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<p>GABRIEL VICTOR PINHEIRO GOMES</p><p>DIREITOS DA PERSONALIDADE E A LEI</p><p>SOBRAL</p><p>2024</p><p>GABRIEL VICTOR PINHEIRO GOMES</p><p>DIREITOS DA PERSONALIDADE E A LEI</p><p>Sobral</p><p>2024</p><p>Atividade formativa para</p><p>obtenção de nota na disciplina</p><p>de Direito Civil – Parte Geral</p><p>apresentado à Anhanguera</p><p>Sobral</p><p>Orientadora: Prof. Luana Dias</p><p>1. INTRODUÇÃO</p><p>O art. 1º da Constituição Federal Brasileira, promulgada em 1988, em seu inciso III,</p><p>declara a dignidade da pessoa humana como fundamento essencial do Estado</p><p>Democrático de Direito. Diante disso, pode-se inferir a importância da instituição de</p><p>direitos que visem a proteção desse fundamento supra citado, sendo assim,</p><p>demonstra-se essencial os chamados Direitos da Personalidade, instituídos nos</p><p>artigos 11 ao 20 da Lei 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil). Tratam-se de</p><p>um conjunto de direitos fundamentais que visam a proteção de assuntos inerentes à</p><p>existência humana com dignidade. Dessa forma, há a visão de proteção e garantia do</p><p>livre desenvolvimento da vida humana, desde sua concepção até sua morte. Pode-se</p><p>inferir sua finalidade como a proteção da dignidade da pessoa humana, em seus</p><p>aspectos físicos, morais e psíquicos.</p><p>2. DESENVOLVIMENTO</p><p>Diante disso, dentre os direitos da personalidade instituídos no Código Civil, pode-se</p><p>destacar os seguintes: a) Direito à vida; b) Direito ao nome; Direito à imagem; c) Direito</p><p>à integridade física; d) Direito à intimidade e vida privada; e) Direito à liberdade de</p><p>expressão. Com exceção dos casos previstos em lei, direitos da personalidade são</p><p>intransmissíveis e irrenunciáveis, não podendo o seu exercício sofrer limitação</p><p>voluntária. (Art. 11, CC/02), ou seja, não podem ser transferidos a outro ou</p><p>renunciados. Pode-se exigir que cesse a ameaça, ou a lesão, a direito da</p><p>personalidade, e reclamar perdas e danos, sem prejuízo de outras sanções previstas</p><p>em lei (Art. 12, CC/02), dessa forma, qualquer que tiver seu direito da personalidade</p><p>violado, pode exigir sanções ou reparações ao Estado. Salvo por exigência médica, é</p><p>defeso o ato de disposição do próprio corpo, quando importar diminuição permanente</p><p>da integridade física, ou contrariar os bons costumes (Art. 13, CC/02). É válida, com</p><p>objetivo científico, ou altruístico, a disposição gratuita do próprio corpo, no todo ou em</p><p>parte, para depois da morte (Art.14, CC/02). Ninguém pode ser constrangido a</p><p>submeter-se, com risco de vida, a tratamento médico ou a intervenção cirúrgica (Art.</p><p>15, CC/02). Como vistos supra citados, os artigos 13, 14 e 15 do Código Civil dispõem</p><p>acerca dos direitos ao corpo. Os artigos 16 ao 20 dispõem sobre o direito ao nome,</p><p>como dispostos a seguir, tal qual na Lei 10.406 de 2002. Toda pessoa tem direito ao</p><p>nome, nele compreendidos o prenome e o sobrenome (Art. 16, CC/02). O nome da</p><p>pessoa não pode ser empregado por outrem em publicações ou representações que</p><p>a exponham ao desprezo público, ainda quando não haja intenção difamatória (Art.</p><p>17, CC/02). Sem autorização, não se pode usar o nome alheio em propaganda</p><p>comercial (Art. 18, CC/02. O pseudônimo adotado para atividades lícitas goza da</p><p>proteção que se dá ao nome (Art. 19, CC/02). Salvo se autorizadas, ou se necessárias</p><p>à administração da justiça ou à manutenção da ordem pública, a divulgação de</p><p>escritos, a transmissão da palavra, ou a publicação, a exposição ou a utilização da</p><p>imagem de uma pessoa poderão ser proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo da</p><p>indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade,</p><p>ou se se destinarem a fins comerciais (Art. 20, CC/02). Já o artigo 21, último analisado</p><p>no presente trabalho, trata do direito à vida privada: A vida privada da pessoa natural</p><p>é inviolável, e o juiz, a requerimento do interessado, adotará as providências</p><p>necessárias para impedir ou fazer cessar ato contrário a esta norma (Art. 21, CC/02)</p><p>3. CONCLUSÃO</p><p>Portanto, ao analisar o capítulo II do Código Civil à luz do princípio fundamental do</p><p>Estado Democrático de Direito: a dignidade da pessoa humana; percebe-se a</p><p>importância dos direitos da personalidade para a proteção e garantia da vida e</p><p>atividade humana. Sendo assim, são conceitos fundamentais para a boa atividade e</p><p>desenvolvimento da sociedade, devendo assim serem preservados e defendidos</p><p>quanto às situações que os violam. E, dessa forma, será garantida a evolução e</p><p>desenvolvimento da sociedade brasileira como idealizada nas legislações e,</p><p>principalmente, na Carta Magna de 1988, pilar essencial dos Direitos Humanos no</p><p>Brasil.</p>

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