície subarticular superior da cabeça da mandíbula é, na verdade, apenas a superfície subarticular do polo medial.</p><p>b) VISTA LATERAL TRANSCRANIANA</p><p>- Pode proporcionar uma boa visualização de ambos, cabeça da mandíbula e fossa mandibular.</p><p>- O paciente é colocado em um posicionador de cabeça e os feixes de raios x são direcionados inferiormente através do crânio para a ATM contralateral, que é radiografada.</p><p>- Normalmente, várias projeções de cada articulação são tomadas para que a função seja avaliada.</p><p>- Uma vez que o feixe de raios x passam para baixo, através do crânio, esta angulação sobrepõe o polo medial da cabeça da mandíbula abaixo da superfície subarticular central e do polo lateral.</p><p>Quando o filme radiográfico é visto, portanto, a aparente superfície subarticular superior da cabeça da mandíbula é na verdade, apenas o aspecto lateral do polo lateral. No entanto, essa projeção é mais aceitável do que a vista infracraniana para visualizar as fossas articulares .</p><p>c) POSIÇÃO TRANSFARINGIANA OU INFRACRANIANA</p><p>- É uma vista parecida com a panorâmica, no entanto, como os feixes de raios x são direcionados ou por baixo do ângulo de mandíbula ou através da chanfradura sigmoide, o ângulo em que a cabeça da mandíbula é projetada não é tão grande como na vista panorâmica.</p><p>- Isto significa que a projeção é mais próxima da vista lateral.</p><p>- Embora esta técnica demonstre a cabeça da mandíbula satisfatoriamente, a fossa articular não é normalmente tão bem visualizada quanto na vista transcraniana .</p><p>d) PROJEÇÃO TRANSMAXILAR ANTEROSSUPERIOR</p><p>- Esta vista é obtida de uma posição anterior para superior com a boca aberta e as cabeças da mandíbula transladadas fora da fossa.</p><p>- Se a cabeça da mandíbula não puder ser transladada até a crista da eminência, ocorrerá sobreposição do osso subarticular e muito do valor desta radiografia estará perdido .</p><p>- Quando esta projeção puder ser tomada corretamente, oferecerá uma boa visualização do osso subarticular superior da cabeça da mandíbula, bem como dos polos lateral e medial.</p><p>- A projeção AP também proporciona uma excelente visualização para se avaliar uma fratura no colo da cabeça da mandíbula .</p><p>B) TOMOGRAFIA</p><p>- A tomografia lateral consiste em nos fornecer uma descrição mais precisa da articulação. Ela utiliza movimento controlado da cabeça do tubo de raios x e do filme para obter uma radiografia das estruturas desejadas, que deliberadamente embaça outras estruturas.</p><p>- Estas radiografias não são projeções infracranianas ou transcranianas, mas verdadeiras projeções laterais .</p><p>- A tomografia pode ser obtida em intervalos sagitais muito precisos, para que secções reais da articulação sejam vistas ( polos lateral, médio e medial )</p><p>- Vistas AP também podem ser tomadas, com a tomografia revelando os polos medial e lateral, sem qualquer sobreposição. Esta vista também pode ser útil na avaliação da superfície articular da cabeça da mandíbula, alterações ósseas e relações funcionais da articulação .</p><p>- A vantagem da tomografia , é que ela, geralmente, é mais precisa que a radiografia panorâmica ou transcraniana para identificar anormalidades ou alterações ósseas. Como ela fornece uma verdadeira visão sagital, pode-se avaliar a posição da cabeça da mandíbula na fossa mandibular com mais precisão do que a visão transcraniana.</p><p>- Apresenta como desvantagem o custo alto, inconveniência e a exposição do paciente a níveis mais elevados de radiação do que as demais técnicas. .</p><p>- Estas desvantagens são mínimas quando informações adicionais são necessárias para auxiliar no diagnóstico .</p><p>C) TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA</p><p>- Os tomógrafos produzem dados digitais que medem a extensão da transmissão dos raios x através de vários tecidos. Estes dados são transformados em uma escala de densidade e utilizados para gerar ou reconstruir uma imagem visual .</p><p>- Esta tecnologia pode reconstruir a ATM em uma imagem tridimensional que oferece ainda mais informação de diagnóstico para o clínico.</p><p>- O mais recente nesta tecnologia é chamada de tecnologia cone bean, onde ela permite uma visualização da cabeça da mandíbula em múltiplos planos, de modo que todas as superfícies sejam visualizadas .</p><p>- Tal tecnologia também é capaz de produzir imagens tridimensionais dos pacientes, que podem ser giradas na tela do computador para uma visualização mais completa .</p><p>- A tomografia cone bean fornece imagens tanto de tecidos duros como moles, por isso, a relação disco-cabeça da mandíbula pode ser observada e avaliada sem a interferência das relações anatômicas existentes.</p><p>- A TC apresenta como desvantagens o alto custo do equipamento como também a sua inacessibilidade. Geralmente o paciente fica mais exposto do que as tomadas radiográficas mais simples, mas a nova tecnologia cone bean tem oferecido melhores imagens com muito menos radiação .</p><p>- Esta tecnologia certamente proporciona</p><p>muitos recursos para auxiliar o clínico no melhor entendimento da condição do paciente .</p><p>D) IMAGEM POR RESSONÂNCIA MAGNÉTICA</p><p>- Tornou-se padrão ouro em para avaliar os tecidos moles da ATM, especialmente a posição do disco.</p><p>- Ela usa um campo magnético forte para criar variações no nível de energia das moléculas dos tecidos moles ( principalmente íons de hidrogênio ) .</p><p>- Estas alterações nos níveis de energia criam uma imagem semelhante à TC.</p><p>- A IRM das ATM demonstrou uma melhor visualização dos tecidos moles do que a TC e possui a grande vantagem de não introduzir radiação, que pode levar danos aos tecidos . Até agora, não foram demonstrados efeitos prejudiciais .</p><p>- As desvantagens das IRM são semelhantes à da TC. As unidades de IRM são geralmente caras e não estão disponíveis em consultórios odontológicos tradicionais.</p><p>- Outra desvantagem da IRM é que ela, normalmente, fornece uma imagem estática, embora a IRM dinâmica tenha começado a proporcionar informações sobre a movimentação do disco e da articulação.</p><p>- Esta tecnologia está se tornando mis refinada e substituindo muito dos métodos de imagem existentes.</p><p>- No entanto, para imagem dos componentes ósseos da articulação, a TC ainda é superior .</p><p>- O clínico deve observar que a presença de um disco deslocado em uma IRM não constitui um achado patológico.</p><p>- Demonstrou-se que entre 26 e 38% de indivíduos assintomáticos e normais revelam anormalidade na posição do disco na IRM. Estes resultados mostram que a posição do disco pode não estar diretamente relacionada com os resultados dos achados clínicos.</p><p>- Portanto, o clínico deve confiar principalmente no histórico e no exame clínico para estabelecer o diagnóstico e utilizar informações das imagens apenas como dados contribuintes.</p><p>E) CINTILOGRAFIA ÓSSEA</p><p>- Em determinadas situações clínicas é útil saber se há um processo inflamatório ativo nas ATM.</p><p>- A cintilografia óssea é obtida pela injeção de um material radiomarcado na corrente sanguínea, que se concentra em áreas de rápida renovação óssea.</p><p>- Uma vez que o material tenha tido a oportunidade de se deslocar para as áreas de maior atividade óssea, uma imagem de emissão é tomada.</p><p>- Uma técnica semelhante de tomografia computadorizada utiliza a emissão de fóton único (SPECT) para identificar áreas de aumento de atividade óssea.</p><p>- Estas técnicas não conseguem discriminar entre remodelação e degeneração óssea; para ter significado, a informação deve ser combinada com achados clínicos.</p><p>INTERPRETAÇÃO RADIOGRÁFICA</p><p>A) CONDIÇÕES LIMITANTES</p><p>a) AUSÊNCIA DE SUPERFÍCIES ARTICULARES</p><p>b) SOBREPOSICÃO DAS SUPERFÍCIES SUBARTICULARES</p><p>c) VARIAÇÕES DO NORMAL</p><p>a) AUSÊNCIA DE SUPERFÍCIES ARTICULARES</p><p>- As superfícies articulares de todas articulações são geralmente suaves e consistentes. Quando são encontradas irregularidades, deve-se suspeitar da ocorrência de mudanças patológicas .</p><p>- As superfícies articulares da cabeça da mandíbula, disco e fossa, no entanto, não podem ser visualizadas em radiografias convencionais, pela presença de tecido conjuntivo denso fibroso.</p><p>- Por conseguinte, as superfícies realmente vistas são o osso subarticular da cabeça da mandíbula e da fossa, com espaço entre eles ( espaço articular radiográfico), que contém tecidos moles vitais muito importantes nas funções e disfunções articulares.</p><p>b) SOBREPOSICÃO DAS SUPERFÍCIES SUBARTICULARES</p><p>- Com exceção das tomografias,TC e IRM, as demais tomadas radiográficas são imagens únicas tomadas em um ângulo para evitar as estruturas do terço médio da face, as imagens podem ter a superfície subarticular sobreposta à cabeça da mandíbula.</p><p>- Na interpretação destas radiografias, é preciso estar ciente de que a superfície subarticular inteira da cabeça da mandíbula não se encontra adjacente ao espaço da articulação, uma vez que a exposição foi feita de uma vista lateral reta.</p><p>,</p><p>c) VARIAÇÕES DO NORMAL</p><p>- Uma variação da normalidade não necessariamente indica uma condição patológica. A angulação em que a radiografia é obtida, a posição da cabeça e a rotação anatômica normal da cabeça da mandíbula, pode influenciar na imagem projetada.</p><p>- Devido a essas variações anatômicas, é preciso ser cauteloso com a interpretação radiográfica.</p><p>- As limitações da radiografia das ATM representam uma significativa desvantagem na interpretação precisa da articulação.</p><p>- As radiografias não devem ser utilizadas para diagnosticar uma ATM. Ao invés disso, devem ser usada como fonte de informação adicional para apoiar ou negar um diagnóstico clínico já estabelecido.</p><p>image1.jpg</p><p>image2.jpg</p><p>image3.jpg</p><p>image4.jpg</p><p>image5.jpg</p><p>image6.jpg</p><p>image7.jpg</p><p>image8.jpg</p><p>image9.jpg</p><p>image10.jpg</p><p>image11.jpg</p><p>image12.jpg</p><p>image13.jpg</p><p>image14.jpg</p><p>image15.jpg</p><p>image16.jpg</p><p>image17.jpg</p><p>image18.jpg</p><p>image19.jpg</p><p>image20.jpg</p><p>image21.jpg</p>

Mais conteúdos dessa disciplina