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<p>Gabarito: Estudo dirigido: Análise de Fluídos</p><p>biológicos</p><p>1- Quais são processos relacionados a formação da urina que</p><p>ocorrem nos néfrons?</p><p>R: Os processos de filtração, reabsorção e excreção estão</p><p>relacionados com a formação da urina.</p><p>2- Baseado na imagem, responda:</p><p>2.1 Explique a filtração glomerular.</p><p>R: A filtração glomerular é o processo pelo qual o sangue é filtrado nos</p><p>glomérulos dos rins para formar a urina. O sangue entra nos capilares</p><p>do néfron pela arteríola aferente. Os capilares glomerulares são</p><p>altamente permeáveis devido à presença de fenestrações ou poros</p><p>nas células endoteliais que os compõem. A diferença de pressão entre</p><p>as arteríolas aferentes e eferentes, juntamente com a alta</p><p>permeabilidade dos capilares glomerulares, permite que a água e as</p><p>pequenas moléculas, como íons, glicose, aminoácidos e ureia, sejam</p><p>filtradas do sangue para o espaço de Bowman, uma cápsula em forma</p><p>de cálice que envolve os glomérulos. Proteínas não são filtradas. O</p><p>líquido resultante desse processo, conhecido como filtrado glomerular,</p><p>contém água, nutrientes e resíduos metabólicos dissolvidos. O filtrado</p><p>plasmático deve passar por três camadas celulares na cápsula de</p><p>Bowman: endotélios capilares (barreira mecânica, permite passagem</p><p>de íons e retém macromoléculas), membrana basal ( barreira elétrica</p><p>que repele cargas de proteínas e eritrócitos) e Fendas dos podócitos</p><p>(Retém proteínas sanguíneas).</p><p>2.2 Explique o processo de reabsorção tubular (TCD, Alça</p><p>de Henle, TCD, Ducto coletor).</p><p>Túbulo Contorcido Proximal (TCP): A maior parte da</p><p>reabsorção ocorre no TCP. Aqui, substâncias como glicose,</p><p>aminoácidos, eletrólitos (como sódio, potássio e cloreto) e</p><p>água são reabsorvidas ativamente para a corrente sanguínea</p><p>através das células epiteliais que revestem o TCP.</p><p>Aproximadamente 65-70% da água filtrada e solutos como</p><p>glicose e aminoácidos são reabsorvidos no TCP. Glicose e</p><p>aminoácidos são 100% absorvidos nessa etapa.</p><p>Alça de Henle: A alça de Henle é dividida em duas porções: a</p><p>alça descendente e a alça ascendente. Na alça</p><p>descendente,permeável a água, a água é reabsorvida</p><p>passivamente para a corrente sanguínea, permitindo a</p><p>concentração do filtrado. Na alça ascendente, parte</p><p>impermeável à água, o sódio, o potássio e o cloreto são</p><p>reabsorvidos ativamente para a corrente sanguínea, mas a</p><p>água não é reabsorvida. Isso ajuda a manter o gradiente de</p><p>concentração medular, fundamental para a concentração da</p><p>urina.</p><p>Túbulo Contorcido Distal (TCD): No TCD, a reabsorção</p><p>continua, embora em uma taxa menor do que no TCP. Aqui, a</p><p>reabsorção de sódio é regulada pelos hormônios aldosterona</p><p>e água pelo hormônio ADH (hormônio antidiurético), que</p><p>controlam a permeabilidade dos túbulos à água, ajustando</p><p>assim a quantidade de água a ser reabsorvida ou excretada.</p><p>Ducto Coletor: O ducto coletor é onde ocorre a última etapa de</p><p>reabsorção antes da excreção final da urina. Aqui, a água é</p><p>reabsorvida dependendo da concentração de ADH. Se os</p><p>níveis de ADH forem altos, mais água será reabsorvida,</p><p>resultando em uma urina mais concentrada. Se os níveis de</p><p>ADH forem baixos, menos água será reabsorvida, resultando</p><p>em uma urina mais diluída.</p><p>2.3 Explique o processo de excreção urinária.</p><p>Após os processos de filtração glomerular, reabsorção e secreção , o filtrado</p><p>modificado nos néfrons é coletado nos ductos coletores e eventualmente</p><p>transportado para a pelve renal, onde é excretado para os ureteres e</p><p>posteriormente para a bexiga para armazenamento e eliminação como</p><p>urina. Esse processo de excreção urinária nos néfrons é essencial para a</p><p>remoção de resíduos metabólicos e a regulação do equilíbrio hídrico e</p><p>eletrolítico do organismo.</p><p>3- Explique o papel dos hormônios aldosterona e ADH nos túbulos</p><p>renais.</p><p>O sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) responde as mudanças</p><p>na pressão arterial e de teor de sódio plasmático. Com a diminuição do sódio</p><p>plasmático, diminui consequentemente a retenção hídrica dentro do sistema</p><p>circulatório, resultando em diminuição do volume sanguíneo e</p><p>subsequentemente diminuição da pressão arterial. Células justamedulares</p><p>da mácula densa detectam essas alterações, gerando uma cascata de</p><p>reações dentro do SRAA. A Renina (enzima produzida pelas células</p><p>justaglomerulares é secretada, reagindo com o substrato angiotensinogênio</p><p>II, para produzir o hormônio angiotensina I. Nos pulmões é metabolizado a</p><p>ECA (Enzima conversora de angiotensina), que irá converter A Angiotensina</p><p>I em Angiotensina II. A Angiotensina II irá corrigir o fluxo sanguíneo renal da</p><p>seguinte forma:</p><p>- provocando vasoconstrição na arteríola eferente;</p><p>- estimulando a reabsorção de sódio nos CTP e desencadeando a liberação</p><p>de aldosterona , hormônio retensor de sódio pelo córtex da adrenal;</p><p>- liberação de ADH pelo hipotálamo.</p><p>Aldosterona:</p><p>A aldosterona é secretada pelas glândulas suprarrenais em resposta a</p><p>diversos estímulos, como baixos níveis de sódio no sangue, baixa pressão</p><p>sanguínea ou altos níveis de potássio no sangue.</p><p>O principal efeito da aldosterona nos túbulos renais é aumentar a reabsorção</p><p>de sódio (Na+) e a secreção de potássio (K+) e íons hidrogênio (H+).</p><p>Nos túbulos distais e nos ductos coletores, a aldosterona atua aumentando</p><p>a permeabilidade ao sódio, o que leva à reabsorção de sódio para a corrente</p><p>sanguínea em troca de potássio e hidrogênio, que são secretados na urina.</p><p>A reabsorção de sódio induz a uma reabsorção passiva de água, ajudando</p><p>a aumentar o volume sanguíneo e a pressão arterial.</p><p>Como resultado, a aldosterona ajuda a regular os níveis de sódio e potássio</p><p>no sangue, bem como a pressão arterial e o volume sanguíneo.</p><p>ADH</p><p>O ADH é produzido no hipotálamo e liberado pela glândula pituitária</p><p>posterior em resposta a estímulos como a desidratação, baixa pressão</p><p>sanguínea ou altos níveis de solutos no sangue.</p><p>O principal efeito do ADH nos túbulos renais é aumentar a permeabilidade à</p><p>água nos túbulos coletores e ductos coletores.</p><p>Em condições de desidratação ou baixa pressão sanguínea, o ADH é</p><p>liberado para promover a reabsorção de água nos túbulos coletores e ductos</p><p>coletores, reduzindo assim a quantidade de água excretada na urina.</p><p>Como resultado, o ADH ajuda a conservar água no corpo, mantendo a</p><p>homeostase hídrica e prevenindo a desidratação.</p><p>Em resumo, a aldosterona e o ADH atuam nos túbulos renais para regular a</p><p>reabsorção de água e eletrólitos, ajudando a manter o equilíbrio hídrico e</p><p>eletrolítico do organismo e contribuindo para a regulação da pressão arterial</p><p>e do volume sanguíneo.</p><p>4- Defina os termos: piúria, hematúria, glicosúria e proteinúria.</p><p>Piúria: leucócitos na urina</p><p>Hematúria: hemácias na urina</p><p>Glicosúria: glicose na urina</p><p>Proteinúria: Proteínas na urina</p><p>5- Explique as etapas do exame de sedmentoscopia.</p><p>Após realização das análises física e química:</p><p>1. Preencher um tubo falcon com 10mL da urina (bem homogeneizada);</p><p>2. Levar a centrífuga por 10 minutos a 1500/2000rpm;</p><p>3. Desprezar 9mL do sobrenadante e ressuspender o sedimento no 1mL</p><p>restante;</p><p>4. Com o auxílio de uma micropipeta ou tubo capilar, preencher a</p><p>Câmara de</p><p>Neubauer com o sedimento (bem homogeneizado)</p><p>6- Paciente 45 anos, sexo masculino, Hipertensão arterial e sintomas</p><p>de hipoglicemia. Avaliando a análise química da urina, responda:</p><p>Urina</p><p>Ph 6,5</p><p>Proteínas +++</p><p>Glicose +++</p><p>Cetonas negativo</p><p>Hemoglobina negativo</p><p>Bilirrubina: negativo</p><p>Urobilinogênio: normal</p><p>Nitrito: Negativo</p><p>Densidade: 1,015</p><p>Leucócitos negativo</p><p>Descreva as possíveis patologias e disfunções renais envolvidos</p><p>nesse caso.</p><p>Diabetes mellitus com comprometimento Renal. Justificado pelos</p><p>sintomas de hipoglicemia, glicose e proteína na urina em altas</p><p>concentrações.</p><p>7. Paciente 27 anos, sexo feminino, gestante</p><p>Glicemia (sangue): 75mg/dL</p><p>Urina</p><p>Ph 6,5</p><p>Proteínas: negativo</p><p>Glicose +++</p><p>Cetonas negativo</p><p>Hemoglobina negativo</p><p>Bilirrubina: negativo</p><p>Urobilinogênio: normal</p><p>Nitrito: Negativo</p><p>Densidade: 1,020</p><p>Leucócitos negativo</p><p>Descreva as possíveis patologias e disfunções renais envolvidos</p><p>nesse caso.</p><p>Provavelmente temos um comprometimento de reabsorção renal. Não</p><p>justificaria Diabetes porque a glicemia (glicose no sangue) está normal.</p><p>8- Paciente 45 anos, sexo masculino, Hipertensão arterial,</p><p>apresentando</p><p>sintomas de hipoglicemia.</p><p>Urina</p><p>Ph 6,5</p><p>Proteínas +++</p><p>Glicose +++</p><p>Cetonas ++</p><p>Hemoglobina negativo</p><p>Bilirrubina: negativo</p><p>Urobilinogênio: normal</p><p>Nitrito: Negativo</p><p>Densidade: 1,015</p><p>Leucócitos negativo</p><p>Descreva as possíveis patologias e disfunções renais envolvidos</p><p>nesse caso.</p><p>Diabetes mellitus descompensada (altas concentrações de glicose e</p><p>corpos cetônicos na urina, ou seja, o corpo está buscando glicose a partir</p><p>da quebra de lipídeos) com comprometimento Renal (alta concentração</p><p>de proteínas na urina).</p><p>9- Paciente 32 anos, sexo feminino, apresenta-se hipocorada, com</p><p>queixas de cansaço esplenomegalia, icterícia.Hemograma com Htc,</p><p>Hb, e</p><p>diminuição de eritrócitos.</p><p>Urina</p><p>Ph 5</p><p>Proteínas negativo</p><p>Glicose negativo</p><p>Cetonas negativo</p><p>Hemoglobina:+++</p><p>Bilirrubina: ++</p><p>Urobilinogênio: +</p><p>Nitrito: Negativo</p><p>Densidade: 1,0005</p><p>Leucócitos</p><p>Descreva as possíveis patologias e disfunções renais envolvidos</p><p>nesse caso.</p><p>Anemia hemolítica, justificado pelos sintomas, hemograma e presença</p><p>de hemoglobina, bilirrubina e urubilinogênio na urina, indicando alta</p><p>destruição de hemácias.</p><p>10- Paciente 52 anos, sexo masculino, queixas de vômito, astenia,</p><p>hepatomegalia, icterícia.</p><p>Urina</p><p>Ph 5</p><p>Proteínas negativo</p><p>Glicose negativo</p><p>Cetonas negativo</p><p>Hemoglobina negativo</p><p>Bilirrubina: ++</p><p>Urobilinogênio: normal</p><p>Nitrito: Negativo</p><p>Densidade: 1,0005</p><p>Leucócitos</p><p>Descreva as possíveis patologias e disfunções renais envolvidos</p><p>nesse caso.</p><p>Provavelmente lesão hepática ou obstrução dos ductos biliares. A</p><p>bilirrubina indireta não consegue ser direcionada para a formação de</p><p>urobilinogênio.</p><p>11- Como devemos reportar os sedimentos urinários no exame de</p><p>urina I?</p><p>Quantificar leucócitos e hemácias.</p><p>Células Epiteliais e Cilindros: identificar o tipo e registrar o número</p><p>médio por campo no aumento de 100x, expressos conforme a seguir:</p><p>Raros: até 3 por campo</p><p>Alguns: de 4 a 10 por campo</p><p>Numerosos: acima de 10 por campo</p><p>Bacteriuria: ausente, raras (+), moderada ( ++), aumentada (+++).</p><p>Citar a presença de:- Leveduras- Cristais (com identificação)-</p><p>Trichomonas sp- Muco</p><p>12- Quais são os cristais relacionados a urina ácida e alcalina?</p><p>Urina ácida: urato amorfo, ácido úrico, oxalato de cálcio.</p><p>Urina alcalina: fosfato amorfo, fosfato triplo, fosfato de cálcio, carbonato</p><p>de cálcio.</p><p>13- O exame microscópico do sedimento urinário pode contribuir</p><p>para o diagnóstico de várias doenças do trato geniturinário e sua</p><p>relação requer habilidades específicas resultantes da formação e do</p><p>exercício profissional do analista laboratorial. As imagens abaixo</p><p>representam a visão microscópica do sedimento urinário.</p><p>13.1 Identifique as estruturas apontadas pela seta nas figuras acima</p><p>e relacione seu aparecimento no sedimento urinário.</p><p>Figura 1: Hemácias, associado a hematúria.</p><p>Figura 2: ácido úrico, associado a urina ácida.</p><p>Figura 3: Células epiteliais. Normal do epitélio de descamação.</p><p>Figura 4: Leucócitos, associados a piúria.</p><p>Figura 5: Cilindro hialino, associado a proteinúria.</p><p>13.2 Quais desses parâmetros poderiam ser detectados na etapa</p><p>química da urinálise?</p><p>Figura 1: Hemácias, sangue ou Hemoglobina positiva.</p><p>Figura 2: ácido úrico, ph ácido.</p><p>Figura 4: Leucócitos, esterase leucocitária.</p><p>Figura 5: Cilindro hialino, proteínas.</p><p>13.3 Quais parâmetros na sedimentoscopia urinária devem ser</p><p>contados? E quais devem ser reportados, somente?</p><p>Contados: leucócitos e hemácias.</p><p>Reportados: células, cristais, cilindros, etc.</p><p>13.4 Qual achado na etapa química pode reforçar o diagnóstico de</p><p>infecção representando na figura 4?</p><p>Esterase leucocitária positiva.</p><p>13.5 Qual elemento está representado na figura 5? Onde eles são</p><p>formados? Existe relação com a proteína detectada na análise</p><p>química e a proteína formadora dessas estruturas?</p><p>Cilindro hialino. São formas modeladas na luz dos túbulos contorcidos</p><p>distais e ductos coletores. São depósitos de mucoproteínas (Tamm-</p><p>Horsfall) produzidas pelas células do epitélio renal tubular (TCD) que se</p><p>acumulam nos túbulos renais, adquirindo sua forma, células ficam presas</p><p>em sua superfície. São resultantes da precipitação de proteínas devido</p><p>a concentração e acidificação da urina nestes locais.</p><p>14- Nos 4 quadrantes externos grandes da câmara de Neubauer</p><p>foram contados 30 leucócitos. A quantidade de leucócitos por ml</p><p>será?</p><p>30x250= 7500 leucócitos/mL</p><p>15- Nos 4 quadrantes externos grandes da câmara de Neubauer,</p><p>após a diluição foram contados 80 leucócitos. A quantidade de</p><p>leucócitos por ml será?</p><p>80x250= 20.000 leucócitos/mL.</p><p>16- Nos 2 quadrantes externos opostos da câmara de Neubauer,</p><p>após a diluição foram contados 46 leucócitos. A quantidade de</p><p>leucócitos por ml será?</p><p>46x500= 23.000 leucócitos/mL</p><p>17- Nos 9 círculos da lâmina Kcell foram contados 65 leucócitos. A</p><p>quantidade de leucócitos por ml será?</p><p>65x1000= 65.000 leucócitos/mL</p><p>18- Nos 18 círculos da lâmina Kcell foram contados 25 leucócitos. A</p><p>quantidade de leucócitos por ml será?</p><p>25x500= 12.500 leucócitos/mL</p><p>19- Paciente internado na UTI do hospital, masculino, 58 anos</p><p>diabético. Exames para avaliação do estado geral do paciente sendo</p><p>realizados, entre estes o exame comum de urina e análise do</p><p>sedimento urinário em microscopia digital, á fresco, corada por</p><p>Sternheimer-Malbin e Contraste de fase.</p><p>Resultados do exame físico-químico:</p><p>Densidade: 1.030</p><p>PH: 6,0</p><p>Nitrito: Negativo</p><p>Proteínas: Traços</p><p>Glicose: 4+</p><p>C. cetônicos: 4+</p><p>Bilirrubina: Negativo</p><p>Urobilinogênio: Normal</p><p>Hemoglobina: 3+</p><p>Estearase leucocitária: 3+</p><p>Identifique a estrutura apontada pela seta e correlacione com a</p><p>patologia descrita nesse caso.</p><p>Estruturas: leveduras e pseudo-hifas. Diabetes mellitus.</p><p>20- Paciente masculino, 33 anos, em atendimento na emergência do</p><p>hospital com queixa de dor e urgência para urinar. Paciente relata</p><p>também dor na altura dos rins e urina fétida a alguns dias. O exame</p><p>comum de urina com análise do sedimento urinário em microscopia</p><p>digital, à fresco, corada por Sternheimer-Malbin e Contraste de fase</p><p>foi</p><p>solicitado e os seguintes resultados na análise da tira reativa foram</p><p>observados.</p><p>Resultados do exame físico-químico:</p><p>Densidade: 1.030</p><p>PH: 7,0</p><p>Nitrito: Positivo</p><p>Proteínas: 1+</p><p>Glicose: Negativo</p><p>C. cetônicos: Negativo</p><p>Bilirrubina: Negativo</p><p>Urobilinogênio: Normal</p><p>Hemoglobina: 2+</p><p>Estearase leucocitária: 4+</p><p>Identifique as estruturas em destaque e correlacione com uma</p><p>possível patologia descrita nesse caso.</p><p>Cilindros leucocitários e leucócitos livres. Patologia: Pielonefrite causada</p><p>por possíveis bactérias Gram negativas (nitrito positivo).</p><p>21- Paciente feminino, 30 anos, procurou o serviço de emergência</p><p>do hospital com queixa de dor e urgência para urinar. Foram</p><p>solicitados exames de rotina para avaliação do quadro da paciente</p><p>entre estes o exame físico-químico da urina e análise do sedimento</p><p>urinário.</p><p>Resultados do exame físico-químico:</p><p>Densidade: 1.025</p><p>pH: 8,0</p><p>Nitrito: Positivo</p><p>Esterase leucocitária: 3+</p><p>Proteínas: Negativo</p><p>Glicose: Negativo</p><p>C. cetônicos: Negativo</p><p>Bilirrubina: Negativo</p><p>Urobilinogênio: Normal</p><p>Hemoglobina: Negativo</p><p>Identifique as estruturas em destaque e correlacione com uma</p><p>possível patologia descrita nesse caso.</p><p>Leucócitos livres e bactérias.</p><p>Patologia: Cistite causada por bactérias</p><p>bastonetes Gram negativas (nitrito positivo).</p><p>22- Paciente masculino, 8 anos, levado pela mãe ao serviço de</p><p>emergência do hospital. Episódios de hematúria macroscópica.</p><p>Infecção de vias aéreas superiores e dor de garganta no último mês.</p><p>Foram solicitados exames de rotina para avaliação do quadro do</p><p>paciente, entre estes, o exame físico-químico da urina e análise do</p><p>sedimento urinário.</p><p>Resultados do exame físico-químico:</p><p>Densidade: 1.030</p><p>pH: 5,5</p><p>Nitrito: Negativo</p><p>Esterase leucocitária: 2+</p><p>Proteínas: 1+</p><p>Glicose: Negativo</p><p>C. cetônicos: Negativo</p><p>Bilirrubina: Negativo</p><p>Urobilinogênio: Normal</p><p>Hemoglobina: 3+</p><p>Hemácias livres e cilindro hemático. Patologia: Glomerulonefrite.</p><p>23- Correlacione os tipos de cilindros encontrados nos sedimentos</p><p>urinários com as principais patologias correlacionadas.</p><p>- Hialino: normal até 2 cilindros (100 x)</p><p>- Hemático: glomerulonefrite</p><p>.-Leucócitos: pielonefrite.</p><p>-Epiteliais: destruição, descamação epitélio tubular (glomerulonefrite,</p><p>pielonefrite, infecções virais, exposição a nefrotóxicos).</p><p>- Granulosos: desintegração cilindros celulares: estase urinária</p><p>- Céreos: estase renal prolongada: insuficiência renal</p><p>.- Gordurosos: síndrome nefrótica (diabetes mellitus, degeneração renal,</p><p>nefrotóxicos)</p><p>24- Em qual tipo de urina podemos encontrar cristais anormais de urinas</p><p>metabólicas?</p><p>Urina ácida.</p>

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